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O SÉTIMO DEGRAU | O método para romper crenças invisíveis e reprogramar sua realidade.

Artétipos - Mabel C. Dias1:13:16

Transcription

Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à aula, o Sétimo Degrau, o método para romper crenças invisíveis, reprogramar a sua realidade e acessar o sétimo nível da cocriação.

Antes de começar a aula, eu gosto de dar uns 5 minutinhos para que mais pessoas possam chegar, se acomodar e fechar o foco naquilo que vai ser transmitido aqui hoje, que será um divisor de águas na vida de cada um que está aqui. Enquanto isso, me digam se estão me vendo bem, se estão me ouvindo bem, para que nós possamos corrigir qualquer problema técnico antes do início da aula. Eu gostaria também que você me contasse nos comentários, eh, no chat também de onde você é e o que você espera da aula de hoje.

Ao final da aula, você vai descobrir exatamente qual dos sete níveis de criação da realidade e qual é o próximo passo para desbloquear o caminho para a realização daquilo que você deseja. Então, fica comigo até o final, porque é uma uma aula muito prática e o conteúdo me agrada demais falar sobre isso. Tô empolgadíssima. [roncando]

Antes de darmos início, eu quero propor aqui para você um experimento, tá bom? Vamos fazer isso juntos. Então, vamos lá. Por favor, feche os olhos, respire fundo de uma maneira tranquila no seu ritmo. Traga sua presença para esse momento. Ainda de olhos fechados, escolha uma coisa que você deseja muito que aconteça em sua vida, uma só. Algo que você deseja e que ainda não tem, tá bom? Não precisa ser algo grande. Pode ser uma conversa que você quer ter com alguém, uma quantia que você quer ver na conta. Pode ser uma conquista, talvez uma cena, um lugar, um abraço, uma coisa só. Heem, escolheu.

Agora segure isso na sua mente e preste atenção no que eu vou dizer. Eu não quero que você apenas pense nessa coisa. Eu quero que você visualize essa coisa, esse seu desejo. Então, mantenha os olhos fechados. Imagine isso acontecendo nesse exato momento, como se já fosse verdade. Sinta como seria o alívio, a alegria, cada detalhe. Então, fique dentro dessa cena por enquanto. Se permita sentir a sensação de que isso já é real, sem deixar entrar nenhum. Ah, mas isso é difícil. Eu não quero nenhum. Ai, será que eu mereço? Fica só com a cena, aquela cena limpa. OK. Muito bem.

Agora lentamente vá abrindo os olhos. Isso que você acabou de fazer é a técnica dos 17 segundos. Talvez tenha passado um pouco dos 17 segundos em si, mas o fato é que você conseguiu focar em um desejo por ao menos 17 segundos. Assim eu espero. 17 segundos, né? Pode parecer pouco, mas 17 segundos de atenção limpa numa única direção, sem nenhuma contradição no meio, valem mais do que horas de pensamento disperso e ansioso. E ao [roncando] longo dessa aula você vai entender porque esses 17 segundos são uma das chaves do jogo dos sete níveis que eu vou te ensinar aqui na aula de hoje.

Antes de mostrar esses sete níveis, eu quero levantar uma questão interessante aqui. Eu acompanho de perto os meus alunos, meus seguidores há muitos anos. Eu percebo que quase todo mundo que chega até mim está carregando ao menos uma das seis grandes feridas do ser humano. Vou te mostrar agora quais são essas seis grandes feridas e eu quero que você me diga no chat em qual delas você se reconhece. Pode ser até mais que uma, tá gente? Isso acontece. Pode ser apenas uma, pode ser nenhuma, ou podem ser todas elas, não importa. não tem certo errado, tá? Primeira ferida é a autossabotagem. Você sabe o que precisa fazer e não faz. Você fica adiando, fica completamente travado, travada. Começa algo e para, começa outro e para. E depois vem a culpa por ter lagado. Começa um projeto, abandona no meio, busca muito uma oportunidade. Quando ela aparece, parece que você faz de tudo para cancelar, né? [roncando] Primeira.

A segunda é a dor da criança interior, o peso do que ficou para trás. Podem ser traumas, experiências duras que você viveu cedo demais, religião que chegou como castigo, padrões que vieram da sua família e que você repete totalmente sem querer, sem pensar nisso. Uma vontade meio desorganizada de fazer as pazes com o seu passado.

A terceira é a dor dos vínculos. Términos que nunca foram bem resolvidos aí no seu coração. Lutos que você não atravessou direito. Pessoas de baixa frequência que invadem o seu espaço muitas vezes dentro da sua própria casa até, né? E aquela dificuldade de colocar limite sem se sentir culpado depois.

Quarto, é a relação com o seu corpo e os seus hábitos, a falta de consistência ou então o cansaço que não passa, um sono ruim, os vícios, álcool, consumismo, comida, a disciplina que você até parece que tem, começa a fazer alguma coisa, mas não consegue sustentar.

A quinta é a sensação de não merecimento. Sabe aquele medo de se expor e gravar um vídeo sobre o seu trabalho? O medo de cobrar o quanto seria justo pelo seu serviço, pelo seu produto. O sonho de abrir um negócio que vem acompanhado de uma sensação de que você não conseguiria, de que negócio não é para todo mundo. Você entra num apartamento aí de luxo de uma pessoa e nem consegue se imaginar comprando aquilo, morando naquele lugar, porque você acha que não é para você.

E a sexta e última ferida é a confusão espiritual. Ora uma sensação de falta de propósito, de porquê, de direção. Ora, medo da morte, ora, uma sensibilidade enorme que absorve as emoções das outras pessoas como uma esponja. Então, se você sentiu que se enquadra em qualquer uma das seis grandes dores ou até em mais de uma, comenta aqui no chat para mim.

Sabe por eu trouxe essas dores aqui? Porque são as maiores dores do público que chega até mim. Agora, sabe qual é a pergunta que eu que mais me fazem no dia a dia, Mabel? Como é que eu crio a minha realidade? A resposta é: você já cria. Você já cria sua realidade o tempo todo. Você nunca parou de criar a sua realidade o único dia da sua vida. A questão nunca foi se você cria. A questão é a qualidade daquilo que você cria. E a qualidade do que você cria depende de uma coisa só, do nível do jogo que você está vivendo. É o nível do jogo que vai dizer se você tem alguma dessas dores que eu acabei de citar. E também é o nível do jogo que vai dizer se você cria uma realidade favorável ou completamente desfavorável paraa sua vida. E é exatamente isso que eu vim te mostrar hoje.

Existem sete níveis de consciência, de percepção da realidade, de mundo e de si mesmo. Quando eu falo sete níveis de consciência, sete níveis de percepção, como a gente percebe sete níveis de percepção que geram sete níveis diferentes de criação da realidade. Porque entenda, como você percebe o mundo gera o que você cria na sua realidade. E você está em um desses sete níveis agora, neste exato segundo em que você está aqui comigo me assistindo, me escutando. Você não escolheu esse nível de uma forma consciente. Ah, quero estar aqui. E o pior, ninguém te contou que existiam esses níveis, né? Ninguém te explicou isso. Mas é ele que vem decidindo silenciosamente a qualidade de tudo o que você cria para você em todas as áreas da vida. o dinheiro que entra, as relações que você atrai, aqueles problemas que se repetem.

Infelizmente a maioria das pessoas vai nascer, viver e partir daqui no primeiro nível, sem nunca desconfiar que existiam outros seis. a vida inteira jogando um jogo no nível mais baixo, achando que aquilo era tudo o que a vida tinha para oferecer.

Antes de eu te levar pelos sete níveis, como tem muita gente nova me acompanhando aqui, é justo você saber quem está te guiando, tá aqui nessa aula. Não para eu tentar impressionar nada disso, mas para você decidir se vale a pena confiar em mim nos próximos minutos, naquilo que eu vou trazer para você.

Então, para quem é novo aqui, rapidamente, eu sou Abel Cristina Dias, médica de formação, formada pela Santa Casa de São Paulo. Fiz residência médica no Hospital das Clínicas da USP, fiz dermatologia, né, passei anos dentro da medicina mais tradicional que existe, daquela que mede, que comprova, que exige evidência. Isso me marcou. Eu trago isso comigo até hoje. Eu não acredito em qualquer coisa. Eu desconfio e investigo. Só que em algum momento a medicina deixou de dar conta das perguntas que eu fazia e eu fui procurar a resposta onde a maioria dos meus colegas não ia naquela época. Foram mais de 20 anos pesquisando arquétipos, padrões, né, de comportamentos, né, para você entender o que são arquétipos. Como funciona a consciência humana. Passei 12 anos dentro da tradição iniciática do tarot, uma escola iniciática, onde eu comecei a estudar mais profundamente sobre os símbolos que movem a mente humana. Estudei metafísica, estudei profundamente a consciência como fundamento da realidade. Eu escrevi livros, fundei o projeto Artétipos e já transmiti meus conhecimentos a mais de 50.000 1 alunos mesmo.

Eu poderia ficar aqui o resto da noite recitando títulos, conquistas, o que eu estudei, porque eu estudei assim várias áreas da vida, mas título nenhum explica porque eu estou aqui falando com você sobre os sete níveis. O que explica é outra coisa. Não tem a ver com formação, tem a ver com o que eu vivi na pele, na vida real. Porque eu não cheguei nesse assunto pela teoria, não. Eu cheguei pela necessidade. Tive necessidade de chegar até aí.

Há 20 anos eu ainda atendia no meu consultório privado, então com o jaleco no corpo, o diploma na parede, em uma das profissões mais respeitadas que existem. E eu adorava o que eu fazia. E mesmo assim eu estava afundada em dívidas. Eu vivia pagando o mínimo do cartão, aquele rotativo que nunca acaba, que só cresce, que te persegue todo mês. Eu tava acima do peso, desconectada do meu próprio corpo, sedentária, dormindo mal. E por dentro eu sentia um vazio tremendo. Eu achava que eu tinha feito tudo certo, tudo que a sociedade mandava fazer. E mesmo assim eu não me sentia feliz. Repara que eu estava vivendo ao mesmo tempo várias daquelas feridas, dores que eu citei para você aqui no início, né? A relação difícil com o corpo, a sensação de não merecimento, a autossabotagem. um vazio de propósito que dói mais justamente em quem no papel deveria estar realizado.

E o chamado para mudar minha realidade e começar a investigar a consciência humana chegou dentro do meu próprio consultório. Eu comecei a perceber que a maioria das doenças que os pacientes traziam para mim tinham uma origem emocional. eram vidas desalinhadas se manifestando através de sintomas. Gente adoecendo o corpo por causa de uma vida que não estava equilibrada no campo mental ou emocional. E um dia a pergunta caiu sobre mim como um raio. Se a vida desalinhada dos meus pacientes virava doença no corpo deles, o que é que a minha vida desalinhada estava fazendo comigo? Quem ia curar a desordem que tinha me deixado endividada, sem propósito, vazia, se não fosse eu mesma.

Foi aí que eu comecei a investigar a sério a natureza da realidade, do que é feita a realidade da gente. E foi aí que eu comecei a enxergar o jogo por níveis. E quando eu entendi como esse jogo funcionava, eu saí dessa corrida de ratos que a gente chama, né? devagar, tá? Foi degrau por degrau, assentando a minha consciência, melhorando a minha percepção de mim mesma e do mundo, estudando muito, praticando bastante.

Aí eu parei de correr atrás do dinheiro. Teve uma vez, ainda no começo dessa virada, que uma senhora me disse uma frase que eu nunca esqueci. Ela falou: "Mabel, para de correr atrás do dinheiro que o dinheiro começa a correr atrás de você". Na hora eu não entendi direito o que ela tava falando. Aquilo para mim era um uma coisa inatingível. Mas conforme eu fui mudando a minha frequência por dentro, foi exatamente isso que aconteceu. Quando eu parei de colocar pressão nos resultados que eu tinha, quando eu parei de reclamar que nada dava certo, as coisas começaram a chegar. Claro que isso não foi mágica, porque a minha vibração tinha mudado de nível e o nível onde você vibra é o que define o que chega até você.

Hoje a minha vida é completamente diferente. Eu não digo isso para me exibir ou ostentar algo na internet. Quem me acompanha sabe que meu posicionamento é oposto disso. Apesar de atingir a minha independência financeira, você nunca vai me ver ostentando absolutamente nada. Eu apenas conto a minha história para você ver que é possível, porque eu vim do mesmo lugar onde muita gente hoje aqui está. Hoje eu me reconectei com o meu corpo, com a minha saúde. Eu treino todos os dias, me alimento bem, tenho tempo para estudar, para trabalhar e para ajudar pessoas, que é o que dá sentido para tudo. As dívidas que eu tinha antes, que me perseguiam, tiravam sono, não fazem mais parte da minha vida. E aquele vazio que eu tinha, ele foi substituído por um propósito muito grande de ajudar as pessoas. A mesma pessoa que vivia presa no rotativo do cartão e sem nenhum propósito é a que está aqui hoje te mostrando a saída. Só que eu fiz boa parte dessa travessia sozinha, lendo lá no escuro, juntando peças, sem nenhum manual de instrução e principalmente sem nenhum apoio, sendo olhada de lado quando eu tentava falar disso na mesa com a minha própria família.

E quando os meus alunos começaram a chegar, eu vi a mesma solidão nos olhos deles. Gente que enxergava um pouco além e não tinha com quem dividir, que subiam um degrau na segunda-feira e a vida toda em volta puxava de volta pro degrau de baixo até a sexta-feira. Muitas vezes até pessoas da própria família, isso é muito comum. E eu percebi que conhecimento solto aí, jogado uma vez, não sustenta ninguém vibrando alto aqui. Ninguém reprograma a própria realidade assistindo uma aula bonita e voltando pra correria do dia seguinte. Eu vi que essas pessoas precisavam de um lugar, um lugar para voltar toda semana, todo mês. Então eu criei esse lugar, mas eu vou te falar dele na hora certa. Agora não. Agora eu tenho uma promessa para cumprir com você. Eu disse que eu ia te mostrar os sete níveis da realidade e te ajudar a descobrir em qual deles você está, não é? Eu quero te fazer um pedido. Conforme eu for descrevendo cada nível, eu quero que você seja honesto consigo mesmo. Não importa se você está no primeiro, no sétimo. Ninguém tá olhando para isso. É você com você. Eu quero apenas que você ouça, se reconheça e diga no chat em qual desses níveis você está hoje, tá bem? O reconhecimento é a primeira, é o primeiro passo paraa mudança.

Vamos pro nível um, então. Piloto automático. O primeiro nível é onde mora a maior parte da humanidade. A pessoa no nível um vive completamente dentro do sistema, sem nunca questionar esse sistema. Essa pessoa acorda, trabalha, consome, assiste o que o algoritmo programa para ela assistir, acredita no que aparece na tela do celular, acredita em tudo e repete tudo de novo no dia seguinte. E olha, eu não estou dizendo que essa pessoa é infeliz. Esse é o grande engano. Ela não está sofrendo o tempo todo. Ela só está no piloto automático, vivendo uma vida inteira sem nunca desconfiar que existe um lado de fora da caverna. E aí vem a pergunta óbvia: "Mabel, como é que eu sei se eu estou no nível um?" E [roncando] a resposta é dura. Você não sabe. Quem está no nível um não sabe que está. Esse é exatamente o ponto. A prova de que você já não está mais inteiramente no nível um é que você está aqui comigo nessa aula hoje numa terça à noite, se você está ao vivo comigo, em vez de estar aí no automático pela vida, na frente da televisão, no celular, jogando conversa fora, não, você tá aqui. Isso já diz muita coisa sobre você.

E qual é o nível dois, gente? Eu chamo de o incômodo. O segundo nível começa de um jeito muito específico. Ele começa quando uma coisa para de se encaixar, sabe? Você não consegue nem explicar direito. A rotina teu dia a dia começa a parecer meio estranha, as notícias parecem que tem um roteiro, como se alguém tivesse escrito aquilo. A repetição da vida começa a incomodar a pessoa. Você olha tudo aquilo que sempre te disseram que era para te fazer feliz e pensa lá no fundo, poxa, é só isso, hein? A conta aí não fecha. Muitos dos meus alunos me confessam que quando essa fase chegou eles acharam que tinha alguma coisa errada com eles, que eram eles o problema. Ingratos, complicados, difíceis de agradar. Se você já sentiu isso, eu quero te dizer com todas as letras, não tem nada de errado com você. Pelo contrário, tem uma coisa muito certa começando a acordar aí dentro. Escreve acordando no chat se você já viveu esse momento de desconfiar. Eu quero ver quantos aqui já passaram por essa inquietação. Vou dar alguns segundos para vocês escreverem, tá? Olha aí quanta gente. Repara que você não tá sozinho nisso. Cada acordando que aparece aí é uma pessoa que sente exatamente o que você sentiu.

Vamos então ao degrau três, o nível três, que é o questionamento. O terceiro grau é quando aquela inquietação de antes vira pergunta de verdade. E você começa a questionar tudo. Você começa a questionar a política, as notícias que você recebe, a religião, aquilo que vendem como ciência, as coisas que todo mundo ao seu redor aceita sem pensar duas vezes. Você então começa a puxar os fios e quanto mais você puxa, mais coisa se desmancha na sua mão. Só que esse degrau, ele tem um preço e eu não vou esconder de você. É nesse momento que alguém vai te chamar de esquisito, esquisita, de conspirador, de radical, de iludido e assim por diante. Vão dizer que você anda lendo coisa demais. que estão fazendo lavagem cerebral em você, que você mudou, que você não era assim. Eu quero que você veja que esse preço não é só seu. Todo mundo que sobe de nível paga esse preço, mas tá tudo bem.

Qual que é o nível quatro? O degrau 4 é a engenharia por trás. No quarto degrau, a coisa começa a ficar mais séria, porque você para de só questionar, de se perguntar sobre as coisas e começa a enxergar a engenharia por trás de tudo no sistema funcionando. Tudo mesmo. Você começa a perceber como o medo é fabricado e distribuído na sociedade em doses certas, na hora certa, como até a comida que te vendem e a informação que te empurram guela abaixo mexem com seu estado de consciência. Como aquilo que você ouve repetido várias vezes sem perceber se transforma em crenças inconscientes em você. você começa a acreditar naquilo que você ouve repetidamente. E a ficha que cai nesse quarto degrau é bem pesada. Você entende que existe um sistema atuando, um sistema que foi desenhado para manter a maioria das pessoas contente o suficiente para não reagir e produtiva o suficiente para gerar riqueza para quem está no controle. operando esse sistema de um jeito quase invisível. Precisa estudar muito, precisa observar muito para percebê-lo. E aqui mora uma armadilha. Que armadilha é? Muita gente chega no degrau quatro e fica empacada aqui, porque é muito fácil ficar com raiva. É fácil virar aquela pessoa amargurada que só enxerga conspiração em tudo e culpa o sistema por cada coisa que dá errado na própria vida. A pessoa enxerga a prisão, mas continua presa, só que agora revoltada. Guarda isso, porque o próximo degrau é justamente a saída dessa armadilha.

Qual é o degrau cinco? Eu chamo de a virada. O quinto degrau é uma das viradas mais importantes da sua vida. E aqui que a maioria ainda não conseguiu chegar. No degrau cinco, você para de culpar, para de culpar a política, a economia, o seu passado, papai, mamãe, o seu ex, o seu atual, o sistema. Não porque essas coisas não tenham um peso, mas porque você percebe uma verdade que é profundamente libertadora. Enquanto a causa da sua vida estiver do lado de fora, a solução também vai estar. Então você vira o olhar para dentro e percebe uma coisa que assusta e liberta ao mesmo tempo, que você sempre criou a sua própria realidade. Sempre. Só que até agora você criava no escuro, no automático. A partir do degrau C, você começa a criar de olhos abertos de forma intencional. Sente a diferença de temperatura entre o degrau 4 e o 5? No quatro, você está com raiva da prisão, indignado, transtornado. No grau cinco, você descobre que tem a chave no bolso aqui o tempo todo com você. é muito diferente.

E no degrau seis, esse é o degrau que eu chamo de o programador da realidade. E aí nós chegamos nesse ponto, é o nível onde eu levo os meus alunos. Eu vou te entregar o mapa dele agora. No degrau se, você entende que tudo que existe é vibração, que a sua vibração pessoal, aquilo que você emite para o jogo e que determina o que volta para você é feita de quatro elementos. Eu chamo isso de matriz seca. Seca é uma sigla que representa os quatro pilares que constróem a sua vibração, a minha vibração, a vibração de todos. Quais são esses pilares? Crenças, emoções, comunicação e ações. Sigla seca. Quem chega no degrau seis entende que essas quatro coisas, as suas crenças, aquilo em que você acredita piamente e não questiona, as suas emoções, a sua comunicação e aquilo que você faz no dia a dia, suas ações são código do sistema, são a linguagem com que você programa a sua realidade. E quando você aprende a mexer no seu seca de propósito, intencionalmente, você deixa de ser o personagem que sofre o jogo. Você vira quase um programador da realidade. Você reescreve o código e o jogo muda na sua frente. Não é mágica, tá? é a coisa mais técnica que existe, é a engenharia da própria vibração.

E aí vamos pro último degrau, o último nível, que é o nível de cocriador. O sétimo degrau é a criança interior que tem dentro da gente que foi curada. Você já percebeu uma criança pequena brincando? Como ela se comporta? A criança tem uma capacidade de criar realidade que nós adultos muitas vezes perdemos. A criança ela não liga pro julgamento de ninguém. Ela não está presa na ilusão dos cinco sentidos. Ela usa o sexto sentido, a sua intuição, e constrói um mundo inteiro de fantasia, de possibilidades dentro da cabeça dela. E ela vive dentro dele com uma fé absoluta. Ela acredita, por isso que ela levanta, ela cai e ela caminha depois. A criança vive num estado de plenitude livre. Ela é uma criadora excepcional da sua realidade e ela nem sabe disso. Também não tá importando com isso. Isso a criança nos primeiros anos, tá gente? Só que aí com passar partir dos 3 anos de idade e tudo, as coisas começam a mudar, né? Vem o mundo, o mundo traumatiza essa criança, vai criando regras, diz o que ela pode, o que ela não pode, diz que ela é demais ou que ela é de menos. O mundo limita o potencial dela, fere aquele arquétipo de pureza que existia ali dentro. E a criança aprende então a se encolher para caber no que esperam dela. Todo mundo aqui tem uma criança dentro de si. Ela não morre, ela é parte integrante de cada um de nós. Uma criança que um dia foi livre e que a vida foi apertando. Lembra da segunda ferida que eu citei lá no começo aqui da nossa aula? A dor da criança interior. É exatamente disso que eu estava falando. Tudo se conecta, né?

Então, deixa eu juntar essas pontas para você. E presta atenção, porque é aqui que a chave vira. A gente nasce no sétimo degrau. A gente nasce criança, livre, criadora, plena. E aí a vida vai nos rebaixando degrau por degrau até a gente chegar lá no nível um, no automático, tendo esquecido completamente de quem a gente era lá atrás. Então, passamos o resto da vida tentando voltar para casa, na maioria das vezes, sem nem saber que é para lá que está tentando voltar. Essa a origem do vazio interior que persegue a maioria das pessoas hoje. Por isso, vencer o jogo não é fugir dele, não é odiar o jogo e se rebelar contra ele, que é onde o degrau 4 prende tanta gente, né? A pessoa fica obsecada pelo pelo sistema e ela fica com raiva o tempo inteiro. O que uma pessoa com raiva o tempo inteiro vai criar de bom para si? Vencer aqui é parar de se reconhecer como personagem e libertar o jogador que está por trás do controle o tempo todo. Esse jogador, quem é? é a sua consciência e a versão sua, que está mais perto do jogador e mais longe do personagem é exatamente a sua criança interior.

Lá no comecinho dessa aula, eu te fiz uma promessa. Eu disse que até o fim você ia descobrir exatamente em qual desses sete degraus você está hoje. Então agora é a hora. Eu já descrevi o sete. Você se reconheceu em algum deles? Agora eu quero que você escreva no chat só um número de um a sete. O degrau onde você sente com honestidade que está pisando hoje, não onde você quer estar, onde você está realmente hoje. E enquanto você escreve, eu quero que você repare numa coisa. Olha a quantidade de gente vivendo, os mais diferentes níveis. Olha quanta gente está exatamente onde você está. Portanto, você nunca esteve sozinho nesse caminho. Você só não tinha o mapa para saber onde estava pisando. Mas agora você tem e agora você sabe em qual degrau? Surge então a única pergunta que importa de verdade. Como eu faço para subir? Porque saber onde você está é uma coisa, conseguir sair desse lugar é outra coisa bem diferente. E é exatamente sobre isso que a gente precisa conversar agora, porque tem uma armadilha no meio do caminho que faz a maioria das pessoas escorregar de volta. E eu preciso que você a conheça antes que ela te pegue. Você é honesta com você. Saber em qual degrau você está não te faz subir. Conhecer o mapa não é caminhar por ele. Porque o que acontece na prática é o seguinte: você tem uma noite como a de hoje. Você enxerga a engenharia da realidade e a ficha cai para você, né? Você sente aquele arrepio de quem finalmente entendeu alguma coisa e você vai dormir diferente. Aí você acorda no dia seguinte decidido a mudar. E aí a vida, a rotina vem, a conta chega, o trabalho, a família que tá vibrando em baixa frequência, ela senta na sua mesa, as mesmas pessoas falando as mesmas coisas, puxando você de volta pro mesmo degrau, conversa de limitação, conversa de escassez, conversa de doença. E sem perceber, em poucos dias você está de novo no automático lá atrás, como se a noite de hoje nunca tivesse acontecido. Isso tem nome. Chama-se a força do degrau de baixo. A corrida dos ratos não larga fácil quem ela já capturou. Esse sistema tenta reconquistar a pessoa. Toda vez que você visita um degrau mais alto e volta, ela está lá te esperando, pronta para te receber de volta. E tem uma coisa que torna isso ainda mais difícil, a solidão.

O filósofo Platão, há mais de 2000 anos, criou uma metáfora maravilhosa para isso, que é o mito da caverna. Eu vou colocar aqui na tela a imagem do mito da caverna para você, para quem não conhece. Vamos então ver o que que é esse esse mito, essa alegoria, né? Então, imagina um grupo de pessoas que estão acorrentadas dentro de uma caverna desde que nasceram. Elas estão de costas paraa entrada da caverna e elas nunca conseguem virar a cabeça para ver a entrada. Atrás delas tem uma fogueira e entre a fogueira e os prisioneiros ali sentados passam pessoas carregando objetos. O que os prisioneiros conseguem ver na parede na frente é apenas a sombra desses objetos projetada na parede. É uma sombra, não é a realidade. É uma sombra porque atrás tem movimento e atrás tem uma fogueira. Essas pessoas, como nunca viram outra coisa na vida, para elas, aquelas sombras projetadas na parede da caverna são a única realidade que elas conhecem. Mas aí chega um dia que um dos prisioneiros consegue se soltar e vira o rosto para trás. Pela primeira vez ele vê a fogueira e entende que aquilo que ele chamava de mundo era só uma projeção criada. Então ele percorre um longo caminho de descoberta até sair da caverna. Quando ele sai e ele encontra a luz do sol, os seus olhos começam a doer porque ele não estava acostumado com a realidade verdadeira, com a luz da realidade. Mas aos poucos ele se acostuma com aquela luminosidade e passa a enxergar as coisas como elas são de fato ali fora e não a projeção delas. E aí ele sente que precisa voltar lá para dentro da caverna para libertar os seus companheiros. E aí quando ele chega e conta tudo que ele viu, adivinha só? Ninguém acredita. Exato. Todos os chamam de louco. Alguns se irritam com ele. Platão usa essa imagem, essa alegoria para falar de duas coisas. Primeiro, que a maioria das pessoas vive dentro de uma realidade virtual criada sem nunca questionar e descobrir que aquela é apenas uma projeção e não a realidade em si. Segundo, que despertar para uma realidade mais ampla, mais expandida, é muito desconfortável e quase sempre um caminho solitário, porque quem desperta costuma ser rejeitado justamente por quem ainda está preso.

E como você já deu esse grande passo hoje, o seu maior risco é justamente esse, enxergar tudo isso sozinho e não ter ninguém ao redor que veja o que você vê. Porque o ser humano não sustenta sozinho por muito tempo uma frequência que ninguém em volta sustenta junto. A gravidade do ambiente sempre vence à vontade individual e puxa a pessoa de volta para baixo sempre. E por baixo de tudo isso tem o inimigo mais silencioso de todos, que são as suas crenças invisíveis, aquelas que foram instaladas em você tão cedo na vida que você nem enxerga mais que elas estão ali. Você não as vê, você só sente o resultado. Então, deixa eu te dizer onde você está de verdade agora, nesse momento. Você acabou de receber o mapa. Você sabe onde está e sabe para onde quer ir, mas você está parado no pé da escada sozinho, com a força do degrau de baixo puxando o seu tornozelo e crenças invisíveis sussurrando que talvez isso não seja para você. Conhecer o caminho nunca foi problema. Sustentar a travessia é que é. E ninguém atravessa isso sozinho, uma vez só numa noite de terça-feira. E é aqui que eu preciso te mostrar o método. São quatro chaves. Anota, printa a tela, porque isso aqui já vale a noite.

A primeira chave é reprogramar a crença. Tudo começa na crença sempre, porque a crença é aquilo em que a gente pensa com muita força, repetidamente. E porque a crença gera uma emoção na gente. A emoção molda a forma como você se comunica. A comunicação sua se transforma em quê? Em ações, em hábitos. E esses hábitos, aquilo que você faz consistentemente na sua realidade, geram os resultados que você tem na vida. Esse é o caminho do pensar ao criar a realidade. Crença, emoção, comunicação e ação. O seu seca. Veja que o seca é um sistema, uma coisa depende da outra. Se você tentar mudar seus hábitos, se tentar mudar suas ações sem trabalhar as outras bases, sem tocar a crença na raiz, você falha e volta para estaca zero. É por isso que a maioria das pessoas tenta toda segunda-feira começar uma dieta, uma academia, a planilha financeira, que seja, e falha, sempre acaba voltando pro padrão antigo. Por quê? porque ela não trabalhou as bases que sustentam aquela ação. Não adianta forçar o comportamento novo com crença velha, tá gente? Você tem que descer até a raiz e trocar o código lá embaixo.

A segunda chave aqui é o foco. Foco é o controle do jogo. Lembra do experimento que a gente fez lá no comecinho da aula? Os 17 segundos? Aquilo não foi um simples aquecimento, foi um treino extremamente importante de foco. 17 segundos de atenção limpa numa única direção, sem nenhuma contradição no meio, sem nenhum porém, sem nenhum más. Isso vale mais do que horas de pensamento disperso e ansioso. Aí se você for capaz de sustentar o seu foco, o seu objetivo todo dia, mesmo que por pouquíssimo tempo, você inevitavelmente muda a direção do jogo. A consistência é muito, mas muito importante. Vai aprender a tocar um instrumento musical que você vai entender o que eu tô falando. Quando você está estudando o instrumento, a regra para evoluir são os 15 minutos por dia. 15 minutos de estudo diário valem muito mais do que 5 horas seguidas, uma vez por semana. O segredo do foco é a consistência, pelo mínimo de tempo que seja, mas que seja feito todos os dias. Então, o problema da maioria das pessoas que não consegue atingir bons resultados na vida não é falta de esforço, é falta de foco, é pulverizar a própria energia em mil direções ao mesmo tempo.

A terceira chave é a presença, é voltar ao sétimo degrau todo dia de propósito. recuperar o encantamento de uma criança diante de um dia de sol, de uma planta, de um bichinho na rua. É recuperar a capacidade de brincar, de se divertir, de ter fé na vida, de sorrir pras pessoas, para si mesmo, de imaginar sempre de licença a realidade em que você gostaria de viver. A imaginação cria, porque o cérebro não sabe a diferença entre imaginação e realidade. Você para de reagir a cada notícia que recebe. Você não precisa mais da aprovação de ninguém. Você vê que isso é perda de tempo, você não vai agradar todo mundo. Você tem que seguir o seu destino. Esse é o estado em que você cria de dentro para fora, em vez de só reagir ao que vem de fora para dentro.

E a quarta chave é a mais bonita de todas, os sinais. A partir do momento em que você sobe de degrau, o mundo começa a conversar com você. A realidade conversa com você. Então, coincidências significativas começam a aparecer no seu caminho. São as sincronicidades. E não é imaginação, é o próprio universo te dando pistas de que você está no caminho certo. Se você se permitir observar os sinais que a vida te dá o tempo todo, você vai começar a ligar os pontos e perceber que o próprio universo está o tempo todo te mostrando como jogar. Você é que não estava prestando atenção. Só isso.

Se você seguir esse método na prática, se lembrar 15 minutos por dia de reprogramar as suas crenças, sustentar o foco, estar no momento presente e perceber os sinais que a vida te dá, você começa a viver o tempo todo no nível sete. E o resultado disso é um poder de criação da realidade extremamente forte. Você se torna uma pessoa magnética ao extremo. Você chega no ponto de pensar e criar. Pensa em algo e aquilo acontece. A manifestação se torna um processo aparentemente simples, fácil. Só que esse método precisa ser sustentado todos os dias. Lembra que eu falei? Reprogramar o seu sistema interno não é um evento único. Ele precisa ser uma repetição diária. Ninguém aprende um idioma numa única aula. Ninguém fica forte com um único treino. Ninguém muda o corpo com uma única refeição, não é? E ninguém, ninguém mesmo reprograma o próprio sistema interno assistindo uma única palestra, por mais transformadora que ela seja. Uma crença que levou 30, 40 anos para se instalar não cai com o insite de terça à noite, ele cai com a repetição, camada após camada, mês após mês. É por isso que tanta gente acumula conteúdo bonito e não muda de vida. Não é falta de informação, né? Você já tem informação de sobra, é falta do quê? de constância, de um lugar que te traga de volta para essa frequência toda vez que a força do degrau de baixo te puxar. Uma aula te mostra a porta, mas atravessar essa porta e continuar do outro lado sem escorregar de volta exige uma prática que se repete. E foi exatamente para isso que eu criei o clube da alta frequência.

E eu preciso que você entenda exatamente o que ele é, porque não é mais um curso online da internet, tá? Não é um curso. O mundo não precisa de mais um curso para você assistir e esquecer. O CAF, o clube da alta frequência, é o lugar onde a reprogramação acontece, não uma vez, mas todos os dias, para que a alta frequência deixe de ser um evento raro na sua vida e passe a ser o seu endereço, o lugar de onde você opera todos os dias. E como é que isso acontece na prática, gente? Todo mês você recebe uma frequência de reprogramação nova em áudio para ouvir com fones de ouvido. Cada uma delas é construída em três camadas que trabalham ao mesmo tempo dentro de você. A primeira camada, desacelera o seu cérebro e abre as portas paraa informação. Tira aquela barreira da mente lógica que vive dizendo: "Ah, isso não é para você". A segunda camada, ela acessa o seu inconsciente por padrões sonoros. Chega onde a razão sozinha nunca chega. E a terceira camada reescreve a sua linguagem interna. Ela muda o que você diz para você mesmo lá no fundo onde mora a crença. E veja isso que eu acabei de descrever de um jeito simples, tá? tem um nome técnico. Cada uma dessas camadas é uma tecnologia de verdade com fundamento. Deixa eu te mostrar.

A primeira camada dos áudios de reprogramação que você vai receber são as frequências binaurais, frequências que desaceleram o seu cérebro e colocam o seu cérebro num estado bom para receber, em que as defesas da mente lógica baixam a guarda. Elas permitem que a reprogramação acesse a sua mente inconsciente. A segunda é a camada músicoterapêutica. São padrões sonoros pensados para guiar as suas emoções a um estado de reequilíbrio vibracional. E a terceira é a camada neurolinguística. Essa é a camada responsável por diariamente, através de afirmações de poder, reprogramar as suas crenças mais profundas, substituindo crenças limitantes do passado dentro da sua mente por crenças expansivas. atuais.

Eu quero parar por um segundo aqui para mostrar um resultado que uma aluna trouxe essa semana lá dentro do grupo do CAF. Olha que coisa linda esse depoimento. O que ela disse? Compartilhando minhas conquistas, pratico a corrida de rua há 15 anos. Meu sonho sempre foi ser maratonista. Eu realizei somente depois de entrar no CAF. Extraordinariamente, no dia 4 de maio, realizei a minha primeira maratona e mesmo após ter realizado, ainda continuei com medo da maratona, assim me inscrevi em outra maratona. E no dia 7 de junho de 2026, em aproximadamente 30 dias, após ter realizado a primeira, eu fiz a minha segunda maratona e na segunda eu curti mais ainda. Eu escolhi o Rio de Janeiro e foi incrível. Eu consegui baixar 12 minutos no meu tempo em relação à primeira maratona e eu me senti ainda mais presente na realização da segunda maratona. Eu procurei não me cobrar e só me observar, observar o que o meu corpo sentia e por do medo. E foi incrível a frase que levo comigo desses 5 meses de CAF. A frase é: "A coragem não é ausência de medo, é agir apesar dele, respeitando os próprios limites." E fica a pergunta: Como pode algo que estava travado há 15 anos destravar em 5 meses? Ela diz: "A maratona e o dinheiro recebido do precatório há 8 anos na justiça. Confesso, estou fazendo todos os exercícios e me colocando em movimento, mas ainda encantada e sem acreditar nos resultados. A coragem não

É ausência de medo, é agir apesar dele, respeitando os próprios limites. Olha que lindo o depoimento. Eu fiquei emocionada quando eu o recebi. E são centenas de depoimentos assim todos os dias.

Lembra do Seca, crença, emoção, comunicação e ação. É exatamente isso que as reprogramações do CAF reorganizam dentro de você. Mas a reprogramação em áudio é só o começo, porque eu não ia te deixar fazer essa travessia sozinho de novo. Deixa eu te mostrar tudo que tem dentro desse lugar e porque cada parte dele existe. Eu desenhei o clube de alta frequência para resolver uma por uma exatamente as dores que eu nomeei aqui para você hoje. Não tem nada aqui solto. Cada coisa que está dentro do clube existe para resolver algo que você sentiu na pele durante essa aula.

Primeiro, a reprogramação mensal, uma frequência nova por mês, cada mês trabalhando uma área da vida, que são crenças, emoções, comunicação, ações, dinheiro, relacionamentos, autossabotagem, autoestima, tudo dentro daquelas três camadas que eu já te expliquei. No CAF, a reprogramação não é um evento único, mas uma repetição diária, camada sobre camada, mês após mês, é o que finalmente faz a mudança acontecer.

Segundo, toda a frequência do CAF vem com uma aula minha explicando o tema do mês. Ou seja, não é uma reprogramação solta que você dá o play no escuro sem entender o porquê. Todas as reprogramações vêm acompanhadas de uma aula onde eu te mostro o que aquela reprogramação está trabalhando dentro de você e como aplicar isso na sua vida real, seja no seu dinheiro, nos relacionamentos, no seu corpo. Você entende o que está acontecendo enquanto acontece.

Terceiro, toda semana você recebe uma atividade prática de ação consciente, simples, possível de fazer no mesmo dia, na correria do dia a dia. Uma atividade semanal que leva 15 minutos para ser realizada. Simples, porque reprogramação sem uma ação vira só teoria bonita. E eu não quero você cheio de teoria, eu quero você mudando. Essas práticas semanais são o que transformam o que você ouve em prática, em vida real. É a constância que você sozinho não consegue manter, chegando até você toda semana, sem você precisar se lembrar.

E o quarto e mais importante, lembra da dor da solidão, da pessoa que sai da caverna, volta para contar e ninguém acredita? Da família de baixa frequência sentada na sua mesa, puxando você para baixo. Dentro do clube existe uma comunidade no WhatsApp, a comunidade de alta frequência, um grupo de pessoas que enxergam o que você enxerga, que falam a sua língua, que não vão te chamar de louco, louca, quando você disser que está reprogramando a sua realidade. Pela primeira vez você não vai estar sozinho nessa travessia, porque a verdade é dura. O ser humano não sustenta sozinho uma frequência que ninguém ao redor sustenta junto. É aquilo que eu falei, né? A gravidade do ambiente sempre vence a vontade individual. Então eu te dou um novo ambiente, uma nova gravidade, gente subindo junto com você, te puxando para cima em vez de puxar para baixo. Um grupo aberto 24 horas por dia para você falar, conhecer novas pessoas, gerar novas conexões. Tem histórias lindas lá dentro do grupo, pessoas que já se encontraram pessoalmente, pessoas que criaram negócios juntas. É uma família que se sustenta diariamente no processo. Isso tudo de uma forma leve, se ajudando mutuamente.

E tem mais uma coisa só para quem entrar hoje comigo ao vivo nessa aula, os 20 primeiros que entrarem agora não vão levar só o clube, vão ganhar de mim de presente o curso completo, o novo código mental. E olha porque esse bônus é tão importante. Durante a aula inteira eu te falei das crenças invisíveis, aquelas que foram instaladas tão cedo que você nem enxerga mais, não é? O novo código mental é o curso onde eu abro o capô da sua mente e te mostro como ela funciona por dentro, como as suas crenças se formaram, porque algumas te sabotam e como construir do zero uma mentalidade de sucesso que não desaba no primeiro vento contrário. É o mapa do terreno onde as reprogramações do CAF vão trabalhar. Com ele você não só reprograma, você entende o que está reprogramando de forma mais profunda, porque é um curso. Mas são 20 vagas só para esse bônus gratuito, tá? Só 20. Os 20 primeiros nomes que entrarem.

Agora você deve estar se perguntando quanto custa morar no sétimo degrau. Antes de qualquer preço, investimento, eu quero te fazer uma pergunta que quase ninguém para para fazer. Quanto está te custando continuar no degrau onde você está hoje? Porque tem um preço, sempre tem. A dívida que volta todo mês no mesmo dia, como se tivesse hora marcada. Esse é um preço. O relacionamento que se repete a mesma briga com rosto diferente ano após ano. Esse é um preço. Ou então o cansaço que não passa, o corpo cobrando, a noite mal dormida que virou rotina. Esse é outro preço. O sonho que você adiou de novo esse ano e que você vai adiar de novo no ano que vem, talvez, se nada mudar. Esse é o preço mais caro de todos.

Agora, contra tudo isso, eu vou te mostrar o investimento para você se tornar um membro do CAF conosco. O Clube da Alta Frequência funciona como um plano de assinatura que se renova ao fim do período. Hoje eu vou disponibilizar dois planos, tá? Primeiro é o trimestral e o outro é o anual por um valor histórico para o primeiro lote. Normalmente no plano trimestral o investimento pro CAF é de R$ 497 e o anual é de R$ 997. Hoje, só nessa aula e somente para as 50 primeiras vagas, eu vou liberar o plano anual por 12 parcelas de R$ 73,43. É o valor mais baixo da história do CAF e também a primeira e última vez que ele vai ser vendido por esse valor e somente para os 50 primeiros alunos. E eu também vou liberar mais 50 vagas para o plano trimestral com R$ 86 de desconto. Hoje ele custa R$ 497 e eu vou liberar essas 50 primeiras vagas por R$ 411. Uma coisa muito importante a ser dita é que essas condições são apenas para os 50 primeiros alunos que entrarem na nova turma. Depois disso, eu vou virar o lote, tá? Outra coisa muito importante é que mesmo virando o lote, eu tenho um número de alunos limitado que eu posso colocar em cada turma, porque a minha equipe é pequena e nós priorizamos a experiência do aluno. Então, as inscrições vão fechar em muito breve e aí ninguém mais entra, tá? Lembrando que o carrinho do CAF está fechado faz dois meses e assim que as vagas para essa turma encerrarem, eu vou fechar por um tempo indeterminado, porque teremos uma grande mudança aqui no canal. Então é realmente a última oportunidade para participar. E uma coisa muito importante, eu não trabalho com falsa escassez. Eu limito o número de vagas para fechar uma turma e poder dar atenção devida para cada um. São 50 vagas no primeiro lote. 50. Esses valores que eu acabei de te dar, o trimestral a 411 e o anual a 12 vezes de 71 valem só para essa para essas 50 pessoas. Eu preciso te dar um dado real do último lançamento. No último lançamento, o primeiro lote não durou nem 4 horas. 4 horas. Quando passou disso, os valores voltaram ao normal. E quem chegou depois pagou mais caro pela mesma coisa. E lembra do bônus do curso, o novo código mental? Então, esse ainda mais restrito, não são 50, são apenas 20 pessoas.

Deixa eu te mostrar exatamente como entrar passo a passo para você não ter nenhuma dúvida na hora. A minha equipe vai colocar o link de inscrição do CAF aqui na descrição da aula, no chat e também no Qcode que você pode acessar apontando a câmera do seu celular. Fazendo isso, você entra na plataforma e já tem as aulas iniciais e a primeira reprogramação disponível para começar ainda hoje, antes de dormir.

Agora eu quero mostrar alguns depoimentos de alunos que já fazem parte do CAF.

>> Eu tô aqui para comentar a minha experiência no CAF. Primeira grande mudança, quebra das crenças limitantes. Uma consciência das sombras, a comunicação interna comigo mesma, uma alegria mais constante, uma alegria. Simplesmente estou alegre e uma autoconfiança. Eu confio na minha intuição, eu confio naquilo que eu sinto, naquilo que eu escolho.

>> Eu senti que dentro de mim havia uma espécie de caixa de Pandora trancada. Lá dentro estavam todas as dores, as crenças limitantes, os medos que me travavam e os áudios em frequência da Dra. Mabel para o meu coração. Não foi um simples som, foi a chave que abriu essa caixa.

>> Eu não sei nem por onde começar, porque o CAF trouxe pra minha vida tantos ganhos e de uma forma tão leve. E isso era o mais importante para mim. Eu já fiz outros treinamentos, mas os o os exercícios e a forma como eram passados era algo tão extenso, tão pesado, tão impossível de ser realizado que eh acabava que não não gerou aquilo que eu desejava. E o CAF não são exercícios pontuais de forma simples e fácil de executar e que trazem a transformação. Eu tenho manifestado eh algumas coisas já e isso foi muito legal porque antes isso não acontecia. Então, eu manifestei convites especiais pro desenvolvimento do meu trabalho e é muito legal porque parece distante, parecia distante, parecia algo muito difícil e não é alinhamento. Eh sair do piloto automático e entrar num lugar de protagonista. Eu sempre fui uma pessoa, eu era, na verdade uma pessoa murmuradora, eh, reclamona e me colocava sempre no papel de vítima e aprendi, estou aprendendo de forma gradual, progressiva, no meu tempo, que eu sou autora da minha própria história.

>> O primeiro dia que eu já ouvi o áudio, eu já senti uma energia muito boa e a primeira mudança foi no meu trabalho. Conseguir vender melhor, me sentir mais segura. Então, tá sendo maravilhoso.

>> Eh, eu saí da estagnação, eh, porque encontrei o foco e uma direção. E o que mais impressiona é a profunda evolução das minhas crenças, as antigas limitações e pensamentos de escassez que simplesmente estão se dissipando.

>> O CAF, ele tem sido um programa transformador e desafiador ao mesmo tempo. Conhecer as nossas crenças que vem lá da infância e que nos limitam entender mais sobre as nossas emoções, práticas diárias sobre o nosso comportamento, tudo isso que vai moldando a nossa vida, bem como também a criação da nossa realidade. Desde quando eu entrei, eu senti que a minha vida deu um no uma acelerada, como se tivesse assim acionado um turbo na velocidade do carro e o carro assim disparou.

>> Quando eu me prontifiquei a fazer, né, quando eu tomei a decisão de fazer, que foi uma das decisões mais assertivas da minha vida e que realmente tá mudando a minha história e tá mudando a minha vida, eu tava procurando sempre as respostas fora, né? E o CAF ele faz a gente enxergar a voltar para dentro. Tá me dando coragem, tá me dando força.

>> Esse método tá sendo muito enriquecedor para mim e eu tô me sentindo muito mais centrado.

>> Eu tô olhando mais para mim, né? Olhar para dentro, olhar para parar para olhar para dentro eh algo que a gente não tá muito acostumado a fazer na rotina do nosso dia a dia, né? E o CAF trouxe isso para nós.

>> Desde que eu iniciei, eu tô me sentindo assim bem mais leve, porque é como se tivesse colocado uma luz lá no meu inconsciente e traumas, crenças limitantes que eu não tinha percebido ainda tão vindo à tona. E eu tô sentindo assim uma paz, um alívio. É tipo que que um é tipo assim como se um peso ah que eu estava carregando, né? Não tem mais.

>> Depois do CAF, eu percebi que eu tenho oscilado muito menos as minhas emoções. As oscilações diminuíram e eu volto mais rapidamente ao meu equilíbrio, ao meu centro. Tem as atividades também que são muito fáceis, nada que vá comprometer muito a sua rotina, muito tranquilo mesmo. Eh, estou procrastinando menos, autoestima melhorou minha autoimagem, né? Mais cuidado comigo, mais carinho comigo.

>> Realmente o CAF transforma vidas.

>> Então eu só tenho agradecer Dra. Amabel, equipe e também ao grupo de interação. Muito sucesso a todos. Um grande abraço.

Perfeito. Acho que já deu para ter uma ideia do resultado que o CAF promove. E enquanto algumas pessoas já estão garantindo a vaga, eu quero conversar com parte de vocês que talvez ainda tenham dúvidas, porque eu conheço essas dúvidas, eu as ouço há anos e eu não quero que nenhuma delas te faça perder o que pode ser o ponto de virada da sua vida.

A primeira coisa que você pode estar pensando é: "Eu não sei se eu tenho tempo para encaixar o CAF no meu dia a dia." Eu entendo, a vida está cheia, né? Mas presta atenção no que o clube te pede. Não são horas de estudo, não é mais uma tarefa pesada para empilhar na sua lista. É dar play numa frequência de 15 minutos antes de dormir. É uma prática simples por semana. O clube não foi feito para te tomar tempo. Ele foi feito para caber na vida que você já tem e mudar ela por dentro enquanto você a vive. E deixa eu te dizer uma verdade, você não está sem tempo, você está sem energia. E é exatamente isso que a baixa frequência faz com a gente. Suga a nossa energia. Quando você reprograma e sobe de degrau, o tempo não muda, mas a sua energia se multiplica. Você passa a fazer em uma hora o que antes levava o dia todo arrastando.

A segunda dúvida é a mais natural de todas. Será que isso funciona mesmo? E olha, eu poderia passar a próxima hora te enchendo de promessas, mas eu não vou fazer isso porque eu isso não é meu jeito e porque eu prefiro fazer diferente. Eu vou te dar sete dias. Você entra hoje com todas as condições de hoje, acessa o clube inteiro, ouve a primeira reprogramação, assiste a aula, entra na comunidade e se em 7 dias você sentir que aquilo não é para você, você me manda um e-mail e eu te devolvo cada centavo. Sem dificuldade, sem perguntas difíceis, sem letrinhas miúdas. Repara no que isso significa. O risco de tentar saiu das suas costas e veio para as minhas. A única coisa que você não recupera se não entrar não é o dinheiro, é o tempo que você vai passar mais um ano no degrau em que está, esperando uma próxima aula, uma próxima virada que talvez não venha com a porta aberta como ela está agora.

E o mais importante, entre no CAF se você sentiu ressonância com que eu falei. Sabe por quê? Porque o CAF não é para todo mundo. Eu sei que apenas as pessoas certas vão entrar. Eu acredito nisso. Sempre funcionou assim no meu trabalho.

Ah, uma coisa muito importante, antes de eu encerrar, para quem ficou aqui até o final, eu vou mandar os slides dessa aula para vocês, tá? Gratuitamente no grupo da aula, OK? Até amanhã os slides já estão lá para você estudar a questão dos sete pilares, dos sete níveis de cocriação da realidade sempre que você desejar. Eu agradeço agora imensamente a sua participação. Nos vemos dentro da plataforma do CAF, espero, e deixo para todos vocês o meu abraço fraterno de sempre. Nos vemos em breve. Até mais.