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Live Piloto Reforma Tributária - CBS (1º Dia)

Receita Federal1:36:55

Transcription

Mais uma vez, sejam muito bem-vindos. Estamos muito felizes em tê-los conosco nesse momento tão importante para a implementação da reforma tributária do consumo. Este piloto é uma iniciativa da Receita Federal do Brasil em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados, o SERPRO, e foi instituído pela portaria RFB número 549 de 13 de junho de 2025.

No piloto, vocês terão acesso aos módulos que vêm sendo desenvolvidos desde o ano passado. Trata-se de um produto em desenvolvimento e o melhor é que agora esse desenvolvimento passa a ser colaborativo. As soluções serão testadas, avaliadas e aprimoradas a partir das sugestões e críticas apontadas pelas empresas participantes. Participam deste primeiro dia 50 empresas, as que já haviam firmado o termo de cooperação com a RFB por participarem do programa Confia ou das homologações do SPED.

Ao longo do segundo semestre, outras empresas serão agregadas ao piloto. A Receita Federal, diante da evolução dos desenvolvimentos e das necessidades de testes, convidará entidades representativas de segmentos econômicos e portes de contribuintes a indicar empresas que as representem. Esses convites serão enviados por meio de ofícios.

Assim, hoje damos início ao piloto com uma semana especial de formação e acolhida do primeiro grupo de contribuintes selecionados para participar desse projeto inovador que marca um passo importante na construção colaborativa da contribuição sobre bens e serviços, a CBS. Ao longo dessa semana, nosso objetivo é oferecer um panorama geral do projeto, apresentar as funcionalidades disponíveis na versão piloto e fornecer todas as informações necessárias para que vocês possam operar com segurança e clareza no ambiente de produção restrita. Esse conhecimento preliminar será muito importante para que vocês possam explorar ao máximo todas as funcionalidades disponíveis, dizendo mais uma vez que as soluções estão em desenvolvimento. Assim, ao longo do semestre, novas funcionalidades serão incorporadas, ao mesmo tempo que aprimoramentos ao que foi desenvolvido serão implementados.

Por fim, quero dizer que o produto, os produtos a que vocês terão acesso, são resultado do esforço de mais de 100 pessoas somente na Receita Federal, distribuídas em mais de 30 projetos, sob gerência de oito coordenações gerais. E no SERPRO são 16 frentes de desenvolvimento. Meu reconhecimento e meus elogios a todos esses profissionais é um esforço coletivo do qual nós fazemos parte. Agradecemos a presença e o engajamento de cada um de vocês, servidores da Receita Federal do Brasil, equipe do SERPRO e empresas que estão aqui presentes. Vamos juntos construir um sistema tributário mais moderno, transparente e eficiente para o Brasil. Obrigada mais uma vez pela presença.

Eu queria confirmar que o senhor secretário já está presente. Bom dia.

Estou por aqui. Bom dia.

Então, para dar início ao nosso primeiro dia, eu queria convidar o senhor secretário especial da Receita Federal do Brasil, Robson Saquiama Barreirinhas, para fazer uma pequena abertura e dar boas-vindas aos participantes dessa live. Senhor secretário, fique à vontade.

Bom dia a todos. É com enorme satisfação que damos início hoje a este importante ciclo de encontros que marca o começo oficial da fase de testes do piloto da reforma tributária do consumo. Quero começar agradecendo em nome da Receita Federal do Brasil pela confiança e pelo comprometimento de cada uma das empresas aqui presentes. Sabemos que muitas das organizações que aceitaram participar deste projeto o fazem não apenas por seu porte ou capacidade técnica, mas sobretudo por um profundo senso de responsabilidade institucional com o país.

Estamos diante de um momento histórico. A emenda constitucional número 132 de dezembro de 23 foi um marco para o sistema tributário brasileiro. Pela primeira vez, estamos implantando um modelo de tributação sobre o consumo baseado efetivamente nos princípios da simplicidade, da transparência, da não cumulatividade plena e da neutralidade. Um modelo que aproxima o Brasil das melhores práticas internacionais e que tem como objetivo tornar nosso ambiente de negócios mais competitivo e mais justo.

Mas nenhuma transformação dessa magnitude acontece apenas com a promulgação de uma emenda ou a publicação de uma lei complementar. O sucesso da reforma depende de um trabalho técnico consistente, de diálogo aberto e da construção colaborativa de soluções. É nesse contexto que nasce este piloto da reforma tributária. O que estamos iniciando aqui é um verdadeiro esforço de desenvolvimento colaborativo, onde poderemos testar, validar, ajustar e aprimorar sistemas, procedimentos, documentos fiscais e canais de atendimento. Cada interação, cada operação simulada, cada retorno das empresas participantes será fundamental para o amadurecimento dessa nova estrutura tributária.

Começamos com um grupo inicial de 50 empresas, dentre aquelas que já tinham relacionamento anterior e termo de cooperação previamente firmado com a Receita Federal. Mas esse é um projeto em expansão. Ao longo dos próximos meses, novas empresas serão incorporadas, fortalecendo ainda mais a representatividade e a robustez dos testes. A Receita Federal está empenhada em garantir que todos os envolvidos tenham acesso à informação, orientação clara e canais eficientes e eficazes de comunicação. É por isso que iniciaremos o piloto com esta série de lives para contextualizar a reforma, apresentar os sistemas desenvolvidos, esclarecer dúvidas e, acima de tudo, construir uma base comum de entendimento.

Quero também registrar o agradecimento especial ao SERPRO, nosso parceiro estratégico executor tecnológico, que tem trabalhado incansavelmente ao lado da equipe do projeto para viabilizar as soluções que serão apresentadas ao longo dessa semana. O SERPRO ampliará em 30% a capacidade total de processamento da empresa como um todo e dobrará a capacidade de armazenamento. Serão mais de 30 petabytes de espaço. Inovamos também fazendo parcerias com as maiores e mais conceituadas BigTechs, implementando as mais modernas tecnologias em cada área de desenvolvimento deste projeto. Somente uma das BigTechs, meus amigos, para vocês terem ideia, disponibilizou mais de 60 pessoas no exterior dedicadas exclusivamente ao nosso projeto, somente uma dessas empresas, além de trazer todo o time de engenharia de desenvolvimento dos produtos para ficar aqui no Brasil durante os testes.

Quero então em nome do presidente do SERPRO, meu amigo Alexandre Amorim, que está revolucionando a gestão da empresa, em nome do nosso querido Marcos Flores, auditor fiscal e gerente do projeto pelo nosso lado, agradecer as centenas de servidores do SERPRO e da Receita Federal que estão se dedicando tanto, muitas vezes abrindo mão do seu tempo pessoal, sacrificando o convívio familiar para realizar e presentear o Brasil com esse verdadeiro salto tecnológico, esse instrumento para uma nova e mais transparente, mais leal, mais cooperativa relação do cidadão brasileiro com a administração tributária.

Para encerrar, eu quero reforçar que essa etapa do piloto é tão importante quanto o próprio texto constitucional da reforma. Aqui é onde a teoria encontra a prática, onde a legislação se transforma em solução concreta, utilizável e eficiente. Muito obrigado por estarem conosco nessa jornada. Contamos com o engajamento, a sinceridade e a colaboração crítica de cada um de vocês. Sejam muito bem-vindos. Vamos juntos construir o futuro da tributação sobre o consumo no nosso país.

Senhor secretário, muito obrigada. Agradecemos a sua presença, as suas palavras. Um abraço.

Dando continuidade aqui ao nosso evento, convidamos o gerente do programa para implementação dos sistemas operacionais da reforma tributária do consumo, o auditor fiscal Marcos Ubner Flores. Flores, por favor.

Bom dia a todos. Ana Carolina, muito obrigado. Agradeço enormemente aqui a presença do secretário Robson Barreirinhas, que nos brindou aqui com a sua agenda muito apertada, mas que demonstra a importância do piloto para a Receita Federal. Eu fico muito feliz de a gente estar conseguindo iniciar a etapa pública de mais essa importante fase da reforma tributária. A reforma ela começou com a discussão da emenda constitucional, mas o desenvolvimento dos sistemas, a sua ideação, já iniciou em 2023, assim que a emenda foi aprovada. E nós estamos desenvolvendo há mais de um ano, desde o começo do ano passado, desenvolvendo módulos de sistema com uma preocupação muito grande em realmente trazer essa transformar o texto legal numa reforma transformacional, quer dizer, mudar o sistema tributário brasileiro, não apenas o sistema legal, mas o sistema eletrônico, fazer com que os novos sistemas sejam aderentes aos sistemas naturais do contribuinte, que causem o menor esforço possível para o contribuinte estar conforme com a legislação tributária.

Nesse processo, a gente já vem junto com a sociedade buscando, pegando informações, apresentando. Desde o começo do ano nós tivemos testes de usabilidade do portal, né? Para isso, contamos com o CFC, que nos indicou profissionais, a gente está com grupos de discussão para tratar das APIs, a ligação máquina a máquina, um assunto bastante caro a todos os contribuintes, né? Porque é necessário para a gente conseguir dar volume, conseguir fazer com que a operacionalização do sistema seja natural e não penosa. E tudo isso antes da publicação do regulamento. Até janeiro nós não tínhamos nem a lei, né? Mas mesmo assim, se fosse começar agora ou esperar o PLP10, provavelmente nós não teríamos tempo para chegar até o final.

Para desenvolver os sistemas, nós contamos aqui com mais de 100 servidores da Receita Federal, auditores e analistas, especificando sistemas e algumas centenas de colegas do SERPRO desenvolvendo o sistema, trabalhando em conjunto para a gente conseguir avançar. São mais atualmente são 32 módulos de sistema, 32 projetos envolvidos com a reforma tributária. E na prática, a gente vem trazendo para a reforma os princípios constitucionais. Cooperação é um dos princípios. Então, a gente já vem trabalhando em cooperação para usabilidade do portal, para especificar a API e agora para desenvolver o sistema. Não apenas trabalhar junto com as empresas, mas a própria escolha das empresas que vão participar do piloto começa com aquelas que já colaboram com a Receita, já têm termo de cooperação assinado e já são colaboradoras de larga data, seja pelo Confia, seja pelo SPED. À medida que for avançando, que formos testando o sistema, nós devemos ampliar o número de empresas para poder cobrir todos os segmentos econômicos para ter diversas visões, diversas necessidades de utilização do sistema testados ainda em ambiente de produção restrita antes de ir para o ambiente de produção.

Lembrando que 2026 é uma etapa de teste ainda de alíquota. As alíquotas serão destacadas nos documentos fiscais, entretanto não serão somadas na nota. Então, aí já em ambiente de produção, é verdade, mas nós continuaremos com o ano ainda para teste, para que todos possam adaptar os seus sistemas e para que o sistema da CBS possa ser plenamente finalizado. Tenho certeza que em janeiro nós teremos um mínimo produto viável já funcionando, janeiro de 2026, mas ainda aproveitaremos todo o ano de 2026 para continuar desenvolvendo o sistema e tornando ele ainda cada vez mais próximo da sociedade, mais próximo da necessidade dos contribuintes.

Tem um outro ponto muito importante da reforma tributária, um outro princípio que a gente também vem aplicando, que é a transparência. A gente não apenas tenta ser o mais transparente possível, passando as informações para toda a sociedade, como as lives, essas gravações que nós temos estamos tendo agora no piloto, ficarão disponíveis posteriormente para veiculação em vídeos através da internet, através de plataformas de vídeo de streaming, para que todos aqueles que desejem possam ter conhecimento.

Um ponto muito importante é que o objetivo do piloto é o desenvolvimento do sistema da CBS, não é o desenvolvimento dos sistemas dos contribuintes, né? Claro que a partir do desenvolvimento do sistema da CBS, os contribuintes vão tomar conhecimento do que devem evoluir nos seus próprios sistemas para operacionalizar a CBS. E até por isso nós transmitiremos as através de lives na internet para que isso fique transparente a todos.

Outro ponto importante é que o piloto ele começa com operações bastante restritas, tá? Nós devemos começar com um documento fiscal, com uma situação tributária e paulatinamente ampliando isso. Então, a gente começa aos poucos, limita o número de operações possíveis para limitar o número de erros observáveis. Se a gente conseguir passar pela próxima etapa, o sistema está íntegro. A gente amplia isso com mais operações, com mais documentos fiscais, com mais situações.

Primeiro momento, o piloto será todo de forma manual, sem API, tá? As APIs entrarão em um segundo momento. Isso também é importante quanto ao volume. A gente vai começar com volume pequeno de testes e vamos evoluindo paulatinamente. Ali na frente passaremos a ter o piloto com API. Talvez o melhor nome para o piloto não fosse piloto, fosse desenvolvimento colaborativo, porque nós vamos desenvolver em conjunto, vocês vão estar testando, homologando desde o começo, né? Claro, já faz mais de um ano que a gente está desenvolvendo, mas eu digo, essa é a primeira fase, a primeira etapa em que a gente consegue mostrar para a sociedade o que está fazendo e trabalhar em conjunto. Então, a gente vai de forma colaborativa, de forma conjunta, desenvolvendo os sistemas aí novamente trazendo a colaboração, a cooperação, princípio da reforma tributária para nossa prática.

Os sistemas devem evoluir. A gente acredita que essa forma de trabalhar, ela vai trazer grandes ganhos, não apenas para a Receita, por testar, ter certeza que o sistema está íntegro, mas para toda a sociedade por nos permitir desenvolver um sistema adequado às necessidades dos contribuintes, o mais aderente possível aos seus sistemas naturais, aos seus sistemas de vendas, de faturamento, aos seus ERPs.

Então, eu fico muito feliz de a gente ter atingido essa etapa. Agradeço enormemente a participação das 50 empresas e das pessoas, foram 150 pessoas indicadas por essas empresas para fazerem o trabalho de homologação e evolução do sistema. Sem vocês, isso não seria possível. Então, vocês são peça fundamental, tá? E a partir de agora, a gente de uma forma muito mais aberta vai poder evoluir de forma conjunta para aquilo que eu digo que é a administração tributária 3.0. Na verdade, não sou nem eu quem diz, é o CDE quem diz aquela forma, aquele sistema tributário que o CDE recomenda para as administrações tributárias de todos os países do mundo. Mais uma vez, o Brasil vai para a liderança, abandonamos as jabuticabas, pelo menos na tributação sobre o consumo e vamos para aquilo que são as melhores práticas mundiais, não apenas aplicando no Brasil as melhores práticas, mas endereçando soluções para algumas questões que o restante do mundo ainda não tinha conseguido resolver, né? A gente aprendeu com, foi, viajou, foi para fora do país, observou o que os outros países fazem e trouxe as melhores práticas e também soluções para aquilo que não foi possível ainda resolver nos outros países, seja a tributação dos serviços financeiros de forma não cumulativa, seja o split payment, seja o documento fiscal como instrumento de constituição do crédito tributário, não declaração do mês seguinte, o documento fiscal. Então, são evoluções muito importantes que nós aprendemos com os outros países, digerimos, trabalhamos e buscamos endereçamento. Mais que tudo, agradeço enormemente a vocês por estarem aqui. O secretário já agradeceu tanto a equipe do SERPRO, né, um grande parceiro, a gente vem trabalhando lado a lado. E eu agradeço também aqui a mais de uma centena de auditores e analistas que estão conosco desenvolvendo esses sistemas, idealizando e desenvolvendo há praticamente 2 anos. Sem vocês, isso não seria possível. Muito obrigado, Carol, novamente.

Obrigada, Flores. Dando continuidade aqui ao nosso primeiro dia da live, nós teremos a fala do nosso grande parceiro na reforma tributária do consumo, que é o SERPRO, e neste piloto que se inicia hoje. Para isso, convidamos a diretora de negócios econômicos fazendários do SERPRO, Ariadne de Santa Teresa Lopes Fonseca. E posteriormente, bom dia, Ariadne, desculpa te interromper. E depois da fala da Ariadne, nós teremos a fala do gerente do projeto estratégico da reforma tributária e do consumo, Robson Dias Lima. Por favor, Ariadne, fica à vontade para começar.

Bom dia, então, novamente a todas e a todos. Bom dia aos colegas da Receita, senhor secretário Barreirinhas, Flores, demais colegas do SERPRO aqui presentes, também as empresas convidadas para fazer parte desse primeiro período da nossa live, nosso primeiro período de pré-produção. Eu me chamo Ariadne Fonseca, eu respondo pela diretoria que hoje atende ao Ministério da Fazenda. A minha missão aqui prévia é fazer um pequena introdução com relação ao SERPRO. Nós somos uma empresa do governo, somos uma estatal de governo, somos vinculados ao Ministério da Fazenda, onde o nosso maior cliente é a Receita Federal, sempre foi. Nós temos uma equipe de cerca de 7.000 profissionais que estão espalhados por esse país inteiro. Estamos localizados fisicamente em 11 regionais e possuímos hoje dois centros de dados. A empresa SERPRO hoje ela é responsável por mais de 80% dos sistemas estruturantes desse governo. Entre eles, muitos de vocês podem conhecer o próprio Imposto de Renda, todas as transações de importação e exportação desse país, arrecadação Federal da Receita Federal, entre outros tantos grandes sistemas.

O projeto da reforma tributária iniciou-se aqui conosco e Receita Federal. E aí essa parceria que de muitos anos ela vem sendo consolidada a cada ano, ele se iniciou no início de 2024. A sua confecção, o seu desenvolvimento se iniciou no início de 2024, aonde a partir de lá, em conjunto com os colegas da Receita Federal e com a ajuda de algumas empresas de mercado, empresas que são nossas parceiras hoje aqui na empresa, nós viemos construindo o que os senhores e senhoras vão poder ver e utilizar a partir de hoje nesses próximos testes. Como já se disse agora, é um período de pré-produção, é um período de testes, onde a empresa SERPRO também está à disposição para tirar dúvidas ou a partir da Receita, obviamente que é o nosso maior cliente, nós estaremos aqui para ajudar em parceria com a Receita nas dúvidas, nas melhorias, naquilo que for evolução, naquilo que nós pretendemos ter em produção já a partir de janeiro do ano que vem vocês vão poder fazer uso e conhecer os sistemas novos que foram produzidos, que foram preparados com tecnologias de primeiro mundo, com profissionais de altíssima competência em todos os profissionais de desenvolvimento, de sustentação, profissionais de produção. Os ambientes já estão prontos, estão sendo preparados, tanto o ambiente pré-produtivo já está à disposição dos senhores e senhoras, como o ambiente que será a produção real a partir de janeiro também está em preparo.

O comprometimento do SERPRO, eu venho aqui reafirmar mais uma vez com este governo, com o país, com a Receita Federal e com cada cidadão brasileiro. Nós acreditamos, a empresa acredita muito nesse projeto, a empresa investiu muito alto nesse projeto porque sabemos que é um momento ímpar na história do nosso país. Sabemos da nossa responsabilidade e da importância desse projeto para o governo e para cada cidadão brasileiro. Então, as minhas palavras aqui são de boas-vindas. A empresa SERPRO se sente muitíssimo honrada em ser a parceira da Receita Federal e do governo federal nesse projeto de tamanha importância e de tamanha magnitude. Vocês vão poder ver que nós estamos preparados para trabalhar informações gigantescas, como disse o secretário Barreirinhas, e com certeza podemos aqui dar início a uma nova história, a uma nova era, a uma nova fase do povo brasileiro e da sua legislação e administração tributária. Muito obrigada. Obrigada pelo momento, Ana Carolina. Obrigada por nos dar a palavra aí nesse momento inicial dessa live que para nós é de extrema importância e estamos aí juntos e muito felizes por fazer parte desse momento histórico. Muito obrigada.

Nós que agradecemos, Ariadne. Robson. Bom dia a todos.

Bom dia a todos e a todas. Obrigado aí pelo convite. Em nome do SERPRO, eu agradeço poder estar participando desse momento. Agradeço ao secretário Robson Barreirinhas de estar presente e fazer essa abertura. Falar depois da Ariadne Fonseca, né, que é a nossa diretora patrocinadora desse projeto aqui dentro. É com muito orgulho poder ter essa oportunidade. Ela é uma mulher inspiradora que soube nos trazer aqui com foco no projeto para entregar tão sonhado produto aqui agora para a Receita. Agradeço aí Marcos Flores e os demais gestores da Receita Federal.

E basicamente o que a gente tem construído aqui no SERPRO desde outubro de 2023, tá? O desafio começou em outubro de 2023. Ainda não se tinha ainda nem data de votação da lei complementar, nem da lei, 2014, nem das propostas de leis complementares para poder seguir com a reforma. A única certeza que a gente tinha era que as coisas iam mudar. E a outra certeza que a gente tinha é que o prazo era 1º de janeiro de 2026. Então, agradeço muito tanto a parceria com a Receita Federal que foi desde o início constante nesse projeto. Nós usamos os três primeiros meses de trabalho de 2024 para amadurecer a ideia arquitetural dessa solução. Desde o princípio, a gente estava buscando uma solução computacional que implementasse basicamente as melhores práticas tecnológicas para trazer a Tax 3.0, tão recomendada pela OCDE. Então, esse é o nosso roadmap, esse é o nosso objetivo que a gente está apresentando aqui hoje é a primeira versão do sistema. Esperamos contar muito com vocês, empresários, trabalhadoras, empresas parceiras, para nos ajudar com um feedback constante para que a gente possa construir e evoluir ainda mais esse sistema, para que a gente consiga entrar em 2026 com a solução adequada, capaz de produzir todo esse tributo de processamento que ele quer esperar.

Para vocês terem ideia, a nossa solução está sendo concebida na nuvem soberana de governo. Então, além de sermos a maior empresa de TI de governo do mundo, carinhosamente gosto de usar esse termo para classificar o SERPRO, dado o orgulho que a gente tem de trabalhar aqui dentro, a gente está fazendo um dos maiores investimentos tecnológicos, construindo a nossa própria nuvem dentro do nosso centro de dados. Então, teremos uma nuvem soberana, por dados aqui trafegados ficarão estritamente em território nacional. Nenhuma dos nossos parceiros que a gente adquiriu, todos esses applies para poder construir essa nuvem terão acesso a essa informação. Então, trazer mais segurança da informação, além disso, garantir toda a rastreabilidade dos dados e transparência para quem for utilizar essa informação, seja ele desde o cidadão do cashback, aquele que documenta, ao empresário, às pessoas que participam no trabalho tributário daquela empresa, aos auditores fiscais, estaduais, municipais e federais, a intenção é trazer um sistema robusto que dê toda essa condição de rastreabilidade nos 70 bilhões de documentos que a gente vai processar. Só para vocês terem uma ideia, se a gente vai processar 70 bilhões de documentos, a gente estima que ao longo de um mês a gente vai ter processado 6.5 bi ou 200 milhões de documentos por dia ou aproximadamente um pico médio de 20 a 25.000 documentos por segundo, porque a gente precisa inspecionar cada operação comercial de consumo e fazer o devido enquadramento tributário dessas informações e dar a vocês no near real time, seja mais próximo do tempo real, toda a informação do que a gente conseguiu apurar em relação àquela operação de consumo.

A gente trazendo uma inovação muito grande. Vocês hoje fazem um documento fiscal, uma nota fiscal, fazem uma declaração e aguardam alguns meses que se quer anos para ter a certeza de que tudo que vocês fizeram, documentaram, declararam está em devido compliance. A ideia agora é ser agora uma informação muito mais próxima do fato gerador. Ao entrar em nosso portal, portal único da reforma tributária, vocês vão ter um único ponto de acesso à informação, tanto de CBS e IBS, tá? Apesar do IBS ter uma outra plataforma do Comitê Gestor, o portal é único e ele vai ser o único ponto de contato de vocês através da nossa grande ferramenta que é o GolfBR. Então, esses 70 bilhões de documentos geram, vão gerar em média no nosso sistema computacional aproximadamente 800 bilhões de transações. Então, para entender a dimensão do sistema computacional que a gente está construindo, uma solução totalmente orientada a evento, totalmente orientada na nuvem, para que vocês tenham um maior nível de serviço e a confiança de que toda a transação e todo o processamento será feito bem mais próximo da sua do fato gerador.

Agradeço aqui muito ao time do SERPRO, que são, como disse o Flores, centenas de pessoas envolvidas, que cada um pegou essa frente de sua frente de trabalho e estabeleceu o seu norte, né? A gente trabalhou aqui na coordenação transversal com as diretorias, agradecer todos os diretores da empresa que nos apoiaram e a gente buscou sempre um objetivo comum que era fazer essa entrega hoje que é uma primeira vitória. Nós ainda temos muito à frente. Em janeiro vamos estar entregando em produção toda a solução que a gente está concebendo. É com muito orgulho que nós aqui do SERPRO estamos cuidando com carinho um sistema computacional que virá transformar o sistema tributário brasileiro. A gente vai sair de um sistema tributário hoje difícil de lidar. Ele é conhecido pelo mercado como um sistema complicado de interpretar para um novo sistema transparente, altamente integrado com seus sistemas naturais e você consiga te oferecer todo o compliance e a previsibilidade necessária para o empresário brasileiro fazer o que ele sabe melhor, simplesmente empreender e conseguir ter sucesso no seu negócio. Muito obrigado pela oportunidade e tenhamos um ótimo dia aí de start de conhecimento do nosso produto. Um abraço a todos.

Obrigado, Carol.

Obrigada, Robson. Gente, a nossa agenda adiantou aqui um pouquinho e então nós vamos adiantar o intervalo. Nós vamos fazer 15 minutinhos de intervalo e aí a gente volta para as apresentações das funcionalidades e do ambiente de produção restrita, tá bom? São 9:40, 10 horas a gente volta, tá bom?

Bom dia aí mais uma vez. Vamos, vamos retomar. Eu queria só confirmar que o Zé Maurílio do SERPRO está aí.

Estou aqui, senhorita.

Tá bom. Tá me ouvindo?

Tô ouvindo bem.

Eu vou te passar para compartilhar sua tela, tá?

Tá. OK.

Já chamo. Então, dando continuidade aqui ao nosso primeiro dia de live para nos apresentar sobre as funcionalidades sistemas para implementação da reforma tributária do consumo, eu convido o José Maurílio Gonçalves Dias, ele é membro da gestão Nacional da Reforma Tributária do SERPRO. Maurílio, por favor, fica à vontade. Pode compartilhar sua tela, tá?

OK. Muito obrigado. Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à nossa live, né? Como diz a Carol aí, eu sou Maurílio, trabalho no SERPRO e atualmente estou atuando nesse grande projeto que é um orgulho para todos nós aí da reforma tributária do consumo. Eu falo com muita tranquilidade porque após muitos anos de SERPRO, a gente está sempre atuando junto à Receita Federal e como sempre com foco em tecnologia aplicada à gestão pública. Então, é um momento muito tranquilo para a gente, do SERPRO, estar participando disso aqui. E neste momento eu gostaria de agradecer e expressar o meu sincero agradecimento à Receita Federal do Brasil pela oportunidade de estar participando dessa live e parabenizo também, Carol, aí toda a equipe envolvida na organização desse evento. Maravilhoso, parabéns. E não poderei deixar de esquecer das 50 empresas que estão participando aí com a gente nessa primeira leva de empresas, né? Vamos ter 30 minutos apenas e você já falou que eu falo muito, então é um tempo curto, mas eu vou tentar colocar de forma assim bem rápida e não descendo muito nos detalhes o que que foi construído, né? Eu costumo dizer que é um momento histórico para a gente estar participando aí desse levante para fazer um sistema tributário brasileiro que tem uma transformação tão grande que eu costumo dizer que, no meu modo de entender, nas últimas décadas é a maior transformação fiscal já ocorrida. E além disso, foi colocada uma proposta extremamente ambiciosa para atender essa nova necessidade. Eu vou falar rapidão aqui antes de colocar os slides, que as coisas não acontecem assim, né? Hoje estamos aqui para apresentar já algo funcionando, mas antes disso aí nós tivemos muitos desafios, né? Já foi colocado aí pelo Flores que antes de começar o SERPRO implementar uma solução, foram feitos vários estudos em outros países que já trabalham com IVA. Chamamos várias empresas, fizemos mais de 30 reuniões com os players de mercado principais, tentando ver o que que eles já tinham pronto para a gente poder aproveitar isso. Chegamos à conclusão no início de 2024 que nenhuma das soluções atualmente adotada no mundo atendia essa necessidade do Brasil. E aí a gente brinca muito que já foi falado aqui pelo Flores também a questão da jabuticaba, né? Criou-se o tal do IVA dual, né? Então, nenhum lugar do mundo tem essa particularidade. Nós tínhamos que iniciar algo para ser construído, que a legislação ainda não contemplava de forma assim objetiva tudo que devia ser feito. Então nós começamos um trabalho sem a legislação estar aprovada, porque se a gente aguardasse a legislação ser aprovada, a gente não teria condições de fazer uma entrega do porte deste. Aí outro grande desafio nosso foi a questão de tratar e integrar grandes volumes de dados, né? Estes Robson já falou aí do da quantidade de documentos que a gente estaria manipulando anualmente. É uma coisa que a gente até então não tinha tratado esse volume falando do SERPRO. E aí vem a última coisa que nos deixou muito preocupado, que é a questão de absorver novas tecnologias. Imaginem vocês uma equipe igual hoje nós temos no SERPRO, a gente trabalha com determinados tipos, a gente está sempre evoluindo, mas tivemos que nos adaptar rapidamente às novas tecnologias para atender de forma exemplar este novo desafio. Então, falando desse contexto geral aí, vamos passar para frente aí e de novo frisar o orgulho nosso do SERPRO de estar participando de um projeto e não estar aqui falando de intenção, já estamos mostrando o que que já está disponível para vocês iniciarem os testes. Eu vou colocar aqui, pedir licença para compartilhar a minha tela aqui, Carol. É rapidão. E essa apresentação é uma apresentação bem reduzida.

E aí, Maurílio, você pode ir tranquilo que a gente adiantou bem o tempo no começo, então a gente tem um tempinho extra aí se você precisar, tá?

Ah, tá. OK. Eu estou aqui colocando aqui porque eu gosto de cumprir o meu tempo, sabe, Carol? E aí eu tenho os 30. Se puder, a gente vai passando aí para frente aí, tá?

OK. Então, vamos lá. O objetivo deste programa, vamos dizer assim, é a gente construir alguma coisa que a gente está chamando de ecossistema que atenda de forma que dê alta disponibilidade, que facilite a rastreabilidade de tudo que está acontecendo dentro do nosso ecossistema, ele possa crescer e ter aumento com a determinada necessidade de fluxo de dados. Então, nós temos escalabilidade e flexibilidade. O público alvo, já foi colocado aqui também, nós não estamos atendendo todo o universo do IVA dual, nós estamos atendendo o público Receita Federal, que nos demandou informações para o contribuinte e para o consumidor final. Os tributos que nós estamos tratando é o CBS, que é a contribuição, e o IBS. Então, neste primeiro momento, vão tratar exclusivamente da CBS. E aí já foi falado por várias vezes aí a questão do trabalho colaborativo. Este trabalho colaborativo é o que tem agregado valor a essa nova solução. Por quê? Não basta a gente receber um pedido e implementar esse pedido feito por nosso cliente. Nós estamos trabalhando a quatro mãos e aí vocês participando das 50 empresas estão nesse trabalho também cooperando, colaborando com a gente para a gente entregar uma solução cada vez mais perfeita, vamos dizer assim, que a gente busca isso aí. Mas neste primeiro momento, a gente tem certeza que não está perfeito por isso este convite. Então, nós vamos fazer neste trabalho de que a gente está chamando de piloto, que é a produção restrita, que o Kelvin depois da minha apresentação que ele vai mostrar para vocês como que está esse trabalho. A gente tem certeza que não é um trabalho ainda perfeito, mas estamos buscando a perfeição.

Só para a gente ficar bem atento aí, nós estamos trabalhando com os tributos que têm a parte da União e a parte do Comitê Gestor, que é esse estado e município. A questão da parte da União, nós vamos substituir PIS e COFINS, por necessidades de competitividade da Zona Franca de Manaus, o IPI vai ser um pouco reconfigurado e vamos criar o IBS. Então, eu vou falar muito rapidinho sobre isso aí porque não é o grande foco nosso aí, né? É a parte dos estados e municípios que quem vai coordenar ou gerenciar todo este tributo, esses dois tributos, que é o ICMS, que é o imposto sobre circulação de mercadoria, que é do estado, e o ISS, que é o imposto sobre serviço de qualquer natureza que é dos municípios, né? Então, esses impostos não estão incorporados nesta solução que nós estamos apresentando para os senhores aqui agora, tá?

Então, a competência desse controle, arrecadação, fiscalização, gestão e harmonização é do Comitê Gestor que será criado contemplando estados e municípios do Brasil. E aí vamos entrar agora diretamente na nossa solução. Quando nós começamos a idealizar esta solução, alguns pilares para sustentar tal solução foram considerados. E a gente tem aqui, fala que é até orgulho de mostrar isso aí, porque em um curto espaço de tempo chegamos a conclusões aí magníficas.

A primeira delas, como está aí, é o ROCK. A gente brinca que tudo vai dar ROCK, que é uma sistemática que a Receita Federal entendeu ser extremamente importante para tratar os diferentes tipos de documentos fiscais dentro da solução que a gente vai falar aí mais para frente. Então, esse registro de operações de consumo, ele é uma visão em que todos os documentos fiscais existentes atualmente sobre consumo, eles vão ser convertidos, entre aspas, para um documento único chamado ROCK. Então, eu tenho uma nota fiscal eletrônica. Essa nota, quando ela entrar no ecossistema da reforma, ela não vai ser mais nota fiscal eletrônica, ela será um ROCK. E a mesma coisa, a nota fiscal de serviço, que é de competência dos municípios. Essa nota fiscal de serviço, ela entra no ecossistema, é convertida em ROCK. Então, dentro deste contexto, toda essa infraestrutura deste ecossistema, ele trabalha sempre com ROCK. Ninguém conhece outro tipo de documento a não ser o ROCK para ser tratado.

Outra coisa que é sempre foi uma necessidade do nosso cliente, no caso Receita Federal, é que quando mudasse qualquer regra dentro de um contexto de necessidade de legislação ou até erro, não precisasse de abrir demandas e nem mesmo necessidade de fazer um pedido de alteração de código. Hoje criamos um motor de regra, nós vamos ver mais para frente, que é um motor onde o próprio cliente ele atualiza as regras e fala, faz os testes o próprio cliente sem intervenção nenhuma da equipe de desenvolvimento do SERPRO. Eles testam, colocam em produção. A partir desse momento, todo o ecossistema começa a tratar essa nova regra sem precisar de fazer alteração no sistema. Isso aí também é outra coisa importantíssima. Por isso nós temos esse pilar também de sustentação dessa nova arquitetura.

O outro item é nuvem soberana. Este é uma necessidade da Receita Federal, de que tenhamos uma infraestrutura própria e controlada nacionalmente. Isso para quê? Para garantir a segurança e a soberania dos dados, tanto para o governo como para os cidadãos.

Outra parte que é um pouco complexa é o sincronismo. Como nós estamos tratando dois mundos, que é o mundo Receita Federal e o mundo Comitê Gestor com os outros dois tributos, a mesma base de cálculo tem que dar resultados iguais. Então, para o contribuinte, ele tem que enxergar esta base de cálculo da mesma forma. Para isso, precisamos de ter um sincronismo na recepção dos documentos fiscais e o tratamento desses documentos fiscais em um mesmo tempo para se ter uma mesma base de cálculo.

Outro item que é o grande pilar nosso é o portal da reforma. Para o contribuinte seria muito complicado termos dois portais ou mais, um do estado, outro município. Foi fechado que será o portal único. É a entrada única que o portal vocês vão utilizar aí mais para frente, é uma única entrada para a reforma tributária.

E também vou apresentar para vocês agora, o pilar assim mais interessante é da apuração assistida, que a gente no início chamava de conta corrente, como se fosse um conta corrente de banco. Essa apuração assistida tem uma inteligência de dar em tempo quase que real tudo que está acontecendo na conta de cada contribuinte. Aí este pilar é que dá visibilidade e mostra que a gente está mudando um pouco a nossa forma de arrecadar. Nós estamos transformando este mundo em que as empresas e cidadão e sociedade e, obviamente, o estado, eles vão tratar uma infraestrutura onde teremos muita transparência de tudo que está sendo computado dentro deste conjunto de recepção de documentos fiscais para a cobrança do tributo.

E por último, o último pilar aí é a calculadora. Essa calculadora vai estar disponível para contribuintes de uma forma offline e até via API, online para que no momento da geração do documento fiscal, o contribuinte possa garantir a confiabilidade do que está sendo dado. A informação do tributo está sendo feita de forma a calcular o valor do tributo utilizando essa calculadora que vai dar conformidade quando chegar no nosso ecossistema. Este documento fiscal for convertido em ROCK, este ROCK passa por uma calculadora e o tributo, se for feito pela calculadora fornecida pelo RTC, este tributo vai estar com o mesmo cálculo, garantindo aí conformidade aí do cálculo. Beleza?

Então, falando aqui do ROCK, né? Eu gosto de contextualizar para quando a gente entrar na arquitetura mesmo, a gente tenha uma visão do que que a gente está falando, não ficar esses termos soltos, né? Então, esse registro de operação de consumo, como já falei anteriormente, ele é o resultado de uma conversão, do documento original, ele vai ser convertido em um documento único chamado ROCK. Então, cada tipo de documento fiscal, no fundo para o ecossistema RTC, que é da reforma tributária do consumo, este documento será único. Então, fica muito mais fácil de ser tratado dentro deste ecossistema.

Motor de regra, como eu falei, é só para vocês terem uma ideia como é que funciona. O cliente nosso, a Receita Federal, ela vai ter acesso a um aplicativo. Por enquanto ele não é muito amigável, mas através deste aplicativo a gente faz a edição dessas regras, faz a validação, tem todo o controle de versão, de tudo. E é muito bem estruturado essa aplicação e a partir do momento que a Receita publica em produção, estas regras já estão valendo para todo o ecossistema fazer o uso dela.

O outro já falei também é a questão da nuvem soberana, né? Nós vamos ter soberania dos dados de governo e do cidadão com muita facilidade. Isso já está implementado.

Volumetria, o Robson falou de 70 bilhões, mas nós já passamos para quase 80 bilhões porque temos novos tipos de documentos fiscais que aí vão sempre agregando esses valores aí. Então, não é um volume trivial. 80 bilhões de operações de consumo por ano é muita coisa. É algo fora do nosso pensamento até então e já está sendo tratado. Toda a infraestrutura está projetada e capaz de atender esta necessidade. E aí entra o tamanho da coisa, né? A gente estima, tudo aqui é estimativa, que anualmente a gente trataria 9 petabytes de dados. Então, é uma volumetria um pouco exagerada, né?

O portal, como

Eu falei pros senhores, eh, este portal ele dá essa, eh, eh, tranquilidade para o usuário de ter um local único de entrada. Este portal, ele está aberto e tem toda a segurança, né, de acesso. Nós estamos utilizando, eh, para autenticar os contribuintes o Golfbr, né? Eh, esta autenticação, ela, eh, dá segurança, né? Porque não basta eu autenticar, eu tenho que passar por um outro viés que é de autorização. Então, eh, eu, Maurílio, pessoa física, eu posso ter vários perfis dentro deste portal. Então, estes perfis vão ser controlados tanto pela, e que a gente tá chamando de autorizações, que a gente vai chamando de autoriza, como para procuração eletrônica, né? Uma empresa, por exemplo, pode passar uma procuração para mim para eu fazer acesso em nome de, no caso, o Serpo. Então, é um portal que segue todos os conceitos mais, eh, eh, eh, eh, modernos aí de usabilidade. Ele, eh, todos os usuários, que a gente chama de usuário que vai contribuir para colocar neste portal novas aplicações, no caso de, eh, Receita Federal, Estado e Município, ele tem que seguir um padrão para não ficar aquele coisa toda maluca, né? Então aqui nós temos um padrão de alimentação deste portal para ficar fácil de ser manipulado pelos usuários. Então os usuários são esses que estão aí apresentados para vocês, né, que são as administrações tributárias estadual, municipal e federal, o comitê gestor, que é o esse órgão novo que será criado, o contribuinte e o consumidor final. OK.

Calculadora, já falei também, mas é um conceito extremamente interessante de que a gente vai fornecer esta ferramenta de apoio para o contribuinte, evitando que o que for feito por ele possa virar problema quando a informação entrar no ecossistema RTC. Se ele usar a infraestrutura, né, que é essa ferramenta de apoio, ele terá tranquilidade de que o dado será, eh, conforme a necessidade do RTC no dentro do sistema da deste ecossistema, né, do RTC. E esta ferramenta vai ter um um processo que a pessoa, por exemplo, o contribuinte possa incorporar suas aplicações lá na sua casa.

Apuração assistida. Este é o a parte mais sensacional aí do que vai transformar essa relação entre fisco e contribuinte, porque ela vai dar visibilidade de tudo que está e acontecendo na questão dos tributos, tanto da parte de aproveitamento de crédito como na parte de saber o que deve ser pago. É mais ou menos um conta corrente de cada contribuinte mesmo, tá? E aí quando se entra com um documento fiscal que será transformado em no famoso rock, ele ele vai ter duas apurações, um para o o fornecedor e um outro pro adquirente, tá? OK.

Eh, o Kelvin vai mostrar como isso acontece aqui. É só para vocês entenderem deste pilar, né, de que nós temos isso aí como uma inteligência muito grande. E aí o Kelvin vai apresentar de forma bem, eh, prática da coisa funcionando aí na aplicação.

Outro item, né, que já comentei inicialmente também é a questão do sincronismo. Então nós temos aqui, ó, dois mundos, né? O mundo gerenciado pelo comitê gestor. Eu brinco de que essa repetição é muito importante, que a gente vai tendo cada vez mais conhecimento do que a gente tá tratando. Então, como nós temos dois controladores, né, que é o comitê gestor com toda a sua infraestrutura para controlar o IBS e a Receita Federal com toda a infraestrutura para controlar o CBS, o que entra pra gente como documento fiscal será convertido em rock. Todo mundo já tá bem ciente aí dessa questão do rock. E no caso do comitê gestor, vai ser transformado em IPA. Tem que ficar claro, pessoal, de que estes dois mundos estão separados, ou seja, a Receita controla o seu mundinho, que aí é do CBS, e o comitê gestor controla a apuração do IBS, estados e municípios, tendo como entrada o portal da reforma, que é uma entrada única.

E aí nós vamos então passar para a nossa arquitetura. Depois de ter, eh, eh, mostrado para você essa para vocês essa questão aí do como que a gente tá tratando isso aí, né? A a questão do do RTC, da reforma tributária, eh, eu costumo dizer que se a gente tiver a visão de três itens, né, que a gente tá chamando aqui do item da operação de consumo, que tá o fornecedor e o adquirente, o nosso mundo do ecossistema e o mundo dos usuários, a gente já tem na cabeça como que esta, eh, reforma vai funcionar, eh, via sistema.

Então, qual que é a preocupação inicial da Receita Federal? Não interferir em praticamente nada no que já existe hoje. Que quer dizer isso? A nota fiscal eletrônica, nota fiscal de serviço e os outros tipos de tributo, eles vão continuar sendo, eh, gerado com os documentos fiscais atuais, não tendo nenhuma, eh, eh, eh, alteração significativa neste mundo deles. Então, a nota fiscal continua da mesma forma. Eh, o comprador vai lá, tem informa qual que é o fornecedor, qual que o adquirente, tem uma autorização da operação fiscal feito pela administração tributária, esse documento volta a tá autorizado. No momento deste documento autorizado, aí sim vem para o nosso mundo do ecossistema.

Este mundo que a gente tá chamando, esse ecossistema, né? Eh, ele vai ser capaz de fazer todas a os cálculos e controle das operações de consumo executadas por diferentes tipos de documentos fiscais. Este documento fiscal entrou no ecossistema, no mesmo momento ele é transformado em rock. E aí entra uma coisa muito interessante aqui. Vocês estão vendo aqui que são várias, eh, eh, frentes aqui de que vão tratar este rock. Então, o rock ele entra, vamos dar fazer uma analogia aqui, e cai numa esteira, né, que é a recepção do documento fiscal faz a conversão deste deste documento fiscal. Vamos falar da nota fiscal. Nota fiscal chegou, é um XML, ele vai ser convertido em rock. A gente elimina todos os dados que não são necessários para o RTC, para a reforma, para o tributo, né, do consumo. A gente pega o estes lados e gerou o rock. Este rock não tá, eh, ainda pronto para processar. Por quê? Dependendo do tipo de documento fiscal, alguns dados cadastrais, por exemplo, não estão neste documento fiscal. Então, o que que precisa ser feito? Nós precisamos de fazer um enriquecimento deste rock, buscando dados cadastrais necessários para que este rock possa seguir o seu caminho para a frente. Lembra do da esteira, né? Então o a recepção pega o documento fiscal, converte em rock e joga na esteira. Quando ele passa na frente da do enriquecimento, que é um uma outra solução totalmente independente, este enriquecimento faz tudo que é necessário para garantir a qualidade deste rock. Volta com o rock já enriquecido, inclui novas tags neste rock, volta para a nossa esteira e essa esteira continua, essa esteira não para. Aí tem a próxima etapa que é o motor de regras. Ele pega este rock, valida se todas as regras estão OK, caso não esteja, ele inclui estes, eh, eh, defeitos, né, caso tenha acontecido neste rock. E este dado volta para a esteira e vai para a calculadora. Calculadora da mesma forma. Pega os dados, verifica todas as informações necessárias para se calcular o tributo, gera novas tags com dado com são tags de calculadas pelo ecossistema, são mantidos todos os cálculos feitos pelo contribuinte e passa para a frente.

O que que vai para apuração assistida? O que que a apuração assistida pega como dado de tributo? É o informado pelo contribuinte, não é o dado calculado pela calculadora. Então aqui aqui nós temos uma uma, como é que fala? Uma visão de que quando se tem uma informação, eh, pura, né, feita de forma, eh, eh, usada pelo pelo, desculpa aqui, não coloquei no mudo o meu. Pronto. Eh, pelo sistema, nós temos aqui uma calculadora que se for e é calculado o mesmo que foi utilizado pelo contribuinte do lado do documento fiscal, não teremos divergência de valores. Mas a apuração assistida utiliza o dado de cálculo fornecido pelo contribuinte e não calculado pelo ecossistema. Apuração assistida faz todos estes cálculos e aí continua, né, o tributo, o o o crédito. O Kelvin vai mostrar também, eu não vou ficar fazendo coisas repetidas aqui. O o valor a ser calculado, ele só é válido para a compensação, para quem tem direito à compensação, após o pagamento do tributo. Então entra aqui o outro mundo aqui da esteira que é a arrecadação. Todos os DAFs serão pagos, eles vão vir para o ecossistema e esse ecossistema recebe a arrecadação e a apuração assistida vai ser sensibilizada de que aquele valor do tributo foi arrecadado, ou seja, entrou nos cofres do governo.

Aí temos outras aqui, né, outras funcionalidades que é o cashback, que é a devolução no caso de, eh, poder ter uma devolução de de valores, né, para o o o consumidor final, no caso aí as devoluções. Isso aqui é garantindo que se o contribuinte tiver valor a ser devolvido, esta funcionalidade que vai fazer toda essa operação. E diferente de outros momentos, nós temos uma parte aqui que é que a gente tá chamando de datalei, que é o nosso analítico. Toda a informação que entra no ecossistema, simultaneamente ela vai estar disponível num processo analítico que será de uso da Receita Federal para os estudos e e necessidade, né, de controle. E no futuro próximo teremos o split payment, que é o sonho de consumo aí da tributação, né? Você trazer para, eh, bem próximo da operação o recebimento do tributo.

Então esta é a visão da arquitetura. O Kelvin vai falar sobre esta visão no conceito do nosso piloto, ou seja, o piloto ele não terá esta geração de documentos aqui, porque ainda não temos em homologação documentos, eh, prontos para serem testados e serem enviados para o nosso ecossistema. Aí nós temos uma solução que nós fizemos um simulador que será visto aí com muito detalhe para a gente eliminar essa necessidade aqui de tá recebendo os documentos em homologação.

É, para encerrar, pessoal, é só para mostrar para vocês, é de que as coisas aconteceram e de forma, eh, paulatina, mas o que nós temos hoje é o resultado de uma coisa muito bem controlada, né? Esta visão aqui eu tenho, eh, mostrado para as pessoas que apesar de 2020, 2023 a gente ter iniciado todos os estudos, nós começamos mesmo a implementar, né, construir alguma coisa em abril. De janeiro, né, até abril, nós tivemos que fazer treinamento em arquitetura, fizemos várias poques para testar se aquilo era viável, se era não. Então, de dois em dois meses, a gente faz uma entrega de algo funcional para o nosso cliente Receita Federal. Nós já estamos aqui na sétima entrega que ela vai acontecer agora e neste mês de junho temos a felicidade de estar disponibilizando aí pros senhores a produção restrita e a cada dois meses a gente continua implementando etapas aí do nosso processo de colocar uma solução o mais, eu busco, eles não gostam que fala muito, o mais perfeito possível para ser utilizado. para vocês.

Então, eh, eu acho que eu não estouri o tempo muito não. Eh, 5 minutos apenas, Carol. E eu agradeço aí a paciência de vocês. E Carol, mais uma vez muito obrigado pela oportunidade. Um bom dia para todos e o próximo aí vocês vão ver que agora saindo da do PowerPoint nós vamos entrar em algo funcional, né, que é o próximo o Kelvin vai falar, não é isso? Muito obrigado a todos.

Maurílio, a gente que agradece a sua presença e por compartilhar compartilhar o seu conhecimento aí com a gente. Eh, não estourou o tempo nada, foi super perfeito. A gente tá até um pouco adiantado. Obrigada. Eh, agora para apresentar pra gente o ambiente de produção restrita, eu convido o Kelvin Vieira Kedrins. Ele é analista de negócio da reforma tributária de do consumo no CERP. Kelvin, por favor.

Oi, pessoal. Bom dia. Então, eu sou o Kelvin, eu tô Bom dia, tudo bom? Eu tô trabalhando aqui na arquitetura da solução da reforma aí desde o desde o do começo, desde outubro de 2023. Eh, agradeço a presença de todos. Eh, o CPR junto com a receita, ela tem, eles têm, né, nós temos investido na experiência do usuário em New Ex. Então essa esse momento que a gente tá vivendo agora, pessoal, é uma oportunidade única e nós estamos ansiosos para receber os feedbacks de vocês. Eu preciso registrar um agradecimento para toda a equipe do CP da receita. São centenas de pessoas que estão trabalhando num processo de cocriação. Eh, o que nós vamos mostrar aqui é resultado do trabalho dessas pessoas. Eh, antes de eu começar a apresentação, pessoal, eu só queria alinhar com vocês, deixar claro o que que é o objetivo nosso aqui, tá? Tô falando eu agora Kelvin com Cra como desenvolvedor de software. A gente quer coletar o feedback de vocês. A gente não quer efetivamente que vocês testem sistemas. Testar os sistemas é trabalho de desenvolvedor. A gente testa aqui. É claro, vocês vão estar interagindo com um software que está em construção, vocês vão encontrar erros e a gente quer sim que vocês reportem esses erros para nós. Mas do que encontrar erros, a gente quer que vocês avaliem o comportamento do software no sentido de como vai funcionar isso na integração com a jornada atual de vocês. Por exemplo, a apuração assistida. Como é que vocês esperam interagir com a apuração assistida? E como é que vocês esperam que essa apuração assistida que o governo vai fazer para vocês seja integrada à jornada atual de vocês? Então é isso que a gente quer ouvir de vocês, esse feedback dessa maneira nova de apurar esses tributos e como é que a gente vai fazer com que esse dê um merge no nas soluções de vocês. Então é isso que a gente quer ouvir de vocês. E nessa linha, pessoal, eh a um um comentário a mais aqui, quando vocês forem reportar alguma dificuldade para nós, eu a gente quer incentivar que vocês compartilhem para nós o problema que vocês estão enfrentando. é muito normal e é muito fácil as pessoas, na hora de de compartilhar uma uma dificuldade, eh não falar do problema e falar da solução. Ah, que a Veget quer o botão na direita, quer o botão na esquerda. Ah, eu preciso do CNPJ da empresa que tá vendendo para mim. Então, quando vocês falam dessa maneira, vocês estão passando para nós a solução. Mais do que a solução, pessoal, a gente precisa, a gente deseja que vocês compartilhem conosco o problema de vocês, que vocês contextualizem o cenário de negócio de vocês, a motivação, para que a gente entenda exatamente o que que vocês estão e, eh, passando por dificuldade para poder ajudar vocês. Porque às vezes vocês podem vir relatar já dando uma sugestão A, uma outra empresa com uma sugestão B e uma outra empresa com uma sugestão C, quando na verdade as três estão com o mesmo problema. Então, para nós, mais importante do que a solução é que vocês contextualizem os problemas, que vocês mostrem para nós qual é o cenário de negócio de vocês e como é que vocês estão esperando interagir com a com a apuração.

Então, dito isso, pessoal, deixa eu mostrar minha apresentação aqui. Ela vai ser bem bem rapidinha, não vou ocupar muito tempo de vocês. Então, falando aqui da plataforma tecnológica, o Maurílio já falou parte que precisava que se fosse dita. Então, falando aqui do escopo do piloto, pessoal, isso aqui tudo vai ser enviado para vocês um documento, né, para formalizar, mas basicamente o escopo de hoje do piloto que vai ser liberado para vocês é documento fiscal eletrônico, a NFE. Então, hoje vocês vão poder trabalhar com a NFE, com o tratamento tributário CST, regime geral e CCL Trib, situações tributadas integralmente, tá? Então é este este esse par CS Class trib que tá sendo liberado no primeiro momento no piloto para vocês. Como o Flores falou, a a cada semana, a cada tempo for passando, a gente vai liberando mais documentos e mais situações de tratamento tributário. A parte de eventos ainda não está previsto no piloto, tá? Então, a gente já tem um bom tanto desenvolvido aqui. Com o passar do tempo, com a gente, eh, vislumbrando que a a interação com vocês estável, a gente começa a liberar, eh, esses eventos. E outro ponto que é importante é que o período de apuração, pessoal, ou nesta primeira entrega do piloto para vocês, ele só vai aceitar documentos fiscais pro PA vigente. Então a data de emissão do documento sempre tem que ser pro mês vigente. Se eu eu se eu abrir agora aqui o a aplicação e tentar mandar para junho ou para agosto, ele vai dar erro, tá? Então, nesta primeira versão, sempre a gente tá focando no PA vigente.

Eh, falando da arquitetura, o Maurílio já detalhou aqui para vocês. O principal ponto que eu gostaria de frisar só aqui, pessoal, é que essa arquitetura que a gente tá usando aqui é baseada em streaming de dados. Então, ela não é um processamento em tempo real, ela é, na verdade, um processamento em fluxo contínuo. Então, o documento fiscal ele entra na esteira e ele vai ser processado. Então, em questão de segundos, de 1 minuto, de 2 minutos, ele vai terminar o processamento e vai est disponível na apuração. Então, este fluxo contínuo de processamento que a gente precisa, eh, ter em mente desse funcionamento. E o que muda aqui no piloto para nós, pessoal, nesse primeiro momento é que este pedaço inicial da operação de consumo, que é o o mundo real de vocês, que é o de vocês, se integrando com a Cfaz para fazer autorização documento fiscal, isso ainda não está funcionando. Tecnicamente a gente já tem a solução, a gente já está em vias de conversar e se negociar com o pessoal do comitê gestor para plugar o nossa produção restrita o nosso piloto num ambiente de homologação da autorização dafaz. Então, assim que a gente tiver isso pronto, aí sim a gente tira esse X aqui e vocês vão poder fazer a emissão dos documentos fiscais aí sim, como é a jornada atual de vocês. Enquanto isso não tá pronto, vocês vão vão interagir com a com este ecossistema utilizando um simulador, tá? Esse simulador, pessoal, é o mesmo simulador que nós utilizamos aqui internamente para fazer o desenvolvimento. A gente usa esse simulador para instrumentar a plataforma. Então, eh, o primeiro, eh, comentário que eu faço para vocês é assim: "Esse simulador ele é muito poderoso, mas muito poderoso mesmo. Eu consigo inserir várias situações. Vocês, eu vou mostrar aqui a tela para vocês, eu consigo editar na mão o XML de uma nota e fazer qualquer ajuste. Então, tem que tomar cuidado a parte da estrutura. Acho que vocês devem estar acostumados, né, com a parte do do esquema da nota. Tem que tomar cuidado. Não dá para errar um ponto errado, uma vírgula errado, um espaço errado. Ele vai dar erro na validação do esquema e vai rejeitar. Então esse simulador vai estar disponível para vocês utilizarem. Vocês vão poder usar o simulador, pessoal, tanto para simular a entrada de documentos fiscais, tá? Esta entrada aqui de documento fiscal para recepção, para virar rock, vocês vão usar o simulador para isso, para escrever, para carregar um XML de uma nota e também vão usar o simulador para simular pagamentos de DARFs, por exemplo, tá? Então, no final de um PA ou a partir do momento que entrar um rock, né, um documento fiscal com débito, ele vai gerar o débito na aprovação de vocês. Vocês vão clicar para gerar um documento de arrecadação. Esse documento de arrecadação, vocês vão poder pegar o código dele, entrar no simulador e pagar. É ambiente de de produção restrita. Então ali a gente tem um dinheiro infinito para fazer esse pagamento desses DARF, tá? Eh, outro ponto importante, pessoal, é que o processamento de um débito, quando ele cai, ele acontece ou hoje ele tá configurado aqui para acontecer de 10 em 10 minutos. Por que isso, pessoal? Porque quando um débito cai cai na na apuração do contribuinte, eu não posso processar ele na hora. Eu preciso segurar ele ali por uma janela hoje, tá, de 10 minutos, para eu poder fazer uma ordenação, uma melhor ordenação dos débitos e dos créditos. Como a gente tá falando de um ambiente de fluxo contínuo, uma autorização do documento pode acontecer agora, outro documento daqui 5 minutos, mas por por ser fluxo contínuo, ele pode cair num num fluxo pra direita, outro fluxo pra esquerda e esse que foi emitido depois pode acabar chegando antes. Então, para tentar aproximar a apuração de uma ordem cronológica, a gente tá hoje trabalhando com essa janela de 10 minutos. Então eu espero 10 minutos esses débitos e esses créditos. Fechou a janela 10 minutos, eu pego eles, ordeno e jogo para processar, tá? Então isso é é é um detalhe que vale a pena ficar claro para vocês. Eu vou eu vou rodar o software aqui, vocês vão ver isso funcionando.

Questão das validações que o simulador faz hoje, pessoal, ele válido o esquema conforme a a nota técnica da NFE 202502. Ele vai validar CCT CL Trib 00, CCT00, CL Trib 01. Só vai aceitar NFE sem eventos. Data de emissão tem que ser pro mês corrente. E hoje ele não tá aceitando documentos fiscais acima de 200 KB, tá? Bem simples, bem pontual. Eh, eu vou mostrar agora para vocês software funcionando, pessoal. Presta atenção porque a gente vai usar um ambiente de homologação. Se der algum problema aqui, eu tenho alguns alguns prints para mostrar para vocês. Eh, o meu objetivo aqui, pessoal, nessa apresentação agora não é detalhar nenhum ponto, tá? Eh, a gente vai ter mais três encontros ao longo da semana, nos quais os times vão detalhar cada ponto. O meu objetivo aqui é mostrar para vocês a big picture para que vocês tenham noção do que tá sendo entregue, para que vocês tenham esse entendimento antes do detalhamento que será apresentado nos próximos dias. Então, meu objetivo aqui é mais é provocar vocês mostrar essa big picture. O que que eu vou simular para vocês agora, pessoal? Esse cenário aqui, ó. Eu vou fazer uma empresa A emitindo uma nota fiscal de R$ 25 para uma empresa B. Ao fazer isso, o que que o sistema vai fazer? Ele vai gerar o débito pra empresa A, ele vai ficar no aguardando o processamento e vai gerar o crédito pra empresa B como não apropriado. Passado o período dos 10 minutos, ele vai rodar a ordenação e vai processar esse débito, vai lançar esse débito na conta do do da empresa A, nesse caso é o fornecedor. Feito, após esse tempo, eu vou fazer o pagamento do DARF. Feito o pagamento do DARF, ele vai liberar o crédito para apropriação da empresa B. Esse é um fluxo inicial que eu vou fazer. Depois disso, eu vou inverter. Então eu vou mostrar para vocês que usando simulador, eu consigo agora fazer uma nota fiscal saindo da empresa B pra empresa A. Vou inverter agora. O fornecedor vira adquirente no valor de R$ 50. Vai gerar o débito, vai gerar o crédito. Passado o período, o que que vai acontecer aqui? Ele vai rodar a ordenação e ele vai usar aqueles R$ 25 de crédito para já extinguir uma parcela deste débito de R$ 50, tá? Então é este fluxo que eu vou mostrar para vocês aqui agora.

Então o primeiro ponto aqui, pessoal, eu vou entrar aqui, ó, no aa na apuração assistida e vou pegar os CNPJ das empresas aqui. Só pode falar. Nós não estamos vendo sua tela, viu? Se vocês estiverem mostrando alguma coisa pra gente, nós estamos vendo. Ninguém tá vendo aqui. Tô vendo aqui. Tá vendo? Eu também tô vendo. Estamos vendo normalmente. Tô vendo também. Vendo. Estamos vendo aqui. Tá normal. Aqui tá normal. Eh, quem falou que não tá vendo, vê se você não marcou para destacar a imagem do vídeo, né? Ah, que aí ele sobrepõe. Tá bom. Obrigado, gente. Valeu. Valeu. Então, vamos lá, pessoal. Então, vou entrar aqui no no o login de vocês é diferente, pessoal. Não tô usando o ambiente da produção restrita porque ele é um ambiente de de praticamente de produção, ele é um ambiente isolado. Nós que ser não temos acesso a esses ambientes. Eu tô um ambiente de homologação, apesar de tá escrito aqui a produção restrita, mas não é o mesmo ambiente de vocês. Eh, tanto aqui que eu faço um login simulado. Vocês na produção restrita, o pessoal vai apresentar para vocês. O login de vocês é com o CPF de vocês, usando lá e procuração ou representação legal. Então eu vou entrar aqui com CNPJ e ó, ele tá zerado, ele não tem nenhuma apuração nele. E vou abrir o do outro aqui para mostrar também que ele também vai estar zerado sem nenhuma apuração. Eu vou entrar aqui agora, pessoal, no simulador. Então esse simulador que vai est liberado para vocês utilizarem. Nesse emulador a gente tem três coisas: a parte de documentos fiscais, a parte de etiquetas de labels que vocês usam para classificar esses documentos fiscais e o simulador de pagamento. Vamos entrar aqui primeiro no simulador de documentos fiscais. Aqui novamente, como eu tô no ambiente nosso interno, eu tenho vários documentos fiscais. Eu tenho 2627 documentos fiscais aqui configurados para inúmeros cenários de testes. Mas basicamente você vocês vão conseguir vir aqui, inclui um documento fiscal, coloca um título, escolhe a etiqueta e cola aqui o o XML da nota e salva. Salvou, tá feito. Você consegue enviar pro processamento. Bem simples. Eh, a gente vai providenciar para vocês, pessoal, um template de uma nota fiscal, eh, bem simplesinha, bem bem bem restrita. Dou esse exemplo bem básico que eu vou estar rodando aqui para vocês. Então, este exemplo que eu vou dar para vocês, a gente vai disponibilizar esses dois XMLs para vocês, vocês começarem a brincar com esse cara aqui, tá? Para não gerar muita dúvida. Então, eu vou pegar aqui, ó, esse aqui é um exemplo da, eh, da apresentação que eu montei aqui, ó. Se eu clicar em alterar, ó, eu tenho aqui o XML da nota, tá? Tá aqui um XML padrão de nota. Vocês devem estar mais acostumado com isso do que nós aqui. Eh, aqui no cabeçalho até disponibiliza já uma algumas instruções, né? Eh, a quais quais são os principais atributos? Data da emissão, quem é o emissor, quem é o destinatário, CST, CL Trib, parte de valores, tá? Então, eu vou voltar aqui e eu vou clicar para enviar esse cara, ó. Então, como é que eu faço? Eu clico aqui nesse checkbox e clico em enviar. Ele vai mostrar aqui para mim para perguntar: "Tem certeza que quer enviar?" Sim, tenho certeza. Clico em enviar. Então, tá aqui, ó. Se eu expandir aqui, ele mostra, ó, a chave do DFE, a chave interna do rock que foi gerado e o retorno, ó. processamento realizado com sucesso. Então ele foi, esse documento fiscal caiu na estreira para processar. Vou voltar aqui agora na apuração assistida e vou abrir o meu fornecedor. Então, ao navegar no meu fornecedor, ó, tá aqui, ó, já apareceu para ele uma apuração em julho. Eu vou clicar para detalhar. O resultado da apuração ainda tá zerado, porque, ó, ele ainda não tem débito processado, não tem, não tem nada. Mas se eu vir aqui em outras informações, ó, ele já vai tá aqui, ó, débitos aguardando processamento. Então, já vai tá aqui esse débito aguardando o processamento de 25. Aqui para facilitar os testes, pessoal, a gente, eu baixei o tempo aqui para 5 minutos. Então, daqui 5 minutos, esse cara aqui, ele vai cair pro e eu volto mostrar a tela para vocês. Enquanto isso, enquanto a gente espera esse tempo, deixa eu até abrir aqui só para aguardar o tempo, ó. 10,50 1055 ele vai est pronto. Então eu vou sair aqui, pessoal, e vou logar agora como adquirente, só pra gente ver a visão do adquirente. Então, tá aqui a visão do adquirente também. Agora apareceu para ele a apuração que não tinha antes. Vou clicar para detalhar ela. Tá aqui também a apuração tá zerada. Se eu vier aqui em outras informações, ó, ele já tem, ó, créditos não apropriados acumulados. Então agora esse adquirente, eu fiz uma operação B2B, esse adquirente ele tem R$ 25 não apropriado. Por que que não tão apropriado? Porque o valor não foi pago pelo fornecedor. Assim que o fornecedor fizer o pagamento, esse valor aqui entra pra apropriação dele. Enquanto a gente espera os 5 minutos, pessoal, eu vou abrir aqui, eu vou voltar no simulador e vou mostrar para vocês aqui alguns exemplos de de problemas, tá? Só para vocês verem como é que como é que ele se comporta, ó. Então, vou pegar esse mesmo documento fiscal que eu acabei de enviar e vou alterar ele aqui e vou pegar aqui, ó, data emissão, ó, e vou jogar aqui, ó, em vez de 07, eu vou jogar 08, tá? Só para enviar pro processamento. Vou salvar, vou clicar aqui e vou mandar enviar. Ele pergunta para mim se tem certeza que quero enviar. Quero sim. Ó, deu erro. Deu erro. Eu vou expandir aqui. Ele vai mostrar aqui, ó. Parâmetros inválidos. documento deve ser do mês vigente. Então, é desta maneira, pessoal, que o simulador vai dar o feedback para vocês de problemas encontrados, tá? Então, para corrigir o problema, eu volto lá no documento fiscal, edito e mudo a data dele, corrige a data dele para 07, tá? Vou dar outro exemplo para vocês aqui, ó. Vou pegar o Clas Trib. Deixa eu salvar ele aqui. Vou editar novamente e vou pegar o Clas Tribou mudar. Não, is não. CL Trib do CBS. Cadê CBS? CBS. Ó, vou mudar aqui para dois e vou salvar. Se tudo der certo, ele vai dar mais um erro falando que ele não permite esse envio. Ó, deu o erro aqui. Vou expandir parâmetro invaso. Se que as trib informada não é permitido os ambientes de homologação e produção restrita. Clas tribos permitidos 001. Tá? Então é dessa maneira que o simulador apresenta para vocês aqueles problemas de validação, aquelas validações que eu mostrei para vocês aqui agora a pouco, tá? Deixa eu voltar aqui que é esse slide aqui, tá? Então eu mostrei para vocês aqui problemas de de se clas diferente, problema de, eh, de mudei o Clas Trib e mudei o mês. Então qualquer problema que ele que vocês encontrarem, ele vai mostrar ali para vocês. E caso vocês tenham dificuldade, é essa informação que você tem que compartilhar conosco. Eh, enquanto a gente espera esse tempo aqui, ó, pessoal, já são 10:54, daqui 1 minuto ele vai rodar. Então, pra gente ganhar tempo, já vou enviar aqui no simulador o próximo documento fiscal, que é esse cara aqui, é o meu invertido. Então, nesse documento fiscal inverti o adquirente com o fornecedor, troquei o CNPJ, eh, e, e coloquei o, o valor o valor de R$ 50. Então, vou clicar aqui e já vou enviar ele pra gente ganhar esse um tempinho aqui, ó. Ó, foi enviado com sucesso. Vou expandir aqui, ó. Então, ó, processamento realizado com sucesso. Então, o que interessa para vocês é pegar esse valor aqui. Foi processado com sucesso, quer dizer que ele caiu na estreira para processamento. Eh, deixa eu voltar aqui. Já dá, vai dar o tempo aqui, ó. Vamos dar um F5. Vamos sair aqui. Vamos entrar como fornecedor. Ó, ainda não deu. Esperar mais um alguns segundos aqui. Ele vai dar o tempo e ele vai fazer a virada para Ó, já deu aqui, ó. Então, deu 5 minutos, ó. Então, como é que a gente tá agora? Então agora este esse meu fornecedor, a situação atual dele é que ele tá como devedor. Então agora ele tem esse esse débito dele de R$ 25, foi lançado para ele. Se eu clicar aqui para detalhar, ó, outras informações, ele já não tem mais débito no processamento, mas já apareceu para ele o crédito não apropriado de R$ 50, que foi esse segundo envio que eu fiz para ele. Então, isso que é legal, é isso que a gente quer que vocês brinquem com essa processa para entender esse essa essa essa dinamicidade dele. Eu vou ter documento fiscal entrando em vários fluxos e eles vão sendo processados numa janela ali no num fluxo contínuo. E é isso que tá acontecendo. Então, enquanto 1,5 já foi processado, eu tô com mais 50 aqui aguardando o processamento, aguardando a liberação do crédito. É, agora eu já posso gerar d se eu voltar aqui, ó, vamos voltar e vamos acessar agora como o meu fornecedor inicial. Então, tá aqui, ó. Aqui já rodou antes, não tá devedor de 50. Ele ele pegou. Ah, que a janela tá de 5 minutos, ele já rodou junto. Tá tudo bem. Então, aqueles R$ 50 ele caiu já, como deve tô aguardando. Então, o processamento pessoal tá exatamente 5 minutos. Tá 10 e 10 rodou 10:50 105. Então esse cara entrou junto na janela de processamento, então já processou também, tá tudo bem. Ele já tá aqui com um saldo devedor de R$ 50, mas os dois, o um não tá apropriado do outro, tá? Então eu vou pegar agora aqui e vou fazer o pagamento do valor. Então vou sair, vou pegar aqui, vou entrar como meu adquirente inicial que tá como devedor e vou fazer o pagamento, ó. Então eu vim aqui, tô no meio do mês, eu quero adiantar algum pagamento porque meu meu ID querente tá tá me me fazendo um pedido aqui. Clica em gerar DARF, clica em confirmar. Tá me mostrando que juros, multas, essas esses cálculos que ele faz. Confirmo, ele vai gerar um DARF para mim. Pessoal, como foi comentado anteriormente, a gente tá tratando aqui só CBS, tá? Então, está em estudo a criação de um documento único e arrecadação que englobe CBS e IBS. No momento a gente tá trabalhando com o DARF padrão receita para para contribuição sobre bens e serviços. Vejo aqui que este DARF é um DARF de ambiente de homologação, de produção restrita. Ele não vai ter código de barras pra gente não correr o risco de ninguém querer pagar um DAR desses aqui. Vou pegar este número aqui, pessoal, que a gente precisa para pagar ele, ó. Então, copia este número aqui, ó, número do documento. E eu volto lá no simulador. Então, tá aqui, ó. Vou lá no simulador, ó, eu tenho aqui o simulador de pagamento. Eu clico aqui, bem simples, ó. Eu coloco o número do DARF aqui. Esse simulador, pessoal, ele tem controle. Eh, ele não vai deixar pagar mais um DARF. Ele não vai deixar eu pagar DARF de outro CNPJ que não esteja logado na produção restrita. Então, ele tem um controle bem bem claro desse DARF. Vou clicar em pagar. Tá lá, ó, pagamento efetuado com sucesso. Então, tá pago o DARF. Vou voltar aqui na próxima e vou dar um F5 nele, ó. Atualizei a tela, ó. Agora, olha que legal, esse cara aqui já tá credor em 25. Então, ó, ele teve o débito processado e aquele crédito do outro cara já entrou para ele, ó, na apuração corrente, outras informações. Então, já processou aquele valor para ele. Vou voltar aqui agora. Vamos entrar como adquirente. Aquele outro lá que tava com 50 de débito, ó, já tá com 25. Veja aqui, pessoal, que um trocou o 25 com o outro, tá? Esses R$ 25 que entraram, um trocou pro outro. Então, esse R$ 25 que aquele cara pagou, ele enviou de crédito para pro fornecedor dele, que voltou de crédito para ele, porque um trabalhou com o outro e no final das contas, esse aqui que tava com os 50 de débito, agora tá com 25. Então, se eu clicar aqui para detalhar, eu consigo ver todo esse detalhamento dele. Então, esse cara aqui, ele teve um crédito apropriado de R$ 25 e ele ainda tem o débito dele de 25, porque a operação que ele que ele fez de venda foi de R$ 50. Então, esse é a o fluxo de de da apuração assistida, pessoal. Aí é este fluxo, é esses cenários que a gente quer que vocês exercitem para que vocês entendam e sim para que vocês nos ajudem a melhorar, nos ajuda a deixar isso aqui mais claro essas informações, tá? tanto em tela quanto nas APIs. Flores já comentou, as APIs estão em em trabalho de desenvolvimento, mas a gente quer assim escutar feedback de vocês. O CPO já fez um evento, eu acho que vocês, alguns de vocês já participaram, eh, já mandaram para nós sugestões da PI, a gente já tá trabalhando nisso, mas agora é o momento. Eu eu acho que agora, pessoal, vocês vão ter mais insumos para opinar sobre as APIs do que vocês tinham lá, tiveram lá na época. Acho que agora o assunto tá mais decantado. O que eu tinha para mostrar para vocês é isso. Espero, eh, bom que tá gravado. Eu acho que eu falo um pouco rápido demais. Espero ter sido claro, espero ter detalhado, espero ter provocado vocês para que vocês tenham dúvidas nas próximas conversas aí e possam, eh, nos ajudar na construção desse desse novo ecossistema que a gente tá construindo. É isso, pessoal. Carol tá contigo.

Obrigada, Kelvin. Eh, gente, seguinte, a gente tem algumas, eh, algumas perguntas e a gente não tem mais apresentação, mas de qualquer maneira, eh, nós vamos, eh, pegar essas perguntas do chat, vamos tratar cada pergunta e a gente vai responder amanhã, eh, no início, tá? Que assim, eh, durante essas lives a gente vai tendo uma, uma construção de aprendizado. Então, amanhã a gente tem apresentação do portal para vocês entenderem como que vocês vão logar, como que vocês vão entrar, como que ele funciona. Vão, vão ter uma apresentação do módulo simulador, tanto da do documento fiscal quanto do pagamento e do módulo calculadora. Eu acredito que muitas dúvidas que surgiram hoje serão sanadas amanhã, eh, depois dessa apresentação. Na quinta-feira a gente tem uma, uma apresentação muito detalhada da poração assistida. Tem uma apresentação inicial que vai falar sobre legislação, vai falar sobre como funciona e depois a Natália, que é gerente desse projeto, ela vai entrar na próção assistida, vai fazer algumas simulações com vocês, tá? E também vamos ter uma apresentação do cashback. Apesar de vocês não utilizarem o módulo cashback, nós vamos usar, eh, os dados como, eh, uma como massa de dados para poder fazer as simulações. Na sexta, a gente vai ter a apresentação dos módulos de devolução e de ressarcimento. E a equipe de atendimento da receita, né, a coordenação geral de atendimento, eles vão mostrar para vocês a ferramenta que a gente vai utilizar para atendimento do dos contribuintes e solução de dúvidas. Então, assim, eh, a utilização efetiva do sistema por vocês vai ter início na segunda-feira, dia 7 de julho. Se vocês tentarem entrar no portal agora e lugar, vocês não vão conseguir ainda. Isso é proposital. A gente precisa passar esses conhecimentos iniciais antes de vocês tentarem, eh, acessar e utilizar, senão vão vir muitas dúvidas e vai ficar difícil a gente, eh, eh, conseguir selecionar. A gente optou por fazer lives diárias porque a gente sabe que a agenda de todo mundo é, é muito complicada, tanto do do dos indicados pelas empresas que estão aqui, quanto do CERP da receita. Então, terça, quarta, quinta e sexta, a gente vai ter essas lives no mesmo horário, eh, de 9 às 12. Se alguém tiver tido problema para receber o link das da live de amanhã, ontem a gente teve um problema, a gente mandou muito e-mail externo, então alguns voltaram, eu vou reencaminhar o e-mail com os links, tá bom? Então, podem ficar tranquilo que vocês vão receber esse e-mail. Se de manhã tiver algum problema, alguém não recebeu, pode mandar mensagem para aquele e-mail, eh, que vocês receberam o agendamento, tá? Então, eu acho que é isso. Eh, pessoal do SERPO, Robson, Kelvin, Maurílio, vocês tm mais alguma coisa para complementar? Pessoal da receita, Flores, o André Teresa, acredito que esteja aí. André, o chefe do do escritório de projetos. André, você quer falar uma palavrinha?

Bom dia. Só dizer da satisfação de de participar desse desse momento importante. Eh, estou acompanhando aqui as perguntas, a gente já tá em contato com os gerentes de projeto aqui para para as respostas. Muitas respostas a gente vai dar amanhã cedo mesmo, mas algumas delas eu acho que o melhor caminho vai ser incorporado nas apresentações, como a Carol falou, vai ter uma sequência de conhecimento, uma construção de conhecimento. Eh, ao invés de em vez de, eh, dar respostas soltas, que talvez não tenha contextualização, eh, vou pedir para os gerentes de projeto incluírem na sua nas suas falas, tá? Ao longo da semana. E ao final a gente consolida todas as perguntas, mesmo essas já, eh, postergadas ali, e faz um documento final com todas as respostas. Eh, é um momento então de aprendizado, momento de troca de informações. Eh, a gente tá muito, estamos muito felizes de tê-los conosco. Eh, é um ambiente de desenvolvimento colaborativo, como já foi várias vezes mencionado, e a participação de vocês vai ser fundamental na na construção dessa solução. Muito obrigado.

Obrigado, André. Então, gente, é um bom, boa terça-feira aí para todos. Amanhã a gente se encontra e vamos ser pontuais porque a gente tem muito conteúdo e aí a gente precisa começar bem no horário certinho. Obrigada. Obrigada pela participação de todos.