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Debate Ciclista Cético e Conde Loppeux – Deus existe?

Ciclista cético2:04:26

Transcription

Opa pessoal, nós vamos começar já já. Nosso, nosso debate daqui a uns 4 minutinhos vai começar o debate. Eh, só para ir explicando para, para vocês como é que vai ser o, o debate, vai ser no seguinte, no seguinte formato. Eh, deixa eu achar aqui onde, aqui não, oh caramba, aqui. Eh, vão ser 20 minutos de, de abertura para cada um, depois uma réplica de 10 minutos para cada, seguidas de uma tréplica de 5 minutos para cada um. Eh, depois disso vem um exame cruzado em que um pergunta pro outro e a ideia aqui é que durante 10 minutos, um controle esse tempo, um faça as perguntas e controle o tempo, né? Então você pode, eh, parar a resposta do outro para perguntar outra coisa, se tiver indo por um caminho que não é o que você quer, é o que você quer discutir. Eh, quero que todo mundo perceba que não, não é nenhuma indelicadeza fazer essa parada, né? Tipo, pedir pro, para a pessoa responder uma outra coisa antes dela ter continuado. A ideia é justamente que a pessoa tenha a, a liberdade para poder levar a conversa para onde ela quer. Eh, depois disso, vão ser abertos para as perguntas da, da plateia. Eh, eu pediria que vocês, eh, guardassem suas perguntas e que fos, fossem perguntas para ambos, né? A ideia é que ambos respondam às perguntas e aí quem, quem fez a pergunta ainda pode, né, comentar alguma coisa. E se a gente achar que, que vale a pena mais algum comentário em cima disso, a gente pode fazer. E depois de 30 minutos desse, dessa abertura para, para as perguntas da, da plateia, vamos ter nossos 3 minutos de consideração final. Eh, o, né, eu, eu sou o ciclista cético, para quem não conhece. Eh, e quem vai debater comigo é o Conde. Você quer se apresentar aí pro pessoal antes da gente começar tudo?

Pois não. Boa noite a todos. Eu sou Conde, né? Pelo menos eu sou, conheci na internet como Conde, mas meu nome é Leonardo Bruno, né? Qual é teu nome? Ô ciclista, pode me chamar como você quiser, não tenho nome. Existe um nome real? Po, po, pode me chamar de Bob, pode chamar de André, pode me chamar de André. André, legal. Go. Tá bom, tudo bem que seja. Então, meu nome é Leonardo Bruno e vamos acompanhando o debate aí, né?

Legal. Eh, você quer começar? Quer que eu comece? Não, começa você. Começa você. Quero ver os seus argumentos. E tá, falta mais uns dois minutinhos. Deixa que deve ter mais gente querendo. Tem umas 40 pessoas, quase 50 pessoas que colocaram que gostariam de participar. Não quero começar a sentar todo mundo aí. Como a gente ainda nem tá no, no horário, vamos dar mais um tempinho aí pra galera chegar. Enquanto isso, pessoal, eu queria pedir para vocês, para quem vai, vai assistir o, o debate, tem uma, tem uma enquete que foi colocada no, na, na comunidade do debate ao vivo. Eu vou pegar o, eu já botei o, o link dela aqui nos comentários do evento, mas eu vou botar novamente para todo mundo ver. Eh, é uma enquete para saber qual que é a posição de cada um, né, nessa, nessa relação, né? Se o, o Deus da Bíblia existe ou não existe. Eh, deixa eu botar aqui. T, tô colocando comentando aqui com o link, link da enquete. Aí eu gostaria que todo mundo que pudesse entrar lá, dar um clique lá e responder se concorda, se discorda ou se tá na dúvida em relação a essa, à existência do Deus da Bíblia, né? A ideia é que a gente sai aí.

Existência do Deus da Bíblia, existência de Deus como um todo. É, imagino que você, como católico, vai. Existência do Deus da Bíblia? Não, eu vou. De Deus, né? Bom, a ideia de Deus como um todo, não somente da Bíblia, como também da Bíblia. Mas você acredita que o Deus da Bíblia existe, não é isso também? Claro. Você não defende essa posição? Quer defender um outro? Você quer defender um outro Deus que não é aquele que você acredita? Não tô entendendo. Não. O problema é que a, a, a perspectiva de Deus da Bíblia é basicamente universal. E eu vou provar. Por tudo bem, então, exatamente falando, né? Quem, quem acredita que o Deus da Bíblia existe, eh, tem lá. Pergunta, galera, por favor, porque Deus não é da Bíblia, Deus é Deus. A Bíblia é apenas a revelação. Ok, tudo bem, então vamos, vamos dizer assim, o Deus que a Bíblia revela. Pode ser não que, porque, porque, na verdade, o, o, eh, o fundamento da existência de Deus é, é tão, eh, tem a questão da revelação, ou seja, ação histórica de Deus na, ação histórica de Deus na, no, na vida humana. Mas existe também os aspectos filosóficos também que são gerais e podem ser comprovados independentemente da. Não diria independentemente, mas podem ser comprovados de uma forma geral, universal. Sim. Mas o Deus, mas Deus que acredita é o Deus cristão, não é? Sim. Com certeza. Então é sobre ele que a gente vai. É sobre ele que a gente vai debater. A ideia de Deus, na verdade, é inerente à natureza humana. Bom, você pode, você pode colocar isso. Ah, acho que já tá no, já tá na hora. Vamos, vamos lá. Começar. V, vamos fazer o seguinte, quando um tiver falando, eu vou, né, a gente muta o outro. O outro se, né, se muta. Eu tô mutando aqui o meu. Eh, vou botar. Tem como compartilhar a tela? Deixa eu ver aqui. Screen share. Tem. Eh, eu vou, eu vou compartilhar. Hum. Cadê, cadê, cadê? Esse aqui. Aqui um timerzinho com, com tempo aí. 20 minutos. Aí você começa. Vamos lá. E aí, aí eu começo. Vamos lá. Ok.

Então, como eu falei para vocês, galera, eu sou o simplista ascético, né? Quem não, não me conhece, tem o meu canal aí no, no YouTube, pode entrar lá. Tem outros debates que eu já fiz, tem vídeos, eh, refutando argumentos clássicos, tem vídeos falando sobre a, sobre religião como um todo. Entrem lá, deem uma olhada, né? E por que que eu me chamo, né? Por que que eu falo que que sou cético? Muitas pessoas às vezes, quando a gente fala que a gente é cético, acha que a gente tá falando que a gente não acredita em nada, que é uma das definições de cético, com certeza. Mas não é a única. N, a definição que eu uso como, como cético, quando me, quando digo que sou cético, é a definição de desprovido de fé, né? Eu não, eu não tenho, não acredito em nada por fé. N, tudo que eu acredito, eu acredito porque tem evidências. Então, eh, eu sou cético por conta disso. Eh, deixa eu pegar aqui. Então, vamos lá. Por que ser cético? Né? Porque eu sei que a gente tem um viés do falso positivo. Que que eu quero dizer com isso? Sei que a gente tem a propensão a um tipo de resposta para algumas perguntas. Um exemplo disso, imagina que você tá no meio da, da floresta e você vê o mato, né, uma moita se chacoalhando ali, uma moita mexendo. Eh, os que saíam correndo achando que podia ser um, um tigre, você podia sair correndo achando que era um animal, podia investigar, talvez fosse o vento, talvez fosse qualquer outra coisa. O que saísse correndo, né, e não, e tivesse errado, que achasse que fosse um tigre, saísse correndo e tivesse errado, teria gastado no máximo um pouco de energia para correr no, quando não precisava. Enquanto que o que não acreditou, o que não achasse que fosse um tigre, ficasse para ver e estivesse errado, pagava o maior preço de todos, pagava pra vida, com a vida. Então, a gente descende de, de quem corria e não de quem investigava, né? Então, a gente tem uma propensão ao falso positivo, né? A propensão a, a aplicar padrões aonde não existe, a, a aplicar intenção aonde não existe, né? Qual que é a diferença entre o vento e, e o tigre, né? O vento é uma coisa da natureza que só tá passando ali, enquanto que o tigre tem a intenção, né, de te matar, a intenção de te fazer mal. Então, é melhor a gente atribuir intenção onde não tem do que não atribuir intenção onde tem. A gente tem essa propensão, né? Então, por isso, isso que eu sou cético, né? Eu procuro ter a maior quantidade de crenças verdadeiras possível e a menor quantidade de crenças falsas possível. E até agora, o método que a gente encontrou mais eficiente para chegar nisso é ter somente crenças que sejam racionais, né? E como é que a gente faz isso? A gente faz isso através do ônus da prova, né? Que o ônus da prova nada mais é que quem tá afirmando algo é que tem que demonstrar que aquilo é verdade, ou então demonstrar porque que é racional acreditar naquilo. Sem isso, a gente acaba acreditando em coisas contraditórias, né? E a gente sabe como que a gente satisfaz o ônus da prova. A gente satisfaz o ônus da prova apresentando evidências que tornem a crença naquela coisa específica racional, né? Que você possa chegar naquela crença unicamente através da razão. Eh, um detalhe aqui é que o testemunho não é uma boa evidência para explicar um pouco tudo isso. Vou dar um exemplo, por exemplo, de abduções alienígenas. Eu não acredito em abdução alienígena, acredito que a maioria de vocês também não acredite, né? E como é que é, a gente, quando alguém fala que tem que foi abduzido, que, né, que existem abduções alienígenas, a gente acredita que existem abduções até que provem que a gente tá errado, ou a gente só acredita quando dão alguma demonstração de, de que aquilo tá, tá certo, né? A gente só, a gente não acredita enquanto não prova que tá errado, né? É assim que a gente faz com nada. Então, não deve ser assim que a gente deveria fazer com Deus também, né? E também o testemunho não é válido pra gente, né? Não é o suficiente pra gente, tendo visto que existem muitas pessoas, eh, que testemunham que foram abduzidas, eh, testemunhos em primeira pessoa, né, que teoricamente até seriam melhor do que os testemunhos da Bíblia e tudo mais, eh, testemunhos em primeira pessoa de pessoas que foram abduzidas com outros vários testemunhos corroborando, né, essa, esse testemunho, e mesmo assim a gente não acredita, né? Um. E aí, com, na questão da existência de Deus, a gente ainda tem mais uma dificuldade, que é a impossibilidade da verificação científica. A afirmação de que Deus da Bíblia existe não pode ser verificada cientificamente, né? Essa afirmação não é falseável, um, né? Que observação, quem seria capaz de refutar a existência de um Deus bíblico, né? Não tem nenhuma. E a ciência só trabalha com afirmações falseáveis, né? A ciência se baseia no materialismo metodológico. Existe o materialismo metodológico? Materialismo filosófico? Materialismo filosófico seria você partir do princípio, né, você pressupor que não existe o sobrenatural, que só existe, né, tudo que existe é, é o material. Eh, a ciência não parte desse. A ciência parte do princípio do materialismo metodológico, que nada mais é do que a constatação de que a gente não tem nenhum mecanismo que seja capaz de confirmar uma causa sobrenatural, né? Simplesmente porque a gente não tem nenhum mecanismo até hoje que seja capaz de confirmar isso. A ciência não, não trabalha com isso, né? Então, como que eu pretendo, eh, satisfazer o ônus da prova de que Deus não existe, que o Deus da Bíblia não existe? Né? Eu pretendo fazer isso demonstrando que, eh, indo pelo lado das, pelo, o pressuposto de que contradições não podem existir, né? Se algum, a gente sabe que solteiros casados não existem, né? Então, qualquer definição que contém a contradição não pode existir, né? O Deus da, Deus da Bíblia contém contradição e, portanto, ele não existe. Isso é o que eu pretendo demonstrar. Eh, como que as pessoas normalmente argumentam a favor da, da existência do Deus, né, de deuses e principalmente do Deus cristão? Não foge disso. Normalmente passa ou por experiências religiosas, né? E aí, a, a gente tem dois problemas: que as experiências pessoais são de primeira pessoa, então, portanto, só servem para quem as teve, né? Enquanto, e, e também o fato de que, como eu foi dito antes, é impossível comprovar a origem sobrenatural dessas experiências. Então, ninguém estaria justificado em acreditar racionalmente que a, que aquela experiência tem como fundamento algo sobrenatural. Outra, outra forma de argumentação a favor do Deus dos Deuses e do Deus cristão também é o famoso Deus das lacunas, né? Que é aquele Deus que ocupava a lacuna de um conhecimento. Um caso clássico que costuma se usar é, por exemplo, o trovão, né, raio e trovão. Os nórdicos não sabiam o que que eram, então postularam a existência de um Deus como Thor, que batia lá o martelo, jogava rojão, tal. Depois que a gente aprendeu, depois que a gente concluiu, que a gente sanou essa lacuna no nosso conhecimento e soubemos que, na verdade, raio e trovão não nada mais são do que a descarga da energia elétrica causada pela diferença de potencial, de energia estática entre a nuvem e a terra, não fez mais, não fazia mais sentido acreditar que era um Deus que fazia aquilo. Newton, por exemplo, que é uma das maiores mentes do, né, do da, da humanidade, eh, acreditava que Deus mantinha tudo funcionando. As, as equações para, para as órbitas dos planetas tinham algumas diferenças e Newton achava que era Deus que ia lá e arrumava isso de tempo em tempo. Ele entrava e arrumava tudo para as coisas continuarem. Eh, mais para frente, a gente foi descobrir que, na verdade, com relatividade, com outras coisas, a gente foi descobrir que, na verdade, as equações de Newton só funcionavam por uma faixa de energia e, portanto, né, ela não explicavam essas coisas. E a explicação de dos planetas não saírem de órbita é, eh, tem mais a ver com as teorias da relatividade de como a matéria, eh, altera o espaço-tempo, né, a gravidade curva o tempo, do que a existência de Deus. Gente, não precisava mais de um Deus para ficar arrumando ali os planetas nos lugares. Uma outra coisa muito comum que se, se argumenta é o acreditar por fé, né? Só que acreditar só pela fé é acreditar sem evidência e, portanto, é uma, uma crença irracional. E a gente sabe que a fé não é uma forma válida de chegar à verdade, porque se fosse uma forma válida, todas as religiões estariam certas. E é impossível que todas sejam certas porque elas são contraditórias, né? Então, portanto, a fé não é uma forma válida de chegar à verdade. E a gente sabe disso, tanto que a gente não usa a fé no nosso dia a dia para nada. N, ninguém sai atravessando a rua com fé que não vai ser atropelado por nenhum carro, né? A gente guarda fé para questões que não, não, a gente não teria o, o peso de ter tomado a decisão errada, não seria a nossa vida. Eh, outra forma muito comum é o pensamento positivo, né? Que é aquele velho, eh, eu quero viver para sempre, então vou acreditar que existe vida após a morte. O que é simplesmente ridículo, porque todo mundo sabe que querer que algo exista não significa que aquilo existe, né? Ninguém que se engaje em pensamento positivo pode dizer que se importa com a verdade. Uma vez que as pessoas costumam, vão acreditam em Deus normalmente por algum desses caminhos, elas acabam criando argumentos para tentar refutar, eh, desculpe, argumentos para tentar justificar essa, essa crença, tornar essa crença uma crença racional. E vários argumentos foram apresentados e refutados e reapresentados e refutados novamente, né? Desde argumento cosmológico, argumento do fine-tuning, né? Vamos ver qual, qual deles que, que o Conde vai pretende apresentar, se, se é que pretende apresentar algum deles. Mas todos eles já foram refutados e não tem, eh, nenhum argumento que seja válido sobre uma análise objetiva. Então, vamos lá pro, pro, pras minhas, meus motivos de dizer que ele não existe, né? Qual a minha sustentação do meu ônus da prova? Só, só uma pergunta. Só, desculpe. Deixa, deixa acabar. Você continua. Você vai, você pode me provar que ele não existe e me provar o que existe? Conde, por favor. Tô, é meu momento. Depois você continua. Depois eu falo. Tô falando com o público agora. O Deus da Bíblia, qual que é a definição do Deus da Bíblia, né? Um Deus onisciente, onipresente, onipotente, onibenevolente e que quer que a gente saiba que, que ele, que ele, que ele existe, que nós pecamos, que ele perdoa nossos pecados, que ele mandou o filho dele, né, para, para pra gente para conseguir, para perdoar nossos pecados. Ele, ele quer que a gente saiba tudo isso. Eh, então, vamos lá. Os, essa definição por si só já é contraditória, já deveria ser suficiente para você não acreditar que ele exista, né? Onisciência e onipotência são contraditórios. Se o Deus sabe de tudo, eh, ele pode fazer algo que ele não sabia que ele ia fazer? Ou seja, né, ele pode, ele, sabia que ele ia fazer o dilúvio, mas ele pode chegar lá na frente e não fazer? Ou seja, ele pode mudar de, de opinião? Se ele não pode mudar de opinião, ele não é onipotente, ele não, né, não pode fazer tudo, tem algo que ele não pode fazer. Se ele faz algo que ele não sabia o que ele ia fazer, então ele não é onisciente, certo? Então, essas duas coisas são contraditórias. A Bíblia fala que Deus se arrependeu em algumas passagens, ela fala isso. Um ser onisciente não pode se arrepender. Um ser, o arrependimento vem quando o resultado de algo que foi que você fez não era o que você esperava, né? Ou foi um resultado diferente, ou as, o que, o que levou esse resultado foi algo pior do que você imaginava. Mas em qualquer caso, é algo que tem que ter algo que você não sabia que ia acontecer para poder se arrepender. Então, um ser onisciente não pode ser. Onipresente também significa presente em qualquer lugar, por exemplo, e, portanto, significa presente até no inferno. Eh, e a própria Bíblia diz que o inferno é ausência de Deus. Então, se o inferno é ausência de Deus, tem um lugar que Deus não tá, portanto, Deus não é onipresente. Eh, onibenevolente e onipotente são contraditórios com a realidade, né? É o velho problema do, do mal, já colocado por Epicuro, mais de 2000 anos atrás, né? Que afirma que se Deus é bom e, e todo poderoso, né, se ele é, se ele é bom, é bondoso e, e onipotente, por que que o que existe o mal, né? Se ele não, se ele não quer que o, o mal exista e, e pode fazer com que o mal não exista, porque que o mal existe? Ou ele não quer e, e ele pode e não quer, e, portanto, ele não é bom, ou ele não quer, ele pode, e, ou ele não pode e quer, portanto, ele não é onipotente, ou ele não pode nem quer, então não deveria ser chamado de Deus. Isso você pode responder até com o livre arbítrio no que, no que tange a pessoas, mas a pessoas tendo atitudes más. Mas o livre arbítrio não pode explicar porque que existe o, o mal, por exemplo, catástrofes naturais, porque que existe o sofrimento de inocentes, porque que uma criança nasce com câncer, né? Uma criança, não uma criança, crianças não precisariam nascer com câncer para a gente ter livre arbítrio. O livre arbítrio não pode ser uma resposta para, para porque existem crianças que nascem com câncer, né? Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas? Eh, e por falar em, né, em ser bom, Deus, a Bíblia diz que Deus é, é bondoso, mas outras inúmeras passagens contradizem isso, né? Deus endossa a posse de outro ser humano como propriedade. Deus mata milhões, incluindo recém-nascidos. E veja bem, quem for falar aqui que o Deus matou aqueles recém-nascidos porque já sabia que ele ia ser mau lá na frente, então você tá afirmando que não existe livre arbítrio. Essa pessoa não, né, esse recém-nascido não poderia tomar a, a decisão de ser bom, né? Então, ele não teria como escapar de ser mau. Isso é negar o livre arbítrio. Eh, Deus manda matar todos os homens e pegar as virgens. Deus mata crianças por causa da calvice de um velho. Coisas desse tipo demonstram que Deus não é bom. Outro problema é o problema da desgraça da descrença, né? O que que é o, o problema da descrença? É o fato de que se existe um Deus todo-poderoso, eh, ele quer que, quer que acreditemos nele. Por que que a gente se, quer tá tendo esse debate, certo? Se um Deus é todo-poderoso e quer que a gente acredite em algo, por que que todo mundo não acredita? Porque as pessoas, porque a maioria das pessoas não acreditam no Deus da Bíblia? Porque tanta gente, né, não acredita nessa afirmação? Se, se existe um Deus, um ser todo-poderoso que quer que a gente acredite, né? Se as doutrinas da, da cristã tiverem corretas, bilhões de pessoas irão pro inferno simplesmente por não ter adivinhado o grupo certo de crenças para acreditar, certo? Eles podem até saber que existe uma cristã, que uma religião, né, do que é o cristianismo, que prega tudo isso. Mas como é que você tem como saber se essa, essa religião não é diferente de qualquer uma outra, se os próprios praticantes falam que é simplesmente por fé, né? Por fé você pode acreditar em qualquer coisa. Então, Deus não deixou claro que aquilo que é necessário para nossa salvação seja verdade, né? Que Deus existe, que você pecou, que ele tá disposto a, a te perdoar, né? Que ele mandou o filho dele. Dependendo da sua corrente do cristianismo, podem ter muitas outras coisas. Algumas outras coisas, mas praticamente para qualquer, qualquer corrente do, do cristianismo é necessário que você acredite que Deus existe, que você acredite que você pecou, que você acredite que Deus está disposto a te perdoar, se você se reconhecer isso, certo? Então, vamos chamar, né, essas coisas todas. Deus quer que você acredite nisso. Então, botando de uma forma, num, num silogismo, seria mais ou menos assim: premissa um: se Deus existe, ele quer que saibamos isso, né? Isso eu digo, é não é o Deus existir, você pecou, ele tá disposto a toda, toda essa, esse grupo de, de crenças. Premissa um: se Deus existe, ele quer que saibamos isso. Premissa dois: se Deus existe, ele tem o poder de fazer com que saibamos isso. Premissa três: se Deus existe, um e dois, nós deveríamos saber isso. Premissa quatro: nós não sabemos isso. A conclusão é que a explicação mais sensata é para que, para o fato de que não sabemos isso, é que não existe um ser todo-poderoso que quer que saibamos, certo? E novamente, aqui o livre arbítrio não é uma resposta, porque veja bem, na Bíblia mesmo tem várias ocasiões em que Deus, que as pessoas, pessoas que sabiam que Deus existia, que tinham experimentado Deus diretamente e mesmo assim se rebelaram contra ele. Se você acredita no, no Diabo, você acredita que existia um ser que, eh, tem a experiência direta da existência de Deus, via, viu toda a capacidade, todo o poder de Deus se manifestar e mesmo assim resolveu se rebelar contra ele. Se você acredita que existe algum, algum ateu que é ateu porque está bravo com Deus, você acredita que tem pessoas que acreditam que Deus existe, mas escolhem se rebelar contra ele, certo? Então, eh, ele mostra, ele fazer com que as pessoas digam que ele existe, não, não é uma interferência no, no livre arbítrio, certo? Todas as pessoas continuam livres para negar, né, para negar Deus, mesmo sabendo que ele existe. E só para concluir, né, a ciência não, não consegue provar que, que Deus existe, mas ela também não ajuda, né? Porque um, todas as descobertas, grandes descobertas científicas poderiam apontar na direção de um Deus, principalmente de um Deus cristão. Os primeiros, os grandes cientistas, os primeiros grandes cientistas, todos eles, todos não, mas a grande maioria deles eram cristãos, né? Eles estavam procurando formas de mostrar, né, de entender o Deus, né? Portanto, só que todas e sem, sem exceção, 100% das grandes descobertas apontam na outra direção, né? Poderia ter existido um dilúvio, talvez se a Bíblia tivesse ido com, com era glacial, ela teria se ter tido um pouco mais de credibilidade, né? O homem poderia ter um DNA totalmente diferente dos outros animais, alguma coisa que apontasse para uma criação, entendeu? Países poderiam ficar menos suscetíveis a desastres naturais depois de virarem cristãos. Toda, cada uma das grandes descobertas, todas as respostas que a gente já encontrou como civilização, como humanidade, todas as respostas que já foram encontradas ou confirmam uma, uma visão secular do mundo ou continuam não respondidas. Qualquer pergunta que já, já foi feita, ou foi, as únicas respostas conclusivas que nós já tivemos confirmam uma visão secular. Nenhuma confirma o sobrenatural. Quantas cartas a gente ainda vai precisar virar nesse baralho todo para concluir que o Deus bíblico não tá nele, né? Até, até quando a gente vai, vai, vai fazer esse jogo? Então, só para, para fazer umas, um resumo de tudo, eu não acredito que, que o Deus da Bíblia existe porque ele, a definição dele apresenta diversas contradições, apresenta de contradições com a realidade no problema da existência do mal, mal natural e de coisas boas acontecendo com pessoas inocentes, e o, e o problema da descrença. E são os principais argumentos para não acreditar que o Deus exista, para fazer com que a visão ateísta, né, principalmente em relação ao Deus cristão, seja a visão mais racional. Já acho que foi, né? Deu 20 minutos aí. Tem, tem mais 40 segundos. Pode. Deixa eu zerar aqui. Tudo bem.

Primeiramente, boa noite a todos. Tá, eu fiz umas anotações sobre algumas observações que eu vou objetar e a partir das objeções eu vou colocar, eh, o porquê do Deus cristão existir. Primeiramente, né, você se identificou como cético, eh, você atribui à lógica empírica e científica uma, uma perspectiva totalizante do universo, né? Uma perspectiva inclusive materialista. E você diz que a ciência é um, a ciência se pauta por um materialismo metodológico. Você já cometeu um primeiro erro aqui. Na verdade, o que você está repetindo não é ciência. O que você está repetindo é a filosofia positivista comtiana do século XIX. É basicamente isso. Você está repetindo um conceito filosófico e você está passando por científico, né? O conceito filosófico materialista que é inspirado em Augusto Comte, que é inspirado em vários filósofos do Iluminismo materialista, por exemplo, Barão de Holbach, por exemplo, que tem um chamado Tratado da Natureza, que fala desse princípio exclusivamente materialista da realidade. E baseado nisso, você cria um ordenamento através da matéria. O problema é você atribuir à matéria um ordenamento por si próprio. Ele não tem ordenamento por si próprio. É preciso um ser maior para que dê, dê um certo sentido a esse ordenamento, sob pena de, de ser uma coisa caótica. Só que a natureza, ela não é caótica. Já, já que nós falamos de ciência aqui, eu vou ser ousado em dizer que a ciência nasceu da teologia. Nasceu de uma compreensão de uma natureza ordenada. E já que nós estamos falando do natural e sobrenatural, o natural, ele só tem uma ordem se houver uma ordem superior, só houver uma ordem que, de fato, dê um tipo de sentido ao universo. Esse, esse sentido de ordem tem que estar acima da natureza e não pode ser da própria natureza, porque a natureza, ela obedece a mecanismos que não são elas próprias. Eu estou falando aqui um conceito aristotélico e que se aplica até hoje. Você fala muito da questão de ter sido refutada a filosofia cristã. Filosofia cristã nunca foi refutada, nunca foi suficientemente refutada. Nem essas teses materialistas céticas nunca refutaram nada. Elas só fizeram negar, negar, negar até o ponto em que eles perderam a fé em tudo, inclusive do conhecimento. É isso que eles fizeram de cinco séculos para cá, desde a época da Reforma Protestante. Sempre fizeram isso. Ah, nega, nega, nega, nega até o ponto que ele já, ele já começa a acreditar que o conhecimento não existe mais. Quer dizer, é um, é um embotamento intelectual, um embotamento, eh, um embotamento psicológico. Primeiramente, a ciência não, somente a ciência não prova, a ciência não tem faculdade de provar a existência, existência de Deus por si própria, porque o objeto da ciência é apenas o estudo dos fenômenos naturais. Então, a ciência não tem explicação totalizante do universo. A única, digamos assim, a única atividade humana, por assim dizer, que pode explicar a totalidade do universo é a filosofia. Para você ter uma ideia, só de como a ciência é limitada para explicar o universo, a ciência mesma não se autoexplica cientificamente, mas sim filosoficamente. E o que quer dizer isso na prática é que a ciência, muito antes de existir, ela nasce de uma especulação, ela nasce de uma concepção de ordem, de uma ordem natural. E só pode ser possível ter ordem natural de causalidade, né? Quando nós falamos de ordem, nós falamos de ato, potência, ato, né? Basicamente é a condição do ser, né? Eh, seria até meio difícil explicar aqui, porque agora não me vêm as palavras, mas por exemplo, ato, potência, causalidade, movimento, entre outras coisas, eles levam ao incremento de uma ordem natural. Essa ordem natural, ela não é possível dentro de um universo caótico, dentro de um universo criado através do caos, a não ser que você atribua à matéria um sentido de ordem, uma matéria impessoal, né? Uma matéria que se, sei lá, se regenera ou coisa parecida. Do resto, isso é logicamente inviável por uma razão muito simples. Primeiro, porque a matéria, ela está sujeita a um ordenamento que ela mesmo não comanda, né? Ela tem todo um procedimento que é inerente à sua ontologia. Em cada, em cada ser, em cada entidade, em cada fenômeno, ele tem uma finalidade, tem uma causalidade própria que exclui outras finalidades, outras causalidades. Isso se chama uma ordem. E detalhe, a religião, a religião, muito antes de ser, eh, uma espécie de superstição, porque as pessoas não tinham explicações naturais sobre o problema, é porque, na verdade, esse conceito de ordem não somente existe na natureza, mas também é captado pelo homem. O homem não vive sem um conceito de ordem. Essa ordem, ela está aplicada não somente aos fenômenos da natureza, como também aos fenômenos da sociedade, como também aos fenômenos da moralidade em si, em tudo, em basicamente tudo. Baseado no pressuposto de que o universo é ordenado e não caótico. E se você atribuir ao caos, você vai simplesmente negar a própria ciência, porque a ciência só pode ter compreensão, a gente só pode ter compreensão de uma realidade do ponto de vista estreitamente científico, porque a gente, através de uma teoria, pode se criar princípios gerais e, a partir desses princípios gerais, você pode ver que existe uma margem de repetição daqueles fenômenos e aqueles fenômenos são inclusive mutáveis. Por exemplo, eu coloco, eu pego um copo de água e coloco na geladeira. Se eu coloco isso na geladeira, eu sei que esses fenômenos vão se repetir a, a infinito, a não ser que haja uma outra coisa que possa afetar aquele fenômeno. Mas mesmo assim, dentro daquele fenômeno estrito que se repete na natureza, é um fenômeno imutável, é uma regra que existe na natureza. E essa regra não pode ser atribuída à própria matéria. Então, já existe um primeiro erro aqui, né? O primeiro erro de acreditar que o método científico é o único método, métodos aceitáveis, né? Por quê? Porque você acha que através dos teus olhos você pode evidenciar alguma coisa. E a coisa não funciona dessa maneira. A ordem não é uma coisa escrita, o ordenamento não é uma coisa escrita, é uma coisa que é prevista pela própria razão. E aí vou chegar da questão de você afirmar que Deus não é objeto da razão, completamente errado. Só podemos atribuir causalidade, unidade, ordem, essência no universo, no universo a partir de um, de um criador, a partir de um criador sábio, inteligente. Inclusive, você usa alguma terminologia que eu acho muito divertida, você falar sobre a questão do mal e você repete Epicuro. Epicuro, que convém dizer, um filósofo menor do mundo grego, muito menor comparado a Platão, comparado a Aristóteles, é um filósofo que, não quer desmerecer a sua leitura, mas é o que eu penso, é um filósofo menor. Filósofo que não entendeu metaforicamente Deus. Tá? Quando você fala do problema do mal, primeiro você tem que reconhecer o que é o mal e segundo você tem que reconhecer também o que é o bem. No teu discurso, teu dado momento, você fala muito, ah, porque uma criança com câncer está morrendo, porque existe um processo de desastre natural, etc. Mas de onde é que provém a ideia de que exista um bem, eh, um bem e uma criança não ter câncer, ou um bem, por exemplo, num sentido da justiça? Dentro da cosmovisão materialista, isso não tem sentido. Você só tem sentido de falar um mal se existe um bem que está sendo atingido. Até porque o mal, enquanto elemento ontológico, ele não existe. O mal não é uma existência, o mal é uma inexistência, uma privação de algum tipo de bem. Você é curioso que você critique o cristianismo, critique o cristianismo nos seus princípios e até mesmo a filosofia nos seus princípios, mas você, no fundo, pensa como cristão e não percebe. Porque quando você atribui, questiona por que existe o mal, a primeira pergunta que você tem que perguntar é também como posso identificar o bem? Só existe o mal porque existe um bem que está sendo atingido. E este bem, e se a gente, a partir do pressuposto de que a natureza ela tem uma ordem, uma ordem também demanda uma hierarquia dentro dos entes, uma hierarquia de entes muito mais sofisticados. Por exemplo, o homem é muito mais sofisticado que o animal na sua inteligência, né, na sua sabedoria, na sua vontade. O homem é um ser muito mais complexo que um animal, né? Existem entidades na natureza que são mais complexas, mais sofisticadas do que entidades menos complexas e menos sofisticadas. E todas essas gradações hierárquicas levam a um absoluto que gerou tudo isso. E esse absoluto só pode ser o absoluto divino. Eu só posso conceber um bem absoluto, um bem, né, um bem em sua escala existencial, se houver uma essência para esse bem, que é um bem em forma absoluta, ou uma justiça em forma absoluta, né? Então, quer dizer, Deus e a razão, eles estão completamente concatenados pela seguinte forma de que a realidade existente comporta uma ordem. E essa ordem não é arbitrária. Se você responder que é arbitrária, então você não pode falar de bem, não pode falar de mal, não pode falar de ética, não pode falar de ciência, porque se o universo é caótico, não há como se compreender o universo. E já que nós estamos falando da religião cristã, e já que eu falei que a teologia deu fundamento à ciência moderna, ciência que você coloca como contraposição à fé e em contraposição à própria religião, na verdade, eh, isso existem estudos antropológicos sobre isso. O erro do ateu muitas vezes é pressupor que todas as religiões pregam a mesma coisa, pregam a mesma coisa, uma visão. Quando, na verdade, são tudo coisas, visões diferentes. Ser cristão é diferente substancialmente do ponto de vista da visão de mundo e do próprio Deus, eh, em comparação, por exemplo, a um pagão do mundo grego, que acreditava que cada emanação, cada emanação da realidade era uma manifestação divina. Primeiro, porque o, o pagão, ele é um elemento animista, ele acredita num animismo da natureza. Quem dá o incremento da separação total da natureza e do sobrenatural é o cristianismo. Se você hoje tem uma concepção de natureza, né, conforme uma ordem, um sistema ordenado, deve ser duas coisas: filosofia grega e cristianismo. E mais o cristianismo, porque justamente o cristianismo botou a cereja do bolo da filosofia grega, que é o universo sobrenatural, que o grego ficava engatinhando, porque ele, ele estava preso nessa concepção naturalista, né, nessa concepção animista, inclusive. Então, partindo desse pressuposto, vamos falar da onipotência de Deus, onisciência de Deus e onipresença de Deus. E você falou que, eh, que se Deus sabe tudo, né, como é que ele poderia mudar certas coisas? Uma coisa que você talvez tenha desconhecido é o fato de que Deus cria as coisas conforme uma providência. A providência implica dizer o seguinte, que tudo que ele já criou já está conhecido para ele. Deus não precisa do universo para viver. Ele faz por um ato de pura liberdade e puro amor, porque Deus é ato, ato imutável. Ele não precisa das potencialidades, porque senão ele teria uma necessidade. Quando, quando a Bíblia usa a linguagem do arrependimento ou uma linguagem antropomórfica, aquela linguagem, na verdade, ela é apenas um sentido de linguagem, porque Deus já sabe o que está fazendo, Deus já sabe o que vai acontecer daqui a 1000 anos, porque o próprio tempo, você sabe muito bem, o tempo só existe a partir do mundo. E Deus está acima tanto da natureza como do próprio mundo. Então, ele também está acima do mundo, quer dizer, criou o mundo, criou o tempo. Então, quer dizer, eh, quando você fala do provid, você fala da questão da onisciência, da onipotência, você está negando a ideia da providência. Você está atribuindo a Deus uma qualidade humana, uma qualidade limitada. Quando, na verdade, a qualidade da limitação é não somente saber prever o que vai acontecer, tá? Como estar presente no sentido de uma ação providencial. Mas veja, o fato de Deus ter uma ação providencial no universo não quer dizer que ele não respeite as vontades e os desejos que foram criados para que o homem também escolhesse os seus fins e escolhesse os bens de acordo conforme Deus criou. Você só reconhece o bem a partir do divino, porque ele cria tudo, ele fundamenta tudo a partir da ordem do divino. A desordem, propriamente dita, você vê se você aplicar a desordem na natureza, a desordem na ordem social, a desordem na vida privada, digamos, um cara que tem costumes desregrados, desequilibrados, etc., e quebra esse componente da ordem. Qual é o caminho dele? O caminho dele é a destruição. E vou mais além, já que nós estamos falando da questão do caminho da destruição, vamos voltar ao pecado original, que é um fundamento do cristianismo. O que é o pecado original? O pecado original é uma herança que nós temos de uma condição decaída. Alguém poderia dizer assim: "Ah, mas como é que eu posso herdar uma condição decaída? Como é que eu posso, digamos, herdar uma situação de algo que eu não, que eu não fiz?" Veja uma coisa, muitas coisas você herda dos seus pais e das suas mães, que não somente são coisas boas, como também coisas viciadas. A condição decaída do homem não significa necessariamente que não haja uma salvação para essa condição decaída, porque Deus já previu tudo isso. Deus já colocou aqui, ele sabia que o homem ia pecar e ele sabia também que o homem poderia se redimir. Tanto é verdade que a condição decaída do homem não significa que ele não perca, que ele perca, por assim dizer, a sua benevolência original. A só que a benevolência original do homem é perfeita porque ele está afastado de Deus. Então, esse, esse são esses conceitos que eu acho que são problemáticos no seu discurso. Ou seja, você fala de bem e mal, mas você não categoriza o que é o bem e o mal e como se aplica o bem.

E, mal dentro de uma ordem materialista, se é que existe uma ordem materialista, né? Segundo ponto, com a questão da potência da onisciência e onipresença de Deus. Você falou do inferno, por exemplo. O que é o inferno? O inferno é o sinal da justiça divina. Sinal da justiça divina do seguinte, no seguinte fato de que Deus criou pessoas e ele sabia disso. Embora ele não interfira na vontade, ele sabia disso, que essas pessoas iam se perder e outras pessoas iam se salvar. Há uma discussão na teologia, e nós, católicos, nesse ponto discordamos, porque são os calvinistas que eles só falta atribuir, inclusive, vontade já a um a um a uma a uma definição, né, propriamente divina, né? Deus já decidiu até a vontade. Se fosse assim, Deus seria responsável pelo mal, mas Deus não é responsável pelo mal por uma razão muito simples. Deus não seria contra ele mesmo. Mas Deus permite que as pessoas sejam livres dele. E permitindo que são livres dele, permite o mal. O mal é a privação dos bens que foram criados pelo próprio Deus, inclusive a própria ligação com ele, que acaba eternizando, acaba inclusive gratificando o próprio homem, porque há a condição natural das coisas. É nesse sentido que o cristianismo prega sobre esse conceito de ordem, conceito de moral, conceito de, de, esses conceitos filosóficos. E, e quando, e quando se coloca essa questão de dicotomia entre ciência e fé, que é uma dicotomia falsa. Primeiro, os cristãos, quando, quando nós acreditamos na Bíblia, e nós acreditamos em várias outras, várias outras ações de Deus que, por livre disposição, resolveu se revelar ao povo judeu e do povo judeu ao mundo. O que que se percebeu ali? Primeiro, o homem teve uma natureza decaída, ele se afastou de Deus, mas Deus criou um propósito de salvação. E esse propósito de salvação é a revelação. E a partir da revelação, o homem, Deus age sobre os homens. E dessa, dessa, dessa ação se chama graça, a graça salvífica. Ele age sobre os homens para o sentido da revelação e para o sentido da sua atuação sobre essas pessoas. E a fé é a adesão intelectual e sentimental dos propósitos da revelação, que são históricos. Existe uma distinção entre a religião cristã e qualquer outra religião. A religião cristã é uma religião histórica. O judaísmo é uma religião histórica no sentido de que todos os fatos que estão ali, inclusive os fatos milagrosos. E vamos falar de uma coisa interessante. O milagre só existe porque a ordem natural existe. E a ordem natural existe, prova o que que Deus pode ir muito além da ordem natural por um princípio maior do que a própria ordem natural. É para isso que existem os milagres. E mais, e, e existe o propósito da revelação, que na verdade Deus não é somente uma ordem natural que cria. Ele criou uma ordem natural e ficou tudo unido, maravilhoso. Não existe uma relação íntima entre Deus e o homem, que se apresenta no povo judeu como instrumento da revelação. E que a partir da entrega do seu próprio filho, Jesus Cristo, ou seja, Jesus Cristo vem à terra como a parte substancial do próprio Deus. Ou seja, ele é, ele é o Deus. Só que ele é Deus em parte substancial, embora sejam três pessoas. E Deus sabendo que o homem jamais pagaria pela sua própria salvação, ele mesmo se compromete a isso. Ele se compromete a se doar para o homem. Ou seja, é uma relação de amor entre Deus e o homem. Isso é um dos componentes da fé cristã. E, e já que nós falamos de livre arbítrio, né, descrença e crença. Bom, a Bíblia também diz que o homem é imagem e semelhança de Deus. Imagem e semelhança de Deus significa que, que o homem tem o atributo da vontade, do atributo da consciência, tem um atributo da inteligência, o atributo da compreensão como todo. E aí eu pergunto uma coisa. Já que, já que nós podemos partir de uma ordem materialista, né, de que acredita que o universo é uma sucessão de acasos, né, que a ordem, na verdade, ela se constrói basicamente com uma matéria totalmente impessoal. Eu pergunto para você: aplique essa impessoalidade na sua vida cotidiana, se é possível. Se é possível você viver sem a ordem, né? Se você vivesse sem a ordem, se a natureza fosse caótica, como se acredita, né, atualmente. Se isso é possível, então, se você está atribuindo à matéria todo esse poder de, de, então a impessoalidade é superior à inteligência? A impessoalidade é superior à consciência? A impessoalidade é superior aos nossos atos enquanto cotidianos? Ou seja, então talvez era melhor que fôssemos uma pedra do que ser um ser humano. E isso que eu estou colocando aqui é justamente lógico, é justamente racional. Eu não estou apelando à Bíblia, não sou protestante para ficar fazendo citações bíblicas a granel. Mas, e detalhe, essa razão dá sentido ao Deus bíblico, ao Deus cristão, porque nem todos os tipos de deuses, por assim dizer, têm essa cosmovisão, essa noção da onipotência, da onisciência, da ordem. Se você pegar, por exemplo, o Islamismo, o Islamismo não tem noção de ordem. Tudo é vontade de Deus, tudo é arbítrio de Deus. Mas o Deus cristão é o Deus do logos. Logos no grego quer dizer razão. Logos no grego quer dizer palavra. Deus cria o mundo pela, pela boca dele. Isso eu estou falando de sentido figurado, porque Deus não tem boca. Pelo menos nunca vi a boca de Deus. E também não poderia haver Deus, porque Deus, pela sua natureza, é o absoluto, eterno, atemporal. Eu não acompanho isso. Eu posso aceitar a intervenção dele na minha vida para que ele me busque, mas por mim próprio não tem possibilidade, né? Mas só, só para terminar, só para terminar. Eu, em alguns tópicos aqui: Deus, perfeição da criação, ordem do universo, finalidade, causalidade e relação. Isso tudo tem a natureza evidencia a criação, a natureza evidencia a ordem, a natureza evidencia a inteligência. Segundo ponto: Deus como ordem natural dentro da ciência. Eu só posso compreender a natureza cientificamente a partir de uma perspectiva de ordem que está muito além da natureza. Eu não posso atribuir à natureza. Ok, ok, ok. Já deu, né? Já deu. Aí, já, eh. Bom, vamos lá. Agora são mais 10 minutos para cada um. Eh, deixa eu começar aqui. Bom, você falou, você começou, começou afirmando, não sei por que motivo, que eu seria um materialista. Eh, não sei da onde se tirou essa, essa, essa imagem. Não sei por que se fez essa afirmação e baseou um monte de coisa nessa afirmação sem nenhuma, nenhuma base. Você afirma também um monte de coisa sem, sem dar nenhuma. Você só faz afirmações e não apresenta nenhuma evidência que suportem elas. Eh, você afirma que o natural só pode ter ordem se tiver uma ordem fora dela e tudo mais, sem mostrar porquê que isso é verdade, né? Repetiu, falou que, que eu estava sendo errado em dizer que a ciência não podia, eh, mostrar que Deus não existe, sendo que foi exatamente o que eu disse, né? Eu disse exatamente isso, que a ciência não é capaz de, de comprovar que, que Deus não existe. E você falar que eu estava errado em dizer algo que eu não disse. Mas tudo bem. Não sei da onde que você, você ouviu isso. Talvez você ouviu o que você quisesse ouvir. Eh, você fala também que a ordem, a ordem não é possível em um universo caótico. Não sei exatamente o que você quer dizer com universo caótico e com, e com essa ordem. Mas o, o universo, apesar de ter um caos inerente a ele, que é, eh, já é demonstrado principalmente pela quântica, né? Que você, você tem o princípio da incerteza, ou seja, existe um, uma questão randômica na existência, na, na existência da natureza em si. Eh, e ao mesmo tempo também existe uma ordem, porque o universo também obedece algumas leis. Então não sei da onde que você está tirando esse, essa ordem caótica aí. Eh, já falei que você disse que eu tinha criado, cometido um erro de dizer que o método científico é o único aceitável. Em nenhum momento eu falei isso. Eh, nenhum momento eu disse que o método científico fica o único aceitável. Acho que o, o processo da razão, né, da, da compreensão filosófica das coisas também é um, é um método. Não sei por que você fez essa afirmação, né? Da onde você tirou ela. Eh, você diz que a gente só pode aferir uma causa com, com a existência de um Deus. Também outra afirmação sem nenhuma evidência para suportar ela. Ou talvez você queira elaborar um pouco mais sobre isso. Falar que Epicuro é um, é um filósofo menor da antiguidade, não faz menor diferença se o que ele falou está, está certo ou está errado. Ele podia ser do total desconhecido que, se o que ele falou é verdade, é verdade. Pronto. Não importa quem ele era, não importa se ele é maior ou menor. O fato é que foi colocada uma questão que até hoje não foi respondida. Se essa foi a única coisa que ele fez, né? E não tem nenhuma outra produção filosófica, como muitos outros filósofos, não tem a menor relevância nesse caso, né? Totalmente, eh, irrelevante ele ter sido um, um filósofo maior ou menor. Ele colocou uma pergunta que até hoje não, não é respondida. Aí você toca na questão da moralidade e afirma que eu sou um relativista. Não sei da onde você tira que eu sou um relativista. Para mim, existe uma moral absoluta, sim. Eh, absoluta no sentido de que ela pode ser, eh, aplicada em qualquer momento, né? Em qualquer época. Ou, e é errado possuir seres humanos, né, ser humanos como posse. É errado hoje, era errado na época que que as pessoas achavam que era certo. E mesmo se todo mundo achasse que era certo, continuaria sendo errado. Não sei da onde você tira que essa não, não seria a minha visão, ou que isso só, ou que só é possível ter essa visão se existir um Deus. Para mim, o moral é aquilo, uma colocada de uma forma simplificada, porque, né, tem bastante coisa que envolve isso, principalmente quando você vai fazer uma análise da moral aplicada, né? E não dos, dos conceitos do pressuposto da ontologia da moral, né? Para mim, moral é aquilo que é benéfico para a sociedade e não causa sofrimento desnecessário. E por contraposição, eh, o que é imoral é aquilo que ou é maléfico para a sociedade ou causa sofrimento desnecessário. A partir dessa definição de, de moral, ela pode ser aplicada em qualquer situação e você tem coisas objetivas para comparar e para, e para saber. Então, ela é objetiva nesse sentido e ela é absoluta para se aplicar em qualquer momento. Eh, inclusive se aplicar a Deus, né? Dizer que, que Deus é moral e, por exemplo, que você citou que era, é moral o, herdar a condição decaída, né? Que isso não seria uma coisa. Isso é absolutamente imoral. Você pode, não, você pode dizer que isso não é imoral numa questão de pai e mãe, porque, teoricamente, não tem mal, né? Os genes passando, porque não tem uma intenção nisso, né? O ato de passar alguma coisa ruim do gene dele não é intencional. Então, o ato dele fazer isso não, não é imoral. Mas a partir do momento que Deus tem a intenção e que Deus controla tudo isso, eh, ele passar o, o peso, né, a culpa de, de sermos, de sermos seres caídos para os filhos de, de Adão, é absolutamente imoral, entendeu? Deus matar crianças, eh, porque causou da, da calvice de um velho, é absolutamente imoral, entendeu? Se Deus realmente é benevolente e realmente é, é todo poderoso, o deixar uma criança nascer com câncer é imoral do ponto de vista de Deus. Agora, você vai falar para mim que não é possível analisar o Deus de uma forma moral. Então você tem que dizer que não é possível dizer que Deus é bom, porque se ele está acima do bem e do mal, então ele está acima do bem e do mal. Ou ele é bom, e portanto a gente pode fazer um julgamento moral sobre Deus, ou ele está acima do julgamento moral, eh, do julgamento moral, e portanto não é possível fazer um, um julgamento dele, nem mesmo para dizer que ele é bom, certo? Então, nesse, nesse ponto, eu acredito que minha moral seja até mais absoluta que a sua, porque ela se aplica inclusive a Deus também. Você diz que, que a, a ciência surgiu da, da filosofia cristã e tudo mais. Eu não estou usando a ciência aqui para, para justificar que Deus não existe. E o fato dela ter surgido de onde quer que seja, não, não diz nada sobre a existência de um Deus. O fato da, da filos, da ciência ter surgido de uma filosofia que é questionável, mas mesmo que não fosse, mesmo que fosse, o fato de ciência ter realmente surgido da filosofia, né, da, da teologia cristã, isso não muda em nada o, o fato do, do que eu estou colocando. Elo, isso é absolutamente irrelevante, né? Da onde que, que a ciência surgiu ou deixou de surgir. Não sei da onde você tirou isso. Eh, você novamente falou que tentou justificar o mal com o livre arbítrio, mesmo já tendo explicado que o caso que eu estou falando, né, do mal, não existe no livre arbítrio, jamais pode ser uma resposta, né? Que relação que tem a gente ter livre arbítrio com crianças nascerem com câncer? Porque que crianças precisam nascer com câncer para a gente ter livre arbítrio? Livre arbítrio não tem absolutamente nenhuma relação com isso. Eu estou falando do mal que acontece, né? Por exemplo, com, com o recém-nascido, ou então catástrofes naturais acontecem com pessoas boas também, certo? O mal que acontece com pessoas boas não, não tem nenhuma relação com, com o livre arbítrio. Não sei porque que você está tentando bater nessa tecla como se o livre arbítrio fosse uma resposta para a existência desse tipo de mal, né? Quando, quando eu falo da onipotência, da, da onisciência, você fala que eu estou colocando Deus como se fosse uma visão humana. É, é simplesmente ridículo. Estou colocando Deus como sendo esse ser onipotente, onisciente. Essas duas, eh, duas características são simplesmente contraditórias. Elas não podem existir. Um Deus, um ser que tem essas duas características, pelo menos não com a definição de poder fazer tudo e saber, e saber tudo. Isso simplesmente não. Você mesmo falou que, eh, que Deus quando fala que vai se arrepender, eh, que Deus se arrepende. A Bíblia é um, um sentido figurado. Eu já, aí já tem uma questão que eu gostaria de saber como é que você consegue diferenciar as passagens da Bíblia que estão simplesmente fazendo um sentido figurado para as passagens que estão realmente dizendo o que que é, né? Quem disse que o, então a passagem que diz que Deus é bom não é figurado também? Quem disse que a passagem que diz que Deus é onisciente não é figurado? Quem diz que ele talvez não tenha coisas que ele não saiba? É só uma forma de dizer que ele sabe muito. Se você vai partir para esse lado, você tem que apresentar um mecanismo capaz de, da gente usar para definir na Bíblia o que que está sendo figurado, o que que é, o que que é realmente aquilo que está sendo dito e o que que não é bem isso que está sendo dito, mesmo quando ela fala explicitamente. Eh, você fala que a existência de milagres comprova o, o, para, para poder ter, ter milagre, tem que ter Deus. Só que você não mostra nenhum motivo para alguém achar que algum milagre já aconteceu, né? Ou seja, mais uma afirmação totalmente, eh, desprovida de evidências. Você não, não conseguiu dar uma resposta também pro, pro problema da descrença. Eh, você não apresentou, no fundo, no fundo, você falou, falou, falou um monte de coisa sem evidenciar absolutamente nada. Você não mostrou porque você afirma que alguma coisa só é possível assim, mas não mostra como. Você só fala sem mostrar as evidências de porque que aquilo é verdade. Só afirmar alguma coisa não faz aquilo ser verdade. Ou você mostra, ou não tem por que acreditar no que você está falando. É isso aí. Pode ir. Conde, Conde, Conde. Tá ouvindo? Agora sim. É porque apertou aqui o, o microfone. Então vamos lá. Olha, até o momento, você não, não me refutou nada. Você simplesmente desqualificou meus argumentos sem refutá-los. E vou dizer porquê. Primeiramente, o conceito da ordem da natureza. Uma hora você afirmou, você afirmou no início do, do seu, da sua exposição que, eh, você realmente reduziu a dimensão do conhecimento a um materialismo metodológico, materialismo científico. Você afirmou isso. Então eu ataquei esse argumento. Num debate, tem que ser atacado os argumentos. São conflitantes. Então eu escolhi esse argumento. Com relação a Epicuro, se você procurar Platão, Aristóteles, São Tomás, Agostinho, a surra que Epicuro levou é uma coisa assim tão vergonhosa que eu me esconderia, certo? Eu me esconderia no mato. Dentro do Epicuro, tá? Não tô dizendo que ninguém deva ler. Leia Epicuro para rir de Epicuro depois de você ler Platão e Aristóteles, porque realmente foram os caras que mais influenciaram. E não é, não é uma questão somente de autoridade. Não é apelo à autoridade, é porque as bases filosóficas do pensamento platônico e do pensamento aristotélico são muito superiores à base do epicurismo. Nós somos uma sociedade do picurismo, por isso que nós somos uma sociedade decadente, né? Mas enfim. Mas quando eu falei de Deus, de ordem natural, de ciência, eu, eu falei uma conclusão lógica. Um ordenamento só pode ser fundamentado a partir de uma inteligência. Não pode ser através do caos. Quando falamos do caos da natureza, ele só é o caos identificável dentro de uma ordem. Não existe o caos pelo caos. Se tudo fosse caos, tá, nem o caos poderia ser identificado, porque você só pode identificar algo através de um ordenamento. Ou, no máximo, você se identifica o caos a partir do momento que se, se o caos vier, até fazer um, um silêncio engraçado aqui, se o caos fosse a regra, ela também seria uma ordem. Então não tem escapatória lógica, não há, não há terceira via. Ou é ordem, ou não há ordem. E a ordem, a carência de, a carência de ordem, se fosse a carência de ordem absoluta, talvez haveria um, um, digamos assim, um padrão em que tudo fosse caótico e esse padrão caótico, eh, faria com que o ser humano não compreendesse a natureza, não compreendesse a relação das coisas, porque a relação das coisas é caótica. Digamos, eu chego com uma mulher, meto pimba na mulher e tento fazer filhos nela, né? E de repente, se fosse no universo caótico, eu jamais reconheceria a mulher como objeto do meu desejo. Eu chegaria, simplesmente pegaria uma vaca, metia o pau na vaca e geraria filhos. Eu poderia pegar um mosquito e gerar filhos no mosquito. Eu posso tirar R$ 2.000 do computador. Não posso fazer isso porque a, a realidade comporta uma ordem, comporta uma ordem que faz eu, que, que me faz diferenciar os objetos, identificá-los, identificar sua finalidade, identificar sua qualidades e identificar sua consequência. Isso é ordenamento. E esse ordenamento não é possível dentro do caos ou dentro de uma matéria, né, impessoal ou de um nada que possa determinar tudo. Pelo contrário. Segundo ponto, é isso que eu vejo. Eu vejo assim que você apenas nega. É um cético no sentido clássico do termo, ou seja, um cara que só nega, mas não responde. É fácil negar as coisas, difícil é você responder e justificar sua própria negação. Para que você negue alguma coisa, você tem que justificar a partir da sua negação. E até o momento, não vejo isso. Com relação à moral absoluta, para que você acredite em algo absoluto, tem que ter um ente absoluto que essa, esse absolutismo da moral. Então você tem que necessariamente reconhecer que existe um ordenamento que define o que é esse elemento moral. Um ordenamento, nem que seja da realidade, nem que seja da realidade natural, nem que seja da consciência humana, nem que seja de algum elemento que seja não somente ontológico, ou seja, que está no homem, como também que o homem está sujeito e ele não está sujeito por si mesmo, porque viver em sociedade não é somente eu, enquanto ser humano, sou eu mais outros seres humanos e mais uma estrutura da realidade que me comporta e que está acima de mim. Então, então, por exemplo, quando você fala de moral absoluta, achando que a moral se define apenas por uma questão de maior satisfação ou menor satisfação, isso é puro relativismo. E isso também é puro utilitarismo. O que que é utilitarismo? Ah, quer dizer, vamos dizer o seguinte, a moral é aquela coisa que atende o maior número de pessoas. Mas o que que define substancialmente o que atende o maior número de pessoas? Pode ser qualquer coisa. De repente, a sociedade pode ter uma maioria de assassinos, pode ter uma maioria de genocidas, de ditadores, criminosos. O consentimento numa sociedade política, consentimento de uma sociedade em geral, não é um princípio que possa determinar para definir o que é moral. A moral não pode ser definida de acordo com uma conveniência social. A conveniência social estabelece a virtude, mas ela não é um elemento determinante para dizer que aquilo é virtude. A virtude está ligada a uma questão da busca de um bem que vai além do próprio homem, que é um bem, o bem ético no sentido humano do termo, vai além do próprio homem. Ou seja, um, um conceito, eh, um conceito de justiça, um conceito de moralidade que vai muito além daquilo que eu quero, daquilo que eu desejo, daquilo que convém a mim. Digamos, você tem, você tem uma esposa e você tem a vizinha gostosa. Dentro do aspecto puramente do desejo, eu posso pegar tanto a esposa como a mulher gostosa. Mas dentro do ponto de vista ético, isso é errado. E por que isso é errado? Por uma série de razões que não são somente da minha voluntariedade e não somente do meu desejo. Tá? E eu gostaria aqui de, de abordar a questão da religião, não somente como um elemento de ordem, da compreensão de uma ordem, de uma ordem natural, de uma ordem sobrenatural, e também de, de princípios e causas que coordenam totalmente o universo, como também a religião enquanto elemento civilizacional, como elemento de civilização. E em particular, a civilização cristã. Se eu, já que você falou que, ah, eu acho, não sei se você afirmou que a ciência provém da teologia. Ora, se a teologia dá os princípios para que a ciência seja compreendida, para que a ciência seja entendida, e não só ciência, a própria moral. Você, você, no fundo, nem percebe que você tem uma mentalidade cristã. Você não conhece os princípios que fundamentam a moralidade. É diferente. Você não conhece os princípios. Você conhece apenas o quê? As consequências de um hábito que você adquiriu através da educação e que você considera um bem. Mas você não sabe explicar fundamentalmente o que é o bem. Como você também não sabe explicar o que é fundamentalmente aquilo que engendrou a nossa civilização, que é a civilização do Ocidente. E neste aspecto, a religião cristã foi um elemento neico em todo sentido. Você pode sair em qualquer lugar da sua casa, se você chega no hospital, se você chega numa universidade, se você chega na discussão da fil, da discussão da ciência, da discussão da moral, da discussão da vida, da morte, a religião está em todo lugar. Eu posso dizer que isso talvez seja uma mais completa onipotência de Deus em todas as coisas, né? E para terminar, né? Quanto tempo já falta? Sim, 2 minutos ainda. 2 minutos. Você falou da questão do livre arbítrio. Ah, a criança que nasce é imoral, né? Nasce doente, imoral. Imoral em relação ao quê? Imoral o que você acredita, imoral o que eu acredito. Uma ordem natural que significa um bem. O livre arbítrio não significa necessariamente que eu não sofra as consequências de uma realidade preexistente. O livre arbítrio, ação livre, ação livre dentro de uma estrutura da realidade e dentro de uma estrutura de ordem. A minha liberdade não é absoluta. A minha liberdade ela está direcionada a um bem existente que está fora de mim ou que pelo menos eu faço parte dela dentro de um, de um, de uma situação de uma ordem superior que eu não, eu não consigo perceber totalmente, mas que de alguma forma, pelo pouco que, que ele se, pelo pouco não, pelo muito que se entende sobre ele, eu presumo que seja um supremo bem. Ou seja, a questão de livre arbítrio implica o quê? A noção do bem e do mal, do que é o bem, do mal, como diferencio isso, como distingo isso. Como também falando da criança com câncer, a gente falou aqui a questão da natureza decaída. Você é perfeito como Deus? Você tem a onipotência de Deus, a onisciência de Deus? Você é um ser como Deus? Porque o ser um ser eterno, atemporal e um ser absoluto que é Deus, ele, ele comporta imortalidade, ele comporta perenidade, ele comporta várias coisas. Você não, você um dia existiu, um dia vai deixar de existir e vai exar-se por uma imperfeição que já existe na tua natureza. Mas veja, essa imperfeição da natureza, esse processo da imperfeição da natureza humana, ele um dia será redimido. E é isso que o cristianismo fala, que houve uma ruptura entre a essência que é a criação e a existência humana. E a partir dessa ruptura, existe todo um processo histórico, um processo histórico que o homem vivencia em seu conflito com essa ordem, sempre, né? Ou seu conflito, ação sempre num universo dinâmico com o próprio Deus, né? Ou a, a ordem estabelecida. E vai chegar um ponto em que um dia será a redenção e o juízo. É isso que o cristianismo prega. E isso faz completamente sentido, faz mais sentido do que acreditar numa ordem criada surgida do nada que vai, vai ir pro nada, ou então para uma ordem impessoal, cuja explicação de essência ou explicação de origem é baseado numa mera concatenação ilógica de fatos que se ordenam. Isso para mim parece muito pouco razoável. Terminou? Sim. Vamos lá. Botar. E só, só uma coisa, só para terminar. E já que eu falei dessa questão da, da questão desse processo histórico, existe o aspecto da providência divina, né? Que a gente já falou aqui. O que é a providência divina? Depois, na, na sua trampa, você coloca isso. Tudo bem. Eu vou falar depois. Pode mandar. Vou botar aqui 5 minutos aqui no, no cronômetro. É bom. No, na questão lá do, do materialismo, eu só estava colocando que o materialismo metodológico é simplesmente, eh, reconhecer que a gente não tem nenhuma condição de comprovar que uma causa seja sobrenatural. Era só isso. Mas tudo bem. Novamente, ele tentou, como vocês puderam assistir, ele tentou refutar Epicuro simplesmente dizendo que Platão e Sócrates eram maiores do que ele, né? Em vez de endereçar o argumento colocado, a pergunta feita, que, né, até hoje nenhum, nenhum conseguiu. Ele, ele diz que simplesmente que ele era pequeno e que, né, é o clássico do ad hominem, nesse caso, direcionado a Epicuro, dizendo que não, ele não, ele era pequeno, portanto, o que ele falou não, não vale, não vale nada. É simplesmente uma falácia do ad hominem jogada ao nada para evitar, obviamente, responder a essa pergunta que nenhum cristão até hoje conseguiu responder. Ele, você volta a afirmar que um ordenamento só pode ser fundamentado a partir da, da, de uma inteligência, sem mostrar porquê, sem mostrar nenhuma evidência de por que isso é verdade. Porque que você não pode ter um ordenamento vindo da, da própria matéria? Porque que a matéria não pode ter, eh, propriedades que obriguem ela a agir de uma certa forma? Porque que isso tem que vir de um, de um Deus ou, né, de uma inteligência sobrenatural? Ainda por cima, agora, não, até esse próprio existir, né, do, do Deus. Tá falando de existir de um sentido totalmente diferente de qualquer outra coisa que a gente usa existir, né? A gente, quando a gente fala existir, é algo que ocupa um lugar no espaço-tempo. Não falar que algo não existe, existe por zero tempo e ocupa zero espaço, é meio que a mesma coisa que dizer que não, que algo não existe. Mas não passa de uma falácia, ligação especial de que existe algo que existe de uma outra forma que não é o existir que a gente fala das outras coisas. Mas tudo bem, né? Né? Eh, a carência da, da ordem absoluta. Não sei por que você acha que eu afirmando que tudo é caos. E o que eu falo, o que eu estou afirmando é que existe o caos e a ordem junto. Eles coexistem no universo, né? Existe uma, uma parcela que é, eh, que é caótica, que é exatamente porque e advém justamente de coisas randômicas que acontecem. E existe também uma ordem. Existem as duas coisas no nosso universo, né? Novamente colocou que a, a teologia foi que criou os hospitais, como se isso fosse algum argumento para a existência de Deus. Não sei da onde, por que você está falando sobre isso, né? Novamente também veio falar do livre arbítrio, que o livre arbítrio é. Eu não estou falando aqui do livre arbítrio. Eu estou colocando que simplesmente que a explicação, o livre arbítrio não é uma resposta para crianças que nascem com câncer, né? Não é porque a gente não precisa ter crianças nascendo com câncer para ter livre arbítrio. Livre arbítrio não é resposta para essa pergunta. Do mesmo jeito que o livre arbítrio não é a resposta pro problema da descrença, né? Porque que, que explica, a melhor explicação que você, eh, pode dar além de que um Deus, né, a melhor do que esse Deus não existe, pro fato de que, eh, você alega que existe um Deus onipotente que quer que a gente saiba de coisas que a gente não sabe. Hã, como é que, como é que se pode fazer, se isso é importante para nossa salvação, saber que, que Deus existe, que, que a gente pecou, que, que ele vai perdoar nossos pecados e tudo mais? Por que que as pessoas não sabem isso? Porque as pessoas não acreditam nisso? Não param nem de saber porque elas não acreditam nisso? Porque a gente não vê mais crença, né? Essa crença no, no mundo. Isso precisa ser respondido. Nenhum, nem ninguém ainda conseguiu responder. Por que se isso é verdade, as pessoas não acreditam? Novamente, o livre arbítrio não é uma resposta. Uma vez que a gente sabe, né, pela doutrina bíblica, que teriam pessoas que teriam conhecido e sabido que Deus existia sem sombra de dúvida e mesmo assim se rebelaram contra ele. Então, eu saber que Deus existe, acreditar que Deus existe, não é, eh, não impede o livre arbítrio da pessoa negar o Deus. Quando eu falei que eu acho insensato afirmar que a ciência vem da teologia, insensato se não é afirmar isso, insensato se não é alguma resposta para Deus existir. Isso não tem nenhuma relação com a existência ou não de Deus, né? E quando eu digo que algo é imoral, é imoral em relação à definição que eu dei de que é algo que é maléfico para a sociedade ou causa um sofrimento desnecessário. É óbvio que se algo para ser bom tem que ser algo que seja benéfico para a sociedade, é óbvio que está acima da alô, alô, alô, benéfico para a sociedade como um todo. Pode ir. Tá bom. Até o dado do momento, como eu te falei, negar, negar, negar e não afirmar. Vamos lá. Você, você falou sobre a questão de que eu não coloquei o aspecto do livre arbítrio. Coloquei muito bem explicado aqui. E vou dizer mais. Existe, como já falei, eu vou explicar melhor o aspecto da providência divina. A providência divina determina que o mal que existe, de alguma forma, o mal que ele permite, ele permite em favor de um bem maior. Quantos males não existem, por exemplo, na nossa vida, né? Que nos motivam a um bem maior do mal que nós vivenciamos. Então, basicamente, você vê que mesmo nas situações mais malévolas, sempre temos a vocação para o bem. E já que você falou, é, é uma coisa paradoxal. Você, você falou o seguinte, que você não é materialista, mas você mesmo disse que pode se atribuir propriedades na matéria. Mas, por exemplo, se a matéria ela é uma, ela tem propriedade por si mesma, eu não posso dizer que uma criança com câncer necessariamente está passando mal porque é uma propriedade da matéria. O que que faz me dizer, o que que me faz, o que que faz discernir uma criança com câncer e uma criança sem câncer, se ambas são propriedades da matéria? Qual é o juízo de valor? Qual é o juízo ético moral que eu posso extrair disso, baseado em atribuir em elementos em elementos materiais, né, uma propriedade que seja acima, baseada em princípio? Eu não posso estabelecer princípio algum, a não ser que eu coloque a matéria como um princípio. É o que você fez. Você, no fundo, é um materialista, sim, porque você atribui à matéria propriedade de organização, de tudo, fundamento de tudo, fundamento da vida humana no sentido espiritual, no sentido moral, no sentido ético e no sentido existencial. Só que o problema é que a matéria, por si mesma, ela não se autoexplica. A matéria está surgindo, está sujeita a outros tipos de fenômenos que vão além dela e que ela acaba chegando às suas consequências e suas causalidades. Então você não pode afirmar que a matéria em si é uma propriedade ou tem ou detém uma propriedade que é inerente a ela própria, né? A moral, por exemplo, não é material. A ética não é material. A escolha humana não é material. Eu não posso buscar na matéria somente, eh, uma propriedade ou um princípio que possa me conduzir na vida humana. Se for assim, como falei, se, se, se tudo não passa de matéria, se não passa de acaso, se não passa de nada, então nossas discussões filosóficas, nossas discussões morais, nossas discussões éticas simplesmente não têm o menor sentido. Não têm o menor sentido. E você, e o que me parece muitas vezes é que as pessoas elas acabam alimentando um ódio ideológico à religião e elas acabam negando as consequências fáticas do que a religião gerou no mundo. Quando eu falei de ciência, quando falei de filosofia, quando eu falei até do ordenamento moral, ela deu estabeleceu esses princípios que nenhuma sociedade materialista é capaz de fazer. Fazer. Quando eu falei de hospital, falei de escola, e tudo, eu falei de questão civilizacional. Não falei de teologia, falei de civilização. E para que essas pessoas fizessem escolas, hospitais e ciência, houve uma motivação para que elas fizessem isso. Uma motivação que não é matéria. Uma motivação que, uma motivação que não é esse niilismo de achar que tudo é apenas um processo material, quer dizer, nasci, vou morrer, vivo apenas os prazeres momentâneos e pronto. Não houve um fundamento muito maior que isso. Um fundamento muito mais nobre, muito mais ousado, muito mais além da própria existência. Nossa, quando nós discutimos filosofia, quando nós discutimos teologia, nós estamos vendo que existem discussões, discussões intelectuais dos homens que são desde o princípio dos tempos e que vão ser discutidos até o final dos tempos. E por que isso? Porque existe uma unidade de princípios, unidade de princípios metafísicos, princípios que vão além da nossa mera compreensão, eh, puramente uma mera compreensão, eh, temporal da realidade. Então, essa, essa, essa é, acho que esse que é o ponto da discussão aqui, né? O ponto da discussão, você atribui certos conceitos metafísicos e você não fala do fundamento desses conceitos. Você simplesmente atribui baseado numa rejeição atávica à religião. Que tal começar a compreender o que são esses conceitos? Que tal começar a aprofundar e sair um pouco de Epicuro e ver realmente que tem coisas muito melhores do que Epicuro? Eu não estou falando isso com um apelo à autoridade, não. Eu estou falando porque Epicuro já levou tanta porrada, já levou tanta [ __ ] na bunda que é só literatura de [ __ ] mesmo. Bom, eh, terminou. Alô? Oi, tá me ouvindo? Agora tô, tô, tô ouvindo. Bom, beleza. Então agora a gente vai ter, eh, 10 minutos de um perguntando pro outro. Como eu comecei a anterior, você pode começar essa. Eh, só pro pessoal que tá ouvindo, né, entender direito, essa é o momento em que ele tem o controle do, do relógio. Então, ele pode, se eu começar a falar alguma coisa que ele, né, tá, que ele acha que tá fugindo do, do que ele perguntou, qualquer coisa do tipo, ele pode cortar a minha fala. Isso não é, eh, né, grosseria, não é, não é nada disso. Perfeitamente. Deixa eu só voltar. Pera aí, pera aí, que eu, deixa eu zerar. Pera aí, pera aí, deixa eu zerar o, o relógio que ele estava contando. Tudo bem. Então é isso, galera. Vamos lá. Pode, pode começar. Você usa expressões, você fala da questão da moral, do bem, da ordem, né? E fala também da evidência. Porque o que me parece é que a palavra evidência está sendo muito empregada. Eu gostaria que você respondesse essas coisas. O que é a ordem? Né? Como, como ela se fundamenta? O que é o bem? Como ela fundamenta a moral nesse aspecto? Como você julga a questão do bem e do mal? E como você julga também a questão da evidência? Pois não. A ordem, em que sentido você está falando de ordem? Não, o que nós estamos discutindo são dois conceitos de ordem. Uma ordem natural que tem a influência divina e outra que tem sem a influência divina. A não ser que você não acredite que exista ordem no universo. Não existe. Que os universos têm, como eu disse, tem tanto ordem quanto quanto caos. Tem as duas coisas dentro dele. Sim. Mas o caos é a partir de uma ordem. Sim. E, e eu quero saber qual o fundamento, qual o fundamento do, é, qual, qual é a tua visão que você tem de ordem da natureza? Ué, são, é justamente a natureza seguir as essas leis que a gente consegue observar dela, tá? Mas físicas, de das forças, né, que advém das forças físicas e das, da relação entre, entre a matéria e a energia. Tá? Mas eu quero saber, não, mas eu quero saber o seguinte, eu quero saber qual é o fundamento da, o fundamento das leis, porque você, se você está falando de leis, é que esses fenômenos estão sujeitos a uma regra diferente deles. As, as leis, as leis são uma, as leis da, das, as leis que a gente observa na natureza são a nossa constatação de como a natureza se comporta, só isso. O fundamento. Tá, mas sim, mas, mas você não respondeu. Eu quero saber de onde é que vêm esses princípios que você chama de leis. Ué, vem da, da minha cabeça. Da minha cabeça vem da observação da realidade. Tá, mas eu quero saber, não, tudo bem. Isso não está sendo discutido. Não, pera lá. É daí que vem. Não, não vem da minha observação da realidade. A ordem não depende da minha observação da realidade para existir. Não, as ordens que a gente percebe vêm da nossa observação da realidade. Não, senhor. Não, senhor. A ordem não depende do que eu penso. Se eu deixar de existir, a ordem não vai deixar de existir. Falei, eu não estou falando que ela depende do que eu, do que a gente.

Pensa, eu tô falando que da onde vem essa ordem? Vem da nossa observação. Da onde que a gente tira essas ordens? Da nossa observação. Uma ideia? Você tá dizendo que isso é uma ideia? Eu tô dizendo, tô perguntando o seguinte: ou a ordem existe na natureza, ou existe apenas na minha observação? Se, se a ordem existe na realidade, a nossa observação é de algo que existe na natureza. Tá, e tudo bem, então tá bom. Então, qual é o fundamento? Qual é o, qual é, qual é a origem? Como você, eh, qual é a origem desses princípios? Não sei. Bom, aí você pode usar o argumento cético. Não sei, não sei qual que é. Talvez seja, então pronto. Talvez seja, talvez seja algo, talvez seja algo inerente da própria matéria. Bom, eu já respondi aqui que não pode ser algo inerente da própria matéria, porque a matéria, por si só, ela não tem, ela não tem ordem, ela não é, ela não serve de princípio. Como que você sabe? Ela está sujeita a um fenômeno. Se ela tá sujeita ao fenômeno, ela mesmo não pode ser o próprio princípio. Como que você sabe? É óbvio, meu filho. Me diga uma coisa, se eu identifico certas coisas ontologicamente, ela é ontologicamente de uma estrutura que vai além delas, elas não podem ser elas próprias. Isso, isso aí é evidência. Evidência? Como você usa a palavra aqui? Evidência é isso, é o que é evidente, é o que está visível aos olhos. Evidência? Eu, quando eu uso a evidência, eu tô usando um outro termo. Não é esse, mas tudo bem. Não, mas a evidência no sentido de filosofia é isso. Evidência, evidência nem se prova. Você sabia disso? Não se prova. Evidência se vê. Você, você tem evidência? Você, como é que você prova? Eh, por exemplo, eu não tenho, eu não tenho dúvida sobre a existência do Sol. Eu não tenho dúvida porque é evidente. Ele está na minha visão. Você quer, você quer perguntar para mim qual o que que eu tô querendo dizer quando é evidente? Ou você quer? Pode ser também. Vale. O que eu, o que eu, o que eu tô querendo dizer quando eu tô usando os termos evidências aqui várias vezes, não é o aquilo que está em evidência, aquilo que é óbvio, e sim um indício de algo certo. Você tem coisas que são evidências de que algo, de que algo existe. Você tem evidências que são indícios que, eh, que apontam para alguma coisa. Esse é um, esse é um dos sentidos também. Então, me diz uma coisa, se não é, por exemplo, até o momento, eu botei uma proposição aqui. Eu botei uma proposição aqui. Se existe uma ordem harmoniosa, uma ordem que pode ser compreensível pelo intelecto humano, uma ordem que não comporta casos, eu não posso dizer que essa ordem é irracional. Se essa ordem é, não, se essa, se essa ordem pode ser compreendida racionalmente pelo meu intelecto. Ah, tá. Sim. OK. Tá. Pode ser compreendida pelo meu intelecto. Ela não pode ser feita em nome do acaso. Não tem, não tem lógica dizer que o acaso é, é, é um, um ente criador de algo. Mas quem tá falando que é o acaso? Eu tô falando. Eu já falei que o universo tem tanto acaso quanto ordem. Não, o universo não tem nem, nem na desordem. Quando você fala de uma lei de desordem, você tá falando de uma lei. Já é ordem. Não falei de lei de desordem. Eu falei que tem o acaso e tem, e tem, e tem a ordem. Sim. Mas a, mas a concepção caótica que é a lei da entropia, lei da entropia, ou seja, que uma ordem pode degenerar no caos, ele degenera do caos para buscar uma nova ordem. Assim, isso já é uma lei. Isso já é uma ordem. Você tá, você tá colocando essa lei totalmente errada. Mas tudo bem. Não, tudo bem. Mas a questão da entropia, quando você fala de uma lei natural, quando você fala de uma lei de natureza, você tá falando de uma ordem. Ordem. A ordem não é visível. A ordem, ela é um conjunto de fenômenos. Ela é um conjunto de fenômenos ordenados. A matéria não é o fenômeno. Então, eu não posso atribuir somente à matéria esse fenômeno, porque ela está inserida também numa realidade muito maior do que o próprio, do que a própria, é, sua própria natureza. Com base em quê? O caos? O caos? O caos propriamente dito, se você analisar bem, até o caos é ordenado. E vocês, você vou mostrar uma coisa bem simples. Quando eu morro, existe um caos chamado. Você tem uma pergunta? A ideia aqui é você fazer perguntas. Esconde. Tudo bem, mas vamos lá. Eu só quero saber. Você tá, você tá repetindo uma tautologia. Você tá dizendo assim: "Ah, a ordem existe porque eu compreendo a ordem." Você não explicou para mim. Eu quero saber qual é o fundamento da ordem. Que você não, mas eu já disse para você que eu, que eu não sei. Então, pronto. Você tem dúvida? Só isso. Eu não sei de onde vem a ordem. Mas isso, você tá dizendo que porque a gente não sabe de onde vem a ordem, é porque é Deus? É teu argumento? Eu acho muito mais lógico do que você acreditar que seja outra coisa. Você vai direto para falar da ignorância. Beleza. Lá. Não, não é fala da ignorância. Na verdade, é o seguinte, não se pode presumir ordem. Não se pode presumir uma ordem baseado no quê? No caos. Só se pode presumir a ordem. Eu aplico na minha regra prática inteligentemente. Então, eu, olha só, eu aplico a ordem na minha regra prática da da compreensão da realidade. Eu aplico a ordem na na ação moral. Eu aplico ordem praticamente tudo, até mesmo no caos. Então, não posso dizer que o caos ou que a ordem seja uma coisa que surja espontaneamente do nada. Isso não tem lógica. O que isso tem a ver com a essência de Deus? Tem a ver com a essência de que Deus só, só se pode presumir a ordem se algo comporta a ordem, meu filho. Ah, quer dizer que só pode ter ordem se existir um Deus? Hã? Só pode existir ordem? Seria o quê? Seria o quê? Lá seria o quê? Se não for Deus, é o quê? Se não for Deus, de coisa pode ser que, que a ordem da da matéria seja algo inerente à própria matéria? Não pode ser. Por quê? Porque a matéria está sujeita a algo que está além dela. Quem? Da onde você tirou que está além dela? Como que você demonstra que ela está sujeita? Você falou de lei natural. Lei natural implica uma ordem maior do que a matéria. A matéria está sujeita a uma ordem que determina os seus aspectos ontológicos. Isso é lógica, meu filho. A ordem pode muito bem surgir como uma consequência da própria existência da matéria. Sim. Então, você está atribuindo à matéria uma propriedade de princípio? É isso que a gente está tendo um raciocínio circular, meu filho. Dá duas, uma: ou você admite que existe uma ordem transcendente que ordena todo o universo, ou então você está atribuindo à matéria, você está atribuindo à matéria um ordenamento em si mesmo. E qual o problema? O problema é muito simples. O problema é que a própria matéria, ela está estruturada dentro de uma ordem, de uma cosmovisão e de uma estrutura da realidade que vai além dela, porque nem tudo é matéria na realidade. A, a cosm, cosmovisão matéria, clo, que não. Isso é uma afirmação simplesmente sem nenhuma evidência. Com base? Não, não, você não sabe nem o que é evidência, meu filho. Evidência é o que se vê. O que não tem evidência é você afirmar que a matéria tem propriedades próprias e gera princípios. Isso não tem evidência. O que você está afirmando é materialismo por pura. Agora vem dizer que não é materialista. Você é materialista, que não existe nada além da matéria? Não é isso que eu tô falando. Então, pronto. Então, você está atribuindo, então, se existe algo além da matéria, existe algo que transcende a matéria, que existe. É difícil você entender, né? Mas tudo bem. Continua. Eu quero saber qual é o princípio ordenador da matéria. Eu já te falei que não sei. É a própria matéria? Pode ser. Eu, eu tô dizendo é que não existe nenhum, nenhum motivo pra gente acreditar em nada. Até então, a gente não tem uma resposta. Como que eu posso? Não tem motivo de acreditar em nada? Se você tá dizendo Aine, a resposta mais honesta, isso é, não sei. Essência da matéria? Sei. Você sabe? Ninguém sabe. Não, aí que está. A metafísica prova isso logicamente. Você não conseguiu, né? Mostrar nada. Eu consegui para muita gente. Aqui, você que não responde as perguntas, porque você não é filosófico. Desculpa, eu já respondi. Eu não sei de onde vem. Não, não, que você não, você sabe. Você já afirmou a matéria. A matéria. Você já colocou o princípio. A matéria se autodefine. A matéria se autogoverna. Falei isso? Falei que isso é uma das possibilidades. Bom, então vou fazer o seguinte. Como que eu posso tirar, extrair da matéria um princípio moral? A partir da matéria, um princípio intelectual? A partir da matéria, um princípio, digamos, de ordenamento de elementos que não são materiais dentro da própria realidade da cosm, do próprio cosmos? Como é que eu posso tirar isso? Acabou seu tempo. Só para, só para responder. Eu vou te responder ainda. Como é que que pode vir a essas coisas da da matéria? Simplesmente porque essa matéria se organizou em formas conscientes. Simples assim. Eh, bom, meu momento. Você estava, você ainda não conseguiu me responder por que, eh, que existem, que existe o mal? Não no sentido das pessoas fazerem o mal, no sentido de que o livre arbítrio pode explicar, mas sim porque, por exemplo, que uma criança nasce com câncer? Por que que isso é, por que que Deus permite que crianças nasçam com câncer? Por quê? Já expliquei. Primeiro, existe o princípio. Existem dois aspectos. Primeiro, existe a questão da natureza decaída, imperfeita do homem, que ser fator. Deus. Livre arbítrio. Tem nenhuma. O que que o livre? Então, vamos começar por isso. O que que o livre arbítrio tem a ver com crianças terem câncer? Livre arbítrio. Uma razão muito simples. Primeiro, o livre arbítrio é uma faculdade de escolha que os nossos antepassados. Não, calma, calma lá. Deixa escutar. Não tô perguntando o que que ele quer. O que o que eu, o que eu, o que eu estou falando é o seguinte: o que que eu estou dizendo? Primeiro, o que é o livre arbítrio? O livre arbítrio é a faculdade de escolher o bem. É não, tempo de perguntar. Minha pergunta não foi o que é o livre arbítrio. Minha pergunta é o qual. Tá, mas deixa falar. Eu preciso explicar o livre arbítrio. Não, calma, pera lá. Eu preciso explicar o livre arbítrio. A partir do livre arbítrio é o meu momento de controlar o tempo. É o meu momento de controlar o tempo. Explicar. Explicar. Você não pode. É o meu momento de controlar o tempo. Você não pode. Não. Então, pronto. Não, mas aí que tá o negócio. Você tá querendo monopolizar porque você não tem resposta à pergunta. A resposta sobre livre arbítrio, relação do mal. Pergunta é o seguinte: Conde, eh, crianças precisam, crianças nascerem com câncer para a gente ter livre arbítrio? Se precisa, precisam nascer com câncer para que a gente tenha o livre arbítrio? Método providencialismo divino? Sim. Precisa uma criança? Se, se crianças não tivessem câncer, a gente não teria o livre arbítrio? É isso que você tá afirmando? Não, não estou afirmando isso. Falando pena. Você tá fazendo um joguinho retórico para mim, cara. Você, honesto intelectualmente, pelo menos. Deixa é meu momento. Fica quieto. Não fico quieto. [ __ ] O meu momento. Cara, a gente combinou as regras. É o meu momento de falar. Meu momento de controlar o relógio. Eu posso. Eu. Você tá fazendo pergunta ou você tá respondendo? Combinou no começo que eu tenho direito. Fazendo pergunta ou você responde? Vou dar. Você tá respondendo para mim. Tô dando um pause aqui. Combinou. É o seguinte, a gente combinou no momento que eu posso te interromper a qualquer hora. Não, meu filho. Não. Você responde. Momento do debate. Você não me deixa responder porque você não tá respondendo o que eu quero. E todo mundo pergunta. Não responde o que eu quero. Que você quer? Eu tô respondendo da maneira como eu entendo. Então respeite isso. Conde, a gente combinou no começo. Não, meu filho. Você tá respondendo para mim. Você tá agindo de forma desonesta. Não, veja uma coisa. Você interpela. Outra coisa, você responde por mim. Posso falar? A gente combinou no começo que poderia. Quem fizer essa pergunta, quem tá no controle do tempo, pode interromper o outro a qualquer momento. Esse foi o acordo. Isso não é desonesto. A gente acordou isso. A gente acordou. Posso interromper a sua pergunta em qualquer momento. Por exemplo, e o exemplo que eu dei, eu, eu tô falando. E o exemplo que eu dei foi justamente quando você achar que a pessoa tá, tá respondendo uma coisa que não é o que você tá perguntando. A gente tem o direito de. Não é o que você não espera. É diferente. Não importa. Bom, conte que você acha que eu estou, que eu estou interrompendo. Isso não vem ao caso. O fato é, eu tenho direito. Primeiramente, primeiramente o mal. O mal, ele tem origem. Posso falar? Não, não pode. É o meu momento. Que de controle do tempo. Cara, não, meu filho. Então fale alguma coisa, porque você tá fazendo uma pergunta e respondendo para mim. Então, eu vou te perguntar e eu posso fazer. Ou você seja objetivo, ou então vou encerrar o debate aqui. Controle do tempo. Agora é a minha vez, cara. Tá. Então, faça certo. Eu vou te fazer perguntas e eu posso te cortar em qualquer momento. Não. Você não. Pela lá. Mas aí que tá. Você acordou. Esse é o acordo. O acordo não é esse. O acordo é o seguinte: você tem que fazer a afirmação que eu tô falando. Você não me deixa falar. Meu filho, como é que você me faz pergunta e responde? Pergunta? Cara, deixa que as pessoas interpretem o que isso quer dizer. Não, vamos fazer o seguinte. Cara, deixa as pessoas que estão ouvindo. Deixa as pessoas que estão ouvindo interpretarem se eu fiz isso porque eu, eu tô sendo desonesto ou porque eu tô tentando que você responda uma pergunta. Deixa que as pessoas tenham a capacidade mental de fazer uma análise se o que eu tô fazendo é desonesto ou não. Mas o acordo que a gente fez antes era que eu poderia te interromper uma resposta sua a qualquer momento e isso não seria desleal, isso não seria rude. É, é, é uma, um dos pressupostos dessa, desse momento do nosso debate. A gente pode aplicar as regras que a gente combinou antes ou não? Pode. Sim. Mas você tem que deixar eu falar. [ __ ] Não. Não. Tem. O acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá. Não. Ok. Então, se não é necessário que, eh, que crianças nasçam com câncer para que a gente tenha livre arbítrio, o livre arbítrio não pode ser uma resposta pro fato de existirem crianças com câncer, não é verdade? Sim. Na verdade, é o seguinte, qual seria então? Qual seria a sua resposta para o fato de, de Deus permitir que crianças nasçam com câncer? Sim. Vamos lá. O que, o que explica, por exemplo, uma criança com câncer? É um tipo de imperfeição que existe na própria natureza humana. Um tipo de imperfeição e degradação que existe na própria natureza humana. Só você não acha moral? E você não acha imoral Deus permitir que... Tá moral em relação ao quê? Hã? Em relação a você acha imoral? Não. Imoral em relação ao quê? A o que você quiser. Você tem os seus conselhos morais. Você acha isso moral? Pergunta que você... A minha pergunta é: qual a sua avaliação moral sobre esse fato? Avaliação moral muito simples. Deus, quando permite que o mal exista, ele sempre disso extrai um bem maior. Eu vou dar um exemplo clássico. Quantos males? Quantos males? Quantos males? Eu vou te interromper também. Meu momento, cara. De novo. Tô dando de novo. Cara, é o meu momento de fazer isso. E eu posso te interromper. Você teve 10 minutos. Sim. Mas eu quero falar. Eu posso também te interromper também. Agora, o problema é o seguinte, deixa que eu fale. É o seguinte, o livre arbítrio. Veja, eu não estou dizendo que a origem do mal está do livre arbítrio. Origem do mal. Vai. Quando, quando um cristão fala do livre arbítrio, é uma, uma terminologia um pouco empregada. Dê mano. Assim, não. Dê Conde. Ou se, ou você respeita os acordos que a gente fez antes de começar o debate, ou fica difícil. Não. Eu acho que isso aqui tá uma coisa meio esculhambada, porque você não tá me deixando falar. Você sempre tá jogando, jogando, jogando. Gente, acordou que eu, que eu, que eu tinha esse direito de te cortar em qualquer momento. Não. Meu filho. Não. Tem o acordo é justamente esse. Eu posso te interromper a qualquer hora. Eu também posso te interromper. Pela lógica. Momento que você estava com o controle do tempo, você também podia. Esse era o acordo. Eu expliquei isso. Expliquei para a audiência aqui que isso era totalmente permitido e que não seria algo, algo grosseiro. Eu expliquei isso. Essa é a regra. Nesses 10 minutos agora, essa é a regra. Você pode aceitar a regra e jogar de acordo com a regra que a gente combinou ou não. Vai dar. Sim. Vamos lá. Mas aí, perta. Deixa responder. Cronômetro. Vamos continuar nossas ao meu tempo de pergunta, onde eu posso te interromper em qualquer momento. Então, voltando a pergunta que estava era crianças, claro, que crianças têm que nascer com câncer para que a gente tenha livre arbítrio? Não. A resposta é basicamente não, porque o livre arbítrio não depende da, não depende substancialmente da essência do mal, mas sim de um bem. Ok. Ok. Tá