Transcription
Tava num quadro depressivo. Eu tava passando pelo luto da perda de uma pessoa muito querida para mim, que na verdade havia falecido em janeiro de 2023. Eu estava em processo de separação. Ao invés de estar assumindo um patrimônio avaliado em mais ou menos 7 milhões de dólares, estava sem trabalho, na rua, sem nada.
Ah, mas eu não estava buscando mais, eu não queria mais investir em capacidade, em formação. E, na verdade, eu precisava de dinheiro muito rápido. Afinal de contas, eu não estava nem sustentando a minha casa, não estava fazendo nem o básico para manter. E naquele momento, o único dinheiro que eu podia contar era 250 por mês de pensão que eu recebia dos meus filhos.
Eu levei ali uma semana porque eu não tinha condição de entrar. Daí eu fiquei meio que negociando o que que eu ia fazer. E o mês do meu aniversário é setembro. Então, para entrar na aliança, eu fui um pouco contra as premissas. Eu liguei para a minha mãe, que por sinal era o meu chão, e eu falei para ela: "Escuta, eu sei que você vai querer me dar um presente de aniversário, então eu já quero me antecipar, eu quero que você me dê um curso." E aí ela falou: "Mais um curso?" Eu falei: "Não, esse aqui vai mudar a minha vida." Ela se você está falando assim, beleza, então. E aí foi ela quem me deu a aliança de presente.
Eu entrei em junho, assisti ali os vídeos do marca-passo e tals, mas eu não tinha feito protocolo nenhum. Ah, no dia 3 de julho aconteceu um evento que fez eu correr e eu fui lá fazer aquela análise de núcleo. Foi o primeiro assim que eu fiz, foi a análise de núcleo. Ali eu identifiquei já assim culpa com a minha filha mais velha e tals, e comecei a consumir os vídeos.
Primeiro protocolo de dependência emocional que eu rodei foi com Deus. E eu percebi que eu me metia, que eu me colocava em situações difíceis, dando para Deus a chance de ele me socorrer, o que ele não fez comigo quando eu era criança. Então, eu tive que abrir mão de uma proposta de trabalho que tinha aparecido, mas que não me dava a renda, porque aquilo era o que eu precisava naquele momento. Quando eu abri mão dessa proposta de trabalho, que era promissora, sim, uma carreira promissora na área de finanças, eu abri mão dela por não ser compatível com o meu padrão de funcionamento e por não me dar uma renda imediata.
Duas semanas depois apareceu essa proposta de trabalho e eu continuava priorizando os meus filhos, né? Tinha essa flexibilidade com eles. Eu fui tomando forma à medida que os meses foram passando. Então, outubro passou. Quando entrou novembro, eu recebi uma proposta de trabalho que aumentaria o meu ganho. Porém, por causa de uma live que eu havia assistido sua, eu corri e fiz o mapeamento de qual era o padrão de acontecimento das mulheres da minha família, de relacionamento e de comportamento das mulheres da minha família dentro de todo esse, de todas essas relações. Então, como mãe, como amiga, como filha, como profissional, eu fiz um, eu literalmente escrevi tudo e deu muita coisa. Ah, então eu estava muito atenta.
Então, quando essa proposta apareceu, ela me trazia mais dinheiro, mas ela conflitava com os padrões que eu tinha me proposto a quebrar. Então, e eu me lembro que assim, fortemente um deles era se mover por necessidade e não independente do custo emocional que isso gerasse para crianças, né? E aí crianças precisam ser amadas e protegidas. Quando eu disse não para esse trabalho, mesmo precisando, ela me fez uma contraproposta e aí se encaixava melhor. Mas quando deu no primeiro pagamento, por causa de 5 centavos, eu tive que abrir mão desse trabalho porque ele conflitava com os padrões propostos ali.
Uma semana depois eu recebi a proposta que me colocou para $7.000. E aí isso estava começando o mês de dezembro, que era o mês do tudo ou nada. E aí eu me lembro que no dia 4 de dezembro eu fui ter a conversa difícil com o meu ex-marido. Essa conversa foi realmente, eu falo que ela foi a mais doída, porque eu acho que naquele dia ali eu crucifiquei o meu narcisista, assim, fiz o funeral já e o enterro de uma vez. E aí ele falou que não, que não tinha possibilidade de reconciliação. E aí o mundo dá aquela capotada e tals. Eu olhei para ele, eu falei, né, como eu estava com a estrutura na mão, eu me lembro que eu olhei para ele, falei: "Não vou deixar passar o chão." Eu falei com ele: "Pois então fica você sabendo que você está livre, está livre disso, daquilo." E essa foi a conversa mais difícil, porque quando eu virei as costas, eu entrei no prédio, eu me lembro que eu caí de joelhos chorando e eu falei: "E agora, o que que eu vou fazer?" Porque eu acreditei que a família seria restaurada e toda aquela coisa e tals.
E aí eu me lembro que na mesma hora o pensamento que veio: "Agora você continua, você se transforma na mulher do relacionamento que você está buscando ter e quando você tiver pronta, esse cara vai aparecer." Então, em dezembro, eu fiz a conversa difícil com a minha mãe, fiz com ele, fiz com o meu pai, eu considero como pai, ele era meu padrasto. E aí quando deu janeiro, eu bati o ganho de 10.500.00. Que a diferença da aliança divergente não é só essa questão do romper financeiro. Até porque eu me lembro que eu fiquei, eu entrei em junho e, na verdade, eu só fui de ganho financeiro em outubro. Mas quando o ganho veio, eu já estava combinando com aquilo e eu dei conta de sustento, que você encontra aqui é liberdade.
Então, se eu posso encorajar alguém, é a se o que você busca é liberdade, e aí não é só financeiro, é liberdade de viver, é deixar só de estar vivo e passar a viver. É um investimento assim, ainda que você tenha que pedir. No meu caso, eu fui pedir um presente adiantado para a minha mãe, que era o meu chão. E eu só entrei e fiz valer a pena. Eu agora vou renovar a aliança Divergente e daí já sou eu pagando e pagando a vida. Não tenho nem que dividir no boleto.
Meu nome é Marcélia Gonzar. Nós estávamos com três meses de aluguel atrasado da empresa e da casa. Tinha sido um ano bem desafiador. E eu estava sem trabalho, tinha decidido parar de trabalhar e meu marido tinha uma empresa, né? A gente tem um pesqueiro aqui na região e o faturamento não passava de 13.000. Falei: "Gente, com dois filhos, um casamento, não tem como." E eu decidi que seria aqui e iniciei rodando protocolo, fazendo conversas difíceis, limpando as dependências emocionais e em dois meses nós batemos 33.000.
Após isso, tivemos aí algumas pré-quedas aonde eu comecei a olhar muito para o meu marido, ao invés de focar mais em mim. E quando nós percebemos isso, ele decidiu também entrar na aliança. Eu foquei em mim, ele focou nele. O ano aconteceu e nos mudamos para uma casa linda, maravilhosa. Hoje a gente mora numa casa de 300 m². Meus filhos andam de bicicleta, não tem risco, não tem assalto, a gente nem tranca a porta de casa porque a cidade aqui é muito tranquila. Eu acredito que esse mês nós vamos sair dos 4.0, vamos caminhar um pouquinho mais para frente. O maridão assumiu realmente que queria estar aqui na aliança, tá rodando os protocolos dele também, tá encarando as relações dele. Eu tive uma última, a última não, né, mas encarei uma dependência emocional muito grande com a minha carreira de 22 anos. Entendi os lugares que estavam ocupando ali e tá sendo maravilhoso assim. Eu cada dia que passa eu solto um pouquinho dessas armaduras da mulher guerreira que habitava em mim.
Hoje eu consigo conversar com o meu marido, dizer a ele o que eu preciso sem tomar a frente. Foi um desafio muito grande para eu sair dessa postura de "eu decido, eu faço, eu resolvo". Hoje ele abre a porta do carro, ele controla o ar condicionado, ele muda a música dentro de casa, né? As coisas acontecem. Ele na postura de homem e eu na postura de mulher, né? Cuidando um pouco mais. Eh, o meu filho mais velho, de 18 anos, entrou na aliança também, tá aqui com a gente, tá dando os primeiros passos dele aqui dentro da aliança. Então, a gente está fazendo uma vida memorável, realmente.
Meu nome é Andressa, tenho 35 anos. Ainda pretendo viver mais 70 para poder usufruir do meu sonho grande. Sou de Maçaranduba, Santa Catarina. Era mais de 10 anos de terapia, hipnose, eu tudo que você pensar que poderia ser feito, eu fiz. Comprei diversos cursos, fiz muita coisa e eu não consegui achar solução em nada. E eu cheguei num momento da minha vida que eu falava que eu só esperava morrer.
Tinha vindo de um casamento abusivo, onde eu me mantive nesse casamento por ter ouvido uma vez da minha avó que eu era o orgulho da família e daí eu não podia sair desse casamento para deixar de ser o orgulho e ser o desgosto. E daí eu só consegui sair desse casamento quando a minha avó faleceu, só que só que eu não tinha um na conta. E daí eu ficava: "Não, mas eu preciso fazer, eu preciso entrar nessa mentoria, eu preciso, eu aqui eu vou resolver." E eu fiquei: "Tá, mas eu vou entrar como? Não tenho de onde tirar esse dinheiro." E daí deu certo. De repente a minha mãe pegou e falou assim: "Ah, filha, eu tô vendendo um negócio aqui e eu vou mandar fazer o Pix na sua conta." Falei assim: "Tá, mas a senhora vai precisar desse dinheiro quando?" Da lá depois do dia 10. Daí eu falei assim: "Então tá bom." Aí eu catei o dinheiro da minha mãe sem pedir para ela, fui lá, paguei o boleto.
E nisso, antes de entrar na aliança, ganhava um salário de 1900 e o dinheiro não dava nem para pagar as contas. E a gente vivia questionando no trabalho alguma benfeitoria, algum benefício para trabalhar lá. E a gente vinha solicitando há muito tempo. Eu já estava na empresa há quase dois anos. No dia que eu paguei o eu peguei o boleto no, na sexta-feira, minto no sábado, na segunda-feira o meu patrão me chamou na sala, ele falou assim: "É, eu tô sabendo que vocês andam questionando aí benefícios, eu vou dar R$ 200 para vocês de vale alimentação e eu não quero mais reclamação nenhuma." O meu boleto era de 197. Quando eu fechei a aliança, eu falei na hora, eu só olhei meu patrão, quanto ele R$ 200 e não adianta reclamar. Eu estava querendo pular de alegria na frente dele porque, tipo, eu só tinha encontrado dinheiro para pagar o meu boleto e daí ele pagou esse dinheiro a mais lá no salário daquele mês e eu devolvi o dinheiro para a minha mãe como se nada tivesse acontecido e entrei na aliança.
E desde então foi só maravilhas, tipo muitos protocolos rodados. Eu falo que eu ainda tô no repolho ali que vai saindo uma camada de cada vez. Mas foi depois que eu entrei na aliança, foi só bênçãos. Daí rodando os protocolos, conversando com as aliadas, que foi um dos motivos que mais me chamou atenção na aliança, é essa questão da regionalização, que você tem aliadas ali, tipo, para você conversar cara a cara, para você falar, para você pensar. Pense comigo, tipo, a melhor coisa que eu gosto assim na aliança que são os protocolos. A aliada pegou, falou que a gente rodou esse protocolo e eu descobri que eu era mãe do meu irmão. E daí eu tive a conversa difícil com ele e eu falo que foi, tinha um padrão muito, ainda tem um pouco, mas tô trabalhando o meu repolho que eu sempre tive o padrão narcisista de achar que eu tinha que resolver tudo. E também era um dos motivos pelo qual eu fui, eu estava obesa, porque eu queria carregar o mundo nas costas, eu queria resolver tudo. E quando eu percebi que eu precisava mudar isso, eu fui tentando aos poucos. E um dos protocolos primeiros também que eu rodei e trabalhei nesse período foi o medo de perder pessoas, porque eu não falava não com medo do que as pessoas iam fazer. Ah, se eu falar não, as pessoas vão se afastar de mim, vão deixar de gostar de mim.
Os maiores resultados eu vi depois do que eu fiz o sonho grande. E eu coloquei lá o meu sonho grande de ser bilionária e ter uma família padrão GPS. E daí cortando lá o boing bifs, eu coloquei que a minha primeira decisão, o primeiro passo seria eu sair do CLT, o segundo passo seria eu arrumar um homem bom e o terceiro passo seria começar a investir mais, a aumentar os meus aportes. E eu ainda coloquei um quarto que era emagrecer. Eu queria emagrecer 20 kg até o meio do ano. Em 30 dias eu aumentei em quase duas vezes o meu salário. Eu morava em Jaraguá do Sul e na lá na virada a gente estava falando aquela conversa de "ah, se eu ganhar na Mega Cena, o que que eu faço?". E eu falei assim: "Por incrível que pareça, se eu ganhasse na Mega Cena, eu compraria uma casa em Maçaranduba e abriria uma empresa lá, porque eu amo aquela cidade." Aí surgiu uma proposta para mim comprar essa loja, que por nós estão nela agora, para comprar a loja, ter meu próprio negócio aonde? Em Maçaranduba. Eu nem precisei ganhar na loteria para ir para lá. Comprei a loja. Dia 10 de fevereiro, mudei para Maçaranduba. E em março, graças a Deus, consegui atingir o meu faturamento de 10.000, que estava dentro do dentro do meu sonho, dentro dos meus planos, digamos assim.
A aliança ela faz é cada áudio, cada encontro, cada live é um estra que dá na cabeça da gente. A decisão ela muda vidas e a minha vida mudou quando eu decidi entrar na aliança.
Senhoras e senhoritas, muito boa noite. Como vocês estão por aí? Sejam muito bem-vindas. Já vá colocando no chat se você está me vendo e me ouvindo bem. Coloca aí de 1 a 10 como está o áudio e o som para você, porque hoje é dia de encarar as bagunças que você fez na sua vida com o seu ex e que seu ex também provocou na sua vida. Como vocês estão?
Eu estava gravando um vídeo ali, eu não sei se vocês viram um caso que chocou o país de um homem que matou os dois filhos, se matou e no final deixou uma carta. Alguém viu esse caso? O cara matou os dois filhos. Ele se matou e deixou uma carta, um post. E nessa carta tem todas as informações e todos os padrões dele. Agora, a pergunta que ninguém está se fazendo é: por que essa mulher ainda está viva? Por que ele não tirou a vida dela? Ah, porque ela estava viajando. Não foi por isso. Tem um motivo específico para cada ação da ação dele. E os três padrões controladores da dependência emocional estão presentes ali. Vocês vão começar a entender o que está acontecendo, como as coisas acontecem e o que está acontecendo, como acontece e porque acontece. Essa mulher, se estivesse aqui ao vivo ou um dia, se ela der conta de não tirar a própria vida e me encontrar, ela vai ter um peso do tamanho do mundo para tirar das costas. Essa mulher, se fizer análise de diagnóstico daqui um tempo de núcleo de ex, fizer o diagnóstico de núcleo de ex, o ex dela vai aparecer na vida dela. Não só vai aparecer, como ela vai entender por ele aparece e porque ela não teve coragem de sair da vida dele, porque ela poderia ter saído antes. Ela já estava vendo coisas. Aí você vem e me diz: "Não, Ramon, mas foi porque ela traiu ele." Isso foi o que saíram na mídia. Se isso é verdade ou não, não muda nada do que aconteceu. Não muda. Nós precisamos separar as nossas vidas e tudo que está acontecendo tem um motivo e um objetivo.
O que aconteceu na vida desse casal? Eu só fico muito puto quando eu vejo essas notícias por causa de uma coisa. Não é por causa dele e nem por causa dela. Eu fico indignado e possesso por causa das duas crianças que perderam a vida, das duas crianças que não tiveram a chance de se proteger, das duas crianças que não tiveram a chance de se defender. Até porque crianças não deveriam ter que se proteger e nem se defender. Isso é papel dos pais. E quando os pais não se resolvem e não encaram seus padrões, eles, quando os pais não se resolvem e não encaram seus padrões, quem paga esse preço são os filhos.
Eu quero, deixa eu achar aqui. Thales Machado é o nome do rapaz. Hoje nós vamos fazer o diagnóstico de núcleo de ex. Então se prepare porque hoje é dia de você descobrir aquelas bagunças relacionais, as pessoas que estão no seu núcleo, núcleo emocional. Querem que eu faça análise desse caso? É bom que vocês já pegam aí o que que vai sair no vídeo que eu vou montar aqui, ó. Coloca na tela aqui, equipe. Pega minha tela aí. Consegue um chá para mim, papai? Chazinho, por favor.
Vamos lá em 5 minutos aqui para você entender como funciona o mundo, a vida, as relações e quando você não coloca limite sobre ela. Esse cara estava numa relação com essa pessoa, OK? Beleza. Ele estava perto de fazer 40 anos, os filhos fizeram a cartinha na escola. Ele publicou as cartinhas da escola que os filhos escreveram, dizendo assim: "Papai, eu te amo e eu não existiria sem você." Coisas que filhos que se sentem protegidos pelos pais fazem. "Eu te amo, papai." São filhos pequenos. Surgiu a informação que esse cara foi traído pela esposa. OK? "A minha mulher me traiu." E o que que ele fez? Ele tirou a vida dos dois filhos. Um ainda foi, pela informação que eu tive, em estado grave para o hospital. Ele deu tiro nos filhos e depois ele se matou. Mas antes de se matar, ele fez questão, como um bom homem que ele era, como um homem devoto de Deus, de Nossa Senhora e de seja lá que você quiser olhar.
Aí tem gente que vai dizer o quê? "Eu sinto muito, mas agora vocês começam a entrar naquela bagunça." Isso aqui não é análise religiosa, isso é uma análise de padrões. Eu quero que você enxergue. Daqui a pouco tem gente dizendo: "Porque foi o capeta que fez ele fazer isso com os filhos." Aham. É fácil culpar o capeta, sabia? O que tem de gente culpando o capeta pelas desgraças que faz. O diabo olha e fala assim: "Ô filho, vai devagar. Isso aí nem eu tinha pensado, viu?" O que tem de gente que tudo que dá de errado, criança foi abusada, né? Porque foi o Satanás tropeçou e bateu a cabeça. Não foi o Satanás, foi mandado embora. Não é coisa do demônio. Nós não vamos entrar nesse lugar. Vamos separar os padrões nas relações. Temos esse combinado. Beleza?
Aí o que que acontece? Vocês conseguem ver essa tela? Dá para ler? Sim ou não? Vamos 5 minutos rapidinho aqui. Aqui, ó. Foi. Deixa eu pegar aqui editor. Eu quero lápis aqui. Ah, mas se eu der zoom não consigo riscar. Não consigo. Consigo. Não consigo. Estão vendo a minha tela? Beleza.
O cara escreveu assim: "Eh, difícil começar a escrever, mas tudo tem um fim. E hoje chegou o nosso. Agora começa o primeiro padrão controlador aqui. Prestem atenção, gente. Sempre eu tentei nesses 15 anos, a informação é precisa aqui, tá? Vocês vão entender cada frase, cada parte o que o inconsciente dele estava gritando. Nesses 15 anos, eu sempre tentei na minha família manter a harmonia e o respeito possível. Mas hoje chegou a um limite improvável. Minha esposa sai de Itumbiara para São Paulo." Ele está descrevendo o caso. Não é por acaso, não é por coincidência. Aqui já começa a justificação. "A minha esposa saiu para São Paulo para encontrar uma pessoa." É tipo vocês contando o caso aqui. Quando a gente só precisa ver o problema. É tipo que vocês fazem contando caso, não é? Porque eu, deixa eu contar para vocês, tem um problema aqui, mas eu preciso te contar algo antes. Não, não precisa contar algo antes. Não, eu preciso. Não, não precisa não, eu preciso. Sabe quem está dizendo que quem está gritando que precisa contar algo antes? O padrão controlador. Não é a pessoa que quer resolver, é a pessoa que quer mostrar alguma coisa. Entenderam a diferença? Vamos seguir.
"Não, gente, eu preciso contar para vocês. A minha esposa sai de Itumbiara para São Paulo para encontrar uma pessoa. Dias aqui difícil. OK. Ela saiu, foi encontrar alguém. Beleza. Ela diferente alguns dias e onde veio a desconfiança. Mas eu nunca imaginava que ela iria fazer isso." Mentira, tá? Essa parte é mentira. Ele imaginava sim. "Eu nunca imaginava que ela iria fazer isso. Semana passada ainda falei como sempre, se não estivermos bem, vamos manter o respeito e falar antes. Mas gente, olha aqui. Mas ela não ouviu e preferiu isso de hoje." Olha aqui o padrãozinho. "Não foi eu que fiz, gente. Ela preferiu." Deixa eu falar para vocês. Ela preferiu isso aqui que aconteceu hoje. Aí o que que foi?
"É triste, triste o caramba. Partimos eu e meus meninos que agora são anjos." Segundo o padrão controlador, "partimos eu e meus meninos que agora são anjos." O que que são os filhos dele? Demônios, satanás? Não. "Eu transformei o meu os meus filhos em Se não fosse por mim, os meus filhos estariam perdidos na vida. Se não for, gente, padrãozinho controlador, prestem atenção e abram os olhos de vocês. Tá rolando o tempo todo, gente. Se não fosse por mim, os meus filhos colocaram cartinhas para mim. Eu salvei os meus filhos de toda dor e toda tristeza. Tadinhos, eles foram salvos." Quem é o padrão salvador? Qual o padrão salvador? Em qual padrão esse homem estava com os filhos dele? O padrão que tenta salvar todo mundo e mostrar que o que ele está fazendo é por um motivo maior. Padrão controlador narcisista. Primeiro padrãozinho aqui. Pegaram? "Eu salvei eles. Eu salvei os meus meus filhos."
Aí vocês vão entender porque que ele não tirou a vida da esposa, só dos filhos. Porque quando ele mata, ele está fazendo o quê? Padrãozinho safado. "Eu estou salvando. Eu não posso tirar a vida dela. Eu não estou salvando ela. Eu não quero salvar ela. Ela merece dor. Eu mato para salvar. Deixar vivo é para sofrer." Vocês vão, não passa nada. Por que que ele não tirou a vida dela? Ele poderia ter esperado com os filhos mortos dentro de casa, tá? Se fosse para tirar a vida dela. Ele não queria tirar a vida dela. O padrão com os filhos era de salvador. A morte era a redenção. Esse homem é o herói dos filhos, padrão narcisista.
Continua aqui: "A todos, eu digo que nunca pensei nisso, gente. Eu nunca pensei nisso. Se fosse por mim, eu jamais faria isso. Eu não fiz nem por mim." Entendam isso. Narcisista. Agora nós vamos mudar. Preste atenção na palavra que está aqui. Que palavra é essa? "Todos." Agora ele abriu um outro looping. "Estou falando para o mundo. Mostrei para vocês a minha ex. Disse o que fiz e porque fiz pelos meus filhos. Eu o salvei. Agora deixa eu me comunicar com todos vocês." "Todos." Começa um terceiro padrãozinho controlador da dependência emocional. Agora ele fica variando entre vítima intencional, usando o que aconteceu para mostrar pros outros que ele não teve culpa. "Não foi. Eu, gente, eu não tive culpa. Me perdoem, por favor. Não tive culpa. Não queria fazer isso." Olha aqui, ó. "Todos sabem como sou intenso e verdadeiro e não iria conseguir viver mais com essas lembranças." A covardia está aqui, tá? A covardia está aqui, tá? Ele não fez por ninguém, ele só fez por ele mesmo. Ele não fez pelos filhos. "Eu não iria conseguir viver com essas lembranças." Não era sobre os filhos, nunca foi. Era sobre ele. Era sobre o que ele não ia conseguir lidar, era sobre o que ele não ia conseguir resolver. E quando essa pessoa vai para esse padrãozinho, ela faz o quê? Ela usa o que está acontecendo.
Segue aqui. Aí começa o padrãozinho de vítima intencional. "A minha família, pai, mãe, eu agradeço por tudo sempre. Ohó, Johnny, meu eterno, respeito e admiração e desculpe pelo que fiz. Sei que não tem perdão, mas foi o que sobrou." Olha o que ele disse. "Sei que não tem perdão, mas o que na verdade ele está descrevendo é para buscar a redenção, é para buscar o perdão." "Agradecer sempre os meus amigos e meus irmãos." Aí começa aquele negócio todo. "Vou estar em algum lugar que não sei onde." Aí ele vem aqui, ó. "Sara, isso tudo, infelizmente, não é o que eu queria." A ex dele. "Só queria a verdade." Mentira. Ele nunca quis a verdade. Mentira. No dia que ele descobriu a verdade, ele matou os filhos. Mentira. Ele nunca quis a verdade, até porque a verdade já estava lá. Não era o começo da verdade. A verdade já estava lá. Ele só estava ignorando a verdade. A verdade está sempre aí, viu? A verdade está sempre aí.
"Você, infelizmente, não teve e ainda uma pessoa desqualificada." Olha aqui, ó. Ar tá dizendo aqui. Presta atenção no padrão controlador, tá? Olha o que ele fala do cara. "Você ainda me troca por uma pessoa desqualificada e um malandro que existe em nossa cidade. Você ainda arrumou um homem pior do que eu? Não tem homem melhor do que eu." Olha a coisa que você me trocou. Que padrão controlador é esse? Quando ele fala aqui, volta pro padrão controlador narcisista. Na carta de morte, o cara dá conta de desqualificar o amante da mulher. Não é de hoje, tá? Que esse cara é assim, só foi ignorado. Esse cara já tinha deixado sinais.
Aí vem, ele diz primeiro: "Não tem perdão o que eu fiz, mas aqui ele está pedindo." "Peço perdão a Deus, a Jesus Cristo, a Nossa Senhora Aparecida, a Santa Rita de Cássia, que rogue por mim e que se existir no mínimo de compaixão, me perdoa." Esse povo que gosta de meter Deus no meio para justificar crime, para justificar violência, para justificar abuso. Isso aqui é covardia. É por isso que a cabeça de vocês fica uma bagunça em relação à religião, espiritualidade de Deus. Porque você vê numa carta de morte, o cara colocando a responsabilidade do perdão dele em Deus das ações que só ele fez. Só faltou ele escrever aqui: "Eu fui possuído. Foi Satanás que me fez fazer isso, né?" Foi padrãozinho controlador, viu? Aqui. Vamos parar de usar desculpas divinas para problemas humanos.
Aí segue aqui e finaliza. "Ah, eu quero agradecer também a minha cunhada. Fiz isso com coração lacerado e não sei mais o que dizer. Era para ter parado já. Um beijo nos pequenos e cuide de todos. Você é capaz de uma fé que vejo em poucas pessoas." Volta de novo pra religião. Você quer saber do mais? Esse cara matou essa mulher por causa de preceitos religiosos que ele tinha. "Esse casamento é uma promessa de Deus. Se eu ficar sem essa mulher, a vida não funciona. Então, em nome do Senhor, vamos tirar a vida de todo mundo e os meus filhos não serão filhos de pai separado em nome de Deus, porque uma família foi feita para durar para sempre. Então, vou salvar os meus filhos." Pou, p, covardia, cabeça zoada.
Vamos lá de novo aqui, ó. "Fiquem com Deus." Religião lá no distorção no talo de novo, de novo e de novo. É aquela pessoa que na cabeça dela tem uma religião tão grande segurando o casamento que se o casamento acabar, não pode ter mais vida. Distorção de novo e de novo. E não acabou não. E me perdoem aí. Volta pro perdão de novo, porque era exatamente a última coisa que eu esperava na vida e da vida. Foi o que aconteceu hoje. Fiquem todos com Deus. Ti, fiquem todos com Deus. Oh, bonzinho, né? Não, ele está usando isso.
E sabe por que ele usou todas essas expressões de Deus? Qual é o padrão controlador com a mulher que ficou? Porque a esposa dele, que agora é ex, ficou viva. Por que ele não esperou para tirar a vida dela? Qual o padrão controlador que ele estava com o mundo? Vítima intencional. "Vejam o que ela me fez. Agora meus filhos foram embora. Eu salvei eles. Eu estou indo embora. E tudo isso que foi feito em nome do Senhor Jesus foi por causa dela. Ela está viva. Vejam aí o que vocês façam, o que vocês vão fazer com ela." Padrão vingador.
O padrão vingador quando está no talo, ele conta a história para que para aliciar um exército contra a pessoa que ele está tentando causar um dano. Ele quer que essa mulher sofra. É isso que ele quer. E ele quer que todo mundo olhe para ela como a culpada pelo fato dos filhos terem morrido. Ela não é. Ela tem parte da responsabilidade da culpa da morte dos filhos. Quem tem é o pai. Padrão narcisista com os filhos. O salvador. Padrão de vítima intencional com o mundo. "Vejam o que ela me fez." Padrão vingador com a ex. "Ataquem ela."
Aí vocês perguntam: "Uma pessoa pode ter mais de um padrão controlador?" Sim, porque o padrão controlador não está na pessoa. O padrão controlador está nas relações e a pessoa vai usar aquele padrão que fizer mais sentido para aquilo que ela está tentando alcançar. E se vocês não encararem esses padrões, se essa mulher tivesse tirado esse homem do núcleo antes, se essa mulher tivesse encarado essa bagunça antes, ela poderia estar bem.
Para mim, a aliança Divergente, ela é a garantia de um futuro melhor. Justamente porque você consegue não só resolver o que está acontecendo, dá para evitar prejuízos tanto na sua vida quanto na vida do seu filho. Se você não encarar esse, se você não encarar esse ex que está no seu núcleo, que a gente vai fazer a análise hoje, sua vida não vai avançar. Toda vez que você tentar se movimentar, vai acontecer alguma merda. É igual essa mãe que ficou, essa mulher que ficou. Se ela não conseguir dar conta de tirar o ex do núcleo dela, que vai ser difícil, se ela não conseguir dar conta de limpar o núcleo dela com os filhos que morreram, essa mulher não vive mais. Ela não vive mais. Ou ela tira a própria vida ou a vida dela vira o inferno. O único jeito dela conseguir seguir, apesar disso, é limpando o núcleo emocional, porque os padrões vão estar ali, ó. Ela vai precisar se justificar para o mundo e na cabeça dela tem um peso do tamanho de uma montanha.
Quando devo colocar um ex no núcleo? De preferência nunca, Kelly. Tem que estar fora do seu núcleo. No seu núcleo tem que ficar sua família, seu marido, seu filho, filhos pequenos, às vezes um sócio que está muito próximo ali, que entra e sai, mas ex, o passado tem que estar fora do seu núcleo. Vocês entenderam aqui a análise de padrões? E quando você entende o jogo dos padrões, você vê o que as pessoas estão fazendo, de que forma elas estão fazendo e por que elas estão fazendo. Vamos ligar esse ar aqui. Boa. Maravilha.
Essa análise de ex é para todos os ex. Ex-patrão, ex-sócio. Hoje a gente vai focar nos ex de padrão amoroso, tá? Vamos lá. O que nós vamos fazer hoje? Como será o encontro? Começou pesado, né? É, mas é porque esse assunto estava na minha cabeça ali. Para que vocês entendam que tudo que está acontecendo tanto na sua vida quanto na vida das outras pessoas tem os mesmos padrõezinhos aqui que você está manifestando. É tipo a mulher. Gente, ah, tem que pensar como eu falo. Apareceu um vídeo para mim de uma moça pegando uma foto e rasgando no Instagram. De quem era a foto? E ela disse: "Demorei muito tempo para fazer isso. Passou anos com cara, ela não terminava com cara. Agora ela terminou e pegou a foto e fez." Ramon, qual o problema disso? Ela está liberta. Tá não. Deixa eu contar para você. Você acha que ela está liberta? Claro que ela está. Ela rasgou a foto do ex. Deixa eu contar um negócio para você. Vocês têm que começar a entender a lógica das coisas, tá? Um homem bom vê o vídeo de uma mulher rasgando a foto do ex, você acha que ele se aproxima ou ele se afasta? Não precisa ter muita inteligência para dar essa resposta.
Quando vocês começarem a entender a lógica dos padrões, vocês vão entender porque vocês estão fazendo aquilo que estão fazendo. Uma mulher que pega uma foto, uma mulher que publica: "Eu preciso contar uma coisa para vocês. Foto em preto e branco do casal com risco no meio. Sim, chegou ao fim, mas eu preciso dizer algo. Eu fui uma mulher que me dediquei, que dediquei muitos anos de vida. Tivemos dois filhos lindos e lindos. E sabem o que ele fez comigo? Vocês não vão acreditar. Num belo dia, era uma sexta-feira, eu estava chegando do meu trabalho, busquei os dois filhos e ele me traiu. Eu descobri a traição. Eu sempre fiz tudo por ele. Ele era a minha vida." O que essa mulher está fazendo? Tentando resolver o problema, criando um ambiente de proteção para os filhos. Ela está se preparando para a nova relação? Ela está limpando o núcleo emocional. Não, ela está praticamente cuspindo um padrão. Que padrão é esse? Se ela ataca o outro, padrão vingador. Se ela se mostra para todo mundo com a fragilidade, padrão de vítima. O vingador fala do que aconteceu no passado e ataca, causa dano. A vítima fala do que está acontecendo no presente para que as pessoas sintam dó dela. Vítima quer dó, vingador quer dano. Vítima busca dó, vingador busca dano. Essa é a diferença, tá?
A vítima, ela está falando que está acontecendo o presente. O vingador fala sobre o passado. Então, quando ele está falando da mulher dele sobre os 15 anos que viveram juntos e como foi, ele está usando o passado. Dá para você entender o seu padrão controlador e o padrão das pessoas pelo que as pessoas dizem. Mulher que fala de ex tem núcleo sujo. Você saiu com um cara na primeira noite, o cara virou para você e falou assim: "Hum, minha ex nunca tinha feito isso comigo." Ele não está se relacionando com você. Ele está se relacionando por aquilo que foi a ex dele. Tomem cuidado. E muitas vezes vocês fazem isso. "Nossa, você é um cara incrível. Nenhum homem, nenhum ex meu fez isso." Meu ex. Ih, pode saber que esse cara é ruim. Se isso passa na sua cabeça, pode saber que esse cara é ruim. Porque você não está se relacionando com o cara que está na sua frente, você está se relacionando com as feridas que você tem do cara que passou na sua vida. E hoje nós vamos falar sobre justamente isso no diagnóstico de núcleo de ex. Onde está o seu ex? Aí no seu núcleo emocional. Como que você sabe, Ramon? É só você olhar para como está sua relação no presente ou os homens que estão aparecendo na sua vida. Só vai aparecer um homem bom na sua vida no dia que o seu núcleo emocional estiver vazio, porque você está tentando colocar algo bom no núcleo emocional que está cheio, preenchido pelas experiências e relações do passado.
E você que quer fazer esse diagnóstico comigo, nós vamos começar agora. Você que está no YouTube, toque nesse link, preencha sua ficha de interesse em aumentar a sua permissão para pegar o material do diagnóstico de núcleo de ex que está aqui na minha mão. Você que está no meu Instagram, digite aqui embaixo "decidir", corre lá no seu direct, vai chegar um link para você, toque nesse link, preenche a sua ficha de interesse em aumentar a sua permissão rapidinho, gratuitamente e esse material vai ser liberado para você ao final, combinado? Então vamos lá.
O pai do meu filho não é ex. Devo colocar ele no meu núcleo porque até hoje ele não registrou meu filho e não tem nenhum contato. Mas saiu o resultado DNA e falta incluir o nome. Vamos começar. E aí eu vou explicando para vocês sobre os detalhes. Pegue a sua apostila. Quem está com a apostila impressa aí? Cadê apostila impressa? Boa. Pega a sua apostila na página número três. Nós vamos fazer esse diagnóstico em três etapas. Fechou? Como pegar esse material? Aliada está no grupo do intensivão.
Passo número um: Diagnóstico de núcleo de ex. Diagnóstico de núcleo de ex. O que é esse diagnóstico? É uma forma rápida e prática de perceber quais foram os padrões que se manifestaram nas relações anteriores, que se você não identificou e não quebrou, vão se manifestar na relação atual ou na próxima relação que você tentar se relacionar com alguém. Se você não identificar esse padrão, ele está acontecendo de qualquer jeito. A vantagem de identificar é saber o que você viveu, o que você vai viver e o que você precisa fazer para quebrar esse padrão. Onde encontra essa apostila? Está no intensivão da permissão. Equipe a boa. Tá aqui, ó. Você que está no Zoom, tem ali, ó, a apostila do intensivão. É só clicar e baixar. Vamos lá. Vem comigo aqui.
1, 2. Apostila. Página número três. 3, 4, 5. Você vai separar aqui em cinco colunas. 1, 2. O diagnóstico de núcleo de ex vai revelar quais dos seus ex estão no seu núcleo emocional. Mesmo que você tenha tido um ex, mesmo que você tenha tido 10 ex. Fechou?
Primeira coluna. Você vai começar, comece anotando quem é esse ex. Você vai anotar aqui, ó. Deixa eu colocar todas as colunas logo. Tempo e motivo. Vamos lá, todo mundo comigo? Papel e caneta na mão. Na primeira coluna você vai anotar quem é esse ex aqui. Pode botar o nome dele. É o Pedro, é o Romário, é esse ex aqui. Ex1, ex2, ex3. Se você não quiser escrever o nome porque alguém pode ler, você coloca ex, ex, ex3. Mas se você estiver sozinha, você pode para facilitar colocar o nome, é o Romário, é o Pedro. Romário é um excelente nome para ex. Eu uso até muito porque em muitos casos esse nome apareceu muito. Romário. É nome de ex que trai, viu? Não que não tenham bons, é que eu já atendi muitos casos. Aí a outra escreve assim: "Pô, o nome do meu filho é Romário." É só não deixar ele preso à mãe que ele não vai precisar trair para voltar para casa dela. Beleza, colocou o nome aqui. Aí eu vou dar um exemplo aqui. Eu vou chamar de um. Beleza?
Análise do ex. Caso não é ex? A Sandra perguntou. Depende do caso. Se morou junto é ex. Se se ficou te enrolando, tipo, galera, passou de três meses já é coisa ali, viu? Já é muita informação. Três meses para uma mulher de 35, 40, 50 anos é muito tempo. Você não tem tempo para perder, não. Três meses é muita informação. Tempo. Aqui você vai escrever quanto tempo vocês ficaram juntos. Três meses, seis meses, um ano, dois anos, dez anos. Porque vai ter uma diferença. Tem mulher que vai ter um ex, um ex só. O cara que ela namorou com 17, noivou com 18, casou com 19.
Ela se separou com 50. Ela tem um ex, ela vai fazer análise desse ex. Tem mulher que tem 10, vai fazer análise dos 10.
Próxima pergunta. Esse ex foi bom ou esse ex foi ruim? Aqui uma dica. Se você namorou o Romário, exemplo, namorei o Romário, Ramon. Namorei 3 meses, só que aí a gente terminou. Depois de 2 meses, a gente voltou. Eu namorei ele mais 5 anos. Você vai colocar em duas vezes aqui, ó. A primeira vez Romário um e depois Romário 2. Se teve um término, vocês passaram tempo sozinhos e depois voltaram, você vai colocar essa pessoa Romário 1 e Romário 2. Aí você vai fazer duas análises separadas. O primeiro Romário fiquei com ele um ano, depois eu fiquei com o Romário 10 anos. Você vai colocar as duas vezes porque tem padrão aí para você ver se repetindo. Foi. Preencha aí. Esse ex foi bom ou foi ruim? Você vai anotar aqui. Ah, Ramon, foi ruim. Preenche aí.
Próxima pergunta. Fim do relacionamento. Quem foi que deu um fim nesse relacionamento? Eu ou ele? Foi você quem saiu, que pediu conta? Ou foi você que foi ele que pediu conta? Ou foi você que ou você esperou que ele pedisse conta? Anote aí. Foi. Beleza. Motivo aqui você vai colocar o motivo do término. Foi traição, Ramon. Perdeu a química. Eu e ele. Foi traição. Ramon perdeu a química. Aí você vai anotar aí qual foi o motivo do término desse ex.
Alguém aqui quer vir fazer ao vivo comigo? Vamos pegar uma mulher que está divorciada, sozinha ou divorciada, que acabou uma relação, que teve um ou mais ex. Clareza. Aí eu vou trazer uma pessoa. Ã, cadê? Vai, fica com a mão levantada. Você que você que terminou, tá sozinha ou divorciada aí, quer vir fazer o diagnóstico comigo, trazer uma pessoa aqui, aquela moça ali, ó, que tá primeiro. Paola Eleutério ali, traz ela. Essa aqui é só primeira etapa, viu? São três etapas do diagnóstico. Vamos lá. Tudo bem, Paola?
>> Tudo.
>> Se apresente para quem não te conhece, seja muito bem-vinda.
>> Obrigada. Meu nome é Paul.
>> Que você faz da vida? Quantos anos você tem? Solteira, casada, tem filhos?
>> Eu tenho 31 anos. Não, eu tenho 30 e três quase.
>> Oxe.
>> E
>> o que que aconteceu?
>> Eu moro no
>> O que que aconteceu com
>> É? Eu moro, menino. Eu tava num relacionamento tão difícil.
>> Você tá lá ainda, viu?
>> É.
>> Você tá lá ainda.
>> Foi bem difícil.
>> É, essa resposta não foi o inconsciente. É muito literal. Tipo assim, você está lá ainda, você tá tentando sair dos 31,
>> você tá tentando sair do 20 24.
>> Eu acho que sim.
>> Vamos lá. Respira e não pira. A gente só tá começando.
>> Ai, meu Deus.
>> Vamos lá. Eh, você faz o quê da vida? Eu moro num centro de meditação e aí eu trabalho aqui.
>> O que que que é morar no centro de meditação? É uma cidade ou é um lugar? É um trabalho?
>> É uma, é um trabalho. É uma chácara. Antigamente era era uma comunidade que moravam famílias e tinha eh treinamentos. Ainda tem retiros. É aberto só para retiros.
>> Como é que você foi parar? foi meu primeiro relacion
>> do meu primeiro, eu tava no meu ex, eu fiquei 6 anos dos meus 17 ao 24 e aí quando terminou relação e eu queria casar, a gente tava no ponto de voltar pro interior porque eu tava em São Paulo e a gente tava querendo voltar pro interior para casar, ter filho e aí acabou tudo, desmoronou e desmontou casa, eu com cachorro e aí eu entrei numa depressãozinha bem grande sozinha. Eu tava sem amigo porque vivia a relação. E aí a eu chorava, chorava assim dia e noite, fugia de casa para porque minha mãe brigava comigo, para de ser burra, chorar por causa de homem. E aí a minha mãe acabou que uma amiga falou: "Ah, tem um lugar lá no Ceará que tem uma um centro de meditação que você pode ir e ficar um tempo lá, vai ser bom para você meditar". E quanto tempo você tá?
>> Aí eu vim 10 anos.
>> 10 anos.
>> E vai viver para sempre aí?
>> Não.
>> Mas por que que você não saiu?
>> Eu saí e voltei.
>> Uhum. Você sa Você você entrou aí por causa de um ex, saiu por causa de um homem e voltou por causa de mais um ex?
>> Uhum.
>> Uhum. Tá bom. Aí vocês já vão começando a entender algumas coisas, mas o o diagnóstico vai revelar tudo isso. Só quero saber quem é você, tá? Então beleza. Você trabalha aí?
>> Trabalho.
>> Você ganha dinheiro aí?
>> Pouco, mas eu ganho.
>> Aham. Você é com 33. Beleza. Ah, e você quer um relacionamento novo? Eu acabei de separar, né, em dezembro, mas eu quero e eu acabei agora porque a gente, eu queria, eu quero ser mãe e ele botou as cartas depois de três anos que não, que ele não queria e aí eu separei agora recente. Então agora não quero, mas eu quero muito um relacionamento saudável. Uhum. Beleza. E quando você separou, você tava eh nesse último relacionamento aí há quanto tempo?
>> 3 anos e 3 meses.
>> Você chegou a sair daí dessa casa?
>> Eu ia duas vezes. Ele mora, ele mora em Amsterdam, então eu ia duas vezes por ano, passava quatro, cada vez que eu ia passava dois meses. Então 4 meses por ano eu passava lá.
>> Que lugar que é? Amsterdam.
>> Tá bom. Amsterdam. Fora do Brasil?
>> Uhum.
>> Rapaz, onde é que você arrumou um homem de Amsterdam?
>> Aqui é um centro internacional, então sempre tem pessoas de fora.
>> E você fala a língua dele? Alguém alguém fala a língua de alguém aí, né? Você sabe que eu tava pensando nisso. Eu falei, você falou: "Ah, eu tenho que treinar meu inglês." Eu tava assim, ah, eu quero, eu quero me curar e depois eu quero trabalhar na aliança para mandar esse treinamento lá para fora e falar inglês com o povo.
>> Legal. Você fala inglês?
>> Falo
>> que fala mais de uma língua, fala duas, português, inglês, fala mais alguma?
>> Fluente? Não, eu tenho um pouquinho do alemão, um pouquinho do hebraico, mas é bem pouco.
>> Legal. E aí esse cara era de Amsterdam. Cada dois m você ia para lá cada quanto tempo ficava dois meses.
>> Eu duas vezes por ano. Geralmente cada se meses,
>> tá? Cada seis meses você ia, ficava dois meses. E aí isso durou uns 3 anos e pouco.
>> 3 anos e 3 meses.
>> Vamos lá. Então vamos começar por aqui. Vamos pro diagnóstico de núcleo de Vamos lá. Respira e não pira. E a gente vai por partes aqui. Vamos analisar o último. Esse que você teve. Você não precisa dar nome, tá? Pode ser ex, ex, ex3. Você quer colocar o nome ou pode deixar assim?
>> Posso dar nome? É, o nome dele é é Chanka.
>> Chanka. Então vamos analisar. É com S. Chanka.
>> É S H A N K A R.
>> Chanc. Tem nome de Lord, um homem que tem dinheiro.
>> É.
>> Quanto tempo durou essa relação?
>> 3 anos e 3 meses.
>> 3,3. Vamos deixar assim. Foi um ex bom ou um ex ruim? Como terminou? Como foi o fim? Foi um ex bom que saiu da sua vida ou você saiu da vida dele? Ou foi um ex ruim que saiu da sua vida ou você saiu da vida dele? O relacionamento não foi bom, mas ele era uma pessoa e ele era ah, eu não sei como definir, porque ele foi bom para mim, mas ele também eh ele tinha uma agressividade muito grande, então a gente não conseguia conversar.
>> Uhum. Agressividade,
>> mas ele fazia muita coisa por mim.
>> Você fala de agressividade verbal, agressividade física
>> verbal. Tudo que eu fazia ativava muito ele, assim, coisas pequenas, o dia a dia não dava para ser conversadas normais.
>> Uhum.
>> Mas ele me ajudava, então ele pagava minha passagem, metade da minha passagem, quando eu tava lá, ele fazia de tudo para me agradar.
>> Eu fiquei doente. Ele ele lá, ele me levou no médico.
>> Uhum.
>> Ele cuidava de mim. Mas era aquela aquele cuidar que que tem uma agressão, sabe? Isso para você é um homem bom ou homem ruim?
>> Então, eu não sei. Eu fico,
>> você recomendaria, você recomendaria esse relacionamento paraa sua amiga?
>> Não.
>> Você não recomendaria porque ele é bom ou porque ele é ruim? Eh,
>> se o cara não sabe falar, não sabe conversar, se o cara te dá medo e você não recomenda, esse cara é bom ou ruim?
>> Ele é ruim.
>> É, ele tem coisas boas, sacou? Ele tem coisas que ele faz que é bom. É tipo assim, o cara que beija a sua boca, transa com você, te ajuda, paga contas que você não paga, mas ele mora com a mãe. Esse cara é bom ou ruim? É ruim.
>> É um cara que nunca vai te priorizar. Nunca pode priorizar. Esse cara não é bom. Ele tem elementos bons, mas não é bom para casar. É bom para uma aventura, mas não bom para casar. Um cara que te leva para viajar, paga suas passagens, ele é bom para uma aventura, mas ele não é bom para casar.
>> Beleza. Esse cara foi ruim. Quem terminou? Tem que mudar aqui.
>> Quem saiu do relacionamento? Quem comentou?
>> Foi você ou foi ele?
>> Foi eu.
>> Foi você. Uhum. Quanto tempo você demorou para perceber que esse cara era ruim?
>> Desde o começo.
>> Desde o começo.
>> Isso aqui descobri que era ruim no começo. Desses 3 anos, nos primeiros meses ali, você já tinha percebido isso nele?
>> Na primeiros dias.
>> Uhum. Beleza. Qual foi o motivo do término? De todos os problemas, assim, o maior era que eu quero ser mãe, eu sonho ser mãe
>> e ele ele queria uma namorada para sempre, não queria casar, não queria ter filho.
>> Tá. Ele queria ter filhos ou não queria ter filhos? Não,
>> porque querer ser mãe, ó, tem duas camadas aqui. Eu queria ser mãe e ele não queria casar. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Você poderia ser mãe sendo namorada dele, mas você queria ser mãe e casar
>> ou só ser mãe?
>> Sim.
>> Não, eu quero casar. Eu quero.
>> E ele queria ser pai, não queria ser pai? Queria casar ou não queria casar ou não queria nenhum dos dois?
>> Nenhum dos dois.
>> Motivo. Então ele não queria nem casar. nem ter filhos. Beleza, vamos para o ex anterior. Aqui você pode colocar o nome ou o ex dois,
>> tá? O Ítalo.
>> OK. Quanto tempo durou?
>> 3 anos e meio.
>> 3,5. Foi um ex bom ou um ex ruim?
>> Ruim. Eu acho que eu não tive ex bom depois dessa.
>> Foi um ex ruim. Quem terminou o relacionamento? Você ou ele?
>> Eu.
>> Você. Qual foi o motivo?
>> Ele morava com os pais e nunca trabalhou na vida e se escondia atrás do diagnóstico de autismo com eh que é aquele mais leve que é o ASPEG. E eu tentei 3 anos e meio ajudar ele a crescer, aí procurar trabalho. Ajudei a fazer currículo e ele não conseguia. Ele ficava doente, ele perdia peso. Uhum.
>> E aí ele assim era difícil. Então eu terminei porque eu não queria, eu perdi admiração.
>> Então você perdeu admiração.
>> Perdi admiração.
>> Perdeu admiração
>> e respeito também, né? Porque
>> por que que você perdeu respeito? Ai ele uma que ele ele demorava assim, aí vamos do supermercado, ele ia falar, ele tinha pânico de pessoas, ele passava 8 horas no banheiro por dia.
>> Então assim, vamos sair para almoçar, pera aí que eu vou no banheiro. Ele ficava 3 horas no banheiro. Assim, quem fala fala: "Ai não, você tá exagerando." Juro para você, nunca vi igual.
>> Tá bom. Então assim,
>> e quando foi que você percebeu que ele não era um cara bom? quando eh porque logo que eu comecei a namorar ele, deu a pandemia, eu voltei, ele tava aqui no Ceará e eu tava, aí eu voltei para São Paulo,
>> eu só fui ver ele mesmo, conhecer ele mesmo, porque assim, quando eu vim para cá para quando eu voltei paraa Fortaleza para encontrar com ele, que daí foi um caos.
>> Tá bom. Em quanto tempo quando você começou a sair e namorar com ele, você percebeu que ele não era bom? Eh,
>> hum, um ano. Um ano.
>> Um ano. Em quanto tempo de convívio com ele, você percebeu que ele não era bom? Você falou que vocês ficaram afastados.
>> A gente ficou afastado na época da pandemia, mas a gente se ligava sempre, tava no começo do namoro.
>> Uhum. Mas vocês ficaram quanto tempo quanto tempo afastados aqui para eu entender
>> esse um ano, né? Assim, logo foi logo no começo,
>> tá? Vocês ficaram um ano afastados. Então quando você começou a ver ele, se relacionar com ele, você descobriu imediatamente que ele não era bom.
>> Não, pera aí. Vamos lá. Agora eu tenho que lembrar. É, eu conheci ele em janeiro e eu fui embora em novembro por causa da pandemia. Então foi mais de um ano. Aí em março ele veio, quando a pandemia estourou, ele veio me visitar. E aí quando eu voltei para cá em agosto, então um ano e meio, aí é que eu vi como ele era.
>> E você ficou, você precisou se relacionar com ele,
>> manter relação com ele por quanto tempo para descobrir que ele não era bom? Porque um ano e meio foi o tempo do TV distância e tal. Quanto tempo você precisou se relacionar para descobrir que ele não era bom?
>> 3 meses.
>> 3 meses. Então, teve um ano e meio de distância, mas em 3 meses você já tinha percebido que ele não era bom. E ele ficou repetindo esses mesmos comportamentos até o final.
>> Até o final.
>> Uhum. Beleza. Tem ex anterior, acabou aqui.
>> Tem. Aí antes dele, eh, tem é um ex que, na verdade, eu só ti eu tive um eh eu fiquei só um mês com ele, mas eu tive um aborto. Foi um caso que eu tive.
>> Uhum. Quantos anos você tinha?
>> Eu não sei se conta.
>> Tinha 26.
>> Conta.
>> É o Georga. Quanto tempo você ficou com ele?
>> Foi um mês.
>> Um mês. Ok. Vocês moraram juntos? Você morou junto com algum desses aqui?
>> Eh, eu morei junto com o Ítalo, com segundo.
>> Uhum. Esse aqui visitava. Beleza? Com ex 3, você teve um caso, durou um mês, você engravidou e perdeu, teve um aborto. E por que que vocês não ficaram juntos?
>> Logo que eu engravidei, meu corpo rejeitou ele completamente. Eu não aguentava nem o cheiro dele.
>> Uhum. E ele era um cara bom ou um cara ruim? Ele é que quando você pergunta assim, eu falo: "Nossa, às vezes a pessoa é boa, mas não foi boa para mim". Não sei, mas não, também não foi.
>> Mas é tipo assim, cara bom é um cara bom, sacou? É um cara, pode não ter sido bom para você porque você não viu, mas o cara bom, ele é bom. Tipo assim, é um cara parceiro, é um cara que tá junto, é um cara que tá tentando crescer, é um cara que tá tentando te priorizar, não é um cara que é rico, é um cara que tem postura, postura de homem. Vamos junto, vamos fazer tipo assim, pô, tô pensando em fazer planos aqui, vamos viajar, tudo bem com você, faz carinho, tá próximo. Isso é um cara bom.
>> Uhum.
>> Para resumir aqui,
>> é, esse cara era bom, não era ruim?
>> Não.
>> Ruim por quê? Eh, eh, a gente, na verdade, eu, eh, a gente nem ficou muito juntos, na verdade, a gente nem tinha atração física um pelo outro,
>> nem deu deu tempo, um mês, um mzinho,
>> nem deu tempo, entendeu?
>> E
>> quem foi que terminou? Foi você ou foi ele?
>> Terminei? Eu terminei quando eu tava grávida, porque eu não, eu, ele, ele, eu não conseguia nem com o cheiro dele. Meu corpo rejeitou.
>> Uhum.
>> Acho que hormonal.
>> Tá bom.
>> Aborto. Tem antes? Eu tenho aí, eu tenho a eu acho que é bom. Esse é bom. Tipo assim, pô, pelo menos esse aqui. Esse aqui tem que salvar, Ramon.
>> Putz, por favor. Eu já ia colocar quase todos assim, porque eu vejo que tinha qualidades, tinha potencial, mas não eram bons assim, não. Não foi bom.
>> Vamos lá. O ex 4. Quanto tempo vocês ficaram juntos?
>> 6 anos.
>> Seis anos. Você tinha quantos anos quando começaram a ficar juntos?
>> 17.
>> 17.
>> Foi meu primeiro amor.
>> Uhum. E você morava onde nessa época?
>> Eu morava no interior de São Paulo.
>> E vocês moraram juntos?
>> Moramos. Quanto tempo
>> a gente? 4 anos morou junto.
>> Uhum. E esse cara era bom ou ruim?
>> Ele era bom.
>> Era bom. E quem terminou foi ele ou foi você?
>> Foi ele.
>> Foi ele. E qual foi o motivo?
>> Ah, ele a gente teve uma briga, na verdade a gente morava, tá? Voltou para casar. Eu não sei como explicar isso de forma mais a gente voltou pro interior depois da minha faculdade, a gente voltou pro interior para ter casar, ter filho, ter uma qualidade de vida e aí a família dele era toda muito ligada, então eles entravam em casa todo dia, tinha chave de casa, então fazia festa todo final de semana. E aí eu comecei a reclamar e aí eu acho que e eu engolia muito, sabe, as coisas. Eu não conseguia falar quando eu precisava, não conseguia conversar. era muito imatura.
>> E aí acabou que a gente não tinha conversas claras e aí um dia eu vomitei tudo que eu sentia e aí eu acho que foi demais para ele e aí ele terminou comigo.
>> Tá bom. Aí você terminou e foi para onde?
>> Aí eu vim para cá. Aí eu fui, voltei para casa da minha mãe. Aí eu voltei pra casa da minha mãe.
>> Tá bom.
>> Na época desfiz a minha casa, né, com ele.
>> Beleza. Maravilha. Agora a gente começa a fazer a segunda etapa. Vocês entenderam até aqui? É só preencher.
>> Quais foram os ex? Tem gente que teve um só, tem gente que teve vários. O tempo de relacionamento, se ele foi bom, se foi ruim e o fim. Aí vocês vão começar a perceber algumas coisas que se repetem. Quando o ex é ruim, quem termina é ela. Quando o ex é ruim, quem termina é ela. Quando o ex é ruim, quem termina é ela. Quando o ex é bom, ele sai da vida dela.
>> Uhum. Os homens ruins, ela identifica e sai da vida deles. Quando o homem tende a ser bom, acontece alguma. Aí, gente, é independente do acontecimento. Quando o homem tende a ser bom, ele sai da minha vida. Quando o homem tende a ser ruim, ele não sai. É eu que rao fora.
>> OK. Pronto, esse é o padrão dela. Outra coisa que a gente precisa identificar que já começa a aparecer aqui, quando o homem é ruim, o tempo de absorção da Paola é rápido. Ela começa a se relacionar com o cara e ela percebe entre um e 3 meses que esse cara é ruim. Aqui ela percebeu no começo. Aqui ela demorou um pouco mais porque teve pandemia, mas começou a se relacionar, já percebeu. E ela aqui já teve um aborto logo no primeiro mês. E ela também já percebeu o corpo dela, expulsou o cara. Qual que é o problema? Quando ela percebe, ela demora a tirar da vida dela. Qual é o padrão aqui? O padrão de quando um homem ruim entra na minha vida. E lembra que o problema vai aumentando, gente? Quando esse homem ruim entrou na vida dela, já teve um aborto e em um mês foi embora. Depois esse homem ruim entrou na vida dela, ficou 3 anos e meio. Depois esse homem ruim entrou na vida dela, percebeu no começo, mas deixou 3 anos e meio.
>> É um padrão. E aqui a gente já começa a entender o tipo de relação que vai aparecer na vida dela na próxima vez. Vai aparecer um homem bom ou um homem ruim na vida dela?
>> Ruim,
>> por favor. Um homem bom.
>> Ruim?
>> Não, porque eu tô na aliança.
>> Ruim não. Tem que aparecer um ruim e você vai precisar terminar.
>> Você vai achar que ele é bom. Esse é o seu padrão. O cara entra na sua vida, parece que ele é bom. Você mantém, você vê que ele é ruim, tem a chance de dizer pra vida: "Vida, isso aqui não combina comigo". Só que você mantém por um tempo de 3 anos e pouco.
>> Hum.
>> Até sair da vida do cara. Você já tem uma coisa boa aqui, ó. Quando é ruim, quem sai da vida dele é você.
>> Uhum. E sabe por que você saiu de um cara bom pros ruins? O primeiro lá atrás foi bom, mas ele saiu da sua vida. Caras bons você não controla. Os caras ruins, quem domina é você. Quem diz eu fico, eu saio é você. Você tem o controle da relação quando o cara é ruim, quando o cara é bom. As coisas perdem o controle. Quando o cara é ruim, você fala: "Eu vou ficar, eu vou sair, quem manda sou eu". Tá aqui, ó. Esses são seus últimos relacionamentos. Agora a gente vai pra segunda parte. Nessa segunda parte vocês vão usar ela para cada ex, tá? Isso é padrão narcisista, Elizabeth, nessas relações, quando você tem o controle, quando é você que resolve, quando é você que entra, quando é você que sai, quando é você que dita as cartas, é o padrão narcisista que está na mesa. Agora nós vamos pra segunda parte. Vocês vão pegar a relação que está aí, é uma por vez, tá? E nós vamos ver qual é a utilidade, qual é a utilidade que esse término tem na sua vida. Então, página número quatro para você que está aqui, consegue mandar essa apostila para mim? Manda para mim, eu vou abrir para eles aqui verem. Beleza? dúvidas até aqui. Nessa primeira parte, você só vai abrir isso aqui, preencher o nome do ex, o tempo que você ficou junto com ele, se ele foi bom, se foi ruim na sua vida, se foi você ou ele que saiu da relação e o motivo. Só isso. Tira da tela aqui. Eu acho que eu, talvez, eu tenha ela aqui. Então, manda para mim. Agora nós vamos paraa segunda etapa. Muitas dúvidas. Olha aqui no chat, eu tô olhando, tá? É só preencher aqui, viu, gente? Tô vendo aqui, tô acompanhando vocês. Vou paraa próxima parte agora. Hum. Airdrop. Deixa eu habilitar para todos aqui. Tá me achando aí agora? Foi. Lembra que eu disse? Guardem essa frase. Todo problema tem uma utilidade nas relações. Deu? Todo problema tem uma utilidade nas relações. Agora a gente começa a observar a utilidade daquelas relações. Quem são os impactados impactados? impactado e impactante ou impactantes. O término é um acontecimento, tá gente? Término, divórcio, traição, é um acontecimento. Em todo acontecimento, lembra que eu disse que todo acontecimento está ligado a um relacionamento através de um padrão. No relacionamento acontece da mesma forma. O acontecimento do término do divórcio da traição, está ligado a um relacionamento, não necessariamente a essa pessoa, mas alguém do passado, através de um padrão, porque isso tem uma utilidade. E agora nós vamos começar a analisar os impactados, impactantes disso que aconteceu. Então, lá na página número quatro, peguem a apostila de vocês, eu vou conduzir a Paola e vocês vão seguindo comigo. Pós-término, vamos para a relação um, aquela primeira relação lá atrás. O que aconteceu depois do seu término? Você foi para uma casa de aluguel longe dos seus pais, uma casa de aluguel perto dos seus pais, voltou paraa casa do pai e da mãe. Seu pai e sua mãe veio morar com você, ficou na sua casa própria que você tinha comprado, ficou numa casa própria de herança dos pais que passou para você, uma casa própria com a bagunça do ex, não sabe se é dele, não sabe se é sua, compraram juntos, tá financiado ou nunca saiu da casa dos seus pais?
>> O primeiro de 6 anos, o que foi bom ou o último agora?
>> O primeiro de se anos que foi bom. Tá, porque o meu, o meu não, o último não tem uma opção aqui para ele, né? Porque eu moro num centro de meditação. Como é que vou colocar?
>> Chega lá, a gente chega lá. É, pai e mãe. Eu voltei para casa da minha mãe.
>> Então, o relacionamento terminou, você morava com ele, você voltou paraa casa do seu pai e da sua mãe. Ramon, mas o que que tem a ver a relação terminar e voltar paraa casa do pai e da mãe? Muito simples. Pessoas independentes, pais saudáveis, são desnecessários na vida dos filhos. Se os pais ainda são necessários na vida dos filhos que foram morar junto, foram para a vida, esses pais não se tornaram desnecessários porque ou o filho arrumou bagunça ou o filho saiu de casa pelo motivo errado. A filha que sai de casa pelo motivo errado para fugir porque não tá bom, sai porque apareceu alguma coisa que só para tirá-la de onde ela tá, essa filha ainda tem dependência com os pais. Beleza, vamos para a próxima parte. Situação do pós-término. Eu precisei da do meu pai e da minha mãe. Meu pai e minha mãe precisaram de mim. Não precisei de ninguém. Me endividei. Adoeci. Precisei de ajuda do ex ou ex precisou da minha ajuda. Aqui você pode marcar mais de uma opção. São os impactados. Precisou da ajuda do seu pai ou da sua mãe quando você terminou?
>> Eu tive duas as opções. Eu precisei da ajuda da minha mãe e eu endividei.
>> E você se endividou? Não adoeceu
>> não.
>> Ok. Eh, não precisou da ajuda do ex e nem o ex precisou da sua ajuda,
>> não.
>> Beleza. Aqui a gente já tem um mapa do que acontece na vida da Paola quando um ex sai da vida dela. Ela tem uma dependência emocional com os pais, entendeu?
>> Com a mãe.
>> Aí, beleza. Aí a gente começa a aprofundar. Mas existe uma dependência emocional com os pais. No caso dela é uma dependência com a mãe. Sua mãe mora com seu pai ou ela mora sozinha e é separada?
>> É, minha mãe
>> casou de novo.
>> Eu teve outros casos. A gente somos em quatro e cada um pai diferente. E aí depois ela teve outros namorados. A gente
>> E você é a mais velha ou mais nova?
>> Eu sou a caçula da minha mãe, a mais velha do meu pai, mas eu não tenho contato com os irmãos. A caçola da sua mãe e a mais velha do pai.
>> Do meu pai.
>> Beleza. Aí você voltou paraa casa da sua da sua mãe aqui. Você ficou quanto tempo lá?
>> Uhum. Ahã. Voltei. Sa ver. Eh, um an menos de 1 ano e meio. 1 ano e 4 meses.
>> Menos de 1 ano e meio. E a sua saída?
>> Hã? É, eu eu acho que foi menos, porque eu acho que eu saí 2018,
>> tá? Sua saída dali foi para uma casa própria, paraa sua casa de aluguel ou foi para um outro relacionamento?
>> Não, eu vim para cá, né, para esse
>> já foi. Cro, tá bom.
>> Uhum.
>> Beleza. Vamos para o próximo. Vocês vão fazer isso para cada relação, tá? Na próxima relação nós temos o ex. que foi, eu acho que o Ítalo. Deixa eu voltar para cá.
>> Não, eu acho que foi o o pai o pai do nené, né? O o Georg.
>> Ah, foi o pai do neném.
>> Você já tava no centro?
>> Tava no centro.
>> Beleza. Você estava no centro. Você chegou em morar com ele ou continuou no centro?
>> Não, ele tava aqui, ele veio num programa aqui e a gente se conheceu aqui e acabou aqui mesmo.
>> Beleza, vocês estão Então isso aí é uma casa de aluguel longe dos seus pais, tá? É a primeira opção,
>> tá? Entendi.
>> Porque aí não é casa própria. É,
>> não,
>> não. Então aí é casa de aluguel longe dos pais. Então é aí que você tava no pós-término, você nem saiu daí. Você permaneceu aí. Qual foi a situação pós-érmino desse relacionamento? Pós aborto, pós-término, você precisou do seu pai ou da sua mãe mais?
>> E precisei
>> mais de quem?
>> Eu precisei da minha mãe.
>> Volta pra mãe de novo. Seu sua mãe ou seu pai é vivo? Você tem alguma relação com ele?
>> Então eu tenho, é assim, meu pai saiu eh tem as coisas dele com a minha mãe, então eh ele ficou com raiva da minha mãe, ele era o filho mais velho.
>> Aham. Eh, ele casou logo depois ele encontrou a mulher e ela ele ela engravidou e ele teve que escolher entre a mulher e o filho que ela tava carregando e eu. E nessa nesse trecho, meu vô, meu vô paterno morreu no dia que meu pai ia casar. E aí a família inteira entrou em depressão e eu fui esquecida, né? Eu fui apagada porque ele preferiu é a mulher e a e a filha.
>> Em que ano foi isso aí? No meio de qual ex que você tava, de qual relação?
>> Do meu pai? É,
>> não, meu pai tinha um ano e meio quando aconteceu
>> que ele casou de novo. Eu
>> que ele casou quando ele casou de novo.
>> Foi, foi, eu tinha 3 anos e meio. Daí meu pai, quando meu pai casou, mas que ele separou da minha mãe, eu tinha um ano e meio.
>> Aí com 3 anos e meio foi o momento que você foi esquecida de novo.
>> Eu fui esquecida
>> que o seu avô morreu. Meu avô morreu e aí a família entrou em todo mundo em choque e meu pai optou pela esposa.
>> Uhum. Vocês vão começar, vocês vão reparando que a vida vai tendo uns padrões assim, tem pessoas que têm ciclos diferente onde as coisas acontecem. Com 3 anos e meio, seu pai se desligou de você, entre aspas, foi embora. Geralmente é 3 anos e meio que você leva num relacionamento para sair da vida de um cara mesmo quando ele é ruim. Aí vocês vão percebendo que na vida de vocês tem datas e tem tempos que vocês demoram para encarar um ciclo. Na vida acontecem ciclos, então dá para crescer mais rápido e resolver mais rápido ou dá para ficar repetindo 3 anos e meio é um ciclo seu. Um ciclo que as coisas demoram para acontecer, para você ver. para você encarar, para você sair ou para você ficar.
>> Sim,
>> esse aqui é só um detalhe, vocês não precisam saber disso. É que a vida acontece em ciclos. Lembra que eu mostrei no fim das relações ruins aquele ciclo? A vida acontece em ciclos. Ou você rompe ou você repete. OK? E desse segundo a você ficou lá, precisou da sua mãe de novo? Eh, se endividou ou adoeceu? Eh, eu com aborto eu não me adoeci, mas foi um processo muito assim físico, emocional. Eu fiquei um ano destruída.
>> Uhum. Teve depressão, alguma coisa desse tipo nessa época
>> ou não?
>> Não, mas eu tive muitos surtos, assim, eh, foi bem difícil
>> e eu me endividei também.
>> Também se endividou no segundo relacionamento.
>> É.
>> OK. Sim.
>> Vamos para o terceiro com o ex TR aqui, o Ítalo, na verdade.
>> Esse é o Itítalo.
>> Beleza. Durou 3 anos e meio. Quando você termin você estava onde? Você estava no centro. Aí
>> eu tava, na verdade, eu tava com ele em Fortaleza. Eu tava com ele morando em Fortaleza, na casa dos pais dele. Ai, meu Deus.
>> Tá.
>> E aí quando deu tudo merda, eu saí de lá. e vim para cá. Mas eu tava, eu vim para cá para um retiro.
>> Calma, segura aí. Beleza. Nele, você estava lá em Fortaleza. Pum, terminamos. O que acontece pós término?
>> Você volta pra casa do centro, vai pra casa dos seus pais, vai para
>> centro, pro centro,
>> pro centro.
>> Voltei para cá. Uhum. Tava aqui.
>> Casa de aluguel, longe dos pais. Esse centro é longe da casa da sua mãe. É, velho. A minha mãe tá no interior de São Paulo, tô no Ceará.
>> OK. Maravilha. E depois desse relacionamento, o que aconteceu? Qual foi a situação? Você precisou da ajuda da sua mãe de novo?
>> Não.
>> Não. Sua mãe precisou de você ou seu pai para alguma coisa?
>> Hum hum. Não, mas foi o que acontece é que eu encontrei o o Chanca. Eu comecei, eu terminei, deu um mês, eu já tava conhecendo o Chancá.
>> Uhum. Tudo bem. Então,
>> vai chegar aí.
>> Mas alguém precisou de você pós esse término? Você precisou fazer algo por alguém que você não faria, não fazia porque estava nessa relação?
>> Ah, eu t eu acho que o meu ex precisou de mim assim e e ele eu tive que dar eh ele ficou muito eh para ele foi muito difícil o términe. Então eu meio que apoiei ele emocional, não sei se isso conta.
>> Tá bom. Tem aqui a última opção. Ex precisou da minha ajuda. Quanto tempo?
>> É. Ah, eu tive que cortar, mas foi uns meses assim, acho que uns 4ro meses que ele ficou tentando voltar e eu tentava conversar, falava: "Olha, acabou.
>> Boa, vamos para a última". Chancar durou quase 3 anos e meio. Eh, o que que aconteceu? Você estava onde? Quando você começou a relação? Você estava no centro. começou a ir para fora do Brasil em Amsterdam e pós-érmino. Para onde você foi?
>> Voltei para cá.
>> Voltou pro centro. Eh, tá. Situação do pós-término. Você precisou da sua mãe ou do seu pai? Hum. Eu emocionalmente eu acho que eu quis minha mãe. Eu fiquei mais carente nos primeiros, só nos primeiros dias.
>> E alguém precisou de você? Mãe, pai, sobrinho, tio.
>> É minha mãe, sabe? A minha mãe eu acho que é onde eu tenho mais. Ela precisou de você depois do término também, além de você precisar dela.
>> A minha mãe tá sozinha, tá numa fase que não tem amigo, não se dá bem com as minhas tias, que são as irmãs, minha avó, então ela às vezes sufoca, sabe? E aí quando eu preciso dela, ela adora, né? Porque supre tudo que ela precisa.
>> Não dá para ver aqui. Toda vez você precisa dela. Claro que ela adora. É,
>> a gente vai chegar lá. Minha mãe
>> é
>> você não precisou de ninguém. Você se endividou, adoeceu.
>> Não me endividei. Eh, eu tive, eu, eu adoeci um logo depois eu tive uma, eu tive uma crise aqui que eu precisei no hospital tomar remédio.
>> Uhum. Crise do quê? Foi tipo surto da relação anterior. Eu tenho vergonha de falar aqui, mas eu nunca tive isso na vida. Eu eu tava muito nervosa, ansiosa, né, com o fim do relacionamento. Nos primeiros dias é os mais difíceis, né, porque depois e eu tive, eu cozinhei feijão para uma amiga minha e eu não sou acostumada a comer feijão e me deu gases, mas não saía
>> e começou a me dar muita falta de ar. Menino, eu tive que tomar tramal na aveia porque E aí foi
>> foi assim dias, quatro dias.
>> Uhum. Maldito feijão, né?
>> Nossa, nunca mais. Eu nem como feijão. Eu fui cozinhar por causa de uma amiga que gosta de feijão, que veio me visitar, nunca mais. E a depressão que você falou que teve foi em que momento? Porque nessas quatro relações não apareceu
>> no término delas. Eu, ah, eu, eu tive a, a primeira depressão com Willam, né, quando acabou tudo, porque eu o meu plano de vida era o meu primeiro amor. Eu nunca pensei em separar dele, né? A gente muito pelo contrário.
>> Então, teve a depressão naquela primeira relação.
>> Isso que foi quando eu vim para cá. E aí teve também quando eu tive o aborto.
>> Aham. Aí depois na segunda também vê a depressão.
>> É, com aborto eu eu eu
>> a depressão voltou em algum momento? voltou em um momento que eu tava eh com o Chanka, ele ele quando eu conheci ele, ele tava num relacionamento, ele veio para um grupo de tantra aqui, então ele ainda tava com a ex e aí foi ele separou dela, tal. Ai foi muito complicado, foi uma novela.
>> Tá, mas a depressão veio dentro da relação com o Chancar, antes ou depois da relação? Eu acho que a relação inteira foi bem difícil para mim, mas a gente teve um momento que a gente terminou, que ele terminou comigo na relação, ele terminou no começo quando a gente começou a brigar muito e aí eu entrei num estado bem difícil e aí a gente acabou voltando.
>> Uhum.
>> Beleza. Vamos lá. Agora a gente começa a olhar paraa utilidade aqui que eu quero provocar vocês e vocês vão aprendendo a olhar pra utilidade dos problemas. Vocês precisam começar a olhar agora pros exceber para onde você vai quando as coisas dão errado. No caso da Paola, qual é o padrão de conexão dos dos problemas e dos fins das relações dela? A mãe, toda vez, ou na maioria das relações, quando ela termina, ela precisa da mãe. O fato dela terminar faz com que ela se conecte mais com a mãe dela. Aí, sabe o que que é mais doido? A mãe dela e o padrão que ela tem com a mãe fez com que ela escolhesse desde a primeira relação. O primeiro homem que entrou na vida dela tem a ver com o padrão que ela repete da mãe. Seu pai era um homem bom ou homem ruim para sua mãe?
>> Ruim.
>> Era um marido ruim. Ok. E agora ele é o marido bom ou marido ruim? Ele é um marido bom.
>> Ele é um marido bom para a próxima mulher, para sua mãe. Ele era um marido ruim. Sim.
>> Então ele é um homem bom ou um homem ruim?
>> Depende para quem.
>> Louco isso, né? Tem homem que entra na vida de uma mulher e você vê uma bagunça. Aí esse cara vai pra vida de outra mulher e na vida da outra mulher parece que as coisas andam bem. É aquele lugar dos padrões. Sua mãe é uma mulher delicada ou uma mulher dura?
>> Dura.
>> Uhum. E o que você gostaria que ela tivesse feito de diferente? Ai, que você queria que ela espera que a sua mãe faça por você ou faça por ela? Você está esperando. Todas as todos os seus términos estão ligados à sua mãe. Todos. Todos. Todos.
>> Uhum. Você está esperando algo da sua mãe para você, por você ou para ela por ela? Que que você tá esperando? Não sei.
>> Se você arrumar um homem bom, você está aí nesse nessa casa por quem?
>> Aqui onde eu tô?
>> É
>> por mim.
>> Quem foi que te indicou esse lugar?
>> Ah, sei. Minha mãe.
>> Sua mãe te indicou esse lugar? Esse lugar foi o lugar que a sua mãe
Aprovou. Você vive uma vida na qual sua mãe aprovou. Quais relacionamentos a sua mãe não aprovou?
>> Ah, nenhum. Ela gostava do William primeiro, mas depois do final ela ela.
>> Você está vivendo a exata vida que a sua mãe aprovou. Até aí sua mãe aprovou. Você não está vivendo a vida que você quer. Todo o fim de relacionamento tá aqui, ó. Precisei da minha mãe ou tive uma doença que me conectou com ela. Você quer voltar para a casa da sua mãe?
>> Não, não, você não quer. Você vai precisar viver um problema grande o suficiente que faça mais sentido você estar aí sem estar na casa dela, mas sem desaprovar. Sua mãe gostaria que você fizesse o quê? Vivesse aí ou preferia que você voltasse para casa dela?
>> Voltasse para casa dela.
>> Voltasse para casa dela. E por que que você não volta para casa dela? Você precisa de uma justificativa para dizer: "Eu preciso ficar aqui porque aqui me faz bem, porque eu fora daqui".
>> Porque que é mais fácil viver aí?
>> Porque fora daqui eu preciso da minha mãe.
>> Ok. Por que é mais fácil viver aí? Quando você tem depressão, é mais fácil se curar aí ou mais fácil se curar na casa dela?
>> Aí.
>> Aí, perceba que toda vez que você passa por uma relação ruim ou um término, vem uma depressão que faz mais sentido ficar aí e não voltar para casa dela, porque você fica aí para se curar, tem uma utilidade. Mãe, eu até queria voltar.
>> Você já disse alguma vez para ela que você não voltaria porque você estava meio deprimida, meio triste e o centro aí está te fazendo bem?
>> Já. Ela já ela teve uma, ela teve uma vez que ela olhou passagem, não volta para casa, vem para cá, coloagem, vou comprar.
>> Eu falei: "Não, mãe, não é assim também não". Eu falei: "Não, eu gosto daqui, eu tenho uma vida aqui, para que que eu vou voltar?"
Então, é bem difícil sair disso. Eu nem eu nem consigo imaginar.
>> OK.
>> É muito forte.
>> O que vai acontecer aqui se você tentar se relacionar de novo? Vai aparecer um cara na sua vida. Esse cara vai aparecer, vai parecer que é bom. Independente se ele apareça no centro onde você estiver, você vai descobrir que esse cara é ruim logo no começo. Ou você vai quebrar o padrão, a primeira camada dele, que é sair da relação, ou você vai se manter por mais 3 anos, 3 anos e meio, até você tomar coragem de sair da relação ruim. Vai passar por um tipo de adoecimento, uma doença de novo para fazer sentido você permanecer e não voltar para lá. Esse é seu ciclo.
>> Sim.
>> E o que você quer? O gênio da lâmpada está diante de você e pergunta: "O que desejas? O que queres que eu faça?" Porque tem uma vida que dá para ter na vida que você tem. Só que dependendo da vida que você quer, ela não vai caber na vida que você tem. O que queres que eu te faça? Perguntou o gênio da lâmpada.
>> Eu quero que você me ajude a quebrar esses padrões, porque eu quero ir pra vida, essa parte, quero ter uma situação financeira boa, quero encontrar relacionamentos saudáveis, bons, homens bons, quero ter filho, quero ser mãe, tô ficando velha.
>> Uhum. Tá. E por que que é ruim ter filho?
>> Porque eu não tenho um lar estável, não tenho segurança financeira.
>> Só por isso?
>> Que mais? Por que que é ruim ter filho?
>> Eu amo crianças.
>> Tá bom. Então eu, mas eu não, eu acho que a única coisa é mesmo, não tenho, não sinto segura, não tenho uma casa por. E o que que sua mãe pensa sobre filhos?
>> A minha mãe depois de ter quatro, ela fala: "Ai, não, para que ter filho? O mundo tá ruim."
Se você só pode ter uma vida que a sua mãe aprova, faz sentido você ter filhos? Quando você engravidou? Que aconteceu com o filho?
>> Eu perdi e minha mãe ficou doente. Ah, eu esqueci. Minha mãe adoeceu.
>> Hoje você só pode ter uma vida do tamanho que a sua mãe aprova. Tudo que for diferente disso vai dar errado. Quando a gente entende que você só tem uma vida que sua mãe aprova e você engravida, qual a próxima pergunta que precisa ser feita? Sua mãe quer que você tenha filhos ou não?
>> Não, para ela não faz sentido, porque filho é sofrimento. Botar filho no mundo é mais uma criança para criar, é mais um problema e uma dor de cabeça. Porque homens para sua mãe, complete a frase.
>> Não presta.
>> Você já ouviu isso?
>> Já.
>> Dela?
>> Dela.
>> E ela está certa ou errada? Ela tá errada?
>> Não, ela tá certa. Olha pros homens que passaram pela sua vida, eles não prestam.
Se você só pode ter uma vida que a sua mãe aprova, os homens que vão permanecer na sua vida são bons ou são ruins?
>> Mamãe, a senhora estava correta. Olha para isso aqui. Todos os homens que apareceram na vida, na minha vida foram ruins. Inclusive me deixaram até com depressão ao passar pela minha vida.
Seu pai não deixou sua mãe com depressão não quando ele saiu da vida dela?
>> Não. Minha mãe nunca sofreu por amor.
>> E você?
>> Muito. Eu sofro muito.
>> Essa é a parte que te diferencia dela. O quanto você queria ser igual a sua mãe?
>> Por muito tempo eu admirava muito, né, que ela criou quatro filhos sozinha, sem ajuda nenhuma de nenhum pai. Então eu achava ela mulher mais maravilhosa, mas eu vejo que isso me trava muito a vida e como eu não consigo, não consigo, eh, não consigo. E olha que eu já fiz terapia, eu moro aqui, imagina o tanto de terapia que eu já não fiz, meditação, não consigo sozinha, nem com ajuda daqui não consigo.
>> E sua mãe tá com quantos anos?
>> Minha mãe tem 64.
>> Saudável. Não, ela tá com problema no olho.
>> E a sua avó tá onde, mãe dela?
>> Minha tá na mesma cidade, tá no interior de São Paulo também.
>> E sua mãe mora com quem? Sozinha?
>> Minha mãe mora sozinha.
>> E a sua avó?
>> A minha avó mora com as minhas tias, minhas duas tias solteiras. Irmãs dela.
>> Irmãs da minha mãe.
>> Uhum. As filhas da sua avó cuidam da sua avó.
>> Isso.
>> E quem vai cuidar da sua mãe?
>> Eu que não sou. Eu já falei para ela e ela quer que seja eu, né? Ló.
Só tem um jeito de você conseguir não cuidar da sua mãe.
>> Continuando aqui no centro.
>> Tá aqui, ó. É a utilidade da depressão. Seu corpo já sabe o que passar para não precisar voltar. Se você não der conta de dizer não para sua mãe sem precisar de um problema para não sentir culpada por estar buscando a aprovação dela, no dia que a sua mãe precisar de você, ou você volta, ou você volta, ou você volta para casa dela, ou você volta com a depressão para ficar aí. Isso tá escrito.
>> O final da sua vida é cuidando da sua mãe. O final da vida da sua mãe é você cuidando dela. Ela espera que isso aconteça porque ela tá vendo a mãe dela ser cuidada pelas filhas.
>> Ela fala que não quer, mas ela quer sim. Ela gostaria que você.
>> Eu falei que eu vou dar ela para a minha irmã mais, eu falei que eu ia dar ela para a minha irmã mais velha, que só judia dela. Ela falou: "Se você fizer isso comigo, você vai fez."
>> E o que que você quer?
>> Eu quero ter minha vida. Eu quero ter uma família. Tem família, tem dinheiro, tem saúde, tem amor.
>> E nessa vida você está morando nesse centro?
>> Não.
>> E que que você tá fazendo aí nos últimos 10 anos? Que que você tá procurando aí?
>> É um lugar seguro que.
>> Seguro do quê? De tudo.
>> Do que que você tá tentando se proteger?
>> Da minha família.
>> De qual parte dela?
>> De todas. Eu acho que eu tenho um peso. Eu sou aquela que todo mundo, a minha avó fica doente, ela quer que eu vá cuidar dela. A minha avó paterna, tá? Então, as minhas tias, todo mundo, você tem que vir cuidar da sua avó, sabe? Tem muita pressão quando eu tô lá.
Você não está num centro de terapia, você está no abrigo. Você foi para um abrigo, passou seus 10 últimos anos nesse abrigo e você está se escondendo nesse abrigo. Falar sobre o problema, ah, eu já fiz muita terapia, eu tenho um pouco de ranço de gente que fica falando sobre o problema, mas não encara o problema. Você pode fazer 70 anos de terapia aí dentro. Você vai saber mais sobre o seu problema do que qualquer pessoa na face da terra, do que qualquer doutor, do que qualquer tudo. Daqui a pouco alguém vai chegar para você e dizer assim: "Nossa, você não tá adoecendo não?" Você vai dizer: "Sim, semana que semana que vem, pelo meu relógio aqui nos últimos 30 anos, essa grive vem na semana que vem, porque a minha mãe mandou mensagem: "Você vai saber mais sobre o seu problema do que todo mundo". Saber sobre o seu problema, entender sobre os seus padrões, não te faz quebrar o ciclo. Essa aqui eu vou repetir para vocês entenderem. Saber sobre os seus problemas, entender sobre os seus padrões, não te faz quebrar um ciclo. Eu agora todo mundo já sabe. Você entrou num relacionamento, pode esperar. O homem vai ser ruim, todo mundo já sabe. Tem que ser. Você vai demorar a descobrir e vai se encantar com ele primeiro. Vai descobrir que ele é ruim. A sua tendência é ficar mais tempo nele e depois vai vir uma depressão e uma baixa. É só cronometrar. Por quê? Você tá presa?
>> Eu não viram a chavinha.
>> Vamos por parte. Essa parte tá clara, tá? E sabe o que é o mais louco? Morando nesse centro há 10 anos, você já sabia muita coisa do que eu tô falando.
>> Só que existem dois caminhos aqui. O caminho de saber e ignorar, fazer assim, ó, fechar os olhinhos e o caminho de saber e encarar. O que acontece ou do que você tem medo se você encarar essas relações aí? Que que você tem medo que aconteça?
>> Ah, eu tenho medo, sei lá, da minha mãe morrer e eu ter culpa. Não sei, não sei. Você que tem que me falar.
Sua mãe morrer é um problema ou um alívio?
>> Ai, acho que é um problema.
>> Não, não é não. Infelizmente não é. Porque você tá no nesse abrigo para fugir de quem?
>> Da família toda. Assim, acho que minha família toda.
>> E quando você chama de família, você tá falando de quem?
>> Ah, minha avó, minhas tias, minha mãe, meus irmãos. Mãe, irmãos.
Se tem um inimigo que você tá tentando fugir, se esse inimigo sai da face da terra e não existe mais, a fica, a vida fica mais segura ou mais perigosa?
>> Mais segura.
>> Mais segura. No seu inconsciente. É, eu encontrei um abrigo aqui onde eu estou protegida. Aqui eles não me alcançam. Se você tiver um relacionamento bom e tiver um homem que te tira daí, vai ser bom ou vai ser ruim?
>> Vai ser ótimo.
>> Vamos lá. Uai, vamos comigo. Um homem bateu em sua porta e você abriu. Como ele é?
>> Ah, ele é muito legal. Companheiro amoroso.
>> Companheiro amoroso.
>> Protetor.
>> Protetor. Que mais?
>> Quer ter filhos? Carinhoso.
>> Carinhoso.
>> Gosto de passear.
>> E lascou, viu?
>> O quê?
>> Você vai?
>> Vou.
>> Mas ele quer ter filhos. Você pode?
>> Eu quero ter filhos. Posso aí? Agora ainda não, né? Mas eu vou montar meus protocolos.
>> Então, se você Vamos pro que combina agora que a gente vai pra segunda parte, tá? Esse homem ele tem independência ou ele é disponível? Ele é um homem disponível 100% para você ou indisponível?
>> Eu atraio, eu até o momento tô atraindo disponível, então eu preciso de mais um disponível agora para quebrar esse ciclo, né? Mas o que eu quero é um disponível, eu quero eu tá disponível também, que eu vejo que isso também tá preso.
Você só atraiu indisponível. Esse maluco aqui que você morava com ele, morava na casa dos pais. Ele estava 100% indisponível.
>> Por você é uma mulher disponível ou indisponível?
>> Eu eu achava que eu era disponível, né? Mas pelo jeito não.
Com esse medo e nesse abrigo que você mora, você não tá disponível, não. Você tá escondida. Você precisa de um homem que se esconda junto com você em algum canto, porque você tá escondida. Você não tá disponível para ir pra vida, porque se você for pra vida, você fica exposta, você tá buscando um abrigo porque.
>> E toda vez que eu tô aqui, eu ganho peso.
Quem busca um abrigo tá tentando se proteger dos limites que não dá conta de encarar. Se você não dá conta de encarar os limites, você é disponível ou indisponível, você tá livre ou tá presa?
>> Tô presa.
>> Tá presa. Aí o tipo de homem que vai combinar nesse lugar, Paola, é um homem preso.
>> Hum.
>> Quem tá no abrigo tá preso.
>> Vamos lá. Um homem bateu em minha porta e eu abri. Esse homem está livre ou é um homem preso?
>> A próxima vai ser preso ainda, né?
>> A próxima vai ser preso ainda. A outra próxima também. A outra também. A outra também. A outra também. A outra também. Enquanto você estiver nesse lugar, porque você está num lugar de fuga. A pergunta é: que você quer da vida? Eu quero um homem bom. A segunda pergunta é: quando você vai encarar que você precisa sair daí?
>> Eu tô encarando isso há muito tempo. Você não pensa que não.
>> Não, eu sei não. Você está.
>> Eu só não consigo decidir.
>> Pronto. Não, então só vamos separar as coisas. Você só encara quando você decide. Você pode dizer: "Eu estou desejando há muito tempo. Encarar é diferente."
>> Tô desejando muito tempo.
>> Você quer ver? A gente a gente testa tudo na hora. Eu tô indo bem devagar aqui, viu? Você quer saber como eu sei que você não quer sair daí?
>> Uhum.
>> Deixa eu ver a data no seu celular que você botou para sair daí.
>> Não botei.
>> Ela não existe. Você está desejando ter essa vida, mas ainda não decidiu ter essa vida. Essa é a diferença. A vida não respeita os sonhos, ela respeita a decisão, tá?
>> E agora a gente vai para aquele lugar. Como é que eu resolvo esse negócio? Sim.
>> Porque sabe quando sua mãe vai piorar?
>> Quando eu saí, quando eu saí.
>> Quando você decidir sair daí?
>> Hum.
>> Quando você decidir sair daí, as coisas vão começar a bater na sua porta. Não é na ação, é na própria decisão. O gatilho são os três gatilhos da pré-queda. Desejar, duvidar, desejo, dúvida e decisão. A decisão é o gatilho mais forte para bater as pré-quedas na sua porta. Se a sua mãe quer que você vá para a casa dela e aí ao seu abrigo, quando você sair do abrigo, sua mãe vai viver alguma coisa para te aproximar da casa dela.
>> Quer fazer o teste? O quanto você quer a vida que diz querer?
>> Eu quero muito.
>> De zero a 10. Bateu assim oito.
>> E por que que você quer essa vida?
>> Eu bateu assim esse ano, falou assim: "Não, esse vai ser o ano limite que vai ter que ter mudança na minha vida e eu tô com plano de sair daqui até o final do ano."
>> Uhum.
>> Porque eu tenho, eu quero salvar mais dinheiro para poder não ter que voltar para perto da minha família, entendeu? Porque eu não me sinto bem lá.
Vamos pra segunda parte. Você vive do dinheiro do que e de quem?
>> Eu eu recebo um salário, eu trabalho, eu moro aqui, trabalho aqui, então sempre que tem retiros, eu que fico na coordenação.
>> OK?
>> Então eu eu não pago o aluguel, eu tenho meu quarto, tenho minha cozinha, quando tem grupo eu como no restaurante e então eu eu tenho um salário.
>> OK. Você pode trabalhar fora daí, morar fora daí e trabalhar aí, ganhar o salário daí.
>> Hum, eu posso, mas aí eu eu não não faria sentido.
>> Não compensaria.
>> Não compensaria. Até porque quando tem retiros aqui, as pessoas dormem aqui. Então eu teria que estar aqui muitas horas, porque às vezes eu resolvo problemas à noite e Fortaleza, Ceará aqui não deixa.
Deixa eu te adiantar mais uma coisa aqui, tá? Esse centro aí é um centro terapêutico.
>> Uhum.
>> Esse negócio que mexe com energia terapêutico, trabalha as emoções. Não, não tô de sacanagem, não. É um lugar terapêutico. OK. É isso.
>> É, é.
>> Dificilmente você vai achar um homem decente para você aí da vida que você falou que quer.
>> Porque os caras que vão nesse lugar aí estão numa bagunça gigante com mãe e com pai.
>> Uhum.
>> É cara para você cuidar. O cara que você tá procurando aí dentro é o cara que combina com você. Esses caras que vão aí não são os caras que você está que você diz querer. É um monte de cara com dependência emocional. Mi mim mi chororô. Papai, mamãe veio para cá e me salva. Aí esse cara se conecta com você porque ele tá com a vida incrível ou porque ele tá com um monte de perrengue para resolver?
>> Um monte de coisa.
>> E o que que ele vem em você? Uma salvadora. um águia espiritual pra vida dele. Alguém que já passou pelo que ele passou, aí você traz palavras bonitas. Não, porque eu já passei por isso também. Eu sei o que que é isso. Aí vira aquela bagunça. Você acaba virando a salvadora desse cara. O padrão narcisista sobe, você controla a relação. Com o meu ex, eu eu só controlei o término porque ele controlava tudo.
Não tem o cara que você diz querer nesse lugar. Ele não tá aí. Se ele não tá aí, o quanto você quer esse cara? Faz sentido. Eu achei que por eu nunca vi esse lado, nunca pensei.
>> Não adianta querer o remédio para dor de cabeça se no final do dia você vai voltar para a casa almofada. Me dá aqui, Ramon, um remedinho aqui, porque a minha cabeça tá doendo. Hum. Tomei, Ramon. Deu 3 horas, a cabeça voltou a doer. Você quer o quê? Não, eu quero outro remédio. Hum, tomei. Ai, Ramon, você quer o quê? Outro remédio? Hum, tomei. Por que que você não sai dessa casa almofada? Não, aqui. A vida tem que acontecer aqui dentro. A vida não existe vida. Tem lugar que não tem a vida que você quer. Tem uma vida aí, mas é só nesse nível. Hum.
>> Aí dentro é remedinho para dor de cabeça. É tentar amenizar os sintomas. A vida tá lá fora. Só que o que separa você dessa vida pra vida que tá lá fora? Você tá no abrigo. Se você sair no abrigo, o que que você tá evitando encarar?
>> A vida.
>> E o que que tem nessa vida de perigoso? Tem bandido.
>> Não. Quantas vezes você foi assaltada, roubada, sequestrada?
>> Aí já fui assaltada várias vezes quando morei em São Paulo. R.
>> Vai. Eu não vou entrar no nas zonas. Esses esses assaltos foram em momentos específicos onde eles tinham a utilidade para essa mulher vir para esse centro aí. Tá gente? O que que tem do lado de fora que você tá evitando encarar?
>> A família.
>> A família. O homem que você deseja está num lugar que você não pode ir porque você ainda não decidiu encarar esse povo aí. Colocar limite na relação com a sua mãe, parar de tentar agradar ela, botar limite na relação com a sua avó, parar de tentar agradar ela, assumir para sua mãe que você quer ter filho e vai ter filho e que o que ela diz não vai te afetar mais. Assumir para sua mãe que existem homens bons. Sim, porque se você arrumar um homem bom e colocar um homem bom na sua vida, que que você vai dizer para sua mãe? Duas informações. Sua mãe teve um homem bom na vida dela? Não. Você tenta ser a filha perfeita. Se você tiver um homem bom na sua vida, uma vida incrível, que que você vai estar dizendo para sua mãe? Eu sinto muito, mamãe. A senhora que foi incompetente. Existem sim homens bons e um está aqui comigo. A senhora não deu conta de arrumar um para você, mas eu dei conta de arrumar um para mim. Que que você vai estar dizendo para sua mãe aqui inconscientemente?
>> Ela estava errada.
>> Eu sou melhor que você.
>> Ah.
>> E na sua cabeça, sua mãe é maior que você. É.
>> Qual é a segunda informação que você vai estar dizendo para ela se aparecer um homem bom? Mamãe querida, agora eu vou viver só minha vida sem depressão, sem doença. E se você pedir para eu ficar com você, eu voltar para sua casa, eu vou dizer: "Não por este homem bom e não pela doença que eu tenho. Eu não preciso mais de um centro para te dizer não. Estou te dizendo não por causa desse homem aqui, porque eu estou escolhendo ele em vez da senhora. Mamãe, essas duas coisas são essas duas coisas que vão acontecer se você sair daí e arrumar um homem bom.
>> É isso que você vai precisar encarar e é isso que você tá evitando.
>> É.
>> Beleza? Vamos pro movimento agora, porque nós falamos de PDA, perceber, decidir e agir. Eu vou perguntar pela terceira vez o que você quer?
>> Eu quero sair daqui. Eu quero sair.
>> Você já saiu e voltou.
>> É.
>> Você quer, você quer sair para o quê agora?
>> Eu quero, eu quero construir minha vida. Eu quero sair da bolha, do abrigo.
>> Sair do abrigo. Ok. Para quê?
>> Para viver.
>> Viver o quê? Viver doença, viver tristeza. Vi a sua mãe na cama e cuidando dela. Não.
>> Porque isso tudo é vida, é um tipo de vida.
>> Não, não.
>> Que que tem nessa vida?
>> É, eu vou arrumar um trabalho lá na China.
>> Que que tem nessa vida?
>> Tem amor, tem um parceiro, tem filhos, tem.
>> Quantos filhos tem aí?
>> Ah, dois. Tem dois. Você gosta de viajar?
>> E qual foi a última vez que você viajou?
>> Agora, né? Eu estava em Amsterdam, aí eu passei dois um mês lá.
>> Fora dos seus ex, você viajava? Fora desse maluco do Amsterdam aí?
>> Viajava já e também já morei. Marei em minha mãe via. Minha mãe mudava muito, então morei em Mato Grosso. Morei no Mato Grosso do Sul.
>> Só por você. Só por você.
>> Só por mim. Hum. Você viajando.
>> Não, acho que é a única.
>> E onde? Para onde você iria?
>> Uma viagem Brasil. Fora. Para onde você iria? Eu queria voltar para a Alemanha que eu me apaixonei.
>> Para uma viagem ou para morar?
>> Para morar. Se você fosse viajar pro Brasil, você viajaria para onde? Para conhecer, passear. Lençóis maranhenses.
>> Já foi alguma vez?
>> Não.
>> E por que você quer ir para lá?
>> Porque eu acho que me falaram quem foi, falou que é muito maravilhoso.
>> E quanto custa viagem? Vale? Não faço ideia.
>> Então anota aí porque você vai descobrir. Você vai pesquisar amanhã.
>> Ai meu Deus. Isso aqui é ativar pré-queda, viu gente? É dizer pra vida o que você quer e mostrar para ela que você tá indo. Vai fazer o orçamento, vai ver quanto que é, vai fazer o tempo de passagem. Ah, se vai ser no meio do ano, daqui 3 meses, daqui se meses, vê quanto custa, de quanto você precisa para sair daí. Eh, eh, eu preciso de uns 8.000.
>> Aham. Você já trabalhou fora daí?
>> Já.
>> Tá bom. Você trabalhava com quê?
>> A minha profissão é esteticista, mas eu não gostei. Então eu trabalhei muito pouco na área, mas eu trabalhei também em fazenda, na parte administrativa.
>> E quanto você ganha aí nesse lugar?
>> Então eu ganho 1500 por mês, mas eu tenho bônus. Então quando tem alta temporada geralmente eu tenho um bônus.
>> Uhum.
>> E como eu não gasto, porque não é sempre que eu cozinho, porque sempre que tem grupo eu como no restaurante, eu não tenho que pagar conta de água, luz, telefone.
>> Uhum. Eu tenho, eu eu sou bem economista.
>> Tá bom. Beleza. Com que você faria 8.000 fora daí?
>> Na verdade, eu queria ir embora. Eu queria morar fora na Alemanha.
>> Tudo bem. Você iria direto daí para a Alemanha?
>> Iria fácil.
>> E por que que você não vai?
>> Porque eu não tenho visto, eu teria que arrumar um trabalho, teria que é porque alguém teria que me dar um visto, né? Porque eu senão poderia ficar só uma frase frase.
Vá pelo caminho que você pode até que você possa ir pelo caminho que você quer. Até se você for para a Alemanha, você vai precisar de dinheiro.
>> Uhum.
>> Nesse lugar aí você consegue esse dinheiro?
>> Eu consigo salvar por mês, mas agora que eu entrei para a aliança e eu tô entrando também no outro retiro agora em abril, então eu gastei um pouco, mas eu consigo juntar dinheiro.
>> Resposta, a resposta é não, tá? Porque se você sair daí direto pra Alemanha, você vai ter um tombo e um rombo gigante, porque você tá saindo de um abrigo para fugir para outro. Vá pelo caminho que você pode até que você possa ir pelo caminho que você quer.
>> Qual vai ser o próximo lugar que você vai morar para depois decidir se você vai para a Alemanha ou não?
>> O lugar não sei. Eu vou passar. O que estou provocando? O que eu estou provocando? Ela aqui, gente, ela precisa criar histórico de confiança que ela dá conta de viver em qualquer lugar sozinha e se virar. Ela não tem esse registro. Ela precisa criar esse registro. Não interessa se ela vai trabalhar de garçonete, não interessa se ela vai trabalhar de terapeuta, não interessa se ela, ela precisa criar um novo registro. Qual é o registro? Eu não dependo de ninguém para viver. Opa, agora eu posso escolher uma outra vida. Eu posso ganhar mais dinheiro. Eu posso ir pra Alemanha. Eu posso fazer o que eu quiser. Eu posso ter um homem bom. Mas o primeiro movimento é o que que do que você precisa para viver só sua vida. Vamos lá. Para onde você iria?
>> Eh, eu iria para São Paulo, voltaria para São Paulo.
>> São Paulo. E quem está em São Paulo?
>> Minha família. É, eu tenho amigos, né, na capital.
>> Calma, segura. Você tá onde? Em em Recife.
>> Eu tô no É é Ceará.
>> Ceará. Não tem dinheiro aí no Ceará?
>> Eu não gostaria de morar no Ceará. Eu já tive oportunidade, mas eh é não. Hum.
>> Tá bom. E o que que você faria em São Paulo?
>> Eu nem sei por onde começar. Você Eu nem sei por onde começar. Eu teria que arrumar eu ficar, sei lá, ter pedir ajuda de amigos para ver se se eu acho uma amiga que tem amigos lá que eu posso dividir aluguel no começo, alugar um quarto.
>> Aham.
>> E procurar emprego.
>> Aí você trabalharia do quê?
>> Am eu te falar que eu não gosto da minha profissão e e assim bem parece que tudo que eu sei fazer tá aqui, sabe?
Tudo que você tentar fazer no começo vai dar errado, tá? Pode, não importa o que você for tentar fazer, primeiro você precisa se tornar independente. Até lá qualquer coisa que você tentar vai ser uma bagunça, vai ser difícil. Lembra que quebrar o padrão 33 camadas? Eu não quero saber no que você vai trabalhar. Tô te provocando para quebrar um padrão. Primeiro você vê o problema, depois você faz com dificuldade, depois você faz com facilidade. Independente do que você fizer. Você precisa ganhar um tanto de dinheiro suficiente para não depender de ninguém, para que ninguém dependa de você. É para esse lugar que nós estamos orando. Até porque é você que é um homem bom e não sou eu. Se você disser, eu não quero um homem bom, eu vou dizer: "Não faça nada e fique onde você está e não mexa com nada disso."
>> Não, eu quero um homem bom.
>> É que não tem um homem bom aí. Não tem a vida que você disse para mim que quer nesse lugar. Não tem.
>> Então esse movimento é o primeiro passo e o movimento necessário. Bora. Vamos mais.
>> Vou passar o José trabalhar na aliança aí.
>> Quer me contratar?
>> Não.
>> Não.
>> Quem sabe um dia, mas agora não. Vamos. Porque senão eu Você vai transferir a necessidade que você tem, sua dificuldade para mim. Eu preciso que você quebre esse padrão. Tipo assim, depois venha trabalhar aqui, não tem problema. Mas agora eu preciso que você quebre esse padrão.
>> Eu preciso que você não dependa de ninguém e que você crie um histórico que você dá conta de fazer sozinha. Senão você vai utilizar de novo o centro como abrigo. Eu já sei, eu vou dizer para vocês o que vai acontecer. Independente do que você decidir fazer, independente, você vai ter uma dificuldade onde vai parecer que você não dá conta e que o centro é a única solução. Pode anotar isso aqui. Se vocês quiserem anotar depois e fazer um rastreio da vida da Paola é exatamente o que vai acontecer. Independente do que ela tentar, ela vai viver um problema grande o suficiente que ela vai achar que ela não dá conta de resolver e que precisa voltar pro centro. vai ser nesse momento que ou ela mantém a postura e rompe o padrão ou que ela vai repetir o ciclo e vai voltar pro centro. Esse é o movimento. Então não escolhe muito o que que você vai fazer. Vai para um lugar e fala assim: "Eu tô indo quebrar meu padrão, o padrão de viver uma vida só minha".
>> Uhum.
>> Me dá três opções aí do que você pode fazer. Posso para São Paulo, ver com amigos?
>> Mas e ver com amigos não gera dinheiro. Você tem quanto, salvo?
>> 20.000.
>> 20.000. Beleza. Aquelas dívidas você já pagou todas?
>> Tô. Eu só tive du as minhas dívidas eram tipo muito pequenas.
>> E era com quem? bem pouco. A primeira dívida que eu ter que eu tive foi no final do relacionamento, que foi da minha faculdade, que foi final de faculdade, trabalho, e eu fiquei desempregada. Aí foram só os últimos seis meses, mas que eu de paguei logo depois que eu que eu me resolvi.
>> E foi com quem?
>> E com a faculdade.
>> OK. E você pegou algum dinheiro com a sua mãe? Você tem alguma dívida com ela?
>> Eu, a minha mãe me ajudou a pagar naquela época, metade da da faculdade.
>> Ah, era tipo 4.000.
>> Eh, eu vou pagar, ela me pagou metade, eu paguei.
>> Tá não muito dinheiro aqui. Ela te cobra?
>> Não, eu não, não.
>> Tá bom, beleza. Você tem um dinheiro para começar, mas vamos lá. Que que você pode fazer? Três coisas aí para levantar dinheiro.
>> Para levantar dinheiro. Ai, sei lá. Vamos ver. Eu não sei. Eu tenho uma rede de amigos, né, que eu posso ver lugares para trabalhar, porque eu disposição eu tenho.
>> Tá. Então você tem rede de amigos. Que mais? Eu tava pensando meus planos era, eu tenho uma amiga que tá em Portugal, que é uma amiga irmã e eu p falou aqui você não dá aulas de inglês não?
>> Não.
>> Ah, não dá. Tá bom.
>> É porque daí tem que ter didática, né? Eu só falo.
>> Tá bom. Vamos lá. Que mais? Você fala bem inglês?
>> Fala. Ah, assim, não é o nível avançado. É, eu falo, meio bem, né?
>> Fal tipo assim, para para beijar na boca e para namorar e para falar love, eu falo, pô.
>> Não, não, eu trabalho aqui. Eu.
>> Não, porque eu ia falar para você divulgar seu Instagram aqui para se alguém quiser, tivesse algum trabalho que envolva um nível de inglês, poderia te dar uma oportunidade.
>> Hum. Sim.
>> Você se você se garante?
>> Olha, eu eu sou eu sou muito dedicada. Sempre que eu tô nos meus trabalhos, eu sempre dou meu melhor.
>> Então, deixa deixa o seu Instagram aqui, ó, para quem quiser se conectar com você e tiver alguma coisa nessa área, qual que é o seu Instagram?
>> Vou deixar é @.
>> Pode falar que a equipe coloca no chat.
>> É @pf 920.
Dica, quem arrumar um trabalho para ela, vai aparecer uma pré-queda mais rápido.
>> Que a pessoa que me der trabalho vai ter uma pré-queda.
>> Não, a pré-queda é sua.
>> Ah, tá.
>> Eh, eu só preciso que você entenda uma coisa. O seu padrão é voltar pro centro.
>> Então, pode ficar tranquila. Independente do que você tentar fazer, se for um homem que aparecer na sua vida, se for um trabalho que aparecer na sua vida, qualquer coisa que aparecer, o seu padrão é voltar para abrigo. Então eu preciso que você se lembre disso. Independente você tiver fazendo, vai ter algum acontecimento para te puxar de volta pro centro. Você vai achar, por que vida eu e por que vida está fazendo isso? É só o padrão. Ou você mantém a postura, vai passar por isso com dificuldade e rompe, ou você repete.
>> Hum. OK. Data. Até quando você vai sair daí?
>> Outubro.
>> Outubro. Por que em outubro e por não antes? Do que você precisa para sair daí?
>> É, tem a outra temporada em agosto, setembro e aí onde eu recebo o bônus e aí já me ajuda, entendeu? É do sessão também.
>> Tá? E quanto de dinheiro entra aí nessa época?
>> Ah, 8.000.
>> É pouco.
>> É pouco, mas eu também não tenho gasto, né? Então eu consigo guardar. Meus gastos são poucos.
>> Eu vou no seu tempo, tá? Eu vou no seu tempo. Eu só preciso que você aqui é a gente vai na sua velocidade. É só você entender que não vai ter uma vida boa ou suficiente estando aí até agosto, até setembro.
>> Eu sei, mas eu eu tenho medo de sair passar dificuldade sem nada.
>> Aham. Mas você vai passar dificuldade. Quando você sair, você vai passar uma dificuldade grande o suficiente que vai parecer que você precisa voltar. Independente desse bônus, tá? Quando você ganhar esse bônus, se sobrar muito dinheiro e você decidir sair daí, você vai perder dinheiro, porque a sua tendência é voltar. Se você sair, você pode voltar.
Posto, eu tenho uma uma conexão muito de eu não sou só funcionária, eu sou amiga, sou suporte, sou.
>> Ó, vamos facilitar as coisas.
>> Se você pode voltar, por que não sair amanhã?
>> Porque eu tenho um grupo já que eu tô que eu vou fazer agora em abril. Em abril.
>> E porque eu.
>> E por que que você não volta para fazer em abril?
>> Porque eu não quero estar em Fortaleza mais. Eu não quero ficar em Fortaleza. Eu não me sinto segura na aqui nessa região para morar sozinha.
>> Tá bom.
>> Eu já morei em Fortaleza e eu sinto não gosto da energia.
Beleza. Se você sair, você vai para São Paulo, então. Tá bom.
>> Provavelmente eu vou para São Paulo.
Então, bota a data aí de sair em outubro, vai fazer seu plano perfeito com a saída em outubro e você vai viver as pré-quedas devidas até lá. Só não exija da vida. Eh, Irineusa, larga tudo e vai logo. Não, de verdade. Talvez ela precise de mais tempo. Lembra do que eu disse? Tempo de absorção e tempo de reação. Eu vou falar de verdade. Talvez ela não queira encarar essas coisas agora. Ela precise de mais tempo, ela queira se preparar mais. Só que a gente só precisa trazer os pontinhos nos is. ISIS. Não dá para ter uma vida diferente da vida que você tem estando nesse lugar enquanto você está nele. Isso tá claro? Tá claro?
>> Os homens que aparecerem nesse lugar não vão ser os homens que vão combinar com a vida que você gostaria, são os homens que vão combinar com a vida que você tem. Essa parte tá clara?
>> Uhum.
>> Tá clara.
>> Não aparece a Paula aqui depois lá em julho. Não, porque eu tô aqui, Ramon, na aliança. Entrei em fevereiro. Você falou que minha vida ia mudar. Aí passou março, abril, maio, junho e julho. E olha aqui, ó, o homem que eu arrumei. Qual vai ser minha próxima pergunta?
>> Onde você estava?
>> Onde onde você estava quando esse homem apareceu? Porque se a resposta for aí, eu vou dizer, é só uma questão de tempo para você descobrir que esse homem não é bom.
>> Então, posso perguntar uma coisa?
>> Pode.
>> Porque o próximo tem que ser ruim de novo, né?
>> Sim. Então aí no próximo, na hora que eu reconhecer que ele não é bom, como é que eu vou romper esse padrão?
>> É você sair antes. É sair no momento.
São dois movimentos aqui. Quando a gente fala de quebrar padrões, existem três tipos de padrão: padrão de acontecimento, comportamento e relacionamento. Acontecimento é o homem aparecer na sua vida. Comportamento é o limite que você coloca. por exemplo, sair desse relacionamento mais rápido é sim a quebra de uma camada de padrão. Só que isso só funciona se você colocar limites nas suas relações. Então você precisa rodar protocolo com todos esses que apareceram no seu núcleo. Aí sim, aí você vai estar quebrando padrão.
>> Protocolo com todos os ex que apareceram aqui para todas vocês. Todos os ex que apareceram no seu núcleo, rode um protocolo com eles, OK? Com, no seu caso, rode um protocolo também com a sua mãe, porque você volta para ela e depende dela.
>> Tem um protocolo para você rodar com a sua avó.
>> Uhum.
>> Porque ela te afeta, a necessidade dela mexe com você.
>> Dependência emocional quando está ação de uma pessoa mexe com a outra. E rode com o seu pai também.
>> Porque o seu pai foi a sua primeira referência masculina, sua primeira referência do que deveria ser um homem bom. Aí, beleza, você vai rodar esses protocolos e aí sim vai fazer sentido você começar a quebrar os padrões nas relações. Aí os homens que aparecer na sua vida são os homens para você encarar e quebrar os padrões, porque você já vai ter colocado o limite nas relações do passado.
>> Sim. Dúvidas?
>> Tenho. Eh, não, assim, o comentário é eu eu você falou: "Ah, pode esperar quem recebeu mensagem do". Isso desde as primeiras lives que eu estava no YouTube e eu não recebi nenhuma.
>> É claro que não.
>> Então acho que era tudo ruim. Por quê?
>> Não, você não tentou sair daí ainda?
>> Ah, tá, entendi. Hum. A Luciana Marra é muito rápida ali. Colocou no chat, você não decidiu? É isso, galera.
>> Vocês tem gente aqui que só.
Não viu os padrões ainda. Ex aparecendo, a mãe enchendo o saco. Porque vocês não encararam? No caso dela, ela tá no abrigozinho aqui, ó. Não, mas eu não vi. O ex não mandou mensagem. Tô no abrigozinho aqui, ó. Me deixa quietinho aqui. Você quer mexer quando? Não, lá para final do ano, dezembro eu saio daqui, tô no casco.
Quando você começar a fazer o movimento, aí essas coisas vão aparecendo e aí você vai corrigindo, mas já garante os protocolos ali. Quando você fizer o movimento, as coisas vão aparecer, tá? Aí os ex vão se desenterrar, a mensagem para lá. Vai ser a hora que vai aparecer um ex para fazer a imersão aí na terapia. Nossa, Ramor, vou sair em agosto e setembro. Vai ter uma imersão aqui. É, é a imersão que o seu ex aparece. Ai, misericórdia. Então, vou falar um mês e vou sair. Eu vou sair antes. É porque eu já sei, né? Quando ligação, a ligação é inconsciente. Vocês vocês ficam tentando enganar a vida, se esconder, não funciona.
Vai fazer seu plano perfeito, vai colocar tudo lá. Coloque a vida que você quer e coloque as datas. Lembre-se que o plano define os acontecimentos. Dependendo da data que você colocar os acontecimentos, você vai ter mais tempo de estendido para mexer. Se você colocar uma data mais curta, os acontecimentos aparecem mais rápido, você vai ter que rodar, equivar mais rápido.
Bom, agora eu tenho uma dúvida sobre o aplicativo da aliança, porque nossa, é muito vídeo. É muito vídeo. Eu nem sei direito. Ah, tá lá. Comece por aqui. Aí depois agora em primeira. Ass. Você assistiu? Começa por aqui. Assistiu seis vídeos. Aí depois tá lá. Aí depois você vai para você tem que imprimir a folhinha lá do meu sonho. Coloca aqui na tela para mim. É que se terminou, começa por aqui. Você vai você vai fazer o plano perfeito. Já fez o seu? E é o não é o sonho. É o sonho grande. Não.
Vamos lá. O plano perfeito ele tem tudo. Começa pelo sonho. O sonho é o desejo. Meu sonho. O plano é o que protege o sonho. O plano é o como, passo a passo, do que você vai fazer para que esse sonho seja real. No plano perfeito vai ter um monte, vai ter, pode, por exemplo, eu quero eh, deixa eu diminuir aqui o exemplo. Meu sonho, quero morar na Alemanha. Deixa eu diminuir esse sonho para trazer para trazer mais clareza para você. Deixa eu diminuir o sonho. A pessoa ganha R$ 2.000. Vou falar de dinheiro primeiro. Ela quer ganhar, pronto. A pessoa quer morar numa casa. A pessoa mora num centro com um monte de gente de terapia, um monte de gente falando sobre problema todo dia e ela fala: "Ah, eu tenho um sonho de ir pra Alemanha". Só que para ir pra Alemanha, ela primeiro precisa ir pro pelo caminho que ela pode, que é morar numa outra casa. E para isso ela precisa ganhar R$ 8.000. OK? O sonho tá lá, Alemanha. Aí nós vamos pro plano. Qual que é a primeira parte? Sair daqui e vir para um lugar que gere R$ 8.000. No plano vai ter lá a parte. que que você precisa fazer aí? Vai ter as opções do que você vai fazer. Vai ter PDA, perceber, decidir, agir o que você percebe, o que muda, vai aparecer eh padrões ali, vai aparecer decisões ali que você vão aparecer decisões que você precisa tomar. fez o plano, tá pronto. Esse é o plano que vai proteger seu sonho. É o que você vai se concentrar nele nos próximos 3 meses, porque aqui a gente atualiza o plano a cada 3 meses, tá?
Em três meses você vai descobrir se esse plano te fez avançar, se você precisa ajustar ou se você precisa manter esse plano. Então você faz uma avaliação. Esse plano está me fazendo avançar, sim ou não? Sim. precisa ajustar, não mantém o plano. E aí você vai seguir. Aí você vai fazendo os protocolos de dependência emocional, protocolo de medo para essas relações que apareceram aí. Primeiro plano, tá? Depois vai listar seus medos e fazer os protocolos de medo que são mais simples, mais rápidos e mais fáceis. E depois você vai fazer esses protocolos que vão aparecer sua mãe, seu ex, ex 2, ex3. E aí você vai seguindo por aí. Fechou. Fechou. Muito obrigada. Nossa, muito obrigada. Eu tava com várias dúvidas.
Vai para cima. Vai encarar os padrões que você já viu. Vá, agora você já entendeu coisas que você já entendia. Vai encarar esses padrões, porque você está vivendo num abrigo e tem vida muito melhor do que essa vida que você está vivendo hoje. Com certeza. Também. Beijo no seu coração. Seja muito bem-vindo a Aliança Divergente. Obrigado. Dúvidas?
Senhoras e senhoritas, os ex que não lembro com essas riquezas de detalhes tem que rodar protocolo. Se você não lembra do ex, roda protocolo com ele. Garante um protocolo rodado. Não vai te custar mais do que já te custou. Nós precisamos falar com o ex se ele não está mais na sua vida e se você não tem filhos com ele, nenhum tipo de relacionamento. Não, não tem nenhuma pendência financeira para resolver, não tem nenhum filho para resolver, não tem nada para resolver, não. Só roda o protocolo. Quem tem que fazer a conversa difícil com eles são aquelas pessoas que tm um relacionamento, tem um imóvel para sair, tem uma briga judicial. Aí vai ter uma conversa ali para colocar limites. Vocês vão ver isso dentro dos protocolos. Cíntia precisa falar com ex traumático histórico de agressão e como completo violência. Tenho filha de 3 anos. Aí por essa frase aqui, se o ex é agressivo, gente, você não deve se colocar em ameaça, em zona de risco e de ameaça. Não deve se colocar. Aí você tem que saber o quanto dessa frase é real ou quanto dessa frase tem padrão controlador vingador, porque você tem filha. Então você precisa fazer o que estiver no seu alcance pela sua filha e não pelo seu ex. Juridicamente, você precisa saber quais são os limites saudáveis e no que depender de você, garantir que esses limites estejam sendo aplicados. Ramon, se a gente identifica um hábito no atual que seja o mesmo que o do ex, já é um sinal, né? Sim. Vejo quatro ex da minha vida nos últimos 4 meses. Tentar tentaram contato comigo. Não sei. Eh, não sei o que tanto. Não entendi não. Tá. Não cheguei a namorar com meu grande amor, mas continuamos a ser amigos muito íntimos. Considero ex? Sim. o seu atual no relacionamento. Gente, a questão é muito clara, tá? Amor, eu namorei com meu ex, ele era meu melhor amigo e hoje nós somos amigos íntimos. Eu preciso rodar protocolo. Tem independência emocional? A pergunta é simples. Um homem bom entrando na sua vida e te levando pra vida dele, faria sentido esse cara tá aí? A relação que você tem com esse cara te aproxima ou te afasta de um outro homem na sua vida? Se te afastar, esse cara sim está no seu núcleo e na sua dependência emocional. Tem que rodar protocolo. Precisa colocar ex-namorados que não deram certo antes do meu casamento, só se o impacto foi grande, tipo, teve um aborto, você morou junto com um cara. Aí sim. se te afetou e teve um impacto considerável. Sim, tô lascado. Já identifiquei vários padrões no meu atual. Lascada acetaria se você não identificasse. Isso aí já tá aí. Agora que vocês começaram a identificar, é aí que vocês vão começar a encarar os padrões, tipo, vai rodar um protocolo, roda um protocolo com ex, roda o protocolo com a mãe e aí você vai tirando essas pessoas do seu núcleo, passo a passo e você vai quebrando padrões, rompendo ciclos e avançando. Maravilha. E para te inspirar na noite de hoje, você mandou para mim o celebre de hoje. Vamos trazer a quem vem por aqui. Ana Paula Metler. Vamos trazer uma aliada aqui para te inspirar, que teve a coragem de encarar esses padrões. Ana Paula tinha um faturamento zero e dependia totalmente do marido. Ao aplicar o método e estabelecer limites, ela destravou o financeiro. Em 2025 faturou mais de R$ 200.000. Além de realizar viagens de luxo e resolver processos judiciais antigos. Ela alcançou o seu maior objetivo pessoal, a gravidez de nove semanas, exatamente como planejou em seu plano perfeito. Maravilha. Então, tragam a Ana Paula Metler. Libere o seu microfone aí. Cantinho esquerdo. Aí tem um botão do mic, vai aparecer a notificação para você. para desbloquear seu microfone. Vê aí, equipe vai mandar a notificação, vai aparecer desmutar ou un mut e ou depois você clica no botãozinho do microfone na parte inferior esquerda aqui, ó. Como tá aí, Fernando? Eh, tenta, tá abrindo, fechando. Tenta sair da sala na Paula, e entrar na sala de novo, que aqui vai te puxar porque tá dando, tá alguma coisa travada. Eu continuo morando num apartamento que meu ex alugou para nós e ele continua pagando mesmo após ter saído de casa 4 meses. Acho que ele vai voltar, mas não sei qual melhor atitude para conseguir me reconciliar com ele. Ô bagunça que vocês arrumam, viu? Ele é seu ex, moça. Ele não é o seu marido. Você precisa rodar um protocolo urgente com ele, porque você está numa bagunça com esse homem. Sustentei meu marido por 20 anos e quando entrei na aliança, percebi que fui usada por ele e a família, além de achar o troféu. Deixa eu te contar. Você foi usada por ele do mesmo jeito que você usou ele. A relação é sempre assim: ninguém fica num lugar que não tem utilidade. Se você precisa de alguém para que você seja guerreira, seu marido vai ser frouxo. Ah, ele está me usando, você também tá usando ele, porque uma guerreira precisa de uma guerra para mostrar o tamanho da força dela. Então, a utilidade ela é sempre dupla. E lembrando que cada pessoa está vivendo o problema do tamanho exato que ela tem. Todo problema tem um tamanho exato. Ele não é maior do que você possa suportar e nem menor a ponto de ser ignorado. Eu vou ser dama. Não estou conseguindo entrar em contato com o meu anfitrião. Me ajuda. Sim. Quem é seu anfitrião? A equipe vai te chamar. Você já é aliada. Desde o início do relacionamento me comparava com a ex dele que o trocou pelo amante. Foi em 5 anos em um vai e volta. Por sempre que algo incomodava ele terminava ou ia atrás e voltava ou ele voltava. É por causa de padrão, tá? Vai rodar um protocolo com esse ex aí. Ana Paula voltou. Não tá conseguindo ligar a o o mic. Vê se você consegue. Tenta liberar o mic da Ana Paula aí. Tá indo não, Ana, Paula. Tá bloqueado. Você tem algum fone aí, Ana Paula? Ela tá com você tem você tem tá plugado ou não? Tenta plugar o fone para ver se vai, porque o Mic não tá o o Zoom não tá reconhecendo seu microfone. Traída por todos os exis, porém todos me tratam bem, como uma princesa. Todos provedores e bons comigo. É porque são amantes. O homem no papel, o homem ruim no papel diamante, ele trata bem. A pergunta é: você ainda está se relacionando com todos esses ex? O próximo não vai ser um cara bom para você, tá? Porque se um homem bom tivesse na sua vida, não faria sentido você se relacionar com todos esses exis. Vocês ficam esperando a vida melhorar para vocês fazerem aquilo que vocês fariam se a vida tivesse boa, né? O contrário. Primeiro você faz aquilo que você faria se você tivesse um homem bom para que ele combine com a vida que você tá tentando ter. É o contrário. Você não vai ter um homem bom se ele não se encaixa na vida que você tem. Não conseguiu liberar o mic dela. Me fala aí, Fernando. É a segunda vez que participo do intensivão do fim das relações. Ela vai entrar de novo. É a segunda vez que participo do intensivão do fim das relações ruins vivendo um término. É um padrão, com certeza. Sim. Ou a repetição ou a quebra de um, tá? Pode ser. O fim de uma relação, gente, não necessariamente é ruim, tá? Você pode viver o fim de uma relação repetindo ou rompendo um padrão. Vai depender da sua postura e vai depender dos protocolos que você rodou ou está rodando. Tem todo namoro tem que acabar. Ou ele vai virar um término, ou ele vai virar um casamento. Como encontra os protocolos, gente? Aí é na aliança divergente, tá? Vocês vão ter acesso a todos esses protocolos de dependência emocional, protocolo de proteção emocional, protocolo de medo. Se você está aqui, nós vamos fazer live amanhã ou encerra hoje? Amanhã. Hoje é o penúltimo dia do intensivão. Se você ainda não entrou na aliança divergente e quer ter acompanhamento, orientação, estímulo e apoio, ter acesso a esses protocolos, toda segunda-feira vai ter encontro de impulso. Toda quinta ter encontro de reforço para que você consiga entender essas premissas. Você vai ter acesso a 30 dias de áudios diários para se embasar, entender sobre padrões, sobre pré-queda. Você vai entender de tudo esse negócio. Nós passamos os últimos 10, 15 dias juntos aqui, só que aqui você tem consciência, que você entende, aqui você percebe. Só que perceber sem decidir é você se iludir. desafio você a entrar na aliança divergente e encarar esses protocolos, esses padrões e quebrar esses padrões. Se você está no Zoom para participar da Aliança Divergente, você precisa digitar aqui, decidir e os últimos cinco dígitos do seu WhatsApp pro meu time falar com você. Amanhã será o último dia para você ter acesso à aliança com o bônus que eu liberei do resgate dos relacionamentos. Além da aliança, você vai ter acesso à imersão de dois dias, onde a gente vai fazer eh a gente vai te acelerar. Então, você vai fazer a aplicação do plano perfeito e de todos os protocolos junto comigo. É uma imersão que foi muito pedida, já está gravada e vai ficar disponível no seu marca-pass. Qual foi o que foi? Aar ela conta dela do que ela precisou. Nós estamos e eles não se eles não estão te ouvindo. A gente vai liberar mais um encontro hoje. A Cida veio e disponibilizou um bônus para quem tava tarde. Então vocês vão ter acesso até amanhã. É um encontro com Aliada que foi traída, descobriu o por traída e quais padrões ela estava repetindo. E esse encontro de impulso é uma engenharia reversa. Nesses encontros de impulso, você vai ver a vida de vários aliados, protocolo que eles usaram. você vai ver eh uma engenharia reversa, tipo: "Ah, eu fui traída, porque eu fui traído? O que que eu entendi? Qual protocolo eu rodei?" Então vocês vão tendo uma base para se identificar tanto com os problemas quanto com a ação e a decisão de outras aliadas na sua vida. Então isso vai ficando cada vez mais claro. Você que ainda não foi atendida e está no Zoom, digite no chat decidir e os últimos cinco dígitos do seu WhatsApp e alguém do meu time vai te chamar para te guiarem como fazer parte da aliança divergente, ok? Você que está no YouTube, se quiser ter acesso a essa apostila aqui do intensivão da permissão e com o diagnóstico de núcleo de A, toque nesse link que está no YouTube e preenche sua ficha de interesse em aumentar sua permissão para receber todo esse material. Aliada conseguiu entrar. Vamos chamar ela amanhã. Então, a gente chama a Ana Paula amanhã aqui para trazer, fazer o celebre junto com vocês. Hoje é o penúltimo dia do intencião da permissão. Estendemos até amanhã. Espero que você esteja gostando, curtindo. Amanhã nós vamos fazer um encerramento do intensivão da permissão. Vou fazer mais atendimentos mais curtos amanhã para trazer eh mais visão sobre padrões, sobre pré-quedas, sobre quebra de ciclos. Então, esteja aqui amanhã. Que hora será? 19:30. Amanhã às 19:30 esteja aqui pro encerramento do intencivão da permissão. Um beijo no seu coração. Nós somos Aliança Divergente. E esse foi mais um encontro do intensivão da permissão e a gente se vê amanhã pro grande fechamento de tudo isso que nós construímos até aqui. Obrigado pela sua confiança. Obrigado por me deixar entrar na sua casa. Obrigado por, na verdade, agora eu vou te parabenizar. Parabéns por encarar ou pelo menos entender e decidir encarar aquilo que você está vendo. No lado de cá, eu posso ir junto com você até a percepção e no máximo ação. A ação, a decisão só depende de você. Tem gente que já está ficando para trás, tem gente que vai ficar para trás e tem gente que está avançando. E eu quero falar com você que está avançando, com você que vai passar o próximo ano junto comigo, com Elton, com a Sida e com todos os nossos aliados aqui, quebrando esses padrões, rompendo ciclos e avançando no seu teto financeiro, construindo um relacionamento e uma vida que vale a pena ser vivida. Beijo no seu coração e a gente se vê amanhã. M.