📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

AULA 02: Diagnóstico de Dependência Emocional e Perfis Controladores | Último Resgate dos Otimistas

Elton Euler3:19:40

Transcription

Elton Eener é escritor, pesquisador, terapeuta, pai de cinco filhos.

Olha que legal, cara. Brasileiro em busca do nobre. Autor da teoria da permissão e fundador da aliança Divergente.

Eu tenho a honra de receber ele que é terapeuta. É um método que atingiu não só o nosso país todo, mas pessoas fora do nosso país. Brasileiros que moram em outros países buscam isso. Por quê? Ele ajuda você a conquistar os seus sonhos. A gente tem um especialista aqui em desenvolvimento pessoal, sabe aquelas tretas, como diz ele, que acontece aí dentro da sua cabeça, na sua vida. Você não entende?

Um ecossistema internacional de desenvolvimento humano que conta com mais de 160.000 alunos em 60 países e já impactou mais de 50 milhões de pessoas em seus eventos. O mentor da aliança Divergente, Elton Euler. É um prazer recebê-lo aqui no Bia Pia. Eu chamo ele de mestre. Ele é meu mentor, porque ele é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço.

Elton é um dos grandes exemplos de persistência e superação da atualidade. Alguém que conhece bem a dor de ser um otimista sem resultado. Antes de se tornar um multimilionário e um empresário de sucesso, ele quebrou 17 vezes e chegou a acreditar que o sucesso não era para ele.

Meu amigo Elton Euler. Bem-vindo ao padrinho. Bom demais estar aqui contigo hoje.

Elton é uma das lideranças mais respeitadas no Brasil e uma referência global no meio de desenvolvimento humano. Sua missão é clara: construir um novo mundo onde os homens são desafiados, as mulheres valorizadas e as crianças protegidas.

Parece um absurdo dizer isso, mas aquilo que você quer e precisa alcançar não depende de mais trabalho, não depende de mais estudo, depende de permissão. E eu descobri isso recentemente com uma pessoa que para mim é o novo Freud. Ele se chama Elton Euller e ele explica, ensina e mostra por que mesmo estudando tanto, mesmo trabalhando tanto, você não consegue aquilo que você deseja e merece.

E muito boa noite, senhoras e senhores. Tudo bem com vocês? Prontos para mais um dia?

Sim, mais uma noite, né? Para falar em mais uma noite e mais um dia. Como foi a noite e como foi o dia? Tem hora que a cabeça fica tipo, quem já assistiu os melhores do mundo que ele fica supletivo, supletivo, supletivo.

E aí, Ramon, como é que você tá?

Tô na página em branco ainda, viu?

É, chega bem. Chego bem. Tava lendo os comentários hoje, eu li bastante. Eh, tem uma galera bem aflita pro dia de hoje. A verdade é essa, viu?

Aflitos.

Aflitos, esperançosos. Eh, animados. Temos uma turma muito boa aqui, viu? Que legal. Então, coloca no chat aí como é que você chega para hoje. Aliás, coloca como foi a noite de ontem, o dia de hoje e como é que você chega. Dá um resumão aí do seu do seu status.

E como você chega pro para esse dia? Ai, eu chego confuso. Não era respuntou muito, não era a resposta que ninguém tava esperando em casa, né? Eh, geral, geralmente eu demoro uns 5 minutinhos para para acabar de chegar, para dar uma sentada. Eh, hoje eu vim acelerando rápido, vim ouvindo música agitada, que eu passei o dia, o dia mais reflexivo, porque é como eu disse ontem, né, esse palco é um lugar de quebra de padrões para mim também, né? E ontem eu dei uma pesada na mão na hora que eu falei do Marçal, né? Não precisava, né? Mas daqui pro final do evento eu me resolvo comigo mesmo e depois eu me resolvo com ele. Talvez chama ele para um debate mais do jeito certo, né? E é legal eh ter a oportunidade de perceber os meus padrões, de perceber o meu movimento. E usando o nosso óculos, a gente sempre sabe a quebra de padrão, vocês vão aprender isso hoje, ela é sempre feita em três etapas. Não adianta você achar que você vai quebrar o padrão de uma vez. Da primeira vez você não faz, da segunda vez você faz com dificuldade, só da terceira vez você faz com facilidade. Não tem, não tem outro caminho, não tem atalho, porque o processo de crescimento, ele precisa de uma jornada de aprendizado. E a jornada de aprendizado, ela vem com as situações que você cria para si e às vezes você aproveita mais, às vezes você aproveita menos. Então eu chego meio, qual o ritmo que eu dou para isso hoje, porque tem muita gente aqui, tem muita gente em casa e tem muita gente aqui também. E eu espero que seja uma edição memorável para que você quebre os seus padrões e para que eu consiga quebrar os meus.

Expliquei a parte do confuso. Era só sobre isso, porque o resto tá tranquilo. Mas fala aí como é que você chega.

Foi uma edição diferente, uma sequência de conteúdos diferente, uma densidade de conteúdos diferente. Acho que a gente nunca passou tanta informação já na primeira aula. Acho que foi a primeira vez que a gente conseguiu condensar muita coisa, trazer um um ritmo legal, uma fluidez legal e uma clareza mais alta do que nas outras edições. Eh, sem tanta gritaria, sem tanto barulho, sem tanta porrada, exceto aquele momento em que eu me cedi. Mas foi um primeiro dia muito gostoso. Como é que você chega aí? Vai, Ramon.

Ah, eu chego aqui com aquilo que nós batemos no camarim agora. Quase nada. Eu chego aqui com a sensação de que essa entrega, de fato, ela encerra um ciclo para quem já nos acompanha há um tempo e com a missão e a provocação de trazer clareza, estrutura e um caminho muito mais simples para quem tá chegando agora para resolver aqueles padrões que a gente vai falar.

Boa! E essa é a proposta, trazer clareza para desenvolver para vocês a coragem necessária para que vocês deem os passos necessários. Alguns vão caminhar com mais velocidade, outros com menos velocidade. Eh, lembrando que eu falei ontem, é importante que você se compare com você mesmo. Então, vocês vão ver histórias de pessoas que tinham doenças que talvez vocês não tenham, nunca tiveram, talvez nunca terão. Vocês vão ouvir histórias de pessoas que tinham dívidas que talvez vocês não tenham, nunca tiveram e nunca terão. O ponto é, tudo isso serve para confirmar aquilo que nós estamos trazendo. Serve para mostrar na prática o que acontece quando a pessoa entende, aplica o que nós estamos mostrando, que pode acontecer com você, certo? Os detalhes eles eh serão sempre um pouco diferentes, apesar que parece que é sempre meio filme repetido, né? Uma história, um acontecimento, etc. e tal. Então nós vamos trazer mais algumas histórias aqui, talvez um pouco da minha história, talvez um pouco da história do Ramon, aquilo que fizer sentido para que em casa você se identifique com a jornada comum. Essa é a jornada comum do ser humano que desembarca aqui nessa dimensão e vai se descobrindo, vai se construindo e vai se reinventando. E o nosso papel é trazer clareza, esquema, ferramenta, recurso para que você saia do outro lado um pouco mais rápido, tá? Eh, muitas vezes vocês nos enxergam ou nos conhecem nessa versão um pouco mais pronta, mas duas coisas é importante que vocês saibam. Primeiro, nós também estamos nos aprontando. E segundo, em maior ou menor grau, escala ou proximidade, nós já tivemos nesse lugar aí. Antigamente eu batia muito nos homens bananas, mas eu já fui um bananão, então a esperança, tá bom?

Que legal. Em casa, vai colocando aí a expectativa para o dia de hoje. E deixa eu te ensinar uma coisa. Toda vez que você sair de casa, coloque intenção nas coisas, intenção no dia, intenção no encontro, intenção na reunião, intenção no momento. Qualquer coisa que você for fazer, coloque intenção. Eu sempre divido eh eh as minhas interações com as pessoas, com as coisas, com os lugares entre busca, descoberta e decisão. Se eu não souber o que eu estou fazendo em algum lugar, ali eu não fico. Se eu não souber o que eu vou fazer em algum lugar, para lá eu não vou. Eu adoro não fazer nada. Não fazer nada para mim é algo que precisa estar na agenda. Então, espero que você não esteja aqui fazendo nada. Espero que você saiba o que que você tá buscando, qual é a resposta que você está buscando, qual é o caminho, qual é a solução. Muitas vezes a gente passa muito tempo buscando as coisas e aí quando alguém chega e pergunta: "O que você quer?" A resposta que você dá é tudo. Mas tudo é nada. Se você não der conta de trazer a prioridade para que você tá buscando na sua vida, vai ficar mais difícil te trazer a clareza que você precisa, porque senão você vai ficar se distraindo. Quando traz a resposta para uma coisa, você busca outra. Traz a resposta para outra coisa, você busca outra, a outra, outra e a outra. E aí você nunca olha para onde você tem que olhar.

E sim, estamos falando da última edição do Resgate dos OMas. O motivo eu expliquei ontem. Quem estava aqui ontem, coloca aí no chat para quem tá perguntando se a aliança divergente vai acabar. Não, a aliança Divergente não vai acabar, muito pelo contrário, ela está prestes a dar um salto. Vamos trazer novidades, inovações e reformulações eh completas a partir do próximo dia 8/08. Estamos aqui há praticamente 4 anos evoluindo aquilo que nós fazemos para que possamos fazer de uma forma cada vez melhor, até que tenhamos condições melhores de fazer ainda melhor. Então, a gente vem evoluindo e a nossa jornada de evolução não parou e ela está preste a dar um salto. Amanhã vocês vão saber o que é a aliança divergente, vão ter a oportunidade de fazer parte desse movimento. Nós temos um programa de acompanhamento anual, então você vai poder dar continuidade nessa sua jornada que tá começando ontem ou que tá começando hoje ou que de repente começou ontem, tá continuando hoje e poderá se estender pelos próximos 365 dias, se fizer sentido para você. Certo?

Vamos lá. Qual eram as três palavras de ontem? Padrão. É tipo assim, moço, você passou 3 horas falando, você me pergunta de três palavras, né? As três palavras que eu pedi para vocês anotarem no começo. Padrão, permissão.

Padrão.

Permissão.

Permissão e utilidade.

E utilidade. Isso começou a fazer sentido para vocês? Hoje nós vamos falar mais de padrão e quando formos falar de pré-queda, vamos falar mais de utilidade. Porque se você começar a entender os padrões, você vai conseguir desvendar a utilidade dos problemas e conseguir aumentar a sua permissão gradativamente. Não tem como você aumentar a sua permissão de uma vez. Pessoas que dão grandes saltos na vida, saltos para os quais elas não se prepararam, saltos que na verdade elas não construíram, dificilmente elas conseguem sustentar. Então, é legal quando você vai eh financeiramente, por exemplo, se construindo, tudo aquilo vai ganhando sentido, tudo aquilo vai te ensinando, inclusive a administrar tudo aquilo. Agora, quando você é catapultado, lançado, projetado, colocado em um lugar que você não se preparou para estar lá, colocado em um lugar que você não construiu, dificilmente você consegue se manter ali. Então, vou pegar a frase do Ramon emprestado. Quem tem pressa tropeça. Vamos passinho de cada vez mergulhar nesse universo dos padrões que estão aí para serem observados, encarados e quebrados. Não tenha vergonha do seu padrão. Não tenha vergonha do seu padrão. Até porque tá todo mundo vendo. É, pô, ontem eu dei uma escorregada, não deu. Tava todo mundo vendo, pô. Não tem jeito. Resta saber se você vai encarar. Resta saber de quantos acontecimentos você vai precisar para conseguir ver ou quantas pessoas vão precisar para tentar te mostrar.

Perfeito. Vamos trabalhar. Lembrando que o nosso combinado permanece, tá? O dia da solução é amanhã. Hoje a gente vai avançar aí no seu diagnóstico. Eu não quero que você trete com ninguém, não fique mandando indireta para ninguém. A pessoa que precisa ver está assistindo. Se você quiser, gentilmente, respeitosamente, sugira esse vídeo no grupo do WhatsApp, nas suas redes sociais e só. OK.

O que temos em casa aí? Como foi com a turma em casa, Ramon? Quais foram os comentários que você separou?

Bora, equipe, coloca para mim na tela. Comentários muito bons nessa edição, viu? Eh, pode passar para minha equipe, por favor. A Fabiana disse assim, ó: "Tinha orgulho de ser chamada de guerreira. Meu Deus, hoje não quero mais. Sou a salvadora da pátria. Sempre ouço. É ela que nos ouve e ajuda. E eu fico onde? Acordei de madrugada pensando em tudo que ouvi e em como sair disso. Isso aqui foi interessante. Muitas pessoas acordaram de madrugada ali nos comentários. Ah, acordei de madrugada desesperada, acordei de madrugada pensando no que ouvi. E muitas pessoas trouxeram acontecimentos. Tava decolando, bateu o carro, teve um prejuízo, venceu a etapa, trocou de carro, quem bateu o carro dela foi o filho e não tinha seguro. E aí ela desistiu, entendeu que ela estava fazendo isso porque ela queria pertencer. Bravo, né? Doído. Vamos pro próximo. Passem aí. A Dulce disse: "Eu estou vivendo de passado uma dívida que me acompanha há mais de 40 anos. Quando você fala, paga a dívida e ela volta, eu vivi isso. Eu vivo isso e sinceramente estou muito cansada. Ontem o Elton falou sobre o problema e a utilidade. É isso que acontece com a pessoa que tenta tirar o problema sem entender a utilidade que ele tem na vida dela. Se você tira o problema que tem uma utilidade, o problema volta para atender a utilidade que você não resolveu. E seguindo essa lógica, tem uma receita interessante. Se você tira o problema e mantém a utilidade, o problema volta e ele precisa voltar um pouco maior, porque existe o entendimento que da vez anterior foi ignorado. Então ele vai crescer um pouco mais ainda dentro do limite do suportável, mas ele sempre vai ser um pouco maior. Por isso que uma doença quando volta volta um pouco pior. Por isso que uma dívida quando volta volta um pouco pior e por aí vai, tá? E a gente vai falar sobre as três etapas da quebra de padrão. E é importante você entender que é melhor você se concentrar na utilidade para que o problema suma, ao invés de tentar acabar com o problema deixando a utilidade ali. Enquanto tiver utilidade vai ficar ou vai voltar. Tá bom? Esse aqui eu quero uma licença poética, porque tem gente que pensa: "Ah, mas é só na vida de quem tá quebrado, que tem pré-queda". E esse comentário aqui, ele vai trazer e ilustrar a vida de uma pessoa que não tem permissão. Então, prestem muita atenção. A Vanessa disse assim, ó: "Eu tava vivendo na Europa, tava ganhando dinheiro, fama e realizando sonhos. Vim ao Brasil passear e decidi salvar minha família. Ajudei financeira e emocionalmente a minha mãe a se separar do meu pai psicopata. Apoiei a minha irmã, que estava no álcool surtando no trabalho, e trouxe ela para trabalhar comigo e paguei terapias para ela. O meu irmão era humilhado pelo meu pai, trabalhava como taxista. Eu trouxe ele para trabalhar na minha empresa e levei-o para Londres. Ensinei-o a empresariar. Vocabulário bonito, né? Empresariar. Criei uma marca e um conceito de varejo para ele. Eu era linda, rica, tinha muito sucesso, então eu ajudava todos. Veio a falência. Fui parar numa cadeira de rodas por 3 anos, empobreci e hoje eu sou a mais pobre da família. Depois de quatro recomeços de vida e três falências, perdi a vontade. Hoje reconheci o padrão de guerreira que existiu em mim e vejo como a minha saga está relacionada com as minhas relações familiares. Os meus irmãos me causaram prejuízos fatais. Construí e vivi coisas maravilhosas. Sou muito talentosa e tenho um dom ímpar, mas congelei. Agradeço todos os insights. Espero que amanhã, que é hoje, eu consiga progredir na minha percepção. Muito bom. Só uma correção, seus irmãos não causaram prejuízos para você. Eles apenas fizeram o favor de assumir a responsabilidade pelo prejuízo que você queria causar para si. Continua, Ramon. Bora, vamos pro próximo. Coloca aí na tela. Bora, equipe. Obrigado. A Nice disse: "Elton, eu assisti em 2023 ao resgate dos otimistas por raiva de você". Isso eu fiz questão de trazer, viu? Eu estava com R$ 197.000 em dívida, hoje tenho reserva. Obrigada. Você mudou a minha vida. Entrei na aliança em 2025. Coisa boa. Parabéns por ter mudado a sua vida. Apenas mostrei um caminho bom. Próximo. Passem para minha equipe. Tinha dúvida se ia conseguir entender, acompanhar, mas eu amei. Mas está muito claro para mim o quanto me autossabotei pela vida com ações voltadas para os outros. Há seis meses apareceu um câncer que estou tratando e finalmente esclareci a causa. Essa é a Malu e tem 70 anos. Está aqui nos acompanhando.

Que gostoso.

A Sônia disse: "Se você realmente joga na cara as coisas das quais fugimos para não resolver? Tô absurdamente impactada com tudo. Anos de terapia e nunca me senti assim, consciente dos meus medos". Próximo. Esse é bom. Dais disse: "Minha mãe mora comigo. Sou única filha, sou a única filha, mulher. Não conseguiria abandonar ela sendo idosa, 81 anos e com problemas de saúde, mas consegui perceber que se aviso que vou viajar muito antes da viagem, ela apresenta algum problema que me impede. Tem algo interessante aqui, eh, a gente tem um aliado que é o Rodrigo Rodomundo, vocês conhecem, e ele tinha uma dependência com a mãe dele absurda. Ele não conseguia sair da casa da mãe porque achava que o problema era a mãe. Só quando ele saiu, a mãe melhorou, a mãe casou e a mãe tá vivendo uma vida incrível. E essa mulher que disse: "Eu tenho 81 anos e minha mãe adoece quando eu penso em viajar. Talvez quando você se resolver e disser que vai viajar, você não seja mais a causa de adoecimento da sua mãe." É. E aí resta saber. Tem muita gente que fala: "Ah, eu cuido da minha mãe, eu cuido do meu pai". A pergunta que fica aí: "O que você estaria fazendo se não tivesse cuidando da sua mãe ou cuidando do seu pai?" Você não tem uma vida boa porque teve que cuidar dos seus pais ou você tem que cuidar dos seus pais porque você não tem uma vida boa? Que eu conheço muita gente que vira e fala: "Ah, eu não prosperei, eu não montei negócios como meu irmão, como meu primo, como não sei quem, porque eu tive que cuidar dos meus pais". Tá? E se não tivesse cuidado dos seus pais? Lá no mercado se ia se destacar. Então, pense sobre isso. E tem uma pergunta que não quer calar, né? Uma é: Como é que eu não vi isso antes? Inevitável. Importante é o que você tá vendo hoje. E a pergunta é: "O que você vai fazer com isso?" E a outra é onde você estaria se você tivesse descoberto isso há 10 anos atrás, onde dá uma pensada aí. O ano era 2016 e você estava ali descobrindo tudo isso. O que você teria feito com sua própria vida em 10 anos? Se você soubesse identificar padrão, se você soubesse estabelecer limite em relação, se você soubesse que as coisas não acontecem por acaso, se você soubesse que tem como você controlar, produzir e até prever as coisas que vão te acontecer, onde você estaria hoje? E não é só sobre a casa que você estaria morando, o carro que você estaria andando. Isso também conta, mas é sobre a vida que você estaria tendo nessa casa. Vai, dá uma imaginada aí. Volta lá em 2016. Lembra o que que você tá fazendo em 2016? Quantos anos você tinha? Onde você morava? Como estava a sua vida? Qual era o seu maior desafio naquela época? Quais eram as suas principais aspirações? Qual era o seu nível de fome, de coragem? O quanto você era medroso, medrosa? Há 10 anos atrás. Esse é o exato tempo, por coincidência, da época em que eu decidi mudar minha vida. Nessa época eu estava com o nome sujo, usava o cartão de crédito da sogra, o carro que eu andava, o documento estava atrasado, o banco tentando tomar, eu tinha que desviar de blitz, eu desviava das blitz e desviava das escolas particulares, porque quando eu passava na blitz já sabe o que acontecia. E quando eu passava em frente à escola particular, minha esposa falava: "Queria tanto colocar as crianças aqui" e aquilo para mim era um atestado de fracasso. 10 anos. Onde você estaria se você soubesse disso há 10 anos atrás? Perceba que muitos de vocês não conseguem nem se reprojetar. Se machucaram tanto nos últimos 10 anos que quando eu tento te devolver para 10 anos atrás, com um pouco do conhecimento que você adquiriu ontem, para te dizer, vá lá e faça diferente, você não consegue sequer projetar algo muito diferente do que você tem hoje. É por isso que eu incluí uma palavra a mais aqui pra gente trabalhar hoje, que é essa palavra aqui, ó, vontade. Que, segundo o meu pai, é coisa que dá e passa, mas como ele mesmo falou que vai acabar com as teimas dele, com a birra dele, então não pare de falar que vontade é coisa que dá e passa. Vontade não é coisa que dá e passa. Vontade é coisa que dá e a gente esconde. Porque a vontade não passa, ela fica aí até você olhar para ela. E você não olha para ela porque você tá olhando para outra coisa. Você não olha para ela porque você está olhando pra vontade de alguém. Você não tem coragem de assumir as vontades que você tem. Passa o microfone ali para aquele senhor. Dê uma nota de 0 a 10 para a sua vontade.

É você?

Não.

Oi, boa noite. Meu nome é Marcelo.

Tudo bem? Tudo bem, Marcelo. Você é de onde?

São Paulo.

Quantos anos você tem?

56.

Faz o que da vida?

Hoje eu trabalho como funcionário de uma construtora na parte de consultoria na área de mármores. Em 2016 eu estava prevendo que ia quebrar a empresa que eu tinha, uma marmoraria com meu pai de 30 anos. Eh, eu vejo desde a minha infância eh em casa, vendo desde pequeno, hora a gente tinha presunto e queijo para fazer tosteque e hora não tinha nem manteiga para passar no pão. Então, eu já vejo desde pequeno meu pai subindo, descendo, subindo, descendo. Teve posto de gasolina, depois teve farmácia, eh vendeu o apartamento que a gente tinha para comprar uma farmácia maior, depois quebrou essa farmácia, perdeu a a farmácia, fomos viver de aluguel, então veio subindo e crescendo. Quando ele foi para esse setor de marmoraria, eh, foi através de um amigo que montou a empresa para ele, que ele tinha as máquinas, deu e o velho subiu, mas ele tinha outros dois sócios subiram juntos num determinado momento. Eu falei: "Porra, eu vou ajudar o velho". Então já ele é vivo,

Não, já faleceu.

Eh, eu fui trabalhar com ele ajudando, porque vamos supor, eu já mexia com computação lots 1 2 3, ele datilografava a tabela de preços, tudo e eu entrei e fui assumindo funções, funções, mas sempre a gente subia e caía. Subia e caía. Aí quando você falou 2016, falei: "Porra, eu vou perguntar porque eu tenho, eu vejo que é um padrão que eu digo que é herdado, né? Dentro da tua

Não, padrão. O seguinte, a melhor forma de você honrar pai e mãe não é cuidando dele ou dando dinheiro para ele. A melhor forma de você honrar seu pai e sua mãe é livrando eles dos erros que eles cometeram. Como é que você livra os seus pais dos erros que eles cometeram? Quando você dá certo, ele vira e fala: "Eu falhei com ele, mas a minha falha não prejudicou ele". OK? Seu pai vai sentir muito orgulho quando vê que o erro que ele cometeu. Sua mãe vai sentir muito orgulho quando vê que o erro que que eles cometeram não estão te prejudicando. Padrão a gente não herda, a gente copia. Então você não tá repetindo o padrão do seu pai, porque quando você faz a primeira vez é o padrão dele. Quando você faz a segunda vez já é o seu padrão. Então você tá repetindo o seu padrão que você aprendeu com seu pai. E seria injusto a gente acreditar que você só aprendeu isso com seu pai ou que o seu pai só te ensinou isso. Só para dizer que padrão a gente não herda. OK? Então, e aí eu eu entrei há um mês, né, no ponto cego. Eu não consigo ainda enxergar esse padrão para quebrar ele.

Uhum.

Né? Porque eu eu estava no em 2016, eu tinha alguns amigos meus de 2015 marmoristas já vindo quebrando. E eu estava sempre subindo, subindo, subindo. Eu não quebrei assim porque não tinha cliente, porque não eu quebrei porque eu estava lotado de obra, estava cheio de coisa para fazer.

Você é casado, solteiro?

Sou casado, tenho dois filhos.

Ah, não parei de usar porque quebrou a uma empresa e não dá problema de bloqueio judicial tudo. E também porque eu emagreci para [ __ ] ela caía. Ela cai, eu boto, ela cai.

Tem um povo que aperta elas, tá? Então você põe no chão, bate nela.

Então aí vem a segunda pergunta para você também relacionado com isso.

Mas qual que é a primeira pergunta que você contou a história e comentou que não consigo? Consigo encontrar o padrão desse. Eu já olhei na infância, já voltei no no

Legal. Anota para mim, Ramon, como achar o padrão.

Na na na no IA eu até relacionei um porque meu carro, quando eu comprei meu primeiro carro importado, ele só vivia quebrando tudo. Eu encontrei a relação,

né? Já tô tentando corrigir isso, mas ainda não consigo ver se sobe, desce, sobe, desce, sobe, desce. Eu não, eu não, quando você fala de teto financeiro, por exemplo, eu não vejo o teto financeiro, porque a gente sempre, eu sempre explodia, sempre explodia.

E quando você explodiu, você ganhou quanto?

[ __ ] eu estava no simples, era 3600, eu montei outra empresa, fui para 72, montei outra e fui subindo.

Quanto foi que você faturou?

1 bilhão.

Não, 1 bilhão não.

Então você tem um teto

que é abaixo de 1 bilhão.

Entendi.

Teto é matemático, tá gente? A gente vai falar sobre teto hoje ou amanhã. Próxima pergunta. A primeira é como achar o padrão?

Como achar o padrão? Não consigo. A segunda, segunda,

meu pai desenvolveu câncer, lutou com o câncer durante 25 anos, falava que não ia morrer de câncer e não morreu. Teve cinco tipos de cânceres diferentes. Eu sou

narcisista é [ __ ]

Eu eu sou a a eu falo assim, eh, somos em três irmãos, né? Eu sou irmão que sou a cópia guspid escarrada do velho.

Tá bom? E aí, eh, meus outros dois irmãos, eu sempre usava com eles, né, porque tinha colesterol, triglicéries, diabetes, pressão alta. E eu falava: "Porra, eu não tenho nada disso, eu vou morrer de câncer, eu vou ter câncer igual o velho". Eu sempre me preparei esperando que um dia a [ __ ] do câncer ia aparecer. Só que quando veio, é o negócio que você falou da tua filha, do da fratura exposta, quando veio, cara, veio de pesado demais, insuportável. Eu tinha uma única chance.

Você teve câncer?

Tive câncer na cabeça do pâncreas. Adenocarcinoma estádio 3. Em um ano eu tinha

narcisista é [ __ ] Ele sempre guarda esses nominhos.

Ano. Não, mas um ano atrás eu não tinha [ __ ] nenhuma. Se fosse grau um ou dois tinha solução. Quatro e cinco você estava [ __ ] Eu estava no meio. Aí o médico falou: "Vamos fazer quimioterapia. Se você responder a quimioterapia a gente faz radioterapia, eu te opero." Beleza? Eu fiz a quimioterapia. O tumor reduziu, a taxa tumoral reduziu, mas aí na hora do pessoal da Seca Amargo fez uma reina e falou: "Cara, teu caso eu não tenho como operar, não tenho o que fazer com você".

Isso foi quando?

Dois faz 4 anos e meio.

Tá bom. Aí não operou e fez o quê?

Não operei porque o cara falou que não tinha como. Deu prazo de validade para mim. Aí achamos uma segunda opinião. O cara olhou, analisou, falou: "Ó, eu vejo uma chance, mas eu tenho que te abrir". Aí eu faço um procedimento, se eu comprovar nesse nesse caso aí, qual é a pergunta agora?

Foi demais, porque eu era para ter morrido,

mas não morreu.

Mas [ __ ] por

É porque você é [ __ ]

Não, cara, não sou [ __ ] É aí que eu quero saber, porque naquele negócio, a pergunta é lá,

Aham.

Eh, eh, punir, poupar, afastar. A família sempre foi unida, então não era para afastar, não era para unir a família. Eu só vejo uma coisa, eu me autopunir por ter quebrado a empresa e ter deixado meu pai e minha mãe numa situação de oficial de justiça entrando no apartamento para bloquear bem, para não sei o quê, todo aquele negócio com os funcionários, [ __ ] era como se fosse uma família para mim. Ou ser poupado de ser criticado. Tipo, gente, ele fodeu todo mundo, mas ninguém fala nada com ele porque ele tá [ __ ]

Ah, não, todo mundo me criticava, irmão. [ __ ] por que que você não falou que eu tentava te ajudar tudo? Eu sempre fui fechado, sempre narcisista resolver tudo sozinho.

Então, eu queria saber esse, eu vejo assim, é um é um podia ser um autopunimento meu querer detejar inconscientemente a morte e ter quase morrido.

Vamos lá. Você vai fechar essa conta amanhã, tá bom? Sobre padrão é o seguinte, nós temos muitos padrões, muitos. O padrão que faz mal hoje é o padrão que em algum momento te socorreu de alguma situação difícil. Sabe aquela pessoa que não decide e aí ela vira empresária e o sócio vira e fala: "Meu, tu não assume responsabilidade, cara, tu não decide e tal". Aí ele se vê numa situação em que ele precisa começar a decidir. Mas em que momento ele teve que não decidir? Em algum momento aquele padrão se instalou. Nem é tão importante descobrir quando foi que o padrão se instalou. OK? Quando você descobre, fica mais fácil, porque você vira e fala: "Ah, agora eu entendi. Faz todo sentido. Você ganha uma disposição maior de enfrentar aquele padrão de frente." Mas eu só quero que vocês entendam que o padrão não é que ele faz bem ou que ele faz mal, é que em algum momento ele fez bem e se fez necessário, em algum momento ele tá fazendo mal. Você tem padrões aí que eles não estão fazendo mal. A depender do que você for fazer no futuro, eles vão começar a te atrapalhar. Então, por exemplo, a pessoa vira e fala: "Poxa, eu não decido". Aí você fala: "Desde quando?" Porque padrão é: "Desde quando? Com que frequência? E onde mais?" Toda vez que você vê um padrão na sua vida, tem três perguntas para você se fazer. Desde quando você se comporta assim ou desde quando isso acontece na sua vida? Com que frequência isso acontece? Porque a gente vai buscar os gatilhos e onde mais isso acontece? Porque existe uma coisa chamado efeito paralelo. Do jeito que você faz uma coisa, você tende a fazer as outras, porque é você fazendo. Então, se você pega uma pessoa que não decide hoje, talvez ela teve que não decidir quando os pais se separaram, que a mãe chegou e falou: "E aí seu irmão vai ficar com seu pai e você vai ficar com quem?" Ela vira e fala: "Porra, eu também queria ficar com meu pai, mas se eu for com meu pai, você vai ficar sozinha" e tal. Teve que tomar uma decisão, decidir foi muito ruim para ele e ele criou o seguinte registro: "Não vou decidir porque quando eu decido fica ruim para mim ou fica ruim para alguém". Então, todo padrão que te faz mal hoje, em algum momento, ele te fez bem. O que importa é a gente entender qual é o padrão que tá te fazendo mal, como é que a gente quebra esse padrão. Só isso. Então, tome cuidado para você não ficar olhando esse padrão, porque talvez não seja esse o padrão que está te atrapalhando hoje. Às vezes a gente fica procurando um padrão, sendo que tem várias outras coisinhas pra gente resolver, entende? Então vamos entender quais são os tipos de padrão e como é que a gente vai identificar e quebrar cada um desses padrões aí, certo? Então vamos falar de permissão, padrão, utilidade e vontade. Lembrando que o nosso objetivo macro é explicar acontecimentos ruins que geram a falta de resultado. Por que seguindo uma linha do tempo, que aqui não está em ordem, mas aqui você consegue perceber que existe uma linha de pensamento que se assemelha. Foi o que nós trouxemos para vocês ontem. Jung dizia: "Até você tornar consciente, o inconsciente vai dirigir a sua vida e você vai chamar isso de destino. O seu inconsciente tá guiando a sua vida. Você pode dar o nome que você quiser. Destino, karma, azar, acaso, Deus, diabo, universo. Você pode dar o nome que você quiser, mas existe algo em você que controla absolutamente tudo isso. Certo? Diante disso, a minha construção vem no sentido de que todos os seus problemas foram criados para inconscientemente para atender uma utilidade nas suas relações. Antes de mim, antes do Jung, Hipócrates dizia: "Antes de tentar curar alguém, pergunte se essa pessoa está disposta a abrir mão do que adoeceu. Quer essa doença seja física, quer essa doença seja mental, quer essa doença seja relacional, quer essa doença seja financeira, quer essa doença seja social, a doença é aquilo que não está em harmonia, aquilo que não está funcional. Se você não tem um fluxo financeiro na sua vida, você é um doente financeiramente falando. Se você não consegue construir e manter boas relações, você é um doente. Socialmente falando, relacionalmente falando, você é um doente. Seja lá qual for a sua doença de hoje, a pergunta que nós temos que te fazer é: será que você tá disposto a abrir mão do que te adoeceu? E o que te adoeceu? A utilidade que você dá. Para aquilo que te acontece. É a utilidade que você dá para aquilo que te acontece, que explica por você precisa, permite e prefere que isso te acontece, que isso te aconteça. Não importa se é uma coisa na sua casa ou na sua empresa que quebra, não importa se é o seu gato que fica doente, você tem que gastar um determinado dinheiro. Só que eu tenho uma boa notícia para você. O universo é dual, nada fica com a ponta solta. O som precisa do silêncio, a luz e a escuridão, tudo é dual e a pré-queda também. Sabe aquele dinheiro que você perdeu? Aquele valor ele é específico a uma conexão de um outro lado. Aquela pessoa que vira e fala: "Poxa, eu perdi R$ 10.000". Pode sair procurando R$ 10.000 que ela ganhou a mais 10.000 em um momento próximo àquele. Não tinha permissão para ficar com dinheiro, desfez do dinheiro na porção exata. Sabe qual é o mês recorde de pré-queda? Dezembro. Por quê? 13º. O cara recebe um dinheirinho a mais, vai fazer um troço que ele não tem permissão para fazer. É a moto que quebra, é o cachorro que fica doente, é o ônibus que esbarra no carro dele. É o mês da pré-queda. Meu gato ficou doente. Pasme. Gastei R$ 30.000. Vamos procurar os R$ 30.000. É só sair procurando onde tem R$ 30.000. Onde tem R$ 30.000? Onde tem R$ 30.000? Foi o mês que ela recebeu uma rescisão, foi o mês que ela bateu uma meta, foi o mês que ela recebeu um bônus, foi o mês que passou do teto financeiro. O mês que você for passar do teto financeiro, aperta o cinto, meu nego. Aperta o cinto. A conta sempre vai fechar. A parte boa da pré-queda é que quando você percebe a pré-queda, a pré-queda ela anuncia um momento de tensão antes da queda. Porém, se esse padrão for quebrado, isso vira um salto. Deixa de ser uma queda e passa a ser um salto. Vocês se lembram dos ciclos de ontem? Mas e se quando o problema não é com você, nem com sua esposa, então não é problema seu, mas é com seu sogro e sua esposa precisa emprestar o dinheiro para ele. Então agora é problema seu. R$ 12.000. Nós precisamos estabelecer limites. Cuidado, tem gente que só tem problema porque você diz sim para o problema. Às vezes parece maldade, mas entendo. O sogro vai chegar e vai falar: "Filha, eu preciso de 12.000". Ele só vem porque ele sabe que a resposta vai ser sim. Se a resposta for não, ele não vem. Aí você vira e fala: "Mas ele só veio porque ele precisou". Continua voltando. Ele deixa de precisar. Ele deixa de precisar. Então, muitas vezes você acha que tá fazendo bem, mas você tá fazendo mal. Elton, você não ajuda ninguém? Eu ajudo, mas sem nenhum tipo de vínculo, sem nenhum tipo de expectativa. Hoje eu estava indo para Kiro para dar uma relaxada na carcaça para eu conseguir ficar calminho. Hoje aqui eu cheguei lá e falei: "Solta meu crânio, tô muito nervoso". E aí tinha um senhor no canteiro caído. Aí eu encostei o carro, vi que algumas pessoas tinham passado, então ele já estava ali há um tempo. E eu não sou muito bom com esse negócio de primeiros socorros, mas eu falei: "Puta, se sobrou para mim é meu, né?" Cheguei lá e tal, tadinho dele. Aí quando eu cheguei, ele virou para mim e falou assim: "Moço, você quer comprar um doce?" Aí eu falei: "Por quê?" Ele falou: "Eu preciso vender R$ 600 de doce hoje". Eu tive um traumatismo craniano, eu tomo Rivotril, eu tomo mais não sei o que e tal. E se eu não vender R$ 600 hoje, eu vou ser despejado. Só que ele estava atordoado, né? Na cabeça dele é: ferrou, vou chegar em casa, não vou ter onde morar. Eu falei: "Ô, moço, eu não como doce". Aí falou: "Droga". Eu falei: "Mas eu vou pagar seu aluguel". Aí ele começou a chorar e tal. Falei: "Ó, você se acalma, eu vou transferir um dinheiro pra sua conta". Aí transferi o dinheiro. Falei: "Ó, você fica aqui respirando um pouquinho, daqui a pouco você vai ali, toma uma água de coco e tal". Mas você não come doce mesmo? Eu falei: "Não como". Leva um de lembrança. Eu falei: "Não, fica com teu doce, vai vender teu doce". Mas perceba, esse senhor me deve o quê?

Nada.

Nada. Eu não devo nada para ele. Eu não espero nada dele. É óbvio que eu espero nunca mais vê-lo nessa situação, mas é bem possível que ele não saia dessa situação tão cedo. Tem um conjunto de coisas ali acontecendo que não é que a gente se desumaniza, é que a gente enxerga a situação humana por completo. Alguma vez você já contou para uma amiga sua, por exemplo, para um amigo seu, que o parceiro ou a parceira dela estava traindo ele, traindo ela? Maldita coisa que você fez. Você foi parar no centro do problema, você estragou um casamento, você teve que levar pra sua casa, não sei quê. Eu só quero que vocês entendam a situação por completo. O mesmo Elton parou ali, diz que ele disse que o aluguel dele era R$ 700, eu pus R$ 1000 na conta dele. Falei: "Cara, vai fica uns três dias sem trabalhar, você tá precisando descansar e tal". E não, porque eu tomo tantas gotas de Rivotril, eu já tomei tantas. Você acha que eu tô mais? Eu falei: "Moço, para tomar, bebe uma água".

"De coco, vai pra tua casa."

Esse mesmo, outro dia, estava no semáforo. E aí eu parei no semáforo. Parou um carro parecido com o meu. Eu gosto muito de carro, e a roda era parecida. Era diferente. Um carro parecido com uma roda diferente. Aí eu falei pro Juninho: "Essa roda é bonita."

E aí o carro passou. Parou lá na frente. E aí uma pessoa veio pedir dinheiro pro rapaz. Aí ele fez assim e tal. Na medida em que a pessoa estava vindo, eu também fiz assim para ela seguir. Era uma senhora.

Aí a minha filha brincou: "É, vocês, desumildes, vocês desse tipo de carro são desumildes."

Eu falei: "Filha, você não está vendo o filme por completo, tá? Só não se esqueça que aquele senhor para estar naquele carro fez e deixou de fazer muita coisa. E essa senhora para estar batendo na porta do carro dele, fez e deixou de fazer muita coisa. Você não pode tirar a vida do contexto. Existe padrão, existe pré-queda e existe utilidade. Cuidado para você não ficar na rota da utilidade do problema das pessoas. Cuidado, não deixa as pessoas usar os problemas delas contra vocês e parem de usar os seus problemas contra as pessoas, porque a palavra é essa mesmo, contra as pessoas. O seu problema está estragando o casamento de alguém. O seu problema está estragando a carreira de alguém. O seu problema está estragando a autoestima de alguém. O seu problema está tirando a liberdade de alguém."

Sabe uma coisa muito triste que eu consigo explicar que dói explicar? Aborto. Porque você explica para a pessoa porque ela precisou, permitiu e preferiu perder aquele filho. Aí tem pai envolvido, tem mãe, tem ex, tem um monte de coisa. Você fala: "Caramba, ó a merda que vocês fizeram, pô. Olha a porcaria que vocês fizeram porque vocês não dão conta de estabelecer um limite na relação de vocês. Aí uma pessoa precisa não ter um filho para chegar não parida no outro para dizer: 'Olha o que aconteceu comigo, olha isso, olha aquilo'."

Você fala: "Cara, isso é triste, pô. A quantidade de dinheiro que vocês estão perdendo, a quantidade de dinheiro que vocês estão deixando de ganhar, é um absurdo. Toda hora é um problema que bate na porta e é justamente um dinheirinho sob medida. A pessoa vira e fala: 'Perdi R$ 50.000 num negócio mal feito'."

Aí você vira e fala: "Tá, observe a sua vida. O que aconteceu quando tudo aconteceu?" Ela vira e fala: "Não, não aconteceu nada. Só o meu sogro que na semana seguinte me procurou pedindo dinheiro." Não precisa ser mágico para saber de quanto esse sogro precisava. De quanto que ele precisava, gente? R$ 50.000.

Só que ela não dava conta de dizer: "Eu não vou te dar." Ela se esculhambou para dizer: "Eu não posso te dar." Vocês não conseguem dizer a verdade para as pessoas. Isso não é bonito. Isso está mantendo os padrões de vocês. Isso está instalando padrões em outras pessoas. Tem gente que só tem acesso a você se tiver doente, se tiver com problema financeiro. E muitos de vocês só têm acesso a algumas pessoas se estiverem nessas condições.

Precisa punir o pai porque não foi um bom pai. Agora tem 50 anos de idade, acha que o pai tem que pagar sua dívida. A mãe tem que pagar sua dívida. A avó tem que pagar sua dívida porque deu casa e carro para todo mundo e na sua vez de ser feliz, ela estava quebrada e você ficou sem. Agora você está lá enchendo o saco da velhinha. Filme repetido. Filme repetido. Essa é a frase que vocês precisam anotar na alma de vocês.

Toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Toda a demora. Você montou o negócio, era para ter saído R$ 100.000, só saiu 30. Toda demora nos resultados esconde espera nas relações. Você comprou um imóvel para vender esse imóvel em 6 meses, já se passaram 3 anos e ninguém compra o seu imóvel. Toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Você tem um raio de um inventário que nunca sai. Ninguém faz aquele raio daquele processo andar. E você diz que quer muito dinheiro do inventário, eu diria que é mentira, mas eu prefiro te dizer: toda demora nos resultados esconde o espero nas relações.

Vocês não sabem, mas o inconsciente de vocês já entendeu que a gente não perde dinheiro, a gente guarda. Por que que essas pessoas estão vindo aqui e estão dizendo: "Eu ganhava R$ 5.000, agora eu ganho R$ 45.000"? Não é que elas deram um salto, elas simplesmente desencolheram. Elas já eram grandes, só que elas estavam encolhidas. E vocês estão tão programados para aceitar a desgraça, porque se alguém contar: "Eu ganhava R$ 45.000, passei a ganhar cinco." Você vai dizer: "É assim mesmo?" E se alguém disser: "Eu ganhava cinco, passei a ganhar 45", você vai dizer o quê? "Mentira. Deve estar roubando, está no job." Você vai pensar o pior da pessoa, porque vocês estão programados para ver a queda. Vocês estão programados para ver a queda.

A moça veio ontem aqui e contou que estava lá tanto tempo fazendo não sei quê, blá blá blá blá blá blá blá blá blá. Depois foi promovida, depois montou a mentoria, depois escreveu o livro. Aí você vira e fala: "Por que que tudo deu certo para ela?" Porque o que vocês não veem são os protocolos que essas pessoas estão rodando, muitas vezes nas madrugadas, chorando. O que vocês não veem, muitas vezes, são as conversas difíceis que essas pessoas desenvolvem a capacidade de sentar na frente do outro e falar: "Chega aqui, tem uma parada me incomodando há 30 anos. Senta aqui, você faz algo que eu não gosto. Senta aqui, você me faz fazer algo que eu não gosto. Isso está me prejudicando. Eu te amo, mas eu preciso estabelecer uma relação com limite aqui."

Você sabe quanto tempo, quanto tempo você precisa para ter o resultado positivo depois de uma conversa difícil, bem feita? O giro completo de um relógio desse, 24 horas é suficiente. É bizarro. Você se resolve, em 24 horas, você não precisa mais do problema.

Aí o mesmo juiz que deu uma canetada louca no processo, vira e fala: "É, tá aqui, ó. Estou com uma causa na justiça desde 2023 e até hoje não saiu. Interessante porque várias pessoas que tinham essa mesma causa junto comigo, todas já receberam, menos a minha que não saiu."

Nós temos o nome de aliança divergente, porque a gente, de fato, vê o mundo de uma forma completamente divergente das outras pessoas. Qual a parte que está faltando dessa história? O que que ela vai fazer com o dinheiro? A causa na justiça pouco importa. Se ela disser: "Vou pegar esse dinheiro para me mudar dos fundos da casa da minha mãe." Já sabemos que ela não tem permissão para sair dali. É melhor ela pegar e falar: "Vou pegar esse dinheiro para fazer uma cirurgia plástica, botar silicone, vou gastar todo o meu dinheiro no meu corpo." No dia seguinte a ação sai porque ela não tem permissão para uma coisa, mas tem para outra. Todos vocês são assim. Nós precisamos de quatro permissões. Às vezes a gente tem uma, às vezes a gente tem duas, às vezes a gente tem três, às vezes a gente tem quatro.

Por que que esse dinheiro não sai? Porque esse dinheiro não vai impactar só a vida dela. Vou te dar um exemplo de teto financeiro. Eu estava dando uma palestra aqui e a pessoa virou e falou: "Eu concordei com quase tudo que você disse, menos com a parte do teto financeiro, porque não tem nada a ver." Eu falei: "Qual seu teto?" Ela: "200.000." Eu falei: "200.000 do que você ganha ou do que você acumula?" Ela disse: "Do que eu acumulo." Eu falei: "Qual foi a última vez que você atingiu 200.000?" Ela falou: "Qual foi a última vez que eu quase atingi 200.000?" Eu falei: "Pode ser essa vez mesmo. Essa é a perfeita."

É lá um tempo atrás, eu estava com as minhas ações, quase atingindo o patamar de R$ 200.000. Meu filho ficou doente. Beleza. Seu filho ficou doente. Doença de filho, pré-queda de pai. Tá bom? O dia que seu filho ficar doente, saiba que ele só está fazendo um favor para você. É você que adoece seu filho. Não importa a doença. Filho foi parar no hospital, ela gastou R$ 30.000. Eu falei: "É ótimo, conta mais. Teve que fazer o procedimento X, teve que fazer o procedimento Y, etc e tal, etc e tal." Parará, parará. e parará até aqui.

O que que está faltando nessa história? Lembre, seus problemas surgem para atender ou alimentar uma utilidade relacional. O filho está doente, a mãe está reclamando, mas o olhar divergente diz: "Esse menino está fazendo um favor para você." Contra quem estamos falando? Tem um filho, tem uma mãe. Que que está faltando? Cadê o pai?

Você começa a contar a história, eu já vou com a mão no teu. Com o olho na tua mão. Deixa eu ver se é casado, se é solteiro, que já é meio caminhando. Pessoa está contando história. Meu filho ficou doente. É o quê? Pode ser preconceito, um conceito formado antes. A questão é se esse conceito está formado em uma opinião ou em uma técnica. Então vem comigo. Você é solteira, casada? Ok. Ela contou a história, eu disse: "Perfeito." E o pai dessa criança? A resposta dele foi ótimo. Lembra que eu falei que o problema sempre vem na hora exata? Sempre sob medida, nunca de mais, nunca de menos. Ela teve um problema em um momento específico, conhecido como momento perfeito. Esse aqui, ó. E o problema tem um tamanho, lembra? Nunca de mais, nunca de menos. Ele tem a medida perfeita. Ela gastou 30.000.

Qual é o teste que a gente faz para nos certificarmos de que aquilo é uma pré-queda e identificarmos a raiz dessa pré-queda? Desloco o acontecimento no tempo. Por que hoje e não daqui um ano? Por que não hoje e não há um ano atrás? Você pode deslocar em seis meses. Alguma coisa estava acontecendo naquele momento na vida dela. E quando a gente fala de acontecimento, a premissa é essa aqui. Põe na tela para mim, time. Obrigado. Alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu.

O médico tem que olhar o menino doente. O médico tem que fazer o diagnóstico. Mas não foi o que Hipócrates ensinou para eles. Qual foi a última vez que você foi no médico que ele te perguntou: "Vá disposto a abrir mão do que te adoeceu?" Você que é médico, qual foi a última vez que você perguntou isso para alguém? A gente não pergunta, mas a informação é: alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. Não foi só um vírus, não foi só uma bactéria, não foi só um acidente. Alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. Alguma coisa aconteceu onde? Nas suas relações.

Por que que eu estava perguntando para ela sobre o pai do filho dela? Não era preconceito, era simplesmente para entender a utilidade da doença desse filho. Era com o marido, era com o ex. Como ela não trouxe o ex atual na história, eu já entendi. Esse é um elemento que ela quer apagar. OK? Então eu pergunto, por que não antes? Por que não depois? Assim como eu também pergunto, por que não mais? Por que não menos? Por que não mais? Porque se aquele procedimento custasse mais, iria estragar o plano dela. E se aquele procedimento custasse menos, iria estragar outro plano dela. Qual era esse plano aqui, ó, de cima? Independência. Independência financeira. E qual era esse plano aqui de baixo? Acabar com outro, com o ex. Por quê? Foi como se inconscientemente ela tivesse dito pro filho: "Filho, mamãe precisa [ __ ] o papai, mas tem que ser com você. Aí eu preciso que você tenha uma doença. Não pode ser uma doença grande, senão você vai [ __ ] a mamãe. Ok? E não pode ser uma doença pequena, porque senão o papai vai dar um show."

Se aquele procedimento tivesse custado R$ 300.000, ela ia gastar toda a reserva dela e ainda ia ter que pedir dinheiro emprestado pros outros. Se aquele procedimento custasse R$ 3.000, o ex ia arcar com a metade ou ia pagar tudo. Como é que ela ia contar pros outros que ele é um canalha, um péssimo pai se ele estivesse presente? Então o acontecimento, ele tem uma anatomia relacional perfeita.

Talvez alguém estivesse cobrando ela para voltar com ele. Imagine que ela foi na igreja e o pastor falou: "Você precisa voltar com seu marido, olha como é que está o seu filho, não sei quê." E ela precisava de uma desculpa social para dar. Por que que você não volta com ele? Não tenho uma desculpa para dar agora, filho. Vai agora sob medida. Aí o moleque vai pro hospital, aquela confusão toda. E aí todo mundo pergunta: "Cadê o pai?" Que que ela responde? Você que me chamou de preconceituoso. Que que ela responde? Em outras palavras, não serve para nada, porque a pré-queda vem quando você está em busca de opção ou confirmação. A pré-queda vem para você ver ou para você mostrar. Ela só queria mostrar para todo mundo que o pai dele não presta. Só que que sacanagem ficar [ __ ] a saúde de uma criança. Só quem foi filho doente sabe os momentos exatos em que aquela doença dava um pico. Pega o menininho que tem asma, bronquite, epilepsia, não sei quê. Pega o dia que aquela criança dá uma crise. O que aconteceu quando tudo aconteceu?

Então, não importa se é uma doença, não importa se é um acidente, não importa. Se te impactou, tem uma utilidade para você. E por que que tem essa utilidade? Porque você não desenvolveu a maturidade para resolver os seus problemas olho no olho. Amanhã nós vamos fazer o diagnóstico. Eu vou deixar para amanhã que a gente faz. Hoje eu ensino mais coisas para vocês. Amanhã a gente faz com mais densidade. Pode ser? Pode ser em casa. Hoje a gente vai fazer mais alguns exercícios. Amanhã a gente faz o diagnóstico de dependência emocional para você entender quem está no seu núcleo emocional. E é bizarro que aparece professora da escola no núcleo emocional, aparece ex-marido no núcleo emocional, aparece ex-chefe, aparece ex-sócio, pessoas que ainda estão guiando a sua vida porque você ainda está tentando alimentar os registros que você tem sobre as histórias que você viveu com essas pessoas.

Devo R$ 200.000 e tem um lote para vender no mesmo valor exato e não consigo vender. Eu duvido que ela tenha oferecido o lote para a pessoa que ela deve. Eu duvido que ela tenha oferecido o lote para a pessoa que ela deve. Vocês estão escondendo a parte mais importante das histórias de vocês. Se a pessoa fala de uma dívida, a pergunta sempre tem que ser feita no sentido de: de onde veio essa dívida? Quando foi que você fez essa dívida? De quem é essa dívida? O que acontece se você pagar essa dívida? Ela tem um lote. Vocês querem ver a pergunta chave? Onde você arrumou esse lote? Aposto que a resposta não vai ser "comprei". É de alguém, ganhei de alguém, roubei de alguém, tomei de alguém. Tenho alguém envolvido nessa parada. Porque, gente, quando o seu problema é só dinheiro, ele dura pouco. Por isso que, cadê a moça de ontem? Devo não sei quanto. De quem é essa dívida? Está no nome de quem? Como você arrumou essa dívida? Não sei quê. Aí começa a aparecer, sabe o que na história? Gente, começa sempre a aparecer um monte de gente. Passa ali.

Não se esqueçam que o fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal. Eh, boa noite. Eu estou, é a segunda vez que eu venho no resgate. >> Seja bem-vinda. >> Obrigada. Um ano de aliança. A que o Ramon leu de 40 anos de dívida sou eu. >> OK. >> Eh, a minha pergunta é, >> você deve, você tem uma dívida há 40 anos. >> 40 anos. >> Já caducou, né? >> Não, não é assim. Eu é o que você falou, eu pago e eu faço de novo, né? E eu estou tentando me livrar disso e eu não consigo. >> Para quê? Curiosidade, para quê? >> Para que livrar? >> Não, sério. Aham. Porque você disse que você deve e aí você paga. Aí você paga, aí você deve. Aí você deve, aí você paga. >> Curiosidade sincera. Qual é o problema disso? >> Porque eu não, eu quero viajar, eu não consigo. Eu quero, >> mas você pode fazer uma dívida para viajar. >> Eu já fiz. E aí não é assim, hoje você >> não >> por quê? >> Eu sou divorciada há 17 anos e eu >> aí não casou mais por quê? >> Eu >> curiosidade só não acho >> eu atrelhei a criar os filhos. Hoje eu eles saíram de casa, né? Então eu eh foi aí que eu comecei a busca porque eu quero viver. >> Mas a sua dívida te impede de fazer o quê? Ó, eu não consigo. Eu gostaria de viajar, não consigo. >> Você mora onde? >> Eu moro em Mogi das Cruzes. >> Você viajou para vir para cá, né? >> Ah, de carro com a minha amiga. >> Mas viajou? >> Não, assim, eu queria viajar para Porto Seguro. Eu gostaria de fazer viagem. Eu sou motorista de aplicativo. >> Tá bom. Da última vez que você pagou sua dívida, você fez o que para pagar sua dívida? >> É, >> deixa eu contar um negócio para vocês. Ninguém deve uma porção maior do que consegue produzir. >> É. Você é moça dos 3 milhões, você sabe que você faz três, você sabe que você faz quatro, você sabe que você faz cinco, senão você não ia dever tudo isso. Ninguém, ninguém, seu ninguém deve uma porção que não é capaz de produzir. Qual foi o valor máximo que você já deveu? >> Eh, hoje está em 127.000. >> O último que você deveu e pagou >> foi meu apartamento que eu moro hoje e quando eu comprei era 127.000. Tá bom. >> Eu já eu fechei essas contas, né? Eu assim o quando eu escrevi o que eu pensei? Eu estou me punindo. >> Aham. >> Só que eu não consigo entender por que eu estou me punindo. Porque para mim eu quando eu vejo é autopunição, >> tá bom? >> Porque me priva de ter uma vida que eu gostaria de ter. Aí, >> mas gente, o seguinte, beleza, deixa eu fazer um exercício com vocês. Obrigado. >> Viver tanto tempo com dependência emocional, tanto tempo eh sem permissão, faz com que vocês comecem a aceitar os acontecimentos e normalizar a consequência deles, OK? O problema não é só aceitar os acontecimentos, é normalizar a consequência deles, certo? Aí vocês param até de buscar solução para aqueles acontecimentos. Você entra num estado de aceitação absurdo e a sua vida passa a ser guiada por medo e indecisão. Por que que você não paga essa dívida? Ah, eu tenho medo. Medo de quê? Medo de alguém, não sei quê, tem sempre um medo ou uma indecisão. E aí vocês vão vivendo a vida desse jeito. Nessa bagunça existe um negócio chamado vontade, que nos últimos seis meses eu mergulhei muito sobre isso, porque eu sempre estudei o que eu chamo de órbita da vontade. O que que é a órbita da vontade? Existe um negócio chamado vontade e existem lixos em volta dela. E essa vontade, ela fica represada em volta dessa bagunça. E aí quando a gente começa a identificar padrão, entender a utilidade, rodar os protocolos, corrigir as relações, a gente vem liberando a vontade do indivíduo. Até que um dia eu comecei a me perguntar: "Mas de onde vem a vontade? Qual é a fonte da vontade? Será que o meu querer é meu ou percebi que queria aquilo?" Porque não existe no nosso corpo, não existe no nosso cérebro uma parte que produz uma ideia, sabia? Não existe. A ideia não é produzida aqui dentro. De alguma forma ela vem parar aqui dentro. É igual a sua visão. Você não enxerga o que você enxerga. O que você enxerga é montado, tá? É é montado para o que você enxergue dessa forma aqui. Perfeito. Só que antes de chegar na origem da vontade, porque origem da vontade é uma busca filosófica. A gente pode falar de da criação, do criador, da matéria, da energia, de Deus, de tudo, certo? Vamos ficar aqui olhando só o momento da sua vontade, porque infelizmente com essa jornada pela qual vocês passaram, a vontade virou um negócio confuso para vocês, que é o que eu chamo de vontade roubada. A vontade de vocês, ela está danificada ou ela está soterrada lá embaixo, embaixo dos boletos, embaixo dos fracassos, embaixo das culpas, embaixo dos medos, lá embaixo tem uma vontade. Então essa é a primeira vontade danificada, que é a vontade soterrada. Então vontade soterrada, ela está embaixo de um monte de coisa. Conseguem acompanhar isso? Pô, Elton, eu falei demais, eu errei demais, eu fracassei demais, eu machuquei muito as pessoas, então eu não consigo querer. Eu devo muito, eu não sei o quê. Aí sua vontade fica esquecida ali embaixo. Perfeito. Existe também a vontade deturpada. Essa aqui é aquela vontade que ela foi modificada por alguém ou por algumas pessoas quase que com a intenção ruim. Quando você vai querer, você não consegue querer o que você quer. Você só consegue querer o que alguém quer que você queira. A sua vontade, ela foi deturpada. Ela não tem mais uma natureza original. Quando você tenta querer, você falta virar para trás e perguntar: "O que que eu quero?" Você falta perguntar para alguém: "O que você quer que eu queira? O que você vai gostar se eu quiser?" Tá me acompanhando? É como se a sua vontade ela não fosse mais sua. Ela é da sociedade, ela é da família, ela é do ex, ela é dos filhos, ela é da igreja, ela é do sócio, ela ela não é mais sua, você virou um boneco. Certo? Perfeito. E existe a vontade danificada. Que que é a vontade danificada? Quebrou, estragou. Você fala: "Ô, você quer o quê?" A a pessoa fala: "Que que tem?" Porque ela não sabe querer. Ela foi programada para aceitar. Ela só sabe desejar a partir de opções que forem postas para ela, só que ela vive em um momento de vida que as opções são péssimas. E aí ela acha que sempre está entre a cruz e a espada. E aí, o que que você quer? Passa o microfone aqui. E aí, o que que você quer? O que que tem para mim hoje? Aí você vira e fala: "O que que você quer desse casamento?" Ah, eu queria que ele mudasse. Tem 35 anos que você está com ele. Ele já deu todos os sinais de que não vai mudar e inclusive já verbalizou. Se quiser é isso aqui. Aí quando eu te pergunto o que você quer, você quer a única coisa que você não pode ter, que ele mude, entende? >> Elon, boa noite. Boa noite a todos. Eh, sobre a origem da vontade, >> não vai para origem, senão eu vou me perder. >> Ah, tá. Não, que eu ia, >> vamos pro estado da vontade. >> A vontade genuína, aquela livre das interferências, a origem dela não seria uma necessidade. >> Essa conversa conversa filosófica, ela não vai ser prática, não vai ser útil pro momento. Agora, >> tá OK? Tá OK. Vamos pro estado da sua vontade. Quando você tenta, hã, no fim das contas, essas três elas representam a vontade roubada. Os ambientes, as pessoas, as situações e as intenções e expectativas roubaram a sua vontade. E hoje ela fica nesse estado aqui, ó. Ou ela está soterrada, você nem sabe mais onde ela está. Ou ela está deturpada, ela não é sua vontade, ela é uma sugestão ou uma imposição que você aceita. Ou ela está simplesmente danificada. Você não sabe querer, gente. E o querer é antes do pedir. Tem gente que nem se você perguntar o que que você quer, ela sabe dizer. E vocês que são pessoas predominantemente religiosas, o que que Jesus falava para as pessoas quando ele encontrava com elas? O que que você quer? O que que você quer? E a maioria não sabia ou pedia errado. Inclusive, tem uma parte lá que diz: "Vocês têm pouco porque vocês não sabem pedir, vocês não sabem o que vocês querem." E vocês estão aqui desse jeitinho. Escuta, escuta, escuta. Se vocês ficarem me ouvindo, eu tenho 30 dias de fala sem parar, sem repetir, trazendo coisa nova. Mas vocês vão fazer o que com isso? Aí eu pergunto: "Você é casada?" Não. Você quer? Não. E essa dívida quer pagar? Ah, queria, né? Mais mentira. Vocês estão mentindo para vocês mesmos. Vocês vão pegar todo esse conhecimento e fazer o que com isso? A primeira opção é: não sei. A segunda é: nada. E a terceira? Tudo. Quem falou tudo? Mentira. Tudo o quê, mulher? Tudo é o quê? Não, não. >> Tudo é o quê? Se você puder resolver uma única coisa, que que você resolve? Uma única coisa. Dona Azira. É Alzira, não é Alzira? Atrás. Você é a paraquedista. Ô Ramon, cadê ele? No lançamento da nova aliança Divergente. Eu vou levar o Ramon para pular de paraquedas com a senhora. >> Viu Ramon? Presente para você. Só que você vai ter que fazer o kit completo. Passa o microfone aqui pra dona Rose para mim, por favor. Passa aí correndo aí, ó. Pega o microfone, gente. Já chegou aqui, ó. >> Quantos anos a senhora tem mesmo? >> 60 anos. >> 60 anos. Quantos quilômetros a senhora corre por dia? >> Pedalo. >> Pedalo. >> Pedalo. 30 km por dia. >> Aham. >> E de final de semana? 70 >> no sábado. >> Tá bom. Ramon. Tá bom. Então vocês vão eh pedalar 50 km a média, né? Nem 30 nem 70. Beleza, Ramon? >> Beleza. >> Se se ele se ele quisesse negar, ele estaria sentado aqui para dizer: "OK?". Então, no lançamento da Nova Aliança Divergente, a senhora vai pedalar 50 km e saltar de paraquedas com Ramon. >> Certo, combinado. >> Bom, ouvi no banheiro, eu estou ouvindo no meu ponto isso aqui, cara. Estou arrumando um programa aqui para você, irmão. >> Tá fechado, viu? Junto está fechado. Beleza. >> Fechado. >> Maravilha. Então, vamos lá. Uma única coisa, porque essa senhora, ela gastava R$ 5.000 com remédio, não era? >> Média? Sim. >> Medicamento de uso contínuo, a média de 15.00, clientes, mas os tratamentos chegaram até R$ 10.000. >> Gastava mais ou menos R$ 10.000 e hoje ela gasta só com suplemento. E quanto que você gasta com suplemento? R$ 500, R$ 600. >> E pedala? >> E faço academia todos os dias. Só não fui hoje, eh, porque eu tirei o dia para descansar, mas amanhã eu vou, vou todo dia e quando não vou, pago o dia seguinte. Ela >> vai sal de palmas. Hã? E aí eu te pergunto, usei ela de exemplo para mudar aquele estado de morte que vocês estavam aí, tá? Se você pudesse mudar uma única coisa, o que você mudaria hoje? Uma única coisa. Hã, você se casaria. Legal. Vou fazer um programa. Em seis meses eu caso. Você é facinho. Só tem que arrumar um alguém para te acompanhar, né? Porque [ __ ] pedalando esse tanto aí >> não. Você não se engraça pro lado dela não, que você não dá conta de pedalar esse tanto, velho. Bora. Uma única coisa. O que você mudaria? Eu vou fazer um exercício agora e depois eu vou repetir esse exercício para vocês perceberem a diferença, ok? Porque amanhã nós vamos fazer o diagnóstico de dependência emocional e muitas vezes esse diagnóstico faz as pessoas acharem que os outros são culpados pelos problemas que elas têm. Ninguém é culpado pelo problema que você carrega. Eles são, no máximo, envolvidos. Essa pessoa que bateu seu carro, que sujou seu nome, que te prejudicou, essa pessoa te fez um favor, OK? Ela te fez um favor. O acontecimento vem da forma que você precisa, permite, prefere. Então, não posso chamar essa pessoa de culpada ou responsável, ela vai ser chamada de envolvida. O post do final da live de hoje vai ser um post com a seguinte frase: "Prepara esse post para mim, time". Nada é tão seu quanto a responsabilidade pelas suas escolhas, inclusive as inconscientes. Então, você desenhou a sua vida nos mínimos detalhes e envolveu o universo de gente próxima e distante, conhecido e desconhecido, para você chegar hoje aqui exatamente do jeitinho que você está. Já passo aí que eu quero fazer um exercício com vocês. Lucas, prepara para mim eh a música aí, tá? Eu quero que vocês peguem aí a página quatro, só para a gente olhar a vontade. Depois eu falo um pouquinho de padrão e amanhã eu falo mais, porque acho que o problema de vocês aqui está muito na vontade. Não adianta eu dar, não adianta eu dar para vocês solução para um problema que não está atrapalhando algo significativo, certo? Quem não tem apostila em casa, vai pegar uma folha e dividir ela em três. Você vai escrever aí o desenho da sua vida memorável, da sua vida ideal. E você vai dividir a sua vida em três áreas: dinheiro, relacionamento e saúde. E você vai simplesmente desenhar essa vida. E é só você desenhando a sua vida. Não é alguém querendo que você queira isso e não é alguém querendo isso para você. Eu mesmo não quero nada para você. Você é quem decide em uma página em branco, certo? Primeiro, eu quero que você relaxe um pouquinho o seu corpo. Você que está em casa, tente se concentrar aqui. Quem está com a apostila é página quatro, tá, gente? Página quatro. Relaxa seu corpo, fecha os seus olhos, respira um pouquinho para você se perceber. Desacelera a mente. Respira. Respira. Só você com você mesmo. Agora sente seu ombro. Sente um pouquinho o seu maxilar aí. Solta o queixo. Agora você vai, do lugar em que você está, do momento em que você está, tentar projetar uma vida para você mesmo. Uma vida para você mesma. Não é uma vida que alguém quer para você. Não é uma vida que agrade alguém, é uma vida que você quer e uma vida que você se agrade dela. Se você pudesse ter a vida que você quisesse, que vida você teria? O quanto você ainda consegue projetar uma imagem de uma vida que enche o seu peito, entre os seus erros e acertos, entre as suas conquistas e prejuízos, entre as suas idas e vindas, altos e baixos, o quanto você ainda consegue se perceber desejando uma vida que só faça sentido para você, uma vida que, na verdade, só depende de você. Pensa nessa imagem aí. Respira fundo. Agora, sem pressa, sem cobrança, começa a colocar nesse papel esse desenho dessa vida, dividindo ela em três áreas: sua realidade financeira. Nessa vida ideal, como é a sua vida financeira? O que você faz da vida, o que você tem, o que você está construindo. Tangibilize essa vida ideal que faz sentido para você. Mantenha-se respirando, percebendo se se concentra só em você. Deixa as imagens virem. Deixa o seu corpo vibrar com as possibilidades, financeiramente falando, onde você estaria, que vida você levaria, onde você iria morar. É uma casa maior, é uma casa menor? Com o que você trabalha? Será que você trabalha? Desenha ali a sua vida sob o ponto de vista de relacionamento. Você é casado, você é solteiro, você é casada, você é solteiro, você tem filhos. Você é uma pessoa com muitos amigos, com poucos amigos. Você já entendeu que você controla tudo isso? A sua mente não é capaz de produzir uma imagem que não exista um caminho possível para ela. E sobre o ponto de vista de saúde, como é a sua vida ideal? Qual é o corpo que você tem? Qual é o seu estilo de vida? Quais são seus hábitos? Tente desenhar uma vida que faça sentido viver por ela, ainda que talvez só faça sentido para você. E tente perceber o seu estado quando você desenha essa vida. É um estado de certeza, é um estado de dúvida, é um estado de vontade? É um estado de leveza, é um estado de peso. É habitual para você tentar desenhar a sua própria vida? Vai percebendo se a sua mente tenta produzir caminhos e confirmações, ou se a sua mente tenta criar objeções. Sua mente tenta justificar o desejo que você tem ou ela tenta neutralizar o desejo que você tem? Porque muitas vezes a mente produz uma coisa e a mão escreve outra. Muitas vezes a mente produz uma coisa e a mente não escreve nada. É só você e você aí. Com que frequência e com habilidade você olha para a sua vida e encontra nela um universo de possibilidades, ao invés de encontrar um poço de fracassos, impedimentos? Mais um tempinho para você pensar na vida que faça sentido, na vida ideal. Observe qual é a área que mais te motiva. Agora que você já filtrou o que passou na sua cabeça, na sua mente, colocou no papel, fecha seus olhos, respira um pouquinho. Pensando só no que você colocou no papel agora. Não pensa no todo, pensa só no que você colocou no papel agora. E respira fundo, pensando só no que você colocou no papel. Isso te anima, te desafia, te assusta? Isso te define? Respira, percebe seu corpo, percebe seu plano, percebe sua vida. Se você passasse mais tempo assim, sozinho com você, não seria tão difícil sonhar e não seria tão difícil realizar. E aqui em casa, quem está fazendo esse exercício, Elton, é uma mistura muito grande de bom com ruim, ruim com bom, sonhar, desejar, sentir vontade. Agora vai abrindo o seu olho, vai voltando. A Carla disse: "A verdade é que sonhar é bom, mas dá muito medo. Geralmente quando eu acordo e vou escovar os dentes, eu costumo ter uma conversa com o meu espelho, porque há um tempo atrás eu descobri que eu era tudo que eu tinha. Isso pode parecer muitas coisas, mas se você partir do ponto da responsabilidade, da autorresponsabilidade, da responsabilidade extrema, você é tudo que você tem e isso deveria te bastar. Quando eu acordo, eu faço uma pergunta pro meu espelho e a pergunta é: O que você tem para mim hoje? Há muito tempo atrás, eu acordava agradecendo e pedindo. Muitas vezes mais pedindo do que agradecendo, pedindo para alguma coisa ou alguém fora de mim. Hoje eu acordo, olho para mim e digo: 'O que você tem para mim?' Eu não sei como vai soar para você, mas eu defino para mim o que eu quero. Universo me guia, o universo me inspira, ou Deus me guia, Deus me inspira, mas todo dia de manhã eu coloco no papel o que eu quero para mim. Meu time mais próximo de mim sabe que o meu compromisso é fazer o que precisa e o que pode ser feito pelas próximas 24 horas. Nas últimas 24 horas eu estive plenamente comprometido comigo. Nas próximas 24 horas eu vou estar plenamente comprometido comigo. Porque quando eu olho para o meu espelho, a pergunta que eu faço para ele é: 'O que você tem para mim hoje?' Não, eu, você, >> esse cara aí, é ele que tem que dizer que que você tem para mim hoje, o que que você dá conta de desejar, o que que você dá conta de conceber, no que você dá conta de acreditar, ao que você consegue se apegar além dos seus medos, dos seus erros, dos seus traumas e dos seus fracassos. E se você acordar todos os dias perguntando: 'O que você tem para mim hoje?' Porque talvez um dia você acorde e consiga olhar nos seus olhos e dizer: 'Tudo. Eu tenho tudo para você. Eu sou abundante, eu sou fluxo, eu tenho tudo o que você quer.' Só que aí vem a segunda pergunta, que é: 'O que você precisa de mim?' Porque não adianta eu achar que eu tenho tudo, que eu posso colocar um monte de coisa no papel e não me responsabilizar com menos do que 100% daquilo. Elton, o que você tem para mim hoje, cara? Me fala, cara. Eu tenho uma parada assim, assim assada, de preferência algo que dê frio na sua barriga, que deixe a sua espinha gelado ou que faça você sentir bem aqui perto do peito, uma mistura de fogo e gelo. E aí quando eu olho para esse mesmo Elton, eu digo: 'E o que você precisa de mim hoje? O que que você precisa que eu faça hoje? Só hoje. Só pelas próximas 24 horas. Só pelas próximas 24 horas.' Porque o dia que eu fiz esse exercício com a dona Azira, ela estava sentada aqui com a Giota que visitava ela toda semana e com câncer que insistia em não ir embora. E ela está sentadinha aqui agora. Quem fez isso por ela foi ela. Eu apenas disse para ela: 'Olhe para você e se pergunte: O que você tem para mim?' Eu não quero que você se case. Eu só tento entender o que fez você ter medo de se entregar para alguém. Eu não quero que você enriqueça. Eu só quero entender onde foi que você se escondeu para um fluxo tão abundante de dinheiro, prosperidade, felicidade e leveza. Eu só quero que você encontre um caminho para aquilo que você deu conta de querer. Você não é só o seu erro, [ __ ] Você não é só o seu acerto. Você não é a meta que você bateu e a meta que você não bateu. Você não é o carro que você comprou e você também não é o carro que você não comprou. Vocês precisam ter mais coragem de assumir que vocês querem o que vocês querem. Deixa a vida saber que você quer. Deixa a vida saber que você quer ser feliz. Deixa a vida saber que você quer isso que você colocou no papel. Agora cai entre nós. Pode diminuir a música para mim, por favor. Agora cai entre nós. Por que que isso parece uma tortura? Por que que encher um papel é tão difícil? Se eu dissesse: 'Liste os seus erros, liste como as pessoas te veem, liste suas falhas, seus fracassos', você já estava na décima página. É ou não é? Liste o que você quer para as pessoas. Para fulano eu quero tal coisa. Beltrano poderia ter tanta isso, fulano deveria, não sei mais o quê. Você quer tanta coisa para todo mundo, mas para você não quer nada e você ainda acha que isso é gratidão. Você só poderá ser grato genuinamente quando você encontrar o fluxo, quando você entender que você pode tudo. A pergunta que eu te faço é: quem te convenceu do contrário? E não estou te dizendo isso para te vender um curso. Estou te dizendo isso para te vender uma ideia de vida. Quem te convenceu de que você só pode o que você pode? Quem te convenceu? Quando foi que você se convenceu a aceitar tão pouco? Quando foi que você se perdeu de você? Quando foi que você deixou de ser aquela pessoa sonhadora, destemida? Ai, que eu era tão jovem. Só que você fala isso há 20 anos. Aí vem a dona Rose que fala que pedala 70 km. E desculpa, tem gente que não pedala 10. Eu estou pensando aqui, eu não estou pedalando 10 e botou para pedalar 70 com ela. >> 50. Você não pode depender de olhar para isso aqui só quando você participar de um evento, senão você vai fazer isso quatro, cinco vezes no ano. Você não pode depender de alguém insistir tanto para você, para você olhar dentro de você e ver uma família, ver fartura, ver abundância, ver leveza. Gente, dinheiro é um negócio muito pequeno, mas muito pequeno para estar te assustando desse tanto. Vocês se convenceram a contar histórias para o dinheiro que vocês não ganham. Vocês se esforçaram para contar uma justificativa para receber o mesmo salário ano após ano? Com o universo tão abundante, você vai se contentar a ganhar a mesma coisa no ano seguinte?

Qual é a sua melhor justificativa para continuar ganhando a mesma coisa? Gente, eu tenho 400 funcionários. Você sabia que eles estão ouvindo isso? E eu fico feliz porque se ele chegar na minha sala e falar: "Eu quero ganhar mais". Eu vou dizer que você pode fazer mais? Que que você vai fazer com isso? Porque a gente tá na última edição do resgate dos otimistas.

Agora, me perdoe se isso parecer uma ofensa ou pejorativo, mas vocês são os otimistas. Aqui estão as pessoas que acreditam. Porque se nós formos as pessoas que acreditam, coitado das que não acreditam, né? Eu tenho certeza que você não colocou 100% do que você imaginou. Fala a verdade, você imaginou uma coisa e reduziu quando escreveu, não foi? Alguma coisa você reduziu, alguma coisa você condicionou ou alguma coisa você ignorou, pensou e não escreveu.

Elton, escrever acontece não. Mas só mostra que você não se importa de não acontecer. Você nem escreve. Você nem escreve para não se comprometer. Você nem escreve para não se lembrar. E as nossas pré-quedas, elas surgem com quatro gatilhos. A pré-queda surge quando você gatilho número um. Gatilho número dois, gatilho número três, gatilho número quatro. A pré-queda surge quando você deseja algo. Toda vez que você desejar alguma coisa, inevitavelmente você vai duvidar. Então, quando você tem um desejo, isso é um gatilho. Gera um gatilho. Quando você tem uma dúvida, isso gera outro gatilho. Por quê? A pré-queda vem quando você está em busca de opção para fazer alguma coisa ou confirmação se vai fazer ou não aquela coisa. Vem para você ver o que você precisa mudar para fazer e vem para você mostrar pro outro o que você precisa mudar para fazer. É como se você tivesse buscando uma forma de forçar uma conversa com alguém para conquistar a permissão para fazer aquilo.

Depois da dúvida, você tem a decisão. Toda vez que você tiver em um processo de decisão, você vai viver uma pré-queda maior ou menor. Eu não sei se fico ou demito esse funcionário. É o dia que ele pisa na bola ou é o dia que ele faz um gol de bicicleta e você vira e fala: "Não posso demitir esse cara". Só que deixa eu ensinar uma coisa para vocês. Quando você não decide, os seus problemas decidem por você. Tem gente que acha ruim ter muita opção. Ai tem muita opção, tem muita opção. Aí a vida vem com um problema. Puf, opção um foi embora. Puf, opção dois foi embora. Puf, opção três foi embora. Puf, opção quatro foi embora. Ah, sobrou isso aqui. Me dá isso aí mesmo. Isso vale para tudo. Isso vale para um carro que você tá pensando em comprar na dúvida da cor que você tá pensando em escolher. Desejo, dúvida, decisão e desistência.

Enquanto você escreve essa, você tem uma confirmação. A Irene disse: "Eu tô há quase do anos dessa forma, tentando sair de um relacionamento. Quando finalmente eu decidi, vieram as pré-quedas. Descobri que minha filha de 15 anos estava grávida. Uns meses depois, sofri um grave acidente na qual fiquei afastado do meu serviço por 1 ano e 8 meses. Não entendi ainda se foram as minhas duas pré-quedas ou do outro. E nisso ficamos juntos e não consegui separar. Estamos na mesma casa, mas vivendo meio que sepados, um caos. Essa criança tá [ __ ] essa que na tá na barriga da filha, porque a filha engravidou, esse bebê manteve o casal junto, certo? Toda vez que esse casal pensar em se separar, essa criança vai ter problema se não nascer com uma doença permanente. Porque se nascer com uma doença permanente, aí o casal não se separa nunca. Parem de brincar com a vida das pessoas que vocês falam que vocês amam. Assuma a [ __ ] da caralha da sua decisão. Aí tem uma criança ali que aí daqui a pouco chega com síndrome de Dal, chega com autismo severo e aí um vira pro outro e fala: "A gente se odeia, mas por causa do estado dessa criança, vamos dar um jeito de ficar juntos". Pode olhar aí se não tem um monte de família unida na marra, unida pela desgraça, unida pela doença, unida por um problema de uma criança que poderia ser perfeitamente saudável se vocês não fossem tão irresponsáveis. Pega essa porcaria desse plano, vai atrás, banca suas decisões. Ah, mas vai ter gente que não vai gostar. É sempre assim. Diga não. Sim, é sim. Não é não. Sim, é sim. Não é não. A pessoa não vai gostar, depois ela acostuma, porque o não que você disser, a pessoa com o tempo se acostuma. Agora, o que você não disser, você nunca vai se acostumar com ele. Você vai viver entalado com ele. Por favor, não faz isso não.

E aqui tem um agravante que o Welton falou que o problema quando volta, ele volta maior. Ela viu, demorou a decidir, demorou a decidir, demorou a decidir. Quando foi decidir, a filha tava grávida. quando falou: "Eu vou sair", viveu um acidente grave e não conseguiu sair da bagunça. O problema aumentou duas vezes e vai aumentar, não vai parar de aumentar. E perceba, gente, isso aqui pouco tem a ver com maldição espiritual, não sei o quê. Aí você pega uma pessoa irresponsável dessa, desculpa subir o tom agora, porque quando tem criança, mexe comigo. Um bando de adulto irresponsável ferrando a vida do dos filhos. E a filha de 15 anos dela que tá grávida. outra criança. Aí no final da semana vai na missa, vai no culto pedir para Deus abençoar. Que que Deus tem a ver com isso? Você tem uma escolha clara. E você sabe o que que mais me dói? É que muitas dessas pessoas ouvem tudo isso e sabe o que que elas fazem? Nada. Nada. E eu sei o que acontece quando os pais assumem a responsabilidade pelas suas vidas. Porque eu vivi isso na minha casa quando eu disse para minha esposa, enquanto os nossos filhos forem pequenos, eles nunca vão pisar no hospital público. Enquanto eles dependerem de mim, eles nunca mais vão pisar no hospital público. Naquele dia eu tava ferrado. A filha dela um dia virou para ela e perguntou: "Mãe, por que que todo maior aniversário é uma merda? E essa filha vivia de canto porque a outra vivia doente. Em um ano eles resolveram a vida dos dois e a vida das duas filhas. Por que que você não faz isso com a sua vida também? Aí quer um monte de informação para parecer uma pessoa mais sábia no próximo churrasco? Não precisa ser uma pessoa mais sábia, não. Seja uma pessoa mais resolvida, mais próspera, mais leve. Ninguém vai te perguntar o que você sabe. Deixa as pessoas verem na sua cara a felicidade, a prosperidade, a saúde e a vida.

Todo problema precisa aparecer pelo menos três vezes. Amanhã eu vou falar mais sobre isso aqui. Por que que o problema precisa aparecer pelo menos três vezes? Da primeira vez é para você ver. Da segunda vez é para você se desenvolver. E da terceira vez é para você se validar. Você não vai quebrar um padrão vivido. Você vai quebrar um padrão vivendo com a consciência de que aquele padrão está te atrapalhando, que aquele padrão está prejudicando esse sonho, esse desejo. Então, respondendo a sua pergunta, como eu vou saber qual o padrão eu preciso quebrar? Quando você tentar viver esse sonho, nas próximas 24 horas você vai ter um acontecimento específico. Esse acontecimento vai revelar o seu padrão, porque o padrão se conecta de três formas. Você tem padrão de acontecimento, é aquilo que se repete. Você tem padrão de comportamento e você tem padrão de relacionamento. Então, quando você, por exemplo, vira e fala: "Ah, eu tenho um padrão igual do meu pai de subir e descer, subir descer, subir descer, isso não é um padrão. Isso é só a consequência de vários padrões. É o que você faz e o que você deixa de fazer, que faz você subir e que faz você descer. Quais são os acontecimentos quando você deseja alguma coisa? Quais são os acontecimentos quando você duvida de alguma coisa? Quais são os acontecimentos quando você decide alguma coisa? E quais são os acontecimentos quando você desiste alguma coisa? E a ordem é essa mesmo. Desejo, dúvida, decisão e desistência. Muitos de vocês decidem uma coisa sem a consciência de que vocês estão desistindo da outra. Vocês querem dizer sim para uma situação sem encarar o custo de dizer não para outra? E aí vocês ficam deixando rastros.

O que que tem a ver um pai ficar casado com uma mãe porque uma filha ficou grávida, sendo que o casamento deles já está nitidamente tóxico? Nitidamente tóxico. É nessa, nem vou para esse caminho. Volto para cá. Acontecimento, comportamento e relacionamento. Sempre tem que conectar essas três coisas. Vou colocar consigo aqui que vai ficar melhor, tá bom? Que a letra hoje tá feia. Você deseja, você duvida, você decide. Então, surge um acontecimento. Acontecimento. Esse acontecimento gera um comportamento. Esse comportamento se manifesta em um relacionamento. E é esse relacionamento que causa esse acontecimento. Não existe uma única pré-queda na vida de nenhum ser humano que não tenha um outro ser humano impactante ou impactado. Pra teoria da gravidade existir ou se provar verdadeira, eu preciso soltar essa caneta e ela precisa cair. Se ela não cair ou se ela subir, a teoria da gravidade caiu por terra. OK? Essa é a falsa habilidade da teoria da permissão. Se na sua vida existir um evento que te impacta e que não tiver uma pessoa, um envolvido impactante ou um envolvido impactado, a teoria caiu por terra. Porque a afirmação é de que todos os seus problemas são produzidos inconscientemente para alimentar uma utilidade nas suas relações. Qualquer acontecimento na sua vida vai estar ligado a um relacionamento. Qualquer acontecimento vai estar ligado a um relacionamento. Esse relacionamento vai produzir acontecimento. Da mesma forma como esses acontecimentos produzem esses comportamentos, só que são esses comportamentos que produzem esses acontecimentos. Esses comportamentos só existem existem naqueles relacionamentos porque com a pessoa você se comporta de um jeito, com outra pessoa você se comporta de outro.

Então, amanhã a gente vai fazer o seu diagnóstico de dependência emocional para saber quem são as pessoas que estão no seu inconsciente guiando os acontecimentos na sua vida. Não que você seja refém, mas é que você tenha um combinado inconsciente com as pessoas para dizer: "Hoje eu preciso que tal coisa aconteça na minha vida para que você se comporte dessa forma, para que a gente continue se relacionando dessa maneira, até que alguém vire e diga: "Não mais, não mais". Uma vez eu estava em um evento aqui e a pessoa disse: "Mas o que que tem a ver o acontecimento do na vida do meu marido comigo? Deveria ser tudo, né?" Eu disse: "Por quê?" Ela disse: "O meu marido vive batendo carro". E a análise que a gente faz é sempre sob o ponto de vista do impacto das coisas. Então a gente sempre quer saber qual foi o problema do problema, porque se a pessoa bateu o carro, ninguém se machucou. Se ela bateu o carro tinha seguro, talvez nem tenha tido um problema. Concorda? Eu preciso saber qual foi o problema. Bateu o carro e perdeu a reunião do contrato da vida. O problema foi ter perdido o contrato. A análise vai ser sobre o contrato, não sobre o carro. Aí eu disse: "Qual é o problema do seu marido bater o carro? Tem seguro? Tem. Ele se machuca? Não. Qual é o problema? É que o seguro tá no meu nome. Só para ver o quanto vocês já estão navegando na minha loucura. Se o seguro do carro não estiver no nome dela, ele vai bater o carro? Não. >> Não, por não impacta ela. Agora, olha que louco. Amanhã a gente vai falar sobre os três padrões controladores da dependência emocional. Vítima, vingadora e narcisista, tá? Quando ela bate o carro, é justamente o dia que ela tem que sair correndo igual a Mulher Maravilha para dizer: "Só eu resolvo". Certo? Por um lado você diz: "Nossa, ela é incrível". Mas na Aliança Divergente, esse é irmão desse. O dia que ela saiu para ser incrível, porque o seguro tá no nome dela, é ela que tem que ligar. E aí vai vindo aquela cascata de desgraça, ela liga para resolver, é mal atendida. Aí ela pega o carro e vai lá na central do seguro, porque tem que ser ela. Padrão contador narcisista, tem que ser ele. Se não for ele, não serve. É igual vocês. Tem que ser ele, senão não serve. Certo? Só que quando você para para olhar o outro lado, o dia que ele bateu o carro, ele tava fazendo um favor para ela, porque era justamente o dia que ela faria uma apresentação no trabalho e a apresentação não seria incrível. Aí ela chega no trabalho e diz: "Fulana, você nem é tão boa quanto eu, mas eu vou te dar a chance de fazer essa apresentação e ver se capricha, porque eu preciso ali resolver um problema que só eu posso resolver, como se ela estivesse fazendo um favor. Narcisista é bicho do cão. Os outros também, tá?" Aí você vira e fala: "Esse marido tava atrapalhando a vida dela ou fazendo um favor? tá fazendo favor. Só que as coisas elas vão se juntando porque ele pode ter, por exemplo, batido num motoqueiro. Pô, mas a pré-queda dele também é a pré-queda do motoqueiro, não. A do motoqueiro é outra. E as coisas tendem a se repetir. Por isso que muitas vezes as pessoas vêm contando uma história pra gente, logo a gente vira e fala: "Não foi a primeira vez, não vai ser a última". Não foi a primeira vez que essa filha que engravidou teve que sustentar aquele casamento fracassado. Não foi a primeira vez e não vai ser a última. Se a forma que ela conseguiu foi engravidar, essa criança é o elo de ligação daqueles dois que não querem mais estar juntos. Não foi a primeira vez, não vai ser a última.

Vou dar outro exemplo. Uma vez estávamos aqui, a pessoa no chat virou, falou assim: "Ah, pré-queda do meu marido foi que ele eh caiu de moto". Lembra da perguntinha? O que aconteceu quando tudo aconteceu? Quando a gente fala de teto financeiro e põe a tela para mim, por favor. Amanhã a gente vai fazer o diagnóstico de dependência emocional com foco nisso aqui, que é tela, gente. Obrigado. Como romper o teto financeiro de vocês? Por quê? O acontecimento surge quando você está prestes a quebrar o padrão e romper o ciclo. Esse ciclo, quando ele é desenhado dessa forma, ele tá aqui, ó. Esse é o ponto de inflexão, que é o momento para queda. Na jornada da vida, olhando um gráfico de resultado, é quando você está prestes a romper esse teto aqui, ó. Aqui é o momento para queda quando você está prestes a continuar subindo ou cair de novo. Então a gente sempre vai olhar não só o impacto do problema, mas o seu comportamento. Fulano bateu o carro. O que que a gente quer saber de quem era o carro? Para onde estava indo, por que estava indo? O que fez quando bateu o carro? Ligou para quem? Começa por aí. Sempre assim. Ah, liguei pro meu ex. Fale mais. Sempre assim. Aí a pessoa disse: "Meu marido caiu de moto." Tá. O que aconteceu quando tudo aconteceu? Nada. Ele só caiu de moto. Tá bom. Então, ele caiu de moto. Qual foi o impacto? Porque o cara pode cair de moto, levantar da moto e continuar o que ele tá fazendo. A moto estragou um pouco, ele machucou um pouco. Hum. Tô olhando já. o tamanho do problema. Beleza, ele machucou, machucou, foi pro hospital, foi. O que aconteceu? Eu tive que ligar pro meu pai e pedir um dinheiro emprestado. Minha cabeça já disse: "Não foi a primeira vez e não vai ser a última". Quando foi que o seu marido se machucou da outra vez e você teve que ligar pro seu pai? Uma vez ele estava num lugar, a lâmpada estourou, caiu em cima dele, ele se queimou todo, foi pro hospital, eu tive que ligar pro meu pai. Eu fico pensando um marido entendendo tudo isso, né? Tipo, eu tô se estrepando para você ligar pro seu pai, porque ela precisa de uma justificativa. Quando a gente tem a dependência emocional instalada, a pessoa está prestes a dar um passo que ela não pode dar. Ela tem condições de dar. Se aquele marido ganhar dinheiro, ele estraga a relação que ela tem com o pai. Inconscientemente ela tá dizendo: "Eu não quero seu dinheiro, eu quero dinheiro do meu pai". Você não tem noção de quantas mulheres com relacionamentos bagunçados estão travando o faturamento da carreira e da empresa do marido. Porque se ele levar dinheiro para casa, ferra tudo, muda completamente a dinâmica. que ela não vai poder mais punir o pai, não vai poder mais se unir ao pai, precisa daquela dinâmica doentia. Tá me acompanhando? E isso vai se repetindo até alguém chegar e falar: "Meu, deixa eu dar um basta nessa parada." Por quê? Porque eu não quero mais acontecimento ruim que gere [ __ ] falta de resultado na minha vida. Toda demora nos resultados esconde um esper nas relações. Resta saber qual. Resta saber o que você está esperando, de quem você está esperando e por quem você tá esperando. Só isso, Elton. Mas é sempre uma relação, pelo menos uma, sempre uma relação. Pode até não ser só isso, mas sempre tem isso. Se o resultado deveria ter vindo e não veio, pode apostar 100% no relacional. O que que eu chamo de o resultado? Poderia e deveria ter vindo. A pessoa já fez o que ela tinha para fazer. Ela já fez tudo que tinha que ser feito e mesmo assim o resultado não vem. Elton, ninguém compra minha fazenda. Que que você vai fazer com o dinheiro da fazenda? De onde vem essa fazenda? Deixa eu saber qual é a relação envolvida nisso aí. Porque a pessoa diz: "Toda vez que eu estou prestes a fechar um contrato, tal coisa acontece". Vocês sempre vão olhar o acontecimento e se apegar a ele. Fulano bateu o carro, vocês estão olhando o braço quebrado ou o carro amassado. Eu tenho um grupo de pessoas que eu atendo que eu cobro R 1 milhãoais por ano de cada uma. Teve um cara que uma vez nós estávamos no jantar em Alfavilha, ele falou: "Cara, tem quase 15 meses que eu tô procurando uma casa para comprar ou para alugar que eu não acho." Eu falei: "Aqui em Alfavil não tem uma casa para você? Que casa que você tá procurando, irmão?" Aí ele deu as descrições da casa. Falei: "Não, casa justa, razoável, lá seus R$ 50.000, X4, etc e tal". Eu falei: "O que que acontece?" Ele falou: "Cara, é o seguinte. O corretor chega para mim e fala: "Tenho essa casa". Eu vou lá ver a casa, falo: "Gostei da casa, vou fechar". Aí o corretor vai fazer o contrato, aí descobre que tem um problema no imóvel. Aí vem outro imóvel: "Gostei da casa dela, vou ficar". Aí descobre que tem um inventário que não saiu ainda. Tá bom, vou em outra casa. chega lá no dia de fechar, a pessoa desistiu de alugar e só quer vender. Isso é pré-queda. É, é pré-queda. Ele falou: "Cara, qual que é o problema do mercado imobiliário?" Eu falei: "Nenhum. Seu problema tá com a sua esposa aqui, ó. Seu problema tá aqui com ela. Vocês têm um combinado mal arranjado aqui. Você não quer gastar mais com ela e ela não quer que você fique fora de casa trabalhando. E olha que bagunça. E o problema não é só a casa que eles não alugavam. Sabe qual era o problema? O faturamento que não subia. Porque se ele faturasse mais, teriam mais opções de casa. Se ele faturasse mais, ele teria o direito de ficar fora de casa. Aí eu expliquei tudinho e tal. Falei: "Se você fizer um combinado com ela aqui, em 15 dias vocês vão estar numa casa assim, assim, assado". E ele tinha um padrão de acontecimento que quando ele estava prestes a romper o teto financeiro, o último cliente cancelava. O aluguel que ele estava buscando era de 50.000. O cliente que cancelava era de Eu falei: "Beleza, vamos fazer um combinado nós dois. Você vai fazer um combinado com ela aqui. Tarará tarará. Se você achar a casa e não der certo ou qualquer coisa do tipo, eu fiz um combinado que o lance era o seguinte: se desse certo ele ia dar R$ 50.000 pro Ramon. O Ramon tava na mesa assim: "Eu não ponho você só em furada não, viu, bichão? Ponho você numas boas também. >> Não, só furada porque eu sabia que tu ia resolver o problema dele. >> Mas poderia sobrar 50 pau para você. E ela ficou tão brava que ela virou e falou o seguinte: "Como eu vou ter certeza que foi você?" Falei: "Não, não fui eu, foi você. Mas como foi? Vou ter certeza que foi o que você fez aqui hoje?" Eu falei: "Faça uma exigência". Aí ela disse: "Eu quero uma árvore frutífera na casa". Eu falei: "Ótimo, ótimo." >> Nessa hora aí eu pensei, "Aí, dificultou meus 50.000 tá mais perto". Mas perceba, quanto maior for a sua exigência e a clareza do que você quer, mais fácil você ter certeza do caminho que você tem que percorrer. Quando ela falou que queria uma casa com árvore, perceba que não tem muita discussão. Fulano quer te mostrar uma casa. Qual a pergunta que você vai fazer para ele? árvore, >> tem árvore. Crie critérios para você ter certeza do que você quer e fazer com que todos tenham certeza de que é aquilo que você quer. Aí eu falei: "Mirmão, como que eu faço agora?" Eu falei: "Liga pros corretores que já mostrou casa para você. Eu tenho certeza que tem alguma casa que você já visitou, que deu errado, você vai visitar de novo e vai dar certo. Bingo, corretor antigo, casa antiga e o que tinha no quintal? Árvore frutífera. Esse é o poder de quem tem certeza do que quer e encara os padrões que precisa. Ele virou para ela e falou: "Ó, vamos resolver essa parada aqui agora. E por isso que eu gosto de atender rico. Rico não deixa pro dia seguinte. Se você falar: "É isso que tem que fazer". Ele fala: "É isso agora me dá 5 minutos". Que que você precisa para não me encher o saco e deixar eu trabalhar? Ela falou: "Ah, é, eu quero a casa". Hã, hã. Ela descascou. Aí falou: "Beleza, por isso eu posso trabalhar? P ele para você, [ __ ] mas ficou caro. Eu falei: "Não, ficou caro, porque se você puder trabalhar, você vai ganhar mais dinheiro." O cara trabalhava com culpa. Quando tava presto a faturar mais dinheiro, ficava doente. Quando tava preste a faturar mais dinheiro, dava um problema num troço. Agora a coisa, assuma o que você quer. Encare os padrões que você precisa encarar. E os padrões estão na sua relação.

Eu tenho cinco filhos. Quando o Juninho nasceu, Juninho tem 12. 12, gente, pô, eu sabia só tava Juninho tem 12 anos. Quando eu soube que a Emily estava grávida do Juninho, ele é o terceiro. Vou falar uma coisa que vai parecer feio, mas era a verdade do meu coração. Foi um dos piores dias da minha vida. Por que na minha cabeça? Eu não tô dando conta de dois. Como é que eu vou dar conta de três? E a mulher ainda falando de quartinho. Que quartinho, mulher? Se toca. Ainda pensei, meu tio vai dar um berço, né, e tal. vai dar uma facilitada ali. Foi um dos piores dias da minha vida. Naquela época eu eu tive um emprego na vida de carteira assinada. Naquela época eu tinha saído de uma empresa que tinha dado errado com o sócio e ido trabalhar com ele. Então pense como eu me sentia. Eu era sócio do cara, virei funcionário dele depois que a gente quebrou. OK. Mas precisava trabalhar, tinha filho para criar. Fui trabalhar. Quando o Juninho nasceu, eu tinha lá uma semana de licença paternidade. Cada dia da semana eu saí pra rua para tentar mexer com um negócio diferente. Eu fui atrás de um cara que eu conhecia, depois fui atrás de outro, depois fui atrás de outro. Sei que aquela semana eu fiquei fora de casa e a Emily dizendo: "Você não vai ficar aqui não". Eu falei: "Claro que não. Sua mãe tá aí. O menino precisa mamar, você tá aqui. O menino precisa comer, você tá aqui. O menino precisa tomar banho, você tá aqui. O menino precisa de fralda, fralda tá aí. Na minha cabeça é: Eu precisei achar um jeito de não precisar da minha sogra aqui. Era isso que eu tava na cabeça. Eu sei que ela ficou com um ranço terrível de eu não ter ficado ali chocando a criança junto com ela. Beleza, o tempo passou, o tempo passa, a memória fica. Tá bom. O tempo passou, a gente ganhou dinheiro, a gente enriqueceu. Mais ou menos 12 men 4, 7 8 anos depois os gêmeos vieram. Quando os gêmeos nasceram, na minha cabeça é: "Meu, tô rico, babá, enfermeira, peça tudo, mulher. Agora a gente tem condições. Aí fomos nós atrás de babá. Nunca tínhamos tido experiência com babá. Aí conseguimos uma babá para pro dia e não conseguimos uma babá pra noite. Gêmeos, pô, com três filhos, com um monte de coisa, com empresa, tal. Eu falei: "Eu não vou ficar lavando mamadeira, amor. Eu sou pai, eu vou chegar: Oxe, lindo." OK. Pega um pouquinho. Aí contratamos uma empresa por sete sete por cinco noites consecutivas. O inferno abriu as portas e os demônios se disfarçaram de babá para ir trabalhar à noite lá em casa. Eu: "Amor, precisamos de babá". Menino chorando aqui e tal. Amor, precisamos de babá. Eu preciso trabalhar amanhã. Não, preciso de você. Preciso de você. Preciso de você. Precisamos de babá. Aí chamamos a agência, já tínhamos a babá manhã. Repare, a babá do dia resolvia o problema dela. E a babá da noite ia resolver o problema de quem? O meu. Qual foi que deu certo? E eu aqui, ó. Chegou a primeira babá. Rapaz, eu não sabia se era um travesti ou o que que era. Eu sei que a unha era desse tamanho aqui. Eu falei: "Gente, isso não é babá não?" Eu juro, eu pensei, isso aí é rapariga, alguma coisa assim. Aí chegou ela fal: "Não, isso vai machucar o menino, isso aí tá infectado, moça, pode ir embora, pode ir embora." É, amor, não deu, né? Vamos aqui nós dois. Eu vamos. Me dá um aqui, fica com outro. Segundo dia era pandemia, a mulher chegou espirrando e torcindo lá em casa. Pega aí, moir. E eu só olhando, tá? Mas beleza. Terceiro dia vai dar certo, gente. Terceiro dia chegou uma mulher lá em casa, como ela fedia, gente? Eu consigo lembrar hoje? Aí eu não, amor, calma. Ela vai tomar um banho, vai dar certo. Aí eu falei: "Moça, preciso que você tome um banho e tal, vou separar uma roupa para você" e tal, mas não deu certo. Tá bom. No quarto dia, a mulher chegou lá, o cachorro mordeu ela. [ __ ] mano. Eu sei que no quinto dia, não sei o que que me deu, eu falei: "Peguei". Ela tá me punindo. Entenda, gente, quando a gente fala de uma camada inconsciente e tira a maldade, OK? Só entenda que faz mal, mas não olha a maldade. Nem sei o que que foi. Ah, a outra babá, será que a outra babá, o escorpião pegou ela lá em casa? >> Você que quando a mulher foi embora, aí eu tava lá, o Dom chorando e eu puto, cinco noites virada e sem dormir, não sei quê. Aí eu cheguei e falei assim, ó, na moral, foi só o meu jeito, tá? Não vem me julgar não, tá bom? Vou até tentar suavizar. Em outras palavras, diz: "Querida esposa". Mino, na verdade, eu tava [ __ ] sacudindo o dom, o dom chorando. Aí eu falei, na moral, para mim já deu. Você está tentando me punir porque há 7 anos atrás eu não fiquei com os nossos filhos. Só que eu não tinha condição de oferecer o que ofereço agora. Amanhã com babá ou sem babá eu vou dormir. Se você tiver alguma coisa para me dizer, você pode dizer agora, porque amanhã eu não sei se eles vão dormir. Eu não sei se você vai dormir, mas eu vou. Você tem alguma ressalva? Ela: "Claro que eu tenho." E, ó, botou tudo para fora. Aí eu falei, beleza, então se eu entendeu que lá atrás eu saí para tentar trazer um leite pra casa? Agora eu continuo saindo, só que agora eu tô trazendo o leite, a babá, enfermeira e tudo que você quiser. Amanhã eu vou dormir. No dia seguinte apareceu lá em casa uma babá. Quando eu fui olhar no WhatsApp da mulher, ela estava sentada, devidamente aparamentada, lendo uma revista em um jato. Ou seja, o chefe anterior dela tinha mais dinheiro que eu. Veio a babá perfeita. Por quê? A gente sentou e conversou. Quando você quebrar o padrão, meu amor, no dia seguinte você pode sair cantarolando a vitória. Você pode sair, tipo, comemorando, uh, pá, tudo feliz, porque você quebrou o padrão. Quando você quebrar o padrão, o resultado vai ser o que tem que ser. Porque não existe um resultado ruim, existe um resultado que é o certo e você não gosta. Tão me acompanhando? Padrão de acontecimento, padrão de comportamento e padrão de relacionamento. Essas pessoas que estão tendo esses resultados que vocês estão vendo, elas não estão fazendo loucura, elas estão fazendo o que deve ser feito, encarando os BOs na relação, certo? E o chat está ensurdecedor, posso dizer assim. com seus pensamentos que fluíram levemente pela boca, facilmente. E as pessoas aqui estão perguntando nesse momento, beleza, mas se eu quebrar esses padrões aqui ou eu vou descobrir esses padrões, se eu mexer com esse negócio, minha vida de fato muda? E eu quero trazer aqui, já que Welton trouxe as provocações, eu quero trazer bastante da inspiração o nosso aliado que veio aqui hoje. Cadê ele? Tá por aí? O Luiz Tafarel, fica de pé aí, meu querido. Traz o microfone para ele. O Luiz, ele saiu do zero absoluto por um faturamento líquido de R$ 450.000, quitou aproximadamente 40.000 em dívidas, reorganizou sua vida financeira, reconstruiu sua família e rompeu padrões de dependência emocional. Então, se apresente para quem tá em casa, meu querido. Seja muito bem-vindo. >> Oi, Ramon. Obrigado. Meu nome é Luís Tafarel. Eu sou aliado desde janeiro desse ano. Então, foi uma coisa fantástica que aconteceu na minha vida. O Welton falou há pouco sobre algumas pessoas que estavam somente encolhidas e parece muito que foi isso que aconteceu comigo, Ramon. >> E o que que te trouxe para cá? O que que te fez entrar na aliança divergente? E o que que aconteceu depois que você começou a encarar tudo isso para quedas, padrões? É, e nós nós tivemos um final de ano de 2025 falando de relacionamento muito difícil. Nós eh na verdade na pandemia, >> quando você fala nós, é >> nós, a família, eu e a minha esposa, >> ela tá sua esposa. Tudo bem? Como é que é seu nome? >> Patrícia. >> Patrícia, >> você é aliada? >> Sim. >> Legal. Que bom. E o que que aconteceu? não aconteceu, na verdade, e tudo aconteceu quando alguma coisa aconteceu, né? Nós, eh, fomos morar no interior e veio a pandemia e pro meu ramo de atividade foi muito ruim e o dinheiro que nós tínhamos, ele acabou indo embora e nós nos vimos obrigados a retornar para São Paulo. Já não tínhamos mais um lá e nós fomos nos abrigar na casa da minha sogra. >> E você mexe com quê? Eu tenho hoje uma empresa que fornece equipamentos e monta academias para centros de atividade física em condomínios, hotéis, construtoras, né? Então a minha atividade é uma atividade comercial para fornecimento de equipamentos para academias. >> Quando você entrou aqui, você já tava já tinha voltado paraa casa da sua sogra? Sim, na verdade nós voltamos um pouquinho depois da pandemia porque as nossas economias eh tinham praticamente encerrado. Nós não tínhamos, na verdade, nós tínhamos 30 dias eh de sobrevivência, posso dizer assim, em relação às condições financeiras e numa situação muito difícil de realmente uma dependência com com a ajuda da da sogra, né, da familiar. E foi um momento muito difícil esse momento de retorno para São Paulo, onde eu me vi muito incapaz. Eu eu praticamente me senti um derrotado, né? é um um peso muito grande de não ter conseguido sustentar a família naquele local que a gente tinha um dia imaginado viver, que era aqui no no interior de São Paulo. E foi muito frustrante. Eu cheguei a pensar, inclusive a tirar a minha vida nesse período, porque eu me via como um fracassado que eu era exatamente um peso para pra família, eu era só um custo que não valia a pena. era um um cenário de depressão muito severo, né? Mas felizmente a gente hoje entende que o problema não é eh ele é do tamanho certo e logo depois a a minha esposa começou a trabalhar e as coisas começaram a acontecer. Mas ao ao passar do tempo, a gente ainda permanecia na casa da minha sogra, porque nós não tínhamos a condição de sair. Nós deixamos dívidas para trás, perdemos eh os nossos recursos e nós eh precisávamos ah avançar, mas não sabíamos como. Então, todo o dinheiro que entrava a havia a capacidade à disposição, mas o dinheiro não ficava. Então ele entrava e saía para para as atividades ou ou para o consumo do mês, melhor dizendo, e nós não conseguíamos sair. >> Vocês estavam conseguindo se manter ali com a ajuda da sogra? Não, não, nós nós, claro que havia uma ajuda da sogra, né, oculta, porque nós não pagávamos um aluguel, >> exatamente, mas nós custeávamos o nosso nosso mês com as nossas atividades, mas ainda assim não sobrava. E tem um caso muito muito peculiar nisso tudo, que nós tínhamos um carro financiado e este carro ele nos consumia um valor aproximadamente de R$.800 R$8 por mês. E nós decidimos então para sair da casa da sogra eh vender esse carro e comprar um carro mais velho para que pudesse pudesse sobrar R$ 800, R$ 900 por mês para que a gente pudesse começar a fazer um caixa, pagar as dívidas e nos colocar eh em condição de sair. Mas esse carro que nós compramos, nós compramos e ficamos com ele meses, 30 dias ele ficou na oficina, né? >> Nesse momento que você decide vender o carro, você já tava entendendo tudo isso ou ainda não? Não, nós nós nós só queríamos eh sair porque depois >> tava tentando sair do caos ali. >> É, tava tentando sair eh porque na verdade assim, nós estávamos eh privados de uma liberdade e estávamos privando alguém de uma liberdade porque nós estávamos ocupando um lugar ali e nós queríamos o nosso canto, recomeçar, reconstruir. >> E aí, beleza? Você descobre, volta pra casa da sua sogra com a sua esposa, descobre tudo isso, vê que a venda do carro tava ia não ia. Que que acontece? a partir daí, o que que muda? >> Bom, na verdade, assim, em relação ao carro, nós não conseguimos eh manter aquele carro porque o carro apresentou problemas diversos. Em vez de nós eh ficarmos com o dinheiro planejado, esse carro começou a custar muito mais na oficina. Então, nós gastamos muito mais do que tivéssemos ficado com esse com o carro antigo. Então, nós resolvemos devolver e pegamos um carro. Mas as coisas foram acontecendo, Ramon, de uma maneira que eh a situação foi ficando crescendo e ficando insuportável dentro do relacionamento. E aí num determinado momento, eu passei a me desentender com a minha sogra e passei a viver isolado dentro de um quarto. Então eu já não já não fazia refeição com todos da família, né? uma situação muito difícil e muito desagradável até um determinado dia, na verdade no final do ano de 2025, que nós programamos de fazer uma viagem em família com exceção da sogra. Então, nós buscamos passar um reveillon e olha, gente, era um reveillon eh para ir para um hotel, porque nós não tínhamos dinheiro para fazer uma viagem. Era simplesmente para passar a noite do dia 31 pro dia primeiro. Era os recursos que nós tínhamos. E nós fomos para esse hotel e eu e a Patrícia nos desentendemos nessa noite de dia 31. E eu cheguei à conclusão que o nosso relacionamento tinha acabado e nós voltamos para pra casa da minha sogra e já na dia primeiro de janeiro deste ano eu já não falava mais com a Patrícia e o clima aqui era pesado. >> Isso aqui você não tinha entrado na aliança, tinha visto isso aqui ainda. Não, não tinha entrado na aliança, não sabia que a aliança existia. E nesse momento do retorno, dia primeiro, eh, em algum momento fazendo um giro pelo YouTube, eu vi um vídeo do do Elton dizendo que, eh, existia um ponto cego que eu poderia que muita gente tinha capacidade, tinha disposição, mas não tinha permissão para avançar. E eu queria entender porque eu eu sendo essa pessoa maravilhosa que eu era, né, um ótimo marido, um excelente pai, um genro maravilhoso, as coisas não davam certo para mim. Foi isso que eu pensei. Então, eu tava decidido a abandonar minha família, Elton. Tava decidido abandonar minha família quando eu vi esse corte do YouTube. E sem sem dizer a Patrícia, eu decidi comprar o ponto cego. Eu comprei o ponto cego para assistir no dia 10 de janeiro deste ano. E no dia 10 de janeiro deste ano, o ponto cego começava às 10 da manhã. às 9 da manhã, a Patrícia tomando um café sozinho. Eu não dei nem bom dia para ela. Eu disse: "Mandei alguma coisa no seu celular, vê se faz sentido para você. Se fizer sentido para você, eu já comprei. Se você quiser, você pode assistir comigo. E ela falou: "Não fez sentido, eu vou assistir." Falou: "Então vamos assistir sem nenhum falar com outro e no final a gente faz os comentários que a gente achar pertinente. Mas foi maravilhoso. E o ponto cego, um pouquinho diferente do que é o resgate dos otimistas, ele é mais condensado. Você começa 10 da manhã e vai até 7 da noite. foi o que aconteceu no evento e a gente se pr dispôs a assistir aquilo. Mas quando terminou o ponto cego, que é exatamente o resgate dos otimistas mais condensado num dia só, nós decidimos entrar na aliança. Ela tinha os recursos dela, ela teve como pagar a aliança e eu nem grana para pagar a aliança eu não tinha para ingressar na aliança. Então eu tive que esperar a entrada de recursos para que eu pudesse entrar na aliança. Então eu o dia 10 aconteceu, dia 14 entrei na aliança e aí eu entrei na aliança com a sede de um camelo. Eu queria entender o porquê, por que que eu não fui mais longe, porque sendo esse cara maravilhoso, eu não tinha conseguido avançar. Era essa a minha minha dúvida, porque na verdade e eu até pensei, vou trazer isso pra Patrícia, porque ela assistindo, quem sabe ela se enxerga, porque é verdade, a culpa e na minha cabeça a culpa era dela. É, eu não, a culpa era dela. >> Vou assistir só para garantir que ela não perdeu nada. Não. E exatamente, e assistir também para ter a garantia de que eu estava certo. Realmente era isso mesmo. Eu poderia sair dali, não, eu estava certo. Mas foi totalmente ao contrário. E eu me vi eh o Welton vai falar amanhã, mas eu me vi num perfil narcisista, aquilo explodiu minha cabeça e eu entendi naquele momento que eu tinha que mudar. E eu entrei na aliança e consumi os áudios diários, os 30 dias, às vezes mais de uma vez por dia, o mesmo áudio para entender. E não fiquei

só nisso. E busquei mais informação nos cortes do YouTube e fui me aprofundando nisso. Tive a a o ingresso no grupo preparatório. Do grupo preparatório fui bem acolhido. Inclusive é uma aliada que sempre tá aqui com a gente, não me lembro o nome dela, mas depois fui para um para um grupo >> regional, >> um grupo ainda melhor regional, eh que é o grupo que eu faço parte hoje, que tem >> Você lembra o primeiro protocolo que você rodou ou o primeiro padrão que você teve? Eu, Elton, eu tive dificuldade de entender no começo que protocolo eu deveria rodar, mas uma coisa muito importante que eu fiz é foi acreditar, na verdade foi acreditar na no processo e rodar todos os protocolos. Então, eu rodei o protocolo de dependência emocional e depois eu fui rodando os outros protocolos. Mas quando eu cheguei no protocolo do medo, foi que eu entendi, eu entendi que eu tinha medo de passar pela situação que eu passei de não sustentar, não consegui sustentar mais a minha família. Então, foi uma das coisas que que eu entendi nos protocolos.

Mas assim que terminou, voltando só um pouquinho, assim que terminou o ponto cego, eu sentei com a Patrícia e nós entendemos e falou: "A partir desse momento nós não temos mais expectativas, nós vamos ter intenções. Então nós vamos fazer um alinhamento. É aqui que nós vamos e sem esperar nada um do outro, mas sim sabendo o que um do outro vai fazer para que a gente vai seguir. Faz sentido para você? Faz sentido para mim? É assim que nós vamos e assim e aí nós nos apoiamos e seguimos. Entramos na aliança e seguimos e a partir daí não tivemos mais, eu acredito que nenhuma conversa difícil. As conversas foram maduras porque nós entendíamos o que nós estávamos fazendo ali.

E aconteceu uma coisa assim maravilhosa para nós, que a partir desse momento da entrada aliança e das conversas difíceis, do processo todo de de andar no passo a passo, os resultados começaram a aparecer e o primeiro resultado foi uma venda de R$ 1.240.000 R$ 1.000 para uma academia em Goiás, onde eu fui a um dos responsáveis e fui comissionado por isso, bem comissionado. Depois começaram a aparecer para minha empresa diversas vendas, uma atrás de outras, de coisas que estavam paradas, estavam represadas e os negócios começaram a acontecer. E o sucesso foi tanto que eh nesses seis primeiros meses eu consegui fazer 5 milhões de vendas para os alguns parceiros. 5 milhões de vendas no total. Mas mais do que isso, os resultados da minha empresa, que eram resultados que me traziam um retorno ainda maior do que o comissionamento, me trouxeram para para uma média até o dia de hoje, desde janeiro até o dia de hoje, do dia que eu entrei da aliança até o dia de hoje, R$ 64.000 mensais. Mas isso foi fantástico. Está sendo fantástico. E assim, tudo aquilo que eu tinha de peso, eh, de carregar, de achar que não era possível, de sempre rodar em andar em cima da linha, foi embora. Mas eu sei hoje, estando na aliança, que o o meu resultado é só consequência do progresso e de acreditar no processo. Mas o que eu ganhei mais mesmo, porque antes da aliança eu era um homem falido e uma pessoa morta. E hoje eu hoje eu estou na vida, eu fui pra vida e eu conquistei, reconquistei tudo aquilo que eu amava, que era ter uma família. Eu tenho a Patrícia como minha parceira. Hoje ela trabalha comigo na nossa empresa, tem um filho de 13 anos e essa é a coisa mais rica que a aliança me proporcionou conquistar novamente. Muito obrigada. >> Coisa boa. E a pergunta que não quer calar aqui no chat. Você saiu da casa da sogra? Nossa, que pergunta maravilhosa. Com todos esses com todos esses recursos, nós eh ainda a vida nos trouxe e hoje não fico surpreso, mas porque era isso que eu queria, a vida nos trouxe uma oportunidade de uma construtora que fez um feirão e nós compramos um apartamento direto com a construtora. >> Estamos em fase de acabamento da reforma e nós esperamos entrar até o final de setembro. Nesse apartamento. Foi tudo isso que acontecem. Não parem. >> Parabéns. Você merece e não pare, viu? >> E negócio você fala, além do dinheiro, é a confiança voltar, autoestima, vontade de acreditar e seguir em frente. É, é, é bom demais. Eu vou, eu quero só aproveitar mais uma coisa e essa oportunidade aí agradecer os aliados do meu grupo e se quem quiser se conectar comigo, se vocês me permitem, o ar da minha empresa é @integrafit e o site é www.integrafit.com.br. >> E você mora onde? >> Eu moro, eu ainda moro em São Paulo, mas a minha casa tá em Santo André. Tô mudando para Santo André. A empresa fica em Santo André, mas eu atendo todo todo o Brasil. >> Maravilha. Um beijo paraos seus aliados lá pro seu anfitrião. Salve de palma, senhoras e senhores. É bom demais ver. É o que eu falo, é aquela prosperidade que é além do dinheiro, né? A confiança que vem, é o respeito pela esposa, é o é o o zelo pela família. Isso é o que a gente busca aqui na Aliança Divergente. Amanhã vocês vão entender melhor como funciona. Vocês serão convidados a fazer parte condição super especial, super acessível, porque esse é um movimento que nos protege dos desafios do dia a dia, tá? As perguntas que eu quero que fiquem nas na cabeça de vocês, tá? Por que que eu não posso? OK? Se toda demora nos resultados esconde espera nas relações, eu tô esperando o que? De quem? Então, amanhã nós vamos fazer o seu diagnóstico para você entender. Hoje você está esperando o quê? De quem? Qual é a dependência emocional que está te impedindo de tomar a decisão que você precisa tomar? Será que te falta permissão para ser, para ter, para fazer ou para ir? Amanhã o nosso objetivo é te mostrar como identificar e quebrar o padrão que está te impedindo de romper o seu teto financeiro. Passa o microfone para essa moça. Você sai de casa sempre com as perguntas prontas ou você desenvolve aqui na hora? >> Desenvolvo aqui. Muitas eu desenvolvo aqui. Sou de Uberlândia. Você ficou devendo um oi pra minha galera que eu juntei 70 pessoas lá em Uberlândia. >> Você é a moça do Uberlândia. Então, só por causa de você e do seu povo, amanhã eu vou tirar foto com quem veio de fora e quem não veio de fora também, tá bom? >> Manda um beijo pro povo de Uberlândia. >> Manda sim. O o a terceira edição do plano perfeito, gente, quem quiser veio gente de São Paulo para lá e de Brasília para lá, hein? Então, a terceira vai dar mais de 200 pessoas. >> Não tem pão de queijo. >> Tá bom. >> Eh, e quando a decisão depende de uma outra pessoa? Me dá um exemplo, porque eh a resposta é: uma decisão nunca depende de uma outra pessoa. A sua decisão nunca depende de uma outra pessoa. O desfecho dela talvez. Mas dá dá um exemplo aí. >> No sábado você no evento do super plano, você não gostou? >> Amei. Amei. Foi. >> Ó, quem é aliado, não assistiu o Super Plano Perfeito, assistam. >> Vale muito a pena, gente. Arrepiante. Foi muito bom. Tá dando erro no link, o pessoal vai resolver. Pessoal, >> tá no marca-pass. >> Tá bom, eles vão resolver. >> Então, não, >> é que a gente tá na semana de pré-queda, galera. Então, se der certo é porque tá errado. >> Então, no super plano você anunciou eh o seu o seu espaço onde que você denominou de caverna que você iria anunciar no dia 8/08. Primeiro você não falou que seria no sábado e depois no 82. Naquele momento eu ativei meu desejo, >> a minha escolha. Não vou nem falar desejo, eu escolhi. Falei: "Eu estarei lá". E aí consegui a vaga aqui pro pro resgate que eu falei, eu estarei lá justamente para para ativar essa minha escolha. Conversei, tive uma conversa difícil com o pai, que não foi difícil, com o pai das minhas filhas, já avisando, eu estou indo por conta desse desejo. Eh, escolha ativar isso. Caso dê certo. Eu não sei como vai ser o funcionamento. Eh, se for uma vez por semana, eu estarei lá e eu vou precisar do seu apoio. Eu escolho o seu apoio para ficar com as meninas. Se for para ficar um mês lá, eu vou levar as meninas e vou e ele: "OK, te apoio, beleza?" OK. Eh, se for ficar eu mudo. >> OK. >> Tive algumas pré-quedas, uma delas aconteceu hoje de manhã. >> Por exemplo, eu abri meu Instagram, tinha, eu tinha mandado mensagens, marcações e tava lá um usuário do Instagram. Usuário do Instagram, quando aparece isso é porque alguém te bloqueou. >> Uhum. >> Falei: "Interessante, deixa eu ver quem que me bloqueou". Aí eu olhei: "Aliança divergente". Falei: "Putz, para queda?" OK. E chorei na hora. Eu falei: "Bom, ontem eu te entreguei uma carta e nessa carta. >> OK, mas nessa carta eu falei que eu sou a pessoa que você procura pra caverna." E eu e aí eu falei: "OK, me bloquearam". >> Só para não ficar estran quem tá assistindo em casa, é porque eu disse que ia sortear alguns aliados para passar um momento comigo na nossa sede intelectual, que é onde eu faço as minhas construções e etc e tal. Aí, >> aí veio para ali o choro, mas eu falei: "OK, não". Falei: "Não tem nada aqui que justifica o bloqueio. Eu vou fazer o que se requer para poder desbloquear isso." Mandei uma mensagem para você no privado lá no no Instagram, olha, aconteceu isso, tá? Tot tal. No mesmo segundo que eu falei, eu nem que eu parei para mim é um bloqueio, é talvez uma confirmação. Estou sendo bloqueado. >> No mesmo segundo que eu falei isso, fui desbloqueado. Falei: "Beleza, confirmação de que eu preciso avançar". Só que tem algo que me veio medo. Faço a pergunta ou não faço? Me veio medo. Por quê? Medo de ser humilhada. Por quê? Eu sou a menina. Eu sou, não é pelo seu padrão, é porque eu sou a mesma pessoa que você falou lá no super plano. Eu sou a mulher, a senhora, como você me chamou ontem, eh, que fez a pergunta ruim, a da pergunta boa e depois da pergunta ruim sou eu. >> Do chamado. >> Aham. Do chamado divergente que você vive citando e que e tá tudo bem, entendeu? Sou idio. Sou idiota. Você é anfitriã? >> Sou com muito orgulho. E >> tá bom, agora volta pra sua dúvida. >> Então, a minha minha dúvida é com relação à opção, OK? Eu escolhi, >> nesse caso, eh, >> eu fiz todos os movimentos. >> A sua dúvida é sobre o caso prático, no caso da sua decisão, depender da minha. >> Exatamente. Entendeu? Porque assim, eu eu fiz todos os movimentos e me falta fazer a pergunta, só que aí eu rodei o protocolo no marca-pass de medo, OK? Medo de ser humilhado. Falei: "Foda-se, né? Não é melhor". >> Tá bom. Olha só, Andreia, sim ou não? >> Sim. A pergunta que eu faria para ela é se você deve ser uma das pessoas da caverna. Você tá escolhida no bota certo esse aviso. Eu sabia. E ainda vi. Ah, >> a resposta que eu ia te dar agora, desliga o microfone dela. >> A resposta é que é o quê? Pera aí. >> Pega, pega ali. >> Ah, a resposta que eu ia dar para ela, é, a resposta que eu ia dar para ela é: "A sua parte da decisão nunca depende do outro. Não importa se é um divórcio, se é um contrato, se é cara, seja lá o que for. Aí você pode virar e perguntar: "Mas esa aí, você disse que ia escolher, sei lá, uma meia dúzia de pessoas, ok? Se todo mundo quiser a mesma coisa que ela quer, do mesmo jeito que ela quis, nenhuma mudança acontece no mundo quando ela depende de todo mundo. Foca no teu mundo, persiga a parada e para quem já é aliado, tá na te acontecimentos, essa pessoa tá na minha teia tem um tempo, OK? Então, depois nos encontros e tal, a gente fala mais sobre isso. Mas com que frequência você persegue o que faz sentido para você do jeito que você deve perseguir de de um jeito que só faz sentido para você, entende? Porque alguém pode virar para ela e falar assim: "Ah, mano, é fanatismo o que essa pessoa pode aprender estando um dia comigo num lugar onde eu vou mostrar coisas que eu talvez nunca mostre na internet, os bastidores de uma construção e tal." É só um exemplo. Não tô querendo que todos vocês venham para cima de mim, não. Eu nem quero, nem gosto. OK? Tá amarrado um monte de gente assim no meu pé. A brincadeiras à parte é, tem gente que fala que quer as coisas. E se você virar para ela e perguntar prova que você quer? Ela não tem prova nenhuma. Ela não tem prova nenhuma. Eu só vou colocar uma condição para você tá comigo na caverna. Você tem que estar com seu relacionamento resolvido. OK? >> E gente, >> não, você não diz que tem uma pessoa na sua vida? >> Ah, tá bom. Não, não. Tá bom, tá bom. Então, tá namorando, continua namorando. Então, amanhã a gente vai falar sobre como identificar e quebrar o padrão de agora, tá? E não deixem eu esquecer de falar como simular a pré-queda para você viver a pré-queda de um jeito mais fácil, de um jeito mais simples, porque você pode quebrar o padrão na situação que a vida vai te colocar ou na situação que você vai se colocar na vida. Então, quando você sabe qual é o padrão, você cria sua própria pré-queda, porque a pré-queda nada mais é do que um momento onde um evento revela um comportamento através de um acontecimento que você precisa mudar em um relacionamento. Ficou claro? É o momento em que a vida revela um comportamento através de um acontecimento que você precisa mudar em um relacionamento. Se você sabe que você precisa de um acontecimento para fazer isso acontecer, você cria o acontecimento. Você cria o acontecimento, OK? Não deixa eu esquecer disso amanhã e não deixa me para me avisar no final, porque depois que eu tiver acabado, acabou, tá bom? Então, amanhã o foco é como identificar e quebrar o padrão que está me impedindo de romper o meu teto financeiro. Quando eu falo de teto financeiro, eu não tô falando só do dinheiro que vem pro seu bolso, porque esse homem tá ganhando mais dinheiro, só que ele se tornou um outro homem, ele se tornou um outro marido, ele se tornou um outro pai. Então, é esse conjunto de mudanças que você provoca na sua vida para permitir mais dinheiro nela, certo? Uma dúvida de cá, uma dúvida de cá, uma dúvida de casa. >> Boa noite, Elton. Eu sou a Veriana, anfitriante de São Bernardo do Campo. >> Fique em pé, por gentileza, para saber onde você está >> aqui. Eh, você tinha mencionado anteriormente e que precisavam de quatro permissões. Quais são? >> Ter, ser, fazer e ir. Quando você tenta fazer alguma coisa, a pessoa vira e fala assim: "Eu vou vender a minha casa e não consigo vender a minha casa. Eu estou tentando comprar um terreno e não consigo comprar um terreno. Estou tentando fazer tal coisa e a coisa não acontece. Beleza? Quando aquilo acontecer, aquilo vai mudar o que você tem. Aquilo vai mudar o que você faz. Aquilo vai mudar quem você é. ou representa para as pessoas, aquilo vai mudar para onde você vai. Você precisa dar check nesses quatro pontos. Talvez você vire e fale: "Não, mas isso só vai mudar para onde eu vou, porque eu estou tentando vender a minha casa para me mudar para Portugal. Então, se isso não está acontecendo, é porque você ainda não tem permissão para sair do lugar. Se der tempo, tá? Quem vai tá aqui amanhã que pode me lembrar de algo? Você. Não deixa eu falar, não esquecer de falar de trocar a teia, porque aí a gente dá esse exemplo aqui. Tem gente que vira e fala o seguinte: "Eu tô tentando vender a casa para mudar de país e não consigo. Na hora eu falo muda o objetivo". Agora você vira e fala: "Se eu vender essa casa, eu vou colocar silicone, no dia seguinte você vende a casa". Eu já fiz esse exercício inúmeras vezes, porque no caminho inconsciente do impacto que aquilo vai mudar na sua vida, você ainda não pode sair da cidade, mas você pode botar os peitos e ficar na mesma cidade. Um exemplo, tá? Mas vai ficar denso isso para eles, né? Então, amanhã eu vou falar só de como simular para queda, ok? Respondeu sua pergunta. Então, quando a gente fala de teto financeiro, você precisa ter permissão para essas quatro coisas. Pergunta de cá. E aí, você ou você quem vai, como é seu nome? >> É Sara. >> Ah, você é a Sara. >> Eu sou a Sara. Sobre utilidade do problema impactante impactado. Todo problema necessariamente afeta duas pessoas, mesmo quando esse problema é a falta de algo, falta de dinheiro, falta de carro, falta de marido. >> Então, se é a falta de marido, já tem um marido sendo impactado, um possível marido, >> mas que nem existe ainda. >> Ele já existe, ele só não tá aí do seu lado. E tem o lance que é, se esse marido faz falta, já olharam pro Túlio ali, gente, deixa um segurança com Túlio aqui, por favor. Eh, tem um negócio interessante. Às vezes a pessoa vira e fala o seguinte: "Mas eu sou sozinha". Tá? Em você sendo sozinha, quem você gostaria que resolvesse os seus problemas? >> Um marido. >> Marido. Ok. Qual foi a última vez que você saiu com alguém >> semana passada? >> Como foi? >> Foi bom, mas não virou nada. Não é o tipo de pessoa que eu procuro. >> Tá bom. Mas você tá no processo, então não tá na falta do marido. >> Não, você não tá procurando alguém há 10 anos. >> Você está se relacionando há 10 anos. >> Há 10 anos atrás você pensou: "Vou casar, esse é o cara, eu eu preciso ser essa pessoa para esse cara". Há 10 anos atrás. Eram outras ideias que eu tinha. >> Então, então não é há 10 anos atrás, >> tá? Nesse formato há 8 meses. >> É um tempo razoável. >> É, não deu muito bom não. É que eu tô tentando entender como resolver para garantir esse resultado. >> Tá. Tá tentando resolver o quê? >> Por que que eu não tenho marido? Porque que eu não consigo? >> Eu vou montar um vou eu vou virar o Silvio Santos. Já v montar uns programas de auditório aí de >> É sério, eu já cheguei a achar que o problema era você para eu ter um problema para você resolver. >> What? >> É que eu já fui para todo lado. >> Tá bom. >> Qual a utilidade de não ter um homem bom na minha vida? Eu já me perguntei isso inúmeras vezes, há 8 meses. Aí eu penso, é aqui, resolvem, não é? Não, depois amanhã eu vou falar sobre isso, >> vou lembrar, >> tá bom? Hã, também a gente junta tudo aqui. Vocês se juntaram aí agora >> chamado, >> no chamado, gente esperta. Vai, faz a pergunta dela ali. Tu já se resolveu com seu irmão? Há quanto tempo? Então você não pode dizer que você tá procurando a oito, porque a cinco você ainda tava enrolada com ele. Vocês estão fazendo a conta errada, reclamando que a vida não tá entregando coisas que vocês não estavam prontos para resolver e para receber. Então, se você tava enrolado com o seu irmão, eh, e você se resolveu há 5 anos, há 5 meses atrás, você não pode dizer que você estava disponível há 8 meses. Tudo bem? Eu só tô querendo que você faça a conta certa, tá? Aí não se esqueçam das três etapas da camada do padrão, da quebra do padrão. >> Boa noite. Eh, >> quantos anos você tem? >> 26. >> Ah, tá. Já perguntar, cadê sua mãe? >> Meu nome é Maele. Eh, Elton, eu tenho uma pergunta sobre isso de quando a gente escolhe e algo acontece, tá? Eu vou trazer a situação. Por exemplo, eu tenho um apartamento que tá no meu nome, mas é uso e fruto da minha mãe, >> tá bom? >> E aí eu alugava e recebia esse aluguel. E aí eu abri mão disso porque eu percebi um padrão de vítima narcisista. >> Não, não é porque tava errado. Se usa o fruto é dela, não faz sentido você receber o aluguel. >> Sim. >> Aí tinha um padrão de tipo assim, nossa, vítima, narcisista, enfim. E aí tudo bem, eu falei: "Bom, eu não quero tal", porque legalmente falando, quando a gente viu com os advogados, eu poderia receber se ela autorizasse e aí ficava nessa, enfim. E aí, a gente foi atrás, falei: "Tá, vou abrir mão disso porque eu quero abrir mão desse padrão." Entrei na aliança em janeiro, isso aconteceu em fevereiro. De janeiro para fevereiro eu já decidi. Aí tá, eu sou lá do Mato Grosso Sul, daí para cá. Aí beleza, vem para cá. E aí tem um inventário que tá 5 anos parado porque meu pai faleceu >> e ela é inventariante. E aí desde que eu saí ela tentou alugar isso, ela não consegue, dá sempre tudo errado. E aí a pessoa que entra não paga, dá tudo errado. E ela é inventariante e eu quero, eu quero ver a minha parte. E tipo assim, meu Deus, que que eu faço? Eu decido. E aí, >> você já conversou com ela? >> Conversei. Complicado, bem complicado, mas tive a conversa difícil. Rodei protocolo, vários protocolos e de proteção emocional também, enfim, muitas questões, >> tá? Eh, eu não vou descer aqui, é porque para quem tá em casa fica denso para eles. Quando a gente faz o penso comigo aqui, eh, eh, fica mais confuso. Eles ainda estão na camada de entender que existe um padrão, que existe uma utilidade, que existe um envolvido. Se eu desço aqui, fica muito confuso para eles. >> Eu achei que era mais simples desse negócio de >> P, posso apoiar nesse daqui pra gente ganhar até mais tempo. >> Obrigado. >> Não vai sair enquanto você depender desse dinheiro. Construir uma vida na qual você não dependa desse dinheiro, porque ela vai usar isso para te amarrar. Se você não depender, esse dinheiro saia. >> Que legal. Vai por esse >> caminho. Menino é bom, gente. >> Eita, >> fui bem treinado. >> É, senão você podia ficar sentado aí mais vezes. Você precisa prestar mais atenção no que você come no dia de evento. Fica a no banheiro toda hora. >> Parece um pato. [ __ ] >> eu tô resolvendo a com a equipe as promessas que você faz aqui em cima. Boa. Então, escolha duas perguntas de casa aí pra gente fechar com chave de ouro. Lembrando que amanhã nós vamos apresentar a opção para vocês fazerem parte da Aliança Divergente, caminharem com a gente nos próximos 365 dias e vamos explicar para vocês como identificar o padrão e quebrar o padrão que você precisa quebrar hoje para romper o seu teto financeiro, certo? Perguntas de casa aí ou você quer responder mais uma pergunta de cá mostrando sua habilidade, destreza. Chat tá explodindo aqui. Foi muito bom o dia de hoje, viu? Que aula dois. A audiência eh se manteve até o final. Galera curtindo, coloquem em casa aí o que você quer saber antes de fechar essa aula. Lembrando então que amanhã nós teremos o diagnóstico e lá no meu Instagram tem um post, esse post aqui, @eltonuler, nada é mais seu do que as consequências das suas próprias escolhas, inclusive as inconscientes. Eu até poderia dizer especialmente as inconscientes. Então você vai nesse post comentar a sua principal percepção, a sua principal decisão e eu espero que nós tenhamos te convencido a trabalhar para aumentar a sua permissão, parar de chamar tudo de acaso e desvendar a utilidade por trás dos acontecimentos na sua vida, tanto os bons quanto os ruins. Certo? >> Alguma dúvida em casa, Ramon? >> Sim. A que mais rola aqui é: "E como eu faço para resolver a minha falta de permissão?" >> Amanhã às 19:55, no terceiro e último encontro da última edição do Resgate dos OMas. Foi um prazer estar aqui com vocês, um prazer poder chegar na sua casa, te mostrar um jeito diferente de ver e viver a vida. Um prazer poder subir nesse palco e quebrar meus próprios padrões, subir aqui, entregar o meu melhor e descer daqui uma pessoa melhor. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente. Esse foi o segundo dia do resgate dos otimistas. Nos vemos amanhã. Até mais. Tchau. >> Há um ano atrás eu não fazia ideia de que esse momento chegaria. Eh, isso porque eu sempre fui a pessoa dos medos, aquela que para abrir a boca para falar numa live com tantas pessoas como nós estamos aqui hoje, imagina, eu não posso errar, eu sou a mulher perfeita, imagina o que as pessoas vão pensar de mim. Então, eu jamais faria isso se não tivesse entrado na aliança, com certeza. Então, eu me chamo Josiane, eu tenho 42 anos, sou casada com Eduardo, mãe do William e da Maria Eduarda. Eu descobri que eu não tinha sonhos, que eu realmente vivia a vida dos outros, porque eu queria que as pessoas se realizassem, mas os meus sonhos eu não tinha, então não tinha muito sentido. Eu só vivia, né, um dia de cada vez e fui vivendo. Ã, a minha advocacia, o meu faturamento era baixo, porque como eu atendia a maior parte das pessoas para bono, né, queria realizar um trabalho excelente, o máximo que eu conseguia ali 5, 8.000 no máximo por mês. E isso vai ficando insustentável, porque temos contas, temos as despesas, deslocamentos e afins e e isso foi ficando difícil. H, eu morava na região metropolitana de Curitiba, em São José dos Pinhais, e sempre que eu vinha pro meu escritório, que fica no centro, eh, nós pegávamos um trânsito, né, daqueles. Então, saía de casa de manhã, 1 hora meia lá de de trânsito ou mais por dia. Eh, e nós passávamos por um bairro e nós dizíamos assim: "Que casas lindas, né? Silêncio, que bonito. Seria muito legal morarmos aqui. Naquele dia, eu pensei, vou rodar o protocolo do medo, porque eu preciso acabar com esse medo de cobrar, porque eu preciso, eu tenho clientes, eu preciso aumentar o meu faturamento, eu posso, né? Eu sou uma pessoa capacitada. Afinal, eu tenho quatro pós-graduações e um MBA, então eu sei do que eu estou falando. E >> e ganhava quanto na época? Quatro pós-graduaçõ de cinco. É. eh 5 7008 estourando, Elton, não tinha assim no o faturamento, né, nem cobri as contas. E aí eu rodei o protocolo do medo e tava bem próximo ali do carnaval. Eu me lembro que foi na segunda-feira de carnaval, eu nem costumava atender telefone nesses dias, né? Parava tudo, eu parava também. E eu recebi uma ligação e dessa ligação era uma pessoa vindo do Google. Então assim, né, de repente sim, do nada não, veio do Google do e eu fiz um atendimento imediato com ela por telefone. Então essa pessoa me trouxe dois contratos, um dela e outro que veio em decorrência dele. Eh, um contrato de R$ 30.000 que a pessoa simplesmente eh perguntou como é que ela poderia pagar. Eu até achei que ela fosse pagar em em suaves parcelas e ela pagou em três vezes. E um outro contrato é um processo que está em andamento e nós já temos uma noção do quanto isso vai nos redend. Estamos em torno aí de R$ 200.000 de honorários. >> Au! >> Eh, e esse foi só o início, porque dali por diante eu tenho um sócio, o Hamilton, e assim a gente não conseguia atender. Foram tantos contratos que a gente teve que suspender um pouco para darmos conta. Não tínhamos ainda uma equipe hoje temos, mas para darmos conta de atender esses clientes. Então assim, na vida profissional foi aquele boom, né? Eu tinha medo de ser profissional, eu tinha medo de cobrar, eu tinha medo de aparecer. Então hoje nessa esfera estou muito bem realizada e muito mais feliz, porque hoje eu tenho, né, clientes, mas eu tenho dinheiro também, estão me pagando. Isso é muito importante. >> Que legal. E esse salto que você deu no escritório, na vida profissional, obviamente na vida financeira, veio quanto tempo depois de você rodar esse protocolo de medo? >> Alguns dias, não deu uma semana. Teve mais uma situação que eu que eu comentei eh sobre essa questão do medo de também nos mudar. Eh, nós morávamos em outro outra cidade, né, da região metropolitana e tínhamos aquele aquela aquele desejo de nos mudar para um bairro específico. E, ah, mas não cabe no nosso orçamento, né? Como é que a gente vai fazer e tal. Então, vamos nos mudar. Assim que nós começamos a rodar os protocolos, eh, decidimos procurar um imóvel e o meu marido encontrou um imóvel nesse bairro onde nós passávamos toda vez que íamos até o centro. E ele me falou o valor e eu disse assim: "Poxa, mas são três vezes mais do que a gente paga hoje". Mas tá bom. Aí no dia em que ele foi fazer uma visita no imóvel, eu estava com o cliente marcado e o cliente desmarcou. Eu falei: "Ah, tô indo para aí, vou pegar um Uber e tô indo para aí". E quando nós chegamos, visitamos, era o imóvel dos sonhos, né? Era um imóvel lindo no bairro que a gente queria. E a corretora falou: "Ó, mas já tem uma outra pessoa eh aguardando a documentação, a entrega da documentação. E eu falei: "Bem, esse imóvel vai ser nosso, porque acho que eu já tô com a permissão pouquinho melhor, eu vou conseguir." Eh, no dia seguinte, daí ela me ligou e disse: "Olha, não deu certo a documentação do casal anterior, então me manda documentação, nós vamos avaliar." E hoje nós estamos morando nesse imóvel também. Então, eh, para nós, se eu for contar tudo que aconteceu aqui, nós vamos até meia-noite. Mas assim, muita coisa legal. Unhas. Há 10 anos eu não fazia as unhas. Aí no dia, como eu disse, eu não tinha sonho, né? Aí eu comecei, poxa, eu passo tanto tempo cuidando das outras pessoas que eu não tô cuidando de mim. Então, na semana seguinte, eu decidi minha manicure, eu vou toda semana. Então são coisas assim, passei a ter aquele cuidado eh comigo, primeiro eu, depois eu vou cuidar dos outros e ser remunerada por isso. >> Meu nome é Vanilton Barbosa Lopes, tenho 58 anos, no plano perfeito do ano passado coloquei que pretendo viver até os 100 anos, então ainda tem muitos anos pela frente. Estou me preparando bastante para isso, fazendo efeito paralelo, cuidando da saúde e do relacionamento e principalmente da questão financeira. Eu fiz uma transição de carreira porque era advogado e empregado de uma grande corporação durante 25 anos e no início de 2023 eu me aposentei desse emprego para eh me tornar advogado com o meu nome, enfim, com a minha própria cara e é isso que eu estou fazendo no momento. Eu não tinha problemas financeiros como dívida ou coisa do tipo, porque eu já vinha me preparando pra transição de carreira desde 2018. Junho de 2018 já comecei essa preparação. Então vinha fazendo reserva financeira pelo fato de trabalhar muito tempo numa grande corporação, eu tinha um salário que me dava um um bom conforto. Então eu passei a organizar a minha vida financeira para esse momento. Então queria já estar pronto para isso. Mas o que me chamava atenção e o padrão que eu sempre eh apresentei em relação às finanças é não conseguir grandes conquistas financeiras. Eu tinha um teto e esse teto me incomodava bastante. Então eu comecei a trabalhar aos 12 anos de idade e ganhei salário mínimo até os 19 anos. Esse teto de salário mínimo me incomodou muito naquela época e esse padrão se repetiu ao longo da minha vida toda. Eu consegui eh conseguia bons contratos, conseguia êxito em uma série de de processos. Me tornei um advogado eh bastante experiente, mas a o resultado financeiro não acontecia. Ganhava processo na na jurídica, a gente fala muito isso, ganhar e não levar. Então eu ganhava muito processo, contratos de honorários e muitas vezes não recebia. Então e isso é um um padrão que me incomodou bastante e eu entrei entendendo que poderia quebrar esse teto financeiro. E foi exatamente o que aconteceu no ano passado, quando eu eu consegui fazer uma grande soma eh financeira. Tem origem de uma família pobre. E o medo da pobreza eh foi o primeiro protocolo que eu tive que rodar, porque isso era muito significativo na minha vida. O medo da pobreza e vários outros protocolos que eu rodei nesse sentido. E por isso é que as coisas agora estão acontecendo dessa forma bem acelerada, às vezes surpreendente. Tenho 58 anos, então eh faz muito tempo que eu venho tentando quebrar os padrões da minha vida e agora eu entendi como fazer. Eu tenho a ferramenta e o protocolo para fazer e por isso a aceleração e o medo da pobreza e demantei dinheiro por conta da criação que eu tive, né, não eh o ambiente que eu vivi. Então quando eu chegava para o meu pai e falava sobre dinheiro, a resposta era apenas uma e eu já sabia qual seria: "Não tenho dinheiro." Meu pai sempre disse: "Eu não tenho dinheiro". E a minha mãe quando ia tratar disso ou quando eu queria fazer alguma coisa diferente, ela dizia assim: "Isso não é para nós, isso é para os ricos". Primeiro protocolo que rodei foi o medo da pobreza, né? Porque eu tinha medo eh de conquistar o que eu iria perder e voltar a ser pobre. Então, o grande problema não era conquistar o dinheiro ou fazer coisas para que eu fizesse dinheiro, era recebê-lo e depois perdê-lo e me tornar pobre novamente. Então, quando eu percebi esse padrão, então eu rodei protocolo, fiz percepção protocolo da pobreza principalmente, mas eu rodei vários outros protocolos. Até eu coloquei aqui em cima da minha mesa, é justamente para não esquecer. Então, medo de de não conseguir, medo de não dar conta, medo de ser rejeitado e medo de ser ridicularizado. E aí mais recente, são recentes, medo da morte, >> medo da morte mesmo, >> tá? Então, eu planejei 10 anos viver 100 anos, mas medo da morte, eh medo da crítica e da rejeição, eh rodeio novamente, medo de ficar órfão e de ser abandonado, porque no início da minha vida a minha mãe, ela tinha muitos problemas de saúde e ela ia pro hospital, ficava internada e eu achava que ela não ia voltar. Então também eu tinha muito medo desse abandono, medo de, enfim, ficar sozinho, ficar ófono. Então eu rodei esses medos e tenho na minha lista de protocolos ainda medo da doença, tá? E medo da velice. Esses dois protocolos estão aqui na minha lista para eu rodar. Eu fiz o protocolo do medo da pobreza. Final de janeiro eu recebi o valor que eu vinha tentando receber desde 2020. Um valor que tinha conquistado, mas aparecia em traves assim absurdo para que o dinheiro pudesse entrar. E e logo em seguida eu fiz o plano perfeito e dentro do plano perfeito coloquei esse planejamento e efetivamente eu recebi o valor depois do plano perfeito. E lá dentro do plano perfeito eu já coloquei qual era a minha meta financeira, que surpreendentemente eu atingia exatamente em dois em dois valores que eu recebi exatamente o valor da meta. Exato. Sem mudar reais. E a sua esposa ou as pessoas que estão perto de você, eles perceberam alguma mudança ou eles só perceberam o resultado? >> Eh, perceberam o resultado e a a mudança também. Minha esposa, embora não esteja ainda no na aliança Divergente, ela usa a expressão: "Ainda não tem permissão". Ela tem a mesma receio que eu tive na no momento de entrar. Será que terei tempo para me dedicar a isso? Essa foi a principal dúvida. Eu não tinha problema financeiro para entrar. Mas a questão era, eu olhei e vi que tinha muita coisa, muito material. Falei, será que eu terei tempo para isso? Mas o tempo a gente faz e organiza à medida que vai, vão aparecendo as situações e vale muito a pena, né? Porque o resultado é excepcional. Então é um investimento extraordinário. Eh, a minha rotina agora ela é uma rotina super tranquila, tá? Minha vida ficou leve porque primeiro eu fiz transição de carreira. Eu atuei em vários processos que envolviam bilhões de reais. Era um grande banco no Brasil e eu eu me tornei pelo tempo trabalhando nesse banco, um advogado muito experiente, então as causas maiores eram sobre a minha responsabilidade. Então o volume de trabalho de responsabilidade era absurdo. Tanto que eu eh acabei também entrando numa um problema de depressão, de bornal, exatamente pela carga de trabalho. E depois da minha transição de carreira, eu trabalho em casa. Terno eu coloco apenas no dia que eu tenho que ir ao fora ao tribunal. Antes, todos os dias eu tinha que tá de gravata, palitóia e tudo mais. Eu trabalho de bermuda e camiseta em casa. Só quando vou atender cliente ou alguma coisa assim que eu me coloca, que eu falo a fantasia de advogado. Sou um advogado bastante reconhecido no meio que que eu vivo e a minha rotina agora ela é muito leve. O tempo sobra. Sobra. Isso não quer dizer que eu não tenha trabalho. Eu tenho bastante trabalho. Tenho processos importantes que vão me levar à minha meta financeira, mas eu tenho uma meta financeira bem elástica e tenho contratos para isso e tenho clientes que podem gerar isso. Então eu trabalho normalmente em casa, mas os o tempo todo com muita responsabilidade, com grandes coisas para fazer e desafios. E eu tô estou todos os dias me desenvolvendo. >> Você acredita que a aliança Divergente funciona para qualquer pessoa em qualquer momento ou você acha que tem um perfil que tende a funcionar mais, outros tendem a funcionar menos? Eu acredito que funcione para todas as pessoas. E eu posso dizer isso com bastante tranquilidade, porque eu já fiz vários eh cursos e outras coisas para desenvolvimento pessoal e principalmente também na minha vida religiosa, eu também fui liderança em muitas igrejas e tudo mais e fiz e fui protagonista de muitos cursos para fazer as pessoas alcançarem resultado, inclusive na área financeira. Eu era eh facilitador de um curso na área de finanças. Então eu acredito que a metodologia aplicada aqui com as ferramentas que se coloca à disposição, ela pode sim ser adequada para qualquer pessoa em qualquer nível financeiro, intelectual e tudo mais. Por isso que o a aliança divergente fez muito sentido para mim, porque o resultado