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Aula 01: A Grande Descoberta - O que REALMENTE te impede de ter sucesso - O Resgate dos Otimistas

Elton Euler3:47:30

Transcription

Tem que ser. Querido otimista, em algum momento da sua vida, você acreditou que faria algo maior? Algo melhor que faria diferença? Acreditou que a essa altura do campeonato a sua vida já estaria um pouco melhor, mas as coisas, infelizmente, não saíram como você planejou.

Você acreditou quando ninguém mais acreditava, mas hoje, por causa da sua falta de resultados, você já não tem tanta certeza quanto tinha antes. Mas eu preciso te dizer: calma. Calma, porque você ainda não chegou ao fim. Você ainda está no meio do caminho.

Eu sei que você procrastina e muitas vezes até se desanima, mas por algum motivo você ainda não desistiu de construir uma vida que, de fato, faça sentido para você. Você quer avançar, mas não consegue. Sabe que alguma coisa te trava, mas ainda não conseguiu descobrir o que é. Mas a verdade é que, por mais difícil que possa estar sendo a sua jornada, desistir não é uma opção para você, não para você.

A sua falta de resultados não pode acabar com sua capacidade de acreditar. É a sua capacidade de acreditar que vai acabar com a sua falta de resultados. Outras pessoas podem até desistir. Outras pessoas podem até aceitar a vida como ela está e aceitar que é só isso mesmo. Mas você não. Você escolheu acreditar em si mesmo, acreditar em uma vida melhor. E eu posso te garantir: foi uma escolha correta, mesmo que o resultado ainda não tenha aparecido. Que bom que você acreditou e que bom que você ainda não desistiu.

Diferente do que pensam os pessimistas e os realistas, existe, sim, uma fórmula para o sucesso, mas ela só funciona nas mãos de quem ainda acredita. É verdade que o mundo está cheio de otimistas sem resultados, cansados, abatidos, desacreditados. Mas quando esses otimistas se encontram, a dúvida dá espaço para a certeza. O medo dá lugar para a coragem e a vontade de fazer acontecer supera qualquer história de fracasso. Um otimista sem resultados é como uma brasa longe do braseiro. Ela até resiste, mas quando se une a outras, incendeia, aquece, clareia e ilumina.

Onde estão os otimistas que ainda não venceram, mas ainda não desistiram? Onde estão os otimistas que não desistiram da vida que um dia conseguiram sonhar, imaginar e desejar? Onde estão os otimistas sem resultados que só precisam descobrir? Por que não foram mais longe ainda? Porque chegou a hora. Chegou a hora de recompensar a sua coragem de continuar acreditando. Chegou a hora de honrar a sua vontade de dar certo e de provar, de uma vez por todas, que você nasceu para vencer. Você só precisa descobrir porque você não foi mais longe.

E é isso que nós vamos fazer no Resgate dos Otimistas. Um movimento ao vivo que nós criamos para resgatar pessoas como você, que não conseguiram ainda, mas também ainda não desistiram. E só precisam encontrar a resposta para uma única pergunta: "Por que você não foi mais longe?". Serão três noites intensas, objetivas e práticas para você entender e identificar os padrões que te impediram de ter os resultados que você estava buscando. Você vai conhecer a teoria da permissão e entender que você não foi mais longe do que você não pode. Mas a boa notícia é que você não pode ainda. Não se trata de um evento, se trata de um movimento, de um chamado para as pessoas que não conseguiram, mas que ainda não desistiram. Você é o otimista ou a otimista que nós estamos buscando para resgatar. Não perca o Resgate dos Otimistas. O maior movimento de respostas e soluções profissionais do Brasil. Experiência única que vai trazer a resposta que você está buscando para a sua falta de resultados.

>> E muito boa noite, senhoras e senhores. Tudo bem com vocês?

>> Coisa boa. Boa noite para você que tá em casa. Já vai colocando aí no chat de onde você é. Quem aqui está na plateia e não é de São José dos Campos?

>> Olha, vocês vieram de onde?

>> Minas, Guarulhos, Guarujá, Rio de Janeiro.

>> Tem alguém que veio de fora do Brasil? Piracicaba, não é?

>> De onde?

>> Portugal. Que legal.

>> Da Flórida. Muito bem. Sejam muito bem-vindos ao Resgate dos Otimistas. Última edição do ano. Edição no final do ano. Final do ano tem aquela atmosfera de mudança, né? Porque vem aquela esperança, mas também vem aquele confronto, né? E aí, que que você fez? Como é que vai ser quando tocar a musiquinha? Hoje a festa é sua ou hoje a festa é nossa? Vai ser uma concretização ou uma frustração? Coisa boa.

Muito bom ter vocês aqui. A ideia do Resgate dos Otimistas é trazer a explicação para a sua falta de resultados. Só que a gente vai além dessa explicação, porque tem gente que tá sendo resgatado literalmente do fundo do poço. Eu já fui esse cara do fundo do poço, aquela história, né? Quebrei 17 vezes, nome sujo, usando cartão da sogra, trocando cheque com a agiota. Muitas ideias na cabeça, muita vontade de fazer coisas grandiosas. Toda vez que vinha uma ideia nova, via uma lembrança do resultado da ideia velha. Só que tem muita gente aqui que não passou por isso, não teve aquela história lá do interior de Barbacena, aquele sofrimento. Essa do interior de Barbacena... só quem assistia a Escolinha do Professor Raimundo que pegou aí, né? Entreguei a idade.

Então, tem muita gente que não tá nesse perrengue todo, mas tem gente que a gente resgata do degrau anterior. Que que é o degrau anterior? É aquela pessoa que até progrediu, mas chegou um certo ponto, parou e a vida não ficou como ela gostaria que ficasse. E hoje nós estamos aqui para mostrar para você qual é a explicação lógica e técnica para sua falta de resultados. Ô Pablo, eu tô com ruído no meu ponto, tá? Uma explicação que você consiga entender o que aconteceu, por que não aconteceu, o que você tem que fazer e como você tem que fazer.

E assim como eu já fui um dia o cara do fundo do poço, hoje eu sou o cara do degrau de baixo. Que que é o cara do degrau de baixo? Quem já assistiu o Resgate dos Otimistas alguma vez? Aliados sempre assistem, né? Porque o Resgate dos Otimistas, no fim das contas, é uma experiência que a gente faz para os aliados e abre para quem não é aliado. Então sempre vem uma percepção nova, uma provocação nova, uma decisão nova para que, naquele ciclo, a gente dê um salto. A mesma coisa com um ponto cego, né? Putz, essa eu não tinha, não tinha entendido. Eu já fui esse cara do fundo do poço e hoje eu sou o cara do degrau de baixo. Eu preciso da aliança divergente, eu preciso dos aliados e eu preciso do Resgate dos Otimistas para começar a avançar numa velocidade cada vez maior, para conseguir alcançar uma nova versão de mim mesmo.

Quem já assistiu mais de um Resgate dos Otimistas? Olha que pergunta interessante. Vocês já viram duas versões iguais de mim entre uma edição e outra?

>> Não, porque o Resgate dos Otimistas é o lugar onde eu também venho me resgatar. Que que falta para eu ir mais longe? Por que que algumas pessoas estão conseguindo o que eu não estou conseguindo? Por que eu não estou conseguindo algumas coisas que eu queria? Ah, Elton, mas você é o Doutor Permissão, você pode tudo. Ã, eu estou trabalhando constantemente a minha permissão.

E esse vai ser um Resgate dos Otimistas completamente diferente de todos os outros, inclusive na estrutura. Então, você que já veio, que bom que você vai vir e ver algo completamente diferente. E você que está aqui pela primeira vez, parabéns que você chegou na melhor edição até agora. E vamos setar a expectativa de que a próxima seja melhor ainda.

E por que essa edição vai ser diferente? Porque eu estou com um desafio gigantesco. E esse desafio tem a ver especialmente com você que tá em casa. Na minha versão, eu estou fazendo um esforço gigantesco para ser um sujeito mais agradável, menos duro, menos ácido, menos agressivo. Então eu vim mudando uma série de coisas, o meu vocabulário, a minha postura, a minha roupa. Para quê? Para conseguir alcançar mais pessoas. Nem tô descalço.

E por que eu precisei fazer isso? E qual é o meu desafio de hoje? E eu preciso fazer isso de um jeito que não pareça arrogante. O meu maior desafio dessa fase da minha vida é não parecer arrogante. Não é nem não ser, é nem parecer. Então, se eu for, vocês aqui vão dizer: "Escorregou, hein?" E em casa também, porque não é uma sugestão ou uma crítica no vazio. De fato, eu estou dizendo: "Gente, eu quero parecer menos arrogante, eu quero ser mais paciente". Então, eu vou entregar muito para vocês. Ao longo desses três dias, eu quero alcançar esse objetivo e quero contar com o apoio de vocês que estão aqui e de vocês que estão em casa, combinado? Então pode colocar no chat: "Escorregou". Pode colocar que a equipe vai me avisar que eu escorreguei. Tem um ponto aqui que ainda tá chiando, mas eles vão ajustar e eles vão falar: "Ó, escorregou". E aí eu preciso tentar. Eu vou falar: "Ó, vai ser meu primeiro desafio aqui, tá? Eu vou falar qual é o resgate do Elton de hoje e se parecer arrogante vocês me avisam, ok?". Se bem que eu quero saber mais de quem tá em casa, porque vocês já são meio fãs, então não vale. Vocês são do time Elton, fora aqueles maridos que às vezes são arrastados para cá na marra. Tem alguns aí?

>> Esses não gostam muito, mas no terceiro dia vocês vão vão gostar de mim. Já tá gostando? Coisa boa.

Eu preciso convencer as pessoas, especialmente as que estão em casa, começando pelas que estão aqui hoje e depois para aquelas que estão lá na internet, que eu não sou mais um coach de internet. Eu preciso convencer as pessoas de que eu tenho uma construção técnica profunda, científica e ainda preciso convencer essas pessoas de que fui eu mesmo que criei isso. E eu sei que é difícil, porque quando a gente fala de ter uma vida melhor, negócio de desbloqueio, não sei quê, todo mundo já pensa no Pablo e Companhia Limitada, não é? Tem gente que já ouviu, gostou e resolveu. Essa pessoa possivelmente não está aqui. Tem gente que já ouviu, gostou, mas não resolveu. Essa pessoa possivelmente está aqui ou talvez nem tenha vindo porque achou que era a mesma coisa. E tem gente que viu, não gostou, mas quando me viu pensou: "Mais um guru de internet". Não tem um pouco disso? Então eu preciso, com a minha comunicação e com a minha construção, mostrar que somos diferentes. Então, você que tá em casa vai ser beneficiado com a melhor condução e a melhor construção do Resgate dos Otimistas, porque nós vamos trazer mais da estrutura técnica.

Elton, você não é um guru de internet? Não, pelo menos acho que não. Vou tentar te convencer disso nos próximos três dias, a cada 30 minutos, você vê se é a mesma coisa ou se é diferente. Elton, você vai vender alguma coisa no final dos três dias? Vou. Só que vai ser o seguinte: eu quero te dar a certeza de que nesses três dias eu te entreguei tudo que eu tinha que entregar, porque no final dos três dias eu não vou te vender informação. Eu vou te propor um ambiente de aplicação daquilo que você ouviu, se você achar que você precisa, porque tem gente que é autodidata, olha, vira e fala: "Entendi, deixa que eu me viro sozinho". Tem gente que é inconsistente, indisciplinado, desorganizado, tipo eu, que precisa de alguém no pé, precisa de orientação, precisa de um ambiente. Então, tá combinado que no final, lá no terceiro dia, no final vai ter uma oferta, tá tudo bem? Você pode, numa boa, virar e falar: "Cara, adorei o que você me entregou. Não preciso do que você está propondo, de verdade, tá tudo certo". OK? E você pode também chegar e falar: "Não preciso do que você está me propondo". Ou você pode até dizer: "Não gostei do que você ofereceu, mas eu vou entregar ao máximo tudo que você precisa para entender como a gente faz o que eu chamo de análise do inconsciente. O nosso foco não é só fazer você ganhar o dinheiro que você não ganhou, é fazer você entender os acontecimentos que impediram você de ganhar dinheiro. O nosso foco é fazer o indivíduo entender tudo aquilo que acontece na vida dele, especialmente aquilo de ruim. OK? Pareceu arrogante.

>> Ufa.

>> Mas o Elton dos antigos antigamente diria: "Me dê 15 minutos que eu vou te provar que eu não sou um desses caras que usam o nome de Deus para vender cursos, etc e tal". Mas ufa, ainda faz yes, yes. Mas olha, já, ó, já mudei para eu me sentir mais encorajado a continuar fazendo desse jeito respeitoso e agradável. Uma salva de palmas para mim, vai.

Porque o nosso grande objetivo é explicar porque você não foi mais longe. E eu sei que quando muitas vezes eu pareço ácido, agressivo, arrogante ou qualquer coisa do tipo, eu acabo afastando as pessoas que precisam de mim. Então vamos trabalhar no Resgate dos Otimistas para explicar porque você não foi mais longe. E, óbvio, o mais longe de um não se mede com o mais longe do outro. O mais longe em uma fase da sua vida não se mede em outra fase da sua vida. Então nós vamos trazer muitos exemplos e vários estudos de caso de pessoas em momentos de vida diferente. Então, talvez venha alguém aqui e conte como superou uma falência e você nunca faliu ou nunca nem empreendeu. Quer dizer que isso não se aplica para você? Não, porque a forma como ela identificou os padrões dela talvez seja a mesma forma que você deva aplicar na sua vida para identificar os seus padrões. Talvez o padrão que ela identificou seja o mesmo que você tem, só que no caso dela fez ela quebrar, no seu caso, tá te impedindo de empreender.

Então, nesses três dias nós teremos lives um pouco mais longas. Então já se prepara aí na sua casa, põe o menino para dormir, desliga o celular, se concentra em você, porque eu vou entregar toda a informação que você precisa para entender o que é a Teoria da Permissão, como isso se aplica na sua vida e porque isso está mudando a vida de tanta gente. Combinado? Serão três dias com lives um pouco mais longas. Não reclame se for cansativo. Acredite, é mais cansativo para mim do que para você que está sentado ou tá na sua casa. E é mais importante para você do que para mim hoje, certo? E, por incrível que pareça, três dias talvez não sejam suficientes. Então, o que que nós vamos fazer? Nós vamos mandar estudos de caso para você no seu e-mail. Esses estudos de caso serão histórias contadas e comentadas. Então, vai ter uma história e ali a gente vai dizer: "Ó, aqui é o padrão que você aprendeu na aula um. Olha, aqui é a conexão que você vai aprender a fazer na aula dois. É assim que quebra o teto financeiro que você vai aprender na aula três". Então, na medida em que você for lendo aqueles estudos de caso, for estudando aqueles estudos de caso: "Opa, essa pessoa tem o mesmo padrão que eu. Como que ela identificou esse padrão? Como que surgiu esse padrão? Como que ela quebrou esse padrão? Por que que conversar com a mãe dela fez tal coisa acontecer? Por que que conversar com o ex dela destravou a causa dela na justiça? O que que tem a ver uma coisa com a outra?". Então, os estudos de caso vão complementar aquilo que eu estiver trazendo aqui, tá? O primeiro dia ele é muito mais intenso no sentido de informação, informação, informação. Então, vou te mostrar um monte de coisa que você não sabe. Amanhã a gente começa a conectar os pontos e depois a gente fecha o seu diagnóstico. Perfeito?

Então, pra gente começar a live de hoje, nós temos muita gente em casa e eu quero que cada um tenha uma experiência produtiva e proveitosa. Então, eu vou chamar aqui no palco ele que vai ser o meu braço direito, o meu assistente, o meu parceiro de jornada, como tem sido nesses 3 anos de Aliança Divergente, junto com esses mais de 160.000 aliados esparramados pelo Brasil e pelo mundo. Então, senhoras e senhores, recebam com salva de palmas Ramon Galimbert. Bora, senhoras e senhores. E aí, bom demais?

>> Tá animado?

>> Animado, viu? Eu tava ali com a equipe quando você comunicou o padrão que você está quebrando e do mesmo jeito que eles se empolgaram, a equipe também se empolgou.

>> É, né?

>> E conte comigo, viu?

>> Mas eu disse que seria mais doce com as pessoas lá fora, viu, equipe? Vamos por etapas. E é muito bom chegar aqui depois de tantas edições do Resgate, dizer: "Você não é mais o mesmo, viu?"

>> Que bom. Fico feliz por isso e conto com o seu apoio para não continuar sendo o mesmo.

E só para trazer um reforço ainda maior, não é demérito, eh, nem qualquer tipo de preconceito com coaches ou coisas do tipo. É que qualquer um hoje abre um perfil e fala que a vida muda e etc e tal, e às vezes lê uma técnica de alguém com um versículo de alguém e, no fim das contas, talvez nem ele tenha mudado a própria vida. Então, a nossa ideia é que você entenda a construção que nós estamos fazendo e que você aplique na sua vida. Não vai ter motivação barata e nem respostas vazias. Eu prefiro que vocês me confrontem: "Será que é isso? De onde você tirou isso? Como isso funciona com isso?" do que vocês aceitarem respostas vagas, vazias ou evasivas.

Quando eu digo para não usar o nome de Deus para resolver esse tipo de problema, é porque ele não é espiritual. Se você acredita que seu problema é espiritual, ore, reze, vá a uma igreja, a um terreiro, a um lugar, mas separe as duas coisas, porque o que nós vamos fazer aqui é trazer as explicações que você precisa para você mudar a sua vida. E muitas vezes a gente se perde na solução das nossas vidas, porque vem alguém e diz que a culpa não é sua e a solução também não vai vir de você. E o que nós vamos propor aqui é a explicação para qualquer tipo de acontecimento na sua vida. Qualquer tipo, porque nós viemos aqui explicar a sua falta de resultados. Se você observar o lugar que você não chegou, esse lugar foi interrompido. Esse lugar foi prejudicado por uma sequência de acontecimentos ruins. Se você não conquistou o seu primeiro milhão ou seu segundo ou seu milhão de novo, você que talvez tenha conquistado e perdido, é porque várias coisas aconteceram ao longo do caminho, não foi? Talvez você pense: "Não, eu não cheguei onde eu queria porque as coisas aconteceram. Eu cheguei onde eu...". Pede para eles resolverem isso aqui para mim, por favor. Tá terrível. "Eu não cheguei onde eu queria porque as coisas não aconteceram. Eu não fui promovida, eu não fui chamada no concurso, eu não consegui fechar aquele contrato." Mas essa aí, por que essas coisas não aconteceram? Foi porque várias outras coisas aconteceram. E essas coisas têm explicação. E nós não vamos mentir para vocês. Nós vamos explicar todas as coisas. Isso sim, talvez pareça arrogância e prepotência. Então, a minha sugestão é que você teste, Elton. Eu não acho que isso se aplique a tudo. Então, você escolha uma ou duas coisas e aí você testa isso na sua vida. Só não fique achando ruim quando nós mostrarmos que algo foi explicado na vida de alguém que você não concorda. Por exemplo, aborto tem explicação? Tem. Alguém pode chegar aqui e falar que foi a vontade de Deus, etc e tal. Isso pode até dar um quentinho no coração, mas o seu inconsciente ainda continua buscando aquela informação. Acidente tem explicação? Tem. Doença tem explicação? Tem. Ah, Elton, mas eu não acredito que isso tem explicação. Então, o que você acredita que tem explicação que você não entendeu ainda? Comece por aí. Não, Elton. É porque aquilo que eu aprendi ou a minha fé ou etc e tal, me faz acreditar que isso não tem explicação. Eu sinto muito, mas eu não sou responsável pelo que te ensinaram antes de você chegar aqui, entende? Então, eu vou confrontar essas coisas. Prometo fazer, ou pelo menos tentar fazer, da forma mais respeitosa, amorosa e cuidadosa possível. E se eu escorregar, o que que vocês vão dizer?

>> Escorregou, pegou pesado, não precisava.

Porque somos todos otimistas aqui. Quem são os otimistas? Aqueles que ainda acreditam que o que está por vir pode ser melhor do que já foi. Basicamente, esse é o otimista. Quer dizer que ele vai conseguir? Não quer dizer, mas quer dizer que ele não desistiu de tentar. Então, para você que tá aqui, eu não sei como tá a sua vida, você que sabe. É você que sabe porque você veio para cá. Eu quero uma salva de palmas especialmente para quem tá em casa, porque talvez esteja difícil ou talvez a pessoa já tenha tentado de tudo. Eu não sei, mas o fato é: ela tinha tudo para reclamar, justificar e não vir, mas ela veio. Talvez ela tenha vindo, talvez você em casa tenha vindo, mesmo não gostando de mim, mesmo não acreditando, mesmo assim você colocou a sua vida em primeiro lugar e disse: "Deixa eu ver se alguma coisa que esse maluco tem a dizer pode ser útil para mim". Perfeito.

Então, vamos lá, porque nós temos três tipos de otimistas, basicamente: o otimista carente, o inseguro e o guerreiro. Todos eles acreditam que a vida pode ser melhor, mas nenhum deles conseguiu chegar aonde gostaria por motivos diferentes. E tudo que nós vamos trazer agora são explicações e estruturas para explicar por que essa carência gigantesca. Por que você abre mão do que pode vir pelo medo das pessoas não ficarem bem? Por que você abre mão de ir para um lugar melhor? Porque talvez alguém não vá com você. Por que você abre mão de ir para um lugar melhor para voltar e resolver os problemas dos outros? Porque aquelas coisas que não aconteceram deixaram de acontecer por causa dessas coisas que aconteceram, que estão atrás da carência, da insegurança e dessa mania de guerra, mania de achar que você precisa resolver absolutamente tudo. E quem somos nós para fazer tudo isso? Nós somos a Aliança Divergente, uma comunidade de desenvolvimento pessoal que aplica a Teoria da Permissão e as ferramentas que nós desenvolvemos. E nisso nós estamos avançando dia após dia. Tem gente aqui saindo das dívidas, tem gente aqui saindo dos remédios, tem gente aqui saindo de emprego ruim, tem gente aqui resolvendo coisas que não conseguiu resolver em outro lugar porque entendeu o que eu chamo de a lógica da vida, entendeu a conexão entre acontecimento e relacionamento. Aprendeu a identificar os padrões por trás daqueles acontecimentos ruins.

Então, muito do que você vai ver aqui vai ser novo para você e muito do que você vai ver aqui está relacionado a outras pessoas. Então, eu tenho um pedido para você. Nós temos três dias. Não saia discutindo com as pessoas, discutindo com o que você vai ouvir aqui. Talvez você perceba o quanto algumas relações estão interferindo na sua vida. Só anote, tem um encaminhamento específico para cada coisa. Então, vamos com calma, vamos anotar e depois aplicar. Perfeito.

Eu preciso estabelecer um alvo aqui. E o meu alvo macro é fazer você identificar e romper o seu teto financeiro. Nós vamos falar de várias ferramentas, nós vamos falar de vários conceitos, mas o nosso objetivo maior é fazer você romper o seu teto financeiro. Porque se você mirar no seu teto financeiro, assim, a gente vai identificar tudo que te impede de crescer, de romper esse teto, ainda que seja doença, ainda que seja dívida, ainda que seja relacionamento, ainda que seja acidente. O que acontece quando você está prestes a romper? O que acontece quando você está prestes a dar um passo? Qual área da sua vida que é impactada? Porque aqui tá tudo ligado: saúde, dinheiro e relacionamento. Não dá para você chegar aqui e pedir só dinheiro.

Porque certa vez eu encontrei um rapaz na vida que ele morava em cima da casa dos pais dele, tinha um diploma de engenheiro da faculdade federal. Acho que eu já ouvi falar desse cara, viu? Eu vi ele na internet. Tinha um diploma de mestrado em engenharia mecânica e precisava do ticket de alimentação do pai dele para completar o mês. Quando eu perguntei para ele qual era o problema dele, que que ele falou? Ramon, você que viu a história desse rapaz.

>> É dinheiro.

>> É dinheiro.

>> Ou melhor, a falta dele.

>> Eu falei: "Você jura que só te falta dinheiro?" Ele: "Rapaz, se me der dinheiro, meu problema acaba".

Então, muitas vezes você tá achando que o seu problema é financeiro, só que às vezes o seu problema não é financeiro, às vezes ele apenas está se manifestando na sua vida financeira. Então, nós vamos olhar para essas três áreas da sua vida. Inclusive, vai ter gente que vai chegar aqui e vai dizer que salvou um casamento, o outro vai dizer que saiu da dívida, o outro vai dizer que parou de tomar remédio. O que está te impedindo de ir mais longe? E o que acontece quando você está prestes a dar um salto? Ou o que acontece quando você tenta avançar? Comece a puxar aí e anote, gente, anote tudo que você quiser. Por quê? Somos todos otimistas aqui. Estamos nos resgatando, trazendo luz para a nossa consciência, conduzindo a nossa vida e as nossas relações de um jeito diferente.

E por que que a gente faz o Resgate dos Otimistas? Porque eu já fui esse cara. Esse cara que estaria sentado aí com um monte de pulga na cabeça, na orelha, na vida inteira com questionamentos. O que que falta para mim? Eu sempre fui sonhador. Eu criava startups, eu criava projetos diferentes. Essa foi a minha última empreitada que deu errado. Foi uma startup de programa de fidelidade. E eu pensei que dessa vez eu fosse virar o Steve Jobs do Brasil. Para minha sogra, eu era o Zuckerberg. Porque a FAPDF, o governo do Distrito Federal, investiu R$ 200.000 em mim. Então, na minha cabeça, gente, chegou minha vez. Até o governo tá me dando dinheiro. A gente tem aquela ideia que o governo só rouba e etc e tal. Não que não seja, não tô aqui para dizer nem que sim, nem que não, mas era a ideia que inclusive eu tinha e de repente o governo deposita R$ 200.000 na minha conta. Hum. Pensa que que eu pensei em fazer com esse dinheiro na época. O governo depositou R$ 200.000 na minha conta. Você sabe qual é a melhor parte? A fundo perdido. Sabe o que significa isso? Não precisa devolver. Era só prestar conta. Olha, você pode gastar o dinheiro dessa forma, vai lá, gaste e mostre que você gastou dessa forma. Eu pensei: "Ixe, agora o universo se alinhou, Deus lembrou de mim, o diabo se afastou, agora tô com tudo". Mas esse projeto também não deu certo.

E o mais interessante é que existe esse Elton aí que tentava e não dava certo, que iria entender. E existe um Elton recente, há mais ou menos 3 anos e meio, 4 anos praticamente, eu tive um grande problema societário. Depois desse negócio, que foi o 17º que deu errado, eu montei uma escola de comunicação, que deu certo. Ali eu consegui pagar minhas contas, depois eu criei uma escola de análise corporal. Essa escola explodiu, se tornou a maior escola de análise corporal do Brasil e do mundo. Nós ganhamos um bom dinheiro e, no ápice dela, eu tive um problema filosófico/societário com a pessoa que trabalhava comigo e decidi dar o pé. Mas dar o pé tipo o governo fez comigo lá, fundo perdido, vai. Decidi deixar tudo para trás. E hoje, 4 anos depois, eu tenho mais de um negócio. O meu principal negócio é mais de seis vezes maior do que o melhor momento dessa escola. Só que naquele momento era o meu ápice. Quando eu saí dali, eu pensei: "Será que eu vou fazer de novo?". Qual era a diferença daquele Elton que deixou aquele negócio para esse Elton que quebrou mais uma vez? Qual era a diferença? Não era só a confiança, obviamente era a permissão, só que principalmente eu sabia interpretar as coisas que aconteciam comigo. A pessoa com quem eu tive problema e aqui não tomem partido, especialmente pessoas que vocês não conhecem, ok? A pessoa com quem eu tive esse problema moveu 11 processos contra mim e meus sócios. Dos 11, ela não ganhou nenhum. 10 já foram arquivados e um tá em processo de finalização. Por eu sei ver o que está acontecendo comigo, por que está acontecendo, o que significa e o que eu tenho que fazer.

Você chegou aqui hoje. Essa semana aconteceu alguma coisa que te aproximou ou te afastou do seu objetivo. Semana passada também. E semana retrasada também. E o mês passado também. E o mês retrasado também. A diferença é que você não entendeu absolutamente nada. Aí alguém chega e fala que é o karma, que é o azar, que é o Saturno que tá não sei onde, que é o anjo da guarda, que é crença limitante, que é... Aqui vocês me ajudam para eu não escorregar, tá bom? Porque aqui é hora. Nasce um negócio dentro de mim aqui que me irrita porque >> falta de fé. Falta de fé. Porque pior do que uma pessoa sem a resposta é a pessoa com a resposta errada. Pior do que a pessoa sem a resposta é a pessoa com a resposta errada. E hoje em dia todo bobo fala de... Hoje em dia é comum as pessoas falarem, gente, é diferente, né? Obrigado. Não sei você, mas eu vou sair daqui muito melhor, acredite. Serão três dias maravilhosos para mim. E o povo tá muito atento, né? Porque o bobo eu nem senti, sinceramente. Para mim passou muito bem.

>> Não, mas é que o bobo aqui era o gatilho. Eu ia escalar e ia piorar.

É porque hoje é fácil as pessoas falarem de sabotador. Ah, eu me saboto. Isso quer dizer o quê? Ah, são crenças limitantes. Outro dia eu vi um cara falando de crença limitante junto com a Bíblia. Se você tem uma fé, você já tem uma crença que te limita, seja lá qual for a sua fé. Por exemplo, crente pode fazer determinada coisa? Não. Católico pode fazer determinada coisa? Não. Espírita pode fazer determinada coisa? Não. Budista pode fazer? Por quê? Porque existe uma crença e essa crença nos limita em uma direção segura. Se limita aqui, já diz limita. Ah, eu fiquei me questionando como que uma pessoa pode falar de crença limitante e de fé ao mesmo tempo? Porque Jesus falava de crença limitante quando ele falava: "Não é para matar". Ele te disse: "Matar tá errado". Então ele te limitou em matar. Ah, mas limitou para fazer bem. Tudo bem, mas limitou do mesmo jeito. Então, as pessoas elas vivem com respostas vagas, vazias e evasivas. Crença limitante, qual? Boa ou ruim, instalada quando? Tira como? Aí as pessoas vêm e falam de sabotador, de crença limitante, de uma série de coisas que, no fim das contas, não responde, não resolve, mas faz você ficar achando que sabe o que que é. Tem um monte de gente que tem vários diagnósticos para um problema que ela mantém. Desculpa, você pegou aquele diagnóstico para cultivar o seu problema para resolvê-lo? E eu não quero que você aprenda tudo isso para cultivar o seu problema e ficar dizendo: "Ai, eu não dei certo porque é falta de permissão". Tá, mas falta de permissão, por quê? Qual foi o padrão que se instalou? Como você identificou esse padrão? Qual é a relação? Qual é o comportamento? Qual é o acontecimento? Vamos fechar a conta de forma lógica. Tão me acompanhando? Porque quando a gente fica com essa história de achar que sabe a resposta e ficar repetindo frases que a gente viu na internet ou que a gente ouviu de alguém, é a sua vida que fica parada, pô. É o seu sonho que é adiado. É o seu negócio que deixa de crescer.

Eu sempre gosto de comparar a vida de qualquer pessoa com o bujão de gás, porque nos últimos anos o bujão de gás triplicou. E a sua renda e o seu patrimônio. Quantos empresários vivem como se fossem escravos e funcionários do seu próprio negócio? Ele tem um emprego na empresa dele. Quantas pessoas fizeram um concurso público e hoje não conseguem sair de lá porque só sobra medo e consignado para pagar. Então, eu não sei qual que é o seu teto financeiro, mas é nele que nós vamos mirar. Como que você vai saber que o que eu tô te ensinando tá funcionando? Quando você identificar o teto, quando você identificar o que cria esse teto, o que insiste nesse teto, identificar e quebrar. Então, o nosso alvo vai ser o quê? Teto financeiro. Qual teto financeiro? O meu. Pode falar assim: "O meu, você identifica o seu, você identifica o seu, você identifica o seu". E eu identifico o meu. Elton, você tem o teto? O teto de cada dia nos dai hoje. Identifiquemos e quebremos. Cada época você tem um teto. E aqui a gente tem uma métrica. A gente faz tudo que faz por dinheiro. Não, mas essa vai ser a nossa métrica. OK? Então, vamos mirar no teto financeiro, buscando respostas claras, objetivas e aplicáveis. Além de aplicáveis, replicáveis. O que que é o aplicável? Você pegar o que eu tô falando e aplicar na sua vida. Por isso que hoje eu vou trazer a fundamentação. Amanhã a gente vem com diagnóstico, no terceiro dia a gente fecha com a aplicação. Combinado?

Qual é a diferença do aplicável pro replicável? O aplicável é você pegar o que eu tô falando e aplicar na sua vida. E o replicável é você aplicar em uma área, dá certo, aí você vai aplica na outra, aplica na outra. Você pegar em um momento da sua vida, identificar o que a gente chama de pré-queda. Você vai aprender como isso funciona. Você aplica em uma situação, aí depois você vai aplica em outra situação. Nossa, eu tive um acontecimento ruim. Tem uma explicação? Tem. Qual foi o acontecimento? Meu sócio me deixou da noite pro dia. Isso te impactou? Impactou. Vamos entender. Como que eu faço para entender isso, Elton? Igual você entender o dia que o Banco Master deu problema e você perdeu dinheiro. É pré-queda. É. Ai, mas teve uma chuva e uma enchente me impactou muito. Te impactou? É pré-queda. Ah, Elton, mas eu não acredito que isso seja pré-queda. Então, aplique em outra vida, em outra área, aliás, porque eu não vou ficar discutindo com você. Você não acredita que isso seja pré-queda. Então, o que te impactou? O que você quer acreditar? Tem gente que vira e fala: "Mas eu não acredito que queda de avião dê para explicar". Se você tá aqui, possivelmente você nunca caiu. Então, não tente entender isso. Tente entender uma coisa que você acredita e precisa resolver, porque senão a gente vai ficar numa discussão sem fim. Eu só quero que você aplique naquilo que está te incomodando. Combinado?

Até aqui acho que eu tô passando, né? O fato do seu Pergunta boa aqui. O fato do seu fone ter dado problema no dia que você disse que estava quebrando um padrão para não ser arrogante, tem alguma coisa a ver? Tem, porque vocês vão perceber que a pré-queda, que é um acontecimento que antecede uma possível queda, tem quatro gatilhos: vontade, dúvida, decisão ou desistência. Quando eu decido ser mais amoroso, a equipe coloca um fone chiando no meu ouvido. Como que eu falaria antigamente? Hum.

>> Antigamente eu não seria nada, não seria tipo peça por gentileza para... No mínimo eu diria: "Testa no seu ouvido antes de colocar no meu". Pô, >> antigamente a equipe subiria, tiraria as canecas do palco até resolver. É, então a gente tá tá indo bem. E aí eles fazendo >> não, hoje eu tô soft. Por quê? Gente, chega uma hora que você mexe naquilo que em outra época não dava para mexer. Tem gente que precisa mexer na carreira imediatamente. Tem gente que precisa mexer no relacionamento urgentemente, senão não vai ter carreira nenhuma. Tem gente que precisa resolver a saúde para parar de ficar doente quando alguém prospera ou para parar de ficar doente para não prosperar. Vocês vão entender todas essas conexões.

Então, chegou uma época da minha vida que eu disse: "Poxa, pera aí, eu já consegui a atenção que eu precisava. Eu já consegui chegar onde eu cheguei do jeito que eu dava conta, porque eu queria lá atrás ser maduro e resolvido do jeito que eu sou hoje". Mas não dava conta. É um avanço e uma melhoria contínua. Diversão. Deixa eu te dar uma dica. Quando você olha para você de três anos atrás, você sente vergonha? Se você não sente vergonha, é porque você ainda é o mesmo de três anos atrás. É sério. Porque quando você cresce, você olha para trás e fala: "Eu falava isso, eu fazia isso, eu aceitava isso". Aí você sente vergonha, mas ao mesmo tempo você sente orgulho. Por quê? Você olha e diz: "Caramba, eu dei meu máximo. Eu dei meu máximo". Então, chega uma hora que você consegue resolver coisas que antes não dava para resolver. Então, vamos resolver hoje o que precisa ser resolvido hoje. Aí daqui dois anos você olha para trás e diz: "Nossa, cheguei em casa outro dia, minha esposa com vídeo: 'Amor, você era magro, hein?'". Eu disse: "Era, amor". Ela: "Não, amor, você era muito magro". Eu disse: "Você tá querendo dizer que você não sabe como que você casou comigo? Só pode dizer". Ela falou: "Amor, você parecia um maconheirinho. Desculpa, páso". E eu tinha um lance, eu não gostava de usar camiseta muito folgada porque o meu braço era muito fino, ficava parecendo um cabide. Na faculdade meu apelido era cabide. E aí eu usava uma camisa menorzinha, ficava parecendo uma pipa, tudo era ruim. Nem sei porque que eu lembrei disso, mas é porque você tem que pegar o que você tem hoje e fazer o que de melhor dá para fazer.

Aí, eu não sei como é que tá a sua vida financeira, seu negócio, relacionamento. O que eu posso te dizer é: com certeza você tem muitas coisas das quais você se envergonha, mas eu posso te dizer, você é tudo que você tem para fazer o que você quer fazer. Eu ando com essa medalhinha no bolso nos meus principais eventos. Essa aqui, ó. Porque eu tenho sonho de trazer o Nobel para o Brasil com base nas construções que eu estou fazendo, que eu vou mostrar para vocês. É óbvio que é difícil acreditar nisso e eu sei que para as pessoas é difícil acreditar. Quando sai corte meu na internet, eu sempre vou nos comentários. Corte de eu falando no aí sempre tem alguém lá dizendo: "Quem ele é mesmo esse aí? Ixe".

>> Mas você é tudo que você tem para fazer o que você tem que fazer hoje para chegar onde você quer chegar. E eu espero conseguir te despertar para sonhar em algo para você tão distante quanto é isso aqui para mim hoje. E espero conseguir te inspirar e te apoiar a chegar até lá com o que eu vou te ensinar hoje. Perfeito.

Porque eu não nasci com esse sonho. Ele é recente. Eu venho de baixo. Esse é o Welton lá de trás. Um garoto que empreendeu com tudo, tudo que você imaginar: lava-jato, fotografia, música, imóvel, combustível, música, tornozeleira eletrônica, tudo. Quando eu vi o Bolsonaro sendo preso porque futucou a torneleira, falei:

"Ô, irmão, a minha ia identificar na quando você esquentou a primeira vez o ferro já ia falar: "Ó, excesso de temperatura até a tornos eletrônica eu fiz, mas nada dava certo." E felizmente eu encontrei para mim a resposta que hoje eu trago para outras pessoas. Isso me rendeu um título de Dr. Honoris Causa. Me me rendeu uma cadeira na Academia Brasileira de Ciências, Artes, Literatura e História, mesmo sem ter estudado para isso.

Mas eu percebi que eu desenvolvi uma habilidade muito grande de entender, criar e ajustar sistemas. Qualquer coisa que você me explicar, ela se transforma em um sistema na minha mente. E há mais ou menos uns 8 anos, eu comecei a estudar o ser humano. E você sabe que eu comecei a estudar o ser humano? Porque eu escrevia para as pessoas que faziam isso. E quando eu ia escrever para elas, eu descobria que elas não sabiam ou o que ela sabia estava errado. E eu questionava aquilo e decidi eu mesmo ir atrás dessas investigações.

Então, existe um lado bom em tudo que você vai ouvir e existe um lado ruim em tudo que você vai ouvir. Especialmente você que estudou muito, talvez tenha uma certa resistência. Por qual é o lado bom e qual é o lado ruim do que você vai ouvir aqui? Eu que inventei. Esse é o lado ruim. Porque hoje você olha o que o Freud fez e não pergunta quem ele pensa que é, porque você já sabe quem ele se tornou. Mas lá atrás os próprios colegas deles dele perguntavam: "Mas de onde você tirou isso? De onde ele tirou aquilo?" de um lugar parecido de onde eu tirei isso que eu vou te mostrar hoje, tá?

Então vamos que vamos. Papel e caneta. Se você está com apostila, use as páginas que nós vamos usar. Mas como eu decidi hoje fazer um resgate diferente, entregar mais do que geralmente eu entrego, tem muita coisa que eu vou falar que não tá na apostila, então pega a página em branco e anota tudo que você precisar, porque nós vamos focar no seu teto financeiro. E o seu teto financeiro é o que te incomoda, não é o que me incomoda, não é o que incomoda o colega do lado. Você vai ver pessoas aqui que o teto financeiro é R$ 2.000. E você vai ver pessoas aqui que o teto financeiro é R$ 2 milhões. Aquele cara que vira e fala: "Elton, quando chega 2 milhões dá alguma coisa errada". É você com o seu teto, porque é aquilo que te incomoda, como era o que me incomodava.

Por exemplo, essa casa aqui é em Brasília. Tem alguém de Brasília aí? Coloca no chat. Eu tenho alguém aqui de Brasília. Essa casa fica na KNL6, conjunto F, casa 10, Taguatinga, Norte. Eu odiava morar nessa casa. É uma casa digna? É. Tem gente que sonha com essa casa? Tem. Tem gente que o próximo passo é ir para essa casa? Tem. Mas eu odiava morar nessa casa, porque são três casas no lote. Eu tinha que ouvir o funk de um vizinho, a briga do de outro vizinho e a fofoca do outro vizinho. E eu me perguntava como eu vou sair daqui e eu não conseguia. Até que um dia minha esposa foi pedir pro vizinho de baixo abaixar o som. Ele falou que não devia para ela. Eu fui lá falar o que ele precisava ouvir. Aí eu me lembrei que eu era magro e chamamos a polícia. Quando a polícia chegou, o policial perguntou: "Por que você não sai daí?" Aí eu expliquei, não. Quando eu subi, minha esposa perguntou: "E aí, meu amor, o que o policial falou? Falou pra gente sair daqui? Quem é pai aqui? Quem tem mulher? Quem tem filho? Vocês sabem do que eu tô falando, né?" da esposa perguntar um negócio e falar: "É, e eu era esse cara, eu era o maior sabotador, não é inconsciente, era consciente de todos os sonhos da minha esposa. A gente passava em frente uma escola e ela falava: "Ai, amor, meu sonho é colocar as crianças aqui". Na minha cabeça era: "Vai passar esse sonho, fica tranquilo". Ela saía para pedir bolsa nas escolas porque não sei aqui ou onde você mora, mas Brasília é assim, dali agosto, setembro começa a busca por bolsas nas escolas. E ela chegava toda empolgada, amor, consegui uma bolsa de 40% numa kenze, no laçali, não sei onde eu. E os outros 60.

Então eu odiava, não porque era a minha realidade, mas é porque na minha cabeça ia continuar sendo. Como que eu ia sair dali? Porque se você tem um problema e sabe como sair daquele problema, você sabe que aquilo é temporário, pô. Você sabe que aquilo é temporário. Se você sabe que aquilo é temporário, passar por aquilo não é um problema. O maior problema que você tá enfrentando hoje te machuca porque você não sabe como sair daí. Você não sabe quando você vai sair daí. E eu não queria morar nessa casa porque quando eu desenhava no papel igual criança, né? Desenho uma casa, ela não tinha portão e tinha um monte de carro na garagem. É assim que é a minha vida hoje. Só que inclusive eu estou virando uma página desse Elton que aparece na internet, porque eu não quero que as pessoas me sigam pela vida que eu tenho, pelas conquistas que eu tive. Eu quero que as pessoas me sigam pela teoria que eu criei e pelo meu grande propósito. E o meu propósito é esse aqui, porque atrás dos seus sonhos, atrás dos seus problemas, atrás das suas dificuldades, atrás das suas limitações, tem uma família pagando um preço ou no mínimo pagando o preço de não existir. É o filho que você teve medo de ter, é a mulher que você não tem coragem de assumir, é o marido que você não tem coragem de assumir. E pior, muitas vezes não assume e o medo é tão grande que o máximo que você dá conta de fazer é dizer: "Vamos só morar junto, não vamos casar não. Aí tem 5 anos já essa palhaçada".

Então tudo que eu vou trazer aqui é para que você entenda o que que tá te impedindo de ter e de dar uma vida boa pra sua família. Porque há 10 anos atrás eu morava naquela casinha lá de Itaguatinga, pô. 10 anos atrás. Hoje o que eu ganhava por ano morando naquela casa não paga um mês de vida. Vixe, não paga 10% do meu mês de vida. Hoje o meu mês de vida custa 100 vezes o que eu ganhava em Taguatinga. Será que daqui 10 anos você vai estar ganhando 100 vezes? Se alguém me perguntasse isso há 10 anos atrás, falar: "Ô, moço, só três já tá bom. Tô tentando ganhar duas vezes, mas não tô conseguindo". Mas você não tá conseguindo com os padrões que você tem, com os padrões que você carrega, padrões que você não enxerga, padrões que você ignora e que nós vamos te mostrar como identificar esses padrões.

E como é que vai funcionar a nossa jornada no dia um, por você não foi mais longe. Minha meta é fazer você dormir sabendo porque você não foi mais longe. Dia dois, o que fazer para identificar e controlar os padrões que estão te travando? O que tá aqui tá errado porque eu decidi mudar. Não é só os perfis, os padrões que estão te travando. Existem três tipos de padrões que estão te travando. Padrão de acontecimento, aquilo que vive se repetindo na sua vida, é carro que bate, cachorro que fica doente, gente que passa a perna em você, coisa que dá errado na reta final. O que é que se repete? Padrão de acontecimento, padrão de comportamento, padrão de relacionamento. Depois, como romper o seu teto financeiro. Aqui tá aumentar, mas nós vamos romper. Obviamente depois que você romper, você vai bater em outro teto, porque você vai entender os ciclos, ok? Não tem essa coisa de tirar o teto de uma vez por todas e para sempre. Você vai de degrau em degrau. Em uma época da minha vida, o meu teto financeiro foi R$ 5.000. Se eu ganhasse mais, eu ia perder 1000 em algum lugar. Se eu ganhasse 15, eu ia passar dois meses sem ganhar dinheiro. Era mais ou menos assim. Minha média era cinco. Depois eu tive um teto em 10. Eu tive um teto em 14. Eu tive um teto em 25. Eu tive um teto em 50. E assim foi indo. Você tem um teto financeiro. Eu vou te explicar direitinho o que é o teto financeiro.

Só que eu quero que além de você aproveitar os três dias, eu quero que você preste atenção nos estudos de casos que nós vamos mandar no seu e-mail. O e-mail que você usou para se cadastrar aqui no Resgate dos Otimistas é o e-mail que nós vamos usar para te mandar vários estudos de caso de homem, de mulher, de desempregado, de empresário, de artista, de famoso. Óbvio que eu não vou revelar o nome, mas você vai ter todo tipo de estudo de caso. Perfeito. Preste atenção em uma coisa. A gente escolhe os estudos de caso com base na turma que veio. Então, tem muita gente que não comenta nada, talvez por estar assistindo na TV e tá tudo bem. Só que se você não comentar, tem gente que precisa ajustar uma coisa ou outra na vida e tem gente que tá com a vida de cabeça para baixo. Geralmente os mais desesperados passam mais tempo no chat. Então, se você não comentar, eu só vou ver o desesperado. E aí eu vou separar isso tudo de caso que atenda os desesperados. Então, traga a sua dúvida, os seus comentários, até porque nós decidimos fazer um plantão tira dúvidas.

Como é que vai funcionar o plantão tira dúvidas? Hoje é segunda, segunda, terça e quarta nós teremos o dia dois e o dia três. E na quinta nós vamos fazer o plantão tira dúvidas. Você sempre vai anotar suas dúvidas com o tipo de dúvida. Alguém arruma para mim aqui, por gentileza. Três tipos de dúvidas. Primeira dúvida, não entendi o que você falou. Ah, Elton, esse negócio de pré-queda, eu não entendia a pré-queda, eu não entendi o padrão, eu não entendi esse negócio de protocolo, então você não entendeu algo. Primeira dúvida, eu não entendi isso. Perfeito. Segunda dúvida, eu não sei como que faz. Você entendeu? Tem a pré-queda. Isso revela utilidade inconsciente que vai fazer você bater no teto financeiro porque não tem permissão para ter, ser, fazer ou ir. Você já entendeu tudo isso, só que você não tá conseguindo fazer. É tipo aula de matemática, né, ou de física. Velocidade é igual espaço sobre tempo. Aí você fala: "Eu entendi, mas eu não sei como é que eu faço". Segundo tipo de dúvida. Tá claro? E o terceiro tipo de dúvida, eu não sei como eu vou fazer. Conseguiu entender a diferença? Não entendi. Não sei como fazer. Não sei o que eu vou fazer. A terceira é a mais importante. Porque de repente você fez uma conta e falou: "Ixe, minha sociedade acabou. Como é que eu faço para me desfazer desse sócio sem quebrar a sociedade?" Porque tem muita gente que só consegue sair de uma sociedade quando ela quebra. Não quero mais. Mas não consegue dizer pro outro que vai encerrar porque eles começaram juntos. Um tá bem, o outro tá mal. Se sente culpado por encerrar aquela sociedade. Que que ele faz? Inconscientemente? Bem, vamos fazer o seguinte. Vamos ter um mês ruim, depois um mês péssimo e depois entrar no vermelho. No vermelho a gente diz: "Ô irmão, acho que acabou. Vamos cada um pro seu lado". Essa pessoa, ela vai se deparar com o que ela tem que fazer e vai dar uma dúvida. É a dúvida da aplicação. Então, anote todas as suas dúvidas para a gente tirar esses três tipos de dúvidas no plantão, combinado?

Alinhamentos feitos. Agora a gente consegue correr, porque aqui você vai ver todo tipo de resultado. Alguns resultados vão parecer milagre. A pessoa chega e fala: "Eu ganhava R$ 5.000, agora estou ganhando R$ 150.000". Parece milagre. Parece. Você duvida? Eu duvido. Eu duvido. Então, quando a pessoa chega, eu falo: "Opa, qual foi o padrão que você identificou? Qual era o acontecimento? Qual era o comportamento? Qual era o relacionamento? Qual era a utilidade inconsciente? Como você identificou esse padrão? Como você quebrou esse padrão? Como você sabe que você quebrou esse padrão?" Até para eu ter certeza e para a pessoa ter certeza que ela tá usando o método do jeito certo. Concorda? Porque a diferença entre um milagre e um resultado é o processo. No milagre a pessoa não fez nada. Ela chegou e falou assim: "Eu quero ser milionário". E alguém falou: "Será tá cedido virou, tá rico." Esse é o milagre. Você pergunta pra pessoa: "Como que você ficou rica?" Ela fala: "Então, eu conheci um rapaz barbudo, não sou eu nesse caso. Ele tem mais barba. Ele disse que eu seria milionário e pronto, fui." Esse é o milagre. O resultado é, eu descobri que eu não tinha permissão para ganhar dinheiro por causa da utilidade inconsciente que eu dava para a doença da minha mãe. Aí eu identifiquei o meu padrão controlador narcisista que usava a doença dela para mostrar que eu era o melhorzão. E aí eu entendi bá bá. Tem um processo. Tão me acompanhando? Então eu quero que você viva o resultado que vai aparecer milagre e o processo para você aprender a fazer na sua vida tantas quantas vezes for necessário.

Então a pergunta do Carlos aqui muito boa, tá? Você falou sobre padrão e eu já descobri que nunca passo de 50.000. Esse é meu teto financeiro, mas o padrão não é meu. É sempre algum sócio que me rouba. O padrão é seu, o comportamento é do outro. Roubar é um comportamento do outro. Ser roubado é um padrão seu. Aí a gente vai entender porque que esses padrões se encontram.

Fala aí no chat qual a área da sua vida que tá mais urgente. Não que você vai esquecer as outras, mas se você pudesse focar mais em uma área da sua vida, entenda, gente, focar em uma área da vida hoje não significa que daqui a pouco você não pode focar na outra. Perfeito. Por exemplo, o Ramon já focou no corpo. Dá para ver que eu não foquei tanto, mas eu foquei em fazer filhos e já tenho cinco, né? Tô começando. Coloca no chat saúde, dinheiro ou relacionamento. Elton pode ser tudo? Pode. Eu só quero saber aquela que é mais importante. Não quer dizer que as outras vão ficar de lado. Elas nem devem, não podem ficar de lado. Mas o que que você focaria agora nesse final de ano para virar o ano dizendo o método funciona? Funcionou para eu resolver tal problema. Você pode usar para resolver um problema e depois para resolver outro? Pode.

Eu atendi um empresário que ele tinha uma dívida de R$ 50 milhões. Ele era gago. Vocês riram da dívida ou da gagueira? Aí eu perguntei para ele, beleza, por onde a gente começa? O que você quer? E aí, que que você resolveria primeiro? 50 milhões de dívida. Que que você resolveria primeiro? A dívida ou a gagueira? >> Dinheiro ou saúde? >> Difícil, né? >> Vai, responde. Coloca no chat aí. Dinheiro ou saúde? Deixa eu ver no chat. Dinheiro, dinheiro. Teve um que ainda escreveu ali, ó, de de de dinheiro. >> Escorreguei. Ah, mas foi só uma brincadeira. Tá bom, tá bom. Mas ele escolheu a saúde. Aí vocês vão entender como é importante entender a utilidade inconsciente. É porque ele já tinha entendido que ele usava a dívida para manter a esposa por perto. Ele tinha medo de naquele momento, que tá a dívida e o relacionamento acabar. Então ele pensou, é melhor eu falar primeiro, depois eu pago a dívida e tá tudo certo? Ele fala normalmente hoje e já pagou 15 milhões da dívida. Então você pode aplicar em uma área, aprender e depois aplicar na outra, combinado?

E quais serão os resultados? Resultados como esse aqui, ó. Caroline, faturei R$ 87.500 depois que entrei para a aliança. Luciana, quando entrei para a aliança, eu tomava vários remédios para ansiedade e dormir. Ã, Clonasepan, um monte de coisa ali. Hoje eu tô livre de todos e estou resolvendo as relações, impondo limites. Ã, Maira colocou, eu me alinhei com a minha mãe e foi maravilhoso. Tive um pedido de palestra por R$ 34.000. Assim você vai vendo vários acontecimentos e depois você vai entendendo qual daqueles faz mais sentido para você e qual é o que você vai contar. Porque eu ouço isso todos os dias. Nós temos mais de 150.000 aliados que nós acompanhamos todos os dias. Mas eu quero saber, se eu for colocar você aqui no próximo, que que você vai contar? Consegui fala mansão. >> Consegui comprar minha mansão. Quem falou boa? Consegui comprar. Sabia que a coisa mais difícil é extrair de uma pessoa o que ela de fato quer? Porque muitas vezes o que ela quer foi querido para ela. Então quando ele vira e fala comprar minha mansão, eu já viro e falo ficar brother desse cara. Ele vai ter uma mansão. Pode demorar um pouco. Pode. Mas o que você vai fazer se você identificar todos os seus padrões? Todos, todos, todos. Aí coloca no chat aí e comece a exercitar essa vontade que a gente vai falar sobre vontade roubada. Não sei se hoje ou amanhã, porque um dos maiores problemas de vocês é que vocês não sabem mais querer. Por quê? Muitos de vocês quiseram, não conseguiram e quando não conseguiram ainda se machucaram. Você acha que para mim era fácil empreender depois de quebrar 17 projetos diferentes? Chegou uma época da minha vida que quando eu tinha ideia boa, eu contava pros meus melhores amigos. Eu tinha um sonho de ver aquela ideia de pé, mas na minha cabeça é se eu tocar dá ruim. Até marketing multinível era só eu entrar. Semana seguinte já era. Esse era eu. Então chega uma hora que você fica, pô, cansado, você desacelera, você vai aceitando ali, você fala: "Não, vamos por aqui mesmo, porque se esticar a corda dá problema".

Mas eu preciso que você comece a exercitar. Eu preciso saber para onde você quer ir. Porque se eu não souber para onde você quer ir hoje, eu sei que vai ser apesar de tudo que aconteceu. Tem gente que tá aqui que já se separou duas, três vezes. Tem gente que tá aqui que já tentou quatro negócios diferentes e a esposa vira e fala: "Você não tá pensando em fazer um concurso?" Eu vivi isso. Quando eu contei essa última ideia pra minha esposa, eu cheguei lá no Paraíba, carne de sol, gastando o que não tinha. Tava levando minha esposa para jantar com dinheiro, sei lá, do que que era, da internet, da luz, era de alguma coisa. Era um malabarismo terrível. Aí eu todo romântico, né, amor? Se dinheiro não fosse problema hoje, como você viveria a sua vida? Minha mulher muito sábia já respondeu: "Só quero te alertar que tá sendo um problema, tá? Vai ser só um exercício. Em outras palavras, não se esqueça de que tá sendo um problema. Mas ela teve coragem de dizer: "Se dinheiro não fosse um problema, hoje eu ficaria em casa com as crianças". Aí quando ela sonhou, eu falei: "Então, deixa eu te contar meu sonho". Quando eu comecei a contar a ideia, ela falou: "É, não precisa me contar a ideia. Eu acredito na ideia porque eu acredito em você. Eu não sei avaliar a ideia se é boa ou ruim. Eu não tenho profundidade para dizer se essa startup vai dar certo, mas eu acredito em você. Eu pensei: "Yes". Ela disse: "Mas quando a sua mulher te disser, ela tá te protegendo, tá? Mas você vai me prometer que se não der certo, você vai fazer concurso público." Que que ela tava dizendo? Eu não aguento mais, amor, você contar umas histórias legais aqui e no final das contas a gente levar o nosso filho no hospital público. Eu não aguento mais você contar essas histórias e esses milhões. Quando ela me via com a calculadora, ela já sabia o que que ia dar no final da conta. 1 milhão pelo menos. Todo o negócio meu começava com 1 milhão. Como eu ganho 1 milhão com tal coisa? Você faz o que da vida? Ajuda pessoas a trabalhar nos >> Ele ajuda pessoas a trabalhar nos Estados Unidos. Se eu fosse entrar no seu mercado, eu ia pensar 1 milhão dividido por quanto você cobra? Como que eu chego nessa? Tudo na minha cabeça tinha que dar 1 milhão. Eu queria ver 1 milhão na minha conta, devendo um monte já. Só que eu não sabia quanto eu devia, que eu não parava para somar mais. Eu tinha parado de abrir o app do banco. Então, naquele momento era difícil para mim sonhar.

Só que se você não disser qual é o seu mais longe hoje, o que que você quer? Como é que a gente vai te trazer essa resposta? Por que você não foi mais longe? Qual é o seu mais longe? É dobrar o seu negócio, é montar um negócio? É fazer transição de carreira? É pagar uma dívida? O que que é o seu mais longe hoje? Porque se você não tiver esse norte, se você não tiver essa bússola, eu não consigo te dizer o que está te impedindo de chegar num lugar que você não sabe qual é. Eu preciso que você dê conta de desejar alguma coisa só pra gente ter um norte, senão os exercícios não vão funcionar para você. Estica a corda, faz um exercício mental aí e a gente não vai entrar naquele lugar de fechar o olho, imaginar e torcer para que isso acredite. Não, eu só preciso saber o seguinte: para onde você estava indo quando você desistiu de ir? Essa pergunta é importante. Para onde você estava indo quando você desistiu de ir?

A Ivanete disse assim, ó: "Eu tinha um sonho. Trabalhei a vida toda e criei três filhos, mas tinha um sonho e quando eles cresceram, fiquei doente e gastei tudo que eu tinha, tudo que eu juntei para esse sonho em remédios e médicos. Perdi tudo." Possivelmente o sonho dela era ter os filhos e depois que os teve só queria mantê-los. E a única forma de mantê-los depois que eles cresceram foi adoecendo. É importante a gente atualizar os nossos objetivos. Então, qual é o seu mais longe hoje? Porque o nosso objetivo aqui é primeiro explicar porque as coisas ruins acontecem quando você está preste a dar um salto. Então, perceba que aqui a gente começa a entrar no nosso eixo, explicar acontecimento. Eu preciso te explicar porque as coisas ruins acontecem. Eldon, para que que eu preciso entender isso? O lugar que você não chegou, o lugar que você não alcançou, é por causa das coisas ruins que aconteceram no meio do caminho. Eu sei que você ressignificou. Eu odeio essa técnica e essa expressão, porque ressignificar é contar uma história boa para uma coisa ruim. Ai não, mas é meu papel aceitar. Talvez você só deu conta de seguir em frente porque você contou uma história ruim, mas esse fantasma tá ali com o nome errado. Ele continua ali. Então a gente precisa que você entenda os acontecimentos que passaram para você entender os acontecimentos que vão passar. Perfeito. Então, o nosso foco aqui é acontecimento. É uma análise de fato. Sabe aquele dia que você bateu o carro? Sabe aquele dia que você perdeu o voo? Sabe aquele dia que você foi demitido? Sabe aquele dia que alguém passou a perna em você? Tinha uma utilidade inconsciente nisso aí. Tem uma explicação e tinha um padrão ali que a gente precisa garantir que não vai estar na sua vida quando você for tentar a mesma coisa de novo. Sabe aquela vez que você foi se relacionar e a pessoa te traiu? Tinha um padrão e não era só na pessoa. E a gente precisa garantir que quando você for se relacionar de novo, esse padrão não esteja aí.

O Cláudio disse assim, ó: "Saí de 50.000 para 70.000 para 100.000 mensais. Não adianta o quanto eu ganho. Sempre tem um gasto que não acompanha os meus lucros." E a gente já vai falar do teto financeiro, porque o teto financeiro é o valor que muda algumas coisas que você não tem permissão para que elas sejam diferentes. Então, primeiro objetivo, fazer você enxergar a explicação por trás das coisas ruins e depois te mostrar como romper o seu teto financeiro, porque o teto financeiro é só uma consequência da união de três padrões. Todos nós temos um teto. Esse teto é só uma consequência dessa união de três padrões. E eu vou explicar como esses padrões surgem, como a gente identifica e como é que a gente quebra, combinado? E obviamente tudo isso com esse objetivo, ó, fazer com que você veja o que você não via, fazer com que você entenda o que você não entendia e fazer com que você consiga o que você não conseguiu ainda. E você já entendeu que o primeiro dia é o porquê, o segundo dia é o que, o terceiro dia é o como fazer tudo isso acontecer. Agora eu vou começar a trazer as peças do quebra-cabeça. Algumas coisas que você não entendeu hoje, fique tranquilo porque eu vou explicar de outra forma amanhã. Algumas coisas que você não entender agora, fique tranquilo que você vai entender na aplicação. Por quê? Eu vou explicar de um jeito muito simples e muito fácil. Aquilo que você não entender já é fruto de uma resistência inconsciente para não mexer no que você sabe que vai mexer. OK? Que que eu quero dizer? Aquilo que você não entender, não vai fazer falta. Fique tranquilo. Só vem me acompanhando. Combinado? Porque agora a gente começa a entrar num lugar onde eu explico e aplico e o medo da aplicação faz você evitar a explicação. Tá entendendo? Por isso que eu dou muitos exemplos, porque quando é na vida do outro fala: "Ah, agora eu entendi. Parece o pica-pau, né? Agora eu entendi. Então, preste bastante atenção que esse é o nosso objetivo. Não quero só ficar falando de resultado, resultado, resultado. Eu não quero ficar só te prometendo uma vida que talvez você nem deseje ainda. Eu quero te garantir que você enxergue porque você não foi mais longe. Ainda que o mais longe de ontem não seja o mais longe que você vai setar. Combinado?

Toda vez que eu falar de vontade, deixa eu te dar uma dica. Se você tiver algo que você quer e não der conta de querer, anota num papel: "Eu queria dar conta de querer isso". Ele falou: "Mansão". Tem gente que quer ter uma mansão, mas não dá conta de querer uma mansão. Então fala assim: "Eu queria dar conta de querer uma mansão. Eu queria dar conta de querer me casar. Eu queria dar conta de querer ser mãe. Eu queria dar conta de querer aquilo que eu não consigo querer. Porque você tem um problema de vontade. Sua vontade foi danificada. Você tem um aparelhinho aí que tá estragado. Vamos começar na estrutura. Vem comigo. Preste bastante atenção. Você que tá em casa, se inscreva no canal e dá um like aí. E deixa eu te dar uma dica, ainda dá tempo de compartilhar isso lá no grupo da família e corre sem comentar, sem comentar nada, só joga lá que vai ser legal que outras pessoas vejam isso. Eu vou me concentrar agora e vou acelerar. Que hora que eu vou parar? Quando vocês em casa me derem algum sinal de que aquilo que eu estou trazendo está fazendo muito sentido para vocês. Então, toda vez que eu trouxer uma explicação, um exemplo ou uma aplicação e você encontrar uma resposta ou parte de uma resposta, você vai colocar isso aqui no chat, ó. Você vai colocar #achei. Felipe, amanhã coloca o raiozinho do ícone aqui para mim, tá? Você vai colocar um raiozinho e o achei no chat, porque se eu souber que você está achando aquela condução, aquela explicação e aquela aplicação tá funcionando, eu reforço um pouco ela. Perfeito. Toda vez que vocês colocarem achei no chat para que eu saiba que tá funcionando, a equipe vai colocar esse sinal aqui, ó. Achou? Melhor que a sirene, não é? Deu aquele clarão, achei, achei tudo. Não, não precisa de pressa. Não precisa de pressa. É igual quebra-cabeça. A gente encaixa a peça que a gente achou, o resto fica uma bagunça, né? Aí você vai encaixando, a coisa vai ficando tomando forma. E no caso da análise do inconsciente, quanto mais toma forma, mais a pessoa faz assim, ó. Mas a gente consegue driblar isso aí também.

Vamos lá. Quais serão as peças chaves dessa construção? Como que é seu nome? Seu Aham. Mateus. É sua esposa? É seu filho? Não parece. Tô brincando. Não parece não. E você veio aqui por quê, Mateus? Curiosidade. Você tá super atento, cara. Eu não sei se você tá curioso ou desesperado. Os dois. Cadê o microfone? Gente, >> olha como eu tô fofo. Vocês vão entender sobre pré-queda. Como eu preciso desenvolver essa habilidade de ser fofo ou pelo menos de não ser grosso, arrogante, eu preciso viver situações para eu aprender a guardar os pensamentos dentro da minha cabeça, porque a minha cabeça já estava dizendo assim: "Será que a equipe não se tocou que eu vou falar com ele?" Isso é uma pré-queda minha. Então, nos próximos três dias, tudo que eu for fazer aqui vai dar meio errado. Meu chá vai vir errado, vai vir quente, vai vir frio, vai dar tudo errado. E vocês vão entender. Hã, >> hoje eu vou embora no seu carro, Ram. Te dou a carona, viu >> como que é seu nome, querido? >> Mateus. >> Mateus, você é casado ou solteiro? >> Casado. >> Casado. Casado. >> Casado. Casado. >> Papel passado. Nota fiscal no nome dela e tudo mais. >> Tudo. >> Que legal. Você é de onde? Daqui de São José. >> E você tá aqui por quê? >> Porque eu já te acompanho faz um tempo, já vi, acompanhei já online e tive o prazer de vir pessoalmente. >> Que legal. Ela eh Você faz o quê da vida? >> Eu tenho uma empresa de guincho transporte. >> Legal. Aproveita e deixa aí o site @ qualquer coisa aproveita, irmão. >> @multinchosan José dos Campos. >> Ó o guincho da pré-queda, viu, gente? Bateu o carro, já tá batido. Liga para ele. >> Adoro uma pré-queda. >> E o que que você tá buscando aqui hoje? Além de me ver pessoalmente, >> é estourar o teto. >> Legal. E você, esposa, fala assim: "Quero que ele estoure o teto dele e me dê uma vida bem boa". >> Oi, eu sou a Vanessa. Eu já te acompanhava na época do corpo explica. Aí eu confesso que eu parei de acompanhar. Aí eu voltei a acompanhar porque o Mateus é discípulo do Elton Euller. >> Ah, é? Você é aviado? >> Ainda não. >> Legal. Mas tudo que você fala ele aplica, faz? >> Quase tudo. Não, quase tudo. Quase tudo. >> Porque tem muita gente que vê muito corte meu na internet e acha que entendeu tudo. E por esse motivo eu vou entregar muito mais coisa para vocês virarem e falar assim: "Rapaz, eu não sabia que esse maluco sabia isso tudo". Aí vocês vão perceber quanto tempo vocês perderam, tá? Então, mão na massa, ó, anote aí, porque isso não tá na apostila. Eu decidi fazer dessa forma hoje. Quais são as peças? Nossa, agora que eu vi que eu tô sem óculos. Eu tava parecendo super homem, né? Sem óculos. Ou não? Não, Tu foi? Ele ele foi maior sincero ali, tipo, não, não tá beleza. Agora eu vou trazer premissas, conceitos, ferramentas. Premissas, conceitos e ferramentas do que essas serão as palavras chaves e as peças do nosso quebra-cabeça. São oito. Preste atenção. Quando se fala de teoria da permissão, existe uma construção filosófica, uma construção técnica para ser aplicada na sua vida. A permissão é o resultado final da coisa. Agora eu posso ter o que eu não podia ter. Agora eu posso ser o que eu não podia ser. Agora eu posso fazer o que eu não podia fazer e agora eu posso ir para onde eu não podia ir. É o resultado final da coisa. Tão me acompanhando? Quais são as oito peças que nós vamos falar muito sobre aqui no Resgate dos Otimistas? Teto financeiro, permissão, pré-queda, utilidade inconsciente. Especialmente essa parte aqui é a grande chave de todas as outras coisas. O seu teto financeiro existe porque você bateu no seu limite de permissão. E toda vez que você chega nesse limite de permissão, você vive o que a gente chama de pré-quedas, que são a combinação de relacionamento e acontecimento. Essas duas coisas geram o seu bloqueio de permissão que fazem você ficar no teto financeiro que vocês têm hoje e viverem as pré-quedas. Isso tudo por causa de padrões que alimentam a dependência emocional. Então nós vamos falar sobre esses oito elementos. Tão me acompanhando? Preciso que vocês me acompanhem. Tem uma pessoa que disse assim, ela não identificou o nome. Há 3 anos atrás eu tinha um teto financeiro de R$ 2.100. Hoje meu teto é R$ 25.000, mas eu não consigo mais romper. Já investi em outro negócio e acabou quebrando. E eu não consigo mais romper com esse teto. Pelo menos ela já identificou o teto. Então, pra gente chegar num e tem muitos casos assim de pessoas que há 3 anos estava em lugar, subiram de ela saiu de 2.100 para 25, parou e não sai daqui. Perfeito.

Vamos entender rapidinho, então, qual é o seu teto financeiro pra gente fazer tudo que a gente vai fazer mirando no seu teto financeiro de hoje, tá, Mateus? Você vai ser o meu termômetro. Você me fala se isso é novo e se ficou claro, tá bom? Teto financeiro é o valor máximo que mantém a sua vida e a suas relações como elas estão. Teto financeiro é o valor máximo que mantém a sua vida, já passo aí, que mantém a sua vida e as suas relações como elas estão. Geralmente é o valor máximo que você ganha ou o valor máximo que você acumula. Aquela pessoa que ganha 5.000 por mês, aquela pessoa que ganha 25.000 por mês, aquela pessoa que ganha 30.000 por mês, não consegue passar disso e quando passa dá problema. Esse é o teto financeiro dela. Aquela pessoa que ganha e guarda e toda vez que ela consegue acumular, por exemplo, R$ 20.000 ou R$ 200.000, me lembre de mandar um estudo de caso da pessoa que quando acumulava dinheiro dava problema. Quando ela chegou perto de 200.000, o filho ficou doente, ela gastou 30.000 E isso revelou todos os padrões dela. Anota para mim um dos estudos que eu vou mandar no e-mail de vocês. Então, o teto financeiro é o valor máximo que mantém as coisas como estão. Geralmente é o valor máximo que você ganha ou o valor máximo que você guarda. Tem gente que ganha a mesma coisa, mas vai montando um porquinho. Quando um porquinho engorda, mesmo ela ganhando a mesma coisa, ela tem problema. Por quê? O porquinho tá muito gordo. E por que que deu problema? Se o porquinho engordar mais, a vida dela muda. Até aqui, tá entendido?

Agora pause que eu vou fazer uma explicação rápida de permissão para você entender o quanto o teto financeiro fala com isso. A permissão, a Regina disse assim: "Tive uma empresa em Portugal e tive que desfazer de tudo e voltar pro Brasil, pois a minha filha havia engravidado. Não consegui voltar e não consegui reabrir a minha empresa mais. Não consegui voltar e a reabrir a minha empresa mais. Ela voltou pro Brasil." >> Legal. Vocês estão começando a olhar muito pros acontecimentos. Então eu já vou antecipar o exercício que a gente vai fazer amanhã, tá? Mas não deixa eu esquecer de antecipar o exercício da pré-queda aí, tá, Ramon? Mas presta atenção aqui, ó. Permissão é a autorização inconsciente que você se dá para quatro coisas. C. Deixa eu mudar aqui. Ser, ter, fazer e estar. Estar leia-se ir. Para que você faça qualquer coisa na sua vida, você precisa de três coisas. Já vou aqui e a gente volta pro teto financeiro. Você precisa de capacidade, disposição e permissão. O que que é a capacidade? É aquilo que você sabe. Tem gente que sabe dirigir um guincho, tem gente que não sabe. Tem gente que sabe gerenciar uma empresa de guincho, tem gente que não sabe. A permissão é aquilo que você sabe. Desculpa. A capacidade é aquilo que você sabe. Você é capaz de pilotar um avião, um helicóptero, um carro. Então, sabe uma coisa, não sabe outra. Muitas vezes você não tem sucesso porque você não sabe o que precisa saber >> ainda. Nesses casos, você deve aprender ou contratar alguém que sabe. Esse é o problema mais fácil de resolver. Inclusive, por exemplo, existem redes de clínicas odontológicas que o dono era eletricista. Ele não é dentista, ele não é gestor, ele não é marqueteiro, ele é um cara visionário que juntou um dentista com outro que sabia fazer um marketing, com outro que ia tocar a clínica e fez a parada acontecer. Ele tinha capacidade, disposição e permissão. Então a capacidade é o que você sabe. A disposição é o vigor, o ânimo para fazer. Tem gente que tem vigor para fazer uma coisa e não tem vigor para fazer outro. Tem gente que tem vigor para cuidar dos outros e não tem vigor para correr atrás do seu próprio crescimento. Tem gente que não tem ânimo para fazer as coisas. Então, a disposição tá clara. Se você tiver disposição, correr atrás, a tendência é que você canse, é fato. Cansar, você vai. Nós aprendemos que se você estudar e trabalhar duro, você vai ficar rico. Essa tem sido a nossa realidade. Não. Você certamente conhece pessoas que sabem menos do que você, trabalham menos do que você e ganham muito mais do que você. E muitas vezes quando você tenta ganhar mais, você investe só na capacidade, na disposição. Você faz um curso a mais e trabalha até mais tarde. E aí, nessa brincadeira, nem tempo você tem mais. Ai, que susto. Nessa aí agora até eu achei. Então você vai e faz um curso e aí você aprendeu marketing digital, você aprendeu redes sociais, você aprendeu chat EPT, você aprendeu um monte de coisas, você trabalha mais final de semana, feriado e quanto que você ganha? A mesma coisa. Então é isso que a gente quer explicar. Você tem capacidade, você tem disposição, mas você não tem a permissão equivalente. E eu não quero ficar nesse lugar quase que coach, ai te falta permissão e etc e tal. Passei, né, gente? Foi de boa, né? >> Foi leve. Porque muitas vezes fica parecendo que é só um nome novo para um problema velho. Não, pera aí. Para que você seja algo, você precisa dar autorização inconsciente para aquilo. E vamos entender de onde vem essa autorização e porque ela não veio. Aí a gente vai pro teto financeiro. Por quê? Tem gente que pode ganhar 20.000, mas não pode ganhar 40. Por que que você chega num teto financeiro e não passa? Porque o seu teto financeiro, quando for rompido, ele vai mudar alguma dessas quatro coisas na sua vida. Aqui te falta permissão. A pergunta é para quê? A resposta é para ser, ter, fazer ou ir. Quem disse ali no chat? Eu tinha um teto financeiro de R$ 25.000. Quando você está em um ambiente social, relacional, familiar e cultural e você ganha 25.000, você é determinada coisa, você tem determinadas coisas, você faz determinadas coisas e você vai para determinados lugares. E se você ganhar o dobro, muda alguma coisa? Muda. Se não mudar, você pode ganhar. Esse é o problema. Vou te dar um exemplo de uma pessoa que ganhava 3.000, passou a ganhar 60 sem romper teto financeiro. Como assim, Elton? A pessoa ganhava R$ 3.000 e era um zer ruela na família. Ela começou a ganhar R$ 30.000. Ela continua sendo um Zé Ruela na família nesse"

Caso. Sim. Por isso que ela ganhou 30 e não foi problema. Ela era o Zé Ruela. Ela ganhava três, o outro ganhava 100. Aí o avô morreu, deixou uma herança com a renda para todo mundo. Ela começou a ganhar 30 e o outro que já ganhava 100 começou a ganhar 130. Ele continuou sendo o Zé Ruela da família. Aquilo mudou a vida dele. E muitas vezes vocês estão esperando tudo mudar para vocês poderem mudar. E vocês não vão entender essa parte, vão? Então vamos lá.

"Muitas vezes escorreguei." "Não, eu não chamei não. Vamos lá. Foca aqui. Foca. Foca." Muitas vezes vocês estão esperando tudo mudar. É o Zezinho que esperou o irmão dele ganhar dinheiro para depois ele ganhar, certo? Para ele poder mudar sem que a relação mude. Tipo, você é o sofredor da família ou você é o herói da família ou você é não sei o quê da família. Existe uma tendência inconsciente de manter as relações como elas estão. E toda vez que alguém muda, alguém se casa, alguém engravida, alguém enriquece, alguém quebra, a tendência é que essas relações elas comecem a mudar. Isso gera um ruído inconsciente. E o nosso inconsciente sempre está buscando duas coisas: opção ou confirmação. Anota aí numa folha, porque isso vai ser eixo pra gente. Nós estamos buscando opção para nossa vida e para nossa relação. E toda vez que alguma coisa acontece ou você acha que vai acontecer, você busca o quê? Confirmação. Eu era amado quando ganhava R$ 2.000. Eu me sentia tão amado porque todo, toda vez alguém me dava um apoio, um socorro ali. E quando eu passar a ganhar R$ 30.000, o que que tá mudando? Não é só o valor monetário, é como eu me relaciono com as pessoas, porque talvez aquelas pessoas que me amavam vão começar a criticar a roupa que eu comprei, vão criticar o preço da ração do meu cachorro. Então, a mudança financeira me levou para um teto além daquilo que eu podia. Eu não suporto aquela crítica. Se eu não suporto aquela crítica, ou aquela pessoa tem que enriquecer para não me criticar, ou eu tenho que fazer o quê? Voltar. E o que nós queremos fazer é fazer com que vocês entendam como os acontecimentos estão mostrando quem na vida de vocês está buscando opção e quem na vida de vocês está buscando confirmação. Tão me acompanhando?

A Ana disse assim, ó: "Rompi o teto financeiro e bati meus 17.000 pela primeira vez. Todos os clientes foram embora um mês depois e precisei da ajuda do meu pai para bancar as contas da loja." Com 17.000, ela passou a deixar de ser uma coisa e passou a ser outra. O pai parou de fazer uma coisa e passou a fazer outra. Aí ela disse: "Eu prefiro a nossa relação do jeito que era." Aí ela, os clientes vão embora. O pai dela chega com o socorro. O que que acontece? No mês seguinte os clientes voltam. Mas eles voltam com que porção de resultado? Ofereça 10.000 para essa mulher que ela faz qualquer coisa que você quiser por ela. Ofereça 17 que ela sai correndo. Por quê? Todo acontecimento na nossa vida vai revelar uma busca. A falta de permissão é aquilo que a gente vai diagnosticar, OK? O acontecimento ruim vai revelar uma busca por opção ou opção ou confirmação sempre. E a partir daqui a gente começa a entrar no universo inconsciente, embora falando com muita clareza. E quando a gente fala de muita clareza, daquilo que é inconsciente, parece maldade da pessoa, não parece? Só que só é inconsciente até você tornar consciente. O Jung, que é um dos pais da psicologia moderna, ele trouxe a seguinte percepção. Essa frase não foi dita exatamente dessa forma por ele, mas foi atribuída a ele. Coloca o slide para mim, por favor. Até você tornar consciente, o inconsciente irá dirigir a sua vida e você vai chamá-lo de destino. Perceba o inconsciente guiando a sua vida. Inconsciente de quem? Seu e de qualquer pessoa que estiver conectado ou próximo o suficiente para garantir que você tenha aquilo que você espera. Então, você está produzindo o acontecimento no impacto que ele traz para sua vida. Se você não encarar isso, você não vai olhar para o acontecimento do jeito que deve ser visto. Qualquer acontecimento na sua vida revela uma busca por opção ou confirmação. Obviamente a gente está falando de uma busca de quem? E por quê? Quem está buscando essa opção? Por que está buscando essa opção nesse acontecimento? É aquilo que acontece quando você está tentando alguma coisa e vai impactar a vida de alguém. É aquilo que acontece quando você está buscando alguma coisa para sua vida e isso vai impactar a vida de alguém. Lembra? Nas nossas oito peças, eu falei que o acontecimento ia se conectar com o relacionamento. Não existe nenhum acontecimento na sua vida que não tenha impactado alguém. Nenhum. Anota isso aí. Eu adoro essa cara sua aí, ó. Anota isso aí e depois fica pensando, deixa eu ver se ele não tá viajando. Não existe nenhum acontecimento que impactou a sua vida, que não estava ligado a um relacionamento seu, que seria impactado se aquilo acontecesse. Em outras palavras, o dia que você bateu o carro, isso é um acontecimento, OK? Isso estava conectado com um relacionamento que foi impactado porque você bateu o carro ou seria impactado se você não batesse. Tão me acompanhando? Naquele acontecimento, uma pessoa encontrou opção, outra pessoa pode ter encontrado confirmação. Tão me acompanhando? Não. Perfeito. Não entendeu? Fala. João bateu o carro. O que o João estava indo fazer? Algo que ele não queria fazer ou algo que ele só pôde fazer porque bateu o carro. Não quero mais trabalhar com você. Vou bater o carro. É inconsciente. É, mas é intencional. Quando João bateu o carro, a gente faz duas perguntas. O que que aconteceu antes do João bater o carro? Ou o que aconteceu depois que o João bateu o carro. Depois que o João bateu o carro, ele acionou alguém que não foi o seguro. Depois que o João bateu o carro, alguém deixou de acionar o João porque o João estava com o carro batido. Conseguiu acompanhar agora? Se não entendeu, avisa. Então, todo acontecimento tem uma utilidade para a relação.

Então, põe na tela o slide para mim, por favor. Enquanto o Jung, que também fazia uma análise do inconsciente, que também fazia, não, na verdade ele faz, eu só sou um atrevido novo nesse rolê aí, ele analisava o recorte da imagem do inconsciente, do indivíduo. Ele pegava um sonho, ele pegava um desenho de uma pessoa e propunha análise do que o inconsciente dela estava propondo ou buscando. É o que eu entendo por uma busca de opção e confirmação. A diferença é que além de trazer essa conexão para um relacionamento, eu sempre trago um acontecimento. Então a análise que eu faço é uma análise de fatos. Você me dá o que aconteceu, eu te dou o que tem no seu inconsciente. Se isso impactou mais alguém, eu te dou o que tem no inconsciente dela também. Logo, a gente vem para essa conclusão que vai ser o eixo da minha condução com vocês, porque é o eixo de toda a minha construção. Todos os seus problemas foram criados inconscientemente para atender uma utilidade nas suas relações. Todos os seus acontecimentos foram produzidos, provocados inconscientemente para atender uma utilidade nas suas relações. Não importa qual o acontecimento, todos. E aí a gente volta para aquela conexão. Não existe um acontecimento que te impacte, que não tenha uma correlação com o relacionamento seu. Até aqui estamos na mesma página.

A Evelyn disse assim, ó: "Passei a ganhar R$ 30.000 na barbearia, eu e meu marido. Logo depois, os dois funcionários que a gente tinha foram embora e voltamos pros 15K. Isso tem a ver com a minha relação com o meu marido também, mas não só com ele." Aí vem a busca para entender quem está nesse acontecimento, nesse momento, buscando confirmação ou buscando opção. Vem comigo aqui. Quando a gente fala de utilidade, nós estamos falando de utilidade inconsciente. OK? Aí a gente vem para cá, ó. Como é que tá em casa aí? Tão conseguindo acompanhar? Dá uma nota de 0 a 10 aí para a explicação. Essa é a matriz básica da utilidade inconsciente que nós damos para os nossos problemas que impactam e alimentam as nossas relações, tentando manter as coisas como elas estavam. Primeira utilidade: punir. Segunda utilidade: poupar. Terceira utilidade: unir. Quarta utilidade: afastar. Para a gente ter uma compreensão mais rápida de tudo isso, nós vamos chamar isso aqui de matriz de utilidade e aqui matriz de impacto. Por quê? Nós precisamos olhar o problema por trás do problema. Quando alguém vira e fala: "Bati o carro", foi um problema. Quem acha que foi um problema? Não. Pro Mateus, ele acorda pedindo para você bater seu carro. É ou não é, Mateus? Então, não foi um problema. A gente sempre olha o problema por trás do problema. A pessoa diz que bateu o carro. OK. Qual foi o problema? Perdeu um braço. Isso pode ser um problema. Concorda? Se o Ramon perder um braço, isso vai ter um impacto. Se o Slash, que é o guitarrista do Guns and Roses, perder o braço, vai ter outro impacto. Concorda? Então, o problema do problema nesse cenário onde é o Ramon é um. O problema do problema com Slash é outro. Quando a pessoa bate o carro, se ela tem seguro, o problema é um. Se ela não tem seguro, o problema é outro. Concorda? Só que muitas vezes ela bate o carro, tem seguro, ninguém se machuca. Dá para ter um problema aqui? Dá. Ela pode estar indo para uma reunião onde ela vai fechar o contrato da vida dela e esse contrato não vai ser fechado porque ela vai atrasar. Ou aí aqui se complicar vocês me falam porque eu deixo para falar isso depois. Deixo para falar depois. É porque existe uma teia de acontecimentos. Um sujeito que bate um carro, ele gera um impacto na vida dele, mas ele gera o impacto na vida de outras pessoas. Então, às vezes ele bate o carro e o único problema foi que ele chegou atrasado no emprego que ele nem quer mais. E ele que bateu o carro gerou engarrafamento que o outro chegou atrasado e perdeu o contrato. Ou pelo menos eu não assustei.

Agora é o caso da Evelyn. "Pedi pro marido assumir as contas de casa. Ele logo bateu o carro no dia em um terceiro que estava parado. Deixei de procurar ele para assumir as contas e continuei responsável pelos pagamentos." Que que ela fez? Voltou a relação do jeito que estava antes, porque ela não tem permissão para ser cuidada. O marido estragou o plano ou fez um favor para ela? Fez um favor para ela, porque inconscientemente ela estava buscando uma confirmação. Qual confirmação? Que ele não ia dar conta. Qual confirmação de que talvez ele não sirva? Qual confirmação de que talvez ela tenha que sair dali? Aí ele bate o carro num dia, no outro dia o sujeito na academia diz que o cabelo dela tá bonito. É assim que a merda acontece, gente. Confirmação de um lado e opção do outro. Cuidado com os acontecimentos que te impactam. Só que para a gente então começar a acelerar as coisas, vamos entender que todo acontecimento é o que a gente chama de pré-queda. A gente já vai começar a fazer o exercício da pré-queda, só que eu vou trabalhar ela mais amanhã, OK? Todo acontecimento na sua vida, além de ter um impacto sob medida, ele carrega três ps. Três p da pré-queda. Irmão, disse o Abílio, me ajuda a resolver isso aí. Já morei em cobertura, tinha três carros sendo um zero importado. Tive um bar, restaurante de 30 anos. Quebrei. Hoje sou Uber com carro alugado e não consigo nem ver mais a luz. OK. Eu só respondo perguntas, tá? E por que que eu só respondo perguntas? Para ele. Por quê? Se fosse com você seria grosseria. Com ele é só informação. Por que que eu só respondo perguntas? Porque senão eu projeto nele a minha vontade. Quando você ouve essa história, a sua vontade é que ele volte para a cobertura. Só que possivelmente ali ele tenha vivido a melhor fase, a pior fase da vida dele. Se tivesse sido bom, ele estaria lá até hoje.

Quando você passa do teto financeiro sem romper o teto financeiro, aquele exemplo que eu dei no começo foi de um sujeito que ele não rompeu o teto financeiro. O teto financeiro dele que foi sendo levantado para ele. Todo mundo cresceu, aí ele falou assim: "Ah, acho que eu posso crescer também." Todo mundo ganhou mais, ele pode ganhar mais. Que ele ganha, mas não pode ganhar mais que o outro ganha. É aquele irmão que está esperando o outro prosperar, aquela irmã que está esperando a outra casar. É aquela pessoa que estraga o casamento dela só porque a outra está infeliz também. Ela não tem permissão para ser se o outro não for. Quando ela é, ela se sente culpada, volta a relação pro jeito que era antes e se encolhe. Quantos de vocês estão encolhidos? Ganha dinheiro, mas não fica com dinheiro. Por quê? Se ficar com dinheiro, vai ser o rico, vai ser o snob, vai ser um monte de coisa. Aí você vira e fala: "É, tá bom, mas tá ruim, entende?" "Moço, assustador te ouvir", disse a. "Deve ser por causa do raio. Tô brincando." "Acabou de acontecer comigo agora. Precisei ligar rápido aqui o computador para enviar um contrato que tinha que ser hoje. O computador se apagou. Pifou." Será que esse contrato era importante? Esse contrato estava para fora do teto financeiro dela. Por exemplo, ontem eu fiz, todo dia eu faço um áudio pros aliados. Ontem eu contei a estratégia de fracionar alguns recebimentos para te manter num teto que você não conseguiu quebrar ainda. Então, vamos supor, esse contrato era de 1 milhão, ela só podia receber agora 200.000. Se der 1 milhão na conta dela, vai dar um problema do tamanho do mundo, porque coloca ela para fora do teto financeiro dela. E toda vez que você passa do seu teto financeiro, sem rompê-lo, você volta. Seu teto financeiro é 20.000. Olha lá, no mês que você ganhou 22, seu cachorro ficou doente. Eu não preciso fazer conta para saber quanto você gastou no hospital. Gastou dois. É sempre assim, o excedente você joga fora. E tem gente que para não passar do excedente, que que ela faz? Não acelera. É aquela pessoa que você fala: "Vamos prosperar", ela fala: "Não, vamos empreender", ela fala: "Não, vamos fazer". Ela fala: "Não, porque na cabeça dela é: quando a gente ganha dinheiro, as coisas dão errado." Com que frequência? O tempo todo.

A Eliana disse: "Cheguei no meu teto, eu já descobri, é 12.000 mensal. Quando bato esse valor, alguma coisa quebra, porque tem uma equivalência. Se eu te der mais dinheiro, você não vai ser mais a mesma pessoa. Isso muda a sua relação." E aí você tende a manter um combinado inconsciente. Qual era o combinado inconsciente? Eu sou o importante, você é o coitado. Qual é o combinado inconsciente? A gente vai se ferrar todo mundo junto. Qual é o combinado inconsciente? Vamos passar problemas para mostrar que nós somos fortes. Qual é o combinado inconsciente? Tem um monte. E aí quando chega o dinheiro na sua vida, porque isoladamente você fez um curso, montou um negócio, uma carreira e correu para buscar um resultado, só que você esqueceu do combinado com a relação. E a hora que você ganha dinheiro e isso muda, por isso que eu disse, o teto financeiro é o valor que mantém as coisas como elas estão nas suas relações. Você conhece artista que é famoso, mas é pobre? Porque ele tem permissão para ser famoso, mas não tem permissão para ter dinheiro. Você precisa de permissão para ser, ter, fazer e ir. Tem gente que pode ganhar muito dinheiro desde que não mude cidade. E a pré-queda é o evento que tende a mudar as coisas, ele é disparado por quatro coisas. Então vamos aqui, ó. "Ia terminar o relacionamento", disse a Clarice, "e bati o carro. Não consegui terminar." Mas dá para terminar por WhatsApp, anjo. Mas será que pode? Ela completou. "Acabamos nos reaproximando com a batida do carro." Então vamos aqui, ó. Onde é que tá esse problema na utilidade inconsciente dela? Vem aqui, ó. Ela está, opa, errei. Tá aqui, ó. Unindo os dois, poupando ele do sofrimento ou punindo ele com a companhia dela. Tô brincando. Não, eu não vou me separar dele porque ele é tão coitado, ele é tão isso, ele é tão aquilo. Só que todo acontecimento revela três padrões. Três. E a gente vai falar sobre os três. Vamos para a pré-queda. Eu vou encher vocês de informação hoje porque amanhã eu só ligo os pontos, tá bom? Ou talvez eu só esteja tentando provar que eu não sou só um coach. Pode ser isso também. Vamos ver se vai dar certo. Vamos ver se vai dar errado. Pode já. Deixa eu trazer isso aqui, ó, para vocês prestarem atenção em uma coisa. Em que páginas nós estamos? Todo problema tem uma explicação. Todo acontecimento tem uma explicação. Essa explicação vai revelar uma utilidade inconsciente nas suas relações. Essa utilidade está fazendo essas coisas acontecerem. Quando essas coisas acontecem, você deixa de avançar. Entenderam o jogo? Tem uma utilidade inconsciente. Por isso que acontece. Quando acontece, você não avança. Se você somar o prejuízo que você teve ou o ganho que você deixou de ter nos acontecimentos da sua vida, você vai descobrir que você já é milionário. Você não tem ideia do que daria para fazer no final do ano com todo o dinheiro que você perdeu ou deixou de ganhar durante o ano. Quanto dinheiro você perdeu quando alguém ficou doente? Quando você ficou doente? Quando alguém pisou na bola, quando alguém sacaneou, quando alguém se afastou, quando alguém bateu o carro? Qual é a vantagem do que a gente faz? Você enxerga tudo. Qual é a desvantagem? Você enxerga tudo. Alguém bateu um carro perto de você, você fala: "Vai me impactar?" Vai. Por que que você tá batendo o carro? Para me poupar ou para me punir? Para me unir ou para me afastar? Lá em casa é desse jeito. Você ficar lá em casa doente é terrível. Sabe qual é a parte disso? A gente evita. A gente prefere falar na cara do que ficar doente. Porque se eu ficar doente, não vão cuidar direito de mim, ainda vão falar: "Fala, minha mulher já era ruim depois que ela descobriu tudo isso. Cuidado lá em casa só por 24 horas depois. Ã, que que você quer com isso aí?"

Ai, a Ondina disse assim, ó: "Elton, na minha vida eu alcancei um teto de R$ 30.000 R$ 1000 e consegui comprar meu apartamento dos sonhos e fazer uma super viagem com o meu companheiro de 10 anos." Boa. Em seguida, calma, gente. É falar pause. Tem uma frase que ela é boa e ruim. Tudo muda quando alguma coisa muda. Mudou, comprou um apartamento, você não é a mesma pessoa nas suas relações. Nossa, Elton, mas será que alguém vai ficar triste de eu comprar meu apartamento? É claro que vai, meu anjo. Você acha que vai todo mundo ficar feliz quando você comprar um apartamento? Inconscientemente não, porque quem adora passar tempo com você talvez não passe mais. Infelizmente, talvez quem gosta de socorrer a sua dificuldade, talvez não tenha mais utilidade nessa relação. Em seguida, minha mãe faleceu e meu relacionamento terminou. E hoje estou no fundo do poço. No apartamento ou sem o apartamento? Ela não disse. Conta aí porque agora dá para explicar as próximas pré-quedas. Porque muitas vezes, gente, o que que eu faço? Eu trabalho duas coisas: registro e utilidade. Muitas vezes o registro tá errado. Registro é o que aconteceu. A história que você contou e história são fatos registrados com percepções emocionais. Por isso que eu odeio a ressignificação. Aconteceu um troço que era para você encarar. Você contou uma história bonita, você ficou com aquele registro ruim. Se o registro é ruim, ainda que disfarçado, toda a utilidade vai ser péssima. Essa pessoa, quando alguém falar de prosperar, comprar casa, ser feliz, que que ela vai dizer? Não, as pessoas morrem e se afastam. Eu lembro quando eu não tinha dinheiro, que eu morava na casa da minha mãe, nós passávamos um tempão juntas. Não sei vocês, mas eu tô acordando com esse troço. Então essa utilidade, ela parece ruim, mas talvez essa ela seja a única coisa que mantém a relação como elas são. Aí você vira para ela e fala: "Você prefere o que você tem, o que você é, o que você faz e para onde você foi?" Ou você prefere voltar para ter a sua mãe viva e o seu namorado com você? Que que ela vai dizer aí? Vai ver a mãe dela já tinha 80 e tantos anos e o namorado era um traste. Gente, se ele fosse bom para começar, essa compra teria sido feita pelos dois. Quando ela casou e cresceu, quando ela casou não, opa, volta. Porque se ela tivesse casado não ia ter dado errado. Por isso que eu falo para vocês, não junta, não. Chama o cara para casar, chama ele para casar e vê a pré-queda dele no próximo dia. Você chama o cara para casar, ele chega na empresa e foi demitido ou ele chega na empresa e é promovido? Se ele foi promovido, ele já encontrou a confirmação que ele estava buscando. Se ele foi demitido, você que já encontrou a confirmação que você está precisando. Ah, Elton, mas foi só um acaso. Então é que aqui não dá para ter acaso mais. Esse é o ponto. O cara vira e fala: "Ah, eu quero muito isso na minha vida." Se você quer, acontece. Não é mágica, é porque aquilo de fato combina com o que você inconscientemente está construindo, porque a pré-queda revela aquilo que você, né, aqui, ó, três ps da pré-queda, aquilo que você permite, precisa e prefere. O cara fala que quer casar e é demitido. Deixa eu saber qual vai ser a reação dele com a demissão. Ele pode chegar em casa e falar: "Amor, você me chamou para casar? Eu topei e ainda bem que eu fui demitido, porque agora eu vou tirar meu projeto do papel, me dá uns dois meses para eu fazer esse negócio dar certo e hora que esse negócio der certo, a gente casa." Agora o cara chega e fala: "É, amor, não vai dar pra gente casar, mas se der para eu ir morar com você, a gente vai aí depois que eu me ajeitar." Carrega aquilo que o indivíduo precisa, permite, prefere. Por quê? Quando você fala de casamento, você está falando de duas pessoas, né? Não, pô. Quando você casa, muda um monte de relação sua. E quando ele casa também. A mãe dela talvez tenha sido mais honesta que a mãe dele. Ou a relação dela com a mãe dela estava mais resolvida do que a dele com a mãe dele. Ela virou e falou assim: "Amor, vamos pra vida, porque minha mãe morreu, não tem o que fazer." Aí ele vira e fala: "É, a sua morreu, mas a minha ainda precisa de mim." Os gatilhos da pré-queda são as suas. Deixa eu colocar isso aqui melhor, porque quando vocês tirarem print, Elton, por que que as minhas frustrações e decepções que eu tinha com o meu marido, agora eu tenho com a minha filha? Detalhe, eu me separei do marido. Quantos anos tem sua filha? Responde aí no chat. Precisa, permite e prefere. Ah, Elton, mas eu não acredito que uma pessoa passa por algo que ela prefira. Coloca no papel pra gente anotar, porque se você não encarar isso, ou você não vai romper o seu teto financeiro, ou quando você chegar lá, você não vai saber o que que você fez para chegar lá, não vai dar conta de fazer de novo. Então o que eu quero é trazer para vocês a consciência para vocês fazerem uma vez, depois outra, depois outra e depois outra. Quando o meu negócio quebrou pela última vez, eu só sabia chorar, reclamar e orar. Era só isso que eu sabia fazer. Depois que eu tive um problema gigantesco, eu sabia analisar, pera aí, isso tem uma utilidade em quais relações? Quais são as opções que eu estou buscando? Quais são as confirmações que eu estou buscando? O que nisso eu preciso, permito e prefiro? Qual foi o gatilho desse acontecimento? Eu vou chamar pré-queda de acontecimento, mas eu vou usar os dois nomes para vocês saberem o que que é uma coisa e já ir se acostumando aí, tá bom? Em casa vocês estão acompanhando? Eles estão acompanhando em casa. Hã, deixa eu ensinar uma coisa para vocês. Sejam racionais, lógicos e objetivos. Em casa eles estão acompanhando? Sim. Não, gente, é, não sei. Vocês não sabem. Tem que ensinar vocês a pensar. Falando, ele fala: "Não sei, não tô na casa deles." Falando em quem está em casa, tem uma pergunta que está se repetindo muito aqui no chat, que é: "Se eu romper esse padrão, eu consigo romper o meu teto financeiro?" Se você romper esse padrão, você rompe o seu teto financeiro e qualquer coisa que você fizer vai trazer o resultado que você está buscando. Qualquer coisa mesmo. Assim como se você não rompeu o teto financeiro, sua cara é ótimo. Como é seu nome? É sempre quem pergunta. Como? Sara. Se você rompeu o seu teto financeiro, qualquer coisa que você fizer vai dar certo, mesmo se for aquilo que você já fez e deu errado. Tanto é que tem aliado que rompe um padrão e percebe: "Minha ideia era boa, só não deu certo porque eu não tinha permissão, eu estava no teto financeiro." Ele vai lá e faz o mesmo negócio com a mesma pessoa. Tem muito aliado que rompe o teto financeiro, vira e volta lá e fala: "Ô, eu tentei de vender um negócio tem 3 anos. Você quer comprar?" O cara fala: "Quero." Aí ele volta lá e tenta vender uma casa que ele não conseguia e vende a casa. Causa na justiça é uma maravilha. Causa na justiça. Tem gente que não pode receber aquela causa naquele momento da vida, porque aquele dinheiro vai mudar as coisas e ela ainda não tem permissão para ter, ser, fazer e estar com o que vai fazer com aquele dinheiro ou não tem a permissão para acabar com a utilidade da falta do dinheiro. Conseguiram acompanhar essa parte? A pessoa tem uma dívida e na dívida ela pune a mãe e aproxima o marido. O marido nem quer mais ela. Já botou na cabeça dele. Eu vou me separar. A gente só não pode se separar porque a dívida está gigantesca. Se eu me separar de você, eu saio no prejuízo. Vocês acham que não tem casal unido por dívida? Está sim, ó. Está sim, ó. Dívida e problema e doença une mais do que amor, riqueza. Nessa vida de desgraça que o povo vive aí fora é desse jeito. Então, muitas vezes vocês não estão prontos para viver sem a utilidade inconsciente. O casal vive na base da dívida na cabeça dele. Eu estou com você porque a gente está endividado. Se eu tivesse de barco, não era você que ia estar comigo nesse barco. Se eu tivesse de jatinho, de Ferrari, se eu tivesse por aí nos resorts da vida, eu ia lá querer saber de você. Só estou com você por causa da dívida. O inconsciente dele está dizendo isso o tempo todo. Então, se ele tem uma causa na justiça para receber, ele vai receber. Aposto que não. Aposto que não. Assim como eu aposto que a hora que ele destravar esse padrão, tiver resolvido com a mulher dele, o dinheiro vem. Só que a decisão de continuar com ela ou não vai vir antes de receber o dinheiro. Entenderam? Nós temos uma pessoa aqui no nosso camarote dizendo que quebrou o padrão e a vida dela mudou. Posso chamar ela aqui? Pode. Puxa aí. Então tragam aqui a Karine Rodriguez que saiu de R$ 2.000 na conta para 80.000 em dívidas e tinha R$ 80.000 em dívidas para pagar, faturando R$ 35.000 por mês. Recuperou a saúde emocional e reconstruiu a vida pessoal, familiar e profissional. E seja muito bem-vinda, Karine. Se apresente para quem não te conhece. Boa noite, eu sou a Karine, sou aqui de Goiânia, tenho três filhos, sou psicóloga, analista corporal, sou membro fundadora quando tudo era mato e hoje eu sou anfitriã dos anfitriões, tá? Eu treino os anfitriões que estão aqui também. E o que aconteceu depois que você identificou, descobriu e quebrou esses padrões? O que que mudou? Tudo. Então, quando eu entrei, eu estava endividada num casamento aonde um tolerava o outro, tinha 80.000 em dívidas. Então, meus atendimentos eram em torno de R$ 35 a R$ 50. Meus filhos não tinham uma mãe, eu pesava 79 kg. Então assim, foi um processo e a primeira coisa que eu decidi quando eu comecei a rodar os protocolos foi realmente a decisão mais difícil da minha vida, que foi me separar. Quando eu decidi separar, eu tinha R$ 2.000, que foi exatamente o valor das alianças que eu vendi. E nesse processo eu consegui realmente minha vida profissional deu uma agnada. Hoje os meus atendimentos está na faixa de R$ 400, né? Fora os pacotes que eu tenho. Aí estou montando a minha mentoria. Sempre olhei para você e para o Elton como uma fã, uma, né, um ídolo. E hoje eu sei, eu olho e falo, se eles chegaram aí, eu também posso. E eu sei que é questão de tempo para que eu esteja falando de igual para igual, porque eu tenho treinado todos os dias a minha alta performance. Em quanto tempo esse resultado mudou de 2000 para bater os 35.000 por mês? Foi mais ou menos um ano e meio quando a chave realmente virou. E você teve que no que que você mexeu? Você mexeu na capacidade ou na sua permissão e naqueles padrões? Na minha permissão, porque eu via que sempre assim o meu minha maior gargalo era o quê? A minha questão financeira mesmo. Então, vira e mexe, vem as pré-quedas e hoje eu olho, por que que eu tô precisando disso? Então, já me vinguei do pai dos meus filhos, do meu ex-marido. Eu já estive casada com o meu irmão, eu já realmente fugi da minha sexualidade, aonde eu já sofri muitos abusos na infância e muitas vezes eu rodando o protocolo me deu a clareza de que muitas vezes eu estava me sabotando financeiramente. Para quê? Para eu não estar na prateleira, para não poder nem sair com as amigas. Então, cada hora a gente vai tirando ali as escamas, vai tirando os repolhos, né? Uma pedacinho pedacinho. Então assim, eu já passei todos os perfis. Quanto tempo, curiosidade, há quanto tempo você estava tentando fazer essa virada financeira crescer e romper esse teto financeiro? O que que você já tinha tentado e há quanto tempo você estava nisso? Ah, já tinha 8 anos que eu estava tentando e não saía, não saía. Era roubada, batia carro. É, de tudo que você imaginar já aconteceu e hoje não. Hoje as pré-quedas vêm, mas o meu posicionamento é diferente. Então, por exemplo, até mesmo assim no pilar como mãe, meu filho, ele tinha muita dificuldade, é inteligente, mas ele não passava num vestibular. Rodei o protocolo, tive a conversa difícil, ele passou em cinco federais. Coisa boa. Minha filha, a minha filha ontem eu cheguei em casa à noite, falei: "Que que você tá fazendo?" Tô rodando um protocolo com o meu pai, preciso conversar com ele. Uma coisa: "Oi, minha filha tem 16 anos e estava rodando o protocolo de dependência emocional com o pai. Hoje ela teve a conversa difícil com ele. Ela: "Mãe, olha o que que já aconteceu." Então, hoje eu tenho certeza que eu tô criando filhos saudáveis. Maravilha. Ou seja, você saiu de um atendimento de R$ 35 para R$ 400, praticamente mais de 10 vezes mais, bateu seu teto de R.000 e seus filhos estão avançando. Um beijo no seu coração, parabéns. Você merece e não pare, viu? E no apartamento e e tem uma coisa aqui que chama atenção na no celebre dela, que é quando ela rompeu os padrões dela, os filhos começaram a avançar. Essa é a melhor parte, né? Essa é a melhor parte.

E aí, gente, como é que tá no chat aí? Porque é a primeira vez que eu faço essa construção mais densa. Tão sentindo diferença? Sim. Ela é mais densa, porém ela é mais completa e vai fazer vocês avançarem mais rápido, tá? Já só vou fechar o raciocínio aqui, já passo na tua pergunta aqui. Por que que eu tô trazendo todas essas camadas para amanhã a gente começar a preencher tudo isso, identificar nos acontecimentos que estão te atrapalhando quais são os padrões que precisam ser quebrados? Porque é esse acontecimento ruim que faz você ficar no seu teto financeiro. Por outro lado, é esse teto financeiro que faz você ter o acontecimento ruim, porque se você não pode passar do teto, não faz sentido o acontecimento ser bom. Tão me acompanhando? Então, o que que eu quero? Garantir que as suas tentativas sejam positivas. Ah, Elton, quer dizer que tudo dá certo na sua vida? Não, mas aquilo que dá de errado é compreendido, explicado, resolvido e eu sigo em frente. Parece que eu tenho sorte, não é que eu tenho sorte, eu entendo o que é que está me travando e vou ajustando com frequência. Perfeito. Ó, a galera no chat agora, o raio está bombando aqui e está todo mundo dizendo que está ficando claro, está ficando muito claro. Agora consegui entender, quero romper meu teto financeiro. E aqui o povo está agitado, viu? Então a gente vai fazer o seguinte exercício antes de eu seguir aqui, porque eu estou dividindo o conteúdo na cabeça aqui, o que que vai hoje, o que que é amanhã, para a gente fechar o seu diagnóstico e você ter certeza do que te impediu de chegar onde você queria em 2025. O ano está acabando, tem coisa que você não vai conseguir resolver esse ano, mas poxa, você fechar o ano com a certeza de que você não está mais refém daquele acontecimento, já faz você virar o ano de um jeito completamente diferente, pô. Então vamos fazer o seguinte, página 7. Na página S você vai encontrar ali o exercício do momento pré-queda. Depois eu falo do matriz do impacto, não deixa eu esquecer, eu falo dos gatilhos. Porque se você desenvolver a confiança de que dá para entender, você vai encarar o que precisa ser encarado. O que que eu preciso que você faça? Que você entenda que dá para entender e confie. Como é que eu vou garantir nesses três dias que você entenda alguma coisa e confie de entender o resto? Testando. Vamos testar. Vamos testar. Perfeito. Lá na página sete, nós temos um exercício. Se você não imprimiu, não tem problema. Tem três colunas para você colocar três acontecimentos da sua vida que te prejudicaram e você quer entender. Acontecimentos que te prejudicaram. Elton, morte de alguém pode ser pré-queda minha. Se te prejudicou, pode. Se te prejudicou, qualquer coisa é pré-queda sua. Ah, Elton, mas foi a enchente no Rio Grande do Sul. Te prejudicou? Pré-queda. Até vou trocar a palavra. Te impactou, foi pré-queda. Porque a gente vai começar olhando para os acontecimentos ruins, mas dá para a gente entender acontecimento bom. Aí você vira e fala: "Ah, Elton, mas eu não quero entender acontecimento bom." Tem que entender porque senão você não garante que ele vai se repetir. Ah, eu consegui vender uma casa e bati minha comissão recorde esse mês. O que que você fez? Não sei. Tem que saber. Porque divulgar, mostrar casa, isso o corretor faz todo mês. Por que que tem mês que ele vende muito, tem mês que ele não vende nada? Então, a gente quer entender todos os acontecimentos. Tão me acompanhando? Perfeito. Aqui você tem três coisas para você anotar. O fato, ou seja, o acontecimento. Depois você vai anotar a tentativa e por último a evidência. Vou até colocar de outra cor aqui porque você não vai saber ainda o que é o fato. O que aconteceu? Alguém bateu o carro? Alguém foi demitido, alguém ficou doente? Alguém desistiu de fechar o negócio com você? Elton. Eu estava certo de vender a casa. Quando eu cheguei lá, o cara falou que a mulher dele comprou outra casa, foi para queda. Aliás, ao invés de ficar afirmando que é pré-queda, vamos mudar a condução. Quer entender isso? Anota. Se te impactou e você quer entender, anote. Por que não faz sentido você tentar entender uma pré-queda do seu filho ou do seu marido, porque você não tem todas as informações. Então, é melhor você entender as suas coisas, porque tem muitos elementos e muitas ferramentas para você aprender a usar. Como é que você vai aprender a usar? Usando. Primeira coluna, você vai colocar três acontecimentos. Elton, eu posso colocar mais? Eu até acho legal você listar vários em um papel, mas o que você vai colocar no exercício aqui, escolha só três. Por quê? Porque nesse momento, inconscientemente falando, a depender do que você colocar aqui, você ativa uma pré-queda. Não é bruxaria nem nada do tipo. Aí só colocar no papel já acontece. Não é porque o gatilho da pré-queda é o seguinte, deixa eu já falar aqui só para você escolher melhor as coisas, tá? Aqui, ó. Esses são os quatro gatilhos da pré-queda. Pré-queda é o acontecimento que antecede uma queda. Quais são os gatilhos? Vontade, dúvida, decisão ou desistência. Entenda que toda vontade gera uma dúvida. Sabe a história do não sei se caso ou compro uma bicicleta? Possivelmente queria casar e pensou em comprar uma bicicleta ou estava pensando em casar e teve a ideia de comprar uma bicicleta e ficou na dúvida. Inconscientemente você vai buscar nos acontecimentos que impactam as suas relações o quê? Opção e confirmação o tempo todo. Dúvida gera pré-queda, gera porque você vai buscar confirmação. Então, vontade gera dúvida, decisão gera desistência. Muitos de vocês querem uma coisa sem abrir mão da outra, porque aquilo que você quer é para você e o que você não quer abrir mão é para sua relação. Geralmente você quer uma coisa para você, mas tende a não abrir mão de outra porque alguém vai ficar triste, alguém vai ficar mal, alguém vai falar mal de você ou coisa do tipo. Ô meu Deus do céu. Tão me acompanhando? Quantas coisas você deixou de fazer, você decidiu, mas não quis abrir mão. Aí veio um acontecimento para forçar ou para justificar aquilo que você fez. E aí a gente vai encher vocês de exemplos nos estudos de casos e no que vai aparecer aqui. Então o que que a gente vai fazer hoje? Três acontecimentos. Tem um monte de coisa que você quer entender, não tem? Deixa eu te dar uma dica. 2025 está acabando. Pode estar sendo um ano bom para você ou talvez pode não estar sendo um ano tão bom ou quem sabe até um ano ruim. Quais foram os acontecimentos que impediram 2025 de ser um ano melhor na sua vida? Quais foram os acontecimentos? O que aconteceu que te impediu de avançar ou o que aconteceu que te prejudicou? Por que que você não ganhou mais dinheiro? O que que aconteceu? Ou você não estava tentando nada. Se você não está tentando nada, eu nem posso dizer que você não tem permissão, porque talvez tenha faltado a disposição. Você não foi atrás, certo? Por exemplo, será que você viveu pré-quedas amorosas? A pessoa é solteira, está terminando o ano solteira, ela teve pré-queda. Não sei. Talvez ela nem tentou namorar. Se ela não tentou namorar, não dá para dizer: "Elton, eu fui num bar e você acredita? O único homem que se aproximou de mim foi casado." Isso é pré-queda. Isso é pré-queda. Agora

Vai lá e sai de novo para conhecer alguém. Elton, você acredita que só o garçom olhou para mim? Opa, temos evidências. Você tentou alguma coisa e veio um acontecimento. Na pré-queda, eu tenho três padrões: acontecimento, comportamento e relacionamento. Eu junto os três e coloco eles em uma camada de três etapas que sempre são quebrados. Quando o padrão é quebrado, o resultado é uma consequência inevitável. Você não precisa de sorte. Quebrou o padrão, o próximo homem não vai ser casado. Quebrou o padrão, o próximo contrato vai ser seu. Quebrou o padrão, você não vai ficar doente. Quebrou o padrão, você não vai ter o problema que você teve. Tá me acompanhando? Em que página nós estamos? Na página de escolher o que você quer entender de 2025.

Agora, olha que louco, existe uma tensão no inconsciente. Da mesma forma que você quer revelar alguma coisa, você quer ocultar essa mesma coisa. Da mesma forma que você quer quebrar um padrão, você quer reforçar esse mesmo padrão. A pessoa passa o ano todinho, vou usar você ou a senhora como exemplo. É você ou senhora de rosa. Aham. E é sempre quem pergunta. Amor, você ou senhora, você solteira, casado? Então é a senhora, pô. Respeite o seu marido. Gente, senhora e senhorita não tem a ver com a idade, tá bom? Tem gente brigando comigo depois estou chamando as mulheres de senhora na live. Ela tinha 45 anos e você chamou de senhora? Senhora casada.

Então vamos lá. A pessoa passou 2025 todinho reclamando. Ah, porque não sei o que que tem. Ah, porque não sei o que que tem mais. Ah, porque não sei o que aconteceu. Ah, porque o Bolsonaro? Ah, porque o sei lá quem. Ah, porque agora teve o Banco Master. Ah, agora o Bolsonaro foi preso. Agora não sei o que que tem. Passou o ano todinho reclamando e justificando a sua falta de progresso no ano. Funcionário falta, cliente não paga em dia, o governo aplica multa. Aí ela chega aqui e descobre que todo problema tem uma utilidade inconsciente para as suas relações. Aquilo tem o nome de pré-queda e pode ser explicado. Aí eu viro e falo: "O que que você quer entender?" Ela vira e fala: "Não sei lista aquelas coisas que você reclamou. O que que foi que te prejudicou? Tá com o microfone ainda ou não?"

Vai chegar? Por nessa hora o seu inconsciente não vai querer que você coloque algumas coisas. É muito fácil você achar que aquilo não te prejudicou que aquilo não tem explicação e no final do dia você ficar com isso vazio e ainda reclamando que não entendeu o que o moço falou. Oi. Oi. Tudo bem? Tudo. Como é seu nome? Aline. E você vem de onde? De Campinas. Casado, solteira? Casada. Tem filhos? Tenho. Quantos? Três. Idade? 24, 10 e 5. Legal. Faz o que da vida? Confeiteira. Indo pra corretagem de imóveis. Boa. Então, quem comprar um imóvel seu vai ganhar um bolo gostoso. Vai. E uma receita de como fazer um bolo naquela cozinha nova. e etc e tal. Exatamente. Como foi 2025 ou como está sendo? Se acabasse hoje, que nota você daria pro seu ano? Seis. Seis. Quais são os três acontecimentos prejudiciais de 2025 que se você entender e impedir que aconteça em 2026, você terá um ano incrível em 2026? vender imóveis. Vender os imóveis caparado. Então é, então o que que você quer entender? É não vender. Isso. Aham. Só que não vender não é um acontecimento ruim, porque tá genérico. O que acontece quando você está prestes a vender o imóvel? O cliente desiste. Boa. Então eu quero entender porque que o cliente desiste. Aí você escolhe um cliente de um imóvel que se você tivesse vendido, qual imóvel que você queria ter vendido? Aquele que você falou assim: "Hum, meu sonho". Ah, o de condomínio de alto padrão. O valor é, tem um imóvel específico? R$ 900.000. Você tinha um imóvel de R$ 900.000 para vender e não vendeu. Hum. Tá parado, tá? Todos os móveis estão parados, tá? Tá. Por isso que chama imóvel. Escorreguei ou não? Escorregou. Ô, mas essa foi imóvel. Mas é o cansaço TDH. Eu não coloquei o negócio no tornozelo. Calma. Sorry. Tem algum imóvel que você tentou vender e não conseguiu? Tem. Qual? Um de 200.000. Um de 200.000. Se você tivesse vendido esse imóvel, eh, quanto você teria ganhado? 10.000. 10.000. O que você teria feito com 10.000? Aplicado em quê? Ah, no Eu tô participando de um É golpe, nem vai. Não é. É o esposo da Jéssica. Oxe, todo mundo que dá golpe em alguém, esposa de alguém, filho de alguém, marido de alguém, cuidado. Não, eu confio nele. Não, a gente só cai em golpe que a gente confia. Meu anjo, você sabe por que que eu tô falando para você que é golpe esse troço ou vai dar errado? Porque é um dinheiro que você nem faz questão. Você nem fez cara de dor quando contou que não vendeu o imóvel. Você nem lembrou do imóvel. Você pensou num imóvel que nem é o imóvel que você tem para vender, tá tentando vender um imóvel de 200.000. Aí eu falo e não consegue. Aí eu falo: "Me conte uma coisa que não aconteceu, que você gostaria que tivesse acontecido ou que deu errado quando ia acontecer". Aí você pensa num imóvel dos sonhos, de uma casa que você não conhece, de um condomínio que não existe, de um cliente que você não sabe de onde que tá. Gente, pega a vida. Deixa eu respirar, queridos. Participantes do resgate dos otimistas, eu recomendo e solicito que vocês tomem suas vidas pelas mãos e observem o que de fato está precisando ser modificado. Pega a sua vida na mão porque a minha tá de boa, vai acabar esse resgate aqui, eu vou continuar crescendo cada vez mais, o rabon, cada vez mais os aliados, cada vez mais. Essa mulher vai voltar aqui o ano que vem contar que o filho que passou em tantas faculdades agora tá sei onde, o marido tá não sei onde, emagreceu não sei quantos quilos e um monte de coisa. E a sua vida, o que que você quer entender sobre a sua vida? Se eu tivesse perguntando da sua sogra, do seu marido, do seu cachorro, vocês sabem da vida de todo mundo, mas a vida de vocês vocês não colocam no papel, pô. Aí vocês caem nas mãos dos coaches que faz você pensa nessa casa linda, não sei quê. Vamos olhar pra treta, pro problema, pro trem que tem que ser encarado.

Meu Elton, eu quebrei números que eu tinha, faturava em torno de 15 milhões, sendo que hoje virou um caos total. Saúde relacionamento desconexo, baixei tudo, sempre fui provedor e hoje minha mulher está bancando as contas. Como quebrar esse padrão? Boa. Só que tem muitos padrões aí. Não vamos chamar de padrão uma realidade. O que é um padrão? Aquilo que é igual. Certo? O começo do padrão está aqui nas minhas mãos, porque toda pré-queda, toda utilidade inconsciente de um problema que surge quando você está prestes a mudar quem você é, quem você, aquilo que você tem, o que você faz, para onde você vai, sempre revela três tipos de padrões. Amanhã a gente vai falar como identificar cada um e fechar o seu diagnóstico para depois de amanhã mostrar como é que você quebra esse padrão.

Ó, só para você saber, tem muita gente agora no chat perguntando como quebrar o padrão, se você vai mostrar amanhã ou na quarta. Vamos lá. Amanhã eu mostro como identificar o padrão e na quarta como quebrar o padrão. OK? Se nós estivéssemos só entreados, esse primeiro dia nem seria necessário. Só que como vocês que estão participando de fora são novos, a gente tem que explicar utilidade, pré-queda, permissão para você conseguir montar um quebra-cabeça. Antes você nem achava que tinha um quebra-cabeça. Ah, deu errado por causa de azar. Aí a gente trocou o azar por utilidade, por um monte de coisas que fecha uma conta daquilo que você tá vivendo. A pré-queda, primeiro, deixa eu definir pré-queda rapidinho. Quantas horas aí? 22 e 28. Pré-queda. A sua vida, ela não cresce assim, ó. A sua vida, ela cresce em ciclos. Toda vez que você está nesses momentos aqui, que eu chamo de ponto de inflexão, você tem a tensão do inconsciente e a possível mudança na relação. Você evita a relação porque você não quer quebrar um padrão. Aí, ao invés de quebrar e subir pro próximo ciclo, você fica repetindo, repetindo, repetindo aqui, certo? Aí o que acontece? A sua vida sobe e você volta. A sua vida sobe e você volta. A sua vida sobe e você volta e você fica nesse ciclo sem fim. Esse ponto de inflexão aqui é isso aqui, ó. Esse pontinho aqui, ó, antes da queda. Por que que chama pré-queda? É que vem antes. O dia que a senhora não vendeu o apartamento, aconteceu alguma coisa na relação antes. A não venda é o acontecimento que se conecta com o relacionamento. O dia que você bateu o carro, aquele evento se conecta com o relacionamento. Então a gente sempre olha aqui, ó, a pré-queda, porque aqui em cima já é a queda, onde você deveria continuar subindo, você caiu. Por isso que a gente chama de pré-queda antes da queda. E a pergunta que a gente tem aqui é: o que aconteceu quando tudo aconteceu? Amanhã eu vou trazer mais as premissas para vocês, porque existem premissas na teoria da permissão. Uma delas é que toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Toda demora tem um resultado que tá demorando, quer seja a venda de um imóvel, uma dívida, um contrato, um recebimento, qualquer coisa. Se tem um resultado demorando, o que que é um resultado demorando? Não é aquela coisa que não tá na velocidade que você gostaria. É aquela coisa que não está na velocidade que poderia estar. Você tem capacidade para aquilo, você tem disposição para aquilo, mas o resultado não vem equivalente, ele vem abaixo. Uma pessoa sabe a mesma coisa que você, faz do mesmo jeito que você faz, com o mesmo tempo que você faz e dá errado. A pessoa vai lá, faz um serviço do jeitinho que você faz. Ela ganha 5.000, você ganha 500. Aí você cobra 5.000, alguém vira e fala: "Tá caro". Aí quando você pergunta: "Então quanto você pagaria?" Qual é a resposta da pessoa? 500 é o que você tem permissão para ganhar naquele momento. E não é sobre o dinheiro, é sobre a mudança na sua vida que você evita. Então você diminui o dinheiro e aí você vive a pré-queda. Então me ajuda a entender meu teto disse a Adriana. Eu ganhava 400.000 durante 9 anos, entre 300.000 a 600.000. Ferrou tudo. Fiquei no zero e voltei a morar com os meus pais. Qual é o meu teto? Tem dois dois problemas aqui, tá? Essa pessoa tá numa peraqueda maravilhosa. Por quê? Não era, é, não é você, não é a pessoa, não sei qual foi a graça. Não é porque tem pré-queda que é boa. Por exemplo, vou dar um exemplo de pré-queda boa, porque tá todo mundo achando, ai meu Deus do céu, Nossa Senhora da Pré-queda, me livrai de todo acontecimento. Não, você tem um padrão que é identificado e ele vai ser revivido, porque você não quebra padrão vivido, você quebra padrão vivendo, porque você tem que mudar o comportamento. Um exemplo, o cara ganhava muito dinheiro, passou a ganhar menos dinheiro. É tipo a história dela. Só que tem uma coisa que as pessoas não falam, o evento. Ela diz: "Eu ganhava tanto, hoje eu zerou tudo, eu tô na casa da minha mãe. O que que aconteceu? Alguma coisa aconteceu quando tudo aconteceu. É uma premissa da teoria da permissão. Ela escondeu o fato, mas tudo bem, vai aparecer daqui a pouco. A pessoa estava em um relacionamento, ganhava muito, o dinheiro tava dando tudo certo. No melhor momento da carreira, ele traiu a esposa. Aí depois ele decidiu contar para ela. Quando ele contou para ela, ele descobriu que ela tinha traído ele, ou seja, ficou pior. E aí ele decidiu que ele nunca mais ia ganhar muito dinheiro, porque quando ele ganhava muito dinheiro, aí ele ficava mais bonito, ele viajava mais, as mulheres ficavam mais fáceis e ele traía ela. Isso era um problema para ele? Até que era. Só que tem um outro registro. O que que acontece quando ele é traído? Não, quando ele trai, ele conta. E quando ele conta, ele descobre. Como é que ele mata o mal pela raiz? Não vou ganhar dinheiro. Só que depois vou falar da intensidade do problema. Ele se limitou a ganhar dinheiro. Quando ele entendeu tudo isso, ele virou para mim e falou o seguinte: "Qual que vai ser a minha próxima pré-queda? Ele ganhava 80.000 por mês. Qual que vai ser a próxima pré-queda dele? Ganhar 120. Porque ele precisa ser testado. Ele vivia evitando dinheiro. Se eu ganhar dinheiro, eu vou trair minha esposa. Então, o que que vai acontecer? Inconscientemente agora está buscando uma opção. Qual opção? Ganhar dinheiro sem trair a esposa. Depois que ele ganhar dinheiro, ele vai buscar uma confirmação. Como é que ele vai ter uma confirmação se ele é fiel? A Xuxa vai ligar para ele. É tipo isso. Uma mulher incrível vai ligar para ele. Gente, tia Xuxa é incrível ainda. No vocês, hein? Eu tô em outra fase, não vou fazer juízo de ninguém. Deixa vocês aí. Ele precisa de uma opção para ganhar dinheiro e viver aquela situação para ter a confirmação, porque ele só quebra o padrão a hora que ele chegar em casa e dizer e disser: "Mulher, eu estou ganhando mais e quanto mais eu ganho, mais eu prefiro você". Só que isso só vai ser validado o dia que ele ganhar mais. Não dá para dizer que ele é fiel se ele continuar ganhando o mesmo tanto, porque ele só atrai quando ele ganha muito. Então ele vai ver uma pré-queda boa, ganhar dinheiro e depois ser seduzido. Ele vai receber uma cantada de uma mulher que nem o Ramon ia sair com facilidade. Minha mulher tá assistindo. Então, tem para qu Não, não disse que você não ia sair, irmão. Eu disse que não ia sair com facilidade porque é uma mulher que talvez lembre a sua. Se eu ficar aqui vai piorar, né? Vai. Então o seguinte, esse padrão eu já quebrei. A pré-queda, calma aí que eu vou pr as dúvidas. A pré-queda é aquilo que você precisa viver de novo, porque agora você tem uma vontade nova que gerou uma dúvida ou você tomou uma decisão que vai gerar uma desistência. E no começo da live eu perguntei: "Qual que é o seu mais longe?" Aí todo mundo: "É, eu quero ir para Disney, eu quero levar meus filhos, eu quero não sei o quê". E aí quando você descobre que aquela decisão vai ativar um padrão que vai aparecer de novo, aí você não lembra de mais nada. Eu só tô pedindo três acontecimentos. Eu duvido que no final do ano você não tem uma lista de desgraça na sua vida. Pô, eu que tô tendo um ano incrível, tenho uma lista gigantesca numa hora dessa. Imagine a lista que eu teria em outra época da minha vida. Quase escorreguei. Mas você ainda tem pré-quedas? Muitas. Posso listar várias aqui. Posso mandar alguns estudos de caso. Inclusive quando eu vivo minhas pré-quedas, quando é possível, quando não expõe demais, eu conto pros aliados. E quando eu não conto, eles perguntam: "O que que foi, minha filha apareceu com braço quebrado." É pré-queda. É da criança, não. Do pai e da mãe. Filho pequeno quando fica doente é a favor pros pais, coisa do tipo. Então, só pra gente começar a fechar com chave de ouro aqui e preparar vocês para um exercício prático. Por quê? Se daqui três dias vocês só ficarem repetindo minhas frases, eu vou me envergonhar, porque eu vou ficar parecendo um coach bobo. Eu quero que você vire e fale: "Rapaz, eu passei três dias com aquele maluco, eu entendi o que eu não entendia. Tô conseguindo reverter umas coisas que eu não reverti. Uau! É isso que eu quero. Eu tô com tanto medo de ficar parecendo um coach bobo que até as minhas próprias frases eu tô deixando de falar. Eu só tô mostrando estrutura. Então, preste atenção. Três coisas que aconteceram, que você quer entender, porém três coisas que te prejudicaram. Ficou claro? Não vale essa coisa. Ah, o imóvel tá parado, nesse caso, não está sendo negociado, a venda não anda, correto? Beleza. O que acontece quando você tenta vender o imóvel? O que acontece no dia que você vai fechar o contrato? Porque ela disse, perceba, eu levei ela para o ponto de tensão. Ela estava lá no imóvel que nem está na imobiliária dela. Aí eu trouxe ela para um caso concreto. O imóvel que você foi vender e deu errado. Ela disse o imóvel de 200.000 viu que o cliente desistiu. Perceba que o formato da pré-queda começa a me levar ao padrão. Por exemplo, ela foi fechar o contrato e o cliente desistiu. Eu tenho a forma do acontecimento. Poderia ser de outra forma. Ela foi fechar o contrato e bateu o carro. É outro formato. Ela foi fechar o contrato, mas no fundo ela nem foi porque ficou doente. É outro formato. Ela foi fechar o contrato, mas quando ela chegou lá, outra pessoa da mesma imobiliária tinha passado na frente. Porque aí eu tenho o acontecimento que se repete. Tão acompanhando? Se eu tenho o acontecimento e o nome é padrão, eu busco duas coisas. Desde sempre e com que frequência as pessoas desistem daquilo que vai mudar a sua vida. Por isso que eu preciso de um acontecimento real, que aí eu saio procurando quando mais a sua vida ia mudar e não mudou porque alguém desistiu. Aqui de novo, opa, aqui de novo achei a repetição do acontecimento. Então coloque o que que aconteceu, gente. Sabe aquele troço que você reclamou para Deus? Você orou? Você rezou, você xingou, você falou no grupo, você encheu o saco do coleguinha. É isso que eu quero. É isso que eu quero. Calma que agora apareceu foi tudo, né? Estamos avançando. Então, então o que que eu quero aqui? Pré-queda. Três momentos que o seu teto financeiro não foi rompido porque alguma coisa aconteceu. Fato um, fato dois, fato três. Você também pode, se você quiser e conseguir, conectar esses dois primeiros pontos. Primeiro ponto, o que você estava tentando aqui? Ela já me deu o segundo ponto, por isso que eu voltei pro primeiro. Que que ela estava tentando quando ela foi vender um imóvel e não deu certo? Investir no quê? No negócio do marido, da amiga dela. É você? O negócio é seu. É você? Não vou avalizar nada, irmão, porque pode ser pré-queda dela. E se for pré-queda dela, pode ter uma confirmação do teu negócio. Por quê? Olha que louco. Fulano ia vender algo. Se essa venda, olha só, Maria ia vender alguma coisa para o João. Se essa venda fosse feita, Maria investiria no negócio do Pedro. Por que que o João não comprou esse imóvel? João comprou algum imóvel? Porque João tem permissão para comprar imóvel. Mas ou você não tem permissão, ou você não tem permissão, ou os dois não têm permissão. Como é que eu faço para saber se a falta de permissão está nela ou está nele? Para saber se a falta de permissão está nela, eu digo: "Faça a venda e não invista". Nossa, uma salva de palmas para ela é aliada sempre. Se ela destina o dinheiro para outra coisa e vamos lá, ela ia fazer um negócio, vamos supor que você não tem a permissão para ter o resultado agora com o dinheiro que ela vai trazer, ela muda o destino. Não, não vou investir com você, não. Vou para um resort. Aí o João vai lá e compra o imóvel. Aí nesse caso, seria falta de permissão só sua. Só que aqui o João nem comprou. Pode ser porque o eixo nossa, aqui eu fiz uma análise complexa para vocês, né? Ou vocês conseguiram atender? Porque eu sempre preciso entender o seguinte: o que que você vai fazer com o dinheiro que você vai comprar? O dinheiro que você, desculpa, ganhar. O dinheiro que você vai ganhar pode ser para pagar a dívida do seu cunhado viciado ou ir para Paris. Muitas vezes você tem a permissão para pagar a dívida do cunhado viciado, mas não tem permissão para ir para Paris. Nesse caso, o negócio que você tentar fazer para pagar a dívida do cunhado viciado vai ser fechado. Só que se você fala, só que se você fal, é porque o ponto não tá funcionando, senão vou pedir para me avisar. Ô raio, só que se o negócio for para você, para algo que vai mudar a sua vida, aí ele vai dar errado. Estão conseguindo conectar os pontos? Então é importante saber o que você estava tentando quando aquilo aconteceu. É o Tom do céu. Ai que susto, né? Tô assustando fácil. Tava tentando cas rapidinho aqui. Aqui vocês entenderam. Tava tentando o quê? Casar. Ufa, entendi outra coisa. Ganhava 10.000. Namorava era independente. Descobri após 3 anos que meu quase marido já era casado. Nunca mais ganhei mais do que 2.000. Só anota, porque senão agora vocês vão ficar querendo que eu feche a conta de vocês. Fechar a conta é fácil, só que o difícil é fazer a pessoa enxergar, porque se você quebrar três padrões aqui com a gente, nunca mais você vai enxergar nada nem ninguém na sua vida do mesmo jeito. Então, eu não quero só quebrar o seu padrão e e dizer: "Faça isso que você vai vender o imóvel". Eu quero que você olhe seu relacionamento. Eu quero que você olhe as suas relações. Eu quero que você olhe as suas dependências emocionais. Eu quero que você olhe os combinados inconscientes. Eu quero que você comece a olhar tudo que acontece na sua vida, pô. Que aí assim quando você for fechar o negócio, você vai fazer uma análise de padrão. Então padrão é aquilo que é da mesma forma. Então, na pré-queda, nós temos três tipos de padrões. Padrões. Toda vez que nós falarmos de padrões, nós estamos falando de acontecimento. Nós estamos falando de relacionamento e nós estamos falando de comportamento. São esses padrões que nós vamos identificar e conectar para romper o seu teto financeiro. Tudo de uma vez não vai por mim. É melhor você ir quebrando aos poucos do que você quebrar de uma vez. Eu vivo nesses acontecimentos há mais de 7 anos. Carro quebrando, esposa adoecendo. Quanto tempo demora até esse padrão acabar? Boa pergunta. Dependendo do padrão que você identificar, você precisa de dois acontecimentos, porque todo problema precisa aparecer na sua vida pelo menos três vezes. A depender do que você entender da primeira vez, na segunda você já se desenvolve, na terceira você já se valida. Só que amanhã eu vou falar sobre as etapas da quebra do padrão. Tem como você quebrar o padrão em uma semana, pô. O padrão está aí há muito tempo. Ele pode estar impactando um negócio que demora para ser feito, mas o padrão ele já tá aí. A gente só precisa identificar o padrão. E detalhe, a vontade é importante porque vamos supor que você tem 50 padrões ruins, OK? E você tem uma vontade, quantos padrões seus vão aparecer? Talvez um, talvez dois. Tem padrão que não vai te atrapalhar conquistar determinadas coisas. Por isso que é importante a gente saber o que que você tá tentando hoje. Muitas coisas aconteceram ruins ou muitas coisas de ruim aconteceram em 2025, ao longo do ano. Mas qual delas você quer resolver? Qual de fato está te prejudicando? Tão me acompanhando? Porque tem problema que você tem padrão que não vai te afetar em determinado projeto porque eles não estão relacionados. É um padrão que não tem nenhuma relação que está sendo afetado com aquilo. Então eu preciso saber o que você quer hoje, porque é com o que você quer hoje e o padrão que nós identificamos que a gente vai achar o seu bloqueio de permissão. Por causa desse relacionamento, você tem esse acontecimento e manifesta esse comportamento. Oo contrário. Por causa desse comportamento, nesse relacionamento, você tem esse acontecimento. Qualquer ciclo aqui vai explicar pra gente qual é o padrão inconsciente que faz você ou alguém dar uma utilidade pro problema que vocês vão viver. Qual é a utilidade? Punir ou poupar? A gente vai identificar amanhã. Qual a utilidade? Unir ou afastar. A gente vai identificar amanhã. Por que que essa utilidade apareceu? Porque na relação de vocês tem alguém buscando opção e alguém buscando confirmação. Você pode dar uma opção com acontecimento ruim, você pode buscar uma confirmação com acontecimento ruim ou você pode identificar, sentar e conversar. Eu não preciso de um acontecimento ruim para dizer: "Amigo, acho que a nossa sociedade já deu." Eu posso identificar, quebrar o padrão em outra área da minha vida e chegar pro sócio e falar: "Cara, foi bom até aqui. Sou muito grato daquilo que a gente viveu, mas cara, vamos seguir em frente sem precisar da gente ter um problema para encerrar com isso aqui. Porque eu conheço um cara, por exemplo, que ele quebrou uma empreiteira para conseguir demitir um gerente que começou com ele. Monte de obra parada. O cara tinha 30 milhões em contratos e o negócio degringolou porque ele não conseguia demitir o cara mais importante, não só da empresa, pra trajetória profissional dele. Aí ele virou e falou o seguinte: "Elton, eu já demiti o cara". Eu falei: "Como foi que você demitiu?" A obra que ele estava tocando foi eh embargada, deu um problema e agora tá tudo parado. Posso voltar e vai dar tudo certo? Eu falei: "Não, pô, você não quebrou padrão, você demitiu o cara". Duas condições para essa obra voltar a funcionar. Primeira condição, o amigo conseguiu emprego. Porque se a obra voltar depois de três meses, por exemplo, e o amigo ainda tiver desempregado, que que o amigo vai querer? O emprego de volta. Ele não sabe dizer não para esse cara. Não quer dizer que ele não saiba dizer não. Ele não sabe dizer não para esse indivíduo nessa situação. Ou esse amigo vai conseguir um emprego ou ele vai ter que quebrar o padrão para poder pegar essa obra de volta. Caso contrário, nada vai fazer esse indivíduo ter esse negócio de novo. Por quê? Porque ele tem um padrão inconsciente de comportamento naquele relacionamento que gera esse acontecimento. Perceba que quando você entende, deixa de parecer milagre ou bruxaria. Ele não pode prosperar se o amigo não tiver bem. Aqui a gente tem uma quantidade de problemas. E se o amigo arrumar o emprego e tiver problema, será que ele vai se sentir bem tocando aquela obra, ganhando aquele dinheiro sem aquele amigo? Então, assim como dá para explicar na vida dele, dá para explicar na sua vida. E o começo dessa explicação são os acontecimentos que você vai escolher. Escolha a dedo esse acontecimento. Qual acontecimento? Falou assim: "Irmão, você é esquisito, mas cada palavra que você diz faz sentido. Minha esposa comprou um carro, não contamos para ninguém. Depois que contamos, caiu um galho de uma árvore em cima e quebrou. Antes chamava de maldição, uma sorte. Dá para entender? E aí, nos estudos de caso, a gente vai mandar todo tipo de caso para você. Qual é o nosso objetivo aqui? Trazer clareza para você. Porque esse bloqueio inconsciente que tá te impedindo de poder ou ter permissão para ir além não tá prejudicando só você. Quantas coisas você deixou de fazer para você mesmo? Quantas coisas você deixou de dar pro seu marido, pra sua esposa, pro seu filho? Quantos empregos você deixou de gerar? Quantos problemas você gerou para outras pessoas que têm que te socorrer, que têm que te acudir? É só isso que a gente quer mudar. Não é fácil, mas com a clareza se torna possível. Com a coragem, com apoio, se torna um pouco mais fácil. Eu morria de medo de tomar algumas decisões. Eu fui quebrando os meus padrões aos poucos. Eu quero te convidar para encarar cada um desses padrões. Só que antes disso, para você não dormir só com informações, com estruturas e aula, coloca na tela para mim a pergunta. Você pode ter tentado resolver ou você pode não ter tentado resolver. Você pode ter resolvido uma parte, não ter resolvido outra parte. Eu não sei se você se frustrou, se machucou, se você desistiu, não sei se foi a terapia que não deu certo ou que não deu tão certo, não sei se foi a religião, não sei se foram as imersões, eu não sei o que você fez que não deu certo, que você deixou de continuar tentando, mas o fato é, você tá desistindo é de você, pô. Você tá desistindo de você. E aí eu quero que você reflita onde foi que você se perdeu? Onde foi que você se perdeu de você? Em que momento que você aceitou não ser tão feliz num relacionamento quanto você tinha pensado lá atrás? Em que momento você aceitou não ter tanto dinheiro? Em que momento você aceitou ficar pedindo iFood só na promoção? Em que momento você aceitou ter uma vida tão limitada? Eu não estou pregando ou prometendo uma vida fácil, uma vida sem limite algum, mas eu tô metendo, provocando e pregando para vocês uma vida em que você continue avançando. Tem gente que nem sabe que dia que desistiu. Só que tem tanta coisa que poderia ser entendido que agora dá para ser entendido. E aí eu volto a te perguntar. Se você puder fazer qualquer coisa com isso que nós estamos te mostrando, o que que você vai fazer? Você tem coragem de tentar entender uma doença? Você tem coragem de tentar entender um aborto? A senhora não tem noção do quanto eu fico feliz toda vez que eu vejo a senhora aqui de volta. Obrigado pela companhia, pela confiança, porque ela estava em tratamento de câncer com a Giota na porta e a Jota não queria era dinheiro, queria era vida. E ele só não fez questão da vida dela porque na época ela também não fazia. Era uma bagunça. E agora tá aqui progredindo, avançando. É bom demais você quebrar padrão, porque você vira e fala: "Rapaz, funcionou aquele trem daquele maluco lá. O primeiro padrão é o mais gostoso, né? Você morre de medo de não dar certo e depois dar certo você fala: "Não comemora nada. Depois que dá certo a primeira vez, deixa eu respirar para eu não escorregar que eu ia falar: "Esses miseráveis, depois que dá certo a primeira vez, você sabe qual é a primeira dúvida? Vê se não é isso. Será que foi aquilo mesmo que ele falou? Aí você vai e testa de novo e de novo e de novo. A gente sempre sabe, tem padrão. Teve acontecimento, tem padrão. Só que só faz sentido te mostrar tudo isso se você quiser uma vida que faça sentido para você. Tá fazendo sentido hoje? Vamos que vamos. E você estava falando aí sobre casos e estudos de caso. Falando em estudo de caso, nós temos uma pessoa aqui que está ao vivo. O Ramon Rocha tá por aí. Cadê ele? Leva o microfone ali nele. O Ramon contou que ele salvou o casamento. É esse aí? É esse aí. Charará. Pô, sorrindo desse jeito não tinha como não ser. Sobe aí então. Ué. Salvou o casamento, reconstruiu sua postura como homem pai e saltou de 30.000 para quase 2 milhões de faturamento em 2025. Mais. Uau! Então se apresente para quem não te conhece aí. Salve de palmas. E é só o começo, hein? Beleza. Meu nome é Ramon Rocha, marido da Larissa, pai do Miguel e do Alex, que acabou de nascer, por isso que a Larissa não tá aqui também. Que legal. E antes de tudo isso, né, eu vinha de um casamento fracassado, quebrado. Eu vinha de uma vida financeira totalmente destruída também, Elton, morando de favor na casa dos pais, inclusive antes de tudo isso, mas eh tentando maneiras de reconstruir a nossa vida financeira e achando que o problema igual Ramon, achando que o problema era dinheiro e a solução era o dinheiro, né? Mas eu descobri que, na verdade, era as relações mesmo. Eu precisava resolver algumas relações na minha vida, né? E a partir disso foram alguns meses e tudo mudou. Você trabalha com qu para esse resultado ter vindo assim tão rápido? Ah, eu ajudo pessoas a irem trabalhar nos Estados Unidos. Ah, você que estava aqui? É, eu que estava aqui. Exato. É, eu inclusive sou a prova viva disso, né? Eu fui para Estados Unidos trabalhar, que foi uma escolha que naquele momento era a única que eu tinha, que eu tive que deixar minha família no Brasil para poder trabalhar uma temporada. Então, pera aí. Você já fazia isso e estava no meio daquela bagunça. A mesma coisa que você continuou fazendo passou a ter outro resultado. É. Aí aconteceu o seguinte, vamos lá. É, é. Vamos mostrar o processo porque senão vai aparecer milagre. Aham. Aham. Então, pode contar. Eu fazia tal coisa e eu tinha tal dificuldade, tal resultado, entendi tal coisa, na medida em que eu resolvi essa coisa, tal resultado apareceu. Vamos lá. São duas coisas, dois padrões que eu identifiquei na minha vida, né? Porque tinham dois problemas. Tinha o problema no relacionamento e tinha o problema do dinheiro. Tá bom? O problema no relacionamento que estava acabado, nosso casamento estava acabado, teve até infidelidade, minha parte e tal. Eh, a gente resolveu a partir do momento onde eu descobri que a minha esposa ela tinha e ela inclusive entrou na aliança primeiro, ela conheceu você primeiro e você foi a solução. Inclusive a gente estava decidindo se ia separar ou não. Ia aparecer um vídeo do YouTube seu pra gente e aí a gente decidiu. Então, imagina o que que eu estava dizendo, né? E sabe o que você estava dizendo? Eh, a traição foi uma escola de mulher, algo nesse sentido. E ela, putz, caramba. Mas enfim, eh, e aí a gente identificou que o meu padrão naquele no nosso relacionamento é que eu não tinha coragem de ser o homem que minha esposa precisava e o pai que os meus filhos precisavam era uma vítima. Eu buscava fazer coisas para que no final eu ficasse sendo a vítima e não pudesse tomar decisões e tomar atitudes na nossa vida. Então, e a minha esposa queria ser a guerreira, queria ser, e é engraçado, né, em casos de traição, muitas vezes a mulher não larga, não é porque ela perdoou, é porque ela precisa ficar com ele para se vingar. Exatamente. Exatamente. Sempre vai ter utilidade inconsciente, um daqueles quatro quadrantes, viu, gente? E zero julgamento aqui para todo mundo, senão a gente não evolui, tá? Exato. E aí quando a gente identificou isso, né, foi simplesmente tomar a decisão de E aí a gente teve que sentar e ter uma conversa difícil para identificar. Olha, você, desculpa falar, mas você é um bunda mole, Ramon. E você, Larissa, é uma vingadora. E aí a gente chegou nessa nessa conversa, tomamos a decisão, identificou os padrões, corrigiu o casamento e o resultado financeiro começou a vir a partir de que momento? A partir exatamente desse momento, porque a partir do momento que ela não precisava mais do erro dele para punir ele ou para se vingar dele, a partir do momento que ele assumia a obrigação dele por decisão e não por imposição ou por problema, porque se ele não tivesse quebrado esses padrões, não tinha como ele ganhar dinheiro. Tá claro para vocês ou parece muita volta? Exatamente. E aí, e o resultado, qual foi o financeiro? O resultado foi que eu saí de um faturamento de 30.000 1000 para 300.000 em dois meses. Uau! Uau! Nada mal, hein? Fazendo a mesma coisa, o mesmo trabalho, cobrando o mesmo preço. Como é que mudou? Não, eu saí do trabalho porque eu trabalhava nos Estados Unidos, vim pro Brasil para ser o homem que eu precisava pra minha esposa e tive a ideia, poxa, agora eu posso ajudar pessoas a irem trabalhar nos Estados Unidos fazendo o que eu fazia e mudar a vida financeira delas. E aí a gente explodiu. Gente, esse esse é o poder da permissão. Se ele tivesse vindo e não tivesse quebrado o padrão, nada que ele fizesse ia dar o problema. Desculpa. Nada, nada que ele fizesse ia dar o resultado, porque eles precisavam do problema. Enquanto o problema tiver utilidade na sua relação, ele não vai sair. Não importa por onde ele entre, ele não vai sair. E se colocar dinheiro, dá problema em outro lugar. Por você precisa manter o problema. Qual parte foi mais difícil encarar? Porque você viveu um problemão, que é o que muita gente vive aqui, é quando a mulher descobre primeiro. Como que foi para você ali? Porque mulher quando descobre padrão de marido, a vem com os pés no peito, né? Foi, cara, eu já queria consertar, eu já estava muito disposto a estava querendo mesmo, só não sabia o caminho, não sabia como fazer. Nós dois queríamos, na verdade, né? E aquilo, na verdade, foi só a faísca para para realmente acontecer. Então eu acho que a parte mais difícil, mesmo, sendo bem honesto, foi um dos pontos também, uma do um dos outros padrões que eu tive que quebrar na parte financeira, que era que eu morava em Minas Gerais, eu morava perto dos meus pais, ficava naquele aquele coisa lá, o medo de ganhar dinheiro, o medo de progredir na vida, porque eu achava que eu tinha que carregar eles comigo e se eu ficasse rico, eu não tinha como ver meus pais morando lá e passando dificuldade. E aí a gente simplesmente tomou uma decisão, falou assim: "Olha, vamos para São José dos Campos". E agora vem uma pergunta: "E como você está com seus pais e como eles estão?" Estão muito bem hoje. Eles me veem com muita admiração, sempre que inclusive e aí meu maior medo era ter que ficar ajudando eles, eles, os meus irmãos financeiramente, né? E a partir de alguns nãos, eles começaram a identificar que, tipo assim, pô, ele não é o banco que vai ter que ficar carregando a gente, então ele é um cara que tá crescendo, a gente respeita o lugar dele, o espaço dele, admira, apoia e e cara e daí diante foi isso. Para mim foi o mais difícil, sair daquele ninho e vir aqui para São José dos Campos e desvincular com eles um pouquinho, mas ajudou demais, cara, demais. Maravilha. E quem quiser conhecer o seu trabalho, te acha onde? Aproveita aí. Instagram. Meu Instagram, eu sou o Ramon Rocha. Quem quiser trabalhar nos Estados Unidos, ganhar o dinheiro em dólar aí. Maravilha. Salve de palmas, senhoras e senhores. Isso é o que eu mais gosto, é ver. Valeu. Famílias restauradas, homens que assumem o seu papel, mulheres que conseguem encontrar leveza, porque, gente, tem muita coisa pra gente restaurar. E ajustando esses padrões, o resultado vem. Eu gosto do resultado, mas eu sou apaixonado pelo progresso, porque é no progresso que o homem desenvolve a coragem, desenvolve a confiança, a mulher desenvolve a leveza, a mulher desenvolve a confiança, um se entrega pro outro, um confia pro outro, porque se não corrigir isso aí, bicho, o dinheiro vem e o problema aumenta. E o que eu quero é que vocês entendam tudo isso. Então, o primeiro papo foi um papo de preparação de terreno, de te explicar por que você não foi mais longe. Não foi mais longe porque

Não pode, porque não tem permissão. Não tem permissão porque tá no teto financeiro e fica no teto financeiro por causa dos padrões que dão utilidade inconsciente para as suas relações. Qual é a dúvida? O que fazer para identificar esses padrões? É isso que nós vamos fazer no encontro de amanhã, pontualmente, com a mesma pegada de hoje, com a mesma sequência, com a mesma profundidade. Óbvio, amanhã você vai chegar aqui com a clareza maior do que a que você chegou hoje. Você entendeu tudo? Não, mas você já sabe que algumas coisas existem. Tem um monte de coisa que falta falar. Como que eu faço para identificar qual é o padrão que eu tenho que identificar? Qual é o essa pergunta? Tá >> a que mais apareceu, né? É. >> Prometo responder amanhã exatamente qual padrão você tem que quebrar. Ou melhor, como identificar qual padrão você tem que quebrar. Hoje eu precisava te fazer mostrar que você tem padrões. Eu passei praticamente 3 horas falando, não consegui ler todo o chat.

O que nós vamos fazer? Eu vou te mandar um e-mail com um estudo de caso para você começar a ver essa coisa toda mais prática. Para que que eu te mostro na prática? Para você ver como funciona, vê que funciona e desejar colocar isso na sua vida. Tem gente que já tá querendo resolver hoje, não tá? Se você já foi essa pessoa, coloca aí: "Já quero resolver". É legal encontrar pessoas iguais ao Ramon, porque a pessoa vem parar no resgate dos otimistas querendo resolver. Tem gente que veio parar aqui só com problema. Vamos tentar convencer essa pessoa em três dias a querer resolver e tá tudo bem. Mas se você já é essa pessoa, que bom que a gente já tá gerando essa vontade em você. Amanhã a gente vem para a identificação do padrão, fazendo o seu diagnóstico. Amanhã a gente começa a aplicar essas ferramentas e no último dia mostrar como quebrar o padrão. Então anote todas as suas dúvidas porque na quinta-feira, quarta, quinta, segunda, terça, quarta, na quinta-feira nós vamos ter um antão só de dúvidas com aqueles três tipos de dúvidas. Não entendi tal parte, não entendi como fazer e não entendi o que fazer. Geralmente esse o que fazer é por onde eu começo? Tem tanta bagunça, qual é o padrão? Então, amanhã a gente vem explicando tudo para vocês. Espero que tenha valido muito a pena ter separado um tempo.

Temos um post lá no meu Instagram, @eltonuler. Eu quero que você vá para esse post e comente qual foi a sua percepção, qual foi a sua descoberta, o que você está achando desse encontro, o que você viu de diferente, porque esse é o meu momento de interagir com você, porque eu passei praticamente 3 horas falando aqui sem ler o que vocês colocaram nos comentários. Para os nossos mais de 160.000 aliados, para os anfitriões dos grupos esparramados pelo Brasil e pelo mundo, obrigado pela companhia. Cadê os nossos aliados que estão presentes? Uma sala de palmas para eles. Obrigado pela companhia. Ob, obrigado pela confiança. É com o apoio de vocês que eu me torno cada vez melhor para fazer cada vez melhor aquilo que a gente tem feito, não da noite pro dia, mas todo dia. Você que está em casa, um beijo no seu coração, vai no Instagram, coloque na agenda para você não perder o nosso encontro de amanhã e traga o exercício feito pra gente dar sequência, porque amanhã a gente te mostra como identificar o padrão que você precisa quebrar para romper o seu teto financeiro, ganhar mais dinheiro, ter uma vida que faça sentido e que você se veja realizado naquilo que você decidiu fazer, tá bom? Um beijo no seu coração e vai pra vida que ela é justa e só está te esperando. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente e esse foi só o primeiro encontro do Resgate dos Outimistas. Um bom retorno. Tchau.

>> Cara, onde é que vocês estavam que eu demorei para encontrar vocês dois, viu?

>> Coisa boa. E você é de onde? Se apresente pra gente aí, vai.

>> Eu sou de Salvador, mas hoje eu moro no interior da Bahia, em Cruz das Almas e, Pois é, sou dentista. Tenho 42 anos, três filhos, uma família e eu era uma represa de permissão. É só isso explica o que aconteceu em minha vida. Perdeu muitas oportunidades,

>> cara? Perdi, mas é da forma que eu hoje vejo. Perdi, mas nem sabia que tinha perdido. Acho que foi isso que é o mais triste, a gente perder a oportunidade sem nem saber que tá perdendo e fica achando que a culpa é ainda em você, que a culpa é sua, que você não tem capacidade, que você não tem. você fica buscando coisa, buscando estudar, buscando eh sei lá, tentar tirar o foco de você, tentando buscar e não avança. É uma coisa incrível. Até no dia que eu que eu entendi isso aqui, né? Não sei que foi o que aconteceu, parou numa live aqui, era o refúgio dos otimistas. Eu vi vocês falando, falei: "Meu Deus, tem certa razão isso aqui que ele tá falando". Comecei a escutar, fiquei bem chateado com o que eu escutei, porque choca no início, mas mesmo assim escutei. Participei um dia, participei, participei dois dias, participei três dias e realmente e quando a chave gira nessa cara, será que é isso que faltou para mim, esse tal de permissão? E aí foi que tudo começou.

>> E o que foi que fez você virar essa chave e entender que era a falta de permissão ou qual foi a falta de permissão que você entendeu que fez você entrar na aliança? Eu não podia ser a pessoa mais próspera da minha família.

>> É duro dizer isso. E se eu fosse a pessoa mais próspera da minha família, todo mundo vinha me pedir alguma coisa, me me fazer. E eu fiz muito isso minha vida toda. E aí eu não tinha permissão para poder eh ser a pessoa mais próxima da minha família e não é nem sobre mim, né? Sobre minha família, sobre meus filhos. E isso aí mexeu muito comigo. Eu fiquei bem triste, viu? Meu refuo dos otimistas. Eu fiquei mal mesmo, viu? reflexivo, fiquei sem dormir, porque eu fiquei pensando, meu Deus, quanto tempo eu passei sem entender isso aqui. Mas depois eu entendi também que não tinha culpa, porque como eu também não sabia, né? Mas aí no segundo dia você me deu uma informação, El, que falou: "É, tudo bem que você não sabia, mas a partir de hoje que você sabe, o relógio contou, cara. Isso aí mexeu comigo, viu? Porque eu falei, realmente, hoje eu não sa, eu não sabia até hoje, mas agora que eu sei, eu preciso decidir o que é que eu vou fazer da minha vida." E aí eu comecei a perceber a primeira percepção. Eu sempre comecei tudo, mas nunca terminava nada. Eu sempre começava um curso achando que ia dar certo e nunca terminava. E aí, olha a dúvida chegando, um monte de coisa entrando, um monte de tentativa que nunca decidia. E por incrível que pareça, era isso que tava me atrapalhando. E aí eu abri vários negócios, comecei a fazer um monte de coisa e olha, uma confusão e no final não fazia nada. Depois que eu escutei a aliança Divergente, para você ter uma noção, eu comecei a fechar ciclo, ó. Tudo que não faz sentido para a minha vida, eu comecei a fechar. Foi aí que a mágica aconteceu, né? Que não é mágica, foi só um poder de decisão que eu já vim há 42 anos adiando e tomar algumas decisões importantes minha vida. Aí eu fiquei na dúvida, né? Entendi, cara, na dúvida eu não vou para lugar nenhum. Eu preciso ser um homem que meus filhos vão olhar para mim e falar assim: "Meu pai tem o orgulho dele, não é pelo dinheiro, é pela atitude dele, pelo a forma que ele faz". Então eu hoje esse é o meu maior legado, não é mais sobre dinheiro, é sobre legado. E aí você fala assim: "Icaro, mas você teve esse resultado em um mês?" Pessoal, para quem tá escutando, deixa eu dizer uma coisa a vocês, eu tava com a vida tão represada que não tinha como ser diferente. Qualquer coisa que eu fizesse aqui ia dar certo, porque eu já tinha feito muita coisa errada. Então eu comecei a tomar decisões. Para você ter uma ideia, eh na pandemia, eu sou dentista, né? Quem tava perguntando aí, e aí a pandemia fechou? todos os consultórios. E como esse negócio passava pela boca, eu falei: "Pronto, vou morrer, acabou minha profissão." E aí eu tinha um padrão de tudo adoecer, era terrível. Eu aí o que que eu fiz? Abri outro negócio, como eu sempre fiz, ó, eu vou abrir outro negócio, que eu tenho uma família, comprei uma franquia de limpeza, foi beleza, deu certo. Limpeza na época fazia, só que chegou um tempo que parou de fazer sentido. Meu consultório hoje me dava um rendimento 10 vezes maior do que nessa franquia. Então ficou difícil. Só que eu não tinha lido nas letrinhas miúdas que para eu cancelar tinha um prejuízo lá de 200.000. R$ 1000, porque você cancela antes do tempo, né? Então não tem como você sair. E eu tava há um ano e meio tentando decidir isso. Até no dia que vi o Elton falar e ele foi foi bem delicado e falou assim: "Cara, enquanto você não decidir, você vai continuar nesse limbo aí". Rapaz, eu dormi, mandei o e-mail me tremendo tudo, mas pedi cancelamento. Ó, eu prefiro assumir uma dívida de 200.000 do que continuar sendo um banana. Eu prefiro fazer isso e eu vou dividir isso aí, vou ver como é que eu pago, mas não fico mais assim. E aí foi quando eu minha minha minha eu entendi essa questão da aliança que eu também tava um pouco inseguro. Afinal eu sempre comprei muito curso, desenvolvimento e enfim de coach e tal, melhorava uma coisa ou outra, mas não era isso ainda que funcionou para mim. No outro dia, a franqueadora me liga, Ícaro, você é um cara tão bacana e tal e porque você foi assim, ó, não cancela não, vamos tentar fechar tal. E você só vai pagar uma taxa de 48.000. Falei: "Olha, já saí de um prejuízo de 200 para 48". Então tá tudo bem,

>> tô ganhando 160, né?

>> Tava deixando de perder, né? Pelo menos, né? E aí eu falei, cara, que pronto, então esse negócio dá certo? Aí comecei a entrar, entrei na aliança e aí entrei com muito cuidado para não fazer, tentar fazer tudo de vez, que assim tem uma metodologia, tem um passo a passo, então não são são vídeos que você tem que ouvir talvez duas, três vezes para poder entender. E aí tem um pessoal do Pense Comigo, entrei no grupo lá, foi muito bom que eu entendi e não era só comigo, existem pessoas no mundo inteiro que passaram pelo que eu passei e entende quando eu converso isso aqui. E aí conversamos, rodamos protocolo lá, foi muito bacana. E aí eu eh durante isso rodei esse protocolo do medo. Entendi que era só medo. Medo de dar certo. Agora vê medo de ficar rico, medo de prosperar. Eu não tinha medo de ficar pobre, eu tinha medo de ficar rico. Por quê? Porque ia me ligar, parente, tio, enfim. E isso me incomodava. Eu descobri essas percepções de protocolo emocional. No outro dia, no segundo dia do recurso dos otimistas e comprei, olha que eu já eu já comprei tanta coisa que eu dessa vez eu vou me precaver um pouco. Comprei 10 vezes, eu acho, 12 vezes, eu nem lembro, dividindo o máximo que podia no boleto para poder cancelar com 30 dias. Pessoal, deixa eu perguntar uma coisa a vocês. Qual o risco que tem de você entrar num negócio desse? Nenhum. Se não der certo, você vai lá e cancela, tá tudo certo. No outro dia, um paciente meu chegou no consultório, tinha um panfletinho da Oi, cara. E essa franquia é sua? Você não vende não? Ah, não acredito. Eu falei: "Como é, rapaz? Você quer comprar como é isso?" Porque eu sabia o que tava acontecendo, cara. Foi a primeira vez em minha vida que eu fiz as coisas de forma intencional, mas eu não esperava. E aí, resultado, vendi a franquia para ele, deve estar finalizando o passo a passo agora no final do mês e um negócio que ia me dar um prejuízo de, talvez de 200.000, vendi com lucro de 50 ainda. Se não tô acreditando, cara. Então você olha assim, porque eu entendi que na minha cabeça eu tava esperando que esse lucro talvez viesse pro consultório. Não veio do consultório, veio de outro lugar, não é? Seria um prejuízo, né?

>> Seria um prejuízo. Reverter um prejuízo. Aí eu falei, entendi o jogo. Aí minha vida entendi. Minha chave fez assim, ó. Vum. Naquela hora eu entendi tudo e falei: "Pronto, tô no lugar certo." E eu tenho um desafio comigo que é assim, ó. Toda hora que roda uma percepção dessa, eu vou lá no site e pago o próximo boleto. E aí não é sobre dinheiro, é sobre um desafio que eu cliquei. Então só tô faltando mais três boletos em menos de uma vez. Então já adiantei bastante e eu já tenho um desafio comigo. Quando eu terminar de pagar esse boleto, assim que eu terminar, eu vou pagar isso aqui para a outra pessoa que eu vê que precisa.

Boa noite. Eu sou Ivana, eu sou de São Paulo. Eu tenho 63 anos e como eu falei, eu entrei no dia 27 de novembro.

>> Uhum.

>> Do ano passado e entrei numa sexta-feira

>> 27 de novembro de 2023 ou 24.

>> 24.

>> Uau! Foi um dia desse, então? Foi um dia desses. E aí foi muito engraçado porque eu entrei numa sexta-feira e quando primeiro é assim, eu eu vi um vídeo seu, uma chamada sua, eu eu sabe quando você fica rolando o Facebook, aí apareceu lá você falando de padrões, né? Eh, padrões repetitivos. Eu falei: "Pô, esse cara tá falando comigo, né?" Aí eu falei assim: "Ah, eu tenho que entrar nesse troço". Entrei na sexta-feira na segunda e e assim eu trabalho em São Paulo e moro em Santana de Parnaíba. Na segunda-feira de manhã peguei o carro, fui trabalhar. 5:40 da manhã, um caminhão veio, bateu na minha traseira, me jogou na frente do outro carro. E aí eu fiquei muito chateada. Falei: "Ó, o diabo da pré-queda aí que aquele magrelo falava". Bom, cheguei chateada na empresa, né? Fui fazer o boletim de ocorrência e tal, cheguei chateada na empresa, falei: "Caramba, né?" Mas che seguir na empresa e logo que eu cheguei na empresa, eu tinha um cliente que fazia muito tempo que eu tava tentando reaver esse cliente e não conseguia já uma causação desse cliente.

>> Eh, a minha empresa ela fabrica amplificadores para sonorização de ambiente corporativo, shopping, aeroporto, hotéis, eh hospitais, coisas assim, né? Já tinha uma cotação desse, é sansara,

>> tá?

>> E aí cheguei já tinha a cotação desse cliente. Eu falei: "Obá, tá vendo?" Eh, aí eu fui vendo que falei: "Bom, vamos lá". Aí o que que eu fiz? Comecei a rodar, busquei o apoio do meu grupo, né? Aí eu falei: "Cara, eu tenho que entender esse negócio". Aí eu comecei a ver todos os áudios, todos os áudios do marca-passo, todos. Aí eu fui percebendo que era tudo muito bem explicadinho, sabe? Que se você pegasse o seu protocolo e e ouvisse o áudio, você conseguia preencher numa boa, sabe? E e era bem fácil até. Eu achava que era bem mais difícil, era bem mais fácil do que eu imaginava. Aí comecei a fazer os protocolos e um atrás do outro, aí vinha as pré-quedas, aí eu chorava, mas eu lembrava de você, não para. Aí eu eu ia chorando mesmo e eu preenchi o protocolo e e fui indo e fui indo. Aí eu no dia 10 de de dezembro eu tinha 59.000 faturado e eu precisava de 110. Aí eu falei: "Cara, não vai dar, não vai dar". Aí continuei rodando meus protocolos, continuei fazendo tudo que eu tinha que fazer. Aí chegou uma hora que começava a entrar assim, pedido à vista, sabe? Pedido à vista, pedido à vista, pedido à vista. Falei: "Diasto, que diastro tá acontecendo?" Aí eu rodava mais protocolo ainda, sabe? E eu falava: "Nossa, eu tenho que resolver isso, tem que resolver aquilo" e fazer PDA e fazer não sei o quê. E rodava protocolo. Aí chegou uma hora que quando eu fechei o mês de dezembro, eu tomei um susto, sabe? Porque eu tava tão empolgada em preencher protocolo, entrar na entrar na na universidade, fazer o curso lá que eu tô fazendo da inteligência artificial para melhorar meus melhorar meu contato com os meus clientes e tal. Eu tava tão intertida em fazer tudo isso que eu não vi que quando eu fechei o mês deu R$ 300.000. Falei: "Cara, isso não é um celebre. Ainda pensei com meu com meus botões. Aí, isso não é um celebre, isso é um milagre, cara. Porque, cara, eu eu tava quebrada. Eu tava quebrada. Eu vim de seis meses de um faturamento horrível, sabe? Com um monte de conta para pagar. E dezembro é um mês horrível para quem tem empresa porque tem 13º, tem um monte de coisas para pagar. Eu falei assim: "Não, não vou dar conta". E aí quando eu fechei o mês que eu vi R$ 300.000, eu quase caí da cadeira. Eu falei: "Isso não celebra, isso é um milagre, né?" né? E aí eu falei assim: "Ah, agora que eu não vou parar mesmo. Se eu já tava ligada no 220, agora eu tô ligada no 340, sabe? Então eu tô assim muito grata a vocês, de verdade. E eu lembrei de uma coisa, Elton, que você falou o tempo todo e aquilo grudou na minha cabeça feito um chiclete. Sabe porque você falava assim: "Dezembro é o mês do tudo ou nada. O nada eu já tinha, o tudo eu tinha que ir atrás do tudo, né? E e o tempo todo, uma vez você falou uma coisa que bateu bem em mim, sabe? A melhor maneira de eu te agradecer não é sendo grata, é dar certo, sabe? É dar certo. E é isso que eu vou fazer, cara. Eu vou dar certo. Isso vai acabar em mim. Eu tô muito feliz, muito feliz mesmo.

Tenho 46 anos, estou na aliança desde 2023. Sou casada há 26, vou fazer 26 anos de casada com o Sebastião. Tenho três meninas, uma de 20 anos, uma de 18 e minha caçulinha tem 13. Eu tenho uma corretora de seguros, sou focada em planos de saúde empresarial. Tô nesse ramo desde 2006, eu acho. É um bom tempo já. Não é a primeira vez que eu vejo uma um valor expressivo na minha mão. Eu tinha aquela postura de mulher guerreira, né? Eu fui educada por uma mulher guerreira. E eu não enxergava o meu casamento como uma unidade, né? Eu enxergava o meu casamento como uma certa sociedade onde o que era dele era dele, o que era meu era meu. E as coisas nunca avançavam pra gente, né? Era bem sempre bem difícil. E eu vinha sempre nesse ciclo, né, de ganhar bastante, de gastava tudo, porque na minha cabeça eu sempre achava que eu podia vender de novo, ganhar de novo. Eu não respeitava o meu marido quando ele colocava para mim, né, por exemplo, uma situação, olha, você recebeu esse valor, eh, vamos fazer algo com ele. Eu era sempre muito, muito egoísta, sabe? O que que te fez tomar a decisão de de fazer parte da aliança divergente? Quando eu cheguei na aliança, eu era um misto de confusão, decadência financeira, decadência relacional com o casamento, com a educação das minhas filhas. Era um misto, era uma bagunça, assim, se eu for te pontuar, exatamente, eu acho que o maior problema todo era a Tatiana, não era nem as relações propriamente. A minha relação comigo mesma tava muito eh a minha autoimagem, a forma como eu me enxergava tava bem bem difícil. Eu decidi começar pela minha postura, a minha forma de enxergar a o meu casamento. Foi o primeiro ponto, né? Então, teve até um áudio que o Welton fez esses dias vocês replicaram sobre aquelas quatro situações, ou você muda ou aceita, melhor ou para, né?

>> Uhum.

e foi uma sequência de áudios falando sobre isso e me trouxe essa reflexão. Então eu entendi perfeitamente depois dos protocolos, depois desses áudios, que assim, se eu não me posicionasse sobre o que eu queria do meu casamento, nada ia mudar. Então, ou eu separava de vez ou eu alinhava. Então, foi ali que a coisa começou a fluir por volta de fevereiro de 2024, enxerguei meus padrões controladores, vi como que eu tratava o meu marido, né? A forma como muitas vezes eu anulava ele, desrespeitava, né? Desculpa, tá? É que

>> tudo bem,

>> é bem emocionante. É bom, sabe? É bom olhar hoje quem eu sou e olhar para trás e falar: "Puxa, não sou mais eu". é muito bom. E comecei a enxergar isso, né? A forma como eu levava minha minha conduta como esposa. A primeira coisa que eu fiz, que eu me posturei, foi aprender a ouvir, não. Eh, e também, principalmente, a não fazer mais nada escondido, né? E eu sei que as mulheres têm muito isso, né? fazer as coisas escondido e eh muitas vezes não falar pro marido quanto que gastou, quanto que comprou, enfim, eu decidi não não mentir mais, não omitir mais as coisas, trazer realmente ele para dentro do nosso casamento, eh fazer dele de fato um parceiro. E me posicionei nisso, fui trilhando essa jornada, fui melhorando isso com ele e fui avançando. as coisas foram ficando mais leves, as brigas foram diminuindo, eh as conversas difíceis foram ficando cada vez menos frequentes. Eu sempre me posicionava assim, o resultado era meu. Eu não olhava pro meu casamento, pra minha família como um time. A coisa tava tão enrolada na minha vida, tão difícil, que o cliente com contrato já tudo encaminhado, ele decidiu cancelar, ele decidiu manter o contrato que ele tinha, que era comigo também, era uma situação confortável, mas não ia me trazer um resultado financeiro tão amplo. De fevereiro de 2024 em diante, eu fui tendo bons resultados, fui fechando contratos altos, fechei um contrato de 5.000, depois de 10.000. 1000, fechei outro de 15.000. No montante no mês, eu tinha fechamentos expressivos e tinha um ganho que me favorecia, me dá uma vida razoável, né? Só que esse contrato em si, quando eu comecei a ali me posturei com esse cliente porque eh mudou o diretor da empresa e esse diretor veio para cima de mim com muitas muitos questionamentos, muita afronta. novamente, o seu áudio trouxe muita clareza para mim, porque eu disse pro pro para esse diretor que ainda que eu não fosse a corretora que ele esperava, eu estava disposta a me tornar a corretora que ele quer, né? Eu me posturei mesmo numa reunião bem difícil, foi uma reunião muito tensa. Os áudios diários eles são clarezas rápidas que trazem pra nossa vida. você ouvir, fazer disso um hábito, ouvir todos os dias, você todos os dias você tem uma clareza nova, né? E somando a as clarezas que você vai tendo durante a semana, você começa a ver coisas que te preparam para uma jornada na vida. dias antes, os áudios que vieram foram, bem dizer, preparatórios para eu poder chegar nessa reunião e me posicionar diante desse cliente. Feito isso, ele disse: "OK, então vamos seguir com você, vamos fechar este contrato". Mas o determinante desse fechamento, Ramon, que eu considero, não foi somente a minha postura diante do cliente, mas foi a minha postura diante do meu casamento. Porque quando eu dei, quando eu saí dessa reunião com a venda fechada, eu me posturei. Se eu não tivesse encontrado a aliança, eu estaria perdida ainda. Eu estaria em busca. Eu sei que uma hora eu ia encontrar a aliança, isso eu tenho certeza. Eu a, mas eu ainda estaria em busca de de resolver. Mas então não sei se eu talvez tivesse ainda casada ou estaria endividada, não sei. Mas eu feliz eu tenho certeza que eu não estaria, porque depois que eu entrei na aliança, pequenas coisas, pequenos ajustes trouxeram transformações gigantescas.

Eu sou a Rose, eu sou de Sinope, Mato Grosso. Sou casada há 16 anos com Hugo. Ele é barbeiro. Temos uma filha de 5 anos, a Vitória. Eu sou aposentada por invalidez.

>> Como é que você descobriu a aliança Divergente e por que que você decidiu entrar?

Então, a minha tentativa de foi em novembro do ano passado. Nessa época, meu esposo disse que nós iríamos mudar de cidade, porque eu tava morando perto dos parentes com a minha mãe com com um transtorno narcisista dentro de casa. Só dar uma resumidinha do que era a minha vida. E eu tinha sofrido pai e só tive coragem de contar pros meus parentes, mãe e tal, depois que ele faleceu. Então todos voltaram contra mim e a minha saúde só foi deteriorando cada vez mais. E aí cheguei a ponto de ficar ao ponto de conseguir aposentadoria por invalidez, porque realmente eu não conseguia nem cuidar de casa, nem cuidar da minha filha e nem do marido. Assisti o resgate dos otimista, foi para mim foi perfeito. Fiz preencher a ficha, fiz a inscrição, demorei alguns dias por causa que eu precisava receber para ter o dinheiro. E uma das primeiras coisas que eu fiz e quando eu recebia o meu salário de aposentadoria, que é salário mínimo, eu ia no mercado, fazia compra pro mês e conforme ia acabando, meu marido ia repondo. Então, de tanto ouvir a TBTA falar e tal do do homem provedor, eu cheguei pro meu marido e falei assim: "Dei um aviso prévio para ele." Eu falei: "A partir do mês que vem eu não vou mais fazer a compra do mercado, é você quem vai fazer". Porque o meu dinheiro eu vou gastar com a minha filha, comigo, eh, nas aulas de balé, roupas, maquiagem, porque antes eu não me maquiava. E comecei a rodar protocolo. Fiz a lista lá, que nem o Elfala, 25, 30 meses. Minha lista tava mais ou menos desse jeito, de medos, protocolo de medo, protocolo de medo. Falei: "Ai, vou deixar esses medo um pouquinho de lado, aí vou passar pra frente". Aí fui lista de eh protocolo de dependência emocional com mãe, com sogra, fui fazendo, fui limpando. Ainda tem coisas para resolver, tá? Mas já fiz bastante coisa.

>> E como foi pro seu marido ver tudo isso? Ess esse movimento seu? O que que você percebeu de mudança nele depois que você Ele tá na aliança divergente?

>> Não tá, mas tá colhendo os frutos.

>> Me conta, me conta como foi para ele ver a sua mudança de postura. Ele mudou também e ele começou a observar. Aí ele falou para você como é que foi a reação dele.

>> Ele mudou bastante porque ele é, como eu disse, né, quando eu joguei essa responsabilidade, falei: "Não, as conta é tudo das suas costas agora, porque pelo menos o mercado eu fazia recebendo um salário mínimo, ele ele mudou muito, ele tá muito proativo, que nem eu falo assim, parece que ele não tem mais aquele aquele aquela desculpa, aquela aquela canseira para ir trabalhar. Ele tá super ativo, trabalhando, tá tendo retorno, ele tá contente porque imagine, eh, eu não conseguia andar direito, eu andava mantando. Para me levantar da cama, antigamente era com ajuda. Eu pisava no chão, parecia que tava pisando em cima de caquinhos de vidro por causa da facar. Doía demais o os esporões calcânicos dos dois pés é como se a pessoa tivesse pisand e pisando em cima de duas pedrinhas no calcanhar. Imagina dor insuportável. mesmo incapacitante. Eu vivia a base de remédio, era momento a gente gastar até R$ 900 de remédio. Então assim, ele tá feliz, imagina agora conseguir namorar, tem que óbvio que não gosta disso.

>> E o que que mudou nele financeiramente? Ele teve mudança também? Teve impacto financeiro nessa sua jornada de mudança?

>> Teve. Olha só, são 4 meses que eu tô aqui na Aliança Divergente. Então, eh, em no mês, ele teve no mês 6.000, aí no outro mês foi para 10. No mês passado foi para R$ 14.000 de faturamento. É lógico que tivemos umas preda meia feia aí, né? Mas tipo, ele alcançou o teto dele, ele nunca tinha ganhado isso só no corte de cabelo.

>> Você entrou pelo motivo financeiro, pela saúde ou pela pela pelo relacionamento? Quando você entrou?

>> Eu entrei pelo motivo principalmente da saúde, porque eu venho procurando a cura, sabe? Então assim, eu vi uma possibilidade de me sentir bem, de me sentir saudável. Aí até lá, quando eu coloquei as fichas lá no meu plano, distribuí as fichas, eu coloquei assim pra saúde duas fichas, pro relacionamento duas fichas e coloquei só uma no financeiro e veio o resultado.

>> A mulher mexe na saúde, o cara começa a ganhar dinheiro, o relacionamento melhora porque as três áreas estão conectadas. E percebam, o marido dela não entrou na aliança. Ela entrou, mudou a postura e começou a refletir nele. Rodei os protocolo, mexi nas relações. Tô compreendendo, trazendo mais a questão do feminino, porque a mulher de guerreira tá sobrecarregada e carrega muitas dores. Então, eu tô abandonando essa sobrecarga e focando muito no feminino. Eu já era uma pessoa, desculpa a expressão, desigrejada, já não frequentava mais religião nenhuma, mas a minha fé em Deus sempre foi muito forte, muito latente e tá cada vez mais racional. Eu não tô tipo assim, ah, esperando o milagre de Deus, não. Eu tenho que fazer alguma coisa para mim conseguir mudar minhas atitudes, mudar o resultado que eu quero. Eu preciso agir, eu preciso ir para ação. Não adianta ficar só ajoelhada ou ou enfim qualquer ritual que a pessoa faça esperando essa cura, esse milagre. tem que ir para ação. Chegou uma época assim que eu tomava extrato de canabol, que é tão forte que eram minhas dores e outras medicação. Se não tivesse entrado para aliança divergente, se não tivesse mexido nessas relações, eu não teria colocado limites e talvez, talvez na pior das hipóteses, uma outra tentativa, não sei, não consigo, eu não quero olhar para essa situação porque eu quero focar só no ser feliz, estar viva, estar contente. O que você diria para a Rose de 4 meses atrás?

>> Eu diria: "Vem logo, mulher, você não sabe o que você tá perdendo. Vem logo, vem logo. Aqui você vai acabar com esses medos. Vem logo, vem logo. Aqui você vai entender as relações. Vem logo." Ah, eu diria para essa mulher tudo que vocês estão dizendo para as pessoas que estão assistindo. Eu diria isso, porque é isso que eu tô vivendo.

Eu já fazia terapia há muitos anos, há uns 15 anos, fazia psicanálise há mais de 10 anos. E quando eu percebi o tamanho da minha dependência emocional e tudo que ela estava fazendo e como ela estava impactando na minha superação e voltar a achar o meu caminho e comecei a rodar protocolos, comecei, gente, eu gabaritava todas as aulas. Se vocês falassem assim para mim, faz tal coisa, eu fazia tal coisa, respira o ar tal, eu fazia, eu fiz tudo, eu fiz 100%, assisti todas as aulas, rodei todos os protocolos. E é um método que eu até falo que o que funciona é ter um método. Pessoas que já mostraram que esse método funciona, aplicaram o método e realmente ele é incrível porque em um ano, foi menos de um ano que eu já tive resultados, mas um ano eu peguei um faturamento que eu tava lá no chão, foi para 40 vezes, ultrapassei muito o que eu tinha antes e eu estou muito próxima do meu sonho grande. Eu até já multipliquei esse sonho grande e eu tenho certeza que eu vou aumentar ele cada vez mais de ter a minha liberdade, ter muitas coisas, reduzir minha dependência emocional, que isso aí não teve preço. Eu eu acho que isso é uma das coisas mais difíceis de se fazer na vida, de reduzir dependência emocional, eh ter limites claros, conseguir impor isso na nossa vida, no dia a dia. E ontem eu dei minha primeira palestra, eh, eu dava aula já. E ontem eu dei a minha primeira palestra e muito disto vem de toda essa trajetória e eu quis compartilhar isso hoje com vocês porque faz vocês indiretamente vocês não sabem que vocês estão tão presentes na minha vida e na minha história, uma história muito forte que muitas pessoas me vem como alguém que transforma outras vidas também e faz parte dessa mentalidade. E o que eu jogo para todos os meus pacientes, todos os meus pacientes têm que trabalhar essa mentalidade. Então essa é a minha história. Que legal. E qual foi o protocolo mais difícil que você rodou? Qual foi o protocolo que mais mexeu com você, que você falou: "Putz, isso aqui eu preferia não ter visto porque tem protocolo que a gente começa e na metade dele você fala: "Hum, vou ter que mexer naquilo". Qual foi aquele que você olhou e falou assim: "Nossa, esse

>> é o da dependência emocional mesmo, o coloca cada parente, cada pessoa ali na parte do núcleo do do nosso núcleo, e a gente tem a visão de que a gente tem que mexer ali. Eu acho que a visão de ter que mexer em alguém muito próximo da gente, eh, acho que foi o mais difícil, foi, foi mais difícil falar, Juliana, não tem jeito, você tem que mexer nisso, isso você vai ter que impor, vai ter que superar, vai ter que ter limite.

>> E no e no protocolo de dependência emocional, quem foi a pessoa que mais estava ali dentro do seu núcleo emocional interferindo?

>> Minha mãe? Uhum.

>> Minha mãe muito, muito, muito. Minha mãe se desse, ela tava no primeiro, segundo, terceiro, mas a a minha mãe com certeza.

>> E era ela interferindo?

>> Era ela interferindo na sua vida na época ou era você interferindo na vida dela, tentando quem tentava controlar a vida de quem ali?

>> É mais ela no meu. E eu descobri que eu estava muito no no dos outros também, né? principalmente no do meu marido, eh, também no da minha mãe, e no do meu irmão, que eu tenho um relacionamento muito difícil assim de querer, aquela história de querer salvar os outros. Eu tinha, eu tinha isso em mim, eu queria salvar todo mundo. Eu achava que eu ia ser uma salvadora da minha família. E aí a hora que eu percebi que eu não sou essa salvadora, gente, foi libertador na minha vida, foi libertador. Eu queria ser salvadora de toda a minha família e eu descobri que não é assim que funciona.