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Então vamos lá, vamos nos sentando com as pernas cruzadas. Vamos para mais uma prática de intermediário avançado.
Calcanhar direito no períneo. Para as mulheres, o contrário para os homens. O dorso da mão esquerda sobre a mão direita para as mulheres, o contrário para os homens. Fecha os olhos aquietando-se interiormente, trazendo o estado de yoga para o momento presente. Respire devagar, se percebendo por alguns instantes.
Vamos dar início à nossa prática de Suaste Yoga, executando o primeiro Angudrá, o gesto reflexológico, simbólico e também magnético feito com as mãos. Procure vivenciar este que nós estamos fazendo agora, que é o tradicional Shiva Mudrá. Perceba este gesto ancestral do yoga antigo que faz alusão a Shiva, o criador do yoga. Procure agora se transportar para a Índia Milenar há mais de 5000 anos no sul da Índia, onde o primeiro yogi iniciava essa filosofia de vida. Traga a energia, o arquétipo de Shiva, que tem a ver com renovação, com transformação e evolução para este momento.
Logo depois, você une os polegares e passa as suas mãos ao Pronamudrá, unindo ambas em frente ao peito, despertando agora o estado de yoga dentro de você. Procure vivenciar o Pronamudrá, percebendo a união das suas mãos, unindo o lado esquerdo ao lado direito do seu corpo. Ainda com os olhos fechados, procure vivenciar a energia do gesto, que é como se fosse uma chave, uma senha de acesso para o inconsciente coletivo, onde você vai acessar os arquivos desta filosofia de mais de 5000 anos de linhagem tantra, matriarcal, sensorial, desrepressora e também naturalista.
Mantendo Pronamudrá, nós passamos ao segundo Anga, Púja, a retribuição de energia. A primeira parte do Púja é ofertada ao local que te acolhe. Visualize que ao redor do teu corpo, teu espaço vital agora se transforma em uma redoma luminosa na cor alaranjada. Visualize esta energia de cor alaranjada se expandindo agora muito além da sua pele, dos seus poros, em direção ao teto, às paredes e os demais praticantes, quer estejam aqui neste momento praticando com você ou distantes, reforçando ainda mais a nossa egrégora. Daqui por diante você não está mais só. Sinta a força milenar da egrégora do yoga junto contigo agora.
A segunda parte do Púja é ofertada à sua professora, no caso eu, professora Neusa. Visualize que de sua testa, de suas mãos e plexo solar partem emanações de luz dourada que vão banhar e envolver o rosto e o corpo da sua professora, desejando a ela vitalidade, disposição e muita lucidez para que possa continuar com seu trabalho por longos e longos anos.
Terceira parte do Púja é ofertada ao sistematizador do nosso método de yoga, que nesse caso é o Mestre De Rose. Visualize o Mestre sentado à sua frente. Se você não tem memorizado o seu rosto, visualize apenas o nome do Mestre De Rose, também à sua frente. Projete de sua testa, de suas mãos e plexo solar, emanações de luz verde e clara que vão banhar e envolver o rosto e o corpo do Mestre. Desejando ao Mestre saúde física, mental e emocional, longos e longos anos de vida.
E a última parte do Púja ofertado a Shiva, o criador do yoga. Vamos ofertar a ele a sua presença aqui agora e a prática que faremos a seguir. Vamos manter o estado de Mudrá e Púja, passando ao terceiro Anga, a vocalização de sons e ultrassons. Hoje vamos executar apenas o Kirtan de efeito introversor. Ainda com os olhos fechados, as mãos em Pronamudrá, vamos executar o Bidantra que corresponde aos chakras, né? O Bidantra é o som semente que faz despertar os chakras. Lam, lam, lam, vam, vam, vam, ram, ram, ram. Jam, jam, jam. Ham, ham. Om.
[Música] Lam lam lam vam vam vam ram ram ram jam i jam i am Ham lam lam vam vam vam ram ram ram jam jam jam H ham [Música] lam lam lam vam vam vam ram ram ram jam jam jam H ham. [Música] [Música]
Respire profundo, buscando assimilar os mantras que tiveram por finalidade desobstruir os canais mais sutis através do ultrassom. Vamos atritar as mãos, direcionando essa energia para alguma parte do seu corpo que você queira beneficiar. Visualizando agora uma energia na cor dourada, banhando seu corpo, a sua pele, os órgãos internos.
E em seguida nós passamos ao quarto Anga, Prana, o domínio e a expansão do prana através das técnicas respiratórias. Polegares indicadores unidos. Nianamudrá Nianamudrá Tiandra. Coluna reta. Observe agora a tua respiração. Vá tomando consciência da forma como você está respirando. Apenas observa o ar que entra e o ar que sai dos pulmões, se concentrando da pele para dentro. Observa o que tá acontecendo lá dentro de você, os teus pensamentos, sentimentos, através da tua respiração consciente.
Agora, aos poucos, você transforma o simples ato respiratório em um Pranayama, executando agora Tiaturanga Pranayama, a respiração quadrada, onde todos os tempos da tua respiração são iguais. Então você vai encher os pulmões contando 8 segundos, segurar o ar oito, soltar o ar em oito e reter sem ar também 8 segundos. Você vai fazer um ou dois ciclos contando oito. E aí se você observar que for muito fácil, você pode aumentar um ou 2 segundos e assim você vai fazendo até que fique legal para você. Que não pode acontecer ficar ofegante, né, entre uma um ciclo e outro.
[Música] [Música] Perceba o prana, bioenergia enquanto você executa o Taturanga Pranayama, a bioenergia circulando aí de forma mais intensa dentro do seu corpo.
[Música] [Música] โ [Música] [Música] Mais um ciclo deste Pranayama antes de encerrar. Depois você passa para o Barriacumbra, que é a retenção vazia. Você vai fazer uma respiração completa e cada vez que você soltar o ar, você vai tombar a cabeça à frente e permanecer o máximo de tempo sem ar. Depois você respira normalmente, enche novamente. Encheu. Cada vez que fica sem ar, faz retenção sem ar, tá? Respiração completa. E todas as vezes que você soltar o ar, vai tombar a cabeça à frente e executar Chúnac, a retenção vazia.
[Música] Esse Pranayama tem por objetivo suprimir os Vrittis, que são os pensamentos, para que você consiga ter mais foco e atenção. Então, no início é um pouco difícil a retenção vazia, principalmente para quem não tá acostumado a executar Pranayama, um Pranayama mais avançado, normalmente para quem faz meditação. Você vai fazer uma pequena retenção sem ar e depois com o tempo você vai aumentando, né? Vai fazendo cada vez mais tempo de retenção sem ar, tá? A retenção sem ar, você fica sem ar e vai levar a cabeça pra frente, vai levar o queixo lá no peito, vai contrair os esfíncteres do ânus e da uretra, fazendo Mulabhanda, o Dianabhanda, sugando o abdômen para dentro e para cima, retratando as costelas e o queixo no peito de Alanha Harabhanda, enquanto está sem ar nos pulmões. Precisou encher os os pulmões, você traz a cabeça de volta, faz a respiração completa, uma vez apenas, encheu, depois esvazia e continua executando Barrebraca. E se concentra da pele para dentro. Observa o que está acontecendo lá dentro, aonde você deve levar o teu foco, a tua atenção para poder permanecer mais tempo. É um desafio principalmente para as nossas emoções. Ficar sem ar não se trata apenas de ficar sem oxigênio, mas é o domínio da nossa respiração e da nossa parte emocional. Então é aquela conversa interna onde nós vamos percebendo o que que a gente pode fazer para se manter ali concentrado, focado, sem ficar ansioso, sem ficar estressado. E no nosso dia a dia acontece a mesma coisa, né? Não que falta ar, mas você tem sensações parecidas. Então é importante você se desenvolver aqui na aula para que você tenha um domínio, controle maior das tuas emoções através da tua respiração.
[Música] É um ótimo Pranayama para quem quer fazer meditação. Então, naquele momento, naquele dia em que você está com a mente muito agitada, é só suprimir o oxigênio, né? Se diminui ali e a mente começa a focar, né? É impressionante como a nossa biologia faz a nossa atenção eh se voltar para nós, né? Muito interessante isso. Então, dessa forma, você vai diminuindo o fluxo de pensamentos. Perceba, se você ficar, por exemplo, 20 segundos, na próxima retenção, busca ficar um segundo ou dois a mais e assim você vai aumentando, tá? Tempo legal aí, pelo menos uns 30 segundos. Seria muito bom se você conseguir.
[Música] Cada vez que vai soltar o ar, esvazia bem os pulmões e depois já tomba a cabeça à frente.
[Música] Faça a última vez. Além dessa que você está fazendo, bem caprichada essa última vez, com bastante consciência.
[Música] E quem terminou executa Bhastrika contando 80 vezes. Oh.
[Música] [Música] bem forte e ruidoso, relaxando aí a tua expressão facial.
[Música] [Música] Depois enche bem os pulmões. Segure o ar e tombe a cabeça para a frente, executando Harabhanda. Expande o abdômen, dilate as costelas, o peito. Segurou o ar, queixo lá no peito. Permanece o máximo de tempo com o ar nos pulmões, executando de Alandarabandha, a compressão do queixo no peito. Veja se você consegue agora permanecer 60 segundos com ar, pelo menos, né? Alguns podem ficar bem mais tempo. >> Para baixo com ar. >> Isso. >> O Dialogarra nos permite uma concentração, foco maior, já que é o objetivo da nossa prática de hoje, expansão da consciência, do que quando levamos a cabeça para trás. Então, hoje nosso objetivo é ir para dentro.
[Música] Quem precisou respirar, vai aguardando os colegas. Quem terminou pode ficar em pé sem o auxílio das mãos.
Passamos ao quinto Anga, Kriya, a atividade de purificação e limpeza das mucosas. Vamos executar Driste. Fixação do olhar em um ponto à frente. Muito bom, Ju. Muito bom Ju. Parece Bonj, né? Falando francês. Então você vai com o dedo aqui para sinalizar na pontinha do teu nariz e o mais longe que você conseguir. Se quiserem chegar aqui perto do vidro e olhar para fora, acho que até melhor, porque aí você consegue, né, vai ficar 10 segundos mais ou menos aqui fixando e 10 segundos longe, o mais longe que você puder. Então vai olhar um detalhe, uma folha, alguma coisa, quem tá em casa também. Concentra a atenção. Pode ser 10, 15 segundos, tá? Perto e 10, 15 segundos longe. Só que não no dedo, tá, Ju? Aí você vai olhar um ponto mais longe que você conseguir.
[Música] Isso. Deixa a respiração sutil. Pessoal que tá em casa também hoje estão aqui pelo YouTube.
[Música] Mantém o teu foco, a tua concentração sem pressa. O Driste também é um exercício de foco e de concentração, além de promover a limpeza dos globos oculares, melhorando a nossa visão.
[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] Aos poucos você vai encerrando, fazendo movimento circular com os olhos para o seu lado direito, desenhando círculos com os olhos, sem mover a tua cabeça, só os olhos, buscando enxergar nitidamente os objetos ao teu redor. Não importa a rapidez do movimento, sim a amplitude dele. Para o outro lado.
[Música] [Música] [Música] Tritando as mãos, piscando algumas vezes, massageando ao redor dos olhos, descontraindo bem essa região.
Em seguida, passamos ao sexto Anga, Asana, o procedimento orgânico. Hoje a prática de Asana será semi-induzida. Então você vai escolher agora uma posição de equilíbrio em pé. Qualquer variação para o seu lado direito, qualquer variação que você quiser.
[Música] Fixa o olhar em um ponto à frente. Busca se concentrar. Leva a atenção pra perna de apoio, sentindo os dedos do pé que está lá no solo, bem firmes no chão.
[Música] [Música] Com a mesma perna você faz uma outra variação, de preferência, sem tocar o pé no chão. Qualquer variação que você quiser.
[Música] completo. E depois faço uma passagem em forma de coreografia para o outro lado, compensando, fazendo a primeira variação de Asana de equilíbrio que você escolheu. Procure se concentrar lá na perna de apoio. Percebe o pé que está lá no chão, bem firme, sentindo os dedos dos pés, como se fosse uma garra, prendendo o chão com os dedos.
[Música] [Música] Se prepara para fazer a próxima variação, de preferência sem colocar o pé no chão. Passa no teu ritmo, sem pressa.
[Música] [Música] Se concentra, se prepara para completar, elevando um pouco mais a perna, completando e fazendo uma passagem para uma flexão lateral. Qualquer movimento da coluna para os lados, primeiro para o seu lado esquerdo e depois para o lado direito. Flexão lateral da coluna.
[Música] Aí pode esticar o joelho, fecha os olhos. Vai se percebendo então da pele para dentro, utilizando agora as regras gerais de execução dos Asanas.
[Música] percebendo desde a região da cintura até lá em cima no teu ombro. Agora lembrei da brincadeira do desodorante. >> Ai gente, vocês são vocês são muito engraçados. Olha o Ares não viu ali quando a Helen mostrou no começo da aula, viu? Ai que sarro, né? Isso. Pode esticar teu joelho. Isso. Coloca a mão um pouquinho mais para cima na perna para ficar mais fácil. Isso aqui pode virar bem de lado. Vem. Estica aqui o joelho. Se prepara para completar para este lado. Inspira, retornando, compensando para o outro lado, da mesma forma, a mesma variação.
[Música] Isso te percebe agora. Observa todo o teu corpo no. Tenha consciência de cada detalhe.
[Música] Cada vez que soltar o ar, recolhe ali o teu abdômen. Complete a flexão lateral, fazendo uma passagem para se sentar e executar qualquer variação de torção de coluna sentada, qualquer variação que você quiser para o seu lado direito. Gabe, o outro braço pelo lado de fora. Sempre o braço contrário da perna que tá por cima. Isso Juliana também o braço contrário da perna pelo Isso pelo lado de fora. Isso aí. E agora você percebe os músculos das costas. Pressione a tua perna torcendo, sentindo a tua coluna vertebral.
[Música] É um Asana que vai ativar também a energia de Kundalini que fica lá no primeiro chakra. Então você pode se concentrar no Muladhara chakra na região dos genitais, observando essa energia aos poucos subir coluna acima. O ideal nas torções é sempre com os pulmões mais vazios. Então, cada vez que você for soltar o ar, você busca ficar pelo menos dois ou 3 segundos sem ar nos pulmões para facilitar a torção. Isso, Aristines.
[Música] Se prepara agora para completar a tua torção, chegando até o teu limite, expirando, esvaziando bem os pulmões e depois compensa para o outro lado com a mesma variação. fazer >> não pode ficar [Música] [Música] perceba novamente a partir da base da tua coluna, quem tá fazendo algum Asana que o quadril possa levantar um pouquinho do chão, como é o caso do Radia Matandrana, você observa para deixar os glúteos bem apoiados. Não, isso, Gabri.
[Música] Passe se preparando agora para completar a tua torção. Esvazia bem os pulmões, vai até onde você conseguir, soltando todo o ar. E depois você inspira retornando, fazendo qualquer variação de Asana de retroflexão de coluna. Retroflexão são os movimentos para trás. Você pode fazer sentado ou deitado. Qualquer variação de retroflexão, movimento da coluna para trás. Não, >> esse é anteflexão. Esse junta, né? Retroflexão. A coluna vai para trás. >> Não. É. Chakrasana, Ustrasana, Rudiyangaanas. Isso. Aham. Krassana.
[Música] [Música] Osanas de retroflexão de coluna irão fortalecer toda a nossa coluna vertebral, fortalecer os glúteos, as coxas e são Asanas normalmente com uma intensidade maior. Então você vai fazendo aí de acordo com a tua flexibilidade, com a tua força.
[Música] [Música] Aí volta devagar, fazendo agora um Asana de anteflexão. Agora movimento pra frente. Pode baixo naana ou qualquer outra variação. Movimento para frente pode ser com as pernas esticadas ou com as pernas afastadas.
[Música] [Música] Fecha os olhos. Localiza a consciência na região mais solicitada pelo Asana. Leva para lá a tua atenção. Visualiza uma energia de cor azul celeste e se concentra lá. Isso, Ju. Pode relaxar teu pescoço. Aproxima o queixo do peito. Isso.
[Música] Descendo sempre a partir da lombar. Observando que você desce com a coluna bem esticada.
[Música] Vamos fazer deste Asana de anteflexão nosso de permanência máxima da nossa prática de hoje. Então vamos permanecer um tempo maior. Lembrando que ele é Asana a partir do momento em que ele utiliza as características do Anam: posição firme, estável, confortável e desde que você utilize regras gerais de execução. Quando você faz uma posição sem regras gerais ou sem as características do Anam, é como se você estivesse apenas fazendo um alongamento comum, poderia ser ginástica, educação física, qualquer outra coisa. O que diferencia o yoga de um alongamento da educação física ou da ginástica é justamente a localização da consciência, a regra de permanência, eh as características do Anam, é você observar a tua respiração, é você fechar os olhos, se voltar para dentro, observar tudo que está acontecendo enquanto você permanece. Então o Asana ele não é uma posição física, ele é psicofísica. Ele vai mexer com a parte emocional, com a parte mental e o teu desenvolvimento nele vai depender disso. Então, não adianta só lutar com a parte física. Ah, eu vou puxar aqui meu corpo para descer, eu quero descer, né? Ele é muito mais, é além disso, né? Por isso que desenvolve aí o teu autoconhecimento.
[Música] Se prepara agora para completar, esvaziando bem os pulmões, chegando até o teu limite. Bem devagarinho. Por último, você eleva a cabeça.
Passando agora para o Sirshasana. Sirshasana invertida sobre a cabeça, sobre os antebraços, Vrikshasana ou Marakashana sobre as mãos.
[Música] Угу. Mantém a tua concentração, o teu foco e a atenção durante o teu Sirshasana, durante a tua invertida, se conscientizando do movimento que você precisa fazer.
[Música] [Música] [Música] [Música] Isso aí, Adri. Quase lá. Deixa eu te ajudar, Nag. Vai lá. >> Não sei o que tá acontecendo hoje. >> Eu te ajudo. >> É que eu queria fazer força para subir sempre, mas claro. É, tem dias que é um pouco mais difícil, né? Aproxima bem teus cotovelos encostar na parede dele. >> Uhum. Claro, eu tenho que ar. >> Ó. Deixa um, deixa um pé ali só para aí. Qualquer coisa você volta.
[Música] Respira devagar. Mais um minuto ainda de permanência. Ah.
[Música] [Música] E depois você desfaz, deixando da cabeça baixa para normalizar a circulação.
Em seguida, passamos ao sétimo Anga, Yoganidra, a técnica de descontração. Deite-se em uma posição confortável, qualquer Shavasana da tua preferência. O melhor de todos é uma Rachavassana de costas para o solo, as pernas e os braços afastados e os olhos fechados. Faça uma respiração profunda, se percebendo desde os dedos dos pés até o alto da sua cabeça. E a partir desse momento, você vai assimilar toda a tua prática de hoje. A partir de agora, você permanece o tempo todo lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para poder filtrar e assimilar somente aquilo que você desejar. Visualize sobre o teu corpo uma névoa de cor violeta que agradavelmente penetra pela planta dos teus pés, subindo pelos tornozelos, envolvendo as panturrilhas, descontraindo os joelhos, relaxando as coxas, envolvendo os quadris, a região do abdômen, os órgãos abdominais até suas costelas. Respire agora ainda mais profundo, descontraindo o tórax, soltando os ombros, braços e antebraços, mãos e dedos. Leve a tua consciência agora para a musculatura das costas, relaxando e soltando cada uma das vértebras da tua coluna. Descontraia o couro cabeludo e toda a expressão facial. E a partir de agora você vai se visualizar deitado, deitada em um enorme bosque, observando ao teu redor uma belíssima paisagem, o intenso azul do céu, o sol brilhante, muitas árvores ao seu redor, algumas flores, borboletas voando e lá no alto alguns pássaros cantando, descontraindo você profundamente.
[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] dentro de alguns instantes você se prepara para para retornar. Ao retornar deste relaxamento, você estará mais consciente, lúcido e com muita disposição.
[Música] Inspirando profundo, sentindo melhor o ar, ouvindo melhor os sons ao seu redor,
[Música] movimentando os dedos, sentindo o tato, movimentando todo o teu corpo e espreguiçando, devolvendo força e vitalidade aos músculos, articulações, rolando para um lado, para o outro. Outro.
[Música] [Música] e depois se sentando
[Música] passando então ao oitavo Anga, concentração, meditação, hiperconsciência, sentando aí com as pernas cruzadas, as mãos em Shiva Mudrá, os olhos fechados, aquietando-se interiormente, executando Yantra Diana, meditação de primeiro grau. Visualize-se agora sentado, sentada na areia de uma praia, onde você está observando as ondas do mar, as ondas que vêm e vão subindo e descendo pela areia da praia. Concentre-se apenas no movimento das ondas.
[Música] [Música] H [Música] [Música] M. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] อ [Música] [Música] [Música] H [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] ا [Música] [Música] [Música] [Música] E agora vai respirando mais profundo. Vamos encerrando o Angama, abrindo os olhos. Vamos encerrar a nossa prática. Unindo agora os polegares, passamos as mãos ao Pronamudrá, nos cumprimentando com o nome do nosso yoga, Sast.
>> Então é isso, pessoal. Uma ótima noite aí para vocês e até a próxima aula. Pessoal que tá em casa também, ótima noite, bom final de semana e até a próxima aula.
[Música]