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[Música] Glórias a Deus, aleluias! Mais uma vez, boa noite, igreja! Boa noite! Que a consolação do Espírito esteja com todos. Amém.
Nós vemos aqui na palavra do Senhor uma situação que aconteceu com um homem escolhido por Deus, cujo nome era Moisés. Qual o nome desse homem, igreja? Moisés. Sendo escolhido por Deus, ele tinha uma finalidade: guiar e governar o povo. E sabe, algo que nós precisamos entender é que toda vez quando você vai estar num papel de guiar alguém, que seja guiar um filho, que seja muitas vezes guiar um amigo, que seja num cargo de liderança no emprego, um cargo de liderança na igreja, você precisa falar com Deus e falar: "Senhor, me prepara, porque nem sempre você vai conseguir agradar a todos." Quem aqui tem filhos, diga amém. Quem tem filho, diga amém. Levanta a mão só para eu ver, para eu ter uma ideia. Então, você vai entender. Quando você tem filho, você agrada o seu filho em 100%? Por que não? Por não? Porque você não faz o que ele quer o tempo todo. Você faz o que sabe que vai ser bom para ele. E algo que eu e você precisamos começar a entender é que quando Deus escolhe alguém, Ele escolhe porque Ele não viu nessa pessoa algo diferente do que Ele viu em mim e em você. Mas aquela pessoa aceitou viver um propósito. E lembra aquilo que eu falei? Deus não protege pessoas, Deus protege o seu. Se você estiver dentro do propósito, tenha certeza que você vai ser protegido por Deus. Moisés, ele estava aqui dentro de um propósito. E sabe quem aqui tem problema com pessoas, diga amém. Amém, amém, amém. Então, não sou a única, porque eu também tenho problemas com pessoas. E às vezes a gente tem a sensação, e essa é uma arma de Satanás, chegar no meio do seu ouvido e falar: "É só com você que isso acontece." Quem já ouviu isso? "É só com você." "Olha, com Fulano tá tudo bem, com meu trono tá tudo bem, mas é com você." Isso é uma estratégia de Satanás para diminuir a tua confiança em Deus. Isso é uma estratégia de Satanás para fazer com que você se sinta sozinho, para fazer com que você se sinta abandonado, para fazer com que você se sinta excluído. Mas Deus te trouxe aqui nessa noite para dizer para você: "Eu te chamei, eu te escolhi. Fica debaixo do meu propósito que mil cairão ao teu lado, dez mil à tua direita, mas você não será atingido."
[Música] Moisés aceitou viver. Moisés sai da casa do seu sogro Jetro, volta pro Egito. Chegando no Egito, ele começa a guerra dele com o Faraó, a qual ele foi irmão de criação, cresceu junto. Então, Moisés foi obrigado a romper um vínculo eterno com um homem que cresceu a infância inteira do lado dele, com o homem que era um dos maiores amigos dele na infância. Ele teve que, olha o que que Moisés teve que escolher: ou aquele que ele cresceu lado a lado, ou o propósito. É pesado ou não é? Sim ou não, igreja? Sim. Quem tá comigo, diga amém. Amém.
Quando você escolhe viver o propósito, deixa eu te contar algumas coisas muito sérias: você vai ter que renunciar. Quando você escolhe viver o propósito, às vezes você vai ter que renunciar reuniões de famílias. Quantas vezes já não cansei de falar para vocês que minha família faz festa no final de semana e no domingo eu nem piso, nem chego perto, porque eu tenho um propósito, eu tenho que estar na igreja. Por que, bispa? Ai, bispa, eu não posso ir. Não, não tô falando que é o meu cargo, meu propósito. Quem tá entendendo? Você começa a ter que escolher. Vai ter tal coisa, tem um evento na igreja, então vou ter que ir para o evento da igreja. Eu escolhi ser pastora, eu escolhi estar à frente, então eu preciso viver o meu propósito. Propósito. Moisés teve que abrir mão da família dele, querido, para viver o propósito. Moisés teve que deixar a tua esposa, os seus dois filhos, com o seu sogro Jetro, e foi lá enfrentar Faraó. E quando ele enfrenta Faraó, o povo começa a perseguir ele. Ele enfrenta Faraó, mas Deus dá a vitória. Ele sai. Quando ele sai do Egito, começam a ter diversas adversidades. E até que Jetro percebe que Moisés não chega nunca. E Jetro vem trazer a esposa, os filhos para Moisés. E quando o Jetro, que também era, servia ao mesmo Deus de Moisés, viu aquela multidão, viu que Deus fez através da vida de Moisés, Jetro olha para Moisés e fala assim: "Realmente, Deus é na tua vida. Realmente, Deus é Deus e não há outro Deus. Olha o que ele fez com Israel, ele libertou da mão dos egípcios com forte mão." E Jetro levantou um holocausto, um altar, e ofereceu sacrifício ao Senhor. E Arão, o sacerdote, sentaram para comer. E diz a palavra do Senhor que no dia seguinte, Jetro viu que Moisés ficava de pé e aconselhava ao povo, e ficava ali o dia inteiro. Jetro viu aquilo, chama Moisés e diz: "Assim, Moisés, meu filho, você tá fazendo o quê?" Ele falou: "Eu tô orientando o povo que todo dia eles têm problemas e eles chegam até mim para eu lembrar qual é a lei, para eu falar qual é o mandamento, para eu explicar para eles o que que eles devem fazer." Jetro vira para Moisés, diz assim: "Moisés, você vai se cansar e você vai cansar o povo também. Nem você vai suportar isso muito tempo, e nem o povo." "Faz o seguinte, Moisés, ouve a minha voz, filho. Separa homens de fé, de boa, de boa reputação, homens que não aceita ser corrompidos. Chame eles e coloque eles para ser os chefes das tribos. Alguns serão de 10, outros serão de 50, outros serão de 250, e outros de 1000. E eles vão resolver os problemas. E quando for algo muito grave, muito sério, aí eles trarão a você." Moisés ficou com medo, porque Deus havia chamado Moisés. E ele falou: "Então, ora, Moisés, e reparta." Preste atenção. E reparta a unção que está sobre você. Moisés orou a Deus, e Deus mostrou quem eram as pessoas. Moisés orou, e a unção que estava sobre Moisés foi repartida sobre eles. E aqueles homens começaram a ser usados por Deus, começaram a ter instrução divina, começaram a entrar e sair de uma forma que agradasse a Deus. E quando Deus percebeu que as coisas estavam ficando organizada, que estava caminhando tudo certo, Deus chega, chama Moisés e fala: "Moisés, agora eu quero dividir como vai ser cuidado cada coisa aqui, como nós estamos caminhando. E toda vez vocês têm que cuidar da minha Arca. Eu vou separar por tribos pessoas que vão cuidar de cada área. Eu vou ter pessoas que vão cuidar só da parte de fora da Tenda. Eu vou escolher outros que vão cuidar dos utensílios internos do templo. Eu vou escolher outros que vão cuidar dos panos que estão na Tenda, porque cada coisa dessa haverá um jeito de carregar." Quem tá entendendo, diga amém. Cada um desse vai ter uma forma que eu quero que faça. Moisés, e Moisés, eu escolhi Arão e a sua família para ser os sacerdotes. Então, Arão e a sua família não vão tocar em nada. As outras pessoas irão fazer o trabalho. E quando chegar a hora, quando tudo estiver montado, aí Arão e a sua família vai vir e me oferecer sacrifício. Eles vão cuidar do fogo santo do Senhor. Eles vão cuidar da parte que eu quero de adoração para mim. Moisés, eles vão vistoriar os sacrifícios. Eles vão cuidar da parte de adoração. E Moisés ouviu isso de quem, igreja? De quem? Deus. De Deus. E Moisés reúne todo o povo. E já tinha chefes, pessoas que tinham história, porque a unção que estava sobre Moisés foi repartida. Então, aqueles homens eram usados por Deus. E quando Moisés chega e conta como vai ser a divisão, algo aconteceu no meio de Israel que foi muito semelhante ao que aconteceu no céu. Eu quero te lembrar de uma coisa: quanto maior for o teu cargo, mais cuidado você tem que ter, porque Satanás vai querer te derrubar a qualquer custo. Quanto maior for a sua patente no mundo espiritual, quanto maior for líder, ah, trabalho na igreja, ah, eu trabalho na empresa, ah, eu trabalho em qualquer lugar. Em qualquer lugar que você tiver um cargo de destaque, você precisa vigiar. Porque você ser usado por Deus não é só quando você trabalha dentro de um ministério na igreja. Quem tá entendendo, diga amém. Amém. Em qualquer lugar, você tá ali como embaixador do reino. Quando você chega no seu trabalho, todos estão de olhos em você, porque você fala de Deus, você fala que é de Jesus. Então, as pessoas vão querer ver isso em você. Quem tá entendendo? E nós precisamos tomar cuidado. Aqueles homens receberam cargos, receberam títulos e receberam uma unção. Só que eles não se atentaram que uma unção não te blinda de ter um coração atacado por Satanás. Eu ter uma unção de bispa, pro diabo não quer dizer nada para ele. Até melhor se eu derrubar ela. Ó, quantas pessoas eu vou escandalizar se eu derrubar? Ele pode ser até que não te tire da igreja, mas você vai ficar: "Meu Deus, se derrubar o missionário, então a igreja do Brás, daqui do Ariston, de Cachoeirinha, meu Deus!" Quem tá entendendo? Aqueles homens, por serem muito usados por Deus, por instruir da forma correta, começaram a achar que eles estavam no mesmo nível de Moisés, que eles também podiam decidir. Moisés chega e falar: "Mas olha o que que vocês querem." "Não, Moisés, você tá dividindo aqui." "Você acabou de ler comigo que eles falam..." Mas algo que você tem que entender é que todo o povo é santo. "Vocês estão dividindo." Eles acharam aquela divisão injusta. Cuidado com esse sentimento. O sentimento de injustiça, o sentimento de que você tá sendo perseguido, o sentimento de que "ai, estão fazendo isso e é só comigo". Esse sentimento começou no céu, quando Lúcifer achou que era injusto só Deus governar. Esse sentimento não começou aqui comigo e com você. Ele começou lá no céu, quando ele era um anjo de luz e ele via Deus. "Por que eu não sou igual a ele? Os anjos me obedecem, os anjos fazem tudo que eu mando. Quando ele não está aqui, quem governa sou eu. Então, por que não?" E aí entrou o orgulho. "Não, eu irei, colocarei meu trono também no céu e serei igual ou maior que o Altíssimo." Cuidado com esse sentimento. Eu poderia pedir para você abrir um Romanos, mas eu vou deixar para você ler depois na tua casa. A palavra do Senhor diz que toda autoridade é constituída por Deus. E eu não tô, pelo amor de Deus, não tô falando só aqui na igreja. Tô falando na tua casa. Quem aí tem mãe, diga amém. Amém. Sua mãe é uma autoridade. Ouça a tua mãe. Quem aí tem pai, diga amém. Amém. Seu pai é uma autoridade. Ouça o teu pai. Ouça a tua mãe. Ouça o teu pai, porque lá na frente você vai chorar se não ouvir. Lá na frente, eu vejo muitos filhos e eu aconselho muitos jovens e adolescentes que quando eu pergunto: "Mas o que que sua mãe diz? Mas o que que seu pai disse?" Ai, quando é jovem e adolescente, a mãe falou: "Não casa com Fulano, não se envolve com Fulano." "É o amor da minha vida, eu vou mudar ele, eu vou mudar ela." Aí casa. E aí depois vem aqui. Falei: "Mas vem cá, o que que sua mãe falou?" "Ai, mãe falou que não era para casar." E por que você casou? A mãe, o pai tem uma unção diferente. O missionário tem uma unção diferente. Quando eu tenho um problema, eu corro para ele. O que que eu faço nesse caso? Como eu ajo nesse caso? E às vezes ele me dá conselhos que você acha que eu quero fazer? Quero nada. Não, não é isso que eu queria ouvir. Eu queria que ele falasse: "Chega lá, faz isso, bate na mesa, vira a mesa pro alto, faz igual Jesus, cata o chicote, sai batendo em tudo." Era o que eu queria fazer. Ele falava: "Você vai chegar lá, vai ficar quieta, você vai orar, você vai esperar." Eu sabia, mas eu não queria. O missionário, ele tem uma frase. Ele sempre diz: "Se é irritado, eu gosto muito." Que quem não ouve conselhos, xinga Deus. Eu vou repetir para você: quem não ouve conselhos, xinga Deus. Vira pro irmão que tá aí do teu lado e falar assim: "Se você ouvir conselho, você vai glorificar, mas se não ouvir, você vai reclamar."
[Música] Você precisa aprender a ouvir conselhos, querido. Você precisa entender que eu não concordo com meu pai, mas Deus está dando uma visão para ele. Segue. Eu não concordo com a minha mãe, mas Deus está dando uma visão para ela que você não tem. Então, segue. Eles não concordavam com Moisés, mas quem havia dado essa visão para Moisés? Então, eles estavam batendo de frente com quem? Com Deus. Quando Datã reúne, não vai só Datã, Corá e Abirão. Você leu comigo? Eles levam mais 250 homens. Mas são manés, são 250 o quê? Homens de nome, homens de peso, homens que as pessoas respeitavam. Porque, deixa eu te falar uma coisa, algo que você precisa ter é costa grossa. Porque o diabo não vai colocar lambari para perseguir tubarão. Não. Para perseguir tubarão é tubarão atrás. O diabo não vai colocar qualquer um para tentar te derrubar. Você acha que a estratégia de Satanás era fazer o que aqui com Moisés? Derrubar Moisés? Moisés já estava passando por tanta coisa. Você acha que essa perseguição que você tá passando, essa luta, essa afronta, qual a finalidade dela no mundo espiritual? É te derrubar, é te matar, é fazer que você fale: "Ah, eu não vou mais pra igreja não. Que que adianta? Que que resolve? Eu tô indo, eu tô buscando, eu tô clamando, eu tô fazendo tudo certo, e a situação tá pior, cada dia mais difícil." Só que Deus te trouxe aqui para dizer para você: "Não recue, nem dê um passo para trás, nem dê um passo para a direita, nem um passo para a esquerda, mas avance, que na tua frente está o Senhor dos exércitos."
[Música] Quando eles se reuniram, eles falaram para Moisés: "Todos nós somos santos." Errado. Eles não estavam. Porque Deus havia derramado a unção. Mas eles estavam querendo bater de frente da forma errada. Preste atenção. Eu não estou falando que você tem que engolir tudo e ficar quieto, mas existe a forma de você lutar. Eu já tive diversos problemas com liderança, não foi uma nem duas vezes. Já tive diversos. Não foi uma nem duas. Mas sabe como? Toda vez eu resolvi os meus problemas com liderança orando. E a minha oração sempre era: "Deus, eu acho que o certo é isso, isso, isso, isso, isso. Acho que tem que ser assim, assim, assim, assim. Mas o Senhor colocou no coração do meu líder tal coisa. Então, um dos dois tá errado: ou é o meu coração, ou é o dele. O coração que tiver errado, muda." Deus, se é o meu, muda. Quantas vezes eu achava que a liderança estava errada e quando eu começava a orar assim, Deus me moía e daqui a pouco eu falava: "Nossa, tá certo. Ainda bem que foi do jeito dele, porque ele tá certo." É essa forma. Quem tá entendendo, igreja? E quantas outras? Eu orava e Deus mudava o coração da liderança. Daqui a pouco, vi o missionário voltando atrás. Daqui a pouco, ele dá uma decisão. "Vou para oração." Passa três, quatro dias, ele liga: "Então, tal coisa, não, não faz assim, não faz desse jeito que você falou, desse jeito que você falou é melhor." "Espírito Santo tocou no meu coração, é melhor." "É assim que você tem que bater de frente." Tá com problema com o teu chefe lá na empresa? Não vai bater de frente com ele. Vai pra oração. Apresenta a tua causa em oração para Deus. Fala: "Senhor, tá acontecendo isso, isso, isso, isso. Eu acho que tinha que ser assim, assim, assim, assim." Vai para oração. Tá com problema no casamento? Vai para oração. Tem gente que tudo ela quer enfrentar, ela quer bater de frente. Ei, quando você casa, você e o seu marido assumem o mesmo nível de autoridade. Deus tá mandando ir para esse lado. Eu posso? Igreja, tem gente que dentro de casa, a mãe fala: "Ah, o pai olha assim, B, C, D. Ah, o filho já pega. Opa, a mãe fala A, o pai fala D, C, D. Então, já sei. Ah, eu quero A, então eu vou na mãe. Ah, eu quero B, então eu vou no pai." Ah, o pai não deixou, mas a mãe vai deixar. E eles resolvem. Quer criar filhos com sucesso? Quantos é querem criar filho com sucesso, diga amém. Amém. Uma só palavra. A mãe e o pai. Ah, mas eu não concordo que ela faz. Você vai chamar ela no canto e vai falar para ela: "Olha, esse jeito eu não gosto que você fale com ele. Esse jeito eu não gosto que você fale com ela. Quando você fala isso, você me machuca. Então, por favor, quando você for falar com ele, fala isso, isso, isso. Mas nunca fala na frente do filho." Criança, adolescente é mais esperto do que você imagina. Isso ficou muito claro para mim, muito claro. Quando o Artur tinha por volta de uns quatro para cinco anos, ele tinha uns quatro para cinco anos. Ele chegou uma vez chorando. E quem aqui é pai e mãe, diga amém. Tem coisa que irrita mais a gente do que alguém brigar com o filho. Você pode. No meu caso, eu sou a mãe. Eu posso. Mas lá no fundo, dentro de mim, abre no meu coração para vocês. O pai, ele não podia. Quem é você para brigar com meu filho? Eu sou o pai. Exatamente. Eu sou a mãe. O filho é meu. Quem engordou 25 quilos fui eu. Você não vai brigar com ele, não. Quem sentiu dores de 32 ossos quebrando fui eu, não foi você. Mas quem passou a madrugada acordada é o mínimo. E aí começa aquelas brigas. Não tem coisa pior do que alguém chegar e brigar com o seu filho, mesmo que seja o pai ou a mãe. Sim ou não? O Artur, quando ele tinha quatro para cinco anos, ele percebeu isso. Ele chegou uma vez para mim, todo tristinho, desse jeito. Igreja, e eu ouvi o pai dele brigando com ele. Aí eu falei: "Que que foi, filho? O papai brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. 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Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." 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Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. 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Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. 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Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." 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"Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." 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"Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. 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Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. 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Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. 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Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. 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Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. Fui lá e falei: "Disse por que você brigou com Artur?" E ele vendo. "Não, ele não. Você não vai brigar com ele, não. É para conversar, não é para brigar." Eu brigando, falando que ele tinha que conversar e não podia brigar. Mas tudo bem. Fazendo totalmente contrário do que era para fazer. E aí passou. Aí eu discuti na frente do Artur. "Não, filho, papai não vai mais brigar com você, não." "Tá bom, tá bom." Aí passou uns quatro, cinco dias. Eu briguei com Artur. Que que o Artur fez? Foi chorar. "Pai, gente." Ele tinha quatro para cinco anos, no máximo. Tá ali o bispo, que não me deixa mentir. Aí ele chegou pro pai dele: "Pai, o pai dele." "O que que foi, Artur?" "Mamãe brigou." Falei: "Brigou, brigou." Aí na hora eu fiquei com muita raiva. 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