Transcription
Sou a Karine, tenho 47 anos, moro em Goiânia, mãe de três filhos. Eh, sou membro fundadora, conheço Elton desde o corpo explica quando tudo era mato, quando ele lançou, eu falei: "Não posso ficar de fora". E foi o melhor investimento que eu fiz na minha vida.
Sou psicóloga, analista corporal. Mas se não fosse a aliança divergente, nada disso que eu vivo hoje poderia ter acontecido. Eu aprendi a sonhar. Tudo na minha vida começou com um sonho grande. Então eu já quero deixar aqui para vocês, para quem quer realmente entrar. Para quê? Para que entrar na aliança? Para que realmente você precisa disso aqui?
E foi através do meu sonho que eu tive que tomar a decisão mais difícil da minha vida na época, que foi quando eu olhei pro meu sonho. E o meu sonho grande hoje é um almoço de domingo, a casa cheia com as pessoas que são importantes para mim, o meu marido num almoço de domingo e a minha casa na praia em Florianópolis. E aí quando eu comecei a realmente olhar o meu sonho grande e a decidir a me posicionar na minha casa, no meu casamento, o tipo de mulher que eu queria para mim, a mãe que eu queria ser, a profissional, eu tive a conversa mais difícil com o meu ex-marido e eu ouvi dele é: "Essa vida que você quer não é para mim, eu não quero isso para mim aqui, tá bom?"
Depois de tentar de tudo, de tudo, de tudo, de tudo, fiz troca justa, fiz tudo. E aí quando eu comecei a realmente o meu sogro, falei assim, não dá para mim. E aí eu decidi realmente olhar pra vida que eu quero e me separar. Foi a decisão mais difícil da minha vida. Quantas pré-quedas eu tive? E aí, logo que eu decidi me separar, eu já tinha uma dívida de quase 80.000. Eu tava começando, tinha feito a minha migração, eu era psicóloga, trabalhava em recursos humanos e aí eu entendi algumas dores, fiz a minha transição de carreira, passei pra área clínica e comecei do zero.
Aí nesse processo, veio as pré-quedas quando você decide, até mesmo quando foi para mim alugar a casa onde eu ia morar. Três, Ramon, aí vem as pré-quedas, né? A vida vem te testando. Eu aluguei três apartamentos de entregar, realmente pagar e tá decidido assim, ó, no dia o último que a última pré-queda foi eu já tava marcado tudo assim, até a internet instalada era tipo assim, eu mudar na quarta-feira e quando foi na segunda-feira de manhã, a dona do apartamento pega e fala para mim assim: "Olha, Karine, você me perdoa, eu tô com muita vergonha de você, mas meu marido ele Ele não saiu da casa e ele falou para mim, ele pediu divórcio ontem à noite, ele vai continuar no apartamento."
Eu só olhei para f assim: "Agora, meu Deus, o que que eu faço? Como assim? Por que que você tá precisando disso, Karine?" E aí é onde eu decidi, mas no fundo eu ainda tinha muito medo. E aí eu falei assim: "Agora você vai ter que encarar". E aí eu encontrei um apartamento, encontrei realmente aonde eu queria e as coisas começaram a fluir.
Nesse processo de separação, logo depois a minha filha adoeceu, ela quase perdeu as vistas e aí foi a maneira que ela encontrou de unir a mãe e o pai, né, adoecendo. E aí foi rodar muitos protocolos porque eu estava precisando que a minha filha adoecesse. E de verdade é aonde você tem que saber para onde você tá indo, qual é o seu sonho grande para você não desistir, porque veio é queda, veio quedas mesmos financeiras de não ter o que comer no outro dia, porque eu assumi uma responsabilidade de três filhos, assumi eh eh aluguel, tudo, né? E aonde eu olhava, falava assim: "E agora, que que eu faço?" E aí eu entendi essa questão da postura.
Nesse dia eu olhei pro meu sonho grande e falei assim: "Você consegue? Que que você tem que fazer?" Vesti a minha melhor roupa, passei uma maquiagem, entrei no meu Instagram e comecei os atendimentos, as vendas cheia, fiz uma postagem, no outro dia eu saí de casa para fazer um atendimento. Como aí é os de repentes da vida eu não tinha nada, eu voltei com R$ 3.360 em um único dia só atendendo. E as coisas foram acontecendo. Eu troquei de carro, coisa que eu achava que era impossível, paguei as minhas contas, coisas que eu achava assim não é para mim.
E aí você pensa assim: "Nossa, você só vê o fundo do poço, você só vê as coisas ruins, só que muitas vezes não é nem dinheiro." Tinha o colégio do do meu menino mais velho que eu tinha que pagar, eles estavam me cobrando quase 40.000. E aí nessa época eu falei assim: "Eu vou pagar, eu não vou realmente ficar com meu nome estúdio, eu não quero, eu não aceito." E aí foi aonde surgiu para mim a possibilidade de eu dever era 4.000 e pouco nesse colégio. Eu sei que eu não paguei nem 3.000, Ramon, no acordo que eles fizeram. Então não é sobre dinheiro, é sobre decisão, é você realmente decidir. Tive a percepção, mas não adianta nada você só perceber, você tem que decidir.
>> Exato.
>> Você decidiu, as coisas acontecem. E aí é o quê? A ação. É a ação.
>> Como você acha que estaria a sua vida hoje se você não tivesse decidido entrar na aliança e encarado esses padrões, esse modo de viver?
>> Doente em cima de uma cama e talvez pensando que se por muito tempo eu pensei que se eu morresse meus filhos estariam muito mais felizes, porque pelo menos eles iam ter a avó para cuidar que eu achava que ela cuidava muito melhor do que eu. Hoje ter os meus filhos, sentar à mesa, a gente conversar, poder viajar, poder viver a vida não tem preço. Não tem preço mesmo. Então eu sou assim apaixonada. Tem paciente meu que eu falo: "Entra mesmo, pode entrar. Muita gente me procura, Karine, vale a pena." Entra, entra sem medo de de ser feliz. Então assim, se você aqui ainda tem dúvida, não tenha não. E ame só só um pouquinho. Se dá essa oportunidade, porque mudou a minha vida, tem mudado muito, não tem preço. Existe a Karine antes da aliança e a Karine depois da aliança.
>> Eu sou mãe de três babies. Não sou mais babies, né? Uma uma menina de 7 anos, um menino de 4 anos e um de dois. Sou casada há 11 anos e hoje eu moro nos Estados Unidos em Ohio, viu Elon? Daí eu tinha muitas fraturas do ano, mais do que uma por mês, às vezes, às vezes passava um mês 100 e no outro mês tinha duas, três. Então tinha muita, eh, muitas vezes, né? Eh, e esse ano ele teve três fraturas em um ano e meio. Em um ano e meio.
>> Depois eh, ele teve um avanço assim significativo. Ele já anda com dador assim distâncias curtas de de um cômodo. Eh, e foi a gente foi muito significativo de financeiro. Gente, eh, eu tinha, eu tava em construção quando, eu tava em construção quando eu entrei na na aliança. Tô tocando duas empresas do meu marido, eh, depois que a gente chegou nos Estados Unidos, a gente tava a gente voltou pro zero. Quando a gente veio para cá, né, há 5 anos atrás, a gente voltou pro zero. Depois disso, ele já eh dobrou, quase triplicou uma empresa que ele começou eh tocar, trabalhar de funcionário. E hoje ele tem duas empresas aqui. A gente tá com vários projetos eh de relacionamento. Eu acho que para mim foi esse ano foi a primeira vez. Eu sou uma pessoa muito de plano e esse foi ano, foi a primeira vez. E eu sempre cobrava minha esposa, amor, vamos fazer um plano para esse ano. Amor, vamos ver o que que a gente quer, amor, vamos fazer isso. E ele sempre era muito, não, não quero, não quero. Ele não quer saber de terapia, ele não quer saber de fusso, ele não faz nada dessas coisas, ele não, ele faz nada disso, ele não quer saber de nada. Eu falar: "Tudo bem, vai tocando aí que eu vou tocando aqui. Se tu não tá precisando ainda, é porque eu ainda não cheguei no teu nível, então deixa eu ganhar arrumar para poder a gente estar no mesmo nível". Verdade.
>> Acho que agora ele já começou a ver, opa, tem alguma coisa diferente acontecendo, porque esse ano ele falou assim: "Amor, vamos sentar para fazer nosso plano".
>> E para mim foi
>> muito bom, porque eu sempre tinha vontade de de ter esse alinhamento, porque às vezes parecia que a gente tava, eu tava indo para lugar, tava indo para outro lugar e a gente nunca se encontrava, parece. E agora a gente tá indo pro mesmo lugar. Eh, esse ano eu diminuí, não diminuí, eu faço as mesmas coisas que eu fazia antes, mas agora eu tenho tempo para mim. Eu tiro tempo para mim. Eu não sei nem o que acontecia com o meu tempo antes, mas agora eu faço violino, eu faço dança, eh eu faço luta, eu emagreci, eh eu cuido dos meninos, entendo indo super bem eh com a questão de saúde dele. Eh meu relacionamento com a minha filha mudou da água pro vinho e no final do ano passado eu consegui ter férias com a minha família de origem, que era um negócio que era ultra pesado para mim. Muita, muita, muita, muita culpa. era pesada assim num nível que eu não conseguia nem aproveitar quando ele estava aqui vindo a gente sentar e ficar e tá tá todo mundo feliz mesmo. A gente falei: "Não, não vou fazer isso, eu não quero fazer aquilo".
>> E o que você diria para alguém que está agora com medo de entrar ou com medo de encarar a bagunça? Porque tem gente que não vai entrar, não é com medo de não ter o resultado, é com medo de encarar a bagunça.
>> É, eu diria que primeiro ter coragem, porque não é fácil você olhar pro para para você mesmo. Acho que a coisa mais difícil que tem é a gente olhar para nós mesmos e depois ter coragem de fazer, porque se tem um monte de gente aí que entra aqui no se você for entrar para gastar dinheiro, é melhor nem entrar, mas entrar e ter coragem de olhar e fazer, porque vale muito a pena. Não, não tive que fazer nada deslumbrante, foi só peguei o que tinha escrito lá para fazer, preencher o protocolo, olhar o que tinha que resolver e não ficar esperando.
Decidi. E aí, senhoras e senhores, Sabe faz ao vivo. Perguntaram precisava de mais um minuto. Vamos nós. Como é que vocês estão por aí? Descansaram da tarde? Quem estava aqui à tarde? Coloca no chat aí quem estava aqui na parte da tarde, quem assistiu os atendimentos, quem teve percepções e quem tomou pelo menos uma decisão. Vai, quem que conseguiu pelo menos usar? Nossa, tá zoado aqui, né?
>> Quem é que conseguiu pelo menos usar a nossa live da tarde para tomar uma decisão? Hã,
>> vamos. Estava trabalhando ainda sou CLT. Quem tava aqui? Edmilson tava aqui, ó. Você que está, você que está aqui no Zoom, o Zoom tá aqui e YouTube tá aqui, tá? Então, quando eu tiver olhando para cá, eu tô no YouTube, Instagram. Quando tiver olhando para cá, eu estou no Zoom. Geralmente eu estou olhando para cá. Para vocês que estão no meu Zoom, então vá abrindo a sua câmera por aí pra gente se conectar. Quem tá por aí? Vamos lá. Sheila Bezerra, fala Sheila. Eliete por aí. Quem mais? Francislane, Helena Ribeiro, Lucélia Gontijo, Cristiana Siqueira. Cristiana tá arrumada. Ele passou batom ou vai sair ou tá nos dando a honra de tá toda arrumada ali, ó. Cláudio Painhas, Diane Aparecida, Eliana Augusta, vai abrindo sua câmera, Laudino.
Muito bem, senhoras e senhores, sejam muito bem-vindos a esse nosso segundo encontro do Intensivão. Um recado importante para vocês, tá? Para você que está chegando por aqui, saiba que nós estendemos por mais um dia o a oferta para você entrar na aliança e conseguir a segunda vaga 100% gratuita para você dar de presente para uma pessoa que você ama, para uma pessoa que você se importa, para uma pessoa que você deseja aqui caminhe junto com você. Então, entrando na aliança divergente ou preenchendo a sua ficha até hoje, você tem acesso a essa oferta de entrar na aliança com mais uma vaga gratuita. 100% de presente para alguém. Importante, tá? Nós nunca fizemos essa oferta. Nunca, nunca. Em 18 edições do Resgatos otimistas, nós nunca fizemos essa oferta. E essa vai ser a primeira e última vez, até porque esse vai ser o último resgate. Essa é a última edição do resgate dos otimistas. Então, se você vê o nosso time aqui, você vai ver sempre um barulho. Cada vida resgatada, de fato, não é só um número, tá? É, a gente conversa muito aqui com o nosso time, com a nossa equipe. A gente bateu um papo com eles até antes de de começar esse último resgate, essa última edição. De fato, galera, o que nós fazemos aqui, o que nós fazemos aqui é por nós. Faço por mim, eu faço pela minha esposa, porque isso aqui faz parte da construção do meu sonho grande, faz parte da do meu plano perfeito e vai fazer parte do seu do seu plano.
Aliança Divergente, ela vai ser uma ferramenta, você vai perceber que fundamental em uma parte do seu plano, talvez em resolver seu casamento, sair de um casamento ruim ou se resolver no seu casamento para ter um relacionamento melhor. Aliança divergente pode ser a ferramenta fundamental para você resolver essa questão de dívida aí com o seu pai, com seu ex, esse processo que não sai. Aliança Divergente pode ser para você uma ferramenta essencial para você ter uma maternidade mais leve. Quantas mães eu atendo, cara, quem pensa comigo vira e mexe aparece que mulheres que são mães que carregam culpas em 10, 15, 20 anos. Cara, você vai resolver isso aqui dentro com protocolo de culpa. Aliança Divergente vai ser uma ferramenta para pessoas que estão tentando ser promovidas e tm muita capacidade, disposição, mas o negócio não anda, o sócio não anda, o chefe não paga mais e você não sabe porque isso fica se repetindo. Então eu não sei como você vai usar, mas use da forma que fizer sentido. O que eu posso dizer para você? O que eu posso dizer para você, Ramon? Qual a diferença da aliança divergente do resgate dos otimistas? São duas coisas completamente diferentes, tá? Aliança Divergente é onde o método está. Você tem a teoria da permissão aqui dentro, você tem os protocolos, você tem o marca-passos, isso tudo tá dentro da aliança divergente. O resgate dos otimistas foi um evento que nós fizemos para que as pessoas conhecessem a teoria da permissão, conhecessem o método, mas não é no resgate que você vai resolver, é na aliança divergente que você foi convidada no final do resgate para ter acesso ao marca-passos, aos protocolos. Pronto. O resgate dos otimistas seria a vitrine. Você passa, olha, olha aquela loja, você olha aquela roupa, você até experimenta. Só que a aliança divergente é a aplicação. Então você vai aplicar o que você viu e o que você vai ver aqui dentro da aliança Divergente.
Então, para você que tá chegando e está no YouTube, para você que está chegando aqui, tá no YouTube, aproveite, toque nesse link agora e preencha sua ficha de interesse em aumentar a sua permissão para ter acesso a essa apostila que eu já vou falar sobre ela, tá? Assim que você preenche sua ficha, você vai pegar essa apostila aqui que se chama Refúgio dos Otimistas, 30 dias de Aliança Divergente. Tá bem aqui, ó. Vou falar sobre ela já já. Quem aí que está no Zoom que já pegou a sua apostila? Quem já baixou, quem já imprimiu? Você que está no Instagram para eu não me esquecer de você, que talvez você nunca me tenha me conhecido, não conheço o Elton ou esteja passando por aqui, a oferta está estendida para você também até hoje. Então, digita aqui no chat do Instagram decidir, digita a palavra decidir. Vai chegar um link lá no seu direct, você vai para lá, toca no link e preenche uma ficha, uma página que vai abrir. Essa ficha é 100% gratuita para ser preenchida. Você só paga se você fizer sua inscrição na aliança, só que assim que você preenche, você já vai liberar esse material aqui, tá bom? Lembrando que depois eu falo sobre o protocolo de medo que a gente vai rodar amanhã, tá? Vamos para cima. Deixa eu ver aqui vocês que estão no meu Zoom.
Ramon, eu já morei em inúmeras cidades do Brasil, mas não consigo destravar um processo judicial para comprar uma casa na atual cidade que estou morando. Para onde olhar se já quebrei o padrão de punir o meu esposo, pelo que entendi que estava travando e também quebrei outros padrões. Cadê saiu? Para onde olhar? Devo buscar comprar a casa sem condicionar a compra após sair o processo? De preferência sim. Tá. Por que que você precisa desse processo? É, não consigo destravar um processo judicial. Não necessariamente esse processo tá tá aliado ao seu marido, tá? Esse processo pode ser uma treta que você tem com seu ex, com seu pai, com sua mãe, com seu chefe, com a empresa que você processou, com alguém que você processou. tem que se resolver com essa pessoa, tá? Seu marido é uma parte do seu sonho, uma parte do padrão, só que você tem mais pessoas envolvidas. Ah, é um processo grande, é 1 milhão. Putz, às vezes não é só seu marido tá envolvido, não. Se tem um chefe, tem um ex, tem um gerente, tem um ex sócio, você vai ter que se resolver. Aí você tem que fazer seu diagnóstico de núcleo e ver nesse problema, eu depois eu mostro para vocês, tá? Lembra que eu falei à tarde, a vida funciona em ciclos. Então, deixa eu pegar a tela aqui na parte da tarde, para quem tava aqui, vou lembrar você que não chegou,
>> na parte da tarde eu mostrei para vocês isso daqui, ó. Uh, uh, uh. A vida ela é feita em ciclos. Aí eu vou dar o exemplo do ciclo financeiro, pô. Teve um dia que você já ganhou R$ 3.000.
>> Tem gente que tá nesse ciclo ainda. Você passou a ganhar R$ 5.000, só que talvez você não consiga chegar em R$ 10.000. Existem ciclos que você já passou, lembra? Entre um ciclo e outro sempre vai ter um uma pré-queda para te mostrar um padrão. Pré-queda, pré-queda e pré-queda. Na pré-queda, a pré-queda é um acontecimento que aponta para um padrão. Acontecimento. Acontecimento. Acontecimento. Toda vez que você estiver saindo de um ciclo financeiro, por exemplo, indo pro próximo ciclo, bem na hora que você tiver prestes a romper esse ciclo, você vai passar por um acontecimento que ou você vai romper o ciclo e ir pro próximo ou você vai repetir. Tá claro até aqui? Beleza. Quem veio à tarde já tinha entendido. Quem tá aqui entenda, entenda agora. do ciclo de 3.000, consciente ou inconscientemente, você saiu, pô, muitas pessoas saíram. Você saiu e veio para um outro ciclo de 5.000, só que você chegou num ciclo onde você não sai mais. E por que que você não sai? Porque quando você passa por ele, ó, passou por ele, uh, chegou aqui. Quando você chega no final para romper esse ciclo, você vai viver um acontecimento que é essa pré-queda aqui, ó. Você vai viver a pré-queda através de um acontecimento. Carro que bate, gente que adoece, doença, divórcio, briga, seja lá o que for. Lembra que eu falei no primeiro dia, né, ontem? Bilhetinho, carta é dor. Todo problema começa pequeno, começa igual um bilhete. Se você ignora, ele vem um pouco maior, tipo uma carta. Se você ignora, ele vem maior igual no Aldor. Eu acabei de fazer um atendimento com a pessoa agorinha que ela resolveu um problema do tamanho de um bilhete, tinha uma utilidade, ela não deixou crescer, ela viu e resolveu. E um outro problema, ela deixou virar um outdoor. Ela tinha o bilhete, ignorou, viu a carta, ignorou, virou aor. Quando vira dor, galera, prejudica para demais, pô. prejudica muito. Dói. Quando o problema vira o dó, significa que você deixou ele crescer para resolver. Você precisou que o problema crescesse para ter uma utilidade de você resolver, porque pequeno você não encarava. Ponto final. Beleza?
Tá voltando pra tela aqui. Quando você chega, quando você tá próximo de romper esse ciclo, você vai viver um acontecimento que vai fazer você decidir romper o ciclo e crescer, ganhar mais dinheiro, seguir, ter um casamento melhor ou repetir. O que determina se você vai romper ou repetir um ciclo? Vamos lá, gente. Você tá diante de um dinheiro você tá para receber. O que determina, Caio, vamos fazer um jogo mais dinâmico para voltar pra tela, eu e eles, porque tem gente no celular e ver melhor. Eh, o que determina se você vai romper o ciclo ou se você vai repetir. O que significa se você vai ter um pré-salto ou uma pré-queda.
>> A quebra do padrão. Perfeito, galera. é a quebra do padrão. OK?
Então comigo, o que determina, o que te faz ver o padrão? É osmose? É fazer oração? É sentar em posição fetal e fazer assim: "Hum, deixa eu ver o padrão. Padrão, fala comigo, padrãozinho. Qual é você?" É isso que faz você ver o padrão. Não, pô. é o acontecimento. A chave do que nós fazemos na Aliança Divergente, galera, tá aqui, ó. Aprenda isso aqui e pare de reclamar dos problemas que estão chegando na sua vida, porque ou esse problema, esse trem que você tá vivendo aí chegou para você ver ou para você mostrar para alguém o que você não quer. essa vida aí, esse essa treta, essa situação que tá aí agora, ou isso aí, esse acontecimento, é para você ver ou para você mostrar para alguém, é só isso. A moça veio aqui ontem, ela disse: "O meu marido, ele sofreu um acidente e foi, voltou pra casa da mãe. Eu tive que voltar para lá, pra casa da minha sogra com a minha filha. Eu não queria. A minha filha caiu e quebrou o braço. Isso é um acontecimento para ela ver o que precisava ser visto e para ela mostrar. Olha aí, marido, voltei para cá e não queria. Não deveria estar aqui. Olha aí, minha sogra, o preço que é a gente ficar aqui. Olha aí, minha filha, como que é ruim nós estarmos aqui. Todo o acontecimento, galera, sei lá, pega o que for. Oi. Você quer pegar o quê? O me bateram no meu carro. É para você ver ou mostrar.
>> Fui traído. Fui traída. É para você ver ou mostrar.
>> Meu chefe me tratou mal. É para você ver ou para te mostrar, fazer você mostrar alguma coisa aí? Deixa eu contar uma coisa para você, tá? Presta atenção. Se você não tem coragem de resolver assumir as tretas dos seus problemas, se você acha que o seu marido tem que tomar uma decisão, se você acha que é a sua esposa, se você acha que é o seu filho, se você acha que é sua sogra, se você acha que tem alguém te afetando e você não consegue tomar a decisão, o problema vai crescer, porque você não precisa ver. Só quando você vê o problema, bota na tela, Caio. Quando você vê, você não resolve. Você acha que é o seu marido tem que mudar? Você acha que a sua esposa que tem que mudar? Você acha que é sua sogra que tem que parar de fazer tal coisa? O problema vai ser grande o suficiente para você mostrar. Veja o mal que você está fazendo para nossa filha, marido, ex-marido. Veja a minha sogra, olha aqui. A minha filha caiu na sua casa. É para mostrar para você. Minha filha não é ou não fica segura na sua casa. Quando você não dá conta de resolver sozinho ou sozinha, o problema aparece para você ver. Se você não resolve, ele vai aparecer para você mostrar. Vou te dar um exemplo. A mulher é casada. Isso aqui foi um atendimento que eu fiz em uns três resgates atrás. A mulher era casada com o cara e ela veio no atendimento aqui. Pensa comigo igual a gente tá fazendo aqui, tá? E ela disse assim: "Putz, eu queria ganhar mais dinheiro". É sempre assim, né? Vocês vem aqui e fala: "Que que você quer?" "Ah, eu quero ganhar mais dinheiro". Começa por aqui a treta. Aí a pergunta vem: "Por que você não ganha mais dinheiro?" Ela falou: "Putz, eu comecei a trabalhar e acho que ela ganhava uns R$ 2000 e poucosais, 2 300 alguma coisa assim". Falei: "Cara, que que que você pode fazer para ganhar mais dinheiro?" Aí ela falou: "Ah, isso aqui, mas não tô fazendo." Então, pega e faz tal coisa. Aí ela tubiou. Gente, o problema financeiro é para ver ou mostrar alguma outra coisa. Não é o problema. O que nós precisamos resolver é o problema do problema. Aí a outra. Ramon nunca traí meu marido. Ramon nunca traí meu marido e ele me acusa de traição. Como resolvo? Trai ele, [ __ ] para ele ficar coerente. Aí da próxima vez que ele te acusar, você vai dizer: "É, você tá certo. Traí. Pronto, resolveu. Deixa eu te contar. Ele tá querendo ver uma traição. Se ela não existe, ela tem que existir, porque talvez ele esteja querendo sair da relação. Parem de tentar resolver um problema onde a solução desse negócio não vai te dar a vida que você quer. Tem homem vendo problema no relacionamento porque ele tá doido para sair dele. Tem mulher vendo problema no relacionamento que ela tá doida para sair dele. Aí vocês ficam querendo resolver um problema que a pessoa criou e alimenta para usar ele contra você. Vocês são bobo. Vocês falam de assunto pequeno demais. E aí, sacou? Qual é o problema do problema, [ __ ] Aí, beleza. Como resolver a dependência? Protocolo, gente. Protocolo. Você tem independência com seu cachorro, roda protocolo com ele. A resposta vai ser a mesma, galera. Vocês vão ter que rodar protocolo. Pô, eu tenho dependência com pai. Quantos protocolos você acha que eu rodei, pô? Aí você não quer rodar nenhum, pô. Vamos lá, galera. Aí eu tenho uma dependência com a minha mãe. Eu tenho uma dívida com ela. Você rodou o protocolo? Não, pô, tem que rodar. Tem que rodar. Toda pessoa que apareceu no seu diagnóstico, galera, deixa eu contar uma coisa para vocês. Tem que rodar protocolo. Você tem um ex que te atormenta, eu posso te garantir toda relação mal resolvida do passado interfere no seu presente e limita o seu futuro. Se você tem uma relação mal resolvida com a pessoa que já morreu, não é sobre a pessoa, é sobre a relação. A relação tá morta. Não, [ __ ] você lembra dessa pessoa. A relação está mais viva. Ia falar um negócio aqui. A relação tá mais viva do que a pessoa, porque a pessoa tá no caixão, pô. A relação tá aqui, ó. Você alimenta com culpa, se alimenta com a relação está aqui, não é sobre a pessoa, é sobre a relação ou sobre o que você espera da relação. Então, a pessoa morreu, protocolo do mesmo jeito. Encerramos essa parte. Ramon, tenho dependência com meu filho, vai ter que rodar um protocolo com ele. É só isso, galera. Pega e roda o protocolo, tá bom? O pai da minha, o pai da minha, não sei o que que cortou, foi morto e um processo de ressacimento no tribunal ainda não saiu. É porque você tem pendência, pô, com esse cara. Roda um protocolo com ele, Gláus Araújo, roda um protocolo, pai da sua filha, roda um protocolo. É só isso, galera. Esse é o primeiro passo. Esse é o primeiro passo. Ah, mas o fulano morreu. Sim, ele era pai da sua filha. Sim. Toda a morte antecipada fora do tempo natural é uma pré-queda. Tem filho de 18 anos. Que gente, eu não quero entrar muito nesses assuntos. Agora tem filho que se prejudica para punir a mãe, pô. Ele sabe que a mãe nunca vai dar aquilo. Um dia eu atendi um caso de um de uma pessoa que era gay, só que o pai nunca aceitava que ele era gay. Nunca. Nunca não aceitava. O cara começou a se cortar, tava quase tirando a vida. Para quê? Para punir o pai, pô. inconscientemente, problema de filho pequeno >> é criado pelos pais, é utilidade pros pais. Então, quando você vai se resolvendo, a vida dos seus filhos vai ficando mais fácil, a vida das pessoas que estão perto de você vão ficando mais simples. Beleza, deixa eu voltar para cá. Eu perdi até o que eu tava falando de verdade. Alguém lembra aqui da tela?
Então, todo acontecimento ele aparece para você ver o problema ou para você mostrar. Quanto mais você, ah, lembrei, quanto mais você precisar mostrar, maior problema fica. Outro dia eu atendi uma mulher que é aquela que eu falei, tava num casamento e nesse casamento ela disse que queria independência financeira. Bem nessa sala aqui, tá? Do jeito que vocês estão aqui. Ah, eu quero independência financeira. Eu falei: "Mas você não é casada? Mulher casada que quer ser independente do marido é esquisito, tá? Tem coisa. Então vocês que são casadas, nem vou falar dos juntados, porque juntado é uma treta maior ainda. Vocês sabem o que que é uma relação de duas pessoas que não se casaram, mas estão juntadas? É a somma de duas pessoas. uma que tá procurando uma pessoa melhor e a outra que não se acha melhor para ninguém. Aí essa aceita essa e essa aceita essa e elas ficam juntas até aqui. Tá procurando alguém melhor encontrar alguém e essa que ficar sozinha e colocar alguém que preenche o buraco que ela que a outra deixou no lugar. É uma merda. E é fácil descobrir quando um dos dois fala em casamento, dá merda o relacionamento, dá briga, dá confusão, dá o trem todo.
>> Vamos lá. A moça chegou, me acompanha aqui, deixa eu fechar essa história. A moça chegou e falou: "Quero ser independente financeiramente". Aí eu falei: "Pô, casada tem alguma coisa aqui. Ela não quer depender do marido, significa que esse cara é um marido bom ou ruim? um marido ruim, a mulher que não quer confiar no parceiro é porque ela tá com cara ruim. Beleza? Aí eu falei: "Porra, vamos ganhar mais dinheiro, então vamos lá. Vamos lá". Aí no final das contas ela não queria dinheiro por si só, ela queria sair da relação. O dinheiro era uma forma que ela teria de sair da relação. Aí quando eu projetei dinheiro na vida dela, falei: "Beleza, você quer sair porque tá ruim, vamos lá, vamos fazer dinheiro." Quando eu projetei um pouquinho mais de dinheiro na vida dela, acho que uns R$ 5, R$ 7.000, esses 5, 7.000 faria ela viver sem esse homem. Ela não dependeria mais dele financeiramente. Que que aconteceu? Era o que ela queria, concorda? Ela pediu mais dinheiro. A gente descobriu que ela tinha um problema no relacionamento, que ela não queria confiar nesse homem. E esse dinheiro era para ela fugir da relação. Projetamos o dinheiro. Resolvido. Agora ela tem dinheiro, pode sair. Que que aconteceu? Melhorou ou piorou a cara dela? Que que vocês acham? A cara dela ficou, nossa, era isso que eu queria ou a cara dela ficou ficou chorosa. A mulher entrou quase em desespero. Sabe por quê? Porque se ela tivesse dinheiro, ela não teria desculpa para se separar desse homem que era ruim para ela. E quando ela encontrou dinheiro, a cara dela ficou feia. Porque como ela não teria mais justificativa, ela ela ia ter que se separar, só que ela não podia. Sabe o que ela disse?
>> Eu não posso me separar. Aí eu perguntei: "Por quê?" Ela falou que as pessoas da igreja vão me julgar. Aí eu perguntei: "Sé de qual igreja?" Ela respondeu ali. Eu falei: "Que que essas pessoas vão dizer?" vão dizer que eu vou pro inferno. Se eu me separar dele, eu vou pro inferno. Eu não vou poder cantar na igreja, eu não vou poder servir na igreja. Eu falei, eles preferem que você fique nesse relacionamento com esse cara fazendo o que que ele tá fazendo com você, do que você sair, ficar mais leve e servir melhor? Sim, eles preferem que eu fique, porque esse homem é uma aprovação de Deus na minha vida e eu tenho uma missão na vida dele. Aí, beleza. E eu falei: "Que que você quer de mim?" Ela falou: "Queria resolver isso. Presta atenção. Falei: "Tá bom. Se eu te der mais dinheiro, você não pode sair daí porque você vai ser acusada de pecadora, não vai poder eh não vai poder ficar na igreja servir na igreja." Ela disse: "É". Eu falei: "Que que você gostaria que acontecesse para você sair daí mais fácil e que não te geraria problema?" Que que ela respondeu, gente? Vocês acham que eu sou doido pelo que eu falo, mas olha como vocês vivem. O que que ela respondeu, gente? O cara embora. Ele não ia embora. Ele queria ela. Ele queria segurar ela. Não, ela não desejou a morte dele porque ela não tava nesse estágio ainda. Tá, tava mais no começo. Ricardo acertou. Uma traição. Ela me pediu uma traição. Se esse cara tracer aí, meu amor, vem aqui um pouquinho. Puxa a cadeira, vem. Depois você vem aqui para eles te verem. Minha rainha apareceu aqui do lado. Maravilhosa. Aí você mexe com meu coração, viu? Você tá linda. Voltar. Ela me pediu uma traição.
>> Se ela fosse traída, ninguém da igreja julgaria ela. Porque na igreja que da onde ela era, a traição justificava uma separação. Aí eu falei: "Fique tranquila. Se é isso que você quer, pode acelerar. Se você quiser sair daí, eu garanto que ele te trai. Ou você adoece ou ele te trai. Não sei como que tá hoje, viu? Porque eu nunca mais vi ela. Não sei se ela entrou na aliança, não sei o que que aconteceu. Tá, gente, mas é conta. Apaga essa tela para mim, Caio. Eu cliquei aqui no comentário. Ah, já foi, já, Caio. Eh, galera, essa é a conta. Se você não pode fazer algo, mas mantenham a vontade de ter alguma vida melhor, você vai viver problemas para te forçar a sair dali. Aí o que acontece? Volta pra tela aqui. Ela queria que o Ela já sabia que o marido dela não era bom. Ela queria a traição. Ó que louco. Desejo dela ser traída. O desejo dela ser traída. Não é que ela queria traição, mas a traição liberava a permissão para ela fazer aquilo que ela não podia. Aí, ó, a Kátia escreveu ali, eu precisei de uma agressão dele sobre o tarará, não sei o que é, para eu tomar a decisão. Beleza? Essa traição que ela viveu, esse acontecimento traição, era para ela ver o problema que esse homem era ruim, não era mais para ela, ou era para ela mostrar? Coloca no chat aí. Essa traição era para ela ver que ele não era para ela ou era para mostrar pras outras pessoas? Ó como que vocês estão ficando bons. Vocês aprenderam, pô. Tem acontecimento que é para você ver que você não tava enxergando. Tem acontecimento que é para você garantir que todo mundo vai ver. Vejam, gente, ele me traiu. Olha o que ele fez. Vou me separar e Deus não vai poder me punir. Vocês da igreja, membros da igreja, vocês não vão poder me punir. Deus, você não vai poder me punir porque ele me traiu. E nessa palhaçada toda, tem um filho no meio dessa história pagando o preço de uma mãe covarde, de um pai covarde e tem uma criança no meio da caceta dessa história pagando esse preço. Galera, quando vocês não resolvem os problemas, os filhos de vocês pagam a conta, principalmente se é um problema para você mostrar. Outro dia nós fomos para um no Vale do Silício, lá nos Estados Unidos, a gente tava, fizemos um encontro ali e para alguns aliados, tá? Chegou uma aliada de lá e ela disse assim, eh, ela tava vivendo um problema com o marido dela e ela queria entender por que esse Mário dela empurrou o filho dela. Eu não sei se é filha, empurrou a filha dela. Aí eu falei: "Putz, velho, a sempre é assim a conta. Você pega o acontecimento e a primeira coisa que você pensa é: "Esse acontecimento tá tentando me mostrar o quê? Para ela não era para ela ver mais nada". Tá? Não era para ela ver. Ela, o marido dela já tinha feito exatamente com ela aquilo que ele fez com a filha. Só que ninguém acreditava, porque para todo mundo ele era um homem maravilhoso. Ele tinha uma coroninha na cabeça, fazia tudo por ela, só que ninguém viu o que tava passando dentro de casa. Ele foi lá e tratou ela mal. Ele agrediu, ele empurrou. OK. Só que ninguém acreditava nela. O problema apareceu com ela para ela ver. Mas outras pessoas acreditavam não. Só que ela dependia da aprovação das pessoas que ela amava para sair dali. Então o problema aumentou para mostrar o marido dela. Empurrou a filha dela igual empurrou ela. E agora, mãe? Você acredita que ele é agressor? É mais fácil ou mais difícil, gente, sair de um relacionamento quando o problema aumenta e quando o problema começa a acontecer com seus filhos? Sabe por quê? A justificativa dela de ficar na relação era dizer que eu fico só pela minha filha. Ah, vai lá, nobrezona. Então você tá pedindo para ele machucar ela. É porque se ele fizer com ela o que fez com você, você não vai não vai precisar mais dizer: "Eu fico pela minha filha". Você vai poder dizer, né? Eu saio pela minha filha e sua filha nunca vai poder te culpar de você ter tomado a decisão de sair porque fez mal para você, porque você usou ela inconscientemente. Você falou: "Filha, passe pelo que eu passei aqui". E galera, isso aqui não é para trazer peso. Eu sei o quanto dói, tá? É, eu sei que é uma bagunça, mas vocês precisam encarar essas bagunças. pega o acontecimento e olha, cara, isso aqui é para eu ver ou isso aqui é para mostrar? Eu tô querendo ver ou eu preciso que alguém mais veja? Você quer ver eh quando um chefe, a funcionária tá querendo sair, a colaboradora tá querendo sair da empresa, ela não tem coragem de pedir conta, não tem coragem de pedir conta e ela acha que o chefe dela tá errado. O chefe tem um padrão de narcisismo, OK? Chefe tem um padrão de narcisismo, ela tem um padrão de vítima, ela não quer pedir conta, não quer sair sem que as pessoas saibam que ela foi prejudicada. O que que vai acontecer quando ela for fazer uma reunião com o chefe? A próxima reunião, ela quer sair da empresa. Vamos lá. Essa mulher quer sair da empresa, mas não tem coragem de pedir conta, quer ser mandada embora. OK? Mas ela não quer ser mandada embora de qualquer jeito, porque senão as pessoas vão achar que a errada era ela. Beleza? O chefe é um narcisista. Narcisistão. Só que ele nunca tratou ela tão mal, mas ele é um narcisistão. Nesse dia ela tá querendo sair, mas ela precisa mostrar pros outros que o chefe é ruim e não é ela. E nesse dia o chefe tá com narcisismo no talo e ele se encontra numa reunião. Que que vai acontecer? Projeto feito com sucesso. Hã, que que vai acontecer? Ele vai ser o Satanás. Ele vai pisar nela e todo mundo vai ver. É para mostrar. Esse acontecimento ela já tinha visto. Isso aqui vai ser para mostrar, porque ela não quer só sair, ela quer que todo mundo veja que ela não.
Tava errada quando ela disse que ele era um pé no saco. Vocês estão vivendo isso o tempo todo. Seu marido te trata mal, é para você ver alguma coisa que precisa se resolver ou que você precisa resolver? Ou é você tá tentando mostrar pro seu filho? Veja, filho, olha como que ele me trata. Porque quando o seu marido ou a sua esposa te trata mal na frente dos seus filhos, é para mostrar para os seus filhos. Você tá tentando, você tá tentando angar, você tá entendendo isso aqui? Você tá conseguindo entender? Se o problema fosse só do casal, vocês brigariam num quarto. Num quarto.
Quando vocês brigam e o filho tá ali naquele lugar, naquele momento, um dos dois tá querendo que o filho veja, tá querendo mostrar pro filho: "Veja, filho, como que ele me trata. Veja, filha, como ela me trata." Vocês estão buscando aliados e punindo os filhos de vocês. Porque se o problema fosse o casal, vocês brigariam escondidos, vocês quebrariam o pau escondidos. Quando vocês fazem o filho de vocês, vem as tretas de vocês, vocês querem mostrar. Vocês buscam aliados. Inconscientemente vocês envolveram o filho de vocês numa guerra que eles não criaram, não deveriam se envolver, que eles não dão conta de resolver. Isso é covardia, pô. Isso é covardia.
Quer ver outra covardia? Casal que quando sai de casa vai na casa do sogro, da sogra, vai com casal de amigos que eles curtem, eles brigam. Por que que não brigaram em casa e brigaram fora? Porque em casa um dos dois já sabia, já tinha visto. Só que um dos dois precisa de aliados para mostrar. "Veja como ele me trata, amiga. Veja como ele me trata, pai. Me defenda, papai, porque quando a gente vem almoçar aqui, olha como que ela me trata, mamãe." Percebam quem está envolvido nos problemas que vocês passam.
Enquanto você, galera, enquanto você não resolver esse negócio, o problema vai ficar aumentando, tá? O problema vai voltar para fazer você ver ou para fazer você resolver. Tá fazendo sentido? Estão conseguindo acompanhar de verdade? De verdade? Beleza? Estão conseguindo acompanhar?
Então você vai fazer o seguinte, você vai colocar três problemas. Eu chamo de problema porque é o que vocês usam. A gente chama de acontecimento. Aqui você vai pegar três acontecimentos, faz aí rapidinho numa lista. Aí você vai colocar aqui, ó, um, dois e três. OK? É o que? Uma briga que acontece, gente. Não clique em nenhum link aqui do Zoom, tá? Clique em nenhum link do Zoom. Eh, equipe, vão apagando esses links aí. Pronto.
Você vai listar três acontecimentos e você vai anotar se esse acontecimento é para você ver um problema que você não tava vendo ou já é para mostrar. É mais uma pessoa que tá envolvida. Foi com seu marido, mas seu filho tava no meio. Foi com seu chefe, mas toda a empresa ficou sabendo. >> Foi com seu ex, mas seu atual foi envolvido. >> Você bateu o carro e a vizinhança toda sabe que seu marido não foi lá te acudir, foi seu pai. >> Escreve aí. Esse problema apareceu para você, para você ver que existe um problema, que o problema tá aí, ou já é para mostrar, mostrar para mais alguém, mostrar. "Olha aqui, ó, o que ele faz comigo. Olha o que ela fez comigo." Clientes não fecham. Beleza. Talvez seja só para você ver que você tá numa empresa falida, que seu sócio é ruim, que esse negócio tá errado. OK. Fácil assim. Não inventem coisas, tá gente? É prático. Pega o acontecimento e bota na frente se é para ver ou mostrar.
Aqui a gente não tá olhando a utilidade, tá? Ô, ô, Karina Veras, a gente não tá olhando a utilidade. Esse caminho vai apontar pra utilidade, que é aquela matriz ver eh, desculpa, punir, poupar, unir ou afastar alguém. Isso que vai apontar para pra matriz da utilidade. Agora eu só quero que você veja se isso é para ver ou para você mostrar. Vai mostrar para alguém. Coloca aí no chat qual é o problema e ele está aparecendo para você ver ou para mostrar para alguém. É só para você ou ele tá envolvendo outras pessoas? >> Bota aí no chat.
Ô Caio, manda uma mensagem pra Duda, pede um chá para mim, por favor. Duda me abandonou, gente. Vocês acreditam? Me abandonou. >> Foi embora. Brincadeira, ela tá ali resolvendo umas coisas. Daqui a pouco tá por aqui. >> Vamos lá. Acho que o problema sou eu. >> Cadê? Cadê o mensagem? Acho que o problema sou eu. Estou tentando fazer transição de carreira e não consigo. Acho que é para mostrar eh que tô tentando, que o que eu tô tentando tá ruim. Beleza. Deixa eu pegar um gancho disso aqui que foi dito. Quem é aqui acha que o problema é você? >> Deixa eu ver vocês aqui. Coloca no chat quem é que acha. Ah, o problema sou eu. Não é uma relação. Eu não tenho uma pendência com a minha mãe, com o meu pai, com o meu ex. Não é o negócio do meu tio, não é do meu, é com, é, sou eu. Só tipo, é só, só eu. Não tem nenhuma relação envolvida. Sou eu. Coloca aí no chat. Tipo assim, ó. Eu não encontrei nenhuma relação pendente, nenhuma. Com pai, com mãe, com tio, com ex, com sobrinho, ninguém. Não encontrei. Acho que o problema sou eu. Porque eu não achei ninguém. Quem tiver assim, eh, coloca aí no chat. Eu. Por que que a gente desabilitou o chat? Tinha mensagem de golpe. >> Libera o chat aí. Vamos lá. Quem é que acha? Coloca no chat aí. Liberou. Quem é que acha? Ah, o problema sou eu, [ __ ] Não tenho nenhuma relação envolvida, Ron. Não tem ninguém, cara. Não tem ninguém. Eu não peço ajuda para ninguém, Ramon. Cara, sou eu. Sou eu o problema. Beleza. Eu vou falar para você que acha que o problema é você. Tá bom. Você tá aqui, né? Presta atenção. Você tá aqui. Aqui tem o seu sonho, seu desejo. Povo sentiu sua falta, Duda? Aham. Dudinha chegou, gente. Uma hora de atraso. >> Ai, que absurdo. >> Vamos lá. Você tá aqui você. OK. >> Você é a pessoa que pensa: "O problema sou eu ou deve ser eu?" Porque eu não envolvo ninguém, eu não peço ajuda para ninguém. Eu não espero ninguém. Sou eu. >> Beleza. Eu vou quebrar vocês no meio agora. Normal. Vai ser uma quebrada. Então só acompanha que a lapada vem bonita. Você nunca mais vai esquecer disso aqui. Você que é aí a nobre. Não, você é nobre demais, pô. Você não bota sua culpa em ninguém. Você não despeja os seus problemas e ninguém, você aguenta tudo. É você. Não, não tem ninguém a quem culpar. Quem foi do passado foi. Eu não aponto o dedo para ninguém. Sou eu. Eu sou o meu próprio problema. Eu sou a pessoa que me prejudica. Eu sou a burra mesmo. Eu sou um idiota mesmo. É eu. É eu. É eu. Não tem ninguém. Eu não cobro ninguém. Eu só quero trabalhar e ser feliz. Não tenho problema com ninguém. Não espero ninguém. Ai, sou eu. Pronto. Você. Se bateu, é você com você que eu tô falando, tá? >> Vamos junto. >> Beleza. Você aqui é você tentando avançar. Quando você pensa, a minha esposa tá aqui do meu lado, ela tá assistindo, ela deve estar me vendo ao vivo e olhando e falando assim: "Amor, meu amor, você é assim ao vivo?" É tipo assim. Beleza, vamos lá para você. Essa aqui, quando você pensa em avançar, o que que você sente? Pensa no seu sonho. Você que disse, o problema acho que sou eu, coloca no chat para eu saber. Quando você pensa em avançar, qual é o seu sonho? Mas eu quero saber o que que você sente medo. Você sente medo? Você que falou que o problema é, você acha que é você? Você sente medo? Ó, tem muito medo aparecendo no chat. Medo. Alguém aqui sente medo? Medo. Incapacidade. OK. Que mais? O que que você sente? Vergonha. OK. Medo, vergonha, incapacidade. Que mais? Insegurança. Insegurança. Que mais? >> Tá bom. Aqui já é o suficiente, viu? Beleza? Então pensa nessa sensação. Você sabia que você é um ser inteligente? Você que falou que acha que o problema é só você, que não pesa para ninguém, não culpa ninguém. Você sabia que você é um ser inteligente? Mesmo que você não queira, você tem a mesma capacidade de raciocinar do que eu. Um pouquinho mais, um pouquinho menos, porque não interfere nisso aqui que a gente vai construir. Você é um ser inteligente, você tem neurônio, você tem uma forma de pensar, tem gente que sente mais, tem gente que sente menos, mas você raciocina. Você sabe que é bom, sabe que é ruim, sabe que tá doendo, sabe que não tá doendo. OK? Beleza? Se você acha que o problema é só você e você não espera nada de ninguém, não tem nenhuma relação sua te atrapalhando, me responda uma coisa com toda a sinceridade do seu coração. De onde veio esse medo? >> Quem te ensinou? A ter essa insegurança toda que você sente quando você pensa em avançar. Ah, traumas, Débora. E quem foi que colocou esses traumas em você? Ninguém, porque você, o problema é só você. Da onde que veio essa essa sensação de incapacidade? Da onde que veio esse medo de dar errado? Você nasceu sabendo? Será? Ou será que você foi educada para ter esse medo? Ou será que você foi treinada para ter esse medo? Desculpa. Se você fosse uma criança criada com alguém que não tem medo e que não coloca medo na sua cabeça, esse medo não existiria. Alguém treinou você para sentir esse medo. Aí você quer chegar aqui e me falar que o problema é só você? Você tá se esquecendo que você foi que você tinha uma mãe, que você tinha um pai. >> Sabia que você tinha uma mãe e um pai? Essa foi a sua primeira relação, suas duas primeiras relações. Você veio de uma mãe e de um pai. Essas pessoas ensinaram você. Essas pessoas tinham medo, tinham vergonha, tinham incapacidade, insegurança, ou elas te ensinaram a sentir medo, vergonha, incapacidade e insegurança. Então você aprendeu com elas. Toda a relação mal resolvida do passado interfere no presente e limita o seu futuro. Ai, o problema sou eu. Não, o problema não é só você, é com quem você aprendeu essas merdas. é com quem você aprendeu a sentir medo. Se você não resolver a relação com essa pessoa, você não avança, gente. Com quem que você aprendeu a sentir esse medo? Não chegue aqui e diga: "Ah, o problema sou eu, Rão, mas eu não aprendi a sentir a eu não aprendi a sentir medo com o meu pai. Como não? Porque o meu pai, Ramão, deixa eu te mostrar aqui, ó. O meu pai nem da minha vida ele participou. Só a minha mãe. Não tem como eu ter uma dependência com o meu pai porque ele foi embora. Ah, é? Hã? Com quem que você acha que você aprendeu a ser tão medroso e medrosa? A ausência também cria padrão, porque esse pai deveria ter te ensinado as coisas que ele não te ensinou. Esse pai deveria ter te ensinado a sentir confiante e ele não te ensinou. Ausência, a [ __ ] da ausência também cria padrão, galera. Vocês acham que é só a presença? Ausência do seu pai tem uma [ __ ] de um padrão na sua cabeça que você na sua cabeça fica assim: "Será que eu não fui boa o suficiente porque eu não tive um pai?" Sim, >> a tua cabeça gira uma relação com a pessoa que você nem conheceu porque você não deu conta de abrir mão de um pai que foi embora, te abandonou e você criou história sobre um cara que você nem conheceu, mas a relação projetada tá no teu crânio, pô. O medo que você sente é o mesmo medo de um cara que você não conheceu, mas ele sumiu. E a história que você ouviu da avó, da mãe, de não sei o quê ou de não sei quem, e a vida que você teve fez com que você criasse uma projeção de uma relação que você não rompeu e você vive esperando esse homem que você nem sabe quem é. E o pior, você nem sabe se ele morreu. Aí você fica esperando, vai que ele aparece quando tiver 40. Ausência também cria padrão. Porque se você tivesse um pai bom presente, talvez você não sentiria esse medo. Toda a relação mal resolvida do passado interfere no presente, galera. E se você não resolver no presente, limita o seu futuro como como limitou até hoje. Esse é o nosso jogo. Então você que tá falando aqui, putz, o problema sou eu. Entenda, galera, nós somos seres relacionais. Uma relação ruim que foi presente no seu passado interfere tanto como uma relação que foi ausente e que não ensinou para você aquilo que deveria ter ensinado. Pô, se a sua mãe foi embora e você não tá bem resolvido com isso, desculpa, você nunca vai ganhar mais dinheiro do que ela. Esses são os padrões que vocês ficam rodando. Só que vocês querem ignorar as relações que vocês tiveram, as relações que vocês têm, as relações que vocês projetaram, como seriam pelas histórias que vocês ouviram as pessoas contarem do seu pai que foi embora, da sua mãe que te abandonou. Vocês ouviram histórias e essas histórias também criaram padrões. Você pode dizer que você não espera nada, mas se você não tem uma memória boa, livre, que nada que doa em relação a pensar no seu pai, você tá presa a ele. Se pensar no seu pai ou na ausência que ele teve na sua vida causador, você está presa a essa sensação e a essa relação. Simples assim. Se o seu ex dor, pensar na relação com seu ex dói, não tá resolvido. Você vai ter que rodar um protocolo com esse maluco ou com essa maluca. O que tá resolvido, você bota o dedo, não dói. Não dói. Cicatrizou. Pô, >> tem muita gente aqui que travou, sabe em qual momento? Quando o pai morreu, quando a mãe morreu, >> existe o que nós chamamos aqui dentro da aliança divergente de escada da maturidade. Vou falar um pouco mais dela domingo. Escada da maturidade. Minha mulher tá tão linda. Você viu, Duda? >> Eu fico toda apaixonada aqui de vez quando eu dou uma olhadinha. Cuida dela para mim, Dudinha. Poxa, eu tô sem sem microfone. >> Dá um microfone pra Duda. Caio, esse aqui tá funcionando. >> Vocês estão ouvindo a Duda? Coloca aí no chat. >> Desce seu chat aí que não >> vocês estão ouvindo a Dudinha? Coloca aí no chat. Sim. É bom porque hoje como a esposa do Ramon tá aqui. Ah, é hoje que vocês vão ter o Ramon, ó, até tarde. >> Será que acho que ela veio me buscar? >> Não, eu acho que a gente pode até, se você quiser, convidar ela para ela aparecer aqui. Ó, >> chamei ela. Não, não olhou. Não sei se ela vai querer vir. >> Só passa ali para dar um oi. >> Afeta o reconhecimento. >> Pode. Ó, ela vai aí do lado do Ramon para dar oi pr vocês conhecerem ela. >> Traz uma cadeira. Bota uma cadeira aqui. Pera aí, >> calma aí. Ah, por favor. Gosto assim. Já cheguei fazendo bagunça. >> Senta aqui. >> Senta aqui o povo te vê. Vem. >> Vou botar o microfone para ela, ó. >> Não, não vou falar não. Eu não quero falar. >> E onde que é braba? Dá uma boa noite, pessoal. >> Mas o pessoal tá me vendo? >> Tá te vendo ali, ó. Deixa eu aumentar aqui para você ver ali, ó. >> Boa noite pessoal. Aí você ali. >> Ah, >> tá maravilhosa. >> Obrigada, amor. >> Vai, amorzinho. >> Bom ter você aqui. >> Acho que é a primeira vez que você aparece assim, né, numa live desse jeito. >> Tem que falar pertinho para eles te ouvirem. Vou fazer o vou deixar ela se acostumando com o ambiente, eu vou continuando aqui. Nós temos cinco degraus, então afeto, reconhecimento, recompensa, >> eh sentido e legado. OK. >> Oi, car. >> Ela fica preocupada de vir aqui se eu vou falar alguma treta das coisas que nós vivia. Nossa, nós vivia foi bravo. >> Vou falar não, amor. Tá aqui. Beleza. Então nós temos 5 degraus da escada da maturidade. Afeto, reconhecimento, recompensa, sentido e legado. Tá bom? Qual é o problema que as pessoas não percebem? Vou explicar rapidamente a escada da maturidade. Primeiro degrau é do afeto. É a pessoa que tá sempre buscando elogio. Desculpa. É o degrau que a pessoa tá sempre buscando. Ser amada, ser vista. Sabe aquela pessoa que tá sempre buscando ser amada ou ser vista? Ela tá muito mais ligada à vítima aqui. Então é a pessoa que passa por um problema e ela precisa de problemas porque o jeito que ela é vista pelo pai, pela mãe, é quando ela tá mal. É o jeito que ela é vista pelo marido, o jeito que ela é vista pela esposa, é o jeito que essa pessoa é vista pelos filhos. Então o jeito que ela preenche esse lugar, quem tá na camada do afeto, é buscando amor e ser visto, tá? Lembra do bebê? O bebê ele tá nessa camada aqui, ó. Ele não tá tentando ser reconhecido. Ele não tá tentando buscar recompensa, nem sentido, nem legado. Ele só quer ser visto e amado. E o que que ele faz quando ele precisa ser visto, quando ele precisa comer? Que que o bebê faz? Que que o bebê faz quando ele precisa comer? Quando ele precisa fazer cocô, quando ele tá todo cagado? Porque ele não tem forças, pô. Ele não tem pernas. De quem é as pernas do bebê? >> O bebê usa as pernas de quem para andar? >> Da mãe. >> O bebê usa quem para receber o alimento? a mãe. Então, tudo que ele faz para conseguir ser amado e ser visto é através da mãe, é através de alguém, porque ele não tem capacidade de fazer por conta dele. É por isso que ele chora, é por isso que ele grita, é por isso que ele faz espirraça, porque é assim que ele sobrevive. Ele não amadureceu para sobreviver sozinho. Aí nós vamos pra segunda camada que é do reconhecimento. Quem tá nessa camada tá buscando elogio e aprovação. Na camada da recompensa, a pessoa está buscando o resultado. Vou focar nessas três aqui. Na camada do elogio, é aquela pessoa que tem 10, 15, 20 diplomas na parede, certificados, mas a conta bancária dela tá vazia. Então ela é vista, só que ela tá buscando aplauso, ela tá buscando que as pessoas vejam. Gente, olha aqui, eu fiz mais um curso e ela coloca na parede. Da ela tá sempre buscando. Deus, >> ela tá sempre buscando o quê? que alguém veja ela. Ela tá buscando que alguém aprovea e diga assim: "Olha aqui, veja o que eu consegui. Veja, mãe, eu fiz mais um curso. Veja, papai, eu Você acredita que um cliente ligou para mim?" Isso é busca de reconhecimento pelo que está fazendo e não reconhecimento pelo resultado que ela conseguiu. Estão comigo? O terceiro degrau aqui que o jogo muda, galera, que é o degrau da recompensa. Eu vou mostrar para vocês como que diferencia, tá? Para você se reconhecer. Agora o degrau da recompensa são das pessoas que estão buscando resultado. Elas querem mais dinheiro. Aí resultado em qualquer área da vida. Ela quer um dinheiro melhor, quer ganhar mais. Ela quer um relacionamento melhor, ela quer um corpo mais bonito, mais saudável. É resultado. Vamos focar no dinheiro. Ela quer mais dinheiro, mais resultado. Quem é que acha que tá no degrau número um do afeto? Coloca no chat. Quem é que acha que tá no degrau dois do reconhecimento? Quem é que acha que tá no degrau degrau três da recompensa? Bota aí no chat. Não sei se eu posso dar exemplo com ela. Com ela que não. Vou ter que esperar ela sair para dar os exemplos porque eu tenho uns exemplos brab. >> Não, outro dia eu dou os exemplos dela. Nossos. >> Pode dar. >> Ó lá, amor. O povo tá no degrau. Vai passando ali o mouse pra gente ver, amorzinho. Vamos ver onde é que o povo tá. Em qual degrau? >> Recompensa. Passa devagarzinho ali, ó. Três, talvez um três, >> degrau três, >> só no terceiro, degrau todos. >> Geralmente quando eu faço esse exercício eu deixo ele meio solto para vocês fazerem exatamente o que vocês estão fazendo. >> Recompensa, >> a maioria vai dizer que tá no degrau da recompensa. >> Aí eu tô aqui só para desmentir vocês, porque não tem como você tá no degrau da recompensa e sua conta bancária tá vazia e a e as suas seus contratos cheiem de dívidas, pô. Não tem como. Quem busca recompensa tem dinheiro na conta ou sempre mais dinheiro na conta. Se você tem mais dívida do que dinheiro, você não tá na recompensa, porque a sua dívida não é recompensa, é afeta ou reconhecimento que você precisa. Se você tenta ganhar mais dinheiro, se esforça muito, vou te dar um exemplo. A pessoa que se esforça muito e ganha pouco, em qual degrau ela tá? Ela tá tentando ser a pesso, ó, funcionário foi, fez um projeto, apresentou na empresa e sai de lá puto, puto, puto, puto. Chega em casa, a esposa dele pergunta: "Por que que você está puto?" Aí ele diz: "Porque não me aplaudiram? Você acredita que eles não reconheceram as coisas que eu falei lá na frente? Você acredita que meu chefe pegou toda o todo o mérito para ele? Ele não está puto porque não foi promovido. Ele não tá puto porque não ganhou mais. Ele tá puto porque não foi reconhecido. A pessoa que tá buscando reconhecimento, geralmente ela fica irritada porque não teve aplauso. Porque alguém não chegou no ombrinho dela e disse: "Porra, parabéns pelo seu trabalho. Independente se vai dar mais dinheiro ou não para ela. Quer ver? >> Você acha que eu fiquei nesse degrau um bom tempo? Ficou um bom tempo, né? Reconhecimento. Muito esforço. >> Muito esforço. >> Pouco resultado. >> Pouco resultado. Quero reconhecimento de quem? >> Ah, por muito tempo foi do meu pai, né? >> Seu pai. >> Muitos anos. Muitos e muitos anos. >> Só que é interessante que a gente não percebe, tá? A gente não percebe. Agora vocês vão começar a perceber. Se você trabalha muito, se esforça muito e não tem resultado, geralmente você esfrega o seu os seus diplomas na cara de alguém. Para quem que você fica contando o esforço que você tá tendo com a falta de resultado que você vive? Alguém sabe? Aí o pai chega e diz: "Nossa, meu filho é tão esforçado". A mãe chega e diz: "Nossa, minha filha é tão esforçada". É assim que a vida vai andando. Vocês acham que querem resultado, mas não querem? Vocês querem saber a diferença do vendedor que tá no degrau do afeto, do reconhecimento da recompensa? É simples. Vou te mostrar o mesmo vendedor e aí você identifica na sua vida para você ver em qual degrau você tá, tá? O vendedor tá no, em qual degrau esse vendedor está? Uma moça chega na loja para fazer uma compra e essa vendedora trabalha numa loja de roupas, ok? Aí a cliente chega na loja de roupas e a vendedora pergunta: "Olá, como que é o nome da senhora?" Ela fala: "Ah, meu nome é é Cátia". Dona Cátia, tudo bem? Aqui está a loja, tem as roupas aqui que a senhora pode ver. O que a senhora precisar de mim, eu estou aqui. E a cliente disse: "Tudo bem, só vou dar uma olhadinha". E claro, a vendedora, ela dá dois passos para trás porque ela diz: "Tudo bem, ela só vai dar uma olhadinha. Quando ela precisar, ela me chama. Eu não vou incomodar ela. Ela acha que incomoda e ela não quer se sentir mal. Aí beleza. A moça olha, chega pra vendedora e diz: "Eu vou embora, não vou levar nada não, só vim olhar. A senhora não quer comprar nada não?" Olha, não quero comprar nada, mas eu adorei você. Você tem um sorriso bonito. Te achei muito simpática. Aí a vendedora olha e diz: >> "Ai, dona Ktia, eu adorei. Obrigado. A senhora é tão gente boa, a senhora é tão legal. Se a senhora precisar de mim, pode contar comigo, tá? Eu trabalho aqui todo dia. Se a senhora quiser meu cartão, eu eu tô sempre aqui. Que bom que a senhora ficou feliz comigo. Eu tô muito feliz, tá? A senhora é muito legal. E a venda e a cliente sai embora. Dona Cátia vai. Em que degrau essa vendedora está? Ela não incomodou a cliente, ela foi super gentil, ela foi super agradável. Em que degrau ela está? >> Afeto. Afeto. >> Degrau do afeto. Que que ela está buscando? Ser vista, ser amada. Coloca na tela aqui, Caio. Ela tá buscando isso aqui, ó. Ela quer ser vista e ser amada. Ela não quer fazer nada que faça com que aquela pessoa não ame ela. Por que que ela não forçou uma venda? Porque vai que a pessoa não gosta dela. Vai que a pessoa acha que ela foi grosseira. Ah, jamais. Não, eu sou legal, pô. Goste de mim. Goste de mim. Goste do que eu falo. Poxa, eu queria que você tem gente que não gosta de mim. Poxa, eu não faço nada de errado. As pessoas não gostam de mim. Caramba, eu fui uma vendedora tão boa, tratei ela tão, ela não gosta de mim porque ela está tentando ser vista e amada. Ela não quer resultado. Ela vai para buscar o resultado, mas o inconsciente dela tá buscando fazer com que ela seja amada, porque ela não preencheu na escada da maturidade esse degrau. Não importa se ela vai trabalhar de Uber, se ela vai trabalhar na loja, se ela vai trabalhar sozinha, ela não vai conseguir cobrar. Se ela achar que o preço que ela, você quer ver terapeuta na escada da maturidade, no degrau da feto, sempre cobra R$ 90 na sessão, pô. Vai que ele aumenta o preço e o cliente não gosta. Ela fala: "Não, tenho medo o cliente não gostar de mim. Se eu aumentar, ele não gostar de mim. Medo, >> medo >> de não ser vista e não ser amada." Agora vamos pro segundo cenário. Vocês estão conseguindo acompanhar? Tá fazendo sentido? Beleza? Se você se reconheceu aqui, não se assuste, vocês vão se reconhecer. Tem gente que tá muito degrau um, tem gente vai estar mais no dois. Poucos aqui vão estar no três. Geralmente quem tá no três não fica nessa live, não, não, não acompanha tanto tempo o resgate, por já tá tendo muito resultado, pô. A pessoa já tá ganhando 15, 20.000 ou ela tá tendo muito resultado, tá com a consciência muito alta e veio aqui para expandir um resultado de 20, 30.000 para ganhar 100. Essa pessoa tá no resultado. Beleza. A mesma cena. Chega a cliente dentro da loja. Vem comigo. Tá a mesma cena. Chega a cliente dentro da loja, a vendedora aborda ela e fala: "Opa, tudo bem? Seja muito bem-vinda a essa loja. Como que é o nome da senhora?" "Ah, meu nome é Cátia." "Ô, dona Ktia, tudo bem? É, o que que a senhora está procurando hoje?" Ah, eu tô procurando só umas roupinhas, mas eu só queria olhar. Não, não, tudo bem. Ô, dona Cátia, a senhora pode ficar à vontade. Só para eu tirar uma dúvida e sugerir pra senhora algum lugar que a senhora possa ficar mais confortável para olhar. É, é para algum evento específico? Ah, é sim. Eu vou no aniversário da minha filha. A gente tá fazendo, minha filha tá mora fora do estado. Vai ser um aniversário de 35 anos e eu vou lá. Poxa, que legal. Olha, tem essa sessão de roupa aqui que talvez a senhora goste muito, é mais voltada para festa. Senhora, pode ficar à vontade. Se precisar pode me chamar. Aí vai a dona Car, olha a roupinha, olha outra, olha a outra. Pega uma assim, olha no corpo, aí chega, chega a vendedora. Ô dona Cátia, eu vi que a senhora gostou dessa roupa. A senhora quer provar? Aí a dona Cátia, ah, menina, não sei se eu quero provar agora, mas você é muito atenciosa, viu? É mesmo, dona Cátia? É, não, você é muito atenciosa. Olha, eu nunca vi uma vendedora tão proativa quanto você. Caramba, você veio aqui, eu cheguei, você me atendeu. Ninguém nunca me atendeu tão bem. Nossa, dona Ktia, que legal. E a senhora gostou da loja? Eu adorei, ó. E quando eu for comprar vai ser com você. Você é, você mexeu comigo. Nossa, dona Cátia, que legal. É, é e a senhora precisando de mim pode contar comigo, viu? Eu sou rápida. Tipo assim, se a senhora me ligar, eu dou um jeito aqui. Tudo bem. Eu vou numa outra loja ali e já volto, viu? Aí sai a dona Cátia, uh, e a vendedora volta para casa naquele dia com o peito todo inflamado e feliz. Ah, e vai contar pro marido dela. Meu amor, deixa eu te falar uma coisa. Hoje eu atendi uma cliente que ficou maluca comigo. É mesmo? Quanto você vendeu? Não, calma, já vou te falar. Eu atendi uma cliente que ela chegou, atendi ela, eu fui rápido, eu mostrei as coisas para ela. Ninguém na na na empresa foi tão rápida quanto eu. Tipo assim, fui lá, mostrei uma roupa, peguei outra, tinha um negócio no estoque. Enquanto ela tava olhando, eu fui lá, busquei e trouxe para ela. Nossa, amor, que legal. Não. E ela me adorou. Quanto você vendeu? Para de perguntar. Vou, deixa eu te falar. Presta atenção no que eu tô te falando. Ela me adorou. Ela falou que sempre quando ela for comprar, ela vai comprar comigo. E ela comprou quanto, amor? Ah, ela falou que ia ver uns negócios, ia voltar, mas eu tenho certeza que ela vai voltar. Em qual degrau >> da escada maturidade essa vendedora está? Afeto, reconhecimento ou recompensa? Ela está feliz porque foi amada. Olha aqui na tela. >> Ela está feliz porque ela foi amada. >> Gente, vai ficar muito claro para vocês as coisas a partir de hoje, tá? Ela está feliz porque foi amada pela cliente. Ela tá feliz porque foi aprovada e elogiada pela cliente pela força, pela velocidade? Ou ela tá feliz com o resultado que ela teve, levou para casa, levou pro filho, mudou a vida dela. >> Não tem nem dúvida, né? >> Essa é a pessoa que está no degrau do reconhecimento. Ela trabalha muito e geralmente essa daqui trabalha mais do que essa, tá? Porque essa aqui trabalha só até onde o resultado vai ser gerado. Essa aqui não trabalha pro resultado, ela trabalha pro reconhecimento. E o reconhecimento gera, gasta muito mais esforço do que resultado. Gente, essa aqui quer provar pro marido que é boa. Essa aqui quer provar pro pai que fez a faculdade certa, porque o pai pagou a faculdade para ela. Veja, pai, as pessoas me contratam. Mas ele, ela não quer dizer que as pessoas pagam R$ 90. Ela quer mostrar pro pai que pagou a faculdade que as pessoas contratam ela. Pai, as pessoas gostam de mim. As pessoas querem ser atendidas por mim pagando R$ 90. Ela não quer resultado. Ela tá buscando reconhecimento. Galera, >> essa é a vida de uma pessoa que tem a parede cheia de certificado e a conta bancária vazia. Essa é a pessoa que todos os dias troca R 1 milhão deais por uma salva de palmas. Esse era eu. >> Quando você me conheceu, eu tava nessa transição aí, né? >> Era um momento de transição, né? >> É momento bem de transição. >> Tava esperando recompensa, mas já tinha >> tava buscando já a tava tava com um passinho ali no reconhecimento e um pezinho na recompensa. E tem gente que tá assim com pé no afeto e um pé no reconhecimento. Tem gente que tá com pé no reconhecimento e um pé na recompensa. Quem é você aqui hoje? É só você olhar pro seu resultado, galera. Quem tá no degrau do resultado é, não é que tá buscando, o resultado tá aparecendo. Quem tá no degrau da recompensa, a recompensa tá tá vindo ali, pô. Tem sempre um, tem sempre alguém. >> Eles estão perguntando por que que as pessoas tocam sino, amor. >> Cada vez que toca um sino, a vida foi resgatada. Aqui >> é mais um aliado, >> mais um aliado resgatado. >> Ah, e aqui cada vez que o sino toca são dois, né? Porque quando nós estamos na campanha, eu te resgato e você resgata alguém, cada pessoa que entra, que por isso que tá essa energia toda, cada pessoa que entra ganha a oportunidade de dar para alguém de presente a aliança divergente. Falei isso? >> Falou. >> A gente estendeu de ontem para hoje. >> Ah, é? >> Então, cada pessoa aqui, ó, você que tá no YouTube, se quiser aproveitar essa oportunidade, toca nesse link. Chega de buscar reconhecimento, pô. Chega de ficar mendigando afeto, ficar querendo que sua mãe te aprove, esperando seu marido te aprovar, ficar esperando seus filhos aceitarem que você quer se relacionar de novo. Pô, chega galera desse desse negócio, toca nesse link, preenche a sua ficha de interesse e garanta uma vaga dupla para dar aliança divergente para uma pessoa que você ama de presente, para essa pessoa poder avançar junto com você, tá bom? Toca nesse link e preencha a sua ficha de interesse e aumentar sua permissão agora. Aproveite, porque eu tô liberando esse material aqui, essa apostila gratuita para você fazer eh seus diagnósticos aqui de pré-quedas, de padrões. Lembrando que amanhã a gente vai fazer o protocolo de medo e a gente vai começar por essa apostila aqui, ó, na página número quatro, tá bom? Então, na página número quatro, já vai listando aqui na sua apostila de hoje para amanhã quais são os seus medos, quais são os medos que você quer rodar o protocolo amanhã e eliminar. Você vai listar pelo menos cinco e amanhã eu vou te mostrar como escolher um para você rodar o protocolo ao vivo comigo, tá bom? E quem preencher a ficha vai ter a chance de ser escolhido junto comigo amanhã à tarde pra gente rodar o protocolo. Fechou? Vamos lá. Quando a gente vem aqui pra escada da maturidade, volta para cá. Tem gente que salta para cá, ó. Isso aqui é um grande risco, galera. Tem gente que diz que tá buscando sentido, propósito. Mas se você não preencheu a recompensa, gente, o propósito é coisa de quem tem o bolso cheio e a mente limpa, tá? propóito é coisa de quem tem o bolso cheio e a mente limpa. Porque se você >> tem gente que vem e diz: "Ah, eu tô buscando um propósito, mas pera aí, você nem pagou suas contas, pô". >> Você não tá buscando propósito. Você tá buscando ser amada por quem? Por quem pediu para fazer aquilo que disse que você deveria fazer. Você não tá buscando propósito, você tá buscando reconhecimento, fazendo pelos outros aquilo que você não faz nem pela sua família, pô. Então, quando você não tem seus boletos pagos e a mente limpa, sentido e propósito vira fuga, tá? Vira fuga. Tem muita gente se escondendo através de ideologias, fugindo da responsabilidade, ser marido, ser pai, ser mãe, ser esposa. Então, tome cuidado, tá, com a fuga. E como tá sendo para você estar aqui hoje? Vocês querem fazer perguntas pra Natália? Querem? Não, >> não. Eles fazem e você responde se quiser com as suas palavras, porque é fácil me ouvir, mas você é a minha esposa é a tangibilização daquilo que eu digo para vocês, que eu ensino para vocês. Se não estiver acontecendo na minha casa, aquilo que eu digo para vocês, não me escutem. A Karina me perguntando se eu faço aliança. Sim, eu faço aliança desde 2024. >> E como foi? Ela veio no plano perfeito, né? O Welton fez uma construção nova. Vocês vão ter acesso depois. >> Quando vocês entrarem na aliança, vocês vão ter acesso ao que eu vou falar agora. >> Aí ela veio aqui sábado, a gente fez o evento, a gente transmitiu, né, pro Brasil e pro mundo todo. E ela fez, ela saiu daqui, chegou em casa, tava com aquela folha em branco. Lembra que vocês fizeram no resgate? foi um pouquinho mais profunda no plano perfeito. Vocês vão ter acesso. E como foi para você? Fala mais pertinho. >> Tá sendo, né? >> Todo dia eu olho para meu quadrado em branco, meu quadrante em branco. >> Tá olhando para ele ainda? >> Todo dia tô me esvaziando essa semana. Eh, é isso. Muita coisa para olhar ali, mas alugou um triplex na minha mente. >> Vamos ver se tem perguntas para você aqui. >> Ah. Ah, deixa eu ver. Natália, eu vou eu vou trazer umas perguntas, você responde se quiser. Pode responder da sua forma, tá bom? É que você tá muito linda hoje. >> Como você entra, amor? >> Hoje você tá mais ainda que você tá um espetáculo, tá brilhando cada dia mais. >> Tá bom, vamos. >> Aí ela fica chutando meu pé aqui debaixo da mesa. Vamos lá, amorzinha, aqui, ó. Eh, ah, vou dar o exemplo do vendedor com resultado. Natália, como crescer junto com o marido? >> O que que você acha que >> que uma mulher precisa é para crescer junto com o marido? Que que você acha que uma mulher precisa ter, fazer, ser para crescer junto com o marido ou para desafiar o marido? >> A mulher tem que ser doce. A mulher tem que é a mulher que faz o a casa prosperar. Eh, tem que apoiar, não pode ser chata, não pode encher o saco, tem que deixar o homem trabalhar. É isso, é ser parceira mesmo, é acreditar, né? Eu tive até ontem eu até mandei um áudio para uma pessoa muito próximo a nós falando sobre isso. Foi a partir do momento que eu comecei a acreditar de fato em você que tudo mudou assim. Então é, para crescer junto com seu marido, você tem que acreditar nele. Seu marido é um leão, ele vai sair paraa caça para trabalhar e é o que você faz todos os dias. >> É isso. >> Ah, deixa eu ver aqui mais uma. >> Se tiverem mais perguntas, vão mandando aí. Deixa eu dar o exemplo aqui do Deixa eu dar o exemplo aqui do eh da recompensa, tá? >> O vendedor aqui da que tá no lugar da recompensa, eu dei o exemplo do que tá no lugar do afeto e do reconhecimento. Como que é um vendedor no lugar da recompensa? Cara, chegou a moça dentro da loja. Olá, tudo bem? Eh, vim olhar umas roupas aqui. Volta para mim, né, Caio? Olá, tudo bem? Vi olhar umas roupas aqui. Aí a vendedora. Opa, tudo bem? Como é que é o nome da senhora? Ah, meu nome é Ktia. Ô, dona Cátia, tudo bem? A senhora tá buscando alguma coisa específica? Ah, não. Só vim dar uma olhadinha. A cliente é igual, não muda nada, faz do mesmo jeito. Só vim dar uma olhadinha. Ô, dona Caixa, não, tudo bem. A senhora vai para algum evento especial, específico? Ah, eu vou no aniversário da minha filha. Ó, tem essa sessão aqui. E nessa sessão aqui a senhora pode eh encontrar as roupas que a senhora busca. Aí beleza, ela vai para essa sessão, chega lá nessa sessão, olha e a dona Cátia olha e fala assim: "Gostei!" E a vendedora já chega lá e fala: "Dona Cátia, a senhora gostou de alguma coisa?" "Ah, gostei dessa peça. Quanto custa?" "Ah, dona Cátia, eu vou olhar pra senhora. Tem mais alguma coisa que a senhora gostaria de ver?" "Não, é só essa peça." Aí a vendedora volta, vai lá olhar a peça, chega sem o preço, ela chega com a bolsinha. Dona Ktia, olha essa bolsinha que eu achei. Combina super.
Com esse vestido. Prova pra senhora ver. Não, não quero provar. Dona Ktia, a senhora é sem compromisso nenhum. A senhora não vai no aniversário da sua filha? Não quer chegar lá bonita? Quero. Prova só pra senhora dar uma olhada.
Aí ela vai lá, prova e a vendedora olha e fala assim: "Dona Cátia, a senhora gostou?" Nossa, eu adorei. Dona Ktia, deixa eu falar para você, você tá maravilhosa. Inclusive, essa aqui é uma peça que a gente só tem três no estoque. Ela sai muito porque chegou poucas aqui, então tá acabando. A senhora gostaria de ter uma.
Dona Cátia olha e fala: "Ah, não sei. Tô pensando." Dona Cátia, vem cá. O que que a senhora precisa? Quando que vai ser o aniversário? Ah, semana que vem. Dona Ktia, a senhora está maravilhosa. Se for verdade, ela fala verdade. É para vender, mas é verdade, pô. A senhora tá maravilhosa, a senhora vai adorar. Se olha aqui no espelho.
Aí a dona Cátia fala: "Tá bom, eu vou levar." Aí ela vai, quanto você faz para mim? Aí a vendedora já vai lá, coloca um cupom, coloca um desconto e chega lá. E na hora de pagar, a vendedora chega e fala assim: "Ainda dona Ktia, eu achei um cinto e uma sandália". A senhora não precisa levar sem compromisso, mas dá uma olhada nisso aqui. Essa sandália combina perfeitamente com esse vestido. Não, mas eu não quero olhar não. Dona dona Ktia, só dá uma olhada aí. Dona Ktia já olha, já gostou do da sandália. A moça vendeu o vestido, a bolsa, o cinto e a sandália. A vendedora saiu de lá feliz com o resultado.
Mas sabe o que aconteceu? A vendedora, a cliente, a dona Cátia achou ela meio chata. Achou a vendedora meio assim, caramba, essa vendedora é um pouquinho enjoada, né? Eu acho que eu eu me senti um pouquinho pressionada, mas eu gostei da compra. Mas essa vendedora, cara, eu gostei, mas ela foi um pouco enjoada, um pouco insistente.
E a vendedora ficou feliz ou triste em saber disso? Feliz, não tem problema. Eu não estou aqui para que ela goste de mim. Eu estou aqui porque eu tenho um sonho, um plano de transformar a vida da minha família e de gerar resultado pra minha família. Em qual degrau essa vendedora está? Um, buscando afeto, dois buscando reconhecimento ou no três, buscando recompensa?
Essa vendedora quer dinheiro. Ela não quer saber se a cliente gostou dela, se a cliente não gostou dela, se achou chato, não achou, porque ela não tem necessidade de ser amada. "Oh, tchutchuquinha me amou." Ela não quer isso. Ela não tem necessidade de ser reconhecida como a melhor vendedora. Ela quer levar o resultado pra família dela. E muitos de vocês preferem o elogio do que o resultado. Se o resultado vier sem o elogio. Se você for ter um resultado que vem sem elogio, a maioria de vocês abre mão do resultado.
Outro dia tinha uma terapeuta aqui no evento ao vivo e disse para mim: "Por que ninguém manda mensagem para mim no meu direct de como minto?" Ela disse: "Por que que as pessoas mandam mensagem para mim?" É, foi bem assim, amor. Por que que as pessoas mandam mensagem para mim no meu direct? Eu tenho um monte de mensagem, mas ninguém compra. E eu disse: "O que que as pessoas mandam?" É só elogio e pedindo coisa. Ah, eu te adorei. Você fala muito bem nos seus conteúdos, você é simpática, você eh acha que você pode me ajudar? Tudo assim. Tinha algum pedido de compra? Quero comprar de você? Nenhum.
Não tinha nenhum pedido de compra. Aí sabe o que eu perguntei para ela? Preste atenção. Eu quero perguntar a mesma coisa para você que vende. Você prefere no seu direct 99 ou melhor sem elogios. Sem elogios e nenhuma venda ou 90 uma venda, mas tendo 99 críticas. Pessoas que não gostaram, que se chatearam, pessoas que acham que seu conteúdo é ruim. Eu perguntei isso para aquela terapeuta e a resposta dela foi o resultado da vida dela. Ela preferiu elogio porque ela não estava fazendo conteúdo para vender, ela estava fazendo conteúdo para agradar.
Se eu abrir seu Instagram, você que vende online, você que tem uma loja, será que eu vou ver conteúdo vendendo ou conteúdo para agradar as pessoas? Será que eu vou ver um conteúdo para agradar o seu pai ou um conteúdo para para fazer uma venda paraa sua cliente? A maioria de vocês está produzindo conteúdos para agradar os pais, para agradar o marido, para fazer as pessoas acharem que você é [ __ ] que você é incrível e não para gerar resultado. Resultado, like, comentário. Isso aí, amiga. Adorei, mas ninguém te comprando. Porque você não quer vender, você quer se sentir especial, você quer se sentir importante.
Apenas reconhecimento, né? Apenas reconhecimento. Olha o seu direct, abra o seu. Quem aqui vende online? Quem aqui vende online? Vou mostrar para você. Você vende online? Vocês vendem online? Então beleza. Abre o seu director abra o seu direct de verdade. Faz esse exercício. Pega seu celular. Tá aqui o meu, ó. Pega seu celular e abre o seu direct. Eu quero saber quantos haters tem, quantas pessoas te criticando tem nesse directo. Quantas pessoas te criticando tem aí? Vamos lá.
Que câmera? Não tem como tremer a câmera porque a câmera tá fora da mesa, pô. Só se eu bater o pé. Seu pé. Ah, o pé. Mas é porque quando a câmera treme dá um movimento. A minha live tem movimento, Duda. Não é a live parada não. Vai lá, abre o seu direct, você que vende, vê quantas críticas tem. Eu posso te garantir uma coisa. O resultado que você tem na sua vida hoje é proporcional às críticas que você recebe. Porque enquanto você evita as críticas da sua vida, você também evita o resultado.
Você faz conteúdo para agradar e não para vender. Você faz conteúdo para ser elogiado e não para mudar a vida da sua esposa, do seu filho, da sua família, porque você se importa mais com o que as pessoas estão vendo de você, sobre você e falando de você, do que em como a sua vida e da sua família tá sendo transformada. Se você tivesse fazendo conteúdo para vender, você teria muito mais crítica nesse direct. Do mesmo jeito, você teria muito mais venda e dinheiro na sua conta corrente. O meu direct aqui tá cheio de crítica, cheinho. Vocês ficam se escondendo e quem tem medo da crítica joga dinheiro no lixo.
Quem que você acha que é mais criticado? Olha aqui, ó. Olha com a minha mão. Aqui tem um monte de funcionário numa indústria. 100 funcionários do lado de cá, tá? Botei a mão no seu rosto aqui, desculpa. Tem 100 funcionários do lado de cá. Do lado de cá tem um. Aqui são 100 operadores. Aqui é um diretor. Quem você acha que é mais criticado? Esse diretor dá conta de criticar mais os 100 operadores ou esses 100 aqui dão conta de criticar mais esse diretor? Quem você acha que é mais criticado? Coloca no chat, vai. Quem que você acha que é mais criticado? Beleza, o diretor. Esse 100 aqui você acha, vocês acham que falam de quem? Desse aqui, que esse aqui tomou a decisão errada, que esse aqui tá vacilando e eles ainda se agrupam. O nome disso aqui chama-se aderência. Para pertencerem, eles precisam criticar. Se todo mundo tá criticando, eles vão ganhar pouco. Eles vão ter os mesmos problemas para pertencerem. OK?
Aí você fala que quer crescer. Esse diretor aqui aposentou. Um desses aqui vai ser promovido para vir para cá. Você acha que vai ser alguém que tem medo de crítica? O que tem medo de crítica veio para cá. Só que agora ele lembra o que ele falava quando ele estava aqui. Agora ele lembra o que as pessoas diziam quando ele estava ali sobre a pessoa que tá aqui. Se ele tem pavor de crítica, ele vai começar a ter pré-queda. Para quê? Para voltar. Porque ele não suporta as críticas. Agora ele tem mais resultado, mas ele não quer resultado. Ele quer reconhecimento. E você só é reconhecido quando você tá mal pelos problemas que você tem. Uma pessoa que precisa de problemas para ser reconhecida, ela vive de problema em problema em problema em problema.
Então, galera, esse é o jogo, tá? Quanto mais você tiver fugindo da crítica, mais você tá fugindo do seu resultado. Essa loja que você tem, se você não fugisse da crítica, poderia ser maior. Mas você não suporta ver crítica no seu direct, porque você se preocupa com o que as pessoas estão pensando. Você se preocupa com que o seu pai vai pensar se você fizer tranção de carreira. Você não quer resultado, pô. Tu quer agradar seu pai. Eu já estive nesse lugar quando eu fui fazer tranção de carreira. Eu evitava meu pai, pô. Você lembra disso? Claro. Eu já tava com você. Você não contou, você lembra? É, você demorou para contar. Me blindei. Blindei a minha decisão. Contar. Porque eu sabia que, dependendo do que ele falasse, poderia me me afetar. E como eu tava no processo de romper a dependência emocional, eu blindei a minha decisão. Vocês estão tentando agradar as pessoas. Parabéns pela.
Esse é o jogo, galera. Quando você ficar tentando agradar, enquanto você ficar aqui, ó, degrau afeto, querendo ser vista e amada, tudo você se afeta ou tudo aquela pessoa se afeta? Cara, não vai. Fala mais sobre brindar a decisão. Amanhã eu falo um pouco mais. Quando você tiver no degrau de reconhecimento, cara, tudo você tá esperando elogio. Você quer elogio? Porque foi bom ou porque foi difícil? Bota essa pergunta aí no chat. Você quer elogio? Você quer ser reconhecido porque foi bom ou porque foi difícil? Ai, porque eu trabalhei muito. Ninguém trabalha quanto eu. É que talvez você precise trabalhar o tripo para gerar um resultado que é uma pessoa que trabalha três vezes menos que você gera. Pô, você quer ser reconhecido porque você gerou resultado para caramba ou porque foi difícil para você? A maioria tá tentando ser reconhecido pelo que tá fazendo, não pelo resultado que tá gerando. Não, meu chefe tem que me reconhecer. Por quê? Porque você trabalha muito. Às vezes você precisa trabalhar mais porque você tem dificuldade em entregar a coisa boa em pouco tempo, pô. Não é porque foi bom. E às vezes você passa 10 vezes mais tempo fazendo uma coisa que outra pessoa faz com a um démo do tempo melhor do que você. Você quer ser reconhecido porque foi bom ou porque foi difícil?
Quando a gente. Falar de nós agora. Vamos. Você que está aqui, eh, se você tá cansado de buscar reconhecimento, cara. Ah, [ __ ] fico buscando reconhecimento, Ramon, do meu pai, da minha mãe, sinto, me sinto mal quando minha mãe não reconhece, não aprova. Cara, isso está gerando um limite no seu teto financeiro. Você nunca vai mais longe daquilo que sua mãe gostaria que você fosse. Você nunca vai passar aquilo que seu pai acha que é bom para você, porque você depende da aprovação dele, da aprovação dela para ter uma família feliz, para viajar para fora do país, para ser feliz. Até quando você vai ficar pedindo permissão para ser feliz? Até quando você vai pedir? Sabe por que que eu dei PT? Perda total da minha Mercedes. Eu lembro que eu saí de um ponto cego a um evento que a gente tinha, era bem tarde e aí eu ligo pra Nat, eu te ligo ou já chego em casa? Você chega em casa. Eu nem dei conta de ligar para ela, velho. Cheguei em casa, eu saí do evento e dei PT. Bati minha Mercedes. Três meses de Mercedes, cara. Chego em casa com doisão. Você lembra como foi? Nossa, foi assustador. Foi no sábado à noite, né? Bem tarde. É, você não conseguia falar, você sentou. Não, eu tava muito puto, velho. Porque eu tava assim, cara, por que que eu preciso desse negócio na minha vida agora? Por que isso tá acontecendo agora? O que que eu não enxerguei? Eu tava puto porque eu não tinha visto alguma coisa, alguma coisa tinha passado. Eu não tinha visto. Eu precisei bater e dar perda total num merc. Ninguém se machucou. Eu perdi o carro. E aí depois eu identifiquei, eu não podia ter aquele carro porque eu ainda não podia ser maior do que meu pai, pô. Ninguém dos meus familiares e parentes tinha um carro daquele ainda também não tem, pô. E eu precisava ainda pedir permissão inconsciente para ter um carro maior, um carro melhor. Aí eu joguei fora, não resolvi antes, bati o carro. Então galera, chega de ficar pedindo permissão. Não era o meu pai, era a relação que eu tinha sobre ele, que eu alimentava um padrão. É isso. Então, tipo assim, se tu tem um padrão com seu pai, com sua mãe, resolve isso, pô. Vai rodar protocolo. Vai rodar protocolo. Tive a conversa com seu pai? Claro que tive, pô. Tive duas conversas pesadas com meu pai, tá? Uma foi antes da Natália chegar na minha vida, que eu tava saindo de outro relacionamento. E meu pai tinha várias coisas religiosas na cabeça, várias coisas que ele não concordava sobre decisões minhas, várias coisas que, cara, ele queria que eu fizesse algumas coisas do jeito. Ele não queria interferir, mas ao mesmo tempo queria, sabe? Meu pai é um cara muito massa, velho. Só que a minha dependência era alta. E às vezes você tem uma mãe legal, um pai legal, só que a sua dependência é muito alta. Vai lascar, pô. O único jeito de você ter uma relação saudável com essa pessoa é rodando seu protocolozinho ali e se resolvendo.
Então, você que está aqui, você que está no Zoom, eh, coloca o se você ainda não foi atendido e quer ser atendido ainda hoje para garantir a sua vaga com inscrição dupla, você entra e ganha de presente a vaga para dar para mais alguma pessoa da sua vida uma vaga completa igual a sua. Digita os últimos cinco días do seu WhatsApp aqui no Zoom que alguém da minha equipe vai localizar a sua ficha para te chamar, tá bom? Você vai colocar os últimos cinco dígitos do WhatsApp aqui nesse Zoom. Se você ainda não foi atendido, quer ser atendido, que alguém do meu time vai te chamar ainda hoje aqui para tirar suas dúvidas e fazer o seu onboard dentro do marca-pass aqui do da aliança, tá bom? Eh, oi. Recebe ajuda de alguém? Eu não entendi nada da sua pergunta, Sabrina. Você tá perguntando de mim? Tá perguntando de você? Tá perguntando para alguém. Não consegui, de verdade, não consegui entender.
Você que está no YouTube, até hoje nós liberamos a inscrição dupla. Então, se você preencher sua ficha até hoje, toca nesse link, preenche a sua ficha gratuitamente. Tem cinco, sete perguntas ali, tá? E assim que você preencher a sua ficha, você vai ter a oportunidade de receber os materiais que eu estou liberando para você e você vai ter a chance de entrar na aliança e e presentear alguém que você ama com essa oportunidade. Então, aproveite e acelere. A Sabrina quer saber se tem ajuda de alguém para rodar protocolo.
Tem ajuda de alguém para rodar protocolo? Ó, você pode rodar o protocolo usando as orientações. Tem um tutorial completo ali para rodar cada um dos quatro protocolos. Amanhã eu mostro para vocês, tá? Amanhã a gente vai rodar o protocolo de medo juntos. Então eu vou fazer aqui, vou abrir e vou fazer o passo a passo. Então você já vai ver o primeiro. Aí eu te mostro os outros. Só que você pode fazer desse jeito. Você pode fazer com o seu anfitrião ou ou no seu grupo ou você pode fazer direto no marca-pass com a inteligência com a inteligência artificial ali e ela vai te guiar para você não conseguir se perder. Tá bom? Maravilha.
Acho que eu vou te abandonar. Fica aqui mais um pouquinho. É, falar um pouco com você agora aqui. E como está sendo para você, amor, essa jornada de como tem sido para você essa jornada? Como é me Pronto. Como é me ver trabalhando tanto que eu trabalho? Você acha que eu trabalho muito ou trabalho pouco? Você trabalha muito? Trabalho muito. Fico mais em casa ou mais trabalhando? Não, nesse momento bem mais trabalhando, bem fora, mais de casa. E como é isso para você? Como é que você gerencia isso? Você gosta? Você acha ruim? Você queria que eu tivesse mais em casa? Como é que é? Não, eu gosto de dinheiro, gente. Eu gosto, eu gosto de dinheiro.
Aí ela, eu, eu sei, ela vira para mim, às vezes a gente tá num domingo sentado no sofá e ela me mostra uma viagem assim: "Amor, o que que você acha desse lugar aqui? Você gosta?" Na minha cabeça é: "Quantas lives eu preciso fazer para levar essa mulher para esse lugar?" Então, tipo assim, é a parceria, pô. A minha esposa não me enche o saco. Natália não me enche o saco. Não me enche o saco. Ela deixa eu trabalhar. Por quê? Porque faz parte do nosso plano. Nós temos um sonho em comum. A gente sabe a vida que a gente quer viver, as coisas que a gente quer curtir. Então ela tem alguns sonhos, algumas coisas que são delas, alguns objetivos eu tenho que são meus. E a gente encaixa aqui e só vai. Tipo assim, se eu chegar em casa 9 da noite ou 7 da noite ou meia-noite ou 2 da manhã, às vezes três, como acontece, às vezes a gente tá em evento, cara, Natália é super parceira, super parceira.
Eu acho que isso é o papel, né, do homem. É, isso é o papel. A gente queria fazer um encontro sobre casal, hein, de alinhamento de casal qualquer dia se você topar uma live. A gente podemos. A gente alinha antes. Coloca no chat quem quem gostaria. Coloca aí no chat, pessoal. Peguei ela na queima roupa, Dudinha. Aí ela vai chegar em casa, Dudinha. Vou ter que fazer umas 50 live a mais para pagar essa esse esse pedido aqui, ó. Tudo certo? Mas lembra também que só vai conseguir assistir esse encontro que vocês vão gravar quem entrar pr aliança, né? Tem que entrar pr aliança. Pr aliança. Entrar pra aliança.
E e como tem sido para você essa jornada de se valorizar mais e de como tem sido essa jornada? Quer ver uma aliada aqui? Como? Desculpa. Dessa jornada. Você se sente uma mulher valorizada? Muito. Por quê? O que que eu faço que faz você sentir valorizada? Pausa só para receber mais uma pessoa e pensar. Chega aqui. É salva pelo Gongo, né? Quem tá chegando por aqui? Fala, Anne. Não, o povo tem que ouvir aqui, ó. Ah, o povo vai ouvir, então. Tá bom. Apresenta aqui, ó. Quem que você tá resgatando. Fala pertinho aqui do microfone. An de Minas Gerais. Tudo bem? Fala comigo. A, você tava ao vivo aqui ou não? E você é da onde? Minas. Faz o que da vida? Maravilha. Ó, passando aqui para te dar as boas-vindas. conheço a minha esposa maravilhosa que está aqui comigo nessa live hoje. Você vai conhecer na Aliança. Seja muito bem-vinda. Parabéns pela sua decisão e bora para cima quebrar esses padrõezinhos aí, viu? Beijo para você. Obrigada. Coisa boa, energia boa, né?
Eu ia perguntar para ela quem ela vai trazer junto na aliança. Esqueci. É quem você vai trazer junto quando você entrar na aliança? Quem entrou, você vai trazer quem? seu marido, seu filho, seu pai, sua mãe, seu amigo. E você que tá pensando em entrar hoje, quem você vai trazer pra aliança junto com você? Para quem você vai dar de presente, presentear com a segunda vaga? Chega para cá, fica pertinho. Eh, eu te perguntei, você sente uma mulher valorizada? Você disse que sim. Fala aí. O que que eu faço que faz você sentir valorizada? Você me protege, eu sinto confiança, eu me sinto uma mulher protegida o tempo inteiro. Você é meu, você traz tranquilidade pro nosso lar, você me faz ser valorizada. Não tem muito o que falar. Eu te amo. É isso. Derrete coração, né? E o que que você faz para me desafiar como homem? Ó, tem gente falando que eu só quero dinheiro. O que que eu te faço? É, eu te estimulo a cada vez mais trabalhar, correr seus sonhos. Eu sou mais prático. Falo assim, ela marcam as viagens que eu preciso dar um jeito de resolver, viu? Não, não é isso. A verdade é essa. A interpretação da cabeça do homem e da cabeça do mulher são diferentes, tá? Outro dia a gente faz um encontro sobre sobre papel do homem, papel da mulher, casal, como se alinhar. Vocês vão curtir demais. Maravilha.
Ramon, me dá uma vaga pro meu esposo entrar pra aliança. Eu já sou aliada. Compra, pô. Vai lá, aproveita a oportunidade, traz o seu esposo e o seu esposo vai trazer mais uma pessoa. Às vezes você tem uma sogra aí que você sabe que que ela precisa entrar na aliança, já manda para ela, aproveita. Dúvidas, dúvidas, Duda. Acabei de fazer, Duda. Ramon e Natália, você conheceu o Ramon? Ele era pobre aí da não sei o quê. cobre aí da vida financeira mudou muito. O Ramon tinha um emprego muito bom, né? Quando você me conheceu já tava na multinacional. É, quando eu te conheci já tava tinha um emprego muito bom, mas a vida financeira mudou muito. Mudou. Teve uma vez que, eu não sei se eu já te contei essa, a gente foi num restaurante, aquele lá de Vitória, que eu achava caríssimo. Como que era o nome? Você lembra? O que era o mais caro? Eu não lembro, mas nós era caro, né? Mas era alguma coisa de coronel, algum sargento, alguma coisa assim. Ah, é verdade. A churrascaria. Como que era o nome? É coronel mesmo. Coronel. É.
Tá, cara. A Natália, ela sempre gostou de comida boa, assim, tipo restaurante. Legal. A família dela tem um paladar coisa pr pr comida muito boa assim. O meu sogro, ele é peixeiro, né? Como é que fala? Não é peixeiro não. Ele não gosta não, né? Como é que é? É peixeiro. Peixe com peixe. Açogueiro. Açogueiro. Não, peixeiro. Ele é peixeiro. Inclusive, meu so você quiser mandar um camarão que você mandou outro dia lá pra casa, que camarão gostoso, viu? Para de mandar uns camarão pequeno e manda aqueles camarão grande que aquele lá que eu gostei, viu? E aí a gente morava em Vitória, a gente morava junto. Eu não tinha coragem de casar com essa mulher e ela aceitava. Então foi aquilo que eu falei para vocês, a história de morar junto, a tampa e a panela, né? Daí eu vim e panela. T panelas. Aí. Beleza. Ela gostava muito dessas coisas e eu nunca levei ela num restaurante bom. Coronel Picanha é aquele? Coronel Picanha. A gente morava muito perto lá do coronel. Morava lá no bairro Jardim Cambur, pertinho da praia. Era bom lá, né? Exatamente. Jéssica, Coronel Picano.
Aí, rapaz, nós fomos para esse lugar e eu fui levar ela para para esse restaurante. Gente, na minha cabeça, no momento que eu tava de vida, eu nunca tinha ido num restaurante nesse porte. E a Jéssica vai saber, não é um restaurante, tipo assim, não é um restaurante, cara. Mas na minha cabeça era um restaurante. Eu falei: "Irmã, eu vou empobrecer, não que já não fosse pobre". Aí, beleza, a gente chegou lá, a gente comeu. Eh, e cara, eu olhando, eu o tanto que eu olhei o preço para escolher, você percebeu essas coisas no dia? Claro. Percebeu? Percebi. O quanto eu olhava assim, ó, cara, que que eu vou escolher? Porque eu não sabia se eu ia dar conta de pagar ali ou como que eu ia fazer para pagar. Aí beleza, e a gente pediu foi uma picanha, né? Foi um churrasco. Nem foi tão bom. Não, não tivemos uma boa experiência. Foi, não foi. Falavam, falavam do lugar, mas beleza. Comi e eu comendo aquela carne meia dura, meio dura e pensando, [ __ ] velho, não é possível que essa carne é tão mais cara daquela do churrasquinho que eu como que é mais barata. A gente terminou de comer, foi uma noite agradável, mas na minha cabeça ficava passando cifrão, quanto isso vai custar, vou ter dinheiro para pagar? Que vou ter que fazer? Quanto vai custar? Aí beleza, eu sei que não sei se você vai lembrar disso. Chega o cara, eu te contei essa história. Eu lembro desse dia. Mas eu te contei a história. Não sei. Acho que eu nunca te contei essa história. Eh, chego no restaurante, eu peço a conta no final, lembra? Pedi a conta, o cara entregou a conta, eu olhei, cara, me deu uma facada no coração, falei e eu paguei no cartão, né? Tinha cartão naquela época, passei o cartão. Você não vai lembrar quando eu termino de pagar, o que que eu faço? Nós fomos embora na hora. Terminei de pagar. Ah, você deu um tilte na cabeça. Lembrei. Eu dei tilt. Deu tilt. Eu fiquei paralisado. Terminei de pagar e eu paralisei. Você paralisou? Você lembra? Aham. Você não sabia porque a Natália ficou, começou a ficar desp que que tá acontecendo? Eu paralisei aí do nada. Foi estranho mesmo. Do nada eu levanto e vou pro banheiro, deixa ela ali, cara. Eu vou pro banheiro. Eu chorei no banheiro. Essa parte você não sabe. Uhum. Cara, eu chorei no banheiro e eu fiquei pensando que que eu vou arrumar da minha vida? Vai que essa mulher gosta disso aqui? Como é que eu vou levar ela para outro lugar desse, velho? Isso é muito caro pra minha realidade. Você lembra quando tinha dado a conta? Eu acho que era alguma coisa de 400, amor. 300 e pouco. 373. Era alguma coisa desse número. Acho que era isso. Mas era muito fora da nossa. Eu queria até tirar gorgeta, velho. Na hora. Os 10% do garçom real, mas não tirei. Paguei. Muito fora. E foi a conta mais alta que eu já tinha gastado no restaurante na minha vida, pô. Nunca tinha gastado R$ 373, velho. Para mim, a realidade era muito. Aí vou pro banheiro, velho. Eu dou um tilt assim, falo: "Cara, é muito dinheiro, é muito dinheiro, ferrei minha vida. E esse dinheiro vai faltar em algum, sabe? Vai escassez, vai faltar, vai faltar, vai faltar. Não deveria ter feito isso. Vim agradar essa mulher. Nó nem casados somos, somos juntados. Tilt geral. Enfim, eh, aí teve um dia que eu fui com a Natália, a gente foi almoçar e num lá no Br, São Paulo, num restaurante que eu falei com ela, falei: "Cara, o que a gente tá gastando aqui no almoço? Putz, eu nunca tinha gastado na vida". E o que que é gostoso, velho? Não é o dinheiro que você gastou, sabe? Não é se você gastou R$ 100 e depois gastou 500. Não é se você gastou 500, depois 5.000. É você sentir que você evoluiu. É você poder ir num restaurante com a sua esposa, com o seu marido, com seus filhos e ver que aquele dinheiro que você tá gastando não faz tanta falta mais. Vê que faz parte e como é gostoso, velho. Hoje a Natália tem há há um tempo atrás a gente dividia as contas, pô. Eu precisava dela para pagar minhas contas, pô. Real. Lembra disso? Sim. E um dos dias que mais me doeu foi no dia que ela chegou em casa e contou que foi promovida, porque na média ela tava fazendo mais dinheiro do que eu. Não fiquei triste por ela, fiquei feliz, mas [ __ ] eu me vi menor, velho. E o homem que é os homens aqui na live sabem, velho. Você vê tua esposa com toda a dificuldade que ela tem, hormonal, filho, o seu filho carregando, ganha mais que você e você não dá conta de ganhar mais do que ela, velho. O problema não é ela, não é você, pô. É a gente. Por isso que tem homem que não dá conta de ter uma mulher grande do lado. Hoje a Natália, ela hoje ela trabalha, mas ela trabalha por opção. É, me perguntaram aqui. Eu podia ter perguntado, né? Você trabalha? Eu trabalho. Hoje a Natália trabalha hoje. Hoje há já tem um tempo para cá. Ela ela trabalha por opção. Eu já cheguei para ela e falei: "O dia que você não quiser estar mais aqui, o dia que você não quiser trabalhar, amor, faz o que você quiser. Hoje ela gosta, hoje ela curte, velho. Verdade. E hoje ela pode fazer o que ela quiser, mas porque ela construiu comigo, eu não teria chegado onde eu cheguei se não fosse por essa mulher. Essa é a parceria, esse é o preço, pô. Tenha do seu lado alguém que acredite em você. E muitas vezes você exige da sua parceira que acredita em você. Ela falou que não acreditava em mim, pô. Dificuldade dela foi acreditar em mim. E às vezes você fica exigindo da sua esposa para acreditar em você, mas para tomar banho, nem tu acredita, velho. Você não tem resultado nenhum. Vai pedir para tua esposa acreditar em você. Gera um pouco de resultado, pô. Roda, roda protocolo.
Você lembra que antes de você ter resultado, eu ficava perguntando para você qual era a data? Qual era a data? [ __ ] qual era a data que você ia dar certo ou ia desistir disso tudo e ia lemb voltar pra engenharia? Não que era ruim voltar pra engenharia, não, porque eu tinha eu tinha tido um caminho bom, pô. Fui na empresa que eu queria, só que o sonho tinha mudado. Eu pedia prazo. E eu dei um prazo uma vez, né? Deu, deu um prazo. Você pediu tanto. Você falou comigo: "Me dá dezembro". Deixa eu contar para vocês. Nossa. Pior hora do meu dia era 5:15, que eu sabia que essa mulher ia chegar em casa igual um Satanás, porque eu ia est lá tentando resolver as nossas a nossa vida, não, minha vida, né? Porque ela tava trabalhando, seguindo e eu tava patinando, patinando, patinando. Então eu sabia que ela ia chegar, eu saía de casa, botava o tênis e vazava. Ou ia pra academia, ou ia pra praia, sentar na praia e ficar olhando pra praia assim e pensando: "Ó Deus, ó céu, quando que isso vai mudar? E rezando para chegar em casa e essa mulher tá já ter sido despossuída. Credo. Tu ficava brava, velho. A sua cara quando você chegava em casa e eu tava lá sentado naquela cadeira, eu botar um espelho para você ver. É verdade. E esse é o jogo, galera. Eh, quando a gente a gente precisou tomar algumas decisões quando a gente veio de Vitória para cá, nesse encontro que a gente vai fazer, não sei quando, depois a gente faz uma pesquisa aí com vocês todos, cara. A gente meio que quase terminou no meio desse processo e foi para lá e foi para cá e foi pai dela e mãe dela e ela puxou para lá e eu puxei para cá e eu falei assim: "Não dá". E ela falou: "Vamos aqui". E velho, foram. Vai para São Paulo, não vai para São Paulo? Foram muitos combinados. Mas tudo isso depende de você ter uma postura, manter sua postura.
Duas coisas que mudam a vida de qualquer pessoa. Sem uma delas você não avança. Uma é fome. Fome. Fome de crescer. Fome de resultado. Fome de ter um relacionamento bom. Fome de mudar mudar seu casamento. Fome de ter um corpo melhor, fome de ganhar mais dinheiro. Fome. Agora tem muita gente que tem fome é sem noção. [ __ ] Ah, eu tenho fome. Fome. Chega aqui para conversar com a Duda aí, quer conversar com a Natália, quer conversar com o Elton, vê o Elton, quer fazer um monte de pergunta, mas não tem postura. Não sustenta a postura, não sustenta ir lá e fazer até tarde. Não sustenta dizer não pra mãe. Isso é postura. Não adianta você ter a fome de ganhar o mundo pra sua esposa se quando a sua mãe pede um negócio, você coloca a sua esposa acima da sua mãe, pô. Já cheguei pra Natália um dia e disse: "É seu pai ou eu?" Pô, seu e-mail. Ou você fica aí nesses perranguezinho com o teu pai ou é nós aqui, velho. Você escolhe. E eu tava tão puto nesse dia que eu já pensei assim: "Escolhe esse velho aí, vai. Sai da minha vida. Você vai quebrar sua cara. Padrãozinho controlador." A verdade é essa, galera. Fome e postura. Talvez você seja uma pessoa que tenha muita fome, mas não tenha postura. Talvez você seja uma pessoa que tenha muita postura, mas não tenha fome. O que que te falta mais? fome para crescer, para ter um resultado, postura para sustentar, para ir lá e colocar limites na relação com sua mãe, para quebrar o padrão com seu pai, para romper o padrão com a sua esposa, parar de punir seu filho.
Bora, galera. É fome e postura, pô. Eu posso te garantir que aqui na Aliança Divergente, rodando protocolos, eh, sabe, colocando tua cabeça no lugar, dia a dia, falando com os aliados, enquanto de impulso, de reforço, todo dia, fique nos áudios diários. É impossível você não avançar, é impossível você não criar uma vida diferente. Impossível, velho. Impossível. Impossível. Impossível. Eu eu eu não sou um caso de milagre, eu sou um cara comum, pô. Era improvável estar nessa cadeira aqui hoje. Era improvável. Era muito provável que eu estivesse aonde, amor? Era mais provável que eu tivesse aonde? Lá no Espírito Santo. Nem Vitória não, pô. Não, nem Vitória. Colatina. Colatina no cu do mundo ali. Não que eu ache a cidade ruim. Adoro quando eu vou para lá. Mas eu tô dizendo, é que para mim não era o que eu queria, pô. Mas eu fui muito covarde durante um tempo da minha vida. Pô, dá medo, velho, você mexer nesse trem. Desagradar o meu pai para mim foi, [ __ ] foi complicado, mano. Agora, se você não encarar esses fantasmas aí, se o medo virar a sua bússola, a vida que você vai ter é no máximo a do medo que você carrega. A Natália não queria vir para São Paulo porque achou que a mãe dela não ia dar conta de ter lá longe, pô. Tinha 30 anos, não era criança não, mas igual um bebê. Ai o São Paulo, minha. Verdade. É pô é padrão. Ou ela ia adoecer e voltar para casa da mãe lá no Espírito Santo, ou ela ia bancar. A Natália está aqui porque ela bancou a parte dela. Eu tô aqui porque eu banquei a minha. Até onde nós vamos chegar, amor? Onde a gente dê conta de bancar, pô. D conta. Quanto maior sonho, mais você tem que bancar.
Cara, eu tinha um sonho. Eu sonhava em ganhar R$ 10.000. 10.000. Na minha cabeça, quando eu batesse em 10.000, vários dos meus problemas estariam resolvidos. Várias das coisas que eu imaginava, gostaria de fazer, eu conseguiria. Compraria o carro que eu gostaria, faria as viagens que eu queria. 10.000 era o meu sonho na minha cabeça. Assim, eu mirei em 10.000, falei: "Eu vou bater 10.000". Aí eu descobri depois um teto financeiro que eu não podia passar de 10 porque era quanto eu achava que meu pai ganhava. Ai, velho, eu trabalhei para um [ __ ] para encarar esses 10.000, esses 10.000, esses 10.000, esses 10.000. Vou passar desses 10.000. Eu posso dizer para você que nada do que você quiser vai ser impossível. Nada se você não parar. Ganhar R$ 10.000 já foi o meu maior sonho de vida. No último dia 13. Dia 13 que eu te mandei as flores. Foi no último dia 13 nós completamos mais um aniversário de casamento e R$ 10.000 R foi o que eu transferi pra conta da Natália, dizendo assim: "Gasta aí, eu quero que você gaste esse dinheiro com você, porque um dia. Obrigada. Verdade. Obrigada a você. Porque um dia ganhar 10.000 Foi meu sonho e hoje o tanto que eu ganho, a vida que eu construí é só por sua causa e por nossa causa. Quero que você gaste esse dinheiro para eu lembrar que o nosso sonho é construído junto e você não vai gastar com nada comigo. Qual foi a regra para gastar o dinheiro? Gasta coisa para você. Nada pra casa, nada para nada, nada com acontecer. Nada, só para você. É. E foi o que eu tô, eu fiz, né? Foi o que você fez? Foi o que eu fiz. Gastou bem rapidinho. Você ficou boa nisso, hein? Fiquei boa. É, não era pelo valor ali para mim, tipo assim, é que para mim era um símbolo. 10.000 foi um símbolo de vitória em um momento da minha vida. E eu quis compartilhar esse mesmo símbolo e lembrar ela. Amor, a gente a gente tá crescendo, pô. A gente tá vencendo juntos. A gente pode chegar em qualquer lugar. E eu quero afirmar para você que tá me assistindo, talvez você esteja na situação que eu tava lá atrás, mano, morando em cima da casa dos seus pais, OK? Aí estive usando o cartãozinho, ticket do seu pai para virar o mês. Daí eu vim, pô, era improvável estar aqui. Era improvável um dia eu fazer uma transferência de R$ 10.000 pra minha mulher, pô. Era completamente improvável, pô. Mas se eu tô aqui é porque eu não parei. A vida não conta a história das pessoas que desistiram. Coloca nesse chat aí, você que chegou até aqui, eu não vou parar. Bota nesse chat, eu não vou parar. Se você é homem, faça pela sua família. Se você é mulher, faça por você, pelo seu marido. Faça pela sua família, pelos seus filhos. Coloca no chat #u não vou parar porque a vida que você deseja, a vida que você sonha, galera, eu posso dizer para você, você vai cair em algum momento. O negócio é você não parar. Não para não. Você chegou até aqui, pô. Você já começou a ver uns padrões, assim como a Natália viu, dependência com a mãe dela, com o pai dela. Eu também vi com o meu pai, rodei protocolo, mexi com esse trem. Não para agora não, pô. Não para agora. Você que chegou até aqui, chama o seu aliado, diga: "Eu não vou parar". Pega no seu chat, abra o seu WhatsApp, pega a mensagem do seu aliado aqui, ó. Abra aqui o seu WhatsApp, pesquisa pelo seu aliado aqui, ó. Abre o seu WhatsApp, pesquisa aliado, vai aparecer a mensagem dele. Ele tá aqui, ó, te esperando. Escreve para ele assim na mensagem: "Eu não vou parar". Ele vai saber que você tá ao vivo aqui, porque ele está me ouvindo. Escreve: "Eu não vou parar". Você vai ser chamado por alguém. Você que está no Zoom aqui, enquanto você fica assistindo isso aqui, sua vida tá passando, pô. Em 5 anos, nos últimos 3 anos, a nossa vida saltou, mudou completamente. Pô, você não tem noção.
Do que pode acontecer na sua vida em 3 anos. Se os últimos 3 anos foram o que você não queria viver, os próximos três talvez sejam iguais ou piores se você não fizer nada, pô. E você já viu pelo menos um padrão que você precisa encarar, mas perceber sem sem decidir a se iludir.
Toca nesse link aí, você que tá no YouTube, toca nesse link, preenche a sua ficha agora, pega o material que eu tô liberando para você gratuitamente, preenchendo a ficha, entra na aliança, chama o aliado.
Ramão, meu problema é pagar a aliança. Eu entendo. Talvez você esteja no momento que eu estava. Eu dependia do ticket do meu pai para virar o mês e comprar comida, pô. Quando eu ia fazer uma viagem, era só viagem com o meu pai, porque ele pegava R$ 100, botava no meu bolso para eu botar de gasolina, porque eu não conseguia abastecer. Talvez você não tenha R$ 100 para abastecer. Talvez você olha e diga: "Não tenho R$ 100 ou 249 para pagar a primeira parcela." E aí você espera que o dinheiro apareça, assim como você vem esperando, seu padrão esperar. Pare de esperar o dinheiro entrar, quando na verdade você precisa romper um padrão pro dinheiro aparecer.
Pô, entra na aliança, faz assim, ó. Você que tá preocupado, se vai ter dinheiro para pagar, entra na aliança, paga no boleto. Nem que você pegue esse esse dinheiro emprestado. Você vai fazer assim, ó. Você entra, peguei o cartão da minha mãe para isso aqui. Se você já deve ela, não vai fazer tanta diferença, tá? Se você não deve, não pegue. Não pegue. Ah, eu vou pegar o dinheiro com a minha mãe. Eu não devo nada a ela. Não pegue. Não cria esse problema. Agora, se você já deve a pessoa, pega lá 249, entra na aliança, roda 10 protocolos em 15 dias. Se não funcionar para você, sai da aliança, pega o seu dinheiro e devolve pra pessoa. Você não vai dever o dinheiro que você entrar na aliança, você não vai dever ninguém. Experimenta, pô.
Se permita entrar aqui na aliança, porque eu vou te garantir, se você der conta de botar nesse papel, nessa página aqui, ó, se você der conta de sonhar e escrever nessa folha que você quer, eu garanto para você, nós temos ferramentas aqui para te fazer realizar. Nada do que você sonhe é impossível ser realizado. Nada do que você viu é impossível ser realizado. Agora, se você não encarar esse medo aí que você tá carregando, você vai virar refém dos medos das pessoas que você ama e se importa colocaram na sua cabeça para você ficar por perto delas. Eu posso te dizer, tem padrões que não são, não é gostoso encarar algumas coisas. Mas chegar numa vista da sua casa que você sonhou em ter a noite e olhar para ela merda, você fica aqui, você me deixa igual manteiga derretida. Ah, para com isso.
>> Eu lembro quando eu e a Natália a gente foi para um apartamento que você lembra a primeira vez que a gente foi visitar aquele apartamento?
>> Lembro.
>> Que que você falou? Fala a verdade, o que que você falou quando você viu ele e viu o preço dele?
>> Falei que acho que a gente não ia dar conta. A gente não ia dar conta, né?
>> Ela falou assim: "Ah, acho que não vai dar conta não, nem vamos olhar".
>> Eu falei: "Vamos". Vamos olhar.
>> E aí eu já comecei a fazer meus movimentos e cara, que que eu preciso fazer aqui para fazer essa mulher entrar nesse apartamento? Aí a gente foi visitar. Quando a gente chegou tava de noite, não tinha energia.
>> É.
>> Aí a gente foi pra vista. Como foi para você?
>> Foi, foi um sonho, né? Foi algo,
>> eu fiquei hipnotizado. Também fiquei hipnotizado.
>> Eu falei: "É aqui". Falei que a Natália é aqui. Aí ela falou assim: "É aqui como?" Falei: "É aqui, pô". Isso aí não é aqui. Aí eu fiz uma proposta pra >> pra corretora e ela falou que a gente precisava de >> fiador, né?
>> Fiador no estado, né? Fiador no estado >> São Paulo >> ou alguma coisa que era Não, pô, ela aceitou o fiador de fora.
>> Ah, podia ser do Espírito Santo, só que tinha que envolver >> ou meu pai ou seu pai ali no rolo.
>> Eu falei nem a pau.
>> Mas será que é problema? Eu falei: "Não sei se é problema agora, mas eu não quero olhar para esse lugar, não quero que não, não vai ser assim, não. Vai ser de outro jeito, desse jeito. Dudinha, vou botar meu pai ness treinou. É, eu tinha que a gente tinha que ter um fiador e o valor era alto, né?
>> E aí eu falei: "Putz, precisava de um imóvel e meu pai tem um imóvel no casa dele, né? Poderia usar". Falei: "Ah, não vou envolver nessa bagunça não. Não, não vou, não vou, não vou, não vou". Cheguei a pensar, né?
>> Não, não vou não, amor. Não vou não.
>> É porque eles calção, né? Não aceitava e >> não. Eu falei: "Eu quero dar dinheiro, moça, tenho dinheiro na conta. Não, tem que ser o fiador". Não, moça, eu tenho dinheiro. Tá aqui, ó. pega meu dinheiro. Não, falei: "Não, isso é padrão, vai ter que aceitar meu dinheiro." Aí eu falei com a Natália, faz a proposta lá. Natália tava em contato com ela. Aí, Dudinha, mandei fazer a proposta. Aí a Natália passou a proposta pr corretora.
>> Documento.
>> Eu tava com medo do quê? De aceitar ou não aceitar?
>> Te aceitar.
>> Eu tava com medo dele da da proprietária aceitar a proposta. Eu falei: "Porra, se der certo, eu vou ter que arrumar o dinheiro". E aí aceitou muito rápido, né?
>> Muito rápido.
>> Aceitou a proposta, eu fui atrás do dinheiro, enfim, a gente desenrolou e cara, primeira vez a gente dormiu lá, não tinha nada, não tinha móvel, tinha uns móveis do apartamento, era muito bem mobiliado, mas não tinha cama >> não.
>> E a gente foi dormir num var >> tipo um sofá cama que tinha na varanda bem gostosinho, com a varanda vendo a lua ali. E eu fiquei igual um idiota, galera. Juro pr vocês. Vendo a estrela. Verdade.
É [ __ ] É gostoso você entrar no supermercado, fazer compra e não se preocupar com o preço. Eu já contei para eles, acho, não sei se prestar atão, mas eu contei a história de quando a Natália, esses não tem muito tempo, é ver a Natália caçando trem pelo preço e, tipo assim, olhando a maionese X e a Y, a diferença de 95 centavos, pô. Falei, amor, o que que você tá fazendo? Não, essa aqui é mais barata. Você percebeu a diferença 95 centavos, galera. É sério.
Falei: "Amor, é que eu entendo, mas você gosta mais dessa?" Eu gosto mais dessa. É que não faz sentido, não é, gente, não é sobre economizar, tá? Eu sou a favor de economizar, ok?
>> Sim,
>> mas é pelo motivo que você tá tomando aquela decisão. Não era economia, era escassez.
Se você tá pagando 200.000 num carro, mas escolhe comprar um por 100.000, Porque você vai investir sem uma coisa que vai gerar mais dinheiro. Isso é inteligência, não é escassez. Agora, se você deixa de comprar uma maionese por 95 centavos, podendo, é que sua mente, o seu corpo, sua mente demora um pouquinho a você chegar a perceber, [ __ ] tá mudando. A versão velha, ela meio que aparece de vez em quando. Então, esse é o processo da aliança, galera. É um processo real, é vida real. E é isso que eu quero que vocês passem. Cada um tá no seu momento. Cada um aqui tá no seu momento. A pergunta é: no seu momento, você tá dando tudo que você pode para ir pro próximo ciclo? No ciclo que você está, você tá dando tudo de você para ir pro próximo ciclo? Você tá com fome? Tá mantendo a postura, tá encarando aqueles padrõezinhos? Tem algum padrão que você tá evitando? Ramon, eu preciso encarar todos. Não, não preciso encarar todos. Eu não sou psicopata do padrão e dizer resolva tudo não. Você só precisa resolver o que está te atrapalhando de ir pro próximo ciclo. Pô, teu próximo ciclo é relacionamento. Tem um padrãozinho que você vai ter que mexer. Teu próximo ciclo é focar no financeiro. Então observe os padrões que estão atrapalhando o seu teto financeiro. Se você parou no teto do seu pai, da sua mãe, financeiramente não passa eles, não pode ser maior. Se você parou no teto do seu ex, é isso que você vai ter que encarar agora, pô. É impossível, galera. É impossível você encarar um padrão na sua vida e a sua vida não mudar. É impossível, pô. Eu paro de fazer o que eu tô fazendo se você romper esses padrões aí, os que te impedem de romper pelo menos esse próximo teto e você não romper esse teto. Eu não tô te dizendo, você vai rodar um protocolo, você vai sair de 5 para 50.000, porque talvez o seu próximo ciclo você já ganhar sete, você já ganhar 10. [ __ ] mas por que que você não foi pr sete? Porque tem um padrão antes dos 50 vem uns 40, vem os 30, vem os 20, vem uns 15, vem os 10, vem os oito, vem os sete. Pô, foca no seu próximo passo. Não se iluda com a pessoa que foi para 100.000. Cara, tu tá em cinco, tem que mirar em sete, tem que mirar em oito, tem que mirar em 10. Mira no seu próximo passo, porque quando você chegar nele, você subiu um degrau, do próximo degrau, você vai ver muito mais as possibilidades e oportunidades e até os padrões que você não dá conta de enxergar no degrau de baixo. Mas você tá no degrau de baixo tentando enxergar tudo que você precisa fazer para ir pro terceiro, quinto degrau. Não, pô. Você só precisa ver o que você precisa fazer para ir pro próximo. É isso, pô.
Bom, você veio aqui, viu?
>> Também gostei.
>> Muito feliz. Primeira vez que você fica meio por aqui. Me estragou um pouco. Estragou a maquiagem?
>> Estragou. Não.
>> Como foi tá aqui para você hoje? Vocês curtiram essa live? Gostaram desse papo vida real? Gostaram que a Natália veio para cá? Como foi para vocês o papo de hoje? E para você como foi? Tá aqui.
>> Muito bom. Gostei te acompanhar. Acho que é a primeira live, né?
>> É
>> que eu entro de fato.
>> Você é você já veio uma vez, tipo assim, meio que passou muito tempo atrás.
>> É, mas eu fiquei te esperando.
>> É, nem falou, nem olhou. A primeira vez que você >> fica aqui assim,
>> pertinho,
>> pertinho, respondendo com a galera. Gostei.
>> Bom,
>> faça mais vezes. As pessoas precisam ver a nossa verdade, ver o que é de verdade. Às vezes é fácil uma pessoa chegar na internet e falar que pr as pessoas fazerem outras coisas. Mas essa é a nossa verdade, é o jeito que a gente vive, são os alinhamentos, são os combinados. É, essa é a nossa verdade. Essa é a nossa verdade.
Espero que você encare a sua. Nós temos padrões para quebrar.
>> Temos.
>> Temos. A cada ciclo, dias,
>> a cada ciclo que a gente fala que vai eh avançar, vai ter um padrão novo. Só para os padrões se a gente parar de se desistir. Ou se desistir ou se morrer. Aí não tem mais padrão para quebrar. Agora, enquanto você quiser avançar, você vai ter um caminho e você vai facilitar a sua jornada. Ali, ó, o povo escreveu para você lê ali para você se inspirar, saber que foi bom você ter estado aqui, ó. Passa ali o mouse e vai lendo.
>> Subir um pouquinho.
>> Veja quantas quantas pessoas você inspirou.
>> Foi muito bom. Trouxe mais insightes. Muito satisfeito com suas palavras. Gratidão. Eh, a história foi motivadora. Faça mais vezes. Sim. Aí, Ram.
>> Maravilha. Ó, seguinte, galera, amanhã eu vou rodar o protocolo de medo, tá? Protocolo tá aqui. Então, você que queria ver o protocolo de medo, entender como funciona, quantos protocolos eu rodei de medo para quebrar medo, medo de subir no palco. Nossa, a primeira vez que eu vim na aliança, rapaz, tu lembra? Essas histórias são boas, né?
>> De qual? Quando eu vim pra aliança, a primeira vez que o Elton me chamou,
>> era um ponto cego, né?
>> Que que eu fui fazer
>> aqui ou?
>> Não, aqui não, em Vitória, quando eu recebi a mensagem dele, falou: "Pô, vem pr cá,
>> comprar roupa para você."
>> Comprar roupa, irmão. Foi a primeira vez na vida que eu entrei na Henner, porque eu achava que Henner era a loja de rico, né? Eu nunca tinha entrado na Renner. E ele chegou super arrumado.
>> Chegou
>> com aquele cabelo.
>> Tem foto aí se tiver aquela aquela daquele dia.
>> Aquela daquele dia.
>> Eu acho que eu tenho alguma coisa aqui.
>> Você tem?
>> Vai encontrar.
>> Vê aqui amado. Aqui vê aí pra gente. Acho que nos favoritos deve ter gata, porque uma vez eu fiz um post. Vê lá nas fotos favoritos.
>> Ah, vou procurar
>> fotos. Pesquisa nos favoritos ali, sabe? Achar aqui no cantinho aqui. Favoritos. Vai, vai passando aqui, ó.
>> É,
>> é. Coloca essa daí. É que tem a foto de corpo inteiro também.
>> Nós fomos comprar uma roupa para mim. Eh, cara, foi a primeira vez que eu entrei na Renner e putz, eu pensei como é que eu vou pagar esse trem? É a mesma história do restaurante, só que o a Renner veio depois.
>> Aí que acontece. Eu provei uma roupa. Você lembra que aconteceu? Provei uma roupa para vir. Pronto. Manda pra Duda no airdrop ali. Essa aqui tá inteira, Duda. Só essas aqui. Tem outras.
>> A gente foi comprar roupa e eu fui pra Renner. Aí cheguei lá, experimentei uma camisa branca. Que que aconteceu?
>> Fina. Fina
>> ficou.
>> Vai fala
>> transparente teta,
>> velho. Real. Fiquei com dois tetão aqui. Sério? E eu nem tinha muita, não tenho muita teta, mas ficou aparecendo duas bolas negócio que a gente nunca viu.
>> Aí a Natália falou assim: "Meu amor, você vai Não dá, amor." Falei: "Meu amor, quanto é essa camisa?" Quanto era,
>> amor? Acho que era coisa de 150, né? 200, sei lá.
>> Eu acho que era um 190, alguma coisa. Uma,
>> era alguma coisa de 200 e pouco e promoção era 190. Era caríssimo. Pô, você tá maluco, pagar 190 na camisa. E eu pensei, se essa aqui que tá mostrando minha teta é 190, imagina as outras que não mostra. Pô, é verdade.
>> E eu quis comprar. Lembra quanto eu quis comprar?
>> Muito.
>> Eu falei: "É essa amor".
>> Não deixei. Você lembra?
>> Ela não deixou. Homens.
>> Então a mulher, a mulher traz a sabedoria pro casamento. Tá
>> aí. Beleza. Aí a gente foi procurar o quê? Outlete.
>> É, eu descobri que tinha. Não, eu descobria tudo, né?
>> Nat. A Natália. A Natália é muito boa, velho. A Natália é rápida. Ela descobre tudo, tudo, tudo que tiver, ela descobre. Pode pôr,
>> pode pôr. Aí
>> essa foi do outete.
>> A Natália descobriu um outlete. Essa roupa aí foi a roupa do outlet.
>> É
>> tudas roupas caras com desconto de 80%, 70%
>> só de marca, né? É, essa foi a melhor roupa que eu tive na minha vida até aquele momento e eu comprei essa roupa para vir nesse evento. Cara, eu preciso
>> tava bonitinho, pô. Arrasou.
>> Fome, pô. Fome e postura.
>> E tipo, não, bonitinho não. Eu tava abalando.
>> Eu cheguei aqui, eu pensei, irmão, não tem como. Ninguém tá mais meio arrumado do que eu na minha cabeça. Eu paguei o quê? R$ 200 na camisa, 200 na calça.
>> É, foi só que você gastou uma nota, né, na época. Falei: "Não, não tem como. Ninguém tá mais bem arrumado que eu, velho. Parcelei em seis vezes. O máximo que a moça parcelou.
>> E boa, bota isso daí.
>> Pô, esse aí era. Esse aí, velho, é o jogo. Tava muito, mas muito, mas muito bem arrumado.
>> Muito bem arrumado.
>> E o sapato que eu nunca mais usei, né, amor?
>> Não, o sapato lascou. Aquele, aquele marronzão. Eu tenho ele ainda,
>> acho. Eu acho que não. Já doou. doou. A gente doou, doei muita coisa, tipo assim, foi quando que a gente fez, fiz uma doação grande, né,
>> roupa e tal. Eh, tinha mais alguma foto? Foi aí, né? E, velho, é essa jornada, pô. Essa é a jornada. Eu ficava perguntando pra Natália: "Amor, eu compro isso aqui mesmo ou eu não compro?"
>> Você passou 4 horas dentro da loja provando a roupa, tomando coragem de se comprar ou não. Medo, pô.
>> Que que você ia fazer aqui, né? Que que eu ia fazer aqui? Depois vou ter que pagar essa roupa.
>> Eu tava, eu tava no momento, eu vivi momento bom e ruim numa fase ali. E quando eu, o Welton me chamou, eu tinha voltado a dar certo de novo. Foi a época do meu maior faturamento, lembra?
>> Verdade.
>> Tinha voltado a crescer de novo. Tipo assim, quando Elton que a gente se conectou de novo, que eu conheci o Elton em 2018, tá gente? já tinha 5 anos que a gente eh tava ali, já tinha tentado fazer coisa com ele, ele coisa comigo, não tinha dado certo. Outro dia eu conto para vocês essa é uma outra história, mas enfim, se você não apostar tudo em você, não exija que as pessoas apostem. Essa é a verdade. Às vezes você fica esperando, olhando, vendo isso tudo aqui. Galera, eu não tô aqui porque eu sou melhor do que você ou porque eu sou diferente de você. Talvez eu seja diferente, sim, porque eu apostei tudo em mim. Apostei tudo. Ninguém apostou mais em mim do que eu mesmo.
>> Desculpa. Às vezes você fica aqui assistindo isso, achando que sua vida vai mudar, mas você não aposta em você não arrisca. Pô, eu arrisquei tudo. Quando eu vim para São José dos Campos, eu botei todas as coisas que eu tinha dentro de um carro. Quando de coisa era >> era um carrinho de compra, né, que nós coloc >> do prédio, >> do prédio. Todas as coisas que eu tinha na vida couberam num carrinho. Eu fiquei feliz e triste naquele dia,
>> verdade,
>> em falar: "Poxa, eu tô eu tô indo para um negócio arriscando para fazer uma coisa diferente". Mas cara, doeu ver que tudo que eu tinha cabia num carrinho de compra do prédio. Eu não tinha nenhum móvel
>> dentro de um Siena, né? Verdade. Sena, Gran Siena, pô. Siena não, Gran Siena. E galera, essa é a vida, pô. O seu resultado é proporcional ao risco que você assume. Às vezes o maior risco que você acha que você vai assumir é entrar na aliança hoje com garantia. que se não funcionar, você pode sair e viver sua vida. Ah, desculpa, galera, você não tem risco nenhum entrar na aliança, porque se você passar aqui, quantos dias de garantia são do 7? 30. Ah, pelo amor de Deus. Você tem 30 dias para entrar na aliança, experimentar os protocolos, ver se funciona e se não funcionar, sair e levar o dinheiro de volta. De verdade, não é risco entrar aqui não é risco. Risco é você continuar vivendo a vida do jeito que você vive e não tentando fazer nada diferente.
E vamos falar com uma pessoa decidida aqui.
>> Jonas.
>> Jonas, entra aí, esposo.
>> Fala, Jonas. Você tá ao vivo aqui, papai. Você é da onde?
>> Pera aí, deixa eu aumentar. Você é da onde?
>> Eu sou de Jundiaí, São Paulo.
>> Jundiaí. E você entrou e vai trazer quem junto? A esposa,
>> sua esposa tá aí?
>> Tá, tá aqui.
>> Como que é o nome dela?
>> É Ariane. Mas ela tá tá de pijama, tá deitada já.
>> Ah, não precisa mostrar ela não. Como é que é o nome dela?
>> É Ariane.
>> Mariane.
>> Marina. Ariane,
>> daiane.
>> Ah, Ariane,
>> Ariane, Ariane. Pronto, ó. Quero receber você e Ariane aqui. Um abraço meu e da Natália com todo o carinho. Sejam muito bem-vindos. Eu posso dizer para você que a aliança Divergente mudou minha vida, mudou meu casamento, mudou a forma como eu vivo o meu casamento e vivo minha vida. E desejo, cara, que vocês aproveitem muito. Você, Ariane. Contem comigo como mentor. Contem com Elton. Contem com os aliados de vocês, porque é só o começo, velho. Vocês vão ver padrão, padrão de pai, mãe de um, pai mãe de outro, velho. Vai no teu tempo, deixa ela aí no tempo dela e vão avançando, fazendo precisar ser feito. Seja muito bem-vindo, parabéns pela decisão e bora para cima. Seja bem-vindo.
É isso, senhoras e senhores. Tem uma frase que eu adoro, que é: "A vida não respeita seus sonhos, não respeita a sua vontade. A vida respeita a sua decisão. Você pode dizer pra vida que você quer. Você pode dizer pra vida que você quer casar. Você pode dizer pra vida que você quer ganhar mais dinheiro? Desculpa, você não vai ter nada disso. Agora você precisa mostrar pra vida tamanho da sua decisão. O quanto você quer precisa se materializar no quanto você decide. E qual vai ser a sua decisão aqui hoje? Para você que decidiu se tornar aliada e entrou na aliança, eu posso dizer para você: "Parabéns, você tomou uma decisão que dificilmente você vai se arrepender na vida. Você vai libertar as pessoas de você, se libertar delas e viver uma vida muito mais livre. E o dinheiro é só uma das medidas da liberdade. Para você que ainda não entrou, se decida. Decida não entrar, sair, tocar sua vida vendo o que você viu, ou decida entrar. Preenche essa ficha para um aliado falar com você. Você que tá aqui no WhatsApp, no Zoom, chame um aliado aí, coloque lá no Zoom, ou melhor, coloque no WhatsApp desse aliado, eu não vou parar. Porque esse é o jogo. Quem vai ser você e quem você vai se tornar se você não parar. Eu tenho certeza que uma pessoa melhor, um marido melhor, uma esposa melhor, tem uma família melhor e uma vida mais livre. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente e esse foi mais um encontro do refúgio dos otimistas. Um beijo para você. Obrigado pela sua presença, meu amor. Maravilhoso ter você aqui. Obrig >> e a gente se vê no próximo encontro.