Transcription
Olá, família. Bom dia a todos. Bom dia a todos os presentes.
Continuando atualizações sobre esse caso que aconteceu em Tibagi, o caso do menino, da criança, do bebê Artur da Rosa, desaparecido há pouco mais de 48 horas. Um caso angustiante em que toda a cidade de Tibagi e também os arredores estão à procura dessa criança.
Inicialmente, a criança teria desaparecido na porta de casa. Teria saído de dentro de casa por volta de 9 horas da manhã. Informações desencontradas falavam em 8 horas da manhã, outros 9, outros 9:50. E agora, um vizinho disse que teria visto a criança por volta de 9:50 da manhã. A mãe relatou que teria acordado às 10 horas. A mãe é uma adolescente de apenas 15 anos de idade, engravidou aos 12, teve o filho aos 13. O pai da criança também é um adolescente. Um caso que está chocando a todos.
Alerta Amber foi acionado para a procura da criança. Eh, no local, no local. Deixa eu atender aqui só um minutinho. Oi, Res. Tá, já tá o link para você. Você já pode até ao vivo. Deixa eu mandar de novo aqui. Só um minutinho. Só.
O Régis do Jornal Tibagi vai entrar conosco aqui agora com informações exclusivas que estão acontecendo agora, tá, gente? Agora, deixa eu mandar aqui o link para ele que acho que o link foi perdido. Estamos fazendo ao vivo a cobertura ao vivo. Tá, Régis está aí, tá aí o o link. Estranho. Não tá aí o link. Deixa eu mandar aqui novamente. Deixa eu ver aqui. Meu Deus, que que tá acontecendo aqui? Tá, vamos mandar de outra forma aqui agora. Vamos mandar de outra forma aqui agora. Deu problema agora no meu computador. Parece que não foi o link aqui. Pera aí, gente. Ao vivo. É assim mesmo. Pera aí que estamos tentando mandar o link agora. Vocês estão recebendo bem aí? Não sei porque aconteceu aqui. Vou mandar aqui agora o link novamente. Vamos ver aqui. Tá aí, meu amigo, tá aí. Consegui mandar. Desculpem, gente. Desculpem esse ponto aqui, é porque estamos ao vivo aqui agora e o Régis está lá no local, tá tentando entrar. Meu computador deu problema aqui agora nesse momento. Tá entrando em alguns alguns locais, outros não. Alguns arquivos foram apagados aqui que não poderiam e eu estou perdido, tá? Vamos ver aqui. Aqui tá ótimo, né? Mas algumas alguns alguns locais aqui estão sem conexão e eu tô acertando aqui agora. Agora estou esperando só o Régis. Tá, gente, tá acontecendo um monte de coisa lá agora que ele tá com informações lá exclusivas. Vamos ver aqui se vai abrir aqui o arquivo. É, não tá indo não. Aqui estamos aguardando aqui o Régis agora. Só mais um segundo, gente. Só mais um segundinho só. Tá, pronto. Régis tá entrando aqui. Oi, Régis. Tá ótimo. Você consegue botar na horizontal seu telefone? Ah, tá. Se não conseguir, pode ficar assim mesmo. Tá ótimo. Tá. Não vai perder a a saída aí. Pera aí. Opa. Aí, perfeito. Estamos em tela agora. Graças a Deus. Estão todos ouvindo o Régis agora do Jornal Tibagi. Um grande amigo e eu digo, um dos melhores, melhores repórteres, jornalistas do Paraná, tá? Um dos melhores e mais competentes jornalistas do Paraná. Régis do Jornal Tibagi, como você tá, meu amigo, nessa corrida, cobrindo otimamente o caso do Artur? Estamos aqui na corrida, estamos aqui desde o primeiro dia acompanhando cada passo. Eh, infelizmente uma criança de 2 anos, a gente fica aí triste, mas tem acompanhado todos os dias, a cada minuto, acompanhando família, acompanhando as buscas, acompanha a polícia civil, polícia militar, estamos aqui direto todo dia, né, sem cessar e esperando, né, tentar encontrar essa criança. Ô, Régis, o que que tá, o que que tá acontecendo? Como é que foi o desaparecimento do Artur? Você que tá aí vendo tudo, como é que foi isso? Porque as informações estão estão desencontradas. Então, eh, a gente chegou aqui de meio-dia, né? Meio-dia, né? Já faz, vai, tá fazendo quase 48 horas. Hoje a gente, por volta de meio-dia, a gente recebeu a notificação. A mãe ligou pra Polícia Militar citando que a criança tinha desaparecido. Nós chegamos no local, né, conversamos com a mãe e, como qualquer outro desaparecimento, fizemos eh uma nota, né, pedindo para alguém encontrar e tal. Até o momento, um desaparecimento normal. Uma criança tinha sumido, tal, e a gente colocou foto, tudo. Fez as na sequência a gente começou a ver que aquele desaparecimento era mais grave, né? Aí as forças de segurança, a Defesa Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, eh muitos voluntários vieram para buscar durante a na mata, né? Que aqui existe uma mata muito próximo à casa. Eu tô aqui dentro, próximo ao rio agora, o local onde foi encontrado o onde foi encontrado a mamadeira da criança. Vou tentar mostrar para vocês um pouquinho aqui, ó. Bem nesse local aqui, ó. Vou descer mais aqui, ó. Esse aqui é o local onde foi encontrado a mamadeira da criança. Nesse local aqui que vocês estão vendo. Bem aqui nesse local foi encontrado a mamadeira do menininho Artur de 2 anos. Segundo a mãe, essa mamadeira, para confirmar, né? Segundo a mãe, a mamadeira era da criança. É do Artur mesmo. Isso. Ela confirmou que a mamadeira era do Artur, né? A gente viu tinha uma mamadeira, tinha chá, mamadeira, tal. Beleza, até aí tudo bem, né? E aí, mas continuando as investigações. No primeiro dia a gente perguntou para ela, eu mesmo fiz a pergunta que com que roupa estava a criança, ela me citou que a criança estava com fraldas. Depois a tia chegou, falou: "Não, que a criança estava com uma roupinha moletom, com roupa e tal". A gente ficou meio assim, né? Mas enfim, né? Ali naquele momento, mãe desesperada eh pode estar falando porque queria encontrar o filho. A avó veio e conversou comigo. Ela citou que o Artur brincava muito próximo, porque tem uma mata próximo, né? E aqui é um local eh de pescadores, é uns 400 m mais ou menos da casa, mais um pouquinho. Mas é, ontem eu fiz uma uma live mostrando o trajeto para uma criança de 2 anos vir da onde ele estava, descalço até a beira do rio. A gente criou uma uma pequena dúvida que talvez ele não chegasse até o rio, mas tá, mas nós tínhamos a evidência da mamadeira. Então, primeiramente, estamos com a evidência da mamadeira. E aí, então, o Ghost começou as buscas aquáticas, eh vários voluntários na mata, drone térmico, sonar dentro d'água e até o momento nada. Até o momento, informação. A polícia, a científica foi, levou alguns objetos, uma fralda que estava em cima de um de uma árvore, estava colocada numa árvore. Tinha e mancha de sangue no local onde não são andarilhos, são pessoas, são moradores de rua que fizeram barraco aqui perto do rio e eles ficam ali bebendo tal e colocaram. E nesse barraco no colchão ali no travesseiro tinha a mancha de sangue, né? Não, não que seja do Artur, mas a perícia é a perícia vai lá, busca as informações. A gente vai ouvir um barulho aqui, mas é o drone, ó. O drone da está aquiando agora procurando o drone. O drone da do corpo de bombeiro do Gosto. Então que a gente tá bem no local junto com a equipe. As equipes estão ali. Pessoal agora está a dentro da água. Estão fazendo varredura com com o barco, né, e também com um outro barco pequeno a remo, então fazendo varredura. Mas é é estranho, né? Estranho. A gente vê eh muitas vai lá, pessoas falando que a crianças já tinham visto a criança, a criança andava sozinha ali por aqueles cantos. Eh, a gente não tem ainda e informações corretas. Quem viu essa criança realmente naquele dia? Segundo um um rapaz que fazia entrega, 9:30 da manhã, ele viu essa criança brincando ali. Ele, né? Passou, disse que viu, né? Mas e a gente não sabe se realmente era a criança. Não tem tanta certeza. Será que realmente era? Porque ele passou de carro e viu a criança brincando ali perto, né? Acho que uns 50, 60 m da casa. Tinha outra criança, então como que as crianças viviam sempre brincando por ali, ele não deu bola e foi embora. Eh, aí div algumas informações. Eh, que horas a mãe acordou? Que horas? Eh, quem abriu a porta pra criança? Quem abriu a porta pra criança, né? Como essa criança andou tão longe para chegar na beira do rio? Indagações não é são acusações, são indagações que a gente são dúvidas que a gente tem. É, e dúvidas estão indagando, perguntas estamos fazendo, né? E até o momento, né? Agora daqui a pouco meio-dia faz 48 horas e até o momento, então nada ainda do pequeno Artur. Tô aqui na beira do rio, tô aqui junto com as forças de segurança, né? Com outras equipes também de TV que vieram depois que a gente noticiou, outras equipes também vieram para cá. E estamos aguardando alguma decisão. Até o até o momento. Eh, esses são os pontos que a gente tem.
Régis, você foi a primeira pessoa da imprensa a cobrir o caso, a chegada, a dar o conforto e a dar auxílio à família. Você está diretamente ligado à família e até porque você é de Tibagi, então você tem eh toda uma notoriedade para contar tudo que acontece aí. Eh, nesse caso, Régis, nesse caso do Artur, veja as informações que me chegaram. Olha só, primeiramente que a mãe estava tomando banho e que a criança tinha sumido no banho. Foi a primeira notícia. Depois que ela estava arrumando a casa e que ela tinha sumido. Agora que ela estava dormindo e que não sabe quem abriu o portão, que teria sido o irmão dela e que a criança teria saído. E aí as pessoas não sabem é que essa mãe é uma adolescente de 15 anos de idade e o pai também é um adolescente, tá? São dois adolescentes. E o Régis esteve com o pai. Como é que foi isso? Ro, eu queria que você falasse essa parte. O pai, o pai, a gente conversou, eu conversei com ele e eu, eu vi que o pai é realmente a pessoa que estava mais desesperada assim, sabe? Ele quando a gente achou a mamadeira, ele estava bem aqui comigo quando ele achou a mamadeira, bem nesse local aqui, quando ele achou a quando a gente achou a mamadeira, que o pessoal achou a mamadeira, ele veio, ele ficou ali, ele disse: "É dele, é do Artur mesmo". E e ele entrou em desespero, ele não conseguiu ficar aqui no local. As pessoas tiraram ele daqui porque ele não estava bem. Ele realmente sentiu naquele momento, talvez tinha perdido o filho dele no rio. A a como que eu posso dizer? A imagem, o semblante, o sentimento, né? Demonstra tudo. Você olha uma pessoa, sabe quando ela está eh que não é real? Naquele momento a gente viu que é real. Ele realmente estava ali, chegou aqui, sentiu que talvez teria perdido o filho dele, o filhinho dele, porque ele não mora com a mãe. Ele não mora com a mãe, né? Ele pega a criança, eh leva para passear e tal, de vez em quando, e estava com a mãe, né? O sentimento que apresentou que realmente ele ficou muito preocupado, que ele estava muito nervoso e realmente ficou abalado vendo que foi encontrada a mamadeira. E a mamadeira, a mamadeira que estava aqui era do Essa, essa foi a nossa, a nossa impressão, isso que a gente captou, como a gente, né, e tem contato com várias pessoas que perdem filhos, então a gente conhece um pouquinho eh de como a pessoa reage numa situação dessa. Você você viu o sofrimento do pai, né? E você viu você viu o sofrimento da você sentiu algum sofrimento eh no seu íntimo da mãe? e da avó, porque eu não consegui ver. Eu estou, eu estou sendo sincero, eu não consegui ver a avó desde o primeiro dia que ela chegou, ela foi ela mais ativa, vamos falar assim, ela que veio mais na beira do rio, ela que perguntava se a se tinha alguma notícia, se achavam e tal, ela foi mais ativa nesse sentido. A mãe, eh, eu não sei se pela inexperiência a gente, gente, a gente não está para julgar, né? Não, não estamos para julgar. Não está para julgar, mas a mãe, não sei se pela inexperiência de, né, o não ter aquele apego, né, de uma mãe que realmente, ah, eu quero ter um filho, eu quero ser mãe e tal, ela aparentemente não mostra muito e eh aquilo, como é que diz assim, aquela empatia de que uma mãe teria, o desespero que uma mãe teria, talvez que uma mãe disse, a gente não sabe, talvez por N coisas, por ser novinha demais, enfim, eh, ter uma criança. Uma criança cuidando de uma criança, né? Sim. Uma criança cuidando de uma criança. É verdade. É exatamente isso. Um adolescente cuidando de uma criança. Mas Régis, você quando você chegou aí, eu vi a reportagem sua de parabéns, tá? Até utilizei ontem, parabéns. Você fez um apanhado entre a casa e o local onde a mamadeira foi encontrada. Um caminho que para mim, para mim como adulto já seria difícil para um por um bebê de 2 anos. Então é difícil porque naquele momento estava o Alex, que é um de uma outra equipe de reportagem que é amigo meu aqui, que é de uma cidade vizinha, a gente estava junto e o Alex, Alex te acompanhando e a gente mostrando ali naquele momento. Muito difícil o Alex, mesmo que é uma pessoa adulta para passar ali, o local onde eu estou, até onde eu estou aqui agora, para vir até aqui, é difícil o acesso para um adulto passar ali, cairia ali facilmente. Uma criança de 2 anos impossivelmente não iria escorregar, cair. É um local que tem é úmido, tem água, tem um um barranco para se passar, então, enfim, não chegaria aqui, né? Mas óbvio, óbvio, a gente não descarta, porque aonde eles ali aonde começa, que que acontece? É um carro mais fácil para a criança descer. Não estou dizendo que não aconteceu, a gente tem que pensar todas as possibilidades, mas a gente sabe que existe uma dificuldade muito grande para uma criança de 2 anos andar de lá, pisar no cascalho, como a gente filmou, que é cascalho. Esse esse ponto esse ponto que você está agora está começando a falhar um pouquinho o seu som. G é difícil, né? É, a gente está no local difícil. Melhorou, melhorou, melhorou. Então vou ficar mais para cá. Então, no local que a gente estava ali, quando a gente viu, então, dificilmente uma criança de 2 anos, andando no cascalho, chegando nesses locais aqui, difícil acesso, fica a dúvida se essa criança que chegou até aqui. Não que ela não tivesse chegado, gente, a gente eh eh são possibilidades. E quando quando falaram, Régis, da fralda, a fralda, a mãe disse alguma coisa que poderia ser a fralda dele, que não poderia? Família afirmou que afirmou que a fralda era eh que era aquela mesma fralda, a marca, tudo ali, ela afirmar o que era. Eles, né? Eles não viram a fralda em cima. A gente foi colocou foto, tirou vários, pessoal da da civil e a criminalística levou, eles eles citaram que seria assim, mas também há dúvidas, né? Porque como eu disse, é o local que famílias vêm, pescador pesca, não dá para saber. É, é, é difícil, é difícil, é difícil. Hoje, hoje quando, quando a polícia falou sobre o local, sobre estar próximo ali ao rio, fazer esse esse essa caminhada, é ter essa pessoa que teoricamente sumiu, porque ah, o vizinho falou que viu uma pessoa próxima, depois falaram que não tem mais, não tem mais pessoa próxima, que tem várias pessoas. Eh, é uma criança que vai andando para um local que é de difícil acesso. Um, ninguém viu, ninguém sabe. 10 horas, 9:50 da manhã, uma pessoa disse que pode ter visto a criança andando. Aí outra aí 10 horas já some. Aí a avó agora vem falando que dias atrás pegou a criança no mato, como disse: "Ah, ele já está acostumado a fazer isso". Isso para mim não tem, não tem um norte, entendeu? Parece que estão costurando informações. Esse é o meu sentimento. Não, não estou querendo julgar o trabalho da polícia, mas é o que a gente está falando todos os dias aqui. A gente se indaga, a gente se pergunta, eh pessoas comentam, a gente tem eh muitos seguidores, a gente está eh, mas como assim? Como você acabou de ver falar, é um trabalho para para polícia verificar isso tudo e está verificando. Eu eu estive com com os investigadores, com a Aila, com a equipe da Civil, eh eles buscando câmeras de segurança, tentando eh de toda maneira eh encontrar situações. Eu eu estou com um outro uma outra situação. Eh, até eu digo que é, você sabe como é que é corrido e eu tenho que verificar a estão me blipando aqui para mim verificar a situação aqui mesmo da mesma coisa. E a gente vai tentar trazer mais informação sobre isso agora, porque a gente está aqui no local, está fazendo 48 horas e eu não vou poder momento, mas tem algo mais completo. para você WhatsApp. Po, pode ser sim, meu amigo. Pode ser sim. Fechado. Eu vou eu vou aguardar suas informações e a gente vai falando. O que eu souber eu vou passando para você, mas você está aí, você vai saber de tudo sempre antes de todo mundo. Realmente a disputa sempre está trazendo casos assim, na verdade, da vista está aqui novamente, caso guard, né, da desaparecida, pedir a Deus, né, para que eh de uma parte ou de outra, saber onde ela onde ela estava, ficou essa impaci, né? Mas a gente vai estar aqui acompanhando e vai estar levando para suas informações aí, né? E o pessoal que tiver aí, quiser também acompanhar o jornal de Tibagi, acompanhar o Marcondes com a gente, porque acaba tendo uma parceria mesmo estando mesmo local, mas graças à internet, graças à redes sociais que tem esse contato. Eu vou ter que sair agora, infelizmente. Agradeço aí ao convite. Obrigado, Régis. Fica com Deus, meu amigo. A conexão não está legal por conta do do local, mas é muito muito complicado, tá? A gente está ao vivo, ele está próximo ao rio, como vocês viram, o sinal cai. Mas o que o que nós temos hoje, o que nós temos hoje é uma criança desaparecida, 48 horas, informações que não batem, informações que estão desencontradas, eh um pai desesperado, uma família não não que não me parece tanto, mas nós estamos julgando. Cada um age de uma forma diferente. Eh, mas eu vi eu vi o um amigo nosso, o Ricardo Vilcher, fazendo uma entrevista com a família, com a avó e com a mãe. E para todos que ouviram essa entrevista, o sentimento foi que não havia tanto sofrimento, tá? Mas não estou fazendo julgamento nesse momento. Eu estou passando o que foi sentido ali. Não é um julgamento, mas teve uma ausência de emoção. Teve uma ausência de emoção ali. E esse caso para uma criança chegar naquele ponto, nós passamos a reportagem ontem do Régis. Hum. É difícil demais. É muito difícil você conseguir chegar até aquele local, tá? É muito, muito difícil. Eu vou tentar, eu vou ver se eu consigo colocar aqui uma, uma parte de uma reportagem, que eu acho que como meu computador está travando aqui, mas a gente vai tentar fazer, tentar colocar um algo a mais para vocês, tá? Deixa eu ver se eu consigo colocar aqui. Deixa eu ver aqui. Deixa eu ver onde está aqui. Ah, vocês vão entender um pouco mais. Ah, está aqui. Acho que é esse aqui. Tibagi, no Paraná. Uma manhã de quinta-feira que parecia completamente normal se transformou num verdadeiro pesadelo para uma família e para uma cidade inteira. Artur da Rosa Carneiro, de apenas dois aninhos, desapareceu. O sumiço do pequeno Artur não é só mais um caso de criança perdida. É um mistério que desafia as autoridades e parte o coração de todos que acompanham. Mas a pergunta que não quer calar é: Onde estava a mãe nesse momento crucial? A resposta é chocante e triste. A mãe de Artur, Natacha da Rosa, de apenas 15 anos, relatou à polícia que depois de colocar os filhos para dormir, ela também acabou pegando no sono. Foi um cochilo rápido, mas com consequências devastadoras. Quando ela acordou, a porta da casa estava aberta e Artur simplesmente não estava mais lá. A angústia dessa família é a nossa também. Vamos continuar acompanhando de perto. Se você tiver qualquer informação, entre em contato com as autoridades. Tibagi, no Paraná. Uma manhã de quinta-feira.
Então vamos vamos voltar um pouquinho, né? Vamos voltar um pouquinho. Primeiro a mãe, primeiro veio a afirmação que a mãe estava tomando banho. Não é isso? Depois que estava arrumando a casa, também não é isso. Agora estava dormindo. Quem abriu a porta? Segundo ela, o irmão. Tá. Eh, a mãe, a avó não estava em casa. A avó que, na verdade, me parece mais ser mãe, mais mãe do que a avó. A menina de 15 anos estava dormindo. A o o pequeno Artur sai. A própria mãe disse que já teria encontrado o Artur indo em direção ao rio algumas vezes. A avó disse que já encontrou a criança na mata algumas vezes gritando. Todas as informações que levam ali que o Artur não parava, chamou atenção agora nesse momento, tá? Eh, esse sumiço, esse sumiço não me parece que o que a criança desapareceu e caiu no rio. Não me parece. Uma fralda escondida numa árvore, uma madeira jogada num local que dificilmente uma criança ia passar, desviando uma trilha. Hum. Tem mais coisas aí. Tem mais coisas aí que não batem. Eu vi, eu estou vendo aqui, acompanhando, fal conversei um pouco antes com o Ricardo, Ricardo Vilches também, o Régis. Está todo mundo com um sentimento meio diferente, tá? Um sentimento meio diferente com relação a esse caso de que não foi um acidente, tá? Não foi um acidente. Tem tem informações que levam ali a uma outra possibilidade. Talvez a criança tenha sido raptada. Sim, pode ser. Mas não raptada por quem e qual por qual motivo? E se ela foi colocada no rio, quem foi? Quem foi que colocou? Então são informações que não estão diretamente ali fazendo uma conexão muito bem eh muito bem verdadeira. Essa é a palavra. Não queria falar ela, mas essa é a palavra. Então, o que aconteceu verdadeiramente com essa criança, com Artur? Ela se se acidentou, foi um acidente, se perdeu ou pior? A polícia agora trabalha com todas as possibilidades. Ouviu a mãe e avó, principalmente a mãe num dia, ouviu novamente. Perguntou perguntou ao vizinho, o vizinho, por que a mãe disse em sede policial que o vizinho havia dito que tinha uma pessoa estranha numa barraca próxima? A polícia foi então na casa do vizinho e o vizinho disse: "Eu nunca falei isso. Eu nunca disse isso. Como é que pode?" A mãe e a avó falam uma coisa, o vizinho fala outra. Informações estão desencontradas. A verdade, a verdade nunca faz curva, a verdade é sempre reta, né? A verdade disse: "Olha, meu vizinho disse isso." Ou vizinho vai dizer: "Eu disse isso para ela." Agora, se um dos dois fala uma se contradiz, um dos dois está mentindo. Por que uma mentira? Como são 48 horas do desaparecimento de uma criança? 10 horas da manhã. 10 horas da manhã, a criança foi, já foi sendo procurada. 11 horas da manhã ninguém mais achava um bebê de 2 anos que pode, pode muito bem, pode. Ele pode ter ido em direção a uma mata, pode, pode ter ido em direção ao rio, pode. Só que isso é totalmente improvável, tá? É improvável. Aí é totalmente é totalmente é uma formação de descrédito. É isso. Eu estou tendo que segurar muito bem a a as palavras para não imprimir a minha a minha impressão, a minha opinião, né? Eu tenho que falar mais eh de fatos. Mas o próprio Régis, ele está com dúvidas e ali é de lá. Eh, a polícia está com dúvidas. O Ricardo V está com dúvidas. Todos vocês estão com dúvidas. E quando nós vimos agora o Régis mostrando o local, não, não é tão fácil, não é tão fácil saber ali ou acreditar que a criança foi para lá de manhã sozinha, pela manhã, num frio violento, tá? Não é? Vamos ver aqui o que vocês estão achando do caso. A C está achando que a mãe está estranha. É, exatamente. A polícia do Paraná é é sempre assim. É o que está aparecendo, né? Luminol na casa. Acho que é bom passar. Eu acho que é bom passar sim. Luminol na casa. Boa tarde, Marconde. Você e suas moderadoras são nota 1000. Parabéns pela forma de amar ao próximo. Obrigado, Maria Lúcia. Obrigado, obrigado de coração. Ana Paula, minha terapeuta, apoio urgente ao Marcone. Ele precisa de nós. Dê o seu like, façam um Pix, compartilhe e comente para fortalecer. Obrigado. Obrigado, dona Paula. Obrigado, minha amiga. Cláudia, boa tarde a todos. Eles estão dando entrevista de costas, não querem aparecer. Pois é, por que que não querem aparecer? Se eu, se eu, Marcondes, acontece isso com filho meu, uma filha minha, um sobrinho, eu dou minhas caras, porque eu não tenho nada a esconder. Por que que eu vou ficar com medo de aparecer? Eh, Marconde Marques, quantas crianças tinha na casa? Três. Três crianças, tá? Três crianças. Essa a mãe é menor de idade, infelizmente não vai dar em nada. Mais um inocente pagando preço alto, Carolina, é o que está aparecendo, tá? Porque vamos lá, o mínimo, o mínimo nós temos ali negligência. No mínimo nós temos negligência, né? Só que o se aconteceu algo com uma criança, a o próprio ato já é uma pena. Então, o próprio sofrimento já é uma pena. Mas temos ali alguns pontos que chamam atenção, né? A avó falou que a criança sempre estava na rua sozinha. Como é que uma criança de 2 anos fica na rua sozinha, né? Não estou querendo julgar. Cada as famílias têm uma forma ali, tem. Mas como é que como é que a avó fala que já que eu encontrou a criança no mato sozinha gritando e não fez nada? Estava esperando acontecer o pior há pouco tempo atrás. Se a criança com 2 anos, a mãe disse que já já viu ela indo pro mato, que foi chamado por vizinhos e não fez nada, eu estou achando que tem muita coisa que ainda está escondida e que a polícia vai descobrir. Aquela mamadeira daquela daquele local não faz sentido, tá, gente? A criança não ia jogar uma madeira ali. Isso aí. Que a fralda presa na árvore também muito, mas lógico que vamos aguardar os exames que vão confirmar se aquela fralda é da criança, se a mamadeira é realmente da criança e se o sangue encontrado na barraca é ou não da criança. Mas eu acho que essa investigação tem que andar de forma célere, porque tem muita coisa faltando. Tem muita coisa faltando. A mãe disse que acordou 8:30, disse que a criança estava usando calça jeans, se estava dormindo, como sabe qual como é que roupa estava usando? E agora a mãe acordou para outra 10, 10 horas. Exato. Tem muita contradição, né, gente? Tem muita contradição acontecendo. Eh, o Régis saiu agora porque está acontecendo uma uma operação próximo ao rio lá que talvez de um resultado, mas ainda não é certo, tá? Ainda não é certo. Deixa eu ver aqui mais informações estão chegando aqui ao vivo. Nós estamos ao vivo aqui, né? Ã, se a mãe do menino é criança, não responde por seus atos, quem é o responsável pela mãe do menino e por ele? Então, avó. Alguém tem que ser, alguém tem que ser responsável. Avó. Três crianças na casa e essa criança de 15 anos tem quantos filhos? Tem um filho, os outros são irmãos, tá? Tem um filho, os outros são irmãos. Os outros são irmãos. É isso que é isso que está aberto. A verdade é que grande parte das pessoas não se importa com crianças, são mais cuidadosas com animais e bonecas. Hoje está assim. Ah, muita gente está achando que eles estão tem mentira aí no meio. Por isso vai dizer, hum, quantas mães gostariam de ter um filho? Quantas mulheres gostariam de ter um filho? Não conseguem. Ah, não entendi porque eles não querem mostrar o rosto para ver quem deu a mamadeira. Pera aí. Não entendi porque elas não querem mostrar o rosto. Tem que ver quem deu a mamadeira. É, ponto. Como é que a criança pegou mamadeira e saiu andando, né? Como é que a criança saiu andando com a mamadeira? Saiu andando. Eh, sem sem explicação. Eh, gente, quem não quer o filho da produção. Exatamente, Isabel. A avó deu uma entrevista mostrando o rosto, mas agora não quer mais mostrar. Está muito estranho esse caso, completamente muito, muito estranho mesmo. Mas e vocês o que estão achando? Vocês o que estão achando de verdade? Digam, por favor. Escrevam aqui nos comentários que eu já tenho uma opinião quase que formada, né? Está muito estranho. Tem que pressionar a família. Se o menino tem 2 anos, ela teve filho aos 13. Exatamente. Ou seja, uma criança. Essa avó sabe de toda a verdade. Sim, ela foi, ela foi menor. E o pior é que o pai também é menor de idade. O pai também é. Os dois são menores. Pela foto. A mata é fechada. Não, mas tem tem uma descida. Tem uma descida, né? Eh, deixa eu ver se eu consigo botar para vocês aqui. Deixa eu ver se eu consigo botar para vocês aqui o caminho, tá? Que aí vocês vão ver. Acho que esse aqui dá para botar. Pera aí, vou botar aqui o caminho de ontem que vai ser melhor para vocês entenderem. Botar aqui rapidinho para vocês que aí vai ser fácil para o entendimento, tá? Vou adiantar aqui, ó. Espera uns minutinhos aqui, ó. Ó, esse é o caminho que teoricamente foi feito pela criança. Botar aqui no finalzinho. Pronto. Aqui vocês podem ver o caminho que essa criança fez. Vamos, vamos, vamos aqui acompanhar para você ter uma ideia. Olha, olha a distância que esse menino percorreu. Eu vou, eu vou fazer o caminho todo, percorrer todo o caminho aqui para vocês terem uma ideia da distância que essa criança percorreu. Uma criança distante. Outro ponto. Outro ponto, né, gente? Não tem pegada nenhuma. Não vimos pegada nenhuma próxima mamadeira, próximo ao rio. Nenhuma pegada. Ninguém achou pegada nenhuma. Não sumiu, né? Até porque ali até próximo ao rio tem lama, tem tudo e não tem nada de pegada de criança. Descalça, percorrendo um caminho gigante. Aí a equipe da Polícia Civil aqui também. Então vamos aqui acompanhar. Vou eu vou andar aqui com vocês. Eu vou caminhar aqui para vocês terem a ideia do da distância. Aqui a gente está subindo, mas eu vou lá no primeiro ponto lá na casa. A gente vai começar lá na casa e vai descer aqui. Pessoal que está acompanhando, compartilha a live, eh, fica com a gente. Talvez uma das matérias mais eh dramáticas, né? E a gente está acompanhando tudo. Eu vou subir, gente. Olha, é uma subidinha a pé e e é longe para gente que já é adulto, né? É longe para dar. É uma caminhada boa. Para você ter uma noção que eu já estou cansado. E o chão, olha o chão é cascalho. Vamos lá tomar fôlego para subir e descer de novo. Vou mostrando para vocês. Vamos lá, pessoal que está acompanhando para entender. Vamos lá. Vamos chegar aqui para vocês. Acho que até agora nenhuma nenhuma rede TV mostrou o trajeto todo. Então, vamos estar aqui, ó. A gente está mostrando para você o trajeto que a criança fez, se ela realmente foi até a água. Vamos respirar um pouco. Aí, ó. Então aqui nesse ponto é cansativo. Vamos lá. Então, aqui é a casa da família. Ali está a mãe da criança, a avó da criança. E foi aqui neste ponto que a criança saiu de manhã. Aí, segundo algumas informações de um entregador, vai mais calma do entregador por volta de, segundo ele, por volta de 9:30, 9:30, esse entregador se deparou aqui, ó, um pouquinho mais para cá, com uma criança brincando. E aí, por toda essa busca na mata. Pessoa pode ver como é que é a mata aqui, ó. Ó. Então, 9:30 da manhã falaram que essa criança estava andando por esse local, onde tem aqui alguns vizinhos, mas são poucos. Quando foi 11 horas, a mãe ligou para a avó que trabalha no Recicla, comentando que a criança estaria desaparecida. Nesse momento já os parentes, os amigos já estavam fazendo buscas, buscando na mata, buscando nos locais. Viram, né? Viram toda a dificuldade. Bem, eh vamos continuar acompanhando, vamos continuar falando com as pessoas de Tibagi e vamos descobrir a verdade desse caso. Então, por favor, continue acompanhando aqui o canal. Quem puder, compartilhe, se inscreva, se torne membro. Quem puder abençoar o canal pela chave Pix, eu agradeço porque faz a diferença enorme aqui no trabalho, tá bom? E é isso, nos encontramos ou amanhã com o Dr. Roberto Guastelli ou hoje à noite se tivermos novidades, tá bom? Fiquem com Deus e até daqui a pouco.