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7 SINAIS DE UMA PESSOA REALMENTE PODEROSA (O QUE OS LIDERES FAZEM EM SILENCIO)

POSICIONE-SE23:07

Transcription

Como identificar uma pessoa realmente poderosa?

Existe um erro que a maioria das pessoas comete quando tenta identificar alguém que realmente é poderoso. Nós fomos condicionados a acreditar que poder tem a ver com cargo, tem a ver com dinheiro, tem a ver com fama ou até influência nas redes sociais.

Mas depois de quase 20 anos trabalhando com comunicação de líderes, de executivos, de empresários, de médicos, de advogados, de profissionais que ocupam posições estratégicas, eu posso afirmar uma coisa com muita segurança. As pessoas mais poderosas que eu conheci, dificilmente eram as mais barulhentas da sala. Na verdade, muitas delas quase passavam despercebidas quando entravam em um ambiente. Elas não precisavam chamar a atenção, sabe, discretas. A atenção simplesmente acontecia.

Isso acontece porque tem uma diferença enorme entre parecer poderoso e realmente ser. Quem precisa demonstrar poder o tempo inteiro, normalmente tá tentando convencer os outros. Quem realmente possui poder não precisa convencer ninguém. A própria postura comunica isso e é exatamente sobre isso que nós vamos conversar hoje.

Ao longo desse vídeo, eu vou mostrar os sinais que revelam uma pessoa verdadeiramente poderosa. Os sinais que você pode observar em líderes, em empresários, em executivos, em profissionais que conquistaram respeito sem precisar elevar a voz, sem intimidar as pessoas ou até transformar qualquer conversa numa disputa. E enquanto eu explico esses comportamentos, eu quero que você faça um exercício. Não pense apenas naquelas pessoas que você já admira. Pense em você. Quantos desses comportamentos já fazem parte do seu posicionamento e quais deles você ainda precisa desenvolver? Porque a boa notícia é que presença executiva não nasce com ninguém, ela é construída.

Se esse tipo de conteúdo faz sentido para você, aproveite para se inscrever aqui no canal. Posicione-se. Toda semana eu compartilho estratégias sobre comunicação, sobre posicionamento profissional, influência e presença executiva. Para quem deseja ser lembrado, não apenas pelo que sabe, mas pela forma como faz suas ideias serem respeitadas.

Vamos ao primeiro sinal. E o primeiro comportamento de uma pessoa realmente poderosa é que ela não sente necessidade de vencer todas as discussões. Observa uma reunião corporativa. Sempre tem aquela pessoa que interrompe os colegas. Eu tenho certeza que agora você tá lembrando até de alguns exemplos que responde mesmo quando não é perguntado, que tenta provar o tempo inteiro que está certa. Ela transforma qualquer divergência numa competição. E existe um motivo para isso. Quem depende de estar certo o tempo todo, normalmente depende disso para validar o próprio valor. Já uma pessoa segura não precisa ganhar cada debate. Ela tá muito mais preocupada em resolver o problema do que em alimentar o próprio ego.

E tem uma frase que eu gosto bastante: Pessoas inseguras discutem para vencer. Pessoas influentes conversam para construir. Veja a diferença. Uma quer ter razão, a outra quer gerar resultado. E é essa diferença que muda completamente a percepção que as pessoas têm dela. Os líderes mais respeitados que eu acompanhei ao longo da minha carreira raramente eram os que falavam mais. Eles eram aqueles que conseguiam ouvir opiniões diferentes sem sentirem ameaçados. Eles conseguiam mudar de ideia quando percebiam um argumento melhor, sem nenhum problema. E, principalmente, eles não transformavam a reunião num palco para provar inteligência, sabe? Isso exige maturidade, porque é muito fácil reagir. Difícil é responder com equilíbrio, com parcimônia. Talvez uma das maiores demonstrações de poder seja justamente conseguir controlar a própria necessidade de provar alguma coisa. Quanto menos você precisa provar, mais autoridade vai transmitir.

E isso nos leva ao segundo sinal. Pessoas realmente poderosas fazem perguntas melhores. Você é bom de perguntas? A maioria das pessoas entra numa reunião já pensando: "O que que eu vou falar?" Mas quem exerce influência entra pensando assim: "Qual pergunta pode mudar o rumo dessa conversa?" Essa é uma mudança enorme de perspectiva, porque perguntas inteligentes revelam repertório. Elas demonstram curiosidade, demonstram visão estratégica e faz as outras pessoas pensarem.

Imagine duas situações. Na primeira, alguém fala durante 5 minutos tentando mostrar tudo que sabe, trazendo o detalhe do detalhe do detalhe. Na segunda, a outra pessoa traz apenas uma pergunta: "O que pode acontecer se nós não resolvermos isso nos próximos seis meses?" Percebeu a diferença? Uma boa pergunta reorganiza o pensamento de toda a equipe. É por isso que grandes líderes perguntam muito. Eles não perguntam porque eles não sabem, porque sabem pouco. Eles perguntam porque querem ampliar a qualidade das decisões. Eu costumo dizer que respostas impressionam, perguntas transformam.

E existe uma habilidade que separa profissionais comuns daqueles que ocupam posições mais estratégicas na empresa. É a capacidade de fazer perguntas que ninguém havia pensado. Ao invés de perguntar apenas quanto custa, eles perguntam: "Quanto custa não fazer?" Ao invés de perguntar quem errou, eles perguntam: "O que no processo permitiu que isso acontecesse?" Ao invés de perguntar quem é o culpado, eles perguntam: "Como evitamos que isso repita?" Perceba como muda completamente o nível da conversa?

O terceiro sinal talvez seja um dos mais difíceis de desenvolver. Pessoas realmente poderosas controlam as próprias emoções. E eu não estou falando de esconder sentimentos, eu estou falando de inteligência emocional, porque qualquer pessoa consegue manter calma quando está tudo dando certo, não é? O verdadeiro teste acontece quando alguém critica alguma ideia, quando uma negociação não sai como esperado, quando um cliente diz não, quando um colega interrompe você, quando um projeto importante, puxa, dá errado. É nesses momentos que a maturidade aparece.

Observe grandes líderes durante entrevistas difíceis. Eles recebem perguntas que são desconfortáveis, são provocados, são pressionados e ainda assim mantém o mesmo ritmo de fala, a mesma postura, o mesmo tom de voz. Isso não significa ausência de emoção, significa domínio sobre ela. Tem uma frase que eu gosto de repetir pros meus mentorados: "Quem controla as próprias emoções dificilmente será controlado pelas emoções dos outros." Essa é uma habilidade extremamente rara, porque quando alguém perde o controle, normalmente entrega também o controle da situação pro outro.

Pense nas pessoas que mais marcaram a sua carreira. Provavelmente não eram aquelas que explodiam durante qualquer problema, eram aquelas que conseguiam transmitir segurança, justamente quando todos estavam inseguros. E tem uma pessoa que eu não posso deixar de falar que tinha exatamente esse perfil, que é minha mãe. Minha mãe sempre foi essa pessoa que comunicava com serenidade, que sabia acolher, que sabia falar no momento certo, que sabia motivar o tempo todo. E como eu carrego isso na minha vida todos os dias? A serenidade comunica poder, muito mais do que intensidade, muito mais do que argumento, muito mais do que agressividade, muito mais do que você tentar parecer forte. A verdadeira força transmite calma.

E tem uma explicação muito interessante para isso. O nosso cérebro, ele associa a estabilidade emocional com competência. Quando alguém permanece equilibrado sob pressão, automaticamente nós interpretamos aquela pessoa como alguém mais preparado para lidar com situações complexas. E essa percepção aumenta a influência. Por isso, antes de responder rapidamente uma crítica, faça uma pausa. Antes de interromper alguém, respire. Antes de reagir, organize o seu pensamento. A pausa muitas vezes comunica mais autoridade do que a sua resposta imediata. E esse talvez seja um dos hábitos mais elegantes que você pode desenvolver na sua comunicação profissional, no seu posicionamento.

E existe um comportamento que costuma surpreender muita gente. As pessoas realmente poderosas, elas não competem por atenção. Nós vivemos em uma época em que parece que tem uma disputa constante para ver quem aparece mais, quem fala mais alto, quem tem opinião mais forte ou quem consegue chamar mais atenção. Mas quando você observa líderes realmente influentes e percebe exatamente o contrário, eles não entram em uma sala pensando como que eu posso ser notado, eles entram pensando como posso agregar valor. Essa mudança de foco, de mindset, transforma completamente a forma como são percebidos.

Quem busca atenção o tempo todo, normalmente transmite uma necessidade de validação. Já quem busca contribuir transmite segurança. E segurança é uma das bases da autoridade. Pense naquela pessoa que interrompe todo mundo para contar uma história sobre ela mesma. Claro. Alguém compartilha uma conquista e ela imediatamente responde: "Ah, isso me lembra quando eu..." Você conhece alguém assim? "Eu conheço várias." São pessoas que, sem perceber, colocam a própria necessidade de aparecer acima da conversa. Agora pense em alguém que faz exatamente o contrário, que escuta com atenção, que valoriza a ideia do outro, que só fala quando realmente tem algo relevante para acrescentar. Qual dessas pessoas desperta mais respeito? Eu tenho certeza que é a segunda, porque a autoridade não nasce da quantidade de palavras, ela nasce da qualidade da presença.

Eu costumo dizer aos meus mentorados que uma das formas mais rápidas de perder a autoridade é sentir a necessidade de opinar sobre tudo. Quem realmente tem repertório sabe que não precisa dominar todas as conversas. Aliás, essa é uma característica muito interessante das pessoas maduras profissionalmente. Elas não têm medo do silêncio e isso leva ao próximo sinal.

Pessoas realmente poderosas escolhem muito bem as palavras. Existe uma diferença enorme entre falar bastante e comunicar bem. Quanto mais responsabilidade alguém assume dentro de uma organização, mais importante se torna a clareza. Grandes líderes não complicam, eles simplificam. Enquanto muitas pessoas usam palavras difíceis para parecer inteligentes, quem realmente domina um assunto consegue explicá-lo de forma simples. Isso exige muito mais conhecimento.

Pense em uma reunião. Uma pessoa fala durante 15 minutos e ninguém entende exatamente qual era a proposta. Outra fala durante 2 minutos e toda a equipe sabe exatamente qual que é o próximo passo. Quem exerceu mais influência? A segunda, porque comunicação não é sobre quantidade, é sobre direção. É por isso que profissionais de alta performance costumam usar frases muito objetivas. Em vez de dizer: "Eu queria aproveitar esse momento para compartilhar algumas reflexões que talvez possam contribuir para essa discussão." Eles dizem assim: "Eu tenho três recomendações." Percebe como muda? Em vez de, na minha humilde opinião, eles dizem, minha recomendação é não é arrogância, é clareza.

Existe uma elegância muito grande em quem consegue transmitir segurança sem exagerar nas explicações. Aliás, um dos hábitos que mais enfraquecem a autoridade é justificar absolutamente tudo. Quanto mais uma pessoa sente necessidade de explicar cada decisão, mais transmite insegurança. Isso não significa ser frio, ser distante, significa comunicar com objetividade. E objetividade é respeito pelo tempo das outras pessoas.

Outro comportamento que chama muito a minha atenção nas pessoas realmente poderosas é que elas sabem proteger a autoestima de quem está ao redor. Esse talvez seja um dos sinais mais bonitos da verdadeira liderança. Infelizmente ainda existe quem acredite que autoridade se conquista intimidando pessoas, mas acontece exatamente o contrário. Os profissionais mais respeitados que eu conheci faziam questão de preservar a dignidade das pessoas, mesmo quando precisavam corrigir um erro.

Pensa num líder diante de uma falha da equipe. Ele pode constranger essa pessoa na frente de todo mundo ou pode chamar em particular, orientar, ensinar e fortalecer a confiança. Os dois corrigiram o erro, mas apenas um fortaleceu a relação. E é exatamente por isso que grandes líderes deixam marcas positivas por onde passam. Eles entendem que liderança não é sobre diminuir pessoas, é sobre desenvolver pessoas.

Existe uma cena que ficou muito conhecida recentemente e que ilustra isso de forma brilhante. Durante uma entrevista coletiva, uma jornalista que tava com dificuldade ali de formular uma pergunta em outro idioma e o treinador, o Ancelote, ele percebeu o desconforto dela imediatamente. Ele poderia simplesmente esperar, poderia corrigir, poderia demonstrar ai impaciência. Ele escolheu outro caminho com leveza, fez brincadeiras dizendo que o inglês dele não era perfeito. Naquele instante, ele tirou o peso do erro e desenvolveu segurança para aquela profissional. Talvez a maioria das pessoas tenha visto apenas uma atitude educada do Ancelote. Eu vi um comportamento típico de alguém emocionalmente poderoso. Porque quem é seguro não precisa expor a fragilidade do outro para parecer maior. Muito pelo contrário, quanto maior a sua autoridade, maior tende a ser a sua generosidade.

E existe uma frase que eu gostaria que você guardasse: Pessoas pequenas precisam diminuir outras pessoas. Pessoas grandes fazem outras pessoas crescerem.

Agora chegamos a um comportamento que na minha opinião é um dos mais sofisticados da presença executiva. As pessoas realmente poderosas não tem pressa para responder. Repare como a nossa sociedade valoriza resposta rápida e imediata. Parece que pensar antes de falar virou até um sinal de despreparo. Mas não é. Os profissionais mais estratégicos que eu acompanhei tinham o hábito de fazer pequenas pausas antes de responder perguntas importantes. Eles ouviam, processavam a informação, organizavam o raciocínio e só então começavam a falar. Essa pausa transmite uma mensagem muito poderosa. Ela comunica que aquela pessoa valoriza as próprias palavras. Ela não responde para preencher o silêncio, ela responde para gerar direção.

É muito comum durante as mentorias eu trabalhar exatamente esse comportamento. Muitos profissionais excelentes enfraquecem a própria imagem porque respondem rápido demais. Começam a frase sem saber onde ela vai terminar. pensam enquanto falam, voltam atrás, acrescentam explicações desnecessárias e tudo isso gera ruído. Por outro lado, quando você aprende a fazer uma pequena pausa, organizar três ideias principais, só três, e então responder, a sua comunicação muda completamente. Você transmite segurança, maturidade, controle e essas três características costumam ser imediatamente associadas à liderança. Por isso, da próxima vez que alguém fizer uma pergunta difícil numa reunião experiente, não responda imediatamente. Respire, faça uma pequena pausa, olhe pra pessoa e então comece. Você vai perceber como essa simples mudança altera completamente a percepção que os outros terão da sua presença.

E tem um último comportamento que eu quero compartilhar antes da nossa reflexão final. As pessoas realmente poderosas têm coerência. Elas não precisam convencer ninguém porque suas atitudes fazem isso, fazem esse trabalho. Existe um alinhamento entre aquilo que dizem e aquilo que fazem, entre a imagem que projetam e as decisões que tomam, entre o discurso e a prática. Essa consistência gera confiança. E confiança é o ativo mais valioso que um profissional pode construir. Porque reputação não nasce de um grande discurso, nasce da repetição de pequenos comportamentos. é a forma como você trata as pessoas, cumpre os prazos, chega as reuniões, escuta, responde, se posiciona, tudo comunica, tudo constrói percepção. E percepção no ambiente profissional muitas vezes vale mais do que currículo.

É por isso que a presença executiva não é um conjunto de técnicas isoladas, é o resultado da coerência entre comunicação, entre comportamento, postura e valores. E é exatamente sobre isso que eu quero conversar com você na parte final desse vídeo. Existe uma característica que para mim separa definitivamente as pessoas que apenas ocupam posições importantes daquelas que realmente exercem influência. Elas sabem dizer não. E talvez você esteja pensando que isso não tem relação com poder, não, Fernanda, mas tem. Muita gente acredita que ser influente é agradar todo mundo, é aceitar todos os convites, é participar de todas as reuniões, é responder todas as mensagens imediatamente, concordar com todo mundo. Mas isso não é influência, isso é falta de prioridade.

Quanto mais uma pessoa cresce profissionalmente, mais ela entende que cada sim representa um não para outra coisa. Quando você diz sim para uma reunião desnecessária, você está dizendo não para um projeto importante. Quando você diz sim para uma demanda que não faz sentido, está dizendo não ao seu tempo, a sua energia e muitas vezes aos seus próprios objetivos. As pessoas realmente poderosas não dizem não por arrogância, elas dizem não porque tem clareza sobre aquilo que realmente importa. E existe uma forma elegante de se fazer isso, sem agressividade, sem culpa, sem precisar justificar excessivamente, porque quem transmite autoridade não sente necessidade de convencer o outro de que a sua decisão é válida. Ela apenas comunica essa decisão com respeito.

Esse é um comportamento que eu vejo com frequência entre grandes executivos. Eles não vivem apagando incêndios, não. Eles vivem protegendo prioridades. E isso vale pra comunicação também. Você não precisa responder tudo. Você não precisa participar de todas as discussões. Você não precisa ter opinião sobre todos os assuntos. Escolheram de investir a sua energia também é uma demonstração de maturidade.

E chegamos ao último sinal e talvez o mais importante de todos. As pessoas realmente poderosas não tentam impressionar. Pense nas pessoas que mais marcaram a sua trajetória profissional, aquelas de quem você realmente se lembra. Provavelmente elas não eram as mais extravagantes, não eram as que falavam mais alto, não eram as que faziam questão de mostrar os títulos, os cargos e conquistas o tempo inteiro. Eram aquelas que transmitiam tranquilidade, mesmo numa situação difícil, pareciam confortáveis com o que elas eram. Não precisavam provar inteligência, não precisavam disputar protagonismo, não precisavam convencer ninguém do próprio valor. Porque pessoas seguras não constróem autoridade falando sobre si mesmas. Elas constróem a autoridade pela forma como fazem os outros se sentirem. E isso muda completamente a maneira como somos lembrados.

Tem uma pergunta que eu gosto de fazer pros meus mentorados. Quando você sai de uma reunião, as pessoas lembram do que você falou ou lembram do impacto que a sua fala gerou? Tem uma diferença enorme entre ser notado e ser lembrado. Ser notado pode durar alguns minutos, mas ser lembrado pode transformar uma carreira. É por isso que comunicação de autoridade nunca foi sobre falar bonito, nunca foi sobre usar palavras difíceis, nunca foi sobre decorar técnicas, ela sempre foi sobre gerar confiança. Porque no ambiente profissional, confiança abre portas que competência sozinha nem sempre consegue abrir.

E aqui está uma verdade que poucas pessoas têm coragem de dizer. Competência é essencial, mas competência invisível raramente é reconhecida. Ao longo da minha carreira, eu acompanhei esses profissionais que continuavam sendo ignorados em reuniões. Eu vi especialistas extremamente preparados perderem promoções para colegas tecnicamente inferiores. Não porque sabiam menos, mas porque conseguiam comunicar melhor, conseguiam transmitir mais segurança, mais clareza, mais direção. A forma como você comunica influencia diretamente a forma como as pessoas percebem o seu valor. E percepção constrói reputação. Reputação constrói oportunidades. É por isso que desenvolver presença executiva deixou de ser um diferencial. Hoje é uma necessidade para qualquer profissional que quer crescer.

Talvez durante esse vídeo você tenha se identificado com alguns comportamentos. Talvez tenha percebido que já consegue manter calma sob pressão ou que até faz boas perguntas. talvez tenha entendido que ainda precisa desenvolver mais objetividade ou ainda aprender a dizer não, sem culpa, ou fortalecer a sua presença em reuniões importantes. E sabe qual é a melhor notícia? Nenhuma dessas habilidades depende da sua personalidade. Elas podem ser aprendidas, podem ser treinadas e, principalmente desenvolvidas de forma intencional.

Foi exatamente por perceber essa necessidade que eu criei o mastermind de presença executiva. Posicione-se. Durante muitos anos eu acompanhei profissionais individualmente e ainda acompanho. Vi carreiras serem transformadas quando a comunicação mudava. Vi pessoas que eram interrompidas passarem a conduzir reuniões com segurança. Vi profissionais que evitavam apresentações se tornarem referência dentro das empresas. vi empresários fecharem contratos maiores porque aprenderam a comunicar valor em vez de apenas ficar apresentando serviço. E eu percebi que existia um caminho, um método, um conjunto de comportamentos que eu poderia ensinar.

Em agosto, eu vou abrir uma nova turma do meu Mastermind, o Mastermind coletiva e que você pode conhecer ainda outras pessoas e investir no seu posicionamento. Será um acompanhamento próximo comigo, não apenas um curso para você ficar assistindo. É um processo de desenvolvimento, uma trilha. Nós vamos trabalhar comunicação executiva, posicionamento profissional, influência, presença, construção de autoridade e todos esses comportamentos que fazem com que um profissional seja lembrado e respeitado. Porque conhecer esses sinais é importante, mas incorporá-los ao seu comportamento é o que realmente transforma uma carreira.

Se você sente que chegou a hora de construir uma presença que reflita o seu verdadeiro potencial, eu quero fazer esse convite. Acompanhe as informações aqui na descrição do vídeo e já entre no nosso grupo do WhatsApp para receber recomendações diferentes das que eu compartilho nas redes sociais. Nos vemos muito em breve. Um forte abraço.