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Olá, muito boa tarde! Seja bem-vindo. Estamos começando aqui mais uma edição do Jornal da Oeste. Hoje é segunda-feira, dia 2 de dezembro de 2024. Obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. E antes de tudo, já peço que você vá curtindo. Não esqueça, não deixe de dar likes aqui pra gente. Um gesto simples da sua parte, mas que é muito importante para nós. Ajuda a levar adiante o conteúdo da revista Oeste, hein?
Vamos aos destaques da edição de hoje: Donald Trump ameaça tarifas de 100% contra países do Brics se insistirem em substituir o dólar americano. A Rússia responde e diz que a ideia foi de Lula. Empresário que doou R$ 1 milhão de reais para campanha petista critica o governo e diz para Gabriel Galípolo: "Estamos ferrados". E ainda, o casamento do Ministro Flávio Dino com Daniela Lima, que teve direito à cantoria do presidente do STF, Roberto Barroso. Esses e outros destaques agora no Jornal da Oeste.
A gente começa com a notícia de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pode impor uma tarifa de 100% aos países membros do Brics, caso o bloco confirme a substituição da moeda americana por uma nova em transações comerciais. A declaração foi dada na rede social do republicano, a Truth Social. Abre aspas: "Eles podem procurar outro otário. Não há chance. Qualquer país que tente deve dar adeus aos Estados Unidos." Fecha aspas. O Brasil tem sido um dos principais defensores da proposta que busca a independência do dólar americano e tem como objetivo fortalecer o banco do Brics, hoje presidido pela ex-presidente brasileira Dilma Rousseff.
E já veio a resposta da Rússia. Como resposta a essa fala de Donald Trump, no final de semana, a Rússia atribuiu essa ideia ao presidente brasileiro, Lula. O Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, declarou que a ideia de criar uma moeda única para o Brics, para competir com o dólar, foi do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a iniciativa teria acontecido na cúpula do bloco em Joanesburgo, em 2023, sobre sistemas de pagamentos alternativos. Durante uma entrevista ao próprio Brics, o ministro russo disse acreditar que Lula fará questão de que esse tema seja uma das prioridades.
Vamos repercutir aqui com os nossos comentaristas. Estão comigo hoje aqui no Jornal da Oeste, o Bruno Musza e a Dra. Cátia Magalhães. Musa, começando contigo, boa tarde! O que nos diz dessa ideia e da resposta do Donald Trump?
Boa tarde, Brown. Boa tarde, Dra. Cátia, todos que nos escutam. Bom, vamos lá. Como eu sempre falei sobre essa moeda, eu acredito que criou-se um ruído muito grande, mas que depende de uma série de fatores para que eventualmente uma moeda dos Brics fosse realmente uma moeda corrente. Primeiro de tudo, hoje, depois que nós terminamos com a conversibilidade do dólar e ouro lá em 1971, com Richard Nixon, basicamente o que acontece é que o que dá lastro pras moedas hoje é a confiança. Nós temos, principalmente na nossa geração, todos nós que estamos vivos aqui, uma confiança numa crise severa no ouro, no dólar, né? Agora, criando um movimento de Bitcoin, não importa, isso a gente pode discutir mais adiante. Mas a verdade é que você não tem uma confiança em moedas onde esses países passam a ter, principalmente, controle de capital. De um lado, você tem o Brasil que, agora, convenhamos, a Rússia jogou o Lula na fogueira, né? Olha, todos queríamos quando chegou alguém que coloca respeito na sala, como é o Donald Trump. Eles começam a largar cada um a Deus dará. A ideia foi dele? Não, a ideia foi do outro. Ora, não é bem assim que eu queria. Então, quando a gente vê uma moeda que não tem o devido par e a devida confiança dos agentes econômicos que a utilizam, mesmo se te obrigassem a negociar entre Brasil e China numa devida moeda, aquelas pessoas que recebessem essa moeda, o iuan, por exemplo, trocariam por dólar, trocariam por qualquer outra moeda com mais confiança. A gente tá vendo um processo de fuga de investimento da própria China por conta do controle de capital. Você não vai deixar o teu dinheiro num lugar onde você não sabe quais são as regras e essas regras podem ser alteradas e, de repente, o país não mais permitir que você tire o capital de lá. Portanto, é um buraco muito mais embaixo do que simplesmente vir a público e falar que queremos criar uma moeda dos Brics. Ainda mais hoje em dia, com moedas descentralizadas e começando a mover a janela de Overton pro lado das pessoas buscarem as suas liberdades individuais e a sua liberdade econômica. O processo deles é mais difícil e a gente vê a Rússia simplesmente fazendo isso, jogando o Lula na fogueira sozinho. A ideia é tua, lide com ela agora.
Pois é, e por enquanto, nenhuma reação do governo brasileiro. O Lula também não desmentiu essa informação dada aí pelo chanceler russo. Dra. Cátia Magalhães, e pelo que a gente viu, ficou furioso, hein? O Donald Trump, naquela postagem que a gente mostrou, ele fala: "Procurem outro otário". Foi muito duro, né? Ele falou que os Estados Unidos não vão mais ficar assistindo. Acabou essa era em que os Estados Unidos vão ficar vendo os Brics discutirem outra moeda alternativa ao dólar. "Procurem outro otário". Acabou. Termos muito duros. O que a senhora tá projetando aí de relacionamento, não só nessa questão, mas em outras áreas também, entre Donald Trump e Lula, nesse período em que vão convergir as presidências deles nos Estados Unidos e aqui no Brasil?
Boa tarde, doutora. Boa tarde, Brown. Boa tarde, Musa. Boa tarde, espectadores. O que tudo indica, Donald Trump chegou para fazer valer, para tornar a América grande de novo. E grande no sentido de um país que retome a sua liberdade, a sua democracia liberal, mais que tradicional, sendo a maior democracia liberal do mundo. Mas o que tudo indica, pessoal, Trump e Lula virão a se estranhar bastante. Quem diria? Nós, o anão diplomático, né? Um país até pouquíssimo tempo sem qualquer relevância. E aí entramos no Brics, né? Uma ala que tem várias ditaduras. E ditaduras são países extremamente perigosos, inclusive em termos de economia, porque são países que centralizam na figura de um ditador, de um governante autoritário, decisões que nos livres mercados são tomadas por agentes privados, são descentralizados. Então, esses países são extremamente perigosos, carecem de transparência. Aí vemos Lula tradicionalmente alinhado a ditaduras. Lembremos um fato que foi muito censurado durante a corrida eleitoral de 22: Lula foi um dos fundadores do Foro de São Paulo, ao lado do outro ditador, Fidel Castro. Então, a afinidade dele, mesmo não é nem nunca foi com os Estados Unidos, muito pelo contrário. O discurso histórico tradicional do PT, desde sua fundação, é de um antiamericanismo bastante tacanho. Então, acredito que eles vão se estranhar um bocado, não só em relação à moeda, em relação às nossas questões judiciárias, que temos visto conflitos já bem latentes, a possível perda de visto por parte de ministros de togados supremos nossos que escancaradamente desrespeitam as liberdades individuais, impõem mordaça. Então, o que tudo indica, o mundo novamente caminha para uma guerra fria 2, em que você tem de um lado o mundo livre, com todos os seus defeitos, com todos os seus problemas daí advindos, mas onde as pessoas têm liberdade de comércio, liberdade de expressão, e um mundo, um bloco extremamente autoritário ao qual, infelizmente, o Brasil de Lula tem se filiado.
E olha, outra informação: o presidente do grupo Cozan, Rubens Ometo, um dos maiores doadores de dinheiro ao Partido dos Trabalhadores, fez críticas ao governo federal. O empresário do agro, que deu R$ 1 milhão de reais para a campanha de Lula, se dirigiu ao futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em um evento do Esfera Brasil e resumiu o cenário econômico do país com a frase: "Estamos ferrados". "A gente tá numa situação muito difícil porque, quando você é empresário, você vê tudo o que tá acontecendo. Você vê claramente uma política de partido, né, de não reduzir. E porque tá muito fácil resolver, é só resolver o problema do déficit. Tudo se assenta, mas eles não querem fazer isso. Desculpe o francês, nós estamos ferrados."
Bruno Musza, volto aí contigo. O que achou desse desabafo, dessa crítica feita pelo Ometo?
Bom, vamos lá. Eu acho que a gente chegou num ponto onde, na minha opinião, nunca deveríamos ter ficado calados. E eu acho que esse é um movimento que, pelo menos nós, da revista Oeste, nós individualmente aqui fizemos. Eu levo tranquilamente isso, então me sinto na paz em dar essa minha opinião. A elite brasileira, generalizando, não gosto de qualquer tipo de coletivização, mas no geral, esses empresários muito próximos ao Rei adoram falar que gostam do livre mercado. Aliás, foi o livre mercado que permitiu que eles chegassem no tamanho que eles chegaram. Mas quando eles estão próximos ao Rei, eles adoram pedir reserva de mercado e subsídio e protecionismo para eles mesmos. Doou R$ 1 bilhão de reais para esse governo, governo formado por corruptos históricos que compraram fundos de pensão, que mantiveram o país com uma falta de crescimento de produtividade, pessoas à margem de educação por décadas, e doou esse montante para um governo historicamente corrupto que só pôde voltar por determinadas condições complicadas que a gente já sabe o que fez o Lula poder voltar à presidência nacional. Agora, o empresário desse, que para mim é um irresponsável, ele e tantos outros que permitiram, independente do opositor, esquece, goste ou não, quem era a disputa lá em 2022, colocar um governo como o do Lula, que sempre foi o que foi, como a Dra. Cátia falou há pouco, um dos fundadores do Foro de São Paulo, junto com Fidel Castro, ditadores. Eles permitiram e financiaram esse governo para voltar ao Brasil. Não tem mais espaço para esses empresários terem tamanha voz e não serem ridicularizados ou serem até mesmo cobrados pela irresponsabilidade que eles jogaram o país. Agora, chega a ser uma piada, mas infelizmente uma piada de muito mau gosto.
Agora, doutora, o que chama atenção justamente é esse histórico, né, do empresário que foi apoiador, participou diretamente da campanha, dando R$ 1 milhão de reais. Não é uma quantia pequena, não. Ele deixou R$ 1 milhão de reais na campanha petista e agora se volta com críticas. Mas será que não é tarde demais para essa reação? Afinal de contas, tudo que tá acontecendo e a condução da política econômica não foge muito ao histórico do Partido dos Trabalhadores, né? As medidas econômicas estão em linha com as que foram adotadas nas gestões anteriores do próprio Lula e da Dilma Rousseff. O que explica essa reação tão tardia, digamos assim?
Doutora, olha, inexplicável e inescusável. Tudo que eu posso dizer que é inescusável, como tão bem colocou o Musa, Lula nunca enganou ninguém. Lula é um defensor histórico de um Estado inchado, é um anti-americano por excelência, é uma pessoa que sempre flertou com linhas extremamente autoritárias, inclusive do marxismo, como, por exemplo, o estalinismo, maoísmo. Existem esses tipos todos dentro do PT, dentro das universidades que apoiam o PT, reitero, desde a sua fundação. Então, inescusável, inescusável. Como um empresário milionário, extremamente experiente, esse senhor não chegou ontem ao mundo dos negócios. Ele sabe quem é Lula. E aí você achar a bandeira de que uma figura tão autoritária quanto Lula, ligado a Fidel Castro, Chávez, ao pior da escola do mundo, e contrário oponente figadal do mundo livre, você ar a narrativa hipócrita, a narrativa mentirosa de que a eleição de Lula fosse um must, muito entre aspas, para salvar a nossa democracia contra um pseudo-golpe, era no mínimo uma falácia. Ou esse senhor era extremamente mal intencionado ou era despreparado. Em qualquer dos dois casos, é uma pessoa que não merece qualquer tipo de qualificação. E essas pessoas nos colocaram nesse abismo onde nós estamos. Eles, esses milionários amigos do Rei, sim, se o país vai muito mal, obrigado, e vai péssimo. Essas pessoas, volta e meia, têm lá seus favores a trocar com o Planalto. Mas aí eu pergunto: e toda uma população brasileira como fica, jogada a um regime extremamente ditatorial, onde as liberdades estão sendo todas ceifadas, em colúio com o STF? Liberdade de expressão, liberdade econômica, todas elas. E aí, como fica a população brasileira? E esse senhor, de repente, dizendo que o país está nessa situação, só agora ele acordou? Estava sob efeito de anestesia em 22?
Olha, ainda falando sobre economia, no último sábado, Lula se reuniu com os comandantes das Forças Armadas. Na pauta, a reestruturação da carreira dos militares. E hoje, segunda-feira, a conversa será com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A gente vai ao vivo a Brasília. Berenice Leite tá acompanhando essas discussões todas sobre o corte de gastos. Vai nos atualizar, trazer mais informações ao vivo. Boa tarde, Berê!
Ainda não tô te ouvindo, Berê. Deixa eu puxar de volta aqui que não tá chegando o seu áudio. Se não ligar o microfone, não vai, né? Você tem crédito, pode desligar. Vamos lá então. Olha só, nesta segunda-feira, o ministro Fernando Haddad volta a conversar, então, como você bem disse, com o presidente Lula. Se reúne com essa equipe econômica porque, no final de semana, eles conversaram com os representantes dos comandos do Exército, Marinha, Aeronáutica e também o ministro da Defesa, José Múcio, para acertar essa transição diante do que foi apresentado nesse pacote de corte de gastos que contempla, digamos assim, os militares. E essa transição para que uma das imposições, inclusive, diz respeito à aposentadoria dos militares, né? Eles querem estabelecer agora uma idade mínima de 55 anos. Atualmente, a regra diz que os militares têm que apresentar 35 anos de serviço. Então, a média de aposentadoria tem sido de 52 anos. Bom, o que eles prevêem é que, pros próximos 7 anos, haja essa transição. E, sendo assim, nesses, digamos, 3 anos de 52 para 55, que é a idade mínima que eles querem estabelecer, esses militares paguem uma espécie de pedágio no valor de 99% sobre o período que falta para contemplar o tempo de serviço. Ou outra opção seria que eles cumpram esse tempo extra que ficaria ali de 3 anos. Bom, as implicações nas regras para a promoção e permanência nos cargos também vão existir, até porque existe um período para estar prorrogando, na verdade, para estar promovendo esses militares a outras patentes. Mas isso é algo que deve ser discutido internamente. A ideia é que eles discutam isso e apresentem, no caso aqui, pro Congresso Nacional, esses últimos ajustes. Mas existem ainda muitas dúvidas e críticas por parte de parlamentares da oposição, que não estão vendo, de fato, aquele termo mais usado: corte na carne. O governo cortando na sua própria estrutura. A gente tem visto ali a ala dos militares, né? Outras pastas, como das cidades, mas há muitas críticas em relação ao número de ministérios, por exemplo, do governo Lula. Agora, financeiramente falando, o corte de gastos previsto, no caso dos militares, é de R$ 2 bilhões dentro desse pacote que a equipe econômica fala de R$ 70 bilhões até 2026. Então, R$ 2 bilhões divididos nessa previsão do Ministério da Fazenda. E olha, chamou atenção porque, ontem, no domingo, Vitor, a gente tem uma situação curiosa, porque a Marinha divulgou um vídeo que seria para já comemorando, ali, neste mês de dezembro, no dia 13, o Dia do Marinheiro. E esse vídeo questiona privilégios e manda, de certa forma, um recado pra equipe econômica, né? Eles intercalam nesse vídeo. Vocês estão vendo aí imagens de integrantes da Marinha trabalhando em situações extremas, com pessoas se divertindo em festas e em reuniões de família, momento de lazer. Então, passo um recado de que a carreira militar tem peculiaridades e privações que pessoas comuns, civis, não podem ser comparados ao que eles vivem. Então, fica aí esse registro desse vídeo divulgado pela Marinha. E só para reforçar, ainda nesta semana, então, a expectativa é que a equipe econômica finalize esses últimos ajustes do corte que vai contemplar diretamente as aposentadorias dos militares e vá ainda pro Congresso Nacional aqui nesta semana, viu, Vitor?
Perfeito! A gente segue de olho. Obrigado, Berê, pelas informações todas. Bom começo de semana por aí. Até amanhã! Boa tarde!
Deixa eu voltar aqui com o Bruno Musza e com a Dra. Cátia Magalhães, nossos comentaristas. Começando contigo, Musza, tá correta essa insatisfação das Forças Armadas? A Marinha reagiu aí nesse vídeo que a Berenice mostrou de uma forma muito sutil, claro, como é próprio, né? Não caberia uma manifestação política mais incisiva, mas ficou ali a indireta, né? A Marinha questionando: "Que história é essa de privilégios? Os militares não têm privilégios?" Enfim, defendendo o seu lado nessa história. Tá correta essa queixa? E você vê também um componente político-ideológico nessa escolha do governo Lula pelo Ministério da Defesa como alvo dos cortes?
Musa, eu vejo sim um componente político, como tudo que há nesse governo. Não há nada técnico. Enquanto eu tô falando aqui, eu tô vendo o gráfico das estatais que registraram o maior déficit da história em 2024, quase R$ 8 bilhões por mês agora. Ou seja, o que a gente vê é nada técnico e totalmente questões políticas envolvidas. Infelizmente, isso se virou novamente o modo de gerir um país como um todo, né? Pois bem, vamos lá. Eu acho que, quando estamos há décadas de descontrole e irresponsabilidade fiscal, que vem de uma visão de mundo e uma visão econômica completamente distorcida da realidade pelos governos petistas ao longo das últimas décadas, e também podemos incluir, enfim, um pouco ali no final dos anos 90 e tal, mas de qualquer maneira, os governos lulo-petistas, e a indicação da Dilma, que trouxe essa visão muito distorcida de como gerir um país. Ali você tinha gorduras para queimar nas décadas passadas, um mundo, digamos, com commodities lá no alto, tudo aquilo que a gente já sabe. Só que agora isso tudo acabou. Então, qual é o presente que nós temos? Um Estado completamente inchado e ineficiente que precisa ser cortado na carne. A verdade é que cortar na carne dói. Nós precisaremos passar por isso mais cedo ou mais tarde. Quanto mais esticarmos, mais doloroso será. E aqueles que passarão pelos cortes inevitavelmente farão ali o seu barulho, as suas reivindicações. Afinal de contas, quando chega para cada um de nós cortarmos e sentirmos, a gente não morre sem tentar. A gente continua tentando e expõe ali as nossas insatisfações. Mas isso dói para todo mundo. Então, eu acho que, assim como a parte militar tem que passar por cortes, mas é verdade que teriam outros também, muito mais claros e muito mais fáceis de serem cortados, como, por exemplo, o Executivo, como, por exemplo, o Judiciário, o Legislativo, que são os mais caros do mundo. Vamos lembrar que a gente trabalha no Brasil 5 meses para sustentar essa máquina parasitária. Então, acho que sim, é um componente político para começar por isso. E, de novo, só para terminar, isso que eles estão fazendo, o resultado é de longo prazo, não é de curto prazo. Então, não atacam o cerne do problema.
Perfeito! Agora, doutora, será que isso pode produzir um afastamento das Forças Armadas do presidente Lula? Pode comprometer essas relações de agora em diante ou será que isso segue inabalado, hein?
Doutora, só o amanhã dirá, Brown. O que a gente pode dizer com toda certeza é que Lula e corte de gastos são contradições em termos. Nós vimos a bancada petista como a maior opositora, lá em 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro, à reforma da Previdência. Nós vimos o ministro Flávio Dino, até ontem integrante da equipe do governo Lula, um dos figurões da equipe de Lula e hoje ministro do Supremo. Vimos um Dino de toga derrubar um dispositivo da reforma previdenciária para favorecer, para devolver privilégios à categoria dos policiais federais. Então, não acredite você que está nos ouvindo agora, não acredite em corte de gastos, em corte de privilégios efetuado pelo governo Lula. Ninguém discute aqui uma reforma administrativa séria, uma reforma previdenciária séria que corte ainda mais na carne, porque a de 2019 foi insuficiente para cobrir os rombos que esse país tem com funcionalismo público ineficiente, extremamente pesado. Então, não enxergue. É tudo jogo de cena em relação aos militares. Sim, pode ser uma questão política, pode ser um recado dado, curiosamente, né? Bem por coincidência, poucos dias após um indiciamento de vários militares de alto escalão, de alta patente, pela Polícia Federal. E aí vem Lula, cujo Ministério da Justiça está à testa da Polícia Federal, e aí vem dar um recadinho pros militares: "Olha, o de vocês pode estar comprometido." Então, não ousem brincar comigo, né? Essa pode ser a mensagem sub-reptícia de Lula. Interesse em cortes de gastos públicos, nenhum.
E olha, a PEC do corte de gastos do governo Lula deve ser entregue até o final do dia no Congresso Nacional. Pelo menos essa é a previsão do ministro da Casa Civil, Rui Costa. A previsão é que as medidas sejam analisadas ainda este ano na Câmara e no Senado, segundo os presidentes das casas. E como será que a oposição vai encarar essas medidas? É sobre isso que nós vamos conversar agora aqui no Jornal da Oeste com o deputado Luiz Felipe de Orleans e Bragança. Ele tá ao vivo conosco aqui. Deputado, obrigado pela presença. Boa tarde!
Boa tarde, Vitor. Muito obrigado por me receber.
Deputado, já há um posicionamento da oposição. Como é que será enfrentada essa PEC que o governo vai enviar ao Congresso? A previsão é a tramitação seja rápida, né? Como eu falei aqui no início, tanto Artur Lira quanto Rodrigo Pacheco falam em aprovar antes do recesso de final de ano. Já se tem um posicionamento da oposição? Alguma dessas medidas vai contar com o endosso da oposição?
Deputado, olha, corte de gastos, a oposição sempre tá favorável a corte de gastos. Esse tem sido o norte da questão de equilíbrio fiscal. E vamos só lembrar aqui do que se trata. Para se equilibrar o país fiscalmente ou mesmo atingir a meta do arcabouço fiscal, que é abaixo ainda da linha do equilíbrio, ou seja, ainda estaria em déficit, mas seria uma sinalização positiva. É muito pouco, né? Comparado com o que se arrecada, o Brasil remove da economia, da poupança e da renda do trabalhador brasileiro, de 3 a 4 trilhões de reais todo ano. Então, o que estamos falando aqui de um ajuste de 40 bilhões para fazer o equilíbrio fiscal? Mais ou menos isso, alguns números que eu vi flutuando por aí. Isso é 0,1% do que é arrecadado. Quer dizer que o governo pode abrir mão de 0,1% do que é arrecadado. É isso que eu acho que é importante a gente definir aqui, porque das despesas obrigatórias ele não pode cortar nada. A Constituição já travou a falência do Brasil na Constituição. Então, o governo não pode mexer muito no que ele tá mexendo. É nas despesas discricionárias, que é um percentual muito pequeno, 5% do orçamento. É uma coisa muito baixa mesmo. Então, veja que o Brasil está insolúvel, como eu sempre boto essa palavra, nem insolvente do ponto de vista contábil, por questão da Constituição. E claro, não tem um governo que quer ajudar na questão de equilíbrio fiscal, porque ainda tem que gastar, não só para ter apoio de popularidade, mas também ter apoio de parlamentares, comprar partidos e comprar lideranças políticas. Então, é exatamente isso que tá acontecendo. Ele não pode deixar de gastar um centavo. Então, a gente vê uma gangorra aqui. Agora, a oposição sempre é favorável ao equilíbrio fiscal e faz bem para a população. Equilíbrio fiscal, cortar gasto, faz bem para a população, porque você tira o risco da moeda. O governo não consegue mais financiar os rombos fiscais que estão ocorrendo a cada mês e crescente. E estamos vendo aqui um problema de financiamento disso. O mercado não quer mais financiar um governo que tá sempre com rombo fiscal crescente. Então, é exatamente isso que a gente tem que começar em algum momento, que o Parlamento seja o líder disso. Sabemos que o governo não quer fazer nenhum corte.
Deputado, passar aqui a palavra ao Bruno Musza, que vai lhe fazer a próxima pergunta. Vai lá, Musza.
Deputado, sempre um prazer falar contigo. Obrigado pelo seu tempo. Bom, vamos lá. Eu tenho um pouco de ceticismo com relação a essa fala do Lira e do Pacheco, deles verdadeiramente quererem algum corte. Mas eu gosto de aproveitar o momento. Eles perceberam, pelo menos, esse anseio popular, essa batida que o governo tomou, basicamente pelo dólar. Vamos lá, você acredita que ele está fazendo isso porque eles acreditam na ideia ou porque realmente o dólar pressionou? E por que que eu tô dizendo isso? Porque eu acho que a resposta vai coincidir com a minha, que é que o mercado tá pressionando. E eles não têm outro caminho. E aí é a forma de como nós continuarmos pressionando cada vez mais, porque, de novo, eu só acredito nesse caminho por essas mudanças desse centrão fisiológico. Tô certo ou tô errado?
Você tá muito certo, Musza, porque esse governo só é movido à crise. Aliás, não é o único, mas esse governo especificamente só é movido a crise que ele mesmo cria. Então, ele não faz ideia das medidas que ele toma do ponto de vista arrecadatório, do ponto de vista de gastos, desequilíbrio que isso gera, os impactos econômicos e como é que isso transfere para a população. Ele não faz ideia. Eu digo isso conhecendo pouquinho da equipe lá que tá lá no Ministério da Fazenda. Poucos economistas, poucos do mercado financeiro ou que ao menos entendem do mercado financeiro. Então, essa visão de como que o povo de fato come dólar, o povo de fato come aumento de juros, o povo de fato come desequilíbrio fiscal, a gente precisa fazer essa conexão. Quanto mais, melhor para a nossa população não votar mais em pessoas que promovem desequilíbrio fiscal e ficam tentando cobrir a conta com demagogia. Então, o que estamos vendo aqui, se houver algum movimento mais pronunciado do Pacheco, do Lira, por pressão do dólar, por pressão do mercado, é exatamente isso. É porque a crise está batendo em todos. Ou seja, o governo não vai ter como se financiar para poder pagar todo mundo. E esses que vivem do centrão, que vivem de mamata, de gasto, eles estão aqui entre a cruz e a espada: ou gastar menos ou não gastar nada. Então, eles preferem gastar menos. Então, é por isso que eles vão promover um corte de gasto, para que ao menos alguma coisinha sobre na mão deles. É por aí que tá sendo a lógica aqui, extremamente fisiológica, primária, infantil. Não é assim que se governa um país, tanto do ponto de vista parlamentar, com esse tipo de parlamentar liderando a Câmara, e esse tipo de parlamentar liderando o Senado. Também não é com esse tipo de governo que a gente vai entrar no século XXI. Estamos ainda travados no século XX, com medidas e políticas arcaicas que geram esse mesmo problema que a gente já viu quantas vezes no passado.
Incrível! Mais uma vez estamos aqui de novo.
Vou passar a palavra agora à Dra. Cátia Magalhães.
Pois não, doutora.
Deputado, boa tarde. Duas perguntas. Em primeiro lugar, como é que a oposição enxergou a decisão de há pouquíssimo tempo atrás do ministro comunista Flávio Dino de liberar o pagamento das emendas parlamentares mediante ressalvas? E a segunda pergunta, que eu não poderia desperdiçar, já que o senhor é um grande lutador, muito aguerrido em prol de uma reforma ampla dessa nossa estrutura judiciária, como andam as reformas relativas à questão judiciária? Por exemplo, a PEC das decisões monocráticas, o projeto da nichia. Por onde andam esses projetos tão necessários ao país? Esses tantos outros, eventualmente, o projeto de uma PEC de extinção do quinto constitucional e de tantos monstrengos que a gente tem nessa nossa estrutura judiciária atual?
Perfeito! Muito obrigado pela pergunta. Olha, a oposição é medida. Por quê? A oposição tem deputados do Sul e Sudeste que não dependem de emendas e tem deputados do Norte e Nordeste que dependem mais de emenda. São regiões cujo eleitorado demanda esse retorno. Ele dá voto para quem dá emenda. Então, ainda temos essa dinâmica infeliz no nosso sistema político. Isso reflete também na oposição, porque a oposição tem deputados de todos os estados. E muitos deles, esses estados aí, que ainda têm essa dinâmica eleitoral extremamente perniciosa, que destrói o modelo político. E você tá certíssima. Essa questão de emendas, do ponto de vista da retidão do Estado de Direito, não deveria existir emendas. Não cabe ao deputado federal estar lá para distribuir emendas. Isso virou a força motriz do Parlamento, a força motriz do Congresso. Veja o vai-não-vai do Congresso em função das emendas. Isso nem é constitucional. Qual é a função do deputado federal, do senador? É de fazer fiscalização do Poder Executivo e legislar, ponto. Não é para ficar distribuindo emenda, levando de volta para a sua cidadezinha e comprando lá seus cabos eleitorais, fazendo creche, fazendo estrada. Isso tá errado. Deveria estar contemplado já no orçamento que é feito coletivamente, ou pelo Parlamento ou pelo Executivo. Mas esse exercício de baixo para cima não é feito. Então, os deputados acabam sendo os repositórios dessas emendas. Eles é que fazem a distribuição. Ao mesmo tempo, isso vira uma moeda de troca, uma moeda de compra de apoio parlamentar. A gente tá vendo isso como isso hoje tá dominante. E se não houver uma reforma nesse sentido, também não teremos Parlamento. Temos ali agentes, vereadores federais, que vão lá para pegar uma emenda e correm pro seu estado, seu município, para fazer distribuição. Não tem nenhum debate de questões nacionais, nem nada. Então, temos com uma falência embutida nessa questão de emendas.
No outro quesito que você perguntou, com relação às reformas do Judiciário, isso está pendente. O novo presidente de câmara, porque o presidente Lira já abriu mão de discutir isso, né? Ele falou que vai criar uma comissão especial para ver isso e tal. Ou seja, abriu mão, porque a comissão especial, ela tem não só que ser aberta, mas ela tem um trâmite, é meio que automático. Ela exige algumas sessões de comissão especial para que trate do tema. E claro, o número de sessões para tratar do tema já ultrapassa o mandato do Lira. Então, ele tá honrando a sua palavra com o Judiciário, que ele não ia pautar reforma do Judiciário no seu mandato e transferiu essa bomba para o próximo presidente de câmara. O que eu acho que a gente não fez bem ainda é cobrar do próximo presidente de câmara exatamente que palte isso, que crie comissão especial, que palte essas reformas do Judiciário. Muita coisa aí não foi negociada com esse próximo presidente de câmara. A gente ainda estamos com voto ainda não executado. Então, é uma das coisas que precisamos botar na mesa. A opinião pública é fundamental para que esses candidatos à presidência de câmara pautem a criação da comissão especial e debate dessas pautas que já foram aprovadas na CCJ, para ela tramitar pro plenário. Precisa passar pela comissão especial que ele precisa instaurar. E isso já é um bom sinal. Se ele sinalizar positivo, ainda não temos esse sinal, infelizmente.
Deputado, queria mudar um pouquinho de assunto, tratar de outras duas pautas a respeito das quais o senhor se manifestou bastante nos últimos dias. A primeira delas, aquela operação da estatal chinesa adquirindo uma mina na região da floresta Amazônica. E, em paralelo a isso, a notícia que também saiu nos últimos dias de que o BNDES vai fazer um empréstimo em moeda chinesa com o correspondente dele, com o banco de fomento chinês. Como é que o senhor avalia essas negociações e, em geral, essa aproximação entre o governo Lula e o regime chinês?
Bem, a aproximação com o governo chinês é péssima, péssima, péssima. O governo brasileiro não tem que se aproximar de governo nenhum. O governo brasileiro precisa ser independente de qualquer outro governo. Ele não tem que se aproximar de ninguém. O que o governo precisa fazer é garantir a soberania do país. Garantia não só territorial, da cidadania, nossas instituições, mas também da nossa economia. Temos que entender que temos uma dinâmica aí muito destrutiva do modelo chinês. O modelo chinês, em que, eu sou favorável a fazer negócio com todo o país do mundo, independente dos seus governos, da natureza dos seus governos. No entanto, temos aí uma agenda que vincula o lado político com o lado econômico, que é o caso da China. A China vincula todas suas ações de benesses econômicas e acordos econômicos com uma contrapartida política. E isso torna o governo que faz essa negociação um governo lacaio, um governo servidor. Se coloca abaixo. Vamos só lembrar alguns países da África. A oan, que é a moeda chinesa, já é a moeda oficial. Muitos desses países que fecharam acordo com a China viraram neocoloniais. Podemos até questionar o Peru com essa criação lá de um Porto Novo que eles estão fazendo lá. Então, o caminho do Brasil tá indo nesse sentido de se submeter a um acordo econômico que parece interessante, vai dar porto, vai dar centro de distribuição, armazenagem, vai dar escoamento e logística para a produção brasileira. Muito bacana, legal. E qual é a contrapartida disso? A contrapartida, infelizmente, não é só econômica, é uma contrapartida política. É isso que a gente tem que desvincular. Infelizmente, nessas tratativas, tanto na questão da mineração, péssima ideia de fazer, entregar esse produto que eu julgo estratégico, que não é uma coisa que você pode comercializar facilmente, que é a questão do urânio. Isso é uma coisa extremamente perigosa. Esses comercializam somente governos. Não é o mercado. Não existe um mercado livre de urânio. Então, a gente tem que ter um rigor muito mais crítico aqui nessa transação. E na questão do Brics, que foi uma medida, uma ideia infeliz do Lula, até eu diria que ele tá cantando de galo com os pés no lodaçal. O Brasil não fez nenhum dever de casa de se estabelecer como país soberano. O Brasil ainda tem todo o sistema financeiro do Brasil sujeito a essas medidas de acordos internacionais com o Ocidente. Não temos GPS próprio, não temos a nossa própria internet. E mesmo assim, um sistema financeiro extremamente precário, incapaz de se financiar, precisa de financiamento externo para grandes obras e tudo mais, porque todo o nosso recurso interno é usado para benfeitorias sociais. Veja só a loucura que é o modelo brasileiro. Então, nesse nível de fraqueza e de debilidades, o governo vai lá e levanta a mão e fala que vai fazer uma moeda e sair do dólar e tal. Primeiro que você não sai do dólar assim. E as opções que existem além do dólar não são tão boas quanto o dólar. Então, é um mau negócio pro Brasil também sair de uma moeda que é conversível, que aceita como base para vários países, de repente entrar numa aventura louca de estabelecer uma moeda dos Brics, cujos países não têm credibilidade de Estado de direito nenhum, não têm transparência nenhuma, são ditaduras com números maquiados, muito como os nossos. Então, vamos querer fazer isso com o que seria a poupança do brasileiro? Nós temos reservas cambiais aí em dólar, agora vamos ter reserva em yuan? E vai servir pra quê? Esse yuan só pra se for comprar coisas da China, é claro. Tá aí uma das trocas políticas que a China impõe. Então, muito ruim o que tá acontecendo. Essa ligação, quanto mais adentramos nessa relação com a China, pior fica pra gente. Mais difícil sair dela depois.
Muito bem, aí a análise do deputado Luiz Felipe de Orleans e Bragança, ao vivo aqui com a gente na Oeste. Mais uma vez, obrigado, deputado, pela presença. Bom começo de semana por aí. Até uma próxima!
Igualmente, até a próxima!
Até mais!
Outro destaque, falando ainda sobre contas públicas. Olha só, Lula quer oferecer aviões da FAB para todos os ministros do STF. A informação é da revista Veja. Segundo a publicação, o presidente gostaria de promover uma espécie de confraria, um encontro mensal para conversar com os magistrados e avalia mudar as regras de transporte da Força Aérea Brasileira. Em 2020, o governo Jair Bolsonaro endureceu as normas e atualmente só podem solicitar aeronaves da FAB o presidente da república, o vice, ministros de estado e os presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do STF. Lula quer estender a prerrogativa para todos os integrantes da corte. A ideia teria agradado os ministros e está em fase de estudos.
Dra. Cátia Magalhães, como avalia?
Sinto para não chorar, hein? Muito confraria! Confraria vem de frater, de irmão. Que diabo é isso? Juiz fazendo confraria com o sujeito que cabe a ele julgar? Já se tornou uma escancara esse país. Já se tornou muito claro esse consórcio Planalto-STF. Quem deveria controlar e quem deveria ser controlado? Juízes e seu jurisdicionado, ou seja, ainda com dinheiro do pagador de impostos para financiar voos da FAB e essas confrarias. Possivelmente, pelo que eu entendi da reportagem da Veja, possivelmente teriam um lugar nesses jatinhos da FAB, bem às escondidas, tudo muito clandestino, longe dos olhares da imprensa, do grande público. É para isso que essas pessoas anseiam tanto por nos censurarem. Eles não veem a hora de derrubar as nossas redes sociais, de poder regular a nossa fala, os nossos pensamentos, porque realmente esse consórcio se tornou extremamente escancarado. Não há mais uma divisão de poderes. No Brasil, existe um consórcio, uma geleia bem promíscua: Planalto, STF e um legislativo, com raríssimas exceções, ali, inerte, acovardado, contemplando todo esse cenário.
A gente faz uma pausa agora aqui nas notícias para falar sobre saúde, para falar sobre o H Pronôbi Super Concentrado da Vita Gold, produto que tá mudando a vida de muitos e muitos brasileiros. A Renata tá ao vivo aqui comigo, vai te contar um pouco mais sobre ele. Boa tarde, Re! Boa semana!
Oi, Brown! Boa tarde! Ótima semana a todos! E ora para nós, é realmente pra sua saúde de uma forma geral, para as suas dores. Porque quando a gente sente dor, também a saúde não tá legal. A gente fica aí com a saúde mental afetada, não consegue fazer as coisas que gosta ou até mesmo as tarefas simples do dia a dia. Se é o seu caso e se, junto com essa dor ou somente, vem aquela leseira, aquele cansaço, aquela preguiça, aquela falta de motivação, falta de vontade de sair da cama, o H Pronôbi também pode te ajudar. Porque, além de anti-inflamatório, ele é considerado um polivitamínico. Ele vai repor as vitaminas que talvez você nem saiba que estejam em falta no seu organismo, alimentando o seu organismo. Ele responde da melhor forma possível, com energia, com disposição, com vigor, com vitalidade, com tudo aquilo que você precisa para viver bem o seu dia a dia, sem contar dor, diminuindo. Então, liga agora no 0800 031 1070 e aproveita a promoção da Vita Gold, que é maravilhosa pro seu tratamento do H Pronôbi: 70% de desconto, com frete grátis para todo o Brasil e com presente. E o presente é você que escolhe! Pode ser o colágeno tipo 2, que é um outro auxiliar para as dores das articulações, ou a nossa câmera de vigilância Wi-Fi, que é o maior sucesso. Só não pode viver com dor e achar que tá tudo bem. Viver cansado e achar que tá tudo bem. A gente tá aqui para te ajudar e você tem que se ajudar também. No 0800 031 1070.
Brown, obrigado, Re, pela dica. Boa tarde! Boa semana por aí!
Igualmente para você! Um abraço!
Agora, 4:42. Muito discurso! Essa foi a análise da COP 29 no Azerbaijão, sob os olhares da ativista indígena Alessandra Munduruku. Em entrevista, ela diz que faltou ação climática, já que o dinheiro aprovado para cumprir o Acordo de Paris não dá para nada. De acordo com a ativista, tem muito negacionista das tragédias ambientais e é preciso ouvir as populações expostas ao impacto do fenômeno. Ela teme que a COP 30, que será realizada em Belém no ano que vem, seja uma armação para negociar as terras indígenas.
E outra informação: olha só, a deputada Silvia Wapi cobrou informações depois da exibição de um filme com cenas de sexo explícito em uma escola do Amapá. A gente mostrou esse caso sexta-feira aqui no jornal. A deputada também denunciou o caso na Delegacia da Criança e apresentou um requerimento de urgência para um projeto de lei que tipifica o crime de publicidade de educação sexual para menores de 14 anos. E a deputada tá ao vivo aqui conosco para falar mais sobre isso. Deputada, obrigado pela presença aqui. Boa tarde!
Obrigada, Vítor! Obrigada pela oportunidade, né, de poder esclarecer a população de todo o Brasil. E já se tem alguma pista, deputada? Já deu para entender o que aconteceu? Porque as cenas são chocantes. A gente falou desse caso sexta-feira aqui no jornal. Um filme com cenas de sexo explícito. A gente não tá exagerando, não. Essas imagens que estão aí na tela foram exibidas numa escola, colocadas ali no projetor, e as crianças viram. E, por sorte, uma das crianças, com o celular, conseguiu registrar esse momento. Isso foi denunciado, mas já se tem informações sobre isso, deputada? Foi uma amostra feita pelo Ministério dos Direitos Humanos, é isso?
Exatamente! Só que existem coisas que a gente precisa colocar para a avaliação, né? Não houve sequer uma percepção ou uma vontade de avaliar o conteúdo das imagens que seriam exibidas para menores de idade. Então, crianças de 11 anos foram submetidas a assistirem sexo explícito, filme pornográfico, sem a autorização dos pais. Se já se tornaria crime se o pai tivesse autorizado, por serem vulneráveis, imagine no momento em que essas crianças estão no ambiente onde o pai acredita que elas estão a salvo, sendo este um ambiente escolar. Então, um educador, um professor, no momento em que a criança está na escola, é ele quem detém a responsabilidade pela proteção desse menor. Então, assim, todos passaram a jogar a culpa um no outro. "Ah, mas o filme não foi, era responsabilidade minha, era do Direitos Humanos." Por conseguinte, "Ah, não era responsabilidade minha, era da universidade." "Ah, não era responsabilidade minha, era do coordenador do curso." Todos se eximem do seu dolo, todos se eximem da sua responsabilidade de colocarem crianças ao risco. Veja só, estamos falando de um estado que compõe a Amazônia brasileira, uma das regiões onde mais se comete abusos sexuais contra crianças. Então, como é que você não vai ter um crivo sobre aquilo que você vai mostrar para uma criança, né? E é possível e é preciso que se faça uma grande diferença entre educação sexual e prevenção ao abuso, né? E é justamente sobre isso que o nosso projeto de lei, do qual nós pedimos urgência, ele fala.
Perfeito! Pode concluir, por favor.
E é justamente sobre isso, né, que o nosso projeto de lei, do qual nós pedimos urgência, ele fala.
Perfeito! Vou passar a palavra aqui à Dra. Cátia Magalhães, nossa comentarista, que vai lhe fazer mais uma pergunta, deputada.
Deputada, boa tarde! A senhora tem notícia de instauração de algum inquérito? A senhora tem notícia de atuação do Ministério Público, de atuação das varas de proteção aos menores? Porque as pessoas falam tanto no Brasil, nos últimos tempos, adoram propalar que teriam havido ondas golpistas e instauração de inquéritos por todo gênero, inquéritos dos mais descabidos, mas medidas efetivas contra práticas delitivas como essa a gente não vê. E aí, cadê o nosso Ministério Público? Nossa polícia?
Exatamente! Eu oficiei todas essas instituições. Eu estive pessoalmente na DECA, que é a Delegacia Especializada de Combate, de Repreensão e Combate aos Crimes Praticados contra Crianças. Eu conversei com a delegada. É uma delegacia completamente ativa. Inclusive, eles rodam os municípios. A equipe da Polícia Civil desta delegacia roda os municípios, conversa com as crianças e faz exatamente isso daquilo que eu falei. Eles fazem a prevenção ao abuso e não educação sexual. Quando você fala em educação sexual, você abre uma enorme porta para que essas crianças possam ter acesso a algum conteúdo libertino. Mas quando você fala em prevenção do abuso, você ensina a criança exatamente coisas importantes. Você não pode ser tocado em sua genitália, você não pode ser tocado em áreas específicas do seu corpo. Então, é uma forma que nós temos como proteger as nossas crianças e fazer com que as crianças sinalizem de que algo errado aconteceu ou de que alguém se aproximou delas com alguma intenção do qual não se é legal. Então, eu vou falar sobre uma coisa muito simples daquilo que ocorre no Norte. Eu digo simples porque é tradicional. Lá existe uma expressão que se usa sempre: "Ah, mas lá as meninas começam cedo." Então, nós temos debatido esse argumento, dizendo: "Não, as meninas não começam cedo, elas são abusadas, elas são estupradas." Veja, eu fui mãe aos 13 anos de idade, eu fui mãe aos 15, eu fui mãe aos 17. Eu não sabia que era vulnerável. Eu fui estuprada. Então, assim, como não me empenhar em ações específicas para prevenção ao abuso? Eu já sofri isso na própria pele.
Vou fazer a próxima pergunta.
Boa tarde! Boa tarde! Primeiro, obrigado pelo seu tempo. Bom, parabéns pela coragem. Sinto muito por tudo o que a senhora acabou de relatar. Mas a senhora acha que, com esse movimento do mundo retrocedendo um pouco, você vê algum tipo de expectativa ou de otimismo frente a essas mudanças no curto prazo no Brasil? Ou teremos que continuar vendo essas aberrações aqui, explícitas, assim, em nossa cara?
É preciso que o brasileiro tenha coragem, né, para debater esses assuntos e não se sentir familiarizado, né? Ou abrir as portas para dizer que é normal o abuso. Nós só dizemos que é normal quando nós não temos esperança ou quando nós obrigamos as meninas a não terem esperança. Quando nós damos uma segunda chance a um abusador. E isso impacta demais. Agora, por exemplo, no veto do presidente a que garante um cadastro de pedófilos, de abusadores sexuais, e que isso fosse consultado, ele vetou. Ainda pouco, agora em novembro, foi preso um condutor escolar que já tinha estuprado uma menina de 4 anos três vezes. E, depois de preso, ele confessou que utilizava a sua profissão justamente para ficar mais próximo às suas vítimas. E confessou que já havia estuprado seis meninos e mais quatro meninas. Então, quem em sua sanidade coloca o seu filho para ser cuidado por uma pessoa que você sabe que cometeu e cometeu abusos sexuais contra crianças, contra pedófilos? Será que alguém em sã consciência contrataria um pedófilo para cuidar do seu filho depois que ele saísse da penitenciária? Nós sabemos da reincidência de traficantes, nós sabemos de reincidência de latrocidas e pedófilos. Esses são os únicos que não vão cometer o mesmo crime. Eu não colocaria meus filhos, eu não colocaria meus netos para ficar à disposição de um ex-penitenciário que cometeu crime de pedofilia. Então, como não ter acesso, como tirar da sociedade de mães e de famílias e de pais o acesso a essa informação que significa manter a salvo crianças e vulneráveis?
Deputada, então, é isso tudo que tá acontecendo. Desculpa pela interrupção, deputada. Quero agradecê-la muito mais uma vez aqui pela presença. Nosso tempo tá esgotado, mas agradeço muito pelas informações todas. Uma boa semana por aí. Até uma próxima, deputada!
Obrigada! Até mais!
Olha, falando em educação, o Ministério da Educação foi escolhido como o principal alvo do governo Lula no novo bloqueio orçamentário anunciado no final de semana. Ao todo, serão cortados R$ 5,5 bilhões, e o MEC lidera as perdas, com baixa de R$ 1,6 bilhão. O bloqueio é diferente do corte de gastos e acontece automaticamente sempre que crescem as despesas obrigatórias. Cabe à União decidir quais pastas e programas serão afetados.
Vamos a mais destaques pelo Brasil. A advogada Tatiana Borsa, que integrava a equipe de defesa de Neguinho Di, foi demitida pelo humorista após uma publicação nas redes sociais comemorando a soltura dele. O influenciador está proibido de utilizar as redes sociais. O repórter Lucas Martins, da TV Band, foi resgatado de helicóptero no litoral de São Paulo neste domingo, após desaparecer em uma trilha na Serra do Mar. Além do repórter, mais três pessoas estavam desaparecidas no trajeto. O grupo entrou na trilha de Juquitiba, sentido Itanhaém, porém, eles se perderam no percurso e os bombeiros foram acionados por familiares. Após um casamento intimista com Jade Magalhães, o cantor Luan Santana marcou presença em Curitiba, onde cobrou R$ 2 milhões de reais para se apresentar em uma festa de debutante. O evento, que aconteceu no Clube Curitibano, teve como anfitriã a cantora Jennifer Lopes, que também já abriu mais de 10 shows para o sertanejo. As cantoras Mayara e Maraisa lamentaram a morte de um homem de 41 anos encontrado morto a bordo do navio MSC Civil, que faz um cruzeiro temático da dupla sertaneja. Um laudo pericial indica que ele teve mal súbito. O hóspede estava acompanhado da esposa e da filha. Uma forte chuva, acompanhada de ventos intensos, atingiu Porto Alegre na noite deste domingo e madrugada de segunda-feira, causando diversos transtornos. Alagamentos, falta de energia e interrupção de serviços foram alguns dos problemas enfrentados pelos moradores. E olha, o final de semana teve o casamento do Ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, numa cerimônia acompanhada por vários políticos. Colegas de corte viralizaram a imagem do ministro Luiz Roberto Barroso soltando a voz durante a festa. Dá uma olhada!
[Música]
É o episódio genial que escolheu para esse carnaval. Lembrando que no repertório do ministro Barroso também tem "Evidências", da dupla Chitãozinho e Xororó.
O Brasil, todo mundo loucura, "Dier, que não te quero". As aparências dançando as evidências. "Mais me permitindo, se eu não posso enganar meu coração, eu sei que te amo." E o clássico samba-enredo: "É hoje o dia da alegria."
[Música]
Dra. Cátia Magalhães, queria ouvi-la sobre essas cenas. Será que são compatíveis com a posição de um juiz da suprema corte?
Dificilmente, Brown! No maravilhoso mundo onírico do ministro Barroso, olha essa maravilha de cenário! "Espelho meu, diga se alguém mais feliz que eu?" Num país com milhares de presos políticos, pessoas condenadas sem o devido processo legal, ampla defesa, direito a recursos, pessoas condenadas a penas longuíssimas sem uma única evidência de prática delitiva. Mas o ministro Barroso está nessa maravilha de cenário. E outra música, me permita destacar, Brown, uma música que se repete sempre nas festividades protagonizadas por Barroso é a música "Evidências", onde eu acredito que o ministro fale muito mais do que queira. Porque observe a letra. E nessa loucura, ou seja, loucura não é uma palavra compatível com a descrição, com a atuação quieta de um ministro dentro do seu gabinete, no silêncio do seu gabinete, estudando seus processos. Que loucura! "Vou negando as aparências, disfarçando as evidências." Evidência é uma palavra que, no léxico nosso jurídico, é uma palavra muito robusta, tem sentido de prova. E aí eu sempre pergunto: Barroso adora entoar essa canção "Evidências". Que evidências serão essas que ele tanto esconde na tal loucura? Essa canção também foi entoada aos berros por Barroso na sua festividade de posse à frente do Supremo Tribunal Federal. Festividade essa, aliás, vamos recordar, costeada pela Associação dos Magistrados do Brasil, que só por muita coincidência, semanas antes, tinha entrado com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo autorização para que os ministros pudessem julgar causas defendidas pelos escritórios dos seus próprios correligionários. E aí, semanas depois, Barroso toma posse e entoa aí nessa loucura: "Vou negando as aparências, disfarçando as evidências."
Pessoal, em vin véritas!
E sem detalhar a temporalidade, o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB de São Paulo proíbe advogados inscritos na ordem de concederem entrevistas. Abro aspas: "Com habitualidade." Fecha aspas. A livre manifestação entre os operadores do direito fere a constituição e não inclui, por exemplo, magistrados de instâncias superiores como o STF.
Dra. Cátia Magalhães, volto aí com a senhora rapidamente. Como analisa essa medida, hein?
Completamente irregular! Em primeiro lugar, a OAB não tem poderes de legislar, não pode definir, não pode criar obrigações de fazer ou não fazer. Então, ao criar uma obrigação de não fazer, ou seja, uma obrigação pro advogado de não conceder uma entrevista, ela está se arrogando atuar como parlamento, o que é totalmente irregular. Além disso, está cerceando a liberdade dos advogados e contrariando o artigo 133 da nossa Constituição, que dispõe que todos nós, advogados, somos invioláveis pelas nossas palavras e opiniões. Ora, ora, ora! Se somos tão invioláveis dentro dos limites da lei e se a OAB nem de longe é um órgão legislativo, com que poderes se arroga a OAB a definir que tipo de entrevista um inscrito na ordem pode ou não pode conceder? Com que habitualidade? Sem sequer definir que habitualidade seria essa, ou seja, uma norma aberta, uma norma que dá margem, cá pra nós, a eventuais perseguições a advogados que não estejam exatamente alinhados com o posicionamento político-ideológico atual da ordem.
O Tribunal de Justiça de São Paulo acolhe as solicitações do governador Tarcísio de Freitas contra a Enel. O repórter Tauan Catan tem mais informações pra gente sobre isso. Boa tarde, Tauan!
Boa tarde, Brown! Boa tarde à nossa audiência! Isso mesmo, o Tribunal de Justiça concedeu essa liminar no último sábado, 30 de novembro, ao governo estadual. É uma liminar ainda provisória e também pode ser revista. Isso significa, Brown, que a concessionária italiana, que é responsável pelos serviços de energia elétrica em São Paulo, deve apresentar os dados a órgãos de fiscalização. Além de tudo, esclarecer as últimas falhas no fornecimento de energia elétrica. Essa ação foi movida pela Procuradoria Geral do Estado, pelo Procon e também pela agência reguladora de serviços públicos. Ela tem 15 dias para fornecer esses documentos solicitados. Entre as exigências, a Enel também deve preparar um relatório detalhado de árvores que podem ameaçar o fornecimento de energia elétrica. Além disso, um plano de manejo da vegetação, com um cronograma de ações preventivas. A empresa também deve disponibilizar à Aresp, em tempo real, informações sobre interrupções do serviço, reclamações e também equipes de atendimento emergencial e dados sobre clientes prioritários, que são eles, a Sabesp e também os hospitais do estado. O governo estadual informou que o objetivo dessa medida, Brown, é claro: garantir aos cidadãos e consumidores dos serviços da Enel os seus direitos. Até porque, nas últimas semanas, até nos últimos meses, a gente viu que tiveram muitas interrupções de energia elétrica, prejudicaram centenas de milhares de pessoas. Na quinta-feira passada, mesmo, quando choveu naquela noite até sexta-feira, mais de 100 mil pessoas sem energia elétrica, voos cancelados, muito transtorno. A Federação do Comércio, por exemplo, estima um prejuízo de R$ 1 bilhão ao setor.
Vitor, perfeito! E as informações da Tauan Catan, ao vivo aqui com a gente. E deve muitas satisfações, né? A Enel vai ter que prestar muitas informações sobre essas falhas repetidas e reiteradas. Obrigado, Tauan! Boa tarde pra você! Até mais!
A gente faz uma pausa aqui nas notícias agora para falar mais uma vez de saúde. Quero falar especialmente com você que tá procurando uma maneira natural e eficaz de complementar a sua alimentação. Eu tenho aqui em mãos a solução para você: é o H Pronôbi Super Concentrado da Vita Gold. Vale a pena você experimentar! O que você não sabe é que, quando eu saio aqui do estúdio, a maioria das pessoas que eu encontro na rua me perguntam: "Ô, Brown, mas o H Pronôbi é bom? Funciona mesmo ou é só propaganda?" Vamos lá! Eu quis entender, então eu fui atrás de pesquisas e artigos científicos e descobri que, no ano passado, o H Pronôbi foi destaque pelos benefícios naturais à saúde no Congresso Mundial de Plantas Medicinais, em Berlim. Descobri também que os experimentos feitos na Universidade de São Paulo e na Universidade Federal de Minas Gerais indicam que os compostos bioativos do H Pronôbi, eu cito como exemplos os flavonoides e os alcaloides, esses compostos atuam diretamente, de forma natural, reduzindo as inflamações no organismo e, por isso, amenizando as dores. Os pesquisadores da UFMG concluíram que o uso diário do H Pronôbi pode reduzir os marcadores inflamatórios no sangue em até 40%. E só isso já é capaz de revolucionar a qualidade de vida de qualquer pessoa. Nas pesquisas da USP, o H Pronôbi foi consumido regularmente por dezenas de pessoas ao longo de oito semanas e o resultado: 85% dos participantes relataram uma melhora impressionante das dores. Agora, o detalhe: não é qualquer produto com nome de H Pronôbi que faz efeito. A matéria-prima consumida tem que ser de primeira qualidade. Por isso, o H Pronôbi Super Concentrado da Vita Gold sai na frente dos concorrentes em poder anti-inflamatório, analgésico e, o melhor, ele é mais eficiente. Minha resposta, então, a quem pergunta é a seguinte: o H Pronôbi Super Concentrado da Vita Gold, esse sim pode mudar uma vida! E eu pedi para a Vita Gold criar um atendimento exclusivo para você que assiste ao Jornal da Oeste. Eles criaram e você anota: 0800 031 1070. Se você ligar agora, além do atendimento especial, vai garantir 70% de desconto e ainda vai ganhar o colágeno tipo 2, que potencializa o efeito do H Pronôbi e melhora a sua pele. Mas corra, hein? Porque o descontaço de 70% e o colágeno são de presente só para os 100 primeiros que ligarem: 0800 031 1070.
O governador de Sergipe, que estava afastado em licença médica, foi flagrado na transmissão da final da Copa Libertadores, na Argentina. A imagem de Fábio Mitidieri, do PSD, foi parar nas redes sociais e viralizou no X. O governador justificou a viagem, dizendo que tudo foi feito dentro do que determina a lei e sem uso de verba pública. Ele ainda lamentou o uso político da situação. Agora, Bruno Musza, fico imaginando aqui como seria a reação, por exemplo, se isso acontecesse com um funcionário da iniciativa privada. O funcionário da empresa mete atestado, como se diz, e aí aparece no final de semana em Buenos Aires, vendo o jogo. Que tal, hein?
Pois é! É o que eu falo, Brown. Parece que a gente vive uma crise psicótica coletiva, onde os nossos políticos simplesmente dividem a sociedade em governados e governantes. Nós, governados por eles, por esses semideuses. Parece que temos que engolir absolutamente tudo. Mas vamos lembrar que eles vivem à nossas custas, de dinheiro forçado, tomando da gente de maneira imposta. E se nós discutirmos, quisermos debater, nos opuser a isso, talvez a gente receba até alguma cenão por, claro, tentarmos evitar que esses semideuses, os políticos brasileiros, acabem tomando grande parte daquilo que nós produzimos. Se fosse na iniciativa privada, se fosse na minha empresa, provavelmente nós acabaríamos demitindo essas pessoas. Por quê? Porque, obviamente, houve uma má informação em que ele acabou sendo flagrado ali no momento de lazer, sendo que ele estaria afastado de um compromisso profissional dele por motivos, como ele bem alegou. Pois bem, isso realmente transforma uma mentalidade brasileira em que esses governados, praticamente, nós nos acostumamos. É como se essa realidade fosse uma obrigação nossa, nós sermos eternos servos desses políticos que se acham semi ou deuses por completo, parasitando em cima do nosso dinheiro. Por fim, a informação centralizada vem demonstrando que esperamos que o prazo desses absurdos que a gente vê, desses descalabros com o dinheiro público, está acabando. Essas pessoas não têm mais espaço na vida pública brasileira.
Bom, vamos falar mais sobre esporte. Citamos aqui a final da Libertadores. O governador de Sergipe assistiu tudo de lá de perto. O Vini já tá por aqui. Chega mais, Vini, para trazer pelo menos uma boa notícia pro torcedor do Atlético Mineiro, não é isso? Vini, que perdeu, mas tem um alento aí, né?
Boa tarde! Exatamente! Boa tarde! Acabou saindo derrotado aí pro Botafogo na Libertadores da América. A gente fala muito aqui do poder da SAF, né, Bruno? E essa foi uma final de dois clubes geridos por SAFs, né? O Botafogo, do bilionário americano John Textor, e o Atlético Mineiro, do Rubens Menin, que é dono da MRV, que também administra o estádio do Atlético Mineiro. A família Menin que administra tantas outras grandes empresas e tem a Galo Holding, que tem 75% das ações do Atlético Mineiro. Os outros 25% ficaram ali ainda com associados. Mas o Rubens Menin, que estava lá, assistiu o time dele perder, mas como todo grande empresário, Brown, já pensa no próximo passo. Já tá pensando no futuro, né? Ele é um grande entusiasta da SAF, sabe que a SAF traz governança, traz responsabilidade, traz profissionalismo, assessoria. Então, ele já tá prevendo aí os próximos passos para continuar deixando o Atlético Mineiro como um time relevante no cenário nacional. Então, ele é um entusiasta também de uma liga profissional aqui no Brasil, a exemplo do que é lá na Inglaterra. E agora tá cogitando, inclusive, colocar o Atlético Mineiro também na Bolsa de Valores. O Atlético que conseguiu, em setembro, algo inédito aqui no país, que foi carta de crédito, mais de R$ 100 milhões de reais em cartas de crédito, justamente para bater uma dívida que é gigante do galo, que passa dos R$ 3 bilhões de reais, né? Então, o Atlético tá conseguindo sobreviver, se sustentar hoje, justamente porque é uma SAF. E agora o Menin tá tentando, nos próximos anos, até 2030, a previsão é de que ele consiga colocar o Atlético Mineiro na Bolsa de Valores. Seria um grande passo, né?
Pois é! E se funcionar, um espelho, um modelo aí para outros clubes também, né? E a exemplo do que já acontece no futebol europeu, com Manchester United, Juventus, Benfica, estão todos na bolsa, entre outros clubes aí, Brown.
Vamos continuar falando de bilionário, porque o Bernie Ecclestone, lembra dele? Chefão da Fórmula 1, exatamente! Tá com 96 anos, Brown. Ele, que na década de 70 foi um nome muito forte, lá começou a negociar os direitos da Fórmula 1, foi um grande chefão, foi um grande nome dessa modalidade. Ele tá vendendo agora uma coleção de carros da Fórmula 1. Ele tem mais de 60. Olha só essa foto que bacana, Brown! Ele neste salão, alguns históricos, tem modelos mais atuais, mais recentes, alguns antigos, né? Até porque ele coleciona desde a década de 50 esses carros. E são carros pilotados por Niki Lauda, pelo Schumacher, pelo Nelson Piquet. Tem Ferrari, tem Brabham, porque ele foi presidente da Brabham por muito tempo também, né? Inclusive, você sabe por que ele vai vender, por acaso?
Então, Brown, ele tá com 96 anos, fazendo um pé de meia, é isso? Tá fácil pra ninguém! É isso! Pois é, ele é bilionário, ele não precisaria dessa grana. Apesar que vai realmente um intermediador europeu que vai fazer essa negociação. A previsão é que pode render aí centenas de bilhões de milhões de euros, podendo chegar a bilhões. Mas a verdade é que ele já tá com 96 anos. Ele quer dar um bom destino para esses automóveis, né? Quer que esteja aí em boas mãos.
Bacana! Bacana a atitude aí do Eon. E vamos fechar, Brown, com uma notícia triste que aconteceu neste final de semana aqui no Brasil. O piloto João Eloi, de 55 anos, morreu no último sábado após um grave acidente lá em Interlagos. A gente tá vendo aqui imagens desse acidente, que foi muito forte. Ele acabou colidindo com outro piloto ali na reta principal de Interlagos. Ele competia na categoria Super Sport 400. Olha só a força da batida, o impacto, né, Bruno? Acabou ficando ali no meio da pista, foi levado depois pra sala de cirurgia ali do autódromo, mas acabou morrendo já falecendo no ambulatório. Em nota oficial, os organizadores do evento lamentaram a morte e se disponibilizaram a prestar total assistência à família do piloto, que é de São Caetano, né, Brown? E agora tá se discutindo muito com relação a essa categoria, porque, nesse ano, também um menino de 9 anos, um piloto argentino, acabou falecendo também, e nessa pista. Então, o que acontece? Estão falando que a discussão é se essa pista é apropriada para esse tipo de categoria ou não. É algo que os técnicos vão ter que dizer, né?
Exatamente! Valeu, Vini! Obrigado pelas informações! Valeu! Até mais!
A gente segue por aqui com mais destaques internacionais. A ministra da Agricultura da França, Nigera, anunciou uma série de medidas a favor dos agricultores em uma tentativa de acalmar as tensões crescentes no setor. Entre as medidas, está a criação de um conselho para agilizar os pedidos de comercialização de certos produtos, com o objetivo de responder às necessidades mais urgentes de determinados cultivos. Também foram anunciadas medidas para acelerar a implementação de projetos de pecuária e encurtar os prazos.
Uma nova manifestação foi realizada na Espanha para protestar contra a gestão política das inundações que deixaram 230 mortos no país. O ato ocorreu em Valência, capital da região mais afetada, um mês após a tragédia. Os manifestantes pediram a renúncia de Carlos Mazon, presidente regional da cidade. Um grande centro comercial no Canadá adotou uma estratégia diferente para evitar pessoas em situação de rua nas escadarias do shopping. Há cerca de um ano, o Complexe Jard, em Montreal, coloca para tocar a música infantil "Baby Shark" 24 horas por dia. A música é tocada repetidamente, sem pausa e em velocidades variadas.
A capela de São Pedro, católica mais velha da cidade de Lucerna, na Suíça, resolveu substituir o padre e adotar um avatar de inteligência artificial de Jesus Cristo para atuar no confessionário. Os fiéis, através da tela, conseguiam ver a imagem clássica de Jesus respondendo dúvidas em tempo real, em mais de 100 idiomas.
Peço que você vá curtindo aí! Não esqueça, você que tá aqui com a gente, vá deixando likes, curtindo aqui a nossa transmissão. A gente faz uma rápida pausa agora, um rápido intervalo. Em 2 minutos e 15, estaremos aqui de volta com a sequência do Jornal da Oeste. A gente fala ainda hoje sobre a homenagem que Janja vai receber do grupo Prerrogativas. Outros destaques também. Em 2 minutos e 15, estaremos de volta. Espere por aí, não saia daí!
Até [Música].
Já deixa eu te contar uma história. Um dia, Juliana, que acompanha aqui a Oeste, descobriu que as calças estavam encolhendo misteriosamente. Ela culpou a secadora, mas a geladeira sabia. Verdadeiro desejo por doces de Juliana era horrível. Um dia, tarde da noite, ela se viu desesperada dentro do carro, pois acordou de madrugada. Um suplemento que poderia imaginar seria algo queimando gordura indesejada. Com esper, ela partiu para uma nova. Foi então que descobriu a forma, sua arma secreta pro sucesso. Conheça!
5:15, seguimos aqui ao vivo com o Jornal da Oeste. O grupo de advogados Prerrogativas, conhecido pela atuação contra a Lava Jato, fará na próxima sexta-feira um jantar de confraternização de final de ano. E será homenageada no evento a primeira-dama Janja Lula da Silva. O presidente também deve comparecer ao encontro. Segundo o coordenador do grupo, Marco Aurélio Carvalho, o motivo da homenagem será a atuação de Janja na aliança global contra a fome e pela preocupação com um sistema brasileiro de justiça mais inclusivo. A festa, que terá shows de Maria Rita e Ivo Meirelles, terá presença de mais de 750 pessoas. Elas pagaram ingresso de R$ 300 para participar da festa e ver a homenagem a Janja.
Dra. Cátia Magalhães, pessoal, acho que o motivo real está bem distante do motivo oficial. A gente tem que ter em mente que a senhora Janja, né, esposa de Lula, a mesma que fez ofensas muito, muito claras ao empresário Elon Musk, ela tem sido responsável pela nomeação de todos os ministros da STJ na recente gestão Lula, por vários desembargadores. Acabou de ser peça-chave, determinante, na nomeação de uma desembargadora aqui pro TRF2, Rio de Janeiro e Espírito Santo, e também foi muito relevante na batida do martelo pelos dois recentes supremos indicados por Lula. Então, pudera! Eles deveriam, e o detalhe é que esses togados nomeados por influência direta de Janja são todos direta ou indiretamente relacionados ao grupo Prerrogativas, todos esquerdistas, todos adeptos dessa corrente perigosíssima de abolicionismo penal, que, traduzindo para um português bem raso, não passa de colocar a mão na cabeça de bandidos perigosos. Então, pudera! Eles não deveriam dar um jantar, eles deveriam elevar um altar em homenagem a Janja.
E você, Musza? Triste, né? Mais um ponto. Homenagear o quê? Vocês viram que foi criado aquele Janjaô, se não me engano, que vocês podem acompanhar quanto que ela gasta? E a gente estava fazendo esse cálculo. Foi publicado um vídeo sobre isso, que se pegar desde que o Lula voltou ao poder, com tudo que a Janja já gastou, e esse site tá puxando exatamente o que é divulgado pelo governo e por sites amparados em dados do que ela vem gastando, são incríveis R$ 3.700 por hora. Imagina você fazer isso na tua vida privada! Só que vamos lembrar que é o nosso dinheiro! É o nosso dinheiro para financiar pessoas que têm uma política ou uma ideologia voltada para tal da igualdade. Igualdade pros outros, todos pobres, para ela não! Para ela visitar Paris, para ela comprar Hermès, para ela comprar uma série de artigos de luxo, tomar vinhos de luxo, pagar aluguéis que o próprio Lula fala que você não precisa ter duas televisões, mas ele aluga por R$ 40, 50 mil a sua casa em Alto de Pinheiros. Eu, particularmente, como bom capitalista e defensor do livre mercado, não tenho nada contra, desde que você faça com o seu dinheiro, financie com o seu dinheiro e não com o dinheiro dos outros, pregando uma atitude completamente hipócrita pros outros: a igualdade na pobreza para ela, a vida de luxo financiada pelos outros. Porque, como boa esquerdista, ela quer que os outros a financiem, parasitando em cima do dinheiro deles. O dela só quer bem.
Bom, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, concedeu perdão total e incondicional ao próprio filho, o advogado
Bolsa Argentina foi a que mais subiu no mundo. Repito: eu fiz um post detalhado com fontes internacionais lá no meu ex sobre o desempenho em números do que o Milei já conquistou nesse primeiro ano e o montante de capital que tem atraído para lá. Mas, de novo, importantes investidores nos Estados Unidos já falaram: "Para eles, o Brasil saiu do radar". Índia, inclusive, México, governado por uma extrema esquerdista, Cláudia Chimbau, vem atraindo uma parte desse capital que poderia estar aqui no Brasil. O grande problema é que a gente pode chegar a um cenário de dominância fiscal. Mesmo subindo a taxa de juros, você não consegue mais conter os ímpetos inflacionários e as expectativas inflacionárias por conta da desconfiança dos agentes econômicos na moeda local. Portanto, no Brasil, mesmo com taxas de juros mais altas, você poderia não ver um grande capital entrando. Vamos lembrar que, na semana passada, um importante título da dívida brasileira pré-fixado, NTN F, atraiu a demanda de zero investidores estrangeiros. E é um país que gringo gosta de olhar. O estrangeiro gosta de olhar: zero reais demandados de uma oferta de mais de R$ 260 milhões de reais disponibilizados, se não me engano, na quarta-feira da semana passada. Então, há sinais importantes de alerta. Se continuarmos nessa trajetória, o capital que poderia vir para cá, sim, sem dúvida nenhuma, irá para outro lugar. Na balança de pagamentos, a conta financeira, nós já tivemos a maior fuga de capital desde 1982. Esses números são concretos e divulgados pelo próprio BGE. Vale uma atenção: esse capital flui para algum lugar. A Argentina está se tornando mais amigável a regras e respeito às normas. Obviamente, esse fluxo vai para algum lugar. A Argentina, continuando dessa forma, atrairá uma boa parte importante do capital que virá para o Brasil. Doutores, será que tende a se intensificar esse movimento agora que o governo está falando na taxação de super ricos, que, aliás, é um termo bastante pejorativo também, né? A gente está falando de grandes geradores de emprego, grandes movimentadores da roda econômica. Será que, com esse movimento de taxação e as novas medidas do governo federal, esse movimento vai se intensificar? Doutora, possivelmente. É mais um viés extremamente tacanho desse governo Lula, que não engana e nunca enganou ninguém. Na minha área específica de atuação, que é o Judiciário, parece que o Brasil se esmera em afugentar investidores. Em primeiro lugar, porque aqui a gente não tem segurança pública. A gente tem uma segurança pífia. E aí o Musza pode até me corrigir: eu acho que dificilmente empresas estrangeiras desejem se estabelecer num país onde muitas cidades, muitas grandes capitais, ficam à mercê de verdadeiras guerras de gangues, como é o caso aqui do meu Rio de Janeiro. Nós não temos segurança jurídica. Quando você deseja fazer valer um contrato, quando você deseja fazer valer a retomada de um imóvel, por exemplo, você fica à mercê de uma Justiça extremamente cara, extremamente morosa, repleta de quadros muito despreparados. Fica à mercê de grandes escritórios de advocacia muito bem relacionados ao Judiciário. Você fica à mercê disso tudo. Na parte trabalhista, nós temos um Judiciário trabalhista que literalmente pula no cangote do empresário. É tudo, além de um Judiciário, de um Supremo, por fim, que quebra coisa julgada em matéria tributária. Então, é isso. Perfeito. É a palavra do Bruno Musza e da Dra. Cátia Magalhães, nossos comentaristas de hoje aqui no Jornal da Oeste. Valeu, Musza. Boa tarde, até amanhã. Até amanhã, foi um super prazer. Obrigado, Dra. Cátia. Uma ótima semana para todos. Valeu, Dra. Boa tarde, até a próxima. Boa tarde, Musza. Boa tarde, Brown. Até a próxima. O Jornal da Oeste continua. A gente segue por aqui. Um rápido intervalo comercial. Agora voltamos já. [Música]
Já deixa eu te contar uma história. Um dia, Juliana, que acompanha aqui a Oeste, descobriu que as calças estavam encolhendo misteriosamente. Ela culpou a secadora, mas a geladeira sabia a verdadeira culpada: o desejo por doces de Juliana era horrível. Um dia, tarde da noite, ela se viu desesperada dentro do carro, pois acordou de madrugada e foi atrás de um sorvete. Determinada, então decidiu que era hora de uma mudança ou iria comprar calças maiores. Juliana viu aqui na Oeste sobre um suplemento que poderia ser útil e imaginou que animador seria tomar algo para ajudar na perda de peso, queimando gordura indesejada. Com esperança renovada, ela partiu para uma nova tentativa. Foi então que descobriu o Topform, sua arma secreta para o sucesso. Conheça o Topform, seu super aliado do emagrecimento: maior controle de apetite e queima de gordura. Contém a potente combinação do psílio, quitosana e a laranja amo, uma combinação que vai aumentar seu metabolismo, mesmo em repouso. Quitosana, seu novo melhor amigo, bloqueador da absorção de gordura. Laranja amo acelera o metabolismo, queimando gordura mesmo em repouso. Com fibra que retarda a absorção dos carboidratos, evitando estufamento na barriga e picos de glicemia. Cromo reduz a vontade de doces, controlando os desejos por açúcar com eficiência. Espirulina, microalga repleta de nutrientes que os astronautas da NASA utilizam, considerada alimento do futuro. Antocianinas, um ótimo pré-treino, bombeando mais sangue e nutrientes para os seus músculos. Peça seu Topform agora e, atenção: os 10 primeiros que ligarem, além do guaraná e mais café verde de brinde, receberão outro presente: um gel termogênico redutor de celulite, flacidez e medidas. E mais: ligando agora, você receberá um descontão de 70%! Não perca mais tempo, adquira o seu Topform hoje mesmo. Eu repito o número, anote direitinho aí: 0800 462 6216. Topform é o seu novo suplemento aliado do emagrecimento.
Olá, pessoal! É impressionante: cada vez mais as pessoas estão reclamando de dores. Não é normal sentir dor. Não podemos nos acostumar com isso. E aí eu tenho falado sobre o H Pronobi super concentrado Vita E Gold. Dá uma olhada nesse depoimento: "Ah, eu tenho uma vida muito corrida, do cinema pro teatro, dos shows pros estúdios. Algum tempo atrás, comecei a me sentir muito cansada. Primeiro, achei que era só um mal-estar. Depois vieram dores nas costas, nos braços, nas pernas. Eu estava assistindo televisão e um comercial me chamou a atenção. Era sobre um produto 100% natural. Passei a tomar H Pronobis da Vita Gold antes das refeições. Logo nos primeiros dias, eu senti diferença. Aquele peso nas pernas, nos braços foi aliviando totalmente. Hoje, a minha concentração e energia aumentaram 100%." Viram só? E não é só a vida da Lucinha que melhorou. A sua também pode ser diferente. Você que está aí com dores crônicas no corpo, artrite, artrose, reumatismo, fibromialgia, inflamação, desgaste nas articulações, eu te apresento o H Pronobis super concentrado Vita E Gold, que também auxilia no combate à diabetes, pressão alta e no controle do colesterol. É aprovado pela Anvisa, não tem contraindicações, tem origem garantida e, o melhor: você pode tomar na forma de cápsulas ou em pó. Temos o número exclusivo, tá aí ó: 0800 031 1070. E para quem ligar agora, além do desconto tradicional da revista Oeste, 70%, também vai levar o colágeno tipo II para acelerar na sua recuperação da cartilagem das articulações. E mais: essa câmera Wi-Fi H Pronobis Vita E Gold. De novo, eu vou repetir: 0800 031 1070. H Pronobis da Vita Gold. [Música]
Parlamentares da oposição viajaram a Kiev, onde participaram de uma conferência com líderes e representantes legislativos de diversos países da América Latina e do Caribe. Na comitiva brasileira estavam os senadores Magno Malta, Sérgio Moro e Damares Alves, além do deputado federal Paulo Bilinski. Durante uma reunião com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, Moro reforçou que Lula não representa o povo brasileiro. "Nós não temos qualquer dúvida: apoiamos a causa da Ucrânia e repudiamos claramente a agressão vinda da Rússia. Por mais que tenhamos também relações amigáveis históricas com a Rússia, entendemos claramente que essa é uma guerra de agressão injusta contra a Ucrânia." O senhor presente tem razão. A declaração feita no G20, mas quero dizer que as declarações e a posição do atual presidente Lula não refletem o sentimento de solidariedade da maioria da população brasileira. Já Magno Malta chamou o presidente brasileiro de comunista: "Não comungamos com nada das piadas, das gracinhas, do deboche do atual mandatário no Brasil, que é um comunista." Viralizou nas redes sociais uma propaganda de uma empresa de cidadania italiana feita por José de Abreu, uma empresa especializada no texto. O ator, apoiador do governo Lula, sugere sair do Brasil, falando em liberdade e oportunidade, motivo para uma enxurrada de críticas nas redes sociais. Com isso, a gente fecha mais essa edição do Jornal da Oeste. Obrigado a você pela sua audiência, pela sua companhia. Antes de sair aqui da nossa live, peço que curta. Não esqueça, não, hein, gente? Curta, deixe sempre seu like por aqui. E na sequência tem mais Oeste Sem Filtro, já vai começar. Continue ligado. Uma ótima semana para você, uma ótima noite. Fique com Deus e até amanhã.