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Fala, senhores! Tranquilo? Cadar na área. O vídeo de hoje, vocês vão entender sobre superando os vícios, a guerra da mente, certo? Isso aqui é um vídeo, é uma aula específica do curso, mas eu vejo as aflições de vocês. E isso aqui não é só sobre dinheiro, senhores. Isso aqui é sobre ajudar. Eu acho que essa aula pode ajudar a mudar sua mente, pode ajudar a te mover para um caminho, um caminho de alma grande, certo?
Abandonar essa alma pequena que você se abraçou, que te levou para a escravidão, que te levou para o vício, e talvez te levar para uma alma crescente. Porque, para mim, todo cara que tá no vício, ele tá buscando Deus pela porta errada. E aqui a gente vai trocar uma ideia e vai tentar botar sua mente num lugar. Espero de coração conseguir ajudar você a melhorar sua vida. Acho que é um vídeo que todo mundo tem que ver para não cair nas armadilhas e também poder ajudar um amigo que tá passando por dificuldade, certo? Essa é minha contribuição. Espero que faça diferença para vocês.
Sou Cira, esse é meu canal de mentalidade. Fala, senhores! Tranquilo? Cadar na área. O vídeo de hoje vai falar sobre superando os vícios, a guerra da mente, certo? Cara, esse conteúdo é exclusivo do curso. São muitas aulas para eu poder bater isso no curso, mas eu tenho recebido muita demanda de vocês sobre problemas com vício, tá? Problemas de como lidar. E aí já deixo meu ponto claro: eu não sou médico, eu não sou psiquiatra, eu não sou psicólogo. Eu só entendo de gente.
E aí, com base nas minhas experiências, certo? Com base no que eu já estudei, eu vou te dar aqui um caminho que pode te ajudar. Mas você tem que levar isso aqui como se fosse a aposta de Pascal, sabe? Qual é a aposta de Pascal sobre Deus? Ele fala o seguinte: se eu seguir Cristo e, no dia da morte, o reino prometido existir, e eu seguir Cristo, eu irei acessar o reino prometido. Se eu seguir Cristo e, na hora da morte, não existir nada, como vocês aí pregam, eu terei tido uma vida digna. Então, eu não perco nenhum dos cenários.
O que eu vou te ensinar aqui, senhores, tem base em neurociência, tem base em psicologia, tem base em biologia, tem base em experiência de vida. Não tem nada aqui que, se você aplicar, vai te fazer mal. Isso eu te garanto, tá? Mas é bom lembrar que eu não sou um médico, eu não tô aqui para tratar. Eu tô te dando um caminho que eu faria, que eu, né, se alguém próximo a mim chegasse, eu ensinaria para poder ajudar. É como tudo aqui, senhores. É para tentar deixar as pessoas mais fortes.
Todo esse projeto é sobre essa vida que não tem manual. A gente tenta, através de um cara que fala na frente da câmera, num quarto com um quadro, ajudar as pessoas. Seria bom ter uma equipe, ter cenário, mas é como eu posso fazer e é o que eu sei fazer. Então, espero que te ajude.
Deixa eu só... Cara, eu tenho que ficar com ar aqui. Deixa eu só ver se eu mudo. Calma, calma, não se afobe. Quando eu mudo esse tipo de tom do som, o ar incomoda menos. Então, cara, espero te ajudar, espero te fazer bem. Vocês me pedem muito. Esse vídeo era um tema exclusivo do curso, mas, cara, isso aqui não é só sobre dinheiro, entendeu?
Eu quero ganhar, eu quero dar condição melhor pra minha família. Eu trabalho, eu entrego meu tempo aqui para poder ter um retorno melhor pra minha família. Pô, eu nunca fui hipócrita. Eu nunca fui hipócrita. Então, apoiadores me ajudam, membros me ajudam. Quem compra meu curso ajuda pra caramba, mas não é só sobre dinheiro, entendeu, senhores? É sobre ajudar o próximo, é sobre tentar deixar esse mundo que eu odeio tanto um pouco melhor.
Então, vamos ficar com essa aula e ver se eu consigo entregar o que vocês merecem. E o grande pedido sobre isso tudo é: se fez bem para você, indica pro próximo. Não tem melhor indicação do que a de contato pessoal, certo? Então, se isso aqui te ajudou, filho, indica pro próximo. E já aviso: essa aula vai ser grande. Vamos lá!
A guerra da mente, porque o vício é a guerra da mente, filho. Entende uma coisa: você volta lá no vídeo "Construindo sua Identidade". Você não é o que pensa, você não é só o que faz, você não é o que reage. Você é o ponto de consciência que decide o que vai fazer. A sua cabeça é um turbilhão, o seu corpo tem vários feedbacks externos, mas, na hora de executar, você é aquilo que você decidiu. Então, você é o observador em cima disso tudo.
Na neurociência, vamos explicar que 95% dos seus comportamentos são emocionais, das suas decisões são emocionais. 5% são racionais. E aí vai dividir sistema, sistema do livro. Bom, para explicar isso rápido: devagar e rápido, duas formas de pensar. O escritor do livro ganhou um Nobel, e acho que ele ganhou dois Nobel. Só que um, eu acho que é economia, não tem Nobel, mas ele foi citado no maior prêmio de economia, mesmo sendo psicólogo. Um desses dois não tem Nobel, eu sei que ele ganhou em um, ganhou no outro e foi indicado no de medicina, mas no de medicina ele não ganhou como coautor. Ele seria a segunda pessoa a ganhar três Nobel, mas é um ótimo livro, tá? Ele vai te ensinar isso aqui.
E aí, cara, você tem que entender o seguinte: se nossas decisões são emocionais e nós somos o ponto de decisão entre o emocional e o racional, nós temos que melhorar esse ponto de decisão. O que seria esse ponto de decisão? Ele seria basicamente esse. Se 5% é o neocórtex, qual é a característica desse sistema dois? O curso, cara, são várias aulas para chegar nisso. Ele é lento, ele é preguiçoso, ele consome muita energia para ser produzido, então ele evita trabalhar. O sistema emocional é mais automático, ele copia uma imagem de alguém, repete, repetitivo, cíclico.
Os vícios estão mais próximos do sistema emocional. O que seria um vício? Cadar, comportamento descontrolado. Você tem um comportamento que você não consegue ter controle, você não consegue ter consciência e ponto de decisão sobre ele. Busca cíclica por resposta em dopamina. Você precisa, sua vida é uma merda, você não fez nada produtivo na sua vida, você não tem nada que na sua vida te dê prazer de fazer. Logo, você precisa buscar dopamina em algum lugar. E aí você faz uma fuga da pressão da vida.
O viciado, cara, o viciado é um cara que busca Deus, busca a paz do espírito pela porta errada, né? Ele não consegue entender o mecanismo de organizar a vida dele, ele não consegue entender as suas responsabilidades nesse jogo. Ninguém nunca explicou, né? Por mais que ele tenha ficado 20 anos na escola, ninguém nunca explicou uma coisa básica: 95% das decisões dele são emocionais e reativas. Então, ele não sabe como organizar isso. E aí ele vai buscar satisfação pelo caminho errado.
Ele viveu numa bolha. Eu já falei isso para vocês, né? Ele montou uma realidade baseada numa bolha porque foi protegido pelos seus tutores. A bolha cria falsa sensação de paz, falsa sensação de segurança, falsa sensação de domínio. Mas, quando é confrontado com a realidade, o baque da pressão faz esse cara ficar perdido e ele busca uma recorrência para compensar.
Existem três fases do vício. O ignorante é o cara que não sabe que aquilo é um vício. Ele começa ali, né? Antes de entrar nisso, vou falar uma coisa: são basicamente quatro tipos grandes de vício. O químico, o químico comportamental e o emocional. E o último, agora não tô lembrando, mas eu acho que é sobre sensações. Todos esses são vícios, todos esses são dopaminérgicos, todos esses deformam teu cérebro.
Por que o vício deforma teu cérebro? Imagina, cara, que teu cérebro é um prédio cheio de janelas. São apartamentos, né? Pensa assim, forma bem resumida, tá? Cada vez que você ativa um comportamento, você recebe satisfação e consegue comprar um desses apartamentos. Uma pessoa que tem uma vida sem estímulos, ela tem pouco apartamento no próprio cérebro, muita parte pouco usada. Mas um cara que teve os estímulos corretos, né? Por exemplo, as crianças romenas. Teve um problema, né? Um ditador falou que tinha que ter muito filho para ter muito trabalhador. Aí incentivou a ter uma porrada de filho. Caiu a ditadura, meu irmão. O nego falou: "Cara, burri, seis filhos, como é que a gente vai sustentar isso?" Nego começou a largar criança em orfanato à vontade.
E aí, o que as pessoas fizeram? O orfanato era todo mecanizado. Criança que chorasse não recebia atenção. A criança romena que não tinha estímulo de orfanato, ela tinha um QI sub 80. Menos de 80. E a criança que tinha uma vida normal, ela tinha quase 100. Por quê? Pouco apartamento comprado no próprio prédio. Deu para entender? Falta de estímulo tem a ver com isso.
Todo comportamento, ele compra um apartamento através da qual é a moeda: satisfação. Você faz uma coisa bem feita, recebe satisfação. É uma chancela de comportamento, né? Comportamento é dividido em gatilho, rotina e recompensa. Quando você faz o gatilho certo, recompensa. Rotina, e você vai receber recompensa no final. Quanto mais você faz isso, mais você vai comprando aquela planta do apartamento. Você começa com 5% do apartamento e vai crescendo até você ficar dono e abrir mais um apartamento no seu prédio.
Por que o vício destrói? O vício destrói as pessoas. Desculpa, já falei da... mas sempre bom avisar para quem tá chegando. O vício destrói o cérebro porque as ligações neurais, neurotransmissores, elas foram feitas para você ter uma recompensa a cada X tempo. Os vícios normalmente têm resposta rápida: ação, rotina, rápida, ação, rotina, rápida já recompensa. E ele vai dando recompensa mais rápido do que estudar, certo?
E aí o vício vai ocupando partes do teu cérebro. Só que, para se proteger, o que teu cérebro faz? Ele vai cobrando mais, ele põe juros nisso aqui. Ele elabora mais. "Era um, agora tem que ser 10, agora tem que ser 20, agora tem que ser 50." E aí, cara, tu tá fazendo ação para ter 50 de recompensa. E aí tu tá ocupando outras partes do teu cérebro. E o teu cérebro é "use ou deixe". Se ele tá usando, ele tá estimulando. Você pode ver, sei lá, eu nunca fiz línguas, mas quem faz línguas tende a falar isso. Você pratica muito mais língua, né?
Tu foi ganhando recompensa, ocupou um apartamento. Você vai deixando de praticar, teu cérebro vai jogando aquilo de lado. "Ó, cara, a gente não tá usando, então o que é mais útil agora?" Ah, o que é mais útil agora que tá dando recompensa? Porque a gente vive em busca da recompensa. O que que tá? Cocaína, masturbação, jogo. Então vai deixando essas coisas de lado, vai deixando suas habilidades de lado. E aí o vício vai ocupando todo o espaço da sua vida.
Chega um certo ponto que custa muito caro usar o vício, então ele já tá dominando quase tudo. E aí a gente tem três fases do viciado. O ignorante, que é o cara que não sabe que aquilo vicia. Ou ignora que isso não é para qualquer um. O iludido, que é o que acredita que tá controlando. Eu cresci em lugar muito... eu cresci numa vida muito pobre. E aí, cara, boa parte dos meus amigos, colegas, né? Vamos dizer assim, eram usuários de alguma coisa.
E, porra, quando tu ia conversar com o cara... Pô, eu lembro de um moleque muito bom, cara. Moleque muito bom. Ele que me ensinou. Eu trabalhei em Cicle. Foi ele que me ensinou a arrumar bicicleta, desempenar aro. Eu sei fazer tudo de bicicleta. Eu sei montar rolamento, caixa central e caixa de direção da bicicleta. Eu sei fazer tudo, desempenar roda, montar aro. E ele que me ensinou tudo. O moleque da gente, ele era autodidata, ele era acima da média. Ele empinava bicicleta, né? Tipo assim, e ficava 4 km andando com a bicicleta e uma roda só. Moleque era muito fora da curva, mas caiu no vício.
E aí ele fala: "Mas ele fala pra mim, 'Mais menor, filhote'." Qual é, filhote? Eu era mais novo desses moleques aí. Qual é, filhote? Não, não tem vício, não. Pô, 18 anos, eu vou entrar pras Forças Armadas, eu largo essa porra. Essa porra é só uma onda de agora. Porra, meu irmão, quando eu encontrei com ele, eu encontrei com ele, tipo, sei lá, 10 anos depois. O moleque tava moído, moído, moído, né? Tu vê a aparência do cara, o vício consumiu ele.
Aí a terceira fase, você era iludido. Agora você entende que você é um merda. E aí Nietzsche vai falar que o pior fraco é aquele que abandona os valores morais de resistência. Porque os valores morais, cara, né? Viciado é coisa de otário. Mas aí você, quando vira o flagelo, quando se autoflagela, você... "Porra, eu sou um merda mesmo, minha vida é uma merda, eu sou um merda." Aí tu se autopune.
E o pior disso é quando você entra numa comunidade de outros merdas e vocês meio que se apoiam em se manter na merda. Não, mas é justificável. Começa a justificar o errado. O pior erro do fraco, do fracassado, é justificar seus erros. Quando o cara começa a justificar para não assumir a responsabilidade, ele tá na pior fase, filho. Ele tá na pior fase. E aí, às vezes, ele se junta. Porque, como ele tem aquela coisa que causa vergonha nele, se os pais dele descobrirem, né? Ou, sei lá, pessoas que ele respeita descobrirem, ele começa a se juntar com as pessoas que pensam e agem igual a ele, né? Porque aqui eu sou igual, aqui ninguém pode se apontar.
E aí você cria uma subcultura nociva, né? Aquele pequeno câncer que vai destruindo o corpo inteiro. As pessoas que cultivam o erro, que, né? Que, porra, os caras são influenciadores ou são músicos, o caramba. E ele faz música, ele incentiva, influencia as pessoas a caírem nos vícios. Porra, eu acho isso uma imoralidade, tá? Eu já recebi proposta para fazer ganhar dinheiro com Bet, ganhar dinheiro com aposta. Porra, irmão, eu não entro. Um amigo meu, um moleque é brabo de computador. Moleque é, tipo assim, programação, caramba. O moleque já foi pra Alemanha, já voltou. Ele trabalha, ele veio. Quando ele voltou pro Brasil, ele só pegou cargo. Porra, teve um emprego dele que, para ele poder entrar, nego teve que contratar um maluco da Inglaterra, que era o único cara que tinha currículo para poder avaliar ele. Porque o currículo do moleque é fora do comum.
E aí ele falou, ele chegou para mim assim, né? Porque todo mundo que é, porra, cara, ele tá ganhando a vida dele aos poucos, irmão. Tipo assim, todo mundo que é, porra, tem uma mente escassa. A gente pensa na recompensa. A gente é, porra, irmão. A gente pensa como ganhar dinheiro, como arrumar as coisas. A gente só não pode... A grande parada é que o dinheiro não pode virar nosso Deus. Dinheiro não pode virar nosso... A gente não pode ser escravo disso. Eu falei isso com ele. Ele tinha, ele tem formação para criar um sistema de Bet. Ele sabe fazer tudo aquilo com inteligência artificial. E aí ele falou: "Porra, cara, nego tá me chamando para fazer. Eu sei fazer, caramba, porra, daria muito dinheiro."
Eu falei: "Porra, irmão, e aí, o que que tu acha?" Falei: "Irmão, tu é meu irmão, eu nunca vou te julgar. Quem julga é Deus, mas eu vou te dizer o que eu faria. Eu não faço nada que eu tenha vergonha de contar pro meu filho um dia." Então, assim, todo mundo que eu dei tiro, todas as guerras que eu me meti, todas as confusões, cara, que bati em mulher, eu saí na porrada, tudo que eu fiz, cara, eu antes de agir, eu penso: "Cara, se meu filho vê fazendo isso, ele vai ter vergonha e orgulho do pai." E isso, para mim, irmão, é uma trava para não vacilar.
Porque, se deixar, irmão, todo mundo tem um monstro dentro de si. Todo mundo carrega, né? Ainda mais se tu vem de vida difícil, cara. É difícil o cara que vem de vida difícil não ter ressentimento por algumas injustiças que ele sofreu. É muito difícil. Mas, porra, eu não posso deixar isso me guiar. Eu não posso ser igual a esse mundo merda que eu odeio. Então, eu tenho esse pilar: o que minha família vai pensar? Sabe? Tipo assim, meu irmão, eu tenho certeza, filho, que se eu fizer a maior atrocidade do mundo e eu chegar pra minha mãe e falar, ela vai justificar alguma coisa e vai me abraçar. Minha mãe é um anjo na terra para mim.
Mas eu sentiria vergonha de trazer essa vergonha para ela. No curso do Bob, ficava assim: "Meu irmão, minha mãe nunca vai ver o filho dela desistindo." E ela realmente não se importa com isso, mas é uma trava que eu me coloco para não ser um merda. Porque o natural é ser um merda. O natural é ser medíocre. O natural é ser fraco. O natural é desistir. O natural é aceitar, se conformar. Eu não quero ser o natural, eu não quero ser o comum. Sou maluco, eu sou. Então, assim, eu sou maluco. Eu acordo muito cedo, eu sou esquisito, eu sou ótimo. Ótimo! Eu não quero ser igual a todo mundo, porque todo mundo é um mundo merda.
E eu tenho uma briga na minha cabeça por isso. Eu não tenho... Eu vi tanta merda na minha vida, filho, que a minha autoconsciência em relação a vício é tão grande que eu não me deixo, né? Eu não me deixo nem aproximar. E, se eu tiver que ter contato, não vai ser uma coisa que me controla. Eu sempre, eu, por mais independente da fase da vida que eu tava, eu sempre tirei a quaresma para rejeitar alguma coisa que eu tava compulsivo. Eu tenho cérebro obsessivo, isso é um problema meu, né? Minha mãe, eu achava que meu pai era mais obsessivo, mas a minha mãe é muito obsessiva. Isso a vida me mostrou depois. E eu tenho esse cérebro obsessivo igual minha mãe.
Se eu deixar o meu obsessivo me controlar, eu vou fazer merda. Então, eu tenho que direcionar ele. Então, eu sempre me obrigo, através dessas travas, em toda a quaresma, a rejeitar alguma coisa que eu tô compulsivo. Eu sou todo... Se deixar, filho, eu sou todo compulsivo. Se for para comer, eu como muito. Se for para beber, eu bebo muito. Se for para jogar, eu jogo muito. Então, assim, eu baixei um jogo, "Injustice 2", para poder esperar a Gabriele no salão. Irmão, em três meses, eu tava disputando ranking nacional. Eu tava com a melhor... Eu tava na melhor equipe de liga e eu tava, porra, meus personagens eram muito fortes, o caramba. E eu acordava 5 horas da manhã para poder fazer as raids. Aí, depois, voltava 2 da manhã.
Eu sou muito compulsivo, por isso eu não tenho videogame em casa. Eu tenho videogame antigo, às vezes eu ligo, tal, brinco, desligo, desmonto, guardo, porque não é a hora. Eu vou ter a fase do fruto da minha vida, mas hoje não é a hora. Então, tudo que eu faço, eu faço muito. Mas aí eu direciono para quê? Para musculação, pro jiu-jitsu, pro trabalho, para criar. Vê, vê que quem tá fazendo vídeo no YouTube com a densidade que eu faço, que não é vídeo curto, não é vídeo três vezes por semana. Na verdade, eu faço mais que três vezes por semana. Se você olhar nos membros, eu fiz cinco vídeos semana passada. Eu sou compulsivo, mas eu preciso direcionar. Todo mundo tem o cérebro obsessivo. Eu acho que o meu é pior do que o de vocês, então eu preciso controlar isso.
Não sei se é porque eu sou neurodivergente ou por outras coisas, mas eu tenho. E aí, me conhecendo, eu tenho que direcionar. E, cara, como é que funciona essa tabela de recompensa? Isso aqui é a única parte dessa aula toda que você não vai achar em lugar nenhum. Eu, mais ou menos, lendo muito, eu achei uma forma de mostrar a tabela de recompensa e a roda da vida. A tabela de recompensa, filho, ela é tipo um alto e baixo. A gente precisa desfrutar no alto, sentir a dor no baixo. A dor te dá impulso e tu sobe de novo. O cara depressivo, ele tá muito no baixo. A cruzeta tá muito no baixo do gráfico. A tabela continua sendo a mesma, de 1 a 100, e ele fica muito aqui embaixo.
Aí ele começa a sentir prazer nas coisas ruins, nas coisas sem sentimento, no vazio, em sofrimento. O cara regular, ele tá no meio. Ora ele tá em cima, ora ele tá embaixo. O cara viciado, ele tá no topo. Qualquer coisa, né? Tem um atleta, tem um cara que ele falou que era medalhista olímpico, se viciou em cocaína. Ele falou: "E uma medalha olímpica não é tão foda quanto o primeiro pico da droga." Ele falou isso. Ele falou: "Cara, nada se compara ao primeiro pico da droga." E aí, por quê? Porque a droga, o químico, ele mexe diretamente no sistema adrenérgico, no sistema motor, no sistema nervoso. Os outros vêm através de algum sensor. A droga, ela química, ela vai direto pro sistema. Por isso o impacto dela é tão forte, por isso que ela vicia tão rápido, né?
Mas eu tenho uma cobrança. Só, só retomando aqui, eu tenho uma cobrança tão grande em ter autoconsciência, filho, que eu não me permito. Então, assim, cada quaresma eu tiro 40 dias para tirar algum vício. Já foi açúcar, já foi bebida, já foi pizza, já foi alguma coisa que eu esteja exagerando. Eu tiro 40 dias para fazer. Já foi jejum a cada tantos dias de 24 horas. Eu sempre tiro na quaresma para tirar alguma, né? Dar alguma chicotada em alguma coisa que eu tô me dominando. Eu, quando tava com a coluna fodida, eu fiquei o ano passado inteiro até agosto, onde eu fiz a cirurgia, muito fudido de coluna. Eu tava tomando um coquetel de remédio, a dor não parava. E o meu médico que me operou, eu falei sobre a cirurgia. Falei: "Cara, daqui até a cirurgia, o que que dá para fazer? Porque eu tô ficando não funcional."
Meu filho, abaixa, eu não consigo ficar embaixo com meu filho. Eu não consigo pegar meu filho no chão e botar no carrinho, botar no banco. Eu faço, cara, mas com a dor excruciante. Aí ele falou: "Pô, tu tem problema de vício?" Eu falei: "Não." Ele me deu morfina. Fiquei tomando morfina durante 4 meses, todo dia, todo dia. Tomei morfina, filho. Fiz a cirurgia, parei de tomar, parou de sentir dor, parei de tomar. Eu bebo, quem já bebeu comigo, né? Eu derrubo uma garrafa de whisky, uma garrafa de tequila. Eu sou eu, né? Tudo que eu faço, eu sou exagerado, mas eu não perco a consciência. Eu passo mal, mas eu não perco a consciência. Você não me vê descontrolado. Eu fico rindo, caraca, brinco, baixa a pressão.
Mas eu tenho tudo aquilo que me tira a consciência. Eu me afastaria, mas eu consigo controlar minha consciência muito forte, porque eu tenho essa cobrança muito grande de não me perder por tudo que eu já vi na vida, filho. Né? Família, pessoas próximas, amigos que se foderam. Então, isso tudo me afeta. Beleza, cadá? O problema do viciado é que ele tá no topo. Ele tá no topo da métrica. Ele não quer sair daqui do alto. Ele foge da dor, ele foge da dificuldade. Ele quer o máximo de satisfação sempre. Então, filho, ele cada vez aumenta a dose, cada vez ele destrói mais a vida dele, cada vez ele ocupa mais apartamento do cérebro dele com aquela porra.
E a grande questão, a grande questão é que ele precisa trazer essa regulagem pro meio. Como ele vai trazer essa regulagem pro meio? Eu vou falar ali na frente, mas, basicamente, ele precisa jejuar do seu vício. Agora, é o seguinte: cada tipo de vício tem um jeito diferente. Exemplo, né? É normal o cara viciado sempre achar que o seu vício é pior. Então, eu tenho um cara que tem problema com rede social, ele acha que rede social é o mal do mundo. Eu tenho cara que tem problema com pornografia, ele acha que pornografia é o pior do mundo. Mas, cara, alguns vícios só dependem de você. Outros, você precisa de, né? Exemplo: o cara que é viciado em químico, dependendo da química, ele precisa de algum apoio de remédio, porque a própria abstinência causa um dano, né?
Porque essa tabela, para voltar, ela tem que ter dor para ela voltar ao gráfico. Causa um dano muito forte. E aí, se não tiver um outro remédio, se não tiver um acompanhamento de remédio, pode não dar conta. E aí, então, assim, o vício químico, você precisa ter um apoio especializado para poder fazer. Não vou falar nome de remédio aqui, eu não vou ser irresponsável, mas o vício químico tem esse problema. Os outros, você precisa fazer um tempo de jejum, minimamente 4 semanas. Se você conseguir fazer 4 semanas, teu cérebro, ele trabalha com "us" e "de". Se você faz 4 semanas, quer dizer que você não tá precisando tanto. Aí ele começa a alugar esses apartamentos que você não tá usando para outras atividades que você tem que criar.
Por isso que é normal dizer um cara que sai de um vício entra em outro, mas aí é um vício produtivo que vai te criar coisa. E aí, o que você precisa melhorar? Você precisa melhorar o seu autocontrole ali, né? Se 95% do teu cérebro é emocional e impulsivo, 5% só tem controle. Você precisa que o seu 5% decisório seja suficiente para controlar as decisões negativas que esse 95 vai tomar. Tem decisão emocional, filho, que é positiva. Nem tudo emocional é ruim, mas quando elas forem de impulso negativo, você tem que ter uma sobra de energia para conseguir bloquear ela. Senão, você não vai dar conta.
Então, o que a gente precisa fazer? Fortalecer o neocórtex. Uma vida tranquila, uma vida dentro da bolha, deixa a gente mole. Uma vida sem desafios, né? Uma vida sem um tigre no barco, que nem "As Aventuras de Pi", deixa a gente mole. Deixa a gente sendo guiado pelas nossas emoções. Porque, pô, tá dentro da bolha, tá protegido, pá. Mas a vida que você precisa ter é uma vida que controla, que se controla, que consiga te dar o ponto de consciência sobre os feedbacks. Porque você pode ter o pensamento que for e o impulso corporal que for. Pode ser um monstro da porta para dentro, mas o que você põe para fora no mundo é o que decide.
Você pode ter os pensamentos mais atrozes, né? Ainda mais o cara que faz, que acompanha pornografia. Todo vício vai aumentando a dose. A pornografia não é diferente. Você vai, você vai aumentando. Você começa com... Na minha infância, não existia muito essa dependência de pornografia, porque não tinha tanto acesso. Com um toque, hoje você dá um toque e acessa alguma coisa pornográfica. Na minha etapa, não existia isso. Era muito mal, uma revista. E eu era duro, não tinha nem como comprar revista.
Mas, então, assim, a minha etapa era mais difícil. Então, isso se tornar coisa difícil já dificulta do vício acontecer. Minha etapa mais comum de vício era alcoolismo e drogas. Minha etapa de infância, cigarro, né? Drogas, drogas no geral, alcoolismo. Então, todo mundo, todo mundo na rua conhece algum alcoólatra que perdeu tudo por causa da bebida. O moleque perdeu tudo por causa da droga. Os moleques que não conseguem parar de fumar. Então, a minha etapa de vícios, eu vi coisas diferentes, mas a acessibilidade que hoje tem te provoca outros vícios. Precisa controlar os seus impulsos.
E aí, beleza, cadá? Como eu faço isso? Eu tenho sete passos que vão te deixar mais forte. Porque a vida, se você conseguir ter mais autoconsciência, você consegue reger e aprender a negar os impulsos. Tem um estudo, né? Esse é um estudo, eu acho que ele não foi randomizado, mas tem um autor que ele fala que existem 33 virtudes que, se exploradas, deixam o seu sistema dois mais forte. Mas, cara, tu resume essas 33 virtudes com abnegação. Se você aprender a abnegar impulsos, abnegar a raiva, abnegar o medo, abnegar o cansaço, abnegar a fome.
Porque existe uma grande diferença do eu ter vontade do eu ter necessidade. Você acha que tem necessidade de comer quatro vezes ao dia ou comer todo dia? Mas seu corpo aguenta ficar 10 dias tranquilo sem comer. Não vai perder nenhuma função, não vai. Você vai emagrecer. O efeito colateral emagrecer é... Tem um estudo de um cara que ficou um ano, né? 360 dias em jejum. Ele saiu, acho que de 200 e pouco kg para 80 kg. Ele fez acompanhamento médico. Foi um estudo, e não teve rebote. Ele fez acompanhamento médico, teve que tomar, reidratar com sais minerais, fazer acompanhamento de algumas vitaminas. Mas, basicamente, no quadro geral, ele não perdeu nenhuma função motora, não perdeu nenhuma habilidade.
E tem outros estudos, tá? Sobre outras formas, mas, basicamente, é isso. Você acha que tem... Você confunde vontade com necessidade. Então, você tem que aprender a diferenciar. A maioria das coisas que te regem são vontades. Se você aprender a abnegar elas, você consegue seguir. Mas o problema é que você não tem força moral, psicológica para abnegar. E aí você começa a ter problema.
Então, os sete passos, cara, os sete passos eu passo sempre quando algum seguidor meu vem conversar comigo sobre vício. Por mais que seja uma coisa especial do curso, se eu sei algum jeito que pode ajudar, eu indico. A gente precisa, se você reparar, a gente precisa, para curar um vício, melhorar o nosso comportamento, a nossa resistência à dopamina e aprender a lidar com pressões. São basicamente três coisas que, né? Basicamente, grosso modo falando, são três coisas que te carregam pro vício: pressão, comportamento repetitivo que você aprendeu a fazer e não consegue desfazer, e falta pouca resistência a cortisol que te faz ficar sempre buscando dopamina.
Desculpa. Então, a primeira coisa, cara, eu pelo menos não consigo ajudar ninguém que não queira ser ajudado. Toda pessoa que acha que sabe tudo ou toda pessoa que já definiu, né, o seu saber ou não quer saber de ser ajudado, eu não consigo ajudar. Tem gente que consegue, tem gente que, né? A psicologia ensina. Por isso que o psicólogo é muito importante. Como você fazer quando o paciente é resistente, como você introduzir mesmo assim o tratamento. Eu não sei, eu não sou profissional disso. Então, eu só posso ajudar quem assume a responsabilidade e quer mudar.
Eu só posso ajudar quem quer ser ajudado. Eu não consigo obrigar ninguém. Então, assim, ah, vamos dar esse tratamento para pessoas. Ela quer mudar? Não? Então, eu não sei como ajudar. Eu vou dar exemplos, eu vou mostrar. Talvez para ele, quanto a vida dele vai continuar uma merda, mas isso é convencimento. Eu preciso que ele aceite. Se ele não aceitar como verdade, se ele não aceitar que ele precisa, ele não consegue mudar.
Eu já tive uma pessoa muito próxima de mim que tinha problemas mentais. O que acontece com todo... pode acontecer com todo mundo, mas a pessoa não aceitava. Então, eu não conseguia fazer nada. Eu precisei ter um episódio crítico para usar o episódio crítico para fazer a pessoa mudar um pouco a vida dela. Ajudou, melhorou a qualidade de vida, melhorou muita coisa. Tem muita coisa para melhorar, mas a pessoa já... eu precisei de um episódio para poder fazer. Eu não consegui fazer antes. E é uma pessoa que eu amo.
Então, assim, a primeira coisa: a pessoa tem que querer. Ela tem que assumir a responsabilidade sobre a vida dela. Ela tem que entender que tudo aquilo que acontece na vida dela é a responsabilidade dela. Não é de fulano, não é porque a droga, não é porque o Zuckerberg não desativa teu Instagram. É porque você não se controla, é porque você não sabe lidar com pressão, é porque você tá sempre fugindo do desafio, é porque você não quer encarar a realidade. Que tá tudo em você. Se você entende que tá tudo em você, filho, há como melhorar.
Mas se você continua achando que a culpa é dos outros, é o caminho do fracassado. Porque os outros a gente não consegue mudar. Eu não vou conseguir fazer o Zuckerberg mudar o tipo de... a regra do Instagram. Eu não vou conseguir fazer o... até tento, dou uns tiros neles às vezes, os traficantes parar de vender. Mas se o cara não quer mudar, não consigo mudar ele, entendeu? Ele tem que primeiro aceitar que ele quer mudar. Ele aceitar a responsabilidade.
Segundo ponto: tenha um cenário de vergonha. Tenha um cenário de peso, seja de algum episódio que você já passou ou que você imagina que vai passar. No livro "Nação Dopamina", a psicóloga, ela pega uma garota que era iludida, que ela dizia que não era viciada. Fumava todo dia, usava canabidiol todo dia. Fora o canabidiol, ela usava outros Lexotan, outros remédios. Porque, quando você tá no topo da dopamina, teu corpo cria dores para simular que você precisa de dores para ter o prazer.
Em um dado momento do vício, filho, você tá tão no topo da dopamina que não tem como uma est... dopamina. Aí o teu corpo cria formas de causar dor para você sentir necessidade de buscar o vício. Todo viciado, em um dado momento, quando ele bate o topo, o corpo dele fica criando angústias para ele. Com as angústias, busca o impulso da dor. Então, essa garota, ela dizia que não era viciada, mas ela precisava do canabidiol para controlar a ansiedade, para controlar isso, para controlar aquilo, que, na verdade, eram causadas pela própria droga.
Era um efeito, né? Vamos dizer assim, fantasmagórico que a droga causava para fazer ela sempre buscar droga. Já que você não se move pelo prazer, porque já não tá te dando mais prazer, eu vou te causar dor para você se mover pela dor. Porque o teu cérebro tá viciado, tá repetitivo, tá obsessivo nesse objetivo, porque tem muito apartamento. Então, o que ela fala para essa garota? Ela fala assim: "Você se imagina daqui a 5 anos como?" Aí ela foi falando: "Ah, eu vou conquistar isso, eu vou conquistar aquilo, eu vou ter um emprego, eu vou ter isso, eu vou ter aquilo." E a droga vai estar onde? Ela vai deixar você fazer isso tudo?
Aí ela toma um susto, porque ela, né, não se dá. Ela vai: "Eu paro a hora que eu quiser." Então, vamos fazer um combinado: se você ficar um mês sem usar droga... Aí ela deu o passo a passo pra garota. Lá no livro, eu falo com seus pais que você não precisa mais da sessão. Aí a garota fica resistente, não sei o quê. Vai, quando ela volta um mês depois, ela falou: "Cara, parei de usar e realmente eu era viciada. Quando passou uma semana, eu comecei a entrar em crise, mas eu me controlei. Eu cortei as pessoas que estavam próximas de mim que usavam, não sei o que. Deu certo, tô me sentindo melhor, minha ansiedade passou, minha dor passou." Porque, no final, era a própria droga que causava aqueles problemas para fazer ela buscar o vício.
É covarde, filho, seja em jogo, seja em... Então, crie um cenário de vergonha ou projete um. Você precisa ter esse cenário de vergonha. Por quê? Toda vez que você pensar em molenga, filho, certo? D exemplo assim: o moleque que faz pornografia, que tá viciado em pornografia. A recompensa dele, a recompensa dele do sexo normal, do vício, da relação casual, né? Vamos dizer assim, tradicional, já começa a não compensar. Aí ele começa a buscar as mais bizarras. E o site tem todas as bizarras. Aí ele vai indo, irmão. Ele chega num momento, tipo, tipo Dark. Sabe qual é a parada? Assim, a única coisa que dá prazer pro moleque são as coisas mais bizarras que não se acham.
Porque aí essa dificuldade de não se achar dá um prazer de buscar, certo? Normalmente, o maluco é viciado em pornografia, ele não consegue transar com a parceira, porque o sexo casual, ele olha aquilo já sem graça. Ele precisa das coisas mais estimulantes, absurdas possíveis. O cérebro dele tá deformado. Ele precisa fazer esse jejum, né? Para poder restabelecer. Mas o grande problema é que, naturalmente, em um dado momento, ele vai achar, sentir atração entre relações, entre animais e pessoas, entre coisas bizarras, como pedofilia, estupro e coisas mais bizarras ainda. Isso é um efeito que provavelmente ele vai bater. Ele pode até não agir, tomara Deus que não, mas, em um dado momento, o vício dele de pornografia vai buscar as coisas mais bizarras que tem.
E assim, eu tô pensando com a minha cabeça de coisas que seriam bizarras. E aí ele precisa analisar. E, dentre essas coisas mais bizarras, pensa: qual que você teria mais vergonha de se tornar dentro de um cenário de um moleque viciado em droga? Pense: qual é o pior cenário que você poderia se tornar? Se você é apostador, pense o que você perderia realmente no pior cenário. E aí torne aquilo como se fosse uma coisa real. Teu cérebro sabe que é verdade ou mentira. E tenha vergonha disso.
Por que que tu tá me fazendo pegar essa dor? Porque a dor, filho, a dor é uma mola. Ela te faz concentrar bem para não perder o objetivo e curar essa dor. Você pode se tornar aquilo, mas agora você vai cultivar ela para ela te dar energia, que é a ira, né? Te dá energia para você chegar na verdadeira satisfação, que é conseguir controlar teu vício. Então, ter uma culpa para ter como mola. O grande problema é que, normalmente, culpa, o cara, quando ele tá no alto flagelo, ele torna ela... Como ele fica imoral, ele não sente ela. Ele disfarça ela, ele cria uma realidade, uma interpretação paralela para não ter culpa.
E aí, se ele não tem culpa, filho, ele não consegue ter energia que ele precisa para mudar. Porque, às vezes, um esculacho que você toma num problema, numa discussão, faz você ter energia para trabalhar o dobro e vencer uma guerra. Isso é fato. É a roda da vida. Eu ensino isso no curso. A dor, ela tem um sentido fisiológico para a sua evolução. Mas você tem que aprender a tirar proveito disso. Mas você fica se justificando: "Não, eu quebrei a dieta porque o dia, porque a noite, porque não sei o quê." Não, você quebrou porque você é fraco. Você tá justificando agora sua fraqueza. Aceita: eu sou fraco e eu preciso melhorar.
Essa dor aqui é a maior vergonha que eu posso passar. E aí, toda vez que você tiver refugando no tratamento, você fala: "Cara, ou eu mudo ou eu aceito ser aquele merda que eu não quero ser." Essa é a grande parada. E aí tu dá mais um passo. Eu acordo de manhã, filho, 4:40 da manhã. Meu problema não é vício, mas eu acordo 4:40 da manhã cansado. Às vezes cansado, na maioria das vezes eu não acordo motivado, eu não acordo super animado. Mas aí, na cama, a primeira coisa que eu faço: eu agradeço a Deus por tá me dando mais um dia. Agradeço por ele proteger, cuidar da minha família. E a terceira coisa é: tem gente que confia em mim e eu não posso decepcionar eles.
E aí, meu irmão, puto, eu dou todos os passos para começar meu dia. Eu ainda não consigo fazer isso com total felicidade, né? De coach do amanhecer que nego promete. Eu faço, eu uso a minha dor. O dia, talvez eu torne um hábito tranquilo, mas hoje eu uso minha dor. Tô usando há 3 anos que eu tô nesse ritmo. Beleza? Essa vergonha vai ser teu escudo. Toda vez que você pensar em fraquejar, tu vai ter que acessar ela.
Terceiro: faça um esporte de alto rendimento, em intensidade, filho. Não é esporte de gato mole, certo? Não é aquela caminhada me churuca. "Ó, eu faço esporte." Ou aquela luta que ninguém tem medo. Tem que ser um esporte, filho, que te cause medo, que te cause preocupação, que dê frio na barriga, que dê tensão, que dê estresse. Mas tu continua fazendo. Eu gosto do jiu-jitsu, o jiu-jitsu, né? Se você não for um gato mole que fica escondendo ali para não treinar. Mas o jiu-jitsu, ele é uma boa luta, porque tu tem treino todo dia, tu sai na mão todo dia. Pessoas mais fortes chamam para treinar e te amassam sem pena.
Tu vai visitar academia, nego te trucida. Tu vai para campeonato, é uma pressão do caramba. O que isso vai causar? Uma coisa chamada pico de cortisol. Uma pessoa sem resistência a cortisol tem um pico baixo. Uma pessoa que já fez tipo crossfit tem um pico alto. O que isso quer dizer? Quer dizer que, para eu perder o controle, eu preciso de um estímulo de cortisol muito grande. Ah, mas eu não tenho como fazer crossfit? Não precisa. Faça um esporte de alta intensidade, corrida. Mas tem que ser um esporte, filho, que dê sangue nos olhos, que tu sinta terror, medo, cansaço, fadiga. E aí tu vai ter uma recompensa de serotonina quando tu completar a missão.
E aí, tua vida começa a ter prazeres que não precisam ser do vício. A gente começou a melhorar agora. Toda vez que você vencer um dia difícil de luta, tu vai ter uma recompensa de serotonina. E aí você não precisa recorrer à fuga de dopamina. Quarta coisa: crie atividades não naturais. Cara, isso aqui não é papo de coach do amanhã, mas cria atividades não naturais. Acordar muito cedo, tomar banho gelado, imersão no gelo, cortar açúcar. Por quê? Acordar na hora que quer, tomar banho só quentinho e fazer jejum, comer tudo que quer, a hora que quer e tudo docinho. Essas coisas te deixam mole.
Por quê? Porque tá te dando recompensa de dopamina toda hora. E aí você fica dependente delas. Se você começa a agir não natural, banho gelado. Tem um cara, cara, no livro "Nação Dopamina", que ele curou o vício de cocaína porque a mulher dele, quando descobriu, falou: "Camarada, se tu ou larga o vício ou me larga." E a gente vai fazer exame de sangue a cada X tempo. Não tem como fugir, né? Aí ele começou, estudou um pouco, começou a fazer banho de imersão gelada todo dia de manhã. Gelo a 10 graus, uma porra assim. Ficava lá, começou a ficar 1 minuto, depois 5, depois 10. Quando ele sai dali, ele tem uma recompensa de endorfina, porque saiu de uma coisa ruim.
Saiu de uma coisa ruim, tu vai para coisa boa. Tu saiu de um castigo. E isso começou a ajudar ele a tratar. Ele curou o vício de cocaína com isso. Ele dá esse relato no livro. Então, esses hábitos não naturais vão fazer o teu neocórtex abar os impulsos do límbico e vão te deixar mais forte. Uma vida miserável, como eu tive, que não daria para escolher o que comer. Não tinha que acordar, independente, feliz ou não, para trabalhar. Tinha que encarar o medo, né? Tinha problemas. Eu tive que encarar.
Eu forjei para ter essa consciência que eu tenho. Meu neocórtex me parece ser bem forte em relação ao meu límbico. Dou umas vaciladas, às vezes eu vejo que eu tô mole, eu dou uma ripada, mas isso me ajudou muito. Não é papo de coach do amanhã. Tu não vai fazer isso para ficar milionário, mas tu vai fazer isso para deixar o teu límbico mais controlado. Quinta coisa: vai num endócrino. O que é o endócrino? Endócrino, dentro das especializações médicas, é o cara que olha você através dos seus exames e ele reajusta as peças. Tipo, eu, quando fui no endócrino, que é o Igor, eu sinto, eu sempre cito ele. Ele ajustou minha tireoide, ele ajustou meu cortisol, que eu não tinha cortisol, né?
A minha tireoide tava desregulada. Então, tu tem sobrepeso, falta de energia, né? E vai só piorando se não ajustar. E ele ajustou mais outras taxas que eu não tava bem. B12, eu faço suplementação de B12, porque isso ajuda você a se condicionar, cara. Então, por que que eu não começo pelo endócrino? Porque eu não quero que você crie como ponto de referência um tratamento médico. A gente tem que primeiro trabalhar o teu neocórtex. Porque, se você for primeiro no endócrino, por mais que você desenvolva todas as habilidades, quando chegar na hora de decidir o que que te resolveu, você vai acreditar que foi a muleta do médico.
E aí a gente não fez o teu, né? Ficou aí, agora tá sem dinheiro para ir no médico. Como é que eu vou tratar? Não é assim. Primeiro, começa nos outros. Vai fazendo de pouquinho em pouquinho. Vai marcando 1 a 0, 2 a 0. Por mais um dia que eu ganhei, mais dois dias. Troque a ambiência. Eu já falei isso aqui, acho que no RC 76. Troque a ambiência. Ambiência é ambiente mais pessoas. Troque ela. Por quê? Tem um livro chamado "Biologia da Crença" que ele explica que toda célula sempre se acreditou que o núcleo que fazia a inteligência dela. Mas, depois de um tempo, foi percebido, até a teoria do livro, que o que permeia a célula, né? A capa de proteção da célula, o plasma que protege a célula, é inteligente. Ele que autoriza ou não o que vai entrar e pra direção que a gente vai. O núcleo é só um processador que recebe a proteína que é autorizada a entrar e devolve o que precisa sair, né? D força ir para aquela direção.
Então, o nosso ambiente, as pessoas que fazem contato com a gente definem a gente. Então, se você anda com quatro otários, você é o quinto. Se você anda com quatro milionários, você é o quinto. Essa é a grande parada, entendeu? Então, troque essa ambiência. Pessoas que te influenciam, pessoas que apoiam teu vício, ambientes que o teu vício é tolerado. Troque tudo, filho. Troque tudo. Pô, deixa eu te falar, não, irmão. Prioridade, eu preciso cuidar da minha vida. Depois eu ajudo, depois a gente volta a se falar. Se afasta, filho. Se for relacionamento, rompe o relacionamento. Se for amizade, corta amizade. Se for local, troque o local. A ambiência vai te influenciar muito.
Então, agora que você tá trabalhando para ficar mais forte, não deixa a ambiência te afetar. Você é 95% emocional. Se você tá num ambiente onde todo mundo é otário, o seu vacilo emocional vai ser de otário. Agora, se você tá num ambiente onde todo mundo pensa em prosperidade, trabalhar, crescer, ficar forte, o teu vacilo vai ser investir mais, trabalhar mais, fazer acontecer, ter mais resposta. O teu ambiente vai definir você. Você pode lutar por um tempo, mas é mais fácil trocar o macaco de árvore do que trocar árvore de lugar. Então, não seja um cara que fica tentando, né? Como um paladino mudar o ambiente. Faz a tua parte, filho.
Se abasteça de pessoas que são produtivas, que são probas, que vão te dar incentivo, que dizem a verdade para você. Ser amigo não é apoiar você fazendo merda. Ser amigo é apoiar você no caminho certo. E, às vezes, é esporro. Eu tenho certeza, filho, que quando você chega lá no meu direct, eu pego vocês no esporro muitas vezes. Eu fui mais amigo do que os caras que você conhece há 20 anos, que nunca te jogaram na cara que tu é um mimado, que tua mãe penteia, que tu ainda anda de bicicleta de rodinha. E aí, porra, aí tu fica puto comigo. A culpa não é minha, filho. Eu tô falando que você me perguntou. Eu não fui até você para te dizer que você tá errado. Eu não vou atrás de ninguém, cara.
Quem chega até mim, eu tento ajudar. Quem me procura para ajuda, eu ajudo conforme eu aprendi. Posso não ser o melhor método, mas eu só falo de coração. E por isso que eu sou tranquilo. Eu não deixo me atentar muito para não ser um moleque, para não deixar me influenciar por tomada de decisão. Não faço por interesse, porque, por mais interesse, mais interesse. Para mim, seria fazer média para vender curso, fazer média para manter seguidor. Não faço, filho. Eu quero ter o melhor, independente se eu vou ter seguidor ou não. É o que eu queria que fizessem por mim.
Tem um propósito, filho. Quem sabe onde quer chegar, e aí um apoiador até que me ensinou isso, para não facilitar. Nego tá pintando meu prédio e agora chegaram aqui na minha janela. Guarda, não tem pazina, meu irmão. Eu sempre tive essa frase como Victor Frank. Quem tem um propósito, quem tem um porquê, suporta todo como, né? Independente de como acontecer, esse cara vai suportar, porque ele tem um porquê. Victor Frank, ele, em dado momento do livro lá no holocausto, quando ele tava pensando em desistir, ele pensava que ele podia pegar toda aquela experiência que ele vivenciou e ensinar outras pessoas.
Aí ele se mentaliza, ele dando aula, ensinando as pessoas como, né? Com a logoterapia, como o propósito pode sustentar uma vida. E aí aquilo não fez ele desistir. Nos dias mais difíceis, ele também pensa na esposa, que ele não sabe que tá morta. Mas quem falou essa frase foi Nietzsche, né? Falou muito antes. Foi um membro que tá lá no grupo dos apoiadores, que falou comigo. E eu não sabia, realmente, eu não sabia. Depois eu fui procurar saber. Vi, falou essa frase: você precisa ter um propósito. No RC8, eu falo isso. No RC8, eu falo isso. Você saber onde quer chegar, filho. Você tem que mentalizar onde você quer chegar.
Como se existisse, né? Fala na Bíblia: "Creia naquilo e caminhe em direção àquilo." E o teu cérebro, que é adaptativo, ele vai ajustando as mazelas, ele vai te dando força. E aí, filho, eu te digo por mim, tá? Eu tô caminhando aqui num projeto que eu quero que dê melhor condição pra minha família. E não me... E eu digo: não me custa nada, no meu processo de crescer, de fazer dinheiro, né? Que vai dar estabilidade pra minha família, eu ajudar os outros. Então, todo dia que eu faço parte do meu propósito, é um dia que eu sou mais leve. Eu vou, eu recebo dopamina, eu recebo minha endorfina, eu recebo a serotonina. Funciona, me dá sentido pra vida.
Por mais que às vezes é duro, ó, acordei cinco e pouco, molindo, 40 minutos para conseguir sair de casa, porque eu tava muito moído. Tô ouvindo numa gripe, pode ver que minha voz tá estranha. Treinei duro, cheguei, tomei só um café, jejum. Ainda tô dando a aula que eu acho que vai mudar a vida dos outros. Isso daqui, trabalho, chegar de noite com meu filho, esposa. Porque como é que tu faz para sustentar isso tudo? Tem um propósito, tá muito claro para mim onde vai dar para chegar, quantas pessoas eu vou conseguir ajudar no processo. Vai ser muito maneiro para mim quando meu filho conseguir entender que o pai dele, por mais que seja um cara que vacile em uma porrada de coisa, tá lutando para fazer o mundo melhor para ele.
Quando vê isso aqui, porra, às vezes, cara, eu tenho a profissão que eu escolhi. Posso aqui morrer, cara. E aí, tá tudo certo, faz parte do contrato. Se é o que precisa para a obra de Deus seguir, eu pago minha etapa. Mas meu filho vai ter todos os ensinamentos que o pai dele deixou. Tá tudo para ele, entendeu? Vai ter coisa para caramba. Vai ter amigo para porra. Quando ver, meu filho vai falar: "Qual é, Cac? Caroto, tu é meu." Tá tudo certo. Pô, cheguei até aqui, já sou grato pra caramba. Se Deus permitir eu continuar, se eu tiver fazendo, né? Tiver missão para mim ainda, graças a Deus. Meu propósito é muito tranquilo. Isso me abastece, filho. Isso me abastece do cansaço. Isso me abastece caminhar no deserto. Isso me abastece de não desistir.
Tô há 4 anos gemando nisso aqui. Como é que dá conta? Eu tenho um propósito. Eu falei, os caras que chegaram por dinheiro, que vieram do mesmo ritmo que eu, falei: "Vão cansar pelo caminho, que não dá para segurar só pelo dinheiro." Tô pelo propósito. Isso é o que me sustenta. Então, filho, esses são os sete passos. E a grande questão é para você começar a modificar teu cérebro, que é neuropático. Você precisa, pelo menos, segundo a literatura médica, 4 semanas de jejum do seu ato compulsivo, obsessivo, né? Do seu toque ou do seu vício, ou do jogo.
Ou, sendo as duas primeiras de dor e abstinência. As duas primeiras vão ser as mais doídas. E aí, né? Eu não botei aqui, mas se eu botasse um oitavo aqui, se puder, filho, tem um tutor. Precisa ser não necessariamente médico, mas alguém que realmente se importe com você e que você se importe com a pessoa, do que ela vai falar, do que ela vai dizer. Porque, às vezes, você tá tão moído, filho, você já tá tão moído, né? Você já tá tão no alto flagelo que você não se importa mais nem de viver, nem de morrer. Sabe? Tu já aceitou que tua vida é uma merda.
E, às vezes, tem um tutor. Pode ser um pastor, pode ser um padre, pode ser um amigo que seja de verdade, pode ser seu pai e sua mãe. Mas alguém que tome sua consciência, te faça só obedecer até você aprender a andar sozinho, pode te ajudar muito, tá? Nesse processo, não é um agente fiscalizador, filho. Mas é o Alcoólicos Anônimos, tem o padrinho, né? Você liga pro padrinho todo dia que você tá ruim. Então, assim, o grande jogo, grande jogo para dar um plus é, às vezes, ter alguém que tenha moral, que você respeite ou que você aceite a opinião. Isso vai te ajudar, pode te alavancar muito.
E também, filho, procure médicos, né? Procure tratamento. Procure. Isso aqui são coisas, filho, que, independente de ter vício ou não, se você aplicar, tua vida melhora. Tua vida melhora, porque se você fica menos impulsivo, filho, você fica mais racional. Se você fica mais racional, você aprende a controlar o seu dinheiro, a controlar os seus gastos, a controlar os seus erros, a controlar suas fraquezas. E aí a sua vida naturalmente prospera. É uma aposta muito clara. Quando o pastor prega a Bíblia e, no final, ele diz: "Tua vida vai prosperar se você fizer abnegação, tiver coragem sobre as coisas, lutar contra o medo, for resistente, tiver uma vida digna." Sua vida vai prosperar, filho.
É uma espiral, é uma espiral virtuosa que só cresce. Então, quando ele fala isso, é a aposta mais certa do mundo. Se fizer isso, tá? Independente de você acreditar em Deus ou não, se fizer isso, tua vida vai prosperar. Se você fizer esse passo a passo, tua vida vai melhorar. Por mais que talvez eu não consiga, talvez, dependendo da tua condição, curar teu vício, mas vai melhorar. Pode ter certeza, a aposta de Pascal vai melhorar. E aí, busca o plus. Pô, tem recurso, vai no médico, psicólogo, terapeuta. Isso vai te ajudar, certo, senhores?
Encerro aqui, espero poder ajudar na vida de vocês. E é de coração, tá? Falo aqui de coração. Não tenho... vocês não me devem nada, mas se isso aqui te ajudar, ajude o próximo. Indica para alguém, fala para um amigo que tá com problema. Às vezes, essas porras de coisa que o Cira fala, uma dá o clique que muda a vida de alguém. E se a gente quer melhorar esse mundo, a gente tem que mudar. Não adianta ficar só reclamando, ficar só: "Ó, vida ao azar." A gente tem que fazer nossa parte. Eu tô fazendo, graças aos apoiadores, aos membros, às pessoas que compram o curso. Eu tô podendo fazer mais, mas todo mundo pode fazer um pouco dessa parte. Todo mundo é soldado nessa guerra.
E a gente é tão forte quanto o nosso elo mais fraco. Então, essa corrente só é forte. A força dela é contabilizada pelo elo mais fraco. Então, o que a gente precisa fazer? Pegar o cara mais fraco do nosso bando e deixar ele forte. Esse é o jogo. Porque aí a gente vai ter um time forte. E aí a rebelião começa. E aí, um dia, vai ser impossível negar a nossa existência, os nossos valores. E a gente vai provar pro mundo que um bando de loucos pode fazer a diferença, certo? Conto com vocês e é só o começo.
Queria agradecer aos membros, aos apoiadores, aos inscritos, aos alunos do curso por me darem a possibilidade de estar ajudando as pessoas, tá? Vocês fazem parte disso. É graças a vocês que aulas como essa acontecem. É graças a vocês que essas mensagens são possíveis de serem feitas. E também agradecer à molecada que, às vezes, nem compra curso, nem menciona, mas tá sempre indicando curso, tá fazendo corte, né? Os moleques do RSim, eh, corte cores, cadar 09. É, virtuosamente, uma galera que tem ajudado a espalhar a nossa mensagem, né? A rebelião tá começando, a gente tá começando a chegar onde a gente nunca chegou.
Então, agradeço a todos vocês, tá? E todos as pessoas que a gente salvar, saibam: vocês fazem parte disso, certo? E é só o começo.