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Este Remédio Revolucionou a Circulação e Acabou com a Dor! Má circulação/artéria entupida nunca mais

Dr. Antonio Cascelli22:56

Transcription

Que o silostasol é uma das medicações mais potentes contra a má circulação. Isso a gente já sabe há algum tempo.

Mas será que ele é para tratar coágulos nas veias? Será que ele é para melhorar artérias entupidas? Quais os efeitos dessa medicação? Quando usar, quando não usar? Será que existe algum risco, algum ponto de atenção? Como fazer o uso correto?

Esse remédio, né, que é vendido com o nome de Cebralate, Vasogarde, Vasative e alguns outros aí disponíveis no mercado. Será que essa medicação tem algum efeito negativo no sistema cardiovascular ou ele é muito bom para a saúde da nossa circulação?

Eu sou o Dr. Antônio Celi, médico especialista em angiologia e cirurgia vascular. Não esquece de se inscrever no canal, clicar no gostei. Caso você queira acessar vídeos exclusivos sem anúncios, vídeos mais completos, você consegue acessar agora mesmo a nossa área de membros assinante, clicando em um botão que está aqui embaixo escrito seja membro. Nessa área de assinantes, você vai encontrar muito conteúdo relevante, aprofundado. Caso você queira também conhecer o nosso livro aqui no canal, que já tá ajudando muitas pessoas e salvando milhares de vidas, ele está disponível tanto no Mercado Livre quanto na Amazon.

Mas voltando pro nosso tema de hoje, vamos falar sobre o silostasol, que age principalmente contra as artérias entupidas, a doença arterial. A aterosclerose é um processo patológico nos vasos sanguíneos, uma das doenças mais antigas documentadas. Já foi, eh, demonstrado que até mesmo múmias do Egito antigo apresentavam artérias entupidas e ao longo de vários séculos a aterosclerose acabou se consolidando como uma das principais causas de mortalidade no mundo. Atualmente, as doenças da circulação são as que mais matam no planeta. O AVC, o infarto, as artérias entupidas na perna, tudo isso são tipos de má circulação nos vasos do corpo. Artérias entupidas no cérebro, no coração, nas pernas. E a artéria entupida é perigosa porque é ela que leva sangue com oxigênio e nutrientes do coração para todas as regiões do nosso corpo. Imagina quanto tempo você consegue ficar sem respirar. É bem pouco tempo, eu imagino. E da mesma forma as nossas células também.

E quando acontece a deposição de placas de gordura, que são compostas por vários elementos, como o colesterol, o cálcio, coisas ruins aí que nós nos alimentamos, tudo isso vai grudando na parede das artérias e vai gerando um estreitamento progressivo dos vasos sanguíneos. E quando esse calibre interno diminui, o sangue tem dificuldade para passar dentro das nossas artérias. Então esse processo ele vai tender a limitar o fluxo sanguíneo para as áreas do nosso corpo e isso vai prejudicar, claro, a oferta de oxigênio de nutrientes para as nossas células. E por consequência a gente tem as doenças da circulação relacionada às artérias entupidas. É o AVC é o entupimento de uma artéria cerebral. O infarto é um entupimento de uma artéria do coração, de uma coronária. As artérias entupidas na perna é o entupimento de algum vaso dos membros inferiores, como a artéria femoral, as artérias poplitas, as tibiais, algum vaso sanguíneo que irriga aquela região.

Tem um estudo importantíssimo consagrado que é o Fram Heart Study, que foi feito em 1948 nos Estados Unidos. Ele foi um dos primeiros que consolidou, que comprovou de fato a relação entre as artérias entupidas com a pressão alta, com o tabagismo, com colesterol elevado, com diabetes. Tudo isso é determinante para acelerar a aterosclerose. Aterosclerose, na verdade, é o envelhecimento natural dos vasos sanguíneos, assim como o cabelo fica branco. Mas todos esses hábitos deletérios, eles vão acelerar a progressão da doença. E o risco da obstrução arterial, ele não acontece só na perna, só no braço, só no cérebro ou no coração. Doença aterosclerótica, ela é difusa, ela acontece no corpo todo e acaba descompensando em uma região específica.

E quando essa região são as nossas pernas, os membros inferiores, nós chamamos de doença arterial periférica ou doença arterial obstrutiva periférica. Essa condição, ela gera principalmente dor quando a gente vai caminhar. Então, a pessoa anda, a perna dói por falta de circulação, ela para, espera, dar uma circulada no sangue das pernas e volta a andar. Aí, mais uma vez, a gente demanda mais oxigênio porque estamos caminhando, o sangue que chega é insuficiente e a pessoa para novamente. Esse ato de anda e para, anda, sente dor na perna e para, anda mais um pouquinho, retoma a caminhada e após um período de tempo, novamente precisa de um repouso pro sangue circular nas pernas. Isso se chama claudicação intermitente.

A doença arterial, ela não vai do estágio zero também pro estágio mais grave, que seria amputação. Ela vai progredindo em estágios, em fases. E quanto mais a obstrução se intensifica, antes mesmo de chegar no ponto de não ter mais o que fazer e ter que amputar aquela perna, a gente pode ter feridas, a gente pode ter úlceras isquêmicas, a gente pode ter dor no repouso, tudo isso, né? Sentir dor parado em repouso, ter feridas abertas, isso quer dizer que o fluxo sanguíneo já tá intensamente, eh, muito pouco, drasticamente, né, faltando sangue naquela região.

E é nesse contexto que o silostasol entra como um fármaco de referência para as pessoas que têm claudicação intermitente, para as pessoas que têm doença arterial periférica. É uma medicação, né, um remédio que é classificado. A categoria é inibidor da fosfodiesterase 3. Mas vamos traduzir isso para você entender. Ele atua, eh, em alguns mecanismos das células causando vasodilatação. Então quando eu dilato o vaso sanguíneo, melhora, causa uma melhoria no aporte sanguíneo e de quebra, né, como um benefício adicional. O silostasol ele também diminui a agregação plaquetária, ele diminui a fluidez do sangue, a diminuição na propensão de formação de trombos. E por conta disso, o silostasol melhora a distância da caminhada, melhora a distância da marcha, ele melhora a qualidade de vida do paciente, já que quando a gente aumenta a distância da marcha, a gente torna aquela pessoa mais independente, a gente amplia o tanto de coisas que a pessoa consegue, né, que aquele indivíduo consegue realizar. A gente dá mais liberdade, a gente dá mais autonomia, a gente melhora, né, essa distância que a pessoa consegue andar sem parar por falta de circulação nos membros inferiores.

A gente tem um trabalho importante que foi publicado em 2017. Eu vou deixar esses estudos, caso você queira se aprofundar um pouco mais, vai estar tudo aqui embaixo na descrição. E esse trabalho da Cochrane, né, databases of systematic reviews, ele analisou vários estudos randomizados sobre o silostasol. Ele pegou vários trabalhos, deu aquela compilada geral, aquela organizada. Essas pesquisas eram sobre o silostasol e todas elas acabaram comprovando que de fato, né, a medicação ela melhora a doença arterial periférica, teve uma melhora significativa na distância da marcha. Em comparação é o remédio comparado com placebo. Placebo seria farinha, por exemplo, uma substância que tá ali só pra pessoa não saber o que está tomando, mas não faz efeito nenhum. Então, quando a gente associou as medidas farmacológicas junto, o remédio junto de caminhadas regulares, controle dos fatores de risco, como a pressão e o diabetes, a gente teve uma melhora importantíssima da claudicação.

O silostasol é um dos fármacos de primeira linha para tratar artérias entupidas. E gente, na prática do dia a dia, no consultório, a gente percebe a melhora brutal da dor nas pernas com esse remédio. Mas e quem tem artérias entupidas? Para os problemas venosos, como as varizes, a flebite, a trombose venosa profunda, o silostasol não é a primeira linha. Então, a gente precisa entender qual o seu problema de circulação, se são artérias entupidas ou se são veias entupidas, isso muda tudo, certo? A ação do silostasol é nas artérias e não nas veias. A artéria leva o sangue do coração para as pernas. A veia traz o sangue das pernas de volta pro nosso coração. Então, artéria leva sangue com oxigênio e nutriente pros membros inferiores. A veia traz o sangue cheio de gás carbônico e impureza. Então, as doenças arteriais são completamente diferentes das doenças venosas. E por isso o silostasol ele não vai agir nas veias, ele age nas artérias. As veias são outro tipo de doença, outro tipo de tratamento, né? A gente não trata varizes com silostasol, a gente não trata trombose nas veias com silostasol. Nada disso tem a ver com placas de gordura. As artérias, sim, se beneficiam do silostasol, porque o mecanismo da doença é a formação de placas que estreita os vasos. E para te lembrar, o silostasol ele dilata os vasos. São mecanismos diferentes de doenças nas artérias e nas veias que nós chamamos no dia a dia tudo como má circulação de forma genérica.

Se você tem um coágulo nas veias da perna, por exemplo, na trombose venosa profunda, a gente vai usar outra medicação. Não é vasodilatador como silostasol, é um anticoagulante. E aí são outros fármacos. Varfarina, Rivaroxabana, Apixabana é outro grupo de tratamento. Varizes, por exemplo, não são nem artérias entupidas e nem veias entupidas. As varizes, elas são veias dilatadas e as artérias dilatadas são os aneurismas, ok? Então, quando eu tenho varizes, a gente vai tratar com um outro tipo de fármaco completamente diferente. A gente vai usar flebotônicos. Então, saber qual o tipo de má circulação é importante, porque sem isso a gente não acerta o tratamento. A gente não tem varizes porque está acumulando placas de ateroma ali, placas de colesterol. Não, as varizes são veias enfraquecidas que dilatam e causam a sensação de peso, cansaço, inchaço nas pernas. É por esse motivo que alguns fármacos usados para as doenças arteriais, eles não vão agir nos quadros venosos nas doenças venosas e vice-versa, porque o mecanismo, a origem, a forma com qual o problema acontece é completamente diferente, entendeu? E é imprescindível, então, pra gente poder identificar o problema, talvez fazer um ultrassom com Doppler, o exame físico de um médico experiente, especialista na área, pra gente ter, né, um diagnóstico de certeza e aí sim acertarmos o tratamento.

A gente ainda tem bastante coisa importante para falar, muita coisa interessante, mas eu lembrei de alguns recadinhos bem rápidos que eu tenho que te falar aqui nesse momento. Prometo que não vai ser muito longo. Na descrição desse vídeo você vai encontrar o SOS Má Circulação e Trombose, que é o nosso programa avançado de combate às doenças da circulação. Na descrição tem dois e-books, um com 10 dicas práticas de como cuidar da saúde da sua circulação e proteger as suas veias contra coágulos sanguíneos. E um outro e-book sobre como a má circulação através da sua alimentação. E por fim, não esqueça do nosso livro aqui do canal. Eh, está disponível tanto no Mercado Livre, o Livro Físico, quanto na Amazon. Lá você também encontra no Kindle o livro digital, o livro online, o livro eletrônico, digamos assim.

Mas vamos voltar então para nosso tema de hoje. E um detalhe importante é que a aterosclerose, como eu te falei, ela não é só de uma região. Quando a gente vê uma pessoa com artérias entupidas, a gente tem que lembrar que provavelmente deve ter placas também nas coronárias, no coração, no cérebro. Então, sempre que alguém apresenta um bloqueio nas artérias da perna, é muito provável que haja em maior ou em menor grau uma alteração similar, né, placas de colesterol em alguns outros locais do corpo, né, nos vasos do coração, nos vasos do cérebro. A doença ela não é focal, ela não é localizada, ela é difusa, só que ela descompensa em alguns lugares. Alguns locais, a placa cresce um pouco mais e ali a gente tem uma descompensação, vamos dizer assim. É por isso, por exemplo, que alguma pessoa, né, tem um infarto, a outra pessoa tem um AVC, a outra pessoa tem artérias entupidas e feridas na perna, porque as pessoas diferentes têm apresentações, têm manifestações diferentes da mesma doença que é a aterosclerose.

Sempre que nós falamos de tratar artérias entupidas, além de lembrar que podem haver vasos entupidos no corpo todo, a gente tem que lembrar que a solução para isso não é uma caixinha de remédios que vende na farmácia. Não tem um remédio milagroso, barato, que não tem efeito colateral, que serve para todas as pessoas e que desentope a artéria. Gente, isso é fantasia. Se você quer tratar, se você quer melhorar, se você quer, né, de fato algo efetivo para que você possa melhorar artérias entupidas, a gente precisa lembrar dos fatores de risco, né? O remédio ele é um coadjuvante. Operar as artérias entupidas, colocar stent, fazer angioplastia é secundário. Se você não vai lá na origem, na causa, né, controlar pressão, diabetes, se alimentar bem, não fumar, fazer exercício físico, se hidratar, o remédio não age sozinho.

Falando sobre as medicações, a principal classe para tratar aterosclerose são os antiagregantes, a aspirina, o clopidogrel, eles são a primeira linha. E pra gente reduzir a formação de trombos nas placas de colesterol, as estatinas, assim, sinvastatina, a atorvastatina, rosuvastatina que abaixam o colesterol, são também uma e um grupo de fármacos muito importante para estabilizar aquela placa de ateroma e de quebra, né, de, vamos botar assim, para complementar esse tratamento, entram os vasodilatadores, como por exemplo o silostasol. Então é uma trinca, né? O antiagregante, por exemplo, a S, uma estatina e um vaso dilatador, que é o silostasol para que você faça um tratamento completo da aterosclerose. Lembrando mais uma vez, não adianta tomar três remédios e continuar fumando, não se alimentando bem, não se hidratando, eh, abusando das gorduras, da fritura.

Quanto maior o grau da obstrução arterial, que a gente chama de estenose, estenose é o estreitamento da artéria. Quanto mais menor essa região, né, mais intenso é esse estreitamento, mais grave é a doença. Em alguns casos, o tratamento clínico é suficiente, em outros casos, a gente já tem que partir para cirurgias. E as cirurgias têm dois tipos de tratamento. Um é o tratamento aberto, as cirurgias de pontes, de próteses e a outra linha de tratamento cirúrgico, de intervenção, são os stents, as angioplastias. E a linha final, né, o fim da linha, quando não tem nada para fazer, que a gente chama de isquemia crítica, é amputação. Não tem mais como salvar aquela circulação. O membro tá perdido, nós temos que removê-lo.

Independente do grau de doença arterial que a pessoa tem, é muito importante discernir, né, a a lógica das doenças arteriais com a lógica das doenças venosas. A trombose venosa profunda, as veias entupidas, o sangue venoso, ele fica estagnado nas pernas. Certo? Então isso acontece por quê? Geralmente porque a pessoa tá imóvel, muito tempo parado na mesma posição, porque o sangue dela tá mais grosso, porque tem alguma pancada nos vasos sanguíneos. Nesse cenário, o silostasol não ajuda em nada. Já nas doenças arteriais é outro mecanismo. A gente tem alimentação errada, excesso de fritura, gorduras, toxinas como no cigarro e aí vai depositando substâncias na parede das artérias e gerando esse estreitamento, essa estenose, a placa de ateroma que vai entupir as artérias. Então o mecanismo é totalmente diferente, o tratamento então muda completamente.

O grande benefício do silostasol é na capacidade que ele tem de dilatar as artérias, aumentando então o calibre desse vaso e consequentemente melhorando o fluxo sanguíneo, melhorando a aporte de oxigênio, de nutrientes que chega na região que está faltando, na região, né, após o estreitamento do vaso. O silostasol ele é a medicação hoje que nós temos provavelmente mais potente, a melhor que a gente dispõe para ampliar a distância percorrida, a marcha que a pessoa consegue sem dor. Então ele melhora a qualidade de vida, melhora o dia a dia de pessoas com artérias entupidas porque ele traz mais independência. E na prática, esse aumento do fluxo sanguíneo, ele também chega em todas as regiões do corpo. E por isso que um dos efeitos indesejados do silostasol mais frequente é a cefaleia, a dor de cabeça, porque aumenta a quantidade de sangue que chega na periferia, né? Braços, pernas e a cabeça também.

Dos nomes comerciais, nós temos vários no mercado. Já até citei para vocês aqui no vídeo alguns, o Cebralate, Vasogard, Pletal, Vasative, tem vários nomes comerciais e o princípio ativo é o silostasol. E o silostasol ele faz parte, né, do nosso arsenal terapêutico, que junto da aspirina, do clopidogrel, das estatinas, combatem a a a aterosclerose, uma das doenças que mais mata no mundo. São cerca aí de 10 milhões de casos todos os anos, de AVC, de infarto, de artérias entupidas, de problemas circulatórios relacionados às artérias do nosso corpo. E o silostasol, né, ele desacelera a a progressão da doença, ele melhora a qualidade de vida, ele dá mais independência. Agora, eu quero chamar sua atenção que o silostasol ele não dissolve a placa, ele não limpa a circulação, a placa continua ali, tá bom? Ele favorece o fluxo sanguíneo causando, um, né, o vaso, a artéria ficar um pouco mais aberta, tá? E melhorando o aporte sanguíneo.

Com relação aí ao uso, as doses, né? Você tem que lembrar que, como ele é uma medicação que age na circulação, a gente tem que ter atenção para pessoas que têm algum grau de sangramento, quem já tem úlcera no estômago, quem já tem aneurisma em alguma parte do corpo, a gente tem que ter um pouquinho mais de atenção. Sobre a dose segura, ele é vendido em doses de 50 mg e de 100 mg, que geralmente são usados duas vezes ao dia, de 12 em 12 horas, quase sempre longe das refeições para melhorar a absorção do fármaco e também, né, reduzir o risco de problemas intestinais. Quando a gente fala de silostasol, a gente tem que ter cuidado para suspender antes de fazer alguma cirurgia, de arrancar dente, tá? Porque senão a gente pode ter um aumento do sangramento durante o procedimento. Temos que ter muita atenção também quando vai misturar. Se você já toma um remédio para afinar o sangue, vai tomar outro e mais outro. A gente tem risco é de acontecer um sangramento, uma hemorragia. E pessoas que têm problema de coração grande, cardiopatia importante, insuficiência cardíaca, doença nas válvulas do coração. Eu tenho que chamar atenção para que é importante uma avaliação detalhada do cardiologista ou de um vascular antes de começar o silostasol, porque ele pode apresentar alguns efeitos cardíacos.

Sim, silostasol, na verdade, ele atua no universo das doenças vasculares, nas artérias, mas ele tem alguns efeitos difusos pelo corpo. Pra gente, né, revisar de forma bem rápida. Ele não age nas veias, não trata varizes, não trata flebite, não trata trombose venosa profunda. O alvo dele são as artérias. Ele age no entupimento arterial. Ele otimiza pela vasodilatação a oferta de oxigênio, principalmente nas artérias entupidas da perna, melhorando então a dor ao caminhar, a distância que a pessoa consegue andar. E eu vou deixar aqui para você, vai aparecer aqui em cima um card, que eu acho que você não pode perder quando terminar esse vídeo. Você tem que clicar nesse card para te levar para um outro vídeo aqui do canal que está muito completo sobre todos os remédios de circulação. Nesse de hoje eu foquei no silostasol, mas nesse outro vídeo que vai aparecer o card aqui, a gente vai falar de todos, todos, todos. Um vídeo mais denso, maior, mais completo. E para você que quer entender mais sobre esses remédios contra as doenças da circulação, esse vídeo é imperdível para você.

E antes de sair aqui do vídeo, eu só quero te lembrar de duas coisas importantes. A primeira delas é que se você aprendeu algo importante aqui comigo hoje, se eu pude trazer muito conteúdo de qualidade, informação relevante com riqueza de detalhes que você talvez nem tenha tido numa consulta médica que você pagou, o médico fez uma receita e te entregou, falou: "Aí, ó, toma o silostasol e depois volta." Se eu conseguir te ajudar bastante, eu te convido a contribuir pro nosso canal. E você faz isso através de se tornando um membro, né? Se você clicar aqui embaixo nesse botão que está aqui escrito seja membro por menos de R$ 5 você acessa imediatamente a nossa área de membros assinantes, aonde você encontra vídeos completos, sem anúncios, vídeos densos e aprofundados. Se você quiser também conhecer um pouco mais do nosso trabalho através do nosso livro, ele está disponível tanto no Mercado Livre quanto na Amazon. Você encontra o livro físico e o livro online. E para você também que quiser fazer uma contribuição pontual, na descrição do vídeo tem uma chave Pix. Nós ajudamos muitas pessoas que precisam de curativos para feridas de má circulação que são difíceis de cicatrizar, pessoas que aguardam em filas de espera para operar veias entupidas. Então a sua contribuição vai salvar muitas vidas contra a má circulação.

E antes de ir embora, eu quero te lembrar também sobre a saúde, ser o nosso bem mais precioso. Se você não tem saúde, você não trabalha, você não aproveita a vida com quem você ama, então é imprescindível você se cuidar, se proteger. E é para isso que a gente tá aqui, para poder te ajudar a cuidar da sua circulação da forma certa, para te ajudar a proteger o seu sistema cardiovascular, como tem que ser feito, blindar a sua saúde circulatória contra a má circulação. Te espero no próximo vídeo e até lá.