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Olá, família, boa noite. Boa noite a todos os presentes. Como é que vocês estão? Deixa eu acertar minha imagem aqui porque acho que tô um pouco fora de tela. Melhorou um pouquinho. Tá todo mundo me ouvindo bem? Ana Paula Leles, Anice, Maria Filha, Eva, todos estão aqui. Meu muito boa noite a todos os presentes.
Mais um caso e vão vendo uma criança, né? Parece que esse mês de outubro foi a vez que os seres lá de baixo pensarem atormentar nossos anjos. Mais uma criança agora, infelizmente, tá? Infelizmente, Ster Isabele. Ester Isabele Pereira da Silva, uma criança de 4 anos de idade, perdeu sua vida, que foi provavelmente no dia 20, né, o dia do seu desaparecimento. Ela foi encontrada ontem por pessoas da comunidade onde moram. E não sei para que alguém vai ligar essa hora. E o caso vem chocando pela crueldade e pelas informações que começam aparecer, tá?
Para que vocês saibam, a criança foi encontrada em uma cacimba, um tipo de cisterna na casa de um vizinho, né, ontem, né, dia 21. Eh, o tio foi que encontrou a criança. O tio tem as imagens aqui, vamos colocar as imagens. E as pessoas, dois homens que moravam na casa foram presos, tá? Foram presos na data de na data dia 21 mesmo. Vamos ver aqui o momento do encontro da criança para vocês entenderem como é forte esse momento, tá?
Vamos colocar aqui >> uma menina pessoal na casa aqui, ó. O pessoal entrou para olhar uma cacimba. Acabaram de achar a menina aqui nesse momento aqui, ó. [Aplausos] A criança estava nessa cima, um tipo de cisterna que tinha aproximadamente 4 m de profundidade. E foi o tio que resolveu ver, porque viram algumas coisas queimando roupas, né? Cheiro fogo, viram pedaços de roupas, entraram, levantaram uma tampa de concreto e a criança estava lá dentro, tá? A criança estava de cabeça para baixo na água. Junto do corpinho da criança também foram encontrados preservativos e um achocolatado. Esse achocolatado, possivelmente foi a isca que levou a criança para essa casa, onde, segundo ali as informações, investigações preliminares, dois homens tiraram a vida dessa menina. Eh, não se sabe ainda se ela passou por algum tipo de violência, por outro tipo de abuso. O exame de necopsia ainda não respondeu. O que se sabe é que ela teve sua perda de vida por traumatismo cânio encefálico. Vamos continuar vendo aqui.
Achar a menina. >> Uma menina pessoal na casa aqui, ó. O pessoal entrou para olhar uma cacimba. Acabaram de achar a menina aqui nesse momento aqui, ó. Segura a guia aí, segura guia aí. Tá, meu irmão. Tá vendo? Eu tava dizendo que a mina tava aqui dentro, pô. Que o bagulho era que eu tava ali o tempo todo dizendo, pô. As câmera não pegou nada não, [ __ ] Ele correu, ele correu. >> Ele correu. O cara correu. Pega esse miséria. >> Se ele correu, tem culpa a favela ali. Vai morrer. >> Viram as imagens de novo. Pessoa passa mal. >> Seguradinha aí. Seguradinha aí. Tá. Tá vendo? Eu tava dizendo que a mina tava aqui dentro, pô. Que o bagulho era que eu tava ali o tempo todo dizendo, pô. As câmera não pegou nada não, [ __ ] Ele correu, ele correu >> ele correu. O cara correu. Pega esse miséria. Vamos chegar para >> a minha esposa, ela >> caiu, infelizmente caiu. Tá, vamos voltar aqui. >> Porque a minha esposa ela não tava com coragem nem ânimo, porque perturbada. Aí eu fui, >> esse é o pai da Ester falando, voltou a transmissão. Voltou, gente. Tivemos o problema técnico que aqui caiu a transmissão. Acho que agora agora voltou, né? Então vamos continuar aqui. Vamos voltar aqui escutando o pai.
>> Não tava com coragem nem ânimo porque perturbada. Aí eu fui, desci para resolver. Quando eu cheguei aqui, aí conversei com os moradores, com moradores tudo me conhece, conhece minha filha, conhece minha minha história. Aí comecei a alegar fatos a fato, fizemos uma greve, né, para poder ter a reação da da polícia, ter reação de de meio para poder ajudar a gente a procurar. Procuramos, procuramos, mas nada, nada. E cada vez se a gente preocupado, preocupado, preocupado. Chegava um, dava uma versão, chegava outro, dava dava outra versão e nada da minha menina. Aí de do nada foi que apareceu uma uma cidade, uma uma pessoa lá, uma mulher lá que citou uma pessoa que era justamente um morador de uma casa lá, né, dessa casa que a gente também soube da da situação e não não investigamos nem nada, cadê baixamos a abafamos o caso, né, que a gente tava mais preocupada sobre a minha a situação da minha menina. Aí investiga lá, investiga cá. Aí do nada, no meio da entrevista, a a repórter tava entrevistando a minha irmã, a minha irmã recebeu uma ligação de uma pessoa dizendo que tinha visto a minha filha lá pro lado de eh Rio Doce, né? Rio Doce, eh, tinha pegado um ônibus lá, mas só que isso aí era trote. Trote. Aí do nada, conversando com os um dos filhos da minha esposa, aí ele repassou: "Não, pai, não, painho, foi um um rapaz que pegou no braço dela e mordeu aquele outro também." Eu também não acreditei, fiquei meio aí agora o mais caçulinha que ele já tá aí de 7 anos aí tinha repassado pra minha esposa, disse: "Oi, mãe, eu vi Esté Estrou na casa de desse de fulano de tal aqui, >> né? E fulano de tal falou que ia segurar Esté, que ia matar Esté, que não ia deixar Esté sair não. Aí só que menino a gente não, a minha esposa não acreditou, né? Não acreditou e foi para lá, foi para cá. Aí do nada, meu irmão, que ele tá ali do outro lado, que ele deu entrevista também, a gente fez outra greve de novo, aí convocamos os bombeiros, aqueles negócios tudinho. Aí do nada inventamos de entrar nessa casa. Quando entramos nessa casa que meu irmão pulou dentro do verificou lá um >> a cacimba, viu umas roupas queimada, uns pedaços de roupa que tirou a a tampa que foi na cacimba que passou a mãe quando foi o corpo da minha menina. tão perto. O menino tinha falado a verdade, mas a gente como pai não acreditou, como pai e mãe não acreditou. E muita gente fica querendo fazer botar culpa em cima da minha esposa, dizer que é que foi minha esposa a responsabilidade e atitude dela, porque tava fazendo isso e isso. Mas vocês têm que prestar atenção, gente. Menino cega qualquer um. Menino cega qualquer um. E minha esposa, ela já era acostumada já deixar minha menina junto com os irmãos, os irmãozinhos dela, dar uma brincadeirinha no campo, porque todo mundo é vizinho, todo mundo é comunidade, só por causa da atitude desse desse cabra safado de pegar e fazer uma atitude dessa com confiança e agir de má fé. Aí eu, aí eu pergunto, onde é que vai impunidade desse jeito? Certo que os homens segurou, mas se dependesse da comunidade lá, ele não estaria vivo não. Nenhum dos dois estaria vivo, não. Saia vivo não, porque o que fizeram com a minha filha foi uma barbaridade.
>> Esses homens são conhecidos de vocês?
>> Olha, conhecido meu não. Nenhum dos dois. Nenhum. Nenhum. Nenhum dos dois. Eu já vi assim em um eu vi assim pelo uns dias na minha casa quando eu tava fogando. Minha meus filhos brincando no terraço. Teve uma discutição lá com os vizinhos lá. Ele passou, ficou encarando meus meninos, ficou olhando com o olho meio aí dali eu já peguei meus meninos, botei para dentro. Outra vez foi a mesma coisa. Eu fui peguei meu menino e botou para dentro. Mas parece como se fosse uma coisa já planejada.
>> Já estaria de olho ali.
>> E não nos meninos, não menino, mas na minha menina, minha menina de 4 anos. E pelo pelo a pela atitude da comunidade, a comunidade repassou para mim que eles gostam de fazer ritual, gostam de fazer coisa com magia negra. Isso eu não tenho certeza, eu não tô afirmando. É uma coisa que repassaram para mim essas informações. Aí eu tô repassando para vocês agora. Se eles fazem ou deixou de fazer, eu não posso afirmar nada. Eu só sei que o estado que encontraram minha menina, encontraram minha menina toda aberta. Encontraram minha menina toda aberta. Encontraram minha menina pendurada de de cabeça para baixo dentro de uma cacimba. Tampar a boca da minha menina, rasgar o rosto da minha menina.
>> A gente ouviu falar que eles chegaram a fazer um sinal de uma bruja no corpo dela.
>> Eu não posso afirmar essa essa situação porque eu não vi minha menina. Eu não tive coragem de ver minha menina. Vou ter coragem de ver minha menina amanhã. Não entendo da minha menina. Uma única filha que eu tenho.
>> Segundo informações extraoficiais, essa informação é verdadeira, tá? carece de confirmação no exame de necopsia, mas quem viu disse que realmente fizeram isso. Desenharam uma cruz invertida no corpinho da menina. Aí vem dois vagabundos desse e falando desgraceira com a minha filha. Eu trabalhando, trabalhando para poder trazer o pão de cada dia para dentro da minha casa. Eu v uns abençoados desse que destrói minha vida, destrói minha vida, destruiu minha vida.
>> Quando o senhor veio para cá, o senhor veio com esperança, né, de
>> Eu cheguei, pedi a Deus, conforto a Deus, pedi que Deus me desse uma luz e que me desse esperança para encontrar minha viva, minha filha ainda viva, mas não teve como agora
>> eu quero justiça. Que só precisar só isso. Justiça, justiça, justiça primeiramente de Deus e justiça da população. Não, porque aí já é pedi demais. Mas justiças dos órgãos aí responsável, da polícia, o que puder fazer para deixar quanto mais esses vagabundos, esses mau elementos preso, eu agradeceria, porque isso daí não é cidadão, não, isso é vagabundo. É dois vagabundos, dois vagabundos mesmo, que não merece oportunidade de nada, oportunidade de trabalho de nada, de nada, de nada. Só pela situação que deixaram a minha filha.
>> O seu filho chegou a falar como foi que a sua filha entrou nessa casa? Se ela foi atraída
>> chegou, chegou, chegou o meu menino, o meu menino não, menino da minha esposa, né? Porque como eu crio, ele chegou a falar, explicou com o detalhe, mãe, não foi levada não, mamãe. Est tá aí, ol nessa casa aí, ol tá aí dentro que eu vi Estter aí dentro e o rapaz falou que não ia entregar Esté não, que ia matar Ester.
>> Mas ele chegou a dizer se ela foi atraída pra casa.
>> Olhe, atraída deve ter sido porque minha menina, ela é muito curiosa, esperta. Minha menina é esperta. E pelo que o meu irmão, ele repassou para mim, que ele entrou dentro da casa, eu não entrei, mas ele entrou, ele repassou para mim que dentro da casa tinha pastilha, dentro da casa tinha danoninho, dentro da casa tinha um bocado de coisa para chamar atenção.
>> Também tinha ao lado do, como disse, ao lado da criança, um achocolatado e também um preservativo. O que fizeram com essa criança? Não dá para descrever aqui, tá? Eu não vou poder descrever a cena. de crianças. Aí uma dessa situação foi o entendimento para poder chamar minha menina. Aí como ele chamou minha menina que a minha menina entrou, que o outro menino que viu que queria entrar, ele aí mandou o menino virse embora, diz que não ia entregar a menina, diz que ia matar a irmã dele. Pronto. Aí o menino foi repassar para mim, pra minha esposa, né? E eu pensava até que era uma história meia contraditória, mas quando o a HP >> DHPP foi na minha residência para pegar, para trazer eu e minha esposa, o rapaz teve um um uma conversa com com o meu menino. Meu menino explicou: "Titim pro Titim". Titi pro Titim, bateu. Bateu e além de ser batido, encontrou o corpo da minha menina justamente na casa onde ele apontou que a minha menina tava. Aí hoje em dia o que eu quero é só justiça. Só justiça que eu quero. Só justiça. Porque um crime desse não pode ficar impune, não pode não.
>> E aqui, gente, eu vou ver se eu coloco agora o momento que eles são levados ali para custódia. Fabiano, Fabiano, você teve participação aí nesse crime? Eu não >> mataram a menina. >> Você teve >> Fabiano é um dos suspeitos, tá gente? Fabiano é um dos suspeitos e ele nega, mas o próprio encheiado do pai da criança, ele confirma e foi este homem que teria falado que ia tirar a vida da criança, tá? Você teve participação aí nesse crime? Não mataram a menina. Você teve movimento. Você matou essa menina? Esse outro homem, ele estava bebendo com a mãe da criança, parece que distraindo. Parece que uma coisa premeditada. Enquanto um bebia com o responsável, o outro cometia o crime primeiro rápido na subtação de capaz. Depois do cometimento do crime da forma pior, levando para dentro da residência e seifando a vida com requinte de crueldade brutal e com marcas ali de rituais que são para mim indescritíveis até para se passar.
>> Você tava bebendo com a mãe dela antes. O que você fez?
>> Que que você fez isso? Você planejou o bebê da mãe dela? Esse Como é que sabe o que que você fez? Compraram uma criança? Que que vocês acham? Por que estão sendo? Então esconderam um pouco da criança da jacba. Foram vocês quiseram falar.
>> É inadmissível. Isso para mim é inadmissível. Quando nós vemos uma criança tão bonita quanto essa ser alvo de um crime tão chocante, uma criança que estava brincando no campo de futebol, depois foi arrebatada, levada, possivelmente ali com um achocolatado, com aluma coisa enganada, porque uma criança de 4 anos apenas por dois homens que queriam com toda a certeza somente cometer cometer o mal. Ma esse que foi realizado com as piores das da pior forma, utilizando a criança, segundo as informações preliminares para esse ritual, eh fizeram pontos que eu não consigo descrever aqui, gente. Realmente eu não consigo descrever o que foi feito com essa criança. vocês que depois quiserem, tiverem a curiosidade, pode estar em alguns sites aí com as informações mais diretas, mas eu não consigo, acho que não é necessário. O que se tem agora é s que os dois homens presos, presos, com a prisão ali convertida e que seja feita justiça, porque escutar esse pai falando dói coração. Escutar as pessoas já julgando. Ah, culpa da mãe, culpa da mãe que estava bebendo. É sério isso? Alguém perde tempo que tentando culpar a mamãe que perdeu uma filha dessa forma. Ah, se tivesse de olho nas crianças. É sério. Quem é que vai pensar que vão ter dois monstros ao seu lado? Um te enganando, se fazendo de amigo? enquanto o outro tá raptando, subtraindo sua filha. Por isso que eu digo, isso daí foi premeditado. Os dois já estavam de olho. Enganaram a mãe da criança, enganaram a criança, levando para essa casa, a casa que estava sendo alugada há pouco mais de se meses. Esses dois homens moravam lá. Quando o tio foi entrou na casa, que levantou a tampa de concreto que viu a criança, ele entrou em choque, pediu ajuda para retirar a criança. A criança estava submersa, somente as pernas, depois quando tirou ele entrou totalmente em choque. E segundo as informações ali, a imagem, o retalho que foi feito de uma cruz invertida mostra que são completamente loucos, malvados, cruéis, porque quem tem coragem de cometer um ato desse, para mim não pode nem ser chamado de animal, porque animal não faz isso. Eu não conheço nenhum animal que pratica crueldade, a não ser o ser humano. Não conheço nenhum um outro animal que pratique isso. Os animais se alimentam uns dos outros, a cadeia alimentar normal, mas isso de pensar, de realizar de uma forma premeditada, cruel, não só o ser humano. E estes dois homens que fizeram isso, eu eu não consigo dizer o que eu gostaria que fosse feito com eles. Eu não posso dizer, eu vou manter aqui o meu pensamento, né? Mas acho que vai ser o pensamento de todos. Todos. C. Eu nunca nem grave ver Fabiano e Fernando, não é isso? Dois que moravam juntos. Esse é o Fabiano. Fabiano, você teve participação aí desse crime? Eu >> não mataram a menina. Você movimento >> o jeito de responder, né? Não, não, gente. Uma pessoa que é acusada de um c tão bárbaro desse, se ela não tiver culpa, ela vai gritar, ela vai chorar, ela vai se indignar. Mas olha a friieza dele. Vamos, vamos dar uma olhada aqui na cara dele da friieza. Olha aqui. Dá para ver a frieza aqui no olhar dele. Ó, boca para baixo, olhar de raiva, olhando diretamente pra câmera, encarando, né? Caranto. E a resposta dele não, não, não, não. É como se fosse uma pergunta trivial que fosse feita a ele, não fosse uma vida de uma criança de 4 anos. Aí desse crime >> não >> mataram a menina. >> Você tem movimento, >> você matou essa menina. Você >> acho que eu não me engano o Fernando, né? Se alguém puder me corrigir, se eu tiver, eu acho que eu tô certo. Fabiano primeiro e Fernando I. Quem tá acompanhando o caso, escreve para mim se eu tô certo para dos nomes certos, tá?
>> Tava bebendo com a mãe dela antes. O que você fez?
>> Que que você fez isso? Você planejou o bebê da mãe dela? O pior é pensar que a criancinha, o outro filho, ainda falou: "Olha, ela tá ali naquela casa avisou antes. Porque o fulano falou isso? Porque o fulano que ia fazer aconteceu com a criança. Tá aí. As pessoas podem até pensar, nossa, eles foram tão burros, né? tão burros de colocarem na cisterna de casa, mas se não fosse a outra criança, ninguém teria visto. Ninguém teria visto. Uma criança que vocês acham esconderam o porco da criança foram vocês? É uma frieza absurda. Absurda. Me chocou demais. Mas sabe o que que me choca, gente? Sabe o que que me choca mais hoje? Sabe o que que é? Eh, é sempre falar desses casos, é sempre essas notícias horríveis. E por exemplo, por exemplo, no caso da menina Vitória, caso da menina Vitória, hoje ver uma bolha, que é uma bolha, né? uma bolha que tá acontecendo na internet, como se aconteceu em vários outros casos que eu já fiz, de pessoas que não querem acreditar que um que um assassino não é assassino, prefere botar a culpa de uma investigação da polícia para defender o cidadão. Eu queria que essas pessoas que defendem um assassino, um bandido, nunca precisem da polícia, nunca ten a necessidade de entrar uma em sede policial. E quando a polícia se aposentar o assassino, ver um movimento de pessoas defendendo. Tomara que essas pessoas nunca precisem passar por isso, que os filhos dessas pessoas nunca sejam alvo. Porque inventar, falar, discutir, criar eh doído demais para essas famílias. Então, ver um processo como da vitória, como esse, tantos outros, que as pessoas criam eh detalhes para ver se se transforma em novela. O que não é, é uma vida real, são vidas perdidas. Um pai como esse, ou no caso seu Carlos ou outros, tantos outros que perdem seus filhos e filhos que querem justiça, vem pessoas ainda duvidando. Uma justiça que já é precária, precária demais. Então complica, complica muito. Ver essa cena aqui, ó.
>> Fabiano, essa cena aqui. Fabiano, você teve participação aí nesse crime? Eu não >> mataram a menina. Você fez movimento?
>> Porque a minha esposa ela >> eu tava com coragem nem ânimo, porque perturbada.
>> Aí eu fui, desci para resolver. Quando eu cheguei aqui, aí conversei com os moradores, com moradores tudo me conhece, conhece minha filha, conhece minha minha história. Aí comecei a alegar fatos a fato, fizemos uma greve, né, para poder ter reação da da polícia, ter reação de de
>> quando ele fala greve, na verdade, ele troca as palavras, quer dizer que ele fizeram uma manifestação, tá gente?
>> Meio para poder ajudar a gente a procurar. Procuramos, procuramos, mas nada, nada, nada. E cada vez se a gente preocupado, preocupado, preocupado. Chegava um, dava uma versão, chegava outro, dava dava outra versão e nada da minha menina. Aí de do nada foi apareceu uma pessoa, uma mulher lá que se uma pessoa, um morador de uma casa lá, né, dessa casa que a gente também soube da da situação e não não investigamos nem nada. toda a solidariedade, todo o sentimento, todo o peso esse pai que dentro de uma dor ainda consegue atender as pessoas e falar o que aconteceu. Mas eu quero que vocês prestem atenção nesse ponto aqui, ó. Vou colocar aqui.
>> Chamo a a bafamo caso, né, que a gente tava mais preocupada sobre a minha aquele r também. Eu também não acreditei, fiquei meio aí agora o mais caçulinha que ele já tá aí de 7 anos aí tinha repassado pra minha esposa de mãe. Eu vi
>> a criança de 7 anos. 7 anos ninguém acreditou nela. Est entrou na casa de desse de fulano de tal aqui, né? E fulano de tal falou que ia segurar, que ia matar Esté, que não ia deixar Esté sair não. Aí só que menino a gente não, a minha esposa não acreditou, né? Não acreditou e foi para lá, foi para cá. Aí do nada, meu irmão, ele tá
>> se tivesse acreditado no momento que o que a criança falou, menos de 7 anos, talvez desse tempo, talvez desse tempo de encontrar essa criança com vida, porque não foi na mesma hora que esses dois canalhas cometeram esse crime.
>> E do outro lado que ele deu entrevista também, a gente fez outra greve de novo, aí convocamos os bombeiros, aqueles negócios tudinho. Aí do nada inventamos de entrar nessa casa. Quando entramos nessa casa que meu irmão pulou dentro do do verificou lá um >> a cacimba, viu umas roupas queimada, uns pedaços de roupa que tirou a a a tampa que
>> na verdade essa casa tinha sido averiguada de primeiro e tinha sido descartada, mas depois foi revisitada pelo tio da criança.
>> E foi na cacimba que passou a mãe contou o corpo da minha menina tão perto. O menino tinha falado a verdade, mas a gente como pai não acreditou, como pai e mãe não acreditou. E muita gente fica querendo fazer botar culpa em cima da minha esposa, dizer que é que foi minha esposa responsabilidade e a atitude dela, porque tava fazendo isso e isso. Mas vocês tm que prestar atenção, gente. Menino cega qualquer um. Menino cega a qualquer um. E minha esposa, ela já era acostumada já deixar minha menina junto com os irmãos, os irmãozinhos dela dar uma brincadeirinha no campo, porque todo mundo é vizinho, todo mundo é comunidade, só por causa da atitude desse desse cabra safado e pegar e fazer uma atitude dessa com confiança e agir de uma fé. Aí eu, aí eu pergunto, onde é que vai a impunidade desse jeito? Certo que os homens segurou, mas se dependesse da comunidade lá, ele não estaria vivo não. Nenhum dos dois estaria vivo, não. Estaria vivo não, porque o que fizeram com a minha filha foi uma barbaridade.
>> Esses homens são conhecidos de vocês?
>> Olha, conhecido meu não. Nenhum dos dois. Nenhum. Nenhum. Nenhum dos dois. Eu já vi assim em um, eu vi assim pelo uns dias na minha casa quando eu tava fogando, minha meus filhos brincando no terraço, teve uma discutição lá com os vizinhos lá, ele passou, ficou encarando meus meninos, ficou olhando com o olí dali eu já peguei meus meninos, botei para dentro outra vez foi a mesma coisa, eu fui peguei meu menino e botou para dentro, mas parece como se fosse uma coisa já planejada, já estaria de olho ali.
>> E não nos meninos, não menino, mas na minha menina. minha menina de 4 anos e pelo pelo a pela atitude da comunidade, a comunidade repassou para mim. Preste atenção agora nessa parte, gente,
>> que eles gostam de fazer ritual, gostam de fazer coisa com magia negra. Isso eu não tenho certeza, eu não tô afirmando. É uma
>> ritual, magia negra,
>> coisa que repassaram para mim essas informações. Aí eu tô repassando para vocês agora. Se eles fazem, deixou de fazer, eu não posso afirmar nada. Eu só sei que o estado que encontraram minha menina, encontraram minha menina toda aberta. Encontraram minha menina toda aberta. Encontraram minha menina pendurada de de cabeça para baixo dentro de uma cacimba. Tamparam a boca da minha menina, rasgaram o rosto da minha menina. A gente ouviu falar que eles chegaram a fazer um sinal de uma cruz no corpo dela.
>> Eu não posso. É isso. É isso, gente. Eu não vou nem fazer o nosso momento de interatividade hoje. Eu acho que nem dá. Eu acho que nem dá hoje para esse momento de interatividade. Eh, complicada, doído demais da ânsia, né? da ânsia, daeriza, da tudo, todos os sentimentos ruins que nós podemos ter para acompanhar esse caso, nós temos. Infelizmente, infelizmente, ao ver essa situação, ao ver aqui o que ser humano é capaz de fazer, nós pensamos, nós pensamos e oramos, né? Pedimos a Deus para nos livrar desse mal. Eu peço, peço muito a Deus para ele livrar todos nós aqui desse mal e que nós nunca encontremos um demônio de como esse na terra, que nós não sejamos alvo desse tipo de pessoa e que seja um desejo que talvez renasça um amor ao próximo, que isso aí é falta de amor. É, hoje eu vejo tanto, mas tanto, mas tanto ódio sendo destilado na internet, que às vezes até penso, será que vale a pena eu mesmo continuar aqui? Os danos psicológicos que eu tô sofrendo vocês ou temos que passar por isso para evoluir, para que nossas gerações futuras não passem por isso, né? Hoje, daqui a pouco, eu vou estar falando de outro caso lá no TV Nordeste é Vida às 9 horas. A Fernanda vai entrar com outro caso falando de youtuber e crianças e sempre crianças. ão sempre crianças. Hoje nas 21 horas eu vou estar lá no canal Nordeste Veda, eu, Dr. Roberto Guastelli e nós vamos falar exatamente sobre lei, porque lei tem que mudar, né? Tem que mudar mesmo. Família, obrigado por ficarem aqui. Obrigado por estarem juntos aqui nessa luta. Meus pêames, meus pêames a essa família, nossos sentimentos e que justiça seja feita. de um jeito ou de outro. É isso. Muito obrigado a todos e fiquem com Deus. Até amanhã. sem permitir quiser.