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Uma pessoa com um certo… você chegou há de novo. Não sei, pra falar mais um pouco de literatura assim hoje. Nossa aula de Humanismo, então, só havia trabalhado em baixa [Música]. Vai também, pessoas vão lá. Então vamos começar, porque agora frutado humanismo. O primeiro, já vimos o Trovadorismo, rolava tudo mais Idade Média. Ele, quando chegamos no Humanismo… Humanismo, ele é uma escola literária de transição entre a Idade Média e a Idade Moderna. Ou seja, na verdade, é bom dizer, se render à Idade Média e o Renascimento e o Classicismo, que eu tenho é o processo de transformação. Humanismo exatamente esse processo, tanto que se você olhar nas datas aí, sabe que é basicamente no final do Trovadorismo ocorre Humanismo, nessa transição. Então, mais collider, área de transição. E nesse pensamento, ele surgiu lá na Itália, no século XV, movimentos e foi defendido pela Europa daí no Renascimento. Obviamente, que já vai chegar dentro do Renascimento Classicismo. Então é esse processo que rola, Humanismo exatamente em Trovadorismo e entre o Classicismo, fazendo a transição dessas escolas literárias aí. Tranquilo? Então aqui vai continuar.
Coisa muito importante: lá no Trovadorismo tinha um Deus, que é Deus no centro de tudo, é o teocentrismo. Quando chega no Humanismo, só isso aí muda, vira a chave. A gente vai entrar então num processo em que eu tenho o antropocentrismo, que outros setores… como o homem é o centro de tudo. Então esse processo de Humanismo ocorre a primeira transformação que é sair do teocentrismo para o antropocentrismo. Então esquece de Deus e agora o homem é mais importante. E por isso Humanismo: o homem no centro das coisas. O pensamento desse homem humanista aí, o homem do Humanismo é exatamente esse: o que importa somos nós, somos o umbigo do mundo. O homem é o centro das coisas, só nesse processo e do Humanismo ele sempre vai procurar o que é melhor para os seres humanos, certo? Sem pensar em servir à religião e sim ao que é melhor para o humano, não para o homem, certo? Tanto na reflexão, na literatura, nas artes, está em torno disso. Então tem essa transição de mudança de pensamento, por isso eu tenho um Humanismo. E aí, com essas principais características do Humanismo, eu vou tentar… o primeiro, esse período de transição, a Idade Média, Renascimento. Eu tenho a valorização do ser humano; eu tenho o surgimento do… da burguesia ou burqas, nos burgos era um… é… é um tipo vilas assim, em que as pessoas vão trabalhar com a parte do comércio muito fortemente, e é a partir do burgo surge a burguesia, que essa sociedade é diretora do capital. E aí eu tenho então o surgimento da burguesia nesse processo todo aí do Humanismo. Eu tenho ainda e se essa troca teocentrismo pelo antropocentrismo: sai Deus, entra o ser humano como centro de tudo. O homem é o centro do universo, umbigo do universo. As emoções humanas começaram a ser mais valorizadas pelos artistas. Estão aqui todo o sentimento humano começa a vir à tona. Então, todo aquilo que rola do ser humano com essa vir à tona, então o foco são as emoções do ser humano, aquilo que ele sente. Beleza? Depois eu tenho ainda o afastamento dos dogmas, afasta religião, deixa a religião de lado, e eu tenho então o processo aí de deixar os dogmas de lado, aquela coisa que mais divina, espiritual, aquilo que é mais… perigoso fica de lado. Beleza? Eu tenho ainda a valorização de debates e opiniões divergentes. Eu tenho começo os contrastes de opiniões, essa oposição. E ainda tenho a valorização do racionalismo e do método científico: se o homem é o centro de tudo, a razão vai ser o centro de tudo, né? Espiritual fica de lado, o racional no centro de tudo e o método científico que é a experimentação, o descobrimento científico. Então, método científico, o empirismo começa a se tornar aqui muito mais importante. Beleza? Tranquilão. Torna o panorama do Humanismo. Eu tenho ainda aí pra falar do Humanismo, alguns autores importantes em relação ao Humanismo. Eu tenho lá, pensando de modo geral, estado pelo comunismo na Europa. Beleza? Lembrando sempre que ainda está falando de Europa, Portugal tá tão… pensando na Europa lá como Humanismo surgiu na Itália. Eu voltei…
Lawant, Francesco Petrarca, que é importante nesse processo. Eu tenho também Giovanni Boccaccio. Beleza? Agora eu tenho ainda Montem, que aí trabalha com ensaios e a Irlanda já não é mais na Itália. Mesmo tempo, eu tenho ainda Thomas More, certo? Também é importante nesse planeta Humanismo. E pensando em Portugal eu tenho um cara chamado Gil Vicente. Gil Vicente talvez seja um dos maiores expoentes em Portugal na… no Humanismo português. Beleza? Estão focando um pouquinho mais agora no manejo em Portugal, que é o de nosso celeiro literário, pesando… pensador como forma de pensar em formas de… de base na nossa base português. Então vai ter um foco maior em Portugal. Então é natal, pensando na literatura portuguesa, eu tenho aí as poesias palacianas, sujas poesias… parceiros, que são as poesias pelas cenas, poesias feitas no palácio, dentro do palácio, certo? E a é escrita por nobres, beleza? Que retratava os usos, costumes da corte. Então eu tenho aí esse primeiros meses após ser palaciana no Humanismo. E obviamente que isso ocorre porque eu tenho um processo dentro da corte, dentro do palácio, falando os costumes e tudo que a corte via. Tranquilo? Dentro disso aí eu posso falar de um cara bem importante chamado Fernão Lopes. Isso em Portugal. Fernão Lopes, posso dizer que talvez seja o primeiro, um dos primeiros escritores humanistas em Portugal. Fernão Lopes, ele é nomeado para ser o cronista mor da Torre do Tombo, certo? 1418 e aí como cronista mor, escreve sobre as crônicas, crônicas dentro da ideia do palácio, da corte. Então Fernão Lopes inicia esse processo do mecanismo. E aí depois nós temos obviamente o nosso querido amigo Gil Vicente, que ele chegará de 1565… amigo… 1536, fazendo todo esse processo do acontecimento do Humanismo mesmo. Então olha só, dentro do organismo que vai encontrar lá o teatro popular, a poesia pela cena e a crônica histórica. Beleza? E se for os gêneros mais explorados durante o período mesmo em Portugal. Beleza? Então esse é o que tem de mais importante de escrita. Então os principais escritores tão… teatro popular até a poesia palaciana e a crônica histórica. Fernão Lopes fazia crônica histórica também. Beleza? Agora quando eu vou pra Gil Vicente… Gil Vicente é o cara que vai ser o considerado o pai do teatro português, escrevendo os autos e as farsas. Beleza? Autos e farsas dos quais destacar alguns aí… os autos e as farsas nós conhecemos alguns autos aqui no Brasil… é nem pensando agora depois de muito tempo. E nós temos Auto da Compadecida, com o escrito aqui no Brasil, que é com base nesses autos que Vicente fazer lá em Portugal, certo? Então, autos e farsas. Beleza? Eu tenho o Auto da Barca do Inferno, que é um dos principais autos de Gil Vicente, o Auto da Barca do Inferno. E das farsas, e tenho a Farsa de Inês Pereira, certo? Que trabalhei tão com as farsas, são dois gêneros textuais que a gente trabalhou muito, focado no teatro, focado na interpretação. Beleza? Então o Auto da Barca do Inferno, que trabalha com a realidade entre céu e inferno, em que eu tenho barcas que vão um direcionado ao céu ou para o inferno, e aí acontecem coisas com os personagens dessas marcas, certo? E a Farsa de Inês Pereira que é muito mais pública aí. Beleza? Tranquilo, sossegado, muito bem. E aí eu tenho então, pensando agora no Fernão Lopes, é que foi de 1400 a 1450… ele foi o maior representante dessa prosa historiográfica, dessas crônicas históricas, certo? Além do fundador da historiografia portuguesa. Então Fernão Lopes é mega importante para isso também. Eu vou dar alguns nomes de algumas crônicas que foi um blog escreveu: Crônica do Rei D. Pedro I, Crônica do Reitor Fernão, Crônica de El-Rei D. João I. Beleza? Tranquilo? E é obviamente a poesia pela cena está mais representada pelo Garcia de Resende, que é de 1470 a 1536. Ele foi o maior representante dessa obra no Cancioneiro Geral, que era o cancioneiro que tinha os… as principais coisas lá em Portugal nesse momento do Humanismo. Tranquilo, gente? De boas, sossegadinha… no… olha, com Humanismo, ele é bem pontual das coisas sobre Humanismo, porque ele faz não só a transição entre a Idade Média e do Renascimento que está chegando e a gente vai falar sobre o Renascimento especificamente, a falar mais sobre o Classicismo, certo? Que acontece que a parte literária dentro do Renascimento que vem logo depois do Humanismo. Então Humanismo, ele é o gancho entre o que vem antes, o que vem depois. É fácil, tranquilo. Muito bem. E pensando nisso, pra você tenta gravar um pouco mais a ideia de Humanismo, a partir de agora nas minhas aulas aqui no YouTube nós temos uma participação especial… o berço… não duas, mas nessa aula principalmente agora do Humanismo eu teria a primeira participação especial. Nós temos a participação do meu querido amigo professor Joãozinho, a professora de literatura que tem um canal no YouTube chamado Literal Brasil. É, ele faz várias paródias de literatura, talvez… lam coisa tal. Então, que pudesse chamar ruim pra mim me ajudar nessas aulas. E agora sempre no final de cada aula… descobre ter a nossa… aqui vai ter uma música relacionada às escolas literárias que o jogo escreveu. Eu vou participar com ele, quem quer fazer 11 pará, certo? É bem legal o outro carregava comigo que logo logo vai ver também. É professor Gabriel Félix, professor de literatura também, quer aprofundar nossa plataforma há também estava trabalhando com literatura conosco na plataforma com Joãozinho. Participação especial aqui, canal Literã, Gabriel Félix, participação especial aqui lá da plataforma profissional sair hoje quem vem aqui comigo por Joãozinho passou daquele som. Então só de são Vicente, incentiva Vicente e sem Gil Vicente… o Humanismo faz a passagem mundo grego, então renascer e senti… me senti… me senti… me senti… Vicente! E pra corrigir os males… um dos pais do teatro europeu… e o alto são peças de religiosa moral, a faças apresentam um conteúdo social e… nes Pereira que é burro pra lhe carregar… a trilogia das barracas… o inferno geral… o bis… em Vicente… Vicente… e Vicente… pecente… Vicente… o Humanismo faz a passagem mundo grego, então renascer e senti… me senti… me senti… me senti… Vicente! E pra corrigir os mares… um dos pais do teatro europeu… não quer conhecer mais um pouquinho de Gil Vicente e Humanismo? Corre lá no livro… é canal de literatura amigo Joãozinho e também se chama de novo. Obviamente, clique no zinho, clique na aba anterior, não esquece a roupa do choro, nem eu sou leigo topo.br, o Facebook também tem tudo isso lhe terá correctas. Bora lá e literatura. Gil Vicente foi [Música].