📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

T2 CTBMF Módulo 5 - 15/02/2023

Instituto Experts4:59:00

Transcription

Bom, vamos lá, gente. Eu vou começar falando um pouquinho hoje sobre as principais incisões de cavidade oral. Hoje é um começo de aula para a gente começar a entender as incisões, tá? Que é a parte inicial aí das nossas cirurgias, tá? Então, as incisões, elas são importantes, por quê? Porque é onde a gente vai ter um acesso, é onde a gente vai conseguir abordar primariamente a nossa fratura. [Música] [Música]

E a gente precisa, é de extrema importância. Basicamente, a gente não tem muitas incisões na região da face, na região da astronauta. A gente tem algumas incisões que são pontuais e que a partir dela a gente costuma ter variações, tudo bem? Tá?

Então, a gente, vocês vão ver que a gente vai ter basicamente três incisões aí que a gente faz em torral e a partir dela a gente tem as variações, tá? Aí a gente tem os retalhos que eu vou explicar isso para você. A gente tem algumas técnicas que a gente mantém o tecido mais queratinizado, que é uma área que a gente não consegue estruturar, que a gente aumenta o risco de ter deficiência, de ter laceração. Então, a gente vai partir, a gente tem três decisões básicas, tá? E a partir daí a gente vai jogando o que que a gente pode fazer.

Basicamente, na parte de terceiro molar, vou dar um pouquinho, principalmente nos inferiores, que é onde a gente tem maior número de intercorrências aí. Eu vou explicar o porquê. Na ortognática, que a gente tem umas incisões maiores, basicamente são as incisões maiores que a gente faz na cavidade natural. Vou falar um pouquinho também de hemostasia, que está extremamente relacionado. Eu vou falar um pouquinho de técnicas de estrutura, tá?

Então, o que eu estava falando para vocês, a gente tem basicamente três decisões. Já diferente da pele, a gente acaba tendo várias incisões em vários pontos que a gente precisa acessar. Em relação, a gente precisa alterar várias incisões. Então, assim, a gente falar de incisões extraorais [ __ ], a gente fica aqui uns três dias falando. A gente tem várias. Já intraorais são, são basicamente poucas, tá? [Música]

Então, o que que é a cirurgia, gente? A cirurgia, ela é arte e a ciência do ferimento. Então, o que que você vai fazer quando você vai fazer uma cirurgia? Você vai, mais basicamente, fazer um ferimento, mas só que você vai fazer esse ferimento com destreza, que nem a frase diz mesmo, com arte. Você tem que fazer um processo delicado para que você tenha um pós-operatório melhor, diferente de um ferimento, por exemplo, por uma laceração, por uma faca, por uma mordida de cachorro. Então, a cirurgia, basicamente, é isso. Ela é arte e a ciência do nosso, do ferimento. Então, você vai fazer isso conscientemente, tá bom? Tá? O ato cirúrgico, eu vou ter uma reação, tá? [Música]

Esteja com interferência tanto na pele, tá dando erro aqui, tá travando aqui para mim, não sei para os demais alunos. Eu vou sair e entrar de novo. Opa, Paloma, eu vou entrar e sair de novo, então, tá bom? Tá bom, Dr. Igor, já habilitei. Tá bom, Doutor, consegue me ouvir? Já está habilitado, tá? Vamos ver se vai agora. [Música] Se der algum problema, eu te aviso, tá bom? Qualquer coisa, se der algumas dicas aí, você me avisa no Zap aqui. O telefone, gente, me desculpa, tá? A internet está instável aqui no consultório, não sei por quê. Vamos ver, eu mudei aqui o provedor, o a rede, vamos ver se melhora, tá? Qualquer coisa, vocês me avisam aí.

Então, vamos lá. Então, o que a gente estava falando, a cirurgia, só para repetir aqui para a gente não perder o time. Então, a cirurgia, ela é a arte e a ciência do ferimento. A gente vai fazer um ferimento guiado para a gente poder ter acesso ao nosso, à nossa, ao nosso procedimento, tá bom? Tá?

Então, o ato cirúrgico, ele não deixa de ser uma injúria à pele, à mucosa oral e ao tecido muscular. Isso vai determinar cicatriz. Então, quanto mais delicado, mais o cirurgião conhece a técnica, menor vai ser essa cicatriz. Você vai falar: "Igor, mas aí na região intraoral causa cicatriz?" Causa, causa uma cicatriz também no tecido gengival. Fica uma, uma região mais esbranquiçada que, se o paciente sorrir e você faz uma incisão numa determinada região anterior, você corre o risco de formar uma cicatriz também, tá?

Então, a função do cirurgião, qual é? Minimizar a perda da função. Então, além da cicatriz, próximo à incisão em região de inervação do lábio, se eu faço uma incisão mais para região lingual para fazer uma extração de terceiro molar, eu corro o risco de lesionar ramo do nervo lingual. Eu posso ficar com uma parestesia de metade da língua e isso incomoda demais o paciente. Basicamente, o paciente mais reclama quando isso acontece, tá? Se eu faço uma incisão de forma errada, eu posso lesionar o nervo alveolar inferior e causar uma parestesia de metade de um lábio. Se eu faço uma incisão muito alta na região infraorbitária, eu posso lesionar esse nervo, os ramos do nervo, e causar uma parestesia dessa região de lábio superior, asa do nariz, tá?

Outro ponto: a cicatriz, ela tem que ser o mais discreta possível. A gente tem uma cicatriz mais discreta possível, a gente precisa ter uma boa técnica de incisão, porque tudo começa pelo começo, certo, gente? Então, eu preciso fazer uma incisão bem feita para depois eu poder ter uma sutura bem feita. Não adianta nada eu ter uma boa sutura, mas eu não tenho uma boa incisão. Não adianta nada eu ter uma boa incisão e não ter uma boa sutura. Então, o cirurgião, ele precisa ter essa destreza e vocês que trabalham com harmonização sabem disso, que qualquer diferençazinha, qualquer alteração, o paciente de estética, que a gente fala, ele reclama, né? Ele cobra tudo, tá?

Então, a gente entra naqueles fatores do que que é a cirurgia, né? A cirurgia, basicamente, ela é, e eu insisto nisso, tá? Vocês vão lembrar que no primeiro, na primeira, na primeira aula, eu expliquei para vocês que a gente tem vários protocolos, tá? E a cirurgia, ela não deixa de ser um protocolo, tá? E a gente tem que sempre seguir, sempre seguir.

Então, qual que é o protocolo da cirurgia? Então, vocês vão ver que na maioria das vezes, nas aulas cirúrgicas minhas, eu vou sempre colocar esse slide, tá? Para vocês entenderem essa sequência e gravarem bem. Então, a cirurgia, ela é basicamente o diagnóstico, o planejamento, a antissepsia, anestesia, diérese e exérese, e hemostasia, síntese, pós-operatório. Hoje, basicamente, a gente vai, a gente vai na diérese, falar um pouquinho da diérese, um pouquinho da hemostasia e um pouquinho da síntese, tá? Que basicamente vão ser os pontos principais da nossa, do nosso próximo módulo, que vai ser o nosso módulo presencial. Então, a gente vai treinar um pouquinho as incisões, a gente vai treinar um pouquinho talvez o pensamento de matéria para vocês entenderem e a gente vai treinar bastante a sutura e vamos pensar até em aprender a fazer algumas coisas, tá bom? Tá?

Então, assim, o planejamento é o mais importante. Então, por exemplo, se eu vou fazer um terceiro molar e eu vejo que ele está muito baixo, qual incisão eu vou fazer? Vou fazer um descolamento? Vou fazer uma relaxante? Precisa? Vou fazer um terceiro molar superior que está bem alto? Vou fazer só uma incisão envelope? Então, isso já tem que ter saído do seu planejamento, tá? Vou fazer uma Caldwell-Luc? O paciente, pô, fui tirar um primeiro molar superior, a raiz vestíbulo-lingual, vestíbulo-vestibular, mesial, foi para dentro do seio maxilar. E aí, que que eu faço? Como que eu tiro essa raiz? Faço um acesso? Abordo esse seio maxilar? Tá? Então, eu tenho que já ter esse planejamento, tudo bem?

Para a gente começar a pensar nas incisões, a gente precisa ter as condições básicas, tá? O que que são as condições básicas, gente? Às vezes, pode ser muito óbvio isso, né? Você fala assim: "A visibilidade?" Sim, você tem que ter a visibilidade, mas só que para você ter essa visibilidade, você precisa ter um acesso. Se você não sabe fazer um acesso, se você faz um acesso, por exemplo, muito pequeno, você não vai ter a visibilidade, tá? Então, o acesso adequado, ele é uma exposição criada cirurgicamente, tudo bem? Tá?

Outro ponto importante: a iluminação. Se eu não tenho uma iluminação adequada, eu vou ter dificuldade para ver o que eu estou fazendo. Aí você fala assim: "Ah, mas a iluminação, a gente tem o refletor, né, que a gente consegue direcionar esse refletor." Igual o que a gente tem no consultório, ele é diferente do refletor que a gente tem no hospital. E outro ponto importante, no hospital a gente acaba sempre ficando na frente do nosso próprio refletor. Então, a gente sempre vai perder tempo posicionando esse refletor, ou tanto o cirurgião como o auxiliar. Então, às vezes, o que que eu falo que é interessante a gente pensar numa fonte de iluminação, tipo, a gente poder ter um acesso melhor e uma visualização melhor dessa região, tudo bem? Tá bom?

Cooperação do paciente. Na maioria das vezes, quando a gente faz a cirurgia em âmbito hospitalar, o paciente está anestesiado. Então, a gente vai ter essa cooperação do paciente, que ele vai estar quietinho. Agora, talvez no consultório, a gente possa, possa ter uma dificuldade e aí a gente pode abrir mão de alguns artifícios, alguns ansiolíticos, conversa com o paciente, que é basicamente o que eu faço. Eu converso muito com o paciente para tentar deixar ele calmo, explico bastante o paciente. Então, isso é importante, tá bom?

Outro ponto importante: o campo operatório livre de sangue e saliva. Quando a gente, eu insisto muito nisso, quando a gente muda o conceito de que a gente vai partir para especialidade, é igual a gente começa a ser profissional, é igual um jogador profissional. A gente tem que ter algumas diferenças no cirurgião. Então, a gente não pode fazer uma cirurgia, por exemplo, um siso, fazer uma remoção, um enxerto com aspirador do consultório. A gente tem que ter uma condição que a gente tenha uma aspiração efetiva. Então, a gente precisa ter uma bomba vácuo ou ter um aspirador extremamente potente, tá?

Outro ponto importante: atenção total do auxiliar. Então, o auxiliar, ele tem que estar bem treinado, principalmente quando a gente faz, por exemplo, uma restauração, tá bom?

Então, gente, todo um ato operatório, ele constitui de uma soma ou combinações de procedimentos simples, cada um deles com uma técnica e material apropriado. Então, o que eu gosto sempre de falar para os alunos é assim: a gente precisa saber o básico, gente. Sabendo o básico, a gente vai bem. Então, a gente tem que fazer o básico para o nosso paciente, tá?

Então, isso a gente vai para manobras cirúrgicas fundamentais, tá? Que é o básico de tudo. Então, as manobras cirúrgicas fundamentais: a diérese, a exérese e a hemostasia e a síntese. Foi aquilo que eu já falei para vocês, tá? Então, a diérese, ela, ela está dentro da diérese e tal, ok? Tá?

Incisão, a divulsão, descolamento, a punção e a diérese dos tecidos duros. Hoje, basicamente, a gente vai falar da incisão. Eu vou citar um pouquinho a punção também, tá? E a excisão. Então, o que que é diérese? A diérese, ela é dividir, cortar, separar. Então, isso é o significado de diérese. Então, é separação dos planos ou tecidos para possibilitar a abordagem de um órgão ou região. Faz o rompimento, que foi aquilo que eu falei, com arte. A gente não faz um rompimento sem a gente ter de qualquer jeito. A gente sabe onde a gente vai precisar, por que que a gente está incisando aqui, por que que a gente está incisando ali, tá? Então, é o rompimento da continuidade dos tecidos. Para quê? Para a gente poder ter acesso aonde a gente quer chegar. Então, se eu preciso tirar um leito do siso, eu vou fazer a incisão mais para vestibular, mais para lingual, tá?

Outro ponto importante: a gente precisa ter uma extensão adequada, a gente precisa ter bordas nítidas, a gente precisa respeitar os planos, a gente precisa respeitar as estruturas anatômicas e, quando a gente pensa em pele, a gente precisa respeitar as linhas anatômicas, entendeu? Tá? Que aí depois vocês vão ver isso depois.

Então, a incisão, ela é, infelizmente, incisão criada por instrumento de corte, tá? Então, por exemplo, você tem o acesso que, por exemplo, para você tirar um canino inferior, para você fazer uma mentoplastia, para você fazer um dente superior, um canino no palato, tá? Você tem a excisão, que é quando você vai fazer a remoção de uma lesão, tá? Por exemplo, uma biópsia, ele entra nessa parte da excisão, tudo bem? Tá? E a drenagem, que você vai fazer uma punção, você pode fazer essa drenagem com uma agulha ou você pode fazer ela com furo de bisturi para fazer a drenagem do abscesso, tá bom?

Então, tá. O que que determina a gente ter uma boa qualidade de incisão, tá? Você vai falar assim: "Ah, Igor, mas isso é óbvio, né?" Sim, mas às vezes a gente não para os conceitos básicos, a gente acaba esquecendo que a gente precisa, por exemplo, de uma lâmina afiada e de tamanho adequado. Não adianta, por exemplo, tentar entrar com uma lâmina 23 na região da boca que eu vou machucar esse meu paciente, né? Então, eu preciso ter uma lâmina adequada, tá? E aí a gente entra com as lâminas que são específicas para região de boca, que são para região intraoral. Então, a incisão com uma lâmina afiada, ela é feita de forma fácil e suave, tá?

Outra coisa que eu vou citar lá na frente para vocês: esse movimento, gente, ele tem que ser feito de forma única. Eu não posso ficar cerrando como se fosse um serrote. Então, fiz o meu planejamento, determinei como eu vou fazer, é onde eu vou fazer a incisão, tá? Eu vou fazer apenas um movimento da onde eu quero até onde eu vou terminar. E o que, quem é importante eu saber o tamanho que eu preciso dessa incisão? Não adianta depois, por isso que o planejamento é importante, não adianta depois eu fiz a incisão, eu fiz o descolamento e aí eu falo: "Puxa vida, não deu certo, o tamanho que eu fiz ficou ruim." Então, sempre essa incisão complementar depois, ela não vai ficar legal, tá? Às vezes, a gente vai dilacerar, às vezes vai puxar o tecido, tá? Então, isso é importante, tá?

Outra coisa importante: o movimento, ele tem que ser firme e tem que ser contínuo. Que que é isso? Você não pode ficar tirando a lâmina do acesso. Por exemplo, eu vou fazer um acesso, vou dar um exemplo da região extraoral, tá? Se eu vou fazer um acesso, por exemplo, na região infraorbitária para acessar minha órbita, eu não posso ficar passando a lâmina aqui incessantemente porque eu vou machucar, eu corro o risco de lesionar o olho. Então, eu tenho que ter esse movimento firme e contínuo. Então, já sei que se eu tenho uma fratura na região infraorbitária, eu já sei que eu vou colocar uma placa de mais ou menos quatro ou seis furos. Eu já sei mais ou menos o tamanho dessa placa. Então, eu preciso fazer um acesso que eu consiga introduzir essa placa dentro do, dentro, tá bom, gente? Tá?

Então, o movimento firme e contínuo, sempre mão colada no corpo, tá? Outra coisa importante: evitar secção de estruturas importantes. Então, por exemplo, tem uma fratura de mandíbula, tá? Uma fratura que seguiu mais ou menos na região do nervo mentoniano e é uma paciente jovem e eu tenho a saída da mentoneira. Vou fazer uma incisão em cima do mentoniano? A gente tem que tomar cuidado, tá? Vou fazer uma divulsão? A gente tem que tomar cuidado, por quê? Porque eu corro o risco de lesionar esse nervo. Então, a gente tem que tomar cuidado. Preciso fazer um acesso para, para região para fazer uma osteotomia de ortognática, uma sagital de mandíbula? A gente toma cuidado com, se eu subo muito a incisão, se eu vou muito para lingual, por exemplo, eu vou fazer uma incisão por um terceiro molar e faço essa relaxante muito para lingual, o risco de lesão lingual é gigantesco. Então, a gente tem que tomar cuidado com isso, tá? Tudo bem?

Outra coisa: envolver toda a espessura, toda a espessura da superfície epitelial. Então, eu tenho que fazer essa incisão em toda a superfície, não adianta começar e parar, tá? Outra coisa importante: sempre que eu vou fazer a incisão, tenho que fazer um apoio em tecido ósseo sadio. Não adianta, por exemplo, eu querer fazer uma incisão, vou fazer um cisto de mandíbula, ceratocisto ou ameloblastoma e eu não vou querer fazer incisão em cima disso. Eu preciso fazer sempre a incisão em osso sadio, porque na hora que eu for suturar, isso tudo está relacionado com o planejamento, tá? Na hora que eu for suturar, essa incisão vai ficar em cima do meu, da minha osteotomia, o risco de deiscência e defeito ósseo é gigantesco. Então, isso é uma coisa que a gente tem que pensar. Aí a gente pensa talvez em fazer uma Caldwell-Luc ou fazer uma, um retalho, por exemplo, tá? A gente faz uma incisão intrasulcular e rebate o retalho para subir ao invés da gente fazer uma incisão de Caldwell-Luc, por exemplo, tudo bem? Tá?

Outra coisa importante: quando a gente pensa nessa, para a gente evitar a secção de estruturas importantes, quanto mais longe a gente faz essa incisão, por exemplo, do mentoniano ou do nervo lingual, a gente consegue afastar e a gente consegue proteger esse nervo, porque às vezes até mesmo no afastamento que a gente faz, a gente, a gente costuma fazer a lesão. Então, se eu faço essa incisão muito próximo de, muito próximo de estruturas nobres, ou tanto artéria ou como um nervo, eu corro o risco de ter uma lesão dessa região, tá? Vocês vão ver quando a gente for pensar em, a gente for ter aula de acesso extraoral, por exemplo, a gente faz uma incisão nessa região pré-auricular, a gente tem a saída do nosso nervo facial. Se eu faço e deixo pouco tecido próximo ao nervo, se eu faço ela muito perto do tronco, eu vou, eu vou começar a ter lesão motora. Então, o paciente não vai piscar, vai sentir, não vai enrugar a testa. Então, isso é importante a gente preservar bastante tecido junto dessas estruturas nobres, tá? E outra coisa importante: a microanatomia que a gente tem na região intraoral, ela é muito variável de paciente para paciente. Então, a gente tem que tomar bastante cuidado, tudo bem? Tá bom?

Então, vamos lá. Um pouquinho de conceito aqui para mim de ocorrer o descolamento e o afastamento do retalho no periósteo, obtendo um campo operatório amplo e com ótima visibilidade. Então, assim, vocês vão ver, eu coloquei um caso aqui que a gente acabou, a gente achou que a fratura corria mais para, para a região medial. A gente fez um acesso um pouquinho maior. Você vai ver que fica estranho quando a gente faz um acesso um pouco maior e eu vou citar isso para vocês numa fratura de Monteggia. Você vai falar: "Caramba, meu, mas ficou grande o acesso!" Ficou, porque como a fratura ela, ela era integral, a gente achou que a gente tivesse que colocar uma placa mais para região medial e, infelizmente, essa fratura ela correu paralelo a um ápice dos dentes e não dava para colocar uma placa. Então, assim, o planejamento também pode mudar. Então, a gente tem que tomar cuidado com isso, tá?

Outro ponto que foi aquilo que eu falei: então, as incisões, elas devem ser feitas de forma firme e contínua até o osso e sempre feito em osso sadio, tá? Aqui eu vou, eu vou fazer uma ressalva que eu vou explicar isso para você depois, mas já vou, já vou citar, por exemplo, na região mentual. Quando você vai fazer, por exemplo, uma mentoplastia ou você vai fazer a colocação de um, de alguma prótese facial, por exemplo, no mento, tá? Para preenchimento definitivo, você não pode ir direto e com ela no osso, porque a gente tem dois, porém, aqui que eu vou mostrar para vocês depois, que também às vezes isso a gente tem que tomar um pouco de cuidado. Se a gente faz a incisão direta, tá, contínua e firme, já vai direto no osso, a gente perde tecido para poder suturar essa região. A gente tem uma musculatura que tem uma resistência, uma força muito grande. Então, se eu não suturar, o que que vai acontecer? Eu vou ter a deiscência, que é o grande problema lá na frente, tá? E isso dá um problema gigantesco. Então, eu tenho que manter a musculatura para eu fazer esse fechamento em pelo menos dois ou três planos, tudo bem? Tá?

Outro ponto importante: uma incisão, ela depende do bom senso do cirurgião e seu domínio sobre a técnica. É isso que eu falei, pois o reparo da ferida cirúrgica depende do trauma feito na área e o tempo do transoperatório. Então, quanto mais trauma eu causo, se eu faço uma incisão muito grande, igual, por exemplo, essa menina que eu operei na segunda-feira, vocês vão ver que eu fiz uma incisão, perdi um pouquinho a mão porque eu achei que essa fratura ela corria mais para região anterior, eu conseguiria colocar uma placa lá, mas eu não me atentei que essa fratura corria na, no ápice do dente e se eu ponho uma placa lá, eu ia causar um prejuízo no dente, tudo bem? Tá?

Então, isso é importante. Então, as lâminas que a gente usa, então, foi aquilo que eu falei, repito de novo: então, a lâmina sempre afiada. Vamos supor que eu fiz um siso, vou fazer os quatro sisos do paciente. Fiz um lado, siso está, está inclinado, está deitado, né, que a gente fala. Fiz a incisão, passei essa lâmina já em cima do dente. Então, ela perde o fio. Aí você faz o superior. Puxa, você vai para o outro lado, cara, troca a lâmina, porque você vai fazer uma laceração no outro tecido e o pós-operatório talvez do outro lado vai ficar pior. Isso é importante. Então, a gente precisa se atentar a esses detalhes. Isso é muito válido, por exemplo, quando a gente vai fazer, por exemplo, uma incisão infraorbitária. Vamos supor que eu pego um politrauma e eu preciso fazer um acesso infraorbitário bilateral. Eu não vou usar a mesma lâmina que eu fiz desse lado, desse. Vamos fazer uma blefaroplastia, faz um lado, faz outro. Tudo bem que é um tecido mole, mas essa lâmina ela perde o fio facilmente, ela perde esse poder de corte, é muito rápido, tudo bem?

Lâmina 15, tá? A colocação dela é dessa forma. A gente sempre pega na parte do meio para não poder quebrar, tá? Não tem que tomar um extremo cuidado com que instrumental a gente vai usar, porque a gente está acostumado a usar o porta-agulha de Mayo, que ele tem a ponta de vídea. Então, a gente tem que tomar muito cuidado para não quebrar essa ponta de vídea, porque esse instrumental é caro, tá? Na maioria das vezes, eu uso uma pinça Kelly mesmo para fazer isso, não uso o meu porta-agulha, porque o porta-agulha, ele vai, basicamente, é delicado e eu preciso ter um porta-agulha bom para eu poder ter uma qualidade efetiva de sutura, tá? Então, isso é extremamente importante, tá?

Outro ponto, isso é extremamente importante, aí a dureza do meu cabo de bisturi. Isso vai determinar a minha firmeza. Então, foi aquele que eu pedi, porque eu falei para vocês, se eu tenho uma firmeza na mão e eu faço a continuidade dessa linha, essa incisão, eu vou ter uma incisão mais bem feita. Se eu tenho uma lâmina que ela não é muito afiada, eu vou ter um esgarçamento das bordas. Quando eu tenho um esgarçamento das bordas e essa dilaceração, é um aumento, o risco da gente ter necrose. Se eu aumento o risco de necrose dessas bordas, é um aumento o risco da gente ter uma cicatriz, tá? Tanto que se eu tenho necrose das bordas, o ideal é a gente fazer o quê? Sempre debridamento. Por exemplo, você vai falar: "É, mas isso é difícil acontecer." É difícil acontecer, mas vocês vão ver que tem casos que acontece, tá?

Então, o videozinho para vocês. Então, a lâmina, ela sempre vem na posição de caneta, né, que a gente pega a caneta assim, a mesma, é a mesma posição da lâmina, tá? Ela vem perpendicular ao nosso tecido. Você vai entrar com a ponta mesmo, tá? Por exemplo, na região da maxila, você entra com a ponta, sente ela batendo o osso, deita ela 45 graus, corte rápido, firme, até onde você quer, tá? Para você fazer a remoção dessa lâmina, o que que você faz? Volta lá para a posição 90 graus e puxa. Tudo certo, gente? [Música] Tudo bem até aqui, gente?

Bom, agora nós vamos partir para os tipos de incisão, tá? É, a incisão, ela, a gente, basicamente, foi aquilo que eu falei, a gente vai sair de três, de três incisões, basicamente, que é a retilínea, a circular e a intrasulcular, tá? A partir dessas, a gente vai acabar desenvolvendo as outras e os nomes dela. Basicamente, a envelope, ela é basicamente uma incisão, tá? Em retalho em L, por exemplo, ela é uma intrasulcular com uma retilínea, tá? Semilunar seria basicamente a curvinha, tudo bem? A Wassmund, a Wassmund, a Caldwell-Luc, que eu até, como é uma incisão que a gente usa bastante nas cirurgias, que é uma variação da semilunar, eu até coloquei dois casinhos aqui para a gente discutir bastante ela e a gente vai acabar bastante usando ela. A Y, a duplo Y, tá? Que são basicamente para acessos na região do palato, tá? Uma outra que a gente usa, que aí basicamente é para a gente fazer as remoções de dente do siso, que vão ser, que vocês vão usar bastante e aí eu vou citar e vou falar as quais eu acho melhor fazer, mas eu acho que cada um tem sua experiência e sabe o que, o que é melhor nessas incisões, tá? Que são a Wassmund e a LeVannal, tá bom?

Então, tá. Vamos lá. Envelope. Basicamente, essa incisão, ela é a mais comum que a gente tem, tudo bem? Tá? Ela pode ser utilizada em todas as áreas da cavidade oral, tanto vestibular, lingual e palatina. Então, foi aquilo que eu falei, essa envelope ela se confunde muito com a incisão intrasulcular. Então, você para fazer essa incisão, você tem que entrar com a lâmina ou com o cabo de bisturi, né, é 90, 90, não, desculpa, é paralelo ao longo do eixo do dente, tudo bem? Tá? Isso é extremamente importante você saber. Não adianta você entrar com ela inclinada que vocês vão lesionar todas as papilas e vocês vão aumentar o risco de necrose dessa região, tá?

Então, ela é feita no sulco gengival até a crista óssea e através do periósteo. Então, você entra com ela paralela, tá, ao dente, bem na região do ligamento periodontal, tá? E vai circundando o dente, tá, até você bater o retalho mucoperiostal, tudo bem? Na maioria das vezes, quando a gente faz esse tipo de incisão e a gente precisa talvez fazer um complemento, alguma coisa, é importante você trocar essa lâmina, porque a gente perde o fio da lâmina mesmo, tá? Essa é uma incisão que a gente, que a gente vai lesionar mesmo a lâmina e se a gente precisar fazer o retalho lá depois, se precisar, a gente corre o risco de dar essa dilaceração no tecido e ficar muito ruim a gente poder suturar depois, tá?

Então, assim, a gente entra no ponto que dois dentes anteriores e um dente posterior. Então, essa técnica do envelope a gente pode usar ela tanto para tirar um siso inferior e na maioria das vezes a gente vai usar essa técnica para a gente fazer, por exemplo, um canino superior que está no palato, é um canino incluso nessa região, tudo bem? Tá? Quando a gente faz essa, essa incisão, por exemplo, na região palatina, a gente mantém toda a vascularização da região posterior. Então, a gente preserva a artéria palatina, tá? Tanto que nessa região, por exemplo, do palato, a gente não pode abrir relaxante. Às vezes, é melhor a gente fazer todo o corte até a região, por exemplo, de pré-molar a pré-molar do que a gente fazer um corte transverso nessa região. Se a gente pegar, primeiro, vai perder a vascularização. Segundo, a gente corre, tem uma necrose dessa região e outra coisa, essa região do palato é extremamente difícil de suturar e depois eu vou explicar isso para vocês por quê, tá bom?

Então, outra incisão de Newman, tá? Que ela é em retalho em L. Então, essa incisão de Newman a gente acaba usando para a gente ter acesso e a gente ter um espaço maior para região do periósteo, tá? Então, ela é uma incisão envelope, tá, com uma incisão em relaxante, tá bom? Só um pouquinho, gente. Tudo bem até aqui? Vocês estão aí? Tudo bem, Professor? Alguém faz essa incisão envelope aí? Eu não faço. Eu não faço, Rock, hoje, tá bom? É, apesar que assim, você tem interesse em fazer os implantes definitivos ou não? Assim, talvez, né? Porque talvez se eu gostar... [Risadas] Porque hoje eu só trabalho na área da roça mesmo, entendeu? Mas se eu vier, eu gostar, poderia ser. Entendi, tá bom. É, então, assim, foi aquilo que eu falei, hoje eu acho que talvez esses implantes definitivos, eles vão vir com bastante força aí, então é importante a gente estar antenado nisso, tá? Iandra, tá bom?

Então, tudo bem aqui o envelope? Então, por exemplo, a gente precisa tirar um siso, um terceiro molar inferior, a gente consegue. Se a gente precisa, por exemplo, fazer um canino incluso superior, a gente consegue também, tá bom? Tá? Esse é o grande problema às vezes quando a gente precisa, por exemplo, um acesso maior. Vamos supor que a gente fez um acesso envelope na região do terceiro molar inferior e a gente não está tendo acesso, a gente pode, e está começando a esgarçar, a gente vai ver que vai dilacerar esse tecido no nosso afastamento, a gente pode partir para uma incisão de Newman, que basicamente é um retalho em L. Então, ela não deixa de ser uma incisão envelope e uma incisão relaxante. Então, é uma incisão intrasulcular com uma incisão relaxante, tudo bem? Tá?

É importante, vocês vão ver que eu vou bater muito nessa tecla, sempre observar a direção e o posicionamento da relaxante. A relaxante ela nunca vai para dentro da onde eu estou fazendo, onde eu preciso fazer o meu acesso, onde eu preciso fazer a osteotomia. Então, ela nunca é assim, tá? Ela sempre é divergente, nunca ela vai ser convergente, sempre divergente, e a minha base vai ter que ser maior que o meu ápice. Então, ela sempre vai ser divergente do meu ápice, tudo bem? Tá? Essa incisão a gente pode fazer para, por exemplo, fazer um canino incluso que está por vestibular, fazer uma bichectomia. Apesar que na maioria das vezes quando vai fazer a bichectomia, eu prefiro fazer a semilunar, vou mostrar lá para vocês, tá? Então, essa incisão ela me dá uma boa amplitude para distal e para o fundo de vestíbulo. Então, a gente sempre vai ter essa incisão divergente, tá bom, gente? Tá? Um dente para anterior e um para posterior no mínimo, porque senão eu vou ter um acesso muito pequeno, tá bom? Tá?

Esse tipo de incisão intrasulcular, a gente precisa tomar muito cuidado e depois eu vou explicar isso aqui para vocês na região das papilas, tá? Eu não posso cortar essas papilas, tá? Contraindicações. Então, foi aquilo que eu falei, contraindicações da Newman, que é quando a gente faz uma relaxante, tá? Região do palato, que foi aquilo que eu falei, por exemplo, se eu faço uma relaxante transversa nessa região do palato, eu vou seccionar a artéria. Primeiro, eu vou ter um sangramento. Não queira ter um sangramento dessa artéria, que ela é uma artéria de calibre razoável, então sangra bastante, meu. Às vezes, até quando você faz um descolamento, você dá uma machucadinha nela, ela sangra bastante. Isso dá uma dor de cabeça lascada no palato, tá bom?

Tá? Superfície lingual da mandíbula, porque eu tenho o ramo lingual que ele passa, ele desce pela região da língua e faz toda a inervação dessa região, tá? Então, se eu cortar essa região, o risco de eu ter uma parestesia de metade da língua é gigantesco, tá? Região da eminência canina, porque depois é muito difícil de eu suturar, porque como esse tecido é muito queratinizado, tá? Se eu faço uma incisão nessa região, é muito difícil, vai dar deiscência depois disso tudo, tá? Isso é inserções musculares, tá? E na região do forame mentoniano. Então, não adianta nada eu fazer uma relaxante nessa região mentoniana, tá, que eu vou ter aí basicamente uma lesão desse nervo e não vai ser muito, muito bacana, tá bom, gente? Tudo bem até aqui?

Alguém costuma usar essa incisão aí de Newman em L ou não? Você também só faz harmonização? Você não faz mais nenhum tipo de cirurgia, por exemplo, se você precisa fazer uma apicectomia, faz isso? Não, a Newman não faço, Professor, não tenho experiência com ela. [Música] Então, basicamente, você usa mais a envelope para tudo, basicamente, tá? Essa envelope você consegue ter acesso bom? Você não consegue, se é um dilacerado, por exemplo, um terceiro molar inferior, você faz o afastamento? Então, isso que você tem que tomar cuidado. É, vamos ver se hoje a gente consegue mudar um pouquinho. Eu vou te passar alguns, algumas aqui, a gente vê se a gente consegue passar um pouquinho disso para vocês, tá bom?

Então, ficou claro essa incisão de Newman com retalho em L? Todos? Essa aqui basicamente é muito básica, né, cara, para a gente, pessoal que faz cirurgia, e ela é imprescindível, essa aqui, para a gente poder ter uma visão um pouquinho melhor, tá bom? Tá? Nossa, contraindicações. Então, tá. A Newman modificada, que basicamente é um retalho quadrangular. Então, é uma incisão envelope e duas incisões relaxantes. Então, foi aquilo que eu falei, gente, a gente sempre parte do pressuposto que a incisão intrasulcular ela é extremamente válida, tá? E ela é extremamente importante, tá? E a gente sempre tem que pensar nisso, manter preservada essa área interpapilar, tá? É extremamente importante, tá?

Então, bom, amplitude para o fundo de vestíbulo, mais limitado para mesial e para distal, tá? Outro ponto, sempre manter essa base, essa base de onde vem a vascularização [Música] maior do que o ápice. O outro ponto importante, ah, bom, depois eu falo isso, tá? Então, isso é extremamente importante, tá? Cuidado na realização das incisões relaxantes, suplemento sanguíneo da região, tá? Então, essa é quando você vai, por exemplo, fazer um cisto na região de uma maxila, você vai fazer alguma lesão importante que talvez se você fizesse uma incisão [Música] começou a travar de novo, tá travando muito. Vocês vão me avisando aí, tá? Vou voltar aqui agora, tá? Ok? [Música] Tá, deixa eu ver. Voltou, gente? Voltou a internet aqui hoje, viu? A tela está apresentada para vocês aí? Ainda não, só está vendo você, sua imagem. Então, espera aí, deixa eu ver se a Paloma me habilita aqui. Começou a travar de novo. A voz já gritei. Tá bom, vou tocar. Opa, vou tocando aqui. Como que está aí? Está dando para escutar? Qualquer coisa, tá? Então, beleza, então. [Música] Não está legal o áudio, não. Quando voar, ela [Música] está bem ruim a internet aqui, viu, gente? Até aqui tudo bem? Alguma dúvida de vocês aí? Vamos dar uma conversadinha aí, quem está acordado?

Professor, para as próteses agora que estão fazendo muito, né? Está escutando? Para essas cirurgias que estão fazendo agora para prótese definitiva, lógico, né, para evitar a situação de harmonização com quantidade muito grande de ácido hialurônico, as incisões que usam o aumento, se faz quais são dessas? Eu vou, basicamente, a gente vai usar uma retilínea. É basicamente as incisões que a gente usa para cirurgia ortognática. Eu coloquei elas aqui mais para frente lá para a gente ver. Vocês vão ver que até tem algumas, tem uma mentoplastia que eu coloquei uma incisão que eu vou mostrar isso bem para você. Essa basicamente eu estou colocando essas incisões aqui que são basicamente retalhos, que é mais para a gente lembrar, tá, de como a gente, como, como se faz mesmo, porque na próxima clínica a gente vai ter aí, a gente vai ter o nosso módulo presencial. É que eu já falo, mas ela basicamente é, elas são as incisões retilíneas. Aí vai determinar o tamanho que eu vou fazer o descolamento, mas eu vou explicar isso para vocês lá na frente, tá bom? Tá?

Tudo bem, gente? Alguém quer perguntar alguma coisa? Então, tá. Vamos lá, vou dar, vou dar sequência aqui, tá? Então, a modificada. Então, a gente tem lá, vamos lá, só voltando. Então, a incisão envelope, duas relaxantes, tá? Sempre sendo divergente essas duas incisões relaxantes. Então, a base tem que ser maior que o meu ápice, tá bom? Amplitude para o fundo de vestíbulo, mais limitado para mesial e para distal. Porque como o tecido é queratinizado, é possível fazer o descolamento. Então, basicamente, eu vou ter um bom acesso crânio-caudal, então de baixo para cima, para baixo, tá? Que é profundo de vestíbulo, tá? Se eu preciso ter um acesso muito grande anterior, não é interessante. Incisões relaxantes, elas não podem ser muito grandes, porque é extremamente importante, aumenta o risco de necrose. Vai ser relaxantes devido ao suplemento sanguíneo da região. Você vai ver que eu vou bater depois, na hora que eu for falar basicamente das condições do retalho, vocês vão ver que eu vou bater muito na tecla que determina uma boa sutura é a minha vascularização com pouca cicatrização, tá bom? Tá?

Então, a gente agora sai das incisões que eu falei para você em região de maxila intrasulcular e a gente vai para a incisão basicamente que a gente fala que é, são aquelas as três que a gente tem: a semilunar, a retilínea, intrasulcular, tá? Então, essa basicamente essa incisão é para a gente ter acesso à região apical dos dentes. Então, a gente consegue fazer uma incisão maior, tá, e tem acesso a mais dentes. Qual que é a vantagem dessa incisão perante as incisões, por exemplo, de na região da papila da gente corrigir? Então, se a gente, se a gente causa um trauma nessa região, a gente corre, a gente tem uma deiscência. Então, a gente tem que pensar nisso também, tá?

Outro ponto: quando a gente faz a sutura dessa região intrapapilar, por exemplo, com fio de seda, a gente tem uma reação inflamatória importante que pode causar uma, uma inflamação e uma retração, tá? Um ponto importante dessa incisão que é o acesso limitado. Então, você, o dente ele não se encontra totalmente visível. Então, por exemplo, se você vai fazer uma apicectomia, você não consegue ver o perímetro total do dente, você não consegue ter uma dimensão da onde o dente está. Você tem um acesso limitado, tudo bem? Tá? Na maioria das vezes, é indicado para a gente fazer a cirurgia de periapical. Então, essa é indicada para a gente fazer, tudo bem? Tá?

A partir dessa incisão da Partsch ou semilunar, a gente fala, a gente parte para a técnica de Caldwell-Luc. O que que é a técnica de Caldwell-Luc? A técnica de Caldwell-Luc, ela é uma incisão e a gente faz é melhorar em fundo de vestíbulo que se estende de canino até segundo molar. Então, você tem um acesso maior, tá? Tudo bem? Quando a gente tem esse acesso, a gente faz o descolamento expondo a parede mais fina do nosso seio maxilar, tudo bem? A gente expõe a parede e aí a gente faz uma osteotomia em formato elíptico nessa região e a gente tem acesso ao seio maxilar, tá? Para

Que que serve essa técnica, por exemplo? Quem fez um terceiro molar superior e a gente jogou uma raiz para dentro do seio maxilar, um dente mesmo. A gente faz o movimento de alavanca de um dente, terceiro molar superior muito alto, a gente faz um movimento de alavanca, esse dente vai para dentro do seio maxilar. Às vezes, pela região do terceiro molar, você não consegue tirar, você não tem acesso por conta da curvatura. Então, você tem que fazer uma, uma incisão de Caldwell-Luc, tá? Uma incisão como ostetomia nessa região. Tudo bem?

Antigamente, se tratava também as sinusites com essa, com essa técnica. Hoje, eles acabam fazendo o acesso mais pela região nasal. Tudo bem? Tá? Eu, quando eu faço essa técnica de Caldwell-Luc, por exemplo, que a gente vai, por exemplo, caiu um implante, ele tá muito tempo dentro do seu maxilar, tá? O que que costuma fazer? Eu costumo fazer antrostomia também. Então, eu faço essa técnica de fazer o Caldwell-Luc, fácil acesso, fácil falhando muito. Eita, tá? Ô, Ná, você tá me escutando? Na? Opa, você tá me escutando? Deixa eu ver aqui.

Estou escutando, mas está falhando bastante. E o pessoal tá dizendo aqui no chat que tá bem [Música]. A minha internet aqui, viu? Deixa eu ver se eu consigo. Deixa eu ver aqui. Se você quiser fazer um intervalo enquanto você tenta verificar a internet, eu sei que vocês haviam combinado de ir direto. Ainda tá ruim, gente? O áudio aí? Por enquanto, tá bom. Tá? Vou me avisando aqui, gente. Eu vou tocando aqui, tá? Que a internet mesmo que eu tenho aqui que não tá legal. Se falhando, vocês vão avisando aqui no chat. Ó, melhorou agora, então. Boa. Vamos me dando feedback aí, gente. Vamos tocando. Qualquer coisa, se precisar, eu volto, tá?

Então, que eu estava falando, então eu tomo fazendo a antrostomia. Como que eu faço antrostomia dessa região? Porque eu não sei se você já fizeram alguma remoção de alguma, de algum objeto do seu maxilar e você fez um acesso de Caldwell-Luc, por exemplo, né? Aí você foi procurar esse, por exemplo, implante, uma raiz de dente, ele tá lá em cima, quase perto da base do olho. O que que a gente tem aqui na saída do nariz? A gente tem um óstio, tá? Que ele faz toda a drenagem desse seio maxilar para ele. [Música] [Música]

E o que que acontece na maioria das vezes? Pode ser que obstrua, deixe obstruído essa região. Então, eu particularmente, o que que eu costumo fazer? Eu costumo fazer um acesso de Caldwell-Luc, fácil osteotomia em formato elíptico nessa região, tá? Lavo bastante, removo o implante ou a raiz dentária, ou até mesmo essa membrana que que envolve esse seio, tá? E eu entro com a cureta, vou margeando a parede medial, a parede lateral, até cair num óstio. E aí eu faço uma perfuração com a própria cureta. Qual que é o grande problema disso? Você cair na região medial da órbita. Se você cair na região medial da órbita, você corre o risco de formar uma lesão ocular. Então, tem que tomar cuidado, você tem que saber onde você tá. Então, com a própria cureta, você faz uma abertura nessa região nasal para você melhorar a drenagem e não correr o risco de formar uma fístula. Usar ela aqui, porque você tem uma obstrução do óstio lá em cima e vai estar fechado. O ar vai passar por onde ele tem menor resistência, então ele vai passar nessa região. E, cara, isso aqui dá uma dor de cabeça lascada para tratar depois. Então, isso é importante você avisar para o paciente, tá? Ó, uma coisa que é importante, vocês veem aqui que eu não fiz a incisão em cima. Então, isso já tem que ficar na região da osteotomia, na região da osteotomia. Talvez o risco de eu ter uma deiscência é ser gigantesco nessa região. Como eu tenho esse ar que é muito forte, pois o paciente espirra, rompe a sutura, abriu, comunicou, ferrou, tá bom? Tá?

Deixa eu te perguntar, gente, vocês têm experiência com isso? Alguém já tirou algum objetomia? O pessoal, o pessoal que faz acesso ao nariz tem experiência? Alguma coisa que faz? Bom dia, tudo bem? E meu querido? Eu já jantei ele algumas vezes. A única coisa que eu nunca tinha feito foi novidade essa questão da pinça Kelly tangenciando para poder liberar o óstio. Isso daí eu nunca, nunca fiz. É isso é legal fazer porque você, então você aumenta a drenagem maxilar para dentro. Essa perfuração você faz uma batida mesmo, você quebra esse osso. Você fazer essa perfuração, você passa até às vezes uma gaze para ver se você tá na região correta. Então, você passa pela região nasal e sai com ela por aqui. Eu faço [Música] tratamento difícil, gosta muito, né? Mas Igor, tá me ouvindo bem? Os resultados de fechamento de seio, se dão muito mais efetivos quando eu faço isso, porque na maioria das vezes. Tô te ouvindo, Márcio. Pode ser que aconteça. Muito ruim. O áudio está muito ruim. Não tô conseguindo te entender. Tá, tá. Sabe? Então, tá falhando. Tá? Deixa eu, vou fazer o seguinte, então. Eu vou seguir a sugestão da Paloma. Me dá, eu vou pedir cinco minutos para vocês. Eu vou tentar trocar o áudio aqui, senão eu vou. Minha internet, eu vou tentar trocar aqui, senão. Vamos ver. Vamos tentar aqui. Vamos ver se melhorou. Vocês estão me escutando agora? Aqui tá tranquilo, então. Vamos tocar, então. Deixa eu só voltar aqui. Vamos lá. Então, você entendeu, Laércio? Tá? Então, assim, quando eu tenho, por exemplo, uma, uma sinusite crônica, vamos supor, caiu esse paciente chegou para você com um excedente, uns dois, três meses dentro do seu maxilar, tá? Você já tem uma sinusite crônica, tá? Então, você já tem uma membrana mais, mais espessa, tá? Ou, por exemplo, um paciente que tem uma fístula buco-sinusal, uma muito tempo. Outro dia, eu tratei um paciente que ele tinha uma fístula que é dois anos já tinha. E aí o dentista falou assim para ele: "Falar, não tá tudo tranquilo, você não tem desconforto, você não tem sinusite, toca o bonde." Mantém essa fístula. Ele passou. Como eu falei, cara, não pode manter essa fístula, né? Mas o que que aconteceu? O óstio na região superior, ele tinha fechado. Então, se eu fechasse a minha fístula que ele tinha na boca, por conta de uma extração dentária, tá? Não ia ter vazamento. Esse cara ia ficar com uma [ __ ] inflamação de sinusite. Então, o que que eu fiz? Eu fiz o fechamento, lavei bem essa região e fiz abertura contralateral, que é o que a gente chama de antrostomia, tá? Então, isso melhora muito. Veja bem, o que você tem que tomar cuidado quando você entra com a cureta nessa região é você não sair na parede medial da órbita, que você entra dentro do olho. Então, tem que tomar cuidado. Como que você sabe que você tá na região correta? Você vai caminhando com a cureta, medindo a altura. Ela, ele vai cair num vazio. E aí você força um pouquinho, você aumenta essa abertura, que é basicamente o óstio, tá? Então, tem que tomar muito cuidado. Eu já vi muitos colegas aí, otorrinos, entrar até mesmo. Eles fazem isso com endoscopia. Entrar com endoscopia do olho, você perde um pouquinho da referência. Pode falar. Aproveitar, então, nessa situação, porque geralmente o paciente, ele sente o desconforto quando você lava muito com soro. Por mais que você esteja com aspiração, não tem jeito, né? Isso aí mesmo. Sim, sim. É isso mesmo. O que você tem que fazer é um bom bloqueio, né? Que a gente teve aula de bloqueio. Você faz um bloqueio. Ele reclama por causa do soro mesmo. Às vezes, tem que dar aquela engolidinha. Não tem jeito, né? Não tem jeito. A não ser que você tenha uma aspiração boa e você introduzir, por exemplo, é essa, o aspirador no nariz. Incomoda um pouquinho o paciente. Até mesmo você colocar aquela. Incomoda o paciente. Mas, cara, você tira o paciente de ir para um centro cirúrgico, né? Não, não. Perfeita. Só assim, vai que às vezes tem alguma cetezinho, né? Às vezes, a gente pode. Mas valeu. Já aprendi. Já muito obrigado. Não tem. Lar, sua aí vai cair soro. E assim, vocês vão ver que lá na frente eu vou explicar isso para, para, para vocês aqui na aula ainda hoje. Cara, quanto mais lavar, melhor. É hoje, a gente mudou muito o nosso protocolo de cirurgia ortognática, porque assim, a gente não tem muito o hábito de fazer irrigação, tá? Principalmente com solução salina, ou às vezes com solução salina e algum antibiótico. Tem damicina. A gente, da medicina, a gente costuma. Apesar que tem trabalhos que falam que dá certo, que não dá certo, que às vezes é mais da consciência do cirurgião. Aí eu espero do otorrino, se tiver algum periodontista aí, que me corrija. Então, é extremamente importante. Então, por exemplo, um seio contaminado, você tem uma lesão que talvez você não consegue fazer toda a curetagem nessa lesão. Que que você pode fazer? Fazer lavagem. Lava, lava, lava, lava, lava, lava, lava, lava, lava, lava bem. Aspirar. O que você pode fazer, por exemplo, você me falou para minimizar essa saída, ou Laércio, para o nariz, é você deixar para fazer abertura contralateral no final e lavar essa região por aqui, pela região anterior dessa saída de Caldwell-Luc aqui do seio maxilar. Então, você lavar essa região pela região intrabucal vai diminuir um pouquinho a quantidade de soro que sai lá. Sim. Aí, eu também não vejo isso como um problema. Não, cara, o paciente vai. Você vai aspirando devagarzinho. Mas talvez seria esse macetezinho, se lavar bem antes. Não sei. Basicamente isso. Então, aproveitando, só para de repente a gente desenvolver aí, quem sabe, outras dúvidas em situações, por exemplo, vamos supor que você teve que tá cada vez tá uma constante, né? O profissional, o paciente chega, ele já foi, vamos dizer assim, já tentaram realizar a instalação de diversos implantes. E geralmente, nessa situação, o pessoal não pediu tomografia. Aí, na hora da cirurgia, com uma panorâmica, colocou um implante, não travou. Coloca o segundo do lado, não travou. Coloca o terceiro do lado, não travou. E depois perdeu tudo. Um vai para dentro de você e o outro sai. E aí, quando você vai resolver essa situação, você vai perceber que pelo processo inflamatório e tudo mais, que houve uma verdadeira destruição óssea, né? Muitas vezes, ele tentou ali abrir também na lateral. Tipo, porque eu já peguei um caso assim. E aí, quando você abre, você não é uma loja, né? Desculpa a expressão da palavra. E a gente sabe que depois, para você conseguir uma sustentação nessa região, ela é muito, muito difícil, muito complicada. Então, vamos supor que não dê para você usar ali uma bola de pixar, alguma coisa assim, você tem, você utilizaria de algum artifício para montar um arcabouço, uma tela titânio travada, alguma coisa assim, ou não? Difícil, né? Pepino, né? Difícil. É muito difícil. É assim, a tela, a tela de titânio nessa região, eu vou mostrar um caso aqui para vocês de fechamento difícil, que o colega tentou colocar uma tela de titânio, tá? Para mim, né? É ela. Então, esse é o grande problema, porque assim, a região do seio maxilar, ela é igual a região da boca, extremamente contaminada, tá? Então, se você põe o material aí de titânio, ele tá, ele tá exposto à contaminação. E se ele contamina, cara, ele vai expor, ele vai expor mesmo, tá? E esse é um dos grandes problemas dessa, dessa região, a exposição. Então, o que que, o que que, o que que eu sempre falo, cara, que assim, é interessante você fazer antrostomia nesses casos. Eu penso em talvez fazer essa sutura com material absorvível, por exemplo, uma membrana. Tem um pouquinho mais de resistência. Hoje, a gente tem membranas absorvidas com uma resistência melhor que diminui esse risco. Agora, para o defeito ósseo, Laércio, é difícil nessa região. É muito difícil, muito difícil a gente corrigir, cara. Não, tranquilo. Eu comentei mesmo, mas é um pipão, né? Mas obrigado. Que você tem, é o que você sempre tem que pensar é assim, tá contaminado, tá contaminado. Você vai ver o caso que eu vou mostrar aqui, que assim, você vai falar, [ __ ] ego, ficou feio o caso, tá? Mas é que, cara, não tinha o que eu fazer e eu precisava resolver o problema da infecção. Paciente com quase 10 anos de uma fístula por uma, por uma tela, e o colega cozinhando a senhorinha. E eu falei, ó, falei, não tem o que fazer, a gente tem que ir para cirurgia, tem que operar. Eu vou mostrar o caso dela aqui. Eu não sei se já é agora. Deixa eu ver. Não, eu vou mostrar o caso dela. É o que você tem que fazer primeiro, nessa, nesses casos, cara, esquecendo implante, meu, já deu merda, deu errado. Precisamos tratar infecção. Precisamos corrigir a infecção. Que jeito que eu vou tratar infecção? Que o cara não sei. Eu preciso tratar infecção. Então, se eu vou fazer antrostomia, se eu vou fazer Caldwell-Luc, eu preciso tirar esses implantes e tentar remover o máximo de membrana que eu posso, que tá contaminada. E aí, como que eu faço? Cureta, cureta e lava. Aí é por pressão, lava, coisa. Importante, quando você falava, por exemplo, não sei, maxilar, importante vocês prestarem atenção na introdução da agulha. Quando eu vou lavar seio maxilar, eu não costumo entrar com agulha, por exemplo, porque às vezes você perde referência e você pode entrar com essa agulha no olho. Então, entra só com a seringa, já pressão, lava bastante. Cara, quanto mais lavar, [ __ ] tem um litro de soro no consultório, lava com isso, não joga fora, joga no paciente, tá? Porque vocês vão ver que isso diminui muito a, a, diminui muito o risco de infecção. Ah, o que eu estava falando para vocês que deu pau aqui na internet, a cirurgia de ortognática, a gente faz o acesso basicamente região de mandíbula e região de maxila. Antigamente, a gente não tinha muito hábito de lavar, por exemplo. O pessoal da ortopedia, eles lavam bastante, tá? Para quê? Para limpar essa região e diminuir a carga bacteriana, tá? E diminuir o quadro de infecção. Hoje, a gente está lavando os nossos pacientes já no transoperatório e a gente está vendo que o nosso, o nosso pós-operatório, está diminuindo muito o nosso risco de as infecções. Antigamente, a gente vinha com paciente com paciente treinando um pouquinho por conta dos acessos grandes. Então, hoje, a gente lavando, muita gente viu que diminuiu bastante. Tudo bem? Tá? Lá, eu sou basicamente isso, cara. Quer perguntar mais alguma coisa, meu velho? Meu irmão? Obrigado. E o áudio melhorou bastante, viu? Beleza. Fechou. É que você começou a participar. Pô, eu tava vendo, vocês estavam acordados aí. Eu falo demais, eu tenho que me controlar. Não, mas é bom o cara falar, porque é interessante, porque essa dúvida sua que você me perguntou, por exemplo, da Caldwell-Luc, ela é importante. Igual, por exemplo, vocês não sabiam que dá para você fazer antrostomia. E aí o pessoal que nasce, que mexe em nariz, cara, tem acesso fácil essa região do óstio e tenha e sabe dessa anatomia. Então, acho super tranquilo de fazer. Entendeu? O que tem que tomar cuidado foi o que eu falei, é só com soalho e parede medial da órbita. Ponto. Para não cair lá dentro, que é um risco que corre. Tá bom? Brigadão. Fechou, então. Ficou claro aqui a técnica de Caldwell-Luc, tá bom? A gente tem uma outra técnica de voz muito, que é o retalho. Oi, Marcos. Só uma dúvida, é questão quando você irriga, né? Somente com soro, mas em algum momento você faz o uso de algum antisséptico, não, né? Um antibiótico líquido. Na piscina. Cara, o grande problema da ceftriaxona, por exemplo, é que o custo dela é alto. Por exemplo, no hospital, o que que a gente, você precisa de uma quantidade grande. Então, o que que a gente costuma usar na maioria das vezes no hospital, que a gente tem um custo baixo, é a gentamicina. Tá? Mas assim, eu já li trabalhos que falam que não importa o que você coloca para lavar, se você lava com clorexidina, se você lava com ouvidini, tudo dando exemplo, tá? A gente não usa isso. Se a gente lava com antibiótico, se a gente lava com o que determina uma boa efetividade é a quantidade, é a quantidade. Teve um caso que a gente fez, até teve um caso parecido aqui, que deu uma deiscência e eu não sei se eu já cheguei a comentar desse caso para vocês, que o paciente teve um café, uma infecção extremamente importante, que é multirresistente. E a gente falou com a infectologista, ela falou assim: "Lava." Eu falei: "Tá bom, lava com quê?" "Com uns 200 ml de soro." E você não tá entendendo, você vai lavar com dois, três litros de soro. Eu falei: "Mas a cavidade oral não é barriga?" "Eu sei que barriga, eles lavam bastante, principalmente quando tem comunicação." Ela falou: "Não, quanto mais, sei lá." Tanto que eu fiquei, acho que uns 20 minutos lavando por, irrigando, irrigando, irrigando, irrigando, irrigando e lavando. Então, o que determina a diminuição disso é a quantidade de soro, não o que você coloca dentro. Tudo bem? Marcos, beleza. Obrigado. Tá? Então, assim, os trabalhos falam que é sim ou não. O que infectologia fala para a gente é que a quantidade, isso sim, interfere. Tá bom? Então, vamos lá. Incisão de V-M-L também é uma incisão que assim, basicamente, a gente usa muito pouco, porque eu prefiro, ao invés de usar essa incisão de V-M-L, eu prefiro usar semicircular. Essa incisão, basicamente, você vai preservar a região da papila, mas você vai fazer uma incisão muito próximo da região dessa gengiva inserida, tá? E depois te dar uma dificuldade para, para você suturar, porque você suturar a região de ferida aumenta o risco de laceração, tá? Essa aqui é, eu achei bem, também que é muito parecida com a V-M-L, mas ela segue a linha da papila. Basicamente, essas incisões, elas são para preservar as papilas, tá? Eu, basicamente, você é bem sincero, eu nunca usei. Eu prefiro, talvez, fazer uma sutura mais efetiva e manter a incisão de envelope, por exemplo, ou a de Newman, de Newman modificado, tá? Então, uso bem pouco. Foi mais para citar para vocês aqui alguns tipos de incisão, tá? Então, ainda pensando em maxila, tá? A gente, a gente tem algumas incisões para região de palato. Então, por exemplo, você falou, poema, você falou lá da envelope, que você consegue para você tirar um siso que tá mais ou menos na região é de pré-maxila. Tudo bem? Agora, se eu tenho torus, eu preciso fazer um torus nessa região, eu vou fazer um descolamento, ele tá bem na minha raça palatina. [ __ ] Eu vou fazer um descolamento, eu vou fazer um descolamento de região de molar até molar? Não. Então, a gente parte do pressuposto que a gente pode fazer uma incisão bem na linha mediana, tá? Então, ela é, vamos lá, preconizada para palatina. Então, você vai fazer uma incisão linear no centro, associada duas ou quatro verticais relaxantes menores. Então, você vai fazer mesmo um Y, e aí desse Y, você faz o descolamento tanto para região medial, bilateral, dos dois lados. Se você precisa de um acesso maior, você pode fazer ela em duplo Y. O grande problema dessa incisão aqui do clipe, só que você não pode fazer ela muito grande, porque foi aquilo que eu falei, você não pode estender ela muito, porque senão a gente acaba pegando artéria palatina e se a gente pega artéria palatina, a gente tem um sangramento. Então, essas incisões relaxantes, elas devem ser curtas. É basicamente só para a gente poder ter o acesso ao nosso torus, tudo bem? Tá? O duplo Y é quando a gente quer ter um acesso maior, então, tanto para região anterior, para região posterior. Então, aí você faz as relaxantes tanto na região anterior quanto na região posterior, tá? Lembrando que não pode ser relaxante grande nessa região, tá? Então, vamos lá. Agora, vamos partir para mandíbula. Eu coloquei esse slide errado aqui, mas a ideia é essa. Então, essa incisão envelope. Então, vocês vão ver que as que estão em amarelinho são basicamente as que eu gosto de usar e que assim, é que a gente tem melhores resultados, tá? Então, o que que é essa incisão envelope para a gente tirar um terceiro molar inferior? Então, ela é uma incisão que se estende da papila mesial do primeiro molar inferior, passando em volta do colo coronário dos dentes, até a porção disto-vestibular do segundo molar, seguida de uma extensão posterior lateral do bordo anterior do bordo da mandíbula. Então, você vai fazer uma incisão que ela vai sair dos dentes e vai para região do trígono retromolar. Bom, é isso que é a incisão envelope. Você pode vir com ela até primeiro molar. Se é uma incisão, se você precisa fazer uma osteotomia menor, eu basicamente eu prefiro às vezes não descolar tanto na região anterior, fazer uma incisão mais para região posterior e não tão lingualizado, tá? Porque foi aquilo que eu falei, se eu faço essa, essa relaxante mais, eu vou, eu vou citar isso aqui mais para região lingual, eu deixo o meu nervo lingual menos protegido, tá? E aumenta o risco de eu ter parestesia na língua. Então, eu faço essa incisão mais para região do trígono mesmo, mais para fora, e eu tenho que fazer esse afastamento com mini-suta. Não tanto aqui, mas na região posterior, tudo bem? Tá? Mesmo porque depois fica mais fácil para eu suturar também. Então, basicamente, eu uso muita essa incisão envelope, tá? Essa aqui é a incisão, tá? Então, ela em séries, ela incisa sim no rebordo alveolar, na região do segundo molar, contornando o colo gengival do segundo molar, e a incisão relaxante, ela vai na região do fórnix vestibular. Então, ela faz como se fosse uma curva. Você vai falar assim: "Pô, Igor, tudo que você falou vai contra isso aqui, porque você diminui a vascularização." Concordo com você, você diminui. Por mais que você tenha um pedículo aqui ainda que te mantém a vascularização, eu particularmente não gosto dessa incisão por conta disso, tá? Mas como foi descrita como uma das incisões para a gente fazer a extração de terceiro molar, eu coloquei ela aqui para vocês. Então, eu deixei ela branquinha, tá bom? Então, o que que vai acontecer? A gente vai ter essa exposição aqui. Então, eu vou ter acesso a região toda distal do meu segundo molar, tá? Do meu segundo molar para eu poder fazer a osteotomia. Tudo bem? Qual que é, qual que é a grande sacada dessa, dessa região aqui? O porquê que eles, eles ficam, eles ficam preocupados em fazer incisão, porque eles acham que vai dar uma deiscência na região distal dessa região. Mas o que dá deiscência não é a incisão que você faz, e sim o tanto de suporte ósseo que você tira. Então, quanto mais suporte ósseo tirar nessa região, maior vai ser a deficiência nessa região e maior vai ser a exposição, tá? Tudo bem? Então, eu particularmente, aqui, eu não gosto de fazer esse tipo de incisão, porque eu diminuo a minha base de suprimento sanguíneo. Professor, fala, a deiscência no caso, é porque eu, eu aprendi assim, não sei se é o certo, né? Se tira só na, na lingual e na vestibular, você mantém a lingual ou a palatina e tira um pouco mais na vestibular. O risco de deiscência é menor ou não? Tanto faz igual a palatina? Eu corro menos risco ou não? Não, o que você tem, o que você tem que entender é que o que vai determinar essa deiscência ou não é o seu suprimento sanguíneo. Se você mantém, por exemplo, a lingual, eu já vou ter feito a incisão. Então, essa lingual, ela basicamente vai estar suprimida, vai, eu vou ter, eu vou ter sangue lá, independente se eu faço descolamento ou não. O que vai me determinar é a parte do retalho. Se eu faço a parte do retalho com uma incisão convergente, se eu faço essa, aí que tem essa incisão meio doida aqui que eu coloquei, essa de Cosmo, é, eu diminuo meu suplemento, então eu aumento o risco de necrose, de deiscência, tá? Se eu pego, por exemplo, você vão vendo a técnica lá que eu vou falar, se eu pego muito na borda, então, se eu faço descolamento da região palatina, da região lingual, isso não interfere em nada. O que vai me interferir basicamente é o meu pedículo de retalho. Isso sim. Tudo bem? Tá bom? Já que você entendeu. Entendi. Tá joia. Então, aqui a gente tem uma outra incisão que é a incisão de Lotter, tá? Que ela é uma incisão muco-periostal, muco-periostal na crista de um rebordo alveolar até a distal do segundo molar. Tudo bem? E uma segunda, uma segunda incisão horizontal, dividindo o retalho a partir da distal do segundo molar, preservando a margem gengival dos molares adjacentes, verticalizando a incisão mesial do primeiro molar. Meu Deus do céu, que loucura. Então, basicamente, você vai tirar uma parte do tecido dessa região. Só nessa região anterior. Não vejo a necessidade disso, tá? Você poderia ter feito uma incisão só na região distal do segundo molar, só na região distal do segundo molar. Então, você faz ela mais para região anterior, você vai aumentar, você vai ter um pedículo, um pedículo grande, não diminui a sua vascularização, e você, na hora de você fechar, você tem mais tecido, porque esse retalho, ele tem mais mobilidade. Então, se é um dente sendo incluso que tá deitado, você consegue talvez copitar toda a borda, você vai deixar com uma ligeira deiscênciazinha aqui, mas que nessa região depois cicatriza bonitinho. Entendeu? Tá tudo bem? A incisão swing, tá? É aquilo que eu falo sempre, quando a gente aumenta as nossas decisões, nós pós-operatório é maior. Do mesmo jeito, se eu faço também uma incisão muito pequena e faça um afastamento com muita força, eu tenho de laceração de tecido, eu tenho um aumento de hematoma, eu tenho um aumento de desconforto pós do paciente, tá? Então, aqui, eu já acho que são incisões já muito grandes. Por exemplo, talvez essa incisão seria ideal para a gente mexer num cisto, tá? Tudo bem? Mas para terceiro molar, já acho que ela precisa não grande. Então, essa técnica, ela possui uma relaxante que segue um ramo semilunar da mandíbula para distal no segundo molar inferior, contornando entre as tranquilamente junto com o primeiro molar inferior e o segundo pré-molar inferior, sendo que não possui nenhuma relaxante na região vestibular. Tudo bem? Sendo o retalho rebatido a seguir. Então, assim, ela é muito parecida com a técnica de envelope, né? Mas só que ela vai mais para região, até a região de pré-molar. Será que precisa de tudo isso? Essa é a técnica, a incisão de Centena. Então, por exemplo, vamos supor que eu tenho um resto de raiz lá de um terceiro molar que ficou. Ela é indicada para a gente fazer isso, que a gente preserva bastante tecido. A gente sabe basicamente onde tá essa raiz. A gente faz essa incisão. Então, é uma incisão que você faz basicamente no rebordo alveolar, que vai distal do segundo molar. Então, você faz uma incisão no sentido vestíbulo-lingual e faz uma incisão reta, é como se fosse um triângulozinho. E aí você vai inverter as duas bordas e você tem o acesso. Tá? A vantagem dessa incisão é que ela é bem, à vontade. A vantagem dela que é uma incisão pequena, tá? A desvantagem, aquela é bem restrita para, por exemplo, uma raiz que ficou nessa região. Entendeu? Tá bom? Essa é uma incisão que eu gosto bastante. Então, até coloquei aqui que eu basicamente, é, eu uso muito a envelope, tá? Na maioria dos meus casos, eu uso a envelope, tá? E essa aqui, quando eu preciso ter um acesso maior, que eu preciso fazer uma osteotomia maior, mas eu tenho uma peculiaridade que eu costumo fazer essa relaxante aqui na região distal do segundo molar, tá? Mas eu vou descrever a técnica. Então, essa incisão, ela consiste em uma incisão horizontal sobre a crista do rebordo alveolar até a distal do segundo molar inferior e uma incisão vertical anterior ou posterior à papila interdental entre o primeiro e segundo molar. Talvez eu vou fazer essa incisão no meu caso do doutor Igor. Eu faço essa incisão na distal do segundo molar em direção ao fundo de suco. Nunca fechamos, senão eu vou cair naquela de Coswell. Então, ela vai. Eu abro ela, eu faço divergente. Para quê? Para eu aumentar o meu suprimento sanguíneo, tá? Quando eu faço a incisão aqui na região distal do segundo molar, eu fico com tecido gengival livre. Então, se eu precisar suturar, puxar um pouquinho, eu consigo. Essa é a grande vantagem dessa, dessa técnica, tá bom? A incisão, ela é utilizada quando houver necessidade de um acesso mais para a região apical dos dentes. Então, se eu preciso, vamos supor que eu tenho uma lesão e quero ver a lesão lá embaixo, ou eu preciso colocar uma placa nessa região por conta de um risco de fratura, não posso fazer essa incisão. Se eu preciso colocar a placa, talvez eu vou mais para região anterior, tudo bem? Tá? Então, são incisões mais profundas, proporcionam um ótimo campo operatório, mas entenda que quanto maior a minha incisão, talvez é pior o meu pós-operatório, tudo bem? Então, vamos lá. Então, essa aqui, basicamente, é a incisão de Avelar-Anal, tá? O porquê que eu coloquei ela, que eu quero uma discussão para vocês. Vocês estão vendo que a incisão, ela tá mais para a região lingual? Então, a língua tá aqui, ó. Eu fazendo o afastamento. Quando eu faço essa incisão, e isso a gente deu, deu aula para o pessoal de atualização em cirurgia oral menor, e todos os anos que a gente dava, o pessoal errava essa incisão. Então, por isso que eu coloquei isso, porque eles jogam essa incisão para região lingual, entendeu? Quando eu jogo essa incisão para região lingual, eu deixo desprotegido o meu nervo lingual. Então, cara, a maioria dos pacientes voltaram reclamando de parestesia na língua, de metade na língua, tá? Às vezes, não é do rompimento, tudo bem, que é transitório, porque é muito difícil você romper, apesar que eu já vi romper, tá? Tudo bem, que é transitório, mas, cara, o paciente reclama demais. Então, o que que eu oriento? Dos pacientes que eu oriento o pessoal fazer essa incisão mais voltada para a região do trígono retromolar. Então, eu vou jogar essa incisão mais para cá, não tão para lingual. Então, ao invés de eu fazer isso aqui, você falar: "Mas aí você tá diminuindo a região de vascularização do seu, do seu retalho?" Não, tudo bem, mas entenda que não é uma coisa muito exagerada, né? Você vai vir um pouquinho, você, ao invés de você fazer isso aqui, você só faz isso aqui, porque o ideal é você ter essas, essas relaxantes paralelas ou divergentes, nunca convergentes, tá bom? Tá tudo bem isso, gente? Só a Jaque que tá participando aí? Ninguém tá? Vocês não querem conversar comigo, né? Vocês vão ver na clínica, vou pegar no pé todo mundo. Então, basicamente, ó, incisões em maxilas. Agora, a gente parte já para as incisões que a gente vai, basicamente, usar para o nosso dia a dia da cirurgia bucomaxilofacial, para quem for para o hospital. Então, por exemplo, eu preciso fazer um acesso para colocação de um enxerto, tá vendo aqui? A gente tá tirando o enxerto de uma paciente. Então, a gente faz uma incisão na região de alvéolo com relaxante e uma incisão retilínea com duas relaxantes. Seria uma envelope meio que modificada, porque não tem os dentes, vamos se dizer assim, uma Newman modificada, tá? Mas a gente abre toda essa região de maxila para a gente poder ver. Essa aqui é uma incisão semicircular que a gente usa para a gente ter acesso a algum tipo de fratura. Quais são as fraturas, por exemplo, de maxila que a gente consegue fazer por? Então, a gente consegue ter acesso à fratura zigomático-orbitária, tá? O ideal, sempre é, se vocês não tiveram aula de fraturas ainda, né? Não, né? Tá? O ideal é a gente sempre fixar pelo menos dois pontos numa fratura zigomático-orbitária. O que que acontecia muito no SUS, quando a gente, quando a gente fazia esse tipo de fratura, a gente tinha algumas limitações de material de fixação, que é isso aqui. Então, a gente costumava fazer um acesso somente intrabucal para reduzir e colocava duas plaquinhas, resolvia. Pedia para o paciente não apoiar essa região. Ponto. Então, para as fraturas, a gente consegue tratar, às vezes, o paciente só com acesso intrabucal, tá? Então, a gente vai partir do pressuposto que a gente vai fazer um acesso semicircular com acesso retilíneo. O importante aqui, tá? A gente nunca pode incisar em região de gengiva inserida, tá? Então, a gente tem que sempre deixar pelo menos de dois a cinco milímetros de tecido de gengiva para a gente poder suturar. Então, não sei quem que foi que me perguntou. Então, vamos supor que a gente pensaria em fazer uma prótese de malar, e esse seria o acesso. Uma semicircular na região de canino até a região talvez de primeiro, segundo molar superior. Tudo bem? Tá? Então, não esqueça disso. Então, essa altura que eu tenho aqui da gengiva inserida, e você consegue ver bem a diferença, porque a gengiva inserida, ela é mais rosa, tá? E a gengiva que é não inserida, ela vai ser mais avermelhada. Então, se eu não deixar esse pedículo nessa região aqui, ó, essa altura, eu vou ter dificuldade para suturar e aí eu vou aumentar o risco de eu ter a deiscência. Tudo bem? Então, talvez para eu fazer uma prótese de malar, esse seria o acesso. Não precisa melhorar, ou uma retilínea, tá? Nessa região. Então, as incisões em região de mandíbula. Então, por exemplo, aqui, uma fratura de mandíbula, a gente tá basicamente na região do nervo mentoniano. Então, a gente tem que tomar cuidado com descolamento, com afastamento. Quanto mais tecido eu deixo protegendo esse meu nervo mentoniano, menor é o risco de parestesia, tudo bem? Tá? Então, mantive aqui, ó. Não fiz uma, uma incisão na região inserida da gengiva para eu conseguir suturar. Ó, esse, esse caso aqui desse menino, a gente deu uma cagada aqui, por quê? Tá vendo que a gente fez uma incisão retilínea e a minha sutura, basicamente, vai ficar em cima da minha, da minha loja? Então, o risco de eu ter uma deiscência aqui é gigantesca. Mas por que que a gente pensou nisso? Esse paciente é uma criança que tinha um cisto e ele tinha dente de leite que estava com mobilidade. Então, eu fiquei com receio de fazer uma incisão envelope e descer com uma relaxante de eu não conseguir suturar depois, tá? Então, isso é uma coisa que eu tenho que tomar cuidado. Ah, outro ponto importante aqui, ó, tá vendo que ficaram várias espículas ósseas aqui? Quando eu vou fazer a sutura, nesse caso, se eu deixasse as espículas ósseas, o que que vai acontecer? Vai aumentar muito o risco de eu ter deiscência, porque essa espícula vai ficar machucando. Isso acontece muitas vezes quando você faz um siso e você tira o siso, ele fica com aquela lâmina importante na região lingual, vai ficar batendo como se fosse uma lama de fraco, espuma em espícula óssea. Aí você vai ter que desgastar ou pedir para o paciente massagear. Então, nessa região desse menininho aqui, que que a gente fez? A gente fez toda a remoção dessas espículas ósseas para não aumentar o risco de deiscência, tá bom? Aqui, ó, o caso que eu falei. Esse caso, a gente operou na segunda-feira, tá? Então, na tomografia, eu tinha visto essa fratura. Ela é uma fratura integral e ela vai até a região anterior, tá vendo, ó? Eu falei, a gente coloca uma placa aqui embaixo e coloca uma placa aqui em cima. Então, já abre, estende a sua incisão. [ __ ] Não dava para pôr, porque as raízes dos dentes, ó, terminavam aqui, terminavam nessa região, entendeu? Aí, por que que você não fez uma, uma intrasulcular com duas relaxantes? Primeiro, ó, meu nervo mentoniano aqui, olha ele todo exposto aqui, ó. Será que ela vai ter parestesia? A primeira coisa que ela falou no pós-cirúrgico: "Um doutor, não entendi." Outro ponto importante que a gente tem que preservar. Essa menina, ela tomou um coice. Uma menininha de 22 anos, ela é veterinária. Ó, ela tomou um coice de laceração da gengiva aqui. Você acha que se eu fizesse uma intrassulcular aqui, não ia aumentar muito o risco de necrose? Isso aqui, apesar que assim, ó, aspecto tá feio, bordas escurecidas, sem vascularização, pedículo. Falei para ela, falei: "Olha, você vai perder essa, não vai ter que fazer enxerto depois." Então, eu não quis correr o risco de incisar aí. Então, por isso que eu fiz a incisão de mento, tá bom? Igor, fala, Laércio, se você tivesse feito, ia dar uma recessão tão violenta aí, meu amigo, que grávida, bom Deus. Você não fez mesmo? Então, isso aí é uma recessão. Agora sim, sim. Então, assim, isso tudo você tem que pensar, entendeu? Aí você vai falar assim: "[ __ ] né? Caguei na incisão, ela ficou maior." Caguei mesmo, porque ela era para ter parado aqui, ó. Mas o que que eu pensei na hora da cirurgia? Eu falei: "Cara, eu vou colocar uma placa aqui, mas eu não imaginei que essa fratura, ela ia subir tanto para a linha apical dos dentes." Então, se eu colocasse uma placa aqui, que era minha ideia do meu planejamento, eu ia perfurar, ia ter que tratar canal do dente da menina de 22 anos. Então, eu preferi colocar a placa aqui. Aí você vai falar assim: "[ __ ] ficou uma [ __ ] incisãozona." Ficou, tanto que deu um pouquinho, não deu trabalho para suturar. Eu mais trabalho para suturar essa região da deiscência aqui, ó, do que propriamente a região do mento. Tudo bem? Mas ia dar mesmo uma retração, ia me ferrar, cara. Mas eu acho que ela vai perder esse, essa região aí, vai ter que.

Fazer enxerto depois. E o [ __ ] que aí o enxerto não pega, né? É uma inhaca, né? Dá um trabalhinho mesmo, gente. Tudo bem até aqui? Então vamos lá, cara. Aqui eu acabei colocando a osteotomia também para vocês já irem se familiarizando. Alguém tem experiência? Oportunidade? Então tá bom. Basicamente, a cirurgia ortognática, ela é uma, é uma, uma incisão, tá? Por exemplo, em maxila, que a gente faz de região de pré-molar superior até pré-molar do outro lado superior. Aí você vai falar assim: "Mas como que essa, essa maxila vai ficar vascularizada? Como você vai manter a vascularização?" A vantagem em ter o palato, tá? Então a gente tem que preservar muito esse palato na nossa, na nossa cirurgia, tá? Então aí o que que vocês veem, ó? Tá vendo aqui? Eu mantive essa gengiva inserida. Então, ó, dois a cinco milímetros para cima de gengiva livre para eu poder estruturar depois. Tudo bem? Tá? Então, basicamente, é essa incisão da cirurgia, ela vai de pré-molar até a região de pré-molar do outro lado. Essa aqui, basicamente, é osteotomia que a gente costuma fazer os afastamentos. O que a gente tem que tomar cuidado quando a gente faz uma osteotomia muito, uma incisão muito curta nesse afastamento aqui, que é esse aqui, ó? A gente não dilacerar o tecido. Então, quanto mais tecido a gente preserva, melhora a nossa vascularização. Tudo bem? Tá? Essa aqui é a nossa incisão, por exemplo, que a gente faz na maxila. Por exemplo, voltando aqui só um pouquinho, essa incisão também, que é basicamente aquela, aquela que a gente usa aqui, ó. Aqui é a mesma, só que ela é mais ampliada. Então, por exemplo, eu poderia usar essa incisão para colocação de uma prótese, tanto na região malar quanto na região para nasal. Aqueles pacientes que você faz, pode fazer um preenchimento aqui, você pode colocar uma prótese para nasal também, que hoje, pessoal, tá usando bastante, tá? Para aumentar essa região aqui desse afundamento, que é o bigode chinês. Tudo bem? Tá? Essa aqui seria basicamente a incisão da nossa mandíbula. Então, ela vem na região do trigo no retromolar até basicamente a região do primeiro pré-molar inferior. Tá vendo que aqui, gente, ó? Isso é um erro que acontece, que a gente tem que tomar cuidado. Olha o esgarçamento do tecido. Cara, isso não pode. Operatório não é legal. Isso para o estruturar não é legal. Então, se eu sei que eu vou vir com essa placa mais para frente, que eu vou fazer um descolamento mais para frente, corta um pouquinho mais. Água, mas tem uma entoniano aqui, tá? De funciona, libera esse nervo, que é melhor você ter. O que é melhor você ter um tecido, um tecido cortado do que um tecido dilacerado? O tecido com incisão eu consigo com apitar melhor nas bordas do que o dilacerado, tá? Então, isso aqui é um erro. Então, eu tenho que fazer uma incisão que eu consiga ter uma visão e que eu não esgarce, que eu não de Lacerda. Tudo bem? Tá bom, gente? Entenderam isso? Nossa, ficou esquisito esse slide aqui, nem tinha visto.

Então, por exemplo, vamos lá. Esse aqui é momentoplastia, tá? É só o caso finalizado. Eu coloquei aqui. Então, o que que é o grande lance da mentoplastia? Por que que eu coloquei aqui? Porque aqui eu tenho que fazer uma incisão por partes. Essa eu não posso entrar naquele fato de fazer uma incisão contínua em firme e direto ao osso, porque se eu fizer isso, eu vou perder essa inserção muscular que eu tenho aqui, ó. Essa inserção muscular e como é uma área que eu tenho o orbicular da boca de muita atenção, vai dar decência. Então, eu preciso estruturar essa região em dois planos. Tudo bem? Tá? Então, o acesso da mentoplastia, ele vai basicamente da região canina de um lado até o outro lado, tá? Você faz uma incisão em gengiva inserida, mantém aqueles dois a cinco milímetros de gengiva livre. Você não vai na gengiva inserida, você mantém os dois a cinco milímetros, faz um descolamento na região da musculatura e aí você entra perpendicular. Então, você mantém essa musculatura aqui para você suturar, tá? Esse acesso você pode usar para colocar, por exemplo, uma prótese de mento, tá bom? Tá? Só que dá para fazer tranquilamente no consultório, tá? Contando que você tenha um aspirador adequado. Tudo bem? Tá bom? Tudo bem, gente? Até aqui? Tudo bem, gente? Vocês querem dar uma paradinha aí? Não, vamos tocar, né? Pode tocar. E aí, já que vamos fazer ortognática, já no próximo módulo? Não, não faço não. Eu só orto, só ortodontista e agora eu tô fazendo um mestrado também. TTM. Acho que vai casar bastante TTM com a Google. Bastante. Eu faço bastante tratamento para disfunção. Você faz com quem é DTM em Campinas? No São Leopoldo? Celso? O Antônio Sérgio? Ah, ele não é cirúrgico, né? Eu não sabia. Ele é zero cirúrgico. E tem muitos. Fala aí. Eu converso muito com os grupos, porque eu acho massa demais. Bom, então tá. Vamos lá. Mas pode falar. Já não é isso mesmo. Ele é daquele jeito, mas é bom ver a visão dele, viu? Ele é um cara muito bem conceituado, tá? Mas ele tem uma visão totalmente clínica. Bom, então tá. Aí a gente tem, a gente parte, a gente segue de algumas incisões. Você fala: "Põe aí". Você vai fazer uma incisão no palato? Sim. A gente poder ter uma expansão dessa matilha, eu preciso talvez abrir mão de algumas incisões, tá? Então, a gente faz a incisão lá transversa, paralela à artéria palatina maior, para eu poder fazer essa expansão, tá, gente? Eu tô colocando foto de, de cirurgia aqui, de sangue, porque aí vocês têm que se acostumar já com que na hora começar já osteotomias, aí vem, vai vir umas carnes. Saia aí, tá? Eu quero que vocês acostumem com isso já. Por isso que eu comecei a colocar algumas fotinhas aí. Então, quando você faz a incisão, tá, transversa nessa região da maxila, a gente faz o descolamento de todo o tecido. A gente mantém essa artéria palatina, que vai me preservar irrigação dessa maxila toda, tá? Tudo bem? Então, eu não posso fazer ela, ela horizontal. Eu não posso fazer ela transversa. Tem que fazer ela horizontal. Desculpa, falei errado. Porque eu corro risco de lesionar. Então, eu faço para eu poder ter uma distensão do meu tecido para poder fazer essa expansão lá ter o lateral. Tudo bem? Vocês entenderam isso? Fechou? Tá bom. Então, basicamente, osteotomia é isso aqui, ó. A gente corta mesmo palato e faz essa expansão. A gente deixa essa maxila solta, tá? O grande risco disso aqui, necrose. Então, eu tenho que preservar e muito a minha vascularização. Então, eu mantenho uma esfeno palatina, mantenho uma palatina maior, mantenho a palatina para não correr o risco de ter necrose, porque eu fiz a incisão na região anterior. Então, o meu suprimento dessa maxila e desse meu, dessa minhas incisões vão vir tudo pela Latina, tá? Uma técnica agora que tá muito na moda e não sei se vocês já viram, que é a técnica da cirurgia minimamente invasiva. Então, a gente sai de incisões um pouco maiores no convencional para cirurgia ortognática e a gente vai para incisões um pouco menores. Então, você vê, por exemplo, na sagital, eu tenho uma incisão que ela vem do ramo bem curto até a região distal do segundo molar. Vocês lembram que lá na minha incisão, eu vinha da região do ramo até a região do pré-molar? Olha o tamanho dessa. Qual que é a vantagem disso, né, da gente fazer essas osteotomia, essas essas incisões menores? Como eu posso operatório, mas só que a gente fica muito limitada na nossa sociotomias depois. Então, tem toda uma técnica para a gente desenvolver. Então, a gente muda um pouquinho a nossa técnica de osteotomia ou de osteoplastia, tá? Então, a gente tem que tomar um pouquinho de cuidado, tá? Então, a gente tem aqui, ó, nas incisões pequenas de maxila, de mandíbula, mesma coisa. Nesse lado, e a gente tem incisões pequenas de maxila. Quando a gente faz incisão pequena, a gente aumenta a máscalarização, tá? Então, a gente diminui, minimiza o risco da gente ter uma necrose dessa região, tá? Mas só que a gente diminui muito o nosso campo de visão, tá bom? Tá? Então, aqui, por exemplo, a incisão, ela vem da região no máximo de canino de um lado até canino do outro. Basicamente, é uma incisão que a gente faria para aumento. Olha, por exemplo, o tamanho de mentor. A gente diminui ela quase 50%. A incisão do mento convencional, a gente costuma fazer ela da região canino a canino. Aquele faz de lateral a lateral. Por exemplo, se eu vou colocar uma prótese de uma prótese médio [ __ ], alguma prótese, é difícil fazer eu fazer esse essa incisão para colocar prótese que ela tem um tamanho grande. Então, a gente tem que pensar nisso também. E às vezes é melhor a gente fazer uma incisão maior do que a gente ter isso aqui, essa dilaceração aqui. Tudo bem? Tá? Então, queria deixar isso claro para vocês. Mas existe vantagem disso aqui: diminuição de dor pós-operatório, diminuição de espaço morto, uma série de coisas que eu vou falar já já para vocês. Certo, gente? Tá bom? Tá? Então, vamos lá. Retalho. Voltando lá no nosso reparo, a gente já citou os detalhes. Agora eu vou falar tudo dos retalhos. Agora. Então, qual que é a vantagem do retalho? Obter visibilidade cirúrgico, tá? Vamos ver tecidos de uma região para outra. Então, essa é a vantagem. Então, por exemplo, eu preciso fechar, por exemplo, uma fístula que eu vou mostrar para vocês. Entendeu? [Música] Eu preciso saber trabalhar com os tecidos dentro da boca, principalmente no fechamento difícil, tá bom? Complicação, mas foi aquilo que eu falei para vocês: necrose, decência e dilacerações. Então, uma necrose. E aí o cara chega assim, ó: ele fez uma laceração nessa região, no futuro necrosou. E aí o que que você faz? Difícil, né? Estrutura, não sutura, debrida. Então, você tem que debridar essa região. Entendeu? Você tem que brindar. Tá? E a necrose, ela é difícilmente de tratar. E aí você pega um paciente jovem desse, que que você faz? Reza. Ou você pega isso aqui, ó: decência. Tá vendo? Teve uma inflamação, teve uma infecção, abriu tudo. Olha o tamanho da incisão que esse colega fez. Ele fez uma incisão da região trigo no retromolar do lado direito até a região do tricomolar do lado esquerdo. Ele comunicou tudo. Você diminui a vascularização, gente. Não vai, não vai dar certo, vai abrir, vai dar decência. Então, você tem que tomar cuidado com o tamanho. Assim: "Ai, mas vem a vascularização pela região lingual". Você tem toda a tábua linguado. Tudo bem, mas vai, não vai dar certo, vai dar decência. E aí você sutura. Olha, olha a cor desse osso aqui, branco. Não tem vascularização. Que que você faz? Reza. Aqui, ó: planejamento errado da rotação do retalho. Fiz um enxerto. Cara, quando você usa, quando você usa a tela maleável, que nem o que nem o Laércio comentou, o risco de infecção é gigantesca. Isso aqui contamina, acabou sua cirurgia, cara. Então, talvez se eu tivesse usado uma membrana aqui, mas é o que eu falei, área de extrema atenção. Fiz um enxerto aqui e depois, será que eu não pus muita atenção no meu retalho? Será que talvez eu tivesse que soltar mais? Entendeu? Mesma coisa aqui, ó: decência. Deu uma inflamação nessa região. Entendeu? Tá bom? Certo, gente? Tudo bem? Tá? Saia de laceração aqui também, ó. Ó. Foi sutural. Olha aqui, tudo desgarçado. Além da essência, deu de laceração porque fez a incisão muito alta, pegou tecido inserido, gengibre inserida. Quando você pega gengibre inserida e você tem uma agulha que ela, por exemplo, ele pode ter usado uma agulha traumática, ela corta. Entendeu? Não é legal. A dilaceração. Entendeu? Planejamento do retalho. Foi aquilo que eu falei para vocês. Então, a base sempre maior que o ápice. Tá? O Retalho ele deve possuir os lados Paralelos ou divergentes. Tá? Amplitude possibilitando a visualização ao campo operatório e Menor trauma tecido lá no afastamento. Então, você faz o Retalho para você diminuir o trauma que você faz no tecido. Tá? Então, importante: quanto menor o trauma, melhor a reparação tecidual. Então, por isso que às vezes é melhor se abrir um pouquinho mais o Retalho do que você ficar puxando, esgarçando e machucando. Tá? Então, lá o Retalho que eu falei. Outro ponto importante, tá, gente? A base e o comprimento, ele nunca deve ser maior que a base. Então, não adianta eu abrir um retalho até lá no Goiás, não adianta ou até lá em Manaus, não adianta e a base ser curta. Eu tenho que abrir um Retalho com o comprimento menor que a base. Tudo bem? Tá? Outro ponto: nunca devo fazer a incisão aonde eu vou fazer, aonde eu tenho a lesão, aonde eu não tenho osso sadio. Tá? Nunca fazer elas paralelas. Eu diminui a base. Então, eu sempre tenho que fazer essa incisão divergente, tá? Para eu poder melhorar minha vascularização. Tudo bem? Então, recapitulando: Retalho, por exemplo, no caso da exodontia de maxila, eu tenho o envelope, o triangular, que é o Nilma, Uni, uma modificado. Tudo bem? Retalho de exodontia dos terceiros molares. Então, eu tenho, olha a incisão aqui, ó, que ele fez para lingual. Tá vendo? Joga mais para vestibular para a gente preservar essa região. Tudo bem? Envelope, ó, aqui, ó. O Avelar. Vamos fazer essa aqui mais para cá, ó. Mais na distal. Eu vou ter o mesmo acesso. Jogo fazendo esse acesso ficar divergente, tá bom? Tá? Então, vamos lá. Retalho palatino. Só que é extremamente importante. Então, fizemos a extração de um primeiro molar superior, comunicação do sinusal. E aí, que que você faz? Encaminha para o muco? Não, gente, vocês são buco. Agora tem que fechar. Então, rodamos o Retalho, tá? Então, a gente sempre tem que pensar no tamanho que a gente vai ter esse Retalho. Se a gente precisar aí até a região anterior para poder fechar, a gente vai. Tudo bem? Tá? A gente vai. Que que é importante nessa incisão que a gente faz aqui? Manter a artéria palatina. A gente tem que tomar cuidado. Se a gente cortar ela, a gente perde toda a vascularização, tá? E a gente vai perder o nosso pedículo do retalho. Tá? Uma coisa importante na base do meu Retalho, na hora que eu faço giro, que que tem que acontecer? Eu não posso ter essa região muito tensa e eu não posso ter nessa região um esgarçamento. Então, não pode dobrar, porque se dobra, diminui minha vascularização. Se eu diminuir vascularização, eu corro risco de ter uma necrose desse retalho. E aí não vai fechar. Tudo bem? Tá bom? Tá? Então, ele não pode ser tensional. Aqui, ó. O casinho dessa Senhorinha. Vou contar o casinho para vocês. Então, essa Senhorinha, ela chegou para mim nesse estado. O cara colocou uma prótese, tentou fazer um. Ela tinha, ela fez uma fístula por uma extração. Manteve isso aqui. Ela ficou com isso aqui por 10 anos. Você entendeu? E aí, que que você faz? Eu falei para ela: "Falei, olha, se ela tem que estruturar, não tem jeito. A gente tem que fechar isso para a gente poder pensar em fazer qualquer coisa". Doutora, não consigo usar prótese, não consigo usar nada. Eu falei: "Olha, você não vai conseguir usar nem depois, mas a gente tem que fechar, porque você tem um foco de infecção". Tá? Aí, o que que você tem que fazer para fechar? Você abre mão de todos. Eu vou ficar com esse buraco aqui na minha face. Eu falei: "Não, tenho que fazer. Eu preciso fechar primeiro". Tanto que eu fechei isso aqui. Fiz antropomia. Tá? Ela tinha uma tela que tinha sido contaminada. Removi a tela que tinha aqui, removi os parafusos e fechei com uma como membrana absorvida. Tem algumas membranas que ela tem uma resistência um pouco maior, ele é mais dura, então ficou melhor. Mas cara, eu tive que puxar o Retalho aqui. Tanto que eu dei um ponto com nylon aqui para dar mais atenção. Deixou. Depois que fechou, o que que eu fiz? Ela voltou no consultório. Tá? Eu debridei essa região com a minha fístula já fechada e soltei. Aí liberei ela para fazer uma dentadura. Que parou? Não, mas ela não tinha osso. Era o que eu podia fazer por ela. Tudo bem? Tá bom? Então, princípios do retalho. Então, esse exame traço único, amplitude suficiente, apoio um tecido ósseo sadio, a base, que é mais importante, vocês vejam que eu bati muito na tecla disso aqui, a base, ela tem que ser maior que a altura. Tá? A base tem que ser maior que o ápice. Tá? Maximizar sempre o suprimento sanguíneo. Tá bom? Então, 90 graus, 45, traço firme contínuo, traço firme contínuo, traço firme contínuo, meu retângulo ao suprimento sanguíneo. Tá bom? Tudo bem, gente? Até aqui? Qual a dúvida? Ninguém tem dúvida? Vamos lá. Já que você está empolgado aí, eu tô vendo você. Vamos lá. Qual que é a dúvida aí? Tá tranquilo até então? Bom, então tá bom. Então, fizemos a incisão. Aí a gente vai partir para parte da hemostasia. Vou falar um pouquinho de hemostasia para vocês e aí depois a gente vai para para técnica de sutura, tá bom? Qualquer coisa, se ficar muito demorado aqui, eu pulo a parte da agulha, que tem uma parte boa da agulha que eu tô falando um pouquinho das Agulhas, eu pulo ela e a gente vai para técnica mesmo, porque eu não vou falar de estrutura que vocês vão ter uma aula de sutura específica com Tiago. Aí, qualquer coisa, eu peço para ele falar da das Agulhas também, tá bom? Tá? Então, vamos lá. E nos trazia. O que que é hemostasia? Então, ela é a prevenção da perda excessiva, tá, de sangue durante a cirurgia, tá? É importante é isso para você preservar a capacidade do paciente. Então, assim, qual que é a vampa? Você vai falar assim: "Ah, mas numa cirurgia de bucomaxilo facial, é difícil a gente ter um sangramento muito excessivo que leve a você ter uma hipovolêmia, alguma coisa do tipo". Mas a gente tem que saber. Então, quanto mais sangue a gente perde, a gente diminui a nossa capacidade de transportar o oxigênio. Tá? Então, o paciente pode óbito por conta disso. Isso acontece muito quando a gente pega algum vaso calibroso, alguma coisa desse tipo. Apesar que assim, já vi casos de pegar maxilar e ter um sangramento e que ligar a carótida. Tá? Não existe. Então, tem que tomar cuidado, tá bom? Tá? A gente vai também na hemostasia durante o processo de incisão e descolamento. Para quê? Para que que a gente vai controlar? E nos trazia sempre tem muito sangue no nosso, no nosso leito. Visibilidade vai dificultar nossa visibilidade. Então, por exemplo, você faz um siso que tá sangrando bastante, o aspirador [ __ ] não é legal. Então, às vezes, quando acontece isso, o que que eu costumo fazer? Eu costumo colocar uma gazizinha lá, fazer uma leve pressão na região do dente, de paciente ficar uns dois minutos mordido, ou às vezes até eu seguro por dentro e espera um pouquinho para diminuir esse sangramento. Às vezes, o paciente tá muito nervoso, tá com um pouquinho. A gente tá. Então, tem que tomar um pouquinho de cuidado que aumenta o sangramento, tá bom? Tá? Outro, outro, outro, outro ponto importante: quanto mais sangramento eu tenho, maior aumenta a formação de meus hematomas. Tá? Quanto mais descolamento eu faço, aumenta mais a minha formação de hematoma também. Tudo bem? Tá bom? Tá? Quanto mais descolamento eu faço, quanto mais sangue eu tenho, quanto mais espaço morto tem, mais espaço eu tenho, aumenta-se muito risco de infecção. Sangue, ele é bom dentro do vaso. Fora do vaso, ele é extremamente irritante. Então, por exemplo, você pode ver que quando eu tenho, a gente tem pacientes, por exemplo, de ortodogmática, a gente aspira bastante o estômago, porque como sangra bastante a cirurgia ortognática, esse sangramento costuma ir para o faringe, para região do estômago. Esse sangue no estômago, o que que acontece? O paciente regurgita, ele vomita no pós operatório. Então, a gente aspira, porque ele é extremamente irritante e aumenta-se muito o risco de infecção, tá? Porque ele é um foco de [Música] um foco de cultura. Então, a boca já é contaminada com produtos lá para ela, ela vai infectar. Tudo bem? Tá? Então, técnicas de hemostasia. Então, como que a gente faz para promover a hemostasia? Então, foi isso que eu falei, por exemplo, com pressão, pensamento, a ligadura, eletrocoagulação, esponja de fibrina e vaso construtores, tá bom? Eletro pensamento. Bom, deixa eu falar da ele já foi para não falar da compreensão. Então, a compreensão foi isso que eu falei para você. Então, por exemplo, se eu tenho um sangramento excessivo, por exemplo, um descolamento, o que que eu faço? Eu faço uma leve pressão com gás. Todo o paciente que sai meio do siso, eu costumo pedir para ele mordendo uma casa pelo menos até chegar em casa, tá? O tempo de coagulação, por exemplo, dos vasos pequenos e médios é em torno de 20 a 30 segundos. Então, por exemplo, se você tá com sangramento, você fez um descolamento, fez uma da técnica do retalho do Avelar anal, fez o descolamento, o paciente está com sangramento, não tá conseguindo visualizar, porque para você fazer a cirurgia, você precisa fazer a visualização. Que que você faz? Pede para o paciente morder uma gás, ou você mesmo com a pressão, deixa ela 20 a 30 segundos, você vai ver que vai diminuir esse sangramento, que a gente chama geral, porque são os pequenos vasos. E isso com 20 a 30 segundos já melhora tudo bem. Os maiores vasos, por exemplo, se a gente pega algum artéria que tá dentro do oso, é pelo menos de 5 a 10 minutos que a gente tem que fazer uma compressão. Tudo bem? Tá bom? Uma coisa importante: quando a gente vai fazer a compressão, não é a gente raspar. Você não pode ficar passando a gaze. Foi a mesma coisa que eu falei para vocês quando a gente vai usar o anestésico tópico, você não pode fazer fricção porque você vai dilacerar o tecido, você vai causar uma isquemia, tá? E vai formar uma afta depois. A compressão é a mesma coisa, você põe a gaze lá e aperta. Na hora de tirar, você puxa, não faz o movimento de infecção que você vai tirar todo o sistema de coágulo, tá? Então, vai abrir os vasos, não tem jeito. Tudo bem? Tá? Então, a eletrocargulação. A eletrocoagulação, ela é o que a gente chama de uma coagulação térmica. Então, você vai queimar o seu vaso ou o seu tecido. O grande problema de você fazer a coagulação, mas é que às vezes, às vezes é você ganha tempo e procedimento cirúrgico, é que você não tem controle para onde vai esse calor. Então, por exemplo, essa é uma foto que eu gosto de colocar, porque essa é uma região articular. Eu, Doutor Igor, particularmente, eu não uso Eletro coagulação em região de ATM, porque eu tenho a saída do nervo facial. Então, o nervo facial, ele vem para a região temporal, orbitária, região do malária e região mandibular, maxilar. Então, se eu não tenho controle e eu tô muito próximo de um tronco muito importante e eu não tenho controle para onde vai esse calor, será que eu não corro risco de lesionar por conta do calor esse nervo? Então, eu não gosto muito de usar o elétricaltério aqui nessa região. Tudo bem? Tá? Então, eu uso Eletro para coisas pontuais. Tudo bem? Tô dando aula, depois eu falo. Desculpa, gente. Desculpa. Então, eu consigo fazer essa eletrocargulação em pontos, em porções específicas. Tudo bem? Tá? Então, não tem como. Então, eu não consigo ter o controle do calor. Então, eu corro risco de ter lesão, tá, dessa região. Tudo bem? Tá bom, gente? Outro ponto importante que eu queria falar para vocês: às vezes, a gente pode usar a eletrocoagulação para fazer incisões na região, principalmente de maxila e mandíbula. Tá? Eu hoje estou vendo que talvez essa eletrocoagulação, ela prejudica um pouco a minha sutura, porque eu queimo toda minha borda da incisão. Então, essa borda toda vai estar cauterizada. Então, eu diminua a minha vascularização. Na hora que eu faço a coaptação dos tecidos, como tá diminuindo essa vascularização, eu tenho uma cicatrização deficiente. Então, hoje eu tô basicamente usando muito pouco eletricotélio para fazer incisão em região litoral. Eu sei que diminui e muito a minha, a minha hemostasia, mas eu perco talvez em reparação tecidual. Então, às vezes, o que eu tô usando Eletro qualquer é para pontos pontuais. Tem um sangramento específico com matériazinha, uma região que eu fiz uma incisão com a lâmina, eu cauterizo lá. Agora, o resto, eu deixo. O grande problema que você usa o eletrocautério, ele é muito cômodo, ele é muito legal de você fazer isso, vai muito rápido. Às vezes, você fazer a incisão numa região de mandíbula é ruim com a lâmina, porque o tecido movimenta e às vezes você perde estabilidade, firmeza na mão. Mas isso é questão de treinamento. Então, se você faz a incisão com eletrocautério, você acaba acostumando mal. Então, o que que eu peço para você? Vocês vão ver que às vezes vocês vão acompanhar o pessoal no hospital, aí vocês vão ver que eles fazem as incisões em torais todas com ela. Tá? Mas é melhor a gente fazer a incisão com a lâmina fria. Tudo bem? Tá? Que a gente melhora essa cooptação na hora da sutura. Tudo bem? O pensamento. O que que é o pensamento? Então, você seccionou o vaso, tá seccionado. Você segura a ponta distal e apontamento ideal, tá, de forma firme. Aí o que que você faz? Dá um nó. Isso a gente usa para vasos de calibre um pouquinho mais grossos. Os calibres mais curtos, você pode fazer só mesmo o pensamento, apertar e manter, tá? Ou a eletrocoagulação. Tudo bem? Tá? Essa aqui, ó, eu falei errado. O pensamento é quando você faz o esmagamento nessa região, tá? E a ligadura é quando você faz esmagamento para vasos de grosso calibre e aí você faz o você amarra, você dá um nó nessa região, tanto na superior quanto na inferior, tá? Você deixa ela ligada. A gente costuma usar o algodão zero para essas, para essas ligaduras. A gente tem também as esponjas de fibrina, tá? Ou gelatina, ou será óssea. E se a gente usa muito no consultório, que é o gel fãs. A partir do momento em que você começa a fazer cirurgia, é importante você ter, tá? Isso aqui no consultório, porque vai ter intercorrência, vai ter sangramento. Às vezes, você faz, por exemplo, um segundo molar superior, aí que você teve uma comunicação, uma comunicação, você pode até colocar esse gelfão para diminuir essa passagem de ar, porque o que mantém essa pistola é a passagem de ar. Tudo bem? Tá? [Música] Ou será óssea também que ajuda, tá bom? A gente tem os vasos construtores que a gente usa de forma sistêmica, que é a décimo pressina, o aminocaproico ou ácido. Então, isso é interessante, porque você diminui essa coagulação, você aumenta essa coagulação. A vantagem desses casos, por exemplo, a gente usa muito essa esse ácido tranexâmico aqui para ser dominante. Então, a gente faz 15, 20 minutos antes e você vai diminuir esse sangramento. É como se você desenvolvesse uma uma coagulação dele no final do vaso. Então, o paciente vai sangrar menos. Qual que é a vantagem de sangra menos? Coloca a vantagem: melhor visualização. Então, você não trabalha naquele campo todo sujo. E se trabalhar num campo todo sujo é ruim, é bastante ruim, tá bom? Ah, só voltando um pouquinho aqui, que eu esqueci, por exemplo, a gente tem algumas técnicas que a gente usa, por exemplo, de jogar e penefrina. O que que a gente faz? A infiltração num paciente que está com anestesia geral, tá? Porque na maioria das vezes, o anestésico, a gente usa ele, tem ação vasoconstritora, tá? E a gente diminui o sangramento também no trans operatório, tá? Que no caso, por exemplo, é epinefrina, tá bom? Tá? Uma coisa que é importante que eu falei para vocês da hemostasia é sempre a gente preservar os espaços mortos. Tá? Então, por exemplo, a gente vai entrar na técnica de sutura. E aí você fala assim: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse acúmulo de sangue nessa região, a gente aumenta o risco de ter infecção. Tudo bem? Então, por isso que é importante quando a gente for fazer a sutura, apesar que hoje eu vou falar de estrutura, basicamente entrou oral. Tô dando umas pinceladas em suturas extras. Já vou falar de fechamento de planos. A gente fecha o plano para quê? Para diminuir o nosso risco de formação de espaço morto e a gente diminui o risco de infecção. Então, essa é a ideia. O sangue foi aquilo que eu falei para vocês. Ele tem alto potencial de contaminação. Então, quanto mais sangue eu tenho, maior o risco. Tudo bem? Tá? Então, o espaço mor. Oi, Jaque, é o seruma, tem a ver também com esse espaço morto ou não? Sim. Ah, tá. Sim. Só que talvez o seroma, ele não é sangue, tudo bem? Ele é acúmulo de líquido. Líquido, por exemplo, do linfonodo que foi para essa região, basicamente isso, tá? Que aquela drenagem linfática. Então, existe, existe. Isso acontece muito em Lipo de papada, né? Que você, eu até ia colocar um caso aqui de uma alívio de papada com uma colega fez que fez um [ __ ] hematoma [ __ ] eu esqueci. Então, o que que você faz para preservar e não correr o risco de ter seroma? Ou você sutura por plano. Mas como você vai estruturar por plano? Você fez uma incisãozinha aqui, né? Então, por exemplo, se você fez uma fratura de mandíbula, um acesso e fez um descolamento grande, importante você estruturar por planos. Por exemplo, o livro de papada, que que você faz? Curativo compressivo para diminuir espaço. O que que faz o curativo compressivo? O que que ele faz? Ele junta os tecidos, tira esse espaço morto, aonde vai ter o acúmulo de seroma ou de de sangue. Tudo bem? Tá bom? Tá? Às vezes, a gente pode usar até dreno para diminuir esse espaço morto e removendo ele ao longo dos tempos, ao longo dos dias, a gente vai diminuindo essa essa esse espaço e o tecido vai começando a se inserir na posição correta dele. A gente usa muito pouco dreno em região de Face, mas por exemplo, a gente faz um acesso bicar para descolamento, a gente tem um descolamento muito grande dessa região. Se a gente não fizer um curativo muito compressivo, tem caso que a gente usa dreno para essa região. Ah, alguns tumores de mandíbula, o espaço fica muito grande, a gente pode usar. Tudo bem? Certo, Jaque, você usa o compressivo aí para líquido de papada? Importante. Então, técnicas de sutura. Ó, aqui que caso legal. Você fala: [ __ ] Igor, olha isso. Olha o buraco que tem aqui dessa dilaceração desse paciente na região do dorso nasal e na região do lábio. Que que você faz para preservar? Pô, se eu deixar esse espaço morto, o que que vai acontecer? Entendeu? Então, o que que é o espaço morto? Quando a gente fala, por exemplo, a gente faz um descolamento na região da mandíbula, que você deixa isso tudo desinserido, será que não vai criar um hematoma? Não vai criar um edema? Por isso que o paciente fica inchado, porque acumula sangue nesse espaço morto. Quando a gente tem esse

Perdeu o meu fio de sutura, tá bom? Tá agulha. Ela sempre deve entrar perpendicularmente ao tecido estruturado, tá? Você sempre vai trazer o tecido do tecido mole para o tecido fixo, que é extremamente importante, tá? Que fica mais fácil, então, a sutura.

Então, você introduz a agulha com movimento circular. Então, foi isso que eu falei, você vai fazer esse movimento. Então, se a agulha, ela tem um perfil circular, não tem porque empurrar. Eu tenho que fazer um movimento da agulha, ela tem que entrar passiva nessa, nessa rotação. Tem que fazer essa rotação, não fazer isso aqui, tudo bem? Não forçar a agulha com os tecidos, tá? Foi aquilo que eu falei, a ponta da agulha, ela nunca deve ser tocada, porque eu vou tirar o fio dela e aí eu vou ter problema, tá?

Realizar as suturas dos tecidos móveis em direção aos fixos. Então, eu sempre vou do retalho para o meu tecido fixo, tudo bem? A sutura, ela deve aproximar as bordas da ferida sem causar tensão ou distorções, tudo bem? Tá? Então, não adianta eu amarrar, apertar muito. Você tem que ter um bom senso aí, tá bom?

Tá, é importante a gente usar uma pinça para a gente poder segurar o tecido. Tem que tomar cuidado muito com a pinça, que às vezes você tá olhando o seu porta-agulha e você esquece que você tá apertando o tecido e você aperta tanto que você esquece e você dilacera todo o tecido que você tá aí. Então, isso é uma coisa que você tem que prestar atenção, tá bom?

As estruturas do retalho, a gente sempre estrutura o primeiro ponto de incisão é sempre aonde a gente tem um ângulo reto, tá? Então, a gente fez a incisão nessa região que é o ponto de referência e aí depois a gente vai estruturando. Eu dou sempre preferência para esse e aonde eu tenho a lesão, tá? Então, é sempre no ângulo da incisão, tá bom?

A gente pode fazer, tá vendo, um descolamentozinho na região fixa para poder ficar mais fácil da gente poder passar essa futura, porque quando o fio de sutura toca no osso, a gente perde um pouquinho também desse fio e a gente corre depois de ela ser o nosso tecido, tá bom?

Tá, então, ó, segurou nos três pontos, estável. Três giros. Três. Eu vou ensinar isso vocês na, na, ensinar não, né? Vou só passar para vocês. Então, são três. Ainda dois na volta e uma ida. E aí a gente puxa sempre a cabecinha do, do ponto. Sempre ela vai ficar para fora da incisão. Ela nunca fica em cima da incisão, porque ela aumenta e muito o risco da necrose e eu não posso apertar muito esse fio, tudo bem? Ó, dois e um. Então, ó, três giros, dois giros e um giro, tá?

Na aula prática, eu vou ensinar isso bem para vocês. Eu vou pegar bem no pé de vocês, então, posicionamento dos dedos, posicionamento da pinça, movimentação do punho. Eu não quero que vocês fazem assim, tudo bem? Tá? Eu vou cobrar isso bastante de vocês, tá?

Então, os pontos é disso. Tudo interrompida. A gente tem um ponto simples, que é o basicamente o que a gente faz. A gente tem um ponto em um. O ponto simples, você pega a vertente vestibular, qual a vertente lingual, junta três, dois e um. Pronto, acabou. Joga o nó para região fora da onde a gente tem a incisão e boa, tá bom?

O pontinho, a gente vem pela vertente vestibular mais inferior, vertente lingual, mas lingual inferior, vertente lingual superior, vertente vestibular palatina, vestibular superior. Damos um nó, tudo bem? Um X, que é basicamente todas as estruturas que eu faço, eu faço um X. Então, eu pego a vertente vestibular ular mesial com a vertente palatina distal, vestibular distal, palatina. Bom nó, tudo bem?

Bagunçou aí. A gente tem a contínua, que é simples. A gente dá um nó simples no início e vai. É igual fazer costura, igualzinho. A gente tem a festonada, que a gente ancora cada parte. Eu vou ensinar se vocês também na aula da [Música] do treinamento. E o colchão dele individual, que é como se fosse uma sutura intradérmica, que a gente vai treinar lá também, que é basicamente a gente faz isso em pele, mas a gente vai treinar já na próxima aula, tá bom?

Tá, uma coisa importante, né? Um número excessivo de pontos significa mais material estranho no organismo, produzindo traumatismo prolongado, assim prolongando assim o procedimento de reparação. Então, quanto mais ponto eu dou, pior é o meu prognóstico. Então, eu tenho que ter um bom senso, né? Uma divisão. Não posso dar ponto muito, porque eu vou diminuir minha vascularização. Diminuir a vascularização aumenta o risco de cicatrização e aumenta o risco de necrose, aumenta o risco de decência também, tá bom?

Então, concluindo, devemos lembrar que a sutura é ideal é aquela escolhida em decorrência do planejamento cirúrgico e das características do paciente. A técnica cirúrgica, a habilidade do cirurgião e os cuidados pós-operatório pelo paciente são fatores que favorecem. Pós-operatório. É bom recordar a mensagem de um grande cirurgião oral: "O bom cirurgião não é aquele que é hábil com as mãos, mas aquele que sabe comandá-la com o cérebro". Bonito isso, né?

E a tesoura que a gente usa também, a gente usa nos três pontos, tá? Indicador, polegar e o anelar. Remoção dos pontos, tá? Então, os fios, eles devem ser removidos no período determinado. Local estético sem grande tensão, três a cinco dias. Local com grande tensão, 10 a 12 dias. Entrou algo de sete a 10 dias, tá? Mas é sempre bom ser acompanhar. Eu às vezes, com cinco dias, eu já removo as futuras introrais, tá?

Cuidado com a ferida, controle na microbiota bucal, escovação, higiene local e bochechos. Certo? Gente, falei que ia terminar um pouquinho antes, mas estender um pouquinho. Desculpa. E aí, gente, esse aí são os meus dois jiujiteiros aí, ó. Se alguém quiser me bater, tem dois aí, ó. Vamos pegar vocês. E aí, dúvida, gente? Vamos lá. A gente tem uns 10 minutinhos aqui ainda. É, a gente vai ter, a gente vai ter, a gente vai ter o nosso treinamento, né? Eu preciso ver direitinho a data do nosso treinamento, mas eu vou pegar no pé de vocês. Vocês já pegaram? A Natasha já mandou o material tudo direitinho? Já tá bom? Beleza. Cadê o Larissa? Pode perguntar. Cadê esse povo? Pô, eu só falo com a, com a Jaque, com Marcão, com Laerte. Cadê o resto desse povo? Tá tranquilo aqui, meu amigo? A única que ficou aqui foi a Jaque conversando comigo. O Laercinho. A Ju tá quietinha também. Vou falar, vou falar para botar foto para todo mundo. Pode botar a foto para todo mundo. Só vai passar Jaque, a Ju, o Laércio, Marcão. E aí, André? Tá bom. Vamos lá, gente. E aí, vamos, vamos discutir um pouquinho o que vocês querem perguntar. Vamos lá. Jaque, é isso aí, tá bom? Marcão, Marcão, tudo bem aí? Dúvida? Tá tudo ok, professor? Na hora que a gente tem dúvidas, né? Até agora tá OK. Tá bom. Bom, espero que eu consiga, que eu consegui ajudar vocês. Essa aula aí eu dediquei ao meu amigo que se foi aí, o Dr. Trovão. Deixar mais uma vez registrado aqui, o cara muito bacana que foi precocemente. Ele deixou a gente. Então, meu sincero sentimentos aí à família. Indo aí, porque ele era um cara muito envolvido aí. [Música] Deixar um grande beijo aí para ele. Deve estar orando por nós lá em cima. Vai surgir lá na hora. Agora tá de boa, tá bom? Vocês pegaram já o material para levar? A Paloma já mandou que vai ter que levar para clínica, porta-agulha, tesoura, cabo de bisturi. Você já sabem isso? Eu vou falar com a Natácia, com a Paloma para a gente alinhar isso aí tudo direitinho. Ela enviou uma lista para a gente, tá? Legal, bacana, tá bom? Beleza. Aí, André, eu vou sim. Legal, bacana, tá bom? Aí, a gente se conhece lá. Você vai ver que vai ser mais legal o módulo presencial do que esse EAD. Fica todo mundo dormindo, é ruim, tá bom? Opa, então a gente não deu intervalo. Paloma, eu vou encerrar um pouquinho. Já encerramos. Já finalizamos aqui, pessoal. Não quer combinar que hora que voltamos à tarde? Duas horas com o doutor Volta, tá bom? Beleza. Ó, eu acho que o Valter, eu acho que o Valter vai, vai comentar de fístula a boca. Se não usar hoje, comentem com ele da antropostomia. Ver o que que ele acha, tá bom? Para beleza. Tá certo. Desculpa que tá um pouquinho de barulho. Eu não consegui dar um retorno na hora. Não fica tranquila. Finalizamos, gente. Bom almoço para vocês. Precisarem de alguma coisa, tô lá no grupo. Podem perguntar a hora que vocês quiserem. Se precisarem, tenho meu telefone lá também. Podem entrar e mandar mensagem no particular, tá bom? Obrigada, professor. Eu agradeço. Meninas e meninos, boa semana. Valeu. Bom almoço. Obrigado. Valeu. Senhor, eu que agradeço. Boa tarde. [Música] Meio estranho aí, vocês desconsiderem. Vamos falar um pouquinho de complicações em cirurgia geral menor, uma vez que a gente vai ter agora a mesma coisa. Tá baixo aqui? Tá normal para mim. Tá perfeito para todo mundo. Tá baixo para mim. Tá ok também. Vamos dar sequência. Melhorou aí, Marcos? Tá tudo bem? Obrigado. Bom, a gente vai falar um pouco de complicações de auxílio de verão menor e é um assunto muito interessante, porque as complicações transversórias e pós-operatórios geralmente elas acontecem em qualquer tipo de procedimento e cabe ao especialista em cirurgia, alguma cirurgia facial, ele ter conhecimento de como ele vai resolver aquela situação. Falo para vocês que toda vez que a gente vai fazer um procedimento, seja ele grande ou pequeno, ele tem que ser segmentado por partes em cada parte da cirurgia. A gente divide isso, por exemplo, o primeiro step, fazer anestesia, antissepsia do paciente. Segundo step, vamos fazer abordagem, incisão. Terceira escola. Cada step da cirurgia, vocês têm que fazer uma lição de casa, onde vocês vão descrever a experiência de cada um. Tips e os traps. Tips são os pulos do gato, né, de cada estepe e os traps são as armadilhas. Então, o que que isso está querendo dizer? A gente tem que ter um planejamento cirúrgico, né? Quem não tem planejamento cirúrgico, vai, vamos ver o que que vai acontecer. Geralmente cai em situações desfavoráveis na especialidade da cirurgia. Então, quando a gente vai extrair um dente, a gente tem que fazer todo o planejamento. A gente tem que saber quais são as estratégias que a gente vai utilizar para atingir o nosso objetivo. Se você não faz dessa maneira, você vai cair em complicação. Saber quais são os exames pertinentes que eu peço para esse tipo de cirurgia. A gente sabe que os exames complementares, eles são de grande valia, né, para evitar grandes complicações, né? Então, se eu pego, por exemplo, dente do siso incluso horizontalizado, né? Eu vou resolver só com uma palavra suficiente? Será que não é melhor a gente fazer um complemento nos exames de imagem antes de fazer o procedimento? Será que a gente não pede um hemograma e um coagulograma desse paciente mesmo de fazer uma cirurgia ou menor? Então, a gente tem que começar a se utilizar das nossas ferramentas de conhecimento para cercar todas as complicações possíveis que, porventura, podem acontecer na nossa mão, tá? Então, qual o melhor e mais fácil comigo para controlar um acidente de complicações cirúrgicas é você fazer o planejamento. Não só isso, pessoal, quando a gente vai fazer um procedimento cirúrgico, a gente tem que ter outras coisas. Primeiro, conhecimento anatômico, tá? Do que vai ser na área que a gente vai abordar. Sem conhecer anatomia, então, eu pego o paciente, por exemplo, eu pego o profissional, por exemplo, que ele não sabe anatomia, então ele não sabe, ele não sabe se vai fazer uma, uma lipoaspiração por algum motivo, ele sai do plano correto e ele raspa perto do marginal, mandibular, por exemplo, uma paralisia. Ele não tinha conhecimento por onde passa, mesmo eu estando no plano certo, sistema do platismo, onde passa o marginal, né? Se eu encostar, se o seu machucasse, eu passar pelo protismo, encostar, né? O que que vai acontecer com o paciente? E se acontecer, o que que eu tenho que fazer? Então, é esse, você tem que estruturar isso. É como se fosse um, uma missão, né? Uma missão. Continuar com uma missão. Você organiza tudo, você tem conhecimento de tudo, você tem conhecimento anatômico da região, você tem todos os exames na mão, tanto os exames de imagem, tá, como os exames bioquímicos. Se precisar abrir mão e fazer outros exames também, sejam dentista, ele pode pedir esses exames. Os convênios médicos cobrem esses exames, mesmo utilizando cro, tá? Você vai lá pedir o exame pertinente da área que você vai operar, o que você quer saber. Deu para entender aí? Pô, fora isso, vocês têm que ter instrumentais adequados, né? Ah, eu fui extrair um dente, é, mas faltou a, uma alavanca, então não pode, né? Tem que estar com o material totalmente organizado. Tem que ter um instrumental adequado, porque muitas vezes vocês vão se encontrar em situação onde vocês não conseguem atingir uma parte do dente que está com instrumental que tem uma tentativa muito curta ou muito grossa, entendeu? Isso acaba atrapalhando nosso procedimento. Então, a gente está falando estrutura e estratégia, né, de abordar aquela cirurgia com conhecimento anatômico, planejando, OK? Tem instrumental adequado e também com rotina cirúrgica. Ninguém aqui vai se meter a fazer aquilo que não está acostumado a fazer sozinho. Sempre vai estar com uma pessoa mais experiente do lado até desenvolver experiência, porque a experiência vem com a rotina cirúrgica. Conforme você vai praticando, você vai tendo mais experiência. Perfeito, tranquilo? Aí, ó, esse artigo fala bastante de das incidências, complicações, tá, em cirurgias de terceiro molar, tá? Quando as relações do acidente. Bom, é aquilo que eu falei para vocês, é vocês teriam planejamento adequado e ter um conhecimento da anatômica. Bate nessa tecla várias vezes, por quem teve pareça, eu vejo especializando de residentes sempre pulando. Eu lembro que quando eu executar o procedimento no início, por exemplo, abordar uma fratura de mandíbula, onde ia fazer uma abordagem extra oral na região submandibular, eu não tinha experiência com aquilo. Eu fui pegar a diferença e muitas vezes eu levava, eu planejava em casa, estepe, escrevia num papel e colava na parede. Cirúrgico para não esquecer nada. Enfim, então planejamento de conhecimento é fundamental para executar qualquer tipo de planejamento de procedimento cirúrgico. Alguém aqui já teve intercorrência em cirurgia oral menor? Pode abrir o microfone, todos aí, vamos conversar um pouquinho. Alguém aqui ainda faz? Eu faço, mas nunca tive. Mas conheço uma pessoa que teve. Na verdade, não foi nenhuma intercorrência, foi uma complicação, né? Paciente foi, foi paciente. Ficou quase um mês na UTI com mediastinite, dois dreno de tórax, fez uma traqueostomia. Enfim, não quero passar por isso nunca. Depois que eu trabalho no hospital público, né? E que que eu, desde 1996, 7, já faz um tempinho nesse hospital onde eu estou coordenadora, quase, quase não, agora em março que vai fazer 24 anos. Uma rotina, a gente vê paciente com infecções faciais com origem odontogênica, extremamente mal manipulada, conduzida. Isso faz com que o paciente tenha uma expansão desse quadro inflamatório, associado muitas vezes à infecção, de uma maneira muito rápida. Com certeza, você viu um caso onde ele teve uma infecção por origem odontogênica, por conta do dente. Ele desenvolveu uma celulite importante, porque quando a gente tem um processo inflamatório, pessoal, vocês vão ter aula disso, tá? A gente tem dois caminhos a seguir, né? A gente pode conseguir para uma celulite, que é uma lesão expansiva, né, não delimitada, que é perigosíssima e ela evolui para outras coisas, para outras patologias catastróficas com risco de morte, ou ele fica localizado na forma de um abscesso, né? Que aí é mais seguro, porque ele já ficou localizado ali. Provavelmente essa paciente, ela teve uma celulite, foi muito mal manipulada por dentista. [Música] Médico. E ela é médica, a paciente. Mas os médicos, eles são assim, eles são, né? Profissional da saúde não é só médico, com a gente também. Qualquer profissional, a gente tem um pouco de um mezinho, uma chamada tigrina, né? A gente deixa a coisa correr, né? Sempre com a esperança que vai melhorar. Mas na nossa experiência no Hospital Geral do Pirajussara, por exemplo, a gente já treinou muitas regiões onde a gente tem da região submandibular bilateral, submentoniana e sublingual. Paciente chega com trismo, com a língua praticamente encostada no palato. E se o serviço não tem uma retaguarda endoscopista, o seu time de anestesia não tem um fibroscópio, que essa paciente vai ter que ser drenada. E qualquer drenagem, a gente tem que fazer no centro cirúrgico e com anestesia geral, apesar de ter vários lugares que submetem o paciente nesse exato dói para [ __ ] além de ser perigoso. A gente cirúrgico, se ele tem um trismo com anestesista, não consegue abrir a boca dele. Olha só como a gente tem que planejar tudo direitinho. Se a gente não tem, ser paciente, não consegue ser entubado por via nasal ou via oral, é qual que é o próximo passo? É tentar passar com fibroscópio, uma câmera por dentro do tubo anestésico. Muitas vezes os hospitais não têm essa retaguarda. Anestesista tem que estar treinado para poder usar essa câmera. Se uma inserção, sabe? Se for uma sorte de 20, uma endoscopista, ele consegue fazer isso. Caso contrário, a gente tem que acionar a cirurgia geral. Esse paciente, lembrando que todos os pacientes, veja bem, o cara vai tratar o paciente desse, ele já pode ter risco de ter feito um trajeto por mediastino. E o paciente, ele sai da cirurgia geral e vai já com uma cirurgia torácica. Não é difícil, né? Procedimento. E não foi utilizado antibiótico, pessoal. É assim, inaceitável. Agora que vocês estão se tornando cirurgiões faciais, qualquer procedimento que a gente executa onde haja sangramento, a gente tem que pedir os exames pré-operatórios para esse paciente. Eu tenho a lista dos exames que você tem que pedir, tá? E depois você pode fazer uma profilaxia antibiótico para uma estratégia já de pinto antibiótico. Mesmo não evitem antibiótico, ele faz parte do tratamento também. Antibioticoterapia para qualquer tipo de procedimento cirúrgico, ele é, ele é super indicado. Então, as pessoas subestimam isso, né? O tempo, por exemplo, um colega que ele se formou, seja um pouco mais facial, faz uns quatro, cinco anos, mas no início, ele trabalhava num centro especialidade Odontológica do município aqui de São Paulo e ele não prescrevia antibiótico. Ele levou essa rotina ali, não prescrever antibiótico em cirurgias para o consultório dele. E eu explicava para ele, olha, a importância, né? E escreveu antibiótico, enfim, passava por cima. Até o dia, ele teve uma paciente que desenvolver uma celulite importante que teve que parar no hospital, na minha mão, inclusive. Então, isso faz parte também da estratégia. Outra coisa, vocês vão ter aula farmacologia em função da eletro. Organizem isso, pessoal. Tô vendo uma mensagem no chat. Eu não leio muito chat aqui, não, tá? Quem quiser, para alguém, tem alguma pergunta? Quem escreveu no chat aí, eu posso dar sequência. Bom, quem for, tiver dúvida, me preca aí. Pergunta, que abre o microfone e a gente conversa, tá? Então, levou o paciente uma situação desfavorável na minha mão. Eu digo que foi extra. Tive que fazer alguns acessos em regiões cervicais para poder introduzir os drenos e a gente poder fazer o tratamento, tá? Porque senão não resolve. O paciente que pode, pode, pode seguir aí pelo caminho da morte. Perfeito, pessoal. Bom, objetivo da aula, tá aí, ó. Falando um pouquinho planejamento para evitar os acidentes, complicações cirúrgicas, tá? Já falei para vocês que é muito importante vocês planejarem passo por passo da cirurgia, tá bom? Saber quais são as possíveis complicações e cada passo. Tem um instrumental adequado. Fazer uma revisão da anatomia, um estudo mesmo da anatomia da região, tá bom? E tem uma rotina cirúrgica. Se não tiver experiências, sempre operar como profissional mais experiente que vocês. Todo mundo chega lá, é só aprender, tá? Quem não reconhece seus limites acaba colocando o paciente em risco. E eu vejo um monte aí. Tem muito, tem a gente está com alguns alunos aqui. Amanhã todos fazem rock Rocha aí, ou ninguém faz? Pode abrir o microfone. Todos são organizadores, tão perfeito. Então, eu vejo muitos harmonizadores, os vulgos hoffs, tem grandes experiências aí, resultados fantásticos, mas na hora de uma complicação, aqui para estudar, né? Para aprender, né? Que a pior coisa que tem. Recentemente, eu recebi uma ligação aí de um estado a edição do Brasil, que a menina me ligou desesperada porque ela foi fazer uma lipoaspiração mente cervical. Aí ela teve uma complicação. Paciente teve um pós-operatório, um trans, um sangramento e transoperatório importante, tá bom? Ela acho que tinha experiência, mas ela se viu numa situação desfavorável. Aí eu comecei, ela me ligou, comecei a perguntar como é que tá nos exames pré-operatórios. Ah, não pedi. Tá me pediu. Então, já começou. Não tinha exame pré-operatório. Mas vem cá, na anamnese, ela tinha um problema de saúde? Não, não tinha no relato nada. Mas você usou um oxímetro? Tem algum aparelho que você possa medir a pressão? Teve um pico de hipertensivo? Não, não sei. Não tinha o aparelho. Porque você, né? Vocês vão ver que a partir do momento que vocês começarem a criar o caminho, vocês vão ver que esses procedimentos aí que vocês fazem no consultório, no ambulatório, muitos deles são muito invasivos. Parece que não, porque você já vão tendo uma rotina, né? Parece que não, mas até você se deparar com uma complicação e aí fica ruim. Então, o que eu quero plantar uma semente em vocês, né? Que começar a harmonização facial cirúrgica, né? Ela tem que levar esses pacientes com hospital dia. É muito mais seguro. O paciente é muito mais seguro para vocês. É muito legal você ter uma anestesista. Ah, mas isso aumenta o custo do procedimento. E daí? Tá bom? Custo, cara, é quando você senta na frente do juízo e você tem que pagar lá uma, uma indenização altíssima porque você acabou se metendo o paciente a um procedimento e ele corre alguns riscos e você não estava no ambiente mais adequado para poder fazer aquele procedimento. E aí está muito caro mesmo. Então, vocês têm que começar a pensar um pouquinho querer baratear tanto o procedimento, mas se hoje um cara, por exemplo, médico, um plástico, ele cobra um limite e 35 a 70 mil reais, então às vezes não compensa para gente fazer tão barato assim essa retaguarda. Mas isso vai dar consciência de cada um. Essa menina ligou desesperada. Eu falei, dava o paciente do centro, leva o paciente para o hospital. Não, ah, mas eu, como é que você tratada pelos médicos se você não sabe resolver aquele concorrência? Alguém vai ter que resolver. Eu, paciente está sangrando, você não consegue resolver no consultório, tem que levar esse paciente que foi para o hospital. Ele tem que fazer uma série comia. Teve que fazer um acesso no pescoço muito grande. A gente chama de degola, né? Quando eu pego alguns pacientes com ferimento de fato e o cirurgião que estava de plantão para poder fazer, né, a hemostasia desse paciente. Então, isso são complicações muito graves. Ela já é uma especialidade transita no meio dos médicos. Vocês vão ver isso aqui em São Paulo, pelo menos, não somos muito respeitados nos outros lugares aí do Brasil. Enfim, não sei como é que é. E a gente não tá na nossa casa, tá, pessoal? O hospital, ele é a casa dos médicos e dos enfermeiros. Não é a casa do dentista. Então, quando o dentista entra ali, ele tá fora da casa dele. Então, facial ou com residência, enfim, ele tem que ter um mega conhecimento, é muito fácil da mega, entendeu? E aí, apontam dele para o dentista, que é o cara, você não tinha que estar aqui, né? Então, quando a gente se defronta essa situações dos profissionais incompetentes que querem executar procedimentos aí mais arriscados. Eu botei até uma foto no grupo de vocês aí de uma patologia aí. Um colega, depois vocês vão me falar o que que foi mal planejado, porque o cara não tinha conhecimento, porque o cara não estudou. Então, é isso que a gente tem que saber quais são os nossos limites, tá bom? E nunca passar dos nossos. Isso não quer dizer que a gente não vá avançar. A gente não vai avançar assim, mas como treinamento. Por isso que hoje eu sou a favor das mentorias, né? Hoje a gente vai lá, se eu quero aprender a fazer um lip lift, eu vou lá e contrato a mentoria da Andreia multa, por exemplo, né? Que é uma pessoa que já tem 500 casos, mais de 500 casos registrados, documentário. Então, eu acho que ela vai fazer com que eu pule, né, as complicações. Então, eu faço com mais segurança. Então, essas mentorias estão chegando aí para ajudar muita gente, tá bom, pessoal? Caso de cirurgia oral menor, na melhor curso, tem muito cirurgião, muito dentista e generalista que executa a cirurgia com excelência e às vezes não. Então, se a gente pega uma pessoa que não é especializada naquilo, ela será que ela tem um conhecimento para poder fazer o procedimento? Eu digo para vocês que sempre são especialista para poder fazer as cirurgias mais elaboradas, sendo elas do âmbito da cavidade oral, seja oral menor ou as cirurgias maiores. Lógico que sempre vai ser um especialista. Ninguém aqui é louco para fazer uma Bi coronal e abaixar a máscara do paciente e reduzir uma fratura. Olha só, três. Vocês não têm treinamento para isso. Mas vamos ter. Quem vai querer? Quem acompanhar o hospital vai, vai ter esse tipo de treinamento. Alguém discorda que eu falei? Tá todo mundo de acordo aí, pessoal? Quem que leva os pacientes para fazer no hospital dia? Vamos abrir o microfone. Quem faz harmonização? Eu faço. O que que você faz? Mas nariz. Onde você tá? Que estado que Manaus, Amazonas? O Gustavo Rossi é um cara que ele já faz bastante. Sim, conheço, não pessoalmente, né? Acabaram de me falar de manhã aqui que na aula que ele estuda aí também para o hospital dia. A Elaine faz cirurgia aqui. E agora a parte já entra no platismo. Você faz um ensinando o platismo? Você já tá perto. A gente deve estar atômicas importantes. Você faz isso no hospital dia? Você faz isso no consultório? Professor, então vocês têm que entender que o paciente vai querer sempre o mais barato. Paciente vai querer onde ele tem a menos, né? Onde tem a menos investimentos fazendo um consultório, né, mais barato, que não tem anestesista, não tem hospedaria, ele não comprou nem dente, ele nem comprou os dentes para fazer esse preparo, né? [Música] Fechou, beleza. Que os pacientes procuram lugares mais baratos, igual no consultório, que não tem que pagar. Até o momento que ele tomar no cu. A partir do momento que o paciente se sente lesado, ele tem uma intercorrência, você não tem os recursos naquele lugar, ele vai te questionar legal. Porque que você fez aquilo? Você vai ser questionada por um perito que aquele não era o melhor lugar para fazer. Então, tomar muito cuidado com isso, tá, pessoal? Quem faz uma anamnese aqui? Anamnese é um exame muito importante. É o mesmo já sair de situações desfavoráveis por conta. Então, vocês podem protocolar. Vocês entrarem no site Conselho Federal de Odontologia, já existe alguns protocolos para você fazer anamnese. Hoje é isso, tá um pouco mais digitalizado, eletrônico. Aqui eu já uso. Existe um site chamado I clinic.com.br, que eu acho muito interessante. E devem que é médico, tá? Esse esse software, onde vocês vão ter o prontuário eletrônico e vocês, então lá, você já vão padronizar anamnese de vocês, como é que vocês vão fazer o exame clínico pré-operatório, vai deixar tudo anotado. Os retornos, você já abre a aba desses retornos pós-operatório. Protocolar da parte de colocar as imagens, né? Eu, eu sugiro a vocês, né, começarem a utilizar esse tipo de ferramenta, porque a gente é muito prático, né? O dentista, ele é muito prático, ele deixa de anotar, entendeu? E o que eu quero falar para vocês que lá na frente do juiz, a única coisa que vai defender vocês é um prontuário bem completo, tá bom? Na hora não tem nada que defenda vocês, não advogado, né? [ __ ] nenhuma, tá bom? Tem que ter um prontuário. Tanto é que nos hospitais existe as comissões e prontuários e óbitos, entendeu? Então, prontuário bem montado te defende lá na frente. Porque esse paciente vai fazer o procedimento, você vai explicar para ele, ele, você vai fazer uma anamnese detalhadíssima desse paciente, você vai saber o que que ele tem, quais com a história família dele, se ele tem alguma estratégia sanguínea, se ele tem alguma Fênix, se ele tem pão de lembrança, ele tem qualquer cor, vai tá tudo anotado lá, pessoal. Uma vez anotado lá, esse paciente tem que ser documentado com fotografia, né? Então, vocês usem o celular de vocês. Muita gente usa o celular. Eu particularmente prefiro usar uma câmera meio que semi profissional com corpo, com uma pele aí, uma uma lente macro, né, em flash circular. É assim, paciente entrou, ele é fotografado, tá bom? O paciente leva os exames de imagem, os exames e o laudo são fotografados. Isso vai para o prontuário do paciente. Tudo vai para o paciente, entendeu? Muito importante ser esse hábito. Não pode negligenciar essa parte. Vocês guardem isso para o resto na vida de vocês. A única coisa que vai defender vocês na frente no juiz é um prontuário muito bem estruturado. E hoje em dia, isso tudo digitalizado, ele fica muito fácil. A gente só perde o tempo de organizar como é que vai ser a nossa ficha de anamnese, como é que o armazenar as fotos, como é que eu vou analisar. Quando a gente vai fazer uma cirurgia oral menor, um dente do siso, por exemplo, a gente só pede radiografia panorâmica. Vocês só pedem? Onde você só perderiam pedir radiografia panorâmica, pessoal? Qual exame você pediria de imagem? Olha só, se eu pego, por exemplo, um paciente que eu fiz o exame clínico, eu vejo que o dente tá na boca, OK? Eu vejo uma radiografia panorâmica, não tem nenhuma entidade anatômica perto, OK? De vocês executar essa cirurgia com radiografia. Agora, quando a gente já vê uma imagem onde a raiz está dentro do canal mandíbula, você não sabe se está lateralizado, se a raiz realmente está dentro de cada um de lá para beleza, e vai solicitar uma tomografia. Quais são os cortes de tomografia que vocês costumam pedir? Vocês não pedem cortes e ela se confundiu no teclado. Totomografia da região. Geralmente, aqui na imagem, eles vêm com os cortes axiais, mas sem eu pedir. Então, vamos lá, vou falar para vocês, tá? Vamos medir aqui, ó. Vamos ver se vocês conseguem mexer a câmera aqui. Tudo bem? Aí, quem não me conhece, tá me conhecendo. Sou professor mais bonzinho que tem nessa especialização, tá? Se precisar de alguma coisa, vou estar sempre à disposição, galera. Quando eu fatiana nesse sentido, tá? É o corte axial, beleza? Quando eu tô de perfil e comece a vir fatiando de lado, olha só, vem fatiando desse jeito, a gente tem um corte sagital. Então, quando eu tenho uma fratura de soalho de órbita, por exemplo, uma blu-out pura, eu peço o corte sagitral para eu ver se existe fratura nos olhos da hora. E o corte que vem me cortando de cima aqui, ó, fatiane de frente para trás, é o corte coronal, beleza? Fora isso, a gente pede a reconstrução 3D. Eu uso muito a reconstrução três vezes na cirurgia, conforme especialidade, tá legal? Eu uso demais. Reconstrução 3D é legal também quando você vai fazer um dente incluso, entendeu? Ou então um canininho incluso, um suplanumerário. A gente pede todos esses cortes, axial, sagital, coronal, tá? E depois eu ainda peço em construção 3D. Muitas vezes, eles conseguem apagar a imagem da parte óssea e só deixa o dente. Isso me ajuda muito na localização de dente incluso. Qualquer lugar, vocês vão se deparar com leite incluso em tudo que é lugar. Eu já vi dente inclusive até na órbita, beleza? Já vi no ângulo da mandíbula, já vem na parte lingual, né, abaixo dos pré-molares, em cima da glândula submandibular, sublingual. Já vi dente de vocês dentro do nariz. Isso para melhorar nariz. Então, a gente tem um exame legal para a gente poder fazer a estratégia do Arouche daquilo. A gente vai estruturar nosso planejamento. Então, uma radiografia panorâmica para inclusão dentárias atípicas ou de difícil posicionamento, tem que a gente tem que partir para uma tomografia computadorizada. Pode ser odontológica para nós é melhor. Odontológica, ela não é tão precisa, né, de em detalhes com um tomógrafo médico, mas o cone bem já te ajuda bastante a localizar tudo isso aí. Alguma dúvida aí, pessoal? Todo mundo entendeu axial, coronal, sagital, 3D? Sim ou não? Sim. Pode tirar minha imagem. Vamos lá. Deixa eu voltar aqui. Complementares de imagem, exames bioquímicos, beleza? Juntou tudo isso, a gente vê que o paciente está OK. Se ele tiver alguma patologia cardiovascular, cardio pulmonar, que a gente pede uma avaliação por cardiologista ou por pneumologista, ou com especial, ou se tiver uma alteração em exames de coagulação, a gente manda para o hepatologista, tá, com hematologista, tá legal? E a gente vai se resguardando para poder fazer esse procedimento com segurança. Tá todo mundo pede exame pré-operatório bioquímico? Problema com alograma, glicemia, só de potássio, proteína, seja ativa, admiro D. Todo mundo pede isso? Quem faz aí acesso no pescoço, essas línguas? Sim ou não? Mas você pede o hemograma e o coagulograma, não? A gente vai mudar um pouquinho. Vocês vão ficar um pouco mais especializados para poder ter uma retaguarda melhor, tá? Evitar vocês caírem em armadilhas aí, muitas vezes paciente não tá bem, ele aparenta tá bem, mas ele não tá bem. Aí você faz o procedimento e que acontece aquelas intercorrências operatórias e talvez até pós-operatórias e a gente não sabe. Ele estava com alguma alteração em exame de base. Vitamina D também, professor? Influencia em hematomas? Eu não solicito a vitamina. O que eu entro e vocês podem entrar, tá? Uma semana antes do paciente fazia cirurgia ortognática, eu entro com a mica nesses pacientes, tá bom? Arnica, ela ajuda muito. Não pode operatório, tá? Tem uma receita é manipulado. O paciente começa a tomar uma semana antes. Depois eu posso passar para vocês, tá? Ok. Todo mundo entendeu que tem que estar com o material adequado fazendo cirurgia? Não dá para ser uma grave e na gambiarra, pessoal, não dá. Se você não tem um instrumental básico cirúrgico adequado para poder utilizar na técnica selecionada, beleza, não dá para fazer a cirurgia. Então, vamos tirar o escorpião rei do bolso. E a partir do momento que a gente começa a se tornar cirurgiões, vocês vão ver que vocês vão comprar muito instrumental cirúrgico, muita coisa vocês vão manter na caixa de vocês, é muita coisa que vocês vão usar e vão falar que aquilo não serve, tá? Tem que estar com instrumental adequado para poder fazer a cirurgia. A Sandrinha já deve ter passado a relação de material aí para poder a gente poder realizar a cirurgia no ambulatório. Um contrato, né? Os exames, ele é só para anemia ou também outras questões também? Olha, eu não costumo pedir esse exame de ferro, não. Ferro é só quando não me preparo aí eu tomo ferro, sabe? Aí dá um ferro na cabeça da gente, entendeu? Não me interessa esse ferro do paciente para poder fazer. Assim, não vai porque ele tá com ferro alterado, eu não vou deixar de fazer a fratura de mandíbula, tá bom? Então, mais selecionados que eles acabam pedindo para quem faz essas modulações hormonais que vocês entram muito. Eu não utilizo não para nada, tá? Eu solicito muito também. Solicito de todos, quer dizer, hemoglobina glicada, porque cada paciente jovem diabético, isso surpreende até. Na verdade, hemoglobina, a hemoglobina glicada, ele é um exame que dá um pouco mais de trabalho. Então, como eu tô muito na urgência, né, eu uso glicemia em jejum, que já vai me dar uma resposta. Mas você tem razão, esse é um exame mais completo para a gente fazer diagnóstico de diabetes. Legal. Já que você trabalha e vai transitar em procedimento, todo mundo sabe a diferença no procedimento eletivo e não eletivo? Que essa é uma, essa linguajada do hospital, que que é um procedimento eletivo, pessoal? Fala para mim. O eletivo, ele é planejado, é agendado, ou não eletivo é o contrário? Não é exatamente isso. Procedimento eletivo é um procedimento onde não existe urgência ou emergência, tá bom? A gente sabe que urgência e emergência é diferente. Procedimentos não eletivos, como fraturas e infecções sérvias faciais, são procedimentos não eletivos, ou seja, de urgência. E às vezes, dependendo do grau da fratura de face, ele pode também ser um procedimento emergencial, principalmente quando a gente tem a fratura bilateral da mandíbula na região da parassíntese, que é na região anterior ao forame mentoniano, esse bloco inteiro vem para trás, puxado pelo músculo da língua de gástrico, dificultando a respiração do paciente, tá bom? Aí você tem que entrar e reduzir rápido, porque já é um procedimento, a gente tem comprometimento e vias aéreas de emergência. Um procedimento emergencial, pessoal. As recomendações pós-operatórias para os pacientes têm que estar escritas, né? Porque ou você passar antes do paciente, vai lá, passa para ele ler com ele. Essa jornada monta esse negócio aí. A gente tem o modelo disso aí também, tá? Ele assina que recebeu e vai embora. Não dá para você passar orientações pós-operatórias depois do procedimento cirúrgico, ele tá muito estressado, entendeu? Não presta atenção. Então, tem que por escrito todos os detalhes. E sempre tratar o paciente como um bebezinho. Quem não tem muito, quem tem gente que tem uma trouxa melhor para o paciente na parte de retaguarda, liga, manda mensagem, ver como é que tá. Tem gente que já liga o [ __ ] né? Então, não dá para ser assim. Não, você tem que pegar o paciente, tem que tratar no colinho, como se fosse um bebê. Ele se sente muito seguro quando faz tipo de assistente. Mesmo que ele tiver um intercorrência, pessoal, ele vai, você causou por algum motivo, ele vai confiar para você a situação, tá legal? Então, é muito importante essa relação profissional-paciente, ela ser bem estreitada pós-operatório, tá? Eu particularmente falo com os pacientes na primeira semana de cirurgia ortognática direto, manda mensagem, mandam foto, a gente vai conversando. Eu vejo esse paciente depois de quatro ou cinco dias da cirurgia, tá? E por aí vai, a gente vai mantendo isso mais próximo, tá bom? Acidentes de complicações cirurgia oral menor, eles dois ter sido uma hora, tá? Quando a gente sabe que o tecido mole, ele tem que ser muito bem manipulado, né, pessoal? Se você manipule de uma maneira errada, você vai ter necrose tecidual, você vai ter falta de vascularização. Então, a gente fala aqui, principalmente quando a gente vai mexer com retalhos, né? Muitas abordagens cirúrgicas para extração de dentes, a gente tem que fazer retalho. A gente faz uma incisão na crista ao meu lado e para facilitar o acesso, porque assim, galera, não adianta vocês fazerem acesso pequenininho, tá bom? Se ele não gosta de enxergar as coisas, tá? Você faz uma coisa muito pequena que você não enxerga, você vai acabar não sabendo, não sabe o que tá acontecendo lá, você não tá enxergar. Então, eu prefiro fazer exposições maiores para poder enxergar onde eu vou remover o osso, onde eu vou fazer os testes. Então, se você e faz a incisão em um ângulo errado, você vai ter que comprometimento de cicatrização. Então, muitas vezes, para quem não tem habilidade de planejar retalhos cirúrgico, a gente pede para mudar. E a gente desenha um retalho, tem que manter uma certa largura da base, enfim, estreitamento mais para parte inicial da incisão para a gente poder.

Ter irrigação sanguínea, tá bom, pessoal? Manipular um tecido mole, ter habilidade na mão. Vocês podem, de repente, estar utilizando um porta-agulha na mão direita, onde a mucosa tá muito dura, e vocês vão furar, vão botar a força na mão direita. Mas a mão esquerda estão comente pensando aquela outra porta que você vai pegar de uma maneira delicada. Então, tem que ter esse treinamento manual, coisa que o cirurgião-dentista tem, né, pessoal? A gente tem muita habilidade manual, né? A gente exerce uma profissão, a gente consegue calibrar as forças nas mãos, evitando lesar qualquer tipo de tecido.

A gente fala em laceração de retalho, principalmente pelo efeito descolamento subperiosteal. Porque todo o descolamento que a gente vai fazer intrabucal de mucosa, ele é subperiosteal. Vem o bisturi frio e o risco. O osso, eu tô cortando a mucosa e tô cortando o periósteo. Por isso que eu faço isso por baixo do periósteo. Por isso que eu faço um descolamento subperiosteal, beleza?

Outra coisa, quando você executa o procedimento, agora que eu lembrei, você tem que fazer uma descrição da cirurgia. Primeiro, a incisão, tal. Isso tem que ir para o prontuário, tá, pessoal? Isso também ajuda a defender você. Está vocês também mantêm controle do que foi realizado na cirurgia, beleza? Utilizar as agulhas corretas, né? Os tipos de fio correto, os tipos de fio menos inflamatório, né? Utilizar o bisturi de acordo. Eu, particularmente, quando faço uma incisão num lado, eu não uso a mesma lâmina para usar do outro lado. Eu quero uma lâmina precisa. Muito barato, tá bom?

Ter o cuidado de secar quem tá fazendo platisma, quem tá fazendo cervicais, enfim. Ter um cuidado de emocionar esses tecidos de uma maneira tranquila, porque você vai passar essa câmera. Você põe muita força, você transfixa o teu plano correto, você cai em outro plano. E aí começa a dar os problemas, entendeu? Paciente com essa sangrar. Músculo, ele é muito irrigado, pessoal. E a partir do momento que se elege um músculo, vai sangrar pra [ __ ]. Com as incisões pequenininhas, vocês não conseguem controlar e fica sangrando.

Tá muito cuidado com bisturi elétrico. Bisturi elétrico, ele... Tô gostando dessa ficha aí, já que eu não sabia que a gente usava essa ficha ainda. Não, bicho, a ficha foi quando eu me formei, mano. Faz tempo. Mas enfim, já vi que a Jaque tem que comprar o ar. Clínica, hein, pessoal? Ela tem controle. Vamos lá. Bisturi elétrico, pessoal. Todo mundo aí que faz essa abordagem extrabucal, ela até fechou a câmera aqui porque eu tô sacando ela daqui. Mas enfim, todo mundo usa bisturi elétrico aqui? Quem faz lip lift? Aqui ninguém faz, beleza? Se vocês fazem uma incisão submentoniana, começa a sangrar. Como é que você constrói? Como é que vocês controlam esse sangramento? Quem faz aí lipoaspiração, por exemplo? Faz uma incisão e tem um sangramento mais intenso. Usa bisturi elétrico. Para quem for usar, pontual. É que eu tava achando no microfone e além disso, tá falando do pós-operatório ainda. Manda além da ficha, além da da web, eu ainda mando por WhatsApp. Ainda tá certo.

Bisturi elétrico queima, tá, pessoal? A gente tem que calibrar ele, saber como utilizar. Ele é um instrumento de grande valia na mão do cirurgião facial, tá? Porque ele serve para fazer incisão e serve para cauterizar, tá legal? Só que você tem que estar calibrado numa maneira correta. Se você usa de uma maneira, você pode causar uma queimadura no paciente. Aquilo queima, tá? Você lesa o tecido mole. Então, a gente tem que ter muito carinho com o tecido mole. Quem vai fazer cirurgia oral menor, assim, faz uma abordagem onde você abre mesmo para enxergar e colocar os seus afastadores. Pode ser Ministro, outra que eu uso para [ __ ], enfim, mas pode ser um Farabeuf, qualquer outro tipo de afastador. Inevitavelmente, a tua broca vai passar em lugares não afastados, você vai lesar. Já começa a aumentar a mobilidade do procedimento. A gente não dá para ser para prejudicar ninguém, não, por erro nosso. Então, a gente tem que cuidar dos tecidos moles para que, no final da cirurgia, a gente consiga fazer uma sutura adequada e esse paciente volte milagrosamente com uma cicatrização maravilhosa. Vocês usaram arnica? Esses óleos aí que vocês têm agora, como é que chama? Esses óleos aí que o pessoal passa? Tem óleo para tudo aí. [ __ ] essenciais, né? Óleos essenciais. Então, tá. Isso funciona, tá? Eu nunca utilizei. Eu fiz uma, uma vez, eu fiz uma disjunção maxilar numa paciente no curso lá de Campinas, elas são Leopoldo. Uma dica, uma cirurgia hospitalar, e ela voltou totalmente cicatrizada. Ele para fazer uma semana. Eu falei: "Que que ela fez?". Porque aquilo é atípico, né? E ela utilizou, seguiu todas as nossas orientações, mas ela utilizou para uma representante desses óleos essenciais aí. Ela fez uma misturar com aquela [ __ ] lá, fez um bochecho, não sei o que que... Meu, ela voltou totalmente cicatrizada. Então, eu creio nisso, né?

Laserterapia me ajuda muito na cicatrização. Todos os pacientes são indicados terapia, tá bom? Ah, mas para qualquer tipo de processo? É para qualquer tipo de procedimento? Sim. A gente não subestima procedimento, não, pessoal. A nossa colega aqui falou que o paciente foi a óbito. Ela nesse paciente que teve a medicina? Não, não foi. E quanto ao bochecho que o senhor acabou de falar? E eu fiz minha especialização em Hoff, lá na Mandic. A água ozonizada, ela é muito, muito indicada para ser usada, muito, né? Eu tive uma aula com um cara duro que o equipamento não é tão barato para você ter isso no consultório e fazer o preparo, né? Mas enfim, pelo menos não, professor, não é tão caro. É R$ 7.000 o gerador. O que faz a água é R$ 1.500. Eu uso no meu consultório. O ozônio e mandei e comprei outro, deixei no local que eu indico para a pessoa fazer a drenagem, que é para acelerar a cicatrização do meu paciente, entendeu? Sim. E os pacientes recuperam muito mais rápido. É muito melhor. Não é fantástico a recuperação associada a ozônio, laser, né? Dos pacientes de nariz. E aí que a gente consegue juntar as nossas experiências, né? Cada um vai trazer um pouco de ingrediente para o nosso bolo e a gente vai atingir o que excelência, né? Então, é legal a gente saber que a ozonioterapia funciona muito bem, que os óleos essenciais, eles são tops, que a laserterapia ajuda, que uma acupuntura pós-operatória. Vai. Então, a gente acredita muito nisso, tá bom? Não tem acesso ainda ao ozonioterapia, não faço isso ainda, mas vai ser um caminho que provavelmente a gente vai sim. Alguma dúvida até aqui? Meu time, vamos embora. Beleza.

Olha lá, a fotografia não tá legal, mas vocês estão vendo uma úlcera aí no lado, né, pessoal? Saiu uma queimadura, tá bom? Uma queimadura com bisturi elétrico. Eu, particularmente, já tive uma intercorrência. A queimadura é um grau 3, né? E uma vez, operando há muitos anos atrás, fazendo uma cirurgia, oportunidade privada mesmo, não dá cirurgia muito grande, né? Ele é muito elaborado. A gente tem que ter um foco. Eu, nesse dia, levei uma estagiária para fazer a segunda assistente. Tava a primeira assistente lá. Eu comecei a fazer osteotomia na mandíbula, e aquela [ __ ] daquele motor começou a esquentar. Eu tava focado na osteotomia, só que aguentando na minha mão aqui quente. Só que eu não vi que uma parte da caneta, né, estava encostada no lábio do paciente, né? E esse paciente teve uma queimadura de terceiro grau. Ele teve que passar por um procedimento estético, entendeu? Porque a culpa é minha, né? Sou responsável pelo procedimento. Mas, na verdade, quem vê isso é o segundo assistente. Ele tá. Ele olha para mim, ele chega: "Olha o lado, você tá encostando no lábio". Então, a equipe integrada é isso, tá? A gente tem que tomar muito cuidado para não causar esse tipo de lesão. Eu tive que acessar cirurgia plástica. Poderia ter sido processado. Paciente ficou com alguma cicatriz? Ficou. Ficou com risco? Foi feito um procedimento de cirurgia plástica, ficou com risco. É meu amigo, né? Ficou meu amigo dele, tudo. Mas, enfim, eu poderia ter evitado, né? Por isso que um time bem treinado, uma, se você vai fazer um procedimento, você tem que ter uma pessoa preparada para fazer com você, ou então você tem que ter um assistente, nem que seja uma pessoa que colabora na clínica, USB para afastar para você, mas tem que ter treinamento. Porque você foca muito no procedimento e o resultado do procedimento, por incrível que pareça, não é só na mão profissional, tá? É na mão dos assistentes. Um bom afastamento, uma boa aspiração. Ninguém suga aqui, é um sugar a área. Então, uma aspiração competente, um afastamento legal, isso utiliza o teu resultado. Então, tem que ter time treinado, tá legal? Essa é uma intercorrência que acontece muito, né? Quando a gente utiliza a caneta de alta rotação para extrair dente, a gente vai fazer remoção de osso, osteotomia, e a gente usa aquela [ __ ] daquela caneta lá com aquele que queria ficar nervoso e você vai jogando tudo para dentro da boca, né? E o paciente, ele vem falar: "Nossa, eu tô com inchaço". Mas gozado, não é um inchaço do hematoma, né? Não é um enfisema que você teve ar que ele migrou, né? Se jogou esse ar tá dentro dos tecidos moles e demora para sumir um pouquinho. Como fica um espaço morto, pessoal? A gente é obrigado a cobrir com antibioticoterapia. Qualquer espaço que a gente tenha morto no paciente, a gente tem que cuidar com antibioticoterapia. Muitas vezes, colocar dreno, tá bom? Por isso que a gente faz aqueles curativos mais oclusivos e apertados para não deixar espaço morto. Quando a gente tem espaço, a gente tem coleção de bactéria naquela região e o paciente envolve uma infecção pós-operatória, te atrapalha, tá legal? Hoje, a gente, vocês vão, a gente ainda usa caneta de alta. Eu, particularmente, não uso mais, faz alguns anos, tá? Eu só uso o motor elétrico. Está 40 mil dólares. Me interessa é o motor elétrico para evitar. Eu uso aquele negócio lá com outro americano chamado Strike, tá? Não vou ter esse tipo de problema, beleza? É raro acontecer esse tipo de intercorrência, mas na clínica de vocês que vão começar a fazer esse livro, não melhora, pode se fazer presente. E aí a gente sabe cuidar. Se interessa, pessoal, aquilo que eu falei para vocês, toda vez que a gente vai fazer a extração no dente, a gente tem que conhecer anatomia todinha daquela região e conhecimento. Ela pode tá de qualquer procedimento. Se eu vejo que ele tá perto de entidades anatômicas importantes, como, por exemplo, um siso tá perto do canal mandibular ou está no canal mandibular, jardim, timão, eu vou pedir uma tomografia computadorizada com os cortes axiais, coronais, sagitais em 3D, beleza? Tá perto do tuber também, tá bom? Se é uma mandíbula menorzinha, peço também a tomografia. Eu quero saber como é que a espessura, porque eu vou botar ali meu forte, pisam, eu vou botar minha alavanca, poste uma fratura. Se era maxila, eu preciso ver se senta muito perto do tuber, se a raiz é muito avantajada, entendeu? Se tá perto do seio maxilar. Então, tudo isso te tira cara. Não é, não é, não pense que é difícil você pegar um siso superior erupcionado, onde você não fez solicitação de exame complementar. Você acha que aquele dente é muito fácil, porque o siso superior erupcionado, ele é simples. Começa no chá, não luxa de jeito nenhum, não luxa. Você começa a botar força, você põe alavanca, ela entra perpendicular, tá? Não vai. Começa a luxar um pouquinho, mesmo assim, tá duro. Você mete o forte e puxa e vem o tuber junto. Que aconteceu isso? Eu já vi várias intercorrências com isso e sangra pra [ __ ], tá bom? Se acontecer isso, foi falta de preparo, de planejamento, né? Foi falta de você tá com exame de imagem mais, mais apurado para você poder estruturar aqui naquele dente, não era para você botar lá falando, cara, ainda e nem força. Ele deveria ter fragilizado ou partido por uma onde eu vou segmentar o dente, né, pessoal? Eu vou segmentar o dente em pedaços para poder evitar fraturas ósseas, tá bom? Se a gente vai lá e pega, por exemplo, um dente onde eu fiz uma cirurgia ortognática umas semanas atrás e esse paciente já veio pronto e ele veio com dente incluso, só o lado direito, ou não tá verticalizado mesmo, mas inflawatch, o cara tinha que operar de qualquer jeito porque ele tá de mudança, vai perder o convênio. O cirurgião-dentista que pegou, fez o ortodontia, fez o preparo, ele deveria ter indicado, né, a extração, porque a gente pede extração de 6 a 9 meses antes da cirurgia urinária. Mas vamos lá. Não vou fazer. Eu vou fazer essa extração na cirurgia. Dominar há muitos anos atrás, eu peguei um caso semelhante, onde eu tava muito craque em tirar incluso. Eu falei: "De boa, vou tirar desse redator da Record na cirurgia". Quando eu comecei a fazer a osteotomia, fiz toda a osteotomia com CR broca, quando eu comecei a abrir, bater com formão, eu tive um bad split, foi uma fratura desfavorável, porque porque eu subestimei o procedimento. Não tinha osso suficiente. Eu bati o pedaço vestibular inteira. Depois eu tive que me virar nos 30. Como eu tenho experiência com trauma, eu já operei todo tipo de trauma que possa exigir no mundo. Não falo isso com arrogância, mas é porque eu sou um cirurgião do SUS. Eu sou cirurgião dos SUS, faço a parte privada, mas sou cirurgião do SUS desde que eu me formei. Eu soube manipular aquela fratura de mandíbula. Voltando para cá, duas semanas atrás, peguei um caso semelhante, onde eu me lembrei desse caso desse cara aí da Record, e eu fiquei ali. Eu não, também tem o mesmo intercorrência. Então, o que que eu fiz? Deixei o dente incluso lá e fiz uma modificação da nossa família. Tá? Mudei. Porque porque eu estudei o caso antes e fiz o todo planejamento. Então, a gente tem que tomar cuidado com essas tábuas ósseas, tá bom? E se a gente pode perder tábua óssea, não tem problema na extração lendária. A gente remove. Só que ele, muitas vezes, a gente tem uma necrose séptica, porque você usa tanto motor ali que você acaba, mesmo tendo irrigação, você acaba queimando o osso e a criança está morta. E o paciente relata que aquela expõe esse osso. E aí, meu, os inteligentes tentam cobrar ainda, certo? Porque aquele outro tá morto. Seria pensar que ele ou se balançar, sai na porta agulha, eu saio numa pensa que é. Então, normal se isso acontecer, é mais tranquilo. Se tirar aquele osso necrosado, morto. Nunca subestime, tá bom? A mandíbula, quando for fazer extração em terceiro molar, aqui a gente fala que é raro, mas não é raro. Não é só você usar uma força em excesso numa extração do dente. Repouso, se você for fazer isso, você pode ter uma fratura de mandíbula. E fratura de mandíbula se trata onde, pessoal? No hospital. Inocente cirúrgico, tem que abrir, tá? Beleza? Não vai fazer como um colega meu que foi fazer tirar um dia. Pegou uma velhinha. Ele é super hiperprotético, dentista especialista em implante. Agora, tá pegando o título de especialista em cirurgia de Osasco também. E ele, antes, ele tinha uma viagem para Europa. Ele foi finalmente uma senhora inclusa. Ela não queria fazer um protocolo. Ele fraturou. Melhor ter deixado lá aquela [ __ ] lá, porque estava corretamente. Ela ia morrer com aquilo. Ela já estava com 78 anos. Tive que operar o caso. Comunicação bucossinusal. Ela é normal, tá? Na extração dentária. Só a gente pegar aqueles seis mais pneumatizados, tá bom? Então, você vem com essas comunicações, tem que saber fechar. Tá? O especialista em cirurgia tem que saber fechar. Não é uma cirurgia difícil, tá bom? É simples. E o paciente tem que estar comunicado. Agora, se você não pede um exame, não sabe o que tem ali, você extrai, faz uma extração seriada superior, primeiro molar, passo tudo. O paciente já viu que comunicou na hora que você faz a manobra de Champrego, avançar, tem uma comunicação. E aí você estrutura aquele negócio, ele volta de casa depois de uma semana ou antes mesmo, já relata, ele tá sentindo escape de ar por conta da comunicação. Se você tivesse comunicado que existisse, e isso queria ficar tranquilo. Como você não comunicou, ele acha que você leu ele, você causou aquilo lá. Foi você. Não teve habilidade, você causou isso no paciente. E aí já muda toda a configuração do negócio. Ele não [ __ ], mas estava assim. Ele sabe que ele vai falar para você: "Por que que você não me avisou?". Descobriu que ia acontecer. Entendeu? Beleza? Então, exame de imagem, a gente tira dessas situações. Eu lembro o caso de um cara que veio assim, um dentista foi tirar um vereador aqui do município aqui que eu trabalho. Vi, pedi porque ele estava, estava desesperado. Ou seja, ele não fez radiografia. Ele fez uma, uma extração seriada. Ele fez uma [ __ ] de uma comunicação do cara. O cara começou a dar uma pressão nele. Eu já não gostava do vereador, nem queria ter operado daquele caso. Mas um dia foi o dente falar com o filhinho dele com problema de visão que eu fiquei com uma dorme de três anos por causa do celular, acho que tipo encostado no olho. Falei: "Mas esse cara deve ter muito problema, né? Deixa eu resolver esse problema para o cara". Acabei operando e resolvendo problema para ele. Fechar comunicação gigante que ele passou no paciente porque ele não pediu. Fiquei com dó. Cara, deve ter problemas com aquela criança. Enfim, então, a gente tem que estruturar. A gente tem que planejar. Eu volto a falar para vocês: planejamento, saber quais são as complicações, evitá-las. Tem instrumental adequado. Antes de levar o paciente para cirurgia, anamnese, pedir esse paciente, pediu os exames complementares. Não subestimar isso, beleza? Vai para cirurgia, escolhe a melhor técnica, tem que estar com instrumental adequado. Se você indicou cirurgia, você tem conhecimento anatômico, você sabe quais são as entidades anatômicas naquela região, beleza? Paciente ao contrato, ele tem termo de consentimento informado assinado, tá bom? Tá tudo escrito. Tá terminando a cirurgia. Antes da cirurgia, você já passou as orientações pós-operatórias e repetiu depois da cirurgia. Aí acabou, pessoal. Vocês estão fechados, beleza? Não é difícil fazer cirurgia de boa, cara. Não é difícil fazer cirurgia. Pouco mais cedo facial, você faz nariz, [ __ ], por que que não vai fazer uma fratura de simplesmente mandíbula? Quem põe prótese? Ninguém. Por causa desse sentimento? Não, mas eu pretendo fazer isso. É ridículo fazer essa abordagem. Uma abordagem muito tranquila, tá? É sussa. De perguntas assim, então vocês vão ter conhecimento, mas tem que estar no hospital. Não dá para ficar fazendo curso à distância, né? Eu não vi você. Acho que a única que teve uma aluna só dessa turma que foi comigo, mas para o público, hein, pessoal? Não vi ninguém lá comigo. Ninguém lá comigo. Preciso que vocês se organizem, pessoal. Vocês estão querendo fazer a cirurgia, a especialidade, esses fase harmonização facial cirúrgica. Tudo bem, não tem nenhum problema. Ninguém tá aqui para fazer para pegar título. Tá aqui para aprender. Que a hora que vocês se foderem, vocês vão recorrer para um cirurgião de verdade. Vocês vão ficar: "Ah, nossa, mas eu sou especialista de merda, né? Não sabe controlar um sangramento, não sabe fazer [ __ ] nenhuma. Tem que chamar um outro mais competente". Porque porque ficou fazendo à distância, né? Então, pessoal, é caro. Eu sei que é caro, mas você tem que pegar o avião, tem que vir de carro, vem de barco, vender helicóptero, vem para o hospital público. Vocês estão agora com dois hospitais públicos no curso. Eu desconheço a especialização aqui no Estado de São Paulo, que é uma referência para o Brasil, sem subestimar os outros estados, que tem dois hospitais públicos. [Música] Isso causa porque maturou na hora de extrair o dente. Saiu ou foi um erro de vocês. Ou fazer a parte da extração dentária na boa, com essa exposição do alvéolo aí, tem um ossinho aí, um baioz, preenche ali por uma membrana, ou põe cuspe mesmo. Tô brincando, pessoal. Põe, põe um osso, põe uma membrana, ou não põe nada, vai cicatrizar. Apenas regulariza as bordas. Tá precisando com umas espículas aí, o paciente fica se queixando, tá bom? Vai ficar enchendo o saco de vocês. Tem que abrir de novo para poder limpar essa região. Então, sempre arredondar essas arestas ósseas aí. Isso é uma regra. Vocês vão ver na cirurgia oral menor. Vem a massa mesmo, galera. E aí sangra, tem comunicação? Sim, pode ter comunicação. Aconteceu. Calma. Vamos resolver. Vamos fazer meu hemostasia por não cumprir aquela região. Vamos botar uma gaze. Pode fazer os diamos tarde que vocês têm aquelas esponjinhas. Tem um que é muito bom para quem faz cirurgia que nem vocês, que é o Surgicel, que é o melhor que tem, melhor que a esponja de fibrina. Controla sangramento. Observe para lavar bem para o sangramento. Estrutura, tá? Mas muitas vezes isso acontece porque esse dente pode ter usado e difícil. Tranquilas, dadas. Ele tem uma raiz muito avantajada e quando ele, dependendo do grau que você põe a força que você põe forte, seu grau que se inclina e a força que você põe na alavanca, fratura mesmo, tá bom? Então, tem que tomar cuidado. Talvez um exame de imagem, você não vê que não ia dar para colocar porque eles é muito grande. Já repetiu isso 200 vezes. Passa uma broca em volta do dente, fragiliza esse alvéolo, cria um alvéolo cirúrgico para agilizar unitária para você poder remover lucro com tranquilidade, tá bom? E outra coisa, pessoal, regra número um, que não é só para essa cirurgia, tá? Sangrando, tem que parar o sangramento antes de fechar. Tá? Não pensa que ser com aqui a mão divina vai resolver. Mentira, resolve. Eu creio muito na, pode crer demais na parte espiritual. Faço até minhas orações. A gente sempre vai qualquer tipo de cirurgia, mas vocês têm obrigação de fazer o hemostasia mecânica na paciente. Usar um remédio ou então usar uma esponja, uns ossos de Selma, malha de fibrina, tá? Para poder controlar esse trem aí, beleza? Não se fecha paciente sangrando, vai fazer um hematoma gigantesco e associado com edema, muitas vezes, tá bom? E aí tem que treinar. Não dá, não dá para você fechar os olhos para isso. Então, a gente tem que controlar, tá? Com bisturi e cauteriza, tá? Sem bisturi, faz uma compressão, beleza? Esse tá enxergando até ali, até liga, pega um fio de algodão, tá? Mas para esse sangramento, beleza, tá bom? Fraturas de mandíbulas aí, ó, geralmente na região de ângulo. Ela corre que vocês estão vendo aí, né? É normal, não é difícil acontecer. Pega uma mandíbula mais fininha, mais delgadinha, pega uma menininha, mas, né, que é uma mandíbula mais fininha, você vai lá e mete aquela, aquela alavanca de ser alguém reta que parece um trator e gira, e aquele dente não mexe. Você começa a botar força, fraturou. Como vocês estão com formação, estão com seus estágios devidamente em dia nos hospitais, vocês vão poder fazer a correção, né, da fratura, né? E a gente lembra aqui que o princípio de todo tratamento de fratura, qual que é? Óssea em qualquer parte do corpo humano é reduzir a fratura e fixar, beleza? Não tem como não fazer desse jeito, tá? Tem que ser feito exatamente dessa maneira aí, tá bom? Alguma dúvida aí, tá? E outra coisa, tratamento de fratura de mandíbula por conta de extração dentária, pessoal, é no hospital. Vocês vão ter intimidade. Eu quero que você saia mais no ambulatório, entre mais no centro cirúrgico, tá? Vocês vão sentir mais seguros, vai ser melhor para vocês. A gente vai estar mais controlado no hospital dia, vai estar melhor. Perfeito. Ah, tá. E aí, que que eu uso? Se eu tiver uma fratura como essa? É bom você pode. Eu, quando tenho fratura de ângulo de mandíbula, eu me abordagem de escolha no SUS é esse oral, tá? Eu gosto de abrir por fora, eu já vejo onde é que tá. Imaginando se for um serviço público, OK. Agora, se eu tiver mais recurso no serviço privado, tenha os contrário, você também posso lançar mão de fazer. Vai dar muito trabalho, tá, pessoal? Às vezes, você faz uma abordagem estrutural e faz uma incisão intradérmica, cuida daquilo, daquele acesso, fica nem marca. E a gente sabe onde executar essa abordagem, essa incisão. A gente faz uma sombra da mandíbula. Quem de vocês comprou o livro de acessos ao esqueleto facial? Do Hélice? Alguém comprou esse livro? Eu botei em PDF para vocês. Presta atenção. PDF não serve para [ __ ] nenhuma. Vocês acabam não lendo o livro, tá bom? É melhor ter o livro físico lá. Tem abordagem de nariz, tem abordagem de mandíbula, retromandibular, submandibular, pré-auricular, retrognatia. Tem tudo isso lá. Esse é uma revisão muito legal porque ele é bem prático esse livro, bem clínico. Acessos Cirúrgicos é o Esqueleto Facial do Hélice. É o nome do autor. Tô vendo aqui, ó. R$ 800, 8618. Enfim. Deu para entender que você tem que ter esse livro. Como pode, de repente, vocês vão na estante virtual lá, querido usado, apesar que isso aqui é um livro que tem que estar aí na prateleira do cirurgião maxilo. Tá? Eu lembro desse livro aí quando ele tivesse era em inglês, você tinha que traduzir tudo, bicho. Agora tá em português. Pessoal, seguinte, vamos fazer só um tempinho aí, a gente volta daqui. Não pode levantar, fazer xixi e lavar a mão, beleza? Daqui a 15 minutos a gente volta para dar sequência. Tô falando demais aí, tá tudo beleza? Vamos pegar, vamos dar 15 minutinhos, a gente volta. [Música] 15:45. Fechou. Daqui a pouquinho. Tão cansado aí? Bom, pessoal, falamos aí de fratura de mandíbula, tá bom? Tá escrito aí no slide, manobras intempestivas, né? Ou seja, você colocar muita força. Aprende que para derrubar um cirurgião buco-maxilo experiente, basta um dente, tá bom? Então, não tratar com desprezo, né? Quando a gente subestima patologia, a gente se ferra. Fraturas patológicas acontecem sim, principalmente quando tem dentes, alguns tumores benignos ou até malignos envolvendo as estruturas dentárias associadas à mandíbula, tá? Então, por isso que vocês não vão cair nesse erro de realizar uma fratura patológica, porque vocês pediram os exames pertinentes, OK? Pessoal, aqui, ó, comunicação. Ela que a gente falou das intercorrências. A maioria dos colegas se assustam com isso aí, mas isso é muito tranquilo de resolver, né? É muito tranquilo de resolver. Se a gente não resolve uma comunicação, o paciente tenta num processo de sinusite crônica, né? E fica uma fístula, tá bom? Vai ver que vai beber água, cara, enche a boca de água, escorre pelo nariz, entendeu? Lembra que na, a gente tem a identidade anatômica que eu gosto, que faz uma comunicação do seio maxilar com a cavidade nasal, né? E quando você enche aquele seio, estimula, chega perto do ócio, eles correm por dentro do nariz, tá? É uma tomografia vai te dizer que tem um velamento. Muitas vezes, primeiramente, a gente trata infecção do seio maxilar para depois executar o fechamento da fístula. Você tem a primeira oportunidade de fechar fístulas, né? Quando vocês fazem o avançado para ver que está escapando o ar por ali, vocês fazem, fecham com uma estrutura adequada. Se mesmo assim, o que? Calma, comunicação. O que? Sinusal. Ficam tranquilos, não tem problema. Vamos controlar aquilo e fechar no segundo tempo. Faz um acompanhamento para ver se esse paciente não está fazendo sinusite crônica. Se fizesse sinusite crônica, tem que tratar sinusite. Melhorou realmente do seio por controle tomográfico, você parte para cirurgia de fechamento. Elas podem ser pequenas ou grandes, né? Vai depender aí, muitas vezes pequenininhas que a gente tem na hora, elas fecham já espontânea, sozinha, é maravilhoso isso, né? Se protege aquilo, fala que vai sentir, evitar usar canudo, falar paciente a surpresa, não fazer nada e não vai criar um trauma naquela comunicação do sinusória que ele vai fechar sozinho, espontânea. Ótimo. Agora, as maiores, como eu valetei naquele caso que o cara fez a extração seriada, não tem jeito, né, pessoal? A gente tem que partir para o fechamento mesmo com retalho. Esse retalho, ele pode vir de vestibular com tecido adiposo, ele tem pelo palato. A maioria dos colegas gostam de puxar da vestibular, depende da posição. Eu só uso o vestibular e às vezes nem o vestibular. Eu gosto muito do retalho do palato, tá? Que eu faço em raquete e isso próximo desenho, organizo ou até às vezes pega um papel alumínio, eu ponho em cima do modelo do desenho. Retalho, manda ao tocar, vai na hora de fazer cirurgia, eu ponho como um guia até, né, um template, né? Posso usar, né? Tranquilo, tudo isso é detalhe, né? Qualidade e atenção aos detalhes, né, pessoal? E gira esse retalho do palato. Já fechei retalho onde eu não de paciente de distração dentária, mas uma vez chegou um paciente para mim, um serviço público, ele tinha uma comunicação de mais ou menos 11 milímetros de diâmetro, é grande, tá, pessoal? Por conta de um experimento de arma de fogo. Ele estava no porto dentista, ele entrou um bandido lá, assaltante. Ele, eles entraram em muita corporal com o cara, o cara deu um tiro e pegou uma boca dele, fez uma comunicação mesmo buco-nasal, um buraco de mais ou menos 11 mm. E aí ninguém queria botar a mão naquele negócio lá. Quando eu digo ninguém queria colocar a mão, eu digo médico e nem dentista. Ninguém queria fazer. Aí eu falei: "[ __ ] cara, tá aí, não consegue conversar, né? Não consegue ter uma vida social porque ele fala é pelo parto, enfim, não consegue comer, não consegue se alimentar, vai ter que usar uma placa no palato o resto da vida. Não. Eu falei: "Eu vou fechar". Estruturei, fiz um design numa de um retalho em raquete do palato e girei, fechei aquilo lá com tranquilidade. E onde eu girei ficou aberto, foi por segunda intenção, né? Fica um pouco dolorido. A gente conhecimento para proteger, mas tudo bem, pessoal. Antibioticoterapia, né? Pode fazer descongestionante nasal, OK? E sempre acompanhando. Não adianta você se fechar em comunicação se ele paciente apresenta sinusite, não vai fechar mesmo vocês executando o ato, tá bom? Vai acabar voltando aquilo lá, beleza? Pequeno faz uma sutura. Olha só, tem uma mãe aqui. Muitas vezes a gente não consegue cortar as bordas, principalmente na maxila, né, dos dentes posteriores, aí de canino para trás, já começa a ficar difícil. Então, tem uma manha. Você vai pegar um descolador de Monte, você vai entrar com aquele descolamento embaixo do periósteo. Eu falei para vocês que é um descolamento superior, tanto pelo pela vestibular com pela região palatal. Você descola, deixa mais mole e ele tem uma discreta elasticidade e eu consigo conectar melhor. Isso é uma manha. Agora, vocês vão tentar direto, já inserida no rosto, sem você soltar aí, fica mais difícil. Então, esse é uma manha. E muitas vezes, por vestibular, vocês podem fazer duas relações mini relaxantes na mucosa, tá bom? E alongar esse tecido, vindo cobrindo ao véu, tá? E fechar. Qual fio eu gosto de usar? Um fio chamado na mandíbula, esse caso também, quatro zero, cinco zero. É quando eu faço esse vídeo também, mas pode ser o monocril, tá? Porque [ __ ] porque ele não é tão, ele não inflama como Vicryl e ele cai sozinho, né, pessoal? Você não precisa ficar tirando, né? Quem dá ponto de algodão aí depois com fio de nylon, fica machucando, faz processo inflamatório, tem que tirar depois. Aí não precisa, ele absorve sozinho, tá bom? Então, são comunicações pequenininhas, você estabelece uma um quadro cohabita as bordas com essas manhas que eu tô falando para vocês, pode testar e fechou e acabou, tá bom? Tranquilo. Quando a gente tem uma maior que vocês estão vendo aí, olha nessa fotografia no canto esquerdo, superior, a gente vê a comunicação aí. A gente tem que fazer parte de retalho. Olha o retalhinho girado ali, ó. Olha o manipulando retalho em baixo. Olha eu girando retalho em cima e eu sou turano, tá bom? Essa parte aí que está aberta, a gente passa uma sutura só para organizar o coágulo, mas quando é um retalho muito grande, acetona não serve de picar nenhuma, tá, pessoal? Vocês podem fazer uma proteção com semente cirúrgico. Esses são os meus detalhes. Pequeno, tá? A gente pode fazer. Eu falei para vocês, a gente já fechou comunicação de 11, 12 mm, tá bom? E dá para fechar. Mesmo é desconfortável um pouco do paciente, a cicatrização e se resolve um problema, né? O cara tá com buraco na boca, né, pessoal? Não dá para comer nada, corre, não dá para falar, escapar, enfim. Então, é nosso sucesso. Agora, se esse comunicação tiver muito para vestibular, a gente puxa o retalho da mucosa jugal, tá? Faz uma briga até ali, né? Porque você faz um, faz uma ponte, né? Depois, no segundo tempo, se incomodar o paciente, vocês podem fazer uma profundamente de suco cirúrgico, que é muito ridículo de fazer, muito simples. E muitas vezes, quando a gente faz essa abordagem superior, a gente até tem uma exposição do corpo de [ __ ] atrás dele também. Você preenche o alvéolo, o corpo de bichar e cobre esse corpo de bichado, cobre o ovário também, fica ótimo, pessoal. Resolve o problema do paciente, tá bom? Lógico que esse paciente tem que fazer uma parte deles, né? Não pode fumar, não pode, não usar caneta direitinho, não pode ter infecção de sangue lá, né? E aí vai tudo, vai dar bom. Olha a bola de bichar. Quem faz bichectomia? Tranquilo, pessoal. Faz aí a bichectomia. É aquela, aquela gordura mesmo da boca bucal. Tranquilo. Todo mundo tem experiência. Eu, lógico que vocês não sei qual que a abordagem que vocês fazem. Que vocês vêm com aquela linha oblíqua nesse traço, uma paralela saindo do estênio e uma vertical, perpassa um oblíquo aí, não dá, né? Aqui já é mais uma abordagem fundo de suco mesmo. A gente pega a parte alta do corpo de pose. Bom, assim, outras acidentes e complicações de cirurgia oral menor. Sempre tem alguma coisa. Bom, fratura de dente, fratura articular, deslocamento de fragmentos dentários, pode acontecer. Se você vai fazer uma situação no siso de um dente onde o dente do lado tem uma, uma reconstrução muito grande, a gente sabe que tem risco de fratura, né? Entendeu? De fatores. Tem comunicar o paciente. Ou você usa uma outra estratégia. Você entra, coloca aí, você faz aquele guerra. E eu, particularmente, adoro usar brocas e crias, tá? Tem as duas primeiras, 23, 28 mm, ou 21 e 25, eu não lembro mais o comprimento. Tem que ter as duas. Muitas vezes, você precisa da broca longa para fazer acesso, tá bom? E eu faço esse GAP fragilizando essa implantação da Itália e quando eu vou colocar minha alavanca, ele fica mais fácil. Não preciso tanto do apoio dentro. Agora, vocês pega uma instalação grande, vai tirar o dente do lado, se apoiar a relação vai quebrar. Se quebrar, você tem que fazer, né? Ou então você comunica o paciente, ela tem risco de fraturas, vai ter que fazer, tem que tá avisa do que é tratado radicular é muito simples, né? Quando a gente pega um tratamento, por exemplo, eles pacientes muito menos força, porque não dá. Eu já passo para minha estratégia, esse GAP entre as raízes e vou lá tranquilidade. Eu não vou brigar, eu não quero que essa raiz fator. Será que eu vou buscar lá dentro do hotel? Já começa a virar uma cirurgia maior. Então, tudo isso faz parte da estratégia cirúrgica, né? Estratégia cirúrgica é como se fosse uma operação militar. Você tem que pensar em todos os detalhes para que você tenha êxito para qualquer cirurgia, beleza? A gente pensa assim, tá jogando sem o maxilar, implante mais complicado, né? Porque você prevê, né? Aqueles casos meio que borderline, né? Já tem uma espessura, uma altura óssea pequena. O cara ainda se acha uma maneira implante. Então, nem isso, mas joga pelo WhatsApp, não dá para tirar na hora, né, cara? Não tem que fazer essa abordagem. Uma causa look que ela vai fazer uma janela no hospital, né? Eu prefiro que tenha uma iluminação boa, aspiração e se acontecer com dente, mesma coisa. Não é para se assustar, porque o paciente já está sabendo que existe o risco. Você já fizeram avaliação pré-operatória, você já fizeram avaliação do exame tomográfico, radiográfico também. Vocês falaram que se acontecer, tem que ir para o hospital, fazer programar e fazer um outro tempo, tá bom? Espaço submandibular, a mesma coisa. Quando cai lá para a região da glândula, é muito difícil de tirar na hora, tá? Sangrando, você não quer respiração boa, faz um segundo tempo. Jogar em outras regiões como espaço, tem que ser um movimento muito forte, muito, tem que estar numa posição muito top para isso acontecer, né? Mas acontece também, tá bom? Olha aqui, ó, o espaço temporal, o espaço de mandibular. E aí, tudo bem? Tem que achar na hora. Ah, não achei. Para a gente começa a alongar. Eu falo para vocês que uma cirurgia de dente do siso, pessoal, complicada. Não pode demorar mais com uma hora, tá? Não pode demorar mais de uma hora. Uma cirurgia para menor no siso que demora em outro dia, ali, numa paciente, uma colega que ela estava ajudando uma outra colega que chama. Ela já estava acho que quatro a cinco horas, né? Foi para o consultório, não era especialista em extração dos quatro seios. Fez. Quando foi tirar o terceiro dente, deu. Ela tomou um pau do [ __ ]. Ela não conseguiu tirar. Ela deixou lá. Ficou operando quase 5 horas, pessoal. Que música, que boca, que aguenta? Quem que consegue perceber? Porque faltou planejamento. Não tinha tomografia. Se perderam o procedimento. Depois, eu ia panorâmica [ __ ] raiz. Parecia que estava toda dentro do canal mandibular. E que ela não indicou, né? Especialista é aquele lance que eu falei dos limites da gente. Toda vez que a gente passa dos nossos limites, da zica. Quando a gente tínhamos o deslocamentos mais importantes, a gente não consegue tirar por dentro da boca, a gente faz abordagem aceral. Essa foto, esse desenho que vocês estão vendo aí, é do Hélice, tá? Um livro muito legal, você tem que comprar esse livro, tá? Ele é bem legal. Espaço de mandibular, caiu. Faço o acesso, eu chego na parte óssea, faço uma incisão no ligamento técnico, uma critério, separa os músculos e vou lá buscar, vou tentar pescar esse peixe, tá? E a gente acha assim, tá bom? Lá em fé temporal, principalmente quando tem um tudo é muito delgado, você foi uma força, alguém que gira para região infratemporal, galera, para o espaço bucal ali, tá? Zica, tá? Lembra que a gente tem que tomar cuidado, tá? A gente faz esse espaço infratemporal, a gente tá vendo aquela fossa ali, que a fossa etmo-palatina, né? Qual que é aquela vermelho? Aquilo ali é uma matéria que passa ali, né? Alguém sabe o nome dessa terra? Sim ou não?

Pessoal, é artéria maxilar. Além da artéria, a gente tem um nervo. Essa artéria, se vocês pegarem, sangra por paciente, morre na cadeira, tá? Não dá tempo de salvar. Ela é muito calibrosa, então não é para identificar lá para fechar. Vamos fazer uma tomografia, vamos localizar as coisas, vamos organizar para a gente tentar tirar esse dente. É uma tentativa. Muitas vezes você não acha, aí você começa a ficar, você começa a querer cada vez mais profundo. A gente tem essa entidade anatômica aí, tem que tomar muito cuidado, tá bom? Eu já tive intercorrência com a maxilar, sei que não é brincadeira, tá bom? É terrível.

Acidentes mais comuns de axodologia: use na D4 forces, pega um dente com um processo cariogênico alcançadíssimo, dilaceração de raiz ou hipersensibilidade. Excesso de força, a gente pode ter todas aquelas complicações que a gente já viu, mas a gente não vai cair nisso, porque a gente vai fazer diagnóstico primário, né? A gente vai ter diagnóstico pré-operatório, né? A gente vai ver que tem uma hipersensibilidade, a gente não vai fazer nada no escuro. A gente vai programar. Muitas vezes para remover, a gente tem que fazer uma janela na parte vestibular ou palatina mesmo, tá? Para poder fazer extração de dente segmentado. Eu vou lá e faço uma odontosecção nesse sentido. Não sabe inteiro, nunca tem que tirar muito osso para sair inteiro. Pode fazer um procedimento menos invasivo, né? Tudo hoje tá na moda, a cirurgia minimamente invasiva, não sei o quê, minimamente invasiva. Lógico que essa é uma tendência de tratamentos, tantos médicos, né? A gente fazer acesso menor, a gente fazer tudo minimamente invasivo. Quanto menos invasivo, menor a mobilidade.

Lesão de tecido nervoso, a gente pode ter vários tipos de lesão, né? A gente pode ter histórias de você encostar no nervo, por exemplo, aí no mentoniano, você já para de funcionar para sentir, começar uma parestesia, não uma paralisia, é uma parestesia. Paralisia do facial, tá? Que também levou isto, mas ele é mais motor do que outra coisa. Enfim, tem que tratar, tem protocolo em reversão. A primeira que a gente entra com Etna. Eu gosto de entrar com Koeste, numa dois comprimidos de 8 horas, até por 60 dias, associam a laserterapia, tá bom? Acupuntura me estimula bastante, tipo, a gente tem grau de reversão grande. Quem faz isso? Eu não fisioterapeuta, manda para acupunturista. Convênio cobre isso, ou você contrata, o paciente contrata um profissional, tá bom? Para poder esse pacote de reversão do Etna, mas acupuntura, mas a laserterapia. Nossa, a gente tem respostas muito satisfatórias. Lembrando que todos os pacientes que se executam a cirurgia ortográfica, desenvolvem parestesia e a maioria dos pacientes contra uma facial também. A gente tem os nervos que medem a região mentoniana, sobre isso, influenciar informitária, tá bom? E a gente tem aparelho, muita parestesia no trauma, tá? Quando a gente quer essas fraturas e mandíbula do corpo, a gente tem uma secção do nervo, né? Aí a chance de voltar é muito pequenininha, mas já tive alguns casos que voltaram sim, mas é muito rápido, tá? São os tipos de examinar, tá aí, ó, neuropraxia, lesão sempre ele continuar e a tendência é voltar, tá? Mas independente do tipo de lesão que eu tenho, né? Eu hein, com o mesmo protocolo, pessoal, tá? Quando eu tenho um rompimento da parede de menina que eu estico muito nervo, né? A gente já parte com uma lesão mais séria, tá? Pode ter algumas parestesias piores. Aí você tem que tratar. Tratou, acabou, pessoal, tá bom?

Agora segmentação, né? A gente corta, né? Aí fica mais difícil. Geralmente o paciente fica com uma sequela na região da saída do pela pele e pela mucosa, na saída do mentoniano, né? Então, [ __ ] se eu vou lá, vou tirar uma [ __ ] no dente, eu vejo que esse dente está dentro do canal mandibular, muitas vezes eu parto já para uma estratégia de não remover a raiz, é só tirar a coroa, conecta minha, só deixa a raiz da e acompanha. Eu prefiro fazer isso. Correr o risco de ter que interceder de novo, pode ser, tem que submeter a cirurgia, porque muitas vezes só remover aquele agente externo com aquela coroa, fecho sobre o paciente, não fica para estético, né? Paciente não fica com uma lesão nervosa, né? Meu tratamento escolha, a literatura está vasta nisso, aí tá perfeito. Então, as lesões, a gente faz os tratamentos complementares, como a gente já discutiu aqui. A laserterapia é muito legal, é sempre mando também por fisioterapeuta. Produção do dexa-citoneurin, eu vou mais um Etna, mais moderno, parece ser mais moderna. Eu acho que se a gente não tem uma recuperação aí de pelo menos seis meses, pode contar que essa lesão vai ficar aí, tá? Aí não tem jeito. Pessoal, vocês tentaram de tudo, mas o paciente estava avisado que tinha esse risco, né? Principalmente que o nervo igual, a gente vai fazer aqueles sisos horizontalizados, entendeu? E aí a gente tem uma complicação maior, né? A gente tem que ter cuidado, a gente tem ciência que isso vai acontecer. Tudo que é avisado antes de documentado no papel, você tem mais chance de ser defender.

O trismo para cirurgias demoradas, não tem, pessoal. Trismo, então manipulação. Então, quando você enfia, tenta com anestésico, etérico, né? Você injeta um anestésico com muita velocidade, entendeu? Isso gera um trismo do paciente, demora, tem que fazer a fisioterapia, tá? Você já traumático, uma infiltração muito rápida, entendeu? Pode causar é muita fisioterapia, além de terapia relaxante muscular para a gente reverter o trismo. Lembrando que nas infecções serve faciais, principalmente nas celulites que eu falei para vocês, são gravíssimas. O paciente já vem trismado e isso é uma complicação. Esse paciente anestesia geral, aí que tá, que eu falei para vocês, e tá com fibroscópio para poder entubar esses pacientes e tiver como é uma situação emergencial, né? Ele tem que ser submetido a traqueostomia, tá? Infelizmente.

Beleza, hemorragia, já falei para vocês. Esses pediram todos os exames, causaram uma lesão na artéria. Tudo bem, aspira aquele trem lá, comprime bem para enxergar, tá bom? Agora, se o paciente terminar anamnese, é um histórico de alguma patologia na na cascata de coagulação, cinemafídico, um pseudo-hemofílico, lógico, vocês vão fazer nenhum tipo de procedimento. Sentar o paciente indevidamente preparado, né, pessoal? Tá por isso que os exames complementares, mas é que a gente fazendo comentários, mas muitas vezes esse exame eles não pegam, né? Mas aí já vem com história, já teve para sentir hemofílica, ele já vem com explorado torcendo filho, já tive intercorrência, né? Descobriu já uma outra lesão, né? Feito, pessoal, tranquilo. Vamos lá. Se for arterial, né, pessoal, vocês vão ver aí, ó, que a artéria facial, né, tranquila e ela puxa, tá? Ela cansa mesmo, sangra, ela é legal, mas aqui tá ok, eu tô enxergando. Dura fazer uma matéria maxilar que eu não consigo enxergar e é perigoso, né, pessoal? Aí tem risco, né? Olha que eu falei para vocês, esponja de fibrina, eu sou muito, hoje tem até um poema estático, tá? Que é um formato neolítico, tá bom? Que a gente joga esse pozinho lá, mas eu sou muito fã de Suíça, utilizado muito na neurociência, que é uma malharinha. Quem foi para o hospital, eu abro uma lá para vocês verem, tá? Tranquilo, cara. A hemorragia arterial é mais fácil porque ela pulsa, né? A venosa, ela vem um leito, né? Então fica mais difícil de você ligar as coisas ali. Às vezes, para aí, que é uma medicação que eu teremostasia, o paciente vem tomando anticoagulante, algumas drogas, AAS, enfim, mas você já pegaram isso na net, né? Paciente fala, eu faço curso de uso de anticoagulante, né? Você tem um protocolo, a gente suspende 24 horas antes, né? Para poder fazer o procedimento e não sangrar tanto, né? Deus quiser, estão aqui, a gente leva o paciente para cirurgia sem problema nenhum. Aí eu sou de céu, né? Que é amplamente utilizado, isso elétrico também, tá, pessoal? Só que não é todo mundo, tem uma mistura elétrica no consultório. Eu particularmente raramente facilmente consultório, nem tem isso. Leva no hospital dia ou leva para o hospital mesmo e consigo utilizar todo esses essas ferramentas que estão à minha disposição. Aspirador forte, um eletrocautério competente, tem, tem as medicações. O próximo, aí se caso aqui que vocês estão vendo, eu peguei essa variação anatômica, olha como artéria bifurca, entendeu? Então, se eu vou extrair esse dente, passar uma broca ali para fazer aquele alvéolo, aquele gap para facilitar a ministração, eu vou, eu vou passar a broca, artéria vai sangrar, placa cite aí, tá sangrou para [ __ ]? Tem que ter tranquilidade, pessoal, tranquilidade, tá? Só que assim, se é, se você tivesse interesse em terrência no consultório, vai dar trabalho. Então, ah, mas você não é excesso de cuidadora, não é sangra para [ __ ]? Sangra muito. O aspirador de vocês às vezes do consultório não é competente, entendeu? Você quer enxergar e você não enxerga. A gente tá acordado, vai ficar nervoso. Então, não vai para o hospital. Técnica demonstrosia, a gente usa o Transamin, tá? Eu gosto de usar, sempre faço uma bola antes do procedimento das cirurgias maiores, tá? Hoje a gente tem isso aí até piorar, tá bom?

Hemorragias pós-operatórias, pessoal, acontecem, né? Principalmente de paciente faz pippetencial, você não cauteriza o legal que ela ferida, se não ligou bem aquele vaso, paciente faz uma um pico de hipertensão, ele vai lá e faz um bucho, né? Que ele acha que aquilo é bom, faz bem para ele. Não vai fazer, porque se orientou, né? Mas em crise de hipertensão, paciente tem surto hipertensivo, ele pode ter o rompimento do coágulo e o paciente começa a sangrar. Por isso tem que estar com a medicação em ordem. Paciente fez cirurgia oral menor, medicação de manhã e vai tomar direitinho, tá bom? Não, não cancela as medicações para hipertensão, tá? Beleza? Aqui tem um procedimento assim, procedimento em hemorragia, pessoas, paciente, você pede, paciente tem que ter uma, tem que ter um bom campo de visualização. Conte o sangramento com uma gaze ou compressa, enxergar o que está acontecendo e você lá vai tudo que você vai fazer, tá? Sempre com uma boa iluminação e com um bom aspirador e um bom assistente, sempre. Não vai ter problema, a gente vai conseguir controlar isso, tá? Tranquilo.

Óvulo-hemorragia, que é sangramento do alvéolo, é super comum, pessoal, super comum acontecer, tá? Principalmente se você tem hipertensão, ele tem uma crise hipertensiva, primeiro vai romper aquele coágulo lá, vai dar sangramento para [ __ ] tá? Fazer fimoses, né? Nas faces musculares é normal, a gente tem esse corre, esse sangue, muitas vezes ele fica, ainda sangra, né? Apesar que eu falei para vocês, não fecharem os acessos, mas muitas vezes ele pode ser um sangramento pós-operatório, tá? Fechado, se escolhe para a região cervical, região do meio, normal, cara, tudo bem, tá inchando, não só tá com uma mancha, então usa uma aqui também, arnico, os Hirudoid, vai sumir esse trem aí. Só não pode ter coleção. Se tiver coleção, espaço morto, tem que drenar. Faz uma aspiração com uma agulha calibrosa e muitas vezes tem que fazer uma um acesso cubistido e drenar aquele aquela aquela aquele hematoma, que aquilo vai dar infecção no paciente. Curativo compreensivo, se formatou muito grande com dreno, e o dreno que tem Rose, que é um treino de borracha, ele fica no máximo no paciente, o pessoal, parente 8 horas, não fica mais que isso. Talvez a gente tá saindo, tá entrando também, ser contamina, tá bom? Simplesmente assim.

A gente vai falar um pouquinho das outras, né? Eu falo para vocês, tem algo de seca, úmida, essência, abscesso, a parte onde a gente vai trabalhar mais, tá? Posso chamar celulite, pode acontecer. Já tive um caso no Hospital Geral do Pirajussara, paciente tem a remoção do quadro, os Pio, buchechô, sei lá, enfim, removeu. Hoje eu vou ensinar uma coisa para vocês muito legal, tá? Vocês vão lá, esse paciente vai chegar com uma [ __ ] de uma dor, você vai checar, vai ver qual vai lutar, tá com o violite, você vai não vai curetar, tá? Você vai anestesiar o paciente, você vai lavar com soro fisiológico gelado, tá bom? Lavou aqui, falar correta, não curete, porque dói para [ __ ] que você só vão lavar abundantemente com soro fisiológico gelada. Será que vocês vão fazer? Lembra do oxigênio? Dentista, vocês vão fazer aquela pasta lá com aquilo mesmo, pode fazer que vocês vão lembrar de mim. Preencheu como se fosse botar numa restauração, vai tomar presa dentro do hotel, vai parar a dor do paciente na hora, vai ficar lá um tempão, pode ficar até semanas. Aqui lá, paciente começa a entrar num processo de cicatrização secundária. A gente sabe que a cicatrização primária, a gente junta as bordas, e a secundária é quando a gente não consegue aquele tecido, vai por diferente, vai por de Fernando, por baixo do óxido nico-geral, até remover. Quando vê, tem um tapete de mucosa, tá formado, tira a dor do paciente, é muito legal essa dica aí, tá bom? Sai sozinho? Não entendi. Ou é a gente acampamento da época, ele gruda, né? Você prende ela, pega um data em soro, faz uma bolinha de algodão e vai compactando lá, lá dentro. Beleza, vai ficar uma massa bem na região da crista ao meu lado, você deixa lá, ele vai tomar uma coisa, ele vai ficar, não tira, deixa ele sair sozinho. Como eu falei para vocês, aquilo vai cicatrizar por segunda intenção e vai cair sozinho. Ah, legal, tá com dor, né? Tá o problema é que quando a gente subestime infecção, né? Que que acontece, pessoal? Paciente entra num processo de osteomielite, pode é raro, tá? Eu tive um caso só. Então, infecção na medular, né? Nosso esponjoso, aquele espalha pelos São João e vai perdendo o osso. Você tem que fazer limpeza cirúrgica, entendeu? É complicado. Chega uma hora até que para o paciente, fica com meses internação e você fazendo limpeza cirúrgica semanal, é desgastante para o paciente, você vai mutilando o paciente, tá? E para o profissional também, não para, tá? Então, a gente tem que tomar muito cuidado. Tem infecção dentária, pessoal, tem infecção odontogênica, pare e cuida rápido, tá? Com coleção polêmica lá, todo mundo vai pegar suave. Suave em inglês é um cotonete, você vai colher aquela joça que tá lá, aquela coleção, por lei, você vai fazer a cultura de programa, cultura para saber que bicho tá lá, o antibiograma para saber qual antibiótico utilizar. Olha que legal, né? Acabou. Vocês estão cercada que vocês vão entrar com antibióticos, mas é parte desse tratamento é seguro. Eu não cureto mais, tá? Lava abundantemente, anestesia, lava abundantemente com soro fisiológico de lado, muito tiro qualquer substância estranha, resto de coágulo, fio, deixa o limpinho, ouve e preencho com órtese, tá? E deixa lá. Agora vocês entenderam? Medica assim, me diga com antibiótico, anti-inflamatório. Eu gosto muito de Toragesic, que é um anti-inflamatório de pode ser até de 8 em 8 horas e de quatro a cinco dias, no máximo, três a cinco dias no máximo. Ele atua muito bem, tira dores. E só uma venda aqui para vocês, a gente tem que lembrar que a dor tem o paciente pós-operatório, ela tem três tragédias. A gente tem cercar esses três tragéticos mesmo. Eu particularmente gosto de utilizar quando o paciente geralmente com anti-inflamatório, um analgésico, dipirona, paracetamol, eu resolvo 95% no meu caso, mas quando eu pego um paciente que ainda sente dor, você pode entrar com trava mal ou com gelatina, tá? Legal, são remédios controlados. O tilatil, eu acho melhor, tá? São out 30 miligramas, um comprimido de 8 em 8 horas, se dor moderada ou forte. Vamos lembrar que quando você for para escrever, tem que ser uma receita separada, não pode ser junto com antibiótico, não pode é essas [ __ ] desses farmacêutico, cada coisa, mas enfim, tem que ser uma receita separada e até melhor, né, pessoal? O paciente pode ser que ele não, eu falei para vocês que 5% de desenvolvedor, onde eu tenho que entrar com esses analgésicos mais poderosos, mais potentes, uma receita separada. Não ouvi dizer, muitas vezes o paciente não compre esse remédio que ele não precisa, tá bom? Tá dor moderada, tilatil, um comprimido de 8 horas, se dor moderada, sabe que é uma dor moderada forte, tá? Os caras inventaram alvo e o giro Alvin, não sei o quê, óxido de zinco, eugenol, espatula, deixe de mais durinho, preenche no alvéolo, pega um uma bolinha de algodão no data em soro, comprimido e deixá-lamente dica com antibiótico e anti-inflamatório, um analgésico também. Acabou, tá? Vai muito bem, tranquilo, sem stress nenhum, tá? Ah, mas tá com essa coleção, lava, não falei para vocês para usar os soro fisiológico e ligar. Curetar o osso, osso tem terminação nervosa, dói demais, tá bom? Dói demais. A deficiência é difícil para poder acontecer com todo mundo, né? Abre e aí, cara, [ __ ] tem que fechar logo, né? Principalmente se tiver material de tirar a placa, parafuso, né? Lá abundantemente, né? O soro fisiológico, remova aquelas botas com bisturi, deixo as bordas avivadas e vem estruturando o paciente e acabou. Sem estresse, remove tudo que for ter sido necrótico, você não vai deixar de ter sido morto lá, né? Vai proliferar bactéria. Só deixo descerá, mas tá meio estranha a borda, tá meio azulada, remove tudo, vem com mistura e faz um corte horizontal removendo tudo e corta as bolas, fechou aí, ó. Dá para deixar assim. Eu peguei um cara, o cara é dentista, o cara é ortodontista, o cara é mestre ortodontia, o cara é cirurgião facial e o cara acho que tá crescendo de medicina, tá? Se ele se aventura fazer cirurgia ortognática, chegou e aconteceu isso com ele, ele não fechou, não, bicho, aí ele foi fechar no ondulatório com tecido necrosado, a [ __ ] toda é instalada, não, não, muitas vezes pode fazer biofilme aí nesses implantes lá para [ __ ] com soro, não sei cirúrgico, passa um bisturi e criam bordas avivadas sangrantes, isso tudo e uma antibiótico terapia eficiente. Se eu tô no hospital, eu escrevo antibiótico, mas muitas vezes em casos mais severos, eu ligo para CC, controle de infecção hospitalar, conversa com infectologista, a gente só que ideia, vem sugestão dele também, tá? Tô fechado todas as possibilidades, tá bom?

Os abscessos foram odontogênicos, pessoal, é quando fica localizado, né? São acimas da musculatura, né? É muito fácil, como é que resolve isso? Drenando, né, pessoal? Não tem nenhum segredo, né? A gente drena isso aí e antibiótico terapia, né? E remove o agente causador, o fator etiológico, né? Lógico, né? Não vai treinar e deixar o dente ferrado, tem que remover isso aí. Isso é básico. Quando é um abscesso, tá bom? Tá circunscrito, tá ali, ele não vai, não é uma celulite que celulite, ela vai para cima, faz trombose venosa de seios cavernosos, importantíssimas, relatei para vocês lá atrás. Quando a gente tem basta uma pele coronavítica, causar cinco pacientes sim, 20 quase 24 anos de hospital público, eu perdi quatro deles, estão relacionados ao ginásio de ludmi, um só que não tá bom, um só que não. Depois eu conto a história, foi um menino de 12 anos. Enfim, então chegou, a gente vê o paciente chega com uma face tóxica, tá edema submandibular bilateral, submetal, sobrenome, respirador, não abre a boca, muito risco de óbito, fazer uma sepsemia, muito risco, imediatamente, tá bom? O que a gente tem obstrução? Particularmente, não lembro quando foi a última vez que eu vi, mas já perdi muito na sua própria Jussara, porque o paciente era ignorante, eles não tinha tanto acesso à internet, né? Hoje eles já começa quando eles jogam a pesquisar, já fica esperto, já vai no dentista do posto, já resolve rápido hoje em dia, para cuidar para não chegar onde código. Então, a gente tem que chegar em que o paciente de treino, interações demoradas de quase 14 dias, às vezes mais, né? Enfim, é terrível. E a trombose financeira, a gente tem infecção nos dentes do maxilar superior, quase um trajeto ao contrário, faz uma via ascendente, o paciente faz uma meningite, ele fica até com exoftalmia, tem que entrar no cirurgião, é uma parada aí, bicho, é complicado também, para ter risco de morte, muito cuidado, tá? Não se brinca com infecção na cabeça. Você sabe que ele nascer, vou apertar aquela espinha no nariz, não faça isso. Eu já vi muita gente faltei porque fez uma compressão, uma foliculite, tá? Já que tava no processo de inflamatório para infeccioso, é muito vascularizada a face da gente. A gente tem risco, pessoal, de finais realizar cirurgias, limitações profissional. A gente já falou isso, ninguém vai passar limite para você, [ __ ] aqui, né? Tem que fazer com profissional, né? Recomendar um especialista, lógico, né? Por isso eles estão se tornando especialista. Boa execução da técnica, conhecimento bom, cara, a parada seguinte, conhecimento anatômico, estudar anatomia sempre, tá bom? Beleza? Instrumental adequado, se resguardar com os exames complementares, tanto bioquímicos como guimagem, tá? Fazer uma estratégia cirúrgica, desenhar isso na cabeça de vocês, tem entendimento e saber resolver cada complicação de cada estepe dessa etapa cirúrgica e ter a rotina desse jeito, vai livrar vocês de complicações.

Vamos abrir as câmeras aí, pessoal, todo mundo, vamos lá, vamos lá, time, por favor. Alguém tem alguma dúvida? [Música] O Rafa era estagiário, é estagiário lá do HGP, mas ele entrou na especialização com vocês. Aí eu quero ver vocês mais no hospital, tal, como se organizar para estar no hospital lá com a gente, tá bom? Vamos deixar passar essa oportunidade. Só o título não vai lembrar vocês das intercorrências que podem vir acontecer na vida de vocês. Perfeito, a gente está à disposição para para passar todas as dicas de quem vive a realidade do SUS brasileiro, tá? Eu volto a falar, são 24 anos de experiência só nesse hospital. Espero que vocês tenham entendido a aula. Te faz mal aonde a gente explica, falar um pouquinho mais da nossa experiência cirúrgica, tá? Leve em consideração esse livro que eu falei para vocês do LS, com esse livro, esse livro tem que estar na coleção de vocês, vai dar, vai dar um upgrade, vai ser um livro que vocês vão estudar demais. Estudem ela, tome antes dos procedimentos. Não é mais zanat que tá com a gente, como é que é o nome de seu nome, moça? Esqueci, apesar da voz dessa moça assim, muito parecida com isso. Beleza, já que ninguém tem dúvida, a gente encerra aqui, tá, pessoal? Eu tô à disposição no grupo de vocês, quem precisar de alguma informação é só entrar em contato comigo, tá bom? Beleza, então a gente se fala em breve, pessoal. Se cuidem aí. Tchau, tchau.