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Reforma Tributária: solução para empresários ou problema? Com Djan Marcello #reformatributária

Podcast Você no digital37:02

Transcription

Olá, sejam muito bem-vindos ao nosso podcast Você no Digital.

Gente, hoje eu estou aqui com um empresário que além de ter uma história sensacional de um grande negócio, ele também tem muito conhecimento para aplicar nas nossas vidas e no nosso negócio. Quem aí já ouviu falar os rumores da reforma tributária, contabilidade, essas coisas, burocracias, coisas para resolver no nosso negócio, né? Mas é um ponto importante que vai separar muito os negócios amadores e vai nos forçar a profissionalizar ainda mais as nossas empresas.

E hoje eu estou aqui com Dijan. Seja muito bem-vinda ao nosso podcast.

Ah, que prazer. Muito obrigado. Para mim é uma alegria muito grande de estar aqui hoje batendo esse papo e falar desse assunto chato de uma forma divertida.

Isso. Isso aí. Porque olha, gente, ele ele vai trazer de uma forma bem leve, né? Mas Didi, antes da gente entrar nesse assunto tão esperado aí que é a reforma tributária, conta pra gente quem é você e como que você chegou até aqui.

Ah, primeiro, eh, tudo começa num processo ali de sucessão, né?

Sim.

A gente eu sou filho, né, de um casal que são muito empreendedores, então tanto meu pai quanto minha mãe começaram a empreender muito cedos, né? E eles montaram uma empresa de contabilidade e depois montaram uma empresa de material de construção. E aí, né, meio que ficava minha mãe mais no material de construção e meu pai lá na contabilidade. E eu muito novo, né, junto com meus irmãos, que sempre fomos criados dentro das empresas, né? As empresas são mais antigas do que a gente. E aí eu brincava que eu trabalhava com a minha mãe, brigava com ela, ia trabalhar com meu pai, brigava com meu pai, ia trabalhar com a minha mãe,

tava do lado de quem tava ganhando ali, né?

Ia, né? Dependendo de qual fazia menos raiva, eu ajudava. Mas com o tempo isso foi evoluindo, né? E eu sempre gostei muito da parte comercial, sempre fui mais do comércio do que do escritório. Mas chegou um momento, né? Isso foi em 2010 que eu tive a oportunidade de assumir. A gente tinha um gerente que trabalhava conosco por 17 anos lá na antiga contabilidade de que depois virou a JCD Contabilidade Digital e que hoje é a CNPJS, né? E eu assumi a depois que esse gerente nosso saiu, aí sim veio todo o nosso processo de de sucessão e transformação do nosso negócio, né? A contabilidade sempre foi uma contabilidade extremamente tradicional, né? Tanto que a gente, quando eu assumi, a gente tinha três clientes, eh, 30 clientes e três colaboradores, né? Eu e mais dois. E a gente entendeu que a gente precisava de fazer algo diferente, né? E aí a gente começou o nosso processo de transformação lá em 2010. sendo bem gradativo, adaptando, mudando, mudando muita coisa. Era sempre foi muito chato, né? Contabilidade, fala de contabilidade é chato.

Contabilidade tem aquela fama, né?

É quando você pensa, ah, como é que contabilidade? Você imagina alguém sentado atrás da mesa cheio de papel, documento, só fazendo guia ou resolvendo, né, problema com a receita. E aí a gente entendia que a gente precisava de dar um de mudar isso, né? E com esse processo de evolução a gente chega, né? e no no lançamento da contabilidade digital. Então, a gente foi um dos percursores da contabilidade digital em Minas Gerais, né? A gente começou um dos pioneiros aqui e com isso fez com que a gente crescesse muito e desenvolvesse muito. E com isso, né, acontece que quando veio a pandemia, né, a gente estava extremamente preparado para esse modelo. Então, a gente já era digital antes da pandemia. Então, quanto a grande maioria das outras empresas de contabilidade estavam se adaptando, algumas trabalhando de forma clandestina ali, trocando documento com os clientes, a gente já usava, já fazia reunião via Skype, já trocava documentos via Dropbox, né? A gente já não tinha motoboy, né? Já fazia todo o processo de contabilidade, né? Aproveitando as informações do clientes, né? Que eu falo que o maior custo da contabilidade é o retrabalho,

né? Então o cliente faz a gestão financeira, quando vem contabilidade, eu vou lá escritura tudo de novo. Então a gente já tinha essa mentalidade, não, tudo que o cliente faz, eu preciso aproveitar o que ele faz. Não faz sentido ele pagar para mim fazer algo que ele já tem essa informação lá no na empresa dele.

Então a gente sempre com essa mentalidade a gente foi aproveitando, organizando os processos e a pandemia fez com que se acelerasse demais. Então a CNPAS explodiu, né? E em 2021, 22, ali, quando no caminhando pro final da pandemia, a gente entendeu que a gente não deveria ser só mais uma empresa de contabilidade. A gente entendeu no momento da pandemia o quanto que as empresas precisavam de mais apoio, de mais ajuda.

Sim.

Então a gente decidiu construir um hub de soluções de negócios,

são um ecossistema,

isso daí. E aí com esse processo de construção do hubu e o grande objetivo, a grande visão da CNPJS hoje é entregar pros nossos clientes um ecossistema de soluções que são integradas e personalizadas na necessidade dele pra gente ajudar eles a alcançarem o sucesso, né? Porque a gente acredita que empreender muito desafiador. Empreender realmente é algo que, né, é de tirar o chapéu. Eu falo que todo empreendedor, quando ele sai de casa sem saber, né, o que que vai ser o dia, né, aqueles desafios, pode acontecer uma bomba ou, né, e eh é extremamente desafiador. E se você consegue ter do seu lado um parceiro para realmente te ajudar a alcançar o sucesso, oferecendo as melhores soluções, realmente identificando o que que você realmente necessita. né? Acaba com essa jornada pode ficar um pouco mais fácil. E esse é o grande propósito da CNPJS, né? Ajudar os nossos clientes a alcançar o sucesso através das soluções conectadas, personalizadas que tem dentro do nosso ecossistema.

E as pessoas têm um, digamos assim, um préonceito ou um conceito formado sobre a questão da contabilidade.

Uhum.

E aí quando vocês trazem que vocês viraram um ecossistema, foi uma ruptura que vocês fizeram.

total,

porque a gente tá acostumado com aquela contabilidade tradicional ali. E aí, eh, onde que da onde que veio essa essa necessidade e também essa ideia de ampliar uma contabilidade para ser uma solução empresarial?

Ah, legal. Eu acho que vem de dois pontos principais. O primeiro é o o minha própria visão de empreendedor mesmo, né? Eu acho que desde sempre eh eu nunca visualizei a contabilidade só com como contabilidade, né? Eu sempre vi ela como eh um local onde a gente poderia gerar mais negócios. Então, desde seja desde coisas que já são mais comuns, tipo certificado digital, alteração contratual, né, processo jurídico ali de um processo administrativo. Então, mas comum quando também mais outras demandas. Por quê? Porque a contabilidade, na grande maioria dos casos, a gente tem o que eu vejo que tem um maior valor, que é a confiança do cliente.

Sim.

Então, quando a gente visualiza ali, pô, já tenho a confiança do cliente, por que não fazer um trabalho ali onde que eu possa oferecer mais para ele? E o meu cado contábil, ele sempre foi muito assediado, né, por empresas querendo fazer parcerias justamente por esse processo de de relacionamento mais próximo que tem com os clientes.

Sim, porque todas as as demais áreas podem ser opcionais,

mas eu garanto que toda empresa tem uma contabilidade. Eu falo que contabilidade é o melhor negócio do mundo, né, pelo menos do Brasil, porque contabilidade, primeiro, é um serviço recorrente.

Sim,

né? Segundo, é obrigatório, então toda empresa precisa ter, né, uma contabilidade. E terceiro, você de certa forma tem a possibilidade de ter a confiança do seu do do seu cliente. Então você consegue ir agregando outros serviços. Então assim, eu vi eu falo muito que contabilidade é um dos melhores negócios, né? Ocorre que a gente tem que evoluir. E aí vem o segundo ponto que eu falei, né? Então o primeiro era esse essa minha visão empreendedora e o segundo que é o próprio mercado, né? Então a contabilidade ela somente pós pandemia passou para uma transformação gigantesca, né? Aonde o ticket médio da contabilidade foi diminuindo cada vez mais, né? Principalmente por causa das contabilidades onlines, né? Nesse modelo meio que serve service, né? Você contrata pela internet, tem uma plataforma e você faz toda a operação do serviço através da plataforma, o que é um modelo super legal e para alguns clientes faz todo sentido, mas para outros clientes não se adaptam, né? E nem, né? Não tem tanto sentido assim. Mas isso fez com que o preço realmente do honorário contábil caísse consideravelmente. Então se você fosse pegar ali empresa de contabilidade há um ano atrás, há 10 anos atrás, 15 anos atrás, você via lá o ticket médio era um salário mínimo. Hoje você ter o ticket médio um salário mínimo, você você só trabalha com clientes grandes ali, né?

É. Então com esse processo de enxugo enxugamento no geral ali do ticket médio, a gente entendeu que o hub, né, a criação do ecossistema era o a oportunidade da gente conseguir ter um ticket melhor e não só no questão de honorários, mas a gente conseguia também, né, resolver mais outros dois problemas que a gente sempre via na contabilidade. O primeiro que é gerar valor pro cliente. Sim,

porque o cliente não vê valorando na contabilidade para ele, o contador só manda guia, folha de pagamento e balancete de quando o banco pede. Então, quando a gente entregava outros serviços, a gente conseguia gerar mais valor. Então, a gestão financeira, né, uma gestão de ponto, gestão de recrutamento e seleção, né, processo de gestão de segurança do trabalho. Então são serviços que geram mais valor do que a própria o próprio fiscal, ali, a própria guia, vamos dizer assim, né? Então, né, a a essa geração de valor foi é muito importante com esses novos serviços. outro que a gente conseguir fazer aproveitamento de informações. Então, por exemplo, a toda empresa de contabilidade, ela precisa, por exemplo, a informação do cliente sobre os eventos da folha, por exemplo. Então, eu preciso que o meu cliente me passei lá todo primeiro dia útil do mês, quem teve falta, quem não teve, se vai, se teve alguém que perdeu algum benefício por algum motivo, né? Quem teve hora extra, quem não teve, né? O controle de jornada. E a maioria do Mickey PR empresário, ele faz de tudo na empresa. Ele compra, ele vende, ele faz RH, ele faz financeiro, ele faz, né, emite nota. Então quando ele, eu eu entrava lá como contabilidade para cobrar essa informação dele, eu gerava um desgaste para ele. Pô, eu preciso da minha folha de pagamento, mas para mim ter minha folha de pagamento, eu preciso passar essas informações paraa contabilidade. E aí quando a gente gera esse esse produto e fala assim: "Ô cliente, foca no que você realmente é bom. Se você é comerciante, foca lá em vender. Se você é um dentista, foca lá em fazer atendimento. E essa parte mais burocrática a gente consegue terceirizar também. Então, pô, você tem dificuldade de de gerir ponto, deixa eu fazer a gestão de ponto com você. Você tem dificuldade de fazer processo de recrutamento e seleção? Deixa eu fazer o processo de recrutamento de seleção para você. Sem dificuldade de emissão de nota, deixa eu emitir a nota para você. Sem dificuldade de fazer sua gestão financeira, deixa eu fazer a gestão financeira para você. o que de certa forma a gente já fazia com folha fiscal e contabilidade, a gente passa a fazer com outras atividades administrativas. Então, com isso, eu consigo gerar pro cliente um um um mais valor, igual eu falei, mas também eu consigo aumentar minha produtividade operacional, porque a partir do momento que eu não dependo do cliente, porque essa informação já tá comigo, então eu não preciso do para mim gerar a folha, eu não preciso do cliente me mandar o ponto, porque eu já faço a gestão de ponto.

É mais fácil para você e pro cliente.

Muito mais fácil. Muito fácil. É, é, as pessoas falam, né, gostam muito de falar assim, ai, a mulher prefere ir num salão que ela faça tudo, mas não é só as mulheres que estão em busca de otimização de tempo. Hoje todo mundo, tudo que você tiver que vai oferecer mais eh organização, mais produtividade para aproveitar o tempo, a pessoa vai aceitar a gente, porque pensa, olha quantas informações que a pessoa precisa de mandar para profissionais diferentes.

Sim. Não. E quantas vezes um um um serviço ele fica travado por causa de outro serviço, por exemp

isso. A a a parte de segurança do trabalho é uma, né? A gente sempre lá ia fazer uma admissão, a falava: "Não, posso fazer, mas eu a clínica ainda não mandou o aso, a clínica não mandou ainda o PPP, o PSMSO, tal". Falou: "Mas não, deixa eu cobrar clínica". E muitas vezes, ah, tem como você ligar lá? Porque ele me falou um, falou algumas coisas, eu não entendi nada. Aí se ele ligar, talvez faltava era um documento do cliente e tal. E aí, pô, se eu tenho tudo dentro do da mesma unidade, né? com o tendo os processos eh conectados entre si, eu consigo dar mais facilidade pro cliente, gerando valor para ele, gerando uma experiência muito melhor para ele e consigo, de certa forma ter o o processo operacional muito melhor.

Sim.

É o que o das empresas que a gente se espelha muito é a própria Amazon, né? Um eu mesmo, por exemplo, eu prefiro e eu eu tinha o contrato lá do do Prime Vídeo, por exemplo, e tinha do Premier. Eu cancelei o meu do Premier direto com a Globo para fazer vez pagando um pouquinho mais caro dentro da almas, porque se eu já tô no prime vídeo, vendo no filme, eu vou ver um jogo, eu só mudo. A experiência é muito melhor também, né?

Precisar de questionar alguma coisa, falar alguma coisa, nem se conta, né? Até o cancelamento, né? Cancelar é mais fácil. Então assim,

eh hoje esse essa visão de ecossistema, essa visão de hub de soluções, essa visão de você ter tudo no mesmo local é uma tendência muito forte. Eu acho que toda empresa precisa, né, pensar em como ela pode construir o seu próprio ecossistema.

Sim, porque as pessoas ficam assim: "Ah, mas será que contabilidade vai acabar?"

Há um tempo, vamos dizer, um na pandemia aconteceu muito isso. Será que a contabilidade vai acabar? Será que será que chegou o fim da contabilidade? Então, assim, não é sobre ser o fim de uma profissão ali, né? É sobre reinventar, né?

Com certeza. E isso vale para tudo, né? Né? Eh, eu não acredito que a contabilidade não vai acabar porque a contabilidade é você fazer o fechamento financeiro, né? Não é a profissão, né? A profissão do contador que talvez pode ser que ela venha a sofrer várias mudanças aí,

né? A gente vê isso com a própria inteligência artificial, né? Então, hoje, por exemplo, hoje não faz sentido eu ter um contador que vai fazer lançamento de uma nota fiscal dentro do sistema, sendo que eu tenho inteligência artificial, que já importa uma nota fiscal automática, que consegue fazer a validação da nota muito melhor do que um humano, né? e no volume muito mais rápido. Então quanto o humano, sei lá, gasta 20 segundos, 30 segundos para conferir uma nota, inteligência artificial gasta esse mesmo tempo conferindo 10.000 notas.

Sim.

Então assim, né? e é necessário que o contador entenda que ele precisa ir no processo muito mais consultivo de relacionamento, de consultor, de conseguir pegar tudo aquilo que a tecnologia traz de vantagem de integração de sistema, de automatização e tirar a parte chata do serviço, que é a parte manual de digitação, e trabalhar com a parte que, na minha opinião,

é o porquente vai pagar ou não um contador, que é o próximo que é o processo consultivo, ajudar ajudar a tomada de decisão. entender qual é o melhor caminho, né? Respondendo coisas que nem é talvez matéria de DP fiscal e contábil, OK? São matérias de negócios. Então eu vejo que cada dia mais o contador deixa de ser um contador operacional para se tornar um contador estratégico, né? E eu vejo isso com muito bons olhos, muito bons olhos. Eu até vejo muit das vezes no mercado, tá, algumas pessoas questionando inteligência artificial, algumas automações, né? Algumas empresas que tm sistemas ali, né? onde a pessoa pode fazer o autoserviço ali de contabilidade e tal. E eu vejo isso com muito bons olhos, porque eh o mercado é muito grande. A gente tem um país que é extremamente empreendedor, que as pessoas realmente registram muita empresa, ainda mais agora com o processo do micrendidual, que trouxe uma facilidade muito grande e a maioria dessas pessoas não têm conhecimento, porque a gente não aprende a ser eh eh eh empreendedor, empresário, né, na na no ensino médio, nem na faculdade, né? a gente você vai, sei lá, você vai fazer faculdade, um dentista, por exemplo, ele não tem cadeira de administração, de gestão financeira, de contabilidade, né? Um advogado, não tem. Então o cara acaba, né, um arquiteto, tal, ele acaba formando, estudando tecnicamente a a o que ele decidiu, mas quando ele cai no mercado, ele vai empreender, né? E quando ele vai empreender, fala: "Gente, eu não sei fazer marketing, eu não sei fazer uma venda, eu não sei utilizar gatilhos mentais, eu não sei fazer um processo de prospecção, não sei fazer um registro, não sei emitir uma nota, não sei fazer uma conciliação bancária, não sei qual que é a diferença de quantos pagar e quantos receber, né? E aí ele acaba muita das vezes não tendo êxito no negócio dele por falta de preparação.

E aí é onde que a CNPJ também tá tem, né, atuado bastante, que é o braço educacional,

né? Eh, a CP, eu vejo muit das vezes o mercado de contabilidade sempre reclamar muito do empreendedor, ah, porque ele não sabe o que ele precisa fazer e aí a gente entendeu que realmente ele não sabe.

Sim.

Então, por que não a gente ir lá e ensinar ele, né? Ir lá e ajudar ele a se desenvolver, ajudar ele a a buscar mais conhecimento, a dar pelo menos o caminho das pedras para ele, né? e contribuir. E é por isso que a gente hoje na CNPJ, a gente tem ali nosso nosso braço educacional que tem o CNPJ Cast, que é o podcast da CNPJ, que tem o Mobiliza, né, que é o Mobiliza CNPJ, que é um é um evento itinerante que a gente vai fazendo em alguns municípios, né? tem um apoio, nós temos o apoio do Sebrai. Não, Sebrai abraçou esse projeto junto com a gente. Então, a gente vai talvez em municípios que nunca teve a oportunidade de ter um evento e vamos lá levar uma palestra de gestão financeira, uma palestra de reforma tributária, uma palestra de vendas, palestra de marketing. Então, a gente vai, né, contribuindo, né, pros empreendedores. Nós temos também a evolução contínua, que é um evento interno só para clientes, no qual a gente vai fazendo esse processo de evolução dos clientes, né? No a gente divide os nossos clientes por nível lá na CNPJ, né? Nós temos o nível bagunçado, indisciplinado, promissor, eh, excelente e extraordinário. E a gente fala:

"Es clientes sabem qual nível?"

Sabem? Eles sabem, né? Tanto teve uma vez que eu tava na padaria, um cliente veio, nos tive a reunião lá no escritório, fiquei chateado, viu? Por quê? Não, porque a menina me falou que eu sou bagunçado. Eu falei: "É mesmo?" Não, e o pior que eu tenho consciência disso, mas é o seguinte, daqui a três meses pode ter certeza que eu já vou ser um excelente. Eu falei: "Então, ótimo, é isso que a gente quer mesmo".

Mas também já teve cliente que ficou ligou bravo por bravo, chateado por gente ter falado que ele é bagunçado, né? É, aí é um processo de de adaptação assim, mas a gente tem um time de experiência que,

né, desde o nosso processo de onboard do cliente, a gente deixa muito bem claro esses perfis e mostra, né, qu o que que ele precisa, tá, né, para evoluir e desenvolver em cada perfil, cada perfil. E aí a CS tem como uma das suas principais missões ajudar o cliente a evoluir nesse perfil. Então, muit das vezes eu tenho um cliente lá que eh tem alguns colaboradores que não estão registrados, por exemplo, tal. Vamos criar um plano de ação pra gente conseguir fazer esse processo de organização. Solução completa, né?

Isso daí. Ah, eu tenho cliente, talvez que não tá tendo uma boa gestão financeira, então deixa eu terceirizar o seu financeiro para fazer essa gestão e a gente vai trabalhando, né, dentro do nosso ecossistema personalizado, que aí entra personalização para aquilo que cada cliente necessita, porque todos os clientes são diferentes, né?

Sim. E aí entra muito na contabilidade consultiva, porque está muito em alta esse termo. Por quê? Eh, tendo em vista as pessoas que têm recebido informações soltas sobre a reforma tributária.

Sim,

as pessoas às vezes recebem o e-mail, eh, faça isso, isso, isso, mas o que que é isso? Que que eu tenho que fazer? Para que que eu tenho que fazer? Porque quando Então assim, às vezes as pessoas não sabem nem o que perguntar na sua contabilidade sobre a a reforma tributária, né? E eles falam assim: "Ah, mas eu precisava de uma contabilidade que fosse consultiva." Mas você vai descobrir que a sua não é consa, então assim, é, eu acho que as pessoas vão ficar mais criteriosas quanto a escolha de contabilidade também.

Ah, vai, ó, a gente passou por duas fases assim na contabilidade. A gente primeira fase é aquela que a gente até falou um pouquinho, que é a fase da confiança, né? Eu tenho meu contador já há 20 anos, há 10 anos, há 15 anos, não troquei por nada porque é essa fase foi evoluindo e a gente entrou nessa fase de redução de ticket, né? Então, pô, eu tenho um contador aqui de 500, eu tenho de 400, eu vou migrar porque eu vou receber só guia e folha mesmo. Ou eu vou entrar numa contabilidade online que eu vou fazer tudo via aplicativo, eu minha nota por lá, eu gero minha folha por lá e eu mesmo tenho um alto serviço, vou pagar R$ 89,

R$ 119. Então essa foi a a segunda e agora nós temos a terceira, né, que é realmente aqueles cliente, beleza, esse cara aqui que eu tô só recebendo guia folha, não tá me ajudando, né, e nem tá no escopo dele, eu não, né, não acho que ele tá errado. É um modelo de negócio mesmo, né, que o cliente optou por ter um honorário, né, eh, eh, financeiramente mais vantajoso, o que a gente chama ali de contabilidade de autoserviço ou de contabilidade online ou de de contabilidade self service ali, né? Então, né, ele para ele vai migrar agora para uma contabilidade que seja mais eh que contribui mais com o negócio dele, porque a contabilidade por essência ela já é consultiva, né? Ocorre que se você não entende a informação, não adianta nada você ter uma contabilidade que te manda o balanço ou não te manda o balanço, dá na mesma.

Sim.

Então, o grande negócio é você ter um parceiro de negócios. Então eu vejo que o esse o modelo que a gente quer construir na CNPJ, que eu vejo que seria um modelo ideal pro mercado de contabilidade, é você estar se posicionar como parceiro do negócio do seu cliente, aonde vocês vão ajudar a tomar decisões de negócios, não só decisões financeiras, fiscais, pessoais.

No geral, né? A gente precisa desse olhar, né?

Geral. Justamente. E isso é o centro da reforma tributária, né? Muita gente acha que a reforma tributária vai ser só uma mudança de tributos, né? que muito ah vai deixar de ter uns tributos e vai passar a ter outros. E muitas pessoas que já passaram por outras mudanças tributárias, tipo quando surgiu o Simples Nacional, por exemplo, tal, eles meio que deixavam tudo na mão do contador,

né? Ah, beleza. O contador vai fazendo o que tiver que fazendo, depois ele só me fala o que que eu preciso fazer. E a reforma em si, ela é totalmente diferente disso, porque a reforma tributária, ela é uma reforma de modelo de negócios, né, que vai passar por uma mudança de tributos, né?

Então, ela vai muito além da mudança de tributos. Então, quando a gente fala de reforma tributária, a primeira coisa que vem na cabeça das pessoas é: "Eu vou deixar de ter alguns impostos e vou ter outros". Ótimo. Só que isso é o mais simples da reforma. O ponto central da reforma é que ela tá mudando completamente a forma que a gente entende o o e que a gente eh executa ou que a gente exerce, né, a o pagamento do imposto sobre consumo. Então, se uma das mudanças maiores que a gente vai ter, por exemplo, na reforma tributária é eu deixo de pagar o imposto por dentro e passo a pagar o imposto por fora. Que que tem que ser isso muda completamente, porque se eu tenho uma empresa que tem, sei lá, eu ten um supermercado com 30.000 SKUs ali, né, com itens ali, todos esses itens na minha base de dados, eles estão cadastrados considerando a tributação no meu processo de formação de preço.

Sim,

né? Só que a partir de janeiro de 27, né? Porque nós estamos num ano de transição, né? Então, a reforma tributária sobre o consumo, ela começa, começou agora em janeiro de 26. Então, quem ainda não mexeu com reforma tributária já tá atrasado, né? Ela começou em janeiro de 26 e vai até dezembro de 33. É um tempo longo, né?

É um tempo longo. Esse primeiro ano é de adaptação, né? Mas a partir de janeiro, dia 27, já começa o processo de recolhimento. Então esse supermercado que tem todos os seus itens ali cadastrados com preço por dentro, ele vai ter que rever toda o modelo de precificação dele, porque ele não vai pagar mais os impostos, né, na no por dentro do produto, ele vai pagar por fora. Então, se ele não altera a precificação, é bem provável que o preço dele vai est vai est muito mais alto do que deveria estar. Então, se ele não adequa a tabela de preço dele, vai, pode ser que lá em janeiro ele começa a perder venda, perder clientela, porque o preço dele tá desatualizado no modelo de negócio atual, considerando a reforma tributária, que a tributação é por fora. Então, se eu tenho lá hoje um, sei lá, uma garrafinha, um copo, um copo desse daqui e ele custa R$ 10 com a tributação por dentro, a partir de janeiro do ano que vem, ele vai custar talvez sete com a tributação por fora. Se eu não vou lá e adequo a minha tabela de preço, por exemplo, eu vou est vendendo por 10 mais a tributação por fora. Então ele vai cair, vai sair pro cliente a 13. O cliente, pô, eu não vou comprar esse compra 13. Eu tenho um concorrente ali que tá vendendo a sete, a tributação, né, por mais três, por fora, eu vou pagar 10. E eu acho que esse ponto é muito importante, que as pessoas estão muito preocupadas com a precificação,

porque a precificação agora ela vai interferir direto no negócio. Assim, não tem como você calcular, ah, eu quero ter 100% de lucro, eu comprei esse copo por três e vou vender por seis e tá ótimo. Não é não vai ser essa mais essa continha que você tem que fazer para precificar. E aí que as pessoas têm uma dúvida, né? Porque eh assim, o pouco que eu estudei sobre a reforma é todo mundo vai pagar desde lá da fábrica, tá? Então assim, é sobre todos, então tem que ter essa organização, né?

Então perfeito. Esse daí é o segundo principal ponto da reforma, né? Que é o que a gente chama ali de não cumulatividade plenta. A não cumulatividade a gente hoje, né, temos o PIS e CofinS, que são os dois principais tributos ali, né? É, é e eh sobre o consumo, né, que vão vão deixar de existir, né, vai, ó, os impostos que vão deixar de existir, né, na reforma, PIS, Cofins, ISS, QN e CMS. E o IPI, ele vai ser zerado a ele vai ser chegar a zero, não vai deixar de ele não vai ser extinto, ele vai ser só zerado porque ele continua existindo ali para alguns produtos, especificamente por causa da zona franca de Manaus, que é um benefício específico, né? Eh, e aí vai se transformar no que a gente chama do IVA dual, né? Então, o que que é o IVA? é o imposto de valor agregado aonde eu vou ser do por quê? Porque eu vou ter o IBS

e vou ter o CBS, o CBS federal, IBS estadual e municipal, né? Eh, e aí esse IVA ele vai ele vai ser não cumulativo. O que que significa ser não cumulativo? Aquilo que foi recolhido na cadeia anterior, ele é crédito na cadeia atual. Então, por exemplo, se o o o a pessoa da matéria-pra, que é o primeiro a fazer o recolhimento, pagou R$ 10, só para fazer conta redonda, pagou R$ 10. Esse aí veio pra indústria, a indústria fez o trabalho, o processo dela, ela aproveita o crédito de R$ 10 e paga mais aquilo que ela agregou no serviço. Por isso que é um, né, o valor agregado. Ela paga o imposto sobre o valor que ela agregou,

vendeu pro distribuidor. O distribuidor aproveita o crédito das duas cadeias anteriores, né? coloca o o percentual, o valor dele e depois ele paga sobre a diferença. E isso vai até o consumidor final.

Sim.

Por quê? Porque o que a gente precisa entender que a quem paga a tributação sobre o consumo é o consumidor final, não é a cadeia produtiva. E isso é uma visão muito equivocada que a gente tem, né? Porque a gente fala: "Ah, as empresas pagam muito impostos, tal". Mas velho, quase todos os impostos, né, que são inclusos dentro de uma operação comercial, ela tá inclusa dentro do preço. Tanto que a gente falou antes aqui que a tributação tá por dentro. Então quem paga muito imposto é quem consume. Tanto que a a o Brasil ele é um dos países que mais tributam consumo.

Sim,

né? E aí é uma outra lógica que depois nós podia gravar um podcast só disso, né? que é um desafio muito grande, porque a reforma tributária mesmo,

né, ela não deve ela e ela ela não deve existir só na parte de consumo. Por quê? Porque eu só vou conseguir diminuir a tributação de consumo se eu aumentar a tributação na renda ou na propriedade. Então, o ideal era a gente fazer essa reforma, né, e em conjunto nos três pilares: receita, consumo e propriedade. Só que isso é impossível, politicamente falando, né? a gente não vai conseguir. Então, o que que o o que que a reforma tributária hoje que ela é só sobre o consumo, ela tá buscando fazer? Ela tá buscando primeiro trazer simplificação. Então, ela vai ficar muito mais simples do que a que a gente hoje. E gente, e isso é matemática, né? Se alguém falar que não vai ficar mais simples, a pessoa tá equivocada. Por quê? A gente tá deixando de ter 27 legislações de ICMS, mais cinco 5800 legislações municipais de SSQN para ter apenas uma legislação. Então só aí já traz uma criicação muito grande. Sim.

De legislações. Então aquela questão ai de diferença de alíquota de FA, eu tô vendendo pro estado do Nordeste pago menos. Tô de vendendo aqui. Pô, isso é uma loucura. Quem trabalha em empresas maiores ali que vende para outras empresas, transportadoras, que vende para outras, pô, você vai, você tem mais gente,

né, no seu, no seu departamento de faturamento do que do seu departamento comercial, se bobear,

né? Então é um desafio muito grande que precisa ter realmente uma simplificação, né, com essa. Então o primeiro ponto é simplificação. Segundo, é a gente poder ter um processo mais equilibrado, mais justo de tributação, porque hoje, né, as grandes empresas, as grandes, as grandes instituições que têm condição de ter os melhores contadores, os melhores advogados, os melhores profissionais, acabam conseguindo brechas, né, seja numa interpretação da lei, seja num processo ali de eh identificar qual NCM é de cada produto, que aí ele começa a ter reduções que talvez os meros mortais, né, vamos dizer assim, não teriam. Então, né, muito famoso, por exemplo, a Lacta aí com a questão do do sonho de valsa, né, você o bombom, você tem uma alíquota lá de IPI que é mais cara do que o AOR, então você só mudou a embalagem. Pô, isso é só grandes empresas que conseguem fazer.

Então isso acaba fazendo um processo que são são pequenas minúcias que mudando você está dentro de uma tributação ou fora de uma tributação, né? Com IVA isso morre. A gente não tem mais isso, né? A gente tem outras situações também, por exemplo, de alguns de algumas atividades que não são tributadas, por exemplo, locação, né? Locação elas não tm tributação nem de SSQN, porque ela não é um serviço e nem de CMS porque não há, né, circulação de mercadoria. Então, uma empresa de locação não paga nem SSQN, nem CMS. Pô, qual que é a diferença de uma empresa de locação para uma empresa que vende determinado produto? Sei lá, estruturalmente, talvez nenhuma. talvez a loja, funcionários, colaborador e tudo. Mas por que um paga o ICMS na venda de produto? Ou se for uma empresa de serviço, uma escola, uma escola de contabilidade, vai pagar o o ISSQN e a de locação não pagaria. Simplesmente por quê? porque teve uma decisão judicial do STF que considerou que que locação não é serviço. Então tirou ele da da lei 116, né, que é a lei de do da tributação sobre serviço. E hoje a súmula 31 do STF decide que locações de bem imóveis não é tributado pelo SSKN, então não paga tributo com o processo ali do IVA, né, que é sobre e eh é é a tributação sobre bens e consumo, né? Então tudo passa a ser tributado. Então você tem um processo muito mais justo de tributação, né? As pessoas têm medo de ficar, né? Ai, vai ser muito injusto, vai ser muito desleal, vai ser muito desigual, mas não tá trazendo para unificar mesmo, né?

É hoje que é hoje é muito injusto, hoje é muito alto, hoje é muito, né? Eh, eh, é desleal em alguns casos, né? E um, e isso acontece muito porque nós consumidores não conseguimos ver o quanto que realmente a gente paga. Agora com a tributação por fora, eu vou saber que eu vou lá supermercado, eu fiz R$ 500 de compra e paguei 50 de imposto.

Sim,

né? Uma alíquota aí de 10% ali. Então assim, hoje eu pago os os cara lá 550 de compra e não sei quanto que é de imposto ou quanto não é, sabe,

né? Então com esse com essa mudança a gente vai ter um processo no qual a gente vai conseguir identificar melhor o que é tributo e o que não é, né? e vamos também, né, conseguir, né, ter o processo mais simplificado da tributação e mais igualitário. Qual que é o grande problema? é que a gente vai ter seis meses de adapta eh se anos de adaptação, aonde a gente vai conviver com as duas tributações, com as duas realidades, com as duas legislações. Então, nós vamos ter um um processo de transição extremamente complexo, extremamente complexo. Então, gente, as empresas que não ten uma boa equipe administrativa, cara de compras, cara de precificação, um bom contador, um bom advogado tributarista, eles vão ter muita dificuldade nesse processo. Então, como muita gente já tá vendo que o processo vai ser tão desgastante e tão difícil, eles já estão jogando pedras, né,

no processo. E assim, a gente tem que ter consciência que realmente se acontecer o que a legislação traz, gente, a legislação ela realmente vai facilitar e vai simplificar. O problema é que a gente vai ter um desafio muito grande no processo de transição. E aí aonde que eu acredito que nós vamos meio que dividir ali o joio, o joio do trigo, sabe? Empresas amadoras, empresas que não tem uma boa gestão, empresas que não têm uma boa organização, que não tem bons profissionais dando apoio, tem tendência de deixarem de existir, né? Em contrapartida, aquelas empresas que têm mais condição, que tem mais, estão bem estruturadas, que têm um processo de organização ali muito melhor, eles vão ter a oportunidade, talvez, de fazer um processo de crescimento, talvez fazer o processo ali de expansão, talvez até fazer um processo de

de eh adquirir novas unidades, novas empresas, né, no processo ali de consolidação de mercado. Então assim, esses próximos se anos é são vão ser anos muito desafiadores, né, mas também com muitas oportunidades.

Sim,

né? A questão é eu saber me preparar para isso. Então hoje, né, se a gente que deixar uma dica ali paraas empresas, é

foque em se preparar, foque em ter equipe boa do seu lado, seja em equipe interna, seja equipe externa, né, que são os prestadores de serviço ali, né? Busque ter bons profissionais para te ajudar. nesse processo de transição que vai ser extremamente doloroso e não aconselho a nenhum empreendedor, nenhum empresário a deixar isso na mão, né, de sei lá, de colaborador, do do contador, olhar mesmo, e ele tem que tá, ele tem que assumir o protagonismo

da transformação do negócio dele, porque igual eu falei, não é só uma transformação tributária, é uma é uma transformação do negócio dele.

Sensacional. Então ele precisa estar extremamente envolvido nisso e ter bons profissionais para para apoiá-lo aí nesse processo de transição.

Sensacional. Gente, nós temos aqui assunto para falar horas e horas, mas nosso tempo já tá chegando ao fim. Conta pra gente de onde a gente se encontra nas redes sociais.

Ah, vamos lá. Eh, né, quem quiser, né, meu nome é é de Jan Marcelo, todas as redes tá assim, né? Até no Orcut se falar, se alguém ti DG Marcelo em todas. Marcelo com dois Ls, né? E eu tenho e a CNPJ, né, @cnpj também todas as redes sociais queedin CNP, né, todo, né, nos encontram lá. Então pode me chamar no particular, se tiver qualquer dúvida, pode me mandar o direct lá ou chamar direto o time da CNPJ que a gente vai estar à disposição para ajudar, né, seja tirar uma dúvida, curiosidade, né, seja o próprio outros contadores também que quer conhecer um pouquinho, né? A gente tem um braço lá na CNPJ de parceria para contadores que cham de conta, né, que nesse nesse processo de transição é tão desafiador. Tem tanta empresa de contabilidade tendo dificuldade que a gente tem um braço exclusivo para ajudar contadores. Então, seja empreendedores, seja contadores, sejam estudantes que querer, queiram entender um pouco mais, né, da reforma tributária, um pouquinho mais do mercado, pode nos procurar que a gente vai estar à disposição para contribuir, ajudar, trocar ideia. Eu gosto muito de de poder conversar, então vai ser um prazer quem quiser ir nos chamar aí.

Com certeza,

né? Pode ficar à vontade de nos chamar. Com certeza. DJ, eu gostaria de agradecer sua participação no nosso podcast, trazendo um pouco dessa história da CNPJ e também trazendo com muita clareza e leveza a reforma tributária, porque eu tenho certeza que a quem entrou aqui achando que você ia sair de cabelo em pé, não, a gente tá entendendo que não não super objetivo pra gente se preparar realmente, porque a gente vai precisar de organizar e estar no lugar de protagonista no nosso negócio, né?

Com certeza. Absoluta, com certeza. E eu que agradeço, Renato. Para mim foi um prazer imenso, né? Passou tão rápido, né? Eu adorei o bate-papo. Foi ótimo, foi ótimo, foi ótimo. E espero que não seja a única vez. Espero receber novos convites aí. Sempre. Com certeza.

Pode contar comigo aí pro que precisar.

Muito obrigada. Muito obrigada. Nós agradecemos também você que esteve aqui com a gente. Já compartilha esse vídeo, esse conteúdo com amigo empreendedor, empresário, que precisa de se adequar aí nessa nova fase, né, dos nossos negócios, que é a reforma tributária. Gente, um abraço, fiquem com Deus e tchau, tchau. Valeu,