📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

DOR NO PEITO? O seu DEDO te mostra se é INFARTO, GASES ou ANSIEDADE (Veja as 5 diferenças)

Antônio - Viva Mais Saúde12:44

Transcription

Imagine a seguinte situação. Você está em casa tranquilo e de repente sente uma dor no peito do lado esquerdo. O coração parece bater diferente e o medo já toma conta. Na mesma hora você pensa: "Meu Deus, estou tendo um infarto."

Você sabia que 80% das pessoas que correm para o pronto socorro com dor no peito, na verdade não estão infartando, elas estão sofrendo com gases presos ou tendo uma crise forte de ansiedade. Mas como ter certeza disso na hora do desespero? Como saber se você pode tomar um chá e relaxar ou se precisa chamar a ambulância imediatamente?

Neste rápido vídeo, eu vou te explicar de forma muito simples e direta as cinco diferenças exatas entre essas três coisas. Nós vamos analisar ponto a ponto o que acontece quando é gases, o que acontece quando é ansiedade e o que acontece quando é um infarto real. E preste muita atenção na diferença número três, pois ela é a regra de ouro dos cardiologistas. E se você sentir o que eu vou explicar no ponto três, você não pode esperar. Então fique comigo, porque entender o seu corpo hoje pode salvar a sua vida amanhã.

E se você estiver sentindo qualquer sintoma agora, procure um pronto socorro e vá ao médico. Não tenha vergonha ou medo de incomodar. Sua vida vale muito mais. E se você é novo por aqui, seja muito bem-vindo. Meu nome é Antônio e esse é o canal Viva Mais Saúde. Já deixa a sua curtida no vídeo para ajudar e se inscreva no canal. Dito isso, vamos às diferenças.

Vamos começar pela nossa primeira diferença, o tipo de dor e como é a sensação no seu peito. Quando é gases, a dor dos gases é aduda, é como se fosse uma pontada, uma fisgada ou uma agulhada rápida. Tem um detalhe, você consegue apontar exatamente onde dói, com apenas um dedo. Se você apertar o peito com o dedo e doer bem ali, fique tranquilo, o coração não dói quando a gente aperta por fora.

Quando é ansiedade, a dor também costuma ser empontadas, mas vem acompanhada de uma sensação de que o peito está travado. É uma tensão muscular muito forte, como se a musculatura da sua costela estivesse dura.

E quando é infarto, a dor do infarto é descrita pelos pacientes como um peso esmagador. É como se um elefante tivesse sentado no meio do seu peito. Você não consegue apontar com um dedo só. A dor é tão espalhada e profunda que você precisa colocar a mão inteira espalmada no peito para mostrar onde é. É uma sensação de aperto, de compressão de dentro para fora. Entendeu como a dor muda, mas só a dor não conta a história inteira?

O que acontece quando você tenta respirar fundo? É aí que entra a nossa diferença número dois. E é aqui que muita gente se confunde. A segunda diferença é o teste que você faz com a sua própria respiração e o movimento do seu corpo.

Quando é gases, se você encher os pulmões de ar bem fundo ou virar o tronco de lado na cama e a dor der uma fisgada muito pior, isso é um excelente sinal. O músculo da respiração, o diafragma, fica colado no estômago. Se tem gás ali, quando você respira fundo, ele espreme o gás e dói muito. Se você arrotar ou soltar gases e a dor passar, era só o seu estômago reclamando.

E quando é ansiedade, na crise de ansiedade, o seu corpo está tenso, preparado para fugir. Por isso, quando você tenta respirar fundo, parece que o ar não entra até o final. O peito dói ao expandir, porque os músculos estão contraídos pelo estress.

E quando é infarto, preste muita atenção agora, a dor do infarto não muda. Se você respirar fundo, se você prender a respiração, se você levantar, sentar ou deitar de bruços, o aperto do elefante continua lá. Exatamente da mesma forma. O coração doente não reage ao movimento do seu corpo e a dor é contínua e não alivia com nada. Saber testar a respiração ajuda muito.

Mas agora nós chegamos ao momento mais crítico deste vídeo. A diferença número três é o que os médicos chamam de sintomas acompanhantes. E se você tiver os sintomas do infarto que eu vou listar agora, cada minuto conta. E a terceira diferença, analisa o que mais está acontecendo no seu corpo, além da dor no peito.

Quando é gases, junto com a dor no peito, você vai sentir a barriga estufada, como se tivesse engolido um balão. Pode ter arrotos frequentes, sensação de estômago cheio e até um malestar gástrico. é o seu sistema digestivo pedindo socorro.

Quando é ansiedade, a crise de pânico traz uma respiração muito curta e rápida. Por respirar tão rápido, você começa a sentir um formigamento leve. Geralmente formigam as pontas dos dedos das mãos e em volta da boca. Você também pode sentir tremores, ondas de calor e uma sensação de que vai perder o controle.

E quando é infarto, este é o alerta máximo. O infarto traz um combo muito específico. Aquele peso no peito costuma subir para o pescoço e parar na mandíbula, parecendo uma dor de dente terrível no maxilar de baixo. A dor também desce para o braço esquerdo, mas não como um formigamento, e sim como um peso, como se o braço estivesse morto. E o sinal clássico, suó frio. Você começa a suar gelado, fica pálido e sente uma vontade incontrolável de vomitar do nada. Dor de aperto, mais suor frio e dor na mandíbula. Ligue para o SAMU imediatamente.

Mas por que essa dor começou? Qual foi o gatilho? Agora vamos entender isso na diferença número quatro, que revela muito sobre os seus hábitos. E a quarta diferença é observar o momento exato em que a dor escolheu aparecer.

Quando é gases, a dor tem hora marcada, costuma aparecer logo após as refeições. Se você comeu uma comida pesada, exagerou na gordura ou comeu e foi deitar logo em seguida de barriga cheia e 30 minutos depois o peito do a culpa é da sua digestão.

Quando é ansiedade, aqui temos uma ironia. A ansiedade adora aparecer no momento do repouso. Você passa o dia inteiro estressado no trabalho e não sente nada. Mas quando chega em casa, deita na cama e o corpo relaxa, a mente acelera e a dor no peito vem. O corpo relaxou, mas descarregou todo o estresse acumulado.

E quando é infarto, o infarto costuma ser provocado pelo esforço físico. Uma artéria está entupida. Se você está no sofá, o pouco sangue que passa resolve. Mas se você sobe uma escada correndo, carrega uma caixa pesada ou tem uma forte emoção súbita, o coração precisa de mais sangue. O sangue não passa e a dor do elefante aparece na mesma hora, te obrigando a parar o que estava fazendo por falta de ar. Esforço gera dor no coração. Repouso, gera dor na ansiedade.

Essa regra funciona muito bem, mas existe uma exceção perigosa. A diferença número cinco é um alerta exclusivo para as mulheres e para os diabéticos. Se você é um deles, a regra muda completamente. E a nossa quinta e última diferença é de extrema importância.

Se você é mulher com mais de 50 anos ou se você tem diabetes, esqueça o que você vê nos filmes. No caso das mulheres, por razões hormonais, as mulheres muitas vezes não sentem o peso do elefante no peito. O infarto nelas pode se manifestar como um cansaço absurdo, uma fraqueza de uma hora para outra. falta de ar e uma queimação forte na boca do estômago, que elas costumam confundir com gastrite.

No caso dos diabéticos, a diabetes descontrolada ao longo dos anos danifica os nervos do corpo. Com os nervos danificados, o diabético perde a sensibilidade para sentir a dor no peito. Ele pode infartar sem dor nenhuma, sentindo apenas uma tontura muito forte, suor frio exagerado e falta de ar. Por isso, para esses dois grupos, qualquer malestar súbito, falta de a intensa e suó frio, sem explicação, é motivo para procurar o médico imediatamente, mesmo que o peito não doa.

A partir de hoje você tem o conhecimento para ler o que o seu próprio corpo está tentando te dizer. A dor é uma pontada que você aponta com o dedo e piora ao respirar gases ou tensão. É um formigamento na boca com palpitação na hora de dormir? Ansiedade. É um peso esmagador no peito, com suor frio e dor na mandíbula? Hospital urgente, conhecimento salva vidas.

Eu peço que você não guarde isso só para você. Clique em compartilhar e mande este vídeo no WhatsApp da sua família e dos seus amigos. Você pode acalmar alguém que vive com medo ou salvar a vida de alguém que seria descuidado hoje. E se você quer continuar aprendendo a ler os sinais silenciosos que o seu corpo te manda, se inscreva no canal e ativa o sininho. A sua saúde é o seu maior patrimônio. Um grande abraço e até o próximo vídeo.