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Essa IA Cria Apps Sozinha e pode te fazer GANHAR DINHEIRO

inventormiguel19:58

Transcription

90% das startups falham. E a principal causa, na grande maioria das vezes, não é a ideia ser ruim, é o tempo e o dinheiro que se queima antes de descobrir se alguém, uma pessoa real, realmente quer o produto. Pensa nisso.

Quanto custa validar uma ideia hoje? Dezenas, às vezes centenas de milhares de reais, meses de trabalho, reuniões, estresse para talvez, só talvez ter um protótipo na mão. Agora imagina se você pudesse testar sua ideia de negócio com um produto 100% funcional em minutos, sem gastar R$ 1 com desenvolvedores, sem escrever uma linha de código.

Fundadores de startup estão pulando a etapa de investimento anjo e indo direto para os primeiros clientes, construindo a primeira versão do seu software, do seu size em uma única tarde. Empresas gigantes como Alfly economizaram R$ 400.000 ao criar suas próprias ferramentas internas em vez de contratar consultorias caríssimas. Isso não é uma nova metodologia de desenvolvimento, não é um novo framework de gestão, é uma mudança na forma como nós criamos negócios digitais.

Fica comigo até o final porque eu vou te mostrar como validar a sua ideia de startup hoje, nesse final de semana e não daqui a 6, 12 meses. A era da especulação acabou. A era da construção instantânea começou. Fala aí, Belesman. Inventor Miguel aqui, maior referência em inteligência artificial para negócios do Brasil. Não esquece de curtir o vídeo, seguir o canal, que isso ajuda esse conteúdo a chegar em mais pessoas, beleza?

Todo empreendedor, todo aspirante a fundador conhece bem o que eu chamo de cemitério das ideias. Sabe o que que é? São aquelas pastas no seu computador, no Google Drive, cheias de pitchs, business plans, pesquisas de mercado, de logos que você mesmo desenhou, ideias que poderiam ser o próximo unicórnio, o próximo aplicativo que mudaria o mundo, mas que morreram na praia por causa de uma única e paralisante pergunta: "Como eu construo isso?"

O caminho tradicional para responder a essa pergunta é um verdadeiro pesadelo, um campo minado pro seu dinheiro e para a sua sanidade. Primeiro, você precisa convencer alguém a te dar dinheiro: investidores, família, amigos. Você vende um sonho, uma apresentação de slides. Com sorte, você consegue o tal do investimento inicial. E aí começa a segunda etapa: montar uma equipe. Você precisa de um product manager para definir o que construir, um designer para desenhar as telas e, claro, os caríssimos engenheiros de software para de fato escrever o código.

A comunicação entre essas áreas já é um desafio por si só. O que o designer desenhou não é bem o que o product manager imaginou e o que o engenheiro constrói não é exatamente aquilo que foi desenhado. Cada ajuste, cada mudança custa tempo e custa muito dinheiro. Depois de meses, milhares de reais gastos, você finalmente tem o MVP, o produto mínimo viável. E então, depois de todo esse esforço, você vai pra rua testar com clientes reais. Na maioria das vezes, o que você descobre é doloroso. Os clientes não querem nada daquilo ou não daquele jeito. A necessidade era outra e você precisa pivotar, mudar de direção. Mas o seu dinheiro acabou, o tempo passou e a sua ideia vai pro cemitério junto com tantas outras boas ideias. Essa é a receita do desastre. É por isso que 90% das startups falham. Elas morrem no famoso vale da morte, o período entre ter a ideia e conseguir provar que ela tem valor real de mercado.

Mas e se você pudesse pular tudo isso? Se você pudesse ir da ideia pro feedback do cliente real em um único dia, em algumas horas, em uma tarde? Em 2025, um termo que antes era nicho explodiu e se tornou a palavra do ano. Eu tô falando do "vibe coding". A ideia por trás é tão simples quanto radical. Em vez de você gerenciar uma equipe complexa e traduzir a sua visão em tarefas técnicas, você descreve a sua visão, a sua "vibe", o seu produto em linguagem natural, como se tivesse conversando com um gênio da tecnologia. E a inteligência artificial constrói um protótipo funcional para você na hora, instantaneamente. Isso muda completamente o jogo da validação. Você não apresenta mais slides, você entrega um software de verdade pros seus primeiros usuários e ganha um feedback sobre algo real, tangível, usável. Tem uma inteligência artificial que está no centro de toda essa transformação. Eu já vou te dizer qual é, mas antes, não esquece de curtir esse vídeo, me seguir aqui e ativar o sininho, beleza?

A plataforma que eu tô falando isso se chama RLET e ela está acessível para qualquer pessoa na internet. Então, vamos lá. O RLET é o seu cofundador técnico, a sua equipe de engenharia sob demanda. Ele trabalha 24 horas por dia e nunca reclama. O fluxo de trabalho para um fundador, para um empreendedor, se resume a três etapas simples: começar, validar e escalar.

Vamos começar pela primeira etapa: começar. Você tem uma ideia para um site, para uma plataforma, uma ferramenta interna pra sua empresa. Em vez de você abrir o PowerPoint, em vez de você abrir o Google Slides, você vai abrir o RLET e você simplesmente descreve a sua ideia sem se preocupar com qual linguagem de programação usar, qual banco de dados é melhor, como configurar um servidor na nuvem. Toda essa complexidade que normalmente consome semanas de trabalho de um engenheiro sênior é abstraída para você. Ela simplesmente não existe. Em questão de minutos, você tem a primeira versão funcional do seu produto. Não é um desenho, não é um plano, é um software funcionando.

Isso nos leva à segunda etapa e é a mais crucial de todas: validar. O que o RLET te entrega não é um protótipo de design, não é uma fotografia, não é uma tela bonita, é clicável, é um MVP real, um produto com um banco de dados de verdade, com sistema de login funcionando, com a lógica do seu negócio implementada. Você pode gerar um link público para essa sua criação e enviar pros seus 20, 30, 50 primeiros potenciais clientes. E o feedback que você vai receber é de um valor inestimável. Eles não vão opinar sobre um desenho. Eles vão encontrar problemas reais, sugerir melhorias reais e você pode iterar. Eles vão te dar um feedback sobre uma experiência de uso real, melhorar o seu produto em tempo real. E quando você validar a sua ideia, quando seus primeiros usuários amarem o que você construiu e começarem a perguntar "como eu pago por isso?", aí, aí a gente entra na terceira etapa, que é escalar.

Tradicionalmente, um protótipo é algo que você faz e joga fora. Você constrói de um jeito rápido e meio sujo para testar e depois você precisa reconstruir tudo do zero para aguentar usuários de verdade. Com o RLET, isso não acontece porque a plataforma ela já é construída sobre uma infraestrutura de produção. Você pode conectar o seu domínio, integrar com sistemas de pagamento, como por exemplo, Stripe, com um simples prompt, com simples comando e escalar para dezenas de milhares de usuários sem preocupar com servidor caindo, performance, segurança, tudo abstraído. O RLET cuida disso para você. Não é à toa que empresas gigantes como o Duolingo usam a plataforma. Mais de 500.000 negócios de startups, a gigante de tecnologia, hoje rodam dentro do RLET. Por isso que eu sou tão fã dessa plataforma. É robusto.

Mas chega de teoria. Vamos aos fatos, vamos às histórias de quem tá usando isso para construir negócios reais e economizar uma quantidade absurda de dinheiro. Começando por mim, essa história resume o poder dessa revolução. Uma empresa que eu conheço aqui em Lisboa precisava de um software de gestão e eles receberam uma proposta de uma consultoria para desenvolver esse software: 150.000€. 100.000€ era o preço de mercado. Eles receberam algumas propostas mais ou menos nessa ordem. O dono, meu amigo, a gente estava conversando sobre esses problemas operacionais dele num churrasco lá em casa. Nesse mesmo dia, eu decidi ver se eu conseguiria construir algo similar usando o RLET. Eu gastei uns $400 em créditos de tempo dentro da plataforma e o resultado foi uma solução tão boa quanto a proposta de 150.000€. 100.000€. Eu não acreditei! E o melhor: eu peguei essa solução e eu vendi para ele por 30.000€. Eu validei uma necessidade de mercado e tive um lucro de quase 100 vezes o meu investimento em tempo record: um final de semana. É tipo colocar R$ 100 e ganhar 10.000 em um dia. Você entendeu o poder disso? Parece até promessa milagrosa de investimento financeiro, só que é real. Eu estou vendo isso acontecer na frente dos meus olhos.

Agora, um exemplo corporativo. A empresa Allfly, em vez de gastar fortunas licenciando dezenas de ferramentas de software diferentes e tentando fazer elas conversarem entre si, eles usaram o RLET e construíram suas próprias ferramentas internas perfeitamente adaptadas ao seu fluxo de trabalho. O resultado divulgado por eles mesmos foi uma economia de $400.000.000 em custo de software e um aumento de mais de 80% na produtividade da equipe. Transformaram eficiência interna em uma vantagem competitiva brutal.

Agora, a minha história favorita, a prova de que isso é para qualquer um. Uma das minhas alunas, sem nenhum background técnico, sem saber programar, teve uma ideia. Em vez de passar meses procurando um sócio, fundador, engenheiro, ela sentou, abriu o RLET e descreveu a sua ideia. Iterou, melhorou com base nos primeiros feedbacks e lançou. Hoje esse negócio nascido de uma frase fatura mais de R$ 1 milhão por ano com clientes no mundo todo. Isso dá mais de 1 milhão de reais. Um negócio de uma pessoa só, sem equipe de engenharia, sem escritório no Vale do Silício, apenas uma boa ideia e a ferramenta certa para executar.

Essas histórias são exceções, mas vão virar regra. E agora eu te pergunto: qual ideia de negócio você tem gavetada aí no seu cemitério de ideias? Me conta aqui nos comentários. A ideia mais promissora, mais interessante, eu vou responder com o exato prompt que eu usaria no RLET para construir o primeiro MVP. Esse é o meu desafio para você, OK?

Chega de conversa. Vamos fazer isso ao vivo. Vamos construir um MVP do zero. A minha hipótese de startup é a seguinte: o mercado de mentoria é muito fragmentado. Profissionais juniores têm dificuldade de encontrar mentores de qualidade e profissionais seniores não têm um canal fácil para oferecer o seu tempo e o seu conhecimento. Vamos criar o MVP de uma plataforma, um marketplace para conectar essas duas pontas.

Muito bem, eu tô aqui na tela inicial do RLET, tudo limpo, sem distrações. Eu vou começar um novo projeto. Em vez de escolher uma linguagem ou um template, eu vou direto aqui pra inteligência artificial e eu vou descrever o meu negócio. Eu vou ser bem específico, como se eu tivesse brifando o meu desenvolvedor. Esse aqui é o prompt que eu vou usar: "Crie uma plataforma web com o nome Mentoriza Aí. O design deve ser limpo, profissional e minimalista. Eu preciso de dois perfis de usuário: o mentor e o aprendiz. A página inicial deve ter uma barra de busca em destaque para procurar mentores por habilidade, por exemplo, marketing digital, Python, liderança. Os mentores precisam ter um processo de cadastro, onde eles criam perfil público, listam suas habilidades, sua experiência e definem um valor a ser cobrado por hora de mentoria. Os aprendizes, por sua vez, devem buscar por esses mentores, devem ver perfis, enviar um pedido de sessão de mentoria." Vamos mandar esse prompt aqui agora.

Agora a mágica acontece. Observa aqui comigo. Em tempo real, o RLET tá interpretando a minha descrição e transformando em código. Ele tá tomando decisões de arquitetura, escolhendo as tecnologias, criando a estrutura do banco de dados pros usuários, as tabelas, pros mentores, aprendizes, habilidades. Ele tá construindo a interface de usuário, a tela de login, a página de busca, o layout dos perfis. Isso. O que você tá vendo na tela é o trabalho de uma equipe inteira de desenvolvimento acontecendo por trás dos panos em segundos. E pronto, ele terminou. Vamos ver aqui o que que ele criou. Olha isso. Eu tenho essa página inicial já com a busca implementada. Ele criou e eu nem disse qual o texto que eu queria, mas ele mesmo criou o texto, né? "Encontre o mentor ideal para acelerar sua carreira. Conecte-se com profissionais experientes." Aqui o campo de busca. Eu tenho que depois pedir para ele ajeitar isso aqui. Eu posso filtrar, ó. Já já funciona aqui o filtro. Ele já criou até alguns mentores de teste aqui para mim. Ele criou um texto aqui de como funciona: "Busca mentores com esse perfil, agende uma sessão." Colocou mentores em destaque. Ó, se eu clicar aqui em "Começar Grátis", ele permite que eu crie minha conta, inclusive usando a conta do Google, né? Eu nem pedi isso, ele implementou para mim. Se eu botar aqui "Entrar", eu já consigo fazer o login também, além de criar minha conta com e-mail, até com o login da Apple, eu consigo entrar. Se eu digitar aqui na busca "Python", ele busca aqui os mentores de Python. Então a busca tá funcionando.

Vamos primeiro acertar esse layout que não ficou muito bom. Para acertar um layout, para fazer qualquer mudança muito simples, eu simplesmente venho aqui e dou um prompt. Eu vou tirar um screenshot aqui do problema, que é isso aqui, e vou dar o prompt para ele. Vou colar esse screenshot, ó, que eu tirei e vou dizer para ele. Então, mandando esse prompt aqui para ele, ó: "Perceba que esse campo de texto está com aquela lupa estranha, não está alinhado e o botão está em cima do campo de texto. Está meio confuso. Ajeita esse layout aí." Mandei assim, bem em linguagem natural mesmo, junto com o prompt que está com problema. E agora ele vai pensar e resolver esse problema para mim. Eu tenho o botão de login, eu posso fazer o cadastro, eu posso criar uma conta aqui e com o próprio próprio Gmail, eu já falei. Parará parará, exatamente como eu pedi. Agora vamos buscar aqui por Python. E aqui está o per. É um MVP funcional, isso não é um desenho. Eu posso enviar esse link aqui para 100 potenciais usuários agora mesmo e perguntar: "Você usaria isso? Você pagaria por isso?"

E o melhor é a capacidade de iteração. Digamos, por exemplo, que o feedback dos primeiros usuários seja que a busca tá muito simples, eles querem filtros. Eu não preciso abrir um ticket com um time de desenvolvimento e esperar semanas. Eu volto pro chat e eu simplesmente peço para ele adicionar essa nova funcionalidade. Assim como eu pedi para ele corrigir o problema, eu vou pedir para ele adicionar uma nova funcionalidade. Olha só o prompt que eu vou dar para ele aqui. Ele entregou o que eu pedi antes, ó. Ajeitou. Agora ficou bonitinho aqui o layout e eu vou mandar aqui um prompt com essa nova funcionalidade que eu quero pedir para ele: "Ótimo trabalho. Agora adicione filtros à página de busca. Eu quero poder filtrar mentores por faixa de preço e por nível de experiência, por exemplo." Mando prompt e assim como eu mandei o prompt, né, o comando para ele corrigir o erro que ele mostrou ali no layout, ele vai adicionar essa nova funcionalidade para mim. E levamos nós de novo. O RLET entende o contexto, analisa o código que ele mesmo gerou e implementa a nova funcionalidade. Isso que ele tá fazendo agora. Em mais alguns minutos a minha página de busca vai ter filtros avançados. Isso é validação de mercado na prática. É o ciclo construir, medir, aprender, acontecendo praticamente na velocidade do pensamento, rápido, barato e baseado em dados reais de uso e não em opiniões sobre um slide.

E aqui temos os filtros implementados. Por exemplo, se eu vier aqui em Python, ó, ele tem dois resultados. Eh, um é sênior, outro é pleno. Eu venho aqui em filtros, quero pegar só o sênior. Filtrou só o sênior, quero pegar só o pleno, pegou só o pleno. E pela faixa de preço eu também consigo filtrar bonitinho. Vou pegar aqui 220. Filtrando. Já funcionando. Tá vendo? Funcionando.

O que você acabou de ver é o fim da maior desculpa para não empreender. A barreira de entrada, o muro que separava quem tem ideias e de quem tem capacidade de construir, foi implodido. Ah, eu não tenho sócio técnico? Não precisa mais. Ah, eu não tenho dinheiro para MVP? Não precisa mais. Vai demorar muito tempo para testar minha ideia? Não demora mais. É uma mudança de mentalidade. Agora, meu amigo, minha amiga, a velocidade da sua curiosidade, da sua visão de negócio, é o único limite pro que você pode criar. O poder de construir e validar não está mais refém do dinheiro ou do conhecimento técnico de alguém. Está na clareza da sua ideia e na sua capacidade de descrever e vender ela.

O crescimento explosivo do RLET, que foi de 10 para 100 milhões de dólares em receita em apenas 9 meses, tem um motivo muito simples. Isso aqui não é código, isso aqui é velocidade. Velocidade para testar, para aprender, para pivotar e, finalmente, para vencer no mercado. A sua ideia, aquela que tá guardada na gaveta, ela merece mais do que um slide, ela merece a chance de viver no mundo real. E essa chance nunca foi tão acessível quanto agora. A pergunta mudou: não é mais "Será que eu consigo construir?". A pergunta agora é: "O que você quer construir primeiro? Qual é o comando que você vai dar?"

Se esse vídeo te deu pelo menos uma faísca de coragem para tirar a sua ideia do papel, me ajuda a espalhar essa mensagem para mais empreendedores. Deixa o seu like, se inscreve, manda o vídeo pro seu amigo, pra sua amiga que tem uma boa ideia, mas não tirou do papel ainda. Eu acredito em você e eu vou investir na sua ideia. Vão ser só 10 por enquanto. Depois que você construiu seu MVP, manda o link aqui nos comentários. Clicando no primeiro link aqui da descrição, você vai direto lá pro RLET e você ganha os tais $10 em créditos para usar os recursos mais poderosos da plataforma. Considere isso o seu capital semente, o seu primeiro investimento para começar a validar a sua ideia hoje, agora. Clica lá, cria sua conta e transforma a sua hipótese em um produto real. O mercado tá esperando pela sua solução, é só você lançar e ir ajustando. E não esquece de mandar o link aqui nos comentários para eu dar uma olhada. Belezma? Muito obrigado por estar aqui comigo até agora e vamos construir até o futuro.