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Fala, minha excelência. CIA, bom dia. Uma ótima quinta-feira para você que tá nos acompanhando agora às 9:01. Além da notícia, tá no ar, pedindo licença sempre para entrar na sua casa, no seu celular, na sua televisão, no seu carro. Você que só nos ouve, você que tá aqui no Brasil, fora do Brasil, seja bem-vindo.
A gente vai bater, se Deus quiser, ainda hoje 220.000 inscritos nesse canal que começou lá em março, pequenininho, com poucas pessoas assistindo, e eu tenho um carinho mais do que especial por cada um de vocês. Obrigado por vocês estarem aqui.
E olha, no programa de hoje, o caso Vitória ganha novos desdobramentos. Gente, um DNA masculino sem identificação levou a polícia a recolher novas amostras. A Carla tem informações exclusivas que serão passadas a todos vocês já já.
E no Rio de Janeiro, uma mulher dada como morta na operação se manifesta e diz que Japinha do Comando Vermelho não existe. Essa moça aí, o caso Eloá volta a ser discutido depois de uma nova série na Netflix, e hoje a gente vai mostrar onde estão os principais envolvidos nesse crime que chocou o Brasil.
A gente vai trazer também para vocês a questão do que que seria o racismo ambiental. Aniele Franco, ministra do governo Lula, deu uma entrevista e defendeu, né, um maior, uma maior visibilidade para essa causa, mas eu tenho certeza que você também, assim como eu, não entendeu direito o que que seria isso.
E na justiça, uma empresa é condenada por discriminação racial após proibir uma funcionária de usar trança afro. Um tema que tá repercutindo muito e a gente vai trazer já já detalhes para vocês.
Lá em Florianópolis, os vereadores aprovaram o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas, enquanto em Belo Horizonte um projeto autoriza devolver moradores de rua para suas cidades de origem.
E no mundo do entretenimento, ah, o entretenimento, a Luana Piovani todos os dias, né? A moça respira o entretê porque ela foi lá e resolveu colocar o dedo na ferida e expor a Suzane Von Rofen. Tá dizendo que ela tá aparecendo muito depois da estreia da série Tremembé.
E a gente vai falar também do Ministério Público aqui de São Paulo, hein, gente. Os caras querem a prisão em flagrante do Kane West, caso ele cante a sua música polêmica aqui no Brasil. Tudo isso e muito mais a partir de agora.
Além da notícia tá no ar, pedindo licença para entrar na sua casa. Se você puder, já vai deixando o seu like, se inscreve no canal e vem com a gente, porque o programa de hoje tá daquele jeito que a gente gosta.
Fefezinho tomou uns negocinhos antes de começar o programa. Eu quero saber se já fez efeito, Fefes.
>> Não, ainda não.
A não.
>> Fala Cloves.
>> Tudo bem com você?
>> Bom.
>> Hoje foi mais tranquilo.
Fala Cloves. Em respeito. Respeito. Um dia sim, um dia não. Entendeu? Em respeito àquelas senhoras que reclamaram que a gravidade da voz estava um pouco excessiva, né? É, mas eu acho que se eu vou começar a fazer, vou fazer um disclaimer, falar ou eu vou gritar, hein? Em três, do avisa antes, entendeu?
>> Entendi. Que aí a pessoa ela já abaixa o som. Vou fazer isso.
>> Herr do kib. Bom dia. Por quê?
>> É realmente uma boa pergunta. Bom dia. Por quê?
>> Hoje é quinta. Quinta é um bom dia porque é antes de sexta.
>> É, exatamente. E depois de quarta.
>> Você não tá animado hoje? Final de semana não te cativa de alguma coisa?
Eu tô sempre animado. Eu tô sempre explodindo de alegria. Como vocês podem perceber diariamente aqui nesse programa.
>> Acaba de chegar a dama do crime, Carla Boquerque. Tudo bem contigo, minha amiga?
Tudo. Eu tô combinando hoje com o resto. Estamos de preto.
Hum.
>> Exatamente.
>> Vocês estão bem rock and roll hoje, né? Uma coisa bem.
Eu sei se você sabe, mas a Carla é rock and roll.
>> Eu sou completamente.
>> A Carla é rock and roll.
>> É ela. Ela é.
>> Carlinha, que banda que você gosta, hein?
>> De várias.
>> Qual que é a tua preferida? Só para eu entender.
>> É na Castela, pô.
>> É. Sid Magal. Cina Magal.
>> Depois o cara reclama. Depois o cara reclama que tá com pedra no rim. O cara fica ouvindo na Castela. Ô Carl,
>> você tem cara de que gosta de Prince?
>> É, não tem que gostos. É, não é aqua. A Carla, para quem não sabe, você tem uma ideia, a Carla ela investigou ela mesma.
>> A Carla,
>> eu gosto de Silks and the B.
>> Você gosta de Queen, Carla?
>> Ultrax. Como é que é?
>> Queen? Queen é bom.
>> Você já ouviu falar em John Mayer, Carla?
>> Por você.
>> É muito bom. Diga, passagem. Aliás, eu vou criar, eu vou criar um quadro também no programa. Sabe qual vai ser o quadro? Eu vou criar o quadro Dicas de John Mayer com Paulo Matias. Só do J.
>> Aí vem toda uma vinheta que nem você faz. Olha, para vocês que estão chegando agora, hoje é quinta-feira, estamos aquecendo os nossos motores aqui. Se vocês puderem deixar o like, a gente agradece. Bora subir o quê? A nossa.
>> Nossa.
>> Ah, vai, vai, segue o programa aí. Vai.
>> Bora subir a nossa nave e se informar com as principais notícias agora. 9 horas 7 minutos. Começando aqui o nosso giro com o relator do projeto Antifacção. Gente, o deputado Guilherme Derrit, ele apresentou nesta quarta-feira a quarta versão do parecer, mas pediu ao presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Mota, o adiamento da votação para a próxima semana. Esse novo texto define facção criminosa como organização ultraviolenta que visa ao controle de territórios ou atividades econômicas e destina parte dos bens apreendidos ao fundo da Polícia Federal. O Derrite também incluiu, para vocês terem uma ideia, o uso de drones como agravante e aumentou penas para lesões que são consideradas gravíssimas.
9:07. Lembra do TH Joias? Ex-deputado estadual do Rio de Janeiro? Foi indiciado, viu, pela Polícia Federal, junto com outras 17 pessoas por crimes ligados à facções criminosas. Segundo a Polícia Federal, o grupo praticava atos como integração em organização criminosa armada, contrabando, lavagem de dinheiro e tráfico interestadual. Entre os indiciados estão policial federal, três PMs da ativa, um ex-policial militar, um ex-militar do exército e assessores da Assembleia do Rio de Janeiro, além, claro, de traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro. A Polícia Federal aponta que o grupo, chefiado pelo TH, realizava negócios com as facções envolvendo armas, dólares e tecnologia, gente, antidrone.
E olha, um produtor da TV Globo foi agredido lá em Brasília durante a gravação de uma reportagem para o Jornal Nacional. A gente falou disso aqui no canal, no Fora de Quadro. A equipe registrava algumas imagens próximo a uma agência do INSS, quando um homem surpreendeu o profissional e o imobilizou com um golpe do tipo mata leão. O repórter e o cinegrafista conseguiram intervir e a equipe deixou o local para registrar o boletim de ocorrência. Essa reportagem tratava da atuação de puxadores que oferecem ajuda irregular a seguradoras, segurados, perdão, do INSS. Segundo a emissora, o produtor passa bem e o caso será investigado pelas autoridades do Distrito Federal.
Girando o assunto por aqui, falando do padre Danilo César da paróquia de Areial, lá na Paraíba. Esse cara não vai ser indiciado por intolerância religiosa após ter associado à morte de Pretagil a fé da artista, durante uma missa transmitida no mês de julho. Segundo a Polícia Civil da Paraíba, a conduta do sacerdote não se enquadra em crime previsto em lei. A declaração do padre gerou uma baita de uma repercussão no Brasil inteiro, notas de repúdio e denúncias formalizadas por entidades do movimento negro e de religiões de matriz africana que afirmam que a fala ridiculariza e diminui tais crenças. Embora o inquérito tenha sido arquivado, a família do Gilberto Gil segue com uma ação cível por danos morais lá no Rio de Janeiro, pedindo indenização de R$ 370.000. A defesa, gente, do padre, ainda não falou até agora.
E a Casa Branca, hein, se recusou a revelar detalhes da ressonância magnética feita por Donald Trump, mas afirmou nesta quarta-feira que ele, um homem de 79 anos, segue com a saúde excepcional. O Trump confirmou ter feito o exame no dia 10 de outubro, mas nem ele nem o governo informaram qual parte do corpo dele foi avaliada. Questionada, a porta-voz Carolyn Liviet disse que apenas, eh, que radiologistas e consultores revisaram os resultados e concordaram, inclusive com a avaliação positiva. A Casa Branca classificou a ressonância como uma parte de um exame de rotina, ainda que esse tipo de imagem não faça parte de um checkup físico mais tradicional.
9:10 para você que tá chegando agora. Lara Silva, filha do Faustão, atualizou o estado de saúde do apresentador, viu, e diz que ele tá melhorando a cada dia. Para a nossa alegria, né? Num evento beneficente em São Paulo, a cantora relembrou a emoção de ter o pai presente em seu casamento após um ano marcado por três meses de internação e dois transplantes. Segundo o genro, Julinho Casares, o Faustão segue na fisioterapia, ainda usa a cadeira de rodas, mas já consegue andar e fazer exercícios. O apresentador se recupera de uma infecção bacteriana grave que o levou a passar por um transplante de fígado e um retransplante renal no mês de agosto, além dos procedimentos de coração e rim realizados nesses últimos 2 anos. Toda a força do mundo pro nosso queridíssimo Fausto Silva.
E olha, gente, a situação da FMU tá cada vez pior. A família fundadora e dona dos imóveis onde funcionam os campos da FMU entrou com um pedido de falência contra o Centro Universitário, alegando atraso no pagamento dos aluguéis das 18 unidades. Segundo eles, os atrasos começaram após o pedido de recuperação judicial feito em março, e só nesses 8 meses a dívida, para vocês terem uma ideia, já soma cerca de 40 milhões de reais. Pela legislação brasileira, apenas as dívidas anteriores à recuperação entram no plano que será votado pelos credores. Mas a família afirma que o passivo total é muito maior do que esse que eu contei, cerca de R$ 80 milhões de reais referentes a aluguel e IPTU acumulados desde o ano de 2014, quando o conflito começou após a venda da FMU à Laureat por cerca de 1 bilhão. Meses depois, a redução do FIES afetou o caixa da instituição. E aí, em 2020, a Anima comprou a operação brasileira da Laureat, mas a FMU não foi incorporada e acabou vendida à Farlon por 500 milhões. Desde então, para vocês entenderem, essa disputa só cresceu e se tornou uma batalha jurídica que dura uma década. A situação piorou muito na pandemia, com trancamentos de matrícula e migração pro ensino à distância. Hoje a gente tá falando de uma instituição que tem cerca de 60.000 alunos e fatura aproximadamente 300 milhões de reais por ano. Desde 2020, a Farlon tenta um acordo com os fundadores para evitar essa falência considerada extrema para uma universidade desse porte, desse tamanho, né? Até agora FMU, Farlon e Anima não se manifestaram e a gente permanece aguardando respostas.
Esse foi o nosso giro de notícias nesta quinta-feira. Olha, gente, a situação lá da FMU. O negócio está feio.
Carlo Albuquerque.
>> Feio. Um engodo.
>> Um engodo.
>> Um engodo. Porque para pagar isso aí, né, como é que paga? E e a situação tá péssima e vai piorar.
>> E sabe quem vai rodar com isso? Os alunos.
>> Os caras vão ter que pagar. Aquela bucha aqui. Os mais os mais prejudicados serão os alunos.
>> Mas olha, conhecendo o nosso país, vão chegar num acordo ali.
>> Acho.
>> Eu acho.
>> Algum tipo de acordo vai ser necessário.
>> Algum tipo de acordo, sim. E sempre tem alguém interessado numa empresa que tá meio quebrada para poder fazer melhor negócio, né?
>> Vamos ver. Mas o ponto é, né? Nós estamos falando de aluguéis atrasados, né? Aí não é nem com a empresa, é com os donos dos imóveis, né?
Imóveis. Exatamente.
>> Não é um, né? O faturamento deles é muito alto, né?
>> É alto, mas os caras não pagam. Vergonhoso isso, né? Para 60.000 alunos. Vergonha. Exatamente. Uma má administração.
>> Vergonhoso.
Olha, para você que tá chegando agora, estamos com quase 300 likes, mais de 13 pessoas. Se você puder, você que tá chegando agora, para tudo que você tá fazendo, só deixa o teu like. Que bora bater os 400 aí, fazer um mutirão pra gente subir a nossa nave. A nossa nave vai subir. Eu tenho um comunicado.
>> Calma, segura esse comunicado.
>> Não, mas é importante aqui. Olha, ele veio com calça azul.
>> Calça azul.
>> O Régis.
>> É calça azul isso aí. Mas qual, qual que é o comunicado?
>> Isso porque ele só vem de preto.
>> Ah, entendi. Eu sou um cara que eu detesto monotonia. Não ficou claro. Ficou claro para mim.
Olha, para você que tá chegando agora, se você puder, já vai digitando no chat de onde você fala, porque agora é a hora mais gostosa do nosso programa da gente tomar aquele café com CAD cover. Minha excelência, deixa eu fazer uma conta rápida com você aqui. Quanto é que custa um celular intermediário hoje aqui no Brasil? Intermediário, hein? Tô falando de quê? R$ 1.500, 2, R$ 3.000. E aquele topzeiro, aquele top de linha, dependendo de uns R$ 6.000, né? Tem gente que paga até mais de R$ 10.000 por um celular. Agora me diz uma coisa, quanto você paga por mês para proteger esse investimento todo? Afinal de contas, é um investimento ou você ainda não tá se protegendo? Olha, a cover tem o seguro celular para te proteger em casos de roubo e furto qualificado com cobertura nacional e contratação rápida e muito fácil, viu? E olha, tem mais, todo mês você concorre a sorteios de R$ 10.000. Então, além de você proteger seu celular, você ainda pode ganhar uma bela de uma bolada, viu? Então faça já a cotação do seu aparelho com a cover seguradora usando esse QR Code que tá aparecendo aqui na tela e em pouquíssimos minutos você já vai ter os valores para proteger o seu celular e, claro, fica tranquilo porque todo mundo merece dormir em paz, né gente? Olha, presta atenção, pega o celular e vai direto no QR Code, porque tudo fica bom, com bom seguro e com a cover, é claro, fica ainda melhor.
Quase 300 likes por aqui. O chat começa a ferver do jeito que a gente gosta. É hora de você falar de onde você tá falando, hein? Qual que é a tua cidade? Pra gente dar aquele bom dia gostoso, com alegria, com energia, com alto astral. Astral.
Réges. Astral.
>> Astral.
>> Você não tá feliz?
É.
>> Olha ali o Washington de Teresina, de Guarulhos, o terráqueio de de Brasília. Olha ali.
Fal, ninguém vai entender nada. Pera aí, Carlinha.
>> Sabe quem voltou?
Ô,
>> Fefê, pera aí. A Carlinha vai falar aqui as cidades. Já já você vai falar e o Régis não vai falar porque eu não quero que fale.
Olha só.
>> Estamos com mais de 100 pessoas aqui, quase 400 likes. Para tudo que você tá fazendo, você não deixou o teu like ainda, hein? Ajuda nós aqui, meu amigo.
Olha aí, ó.
>> Por favor.
Pedeira. Olha.
>> Olá, queio de Brasília. Olha lá, querido ter está aí conosco hoje. Olha a galera de Presidente Dutra, de Portugal, de São Bernardo, de Rio Preto, lá onde eu nasci.
>> Cabrita selvagem do Paraná, Maringá.
>> Dona Leite, direto do Recife, um beijo para senhora.
Vai Carlinha.
>> Crisca Nasal, olha ali também tá com a gente. Temos Volta Redonda aí.
>> Maria Carolina de Seat, um beijo para você. Maria Pelacia tá aí com a gente também. Olha aí, ó. Estamos chegando nos 350 likes.
Falta só pros. Beijão pro pessoal de Recife.
>> Ajuda a gente aí, meu amigo.
Marcos de Tu.
>> Quem mais?
Carlinha. Paraíba, Volta Redonda, Rio de Janeiro, Distrito Federal.
>> Brasil inteiro.
>> Seat, Joinville, no Rio de Janeiro. Beijão po chat do jeitinho que a gente gosta. Alô, Barcelona. Temos Londrina.
>> Barcelona. O cara mora na Jardim Saúde. Fala, você acha que é impossível alguém morar fora do país? Não, que tua isso aí é um bando de mentiroso. Eu só acredito, só acredito. Eu só acredito com super chat internacional. Fora isso, é tudo cascata isso aí.
>> Eu fico impressionado com a quantidade de gente de Portugal que nos assiste, né, Carlinha? Você percebeu isso? Muita gente de Portugal. Um abraço para toda a comunidade lá de Portugal na casa de Portugal ali, ó.
Seatol.
>> Muito bem. Mandando sempre um beijo para cada um de vocês.
>> Fefê, falta só 35 likes, hein? Agora 30 pra gente passar dos 400. Ajuda a gente aí mais de 15 pessoas. Vamos subir nossa nave.
>> Ah, provavelmente tá no hospital, gente.
>> Senão ninguém entende nada. Vocês estão falantes demais, meu.
Fala Fefê.
>> Não, que eu queria falar um negócio aqui que é curioso, mas é legal a gente falar porque isso mostra a autenticidade deste programa.
Pô, pois não.
>> Ontem algumas pessoas começaram a me seguir, aí teve uma moça lá que veio perguntar, falou: "Ô, você é solteiro mesmo? Você não é um personagem, tal?"
Uma moça ou uma moça? Uma moça. Uma moça.
>> Quantos anos?
>> Ah, não sei. Não entrei nesse assunto ainda. Deve ser menos 60.
>> É 60. É do Sabe aqui para baixo. Sabe aquela mulher que tá com a pele curtida? Sabe aquela mulher que tá com a pele curtida de sol?
>> Nossa, velho. Não, mas aí sabe o que eu achei legal? É que as pessoas às vezes acham que a gente é o personagem, não é? Todo mundo é o que é. Você é o que é. O R é chato assim na vida. A Carla é gente boa assim. E eu sou retardado assim mesmo. É isso.
Ó, falta pouquinho pra gente chegar nos 500 likes. Mais de 15 pessoas. Muito obrigado pela sua audiência. Eu quero ver os principais fãs aqui. Fefezito, coloca na tela pra gente prestigiar você que tá todo dia aqui. Muito obrigado por você tá aqui junto com a gente. A gente tem uma grande família. Essa família chama-se Além da Notícia. O Terraque hoje tá bombando, hein, Terraque. Abraço para você. A dona Meiri, um beijo pra senhora. Como eu te adoro, Meiri. Washington Zeferino tava sumido, hein, Washington.
>> Erupção Jeans, a nossa Luana sempre presente. Denis, Cláudia Lima, o Vanderson Amorinho, abraço para você, irmãozinho. O Léo Arevalo é novo, hein? Novo. Abraço para você, Léo. Bem-vindo aí, viu?
>> E a nossa Diana completando os 10 primeiros colocados por aqui. Chegaram super chat, só pra gente finalizar aqui. O Terráqueio disse: "OK e a Couve no Distrito Federal estão caros". Grita crois.
>> Não entendi.
>> Gritei.
>> Mas eu não entendi porque a couve tá cara. Do que que ele tá? Da onde ele tirou a C? E a Couve. Será que é o.
>> Provavelmente deve ser o Ford K e a Couve. A Couve na feira.
>> Ah, entendi perfeitamente. O Carlinhos disse: "Bom dia, Ré, meu amor, te amo".
Ré. Hum.
>> Manda um beijo pro Carlinhos para fechar.
Vai.
>> Vai deixar o plug do R com ciúmes.
>> Vai fazer faxina na tua casa que tá precisando. Vai.
Muito bem. Olha só, meus amigos, muito obrigado mais uma vez pela audiência de vocês. Pouquíssimos likes pra gente bater nossa meta de 500 antes das 9:30. Se vocês puderem, mais de 16 pessoas aí faz a diferença para nós. Vamos falar sério aqui porque no começo da apuração, gente, do caso Vitória, alguns nomes chegaram a ser citados. O namorado, o ex-namorado, o amigo do ex e um vizinho. Mas eles foram descartados sob a justificativa que a gente trouxe para vocês de falta de indícios técnicos e álibes considerados suficientes. Mesmo assim, esses quatro homens nunca foram formalmente investigados. Só agora, meses depois, eles foram levados a Franco da Rocha para a coleta de material biológico. Laudos já anexados ao processo confirmam a existência de um DNA masculino encontrado na cena do crime, mas o documento não indica de qual objeto ou local exato esse material foi extraído. A existência desse DNA sem correspondência é, segundo fontes, o motivo para a nova coleta que foi realizada pela Polícia Federal. Informação exclusiva que a gente te traz do caso Vitória. E claro, o Google do Crime está preparado para nos municiar, certo?
>> Exatamente. Só uma correçãozinha ali, não é a Polícia Federal, né? A polícia aqui.
>> Perdão. Eu disse Polícia Federal.
>> As pessoas vão achar que a Polícia Federal tá no caso, não está. Então, exatamente. Olha o que o Paulo explicou aqui para vocês no comecinho. Essas quatro pessoas, eh, tiveram os seus nomes, né, publicizados na época em coletivas de imprensa, que era aquela segunda linha que foi trazida pela delegacia de Cajamar, que seria o ex-namorado, que é o Guilherme, que também tem o mesmo, desculpa, Gustavo, que tem o mesmo nome do atual, que é Gustavo também, o amigo dele, o Daniel e um vizinho que é o Cícero. Ah, o que é muito estranho é que essas pessoas trouxeram álibes na época. Um deles inclusive, que é o Liro, que é o ex-namorado, diz que estava com uma ficante no litoral. Mas esse álibe nunca foi materializado no processo, o que é um tanto quanto estranho, né? A polícia deveria ter colocado as provas materiais do álibe. Isso não consta no processo, como a gente já explicou para vocês. Aí hoje a gente foi terça-feira, né? Terça-feira eles estiveram em Franco da Rocha, que é a delegacia seccional da área. Essas quatro pessoas foram a esse local sem a presença de seus representantes legais, ou seja, não tinham advogados e lá fizeram a coleta de material biológico. O que vão fazer com esse material ainda não sabemos. O que a gente sabe é que tem um DNA que ainda não foi identificado que estaria ali naquela suposta cena do crime do carro do Michael.
>> Eu acredito que vão fazer algum confronto, mas a gente também não tem informação porque todos ali estão fechados em copas. A gente tem imagem de de temos. Já já o Fe vai exibir essa imagem, mas antes,
>> claro que é para para comparar. É.
>> Eu queria só assim, me uma dúvida, né, que sempre vem na cabeça em relação a caso Vitória. Eh, eles já não tinham que ter feito esse procedimento antes? Por que que só agora?
>> Então, entend aí o que a gente tem que deixar claro é que.
>> Não é básico.
>> Sem contar que os álibes não foram checados, né? Que quer dizer, você acreditou na palavra dos caras e isso é básico, não é? Ou eu tô ficando louco?
>> É, então não, o que você é básico, mas vamos explicar algumas coisas. Ninguém é obrigado a entregar o material biológico. Veja só, eles foram chamados, foi solicitado esse material e a informação que eu tenho é que esse material foi coletado. Eles poderiam ter se negado e não terem entregue este material. Eles não tinham advogados presentes. Também não há necessidade, mas é inteligente ter um representante legal. Tudo bem. Mas assim, se eles se negam.
>> Se eles se negam também a fornecer material biológico, é um se uma levanta uma suspeita, né?
>> É sim e não. Vamos entender o seguinte, só é obrigado a fornecer o material biológico quem de fato já foi condenado.
>> Por ordem judicial mesmo.
>> Exatamente. Já. E aí você tá condenado. Então assim, hoje nesse nosso banco de materiais genéticos, né, de DNA, todas as pessoas que cometem homicídio ou crimes como eh estupro, inclusive os faccionados, eles precisam coletar material.
>> Não, pera, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Você tá falando que a a pessoa só pode ceder material e eh genético depois de condenado. Quer dizer, se a pessoa se a pessoa, por exemplo, está está em julgamento.
>> Mas faz sentido, Ra.
>> Você não sabe se é ela ela se ela foi culpada ou não daquele momento.
Não, mas por exemplo, se você tem uma pessoa que está sendo julgada por um crime,
>> tá? Ela não foi condenada ainda, não foi inocentada. Isso.
>> E ela pode, o advogado pode pedir a a a coleta de provas biológicas para incluir no inquérito antes de de condenação, antes de de absolvição.
>> O que que acontece? Como você ainda você é um investigado, né? Você ele nenhuma dessas pessoas é ré, eles são investigados. Você não é obrigado a fornecer material biológico seu, inclusive porque uma vez que você fornece esse material biológico, ele vai parar nesse banco de material genético e lá vai ficar.
>> Inclusive, se você tiver cometido um outro crime e der um match, aí por exemplo, vamos pegar o caso da Beatriz Angélica lá de Petrolina, o a pessoa que matou a Beatriz, ela teve o material genético. O que acontece? O material genético dela tava coletado por um outro crime. E o que a família pedia na época era: "Coloquem o material genético que está na faca". Na hora que colocaram bateu com ele. Ele já estava pego num outro crime. O material genético dele já estava lá. No momento que você cede o seu material genético, ele vai para esse banco de de perfis genéticos, ou seja, de DNA. E se você não E aí é um direito que você tem. Eu não quero que meu material genético fique nesse banco.
Fala, fale.
>> Mas aí uma dúvida prática, tá? Eu que sou um grande espectador de CSI.
>> Uhum.
>> Por exemplo, você tem lá o episódio do CSI, aí a mulher morreu, aí os caras têm a suspeita lá de um cara, aí o agente vai lá e pede pro cara, pega o material genético do cara. Então isso no Brasil não pode.
>> Assim, não pode. A obrigatoriedade.
>> Pedir isso. Pedir, ele pode pedir a pessoa eh ceder. Aí é um direito dela. Sim ou não? Aonde ela é obrigada a ceder. Enfim, ele é um condenado, está cumprindo pena por homicídio, estupro, um faccionado, está na lei. Até lá mesmo. O próprio Michael, ele é ré, mas ele não foi condenado ainda. O que acontece? Entraram no carro dele, tiraram o material genético que é dele, porque ele, né, tá na eh tá dentro do espaço dele. Esse material foi coletado. Agora, você ir e ceder esse material, você pode querer cedê-lo ou não? Se, por exemplo, se você tiver com o advogado, sabe o que o advogado vai falar?
>> Não ceda.
>> Fica na boa.
>> Não cede. Por que que você vai ceder algo, entende? Eh, é um, é um direito que você tem de não ceder. Aí as pessoas, ah, mas se não ceder, será que eu não tô assinando embaixo?
>> Fica uma suspeita. Existe essa suspeita, mas você não é obrigado a ceder.
>> Uhum.
>> Aqui as pessoas não sabem. Então elas acabam indo, a autoridade policial chama e diz: "Olha, eh, nós queremos aqui, né, fazer algum confronto de material genético para até para eliminar o seu perfil da cena do crime."
>> Perfeito.
>> Então, mas ele pode falar o seguinte: "Eu não quero ceder".
>> Carla,
>> Cara. O que que foi, Feira?
>> É só uma outra dúvida aqui.
>> Vamos, vamos partir do pressuposto, por exemplo, que eu estou eu estou eu sou inocente.
>> Tá? E aí pedir o meu material genético, o que que eu perco ou qual o risco que eu posso ter de ceder esse meu material genético no sentido de, por exemplo, eu nunca vou cometer crime nenhum. Existe uma possibilidade em algum momento falar: "Não, você cometeu um crime porque o material genético bateu mesmo não sendo eu ou isso é impossível?"
>> Olha só, se a gente tivesse dentro de um sistema que todos nós acreditássemos 100% no sistema, eu te diria que não tem problema algum. A minha pergunta eu vou devolver ela para você agora, né? A vou responder com uma pergunta. Você você confia no sistema?
>> Eu não. E aí se eu sou inocente é que eu não vou dar mesmo, porque eu não sei o que os caras vão fazer com meu material.
>> Essa aqui é a questão. Você confia no sistema? Se você confia você vai lá. Se você não confia.
>> Carlinha, são 9:30 da manhã agora. Eu queria agradecer as quase 2000 pessoas que já chegaram aqui no Além da Notícia nesta quinta-feira. Muito obrigado pela sua audiência. Estamos quase batendo 600 likes agora. E a gente te pede, você que tá aqui, não custa nada e faz toda a diferença pro nosso canal, só clica nesse joinha pra gente subir o nosso algoritmo e conseguir alcançar cada vez mais pessoas. Mas enquanto vocês estavam falando aqui, eu tava abrindo aqui o canal do Paulo Matias. Já ouviu falar desse canal? Bom, esse canal, viu?
>> Esse canal é muito Instagram. Olha um sucesso esse canal. Uma pessoa de óculos escuro que anda por este canal.
>> Achei muito bom.
>> Ah, é, é, deve ser o Ray Charles.
>> Achei muito bom. Mas aí me chamou atenção uma notícia. Posso ler?
>> Pode. Deve.
>> Polícia investiga denúncia de desvios de R$ 875 milhões de reais na cidade de Cajamar. A polícia civil tá investigando um suposto esquema de desvio de dinheiro na prefeitura de Cajamar, na grande São Paulo, envolvendo 875 milhões. Esse inquérito foi aberto em agosto depois do recebimento de denúncias apontando suspeitas de corrupção nas gestões do ex-prefeito Danilo Joan (2020-2024) e do atual prefeito Cuan Berto. Segundo a polícia, as informações apontam para a atuação de um grupo criminoso formado por agentes públicos e empresários, que teria se beneficiado de recursos públicos por meio de diferentes mecanismos de fraude e corrupção institucionalizada.
>> Onde isso?
>> Em Cajamar.
>> Hum.
>> Notícia fresquinha, inclusive para vocês, hein? Cajamar desvios valor 800 quanto.
>> Estão sendo apurados de R$ 875 milhões de reais. Estamos falando de quase 1 bilhão. Quase R$ 1 bilhão de reais agora.
>> Pelo amor de Deus.
>> Tá. Tá. Agora querem ficar estarrecidos.
>> Hum.
>> Eles pediram sigilo no processo.
>> Neste.
>> Neste processo. Eu tenho esse processo já há bastante tempo. O que que acontece? Eles pedem sigilo porque temos ali figuras públicas, né? Então assim, a gente tá falando do ex-prefeito, do atual prefeito e de outras pessoas, outras empresas, outros agentes públicos que estão sendo investigados. Tem uma.
>> Cajamar, inclusive, uma cidade com problemas seríssimos de infraestrutura, né, de saneamento básico.
>> De falta de recursos na prefeitura. Lá não tem crime organizado, não vem com esse papo. Agora querem mais uma boa informação? Sabe quem está investigando?
>> Quem?
>> O Gaeco.
>> É mesmo?
>> Uhum.
>> O Gaeco tá em cima da prefeitura de Cajamá. Importante essa informação, hein, Carl?
>> Porque. E aí quando a gente fala de Gaeco, novamente, o Gaeco investiga organizações criminosas. E leia-se que uma organização criminosa não é só uma facção criminosa, são pessoas que se juntam, né, para enriquecimento ilícito, mas aí tem cadeia de comando, enfim, tem vários quesitos para você preencher o que que é uma organização criminosa, que pode inclusive ter ligação com facções criminosas também.
>> Cará, entrou Gaeco na história. É caixa e vela preta. Vai lá.
>> Ah, o Gaeco.
>> Porque o Gaeco não vai ficar perdendo tempo em casos que não há indícios.
>> Mas posso falar disso?
>> Chocante, hein, gente? 800 e assim uma cidade pequena, né? Cajamar uma cidade pequenas. Pequena.
Pega aí quantos habitantes tem Cajamar, Fefê, por favor.
>> Acho que menos de 100.000.
>> Não é pequena. Cidade pequena.
>> E aí, vocês querem uma outra boa informação? Quem está investigando?
>> Quem?
>> A seccional de Franco da Rocha também.
>> 98.000 habitantes. 98 habitantes. Ou seja, que foi a delegacia que começou a investigar o caso Vitória. Não estamos dizendo aqui que uma coisa tem ligação com a outra, porque não temos prova disso.
>> Mas é bastante interessante. Veja só, eh, a gente tem ali à frente da da seccional de Franco da Rocha um delegado muito experiente que é o Dr. Aldo Galeano, não é? E essa investigação, ela vai acontecer após, depois do caso Vitória.
>> Interessante.
>> Mas foram várias denúncias que foram recebidas e assim o desvio de dinheiro é absurdo. Para vocês terem uma ideia, eh, tem contas pagas durante a pandemia para transporte escolar.
>> Não? E assim, isso.
>> Quando não não existia, eh, vamos dizer movimentação de pessoas.
>> Como você bem colocou, uma coisa não tem a ver com a outra. Vírgula.
>> Porque nós estamos falando de autoridades públicas. Is tem uma coisa que uma autoridade pública precisa ter, é reputação ilibada.
>> Sempre.
>> Principalmente para se promover, inclusive uma investigação criminal. Então, enfim, aqui a gente não pode cravar nada, como a Carla bem disse. Vamos aguardar as investigações.
>> Tem um cheirinho, né? Tem um.
>> O cheiro, o cheiro é ruim, mas às vezes às vezes pode não ser enxofre.
>> Às vezes é só uma torta esquecida na geladeira.
>> O processo tá em sigilo e a gente não pode trazer informações detalhadas desse processo, né, dessa, vamos dizer, desse inquérito. Mas eu posso afirmar para vocês que eu vi esse inquérito e é aterrorizante o que tem dentro dele.
Muito bem, meus amigos, são 9:36. A gente vai voltar nesse assunto amanhã. Podem ficar tranquilos, todas as atualizações de Caso Vitória você encontra aqui. Faltam só 40 likes pra gente passar dos 700, hein? Hoje o programa vai bombar com o apoio de vocês. A gente agradece muito a cada um que tá junto aqui com a gente nesta quinta-feira se informando cada vez mais. Olha, a japinha não existe. A Japinha não existe. Tô falando da Maria Eduarda, conhecida como Penélope nas redes sociais, negou ser a mulher identificada como Japinha do Comando Vermelho, aquela suposta integrante do Comando Vermelho, apontada como morta na mega operação no Rio de Janeiro. Num vídeo publicado nas redes sociais, gente, ela diz ter sido vítima de uma confusão que gerou uma onda de fake news sobre a sua morte e que imagens foram usadas indevidamente em postagens que ligavam o seu nome ao tráfico. A Polícia Civil negou a existência de qualquer mulher entre os mortos nessa operação. A jovem afirmou que não tem envolvimento com crime e que algumas fotos antigas foram usadas para alimentar a falsa história. Vamos ver o relato dela.
>> Oi, meu nome é Maria Eduarda. Eh, eu vim me pronunciar, né? Eu venho me pronunciar primeira vez, oficialmente, primeira vez que eu venho falar sobre isso. Eu não tinha vindo falar. Eh, como vocês sabem, né, tudo isso que tá rolando na internet, eh, boatos que eu tinha, então eu tô viva, sim, tô viva. Eh, saí que tudo que aconteceu foi o que a internet criou, porque em nenhum momento eu ou minha família ou ninguém próximo a mim veio falar na internet que eu tinha ninguém. Então, a internet já vinculou fotos, imagens minhas de uma vida minha passada, na qual eu não levo mais. Trouxe à tona e falando que eu tinha aí a internet já sabe como que é a internet, né? Eh, aí vincularam eu a essa pessoa que tinha eh falando que era eu. E minha família nenhum momento veio falar nada sobre isso ou veio se expor na internet ou veio falar se eu estava viva ou não. E a internet começou a especular, né, várias coisas, inventar várias coisas. E outra coisa, essa tal de japinha que estão falando aí, não sou eu, essa menina não existe. Japinha não existe. E nem eu e nem uma outra menina que vincularam a a esse nome, Japinha, que foi uma coisa que a mídia criou, para vocês verem que a mídia criou, entendeu? Não existe ninguém com esse apelido japinha, com esse nome, entendeu? Eh, meu nome é Maria Eduarda, conhecida como Penélope. Eh, tenho minha vida, minha história. Eh, tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado e que no qual eu não não levo mais pra minha vida hoje em dia. Não, não faço parte. Eh, quero que deixe no passado. E é isso.
Tá aí a Maria Eduarda que era Japinha, não é mais Japinha. E a culpa, no final das contas, é de quem? Da mídia.
>> Empressa. Então, a japinha, que não é Japinha, deve ter uma irmã gêmea, aquele faccionado ou metrossexual. Eu não é porque ele, gente, a imagem que a gente tem é de um heterossexual que tem exatamente as mesmas feições dela. Mas que bom, olha aí, ela apareceu, diz que ela não é Japinha, que ela teve uma vida, acho que ela quis dizer, né, ligada de certa forma ao crime, que já não tem mais também. E é isso. Pronto, acabou, gente. É isso.
>> Isso, essa informação. E eu quero as suas considerações finais sobre a Japinha que não foi. A pouco vai aparecer o Doca aí, que era o cara dizendo: "Olha, gente, olha gente, esse Doca nunca existiu." Você tá entendendo? Eu sou o o Zé, o Zé que o Doca vai aparecer falando o Doca. Você gosta de Doca? Isso aí é a mídia que criou. Imagina. Aí depois vai aparecer o Fernandinho Beiramar lá da cadeia dizendo: "Olha gente, eu sou eu não sou Fernando, não sei o que lá. Tô preso aqui, não sei porquê." E a mídia inventou essa história de Fernandinho Beiramar. Imagina, eu nunca fui no eu nunca fiquei na na beira do mar, nada, sabe? Sabe?
>> Eu adoro culpar a mídia. É muito bom, né? Porque aí você de alguma forma vai e é aquela coisa, os caras foram lá, inventaram, né?
>> Mas eu gostei dela falando como é que é que ela tinha.
>> Nossa. Queria falar palavra, né?
>> É, para não perder o alcance, né? Posso falar um negócio para vocês? Minha sincera opinião aqui.
>> Já, já essa moça tá fazendo propaganda do tigrinho. Do tigrinho? Tigrinho, certeza. Não, fazenda. Fazenda é selecionada. Só selecionada.
>> Mas tigrinho.
>> Deu ver realtiginho. Deu ver. Deu ver da fazenda. Deu para ver que a Fazenda é muito bem selecionada. Muito bem selecionada. Sim. Diga de passagem. Michele Barros acabou de sair, inclusive vou entrevistá-la hoje às 2 horas da tarde, hein.
>> Vou entrevistar Michele Barros no Link Podcast às 2 horas da tarde. Você não me fala mal da fazenda não, hein? Senão eu aponto o dedo para você que nem o Adriles, hein. Vou dizer uma coisa pro senhor.
>> Cadê o Adriles? Em tantos anos que eu não vejo ele. Hã?
Fala.
>> O senhor tem que entrevistar sabe quem?
>> Quem?
>> Diogo da Luz.
Ele chegou que ele cravou que ele cravou que a Michele ia ser campeã. Diogo resolveu desaparecer. Até a moça que disse que ia cortar o genital de uma criança, ela continua lá.
>> Continua.
>> Continua, mas vai sair, vai sair. Fica tranquila que vai sair. O povo brasileiro vai fazer isso. A a a Michele saiu e saiu.
>> Não, vocês não vão querer aqui numa discussão. Vocês sabem que a primeira hora do programa é uma hora focada em segurança pública. Você tá querendo de alguma forma criar uma estratégia de discussão na fazenda aqui às 9:42 em frente a Carlo Buquerque.
>> Você não acha que você passa um pouco do ponto? Uh. A Japinha.
Começou com a Jap. Mais de 2300 pessoas. Mas se a gente for analisar friamente.
>> Se eu percebo.
>> Se a gente for analisar friamente, ter a a Michele Barros ter ido pra Fazenda é um crime, então pode estar na primeira hora.
>> Um crime. Muito bem, gente. Olha só, falta pouquinho, hein, pra gente virar os 800 likes. Se você puder nos ajudar, quase 2400 pessoas por aqui. Muito obrigado pela sua audiência, pela sua companhia. Só deixa o like. Bora subir essa nossa meta, gente. A arquiteta mineira Daniela Mares, uma mulher de 35 anos, foi condenada.
A dois anos e 6 meses de prisão. Sabe onde? No Camboja, por posse ilegal de drogas. Essa é a brasileira que tá presa no Camboja. A família tá alegando inocência dela e diz que ela foi vítima de uma armação após se recusar a participar de esquemas de golpes lá no país. Segundo os parentes, as pílulas teriam sido colocadas em seus pertences como retaliação e a brasileira teria passado por cárcere, extorção e retenção de passaporte. O advogado local abandonou o caso dela e a família agora procura uma nova defesa para recorrer da sentença. Enquanto o Itamarati ainda não se pronunciou. A família tá pedindo ajuda para o governo brasileiro. Detida numa prisão super lotada, sem saneamento, a Daniela compartilha a cela com 89 mulheres e depende de pagamentos para receber comida e remédios. Familiares acreditam que ela foi alvo de tráfico humano. Mas a Carla tem mais informações pra gente.
Carla, >> olha, a situação no Camboja é assustadora. >> Foi vítima de tráfico humano mesmo. Essa >> eu não tenho dúvida que ela tenha sido vítima. Olha só, vou trazer uma informação para vocês, tá? Isso aqui é informação dos Estados Unidos, que eles têm diversos relatórios recentes que confirmam que o Camboja é alvo de redes de tráfico humano especialmente ligadas a fraudes digitais e emprego enganoso, tá? Tem o esse o relatório se chama da que na verdade o relatório é da Amnesty International que documentou pelo menos 53 centros de fraude online no Camboja, onde as pessoas foram enganadas com promessas de emprego trazidas para o país, privadas de documentos, confinadas e forçadas a cometer fraudes ou trabalhar em condições de escravidão. Lembra que nós tivemos aqueles dois brasileiros que ficaram numa situação aí não no Camboja, mas em Mianmar, aconteceu a mesma coisa. É importantíssimo que o governo brasileiro eh faça alguma coisa. A gente tem ali o Itamarati para tentar entender. Ela não tem nem o perfil de uma pessoa que tenha ido para pro Camboja para fazer tráfico de, enfim, de coisas ilícitas. E assim, encontraram três pílulas. ela é arquiteta e as pessoas precisam entender que esses lugares são, enfim, tão tão criando esses locais e é extremamente perigoso porque eles vêm com promessas muito atrativas de empregos, eh, de vidas maravilhosas e a pessoa chega lá, tem seus documentos retidos e aí se você não aceita fazer isso, você cai nesse outro lado aqui, né, que é, ah, então vou te prejudicar. Inclusive tem informação aqui, ó, que o governo do Camboja sabe >> e tem relação com essas redes. >> Então, assim, é muito é muito preocupante. Ó, o Camboja, gente, foi classificado como tier 3, ou seja, ele não cumpre plenamente os mínimos padrões para a eliminação do tráfico humano e não está fazendo esforços suficientes. E isso aqui vem, é um documento do governo americano, ou seja, é gravíssimo que acontece no Camboja. E a gente assim, o o nosso país precisa ajudar essa mulher, >> você vê o que que são as coisas na vida, né? Ela saiu do país em busca de oportunidades de emprego, né? Ou seja, não é que ela saiu, ela foi tentar a sorte ali, foi tentar mudar a vida dela e de repente ela tá numa cela com 80 89 mulheres. 89. Você precisa ter dinheiro para poder comer dentro do sistema penitenciário. Se você precisa de remédio, você você tem que pagar. E para que você receba comida, você também tem que pagar. É um absurdo que acontece lá.
>> Muito bem, Diogão, seja bem-vindo ao programa. Às 9:47. Diogo da Luz já tá na área por aqui. Tá nos ouvindo bem?
>> Muitíssimo bem. Bom dia, Paulo, todos da sala, essa maravilhosa audiência. Diogo, explica pra gente um pouco a tua visão aí sobre toda essa situação envolvendo uma brasileira, postura do Itamarati, o que que pode ser feito numa situação dessa?
>> Itamarati vai se mexer se houver pressão popular, como a gente já viu em outros casos. Se não faz de conta que não é com ele, porque sabe que o governo pode ter desgaste porque o Itamarati estava a serviço do governo muito mais do que uma entidade mais autônoma que deveria ser. Então, se o governo falar, opa, vai dar desgaste, a gente se mexe, vai dar popularidade, a gente também se mexe. Pá, então vamos ver para que lado vai, fica essa coisa assim. Agora tem que participar, sem dúvida. O Camboja tem muitas histórias, inclusive tem um relatório de uma ONG bastante respeitada que diz: "Eu era propriedade de outra pessoa". Quer dizer, eh eh para descrever o que é que eles fazem, não só lá, como outros lugares dizem que Mianmar também é um problema sério. E é preciso também ter alertas mais claros para as pessoas que querem sair daqui, porque a gente que tem um pouquinho mais de vivência, tal, olha, fala: "Poxa, aí pro Camboja buscar trabalho, é risco." Agora, muitas pessoas se deixam levar para promessas maravilhosas. Quando chega lá, fica um mês preso e daí para frente vira uma bola de neve.
Muito bem, gente. Deixa eu só contar rapidinho, Carlinha, só a história dela. Pedir ajuda do Itamarati, porque é o seguinte, gente. A Daniela, essa moça que vocês estão vendo, é essa moça que tá presa no Camboja, condenada a 2 anos de prisão, numa situação absolutamente catastrófica no país, insubre. Ela saiu de Belo Horizonte, lá em Minas Gerais, com destino a João Pessoa, na Paraíba, onde ela morou entre novembro de 2024 e o começo desse ano de 2025. No começo do ano, ela deixou o Brasil em busca de uma vaga de telemarketing no Camboja, sob a promessa de um alto salário. Isso existe mesmo. Essas vagas existem, já foram relatadas por outras pessoas. A arquiteta, ela embarca no final de janeiro mesmo contra a vontade da família dela. A família dela não queria de maneira nenhuma que ela fosse pro Camboja. Até fevereiro, a mãe e ela se comunicavam normalmente por WhatsApp. Em março, os parentes da Daniela passaram a receber mensagens meio suspeitas, regadas por supostos golpistas que acabaram se passando pela Daniela. De acordo inclusive com os familiares dela, gente, a mulher descobriu que o trabalho a quase 17.000 1000 km da casa dela envolvia aplicar golpes online. Depois de tentar abandonar o emprego, ela foi presa sob a acusação de posse de drogas. Aí, enfim, a droga, >> a droga entrou no meio da história. >> Veja, veja o que você tá comentando, né? Ao invés do governo local tratar a pessoa como vítima, tá tratando o quê? Como uma criminosa, porque deve ter alguma ligação com essas redes. Sabe o que é interessante? Eu tenho contato do pessoal da Êxodos, que foram eles que trouxeram aqueles dois brasileiros de volta para o Brasil, que estavam em Mianmar. Foram essas pessoas que foram negociar inclusive com, né, com o Karen, que é um exército ali que é assim extremamente perigoso, né, que você eles têm muitos conflitos civis ali e militares e foram eles. O Itamarati não fez nada, gente, para esses dois brasileiros, nada. Quem fez foi essa organização, que é uma organização grande, ela é internacional, é a Êxodos, a gente tem um braço no Brasil, eles foram negociar para que vários, várias pessoas, não só brasileiros, né, porque brasileiros eram dois, mas eram mais de 90, inclusive de outros países fossem libertadas, porque eles saíram fugindo no meio da mata fechada e pararam com aquele exército na frente do exército de resistência que é o Karen. E e aí ficou aquela situação, mas quem são eles, né? E aí eles explicaram que eles estavam sendo forçados a fazer esse, né, dar esses golpes. Eles apanhavam, não comiam. E tem, inclusive, eu tenho contato desses brasileiros que retornaram até para eles contarem para as pessoas, eu acho que isso é muito importante, porque você vai para lá, né, com essa ideia de que você vai ter, vai mudar de vida e é tudo mentira, né, gente?
>> Sim. E eles, só que assim, eles apresentam toda uma uma ideia, tem uma engenharia social que faz você acreditar, porque muita gente fala: "Olha, o que que uma arquiteta foi fazer lá? Parece que é tonta". Não, você é atraído. Eles são muito manipuladores e eles criam essa engenharia social.
>> Ser arquiteta ou ser advogado ou ser qualquer outra profissão não necessariamente implica se ter um bom desempenho e se ter recurso, né? Você pode ser uma arquiteta que tá falida, por exemplo, e precisa de dinheiro de alguma forma. É ou não é, Diogão? E Paulo, isso me faz lembrar aquele livro que depois virou filme americano do navio americano que foi eh sequestrado por eh bandidos lá no na Somália, lembra? Virou um filme com o Tom Hanks. Muito muito falado.
>> É aquela sensação que a gente ganha de nação mesmo quando vê que um país não deixa um cidadão na mão. Pode ser que tenha algum crime aí. Pode. Agora, não tem nenhum nenhum indício que leve o que muita gente aqui no Brasil já começa a fazer. Ah, mas era uma tonta. Ah, mas não sei o quê. A gente tende a debochar de nós mesmos. enquanto é importante o Itamarati entrar em ação para fazer o melhor possível por ela. Isso faz a gente ter mais uma sensação de pertencimento que é fundamental pro país de bem.
>> Mas sem dúvida, né? Mas assim, né? Eh, acho que fica o aprendizado para todos os brasileiros que o Camboja não é o melhor local para se buscar um emprego. Isso >> e não. E você sabe que é o pior, cara? >> Isso assim fica de lição, né? O pior de tudo é que todo mundo eh que vai ao Camboja diz que é um dos lugares mais lindos do planeta, mas é um dos lugares mais terríveis de se viver, não só por conta de problemas de saneamento básico, tal, mas pela própria história do Camboja, que é uma que é uma das histórias mais sangrentas. O Diogo sabe bem da história do Khmer Vermelho, que foi um dos governos mais sanguinários da história. O Genghis Khan, perto do do Não era o PP, era como era o nome, não lembro agora. O o Genghis Khan perto do Khmer Vermelho parece escoteiro. Então assim, é um negócio absurdo mesmo. Lamentavelmente diz que é um país lindíssimo.
>> Mas a gente precisa fazer pressão inclusive para ajudar essa essa brasileira >> e colocar o Êxodos na na parada, né? Eles são maravilhosos, gente. É uma organização muito séria, sem fins lucrativos e eles trabalham exatamente com tráfico humano. Pessoas que são levadas para outros países para isso, desde tráfico de órgãos, eh, prostituição, para aplicar golpes, porque eles precisam de pessoas brasileiras, sabe? Esse golpe que você recebe um monte no teu celular, é aplicado por essas pessoas. Então eles fazem isso e eles têm uma meta. Os caras, aqueles, os dois brasileiros, eles estavam na Tailândia e eles foram levados para lá. O Itamarati falou assim pra família: "Liga pra polícia lá".
>> Sim, >> aí não dá, né? >> Aí não dá.
>> Gente, são 9:54. Mais uma vez, muito obrigado às mais de 2600 pessoas que estão ligadinhas aqui no Além da Notícia desta quinta. Estamos junto e misturado, viu gente? Nosso compromisso com vocês é com a melhor informação possível. A gente tá com menos de 900 likes. Se você que tá nos assistindo agora, chegou nesse momento e puder dar o like, faz a diferença para esse canal. Bora pros 900, porque a gente vai falar agora pro o sobre o Cristian Cravinhos, viu? Ele que foi condenado pelo assassinato do casal Von Richthofen e ficou ferido depois de um acidente de moto na tarde desta quarta-feira ali na zona sul de São Paulo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, ele se envolveu numa colisão com um carro dirigido por um jovem de 22 anos. O Cristian foi levado ao pronto socorro da Vila Mariana. O motorista não se machucou, mas tem um fato nessa história toda que é coincidência, aquela coisa toda, mas que chamou a atenção de todo mundo. Essa batida aconteceu a mais ou menos 1,5 km do local da antiga mansão da família Von Richthofen. Era muito perto de onde era a casa onde ele acabou assassinando os pais da Suzane. O Cristian postou uma foto nas redes sociais mostrando o rosto com curativos, mas já está em casa. A gente tem a foto aí, Fefê. Tá aí, ó. Cristian Cravinhos, depois de ter literalmente caído da moto.
>> Eh, eu achei, eu achei até que você ia falar que, que que essa história toda tinha um dado inusitado que era dele de calcinha na na Eu achei que era até isso. Ah, você achou que era calcinha? Ele foi atendido e aí os paramédicos olharam e vai, mas pera aí, você tá de calcinha? Não,
>> coincidência, né Carlinha? Essa coisa de 1 km distância, mas é simbólico, né?
>> É ironia da vida, né? Perto. A casa dos pais dela era em Moema, não era?
>> Não, não. Morumbi. Morumbi.
>> Que que você ia falar, Carlinha?
>> Isso. Morumbi. Ironia da vida, né?
>> Fala, Diogão. Vida. Coincidência, pode ser o que for, mas eu tenho uma sensação tão forte que esse cara vai ficar aparecendo na mídia. seja com acidente, com tropeço, seja com coisas mais sérias, parece que ele tem uma atração pela pelo barulho, pelo problema, pela notoriedade, né?
>> É, mas se você for pensar, todos eles têm, né? Aliás, todos os presos que estão lá em Tremembé, inclusive Thiago Brennand tá saindo de Tremembé, né, Carlinha? Tá de saída lá de Tremembé.
>> Eu ainda não tenho 100% essa informação que ele tá de saída de Tremembé.
>> Vou pegar. Ele vai estar, se ele tiver de sair de Tremembé, ele vai para outro presídio, né?
>> É,
>> porque ele ele tá cumprindo pena ainda.
>> Agora sabe quem pode ir para Tremembé que eu não sabia e não me atentei? Carlos Zambelli, Diogo da Luz.
>> Pois é. Pois é. Isso também está sendo aventado.
>> Brasil. Pode ser que Carlos Zambelli vá para Tremembé.
>> Carlos Zambelli tentando alegar que não tem condições de saúde para ser mantida presa, né? Ela tinha condições para ser deputada federal aguerrida. Mas bateu um problema de repente que mudou tudo para ela, né?
>> É, né, Diogo? Para correr, para correr com revólver na mão, ela tinha saúde, né?
>> Uhum.
>> É,
>> mas aí aí vai vale com comentário também. Tem tem o teatro, sem dúvida. Mas o simples fato de ter uma decretação de prisão nas costas já muda muito o comportamento da pessoa, né? Um mês, dois meses, um ano na prisão, mais ainda, especialmente se a prisão tiver uma qualidade, o que falta no Brasil.
>> Vocês lembram do juiz Lalau?
>> Não. Lalu.
>> E aí ficou tudo assim. O João de Deus também.
>> O Roger
>> todo mundo muito mal, né Carlinha?
>> Todo mundo tá tudo caindo.
>> todo mundo fica raquítico, né? Quando aquela coisa,
>> o único caso, o único caso que é invertido é o R, né? Que é assim e tá solto, né? E vou continuar solto por muito tempo, porque eu não faço nada de errado. Ao contrário de algumas pessoas dessa produção aqui.
>> O já foi investigado. Ele tem ficha limpíssima.
>> É exatamente. A Carla investigou a minha ficha e já já percebeu. Tô pegando aqui, ó. Confirmado mesmo. O Thiago Brennand deixou
>> Tremembé e foi para Guarulhos. Guarulhos. Ele que já foi condenado em quatro processos de violência contra a mulher na capital paulista e no interior de São Paulo. Essas sentenças do Thiago Brennand que a gente estava falando, somaram 20 anos e 2 meses de prisão, R$ 150.000. Mas estranho, por que que ele deixou Tremembé, né? E foi um
>> hum Santos, por exemplo, ficou lá.
>> Você acha que tem uma questão meio de classe social? Eu eu sou capaz de apostar, não tenho informação, mas sou capaz de apostar que ele pediu.
>> Vamos, vamos ver. Pode também ter sido, né, o o a equipe jurídica dele para ficar mais perto. Enfim,
>> isso às vezes é a incompatibilidade entre um ou outro grupo, uma facção.
>> Antes de Tremembé, ele estava no CDP de Pinheiros, lembra? Antes de Tremembé ele estava em Pinheiros, aí foi para Tremembé e agora vai.
>> É que lá em Tremembé nós não temos faccionados. Então assim,
>> mas mas tem ter os líderes, né?
>> É, mas não tem mas lá não tem facção criminosa. Tem que eu é mais talvez seja a distância e o juiz, né, de execução tenha permitido que ele tenha ele venha para Guarulhos para ficar mais perto, porque ele tá respondendo a outros processos. Então talvez
>> eu posso coro, né, Car? A sua equipe precisa estar perto dele para ir lá conversar e pensar em estratégias. Eu talvez seja mais essa linha, mas a gente a gente pode perguntar investigar. Eu particularmente eu torço para que o Brennand Brennand né, o esse tal de Thiago Brennand ele sempre vá para locais onde o fevereiro dele possa ser bem massageado.
>> Você reparou Carla que o Régis ele tem uma coisa com o fevereiro das pessoas que assim é o comentário ele é sempre focado no fevereiro. Para você que está nos acompanhando agora, fevereiro é um mês que vem antes de março e depois de janeiro. Você me entendeu. Eu eu falo isso porque sempre eu acho que a a massagem do fevereiro desses caras é um castigo muito bacana.
>> E dos outros meses, como é a massagem do outubro?
>> Ele tá no ano inteiro, né?
>> É, pois é. Ele acha que é carnaval. Eu acho que é o carnaval o ano inteiro. Ai, que beleza.
>> Olha só, meus amigos, são 10:1. Muito obrigado às mais de 2700 pessoas que estão ligadinhas no Além da Notícia por aqui. Bora subir, gente. Faltam só 70 likes pra gente passar dos Milão. Nossa meta sempre até 10 horas da manhã. Bora ajudar a gente, se você gosta do nosso trabalho, é só deixar o like aí e vamos embora. Olha, a estreia do documentário caso Eloá, refém ao vivo na Netflix, relembra o sequestro de Eloá Pimentel, de 15 anos, assassinada pelo ex-namorado Lindenberg Alves em 2008, após mais de 100 horas de cárcere privado. Hoje o Lindenberg segue preso na penitenciária de Tremembé, tendo tido a pena reduzida de 98 para 39 anos e mais recentemente abatida em mais de 100 dias por trabalhos, estudos, aquela coisa toda que a gente já sabe. Ana Rodrigues, amiga que também foi mantida refém embalada na boca, sobreviveu e leva a vida reservada no ABC paulista. Ela se formou em engenharia e foi indenizada em R$ 150.000 pela falha da polícia ao permitir a sua volta ao cativeiro. Esse documentário da Netflix destaca os relatos da família da Eloá e de jornalistas, mas a Naara opta por não aparecer nesse documentário, segundo a direção, por ainda carregar uma ferida aberta. A série também relembra a polêmica envolvendo a jornalista Sônia Abrão, que entrevistou Lindenberg ao vivo durante as negociações. Um ato que segue sendo alvo de muitas críticas até hoje. Carlinha, vou pedir para você nos contar como é que tá aí a vida dessas figuras depois de tudo que aconteceu e que você fale um pouco dessa série, desse documentário.
>> Então é um documentário, é um filme, né, documental, vale a pena que as pessoas assistam. Eh, ele é feito inclusive por jornalistas, né? Jornalista falando ali inclusive do trabalho de jornalismo. O que eu achei muito estranho que não tem a presença da Sônia. A Sônia não tá,
>> ela resolveu não participar.
>> Ela não participou. Então, enfim, inclusive quem fala e quem aparece é um jornalista que trabalhava com ela. E ali entram numa questão, né, sempre de justificar o que eles fizeram, porque eles entraram dentro de uma negociação, né, com o refém, o que é um absurdo em todos os sentidos.
>> Nada justifica também. Eu não vi, eu olha, eu não vi, mas absolutamente nada justifica ah, o interesse jornalístico, cara, nada. Não há uma uma miligrama de justificativa para Sônia Abrão, equipe e o cacete a quatro ter entrado nessa história. Absurdo total. Bom, você sabe que na semana passada eu estive com o Rodrigo Hidalgo, que é jornalista da Bandeirantes há muitos anos e ele estava na cobertura do caso Eloá e ele trouxe um relato ali bastante importante. falou, "Carla, toda a imprensa ficou estarrecida com que ela com o que ela fez, porque assim, a gente cruzou uma barreira muito complicada, porque você não sabe, você entrou dentro do trabalho da polícia de negociação, é como se você tivesse bagunçado ali >> tudo o que já era extremamente tenso." Mas vale lembrar também que a polícia cometeu muitos erros. Como que você devolve uma refém pro cárcere?
>> Isso é um absurdo. Porque
>> e outra e também quem autorizou da da polícia autorizou a entrada da da Sônia e da equipe dele nessa história?
>> Não, não cortaram cortaram a linha. Eh, enfim, não fizeram mais coisas. Aquele esse sequestro durou muito tempo. Ele se sentiu muito poderoso. É uma coisa absurda. E na época o Ministério Público eh pensou sim em tomar medidas severas com o que a equipe, a Sônia, Abram fizeram em relação àquela a condução do que estava acontecendo ali, a condução policial. É uma pessoa pegar e entrar no meio, aí eu descobri o telefone e vou dar uma ligadinha para ver se eu falo com a pessoa. Não, você
>> pensou e pensou, pensou, pensou e não fez nada,
>> entende? E aí você atrapalhou, atrapalhou algo e assim de novo, a gente não tem bola de cristal. Será que se todo esse show, né, de horrores não tivesse acontecido, inclusive show de horrores da própria polícia, o desfecho seria outro? A gente não sabe. Mas é é assim, foi uma tragédia, uma tragédia. E a moça Naara, ela tem todo o direito de estar recolhida, de querer ficar distante também de tudo isso. É muito difícil para essas vítimas. Deixa eu trazer pra conversa, deixa eu trazer pra conversa o nosso Rick Souza que já está na área por aqui. Rique, bom dia, meu caro amigo. Você está bem me ouvindo? Tranquilo?
>> Bom dia, Paulo. Tudo bem? Tudo certo.
>> Eu queria um pouco que você falasse sobre essa série, sobre o enredo da série principalmente sobre todas essas polêmicas aí, envolvendo a Sônia. Cara,
>> a Sônia sempre evita esse tema, é uma mancha na carreira dela. É de uma época que o "A Tarde é Sua" vivia uma crise de audiência, assim como toda a Rede TV. E diferentemente do que acontece hoje em dia, que ela investe muito na cobertura de fofoca, ela estava virando um Datena de saias. Ela estava apostando cada vez mais em conteúdo policial, em conteúdo sensacionalista. O integrante fixo era o Jorge Lordelo, que hoje em dia apresenta o programa policial na própria Rede TV. E era a forma que ela arranjou de ter relevância. Ela certamente se arrepende de ter feito aquela cobertura. Não tenho a mínima dúvida disso. E não só a Sônia, foi tudo um show de horrores. Ainda não assisti o documentário. Não sei se eles relembram o episódio bem constrangedor também na Record, que a Ana Rickman pede pro Lindenberg dar um tchauzinho na janela durante hoje em dia. Todas as emissoras de TV erraram muito nessa cobertura. excessiva do sequestro, como a Carla já disse, virou um show de horrores, virou um pay-per-view de um crime, principalmente em Record, Band, Rede TV, Real Time.
>> Ô, Rique. E não vamos e não vamos esquecer de um outro episódio absolutamente abominável, que era aquela entrevista forjada com integrantes do PCC, feita pelo Gugu.
>> que foi que foi também o outro o outro fundo do poço da TV. Para quem não sabe, a a o Gugu
>> era uma outra época, né?
>> Não, não é não, mas não não é não, pera aí. Não, não era outra época não, porque a ética jornalística ela, ela, ela independe de época. É, mas agora tem rede social, né? Ré.
>> Não, mas Paulo, vamos lembrar, gente. Não, o Gugu também com aquela história de dar presente de casamento,
>> não passava do ponto, passava do ponto, sem sombra de dúvida.
>> É, era assim tudo pr
>> Mas hoje você tem uma rede social que você tem uma resposta do público. É isso que eu tô querendo dizer. Erros, os seres humanos eles vão errar. Isso é fato. Seja um jornalista, um advogado, vai errar por audiência. Você vai dar máquina de costura por audiência. Não, você você vai por audiência comprar vai comprar uma entrevista. Isso é por audiência. Eu sou obrigado a conviver com Rick Souza. É uma coisa difícil. É querido. Não pare.
>> Não, não, não é querido. Ele é por você. Ele é querido assim. Gosta ou não é?
>> Quem vê nem pensa que Paulo Matias me liga todas as noites desabafando. Eu virei psicólogo dele.
>> Ai que mentiroso.
>> Eu vou pegar o histórico de chamadas aqui. Paulo. Dale, Henrique.
>> Eu acho que bater na Sônia Abrão, bater no Gugu é bater na pessoa errada. Certo. Para mim tá muito claro. A polícia que errou. em parte importante lembrar porque a estrutura policial é pequena, os braços não são suficientes para fazer tudo que tem, falta investimento. Sempre falar isso, mas a polícia era dona da situação. Ela, segundo a Naiara, ela entrou, invadiu a casa antes do bandido atirar, ou seja, ela acabou pelo menos ajudando a dar causa. E se a Sônia Abrão passou do limite, no lugar de ficar criticando tanto ela, ela estava lá querendo fazer o trabalho dela, não é nem sair em defesa, mas a polícia dona da situação, não podia ter permitido, gente. Da mesma maneira, por que que o o Gugu entrevistou eh a a Suzane? Porque foi permitido pela justiça. É o estado que tem que agir numa hora dessas. Falar: "Ah, mas alguém furou nosso". Se você não consegue cuidar nem do público desamparado do lado de fora, imagina de quem está em perigo mesmo.
>> Agora, Rick, a gente está vendo esse lançamento aí da Netflix bem no meio aí do lançamento, né, da dos poucos dias que foram lançados Tremembé, né? Isso tudo é estratégia, né? Lógico, a Netflix percebeu rápido, reagiram rápido porque perceberam que True Crime está fazendo sucesso. A Netflix já tinha algumas produções do gênero mais importadas de outros países. Natural que eles queiram também começar a explorar mais isso. E eu acredito que tenha ficado muito bom, porque a Netflix tem um histórico muito melhor com produções brasileiras do que com a Amazon. Eles investem muito mais no nosso país, é natural que tenha até mesmo um acabamento melhor. É uma série documental, não deve ter alguns exageros que Tremembé.
>> Não, mas aí tem uma diferença e eh gritante, né? Enquanto Tremembé, aquela porcaria, ela é uma
>> Você nem assistiu e você fala que é porcaria.
>> Assisti, sim, senhor. Perdi 5 horas da minha vida que eu nunca mais eu vou recuperar. E outra coisa, o Tremembé, ela na verdade seria o que a gente pode dizer de uma de uma série, uma cine, como se fosse uma cinebiografia, o o caso da da menina da Eloá, não é um documentário. Documentário é outra abordagem, é outra linguagem, é outro papo.
>> documental. Isso.
>> é ali é um show, né? Tremembé é um show, meio que entretenimento. Entretenimento. Entretê. É um entretê. Um tretê.
>> não. Episódio da Malhação versão penitenciária.
>> Isso é um true crime folclórico. Sim.
>> é escrachado, né? Um negócio meio escrachado. E os caras também optaram pela coisa mais sexual ali para >> ter visualização também. O a minha intenção também foi pegar o público do Fefê. O Fefê, por exemplo, é o telespectador clássico.
>> O Fefê é público gerador de vital.
>> O Fefê é público gerador de vital. Eu nem eu nem assinatura da Amazon Prime, irmão. Fica de boca aberta, mulher bonita coisa, se for para ver putaria, eu já vou naquilo direto.
>> Que que é isso, Fefezinho? Divulga isso aqui, pelo amor de Deus. Fe nós somos da família brasileira. Não vem não. Deixa eu começar aqui, ó. Não, não, não, não, não, nem começa. Por favor, por favor, controle-se. Controle-se. As 10 horas 12 aí, ó. Você pula o anúncio, né?
>> Esse comercial também passa em várias rádios de São Paulo. É natural que as pessoas saiam a lenda. Também que sabe de cor também se denunciando. Estamos estamos aqui numa discussão séria. Gente, olha, são 10:1. Falta pouquinho pra gente passar dos 10000 likes. Eu vou pedir pro F colocar na tela os super chats que chegaram, porque chegaram algumas perguntas. Acho que pra Carla, inclusive, não foi, Fefê? O F vai colocar aqui. Vamos ler todos, prestigiando a cada um de vocês que sempre contribuem aqui com o nosso programa. Muito obrigado. Mais de 2800 pessoas. Será que a gente vai passar dos 3.000 hoje? Se você nos ajudar com a quantidade de likes, eu tenho certeza que sim. O Dizo Martins disse o seguinte: "Por favor, chega de caso Vitória e dado do Labela. Diz: "Olha, será >> vocês querem que a gente pare de falar de caso Vitória, mas posso falar, não é uma coisa de querer ou não querer, é uma coisa do nosso compromisso ético com os fatos jornalísticos. Gostou dessa resposta, Carlinha?
>> Amei. Dáhe!
>> Foi forte, né? Uma coisa assim, né? Grande Paulo. Isso e também falta de pau. Eh, ô Dizo, ô Dizo, eh, passa então a assistir o nosso programa das 10 horas em diante.
>> Muito bem. Quem mais? Quem mais? Quem mais? A Renata Padilha disse: "Vou palestrar com a Carla no Expo Talks de Santa Catarina".
>> Exatamente. Estaremos juntos lá juntas, Renata,
>> beijo para você, Renatinha.
>> Vamos convidar a Renata para vir aqui qualquer dia, hein. A Renata sempre manda, Renatinha, um beijo para você. Venha com maior prazer nos conhecer. Entendo que você vai passar por essa experiência de palestrar junto com a Carla. Ela vai investigar tua vida. Cuidado.
>> Olha aí o Santiago mandou a sua contribuição e disse que o Brennand já saiu de Tremembé e tá em Guarulhos a pedido da sua defesa. A gente deu aqui essa informação. A Thaísa Araújo disse: "Conheci um policial que participou do caso da Eloá. Ele tem um profundo ódio dela, né, no caso da Sônia Abrão e de toda a equipe dela. Atrapalhou todo o processo. Tá aí a Thaís Araújo dando a sua opinião e a sua análise.
>> Carlinha, um beijo para você, meu amor. Você volta 6 horas da tarde. Hoje tem caso a caso aqui na nossa, aliás, que belo programa ontem. Vá, vá pra sua casa, quer que Dra. Badaró, a Dra. Badaró que nos assiste, se olhos. Dra. Badaró virou apresentadora agora. Você viu, Dra. Badaró? Um beijo para você lá trabalhando. Dora Badaró, beijo. Passista também.
>> Valeu, Carlinha. Olha gente, são 10:15. Estão chegando aqui para compor o nosso time matinal, Felipe Reis, Lalá Fonseca. Já já a gente vai dar bom dia para eles. Mas antes eu vou atualizar vocês sobre a COP 30, né? Porque o pau tá torando lá. O caos está instaurado, ninguém está entendendo nada do que está rolando de discussões ali. Só que a ministra da Igualdade Racial, Aniele Franco, afirmou que o racismo ambiental é pouco reconhecido aqui no Brasil. Segundo ela, comunidades periféricas são as mais afetadas por enchentes, calor extremo e falta de infraestrutura. A gente vai ver a explicação que ela deu sobre esse tema para a gente tentar entender melhor e poder discutir junto com vocês.
>> Fiquei muito feliz. Eu ainda acho que tem uma parcial da sociedade que, infelizmente, não entende de o que é o racismo ambiental. As pessoas ainda não conseguem visualizar porque muitas vezes moram e residem lugares que não são afetados. Eu sou carioca do Rio de Janeiro, na favela da Maré, que tinha normalmente 2 ou 3 graus a mais do que a zona sul. Então, a pessoa que passa por uma enchente na Maré não é a pessoa que acorda com Copacabana intacta quando a gente tem uma chuva eh enorme, como já tivemos várias vezes no Rio de Janeiro. Então, isso é o racismo ambiental. E eu vi o presidente Lula falar tendo a declaração também, né, e imaginar que a gente está aqui no coração da Amazônia, todo mundo aqui pingando de calor, de suor, mas entendendo o tamanho desse trabalho e ver outras autoridades também dispostas a colaborarem, a ajudarem e a trazerem esses temas centrais para as pautas de discussões. Enche o coração de orgulho. Não é o final ainda. A gente sabe que não é totalmente o avanço que a gente quer, mas a gente vai seguir trabalhando até que a gente consiga. Fiquei.
>> Tá aí a fala da ministra Aniele Franco. Já vejo por aqui. Lalá Fonseca aí, Lalazita, bom dia. Bom
>> dia, Paulo. Bom dia a todos aqui da nossa audiência. Olha, Paulo, eu vejo você um visionário da comunicação. Eu tenho certeza que todo mundo da nossa audiência >> sabe que você tem esse dom, mas dessa vez você comeu uma bola.
>> Por quê?
>> Porque você traz todos os lados. E nessa história faltou uma exclusiva com o advogado de São Pedro, né? Vamos combinar.
>> Ah, você está falando do quê? Lá lá do racismo ambiental.
>> Ah, pelo amor de Deus. Cadê São Pedro aqui para se entender.
>> Cadê São Pedro?
>> Muito bem. Será que São Pedro era preto ou era?
>> Pera aí, pera aí. Primeiro hoje ela já sala de palmas. Foi ótimo. Elazinha. Muito bom.
>> Não, foi muito bom. O que que você entendeu desse pensamento da Lalá?
>> O que eu entendi desse pensamento da Lalá, dessa tentativa de fazer humor da Lalá, foi que a Lalá está completamente chapada. Olha essa hora está chapada. Acho que quem sei lá, ela ficou ouvindo, sei lá, essas bandas psicodélicas. Eu acho que quando ela foi fazer o nó da gravata hoje, ela se enforcou. Aí está faltando oxigenação.
>> Gente, pelo amor de Deus, racismo.
>> Uma bela gravata colorida hoje. Lalá, lá lá, lalá. Só tem uma pessoa que tenta fazer humor pior que você, que é Paulo Matias.
>> Posso falar uma coisa para você?
>> Esse pensamento da Lalá é tão confuso quanto o termo racismo ambiental. É ou não é? Felipe Reis,
>> bom dia para você. Bom dia. Eu acho que assim, tem muitas pautas dentro do racismo que são muito mais urgentes do que essa.
>> Você vê o que racismo ambiental, cara. Racismo. Racismo é racismo. Não tem. A gente sabe que existe diferença em como >> interage com populações pobres e ricas. Isso não há dúvida. Só que não não quer dizer que é pessoas pretas que estão lá. Isso eu entendo. E mas a periferia sofre mais com problemas ambientais do que bairros. Rei, você vai concordar comigo que a esquerda brasileira os não é nem a esquerda brasileira, >> não. Não é nem a esquerda brasileira, é a galera que está lá na Vila Madalena.
>> O povo da Vila Madalena adora uns termos assim, aquelas coisinhas >> que você vai lá e aí ninguém não entende nada do que que os caras estão falando. Racismo ambiental do que se trata. Era melhor falar assim, ó, está faltando saneamento básico na periferia, eu tenho que defender a periferia, o trabalho do É isso aí. Acabou. É reis para presidente, Fefezinho.
>> Inclusive, ela está no Pará, o lugar que tem uma infraestrutura péssima. Era melhor ter usado esse ter uma esquerda coerente.
>> Não, e não e não. E assim, ela falou tanta bobagem, cara, quando ela falou assim, ai a gente está aqui pingando de suor, minha filha, você está na zona tropical, você está ali no trópico, pô.
>> Eu não consegui entender até agora. Nenhum de vocês não explicou até agora o que é. O
>> Cerne. É, o bairro pobre sofre mais com o meio ambiente que o bairro rico. Não quer dizer que só tem mais preto no pobre.
>> Mas nós não estamos falando de bairro, né? Estamos falando de pessoas. Temu esse exemplo de que a pessoa que mora num lugar muito isolado numa comunidade, essa pessoa ela acaba tendo mais dificuldade com o meio ambiente quando cai uma tempestade as tempestade inclusive inclusive as pessoas tiram a culpa das próprias das próprias pessoas porque aí você fala: "Ah, mas a pessoa na comunidade ali na Então é, então mas são essas pessoas que também jogam um lixo na rua, joga e e põe joga sofá dentro do córrego assim. Assim, não se pode tirar também a culpa das pessoas, achar, ó, a culpa é do meio ambiente, eu acho que é papo que não pega nas pessoas isso aí.
>> não. Isso aí é papo de Mas sabe o que é o pior isso aí? Sabe o que que é o pior que isso aí? Essa senhora que se diz ministra, que usa o nariz do boneco do Toy Story que tem um nariz gigante, o problema dela é o seguinte: quando você pega qualquer coisa e transforma tudo em racismo, nada é racismo. Pior que isso, isso não foi uma invenção da ministra. Se você pesquisa racismo ambiental no Google, você cai no site do próprio governo federal explicando o que é racismo ambiental. Estupidez.
>> é uma teoria que o governo inteiro está tentando forçar. Ah,
>> mas isso sabe o que que é isso? Isso mostra a incompetência desse governo patético que, infelizmente, hoje está no nosso país. Por quê? Porque não existe racismo ambiental nessa esfera. Porque é o seguinte, quem mora na comunidade, seja preto, branco, rosa, roxo, sim, vai sofrer com uma temperatura mais alta, com mais risco de enchente, com mais calor, vai sofrer. Então você pode falar: "Não, OK, o Brasil sofre questões ambientais nas zonas de periferia". OK, mas isso não é racismo.
>> Mas a maioria das pessoas que moram lá são pretas, né? Acho que tem a ver com a suave na
>> pera aí por partes. Diogão. Vamos lá. Ó, o Diogão está praiano hoje, né? Você viu a camisa dele? O
>> Diogão é branco, né? Ele não sofre racismo ambiental.
>> O Diogo está praiano, meu. Gostei da camisa hoje, hein, Diogão.
>> Sou praieiro.
>> Ele vai pra baleia hoje com a Silvia. Bom,
>> a Silvia já voltou, Diogão.
>> Não, tô, tô em clima de COP. Tranquilo, está chegando amanhã. Aí que legal.
>> Tô em clima de COP.
>> Cuidado, hein, Diogo. Vão te dar uma fantasia de girafa, hein. Tem a habilidade de falar, falar, falar e não dizer nada, nada. A única mensagem que ela passou é a coisa mais óbvia do mundo. Quem mora na favela da Maré tem menos conforto e qualidade de vida do que quem mora no Leblon. D, quem não sabia disso? Chamar de racismo tal é piada. E pior, ela está em Belém do Pará, aonde por questões de, digamos, racismo popular, vamos chamar assim, o governo nega, os governos negam saneamento básico à cidade de Belém. E numa hora ela tenta falar das intempéries que as pessoas sofrem, querendo se referir aos tais povos originários. Gente, você vai falar que o problema do índio é sofrer com intempérie e climática. Se tem alguém que sabe viver debaixo de chuva, debaixo de mato, é justamente o indígena. Não é?
>> Ô Diogão, o que que é de que? É tipo assim, falou abobrinha, sabe?
>> Falou, falou abobrinha, não é nem abobrinha. Falou abobrinha.
>> Entendi.
>> Mas ainda tem mais,
>> você vai usar mais essa palavra. Diogo, vou falar com você.
>> Acho que a gente merece um coletivo.
>> Diogo, na boa, na boa. Você está muito doidão hoje, cara.
>> Não, não está. Está, está doidão também. Está doidão. Queria estar sóbrio, lúcido e equilibrado, que nem você um dia vai demorar.
>> Isso aí é praticamente impossível, Diogo. Isso é praticamente impossível. Tenta outra missão.
>> Virou para você, ô louco. Virou, virou para você e falou.
>> Eita nós. Muito bem. Lalazita, você quer falar mais sobre racismo ambiental? Ah,
Gente, não acho que a gente pode falar que tem mais oito dias de COP e veremos quais são os novos feitos por aí pra gente repercutir os micos.
>> Ô Rick, a gente aqui lida com comunicação, com matérias, com jornalismo. A gente tá aqui o tempo inteiro de olho no que tá acontecendo. E as pessoas elas ficam bravas com a gente porque às vezes falam assim: "Ah, mas que essa pauta horrorosa". Gente, não sou eu que estou criando essa pauta. Estou aqui simplesmente repercutindo a fala de uma ministra de Estado.
>> Sim. Infelizmente boa parte do nosso governo acha que tá no zorra total.
>> Eu vou fazer o quê? Se a ministra de Estado tá querendo fazer com que as pessoas entendam o que que é racismo ambiental, eu tô tentando entender junto com vocês também.
>> Aqui vale mais uma vez parênteses. Não é só a ministra, tem literalmente uma página no site do governo.br que fala o que é racismo ambiental. É uma teoria defendida pelo governo inteiro. Ela tá apenas defendendo a cheifia.
>> Isso, na verdade é mais uma prova do que eu falo sempre, cara. O Brasil virou um imenso episódio do Hermes e Renato.
>> É isso que o Brasil é, cara. É, é, é constrangimento atrás de constrangimento. São situações absurdas atrás de absurdas e tudo tratado como se fosse algo sério, cara. como essas essa COP trita que é uma vela surgiu nos Estados Unidos em 80 e 1980 esse termo, viu? Então é um é uma coisa.
>> Não é uma invenção, não é uma invenção do golf BR dos Estados Unidos não.
>> Acho engraçado agora os Estados Unidos servem.
>> Agora os Estados Unidos servem não, gente. Aí não dá per usar exemplo dos Estados Unidos não dá. Eu vou porque não, não, pera aí, gente. Pera aí. Eu peguei aqui, ó. O que o Rei está falando faz sentido, mas está incoerente. Por quê? Porque é o seguinte.
>> A declaração da ministra com nariz gigante, igualdade racial, foi foco de diversas ações, tal, tal. Ó, que realmente a expressão racismo ambiental foi criada na década de 80 pelo Dr. Benjamim Franklin Traves. Só que sabe por quê? Porque em meio eles fizeram protestoso. Por quê? Porque tinham empresas mandando resíduos tóxicos para locais onde só tinham negros. Aí eu concordo que é racismo ambiental. Agora, falar que é racismo ambiental porque faz mais calor na comunidade, porque é uma população que não tem vegetação.
>> Mas é pesquisa, evolução de pesquisa também, né?
>> Nós não somos pesquisadores do segmento para ficar aqui também. Para Nova York ou para Miami. Você sabe qual você sabe qual a incongruência da vida? é um antiimperialista como o senhor Felipe usar usar a a terminologia da americana agora agora vem, né? Lançar o novo racismo.
>> Felipe Reis. Hã, qual seria?
>> Racismo automobilístico? Sugestão da Raquel que tá acompanhando a gente no chat. E seguindo na linha do reis, racismo automobilístico é aquele branco que está no carro ou no ar condicionado e atropela o motociclista ou pedestre que é pardo, está pobre andando na rua. Ora só pode ser racismo uma coisa dessas.
>> É dando de uma pesquisadora vai fazer prof. Dá para fazer uma vinheta? Tipo assim qualquer coisa que fazer. Nós vamos criar, vamos criar um quadro do Diogo. D.
>> Verdade, a gente podia ter o momento dur do Diogo. As coisas mais o minuto do D.
>> O minuto do.
>> Minuto do Dan. É uma boa.
>> Olha só, já que a gente tá falando de racismo aqui, tem um tema polêmico que eu vou trazer para vocês que vem lá de Maceió. Gente, o juiz Emanuel Holanda Almeida, da nona vara do trabalho de Maceió, condenou um correspondente bancário a pagar R$ 15.000 R$ 1.000 a Gabriela Barros, uma jovem negra demitida por ir ao trabalho com tranças afro. A sentença destacou que a empregadora confirmou ter vetado o penteado, admitindo uma regra da empresa que impedia o uso de tranças e outros elementos estéticos, o que o magistrado classificou como discriminação indireta por motivo racial. Nessa decisão, o juiz avaliou que a proibição se baseava em padrões eurocêntricos de adequação e representava uma expressão de racismo estrutural. O advogado da vítima comemorou a vitória, mas informou que vai recorrer para aumentar o valor da indenização, argumentando que o sofrimento da trabalhadora e a gravidade do ato exigem uma reparação maior. O caso veio à tona após a Gabriela divulgar uma conversa gravada com o chefe. A gente tem esse vídeo.
>> Não temos esse vídeo.
>> Então não temos o vídeo. Perfeitamente. E beleza. É uma beleza isso aqui. Vamos lá, Diogão. Bom, eu acho sempre que quando tão o nome composto para alguma coisa, estão perdendo a a função da palavra. O tal do racismo ambiental ou racismo estrutural. Racismo é uma coisa simples e tem que ser combatida, sem dúvida alguma. Agora, quando começam a dar conotações diferentes, sabe aquela mesma história, até social democracia, sabe? Porque duas palavras para dizer assim liberal social na política usam muito isso. Me parece que é distorcer o fato de que racismo é desrespeito às pessoas por questões de cor de pele, apenas isso. E claro que é grave, tem que ser combatido, mas eu acho que passam muito, muito do limite muitas vezes, o que enfraquece o combate ao racismo.
>> Escuta, uma dúvida. E aí essa discussão que a gente tem que fazer, né? até que ponto uma empresa pode definir regras de vestimentas e visual de um funcionário? Acho que essa é a discussão, né? Porque no final das contas você pode ter a trança, você pode querer se vestir de amarelo, você pode do que você quiser. Até onde uma empresa pode? Que que vocês acham, hein, Reis?
>> Eu acho que é controverso. Eu na minha concepção tem muitos limites assim, né? Se ela fosse para uma trabalhadora que trabalha numa cozinha. E existe regra sanitária envolvendo o cabelo, eu concordaria que ela seguisse a regra sanitária. A regra diz o quê? Tem que usar touca. Ok. Ela podia estar com a trança enrolada e com uma touca. Não estaria errado a empresa. Mas ela era uma vendedora. Ela não tinha, até onde eu li, ela não trabalhava com alimento, não tinha uma regra sanitária envolvendo o corte de cabelo dela. Então eu acho que nesse caso sim é um racismo estrutural. Não é assim, ah, o cara odeia negro, não, mas é assim, ah, a trança no Brasil pode ser considerada diferente do que na Europa, porque não é costume, não é costume europeu usar trança. Então, intrinsecamente ele acha que não é bonito trança, por exemplo, não sei. Ao mesmo tempo, por exemplo, se ela fosse muçulmana e ela usasse um véu, uma vestimenta característica de sua religião, ela seria proibida também de usar esse.
>> Eu discordo de você. Qual é a função da vendedora se não vender o máximo possível para aquela loja, se não atender o melhor possível os clientes, na visão dos clientes, se os clientes têm seus conceitos ou preconceitos, etc. Todas as lojas respeitam. Inclusive, a gente vê muitas empresas do mercado financeiro que se dizem super inclusivas e mostram fotos com isso, não colocam essas pessoas chamadas diferenciadas no atendimento a clientes, quase nunca. No dia que elas colocarem, elas podem te dizer 100% inclusivas. Agora, no dia que você que uma loja não pode escolher para o departamento de vendas as pessoas que mais agradem os seus clientes, eu não sei como é que essa empresa vai para ver.
>> Mas isso vai ser segregacionista.
>> Ao inv.
>> Aí o branco vende mais que o preto. Então.
>> Pera aí, pera aí. Vamos, vamos f.
>> Mas intrinsecamente é isso que quer dizer. Vamos tentar. Isso é conclusão do seu racismo.
>> É claro, se ela usa, ela uma negra de tranças e a empresa escolheu que ela não usasse tranças, quer diminuir as características pretas dela.
>> Por partes aqui. Lá lá em seguida o Réges.
>> Vamos lá. Racismo é o que aconteceu nessa situação, tá? Isso. Ponto. Ela pode usar trança, ela pode ter cabelo black power, ela pode faz parte da raça utilizar devidas eh formas de de fazer, ah, eu vou vou ser contratada e não posso utilizar determinado tipo de cabelo. E isso faz parte da minha raça. Racismo estrutural é um termo que não cabe nesta situação porque liga, negros, à situação de servidão, de escravidão. É, é isso que remete o estrutural. Sempre que a gente coloca uma pessoa negra, acreditando que ela deve servir a outra pessoa. Ponto. E é é essa a falha que a gente tá cometendo nessas falas e que talvez o advogado inclusive tenha cometido no estrutural. Isso é uma situação sim de racismo. Se você sabe que o seu público, seus clientes não iriam fazer negócios com uma pessoa negra, aí é uma escolha sua na contratação. Depois que você contratou aquela pessoa, você ela tem a liberdade para ela exercer e atuar e se vestir da forma como ela quiser. Mas é claro, quando Paulo coloca vestimentas, a gente tem algo esperado, isso precisa ser colocado na contratação. Você precisa estar vestido formal, com camisa e afins, a forma como quiserem colocar dessa maneira.
>> Se eu acho que meu, se eu acho que meu cliente não vai querer ser atingido uma pessoa preta, eu vou demitir meu cliente. Isso é um absurdo. Eu quero mudar o planeta para que seja melhor. Como que o meu cliente não quer ser atendido por uma pessoa preta? Gente, isso não é a realidade do século XX. empresa tem todo o direito de exigir códigos de vestimenta, tem todo o direito, porque se ela não estabelece o código, vai ter gente que vai trabalhar de chinelo, vai ter gente de que vai trabalhar de topzinho, você tá entendendo? A a empresa tem todo o direito de exigir códigos de vestimenta. Se você não quer, não quer se submeter a isso, não, não, não procura emprego lá. Então, a empresa e seus tem uma.
>> Pode optar no cabelo da pessoa. O seu, por exemplo, eu gosto de cagatua. Eu quero saber se cortar atenção. Presta atenção nos meus lábios. Vestimenta.
>> Ah, então você pode estar de terno com esse cabelo ridículo que tudo bem. Claro. Vou aí, vou não, eu vou em qualquer lugar porque o meu cabelo além de ser lindo, o meu cabelo além de ser lindo, tá certa.
>> A meu cabelo, além de ser lindo, combina com terra.
>> Então ela tá certa.
>> No nesse caso específico. Sim. Agora a empresa tem que ter códigos de investimento. Oló, estamos com mais de 2800 pessoas, quase 2900. E a gente vai bater os nossos 3.000 hoje, hein? Se você deixar o seu like, se você tá chegando agora, ainda não veio junto com a gente, verifica se tá inscrito no canal. Vamos passar dos 220.000. 1000 inscritos hoje. Só deixa o like porque faz a diferença para nós. Obrigado mais uma vez pela tua audiência. Rick Souza, ainda não te ouvi sobre o caso. A condenação está certíssima. A empresa contratou sabendo, a pessoa pode fazer o que bem entender com cabelo, desde que não seja algo desrespeitoso. Você decide demitir alguém, punir alguém porque tem um cabelo afro, desculpa, é surreal. É racismo. Racismo neste país ainda é crime.
>> Diogo da Luz.
>> É, primeiro eu não sei porque você definiu que foi especificamente por causa do cabelo ráfido, coisa assim. Eu insisto, continuo achando a mesma coisa. Tem empresas nos Estados Unidos, por exemplo, tem empresas que dizem: "Nós não fornecemos nossos doces para gays". Eu acho ridículo, acho absurdo, mas ele tem o direito de fazer isso à empresa dele. É bem possível, é bem possível que o cara que fizesse isso aqui no Brasil acabasse quebrando e seria muito bem feito se ele quebrasse. Mas é um direito dele. A empresa é do dono da empresa.
>> Diogo, nos Estados Unidos você pode fazer um partido nazista. Ele demite quem ele quer. Nós podemos criticar a pessoa, podemos não entrar na loja, podemos não gostar, podemos fazer campanha contra na porta. Isso tudo sim. Agora, dizer como ele tem que administrar a empresa dele é ingerência na vida dele.
>> Fê, vamos fazer o seguinte, turma. A gente tá com quase 2900 pessoas aqui. Eu queria abrir uma enquete porque quando tem temas polêmicos assim, se tem uma coisa que a gente gosta, é de ouvir a sua opinião. O Fefê vai abrir uma enquete agora perguntando: "Você concorda com a decisão da Justiça de Alagoas? Sim ou não sobre esse caso? já vai agora pro chat e participa junto com a gente. Nós passamos aqui das mais de 2900 pessoas, como eu mencionei, a justiça, você concorda com a decisão da justiça de Alagoas? Interrogação sim ou não a resposta pra gente entender o que pensam as pessoas que nos acompanham. O Paulo é o dono da desta empresa aqui. Ele tem todo o direito, tem todo o direito de exigir que todo funcionário dele venha e eh venha trabalhar com blazer, com com a manga dobrada.
>> Você acha?
>> É, é a regra, é a regra da empresa. Agora, se o Felipe vem com essa camisetinha de Miami e não quiser, você não vai bombando, hein? A enquete tá bombando. Tem segundos aqui. Já vamos passar dos 100 primeiros votos. dentro de instantes, por enquanto, 60% da nossa audiência, 61 agora tá discordando dessa decisão da justiça do Alagoas e 40 41% aí, praticamente 60 40 aí tá o resultado parcial dessa enquete. Você pode ir lá agora dar sua opinião na enquete aberta aqui no Além da Notícia às 10:37 nesse tema que é polêmico claramente por terem questões raciais envolvidas. E a gente sabe que quando tem questões assim, as pessoas elas se envolvem cada vez mais. Chegaram super chats também. Fefezito, coloca na tela, por favor, pra gente prestigiar sempre a nossa audiência. Muito obrigado, minhas senhoras, meus senhores que estão aqui com a gente. Olha, chegaram vários aqui. O Terráqueio disse o seguinte: "Anúncio pessoal, 14 horas tem fora de quadro neste canal". Olha aí, Terráquio, tamos junto, hein?
>> É o irmão do Rick, porque é o primo. É o primo do Rick. É o primo. Ele tem barba. O Alexandre Yoshida disse: "Foi essa mesma política que declarou ser o termo buraco negro racista. Pelo visto, nem os corpos celestes escapam da sanha ideológica da turma do Felipe Reis. O Alexandre gosta de você, né? Ele sempre participa. O Leonardo I, olha que interessante esse nome. Gostei mesmo. Queria muito conhecer o o primeiro. A esquerda como sempre sequestrando, inventando pautas, problematizando para engajar seu público e ganhar verba pro que não existe. Essa COP mesmo serviu para que antes e serve para que hoje? A opinião do Leonardo. O Jeferson Guimarães disse: "A lalá Fonseca está simplesmente incrível". Só para constar, galera, adoro vocês. Abraços ster. O Jefferson é primo da Lalá também, tá participando aqui do programa.
>> O Igor Pereira disse: "Não é racismo uma empresa escolher um perfil para contratar funcionários". Opinião do Igor. E a nossa cabrita selvagem disse que eu sofri o racismo capilar. E é mesmo.
>> Faz sentido.
>> É mesmo. Abandonou você. história dessa história.
>> Escuta, vocês querem mais polêmica aqui? Vamos embora, porque a Câmara de Florianópolis aprovou o uso da Bíblia como material de apoio em escolas públicas e privadas, autorizando a leitura de trechos como recurso paradidático em contextos históricos, culturais, geográficos e arqueológicos, desde que sem obrigatoriedade. O texto de autoria do vereador João Padilha defende que a obra enriquece a experiência educacional e reflete as raízes conservadoras da capital. A proposta teve três votos contrários e uma abstenção e agora segue paraa sanção do prefeito Topáio Neto. Especialistas alertam que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional garante a laicidade do ensino, ressaltando que interpretações religiosas não podem substituir conteúdo baseado em evidências científicas. O tema tem avançado em outras capitais que discutem projetos similares e até intervalos bíblicos em escolas. Diogão, vou querer que você dê uma pincelada inicial pra gente nesse assunto.
>> Paulos, o que é o sonho, eh, eu sei que tá muito longe, mas pode vir um dia. Eu queria que pudesse ter escolhas por parte da diretoria e dos pais das escolas, isso sim. Tipo assim, eu quero uma escola cristã, quero escola judaica, quero uma escola eh muçulmana, quero escolas de religiões diferentes, escolas sem religião, escolas com perfil mais militar, com perfil mais progressista e assim as famílias podem encaixar seus filhos. Isso seria o ideal, impor para todas as escolas o modelo que tem que ter a Bíblia ou não pode ter a Bíblia. ambos estão errados, na minha opinião.
>> Eu acho o seguinte, é só um material de apoio, né? Não é obrigatoriedade de nada. Tá lá o material, se quiser, você pode de alguma forma ter acesso ou não ter acesso. Aí nós vamos discutir a laicidade, né, Hique? Exatamente. O estado é likeo. Eu acho que não cabe. E ainda por cima, os vereadores não têm nada mais importante para fazer a respeito da cidade do que aprovar o uso da Bíblia, ainda que seja como material de apoio nas escolas. Pelo amor de Deus, Florianópolis tem, acredito eu, tenha outros problemas do que, ah, vamos liberar o uso da Bíblia na escola. Falta do que fazer da bancada evangélica. Tá.
>> Pediu, Fefê? Não pedi, só queria deixar aqui o meu comentário, eh, que isso é vergonhoso, cara. Isso é vergonhoso, sabe? Eh, eu acho que o indivíduo, ele tem que ter o direito e a sua liberdade religiosa respeitada e o Estado é laico. E eu acho que a gente tinha que se indignar com tantas outras coisas que já existem. Então, como por exemplo, na nota, tem lá que Deus é fiel, ã, câmaras municipais pelo Brasil todo e assembleias legislativas no Brasil todo tem crucifixos. Isso está errado. Eu sou cristão, mas entendo que isso está errado. Por quê? Porque um estado deve abraçar a todos e o estado é laico. Ponto.
>> Então.
>> Exatamente. Maioria cristã. Vamos, vamos fazer uma proposta mais intensa. Então.
>> Já cristal tem que ser 100% laico, vamos acabar com os feriados religiosos a começar pelo.
>> Sim, tudo bem. Podemos acabar. Podemos.
>> Podemos. Será que posso vai querer acabar com os feriados que? Então, mas aí a população vai ter, vai ser ouvida para tudo.
>> Gente. Mas eu não tô entendendo. Vamos perguntar população. População não é que é uma, eu vou discordar de vocês. Não é que é uma proposta para se pegar a Bíblia simplesmente e a a Bíblia ser obrigatória de todas as formas paraa pessoa usar. Existem vários materiais didáticos que são colocados ali nas escolas, entre eles livros, entre eles histórias, autores e tal. E a Bíblia vai ser mais um material ali, caso um professor queira pegar a Bíblia e dizer: "Olha, tem um versículo que diz isso daqui, isso daqui, isso daqui". É só isso. Vocês vem crime nisso.
>> Eu acho que é o problema, porque se o estado tem que ser laico, então a gente tem que colocar todas as religiões. Vamos entrar, nós vamos entrar no que o Diogo falou, então tem que acabar com o Natal.
>> Então mas se é se é o preço que eu vou pagar, vai ser perder o Natal. Aí pegou, né? Eu aceito pagar, eu aceito pagar o preço de perder o Natal para ter um estado feliz. Mas eu duvido que vai acontecer.
>> Não, desculpa, pera aí. Vamos lá, gente. Pera aí. Vocês estão querendo, vocês estão com uma falsa dosimetria aí. O Natal é uma data comercial. Começa por aí. Porque se a gente for pegar no cristianismo, Jesus nasceu entre julho e setembro. Já começa por aí.
>> Já começa por aí. Então assim, Páscoa, a mesma coisa. Se a gente tem a questão da crucificação de Cristo, mas nós temos o coelhinho da Páscoa. Então a gente tá com uma dosimetria equivocada. Outra coisa, o que o Paulo fala com o.
>> Coelho é isso.
>> Oi. A a gente comemora o coelhinho, por isso que.
>> A gente pode mudar o feriado para feriado do coelhinho. Então.
>> Feriado do coelhinho, feriado do Papai Noel.
>> Na verdade, a Páscoa, na verdade, a Páscoa a gente comemora a crucificação do coelho, pô.
>> Ah, entendi.
>> Não, gente, mas assim, Diogão, a gente comemora é o Papai Noel. Não tem nada a ver com.
>> Ô, Diogão, mas assim, a gente tá comentado pela Coca-Cola. Não, mas vamos lá. Vamos lá, gente. A gente tá, vocês estão com uma falsa dosimetria. Vocês estão querendo trazer um assunto de data, de feriado, que não tem a ver com a pauta aqui. Desculpa, com todo respeito. A questão é o seguinte, a Bíblia ela não é um livro didático. A Bíblia é um livro de conduta, é um livro, né? Um livro de conduta moral que é o mais importante. Aí sim seria decente. Fala, Diogão.
>> As escolas devem ter material religioso de apoio de acordo com os seus alunos. Se houver alunos budistas, que tenha material budista. Se houver alunos cristãos, que tenha cristãos. Se houver alunos eh muçulmanos, que tenha muçulmanos. Mas vamosar o estado, então, porque vai ter que comprar mais um monte de livro, porque isso aqui é uma decisão pública, né? Sim, eu acho que tem que ter, eu acredito que tem que ter Bíblia, sim. Tem que ter o ensinamento do que tem na Bíblia, gente. Bíblia é o livro mais conhecido. Pelo amor de Deus, assim, precisa se conhecer. Cada família vai seguir a religião que quer que caiba. Mas você não vai obrigar, você vai só ensinar o conhecimento, você vai trazer a o conhecimento. Tem um monte de criança que não tem nem noção do que que é uma Bíblia.
>> Reges, diga.
>> Eu quero saber o seguinte. Se a escola tiver alunos satanistas, vai ter também a Bíblia negra?
>> Não vai. Não vai. Assim como não tem não tem muito feriado de outras religiões.
>> Esse projeto, desculpa cara, esse projeto é uma estupidez e visa apenas angarear votos dentro do eleitorado evangélico.
>> Fim de papo. Bem, vamos lá, gente. Vamos dar uma olhada nos super chats que chegaram aqui às 10:45 agora nesta quinta-feira. Chegaram alguns aqui e muitas perguntas sobre o que a gente tá discutindo aqui agora. Deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver. Tem um, acho que em cima não tem. Não. A Aninha Duda SP diz: "Sou comissária de voo e nem as cores do esmalte podemos escolher. Existem padrões e sabemos quando somos cons com com.
>> Contratados.
>> Contratados. A pergunta é: ela sabia dos padrões da empresa ou não? Ou seja, ela tá querendo.
>> Mas cabelo pode ser padrão da empresa.
>> Tá? Uma jogada, né?
>> Essa é a pergunta. Felipe, você trabalha num banco.
>> Cabelo pote.
>> Presta atenção. Você trabalha num banco, aí num belo, você é caixa do banco, aí num belo dia você vem com o cabelo do você acha que o banco.
>> Eu sei, mas aí é uma questão racial também. É questão racial, né, gente?
>> Você é branquelo, você é branquim, falando de qualquer outra pessoa, na verdade, você é um albino que pinta o cabelo de de marrom aí, de de coisa.
>> Muito bem. O Wagner Costa disse: "Bom dia. Se fosse o caso de uma literatura religiosa de cunho afrodescendente, duvido que ocorra reclamação." O Wagner dando a opinião dele em relação a essa história da Bíblia em Florianópolis.
>> Que ele está absolutamente correto.
>> A Sandra Regina disse o seguinte: "Parem de falar besteira. O estado é laico, não antireligioso. O Supremo permitiu o ensino confessional de forma facultativa nas escolas. E nem é esse o caso. A utilização da Bíblia nesse contexto é apenas um material de apoio. É o que eu expliquei mesmo e falei aqui para vocês lá de fazer mais material de apoio de que.
>> Muito bem Régis. Olha, o Carlinhos disse o seguinte: "O estado é laico, mas a população não é". Lamento. Tá aí a opinião do Carlinhos. E faz sentido, né, Diogão?
>> Carlinhos Jesus.
>> Sem dúvida alguma. Faz sentido. A população é de maioria cristã. A gente sabe muito bem disso.
>> Muito bem, meus amigos. Olha, são 10:47. Teve um projeto, a gente vai sair de Florianópolis agora, a gente vai para Belo Horizonte, porque lá a Câmara aprovou em primeiro turno o projeto de volta paraa minha terra. Já ouviu falar, Felipe Reis? Esse projeto permite à prefeitura custear o retorno de pessoas em situação de rua para suas cidades de origem. Segundo o autor, o Ville Santos, dados da prefeitura mostram que 30% dessa população tem interesse em voltar para locais de vínculo familiar e que quase 60% não são da capital. Essa iniciativa ganha tração após Florianópolis adotar medida semelhante para devolver os migrantes sem casa ou emprego. A votação foi marcada por debates, viu, gente? Apoiadores dizem que a proposta ajuda a enfrentar um problema grave, enquanto a oposição afirma que o projeto simplifica a questão, ignora políticas já existentes, como alguns programas lá de Belo Horizonte, pode criminalizar a população de rua. Essa proposta ainda vai passar por comissões e vai ser votada em segundo turno. Florianópolis está ficando no hype, tem algumas coisas. Primeiro vai ter que pagar Hort pra família do Gugu, né? Porque ele que inventou de volta minha terra.
>> De volta pra minha terra. É mesmo.
>> Ele que inventou isso lá atrás. Outra coisa, no papel até parece bonito, né? A pessoa quer muito voltar para lugar que ela ama com os familiares dela. Bonito. Se realmente a pessoa quer e a prefeitura quer pagar pra pessoa realizar um sonho. Acho lindo. Mas aqui na prática não vai ser uma coação. Não vão chegar nessas pessoas para higienizar a cidade e devolvê-las para outra responsabilizar outra outra cidade desses problemas sociais.
>> Mas é a cidade de onde ele veio, cara. Então, mas aí a outra cidade que se lasca então e mas per um pouquinho, pera aí. Você vai querer culpar a cidade porque o cara morou, eh, nasceu lá?
>> Não, mas aí a a prefeitura de Belo Horizonte volta pra minha terra.
>> Não tem que resolver os problemas sociais da cidade deles.
>> Então, um dos um uma das maneiras, uma das maneiras é essa, cara. É você pegar alguém que tá em situação de rua ali, quase morrendo. Não, cara, você pega, você financia a volta dele pra cidade onde ele tem a família dele, que por acaso pode até dar um tipo de conforto maior do que ele tá morando.
>> Ela não vai voltar a morar na rua na outra cidade.
>> Talvez não. Talvez não, cara.
>> Talvez não. Se a pessoa quiser, acho legal.
>> Vocês viram que a gente estava em Alagoas, foi pra Floripa e agora chegamos em Belo Horizonte. E Floripa tá no hype, hein, Diogão?
>> Pois é, é muito louco, Paulo. Um monte de gente morando na rua, nas cidades grandes, e tem uma turma ideológica que não liga mínimo, não fala nada. Agora, se fizer qualquer ação por essas pessoas, é higienismo, é isso, é aquilo. É mais uma ação onde a pessoa adere voluntariamente. Ou seja, se quiser. O que que tem de errado nisso? O máximo que pode ser é a população local dizer: "Nós não queremos investir dinheiro nesse volta paraa minha terra". Mas você montar um programa para dizer para pessoa: "Olha, se você tá apurado aqui, tá com saudade da sua família e quer voltar, a gente te ajuda? horas. Eu quero ver cada cidade grande buscando uma alternativa diferente para resolver um problema vergonhoso que a gente não consegue resolver e muitas vezes faz de conta que não existe.
>> Dentre os diferentes modelos, nós vamos achar alguns muito bons. Tem nada nesses casos, nesses casos, sabe o que que eu acho assim? Você pode ser contra, não tem problema nenhum. Nós vivemos numa democracia, né? Mas o que que você apresenta de solução? Porque não dá para ser só contra e cruzar os braços e falar: "Ah, isso aí não, não, mas qual é a solução?" Então tem que ter uma solução para esse problema. As pessoas não podem desse jeito, tem resolver como que tá a habitação em Belo Horizonte.
>> Como que tá o sistema habitacional público e e de pessoas?
>> Felipe? Abrigo, abrigo é depósito de mendigo. Abrigo, vamos falar a verdade, abrigo é depósito de mendigo. E outra, e outra coisa, esse pessoal que fica falando: "Ah, não pode, isso é higienista, não sei o quê". Esse o pessoal é o primeiro pessoal que quando aparece um mendigo pedindo esmola no cruzamento, a pessoa levanta o vidro rapidinho. Lalaita, quer falar? Ah, Paulo, eu acho, eu sou, eu tô de acordo com o Diogo exatamente do que ele trouxe, porque assim, eu acho que se a pessoa, se pergunta pra pessoa se ela quer voltar, tem tantas pessoas querendo voltar pra casa delas, pra terra delas, pra família delas e elas não têm condições financeiras e moram na rua, por que não dar a oportunidade? Eu acho que super válido, é claro, que tá virando moda aí pelo Brasil e acho que deve ser uma pauta acolhida assim por várias capitais, por que não?
>> Rick Souza.
>> Nada acrescentar. falar tudo que tinha tempo para falar.
>> Muito bem, muito bom o comentário do Rique, né? Isso sim. Eh, lembre-se do meu contrato que dependendo do caso eu tenho licença para passar pra frente.
>> Eu lembro do contrato também que não poderia ter falta essa semana teve, né? Registadeu.
>> Eu fui trabalhar pra vossa senhoria para produzir conteúdo com programa da casa. Car exige recursos. E eu vim e eu vou dizer uma coisa para vocês. Toda pessoa pessoa.
>> Que não vem ao programa para fazer cobertura do filme do Leandro Rast.
>> Não é? É o fim.
>> Mas é o filme sobre o Silvio.
>> Não é o fim mesmo. O Rég está certo. O Rind, você estava aglomerando na casa do Ron ontem. Você quer falar falou que você estava tem imagens do do Não, pega pega no Instagram do Réis. Ah, foi convidado pelo Ron para ouvir em primeira mão o disco novo dele que vai ser lançado.
>> Ele tá lançando disco novo.
>> Vai, vai, vai lançando, vai lançando um disco novo.
>> E você vai ser o baterista da banda?
>> Não, claro que adoraria, mas não, não, não. Fui muito bem recebido. Quero inclusive agradecer publicamente ao meu amigo Ronivon, foi muito bem recebido lá. Ele.
>> Comeu bem gratuito.
>> Sempre. a a a maravilhosa esposa dele, a Kica. Sensacional, maravilhosa.
>> Mas mas que que você comeu lá ontem?
>> Não, não é da sua conta. O que eu comi, o que eu deixei de comer não é da sua conta.
>> Eu perguntei, eu perguntei o que o senhor almoçou ontem.
>> Mas é que eu não almocei com eu perguntei os componentes da salada que o senhor foi comer ontem.
>> Eu não consegui nem almoçar.
>> Mas o você chegou lá que horas?
>> Não é da sua conta.
>> Também. Não é. Regid. Quer saber como assim?
>> Não é porque a Kik.
>> A hora que eu saí também não é da sua conta.
>> A Kika é gente boa. Já conheci a Kika já. O Ron é muito gente boa. Isso é um casal maravilhoso.
>> Agora quero ver esse disco novo do Ron Bom. Vai ser muito bom, né, Diogo? Principalmente pr.
>> Sim. É um disco de jazz.
>> De jazz. Ó, que o Ris desse uma palhinha pra gente contasse alguma coisa mais do disco.
>> É, então eu pedi isso para ele ontem.
>> O que, o que que vocês querem saber?
>> Alguma coisa. Qualquer coisa. A gente quer saber um pouco mais.
>> Ninguém quer saber, mano. Quem tá preocupado com Ron? Para de ser noia.
>> Façam perguntas, façam perguntas específicas e eu responderei.
>> Roniv usa peruca?
>> Não, não usa. Ah, não sei, mano. Usa.
>> Como é que é o pé do Ronivon?
>> Não faço a menor ide.
>> A casa dele é grande mesmo. Ele tem uma horta dentro da casa dele. Elegantemente. Vestido como. Recebeu todo. F. Tá pegando a foto aí.
>> Tem foto aí? Tem.
>> Ah, puta foto irrelevante também, mas vou pegar também. Instagram.
>> E o que que vocês comeram? Vamos fazer o segundo da sua conta enquanto o Fef vai pegando a foto. Fecha.
>> Agora. Vou pegar agora. Não vou trocar nem de câmera agora. Agora vou pegar. Vocês fizeram perder tempo nesse negócio irrelevante.
>> Aliás, para você que tá nos acompanhando, quase 3.000 pessoas e menos de 100 likes, hein, turminha.
>> É tão irrelevante que a gente tá quase chegando em 3.000. Verdade. Bora subir essa quantidade de likes. Tá com pouco like. Olha só o registro tá deu com o Ronvon. A carinha de tarado do Ris. Ó.
>> Eu acho engraçado que com o Anivon penteia o cabelo, né? Aqui você deixa ele meio caído.
>> Tá a mesma coisa.
>> Não, tá meio caído.
>> Não, tá a mesma coisa.
>> Eu vou falar já já o que tá caído aí que você vai. Fala isso.
>> E quem que é esse maluco aqui da direita aí, ó? Esse na verdade é o produtor dele, o Don Silva, o produtor do disco do o Doni Silva que também que é um produtor muito muito competente também.
>> Ô, você tem que trocar essa foto de perfil do seu Insta, hein? É maior é é maior é maior enganação isso aqui, hein?
>> Muito bem.
>> Ah, o que o perfil que administra sou eu. Eu mudo se eu quiser.
>> Nossa. Não é da sua conta também.
>> Tá muito agressivo.
>> Eu vou, eu vou invadir seu insta. Você tá lascado mesmo.
>> Por partes. Tá, foi muito legal, foi muito bacana.
>> Deixa eu ver o que que nós teremos ainda. Só um minuto aqui.
>> Tem mais nada, tristeza. Só.
>> Não. Calma, calma. Ah, sim. Nós vamos falar.
>> Nós vamos falar de Lu. Não vai acabar não, Fefê. Nós vamos falar agora de Luana Piovani e Suzane V. Rof. Aliás, agora não.
>> Agora não.
>> Já, já. Porque para você que tá nos acompanhando, você que tá aí em casa, a gente aqui todos os dias tá falando, se você sente dor nos joelhos, nos ombros, nas articulações, a gente tá falando do melhor, do Artropró, da Velares Suplementos, o suplemento mais completo desse país, que te ajuda a restaurar a sua cartilagem, acabar com as dores, devolver a liberdade de você se mexer. E olha, gente, o resultado é bom demais. Só quem usa sente. E a nossa Tarcila já está por aqui preparadíssima para nos contar mais sobre este produto que eu estou aqui em mãos. Algumas dúvidas que muita gente inclusive sempre tem é: quantas vezes por dia tem que tomar o artroprota? Tata, tá? Conta.
>> Bom dia, Paulo. Bom dia. Bom dia a todos. Apenas uma cápsula por dia, gente. Uma cápsula você já vai começar a sentir a diferença. É um produto realmente incrível que vai fazer toda a diferença nas suas articulações. Se você está sofrendo aí com dores nos ombros, dores na lombar, nas costas, nos joelhos, então você precisa conhecer o Atropró da Velares Suplementos. E olha só, gente, tem que tomar sim o artropr, mas por que, né? Tem muita gente que pergunta: "Por que que eu tenho que tomar?" Porque esse é o produto essencial para suas articulações. E é comprovado, depois dos 30 anos já vai tendo o desgaste da cartilagem. Então todo mundo precisa tomar. Você ali com 40, já passou dos 40, dos 50, dos 60, você já pensou como andam as suas articulações? Precisa a gente suplementar, sim. Eu até vou dar um exemplo aqui, ó. O carro tem que fazer manutenção, roda muito, precisa trocar a pastilha de freio, não é mesmo? E o nosso corpo é que nem o carro, precisa de manutenção, precisa de suplementação para ficar bem, para ter mobilidade. E a Otroprof faz isso por você. Mobilidade regenera suas cartilagens. Então, pega seu telefone, já vai ligando no 0800 012 13 14, porque tem promoção muito especial para você. Mas antes disso, eu quero falar também que é um produto 100% natural, gente, não tem contraindicação, são vitaminas, tem, olha, vitamina C, que é um é um poderoso ali, ajuda muito a vitamina C na imunidade. Tem a vitamina D3, também tem a vitamina E, que é um antioxidante, tem o ácido hialurônico ortopédico, tem a cúrcuma, que é um anti-inflamatório, é o melhor de todos, tem magnésio, tem cálcio, tem PA, tem tudo o que essas articulações precisam para ficar bem, para você acabar com as suas dores, porque ninguém merece sofrer com dores. E hoje tem essa opção excelente para você que é o ATPro da Velários Suplementos. Então, antes de você deixar chegar aí a fazer uma cirurgia, de repente tem gente que eh recorre também as infiltrações, que é um procedimento caro, invasivo.
>> Você pode dar sim. Aqui, ó, opção natural, não é melhor, Paulo, tratar de uma forma natural?
>> Maravilhoso, Fefê, olha aqui, ó. Bota nessa câmera aqui, ó. Vou tomar o meu agora às 10:59, porque assim, todo dia a gente vai lá e, ó, rapidinho. Hum. É isso.
>> Tá resolvido. Tá resolvido. É assim que funciona, gente. Chega de dor, para com essa coisa de ficar, pô, vou lá pegar um copo no armário. Aí de repente vem aquela dorzinha chata, mexe com a tua autoestima, você fica sem, sabe, vontade de fazer nada. Você tá sentindo de alguma forma a idade de chegar, fica tranquilo que já tem tecnologia suficiente para te ajudar. E essa tecnologia vem da nossa queridíssima Velar Suplementos. É o seguinte, se você pegar o telefone agora, ligar no 0800 012 13 14, eu não aceito menos do que 60% de desconto. Táatá.
>> Não. Ah, então tá. Porque você tá pedindo, você tá pedindo então 60% de desconto e frete grátis para todo o Brasil.
>> Aí sim.
>> E melhor, né? Pagamento só daqui 30 dias.
>> E o brinde, cadê o brinde de hoje?
>> Olha o brinde aí.
>> Tá bom. Vai brinde também. Vai presente especial para você que está acompanhando o programa. O assento massageador que potencializa os ativos do Tropró. Conforto em qualquer lugar, gente, é maravilhoso esse assento porque você pode, onde você foi, você leva ele, vai fazendo aquela massagem para você, você vai relaxando, vai ter o alívio imediato das dores nas costas também. Então aproveite essa oportunidade, aproveite para cuidar da sua saúde, aproveite o brinde também e o 60% de desconto da Velar Su.
>> Gente, 0800 012 13 14 0 13 14 Os primeiros quantos, Tatá?
>> Hoje 300.
>> 300 primeiros corre, hein? 0800, 012, 13 14. Estamos com mais de 2500 pessoas aqui. Aproveitem mesmo, porque o produto é bom, é de qualidade e se a gente tá indicando, pode confiar. Obrigado, Tatzinha. Você já volta. Valeu.
>> Gente, olha só a ideia de a estreia, perdão, de Tremenberé, aquela série sobre casos de presos famosos, voltou a levar Susane vonstoffen aos tópicos mais comentados aí de vários portais. Nessa repercussão, ela irritou uma pessoa. Sabe quem é Regista Tadeu?
>> Irritou muito uma pessoa. Luana Piovani, que criticou duramente a exposição da Suzane numa publicação feita nesta quarta-feira. A atriz a chamou de encosto e questionou como ela explicaria ao filho sobre os avós assassinados em 2002 no crime pelo qual ela foi condenada. A Suzane cumpre pena naquele regime semiaberto desde 2023, tá fazendo faculdade de direito e com essa nova exposição viu a sua rede social saltar em mais de 100.000 seguidores, impulsionando também as vendas dos seus produtos. A gente tem o post aí, Fefezinho. Aí, ó. Olha só o que a Luana Piovani escreveu. Vejo esse encosto e tenho pensamento obscuros. Fico pensando que esse aborto vai dizer pro filho sobre os avó. Pesado, hein? Nossa Senhora. Luana com raiva, hein, Felipe Reis?
>> Brava.
>> Gente, mas as pessoas querem saber a vida, como tá a vida.
Dos criminosos. Isso não quer dizer que elas estão levando os criminosos como exemplos de vida. Eu não acho que seja isso. Eu não acho que as pessoas que estão vendo a série estão querendo, ai meu Deus, eu quero que a minha filha seja como a Susane Vistofen. Não querem.
Mas glamorizam? Não. Elas querem saber como estão.
Mas é preciso saber diferenciar quem assiste de quem gosta. São coisas diferentes, completamente diferentes.
Eu acho que até quem segue a menina no Instagram é curioso, não tá idolatrando.
Mas a Susane tem fã clube.
É, aí já é estranho.
Você sabia disso, Ris? É estranho.
Não só não sabia como não duvido. Não duvido. Assim, assim como não duvido que o maníaco do parque tenha o seu fã clube. Cara, tinha um garoto, tinham garotos que escreviam, tinham garotos que queriam fazer sexo com o marido do parque dentro da cadeia.
Feio. Ele é feio para caramba.
Agora a Luana tá certa, Rique, ou exagerou?
A Luana adora reclamar de tudo, né? Ah, que o grande trabalho dela atualmente é reclamação profissional. Mas sim, também acho que a exposição a Susane está exagerada, principalmente porque ela decidiu monetizar com isso. Ela reativou o perfil no Instagram, está vendendo as sandálias personalizadas dela adoidadas.
Mas aí eu vou trazer uma questão. Teoricamente a Susane cumpriu sua pena e tem direito à ressocialização. Como ela vai conseguir se ressocializar se ela não pode vender o trabalho dela, que data hoje é o trabalho de artesã, porque a exposição que ela está tendo ou tirando essa pataquada de fã clube, etc, é porque ela reativou o perfil da lojinha dela.
É, não é um crime divulgar produtinho, não. Não. E tá lucrando com isso, né? Agora, Lalá, quero saber tua opinião.
Paulô. Vamos lá, né? Para mim, Luana, eu gosto desse, desse tom da Luana, mas ela tá trazendo algo que parece assim, tô competindo ali, porque ela de repente ganhou 100.000 seguidores, Suzane, né? Eh, não idolatramos ela, mas queremos saber sobre a vida dela. Será que todo mundo tá querendo saber sobre a vida da Luana? Da mesma maneira que queremos saber sobre a vida da Suzane e a ressocialização e como que ela tá fazendo tudo isso. Não estou defendendo a Suzane de forma nenhuma, mas tá todo mundo curioso para saber o que que aconteceu com ela depois dessa saída da prisão.
É porque as pessoas podem falar: "Luana pegou pesado, né?"
A Suzane não com os pais.
Todo mundo, todo mundo. Eu não tenho menor interesse em saber o que anda fazendo a Suzane aí, se ela tá vendendo.
Chamais, você faz parte desse programa, portanto automaticamente você tem que saber o que Suzane anda fazendo.
Interessal também não me interessa. Um programa de atualidades. Rique, o fato de eu fazer parte desse, o fato de eu saber, o fato de eu fazer parte, o fato de eu fazer parte desse programa já é um castigo imenso. Não tenho menor interesse em saber determinadas pautas, se deixa eu falar um negócio, vai saber de Virgínia também. Se fosse, se fosse o Frota, ele estaria interessado, teria uma postura diferente, não teria, aliás, eu fico, eu até tá me estranhando um pouco essas, eu tô eu tô até estranhando um pouco essa fixação.
Essa fixação que você anda tendo pelo Frot, hein?
Não, não é fixação nenhuma. É porque eu tô tentando aqui achando que a reunião é que o Frota nesse programa reunião que o senhor fez com o Frota para contratação dele teve uma química de pele muito interessante, viu?
Isso é uma acusação grave, né?
Química de pele.
Isso é muito grave, uma acusação extremamente grave.
Mas eu defendo a Suzane.
Ô, a Lalá falou, falou, né? Tô ficando louco. Diogo da Luz, por favor. Acho a Luana chata, pradana, não tem nenhum interesse em seguir ela, embora de vez em quando até concorde também, mas ela tem todo o direito de dar opinião dela. Da mesma maneira que a Amazon tem o pleno direito de fazer essa série e as pessoas de assistirem. Se as pessoas estão vendo, é porque elas têm interesse e a gente não pode querer patrulhar elas. Criticar tudo bem, mas patrulhar não. As pessoas querem ver. Eu tenho, por exemplo, a curiosidade, muita curiosidade de saber como é que vão ser os próximos dias dela. Tava conversando com amigos ontem sobre isso. Eu fico com a impressão que ela pode voltar a reincidir, mas é uma impressão minha. Isso desperta a minha curiosidade. Tem alguma coisa errada nisso?
É, então você não pode crucificar as pessoas maldosa. Ele quer ver ela voltar a reincidir que.
Não quero ver não.
Ele fica assim, ó. Tá se olhando. Eu não quero ver ninguém cometendo crime de forma alguma. Jamais passou isso pela minha cabeça.
Tem uma coisa que eu não comemoro. É crime.
Cuidado que às vezes você passa muito no tom.
Calma. Você veio ela ela veio. Ela veiozinha. Tenho impressão que isso pode vir acontecer. Eu falei do Cravinhos agora a pouco, eu tenho a impressão que ele vai acabar aparecendo um pouco e talvez até com coisas ruins. É uma sensação, não?
Claro, claro. Muito bem. Por exemplo, eu não tenho menor interesse em certas coisas, por exemplo. Isso é obrigado a conviver, por exemplo, eu não tenho menor interesse do que se fala aqui. E sou obrigado aqui meio dia. A verdade, vamos ser sincero, a verdade é o seguinte. As redes sociais nos trouxe uma habilidade que antes nós não conseguíamos ter, que nós tínhamos só nos pequenos grupos.
Exatamente. Todos nós somos cagadores de regra. Todo ser humano é um cagador de regra. Seja numa coisa, seja na outra, seja no que for, todos nós somos cagadores de regra. Infelizmente o fato é, a Suzane pagou pelo seu crime, sendo um pagamento pequeno, justo ou não, ela pagou e tá seguindo a vida dela. E aí todo mundo que é cagador de regra quer falar sobre.
Muito bem, gente. Vamos para um assunto sério aqui.
Agora você vai gostar da personagem.
É o seguinte. Ah, não, não, não, não.
Falar de coisa agora é coisa boa.
Vamos falar de coisa boa. Vamos falar de coisa séria. Pro não, daqui a pouco. É coisa boa também. Coisa boa. Teve uma nova polêmica entre Virgínia Fonseca e Vini Júnior.
Após a influenciadora publicar um vídeo nas redes sociais dela recebendo massagem nas costas do personal trainer Michael Gomes, pouco depois da repercussão, internautas perceberam que o jogador havia apagado um story em que aparecia ao lado da namorada alimentando boatos de crise. Michael, que se define como fisioculturista, cristão e casado, teve um salto de seguidores de 9.000 para mais de 15.000 depois do vídeo viralizar. No Instagram, ele mostra rotina de treinos, competições e momentos com a esposa e com famosos do meio fitness, o que reforça a sua presença entre celebridades. Apesar dos últimos acontecimentos nesta quarta-feira, a apresentadora do SBT postou fotos de um ensaio na Grande Rio e o Vini Júnior comentou: "É ela". Um elogio que acumulou aí milhares e milhares de curtidas. Mas no final das contas, a discussão que nós vamos fazer é a seguinte. Temos fotos e vídeos FF da Virgínia com o personal trainer. Esse é o comentário, né?
Esse é o comentário do Vini Júnior.
E o personal trainer.
Isso. Vou pegar aqui o personal. Personal aqui, ó. Personal personal. Esse é o personal e o vídeo dele fazendo massagem. Tá aí, ó.
A pergunta que eu faço para você, meu caro spec.
Pera aí, pera aí, pera aí, bichão. O cara tá fazendo massagem ou tá esquentando o carvão da chuveiro? O secador de cabelo. É isso.
Isso. Esse negócio de personal.
Ó, mas esse negócio é gostoso.
Eu me lembrei do Gilson da Graciane Barbosa. Você não lembrou? Não teve Felipe Reis?
Sempre tem um personal.
Você aceitaria um personal fazer massagem assim na sua esposa? Que que você acha, hein, Felipe Reis?
Ah, gente, personal é bom.
Na esposa não, porque o Reis não tem esposa, né? Personal do da massagem feag.
Deixa só dar massagem pra gente analisar. Adoram uma massagem, né?
Olha aí, ó. Pera um pouquinho. O bicho.
Aceitável ou não?
É o massajador. Você nunca viu massajador, cara?
Não, pera aí. Isso aí não.
Isso aí não. Isso aí o cara é potentíssimo.
Isso é bom. Isso é bom.
O cara faz isso aí na parede da casa dele, bicho. Ele aproveitou. Nossa, treino é maravilhoso. É profissional, cara. É um profissional bom. Feca. Ah, vocês vocês são tudo machistas falando que uma mulher não pode e eh ter soltando os músculos. Eu não achei nada demais.
Eu sei, eu sei qual é o músculo que ela tava soltando ali. E.
A mulher quer trair não é personal, não é necessariamente aquela pessoa específica. Se a mulher quer trair, ela vai trair de qualquer jeito. Não tem nada a ver. E ela não estaria nem expondo isso.
Ela tá querendo like. Não, deixa eu falar sério aqui. Lalá só sabe qual o músculo que ela tava soltando? Começa com FV e termina com ureiro.
Não, mas lá uma pergunta legítima para você que é mulher. Agora, brincadeiras à parte, OK? Ninguém. Ok. Realmente, se ela for trair, não é um vídeo, não é o personal que vai ser o causador disso. Mas a pergunta que eu te faço é o seguinte, ela está num relacionamento sério. Esse tipo de publicação é respeitoso com o seu companheiro? Na sua opinião?
O problema gente, eu não vejo o problema. Então é tudo machismo. Vocês percebem que é tudo machismo porque o cara.
Não, se fosse ao contrário, se fosse ao contrário, um homem deitado aí, uma mulher fazendo essa massagem, ela ele tá com aparelho soltando os músculos, gente. Ele, ele trabalha com ela porque o personal, meu, olha o tamanho do personal. Bota aí o a imagem do personal. E outra coisa, o personal é um coach evangélico. Vamos respeitar e eu vou falar para vocês. Imagina uma mulher em cima de mim com uma furadeira, mas de jeito nenhum. Você estão de brincadeira.
Você não aceita.
Caralho, tá lá com com a plina lá. Com a plina que.
Souz. Eu quero a sua análise.
A maldade tá nos olhos de quem vê.
É muito divertido fazer piadinha com a Virgínia. Concordo. É um dos meus esportes preferidos aqui no Fora de Quadro, meus outros programas. Mas vamos lá. Qual é o problema do personal estar fazendo o próprio trabalho? Ele é remunerado para isso. Vocês vão fazer piadinha também com Gustavo Lima, Renato Cariani, o Mateus do Jorge Mateus, que também são clientes dele, também tem vídeos fazendo massagem.
Vocês também acham que ele tá comendo essa gente?
Machistas, machistas. Isso que ele tá falando. Você, você tá que nem a gente, não, você não vai sair fora dessa não, he?
Mas eu não tenho medo não. Eu, o meu problema não tá em ele fazer o trabalho dele. O meu problema é ela estar num relacionamento sério com um cara a milhares de quilômetros de distância e isso pode abalar a relação. Para mim é falta de respeito. Pronto. É simples, irmão.
A maldade tá tá nos olhos de quem tá vendo. Tá. A maldade tá na cabeça. Agora nós somos os ruins e não a Virgínia. Entendi.
A maldade, a maldade tá nos olhos de quem vê. Não é dos caras que come outra. Ela gravou no ângulo que mostra até o lá lá. Você tem toda razão. A maldade está nos meus olhos em qualquer assunto.
É. Pois é. Muito bem. Ô Diogo, eu quero te ouvir a voz da razão.
É o namorado dela não reclamou. O que que eu tenho a ver com isso? Eleou. Ele sentiu. Ele sentiu. Eu só não entendo. Mas aí é outra história. Que que o Vini Júnior faz com ela? Será que ele tá apaixonado de verdade? Acho pouco provável. Eu vejo ela ganhando muito na relação, mas ele eu não vejo.
Vocês então não viram problema nenhum.
Eu acho que se fosse um homem ninguém ia falar nada.
Não, falando sério, não. Falando sério, não tem problema nenhum. Vocês estão brind.
Não. Eu também acho que não tem problema nenhum, mas eu acho desrespeitoso com o namorado. Eu acho que não tem problema nenhum. Mas se fosse eu, o Vini Júnior não ia ter gostado. Vamos ser sinceros aqui. Quem que vai gostar de ver a tua mulher puta bruta ali fazendo massagem? Vocês são bando de hipócrita. É isso. Vocês são lá. Eu tenho certeza, eu tenho certeza que todo mundo aqui quando tava num relacionamento já falou alguma coisa para parceiro, pro parceiro. Ai essa foto.
Bota o Gilsão para fazer massagem naquela. Esse aí para fazer massagem. Eita!
Eu nunca ele se incomoda. Ok. Então o relacionamento dele, se ficou bem entendido com a Fabíula, que a Faba sai de coisas diferentes.
Ela faz massagem, mas não.
Imagina Fabula com Gilsão em cima. Ai gente, ele é profissional. Que Gilção em cima da minha mulher? Você tá louco? Esse negó, esse negócio de namorado, ficar cobrando namorado ou ou cobrando parceiro por fotos antigas é um negócio absolutamente tá de foto nova. Foto nova ridículo também. Mistura as coisas.
É ridículo também isso aí.
Foto não tem nada a ver. As pessoas têm que se dar o respeito, amigo.
Ai, vocês são muito inseguros.
A partir do momento que você namora com a Virgínia, você sabe que a vida inteira vai ser exposta. Isso eu concordo. Isso eu concordo. Isso. Eu concordo. Você já deu namorar com a virgem. Vamos falar de música agora. Aliás, de música, não de crime, né? Porque o Ministério Público de São Paulo determinou que o Kane West seja preso em flagrante caso cante a música Heit ou faça qualquer ato de apologia ao nazismo durante o show marcado para o dia 29/11, cujo local ainda é incerto após o veto da prefeitura ao uso de Interlagos. O policiamento do de choque foi notificado para atuar nesse evento e dois produtores também devem ser presos se houver omissão. A ação foi iniciada a partir da vereadora Cris Monteiro, que pediu medidas preventivas contra o antissemitismo. Segundo o Ministério Público, o Kenny West não pode divulgar a música, nem usar símbolos nazistas em shows ou redes sociais no Brasil. A produção do evento se disse surpreendida pelo veto municipal e ainda não definiu um novo local para essa apresentação. Em que pack tá? Ré, você tem informações?
Na verdade é o seguinte, cara. A produtora está simplesmente apavorada.
Tava fazendo até enquete, não tava?
Ah, não, isso aí é bomba de fumaça ninja. A enquete não a enquete não vai não vai influenciar em nada. É, é, é, é, cara. A produtora tá absolutamente apavorada, porque a a produtora já pagou pelo show. Hum.
Já pagou. Ela não tem ainda a liberação de um local para esse show. Inclusive, ela tá tentando encaixar o Kenny West em algum dos próximos festivais que vão rolar aqui.
Mas já tá vendendo ingresso, Régis?
Não.
Ainda não.
Tá, só para saber que às vezes, né?
Não, não, não, não, não. Tô falando, os ingressos já foram vendidos online.
Ah, tá. É isso que eu queria saber.
Foram vendidos online. Isso já foi.
É, porque, tipo assim, a produtora sabe que vai dar lucro, mas precisa de um lugar.
Não, não, não, não. Não sabe que vai dar lucro porque se não tiver o show, ela vai ter que devolver todo.
Ah, não. Sim, mas se ela arrumar o lugar, é isso que eu tô querendo dizer.
É, não, se arrumar o lugar. Só que o que que acontece, cara? A data disponível na agenda do K West é só que agora no final de novembro e a produtora não conseguiu e a produtora tem encontrado uma série de dificuldades porque justamente essa essa proibição da da prefeitura fez com que as administrações dos outros locais ficassem temerosas de retaliações por parte da brevuras, entendendo? Então assim, existe a possibilidade muito grande do show não acontecer, da produtora ter que devolver o valor dos ingressos e ela já pagou o cachê.
Agora não tinha nenhum outro artista para trazer se trazer esse não.
Aão, a questão não é essa. A questão que o Kenny tem um público muito grande aqui no Brasil.
E daí, meu amigo?
Não, e daí que a produtora trabalha.
Então, se tem público grande que é nazista, você traz.
Não, pera aí, não, pera aí, calma, calma. O, a produtora, ela a produtora, ela trabalha em cima de um artista que vai dar lucro. Produtora não tá nem aí com negócio. É, é, é lucro. É, toda produtora e eh eh eh visa lucro. Agora, a questão é que a atitude de mandar prender o cara se ele cantar é correta, porque aqui no Brasil você não pode fazer apologia pública ao nazismo. Então se o cara for, primeiro que o cara é black, cara idiota, né? O cara black canta e tem uma música chamada Rai Rita. Bom, esse cara é um idiota. Mas enfim, eh eh a a atitude é absolutamente correta, porque se ele no show ele ele cantar uma música Rio Hitler, que é realmente uma apologia ao nazismo, o cara tem que ser preso, assim como qualquer um de nós que fosse publicamente defender, vai ser preso também. Defendo, Diogão, por favor.
Olha, eu tenho plena admiração pelo povo judeu e pela capacidade de superação que eles têm e acho Israel um país maravilhoso. Inclusive, eu tenho um sobrinho, filho do meu irmão, que mora lá, onde nasceram duas filhas dele. E ele, olha só, ele tava aqui no Brasil, ia voltar no dia 8, um dia depois daquele 7 de outubro da confusão, ia voltar para Israel, teve que adiar para um mês porque não conseguia ir assim que pôde voltou e acho que ele tava certo. Mas proibir alguém de cantar uma música me parece errado. Eu sei que tem lei para isso. Acho que essa lei não deve existir. Eu prefiro saber o que as pessoas pensam para poder saber de quem eu devo me distanciar muito mais do que proibidas de falar o que pensam e de repente eu me enganar.
Rick Souza, diga.
Me, como já falaram, me surpreende que alguém queira trazer o Kest pro Brasil. é uma figura que passa do controverso. Várias das opiniões deles são crimes em vários países, inclusive nos Estados Unidos. Me surpreende que teve tanta demanda. Afinal de contas, o show já estava completamente vendido e a empresa que estava produzindo evento, inclusive teve que abrir um formulário perguntando: "Ah, vocês ligam se a gente transferir o evento para um lugar menor?" Sabe, me surpreende que tanta gente quis. Acho que isso diz mais sobre o momento que nós vivemos do que sobre a empresa e do que sobre o próprio artista. E é sinal que tem muita gente que se identifica.
Lalá Fonseca. Ah, gente, música com apologia ao nazismo. E aí eu discordo do Diogo, porque por mais que eu, ah, eu quero saber o que a outra pessoa pensa, você tá falando de um show com milhares de pessoas e você está fazendo com que a formação de opinião aconteça. Você não sabe o quanto que a cabeça das pessoas ali eh sendo inseridas pela música vão se formar contra eh toda essa questão e trazendo uma apologia ao nazismo. Eu discordo. Acho que esse show nem deveria acontecer e não vai acontecer.
Reis. Eu também concordo. Eu acho que a decisão de não fazer apologia ao nazismo é correta, mas não quero que isso se torne uma bandeira unilateral. Se uma um artista vier no Brasil e fizer falas racistas no palco, ele vai ser tratado da mesma forma? Porque também se tiver falas racistas tem que ser preso.
Eu também acho. Mas acontece isso no Brasil, será? Então é, levanto aqui a bandeira de que isso também aconteça em outros momentos. Será que é uma questão eh política? que está sendo se formado porque é uma bandeira que vai chamar atenção. Ano que vem será um ano de eleição ou será que realmente é só querendo cumprir leis mesmo?
Não, eu acho, eu acho o seguinte, esse cara não tinha que pisar no Brasil, na minha humilde opinião, na minha humilde opinião, ele não tinha nem que pisar no Brasil, mas aqui a gente ainda tem que falar meio que o óbvio, né? Olha gente, são 11:22 para vocês que estão nos acompanhando. Já já a gente vai continuar o nosso além da notícia, mas antes a Tatazita tá de volta porque a gente vai voltar a falar desse sucesso que é o Artropro da Aelar Suplementos. Pessoal, já vai pegando o telefone 0800 012 13 14 para que você possa garantir o seu artropro antes de dar aquela congestionada nas ligações. Se você tá com dor na articulação, fibromialgia, presta atenção nisso aqui, porque o recado é muito bom dessa moça super simpática que tá fazendo aqui o Além da Notícia todos os dias com a gente. Fala, Tatá.
É isso mesmo, Paulo. Então, olha, vamos dar a Deus as dores hoje. Vamos sim com artropró. Não tem como você que tem uma qualidade de vida sofrendo com dores articulares. Se você ali tem dores no joelho, dores nas costas, você tem artrite, artrose, fibromialgia, que são dores constantes pelo corpo, ou você mesmo que tem gota e é de disco, bico de papagaio, gente, tem como resolver. E hoje eu trago aqui saúde para você. Vai levar saúde, ó, apenas uma cápsula por dia. Você tudo que você precisa, todos que essas articulações precisam estão aqui, ó, dentro dessa cápsula. E é totalmente natural. Muita gente acaba tomando remédio, acaba camuflando só a dor. Falar: "Ah, eu tô com uma dorzinha ali no joelho, eu vou tomar um remedinho e tá tudo certo". precisa fazer o tratamento. E nada melhor que fazer um tratamento natural, que não tem contraindicação, só tem benefícios para sua vida e paraa sua saúde. Então já vai ligando no 0800 012 1314 para aproveitar a super promoção de hoje. Você vai levar um é um produto totalmente natural, gente, com vitaminas, com ativos poderosíssimos. Ele é o melhor reconstrutor da cartilagem. Isso eu realmente falo por experiência própria, porque eu já tomo também, porque eu não quero ficar sofrendo com dores, viu? Já estou com 40 anos e eu sei da importância de cuidar das minhas articulações. Por isso que eu dou essa dica super importante para você também, para cuidar de você. Vai ter mais mobilidade, você vai poder fazer suas atividades tranquilamente. Você quer fazer uma caminhada, vai poder pegar os seus netinhos aí no colo, de repente você já não consegue, né, fazer isso aqui. Consegue sim com trop. Comece o seu tratamento hoje mesmo. Aproveite a promoção especial que a Velári oferece para você que acompanha o programa. Você deu 60% de desconto, você colocou o prazo de pagamento lá na frente.
Isso.
Você deu frete grátis e esse massageador maravilhoso que o Fe vai exibir agora pra gente, que pode ir direto pra tua casa, meu amigo, minha amiga, se você ligar agora para o pessoal da Velari, você além de levar o tratamento do artropro, você também pode levar esse massageador que dá para colocar no sofazão, no banco do carro, na cadeira da sala de jantar. onde você quiser. E isso que a Tatá falou é muito simbólico, né? Porque essa coisa de dor que as pessoas, por muitas vezes aquelas que já são jovens há mais tempo, porque ninguém é idoso aqui, não, as pessoas são jovens há mais tempo, meu querido Rad.
No caso do R é jovem há muito tempo, foi idoso há muito tempo.
Pessoas, não, as pessoas são jovens há mais tempo aqui que nos acompanham. Essas pessoas, por muitas vezes, não podem carregar uma criança no colo, levantar, fazer uma brincadeira, poder correr, poder, sabe, as pessoas não conseguem por conta de dores que vão incomodando e aí assim você vai empurrando com a barriga, né? Vai indo, empurra, isso aí vai já. E aí você meio que aprende a conviver com isso. Tem solução, gente. A solução é da Avelar Suplementos. Pega o telefone 0800 012 13 14. Vou repetir. 0800 012 1314. Você vai dar a oportunidade do brinde para quantas pessoas, Tatá?
Olha só, tem mais 50 assentos, Paulo. Então, só para 50 ligações agora. Corre pro telefone, corre aproveitar, corre ter mais qualidade de vida e dar a Deus as doreszinhas aí, as dores que estão acumulando no seu corpo.
É isso aí, gente. 0800 012 13 14. Os 50 primeiros. Isso aí demora uns 5, 10 minutinhos para acabar. Corre, liga. Ah, Paulo, não quero comprar, mas tô com uma dúvida. Pega o telefone, liga, garante já a tua ligação, porque o pessoal da Velari é muito profissional. Um abraço para todo mundo aí da empresa. Obrigado, Tatá. Obrigada a você.
Um beijo para você. Valeu, gente. Nós vamos para um breakzinho curto. Um minuto. Não sai daí. A gente já volta, hein? Você quer gravar os seus conteúdos ou seu podcast em um estúdio assim como a gente faz aqui no Além da Notícia? Aqui nos estúdios set point você encontra a estrutura moderna, cenários versáteis e suporte especializado para transformar sua ideia em realidade. Então venha conhecer os Studio Set Point, o lugar perfeito para você tirar suas ideias do papel, porque todo grande conteúdo começa com o lugar certo. Entre em contato pelo WhatsApp ou escaneie o QRcode que tá aparecendo na tela.
Muito bem, nós estamos de volta. Olha só, às 11:27, todo mundo muito curioso, né? Nessa hora do programa, as pessoas elas paramer.
Elas ligam a vitrola.
Vai ser você sabe.
A velícia apresentada hoje.
Não? E você sabe o que é o mais legal, cara? Tem realmente pessoas que vão atrás, você pode olhar no chat, as pessoas vão atrás da indicação ninguém ninguém vai, ninguém vai. Três ou quatro pessoas.
Vamos ver o que fal no chat hoje.
Vamos ver no chat se as pessoas realmente estão interessadas. Faz uma enquete indicações de registadeu. Roda a vinheta. Roda a vinheta porque o nosso adolescente está com a periquita acesa hoje. Zoeira. Meu amigo e minha amiga, apesar dessa tentativa de sabotagem por parte da própria produção aqui do programa, eu trago aqui a minha dica. E a minha dica é, vai parecer óbvia para alguns, mas só para quem só conhece as duas faixas famosas do primeiro álbum do Ahá, que é Hunting High and Low, um disco de 1985, todo mundo só conhece, Take Me e a própria faixa título e jamais ouviu o restante do álbum, que é realmente muito bom, é um pop, um cint pop elegante, muito legal, que vale a pena inclusive você, né? Sublime.
Exatamente. Sublime é ótimo. Sublime já virou piada interna aqui. Mas assim, vale a pena você que já conhece esses dois rits incríveis ouvir o restante do álbum que é tão bom quanto. Então essa é minha dica. Primeiro disco do Ahá. Hunting Highow de 1985.
Muito bem, hoje a gente não vai ter o minuto do esporte. Queria mandar um abração pro Iaguinho que tá ruim da garganta. Ontem foi o Reis, hoje é o Iaguinho. É o famoso Migué, né?
Ressacaig ressaca. Agora da dor de garganta. O povo tá com a garganta meio afetada, né? Vai saber, né? Mas a gente tem alguns super chats aqui. Fefezito, coloca na tela, por favor, os últimos que chegaram pra gente prestigiar a nossa audiência. Muito obrigado pela audiência, pela companhia. Vocês fazem parte das nossas vidas. A Helen Iot disse: "A Bíblia é sempre citada, né, Lalá? Porque não conhecê-la, tá certa a opinião da Heleni Yot? A Joana Barbosa disse: "A Bíblia é amplamente abordada em cursos de história das religiões e em diversas áreas do conhecimento. Negar o estudo do livro que moldou a civilização ocidental é um absurdo." Opinião da Joana. O Billy Stears disse: "Pessoas preocupadas com a Bíblia em escolas em Floripa, sem antes saber se conseguem obter passaporte visto para entrar na cidade. Abraço para você, Billy Cheers". O Bruno disse: "Por que não chamam a ministra para explicar em vez de zombar? Chamam o Kim para falar de arma nuclear. Assim o Fefê pode falar do nariz dela diretamente para ela. Você tir o nariz dela?
Não faz sentido, gente. Também concordo com isso. Vamos chamar ministro. Você tem o contato. Vá atrás. Não, mas brincadeira, partirando a minha zoeira que zoaria na frente dela, chamar a ministra para eu entender esse termo é interessante. Não, mas não, mas tudo bem, deixa o nariz de lado. O Fernando Martínez da Fonseca disse: "De Michelangelo a Dostoevski, grandes obras estão repletas de referências que são só compreensíveis com o estudo da Bíblia e ainda perguntam como a Bíblia pode ser usada como material de apoio. Tem a santa paciência, opinião do nosso Fernando Martinz. Eu concordo contigo. O a Helen Yot disse: "Conta, Lalá, já te vi no programa do Ronivon como convidada".
É mesmo, Lalazinha?
Sim, eu falei sobre câncer.
Ó. Câncer fã ali de trás, né?
Eu acho que a Helen é a própria Lalá.
Você não acha?
Ela traz umas informações que tipo.
É.
Gente, eu tô aqui, ó. Eu tô na página aqui. Como lá? Claro, claro, claro.
É fã daal é a única pessoa que ela estalqueia ela mesma. Coisa incrível. Vamosar com esse programa de zoeira aqui.
Sandra Regina Sena disse: "Reis, eu não sou secretária de Santa Catarina. Eu só tenho um cérebro funcional que utilizo para não passar vergonha. Você deveria seguir o exemplo, fofo. Parabéns."
Eu acho que a cena também é Lalá. Zoeira todos.
A Camila Valadares disse: "Love you". Ré, direto do Reino Unido. Olha que.
Perfeito. Aí eu acredito que você tá lá no Reino Unido.
Duas Libras. A Elizabeth Tomazelli mandou a sua contribuição. Muito obrigado, Elizabeth duas vezes. Disse: "Felipe Reis deixou de ser caso de direita ou esquerda. É ignorância mesmo, falta de inteligência. Até a esquerda deve ter vergonha das pérolas de Felipe Reis."
Obrigado pelo carinho. Al.
Sempre o carinho da nossa audiência com Felipe Reis.
A Elen Yote diz: "Luana é pontual". Grande análise lá. Olha aí ela lá perfil.
Parabéns o Fernando Mart aumentou porque ela tá gastando tudo isso?
Eu tô gastando todo o dinheiro aqui.
Fernando Martinz diz considerando que o Régis não lê nem bula de remédio, dá para entender quando solta pérolas do tipo: "A Bíblia vai ser usada como material apo de apoio de quê?" Fernando Martista Bravo. Helen Yot disse: massageador potente. É isso mesmo. Muito.
Você viu forza. disse: "A época de vocês liberais acabou. O show do Kenny West é bom para caral na tua opinião, né? Força. A Dais Simone disse referente à Virgínia, lembram o da Gisele Bint? Era só um instrutor de Gilgitsu. K k k k k. Ele bota alguns bois. Bom dia a todos. Abraço do Rio Grande do Sul. Abraço a todos direto do nosso Rio Grande. Um beijo para você, dona Daisy. Obrigado mesmo pela sua participação. E a nossa Helenot, que é tudo bem, Lalá? Eu já entendi. E aí ela ela diz: "Eu sou a Lalá".
Não.
Se for puxar o cartão de crédito vai tá lá.
Pode puxar, podear.
Muito bem, muito bem. Rick Souza, que teremos no TV Pop desta quinta-feira? Aliás, dentro de instantes, às 2 horas da tarde, entrevistaremos Michele Barros no link podcast. concorrer comu filho da mãe.
Não, muito melhor hoje assistir com Michele do que assistir inclusive é o caramba, porque ontem no Fora de Quadro teve uma pessoa que estava nos assistindo, foi lá pro link podcast, falou: "Tá zoado, voltei".
Mas parte, né? Aqui é é.
Eu espero que Michele Barros dê um tapa na cara de todos vocês.
Que que é isso?
Será que vai ter treta do Mich da Michele com Paulo? Não, não vaiã.
Não. Eu espero que a Michele leve uma eu, a a se a Michele levar o marido mesmo nos bastidores, tira a foto para nós levar.
Para ver se esse cara existe.
Não, eu acho que quem tem que ser entrevistado é o senor Diogo da Luz que cravou desde o início que a Michelea ser campeã.
Ele errou.
Se o Diogo tivesse errou. Errou.
Ô Diogo, deixa eu te falar uma coisa. A.
Ela passava fácil da metade, não passou. Urcinho.
Não, senhor. Senhor cravou. Vossa excelência ganhar.
Vossa excelência falou que ela iria ganhar. O Diogo não sabe. Eu falei, eu falei que era a minha favorita. Parecia que ela passava fácil da metade. A.
A Michele é o seguinte, ela foi a mais rejeitada.
De todas.
De ela perdeu de.
Ela só não tinha caído na roça.
Muito bem. O que teremos hoje no Fora de Quadro e no TV Pop? Rick Souza.
No Fora de Quadro tem que abrir o grupo para saber o que nós vamos ter. O Fef que escolhe as pautas no.
Sou eu não. Para de ser safado que é você que escolhe a minha força.
No TV Pop eu quero ir embora.
No TVP. Hoje nós vamos ter um dossiê sobre Paulo Matias. Acessem. Aí é bom hein.
Ter o qu uma página. Não tem o que falar.
Exato. Diogo da Luz.
Santo.
Diogo da Luz BR. Tem que ir lá para saber porque eu ainda vou gravar. Aí sim. Lalá Fonseca. Diogo. A Lalá Fonseca. É isso aí aí. Vamos lá.
Tem que ir lá para saber. Tem que ir lá para saber. Quero seguir.
O Diogo. O Diogo usa a famosa tática. Tem que ir lá para saber porque nem mesmo eu sei.
Vamos chamar Lalá Fonseca de Helen. Agora que Helen. Helen.
Fala Felipe Reis.
Me segue lá no @ofelipereis. Tem várias notícias, inclusive a última é a respeito do, como o nome do querido? Do MC Daniel que tá sendo escolachado pelo corpo porque ele tá bombado, tão falando que ele tá tomando umas bombas meio errada, vi.
E tem muita gente, né? E no YouTube.
E lá no meu canal, meu amigo e minha amiga, eu falo por que eu não irei, eu me recuso terminantemente a assistir o show de uma das bandas que eu mais gosto, que é o AC/DC, que vai fazer turnê aqui no Brasil no ano que vem. E eu explico por que eu não vou assistir nenhum desses shows.
Muito bem. Até a hora que ganhar a permutinha. Não, não, não, não, não. Eu falo inclusive que nem não vou nem pro permuta, não faço que nem o Felipe Reis que vai em festival que ele detesta. Que isso? Desculpa.
Que isso, meu? Foi um protesto.
Que isso, cara? Um protesto para que você possa calar a boca.
Meu Deus do céu. Até logo, hein? Muito obrigado a você que ficou conosco até aqui. Se puder, deixa o like. A gente se vê amanhã às 9 horas da manhã, sexta-feira, hein?
Você tá bem, Paulo? O que aconteceu? Tava gripadu. Chega.
Nossa senhora, meu. O cara tá com encosto, meu. Jesus Cristo. F. Deve ser esse visual tiramissu que ele veio hoje aqui, cara. Meu, que coisa impressionante. Eu sei que o programa não saiu do ar ainda. Estamos aqui. E ó, só ó, tiramissu total ali, ó.
Ó os 7 minutos hora extra que eu vou cobrar.
Calma, calma aí. É, Dra. Helen, só tem alguma e recomendação aqui pro Dra. que nem o plugando bagulho na esse programa, ó, passa na frente da câmera.
Cara, esse programa, esse programa tá qualquer nota, cara. Qualquer nota, bicho. Que coisa impressionante aqui.
Valeu, tchau. Ciao.