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Hebreus capítulo 3, apenas o verso primeiro.
Hebreus 3, verso primeiro. Por isso, santos irmãos, que participais da vocação celestial, considerai atentamente o apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão, Jesus.
Que não seja outro ou que não seja outra a intenção, a inclinação dos nossos corações e que não seja e que não seja outro o desejo do nosso ser. Corpo, alma e espírito, de vislumbrar esse que é o apóstolo e o sumo sacerdote da igreja. Esse que da parte de Deus é apóstolo, porque quando esteve aqui na terra representou Deus, o Pai para os homens em tudo que ele é. Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador, é a expressão exata do ser de Deus. E ele nos dá a conhecer da gloriosa divindade do nosso do nosso Deus e Pai. E por outro lado, ele é o sumo sacerdote que quando vicariamente executou o seu sacrifício, pôde nos libertar do império de trevas, nos justificar e como sumo sacerdote nos representar diante de Deus, o Pai nos céus.
Que glorioso ministério esse do nosso Salvador. Só a igreja tem o privilégio de ter numa mesma pessoa que é divina, mas que também é homem, o ofício de nos representar e de nos anunciar a divindade de um Deus que nos ama, porque olha, quando nos olha, não nos vê, mas vê a Cristo.
Que o nosso Senhor encha o nosso coração nesses dias, irmãos. Amém.
Que o nosso Senhor nos disponha a servi-lo com mais intea, com mais integridade. Que o Senhor nos socorra na nossa vocação celestial e na nossa vida prática, que é o tema dessa conferência, a vida prática da igreja.
O nosso Senhor Jesus orou na oração sacerdotal lá em João 17, no verso 21, ele clama a Deus o Pai e diz assim: "A fim de que todos sejam um e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós." A nossa vocação celestial é sermos um com o nosso Senhor e Salvador. Mas também o nosso ofício aqui, a nossa vida prática, ele continua nesse versículo e diz: "Ah, para que o mundo creia que tu me enviaste." A vida prática da igreja é dar testemunho daquele que por nós viveu, morreu e ressuscitou.
Irmãos, que a alegria da igreja seja a pessoa gloriosa de Cristo e que nós não percamos de vista que nós somos um povo que caminha na terra, mas que é um povo que tem vocação celestial, porque nós somos comprados por um preço daquele que do céu desceu e não se envergonhou de nenhum de nós, mas deu sua vida preciosa em favor de mim e de você que éramos pecadores.
Então, que ele nos abençoe, use os irmãos que ministrarão, fale através da boca dos servos e que a palavra do Senhor, que é penetrante, que é impactante, possa de fato encontrar no coração de cada um aqui, desde o mais moço até o mais idoso, lugar para então reverberar nas nossas vidas, para fazer diferença, para mudar a nossa conduta, para melhorar o nosso testemunho e para que as nossas vidas então possam servir. Como uma possam ser como um aroma suave na presença dele.
Nós agradecemos a todos os irmãos e irmãs que aqui estão e que tudo que for feito aqui, irmãos, seja para de fato para a glória do nome do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador.
Vamos orar.
Nós te agradecemos, amado Deus, pelo privilégio que temos de reunirmos sob o o nome do teu filho amado, nosso salvador, do Senhor Jesus Cristo. É por esse nome que nós estamos aqui e é por essa pessoa bendita que nós nos reunimos, porque queremos ouvir a tua voz, Senhor. Essa voz de muitas águas, essa voz que toca o nosso coração, o nosso ser e nos aproxima do Senhor. E mais uma vez o Senhor seja bondoso para conosco, para com esses que vieram de lugares longínquos para ouvirem a tua voz. Senhor, prevalece nesse tempo, nesses dias, prevalece sobre tudo o que for de forma contrária ao Senhor nesses dias aqui. Que o Senhor, pelo Espírito Santo, possa falar ao coração desses homens, dessas mulheres, dos irmãos, Senhor, para a glória do teu nome, para fortalecer a igreja, buscando um testemunho mais vigoroso e agudo, Senhor. Que o Senhor tenha misericórdia. Obrigado porque o Senhor já dispôs das armas que precisamos e sabemos que elas não são carnais, Senhor. Mas continua nos ajudando a manuseá-las, Senhor, nesses dias do fim. E que nesse ajuntamento o seu nome seja enaltecido, a pessoa de Cristo seja vista, tocada e glorificada no nosso meio. Que no que no nome do teu filho amado, nosso salvador, o Senhor seja propício a nós, misericordioso nesse tempo e que tudo que fizermos, Senhor, possa cooperar para a glória do Teu nome, para edificação da tua igreja nesses dias aqui na cidade de São Lourenço. Nós agradecemos, oramos, é no doce nome do nosso Salvador Jesus Cristo. Amém.
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So é
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de nó. Aja te amos, seu senhor
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coração
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exaltamos o exaltamos o
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rezamos o desenhor.
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Amos o rei
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exaltamos o rei. Restaltamos o rei é Jesus. Exaltamos oos. Exaltamos os reis. Exaltamos o rei. Exaltamos os reis. Esse rei é Jesus.
So rei dos
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de louvor
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aja.
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Seu Senhor
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a seus pés em adoração.
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Exaltamos o Deus. Deus. Exaltamos o rei. Exaltamos o rei. Exaltamos o rei. Este rei é Jesus.
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Exaltamos o
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exaltamos o reamos
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o rei rei Jesus
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exaltamos o Exaltamos, exaltamos o exaltamos o exaltamos o rei. Este rei é Jesus.
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Tu és soberano. Sobre a terra, só o céo é Senhor
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sobre tudo.
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Tudo que existe acontece, tu sabes que muito bem. Tu és
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glória em tua e amor tão
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minha ti. Tu és Tu és soberano sobre a terra, sobre os céus. Tu és Senhor
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tudo que existe acontece. Tu sabes o rei, tu és
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glória em
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E amor tão grande
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minha ti. Tu és
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Boa noite
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Graças ao Senhor mais uma vez nós podemos nos reunir aqui. Gostaria de dar o talvez mais importante aviso de todos esses anos que reunimos um pouco mais longo, mas a partir da noite de amanhã, então nosso irmão dará ceras. Vamos então abrir nossas bíblias em Efésios capítulo 4. Vamos ler então o verso 13.
"Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro do Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando uns aos outros em amor."
Agora vamos ao verso 17.
"Isto portanto digo e no Senhor que não mais, como também andamos gentios na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alegreis à vida de Deus por causa da pureza, da ignorância em que vivem e pela dureza de seus corações, os quais tendo se tornaram insensíveis se entregaram a dissolução para comidez cometerem toda sorte de impureza. Mas não foi assim que aprendestes a Cristo, se é que de fato tens ouvido e nele fostes instruí segundo é a verdade de Jesus, no sentido de que quanto ao trato do passado, vos despojis do velho homem que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e você não fez o espírito do vosso entendimento. Porque vos revistais do novo homem criado segundo Deus em justiça e retidão, procedentes da verdade."
Vamos orar.
Pai, de alegria para nós mais uma vez estarmos aqui juntos reunidos aos teus pés. Obrigado por tua bondade, teus arranjos. Então estarmos tantos irmãos aqui juntos que privilégio para nós podermos nos assentar e ouvir tua voz. Apresentamos ao Senhor este tempo, não somente este tempo desta noite, mas cada tempo em que estaremos aqui a ouvir a tua palavra. Nos ajuda, Senhor. Nós temos muitas dificuldades em nós mesmos. Precisamos de teu socorro. Nós precisamos que pela tua graça o Senhor cuide deste ambiente. Precisamos que o Senhor nos dê suporte em cada coisa, até mesmo fisicamente, para que nada atrapalhe aquilo que o Senhor tem a nos dar nesses dias. Nos ajuda para que não seja apenas mais um tempo de conferência. Tantas preciosas palavras, mas tão pouca resposta. Então, Senhor, tem misericórdia de nós, nos ajuda para que tua palavra tenha lugar em cada coração, em cada assembleia, de modo que seja profundamente enraizada e gere os frutos que o Senhor deseja, que o Senhor espera, que o Senhor tem anelado. Por isso, Senhor, concede a mim que a minha voz seja tão semelhante à tua, que cada um dos teus servos aqui reconheça a tua voz e ouça da tua própria boca. Assim entregamos ao Senhor este tema em nome de Jesus. Amém.
Nós temos então para esses dias eh este texto de Efésios, capítulo 4, verso 1, como base, então, e tema para esses dias. No que me consta, no encargo que então o Senhor depositou no meu coração, eu gostaria que nós ficássemos nesse texto e nesses versos que lemos. E então que o Senhor tenha caminho para realmente eh despertar nossos corações para que então eh esta este tempo abra eh caminho para tudo aquilo que o Senhor tem a nos falar.
Nós temos vivido dias, meus irmãos, difíceis. Todos nós que estamos aqui sabemos dias furiosos, dias de levantes por todos os lados e temos então pela graça do Senhor em muitos contextos, de modo pontual e assim temos tido por tantos meios a oportunidade de receber a palavra do Senhor. E então, tantos irmãos ouvem a palavra, recebem a palavra, tido ensinados pela palavra, mas nós temos visto grande necessidade de que esta palavra ela seja então eh ela produza frutos nas nossas vidas. Ela seja mais do que uma palavra que seja dada às nossas mentes, mas seja uma palavra que tenha impacto nos nossos corações, seja uma palavra que realmente transforme vidas. Afinal de contas, essa é a finalidade do evangelho. Nós fomos chamados pelo Senhor, não apenas para ouvir sua mensagem, mas para que essa mensagem transforme sua vida, minha vida, de modo que nós sejamos um luzeiro, um testemunho atraente, realmente capaz de evidenciar, mostrar a beleza do Senhor.
Então, se a palavra do Senhor ela não cumprir esse papel e ela é poderosa para fazer isso, não nos esqueçamos, mas ela precisa encontrar no seu coração e no meu um sim, Senhor. Eu creio, Senhor. Eu aceito, Senhor. Eu me disponho, Senhor. Eu me entrego, Senhor. Se isso não acontecer, então nós realmente saberemos eh transmitir muitas coisas que temos ouvido e seremos bons em relatar aquilo que temos recebido, mas nossas vidas não serão uma mensagem e então o peso desta transmissão ficará totalmente comprometido. Que o Senhor nos ajude para que nós tenhamos aqui nesses dias dias em que a palavra do Senhor penetre profundamente nossos corações. Amém.
Bom, eh, o texto que lemos de Efésios, capítulo 4, verso 1, então ele inicia, os irmãos sabem muito bem, o texto inicia eh uma divisão muito, uma segunda parte da carta aos Efésios e uma divisão muito simples. A carta aos Efésios pode ser dividida de modo muito simples. Então, nós temos três primeiros capítulos poderosos, capítulos então que nos clarificam a visão celestial. Então, nós temos tantos aspectos gloriosos, tanto nós temos recebido ao longo dos anos, tantas coisas a respeito do novo homem, tantas verdades nos têm sido clarificadas a respeito da dispensação do mistério, a respeito da redenção no amado, a respeito do desejo de Deus, por sua boa vontade de fazer convergir em Cristo todas as coisas no céu, na terra. Graças ao Senhor por isso. E então esses três capítulos, essa abordagem primeira e tão importante a respeito da visão celestial. Nós não podemos nunca perder isso de vista, nunca. Nós somos aqueles que foram chamados para contemplar a face do nosso Senhor e termos nossos olhos abertos. E essa visão precisa ser ampliada. E essa visão precisa ser pregada e pregada e pregada novamente. Que nós nunca vamos nos eh cansar de proclamar e de receber verdades que clarificam, aspectos, abordagens que possam clarificar para nós a visão celestial, a visão de Cristo, a beleza de Cristo, a preeminência de Cristo, a supremacia de Cristo. Tudo então que o apóstolo Paulo usa os três capítulos pelo Espírito Santo para tornar tão claro pra igreja.
Mas a partir do capítulo 4, então nós temos o impacto desta visão, como a igreja deve viver baseado no que ela vê. Como a igreja que vê o que vê a respeito de Cristo precisa viver. E esse não é um apelo para que os mais comprometidos então respondam aquilo que tem recebido. Não, irmão, isso é o mínimo. A partir do capítulo 4, o que nós temos? Nós temos o mínimo esperado por Deus de todos aqueles que foram alcançados pela graça, de todos aqueles que viram a Jesus Cristo e então foram atraídos por ele. Então o que o Senhor espera que andeis de modo digno da vocação a que fosse chamados? Se nós temos uma vocação celestial, nosso andar não pode ser terreno. Querido irmão, se nós fomos chamados por Deus para uma vocação celestial e porque somos aqueles então que contemplam, tiveram seus olhos abertos por Cristo, ele nos alcançou. Nós estávamos alienados, perdidos, sem Deus no mundo, mas o Senhor nos alcançou. E porque ele nos alcançou, nossos olhos foram abertos. E porque tivemos olhos abertos, nossos corações foram conquistados. Esta visão de Cristo tem sido trabalhada para dentro de nós. Então, na medida em que isso acontece, a visão celestial precisa impactar todas as áreas da nossa vida. Nossos casamentos precisam ser impactados pela visão celestial. Nossas assembleias precisam ser impactadas pela visão celestial. Nossas relações em todos os níveis precisam ser impactadas pela visão celestial.
Então você vê, irmão, a partir do capítulo 4, o que Paulo vai fazer é exatamente isso. Ele vai dizer para nós, olha, certamente, certamente é impossível nós dizermos, preste bem atenção, irmão, guarde isso no seu coração. É impossível nós dizermos que temos uma genuína visão celestial e não haver nenhuma expressão prática, ética, de testemunho nas nossas vidas. E então a igreja realmente precisa ser confrontada. E que o Senhor faça isso nessa noite com eh de uma forma muito simples. Nós precisamos enfrentar um confronto nos nossos corações entre aquilo que dizemos crer e aquilo que nós vivemos. Se de fato aquilo que nós cremos tem impacto, tem testemunho nas nossas vidas. O evangelho de Cristo, ele é por excelência, por causa de sua pessoa. Ele é objeto, digamos assim, com reverência, transformador para a vida de todos aqueles que são dele. E então o apóstolo Paulo vai abordar nesses eh quatro, nesses três capítulos, a partir do capítulo 4, ele vai fazer uma abordagem a respeito daquilo que a igreja deve ser, segundo o que já vê.
E então, meus irmãos, aqui a questão é diretamente para nós, porque talvez hajam poucos aqui entre nós que conheceram o Senhor há bem pouquinho tempo. Nós temos rostos aqui muito conhecidos. Nós nos conhecemos há bastante tempo. Nós temos recebido do Senhor. E será que nós não devíamos recobrar nas nossas mentes que, dado o tempo decorrido, nós já devíamos ser mestres? Agora, mestres no quê? Mestres no quê? Porque talvez muitos de nós aqui sejam mestres na exposição do que temos recebido. Mas eu creio que a expressão de Hebreus é muito mais abrangente. Nós já devíamos ser mestres no nosso viver, no nosso comprometimento, no nosso testemunho, no nosso amor pelo Senhor, no nosso amor uns pelos outros, no impacto de uma vida humilde, mansa, longânima, que ama os irmãos. Compreende, irmão?
Então, que necessidade a igreja tem de que nós ouçamos novamente? Essas verdades a respeito do que se espera daqueles que foram atraídos, que foram chamados pelo Senhor. E esses somos nós, nós que estamos aqui nessa noite. Qual é o impacto das verdades que temos recebido nas nossas vidas? Nas nossas vidas. Há uma frase eh muito eh cara ao meu coração de um irmão do passado, Francisco de Assis, em que ele diz algo a respeito desta vida coerente, desta vida eh que testemunha, que eh manifesta a fragrância de Cristo em todo lugar, que é muito impressionante. Ele diz assim, orando, Senhor, que eu possa pregar sempre o teu evangelho, algumas vezes com palavras, que esse seja então o anelo do seu coração e do meu coração. Porque nós podemos ter muita habilidade para pregar o evangelho com palavras, mas eu creio, irmão, que a igreja nesses dias finais precisa dar um testemunho muito mais consistente do que esse, sermos capazes de falar a respeito de Cristo, nossas vidas, não é que isso não seja importante, é claro, nós nos comunicamos assim. Então, as palavras são importantes, mas as palavras precisam ter peso em uma vida coerente, a vida dos cidadãos do reino, a vida daqueles que são discípulos de Cristo, que realmente o seguem e que são identificados com ele.
Interessante, irmão, que aqueles que o Senhor chamou para estarem junto dele, seus discípulos, eles caminharam com o Senhor durante aqueles 3 anos e meio próximos do Senhor. E quando eh embora eles tivessem tantas dificuldades, tantas dificuldades, quando o Senhor estava então sendo julgado no pátio do sumo sacerdote e Pedro estava, conseguiu entrar junto com João e estava ali naquele ambiente trevoso, o Senhor sendo torturado. Então Pedro é interpelado, nega três vezes. Agora, uma coisa interessante, chama muita atenção nós observarmos que uma daquelas criadas quando olha para Pedro, ela diz assim: "Você é um deles, porque o teu falar, o o teu, o teu comportamento te denuncia." Que o Senhor nos ajude. Nós precisamos tanto disso nesses dias, irmão, porque parece que nós somos como que agentes secretos do Senhor. Compreende? Nós precisamos, fomos chamados para sermos luzeiros em dias de trevas que se podem apalpar. Mas a promessa é: haverá luz na sua habitação.
Então esse é o chamamento para mim e para você nós sermos luzeiros em dias tenebrosos. Então, vamos olhar um pouco para esse texto e compartilharmos algumas coisas que podem nos ajudar aqui. Primeiro, o apóstolo Paulo, nesse versículo e um, ele eh faz um apelo e é um apelo bem eh suplicante, haja vista a abordagem e a visão celestial que foi amplamente compartilhada. Então, não poderia ser diferente. Certamente outros irmãos nesses tempos que teremos aqui farão ainda abordagem sobre a visão celestial, a vocação celestial, mas eu gostaria de me deter andar de modo digno, irmão. Então, o apóstolo Paulo vai fazer um apelo em dias eh difíceis, que eram aqueles dele. E por que não dizer que esses são os nossos dias também, dias difíceis, dias em que a igreja sofre de um modo geral. A avaliação geral é que os os irmãos, de um modo geral, no que se refere ao testemunho do Senhor, ainda recebem, reagem como crianças em muitos aspectos. Então, muitos irmãos são facilmente ofendidos. Os irmãos, de um modo geral se ofendem com muita facilidade. De um modo geral os irmãos são ansiosos por reconhecimento. De um modo geral, os irmãos são influenciados por opiniões externas fortemente. Não deveria ser assim. Nós deveríamos ser um povo tranquilo, meus irmãos. Nós deveríamos ser um povo que não se ofende facilmente. Por quê? Porque nós sabemos muito bem de onde o Senhor nos tirou, quem nós éramos. Um nada abortivos à beira do caminho. E ele olhou para nós e ele nos resgatou. Então nós fomos tirados de um charco de lama e perdição. Nossos pés foram colocados sobre a rocha. Ele nos lavou, curou nossas feridas e esses somos nós. Então, quais os motivos que você tem para se ofender? Mas nós somos tão facilmente ofendidos. E essas são reações infantis, facilmente ofendidos, ansiosos por serem reconhecidos. Ah, como nós gostamos de ser vistos, como nós gostamos de fazer coisas para que os outros nos reconheçam. Parece que isso comunica algum tipo de importância para nós. Nós que fomos vistos pelo Senhor da glória, amados pelo Rei de todo o universo, achegados a ele como discípulos, ainda buscamos algum tipo de reconhecimento. Quanta influência externa, quantas coisas, de um modo geral os irmãos querem trazer para dentro do contexto da igreja, opiniões, filosofias, etc. Quanta influência externa à luz de tudo isso, não só isso, quanta insegurança em relação à verdade. Nós devíamos ser um povo mais seguro. Por quê? Porque o nosso Senhor é a verdade. Ele não contém a verdade. Ele não tem falado algumas palavras apenas que contém verdade para nós. Ele é a verdade. Então, quanta insegurança ainda há na igreja. E à luz disso, então, Paulo faz um apelo. E novamente, que nós ouçamos pelo espírito este apelo aos nossos corações. Eu imploro, eu suplico, rogo-vos, pois, esse pois aí ele é importante porque ele tá dizendo que antes muitas coisas foram ditas. Eu rogo, portanto, porque vocês são aqueles que foram abençoados com toda sorte de bênção espiritual em Cristo Jesus. Então, por isso eu faço um apelo suplicante. Rogo-vos, pois eu prisioneiro do Senhor. Agora, irmão, prisioneiro, antes eu queria te fazer uma pergunta porque tá implícito nessa expressão. Quando Paulo faz esse apelo, você sabe que ele literalmente era um prisioneiro aí. Mas é tão impressionante nós vermos que aquelas algemas, aquelas cadeias eram apenas um púlpito pro testemunho do Senhor na vida coerente desse homem. Agora, como é diferente conosco, irmão. Nós temos uma unha encravada, as coisas já ficam complicadas. Começou a fazer frio, dificulta tudo para nós. Que o Senhor nos ajude. Nós somos tão frágeis, que o Senhor nos ajude, robusteça a nossa fé para que nós sejamos capazes de suportar dias mais difíceis que possivelmente virão. Então, que o Senhor nos ajude. E o que Paulo faz? Prisioneiro. Como a pergunta é, como podemos viver a vocação celestial? Como podemos viver a vida da igreja? O que a assembleia deve ser para Deus? Como nós podemos viver? A resposta vai ser dada aí a partir do versículo 4. Esse é o tema, como já dissemos a partir do capítulo 4, esse é o tema. Como nós podemos viver a vocação celestial, como nós podemos eh responder como igreja aquilo que o Senhor nos chamou. E então o apóstolo Paulo, a primeira coisa que é colocada dentre muitas é a expressão prisioneiro. Irmão, a igreja é composta por aqueles que são prisioneiros de Jesus Cristo. Se isso não for verdade para nós, nós teremos muita dificuldade de então sermos aqueles que respondem a essas demandas práticas do Senhor pra igreja. Se nós não for, porque essencialmente falando, ou nós somos prisioneiros de Cristo, preste atenção, ou nós seremos prisioneiros de nós mesmos. Que o Senhor nos ajude. Porque se nós formos prisioneiros de nós mesmos, sabe qual é o resultado, irmão? É a minha vontade contra a sua vontade. É o meu jeito contra o seu jeito. É a maneira que eu penso contra a maneira que você pensa. E quem tiver uma mente mais forte vai se impor. Compreende? Mas isso não é a igreja. A igreja é composta pelos prisioneiros de Cristo. Então, a primeira nota e mais essencial, lembre-se, se nós desejamos ser a igreja que então receberá o Senhor nesses dias finais, a primeira nota: nós precisamos aprender a ser prisioneiros de Cristo. Para que isso aconteça, então nossos corações precisam ser trabalhados, o nosso cativeiro precisa ser mudado. Nós precisamos deixar de ser cativeiros de nós mesmos para então sermos cativos de Cristo. Agora, se nós não compreendermos que as nossas mãos sermos senhores das nossas escolhas, das nossas decisões, das nossas vidas, se nós não compreendermos que sermos senhores nesse aspecto é então o a pior coisa que pode acontecer para você e para mim. Então, nós nos agarraremos a controlar nossa vida e seremos escravos. De nós mesmos. Então, será, nós viveremos para nós, pros nossos interesses. Se eu tiver me sentindo bem, então tá ótimo. Se eu fui, eu me emocionei nessa noite, então a reunião foi ótima. Se o irmão falou coisas que me agradaram, então foi ótima essa palavra. Então nós passamos a viver assim. Se o irmão passou e olhou para mim, então ele é um bom irmão e eu vou me dar bem com ele. Então nós vamos viver nessa esfera tão baixa e tão incoerente para aqueles que foram chamados para andar segundo Cristo. Então, a primeira nota é sermos prisioneiros. Irmão, dois textos podem nos ajudar muito aqui. Eu queria que você se lembrasse de Jó. Primeiro de Jó. Vamos abrir em Jó capítulo 42 para pensar aí uma expressão. Jó capítulo 42. Veja o que nós temos aí. Verso 10.
"Mudou o Senhor a sorte de Jó quando este orava pelos seus amigos e deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuía."
A expressão que foi traduzida aí como sorte, a expressão hebraica é a expressão para cativeiro, querido irmão. Mudou-se, mudou o Senhor, o cativeiro de Jó. Agora, quem era Jó? Jó era um homem cheio de si mesmo, tão confiante em si mesmo. Jó era alguém que tinha tanto orgulho da sua própria justiça, da sua própria vida, do seu estilo de vida. Esse era Jó. E ele realmente vivia uma vida tão diferente dos demais, uma vida digna, uma vida adequada. Mas entrada, confiada em si mesmo. Esse era Jó. E então o que o Senhor precisou fazer? O Senhor precisou tratar com as circunstâncias de Jó, promover de modo didático sofrimentos na vida de Jó, para que ele pudesse ser liberto de si mesmo. O que quero dizer com isso, irmão? Você já entendeu? Tantas coisas nós temos passado para que sejamos libertos de nós mesmos. Tantas provas, tanto sofrimento didático. Para que? Com que finalidade? Você ser liberto de si mesmo, da escravidão do eu, de uma vida egoísta, uma vida voltada para os seus próprios interesses. O que o Senhor precisa fazer, então ele fará. Agora, sabe qual é o problema? É que nós podemos recalcitrar contra os aguilhões. Nós podemos dar coices na mão que lida conosco. E então, qual é o resultado disso? O resultado disso é mais sofrimento e mais sofrimento. Mas o Senhor trata e trata amorosamente. Vá comigo ao capítulo 32 aí de Jó para que você veja algo interessante. O verso primeiro, capítulo 32, verso primeiro, diz assim:
"Cessaram aqueles três homens, os três amigos de Jó, cessaram aqueles três homens de responder a Jó no tocante, ao se ter ele por justo aos seus próprios olhos."
Veja que esse é um resumo de quem era Jó e de como ele se via. Ele se via como justo aos seus próprios olhos. Então eles cessaram de falar. E então se acendeu a ira de Eliú, filho de Baraque, o buzita da família de Rão. Acendeu-se a sua ira contra Jó, porque este pretendia ser mais justo do que Deus. Essas palavras começam a nos fazer entender de que tipo de cativeiro o Senhor quer nos livrar, meus queridos irmãos. Porque esse não é, essa não é apenas a história de Jó, essa é sua história e minha história. Porque nós também em muitos aspectos e de muitas maneiras, nós somos justos aos nossos próprios olhos e queremos até mesmo ser mais justos do que Deus. Então essa é a história de Jó. E então Eliú, figura do Espírito Santo, usado por Deus na história e no contexto da vida de Jó, começa a proferir palavras que então são como martelo pra vida de Jó. Olha, por favor, eh, o verso 17 aí do capítulo 32 mesmo.
"Também eu concorrerei com a minha resposta. Declararei a minha opinião."
Ô irmão, graças ao Senhor, porque o bendito Espírito Santo não se cala. Ele não deixa de manifestar suas ponderações como Deus que é. Ele não se cala e ele manifesta então a verdade, porque é ele que nos guia a toda verdade. Com que finalidade? Que você e eu sejamos libertos de nós mesmos? E então ele continua, eh, verso 18.
"Porque tenho muito que falar."
Graças ao Senhor. O bendito Espírito Santo tem falado muito aos nossos corações. Agora, a pergunta para você e para mim que nós precisamos responder diante do Senhor, nós temos ouvido ou nós temos apenas escutado? Nós temos ouvido o falar do espírito no íntimo, realmente aquele falar penetrante que vai até o íntimo dos nossos corações e diz não e diz sim ou diz espere. Nós temos ouvido, irmão, ou nossa vida tem sido atrapalhada. Que o Senhor siga nos falar. Verso 18 segue.
"O meu espírito me constrange o dizendo: Eis que dentro em mim sou como vinho sem respiradouro, como odres novos, prestes a arrebentar-se. Permite, pois, que eu fale para desafogar-me. Abrirei os meus lábios e responderei."
Não é impressionante isso, irmão? Será que nós como igreja temos ouvido a presença? O falar no íntimo deste bendito espírito que veio morar em nós com a finalidade de nos convencer de pecado, com a finalidade de nos convencer do juízo, com a finalidade de despertar nossos corações, de revelar Cristo e de mostrar toda a verdade? Será que nós temos dado lugar e ouvidos? Permite que eu fale. Ele é tão gentil, Deus gracioso que habita em nós, permite que eu fale? Então ele segue:
"Não farei acepção de pessoas, nem usarei de lisonjas."
Que característica maravilhosa do ministério do Espírito, amado irmão. Não farei de lisonjas. Ah, como nós precisamos ser verdadeiros instrumentos do espírito nas vidas uns dos outros. Como nós somos lisongeiros inadequadamente, me entenda bem, como nós somos lisongeiros. Mas esse não é, essa não é uma característica do doce espírito. Ele não usa de lisonjas. Por verso 22.
"Porque não sei lhesongear. Em caso contrário, em breve me levaria o meu criador."
Até aí. Então, esse é o primeiro texto que nos ajuda a compreender o que significa sermos prisioneiros de Cristo. Nós precisamos ouvir a voz do bendito espírito em meio a todas as circunstâncias da vida. Não é duas vezes por semana quando nos assentamos para ouvir a mensagem na reunião da igreja. Não é no seu momento devocional apenas. Tudo isso é maravilhoso e se os nossos ouvidos não estiverem abertos nesses momentos, nós perderemos muito. Por quê? Porque quando o povo de Deus se reúne, então a presença do Senhor nos fala de uma maneira diferente daquela que ele fala contigo na tua casa, irmão. Mas se nós não estivermos atentos a ouvir o Senhor em todo tempo, então nós perderemos tanto e então nós levaremos muito tempo como cativos de nós mesmos. Compreende, irmão?
Agora, um outro texto que me vem aqui à memória é o texto de Êxodo 21. Você sabe bem a respeito desse texto. Êxodo 21, se você quiser abrir aí, você confira. É o texto onde nós temos a legislação a respeito dos escravos. E então nós temos ali notas tão preciosas, tão ricas, a tipologia é tão maravilhosa com relação a esses prisioneiros. Se você quer aprender o que é ser um prisioneiro de Cristo, porque essa é a nota primeira para andarmos de modo digno da vocação a que fomos chamados, então a primeira coisa que precisamos aprender, nós precisamos decidir se queremos ser escravos de Cristo Jesus. E então o texto de Êxodo vai nos mostrar aí a relação entre o escravo e o seu senhor. E você sabe que o escravo ele então servia o seu senhor, tá registrado aí durante 6 anos. E no sétimo ano ele então receberia carta de liberdade, carta de alforria. E então, se havia uma opção para esse escravo, graças ao Senhor, irmão, porque esse escravo, ele tinha a opção, se nesses 6 anos ele tivesse compreendido bem, ele tivesse conhecido bem o seu senhor e também conhecido bem a si mesmo, então ele saberia que ele não tinha condições de cuidar de si mesmo. Agora, irmão, quanto tempo mais a igreja precisa para saber que não tem condições de cuidar de si mesma? Nós somos aqueles que são a menina dos olhos do Senhor, cuidados por ele. Agora, aquele escravo, então, ele tinha 6 anos para compreender isso, mas também ele tinha 6 anos para compreender o amor, a bondade, os cuidados do seu Senhor. Não apenas compreender quem ele era, incapaz de cuidar da sua própria vida, mas também conhecer o quanto seu Senhor era melhor do que ele, o quanto seu Senhor poderia cuidar dele, amá-lo, prover para ele. E então, se no sétimo ano ele tivesse visto todas essas coisas, então ele tinha uma opção. Ele ele era levado perante algumas testemunhas e ele precisava fazer uma declaração pública. Não tinha nada secreto, era uma declaração pública, um testemunho público. Então ele precisava dizer algo. E isso está no verso 4 aí, capítulo 21, verso 4.
"Eu amo ao meu Senhor."
Que o Senhor nos ajude para que nós sejamos recobrados a essa declaração que ao longo da nossa vida temos aprendido a fazer e ela precisa ser ampliada, mais plena, ela precisa envolver mais aspectos da nossa vida e toda a nossa vida. Então, eu amo ao meu Senhor, minha esposa e os meus filhos, e eu não quero sair livre. Graças ao Senhor, irmão. Essa é então a declaração que o Senhor espera de nós. Agora, não somente ele fazia uma declaração, ele era levado à sua vela de uma porta e então ele tinha a sua orelha furada. Ele tinha uma marca sem palavras de que ele era um escravo voluntário, um escravo por amor. E então, não somente ele fazia uma declaração pública, mas agora, a partir de agora, ele trazia na sua orelha uma marca, orelha furada. Sabe do que fala a orelha furada, irmão? De ouvidos que ouvem plenamente o Senhor, ouvidos para ouvir. Será que nós temos tido orelha furada? Essa é a característica dos prisioneiros de Cristo. Mas vamos, vamos avançar.
O apóstolo Paulo, retornando então a Efésios, o apóstolo Paulo vai mencionar algumas palavras aí além dessa, tão importante, se não for essa, se não for esse o nosso testemunho, se não houver um testemunho sem palavras na sua vida e na minha, irmão, então qual é a nossa chance? O apóstolo Paulo aos Coríntios, segunda aos Coríntios 5, a partir do verso 14, ele vai dizer que o amor de Cristo nos constrange, nos amarra. Esse amor nos amarra julgando nós isso. Um morreu, logo todos morreram. Com que finalidade? Com a finalidade de que esses que morreram não vivam mais para si mesmos, mas para aqueles que por eles morreu e ressuscitou. Esse é o chamamento que eu e você temos, prisioneiros de Cristo Jesus. Isso é a coerência da vida de Paulo. E é o que o Senhor espera. É o mínimo que o Senhor espera da igreja. Irmão, nós precisamos ser confrontados com isso. Do contrário, nós passamos a ser tolerantes com uma vida inadequada, uma vida fraca, que não testemunha nada, que não impacta nada, que não manifesta o bom perfume de Cristo em lugar nenhum. Que o Senhor nos ajude, porque não é esse o chamamento que nós recebemos.
E então o apóstolo Paulo vai seguir aí no verso e algumas palavras são importantes. Então, a primeira prisioneiro. Depois ele diz que andeis. A palavra andar aí, essa expressão é uma expressão muito importante na carta aos Efésios. Ela é uma expressão que faz ligações aí na carta aos Efésios. Vai aparecer várias vezes. É uma boa lição para você procurar onde essa palavra vai aparecer, porque ela é uma uma ligação que então denota para nós qual é a qualidade de vida autêntica que o Senhor deseja que a igreja viva. Não é uma demonstração apenas em público, irmão. É um coração integral diante de Deus. Quando ninguém está olhando, mas Deus tem visto a sua vida e a minha vida. E então nós vivemos uma vida coerente. Somos perfeitos, irmão. Não, mas nós temos desejado seguir ao Senhor. Nós amamos ao Senhor. Esse somos nós. Então, nós não podemos nos contentar com uma vida inferior a essa que o apóstolo Paulo está apresentando aí. Andeis. E a, como já disse, é uma palavra de ligação. Para te mostrar isso, eu queria que você olhasse no capítulo 2 de Efésios, verso 10. Veja que essa palavra vai aparecer aí. E olha só.
"Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas."
Então, nós podemos perguntar: Quais são essas boas obras? Que boas obras são essas? São as coisas então que agora o Senhor preparou para nós fazermos. Então, nós atendemos um irmão que está necessitado ali, nós oramos por um por um casal ali, nós então eh temos um tempo respondendo e fazendo isso ou aquilo. Essas são as boas obras. Eu gostaria de te mostrar que a palavra andai, ela vai fazer um uma ligação com a expressão do capítulo 4 verso 1. O que que nós temos aí no capítulo 2 verso 10? Nós temos boas obras para que andemos nelas. Quais são as boas obras? As boas obras são essas que estão descritas no capítulo 4 de Efésios. Que boas obras o Senhor tem para nós? Andarmos como dignos, prisioneiros de Cristo, em toda humildade, mansidão, longanimidade. Essas são as boas obras para as quais o Senhor nos chamou e ele preparou para que nós andássemos nelas. Se nós não aprendermos a andar assim, então nós ficaremos a quem dessas boas obras que este maravilhoso Deus tem então preparado para cada um de nós poema dele escrito, para que então andemos de uma maneira digna, perfumada, atraente. Que o Senhor nos ajude.
Mais uma expressão aí do capítulo, do versículo 1. Além de andeis, nós temos agora de modo digno a palavra digno. Irmão, o termo digno aí no original é um termo que eh aponta, ele tem como ideia uma balança. Uma balança. É um termo que aponta para equilíbrio. Harmonia, por exemplo, seria uma uma boa palavra, mas eu gostaria que você ficasse na mente aí com a palavra balança, porque o que que Paulo está nos dizendo? Ele está dizendo: "A nossa vida, o nosso testemunho precisa ser equilibrado com a nossa visão celestial. A nossa vida, no que concerne o que nós enxergamos, precisa ter o mesmo peso na nossa vida prática. Compreende, irmão? O mesmo, o mesmo peso, uma vida equilibrada. Não pode haver tanta diferença. Se a nossa vocação é celestial, nós não podemos ter um andar terreno, uma um estilo de vida mundano, terreno. Não. Nós fomos chamados para andar de modo digno da vocação celestial. Então, como nós andaremos de uma maneira mundana? Como nós falaremos de uma maneira mundana? Como nós vamos comprar, vender, nos relacionar de uma maneira mundana? Nós, os que fomos chamados para andar de modo digno da nossa vocação celestial.
Então, irmão, toda a nossa vida precisa passar em revista diante do Senhor. O Espírito Santo precisa novamente ter caminho no seu coração e no meu. Sabe por quê, irmão? Porque alguns de nós aqui t uma história longa com o Senhor e essas coisas precisam ser revistas porque muitas posições já foram eh muitas posições que eram claras no passado, elas já foram quebradas hoje e elas precisam ser revistas. Nós precisamos, em muitos aspectos, nos arrependermos para que a nossa vida tenha mais poder de influência, de impacto. E então o apóstolo Paulo faz essa exigência. A exigência do Senhor através de Paulo é uma coerência radical. É difícil ouvir essa palavra, não é? Parece que sou meio atravessado no nosso ouvido. Como assim? Coerência radical. É o que Paulo está propondo aí, irmão. Esses capítulos de Efésios desde o capítulo 4 é uma proposta de vida digna, radical. Quando nós lemos esses versos, nós precisamos dobrar os nossos joelhos e clamar: "Senhor, tem misericórdia! Senhor, tem misericórdia. Eu estou ouvindo novamente a tua palavra que soa como uma trombeta e exige um viver de modo digno da vocação a que nós fomos chamados. Será que nós não precisamos ouvir essa trombeta do espírito em cada coração e também através da palavra, antes então que aquela trombeta daquele dia venha a soar? E então nós ouçamos com nitidez, com alegria, com vida preparada. Querido irmão, será que então nós não temos tido necessidade de ouvir hoje essa trombeta que não dá um toque incerto? Ela não dá um toque eh de acomodação? Ela dá um toque de preparação, ela dá um toque assertivo. Prepare-se para a batalha. Não confunda os sons da palavra de Deus com os muitos sons desse mundo. E então o apóstolo Paulo apresenta essa dignidade. Não é um apelo para que simplesmente você evite os pecados mais óbvios. Não é esse o chamamento, irmão. Não é um chamamento para que você agora, então quem bebia não bebe mais. Você evite os pecados mais
óbvios. Não é um chamado para que os nossos pensamentos, nossas prioridades, nossa vida toda, nossas decisões sejam alinhadas com a vocação celestial. Compreende?
Do contrário, qual será a prova de que o evangelho transforma vidas? Como nós iremos pregar as pessoas sem palavras? Como as pessoas vão olhar e dizer: "Eu quero a vida desse casal?" Eles são tão felizes, embora passem por dificuldades, mas eles manifestam no semblante a alegria, o amor, o perfume do seu Senhor. Eles são prisioneiros de Cristo. Eles não estão andando segundo a vaidade dos seus próprios pensamentos.
Compreende, amado irmão, o quanto nós necessitamos? Então, esse é um chamado para que esse evangelho que é Cristo, o seu caráter, Cristo sendo formado em nós. E para que ele seja formado em nós, então isso seja visto, uma vida foi transformada. Então, ele vai abordar características aí dessa vida.
Agora, nós temos visto de um modo geral na igreja uma negligência enorme com relação a vidas transformadas. Isso eh tem sido, tem estado fora de moda. Viva do jeito que você quiser. De um modo geral, os púlpitos não pregam a necessária radical coerência das escrituras. Mas o apóstolo Paulo está nos chamando a isso hoje.
Hoje, se ouvirdes a minha voz, não endureçais os vossos corações. Hoje, agora, nesse momento, nós precisamos ser confrontados aquilo que nós dizemos crer com aquilo que nós temos vivido. Irmão, ninguém precisa apontar o dedo para você. Nós é que precisamos nos dobrar, nos ajoelharmos diante do Senhor e pedirmos: "Senhor, na tua luz, eu quero ver a luz a respeito de mim mesmo, como tem sido minha vida, como eu tenho vivido diante de tudo aquilo que o Senhor tem me falado."
Irmão, me ouça com cuidado. O apóstolo Paulo não está fazendo um apelo aqui para que os irmãos aprendam mais e talvez essa não seja eh me entenda bem, nós precisamos sempre ser ensinados, mas o apelo principal aqui não é para que você aprenda mais, é para que você viva mais. Compreende, irmão? É para que você viva segundo a luz que já recebeu. É para que você seja fiel à luz que já recebeu.
Você se lembra que o apóstolo Paulo quando vai falar isso em Filipenses 3, no verso 16, cada um ande segundo já tem recebido. Ele fala a respeito do que ele tinha recebido. Então ele diz: "Eu não julgo havê-lo alcançado". Paulo que disse isso, irmão. Agora, a maneira que nós vivemos muitas vezes prega o contrário. Parece que nós estamos maravilhosamente bem. Então Paulo diz: "Eu não julgo havê-lo alcançado, mas uma coisa eu tenho prioridade, uma coisa eu faço. Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, eu prossigo. Eu persigo o alvo. o prêmio da ascensional vocação de Deus em Cristo Jesus para conquistar aquilo pelo qual eu fui conquistado."
Esse é o desejo do teu coração, irmão, caminhar segundo a luz que já recebeu. Você e eu não ser arguidos naquele dia com relação à luz de Paulo. Mas você será, e a igreja precisa ouvir isso, você irá responder ao Senhor pela luz que você recebeu até aquele dia. Então, qual é o nosso coração? O que nós precisamos fazer?
Então o apóstolo Paulo confronta, queria citar para você uma frase de um grande homem de Deus sobre esse assunto. A frase me chamou muita atenção, é uma frase de Charles Spurgon. Veja o que ele diz sobre essa maravilhosa graça de Deus que então tem sido dada a nós. Ele diz assim: "A graça que não transforma é uma graça que nunca foi recebida. Onde Cristo habita, ele reina. E onde ele reina, ele governa. A graça que nos foi dada, a graça, como ele diz, a graça que não transforma, é uma graça que nunca foi recebida."
Senhor, tem misericórdia para que a tua graça dada a mim não se torne van na minha vida. O apóstolo Paulo, primeiro aos Coríntios 15:10. Então, que o Senhor nos ajude para que onde ele reina, ele também governe. Que o Senhor tenha nas nossas vidas essa eh abrangência de testemunho.
Mais ainda. O apóstolo Paulo dá mais alguns passos e eh ele fala desse andar de modo digno. Como já disse para Paulo, irmão, essa não é uma performance diante dos outros, mas é uma vida de autenticidade diante de Deus, como já dissemos. Não é apenas uma imagem pública. Isso é hipocrisia. Não é uma imagem apenas uma imagem pública, mas é sobre cultivar um coração integral, uma vida devocional, uma vida consagrada ao Senhor. Essa é a vida que anda de uma maneira digna.
Agora, nós somos tão distraídos, não somos, irmãos? Nós somos tão procrastinadores, nós empurramos as coisas com a barriga, nós deixamos tudo para amanhã. E enquanto as coisas tiverem assim na nossa vida, quem se satisfaz com isso é o inimigo. Porque o dia do Senhor se chama hoje. Hoje então se hoje nós temos ouvido a voz do Senhor, então que haja nos nossos corações uma resposta.
Agora, a partir do verso 2 aí do capítulo 4, o apóstolo Paulo começa a fazer uma abordagem e a explicar como essa dignidade se manifesta. Então ele vai usar palavras muito práticas, atitudes que precisam ser encontradas na sua vida e na minha. Então veja como essa lente de Deus brilha sobre nós para que nós sejamos ajudados. Então, nessa noite.
Então, o verso dois começa com humildade. Que palavra, não é, irmão? Começa com humildade. Essa é a virtude, vamos dizer assim, que o mundo despreza e que o céu mais valoriza. Humildade é desprezado por esse mundo. O mundo prega o contrário disso. Mas o que tá sendo então ensinado para nós aí não é que você seja aquele tímido, que tem baixa estima, que senta lá no cantinho, que não fala uma palavra. Não é nada disso, irmão. Isso é doença. Isso não é realidade espiritual. Mas o que o Senhor tem nos chamado para experimentar, então, é verdadeira humildade.
O que é essa verdadeira humildade? É uma percepção clara. crescente, processual, uma percepção clara de que nós somos pecadores resgatados. Nós não somos conquistadores de coisas pelos nossos méritos. Nós não temos mérito nenhum. Nós somos pecadores que foram resgatados em pleno demérito. Então, esses, se nós temos crescido nessa realidade, então nós iremos crescer em humildade.
Agora, essa é a primeira manifestação de dignidade na vida da igreja. Como nós podemos viver a vida da igreja senão em humildade? Que o Senhor nos ajude, irmão, porque a humildade sustenta a unidade da vida da igreja e o orgulho destrói a unidade. A humildade sustenta a unidade da vida da igreja e o orgulho destrói essa unidade. Que o Senhor nos ajude, porque em seguida o apóstolo Paulo vai falar sobre mansidão.
Então, segundo passo, segunda manifestação dessa vida digna, não são apenas humildes, eles são também mansos. Interessante, porque para muitos essa palavra pode parecer eh fraqueza, mas não é isso que o apóstolo Paulo tá dizendo. Não é o manso, não é aquele subserviente fraco, não. O manso é aquele que tem força controlada, é aquele que é capaz. Essa é uma qualidade rara, irmão, porque exige amor, sabe? Exige amor para ser manso. Preste atenção, essa é uma qualidade rara, porque exige crescimento, desenvolvimento em amor. Porque do contrário, irmão, isso não acontece. Qualidade rara, como já disse, força controlada. O manso não é o impotente. O manso é aquele que sabe que tem poder, mas não usa esse poder para massacrar o outro. Esse é o manso.
Então, como tem sido a nossa vida em casa, irmão? Como tem sido a sua vida da porta para dentro de casa? Na sua vida conjugal, essas manifestações de dignidade, humildade e mansidão t sido vistas. Tem sido vistas. Se nós pudéssemos testemunhar como esposos e esposas, será que essas qualidades seriam destacadas? Mas isso é o mínimo que deveria ocorrer na vida da igreja. E por que nós engolimos seco quando essas coisas são abordadas, irmão? Por quê? Que o Senhor nos ajude. Que o Senhor nos ajude.
Mansidão. Mais do que isso, terceiro, com longanimidade. Longanimidade. Interessante, irmão, porque antes de abordar a questão da longanimidade, tem um texto em Mateus que une na pessoa do Senhor Jesus essas duas manifestações de dignidade. Você conhece o texto? Mateus 11 a partir do verso 28, de 28 a 30. Então, nós temos na pessoa do Senhor essas duas bênçãos, essas duas realidades unidas. Porque quando nós olhamos para ele, é isso que nós vimos, essa virtude tão apreciada pelo Pai. Agora, quando o Pai contempla você e eu, ele nos contempla em Cristo, mas Cristo tem sido formado em nós de tal maneira que essas virtudes têm sido encontradas. Nós somos aqueles que, como Cristo, que têm aprendido Mateus, então, eh, capítulo 11, os versos de 28 a 30, eles mostram uma uma eh uma um registro, um relato do Senhor, que é muito conhecido para nós aqui, pelo menos os mineiros, mas também eu sei que para muitos de vocês, ele tá falando do julgo.
Então o Senhor diz que para ser manso e humilde, nós precisamos aprender com ele, não é? Então ele diz, "Coloca o teu pescoço no meu jugo". Lembra? E jugo é aquela canga, né, do boi de carro, aquele carro de boi, tem uma canga e nessa canga tem lugar ali para dois bois. Geralmente um boi mais velho, experimentado, capaz, que sabe fazer bem o serviço, que então conduz, treina, sofre para isso. Um boi mais novo. Só tem lugar para os dois, irmão. O lugar é pro seu pescoço, não é para que você queira colocar o pescoço do irmão, da sua esposa, seja de quem for. Coloca o teu pescoço no meu julgo. É o caminho para aprender a ser manso e humilde. Eu tenho sido ferido por você porque você é desesperado. Você é tão orgulhoso. E quando você está no meu julgo, teu orgulho força. Teu orgulho quer romper. E então o Senhor tem um convite para você. Você quer achar descanso, irmão? Você não está cansado. Você não está cansado de lutar, lutar consigo, lutar contra si mesmo e ser tantas vezes derrotado. Coloque o teu pescoço no meu jo. Aprenda de mim. Eu sou manso e humilde de coração. Você vai achar descanso paraa sua alma.
Mansidão e humildade no nosso amado Senhor, mas também longanimidade. E longanimidade aí é uma outra palavra maravilhosa, é uma outra manifestação tão necessária, irmão, nesses dias. E queira o Senhor que você leve essas palavras para casa e ore a respeito delas. Senhor, me ajuda. Eu preciso que esta visão tão nítida que o Senhor tem me dado a respeito da tua face, ela tenha um impacto transformador no meu coração e a minha vida seja realmente alinhada com a tua. E eu preciso aprender a ser longânimo.
E o que que é longanimidade, irmão? É paciência que suporta provocações sem revidar. É uma paciência capaz de suportar provocações sem revidar. Mas nós somos tão infantis, tão facilmente ofendidos, mas o Senhor deseja que você seja longânimo, que você tenha um longo ânimo. Essa é uma característica dele, irmão. Você se lembra que Pedro vai falar sobre isso lá na sua epístola, segunda Pedro, capítulo 3, o apóstolo Pedro fala assim: "Não, eh, não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada. Não antes ele é longânimo, desejando que ninguém se perca e que todos se arrependam."
Essa é a característica que o Senhor espera em você, irmão. Essa característica é o oposto, presta atenção, é o oposto da pressa em julgar e condenar. Longânimo. É o oposto da pressa em julgar e condenar. Mas não só isso, é esperar o tempo de Deus para agir. Não é para que você não faça nada mesmo. É quando nós não somos desesperados para julgar e condenar. Nós esperamos em Deus, mesmo quando dentro de você tudo apela para que você responda. Compreende, irmão? Isso é longanimidade. Essa é a característica que o Senhor deseja encontrar em nós. Ele deseja formar em nós. Compreende?
Mas não só isso. Ele diz suportando-vos uns aos outros. E o que é esse suporte, irmão? Não é tolerar os irmãos friamente. Não é uma tolerância fria. Também não é uma convivência forçada, irmão. Tolerância é um compromisso de não se esse suportar é um compromisso de não se afastar da comunhão, mesmo quando haja motivo. Compreende, irmão? Por quê? Porque essas diferenças, essas falhas que são encontradas na comunhão, elas não podem ser motivo para nós nos afastarmos, para nós tirarmos o ombro que dá suporte debaixo então desses irmãos que estão precisando. Porque o amor de Cristo lida, o amor do nosso Senhor lida dessa maneira conosco. Quando nós falhamos, ele não se afasta de nós, mas ele se mantém firme, em suporte, e então ele nos corrige e restaura, suportando-vos uns aos outros em amor.
Mas vamos seguir ainda um pouco mais. Agora eu disse pros irmãos que desde o verso 17, então nós já olhamos para o verso um, olhamos para o verso 2 e agora no verso, a partir do verso 17, o apóstolo Paulo vai fazer um contraponto, porque nós já vimos o que é um andar de modo digno, com manifestações dignas na nossa própria vida. Agora o apóstolo Paulo vai fazer um contraponto. Ele vai dizer como que é uma vida que anda de forma indigna. E veja, ele está dizendo aí para não andarmos da maneira que andam os gentios. Mas pense, irmão, ele está ele está falando a crentes. Ele está dizendo que nós não devemos andar dessa maneira. Então o contraponto é tão importante para nos ajudar a sondar a nossa vida agora no que se refere ao aspecto negativo. Porque quanto ao aspecto positivo, eu espero que o espírito de Deus pela sua graça, esteja já sondando nossas vidas. Mas então ele a partir do verso 17 começa então a fazer o contraponto.
Isso, portanto, digo e no Senhor testifico, que não mais andeis, que não mais andeis também como andam os gentios. Então, a primeira coisa que ele diz aí é na vaidade dos seus próprios pensamentos. Não andem na vaidade dos seus próprios pensamentos. Olha, irmão, o que que é vaidade? Aí a palavra aponta para algo fútil, futilidade, pensamentos fúteis, pensamentos que não têm valor nenhum. Agora, deixa eu fazer uma observação para você. Quando nós seguirmos o texto, você vai ver que do verso 17 até o verso 19 há uma maneira de andar progressiva que começa com pensamento fútil e termina com impureza. Preste bem atenção, irmão, porque tudo começa com pensamentos que não tem nenhum valor, pensamentos fúteis. E então esses pensamentos progridem para uma mente obscurecida. Eles progridem para uma vida alienada da vida de Deus e então culminam com um endurecimento e impurezas.
Agora, pensamentos fúteis, pensamentos sem nenhum valor. Agora, ainda que sejam pensamentos fúteis, eles são eh eles são vaidosos por terem esses pensamentos. Interessante que Paulo estava falando pros Efésios, irmãos, os Efésios eram eh e como o mundo conhecido da época, profundamente impactados pela cultura grega. Então, de uma certa maneira, o apóstolo Paulo está olhando e tá dizendo para eles: "Olha, os gentios, aqueles que andam de uma maneira indigna, eles têm pensamentos fúteis com relação à cultura. Eles têm pensamentos vazios, impróprios, que jamais levam a Deus em relação à filosofia, em relação às artes, em relação ao corpo, em relação à estética. eram assim que os gregos viviam. Eles se preocupavam somente com isso e ainda eram vaidosos de pensar assim."
Agora eu te faço uma pergunta. Esses pensamentos não ocupam a nossa vida em muitos aspectos? Irmão, nós não temos vivido dias em que os pensamentos filosóficos, os pensamentos estéticos, os pensamentos ligados ao corpo, os pensamentos fúteis estão ocupando um eh um percentual enorme da vida das pessoas. Era assim a cultura grega. Sabe como que isso termina, irmão? Termina com perversidade, impureza. É assim que termina. Agora, nós fomos pelo Senhor libertos, chamados, então conquistados pelo Senhor para viver uma vida nova. E nós estamos em uma escola a aprender como viver assim. Então, esses pensamentos que tinham lugar na sua vida, agora eles não devem ter mais. Eles não podem ter mais liberdade para ter acesso à sua mente e governar então a sua vida. Compreende, irmão? É isso que o apóstolo Paulo está dizendo.
Futilidade dos vaidade dos seus próprios pensamentos. Pensamentos que jamais levam a Deus, são inúteis. E porque eles andam assim, qual é a consequência de pensamentos fúteis? A mente obscurece, o entendimento fica trevoso, eles perdem a capacidade de discernir entre o que é certo e o que é errado, irmão. Eles perdem a condição de julgar entre o que é importante, prioritário e o que não é importante e não tem valor. Agora, a igreja tem então tido condições de julgar dessa maneira que o Senhor vai nos falando ao coração.
Então, primeiro, pensamentos fúteis, segundo, mentes ou entendimento obscurecido, não são capazes de discernir. Terceiro, alheios à vida de Deus. Embora preste atenção, houvesse grande religiosidade naqueles dias, eles tinham influência de tudo que é tipo de religião naqueles dias. E esses irmãos para os quais Paulo estava falando, eles tinham todo tipo de influência, irmão. Eles tinham influência das religiões de mistério vindas do Egito. Eles tinham influência das eh das seitas eh perniciosas, impuras naqueles dias, prostitutas cultuais. Aqueles adoradores tinham lugares para se deitar com essas prostitutas. Eles tinham influência de todo tipo naqueles dias, mas o que Paulo está dizendo? Eles são alheios à vida de Deus. Eles não tocam e nem participam da vida de Deus, embora tenham aí um monte de eh religiosidade, mas o resultado de pensamentos fúteis é uma mente obscurecida e algum tipo de confusão, né, no que concerne a Deus, alienação da vida do verdadeiro Deus. mais uma série de confusão, não é esse o retrato da nossa sociedade?
Então ele dá um passo mais e ele diz insensíveis é o quarto passo. Esses que são eh esses que são alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, com corações endurecidos, eles se tornam insensíveis. E por serem insensíveis, a consciência tá cauterizada. Não escutam mais, não recebem mais repreensão, perderam a vergonha, irmão. Essa é a situação. É uma perda completa da vergonha e uma entrega. Você observou a palavrinha avidez que tem aí? E uma entrega com avidez. Observa aí, ó, eh, verso 19. Entregam-se à dissolução para com avidez cometerem toda sorte de impureza. Perderam a vergonha e então tem fome, tem fome de perversidade. Eles fazem com desejo, gostam de fazer. Tudo começa com pensamento fútil. A mente obscurece. uma alienação, perda de referencial, alheios à vida de Deus. Não tem mais referenciais. Então, qual é a consequência? Perversidade. Perda completa de vergonha. perversidade.
Agora veja que Paulo nesse assunto aí da impureza, da perversidade, eh ele faz uma uma abordagem no capítulo 5. Olha aí, tem duas eh versículos 3 e 4. Veja que no versículo 3 ele diz assim: "Mas a impudicícia e toda sorte de impureza ou cobiça nem sequer se nomeie entre vós como convém a santos". Agora, aqueles gentios andam em perversidade. E o que, qual é a orientação que Paulo está dando para nós? é que entre nós não se nomeie impudicícia e também impureza. São duas palavras importantes, irmão, porque impudicícia, nós poderíamos eh sugerir aí a palavra paraa impudicícia tem uma conotação sexual, pornografia. Agora, paraa impureza, tem uma conotação ligada à imoralidade. Nem se nomeie entre vós como convém a santos.
Então, nossa vida tem sido digna que o Senhor nos ajude, que com sua luz ele destrua todos os pensamentos fúteis que podem dar início à aquilo que ofende o Senhor, como está descrito aí. E não somente isso, ele segue o verso 4 diz assim: "Nem conversação torpe, obscenidade, conversas picantes, duplo sentido, nem se nome entre vós, nem conversação torpe que cheira mal. A palavra torpe aí tem esse sentido, algo que cheira apodrecido, nem palavras vãs ou chocares, coisas essas inconvenientes, antes, pelo contrário, ações de graça. que o Senhor nos ajude, passe seus olhos de fogo sobre nós para que então nossas vidas sejam realmente depuradas, para que nada dessas coisas venham a nos atrapalhar no avanço para o qual o Senhor tem nos chamado.
Mas então o apóstolo Paulo a partir do versículo 20 vai nos propor um caminho, como já lemos, um caminho maravilhoso de aprendizado em Cristo. Então esses versos aí propõem uma um caminho de aprendizado que a nós não aprendemos através de Cristo. Nós não aprendemos e numa atmosfera em que Cristo não está presente. Não. Nós aprendemos Cristo mesmo. Não é apenas uma mensagem, ele é aquilo que tem sido formado em nós. Então nosso Cristo nessa bendita escola tem sido então formado em nós. Sua palavra é bendita mensagem. Ele é um ambiente onde nós somos confrontados, onde nós somos educados, mas também é ele mesmo que tem sido formado em nós. Nós não fomos chamados para ter um código de ética apenas. Nós não fomos chamados para termos um uma eh um status, uma maneira de viver. Não, nós somos chamados para que Cristo seja formado em nós. E essa vida que agora eu vivo na carne, eu vivo pela fé e pelo amor que tenho pelo meu Senhor. É isso que Paulo vai nos ensinar. E então ele propõe esse eh caminho, essa dinâmica de santificação.
Então não é meu encargo para agora porque preciso já ir encerrando. Eu gostaria de focar com você nos versos de 22 a 24. Então, nessa proposta que o apóstolo Paulo vai nos fazer desses três passos aí para os que estão aprendendo na escola de Cristo, para que nós sejamos ajudados com relação a essa vida digna que está sendo formada em nós. Então, o apóstolo Paulo não vai nos deixar aqui imaginando como isso se processa, não. Ele vai nos ensinar de forma bastante prática. E o que ele propõe? três passos muito simples que então estão eh ligados aí baseados em uma ação muito comum, ação de trocar de roupa, irmão. É uma trocar de roupa é algo muito simples para que eu e você nós entendamos. E ele tá propondo algo muito simples aí, baseado em uma mudança de roupa.
Então ele tá dizendo, "Nós precisamos". Então chegamos com aquela roupa suja e essa roupa precisa ser tirada. Então, depois que essa roupa é tirada, nem nós, ele dá um passo mais e diz que esses que estavam sujos e com essa roupa suja, eles precisam ser renovados por um banho, lavados. E então depois dessa lavagem eles precisam colocar uma roupa nova. Agora, isso é diário. Diário. E então ele vai nos ensinar a respeito disso, primeiro usando a palavra despojar no eh verso 22, no sentido de que ao quanto ao trato passado vos despojis do velho homem.
Então, primeiro, eu gostaria que você considerasse essa palavra aí despojar. Então, primeiro, Paulo diz que nós precisamos nos despojar quanto ao trato passado, quanto ao velho homem. Do que que ele tá falando, irmão? Ele tá falando da natureza adâmica, da velha natureza dessa que todos nós recebemos. Porque todos nós descendentes de Adão, então nós recebemos natureza adâmica. E que natureza que é essa? Por que que ela precisa ser despida? Porque ela tem inclinação pro mal, irmão. Ela tem inclinação pro mal. Então, vamos nominar aqui. Essa natureza é insensível. Por natureza, nós somos insensíveis, mas graças ao Senhor, ele nos chamou para que em Cristo, nós com Cristo passássemos pela morte, para que em Cristo nós recebêssemos uma nova natureza que é inclinada para Deus, mas nós precisamos despir dessa velha natureza e ela é marcada de insensibilidade. Ela é marcada de perda de vergonha. Ela é marcada de avidez para fazer o que é errado. Ela é marcada de arrogância. Ela é marcada de dureza de coração. Ela é marcada de mente corrompida e obscurecida. Isso é o que naturalmente nós somos.
Porque todos os dias nós precisamos fazer essa troca, esse despir do que é do velho homem. E agora Paulo diz que o que é do velho ele se corrompe. Ele tá dizendo: "Olha, se nós não estivermos sendo trabalhados, se essa operação maravilhosa da cruz de Cristo não estiver sobre nós todo dia, fica pior, irmão, porque o velho homem se corrompe segundo as concupiscências do engano." Agora, se nós estivermos sendo trabalhados por essa bendita, esse bendito princípio, essa obra da cruz, para uma figura ficar mais clara na sua mente, você se lembra que aqueles israelitas quando saíram então do Egito, eles caminharam até um determinado, uma determinada estação em que eles não tinham água para beber. E a água que tinha naquele lugar eram águas amargas, lembra? Mara. E então o Senhor mandou que Moisés tomasse aquela madeira de acácia, aquele arbusto, e tomasse aquela madeira de acá. Então, aplicasse naquelas águas e aquelas águas amargas se tornaram doces. O velho homem é amargo. São águas amargas que precisam ser tocadas todos os dias. Você precisa de uma maneira nova de pensar todos os dias. Então, a cruz precisa operar todos os dias. Do contrário, a igreja não viverá de modo digno. Compreende, irmão? Todos os dias aquela bendita, aquele bendito madeiro precisa vir sobre você e sobre mim para que nós sejamos despido do que é velho. E então esse despir, essas essa bendita cruz de Cristo opera esse essa retirada de insensibilidade. Então nós vamos nos tornando, segundo aquele que nos comprou na experiência prática e diária. E essa é a santificação segundo a escola de Cristo. Compreende, irmão? E então, despindo do velho homem, nós recebemos.
Agora, como que isso se dá? Nós temos recebido capacitação por parte do bendito Espírito Santo. Ele tem intercedido e gemido e provido circunstâncias para que nós nos despamos do velho homem e despamos e então sejamos despido de tudo. Todos esses pensamentos fúteis não tem mais lugar nas nossas vidas, irmão. O Senhor tomou sua vida e a minha, comprou essa casa, nos tirou das mãos do valente, adentrou essa casa do seu coração e do meu, varreu e ornamentou. Esses pensamentos fúteis não têm mais autorização para adentrar então nossas mentes. Mas se nós não estivermos prontos para então clamarmos ao nosso Cristo para que ele como herói que é desemba em sua espada e lide com esses pensamentos maus, nós então seremos novamente afligidos por esses inimigos. Que o Senhor nos ensine esse caminho de despir, despir e despir. Não tenha medo, irmão. Esse é um despir, um uma troca curadora paraas nossas vidas.
Mas não só isso. O apóstolo Paulo dá um segundo passo e ele diz então que nós precisamos ser renovados. Então, esse é o segundo passo, segundo a metáfora aí que estamos usando é o banho. Agora já foi tirada a roupa velha, mas então precisa ser renovada e é renovar no espírito do entendimento. Esse verso 23. E vos renoveis no espírito do vosso entendimento. Irmão, essa é uma expressão única no Novo Testamento. Única. renovar no espírito da mente. Alguns estudiosos sugerem uma renovação na mente da mente. O que que isso significa? Não é uma questão intelectual, irmão, porque se fosse, seria muito simples, mas não é uma questão intelectual. É o espírito da mente voltado, voltado para o pecado. É um princípio de bastidores que precisa ser renovado. Todos nós fomos constituídos segundo a história de cada um. E cada história tem suas nuances, sejam elas positivas e em muitos aspectos negativas. E essas nuances elas formam o nosso código de ética como um princípio de bastidores que governa nossa maneira de pensar, que naturalmente então nós pensamos e reagimos segundo esse espírito da mente. E o que o Senhor está dizendo é que sua palavra é capaz de renovar aí, irmão. Não é apenas uma mudança intelectual, é uma mudança profunda. É uma mudança profunda no espírito do nosso entendimento.
Agora, para nós entendermos isso, eu gostaria que você abrisse num capítulo de Isaías. Isaías capítulo 30. E nós já estamos encerrando. Isaías capítulo 30. Abra, por favor. O exemplo interessante aí, irmão, que também nos ajuda a compreender algo a respeito desse princípio de bastidores, essa mente da mente, esse princípio que governa a nossa maneira de pensar e de agir. A figura, há uma figura antiga que certamente os irmãos já ouviram, que nos teatros antigos havia uma figura posicionada de costas paraa plateia e de frente para os atores. Então, ele ficava escondido ali num lugar que não era visto pela plateia, mas visto pelos atores. Então, quando os atores esqueciam o famoso contrregra, quando os atores esqueciam algo, eles soprava ali qual era o o caminho então para seguir aquela fala ou aquela necessidade de que então no no cenário fosse mudado algo. Então esse era o contrregra. Hoje não tem mais isso, né? Hoje o sujeito usa o famoso ponto eletrônico, então fica ali soprando as informações pro para aquele que tá ali eh perante todo mundo. Agora, esse princípio de bastidores, o que o Senhor tá dizendo é que há uma lavagem. A palavra e o espírito são capazes de criar algo novo no nosso entendimento, na mente da nossa mente.
Então, esse versículo eh 21 de Isaías 30, observe aí, diz assim: "Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra". e dizendo: "Este é o caminho, andai por ele". Ah, irmão, que maravilha, que maravilha que é o ministério do bendito Espírito Santo. Quando te desviares para a direita, quando te desviares para a esquerda, ouvirás uma palavra por detrás de ti, uma palavra assertiva. Uma palavra diretiva, uma palavra que não deixa dúvida. Este é o caminho. Andai por ele. Graças ao Senhor. Graças ao Senhor. O que a palavra está nos ensinando aí é que esse falar poderoso do Senhor, renovador pelo Espírito, é capaz então de nos dar renovação. palavra e o espírito, esse par bendito operando no espírito da nossa mente.
Agora, que coisa maravilhosa, irmão, porque a palavra de Deus, ela é diferente, ela é única. Eh, a palavra é capaz de criar aquilo que ela está dizendo. Pense nisso. É diferente de você e eu darmos um conselho um pro outro. Então você está com medo e eu vou sentar com você e vou dizer assim: "Não temas". E esse é um conselho, um bom conselho, não é? Mas eu não sou capaz de fazer nada por você além de falar essas palavras. Agora, quando a palavra de Deus diz não temas, ela tem poder criador. Ela cria aquilo que ela está dizendo. Ela cria um novo, renovado princípio de bastidores nas nossas mentes. Compreende, irmão? Ela cria aquilo que ela está dizendo. Ela tem poder criador. Não temas. Ela diz criando. Que maravilhoso. Graças ao Senhor por isso. Graças ao Senhor.
Então, nós precisamos encerrar com o revestir. Depois de despidos renovados. E essa é uma proposta, então é um chamado diário, irmão. Todos os dias, todo o tempo, nós precisamos experimentar na escola de Cristo esse despir, renovar e revestir. Então, o terceiro passo é sermos revestidos do novo homem. para seguir na analogia é nós colocarmos Jesus, é nós nos vestirmos de Cristo, é nós sermos revestidos daquilo que ele é, é o caráter de Cristo sendo formado em nós. E então isso fala muito aos nossos corações, porque é nós sermos revestidos de Cristo todo dia.
Então aqui, irmão, a questão é meditação na palavra, contemplação de Cristo, tempo gasto em oração. Agora, se nós não temos tempo para essas coisas, então nós estamos nos revestindo de quê, meus irmãos? E que o Senhor nos ajude e nos ajude a ver como nós temos gasto o nosso tempo. Porque essa revestir-se não é algo automático, é algo é um discipulado, um aprendizado na escola de Cristo. Então eu aprendo meditando na palavra, lendo a palavra, decorando a palavra, comendo a palavra, tesourando a palavra no meu coração, um coração cheio da palavra, porque nós podemos enfrentar dias em que tirarão das nossas mãos esse livro, mas ninguém poderá tirá-lo dos nossos corações. Agora eles estão sendo, esse livro está sendo formado no seu coração e no meu. Nós temos tempo de meditação, tempo de contemplação, tempo gasto em oração. Ou será que as redes sociais ocupam mais o nosso tempo? Que o Senhor nos ajude. Se nós não temos tempo para isso, nós não seremos transformados. Não haverá genuína transformação.
Você se lembra, meu irmão? Para eu encerrar, queria só te citar isso. Você se lembra que em Atos capítulo 2, verso 37, o apóstolo Pedro está diante de um pedido daqueles que ouviram a pregação maravilhosa da palavra, daqueles que estavam recebendo visão de Cristo. Cristo estava sendo apresentado. O apóstolo Pedro tinha liberado aquele sermão poderoso, cheio do espírito. E então aquelas pessoas que tinham ouvido, e talvez seja isso que o Senhor espere de você e de mim hoje, nessa noite, aqueles que tinham ouvido, eles olharam para Pedro e eles disseram assim: "Que faremos?" O Espírito Santo registra lá para nós, antes dessas palavras que compungiu-se lhes o coração. Ou a expressão lá é foi traspassado, foi perfurado o coração deles, compungiu-se-lhes o coração. Então eles disseram: "Que faremos? Que faremos?"
Então, o que Pedro diz? A resposta é a mesma, irmão. Arrependei-vos. Arrependei-vos. Que o Senhor então encontre essa oração nos nossos corações nessa noite. Amém. Vamos agradecer o Senhor. Pai, te louvamos por tua palavra doce. Te louvamos por teu falar tão agudo aos nossos corações. Tua palavra é um poderoso martelo que esmiuça a rocha, mas também é medicina para nós. Senhor, cura nossos corações, cura nossas vidas, nos leva a um profundo e genuíno arrependimento. Nós realmente queremos, Senhor, aos teus pés nos dobrarmos e na tua luz vermos a luz a respeito de nossa vida, se ela aos teus olhos, não aos nossos olhos, não aos olhos dos outros, mas aos teus olhos. Se nossas vidas têm sido dignas da vocação a que fomos chamados, >> ser conosco nesses dias de conferência, Senhor. Fala agudamente aos nossos corações em nome de Jesus. Amém. Espero, [Música] ó minha alma que o Senhor fará. Descansem. Enquanto vez ele te transformar, olha, pois ele não tardará. Quebrou e disse: "Vou restaurar". Quebrou e disse: "Vou restaurar". Meus pensamentos, meu ver e entender minhas forças, meu autoconfiar. Orgulhe toda a independência do meu ser. Não mais vão me impedir. [Música] Teu espírito em mim fluirá. [Música] Teu espírito em mim fluirá. Teu espírito em mim fluirá sem forma. ficarei. E sei que é bom ficar, mas Deus não demores. Vem me moldar. Dá-me nova canção. Quero te adorar. Ver a tua mão em tudo reinar. Aleluia. Aleluia. Aleluia. [Música] [Aplausos]