Transcription
[Música] [Música] Boa noite.
Um desaparecimento mais que misterioso. 16 de outubro de 2025. Marina de Sabertoli desaparece saindo de sua casa para o trabalho. Estamos acompanhando esse caso praticamente em tempo real com informações da família e da polícia. E a cada atualização o mistério só aumenta.
Hoje teremos uma entrevista com Marisa, irmã de Marina, na qual falaremos de informações que já foram levadas à polícia e que vocês têm que saber para que esse caso seja solucionado o mais rápido possível. Acompanhe essa entrevista e veja todos os pontos que talvez, talvez com a sua ajuda, esse caso seja solucionado.
Só gostaria de saber se o som tá bom, se a imagem tá boa antes de convidarmos aqui e acolhermos com todo o carinho a Marisa, irmã da Marina, tá? Genenila, Nancy, Nilva, Doce Encanto, boa noite. Boa noite a todos. A imagem do som tá bom?
Vamos, vamos aqui receber Marisa, irmã da Marina. [Música]
Eh, a nossa conversa sempre começa com boa noite, embora eu saiba que o boa noite para você não seja o mais indicado, não é, Marisa?
Boa noite, Marconde. Vai ficar bom, se Deus quiser.
Na data de hoje, tivemos a ajuda de alguns amigos da Polícia Civil do Estado de São Paulo, na qual, através de um pedido meu, foram recebidos na no DHPP, na cidade da polícia, os pais da Marina que tiveram uma conversa com os delegados. Eu não sei se a Marisa já teve a oportunidade de conversar com seus pais sobre essa conversa com a Polícia Civil do Estado de São Paulo. Se já teve, pode depois falar em linhas gerais. Eles conversaram, não precisa entrar em detalhes, mas só para as pessoas saberem que existe sim acolhimento e existe trabalho da Polícia Civil do Estado de São Paulo e que pedidos são feitos, muitas vezes atendidos aqui por esse canal, por as pessoas aqui, porque somos uma corrente do bem, que o nosso único interesse é encontrar a Marina.
Marisa, eh, seus pais tiveram hoje no DHPP, não tiveram?
Correto? Sim.
Em linhas gerais, como é que foi a conversa dos seus pais com os delegados?
Eu falei com os meus pais bem rápido, porque eh eles saíram da zona leste para irem pro DHPP, conversarem com com os delegados. Eh, então, quando eles chegaram em casa, eles já estavam lá na correria, já é noite agora, né? Enfim, eu falei breve com eles. Eles se sentiram acolhidos, como você mesmo falou, em momento algum a gente questiona, a polícia está trabalhando ou não? Muito pelo contrário, a gente tem muita gratidão, porque esse caso tá tomando uma proporção muito grande e com a ajuda de pessoas como você tá sendo um grande anjo da guarda pra gente. Meus pais estiveram de HPP, eles conversaram com os delegados, mas eh na questão de sigilo de informação, que a gente também respeita, não muito foi compartilhado com eles nessa fase da investigação. Eles ainda não podem ou não, eu acredito que eles têm bastante informação porque a polícia não está brincando, eles estão realmente trabalhando, mas as informações não são divulgadas, a gente não tem informações concretas que possam ser expostas, né, sem atrapalhar a investigação. A gente não tem.
Então eles estão ainda aguardando, eles estão muito fragilizados porque, como você falou, já muitos dias se passaram. Marina desapareceu dia 16 de outubro. Eh, são três semanas que a gente não ouve falar dela, que o desespero, a angústia, a frustração, a raiva só aumentam. Então, eh, nesse momento eles estão, acredito que descansando um pouco, porque foi um dia muito, muito longo para eles, né? E reviver, ficar revivendo esse cenário. Essas conversas são muito importantes. É muito importante que a polícia converse com eles, que que os mantenham informados. Eh, mas mentalmente isso também é um pouco exaustivo para eles, né? para todos nós.
Com certeza, Marisa, com certeza. Mas o principal, o principal objetivo de hoje, quando eu requisitei essa ajuda, quando eu pedi, não era só para dar aceleridade ao caso também, mas dar um um acolhimento aos seus pais, mostrar para eles que existe pessoa, existem pessoas trabalhando para o encontro da sua irmã. Esse era o principal para dar um um certo alívio e acalento. Porque eu vou te perguntar, como é que estão seus pais hoje?
Os meus pais eles estão num estado que é um é um pesadelo, Marconde. São coisas que a gente vê na televisão, que a gente lê em livro, que a gente vê em filme, que a gente nunca, por momento, algum, nos piores pesadelos, imagina que vai passar por uma situação dessas. O estado mental deles hoje é, imaginem os pais não saberem o que aconteceu com a filha, a filha mais velha, primeira criança que eles tiveram. Meu pai, ele tá extremamente frágil. Meus pais são idosos. vocês eh você entrevistou os meus pais há uns dias atrás, eles eh eu acredito que todos nós, eu também, todos nós estamos presos no dia 16 de outubro de 2025, que foi quando a Marina desapareceu. Veja então, a vida não é normal, a gente não sabe o que aconteceu, eles não têm respostas, é um estado de nervos, é um é são nervos a flor da pele que quando o telefone toca ou quando alguém manda uma mensagem, o coração já dispara, você já pensa, será que é alguma notícia dela? Será que a encontraram? Será que é ela que voltou? Eh, então, eh, mentalmente, emocionalmente, espiritualmente é um estado de exaustão que a gente nem sabia que existia. E infelizmente eu não desejo isso para ninguém, nem pros meus piores inimigos e nem inimigos a gente tem, graças a Deus. É uma situação eh devastadora, devastadora. O meu pai eh, ele chora muito, chora o dia inteiro, a minha mãe tá sem comer, sem dormir. Eh, a espera, sabe, de uma de uma resposta, a espera de a gente saber o que aconteceu com a Marina, porque acho que a dúvida maior agora é o que aconteceu com a Marina, o que está acontecendo com ela, onde ela está, quando ela ela irá voltar para casa. É a dúvida que a gente coração 24 horas por dia. A gente não o dia inteiro. A gente tá, eu tô em pensamento, eu estou em oração, eu estou conversando com pessoas, com amigos, com vocês, repórteres, com polícia, eh a busca de uma resposta. E essa resposta precisa aparecer, porque para um caso de pessoa desaparecida, três semanas é muito tempo. É muito tempo até, né, a gente saber o que tá acontecendo. Então é uma é uma sensação, é difícil de explicar porque é só você sentindo. E eu não desejo que você sinta isso nunca na sua vida, porque é um sentimento que é destruidor. É destruidor. Você fica procurando respostas, procurando uma resposta do além ou uma resposta num sonho ou uma uma dica anônima. Por isso que esse canal é tão importante, porque as pessoas vêm, né? Alguém viu o que aconteceu com a Marina. é impossível que ela tenha desaparecido, né, em plena luz do dia e que ninguém tenha visto. A gente está realmente muito, muito, muito esperançoso de que alguém que tenha visto alguma coisa ou até mesmo as pessoas que fizeram, estão fazendo isso com ela, né, se apresentem, se se arrependam. Eu não sei qual é a palavra. É um sentimento que é um misto de todos os sentimentos e é horrível, é devastador.
Maisa, eu conversei conversando bastante com seus pais, né? Eh, eu vi o seu pai muito angustiado, mas eu me preocupou muito mais a sua mãe, porque ela está frágil e fragilizada. E isso me comove, vou ser sincero. Todo caso me comove. Eu fico, eu entro dentro da, das casas, das famílias, eu viro amigo das pessoas e a dor de cada um parece que eu, eu somo essa dor. Eu não consigo me afastar, não trato nada como um caso frio, só de noticiando, pelo contrário, eu tento, me preocupo, eu tento ajudar da melhor forma possível. Esse, esse é o meu jeito, essa é a minha forma. E eu sofro, entendeu? Softo com as famílias, com cada caso, com cada criança, com cada mulher, cada pessoa, cada idoso. E eu vi, eu vi essa fragilidade de ambos até pela idade também. Isso me preocupa.
Eu gostaria muito, muito de cada pessoa da zona leste de São Paulo que tenha, que more próximo, que conheça a família da Marisa, da Marina, os pais, seu dona Maria, que coloquem a mão na consciência, não querem se envolver com a polícia, não querem eh aparecer, respeito, não precisa. Basta fazer o seguinte: me manda um e-mail. Manda o e-mail, passa o seu telefone, vai ficar comigo, como tantos outros casos. A lei me garante o sigilo da fonte. Você me vai me dizer o que você sabe, o que aconteceu? Eu não vou citar o seu nome pra polícia. Eu não vou citar o seu nome para ninguém, nem pra família, tá? Meu assumo esse compromisso, nem pra família eu cito o seu nome. Só me diga o que você viu. Só isso. Nós vamos passar as informações como sigilo da fonte. Você terá o seu nome preservado, sua integridade preservada e a informação vai chegar a quem merece, a quem deve chegar. Então não vai ter nenhum tipo nenhum tipo de problema de coação. Não precisa ficar ficar com medo. Inúmeros casos aqui do canal foram resolvidos assim com a ajuda de vocês. E eu peço, se coloquem no lugar dessa família, imagine os seus pais nessa situação. É o que nós pedimos. Eh, esse caso para muitos que assistem é somente mais um caso, mas pra família da Marina é uma filha, é uma irmã, é uma mãe que tá desaparecida, uma história que é contada, um nascimento para um pai e uma mãe, um nascimento para um filho. as brincadeiras de infância que estão na memória de todos ali para eles não é só mais um caso, é a família deles. Não tem empatia, não querem aparecer, não querem procurar a polícia, não querem ter contato com a polícia, não precisa. Passa as informações e nós fazemos chegar a quem merece.
Obrigada, Marcos.
Nada, Marisa. Eh, nós conversamos, chegamos algumas algumas informações, algumas informações nós não podemos falar aqui por conta do sigilo para não atrapalhar. Eu passei o que eu podia, eu passei para vocês que não que não atrapalhass investigações. O que eu podia passar paraa Marisa eu passei para não atrapalhar. Mesmo assim, segurei algumas informações, porque eu não posso. Quando um amigo das curas de segurança fala: "Isso não pode sair daqui". Não vai sair com toda certeza. Então, tudo que eu podia falar eu coloquei, mas surgiram algumas informações que de âmbito que pode ser publicizado e que pode ajudar na investigação.
A Marina nos dias antes do desaparecimento, ela saiu com seus amigos, tem uma vida normal, como qualquer outra pessoa, trabalho, se diverte, cuida da casa, cuida, cuida dos pais, normal, uma rotina saudável. Nessas nessas eh saídas, um dia que ela sai pelos encontros com as amigas, ela conversa com uma pessoa através de um aplicativo e um aplicativo de relacionamento e ela mostra para uma amiga essa pessoa, essa pessoa, ela deve ter por volta dos seus 50 anos, mais ou menos uma pessoa clara, não vou dar mais eh não posso até falar aparentemente loira. E esse homem, ele sabe hoje que a Marina está desaparecida. Então eu te peço, compartilhem para chegar nesta pessoa. E você, meu amigo, que estava conversando com a Marina, por favor se apresente, ajude a polícia a descartar a sua participação, porque se você não se aposentar, para jurar vai muitas dúvidas, né? E a polícia vai chegar até você. Então, se você se apresentar antes, você não fica como suspeito. Olha, eu estava conversando com ela, mas eu conversei com ela tal dia e depois não tive mais contato. Ou eu estava conversando com ela, encontrei com ela, mas depois não soube o que aconteceu. Então, dê sua explicação, é a melhor coisa, porque a polícia, eu te garanto, que vai chegar até você como pela inteligência, né, de formas técnicas, de formas ali utilizando a tecnologia, não vai chegar. Então, por favor, se antecipe até para tirar essa dúvida da família. Será que essa pessoa sabe de alguma coisa? Não sabe, não seja colocado como um suspeito, não seja colocado como um investigado. Você antecipe a isso. Olha, eu não tenho nada a ver com isso. Tô me aposentando espontaneamente. Vá o DHPP ou outra sede policial e fale: "Olha, eu tenho um caso que estão falando na internet, o caso da Marina e estão falando de uma pessoa que ela tava conversando na internet. Sou eu essa pessoa e eu quero dizer, meu telefone tá aqui que eu não tive com ela ou tive. Dê a sua versão para que a polícia não precise tratá-lo de uma forma diferente a uma pessoa que somente conversou com a Marina. Se você não fizer isso, o paí vai chegar até você. Tá? Então, te pedimos até para poupar a aos esforços policiais que podem investir esse tempo em outras situações. Então é mais rápido. Se você estava conversando e quer o bem da Marina, se apresente o mais rápido possível. E para que essa mensagem chegue a essa pessoa, eu peço a todos vocês que compartilhem essa live para chegar nessa chegar a esse homem, esse indivíduo que estava conversando com esta linda moça que está desaparecida há 23 dias. Marina S Bertoli, uma mulher mãe guerreira que estava segundo informações, saiu de casa para trabalhar, não chegou ao trabalho. De lá para cá, do dia 16 de outubro, como dito pela Marisa, em uma notícia.
Marisa, eu queria que você falasse, falasse pra gente como é que foi que chegou essa informação desse homem. Pode essa essa parte pode falar, não tem problema. Pode contar metade.
Bom, o que eu sei, eu sei por amigas da Marina, que a Marina estava num site de relacionamento, como todos nós já estivemos, uma mulher solteira, livre, né? H, ela estava num site de relacionamento, ela tinha conversado com alguma pessoa. Eh, eu não sabia disso porque ela não tinha falado para mim. Nós não tivemos a oportunidade de conversar sobre isso, mas eh amigas muito próximas dela eh tiveram essa conversa com ela e ela comentou: "Olha, eu estou conversando com essa pessoa". E essa amiga em específico, elas estavam juntas no sábado, no sábado anterior ao desaparecimento da Marina, né? o sábado antes do dia 16 de outubro e elas estavam conversando e num determinado momento a Marina olhou pro telefone e abriu o WhatsApp dela. Eles estavam conversando pelo WhatsApp e ela mostrou a foto dessa pessoa para essa nossa amiga. Falou: "Ó, eu estou conversando com essa pessoa". Então, eh, essa descrição aí, mais ou menos do que você passou foi o que a minha o que a nossa amiga viu. Mas assim, foi um coisa muito de relance, né? Porque foi uma foto de WhatsApp, de perfil. Agora a questão é, eles se encontraram? Não sabemos. O que a gente sabe é que a Marina tinha planos, porque ela compartilhou esses planos com eh essas amigas, que eles tinham planos de se verem, né, em breve. E isso foi na semana que ela desapareceu. Então, reforçando o seu pedido, eh, e falando diretamente com essa pessoa que estava conversando com a minha irmã, hum, você não está sendo acusado de nada. Nós não queremos expor você de uma forma que não seja necessária. O que nós gostaríamos, como o Marconde falou, eh que essa mensagem chegue até você ou você se você estiver assistindo esse vídeo agora, ou se você tiver visto. Eu acredito que é bem eh improvável as pessoas, principalmente no estado de São Paulo, eh estarem isentas desse conhecimento, e não não possuírem o conhecimento de que existe uma pessoa desaparecida, porque o caso da Marina já é um caso que tomou uma notoriedade muito grande. A gente já apareceu na televisão, ela está na rede social. Você entrar no Instagram hoje em dia e você começar a eh ver os vídeos, as reals, tudo que tem lá. A cada três vídeos aparece alguma coisa da Marina. Então assim, eu gostaria que eh essa mensagem, esse vídeo chegue de alguma forma você, se é que você já não viu, você não está sendo acusado de nada, nós só gostaríamos de esclarecimento. Você chegou a encontrar com a minha irmã naquele dia, eh, ou naquela semana? Eh, não sabemos. Então, como o Marconde falou, se você realmente já tiver encontrado, procure a polícia. Eh, sabe, toda ajuda nesse momento é válida. Nós queremos e nós vamos encontrar a Marina. A Marina vai ser encontrada, mas nós precisamos dessa ajuda. Eh, se você a viu ou se você que tá vendo esse vídeo agora conhece essa pessoa que talvez ela fosse encontrar, se essa pessoa talvez mostrou uma foto dela para você, ó, eu vou encontrar com essa pessoa, sabe? Deixe, vamos encontrar um jeito de esse vídeo chegar até essa pessoa e que se essa pessoa eh puder entrar em contato com as autoridades, né? Eu sei que no mundo real eu, se eu estivesse conversando com alguém, me colocando no no lugar dessa pessoa, se eu estivesse conversando com alguém, eu visse que essa pessoa está desaparecida, eu com certeza, não sei, de alguma forma tentaria também ajudar, porque como você falou, é uma família, é uma família que está sofrendo, é uma família que está eh parada no tempo, procurando respostas. E qualquer resposta, não qualquer resposta, mas qualquer ajuda pode nos levar à resposta que a gente quer nesse caso. Então, o apelo que a gente faz, sabemos de fato, Marina estava conversando com uma pessoa, uma amiga em comum, viu a foto dessa pessoa, deu mais ou menos essa descrição que o Marc falou e nós gostaríamos de encontrar essa pessoa, né, e saber você realmente falou com a Marina, você viu a Marina, se você de alguma forma teve algum envolvimento, eh, v apareça, apareça, porque estamos estamos desesperados e precisamos de respostas.
Marisa, quando nós conversamos um pouco mais cedo, eu falei sobre a mensagem que chegou aos seus pais, eu falei sobre as diretriz, não vamos entrar nesse detalhe porque aí aí sim pode ferir as investigações, mas o que foi o que nós falamos depois que eu te expliquei fez sentido para você, né? Aquela mensagem realmente diz muita coisa sobre o desaparecimento da sua irmã.
E depois que nós conversamos, você se alertou. Não precisa, não precisa colocar o nome nem a situação, tá? Mas depois que do que nós conversamos, você se alertou sobre alguma situação, possibilidade, pessoa ou alguém, ou você não chegou a conversar com seus pais, né, e com o seu irmão? Porque é até bom você conversar com o seu irmão depois do que nós falamos, que aí depo ele pode mudar o pensamento dele e talvez alertá-lo sobre alguma coisa que nesse momento sem essa informação, ele acha que não tem relevância nenhuma. Pode dar aquele start da vírgula que tava faltando. Você já conversou com alguém ou não?
Eu não tive a oportunidade de trazer esse tópico pros meus pais. Esse momento quando eles chegaram em casa, eles estavam eles estavam exaustos. Eu queria mesmo dar uma segurança para eles, falar: "Ó, estou aqui, estamos juntos 24 horas por dia até a gente encontrar a Marina, sintam-se abraçados, né? Vai dar tudo certo." Mas é uma essa questão, sem falar muito, né? que a gente não pode ainda divulgar, mas eh eu acho que é incrível esse trabalho seu também, porque quando eu vi aquela mensagem, essa específica esse específico fato dessa mensagem é algo que passaria completamente despercebido para mim, uma pessoa leiga, né? Por isso que é importante o trabalho investigativo de você ver que ali naquela mensagem alguma coisa não, né? Então, se me veio pessoas à cabeça, não. Eh, foi mais assim o choque de, nossa, realmente eu não tinha parado para pensar nisso em específico. Isso faz sentido. E, eh, ah, mas não me vem nomes à cabeça, não.
Talvez, talvez o seu irmão, por estar ali junto a a sua irmã, mesma residência junto com seus pais, talvez para ele faça mais sentido.
Pode ser. E e eu até te peço para você talvez não conversar muito com seus pais sobre isso, falar mais com o seu irmão, poupá-los, poupar mais os seus pais, porque acha que não não há necessidade de trazer mais essa angústia para eles, né, esse sentimento. E talvez talvez isso até reflita em pensamentos errados. Ah, vou pensar que vou perguntar para fulano, vou perguntar para ciclano, aí parte de uma desconfiança para outra que não tem nada a ver, porque eu já vi isso acontecer. Eu já vi as pessoas receberem informação, acharem que é determinada pessoa, fazerem besteira e a pessoa não tinha nada a ver. Então, eu eu te peço para poupá-los dessa ansiedade e dessa angústia, mas seu irmão não, seu irmão vai pode pensar em alguma coisa por estar ali, entendeu?
Sim. E acho que com certeza faz sentido?
Faz sentido?
Me diz uma coisa. Me diz o como é que é o psicológico da Marina? Como é que ela é? Descreve, descreve a sua irmã toda. Ela escreve como uma pessoa simpática, amiga. Escreve ela como se tivesse falando, fazendo um currículo da vida dela, aposentando ela para alguém, para as pessoas aqui, pra gente conhecer.
A Marina, a Marina é maravilhosa. A Marina é minha irmã mais velha. Somos eu tenho 39, ela tem 41. Então eu sempre tive a Marina, minha vida inteira. Ela é uma pessoa extremamente carinhosa, extremamente carismática. Ela é muito calma, ela é muito positiva, até mais do que eu. Já houve situações que eu tô estressada e que eu tô ai xingando e ela calma, eu parece que eu tô ouvindo na na minha cabeça ela falando: "Calma, Mar, tá tudo bem, tá tudo certo. Ela é uma pessoa calma, ela é uma pessoa família, ela tá sempre agora morando com os meus pais, né? sempre pensando neles, sempre pensando eh no futuro dela também. Agora já com 41 anos, a cabeça dela era o que que eu vou fazer na minha velice, como vai ser minha minha, né, como é que como é que vão ser quem vai cuidar dos nossos pais. Então, uma pessoa extremamente carinhosa, eh, extremamente, eh, focada nas coisas delas, nos objetivos, se ela quer, uma pessoa extremamente extremamente boa, de um coração muito puro, eh, e muito muito amiga, muito amiga, assim, muito carismática. Você pode ver até, Marcond, pelas redes sociais, porque assim, eh, a Marina tem muitos amigos, mas esses amigos são amigos muito, pessoas muito boas que também estão muito desesperados atrás dela. Esse é o efeito que ela tem nas pessoas. Ela é aquela pessoa carismática que quando você realmente se aproxima e você vira amigo dela, você quer ser o melhor amigo dela, porque ela é maravilhosa. Ela é uma irmã maravilhosa, sempre foi a minha vida inteira, sempre foi a minha fortaleza. Eu sempre falo que a minha irmã ama os meus pais, mas a minha irmã é a minha pessoa preferida na minha família. Ela é a pessoa que eu espero ter até o resto da minha vida na nossa velice, eh, compartilhar as nossas histórias, compartilhar as nossas risadas. Ela é uma pessoa engraçada, eh, de umas piadas aleatórias, assim, a gente tem várias piadas internas. Eh, o WhatsApp, acho que o WhatsApp é a parte mais difícil para mim, porque nós sempre eh a gente brinca que a gente manda audebook uma paraa outra, porque quando a gente começa a conversar não é aquele negócio de texto, aquela coisa, ai oi, como você está? Estou bem em você? É mais aquela mensagem, aí como é que você tá? Tô fazendo isso? Tô fazendo aquilo, tô na correria. Então, a gente tem esse costume de mandar mensagens de voz uma para outra, mensagens muito longas. Inclusive, a última mensagem que eu mandei pra Marina de voz foi na quarta-feira, um dia antes. A última vez que eu falei com a minha irmã, foi um dia antes dela desaparecer, na quarta-feira do dia 15 de outubro. E eu tinha mandado vários áudios falando sobre coisas aleatórias, porque era essa era a nossa relação, né? A gente conversava, a gente confidenciava as coisas uma na outra, reclamava às vezes, ai tô cansada. Coisas normais de qualquer ser humano, de qualquer pessoa que tem um um relacionamento bom com a outra pessoa. Então, eu tinha mandado eh acho que duas mensagens de áudio para ela no WhatsApp e as mensagens tinham 20 minutos.
E aí a última mensagem que eu tenho de áudio da Marina é uma mensagem, ela do jeitão dela dando risada, falando: "Você só pode estar me tirando, Marisa, 20 minutos". E aí a gente deu risada. E então essa foi a última vez que eu falei com a Marina, dia 15 de outubro de de 2025. E para mim e relembrar tudo isso e pensar na Marina que tá sempre comigo, ela tá sempre comigo esse tempo inteiro, eu tô sempre conversando com ela na minha mente, procurando ver ela em sonho. Às vezes eu tô aqui em casa, eu começo a conversar com ela na minha cabeça, na minha mente, mas a parte, essa parte é uma parte de ausência que é inexplicável. A saudade, a saudade, mais do que tudo, é uma saudade assim gigante de olhar pro meu telefone e não ter a mensagem, a resposta daquela mensagem de 20 minutos que eu mandei para ela, que não era nada importante, eram coisas triviais da vida, mas que essa essa resposta não veio. Então, eh, é muito triste e é uma saudade gigante. E a Marina é luz, a Marina é ai, ela é elegante, ela é linda. Essas fotos que vocês estão mostrando dela. Nossa, tem aquela foto que ela tá assim com o braço que dá para ver aquela tatuagem dela, que ela ama essa tatuagem. Eh, ela é alegria, ela é calma, ela é paz, ela é reflexão, ela é espiritualidade e ela tem muita fé. A Marina tem muita fé. Eh, a gente teve um episódio, não vou entrar tanto em detalhe, mas que a gente teve um susto com um membro da família que quase sofreu um acidente, sei lá. E aí a Marina falou assim: "Deus é bom o tempo todo, graças a Deus por esse livramento". Então ela é uma pessoa de fé, uma pessoa guerreira, não é uma pessoa que reclama. A Marina não reclama da vida. Ela, se a vida jogar limões, ela vai fazer uma caipirinha. Ela não é uma pessoa que se lamenta, ela não é uma pessoa depressiva, ela não é uma pessoa que eh questiona qual o sentido da vida ou ou ai, porque que eu tô passando por isso? Não, ela sempre vai ver aquele lado positivo. Não, essa essa experiência vai me trazer algum crescimento. Isso é importante. Muito aberto a feedback. A gente sempre teve esse bate-papo, eu e ela. Eu acho que talvez isso, talvez aquilo. E se a gente discorda, a gente dá risada, tá tudo bem. Então é, é luz. A Marina é luz. É luz. É minha irmã mais velha. Ela é a minha heroína.
Marisa, eu tenho que te perguntar, você tá preparada uma notícia ruim?
Para o quê? Desculpa.
Você tá preparada caso venha uma notícia ruim?
Essa pergunta, Marconde, é muito complexa, porque ao mesmo tempo que a gente tem muita fé, eu tenho muita fé, o nosso Deus é o Deus do impossível. A Marina tem muita fé também. Nesse braço dela direito aí, para quem não sabe, está escrito a tatuagem do do salmo preferido dela, que acredito que seja o Salmo 23.
Salmo 23.
Tá escrito: "Não temerei mal algum porque tu estás comigo".
Exato.
Então eu espero que onde quer que a Marina está ou esteja, ela não tenha temido malo, porque Deus estava com ela ou está conosco ainda. Se eu estou preparada ou não, eu não sei, Marconde, porque eu tava até conversando com os meus pais eh sobre isso. Você está preparado para uma má notícia não é a mesma coisa de você receber uma má notícia, porque até a gente ter uma resposta, até a gente encontrar a Marina, a esperança sempre vai existir. Nós sempre pensaremos, a Marina vai aparecer e no meu coração, é quando eu, quando eu a busco num sonho, quando eu tô conversando com ela aqui dentro da minha casa, é como se ela tivesse comigo, mas eh conectada espiritualmente, mentalmente. Eu não penso a Marina não estando mais entre nós. É um pensamento que já ocorreu, que já cruzou a minha cabeça. Sim, já. Mas se eu estou preparada, eu não sei te responder. Eu não sei. A gente pensa nos cenários. Eh, eu quero muito pensar que ela esteja bem. Eu quero bem. É muito difícil ela estar bem, porque ela >> passando, né? Passando por algo que >> eu nem quero pensar, mas a gente espera por um um retorno positivo. Agora, se o retorno negativo vier, tá nas mãos de Deus, da polícia, e a gente precisa de uma resposta, né? Precisamos de uma resposta, seja boa ou ruim, num cenário perfeito, é uma resposta boa. Marina volta para casa, Marina retoma a vida dela no começo da vida, uma pessoa de 41 anos. Eh, eh, a gente espera que ela retorne bem, que a gente que ela responda esse áudio aí que eu mandei para ela. E, mas se não for o caso, eu não sei. Eh, é só a gente, é mais é essa resposta, essa pergunta, a resposta é meio que eh como que eu tô me sentindo. É só mesmo você passando por isso para você saber. Então, preparada, talvez eu acho que eu esteja, mas se vier essa notícia eu não sei qual vai ser a nossa reação.
Depois eu te falo aqui. Chegou uma mensagem para mim aqui, mas depois eu te falo em off. Não vou poder falar aqui. Chegou uma mensagem para mim aqui agora, família, mas eu não vou poder abrir aqui, não, tá? É relativo à investigação. Então, depois eu passo pra família.
Tá.
Marisa, quando do desaparecimento da sua irmã, eh, seu pai recebe aquela mensagem, a mensagem chega 10:47 da noite, pelo que eu vi, do dia 16, o mesmo dia que ela desapareceu. E seu pai não viu porque ele estava em viagem com a sua mãe no dia seguinte, mas ele deve ter tentado responder aquela mensagem pro celular da sua irmã e a partir ele consegue ver mais ou menos se a partir de que horas um celular foi desligado, ele teve essa noção ou não? Teve alguma outra mensagem antes daquela?
Não, aquela mensagem foi a única mensagem eh quando ele recebeu essa porque eles estavam viajando, eh, acho que nem tinha internet onde eles estavam. Eh, eu acredito que quando ele viu a mensagem já era o dia no dia seguinte, porque a mensagem foi mandada tarde, quase 11 horas da noite, talvez eles já estivessem dormindo, não sei. Mas antes essa mensagem não veio absolutamente nada para ele e nem depois, porque quando ele já tentou responder essa mensagem, a mensagem já não era mais entregue, né, na sexta-feira. Então, quando a mensagem é recebida, provavelmente desligaram o celular e fizeram alguma coisa com ele, tá?
Eh, um outro ponto as pessoas perguntam aqui é porque não conhecem a história, lógico. Então, é bom, gente, que a gente deixe muito claro. As pessoas falam assim: "Ah, o irmão da Marina, será que foi a última pessoa que viu? Será que ele sabe de alguma coisa?" Eu gostaria de deixar claro que essa família é muito unida, tá gente? E cada, mas só que cada um tem a sua individualidade. A Marina, como uma mulher formada, formada, trabalho com tudo, ela tinha sua individualidade, um ela dividia, passava os passava os avisos pros pais para não ficarem preocupados caso fosse demorar, caso saísse, mas não pro irmão. Quem é que fica dando satisfação pro irmão? Vamos falar a verdade. Alguém,
ainda mais o irmão povo, né?
É, alguém que fica. E
o que o irmão disse, eu gostaria até que você falasse. Eles se veram na no dia do desaparecimento e como é que foi?
Eh, como você falou, a gente na na minha família, como você falou que a nossa família é uma família unida. Sim, nós somos uma família unida e desde moleca a nós nós temos esse comprometimento e essa responsabilidade e esse costume, mais do que tudo um costume de nos informar, de nós informarmos a nossa mãe. Mãe, estou em tal lugar. Eu lembro eu crescendo adolescente, quando eu saía, quando eu ia pros meus shows de rock and roll, eu ir pra balada com as minhas amigas. A minha mãe, ela ela tinha um caderninho com o nome e o telefone de todas as minhas amigas, de todas as pessoas com as quais eu poderia estar. E se eu falasse para ela, se eu saísse do trabalho e eu mandasse uma mensagem, isso eu Marisa, se eu saísse do trabalho, eu fosse encontrar uma amiga, eu fal, eu falaria pra minha mãe: "Mãe, tô saindo do trabalho agora, mas vou encontrar fulano em tal lugar". E a minha mãe não precisava nem pedir o telefone daquela pessoa, porque no caderninho eu tava falar: "Ah, ela tá com essa pessoa". Se acontecesse alguma coisa, ela ligar para mim, eu ia falar: "Mãe, tô atrasada". Mas assim, sempre a satisfação a minha mãe. A gente sempre eh deu essa sempre tivemos esse feedback com a nossa mãe, não com o meu pai. Eu não falava: "Pai, estou em tal lugar". E nem a minha irmã teria que falar com o meu irmão, porque eles são adultos, cada um vivendo a sua vida. Todos morando com os meus pais, mas cada um vive a sua vida. Marina com o trabalho focada, o meu irmão com o trabalho dele, eh, indo pra academia. Então essa interação que eles tiveram no na última vez que o meu irmão a viu, foi uma interação do dia a dia, que não houve absolutamente nada de suspeito que que ele pensasse alguma coisa está estranha, porque a Marina estava como ela sempre esteve. Ele falou que estava saindo e a Marina estava em casa lavando louça. Quando ele voltou, ela já não estava em casa, mas também a mochila dela não estava. Então a gente, ele na cabeça dele, a Marina saiu para trabalhar. Então isso é uma coisa completamente normal, não é não é de um irmão mais novo. A gente sempre brincava nós três, né, que a gente era uma gangezinha, nós três crescendo, porque a nossa diferença de idade é até curta, né?
Então o meu irmão, como era o irmão, a gente meio que fazer bullying com ele um pouquinho, crescendo, mas assim, a gente sempre foi unido, né? Eh, não, não tem muito o que falar porque não faz sentido. Eu jamais, eu, Marisa, eu jamais falaria: "Ó, meu irmão, estou em tal bar." Ele vai falar: "E eu com isso, né? O relacionamento entre irmãos, ó, eu vou chegar tal hora em casa". Ele: "Tá bom". Verdade. Mas eu mesmo hoje, com,
né?
Eu mesmo hoje com 47 anos, eu sempre aviso pra minha mãe, ó mãe, eh, se preocupa não, falo com minha filha, minha filha é uma adolescente, mas não sai de casa, tem 13 anos, então ainda tá sobre réd muito curta.
Muito bem.
Mas o você sempre sabe, eu gosto de falar, vou chegar, vou avisar, vou falar com a minha mãe, mãe, estamos eh saindo mesmo em casas separadas, entendeu? Mesmo morando separado, só para não preocupar, ó mãe, tá tudo bem? Normal, normal.
Sim, sim. E eu vejo que vocês têm essa ligação paraar. Ah, eu vejo que tá pesado a falta da Marina. Eu tô, eu tô sentindo. Eu acho que eu vejo o quanto vocês, você, seus pais seguram ali o a emoção quando vão falar, porque até para tentar não se colocar de uma forma tão fertilizada, eu vejo, eu sinto isso, acho que dá para sentir. E depois, assim que acabar a live, eu vou botar meu celular para carregar, que acabou a bateria aqui agora. Mas eu já vou te falar um um uma pequena situação que me passaram e vou deixar vocês um pouco mais tranquilos, tá? Em relação a essa investigação. Mas eu digo para você, Marisa, não perca a fé.
Jamais.
Não perca, tá? É o que dá para falar agora. Não perca a fé. E eu queria só te pedir uma coisa, ao final desse caso, passe bem paraa frente, como a gente falou na corrente do bem, e que tudo isso sirva de lição para todos, não só para vocês, mas para mim e para todo mundo que tá assistindo a live, porque nós sozinhos não temos força, mas quando nós nos juntamos, cada um fazendo um pedacinho, a gente muda e muda muito. E o caso da Marina vai ser mais um que vai ficar aqui no canal e vai ser solucionado com toda certeza e que essa família vai ter a resposta que ela precisa e que nós nos lembremos a que nós ajudamos através de oração, através de informação, através de acolhimento, mas nós temos que ter a percepção, nós somos essa corrente do bem. Porque para o mal vencer, só basta que o bem fique quieto e nós aqui não vamos ficar.
Sim.
María, vamos continuar falando fora das telas, tá bom? Cumprimos o nosso objetivo de hoje que era assim, eu queria, posso falar uma coisa? Queria agradecer muito, queria te agradecer muito, Marconte, o trabalho que você tá fazendo é sensacional, é incrível. Eu aprecio muito, tenho muita, muita, muita gratidão e rezo a Deus para que te abençoe e te proteja, eh, e para que você consiga fazer esse trabalho aí. Com certeza a corrente do bem é algo maravilhoso. Eh, isso aí que você falou, toca na alma pro mal vencer. O que o é tem uma frase que fala: "Eu não me incomodo com o mal, mas eu me incomodo com o silêncio dos bons". Então eu peço também para quem tá assistindo, para quem conhece a Marina, para quem não conhece a Marina, para quem nunca ouviu falar da Marina, eh fique de olho, tente memorizar o rostinho maravilhoso dela, perfeito. Se vocês a virem, se eh ouviu alguma informação, eh se sabem de alguma coisa, não querem, não precisa se identificar, mas arrume um jeito, por favor, de que essa informação chegue nas autoridades competentes para que a minha irmã possa ser encontrada. A gente precisa muito da ajuda de todo mundo. A gente agradece o trabalho da mídia que tá sensacional também. Você, Marconde, sem palavras. A polícia civil, a divisão eh do DHPP, todo mundo que tá envolvido. Muitíssíssimo obrigado. Deus abençoe a todos e a gente não vai perder a esperança. Nós vamos encontrar Marina. Muito obrigado.
Fique com Deus, Marisa. Dê um abraço seus pais, tá bom? E a gente se fala daqui a pouquinho. Obrigado, Marcone. Tchau. Tchau, gente.
As informações estão andando, graças a Deus. As informações estão andando. Ainda dá para ter, ainda dá para ter uma fé, tá? Ainda dá para ter. Então, eu só tenho agradecer vocês. Muito, muito, muito obrigado a todos. Não esqueçam de compartilhar ao máximo. Não esqueçam para que chegue na pessoa certa. E é isso. Nos encontramos amanhã. se você permitir e quiser.