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A parceria entre Contador e Advogado vai dominar a Reforma Tributária

e-Auditoria1:03:52

Transcription

[música] [música] [música] [música] [música] Bom dia, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda ao nosso jogo da contabilidade.

É isso, está mudamos, né, TH? Versão 2026 começou.

Exatamente. 2026.2 turbo, né, gente? Acelerando assim como tem que ser.

Eh, essa mudança foi muito, a gente vai continuar falando de reforma tributária, né? a nossa pauta aí do momento, não tem como fugir disso, mas vamos aí, né, dando uma diversificada, trazendo à tona temas muito interessantes e importantes pro nosso momento, tá? E hoje é um dia muito especial, tá gente? Porque o tema que a gente vai mergulhar é muito assim envolvente, é exatamente o que o mercado mais precisa ouvir nesse momento. E estamos vivendo esse momento de transformação da reforma tributária. E aí para falar sobre isso, eu precisava de alguém que vive na pele essa realidade, tá gente? Então assim, alguém que transmite com naturalidade, que navega aí dentro do mundo jurídico, dentro do mundo dos negócios, dentro do mundo tributário, alguém que não só conhece a teoria, mas vive na prática a realidade, tá? Então vai e desvendando aí as trincheiras desse mundo. E a nossa convidada, ela é advogada, vou até colar aqui porque é um currículo grande, né, gente? advogada, empresária, conselheira de negócios, palestrante internacional, mentora, educadora, cofundadora da Betre, que é a nossa Associação Brasileira pela Ética no Tributário, né? E tem dedicado aí a sua carreira, pessoal, a desenvolver profissionais e empresários com uma visão que é rara, juntando prática, estratégica e orientando aí pra aplicação e colheita de resultados, né? A gente pode colocar assim, então como atuação em direito tributário, civil e agronegócio, entende que a lei sozinha ela não resolve. A parceria certa entre o contador e o advogado pode ser o maior diferencial competitivo no escritório nesse cenário que a gente tá vivenciando agora. Então pessoal, com vocês, Karina Rob, uma das nossas parceiras estratégicas aqui na Euditoria. Seja muito bem-vinda, Karina. Muito obrigada pelo seu tempo, né? Eu quero, né, que a gente tem uma troca aqui muito bacana hoje. Quero te escutar. Então, chega mais.

Bom dia. Bom dia, pessoal. Eh, bom dia, meninas. Hoje nós vamos ter uma conversa muito legal, né? Nós vamos falar não só para contadores, mas para empresários, para tributaristas. Vamos falar sobre como viver cada dia esse mundo tributário desafiante, né? Que cada dia é uma coisa pro empresário. Então, meu Deus do céu, né? Ele vive na corda bamba todos os dias. É isso. Vamos conversar, vamos tirar dúvidas, eh vamos fazer uma troca aqui genuína de conhecimento e de experiências.

Boa, Karina, seja muito bem-vinda, viu? Karina é uma parceira nossa, né, TH? A gente tem o nosso programa de parcerias. Então assim, o nosso objetivo é realmente eh ficar conectado com profissionais que estão falando no mercado sobre realmente ética, do trabalho bom que o contador, o advogado ele pode fazer. Então, Karina, é um prazerzaço ter você aí como parceira, né? Então, a gente já tem uma relação de longo prazo, né, Carina? A gente tem bastante tempo aí que a gente já, né, conversa, né, que a gente já tem um relacionamento legal. Então, assim, é muito legal ter você aqui, é muito bom ter você aí como parceira da auditoria também. Coisa boa.

Na realidade, auditoria, o Fred, né, nós temos uma relação muito próxima. Aí até o meu livro que eu lancei em setembro do ano passado, leva o nome de imparável por causa dele. Foi ele que me deu esse nome aí. Então ele é nada melhor do que colocar. Na realidade, o meu mentor disse: "Não, tem que ser imparável, não pode ser outra".

Que legal. Tem que ser imparável. Tem que ser. Isso. Isso foi foi muito, foi muito interessante, muito legal, né? Mas sabe, meninas, eu vou dizer uma coisa para vocês. Eu tenho eh visto no mercado, eu dou muitas palestras e eu acho que eu sou a única única advogada tributarista empresária que falo para empresários. A única que fala de empresária para empresária, sem o juridiquez, como eu digo, né? É na mão na massa ali, é falar sobre o que que vai mudar. Nós temos aí uma linha de corte muito significativa em setembro agora, né, que não tem muita gente que nem sabe. Vou dizer uma coisa para vocês. Eu ten eu viajo muito, muito e toda vez que eu falo sobre isso, ninguém ninguém ouviu falar. Então, quando eu falo sobre nano empreendedor que tá na reforma também, ninguém ouviu falar. Então, eu vou para desmistificar aí a e falar a língua do empresário, a língua do contador, que muitas vezes também não entende. E vamos lá, né? Eu digo sempre, contador não tem como saber tudo. Não tem como. Então, contador e advogado tem que andarem juntos para ter um trabalho mais eficaz.

Sim, exatamente. Ô, Carinei, você mencionou sobre o seu livro, né, imparável. Eh, a gente sabe que você tem uma trajetória muito expressiva aí aí no mercado tributário, muito expressiva no meio empresarial. esqueci alguma coisa quando eu mencionei sobre o seu currículo, mas eu queria que você contasse um pouco da sua trajetória pra gente nas suas palavras, né? Eh, como uma advogada que chegou a se especializar aí nesse universo empresarial, contábil tributário. Eh, conta pra gente um pouquinho o que que te trouxe até o tributário, como que você chegou nesse e-mail.

Vamos lá. Na realidade, eu era, eu me formei em 2012 no direito, fiz especialização em direito de família, abri escritório, montei banca e chegou um tempo que eu dis e eu tinha uma empresa. Eu tinha uma empresa e chegou um certo momento que eu cansei de lidar no direito de família, de ir para casa e não resolver o problema da família, muitas vezes do pai eh abusar do filho, do vô abusar do filho. Então isso começou a a me torturar e eu digo assim: "Cara, não quero mais saber desse escritório, não quero, isso tá meio adoecendo." E fui mergulhar na minha loja que eu tinha na época, tá? E ela cresceu e de uma loja se transformou quatro lojas, sendo uma fora do estado. Só que tinha uma coisa que sempre me chamou atenção, que foi o imposto. Eu sempre acreditei que eu paguei imposto a mais. Eu digo assim: "Cara, eu não não tem condições, eu tô financiando o governo, não pode, tem alguma coisa aí". E como eu participava de licitações e eu tenho aí 25 anos de licitações participando atualmente atuamente, auto intensamente, o que que aconteceu? Eu digo assim, cara, tem alguma coisa errada. E um concorrente meu que era menor que eu, só para vocês terem uma ideia, bem menor que eu, tinha um preço mais competitivo que o meu. E ele comprava do mesmo fornecedor que eu. Eu digo assim, gente, tem algo que ele sabe que eu não sei.

Sim. E eu fui estudar. N isso eu peguei um final de semana e fui estudar e descobri uma tal de ADC49 que dizia que transporte entre filiais não incidia substituição tributária e como eu trabalhava com material de escritório, informática, em Santa Catarina era um preço que não tinha ST esse produto. Dentro do Rio Grande do Sul tinha ST. E eu de aí eu eu simplesmente olhei a o que que eu fiz? Peguei meu fornecedor e disse assim: "Cara, me conta porque que o fulaninho tá sabendo? Ele sabe de alguma coisa que eu não sei. Eu descobri essa ADC e eu acho que tem alguma coisa a ver aí nesse meio tempo." E ele disse: "Sim, Karina, tem, mas eu não te falei nada. Ele tem um depósito em Santa Catarina. Esse depósito ele deixa a mercadoria lá e quando é para entregar dentro do Rio Grande do Sul, vem esse material de lá para cá." Eu digo: "Opá". Aí eu printei a tela do que eu tava estudando, coloquei no Instagram e esse concorrente me chamou e me disse assim: "Cala a tua boca, não fala para ninguém, porque se tu falar isso, vai aparecer mais gente na licitação, vai ser mais concorrentes na licitação. Então não fala sobre esse sobre essa DC. Ah, e quem me conhece sabe que eu tenho a mãozinha assim, que eu sou dos fracos, né? Eu digo fracos e oprimidos. Eu digo: "Não, agora que o povo que tem que saber se tem problema na tal da DC, que é substituição tributária, tem problema nos outros impostos também." E nisso eu tô assistindo um vídeo, me aparece o Anderson, o Anderson Souza na tela da TV.

E aí eu comecei a estudar sobre o pisico fim. Só que eu sou aquela pessoa que assim, eu tenho que entender, eu tenho que sentar com a pessoa, eu tenho que entender o processo. E aí eu eu um dia, simplesmente um dia eu bati na porta do Anderson. O Anderson tava se mudando pela segunda vez. Eh, não nessa última agora que ele mudou de novo, mas na segunda vez ele tava mudando, eu bati na porta dele. E para vocês terem uma ideia, eu ajudei o Anderson e a Neia a pintar o terraço do prédio novo. E eu dizia assim pra Neia: "Que que é esse tal de PIS e Cofins? Me explica o que que é esse PIS e Cofins." E aí ele me explicou, ele me explicou o que que era o PIS e Cofins. Eu comecei a entender e eu digo assim: "Cara, eu preciso fazer isso para mim". Porque se eu fizer isso paraa minha empresa e der certo, ah, eu vou pro mundo. E o que que eu fiz? Eu parei, fui fazer paraa minha empresa e deu certo. No que deu certo, eu comecei a fazer paraas empresas de pessoas conhecidas que eu tinha e deu certo. Aí o que que aconteceu? Eu digo: "Olha, tô com Anderson, tô estudando, tá dando certo. Já comecei a conhecer o Fred nessa época também. E eu passava em tudo que era evento eu ia, porque eu precisava ter aquele conhecimento. Eu digo: "Agora eu tenho que ser intencional. Eu preciso de alguém que tenha um nome forte [roncando] que vá me trazer uma credibilidade porque eu tava surgindo que eu não tenho na minha região sul. Eu fui para um curso, gurias, de inteligência emocional, aonde tinha um prefeito da cidade. Eu digo, se eu colar nesse prefeito e esse prefeito eu já tinha estudado, ele que tinha do dois comércios desse prefeito. E eu restituí esse prefeito sabendo de que que esse prefeito, como ele age e a índole dele, ele vai me levar pra cidade toda.

Uhum. Que que eu fiz? Network é tudo, hein, Carina? Tudo. Que que eu fiz? Eu fui para, eu já tinha feito esse curso, me inscrevi de novo para fazer esse curso, tá? E o, e eu sentei do lado do prefeito e em três meses eu não falei o que eu fazia. Eu só quis saber o que ele fazia, por que que ele se candidatou, por que ele foi. Aí aí ele começou a me dar argumentos para quando eu falasse do meu trabalho eu pudesse defender se ele me questionasse. E aí ele começou a me falar e no final aí quando lá no acho que faltava cinco dias para acabar, ele pegou e disse assim: "Tá, mas gura, o que que tu faz?" E eu olhei para ele e disse: "Eu transformo o imposto em lucro".

Eita. E ele disse assim para mim: "Como tu faz isso?" E eu expliquei por cima e ele disse assim: "Vai lá, amanhã, assim que acabar o curso, vai lá que eu quero conversar contigo". E eu cheguei na empresa dele, nunca vou me esquecer, e ele me deu ao certificado digital e eu fui e ele me deu e ele tinha 160.000 para restituir na agropecuária dele e ele tinha mais 15 milhão e meio no agro, tá?

Meu Deus! Que a gente fez e ele recebeu, ele fez uma janta para toda a comunidade de empresários dentro dessa cidade. Ele pagou com o dinheiro dele e me colocou para palestrar. Tudo o que tu fez para mim, eu quero que tu faça para as pessoas que estão aqui. E aí ali começou nesse meio tempo, quando teve a semana farrouilha, a ele me, ele junto com outra equipe, eles me nomearam escudeira do agro. Aí eu comecei a defender o agro e ele me levou aí depois ele me levou para uma que nós temos aqui que se chama a Associação da Zona Sul, aonde tem 22 prefeitos associados. Ele me levou para palestrar pros 22 prefeitos. Depois tinha um prefeito que era da região da campanha que me levou para outras 22 empresas, 22 prefeituras para também eu palestrar lá. E aí isso começou a virar uma bola de neve sem tamanho e eu era, aí eu tive que fazer uma opção, foi a primeira ruptura que eu tive que fazer, que é a que é a tal da jangada, né? Eu tive que optar entre o meu escritório novo da advocacia da restituição tributária ou as minhas empresas que eu não conseguia mais dar atenção. Nesse meio tempo, eu fui fechando uma a uma. Então eu fechei, fui fechando a de Santa Catarina, fui fechando uma até fiquei que eu fiquei com a última, que era a empresa mãe, que foi que mais me doeu para fechar, porque é que nem um filho quando a gente tem uma empresa, foi um sonho, foi uma realização, mas essa empresa não me levaria onde eu queria ir. Então, quando eu viajei para Marrocos, fui para Marrocos, eu dei a ordem de fechar ela, mas aí eu só fechei ela quando eu tava fora da cidade e me dediquei, comecei a me dedicar 100% ao mundo jurídico tributário.

Tu fala para quem, Carina? Tu fala para contador, tu fala para empresário. Quem é o teu público?

É empresário. O meu público hoje, o meu nicho, se vocês, se as pessoas me perguntam, é o empresariado. A minha bandeira é o empresariado. [roncando] Ah, e vai dizer assim: "Ah, é fazer negócio." Não, eu não. O Fred uma vez me levou para palestrar em Alfaville. E uma das perguntas que eles mais queriam saber é como que eu conseguia fechar contratos e certificado e me e as pessoas e os empresários me entregarem o certificado digital. Eu nunca fui para uma reunião querendo vender para o meu cliente. Eu sempre fui para uma reunião querendo muito resolver o problema do meu cliente. Como eu sou empresária, eu sei a dor do empresário. Então eu me coloco no lugar dele. Quando eu me coloco no lugar dele e deixo ele falar, porque é assim, quanto tempo é dura tua reunião? 2 horas, 3 horas. Às vezes eu não faço uma reunião de uma hora. Eu fico lá porque eu chego, a primeira coisa que eu pergunto pro meu cliente é: "Por que que tu tem essa empresa? De que forma tu, ah, tu herdou do pai, tu herdou da mãe. Eu preciso entender se ele tá ali porque ele quer ou se ele tá ali porque ele herdou uma herença, se ele não consegue nem fazer o que ele quer e tá ali por outras coisas. Então, quando eu começo a entender toda a logística dessa empresa, eu começo a entender que agora eu sei o que fazer para o meu cliente para melhorar a vida dele e para transformar a vida dele. Porque quando tu transforma o CPF, tu transforma o CNPJ. Então, eu sempre vou através da pessoa para depois do CNPJ. E aí eu acabo fechando eh contratos, consigo fechando, sabe, restituições, porque eu vou lá não para, ah, eu quero e quando o Fred me levou, e a maior pergunta era por que tantos advogados, tantos contadores não conseguiam, talvez na ânsia de querer fechar um contrato, talvez eh na vontade eh de ter tempo marcado que precisa atender cinco, seis empresas, no mesmo dia porque tem meta para bater, não conseguem fechar. Eu nunca fui com isso. E vou te dizer e vou agora eu tive e a cada dia eu tenho mais prova disso. Eu fui dar uma palestra no dia 18 de maio, nunca vou me esquecer, para uns mentorados, tá? Eu fui e eram os mentorados da inteligência emocional na Febracis, não sei se vocês conhecem o que que é.

Sim. Você sabe o que que é Febracis?

Tá. Eu fui dar uma uma uma falar sobre reforma tributária. Ela me pediu duas horas para falar, eu falei três. No final ela me disse assim, a menina que é dona da franquia me disse assim: "Carina, monta um produto e vamos ajudar essas empresas aqui". E eu digo, montar um produto. Eu nem tinha o produto na cabeça. Só para vocês terem uma ideia, eu nem tinha o produto na cabeça. Eu montei o produto na hora e nós vendemos o produto. Eu fui para lá sem cobrar nada, a palestra foi para vou ajudar os empresários e saí de lá com quase 10 contratos fechados.

Nossa. Ô, ô, Karina, enquanto você foi falando assim, ficou muito forte uma palavra na minha mente, não sei se a Tais vai concordar comigo, que é aliança.

Uhum. Eh, tudo que você construiu, né, o patamar que você chegou hoje em altíssimo nível, inclusive dentro aí do meio empresarial, tudo começou com aliança, né? você falando, ah, eu fui ajudei a pintar a parede da nova sede do Anderson Souza, eu me conectei com Fred e aí eu fui palestrar e aí eu fui conhecendo pessoas e eu acho que é muito isso que a gente eh eh precisa enxergar, né, dentro desse mundo tributário, dentro desse mundo empresarial como um todo, porque sem pessoas, né, pra gente eh trabalhar junto, para se fortalecer, para fazer networking, para aprender, né, e agregar conhecimento, eh, É, não dá para chegar em lugar nenhum, não tem como. A gente precisa de pessoas experientes e aí a gente vai somando vivências, né? Vai somando conhecimento. Você pegou o que você tinha, já você sentou, estudou, logicamente teve um esforço muito genuíno da sua parte, mas você teve a humildade de entender, falar: "Poxa, isso eu não domino, deixa eu ver com quem que eu posso me relacionar para eu conseguir dominar essa parte também". E aí você foi até Anderson, que é também dos nossos grandes parceiros aqui. Você foi até o Fred e isso é muito bacana de ver, né, Thaís.

E as portas vão se abrindo, né? Assim, eu acredito muito que às vezes eu vejo eh contador, né, advogado com um pensamento muito egoísta. Ah, não, o conhecimento é meu, não vou compartilhar, a ideia é minha, ah, vai que, mas se eu ensinar pro outro, ele pode pegar o meu cliente. Não é sobre isso, né, ô Car? É sobre você compartilhar, porque, né, eh eh as coisas elas vão acontecendo, sabe? E aí desde o primeiro que você começou a contar sua história, que você viu uma oportunidade que você falou: "Cara, não posso guardar isso para mim. Eu preciso levar isso para outros profissionais. Olha como que as coisas vão se abrindo, né? Então, se você tá assistindo a gente, né, agora e e, né, talvez tenha uma mente levada para esse lugar, ah, mas fulano vai pegar meu cliente, mas se eu for pras redes sociais, né, fulano vai ficar sabendo e tal, para com isso, assim, realmente aproveita as oportunidades, se conecte com pessoas, né, como a Karina fez, com com influências, com cursos, com eventos, porque é ali que as conexões elas vão acontecendo, né, Karina? E aí um vai se ajudando, né? Um ajuda o outro. Você ajuda o Anderson, aí o Anderson te ajuda, aí o Fred entra na jogada, quando vê você já cresceu no mercado. E realmente é uma sinergia que acontece. A gente vê muito isso, Fred, Anderson, você e outros influentes. Realmente é uma união forte para melhorar, né, o trabalho do profissional contábil, do advogado e no final das contas do empresário, que é público que você fala, né? Eh, tu sabe que eh se eu pudesse dar um um dica, eu acho que a primeira coisa que tanto contador e advogado que eles têm que primeira coisa, primeira coisa, acho que é a primeira coisa antes de mais nada, é acreditar em Deus, acreditar que vai acontecer, acreditar ter uma fé inabalável que vai acontecer. Por quê? Porque nós estamos fazendo tudo certo, nós estamos estudando, estamos trabalhando, estamos no caminho certo. Não tem como não acontecer. Primeiro, nós estamos querendo servir. No momento que tu serve o outro, as portas do universo, eu digo, se abre, não tem como não se abrir. Quando tu quer ajudar genuinamente, né? Vamos lá, genuinamente. Mas para que tudo isso aconteça, nós precisamos mudar uma coisa, mentalidade. Por quê? Porque o que não cabe na tua mente, não cabe no teu bolso. Muitas advogados, muitos contadores, eles estão numa mentalidade arcaica de antigamente, só que nós evoluímos. E na nessa evolução entrou as redes sociais, nessa evolução entrou outras pessoas. E agora nós estamos entrando na reforma tributária que muitos contadores vão ficar pelo caminho se não se atualizarem. Por quê? Porque o porque o empresário ele não vai querer só um cara que tira guia para ele pagar, ele quer alguém que dê a direção. Só que se tu não sabe, se tu é um contador e tu não sabe cobrar, tu vai ficar pelo meio do caminho, porque tu não pode cobrar o mesmo valor que tu cobrava antes. tu vai ter que mudar o modo que tu faz a tua precificação, porque agora além de tu fazer tudo que tu já fazia, tu vai ter que dar uma direção pro teu cliente, tu vai ter que dar uma direção pro empresário. E essa direção pode custar a vida do empresário se tu der errado. Então é muito mais sério do que antes. Não que antes não se não era sério, era, mas agora é muito mais sério. Por quê? Porque tanto o advogado, quanto o contador, quanto o empresário, eles não sabem para onde ir, porque a reforma tá aí, tá todo mundo perdido. Então, quem vai se destacar nesse mercado? Quem sentar, eu digo, vestir a sandalinha da humildade, sentar numa cadeira e aprender. Eu quase todo mês vou a curso de eh reforma tributária. Mas por que se já deram? Porque sempre tem algo novo para apresentar. Sempre tem. Site, né, Kina, que você pega, né, uma ideia nova. um case. É realmente isso. A gente nunca sabe tudo, né, Kina? A gente sempre tem que estar nessa cadeira, tipo assim, eu ainda sou um aprendiz, independente da minha história, ainda tem coisas que eu preciso aprender. Então, nossa, que legal mesmo ver você falando isso, né? Porque, né, a gente olha o currículo e fala assim: "Bom, Karina tá pronta, né? Ela só ensina e não, gente, Karina também aprende." Então assim, fica a dica para você que às vezes, né, tá ensinar, a gente tem que absorver, a gente tem que aprender. Não entendi.

Exatamente. Sabe que a frase não é minha, né? A frase não é minha, mas eu pego ela para mim. Quem não senta para aprender não levanta para ensinar.

Eita, ficou, hein? Perfeita, [risadas] perfeito.

Eu acho que a Karina, ela já trouxe uma pauta, né, TH? Uma pergunta que a gente ia fazer para você, Karina, eh, se você já viveu alguma situação, você falou muito sobre da relação do advogado, contador, né, realmente a gente se unir, né, não é um contra o outro. A gente já teve alguns eh alguns palestrantes aqui no nosso podcast que falou que presta serviço para advogado, contador. Aí já teve casos que o contador colocou uma advocacia dentro da empresa porque viu demanda, já viu o advogado que trouxe contabilidade para dentro da empresa. Então a gente vê que, né, essa parceria entre o escritório de contabilidade, o contador e o advogado faz todo mundo ganhar. Só que às vezes, né, Carina, isso não acontece na prática, né? a gente vê às vezes algum algumas ranhuras aí entre essa relação. Na sua experiência, Karina, você já viu algum algum alguma situação que a falta dessa parceria custou caro assim pro cliente? Alguma situação dessa?

Na realidade, para te ideia, eu tenho uma eu tenho um contador, tá? Eu eu sempre dou tempo, tá, para as pessoas, digamos, ó, eu tenho, vou te dar um exemplo, eu tenho um, eu tinha um contador parceiro que eu ofereci o trabalho para ele, eu fiz o primeiro trabalho e depois ele disse que ia fazer, tá?

Uhum. E eu disse assim, ok, não briguei com ele, disse: "Ok". E e eu sabia que ele não ia fazer. Eu disse: "Daqui a três meses eu vou entrar em contato com ele, porque ele não vai fazer, ele não vai saber operacionalizar." Mas tudo bem. Só que como a como a empresa é minha cliente também, eu monitorei ela e comecei a perguntar: "Olha, ele fez, ele fez? Não, ele não fez, ele fez, ele não fez." Lá no terceiro mês, eu eu disse para ele: "Olha, tu queres que eu volte a fazer? Porque eu faço, não tenho problema nenhum quanto a isso. Segue tudo igual, tá? Só que nós estamos deixando quem perder dinheiro é o empresário, não é tu, não sou eu, é o empresário. E isso é o que mais me bate assim, tá? Por quê? Porque nós cobr muitas vezes o o contador acredita que nós advogados ganhamos muito

para fazer esse trabalho. Mas eu sempre digo assim: "Gente, mas então vem ganhar junto?"

Sim, venha ganhar junto. E a gente trabalha em prol de quem? do cliente, porque o cliente vai ganhar muito mais. Às vezes eu digo paraos meus parceiros, cara, se tuudo não quiser, eu nem apareço. O meu nome nem aparece, me manda o trabalho, eu monto todinho na tua estrutura e te entrego e tu apresenta. Só não vamos deixar o empresário perder dinheiro.

Uhum. Entende que muda quando o advogado pega assim, só não vamos perder dinheiro, não. Não vamos deixar o empresário perder o dinheiro. Por quê? Porque foi ele que pagou errado, foi ele. E muitas vezes o empresário tá passando pel um perrengue na sua empresa que a gente não sabe e esse dinheiro vai fazer total diferença para ele. Aí o advogado e o contador vão brigar por um dinheiro que é do empresário. Não, né? Então eu só tive um depois nunca mais tive problema nenhum porque eu sou muito transparente. Eu tenho a matemática do universo, que é dividir para multiplicar. Vocês querem saber

a historinha?

Com certeza. Como não? Eu sempre eu sempre tenho uma historinha. Deus Deus quando criou o mundo, ele criou o ser humano e o ser humano é muito ambicioso. Então o que ele quer? Ele quer mais no início da vida. Mais. Eu quero o melhor carro, a melhor casa, eu quero ter a melhor roupa, eu quero tudo mais. Só que junto com esse mais vem a prepotência, a arrogância, vem tudo isso. E Deus na sua sabedoria começa a tirar isso das pessoas. Então ele tira o carro, ele tira a casa para te ter humildade, para te botar a tua colinha no meio das pernas e ser humilde e não cair nos mesmos erros. Só que o ser humano, ele vai lá e agora depois que ele se recupera de ter perdido tudo, ele quer multiplicar. Por quê? Ele quer fazer 10 vezes mais o que ele perdeu, só que ele nunca vai saber multiplicar se ele não souber dividir.

Verdade. E quando tu sabe dividir, em vez de tu ganhar 10 vezes mais, tu vai ganhar 100 vezes mais. Porque tu sozinho consegue fazer 10, tu com milhão de pessoas consegue fazer muito mais. por mínimo que tu ganhe, o teu leque amplia muito e tu consegue ganhar muito mais, tu consegue ajudar muito mais empresas. Então essa sabedoria milenar aí do dividir para multiplicar de Deus é maravilhosa. E se hoje nós não estamos tendo resultado desejado, tanto quanto a dor, quanto advogado, quanto empresário, é porque alguma coisa nós estamos fazendo de errado e alguma coisa nós temos que aprender com isso. Porque existe algo, eu vou contar outra historinha para vocês, gurias. Quando eu fui empresária, eu sou empresária, mas quando eu tinha minha empresa, eu passei pela pandemia, tá? E eu com as licitações, filho da pandemia,

é, com as licitações, eu fazia licitações para órgão público e o órgão público sempre demorou a atrasar, sempre demorou a pagar, atrasava muito para pagar e eu passei muito problema financeiro em função disso. Que que aconteceu? Veio a pandemia. Como eu estava num grupo de mentorados, olha o grupo, como eu estava num grupo do de mentorados, a pandemia chegou aqui em março. Eu sabia da pandemia em dezembro. Eu fechei um contrato com uma fábrica de alco em gel que ela só podia fornecer para mim com o valor de preço por um ano. Quando chegou a pandemia, só eu vendi álcool em gel dentro da minha região.

Meu Deus, eu ganhei muito dinheiro, muito dinheiro. Só que ao mesmo tempo que eu ganhei, eu perdi. E eu nunca vou esquecer de uma cena eu dentro do meu escritório chorando, dizendo assim: "O que que eu tô fazendo de errado? Existe algo que eu tô fazendo de errado? Porque eu sou inteligente, eu estudo, mas existe algo que eu tô fazendo de errado, que tá fazendo esse dinheiro não ficar comigo. E aí eu entendi que era mentalidade. Então o que eu digo para todos os empresários quando eu converso com eles, quando eu converso com o contador, quando eu palestro para advogados, é se tu não tá tendo o teu resultado desejado, é porque em alguma falha do processo tu está pecando. E qual é? Eu não sei, tu sabe, mas a minha eu sabia na época eu sabia. Eu participava de licitações, tá? Licitações. Eu tinha uma azia desgraçada. Por quê? Porque participar de licitações, às vezes tu tem que engolir coisas que tu não deve engolir. Quando eu larguei as licitações, aia passou num passe de mágica.

Olha só. E além de passar numa passe de mágica, tudo começou a mudar na minha vida. Então, o que que tu tá corrompendo entre princípios e valores que tu tá fazendo por causa do dinheiro e que se tu tivesse o dinheiro tu não faria?

Sim, mas eu amo esse podcast.

É uma aula de vida, né, gente? Sabe por quê? Tem duas semanas que eu conversei com Quintanilha e eu tive uma aula sobre disciplina.

É. E agora estamos aqui com Karina numa aula de humildade.

Então você contador, empresário, advogado, não achee, não se limite à técnica, expanda, né, os seus olhares, a sua cabeça, a vida como um todo. Então, acho que isso é muito importante, isso faz a gente eh não sei assim, chegar num nível de mentalidade muito diferente do que a a teoria, do que ali o beabá da do do dia a dia, da rotina. É, acho que assim dá uma visão muito maior pra gente, né?

Sim. E tá tudo conectado, né, TH? Então assim, né, é o espiritual, é o técnico, é o humano, tá tudo conectado. Então, se você eh eh realmente não entender que o seu trabalho dentro de um escritório, quando você tá olhando SPED, quando você tá olhando reforma, é muito mais do que saber que o CBS que vai aumentar, que vai diminuir, mas você entender o que que muda na vida do cliente, né? E a reforma, né, Karina, eu vejo que é uma mega oportunidade para isso. Então assim, às vezes, né, o o profissional ele ele não enxerga oportunidades, se lamenta. A gente vê muito em evento, ah, tá, isso tá tão difícil, meu cliente não quer pagar, eh, ah, eu não sou eh, valorizado pelos meus clientes e tal. Então assim, a gente vê que a reforma ela é uma oportunidade, né, uma enorme oportunidade. E aí, Karina, trazendo a pauta da reforma, né, juntando com tudo isso que a Karina já falou sobre a parte de você entender que não é só sobre técnica, eh, que tipo de trabalho assim conjunto que você enxerga que pode explodir nesse nesse final de ano, no próximo ano? A gente viu na pandemia, né, a recuperação de crédito bombou, teve gente que ficou rica fazendo recuperação de crédito.

Anderson falou com a gente essa semana numa mentoria que ele ficou rico porque ele aproveitou uma oportunidade, buscou conhecimento, se conectou, abriu a mente e deu muito certo. Então, Karina, a sua visão com relação à reforma, quais trabalhos aí em conjunto que você enxerga que podem explodir aí no próximo nesse final de ano, 2027, 2028?

Eu acredito muito na consultoria tributária, tá? Que é esse eh, eu vou dizer uma coisa para vocês, eu esse produto que nós que nós falamos lá na nessa palestra que eu dei foi uma consultoria tributária, tá? uma consultoria de 12 meses, 6 meses para preparar o cliente e outros 6 meses para eh ajudar o cliente a visualizar como vai ser o cenário. E olha que interessante, o o advogado não consegue fazer isso sozinho, não consegue, ele vai precisar da ajuda de um contador para fazer isso.

Então ele vai precisar de um contador. Então, nada melhor é o próprio escritório de contabilidade dizer que agora tem uma consultoria para reforma, né? Faz uma parceria com um advogado >> e e analisa. Por quê? Porque agora tá na hora de ver se se tem direito ao hold, agora tá na hora de ver precificação, agora tá na hora de ver se setembro vai fazer a opção pelo simples híbrido ou não, se vende para se o teu cliente vende para empresas do lucro real, lucro presumido, quem é o cliente, é B2B, quem é o cliente do teu cliente? e ele precisa saber disso tudo. Então, a consultoria é fundamental. Agora, tanto que eu fiz, nós estamos fazendo uma caravana que é eh o código do empresário que nós estamos rodando as cidades falando com quem? Com os empresários. E de dos empresários que a gente que vai lá, no mínimo no mínimo sete fecham a consultoria. Isso é muito. E e é mais de R$ 10.000 essa consultoria. Então, olha só, advogado e contador podem ganhar junto, agregar no trabalho e e facilita essa consultoria o trabalho do próprio contador no dia a dia, porque vai saber o que pedir do seu cliente, de que forma vai dar a direção pro seu cliente. Então, existe consultoria, existe precificação, cadastro de produtos, sabe? O não não puxando a brasa, mas vocês têm isso. O auditoria tem esse sistema que faz toda essa análise, que entrega. Tu pode vender uma, tu pode vender uma consultoria de 12 meses que o sistema de vocês vai entregar no máximo em dois.

Sim. Então isso é muito lucrativo, é muito lucrativo pro empresário e para quem tá prestando serviço, porque tu joga as informações dentro do sistema, tu vai ter ali o diagnóstico da empresa, o que mudou, o que não mudou, se tu tem que fazer opção, se tu não tem que fazer opção. É um panorama geral do como vai estar a empresa. E nada melhor do que o contador e o advogado andarem junto nessa parceria.

E o sistema, né? Nós temos que ter a base do sistema também. Se tu trouxer tudo isso junto, vamos lá que tu cobra aí e eh lá uns R$ 10.000, R$ 7.000 contador e advogado para fazerem isso. Não sei qual é o trabalho, depende da demanda também da empresa, se é um lucro real, se é um CP, simples, depende de faturamento.

Então tudo tem como ver. Olha quanto dinheiro dá para fazer, quanto dinheiro dá para fazer e ajudar, né, principalmente ajudar os empresários que talvez não estão vendo, que vão perder dinheiro se não fizerem a opção pro sistema híbrido em em setembro.

Uhum. Exatamente. E você falou sobre tecnologia, né, sobre sistema >> e assim aí a auditoria, né, tem uma solução completamente integrada, um ecossistema ali que faz auditoria, correção, eh, validação de de dados por MCM, enfim, >> isso tudo e para que o empresário, para que a empresa não perca dinheiro, então não pague a mais. Então, a gente se antecipa, né, e a gente consegue enxergar essas inconsistências antes mesmo da receita. Então eu acho que um argumento muito bom, além, né, da de fazer eh de ajudar o o cliente final, o empresário a economizar, é não permitir com que ele pague a mais. e acontecer exatamente lá quando teve a pandemia, né, da recuperação de crédito tributário, tudo bem que a legislação ela vai oscilando, ela vai mudando, mas se a as empresas elas continuassem a não enxergar essa opção, né, de recuperação, até hoje elas estariam pagando uma tributação a maior em alta escala.

Uhum. E aí agora, antes de de setembro, quando tem que fazer essa opção aí do Simples Nacional, a empresa que se antecipa o contador em parceria com o advogado através dessa consultoria, além de ganhar dinheiro para si, ele vai evitar que o que o empresário final perca e e mais do que isso vai ajudar ele a ganhar mais.

Exatamente. Então ter realmente essa mentalidade, né, esse nível de divisão aí de mercado, saber que é uma uma urgência para esse momento. E obviamente, né, a Karina falou, não querendo puxar sardinha, mas eu puxo sardinha, [risadas] a gente consegue ajudar. Então assim, aud aitoria tem total capacidade, tem é é uma ferramenta completamente parametrizada para facilitar essa rotina, igual você disse, né, Kina, o que faria em 12 meses você conseguir entregar em dois. Olha, isso é algo que você, por exemplo, eh diluiria ali a a sua receita do do seu serviço em 12 meses. Imagina você trazer isso para dois e aí você traz para dois, te abre margem para atender mais 10 clientes pra frente.

Exato. Que vira um case, né? É igual a Karina falou no início da conversa, né, gente? Tipo assim, uma uma análise que ela fez, daqui a pouco já tava lá com o prefeito fazendo para outras. E aquilo que você falou sobre a venda, Karina, faz muito sentido. Por quê? Eu sempre falo que você precisa vender sem vender.

O cliente na hora que ele percebe que você tá vendendo para ele, acabou, a gente corre. A gente entrou na loja, viu que o vendedor tá empurrando as coisas pra gente para bater meta, a gente já cria ranço e mete o pé. Então o você tem que realmente se colocar no lugar de que você quer ajudar o seu cliente. Isso tem que ser o objetivo real. Não é só para fingir, né, cara? Não é só para, ah, vou passar para ele que eu não tô vendendo, mas no final eu quero vender. A consequência é a venda. Mas é a a quem que vai ganhar com isso? é o empresário, é você, todo mundo vai ganhar, não é você que vai ganhar em cima do cliente. Então, eh, quando você realmente faz uma reunião estratégica com o cliente, mostra a partir dos dados qual que é o caminho que esse cliente tem que seguir, o que que a sua experiência orienta que ele tem que fazer, tanto do lado jurídico quanto do lado tributário, né, contábil, a conversa muda e aí você para de querer vender e você passa a ter um cliente querendo comprar de você.

Com certeza. É isso que você te indicando, né? E te indicando, né? Exatamente isso aí. Você faz um bom trabalho na ponta, quando você vê até fulano te ligando, ó Kina, não é que a Thaí ela me falou que você fez um trabalho para ela, que deu muito resultado, você consegue marcar uma reunião comigo? Você fala: "Gente, não era nem intenção, só quis ajudar a Thaí e consequentemente a Thaí ficou satisfeita e te indicou". Então assim, gente, eh eh é é a união de tudo que a gente vem falando, o conhecimento técnico, você buscar conhecer, participar dos eventos, né? ficar perto de pessoas que sabem mais que você para poder você aprender, você entender que não é só técnica, é o

Espiritual também, é a sua fé em, né, em alguma coisa. É como que isso tudo tá conectado? É você ser um bom profissional, uma boa pessoa aí pro seu cliente, pra sua equipe, né, para quem tem relacionamento com você e junto com isso você aliar a tecnologia, né, TH?

Então assim, a gente tá aqui falando do jogo da contabilidade, que não é só sobre contabilidade, não é só sobre técnica, mas é sobre tudo isso, como que a gente conecta a tecnologia >> a tudo isso. E aí, gente, hoje eu preparei para vocês, Karina, >> para mostrar porque a Karina falou isso, gente. Até auditoria tem com base nos dados, você consegue fazer uma simulação, você consegue mostrar pro teu cliente como que tá a cadeia de fornecedores dele, de quem ele tá comprando, quem ele tá vendendo, quais produtos que têm alíquota reduzida, algum tipo de redução.

E aí eu trouxe para mostrar, para exemplificar tudo que a gente tá falando, para você poder marcar uma reunião com o seu cliente, tá? Então eu trouxe aqui rapidinho, eu vou mostrar já o relatório final, tá? Se você não conhece aí a auditoria, você pode entrar em contato com a gente, pedir uma reunião sem compromisso nenhum, fazer uma simulação aí com o seu cliente.

Então eu vou mostrar para vocês o relatório, porque aí com esse relatório em mãos você vai conseguir aplicar tudo isso que a Karina ensinou pra gente na hora que você se apresentar, seja para um contador, se você for advogado, seja para um advogado se você for contador, e no final pro seu cliente empresário, né, que é o nosso foco, melhorar o faturamento dele, dar mais resultado para ele, pra gente ter mais resultado também, tá?

Então, ó, eu já vou compartilhar a minha tela aqui com vocês. Eu já trouxe, gente, o relatório final, tá? Para vocês terem uma ideia do que que a gente tá falando. Quando tiver aparecendo aí na tela, se me avisem, por favor. Tá aparecendo? >> Já tá aparecendo. Show de bola.

Esse aqui, gente, é um relatório, é um cenário, tá? A gente vai, esse aqui que eu tô mostrando é pro Simples Nacional. Por quê? Simples Nacional, ô Kina, tá aí, né? Daqui a três meses, a gente tá no mês, se 2 meses e meio, >> você vai ter que tomar uma decisão pro seu cliente se ele vai continuar pagando o CBSBS dentro do D, se ele vai fazer no regime híbrido, como que vai ser, o que é mais vantajoso para ele. E é uma análise, né, Karina, que você não faz do dia pra noite, né? Você não acorda e fala: "Bom, eu acho que esse cliente tem que ir pro híbrido". Não é sobre isso. Não dá para ir com eu acho, né? Não dá eu acho. Você pode quebrar uma empresa com essa história do acho. >> Né? Então não tem como, gente.

Então assim, você precisa se preparar. E a gente falou de oportunidade. Olha a oportunidade aí. Carina já deu dica de consultoria, de planejamento, de precificação, de cadastro. Tudo isso vai envolver a reforma. Então, gente, é, você tem que realmente se preparar agora, fazer reunião com seu cliente, mostrar os cenários para quando chegar em setembro você tomar a melhor decisão para ele, tá?

Só que para você tomar essa decisão, você precisa de tecnologia. >> Não tem como, TH. Eu carreguei um arquivo aqui, eu com 3.000 notas. Eu preciso, eu preciso avaliar cada nota, quem é o fornecedor, se ele é do simples ou não, quais são os produtos, se tem algum tipo de redução, se tem, dá para fazer isso no Excel, gente? >> Não, não dá.

E outra coisa, Karina falou eh no começo da nossa conversa que o empresário ele precisa enxergar você como profissional para você conseguir precificar melhor o seu trabalho, para você conseguir cobrar mais. Como que você cobra eh mais entregando mesmo? >> Exatamente. Não tem como. Não tem. Você precisa fazer um trabalho diferenciado. Se você ainda não fez, essa é a oportunidade, não é TH? E é uma dor que a gente vê. Mata como eu tô aqui enrolada até a tampa com sped, o pau tá quebrando, minha equipe e tal. Essa é a oportunidade. Então assim, olha para isso com carinho, dedica tempo, dedica conhecimento, porque vai dar resultado, assim como a gente já viu em várias outras oportunidades.

Então assim, a primeira coisa que você precisa é do dado, tá? E quem que vai te entregar esse dado? Uma ferramenta de uma tecnologia, né, inteligente, confiável, segura, tá gente? Porque você tá falando de imposto, de tributo, não dá para confiar em qualquer ferramenta. E é isso que eu quero mostrar para vocês, tá?

Aqui na tela, o que que eu tenho? É uma empresa do Simples Nacional, é um restaurante, tá? Na verdade é uma uma empresa de bebida, né? Tipo essas distribuidoras de bebida. E aí e a gente carregou aqui o PGDAS, formato PDF e os XMLs. Por que que eu carreguei PGDAS? Porque eu preciso saber as receitas dela. Eu preciso saber se ela já tá fazendo segregação. Eu preciso saber quais que são os impostos que ela paga pra gente poder fazer essa emulação. E eu carreguei também o XML. Por que TH que eu carreguei XML? Porque eu preciso saber dos produtos, eu preciso saber as a os códigos de NCM para ver os códigos Clas Tribução, se tem algum crédito que pode ser aproveitado. Então assim, eu preciso dessas informações, tá? Carreguei aqui numa ferramenta, coloquei o segmento, porque a nossa análise ela é personalizada, então pelo segmento a gente vai conseguir direcionar essa visão, né? A gente sabe que uma NCM tem vários códigos C class Clas Trib, então assim, a gente precisa direcionar, tá?

E aí o sistema já trouxe resultado. E aí que que eu tenho na tela, gente? O sistema já trouxe a atividade da empresa, o cenário, né? Então essa empresa aqui, esse faturamento é de julho de 22, a receita dela é de 90.000 e ela colocou lá que a receita sujeita ao IS de 85.000. Isso tudo tava no PGDAS. E olha que legal, TH, a gente ainda cruza se tem diferença de XML com PGDAS. Então, se para você não fazer uma análise errada, uma análise que vai te trazer um diagnóstico que não é verídico, a gente já olha. Então, se tiver XML faltando, a gente vai te mostrar, ó, tem 10.000 de receita aqui que eu não encontrei no XML. Isso pode influenciar na análise porque é produto. Então, o sistema já faz essa auditoria e já te mostra. Nesse caso aqui não tem erro nenhum, tá? As alíquotas que a gente considera são as alíquotas que a receita já divulgou, tá?

Eh, aí que os critérios, tá? Quais são os critérios que a gente usou para realizar esse cálculo? Quando a gente fala de simulação da reforma, gente, a gente tem duas visões, tá? Eu tenho a visão individual, produto a produto, e a gente tem uma visão que ela é eh mais como simulação das receitas, como a gente faz no piscofismo monofásico. Tantos por cent da minha receita tem redução de 20%. Então, se tem redução, a o imposto vai ser X. Tem as duas opções, Thaís, eu posso escolher na ferramenta? Pode, você pode fazer item a item. Aí vocês pensam, essa empresa que tem 4.000 notas, quantos itens ela não tem, né, TH? Então, talvez não seja o momento de você detalhar tanto. Não ser que você tenha uma empresa com poucos itens e tal, mas você pode fazer ou você fazer por essa segregação.

Então, o que que a tecnologia ela faz? Ela já segrega para você. Então, quando eu carreguei o XML, essa empresa minha é uma empresa de teste, ela já trouxe, olha só que de toda a minha receita informada, eh, que tem redução de 40% é R$ 52. Então, nem isso você vai precisar fazer. A ferramenta vai ler o XML, vai ler o código Classe CB e vai olhar, bom, esses produtos aqui eles têm redução de 40%, então quanto que é esse valor? Vai tá aqui. Então ele já faz essa reação e quando você exporta o Excel, ele já detalha quais são esses produtos, porque tem que parametrizar o sistema, tem que botar bonitinho lá, né, que daqui a pouco vai ter que tá na nota CBS, BS. Então assim, já tem tudo detalhado para você. Então a gente já faz a essa segregação para você ter o cenário atual. Esse é o cenário de agora. Se não mudar nada pra empresa, como que fica a situação dele com a reforma? Seguindo aqui, então a gente tem receita com benefício e crédito, que tem redução também. Se tiver alguma situação, a gente vai trazer.

Outro ponto que a Karina comentou, gente, é sobre a análise de cliente fornecedor. Então, gente, de quem você compra faz diferença, para quem você vende faz diferença, né, TH? Olha aí, a reforma veio para facilitar, né, Carina? >> Vida >> vai facilitar a vida de quem? >> É, pois é, de quem >> é? Mas tem tecnologia, >> mas mas eu digo, eu sempre digo assim, ó, aonde tem problema tem oportunidade. Aonde tem dificuldade tem oportunidade. >> Se fosse simples não ia ter mercado pra gente, né? >> Exatamente. Exatamente. Isso é uma baita de uma oportunidade. >> Sim. Exatamente.

Então, seguindo aqui, gente, a gente também analisa fornecedor e cliente, tá? Então, olha aqui, nessa nota, nesse pacote que eu carreguei, a gente vai analisar as compras que são de PJ do simples e as compras que são do lucro real. E aí vem um ponto, né? Se você compra de uma empresa do Simples Nacional, pode ser que você não tenha direito a crédito. Então você precisa analisar essa porcentagem para você conversar com o seu cliente. Talvez tenha que trocar o fornecedor. Talvez, talvez tenha que conversar com esse fornecedor para ele fazer esse esse o CBS BS por fora. Talvez é uma análise que quem vai fazer? Você contador, você advogado.

E aí tem um ponto, Karina, só abrindo no parênteses aqui, teve um uma pessoa que participou do nosso podcast, ela é contadora. E aí, que que ela fez? Ela fez essa análise de todos os clientes dela, pegou todos os fornecedores do Simples e entrou em contato com os fornecedores dos clientes dela. Não é cliente dela, é fornecedor dos clientes dela, que são do Simples Nacional. Marcou um evento com esses fornecedores e explicou sobre a reforma e falou justamente isso. Falou: "Olha, hoje vocês estão no Simples Nacional, a os meus clientes eles compram de vocês e a gente vai precisar chegar num acordo porque eu preciso gerar crédito pros meus clientes. Eu não posso, né? Eu já fiz todo um diagnóstico, eu já vi que se eu conseguir gerar esse crédito vai ser mais benéfico pro meu cliente". Explicou tudo e deu as possibilidades. Sabe qual que foi o resultado, Karina? >> Hã? Quando acabou a reunião, os fornecedores chamaram ela e perguntaram assim: "Aqui quanto que você cobra a para fazer uma consultoria dessa para minha empresa?" >> Pois é, >> porque esses fornecedores não tinham o o contador, né, o advogado tributário, não tinha feito para eles. Eles não estavam nem sabendo disso. E aí com isso, o objetivo não era esse. O objetivo era ajudar os clientes dela. Ah, fechou o contrato, Karina. É ótimo. Mas é isso. Mas olha só, vou te dar uma uma contador que tá entendendo o jogo tá indo muito além. Quinta-feira eu vou para uma cidade do interior aqui numa palestra que um contador me convidou para ir, entendeu? Para me dar para pros para os clientes. São 40 clientes deles para mim falar sobre reforma tributária. Tu entende? >> Olha aí. >> É isso. Carina. E aí eu te pergunto, dá para fazer isso lá em setembro só? Claro que não, tem que ser agora. Não dá, porque muito, muito empresário vai ficar pelo caminho se não fizer essa opção, porque tem muito empresário, eu tenho um cliente que é empresário pequeno, olha só, ele é pequeno, vende esfregão de aço para os grandes atacados, ele é uma fábrica e ele tá no simples nacional. O que que aconteceu? A a próprio mercado falou para ele, tu precisa >> em setembro fazer a opção. Ele nem sabia o que que era quando ele veio me procurar. Só que tem muita muito supermercado grande que não vai ligar pro teu fornecedor, pro fornecedor dele que é do serviço nacional e dizer assim, >> par de comprar, né? >> Só vai parar de comprar e ele vai parar de vender. E olha o impacto que vai ter nos empresários. Só que os contadores não sabem disso porque eles não tão muito ainda no sul aqui no porque o Sul é bem ainda acreditam que a reforma não vai entrar, tá me entendendo? E ela vai entrar, ela já tá validada, vai entrar, já tá acontecendo, gente. >> É só que tu entende aí muita gente vai perder dinheiro e a conta vai cair no colo de quem? Isso que eu digo assim, na colo de quem se não tomar atitude. Hum. >> Quem é que deveria saber das informações? Seria o contador. O contador tá com mil uma coisa para fazer porque agora acabou o imposto de renda, agora ele vai respirar, mas agora no respirar ele não deveria respirar, ele deveria fazer outra coisa, entendeu? Para se para se preparar paraa reforma tributária. No entanto, eu entendo o lado do contador, mas agora é a hora de dar essas informações para os empresários. Por isso que eu bato nas redes sociais muito nisso, porque eu preciso que os empresários entendam que se eles não tomarem uma decisão agora, eles vão perder cliente. É isso, >> é isso, é isso. Exatamente. É isso.

E aí, gente, continuando aqui nossa análise, né? Vamos lá que a gente tá falando sobre não perder o cliente, você ter uma análise e a gente tá mostrando exatamente isso na prática para vocês, tá? Analisei as compras, beleza? A próxima parte é você analisar as vendas. Por qu gente de novo, é com a gente. >> Oi. Deixa eu voltar minha tela aqui, pessoal. >> Quando aparecer você me avisa, th, >> tá? Você já tá compartilhando? >> Já tá. >> Para mim não tô vendo >> não, né? Só vou >> não. >> É [limpando a garganta] o ao vivo. >> Agora sim, agora voltou. >> É, >> voltou. >> Já tá aparecendo minha tela >> já. Já tá aparecendo na agora tá aparecendo a tela. >> Boa. Obrigada, técnica. Vocês estão top.

E aí aqui, pessoal, além de analisar a compra, vamos analisar as vendas, porque vai influenciar e a gente já faz essa. Olha, TH. Meu Deus, gente. Ô, gente. Ai, não. Eu fico irritada, Karina, porque o povo fala assim: "Ah, não tem como fazer". É claro que tem. A gente tá mostrando que tem. Olha aqui. Nesse caso aqui, a minha empresa, 99% das vendas que ela faz é pra pessoa física e só 0,0% é pra pessoa jurídica. E aí eu falo, gente, a você como profissional, você tem que abrir a cabeça. Essa empresa, será que ela não pode vender paraa pessoa jurídica? Por que que ela não vende pra pessoa jurídica? Será que não faz sentido talvez investir mais em marketing, entender, bom, na cidade que ele tá, quais são as empresas que poderiam comprar dela e aí você melhora o faturamento do seu cliente. E aí não é sobre o tributo, é sobre você ajudar o seu cliente a ter mais resultado, porque se ele tiver mais resultado, consequentemente você também terá. Então a gente já traz essa análise para você também explodir sua mente aí, ver o que que você consegue fazer com ela, tá beleza?

Com esses dados, gente, olha aqui, a plataforma ela já entrega para você o resultado. Então, olha aqui, ó. Se essa empresa com esses dados acima continuar no regime unificado, que que é isso? CBS e BS dentro do DAS, olha aqui como que fica a carga tributária dela, tá? Ela tem uma carga tributária hoje de 5.000 e ela vai ter um aumento que a empresa ela tem que se preparar, você precisa preparar o seu cliente para esse aumento até 203. Se fizer por fora, olha aqui, talvez não seja mais vantajoso, porque a carga tributária vai aumentar. Mas taís, então você tá dizendo que nesse cenário é melhor ficar é dentro por dentro das depende, porque eu vi uma, eu fiz uma reunião com o professor também sobre reforma que ele falou, Thaís, às vezes o cliente ele vai pagar mais imposto, mas ele melhora o faturamento dele, >> ele vende mais, >> ele vende mais. Ah, tudo bem, ele vai pagar mais imposto, OK? Mas ele vai vender mais se a gente mudar, se a gente ajustar isso.

Então, gente, é sobre você entender, olhar e falar: "Bom, cenário é esse". Quais são os cenários agora que a gente pode ajustar? Por isso que é uma calculadora. Então, você faz o cenário um, apresenta pro seu cliente, ó, esse cenário é atual. Olha, se a gente tiver eh 50% da nossa receita com produtos de redução de 50%, se eu tivesse 80.000, 40.000 desses produtos. Mas que produto é esse, Thaí? O sistema já dá para você, tá? Se a gente melhorar a venda desse produto, como que fica? Ah, mas a carga tributária vai aumentar, vai, mas você vai vender mais, você vai ter mais mercado. Então, gente, olha aqui, a partir de uma análise, um PDF que a gente analisou com XML, PGDAS, a gente chegou nesses resultados.

E aí vem o trabalho do profissional, né, Karina, que a gente fala, >> a tecnologia aí ela não vai substituir você, não vai, você vai aproveitar dela para você ter mais resultado. Agora vem o trabalho, o que que você é advogado, o que que você contador faz com essa análise aqui? É isso que o cliente quer saber, né, Thaí? Então, eh, >> a tecnologia gerou análise? Gerou. Aí, gente, tem relatório de IA que o sistema pode fazer uma análise prévia, tem detalhamento no Excel. Aqui é um é o primeiro relatório, é a primeira visão. A partir disso aqui, você vai desmembrar em várias análises para você conseguir ajudar o seu cliente a tomar melhor decisão.

Então a dica é para, usa a tecnologia, carrega os arquivos, faz uma análise de todos os clientes, uma análise, uma análise preliminar para você entender o cenário e aí depois você vai sendo mais estratégico. Qual que é o? Ah, eu tenho 100 clientes. Dos 100, 50 tem um faturamento alto, vai ter muito impacto. Bom, então vou começar por esses. Ah, o outro vai ter impacto menor, vou deixar eles, né? Primeiro vou priorizar. Não dá para fazer tudo, né? A gente tem horas, às vezes tem limitação de funcionário, mas eh você apresentar isso pro seu cliente, eu tenho certeza que vai dar resultado. Ele vai te ver com outros olhos, ele vai valorizar. E aí abre portas, né, Carina? Porque as oportunidades elas não param. A reforma é uma das a partir da reforma você consegue também ver outras questões. Recuperação de crédito tributário. Às vezes não fez ainda, dá para olhar o passado até a reforma entrar.

>> E nós temos que registrar esses créditos até dezembro, né? >> Olha aí. Olha aí. >> Nós temos só até dezembro para registrar para muito, porque se tu não registrar até dezembro não vai valer pro CBS, entende? Como é que tu vai abater? Então tu precisa registrar. Então, tem várias coisas acontecendo ao mesmo tempo que tem uma possibilidade. É, como eu digo, é um mar azul. >> Nós estamos num mar azul de possibilidades. Por quê? Porque antigamente existia pessoas que sabiam muito sobre reforma e quem tava entrando no mercado tava gatinhando. Agora todo mundo tá no mesmo patamar. >> Sim. >> E quem vai se destacar? Aquelas pessoas que baixarem a cabeça hoje, estudarem hoje, pegarem o sistema a e desmembrar esse sistema para ajudar o cliente, o que que vai acontecer? Tu vai ajudar o cliente, o cliente vai te indicar para outro, tu não vai parar mais, tu vai ter destacar no mercado. É isso, é isso. >> E só para vocês terem uma ideia, eh, nos em menos de um ano eu já eu fechei um prédio de dois andares e contratei gente em menos de de um ano. Não faz um ano que eu fiz isso. E e só tem mais a cada dia, graças a Deus, mais demanda, mais demanda, mais demanda. Por que tem essa demanda? Porque existe trabalho que precisa ser feito e com qualidade. Hoje o empresário, ele como ele faz tudo ao mesmo tempo, ele precisa de alguém que dê o norte para ele. E se se ele tiver se tu tiver credibilidade e ele acreditar em ti, >> aí acabou. Ele te indica para Deus. É isso aí. Exatamente. >> Ele indica para Deus. >> É sensacional, né? Meu Deus, eu não tenho.

Ah, gente, na verdade, a gente vai fazer uma última, uma última pergunta, né? Vai querer, quer que a Karine deixe uma mensagem para você que tá assistindo, mas antes disso, se você não conhece a plataforma, entra em contato com a gente, tá? Tem eh oferta, tem planos sobre medida, então assim, não deixa, ah, não tem dinheiro, não é só sobre dinheiro, é sobre você aproveitar a oportunidade. Então, entra em contato com a gente, faz uma simulação antes de se tornar cliente, pode falar com a equipe. Ó, eu tava lá no podcast com as Thíses e com a Karina, né? E aí ela falou que eu podia ligar e eu podia fazer uma simulação grátis. Pode falar que eu autorizei, tá? Faz uma simulação. >> Imagina dessas. Desculpa te te atrapalhar, mas essa simulação para um cliente deles pode pagar a mensalidade o ano inteiro. É um cliente que eles Vamos expandir a mentalidade. É um cliente, tu vai deixar o teu cliente feliz, >> tu vai ficar feliz e vai ter a plataforma para fazer outros serviços para outros clientes. >> Exatamente. Então é isso que a gente quer, que você prove e veja, dê resultado e depois fala: "É realmente as Thaí e a Karina as não estavam mentindo. >> Elas tinham razão. Exatamente. Entra em contato com a gente pelo nosso site, fala que tava aqui no podcast que a gente fica muito feliz, né? >> E aproveite para você ver na prática. Então assim, é o a gente que aula, meu Deus, muita coisa. Então assiste de novo o podcast, põe neiá, põe para ela transcrever melhores insites, pega as frases que a Carina trouxe vários exemplos pra gente. Cola no seu técnica, corta aí uns trechinhos também pro pessoal. >> A técnica vai ajudar a gente, vai cortar vários trechos, tá Kina? Pra gente poder postar, porque, meu Deus, tem muita, muita coisa legal hoje, né, que a gente conversou. Então, assim, não perde essa oportunidade.

E Karina, qual que é a mensagem, né, para a gente poder encerrar já, eh, se você pudesse deixar uma mensagem aí para quem tá ouvindo a gente agora, eh, qual seria realmente o primeiro passo concreto que eles precisam executar para realmente ter os resultados, né, como você tá tendo e vários outros profissionais aí. >> Começando por hoje, hein, gente, >> começando agora. Hoje não, até uma hora já tem que começar a praticar. >> Pare de dar desculpa. >> Eita! >> Pare de mentir para si mesmo. >> A gente conta mentiras para nós mesmos o tempo inteiro. Pare de mentir para si. Pare de dar desculpa. Faça o que tem que ser feito agora e você terá o resultado desejado. É isso. >> Meu Deus. >> Eu não precisa mais nada. Preciso falar mais nada. E assim, sinceridade, eu ficaria aqui com a Karina? >> Não, o dia inteiro. >> Assunto a gente tem, história a gente tem. >> Sensacional, Karina, não sei nem como agradecer. Que aula, que aula de humanidade, que aula de técnica, de conhecimento, de profissionalismo, humildade. >> Meu Deus, cada podcast a gente sai realmente renovado e tudo que a Karina falou a gente pode aplicar na vida pessoal, na vida profissional, até na vida amorosa a gente dá para aplicar, porque tem uma situação, né? Ah, porque eu ainda não formei. Eu sou, eu tô estudando direito. Esse podcast e aplica então pra sua vida, aplica pra sua vida se você ainda tá estudando, né? Então, Karina, eu desejo muito sucesso para você, para nós, que a nossa parceria evolua cada vez mais, que a gente trabalhe cada vez muito muito, né, muito mais com esse objetivo, ajudar o empresário, ajudar o profissional a realmente não perder as oportunidades do mercado. Então, assim, só agradecer mesmo e muito sucesso para nós, né, Thag? Isso. Muito, muito, muito obrigada por ter aceito o convite. É sempre uma honra, Karina, trocar com você, né, te ouvir e portas abertas. Queremos você aqui em outros momentos também. >> Pode contar comigo. Isso sim. >> Pode contar comigo. Eu que agradeço. Obrigada, Gurias, para vocês me ouvirem aí, tá? Eh, entendam que esse é só um primeiro passo de uma jornada incrível que vocês têm e que nós todos temos, porque nós temos uma missão nessa terra e é ajudar muitas pessoas. Então, que vocês junto com esse podcast, junto com o Fred, possamos ajudar outras pessoas a enxergarem o que eles não estão enxergando hoje, eh, na contabilidade, no jurídico, na empresa e tendo um sistema como de vocês, é muito mais fácil chegar no resultado desejado. >> Que bom, que bom. Gente, encerrado mais um jogo jogado, o jogo da contabilidade agora. Não é só mais o jogo da reforma, né? TH, a versão 2.0 do nosso podcast. Não perde, próxima terça-feira, 11 horas >> estaremos aqui. >> Estaremos aqui e contamos com a sua presença nesse mesmo bancada, >> no mesmo cenário, né? Com mais um profissional que eu tenho certeza que vai dar uma aula de negócio pra gente. >> É isso, gente. Muito obrigada. Até próx. Ciao >> ciao Co.