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Bom dia, chatos. Fala aí, Artur. Fala, Rogério Sofia. E rolou um teambo coletivo aqui. Virí, muito obrigado pela gentileza nesta manhã, desta semana tão calma. E aí, tudo calmo.
Bem, pessoal, vamos lá, sem mais delongas, eh, vamos fazer um trabalho assim, considerando que estamos a cinco dias do evento, né? Então, sendo bem pragmático, o que vocês podem fazer ainda, eh, até domingo. Lembrando que não adianta chegar lá meio morto, né? Ficar estudando até o limite. Falei, Thiago, eh, e chegar lá mais morto do que vivo numa prova que é de certo ou errado e que o julgamento tem uma certa subjetividade, não é uma decisão inteligente. Eu sei que a pressão é enorme. Eh, depende da situação de cada um, vocês reagem de maneira diferente. Tem uma galera que está, eh, relativamente tranquila, tem a galera que está aí, né? Os memes estão engraçados, né? Estão mandando as figurinhas no Zap assim. Muito engraçado, mas é engraçado, mas é trágico ao mesmo tempo. Vocês têm que ser realistas assim e aí cada um tem que conhecer a si mesmo para ver até onde dá para ir, né?
E eu, por exemplo, se eu fosse ser acedista, eu teria vindo num ritmo muito acelerado e agora eu já estaria para sair dessa aceleração. Eu não consigo ir até sexta estudando loucamente. Aí sábado eu vou para a praia. Assim, eu não funciono dessa maneira, mas você é que tem que se conhecer. Então, vou considerar que você tem aí algum tempo ainda para dar uma olhada em alguma coisa de geografia, mas ao mesmo tempo tenho que pensar que vocês são muitos e estão em situações muito variadas. E não tenho que pensar só no cara meio "newbie" que está meio que no desespero agora tentando pegar qualquer coisa. Tem uma galera de altíssimo nível assistindo isso ou vai assistir depois.
E aí, o que eu queria tentar fazer? Ver se consigo mesclar essas duas situações, né? Dar umas dicas aí para quem está mais para trás, sei lá, deixou, porque você tem isso, né? Eh, é um processo de médio e longo prazo e às vezes a geografia foi uma coisa que você deixou um pouco de lado este ano e aí você quer dar um "help". Claro, você vai precisar dar sorte, né? Se você está mais para trás na geografia, tem que torcer para uma prova mais simples. Eh, ao mesmo tempo que vou fazer isso, vou tentar fazer isso, vou passar pela programação toda para ver se, varrendo a programação, pego uma galera que está bem preparada em geografia, mas que pode ter escapado alguma coisa. Então, esse é o projeto. Vou ficar de olho aqui no chat. Eh, assim que puder atendê-los, vou fazê-lo.
Então, vamos lá. Eh, primeiro tenho que aprender aqui onde é que muda isso. Ah, está aqui, é só botar uma setinha para o lado, né? Idoso na internet é sempre o problema. Apareceu para vocês aí o item um do programa, História da Geografia, Expansão Colonial e Parará Parará, deve estar aparecendo, né? O programa tem sete itens. Eh, no meio de um monte de notícias do concurso, tem uma boa notícia. A banca cumpre o programa. É claro, também não é difícil cumprir o programa à medida que o programa permite múltiplas interpretações.
Então, por exemplo, eh, houve um pedido de troca de gabarito ou anulação no simulado do clipping por uma questão difícil que fiz de petróleo, que falo da margem equatorial Foz do Amazonas e o argumento é que está fora do programa. Eu, e não foi nem deboche, mas involuntariamente dei uma risada, tipo assim, uma certa inocência da pessoa achar que vai anular alguma coisa. Fala aí, de CACD, porque está fora do programa. Ah, mas aquela estava fora do programa que você botou errado, porque o petróleo não é do Cenozoico, é do Mesozoico. É, você vai lá no programa e está escrito assim: Item sete, macrodivisão natural do território brasileiro. Amiguinho, qualquer coisa que conecte com natureza, seja geologia, climatologia e tal, está dentro.
Aliás, Jado, imagina se tivesse essa história de anular porque está fora do programa, a questão de terrenos de marinha do ano passado, né, que é mais fora do programa do que aquilo. E por que não foi anulado? Porque está no território brasileiro, cara. Aquilo me parece uma questão mais de direito do que de geografia, mas está no território brasileiro. Existe uma faixa ridícula, vamos combinar, uma coisa é 150 km do limite internacional para dentro, que é a fronteira internacional. Isso está muito no programa, na geografia política. A outra é uma faixa de 33 m, mas não importa. Naquela faixa de 33 m, tenho uma regulação territorial distinta.
Então, a primeira coisa a pensar é que o programa realmente tem uma abertura que permite muitas conexões, mas eles cumprem o programa. E aí, acho muito arriscado, considerando que estou na terça-feira, você chegar lá no domingo tendo buraco num dos sete itens. Então, por exemplo, tem uma galera que chutou o item um para o escanteio e está rezando para não cair. Não dá mais para estudar a história da geografia com detalhismo a tempo. É, é uma decisão burra você agora resolver. Ah, vi que tem um curso teu sobre, é, você vai comprar um curso agora, vai estudar isso agora. Isso é uma pessoa completamente idiota. Por quê? Porque você vai aprofundar para, de repente, ter uma questão. Você está agora na hora de espalhar e não aprofundar.
Então, por um lado, se você não estudou a história da geografia até agora, eh, você não vai chegar lá preparado para questões difíceis. Você tem que torcer para vir uma questão básica, como um dos itens do ano passado era básico. E mesmo esses itens e aquele, se fosse no Enem, o Enem tem um negócio chamado TRI. E tem umas coisas que você erra que destroem sua nota. Por que destroem sua nota? Porque a TRI cobra coerência. Não existe no CACD, que é um outro modelo que é de certo ou errado, mas tem item que errar é destruidor, meu irmão. Você tem que correr atrás dos itens difíceis, mas tem alguns que você é obrigado a acertar.
Então, se você está muito zerado em história da geografia, você tem que lidar pelo menos com as seis correntes de pensamento tradicionais. Pelo menos você tem que ter, você tem que encontrar aí algum artigo. Tem, eh, alguns, eh, na internet, tem um que é o papel da Alemanha na institucionalização da geografia, uma parada assim que é um artigo de umas oito páginas que te dá um caminho, mas tem melhor que isso. No próprio site do Cebraspe caiu a história da geografia na discursiva do ano passado, ano retrasado.
Então, se você tem muita dificuldade em diferenciar as correntes, determinista, possibilista, método regional e tal, a dica é: vá lá no site do Cebraspe, ano passado e ano retrasado, pegue. Ano passado foi a questão; ano retrasado, não lembro. Ano retrasado não lembro, mas tem lá uma das quatro questões é de história da geografia. E aí, como eles colocam o padrão em 10 quesitos, você vai ter tudo ali, desde a fase pré. Realmente é uma aula, é uma miniaula desse troço desde a fase pré-institucionalização, né? Por que a geografia se institucionaliza na Alemanha, porque a primeira cátedra por lá. Aí ele vai falar do determinismo, aí ele vai falar, ele vai falar das seis correntes de pensamento que estão resumidas neste slide aqui.
Agora, eh, 2020, foi 22, Talita, ano passado é a questão 23. Não tem história da geografia, não é a de 22? Não pode ser. Se for 22, vá no IAD. Mas as duas estão com padrão em 10 e as duas são min. Ah, foi aquela maluca de 40 linhas. Você tem razão. Uma questão doidaça, né? Tipo, fale tudo que você sabe, tudo que você sabe de história da geografia. A do ano passado não é tudo, é metade do tudo, né? Só quer as correntes tradicionais.
De qualquer maneira, varra a programação. Isso é garantia de acertar, eh, não anula nenhuma, gente. Não anula nenhuma. A banca, a banca está muito, gente, é tudo contra vocês, gente. É assim, vocês podem de repente fazer um protesto, ir lá na Esplanada e tal e fazer um protesto, mas assim, não vai anular assim. Os caras trocam gabarito quando são humilhados pelos recursos. Agora, nem nisso confiaria, tá? Não confiaria porque a banca é muito errática, cara. Tem ano que trocam gabarito do que não era para trocar. Tem ano que não trocam de nada, entendeu?
É, fez bem, fez bem. Pode complementar inclusive o seu caderno com essa do ano passado, porque aí como ele foca só nas correntes tradicionais, aliás, já é uma dica para a terceira para a segunda fase deste ano. Se no ano passado, 2022, caiu tudo, varrer tudo, ano passado só as tradicionais, de repente este ano pode vir só as renovadas, entendeu? Mas, gente, então pensa nisso. Assim, tem muita troca de gabarito que mostra a inércia da banca, mas eles são muito erráticos, tá? Tem muito ano que tem item erradíssimo, eles não trocam.
Só acho curioso pensar assim: "Ah, não, isso está fora, isso não está fora." Ó, peguei dessa terrível questão 23 do ano passado o item básico, porque, vamos combinar, não é básico um item para vocês de Pierre George, que é um cara até famoso na geografia crítica. Mas não é básico. Eh, não é básico um item sobre Reclus, um geógrafo diferente, porque ele é anarquista, mas não é básico. Mas não são itens tão ruins quanto a do ano anterior, quando o cara foi falar, sei lá, de, né, William Morris Davis. Aí é muito mais difícil. Isso aqui é Lablache. Isso aqui não vou citar nenhum time porque vai que você vai ficar chateado, mas assim, é aquele bom, vou citar um de fora que ninguém aqui é neozelandês. Isso na Copa do Mundo de Clubes era jogar com aquele time da Nova Zelândia, aquele time amador. Essa questão é isso aí. Só que ela não é fácil. Aliás, o Boca Juniors empatou com esse time, né? O Bayern meteu 10, oito, sei lá quanto, mas o B empatou. Essa é a questão que você deveria ser obrigado a acertar e achou que é passeio no parque essa aqui.
Mas para quem estudou muito pouco é assim: Ratzel, natureza, vê se não é assim, cara. Estuda, Lablache, ah, ser humano, sociedade. Aí vem esse item aí. Julga aí o geocultural do cara do possibilismo, né? Porque na nossa análise maniqueísta, qual é a história? O Ratzel, a natureza determina as condições sociais, o Lablache faz o contrário. Beleza?
Aí a prova do ano passado falou assim, ó: "O geógrafo francês, eh, é o PVL, né? Paul Vidal de La Blache enfatiza em sua obra o método regional e a criação de tipologias próprias da geografia como gêneros de vida para explicar a relação entre seres humanos e o meio." Pois eu, que me acho entendido de geografia, provavelmente teria errado esse item, porque li método regional com maiúscula e a banca não quis dizer isso na minha leitura. Isso aí, porque método regional é uma outra corrente que você vai associar com outros geógrafos, Alfred Hettner, Hartshorne, mas aqui a banca não estava dizendo, a banca não estava dizendo nada, eles copiaram de um livro do Rui Moreira.
Aqui é o método, como a gente pega aqueles gêneros de vida do Lablache e diz a partir dos gêneros de vida, ou seja, grupos humanos que se adaptam a certas situações, né? Eh, alteram a realidade local, aproveitam as possibilidades desenvolvendo técnicas, é o gênero de vida. Para para pensar num recorte geográfico, sei lá, vou pensar num recorte geográfico aqui e um grupo humano se adapta aqui e outro grupo humano se adapta aqui e tal. Então a gente fala que o Lablache é pai da geografia regional, como a gente fala que o Ratzel é pai da geopolítica, porque um fala muito em território e o outro, ao falar em paisagem, acaba destacando muito a ideia de região. Só que depois do Lablache vem lá método regional, uma escola de pensamento.
Então, você vê a questão que teoricamente era a obrigação de acertar, mesmo item entre aspas fácil, ele é difícil porque esse é o ponto do certo ou errado. Vocês têm que fazer, na minha opinião, nos próximos dias, coloco questões minhas, né, lá no Telegram, as próprias questões de simulado do PIP, estou colocando lá e comentando, não sei o quê. Beleza? Mas, sinceramente, os próximos dias é questão de prova. É questão de prova que é para aceitar. Aceitar o quê, João? Aceitar isso aí. O cara quis dizer isso, você leu aquilo e tal. E ver se você desenvolve uma melhor capacidade de julgar o que o cara quis dizer, que no caso específico do professor João Felipe, não consegui fazê-lo nessa. Por isso que voltei, comecei a aula com ela e não consegui, de tanto dessa aula, olhei método regional, não, mas ele não estava falando da corrente de pensamento. Enfatizem sua obra ou método regional. Falando que tem uma obra, não, o livro do blá blá mais famoso é o quadro da geografia francesa, entendeu?
Enfim, então, pelo menos, dar uma olhada nas correntes principais, se você está muito para trás, que é para você acertar as fáceis. Se você está à frente, vá na dica da Talita aí no site, na minha no chat. Prova do IAD 2002 passa pelas seis correntes tradicionais. A do ano passado foca nas tradicionais, então você vai ter ali um subsídio teórico legal para a sua preparação. Beleza?
Bom, vamos lá. O dois são sete itens do programa: população. Esses aqui vocês adoram uma dica, né? Você acha que você acha que aquilo e tal? São tantos anos dando aula para esse troço, cara, que fui perdendo essa crença, né? E este ano é a cara de cair em terreno de marinha, entendeu? Mas assim, pô, saiu muito dado de censo, né? Se, se for para os meus favoritos para a população este ano, realmente, se for a banca que trabalhe com algum tipo de atualidade, pô, perder a chance de fazer uma questão sobre o crescimento da população mundial, já que a gente chegou a um número redondo que é de 8 bilhões. Migração, tem o ACNUR, né? Tem o ACNUR que tem mudança lá, né? O Global Trends, joga aí, o Global Trends, ele trabalha com o ano anterior, então o nome dele vai ser Global Trends 2024, né?
Parte da história da geografia do ano passado foi cópia total, totalmente cópia, totalmente cópia. O que mostra, Maurício, como eles são, vamos colocar um adjetivo não tão cruel, vamos de covardes, vamos de preguiçosos, né? Porque copiar pedaços de livro é uma baita sacanagem, né, cara? Porque o cara faz um capítulo inteiro. Vocês são bem inteligentes, vocês são muito cultos. Quando vou lá e fragmento, pego, faço um Ctrl C, Ctrl V com pedacinho. Ó, teve um ano, só para vocês terem ideia da dimensão do que é copiar fragmento da merda. 2005, sou velho para caramba. Concurso de 2005, talvez o pior CACD da história. Teve discursiva no TPS, para você ter ideia, os caras pegaram um texto, um fragmento da Bertha Becker falando sobre a moderna geopolítica e ela estava defendendo uma tese que hoje, e é uma tese correta, não tem mais a exclusividade, o excepcionalismo do Estado nacional nas cenas geopolíticas. Olha o Elon Musk aí, né? As empresas são atores geopolíticos, né? As ONGs e tal. Mas ela defendendo isso, gente, num capítulo inteiro. E aí ela pega um pedaço que o Estado não controla mais o território e tal, e eles pegam esse fragmento e jogam, num concurso desse era tão diminuir o Estado que a galera marcou errado, o gabarito veio certo. Foi tão feio que no ano seguinte eles voltaram ao tema para ajeitar, entendeu? Então, é exatamente isso. Eles vão lá e copiam. Vocês vão ter que olhar muita questão, eh, da prova para perceber isso, como a banca joga com uma certa covardia, né? Ela vai lá, eh, copia um fragmento e lança, né? É muito cômodo, né?
Falei, Zé, tudo certo, irmão? Eh, então, população, pessoal, se a banca resolver dar uma trabalhada, tem umas coisas realmente aí mais em voga, né? Então, acho que a população mundial chegar a 8 bilhões de pessoas, a China está encolhendo. Aí tenho uma dica para você fazer aqui uma propaganda do canal. Espera aí, volto já já. Tem um videozinho meu. Não coloquei aqui, né? Burrão. Ia fazer propaganda, mas não tem aqui. Bom, se vocês forem lá no canal do YouTube, tem uma playlist de população. Tenho um vídeo lá porque os meus vídeos, quem já viu vídeo meu lá no YouTube? Ou eu estava no bingo, né, gente? Cara, fiz só tem filha da cara. Ai, estava no bingo, né? É, tem vídeo no canal. É bingo. Para quem não está entendendo nada, a turma de extensiva acabou semana passada, né? Semana passada. E aí, só no último dia eles mostraram que tinha, pô, vindo das coisas que ia falar. Pô, isso é maior vacilo. Tenho que começar a trocar minhas informações, né? Hoje já que tem tido bingo.
Então, tem um vídeo lá, para quem nunca viu, os vídeos do canal são o seguinte. Ou eles são uma parada que estou viajando em algum lugar e aí acho interessante o filme ou faço aqui. Obviamente para vocês, esses são os melhores. Mentira, os melhores são viajando, mas para o concurso os que faço aqui são os melhores porque é mais organizado. Tem um que é não total, vocês marcaram, vocês são um divisor de águas do Pará. Se me mandarem a turma chata ano que vem que ninguém fala nada, eu, primeiro, gente, obrigado aí pela presença. Dou uma aula na segunda, chamo outro professor, Zé Felipe. Aí vou vir de terno dar aula e vou me comportar seriamente.
Mas voltando, pessoal, as aulas que faço aqui, os vídeos que faço aqui, eles são mais didáticos. Procura lá que tem um que é a população da China está encolhendo, uma coisa assim. Então, de repente, ó, Coreia do Sul encolhendo, o Japão já encolhe há 15 anos, mas a China já tem 3 anos consecutivos. Então, poderia ser uma questão que mais tem os dados do censo, como estão muito confusos até o Rodrigo, não sei se Ah, Rodrigo está aqui. Rodrigo me pediu outro dia, até mandei isso para ele. Esse vídeo aqui, isso aqui é um vídeo. Qual o tamanho da população brasileira? Por quê? O IBGE soltou 203, aí depois mandou um, foi mal, estava doidão, 210, mas corrigida 212. E aí ficou uma zona, né? Total, total. Vai ser amigo do, com certeza vai ser amigo do nosso. Sofreu muito lá em Lima, ele. E aí depois entrou no avião e voltou. Mas esse vídeo aqui, de repente, pode ser uma boa, né?
Só acho assim, só acho engraçado, só acho que vocês ficam muito pilhados no número e as questões geralmente não são de número. Os números estão lá, mas não dá para saber os números todos. Então, Rodrigo, tipo assim, espero que o vídeo tenha te ajudado, mas no fundo, o que teria mudado se a população do Brasil no censo fosse 203 ou de 210? Está 212 aqui, porque eles, para disfarçar que não erraram, colocaram uma projeção para 2 anos seguintes do censo, entendeu? Mas a dúvida é: foi 203 ou 210? Então, o primeiro dado foi 203 e aí fizeram lá uma, eles chamam de pesquisa de pós-enumeração. Fala, Bianca. E aí que o número correto seria 210. É uma diferença. É, sabe qual seria a diferença? O Brasil com 203 no censo teria crescido 0,52 ao ano. Com 210 cresceu 0,8. Pô, bicho, não, não muda a tendência. Qual é a tendência? Queda no ritmo de crescimento, o crescimento ainda é positivo e foi o menor crescimento medido na história.
Então, acho que vocês, por causa dos traumas, muito difícil ser acedista e não ser traumatizado, né? Por causa dos traumas vocês ficam muito no número, no número o tempo todo. E não acho que é um número. É, acho que é mais colocar o gráfico da transição demográfica e analisar as tendências. Então, acho que se vocês olharem, esses são três vídeos que tem lá. Eh, a população mundial chegou a 8 bilhões de pessoas e agora, eh, esse da população brasileira e o da China. Acho que com isso vocês ficam bem calçados para a demografia.
Agora, e se cair Estados Unidos? E ah, por que cairia Estados Unidos? Porque ano passado, um ano antes do Biden, do Trump voltar ao poder e Trump, eh, antes dele voltar ao poder, os Estados Unidos voltou a crescer 1% ao ano. Estava crescendo sempre 0,2, 0,3. E por que cresceu 1% ao ano? Porque os caras sabiam que a chance desse maluco aí voltar ao poder era grande. E aí houve uma onda migratória. Ah, não sabia. É, mas é aí que estou falando, se o item vier bem feito, ele não vai vir cobrando a informação, ele vai dar a informação, alguma coisa tipo, apesar do menor crescimento, eh, populacional dos países envolvidos, há momentos de crescimento amplo, como ocorreu nos Estados Unidos, devido à migração. É uma parada que meio que faz sentido.
E onde vocês vão perceber isso? Olhando as provas anteriores, olhando as provas anteriores, vocês têm que focar muito nos itens errados. É pegar um marca-texto, imprima. Sei que minha impressora quebrou, mas acho legal no papel. Você quer fazer no digital, faça. Pegue lá uns, sei lá, umas 20 questões seguidas de item errado, uns, sei lá, 80 itens. Vá vendo. Você vai ver que a maior parte deles tem um erro que é um erro conceitual e o número vem meio que ilustrando o erro, entendeu?
Alguém perguntou aí sobre a questão migratória. Eh, a questão migratória, acho que tem uma chance razoável. Cadê o outro? Espera aí, maluco. Isso aqui é a China encolhendo. Esse é o tal do vídeo que falei, ó. População da China está encolhendo e tal. Isso aqui é a população mundial. O crescimento, ó, você vê, bem mais baixo do que já foi, já cresceu mais de 2%. Agora, essa questão da imigração brasileira, acho que também tem bastante chance. Se a prova vier com a banca que trabalhou, acho que é uma chance razoável de cair essa, é mais com Trump no poder, com brasileiro sendo deportado. E aí vocês têm esse relatório aí que é o "Comunidades Brasileiras no Exterior" que o Itamaraty libera todo ano.
Então, saber desses 5 milhões de brasileiros que moram fora, saber que os Estados Unidos têm 40% desses brasileiros que moram fora, acho que tudo isso tem chance. Eh, acho que tem uma possibilidade grande de os caras, são quatro itens, né, de os caras irem passando por países importantes. Então, é a migração brasileira nos Estados Unidos, talvez até cobrando lugares para onde os brasileiros vão. Você vai dizer assim: "Ah, tem brasileiro nos 50 estados, tá? Mas tem quantos lá no Alasca? Tem um cara, dois caras". E você tem comunidades grandes, né? Massachusetts, que é historicamente a mais relevante. Eh, quando está Nova York junto com New Jersey, tem uma comunidade grande, tem na Flórida, claro, tem. Minha prima mora no Texas, por exemplo, tem uma comunidade, estive em Atlanta no ano passado, tem lá um grupo de brasileiros, mas pode cobrar isso.
Não acredito tanto que a migração para Portugal venha nessa linha. Acho que tem mais a ver cobrar a própria estrutura urbana de Portugal, né? Portugal tem uma estrutura em que duas cidades se destacam muito, que são Lisboa e Porto. É, a migração para o Japão é uma migração interessante, que é uma migração que, eh, é isso aí, Zé, a migração para o Japão é interessante porque o número de brasileiros em Nagoya, Hamamatsu, rivaliza, até maior que Tóquio, o que não é normal, isso é porque tem uma especificidade, porque é muito industrial, mas eles podem surpreender vocês e colocar brasileiro na Guiana Francesa, por exemplo. Este ano até não ficou entre os 10, ficou em 11º, mas ano passado estava em 10º. E aí, tem muito a ver com uma especificidade, né? Uma galera que sai do Amapá e atravessa a fronteira e lá paga em euro, entendeu?
Então, acho que tem chance. Eh, se tem chance de cair teoria, normalmente a teoria decide o item, como estava falando assim, eh, pô, são professores universitários que fazem a prova de vocês, né? É porque não sei muito dos bastidores, como eles encaram isso, né? Me parece que eles têm pouca vaidade, entregam as questões muito ruins, né? Deviam ter um pouquinho mais de vaidade. Mas quando o cara decide no número, é uma questão bem imbeciloide, né? Então, normalmente tem um número ilustrando a teoria. Aí a teoria seria o quê? A explosão demográfica. Aquilo que coloquei outro dia, acho que foi no próprio simulado, né? Pegar o preconceito da galera, achar que a mulher nordestina tem muito mais filho que a taxa de reposição. Quando a fecundidade da mulher nordestina é baixa há muito tempo, entendeu? É muito mais a teoria e o número entra ali ilustrando.
Beleza, gente? Vamos para o três que a gente não chegou na metade ainda. Então, o terceiro é geografia econômica. Esse é dos mais complicados para se preparar. Por quê? Porque tem toda a parte lá de globalização e reestruturação industrial pós-fordista e ao mesmo tempo tem, eh, energia, transporte e tal. Cara, transporte é muito difícil se preparar sabendo os nomes das coisas. Acho que é mais o bom senso de entender as dimensões brasileiras, o rodoviarismo predominante e aí sim entender a expansão da fronteira econômica Brasil Central e alguns exemplos ali envolvendo ferrovia Norte-Sul, esse projeto bioceânico agora com a China, acho que tem chance até em PI, eh, uma ferrovia que está sendo de Lélis, né, a Fiol, ferrovia de integração Oeste-Leste para o interior. Isso tem alguma chance. Mas costumam ser questões também que os exemplos só corroboram essa coisa, né, do fluxo superofixo, eh, de como a escala geográfica de relação hoje é cada vez mais ampla.
Energia tem que olhar, tem que dar uma olhadinha no relatório síntese lá, o BEN já está lá, eh, Balanço Energético Nacional 2025. Tem que olhar os dados. Tem muita confusão, né? Porque tem muito lobby da Solar. A solar cresceu para caramba, mas ela não chegou a ser a segunda ainda. Ela está um pouquinho atrás da eólica, mas você vê o número assim, o Brasil bateu 50% de renovável, então isso tem que dar uma olhada. Mas normalmente cai mais indústria e globalização do que energia e transporte. Não vou falar muito do 3.4 não, porque o 3.4 para mim bate no seis lá na geografia política. E aí vou mostrar para vocês aqui uma questão de globalização, indústria, que isso é importante.
Acho que tem chance, Maurício. Acho que tem chance. Sempre lembrando que, eh, qualquer estudo sério mostra que os migrantes trazem vantagem, né? Qualquer estudo sério mostra que migrante. Tem um do relatório da McKinsey que mostra a participação dos migrantes no PIB, né? Eh, os migrantes no mundo são 3 vírgula alguma coisa, é menos de 4%. E eles geram 10% do PIB. E é natural, até porque também são mais adultos, né? Mas migrante é um bicho, tá, gente? Não é só seu avô que é, não. Minha mãe. E ó o bingo aí, ó. Minha mãe já deu, já deu mãe. Qual foi o outro vídeo no canal? Está faltando minha mãe. E se bem que minha mãe nem se deu tão bem financeiramente. Meus tios se deram, mas não é uma coisa deles assim, não tiro o mérito deles. Mas migrante é um bicho, cara. Talvez se você for migrante também você consiga, porque o cara topou, né, cara? Não deve ser. Nunca morei fora, né? Viajo muito, quando morei fora. Não deve ser fácil, não, né? Então você tem uma energia extra ali, né?
Não, esse não falei, não. Citei, mas não fiz comentários políticos. Hoje não entrou a mensagem, né? Daqui a pouco pego a camisa ou o copo. Se bem que esse copo é da segunda divisão, gente. Brasileirão 2021. Olha que delícia. Fui a 26ª rodada. Botafogo e Sampaio Corrêa. Colocar Botafogo agora, campeão da América, é mole. Quero ver. Botafogo Sampaio Corrêa. Imigrante no Brasil, você tem chance? Acho que tem também, até por causa da mudança de perfil, muito venezuelano, né? Saiu uma reportagem há pouco, porque tem isso, né? O cara está fazendo a prova, aí sai uma reportagem e ele, né? Número de venezuelanos superando o número de portugueses, que é a migração mais antiga. Tem chance, né?
Eh, não ganhamos esse jogo, Artur. Esse jogo é interessante porque ele tem uma carga emocional, né? É o primeiro jogo com público, eh, no pós-pandemia ali. Não sei se você lembra disso. Você acompanha tanto futebol, só podiam ir 500 ou 1000 pessoas. Sou sócio, né? E a gente foi, foi bizarro assim. Mas até para o meu filho, opa, bingo, porque ele estava com o negócio da pandemia, eu estava dando aula já em escola, né? Porque escola privada a gente voltou a dar aula, mas da assim, não tinha vacina nem nada. E foi bizarro assim para ele. Ele tentou ficar longe, os amigos viram, se deu mal, os amigos todos trabalhando, né? Porque ele ficava no home office, os amigos são peões, tudo trabalhando. Foi um lance maneiro. A gente ganhou, nem lembro de quanto, 1 ou 2 a 0. Se pode cair a SAF, John Textor, não. Se pode cair quem? Alguém perguntou uma coisa aqui em cima.
Eh, migrante no Brasil, já falei, acho que tem bastante chance. Essa coisa do, eh, o Brasil ter essa migração que é um país de emigração com 5 milhões fora, mas tem 2 milhões aqui. João, mas isso não faz sentido. Mas vários países são assim. Você vai à África do Sul e muitos sul-africanos emigram, ao mesmo tempo que a África do Sul é um polo para a galera do entorno. Mas qual é a justificativa de quê? De ter saída e chegada. Por que tem boliviano para na Argentina se os argentinos migraram para a Espanha? Porque é perfil social diferente, cara. É perfil social diferente. Então, o Brasil ter 2 milhões e, aliás, é muito bizarro, Rodrigo, ver a declaração dos imigrantes no Brasil, né?
E aí volto à minha mãe, a dona Filomena. Minha mãe era mais brasileira que a gente, tá, pessoal? Desculpa aí. Minha mãe era mais brasileira que a gente. Porque o migrante tem isso quando ele vê a chance, né? Falar mal do Brasil perto da minha mãe. Não era patriota esses fajutos aí, não. E agora, né? Que é patriota, só eles. Os outros não são nada. Minha mãe era "viva". Por quê? Porque minha mãe não tinha essa romantização da Itália. Pelo contrário, detestava o lugar de onde ela saiu, pelo que sofreu lá. Então, se você olhar no YouTube vídeo de imigrante aqui, imigrante venezuelano, angolano, é muito. E eles falando do brasileiro, né? Que essa coisa no brasileiro é meio estranha. Então eles falam: "Pô, o Estado está aqui, o imigrante já está ferrado, né?" Eles falam com alguma cautela do brasileiro que critica muito o Brasil, não gosta do país, sacou? Então pode cair uma questão dessa de saída e chegada.
É, migração Sul-Sul pode ser. Acho que esses exemplos que dei de bolivianos aqui é porque venezuelano entra muito na questão do refúgio, né? Mas e boliviano que não é refugiado, que é uma questão econômica? Então, por que o brasileiro está puto que o Brasil está indo embora e o boliviano vindo para cá? Que depende quem é esse cara, né? Questão das expectativas, né? Zé, a gente, o último gráfico que a gente tinha era maior migração Sul-Sul do que Norte-Sul, do que Sul-Norte, tá? Você inverteu aí a outra que é sempre da saída, mas é muito próximo, cara. É tipo assim, eh, 2% acima e tal, é embolado. É um pouco injusta a comparação, se você parar para pensar, né? Tem muito mais país no Sul geopolítico do que no Norte. Mas é legal para quebrar um pouco essa ideia, né, do cara saindo do mundo periférico. A impressão que tenho é que imigração não diz só respeito a dinheiro, né, diz respeito à expectativa, né, quando você meio que não acredita mais, né?
Eh, é, não, total. A migração, acho um tema fantástico, talvez pela questão familiar, sempre falo, se estiverem em São Paulo, se tiverem algum tempinho, difícil que São Paulo tem muita coisa, né, cara? Museu da Imigração que tem ali entre o Brás e a Mooca é maravilhoso. O Museu da Migração de Buenos Aires também é bem legal. É meio chato de andar até ali. Vá de Uber ou de táxi. É, é do lado de Puerto Madero, mas é meio é do lado do Bookingsbooks. E o de Nova York nunca fui. Eh, que é do lado ali da Estátua da Liberdade. Mas a história da migração é bem isso, né? Opa, Museu da Imigração teve. Então, isso aí, bingo.
Eh, a Talita está perguntando sobre desmetropolização. É, pois é. Isso aí, isso aí está naquele vídeo que mostrei aí do censo. De novo, pessoal, não acho que essa é saber número. Então, não acho que o fato de Porto Alegre e Salvador terem encolhido de população muda o processo. Porque quando Milton Santos criou o conceito de desmetropolização, ele não falou que era encolhimento da metrópole. Eh, está textualmente lá no livro "Urbanização Brasileira". É uma desmetropolização que coexiste com a metropolização. Agora, aceito a tese de que se pela primeira vez nós tivemos metrópoles com encolhimento absoluto, essas duas, tem Natal também, mas Natal não tem o status de metrópole ainda, a capital regional do tipo A. Eles podem usar numa prova meio "babaquice", certo? Errado, o cara pode usar isso, entendeu? Mas é a mesma coisa que falei para o Rodrigo há pouco, o fato do Brasil ter crescido meio ou 0,8, OK, é importante discutir isso, mas vá na tendência. O fato da gente ter tido pela primeira vez encolhimento, para uma prova de certo ou errado, realmente faz diferença, mas reforça o que já vinha acontecendo, né, que as cidades médias crescendo mais. Carolina viu no Global Trends. É, não.
mas aí tem que ter cuidado, Carol, porque vamos lá, eu não sei de cabeça como está agora, mas se você colocar aí um de refugiados batendo 10% dos migrantes econômicos, você tem que pensar que para refúgio a migração é mais sul-sul ainda, né? A gente estava discutindo a migração total e mesmo essa é provável que a migração sul-sul seja maior que a sul-norte em termos totais. Quando vai para a migração forçada não tem nem discussão, porque a galera foge para quem está do lado e geralmente os conflitos acontecem nas áreas pobres, entendeu? Cuidado. Eu posso falar é isso.
Eh, existe um número parecido na migração total sul e sul-norte, provavelmente com domínio sul-sul, tá? Quando eu separo só a migração forçada, aí é vareio, né? Zé falando aqui do Museu da Migração, é bem bom mesmo. Se for um dia de evento, então é melhor ainda, né? Tem dia do migrante e tal e tem de cada comunidade. Aliás, São Paulo é bem, né? Pegar um jogo aí do Brasileirão e ver se eu volto. São Paulo já não vou há mais de um ano. Eh, o de Nova York eu não fui. Nova York não fui. Não posso opinar, mas na dúvida já gosto mais do de São Paulo. Mas é aquilo, né? O pessoal vai ao Niágara aí nas Cataratas do Iguaçu, aí fica difícil, meu irmão, fica difícil de defender, tá? Aí você vira lata na casa do...
Eh, então, ó, exemplo aqui de globalização. Isso aqui é questão dando para. Bem fácil, né? Bem fácil. Até porque a gente não sabe tanto isso. Vocês estudam isso com profundidade, né? Então, o cara faz uma questão de bloco econômico, que na geografia a gente chamaria de integração regional, o que está no entorno, e me mete um NAFTA com livre circulação de pessoas, se eu não me engano. Cadê a política de abertura de fronteira? Tem garantia. É, pô, é bizarro. Minimamente, né? Hierarquia dos blocos e tal. Você tem que ter.
Carol perguntando se ainda existe censo rural no Brasil. Existe. A gente não tem o número, mas existe. Como é que eu posso provar se eu não tenho número? Porque o censo não soltou o número ainda. Bom, é claro que o êxodo rural está cada vez menor, né? Porque a galera já veio, mas o censo atual não soltou, mas a gente tem um censo agropecuário de 2017 e ali o número de trabalhadores do campo continua caindo. Então, provavelmente a gente deve ter. O último dado era 84% urbano, 16 rural, deve estar 87 a 13, 88 a 12. Está rolando, só que em menor número.
Agora, galera, eh, em bloco econômico, bem fácil. Agora, pelo menos uma noção lá de fordismo, pós-fordismo, olhando para o território, tá? Cadeias globais de valor que pode aparecer como regiões, eh, redes globais de produção, essa coisa da desintegração vertical. Outro dia eu fiz uma questão interessante com, ó, que arrogante, interessante. Fiz uma questão com a história da BYD, né, que assim, interessante pensar que é uma empresa que vai na contramão do movimento das últimas décadas, né? Nas últimas décadas é desintegração vertical, né? Eu fazia tudo, Ford, fábrica da Ford em Detroit, anos, sei lá, 30, 40, fazia tudo lá. Aí eu faço a terceirização, out, né, a desintegração vertical, pois a BYD é um movimento oposto, né? Eu estou num ambiente flexível, mas ela começa fabricando bateria e depois vira fábrica de carro também. Então ela faz uma integração vertical. Tem que saber legal, né?
Saber os anos é bem importante na transição demográfica brasileira. Na transição demográfica brasileira é muito importante. Talvez seja aquela questão que ele fala nos anos 20, né, Vanessa? Não sei se é essa que você está falando, o cara bota aqui anos 20. É porque você não vai ter tempo, Vanessa. Você vai ver que montar a questão de certo e errado é difícil. Aí o cara rouba botando a data, mas não é um ano exatamente, é uma década geralmente. Então tem uma questão aí para trás que ele fala assim: "A partir da década de 20 o Brasil teve grande queda da mortalidade para". Não teve. É a partir dos anos 40, porque tem a ver com a urbanização. Pra gente isso não é um detalhe, entendeu? Isso aí faz diferença. Normalmente não é o ano, geralmente é década. Aí tem que ver qual o exemplo que você está falando.
Aí tem que ver, Vinícius, se Vinícius está fazendo um comentário sobre o nível de urbanização do Centro-Oeste. Não acho que se cair Centro-Oeste eles vão discutir êxodo rural. Acho que eles vão discutir o conceito de urbano e rural. Acho que eles vão falar das redes das, eh, por cedo para, hein? Tá que pariu, cara. Como eu trabalhei essa semana por culpa de vocês, aquelas regiões produtivas do agronegócio em que você meio que dá uma misturada. Não sei se você já foi numa cidade dessas. Então você vai, sei lá, Sinop, você, ih, ó, Sinop, bingo, Petrolina, bingo, Juazeiro, se você vai a essa cidade que tem uma força do agronegócio grande. É parte urbana, mas está cheio de loja de irrigação, máquina agrícola, entendeu? Então, acredito que se cair Centro-Oeste, acho que pode cair a coisa do número, né? O fato de ser a segunda região de maior nível de urbanização do Brasil, apesar de ser uma economia do agro. É porque no fundo tem um urbano ali meio estranho, né?
Ah, bom, vamos avançar para o quatro. Geografia. Eu não me perguntei quanto tempo eu tenho. Vou até às 10, hein? Comecei, não foi? Então, temos mais 19 minutos. Geografia agrária. Nunca caiu o 4.1. Está na hora de cair isso, hein? Uma questão da agricultura chinesa, agricultura indiana, alguma coisa nunca caiu, sempre cai Brasil. E aí cai o Brasil ao mesmo tempo, potência do agro, ao mesmo tempo, uma agricultura familiar que tem uma produtividade menor, os conflitos, eh, problemas socioambientais, pode ser uma coisa ou outra. Ano passado caiu assim, ó, a criação da Embrapa, você vê o negócio da data, pô, tem os marcos que você tem que saber. A criação da Embrapa, marca importante, é 73, né, de avanço significativo do setor agrícola brasileiro, foi resultado de uma política pública que visava o enfrentamento de problemas graves de abastecimento interno. O Brasil era importador de comida, né? Então, ó, sistema nacional de crédito rural, Embrapa, PRODER, tudo isso tem a ver com isso. É um item correto e um item fácil.
O segundo é mais difícil, esse três aqui. A expansão do agronegócio. Quarta RIDRI não é RID. Cariri é região metropolitana. RID tem que pegar mais de um estado, a não ser que ele já tenha incluído alguém da Paraíba. Eu não tenho essa informação não. A região metropolitana, eles chamam de Crajubar, né, do Cariri, ela foi criada pelo governador do Ceará. Para virar uma rede tem que ir para o Congresso. Aí é o governo federal. Pode ter o projeto, como tem lá no bico do papagaio que pega Pará, Tocantins, Maranhão, entendeu? Para a região metropolitana do Cariri, que é sul do Ceará, pega Crato, Juazeiro do Norte e tal, virar uma rede. É, pois é. Aí eu tenho que Araripina é a Chapada. Aí, então, ou eles vão colocar o outro lado da chapada, que é a, tiver até lá já. Eh, essa não está no bingo não, porque essa eu não falei, mas tem que ver se está aprovada, tem que ser no Congresso Nacional. Eh, a cidade do Gonzagão Exu, onde tem, até fui ver o museu. Aí tem que dar a volta ali. Me pareceu assim, a conexão não é tão grande, a não ser que seja para o lado da Paraíba. Eu vou dar uma olhada. E depois olha também o projeto que tem o projeto lá do bico do papagaio.
A segunda é um pouquinho mais difícil, a expansão do agronegócio. Essa seria interessante, Talita, não para saber que tem, mas você vê a resposta que eu te dei para saber o conceito. O que levaria uma região metropolitana a virar uma rede? Atravessar uma divisa, né? Você vê que minha resposta foi uma resposta técnica. Se tiver só município cearense, não tem sentido. Entrou em Pernambuco, entrou na Paraíba, está valendo. Então vira RID, que aí provavelmente deve ter um dinheiro público aí para RID. Se eu bem conheço esse país, sabe o, sabe 2003? É, não foi, né? É isso. Mas quando lançaram, pode contar que deve ter um dinheiro. Se se criar um programa que tem uma verba para RID, no instante vão aparecer outras vias.
Tem uma coisa no Brasil que é muito bizarra, que é o que é a Codevasf, aliás, caiu um ministro do Lula aí na Codevasf, não foi? Agora depois ninguém quis desses Podemos da vida, União Brasil, essas coisas aí. E acho que era até Dino o nome do ministro. E a Codevasf, gente, pô. Codevasf, Codevasf, Vale do São Francisco. Ela está no Amapá, cara. Ela está lá no Araguaia, esse maluco aí mesmo. É brincadeira, cara. Por mais que eu seja de uma outra linha política, eu entendo essa coisa da revolta com o estado, não sei o quê. É mesmo. Aqui é que pariu. O país do privilégio, né? Da busca do jeitinho. Então tem Companhia do Vale do São Francisco. Aí o cara está lá, opa, quero. Valeu, a Colubre, se não for Colubre é outro, vai mudando, mas a mesma coisa é para o meu estado, é para o meu não sei o quê. Que pariu, estamos, cara.
A expansão do agronegócio do Brasil foi impulsionada por investimentos governamentais na modernização da agricultura. Sem dúvida. Assim como a reforma aí que babou, porque você não ouviu falar na reforma da política de crédito rural nos anos 80, século XX. Como eu falo para vocês, os itens começam certos. Você marca errado quando você acha um erro. Não, total, então. Total, pô. E aí o que o cara faz é olhar de longe. Eu também quero, pô. Vou querer também se dar o conto para todo mundo. É isso aí. Vai aberto é muito difícil, cara. Realmente é bem difícil. Qual o caminho que a gente vai tentar para o...
E está no DNA desse país, né? Também o eleitor é altamente corrupto também, né, Antônio, eleitor brasileiro é corrupto demais, cara. Que pariu, como eleitor brasileiro é corrupto. Eleitor brasileiro é uma vergonha, né? Não, porque os caras são lixo, a gente sabe, mas eleitor brasileiro é vergonhoso, é bechatório, né? Essa coisa do quero para mim, né? Estou denunciando lá do outro, mas eu quero estar nessa jogada, né? Quando eu falo que o eleitor é corrupto, é aquele que vai votar, porque isso vai fazer, pô, a gente vota em direto, gente, sacanagem. E pior que é um regime, eh, proporcional, mas o cara age de maneira distrital, né? O que piora ainda mais a solução da parada, né? O cara age de maneira distrital, né? Ele vai fazer aqui pela minha região, mas você não é deputado da sua região, cara. E não cai não. Não vai cair não. Graças a Deus. É porque a gente não consegue falar desses assuntos sem tocar nela, né? É porque a geografia às vezes chora, né? Companhia do Vale do São Francisco, toma pá, né? É. Não, mas esse é o mais óbvio. Mas além desse, o que troca lá pelo par de sapato, porque esse é o mais ferrado. Eu, por exemplo, eu tenho uma certa grana, eu sou investidor, então eu podia votar no outro candidato. Eu voto à esquerda porque eu tenho essa crença. A gente vai votar no outro, não vai estar chamando dividendo, né? É disso que eu estou falando, entendeu? E não é assim, é não, porque é melhor para mim, para o meu grupo, médicos que é bom para o médico e professor e sei que cara tem um negócio aqui de não pertencimento, né? De não se ver como parte de um todo, né? Enfim, mas como a Graça já chamou atenção para a gente aqui, isso a parada não cai.
Vamos voltar aqui a essa discussão. Que reforma é essa que você não ouviu falar? Bom, primeiro vamos à teoria, depois vamos à metodologia. Na teoria é o seguinte, eh, o Centro Nacional de Crédito Rural é de 64. Qualquer coisa que fale de uma reforma financeira de crédito dos anos 80 faz sentido, né, gente? Dada a situação econômica da década de 80. E aí o que você tem é o quê? É uma flexibilização para entrada do capital privado. É como nos anos 90. Se o cara fizer um item falando da mudança na agricultura nos anos 90 com avanço do agronegócio globalizado, tudo a ver, não é por acaso, é década de 90, é abertura da economia. Então, da mesma maneira que a década de 90 é um marco para um Brasil mais aberto, o que afeta o agro também com avanço das cargas, né, das trades. A década de 80 é para a questão financeira. Agora, metodologicamente você não deveria ter marcado errado nessa. Poderia estar errado, poderia, mas você não pode marcar errado numa coisa que você não ouviu falar. Ah, não ouvi falar deve estar errado, entendeu? Não ouvi falar que. E aí você tem que olhar para o contexto que era da década de 80. Então, normalmente cai assim, né, essa coisa do agro brasileiro.
Urbana é o que mais tem, pessoal. Urbana. Minha sugestão é isso aqui, cara. Essa é a sugestão para você. Pode pegar a REGIC, dar uma destrinchada na REGIC. Mas olha, olha quanto vídeo tem de Urbana. O que é uma mega cidade, uma renovação urbana lá na Coreia do Sul? O que que é uma acrópole? Salvador, a primeira cidade do Brasil. A Mega Cidade do Caio, Gentrificação em Salvador, a ponte do Rio Negro e a metrópole Manaus. Porque óbvio, né? Eu nas minhas viagens eu vou muito à cidade e eu vou vendo a geografia ali diante dos meus olhos. Então Urbana cai muito, não caiu ano passado. Eu vou me surpreender muito se domingo não tiver a questão de Urbana. Não lembro a última vez que tivemos dois anos seguidos sem Urbana no TPS. Provavelmente vai estar lá. E aí vocês têm que correr atrás disso.
Eh, para Brasil, REGIC é uma é uma dica boa, porque a REGIC, claro, ela é muito grande, mas você olha a parte inicial, né? Toda a base teórica ali. E uma dica final aí de urbana, vai lá no site da GWC, Globalização e Cidades Mundiais que eles soltaram o novo ranking de cidades globais. Não mudou lá na frente, lá Londres e Nova York continuam como alfa mais mais. Mas mas é bom olhar São Paulo, é bom olhar que brasileiras estão ali. Site da GWC.
Eh, enfim. Ah, que mais? Que é mais geografia política. Geografia política tem duas coisas. Uma que eu não acho tão difícil, que é a parte de geopolítica. Se você acha muito difícil, eh, as, tipo assim, se você achou difícil essa questão aqui, também conhecida como teoria do choque das civilizações, a teoria do Hinlands, Hinlands é do Spykman, é porque você estudou muito pouco, isso é um item errado. Do Spykman, não, choque de civilizações é a teoria do Huntington, que é dos anos 90, que ficou famosa lá quando teve o 11 de setembro, não sei o quê, cara. Você tem que saber quatro teorias geopolíticas: poder terrestre e poder marítimo, Pan-regiões e a teoria do Hinlands ou da do poder anfíbio. É o que você tem que saber. O Ratzel é o coringão da parada e tem que saber essas quatro. Então o cara que errou isso aqui é porque na verdade ele tem um conhecimento básico dessas teorias. Tem um artigo pequeno, oito páginas, sensos, consensos e dissensos de Ratzel, não lembro quem é o autor que ele coloca, na verdade é uma é uma é um artigo de uma doutoranda e não, Heartland é do Mackinder. Heartland é do Mackinder. Huntington é outra coisa. Huntington aparece nas aulas porque não é uma teoria geopolítica clássica. Os quatro caras que vocês têm que saber são Mahan, que é o cara do poder marítimo, Mackinder, que é do poder terrestre, Haushofer, que é Pan-regiões e o Spykman que é o poder anfíbio. Esse texto que o nome eu acho que é esse, eh, sensos consensos de sensos de Ratzel até não sei quem. Tem mais outro. Ratzel-Lacoste. Obrigado, Talita. Por que que é Ratzel-Lacoste? O Lacoste, Lacoste é marxista da geografia crítica. O que que ele está fazendo aí na geopolítica? É porque a geopolítica no pós-Segunda Guerra, ela ficou muito associada ao nazismo. Então ela teve um ocaso. O Lacoste nos anos 70 é o cara da retomada da geopolítica, mas já é uma outra geopolítica. Esse artigo aí te dá uma chance. Então, no item seis de geografia política, eh, geopolítica é isso, é saber essas quatro teorias fundamentais. Agora a Talita achou aqui, ó.
A outra parte que é da geografia política, eu acho mais complicado e eu não vou falar dela aqui agora não. Vocês vão ter que recorrer à história, cara. No fundo, galera, essa segunda parte aí já caiu assim, Sudene, eh, Pró-Álcool, Pro, qualquer coisa, faixa de fronteira, qualquer coisa, deliberação do estado que impacta território e espaço geográfico, está valendo qualquer coisa. É claro que você vai ter que usar o seu conhecimento de história, mas por melhor que seja professor de história e os professores de história do CSD são bons demais, impressionante, eh, não necessariamente a aula desse cara acaba sendo tão boa para a prova de geografia por causa do olhar que eu falo sempre para vocês, entendeu? Então vocês teriam que pensar das aulas de história que vocês têm de Brasil, quais, tipo assim, você está falando de Vargas, me interessa falar isso, mas para mim como geógrafo interessa mais a marcha para oeste do que o suicídio, entendeu? Interessa mais a definição de Amazônia Legal do que o suicídio ou do que ter sido ditadura ou ter entregue algo a Benário, entendeu? Ficou claro para você a mensagem? Aquilo que é territorial, mesma coisa com a ditadura, né? Ah, o AI-5, não sei o quê, Mas teve o programa de integração nacional, então tudo que é territorializado tem um peso muito grande e eles podem cobrar qualquer coisa. Essa da Sudene, por exemplo, era um fato que nem foi, né? Era a Sudene foi extinta definitivamente no governo Fernando Henrique e não foi, né? Porque ela é reconstruída, né, no no governo, reativada no governo Lula.
Para a geografia tem muito isso, né? A Amazônia tem muita coisa, né? Na Amazônia tem muita coisa. Pode ser uma questão de rede urbana, né? Com as metrópoles via REGIC. Pode ser uma questão dessa associação entre as estradas e o desmatamento. Acho que a macro tem uma chance razoável de cair esse ano, mas fundamentalmente, fundamentalmente é pensar nessas três Amazônias no tempo e no espaço, né? Três, três Amazônias do Tempo, que é a Amazônia, eh, dos Gois, que vai da Fundação de Belém, em 12 de janeiro de 1616 até, pode escolher Vargas ou ditadura, que é quando começa o planejamento mais forte do estado. Amazônia das estradas, Vargas JK, mas essencialmente ditadura e Amazônia atual, que é o choque desses dois modelos. Três Amazônias no espaço. A Amazônia já muito desmatada, altamente produtiva. Amazônia tem coisas que vocês não imaginam. Quer ver uma coisa que você não imagina? Maior rebanho bovino brasileiro, Mato Grosso. Segundo maior rebanho bovino. Chuta aí. E quando eu te falo Pará, tu fica assim: "Fodeu, não sei nada". Ah, não é que você não sabe nada, é porque as coisas vão mudando, entendeu? Pará tem o segundo maior rebanho bovino brasileiro, porque o Pará está na Amazônia Ocidental. Amazônia Ocidental já é muito desmatada. Então você tem uma Amazônia muito desmatada que é no fundo a Amazônia que é a interface do bioma Amazônia com outros biomas, né? Tem Amazônia Ocidental muito conservada lá onde está a cabeça do cachorro, lá onde está o vale do do Javari, onde mataram lá o Dom Phillips e o e o Bruno lá, que é o indigenista brasileiro e o e o jornalista inglês. E tem uma Amazônia central que é ali meio que o Vale do Tapajós, que é a da incógnita do RLA, né? Então a Amazônia tem muita coisa.
É, pois é. É isso aí. Tem no, vocês não vão acreditar, mas no canal tem um vídeo que eu falo um pouco disso. Tem os três vídeos de Amazônia lá. Um que eu faço aqui em casa, que é mais antiga, no início do governo Bolsonaro. Um que é sobre urbana, eu faço de um hotel lá de Belém e um outro que eu fiz lá de uma FLONA, FLONA Tapajós. Eu fui lá no no rio Tapajós, fiz umzinho. Tem os três lá. Sei se você vai arrumar tempo, né? Quando você lava a louça, talvez você bote lá para tocar se der sorte.
Para terminar, galera, temos só 4 minutos. Ó, aqui essa questão já mostrei. Item sete é onde está a parte ambiental. A parte ambiental pode cair geografia física. Aí se você for fazer a revisão de geografia física, eh, é pegar livro de ensino médio mesmo, né? Clima, vegetação, relevo. Com a banca preguiçosa, é ótimo, porque é só copiar, mas pode cair também política. Aí tem que ter noção, pelo menos numa linha do tempo, né? Então, por exemplo, essa questão aqui, eu também acho uma questão fácil. A política ambiental brasileira é inovadora. Bom, a legislação brasileira é muito avançada, é tão avançada que esse congresso nojento que a gente elegeu, nós elegemos e vamos eleger um pior que esse ano que vem, tá? E essa é a verdade, né? Pior que ele nem espelha a população brasileira, porque a população não coloca exatamente quem a representa, mas enfim, é o que a população vota. Esse Congresso não está tentando destruir a legislação ambiental por acaso, né? É porque ela é boa. Mas ela é boa, mas ela não veio exatamente no movimento endógeno, né? Então a gente não a defende muito, né? Já visto o que está acontecendo com o licenciamento ambiental horário, né? Voltou agora para a câmera, vai passar, né?
A política ambiental brasileira é inovadora, sim, é muito avançada na adoção desenvolvimento sustentável dos parâmetros da economia verde. Sim, desde o início da industrialização de país na década de 70. Pô, aí é esse é o ponto, Vinícius. Esse é o ponto. Bom, se na década de 70 o Brasil botou uma legislação para desvento sustentável, o Brasil é para porque ele já fez antes de existir um conceito de desento sustentável. Aí tem que conhecer qual o marco da guinada ambiental brasileira. E o marco é 81, que é a lei 6.938, de 1981, né, que é a Política Nacional de Meio Ambiente. Então, ao menos uma linha do tempo, você tem que ter noção, se alguém for estudar isso, tem algumas leis que são mais importantes pra gente em geografia, todas que são territoriais, a lei das águas, eh, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, o licenciamento ambiental que eles querem, eh, desmontar agora, essas leis acabam tendo peso grande porque elas dialogam muito diretamente com com o território.
Eh, tudo que você vê do Acordo de Paris interessa a geografia? Não, mas se se a emissão do Brasil por energia é menor, obviamente mudança de uso da terra tem mais chance de cair pra gente, porque é onde vem o vetor maior, né? Se o agronegócio tem uma participação, se a gente tem, eh, técnicas práticas agropecuárias, como sei lá, integração, lavoura pecuária, floresta, plantio direto, agricultura de baixo carbono, tem mais chance na prova de geografia. Por isso vocês acabam levando uma desvantagem quando estudam sozinhos, né? É papo sério, não é papo de vendedor, não. Porque tem essa coisa do olhar, entendeu? Aquilo que para vocês parece mais uma informação, não é? O que se espera no geógrafo é que ele tem um olhar geográfico, né? Senão ele é um jornalista bem formado.
Beleza, queridos? Pessoal, estou na torcida aí, então não esquece, não chega morto-vivo lá, o morto muito louco que não adianta nada, é, seja realista, mas dá para fazer ainda algumas coisas. Eh, o Antônio gosta meu, pessoal de Terra Negra é fantástico. Vitinho, cara, Vitinho é muito, Persia é muito, são os meus amigos. Aliás, tem que marcar cerveja com eles. Eles mandam muito bem. Eu acho que o deles é tão bom que não é nem para estudante comum, né? Eles pegam bem pesado. Galera, valeu, boa sorte. Qualquer coisa, manda mensagem aí pelas redes sociais. Estou na torcida. Tchau, Sofia.