Transcription
Todo empresário tem que ser assim. A gente precisa dessa vontade e dessa performance para fazer diferente.
Eu relaciono muito isso ao crescimento da empresa. Se ele não cresce com o CPF dele, o CNPJ dificilmente cresce.
Não é só a tecnologia que vai fazer tudo, né? Então a gente precisa de bons líderes. Esses modelos de dar uma participação, ele é desafiador. Eu acho que a maioria dos empresários quando não abre a participação, é porque ele tem medo dessa pessoa passar ele. Então se ele tem medo de passar ele é porque ele não poderia nem ser empreendedor. Essa é a realidade. Agora, quando você abre as participações, praticamente você vai liderar os seus sócios. Não existe milagre. As empresas que geram essas recuperações é porque erraram. E essa recuperação pelo nosso sistema tributário atual, ele nos permite que a gente volte os últimos 5 anos. Isso é dinheiro em caixa. Muitas vezes o empresário não olha para isso.
Olha quanto dinheiro na mesa essas empresas estão deixando.
A reforma tributária não é uma reforma de tributos ao meu olhar, mas é uma reforma de negócio, uma reforma muitas vezes da estrutura, que ela não mexe só com o tributo e vai mudar o jogo de muitas empresas. Minimamente escute, minimamente olhe para esse cenário. Reforma tributária tá aí. E se você não olhar para isso agora, pode ser que a tua empresa não exista a partir dos próximos anos.
Sejam bem-vindos a mais um episódio do Avante Talks, o podcast do Avante OpenBank. Sou Luiz Fernando, host deste podcast e também CEO e fundador da Avant OpenBank. E como cohost William Catal.
É isso aí, mais um episódio. Vamos que vamos. William Catal aqui também da Avant Open Bank e com convidado para lá de especial, pessoal. E a expectativa hoje é levar muito conhecimento e um assunto muito importante para o seu negócio. Nosso intuito aqui é sempre levar eficiência. Qual o ganho que o empresário pode ter? E eu tenho certeza que esse episódio vai ajudar demais no seu negócio. Bom, vamos lá. Vamos apresentar nosso convidado. Estamos aqui com o CEO da Larafy. É uma taxtec especializada em consultoria tributária e tecnologia para otimização fiscal. é contador, tributarista, empresários com mais de 20 anos de experiência nas áreas. O meu amigo, sócio no Clash Club, Valdir de Lara Júnior. Cara, seja bem-vindo. Obrigado aí pela pelo seu tempo, pela participação. É um prazer recebê-lo aqui.
Imagina, um prazer. É, é uma honra estar aqui junto com você, Fernando, com Willam também. Acho que isso nos fortalece, isso faz com que a gente cresça e aprenda cada vez mais. É uma honra. Com certeza. Obrigado pelo pelo seu tempo. O Valdir também é um parceiro de negócios com a gente, tanto na Larafá e a gente com Avante com eles. Então assim, tem conteúdo rico pra gente trazer e vai ser um papo muito, muito legal, tenho certeza. Valer, obrigado novamente pela sua presença.
Maravilha. Bora lá. Bom, para começar, queria que você desse um resumo, uma breve história aí da onde que o Valdir veio, para onde que o Valdir chegou. Conta um pouquinho da sua história pra gente, Valdir.
Maravilha. É, tem, como todo empresário na vida, passa pelas suas eh pelos seus crescimentos, né? Mas e eu tenho uma história bem peculiar. Até os 17 anos eu era sambista, eu tocava pagode. Essa é novidade para mim. Samb loucura, né? Eh, então, até os 17 anos eu me dediquei muito. É adolescente, está mais na no mundo da fantasia, só que eu treinava, eu tinha algo peculiar em mim, que eu treinava praticamente todos os dias 5 horas por dia, né? Então, tocando percussão, abria show do revelação, show da exaltação. Então, eu tinha uma boa performance. E quando, eh, na minha vida o que despertou esse mundo empresarial, a responsabilidade, né, vem na nossa vida também, embora eu demorei um pouquinho com 17, mas foi quando eu tive a o nascimento do meu primeiro filho, né? Nasceu meu primeiro filho, despertou aquela responsabilidade, eu virei a chave. Eh, hoje eu tenho quatro maravilhosos filhos, né? Um eu ganhei de presente que veio com a minha esposa atual, mas é três eh foram os presentes que eu tive na vida ali, né?
Que bção, parabéns.
Eh, mas quando nasceu o primeiro filho, foi quando virou a chave, eu tirei toda aquela energia de treinamentos, diários, de validação para o mundo tributário. Então, eu criei uma paixão para o mundo tributário, estudando todos os dias, muitas horas por dia. Até hoje estudo minimamente todos os dias uma hora, né? ol esse mundo tributário. Então eu só troquei a chave do mundo do samba, do gosto do treinamento e virei a chave para o mundo tributário.
Você já tinha constância, né? Você aprendeu, já tinha constância, né? E aí trabalhei como funcionário uns três anos da minha vida e tive minha primeira empresa.
Legal. E como que foi aí essa decisão para sair de funcionário para montar a empresa? Como que isso apareceu na sua vida?
Os frios na barriga são gigantescos, né? Então, como eu estava ali três anos já trabalhando como funcionário, é uma empresa que eu consegui crescer ela eh consideravelmente. Eu fiz minha primeira faculdade lá, eu tenho cinco especializações na área tributária, eu iniciei uma especialização na área tributária nesse escritório, então eu acabei alavancando, mas sem a a sensação de ser empresário, mas como colaborador. E chegou um momento que eu decidi eh ali eu já estava com mais um filho, né? Então eu já tinha o João, hoje eu tenho o Deric, o João, a Joana, a Alícia, né? Então eu já tava com dois nessa época e decidi empreender. O frio na barriga gigantesco. Meu pai sempre foi mais audacioso do que eu. E eu cheguei para ele e perguntei: "Pai, e agora que eu faço? Eh, vou para esse mundo, abro o meu negócio ou não abro?" Se perguntar para mim já sabe a resposta. Eu já tinha feito isso lá atrás, né?
Olha que legal. e abri o meu primeiro escritório, abri o meu primeiro empreendimento, vendendo num num em um universo que não era tão tecnológico como é hoje. Então, com os desafios da vida, eu lembro que eu imprimia eh as minhas propagandas, os panfletos, os flyers num A4 e entregar nas empresinhas menores, né, já fazendo especialização e olhando para esse mundo tributário. Mas esse primeiro negócio nada mais era que um negócio tradicional, como sempre hoje é constituído uma contabilidade no mercado, né? Então eu também comecei assim e depois mudei a chave, fui mudando o jogo. Essa primeira empresa chamava DLG, que era de Delara e Grebog. Delara do meu sobrenome, né? O Grebog era um dos sócios que eu tinha na época, porque como minha especialidade sempre foi tributária, societária e contábil, eu precisava de alguém no RH.
Hum.
Senão, como é que ia entregar os processamentos, né? Mas foi mais ou menos nesse sentido. E de lá acabei terminando outras especializações, vendi esse negócio, constituí um outro maior, mais voltado paraa consultoria tributária, atendendo empresas high ticket, tive um universo, tenho mais de 20 anos nessa área, né?
Quanto tempo você ficou com a DLG, né?
Na DLG eu fiquei mais ou menos uns 4 anos com ela.
Qu anos? Vendeu essa empresa, fez um de uma venda, como foi esse processo aí?
foi meio maluca, porque na época, como eu tinha essa e até hoje gosto muito dessa área tributária, eu conheci um dos meus que foi um dos meus sócios também nessa movimentação. E esse meu sócio, ele era mais audacioso também, marqueteiro, tinha bastante estratégia de empresa. E ele olhou para mim e me viu a minha performance, falou: "Olha, você entende de tributação como ninguém, então vamos atender o mercado de lucro real, vamos atender as maiores empresas e vamos entregar consultoria tributária e a contabilidade ela entra como se fosse um agregado disso." Eu falei: "Vamos, vamos fazer isso daí". E eu coloquei essa minha empresa, que era uma das minhas condições, dentro da outra. Eu falei assim, ó, só faço porque eu não quero perder receita, né? Então eu tinha muito receio, imagina, saí de um universo eh de seletista, fui empreender, então qual que era os desafios nossos, né? Perder receita, perder dinheiro nessa movimentação. Coloquei dentro do negócio. Claro que contamina, porque uma tinha uma tradição atender volumes de empresas do Simples Nacional, presumido, e a outra atender real. naquela movimentação, vendia no mercado, geralmente contabilidade ele vende oito vezes o seu faturamento, o mercado de de para vendas, um MD, alguma coisa, né? Então é oito vezes o faturamento. Vendi oito vezes o faturamento, um outro contador que era mais tradicionalista comprou e eu segui nessa nova jornada mais de consultoria tributária, mais empresas estratégicas e claro que também com contabilidade. E ali me despertou um outro eh um outro movimento importante na minha vida que foi a tecnologia.
Legal. Então a tecnologia ela também conseguiu dar escala para isso. E isso pensando lá em 2018, por exemplo, falar em tecnologia, inteligência artificial, não tinha nada disso, gente. Era,
não era tão usual e falado igual é hoje, né?
Sim, sim. Zero, zero.
Era quase mato, né?
É isso mesmo.
Legal. E e o que que despertou isso de tecnologia para você? E, e hoje a gente entendendo seu negócio é super importante, né? Mas o que que curiosidade mesmo? você é um cara fuçado. Que que
eu eu sou uma pessoa que pego rápido as coisas no sentido eu gosto de fazer sozinho, né? Então, quando eh eu comecei nesse universo de cruzar dados, fazer interseções, que nada mais é que a consultoria tributária, isso seja no Brasil e qualquer outro país, é você pegar informações, números e fazer com que aqueles números tenham uma base de cálculo, tenha um fato gerador, tem uma alíquota para ser aplicada a ela. Isso até falando assim parece ser simples, mas dependendo da volumetria de dados que uma empresa tem e o do tamanho que ela tenha, isso gera uma certa dificuldade, um certo tempo. E eu comecei a olhar pro campo de tecnologia, porque eu queria dar velocidade a isso, eu queria padronizar isso. Eu sou uma pessoa que, se o cartão tiver bagunçado na mesa, eu gosto de acertar o cartão, né? Eu sou muito metódico.
Então, na equipe de consultoria tributária e hoje nesse universo tem pessoas que muitas vezes gostam do relatório com a fonte X, outra com a fonte Y. E aquilo me incomodava demais, aquilo me pegava no qual sentido? Eu preciso ter padrão, eu preciso ter fluxos, porque o quanto mais padrão existir nessas movimentações, mais rápido, mais assertivo e mais seguro seria. E comecei a estudar robotização do processo. Foi um primeiro momento, né? antes de olhar para pro machine learning, antes de olhar inteligência artificial, de fato, eu olhei robotização do processo, porque se eu consigo, se hoje eu pego, importo num software, gera um monte de planilha de Excel e eu faço um monte de interseções de dados, se eu tiver algo nessa nessa vinculação, ele acelera esse meu processo, eu fico com a análise mais técnica, né? E assim que começou, eu comecei o estudo sozinho dessas tecnologias, né, para aprender e montar o time.
Que diferente, né? você, sua formação é de contador,
contabilidade,
cara. O cara mexer com contabilidade pra tecnologia não não é habitual, né? Não é uma coisa normal no processo, né? E olha como a curiosidade e ter querer uma excelência no padrão te levou pra tecnologia e principalmente entendi aí por ser autodidata, né? que gostar de estudar e gostar de aprender te levou nesse nesse nível de conhecimento.
Eu acho, Fernando, que isso é todo empresário tem que ser assim, né? Eh, eu até quando abri meu primeiro escritório, por exemplo, hoje tem muitas plataformas para que você crie o o nós chamamos de criativo. Na minha época eu criei o meu flyer sozinho no cor draw, não sabia nem mexer e aprendi a mexer em uma noite, né? Então acho que a gente precisa dessa dessa vontade e dessa performance para fazer diferente, porque se a gente sabe fazer, a gente consegue ensinar do jeito que pelo menos é a nossa visão, é o nosso processo, né?
E e você falou uma coisa curiosa, todo empresário deveria, né? E e até uma indignação minha que a apesar de ser óbvio pra gente, muita gente não faz. Ele acha que vai se tornar empreendedor, que eu acho que até o empreendedor é um passo antes do empresário, porque o empresário ainda ele tem mais uma robustez, ele lida com muitas coisas, ele não deixa de ser empreendedor, né? Eh, mas ele para se de se desenvolver, ele pega o negócio dele ali no começo e fala: "Ah, tá tudo bem, deixa eu tocar" e o dia a dia acaba consumindo ele e ele não anda. Eu eu relaciono muito isso ao crescimento da empresa. Se ele não cresce com o CPF dele, o CNPJ dificilmente cresce, né, Valdir? também concordo com isso. Eu acho que e tem alguns alguns desafios, alguns níveis que a gente passa na empresa. Eu já passei isso também, passo todos os dias, porque cada nível que você chega é um novo desafio ou de volume de pessoas, você tem que mudar lideranças, tem que colocar novos processos, time comercial. E em um determinado momento até na Larafai, quem estava vendendo era eu, vendendo, não vendendo com técnicas de venda, mas vendendo com técnicas tributárias. Hoje eu já não consigo mais fazer isso. Hoje eu tenho um time. Para ter um time tem que ter processo, né? Então o empreendedor muitas vezes, na verdade a falsa sensação dos novos que entram no mercado é imaginar que empreender é ganhar um determinado valor pro laboró, até mesmo os dividendos e achar que parou por ali. E na verdade não, cada momento tem uma barreira diferente pra gente quebrar. E aí isso é difícil. E o legal, né, complementando, tem uma máxima também, né, o conhecimento, tudo que eu estudei, os recursos me trouxeram até aqui, mas o que vai me levar para o próximo nível é sentar de fato na cadeira de aluno, né, e virar eterno aprendiz. Então eu vejo na sua história, na sua trajetória, que essa posição de ser um eterno aprendiz, mesmo tendo empresa, mesmo sendo empresário do seu segmento, é uma visão totalmente importante, que não é só para empresários, é para qualquer pessoa que quer avançar e desenvolver, né? E tem tem um ponto que o Valdir falou eh que é muito forte, pelo menos eu vivo isso como como empresário, que cada fase da sua empresa você vive uma dor e é e essa dor necessita de um conhecimento. E e às vezes é até confuso isso, né? Ah, eu tenho que saber de tudo. Não, cara. Começa no passo que você tá equador que você tem e vai se especializando e vai pro próximo nível e vai fazendo. Eh, a gente tinha muita máxima aqui de cresce e organiza, mas a gente cresceu muito e depois para organizar é um problema danado, né?
Só.
É. E, e você tem isso na sua empresa também, mas eu até pelo seu perfil, talvez eu acho que você sempre foi organizado e depois foi crescendo ou não?
Geralmente crescemos antes, né? coloca a receita e depois ah, vai organizar o furacão, né? Mas claro que a gente vai criando medidas, então eu já passei por outros negócios, já vendi negócio, já sofri muito eh com processos no meu negócio, né, que é a consultoria tributária, que é a contabilidade e tecnologia. Então eu já sofri muita coisa. Claro que a gente vai aprendendo com esses erros, né? Por exemplo, hoje eu tenho eh pessoas, líderes, diretores, que realmente têm o mesmo perfil do que o meu, que realmente eh tocam a operação, conhecimento, que tem um pedaço do negócio.
Legal, né? Que se eu não faço isso, eu não seguro essa pessoa. Se eu não seguro essa pessoa, não é só a tecnologia que vai fazer tudo, né? Então a gente precisa de bons líderes.
É o conceito de de partnership que você tem.
É, é.
Ah, legal. O o Denner bate muito isso, né, da V4, que quando você implementa esse conceito, realmente a pessoa se empodera como dono no no espaço dela ali e entrega o máximo dela, né? O que que que você acha? Que que acontece de diferente? Porque tem tanto sucesso esses modelos,
esses modelos de dar uma participação e e ele não ele é desafiador, né? Porque você tem que também ter uma boa condução. Eu acho que a maioria dos empresários quando não abre a participação é porque ele tem medo dessa pessoa passar ele. Então, se ele tem medo de passar ele é porque ele não poderia nem ser empreendedor. Essa é a realidade.
Legal.
Agora, quando você abre as participações, praticamente você tá também auto se cobrando. Então, praticamente você vai liderar os seus sócios, né? Que sejam participações pequenas, você, eles precisam ser liderados. E nessa relação o desafio é colocar eles sempre na mesma página. É colocar eles para que não é ser dono do negócio, é visualizar um resultado. E como é que eu chego nesse resultado? Porque se só ser dono do negócio, ele vai querer ir pra praia, ele vai querer descansar e muitas vezes não vai fazer sentido isso.
Só quer colocar no no LinkedIn que é sócio
e é empreendedor.
Mas você entende também, né, Valdir, que mudaria a mentalidade. Você vê dessa forma que mudaria a mentalidade, por exemplo, ah, eu cuido de um segmento ou de um negócio aqui, né? O meu olhar tá mais para cá. A partir do momento que ele se torna, né, um sócio através de um partnership, você acredita que ele olha com as outras áreas dele, começa a ver o detalhe de outras áreas e sempre vai trazer ideias e sugestões paraa melhoria? gera preocupações, mas o primeiro momento e pelo menos que aconteceu comigo em algum alguns dos sócios que eu coloquei, como eu tenho o negócio de tecnologia, contabilidade, eu tenho sócios espalhados para que eles também performem e também acreditem nesse negócio. O primeiro momento é achar que o trabalho vai ser mais leve, que o trabalho e ele vai ter pessoas para que execute o que ele faz. E não é assim. Na verdade, o trabalho será dobrado, ele será mais cobrado até para que ele se mantenha nesse negócio, ele tem que trazer mais resultado, ele tem que me ajudar pensar naquilo que eu não sei, naquilo que eu desconheço. Ele tem que trazer isso e e criar essa mentalidade é com uma jornada forte, é com uma cultura forte, que senão ele não cria.
Olha que legal. Eh, ele tem que trazer as soluções ou as ideias ou se complementar no no que eu sei, né? Eu acho que é é um grande olhar para para ter sócio, né, Valdir? eh colocar essas pessoas que te complementam, né? Eu acho que é é o que faz diferença.
Mas tem muita gente que tem medo de de colocar inclusive de fazer esses programas de partnership, alguma coisa assim, justamente talvez porque tenha uma cabeça um pouco mais fechada. Que que você pensou lá quando você fez? Qual que foi sua? Penso que as pessoas não fazem pel um receio de que aquele sócio passe ele.
Entendi.
E esse de passar ele, eu quero que os meus sócios me passem, porque isso me faz ter energia para continuar estudando, energia para continuar liderando, porque se eu não tô sendo mais líder, então quer dizer, vou ganhar meus dividendos, não preciso mais trabalhar, né? Deixa eles trabalharem, eles tocam um negócio melhor do que eu, né? Até um detalhe legal e importante é a minha minha própria esposa, hoje ela é minha sócia também, ela ganhou essa participação por mérito, por esforço eh no negócio e ela cuida de toda a contabilidade,
né? Então ela ganhou essa relação. Ela é muito boa na questão de liderança, de gestão também contabilidades, tem processos, então ela mais metódica nisso daí, mais consciente, né? estável. Isso facilita, facilita bastante.
Complementou e muito. Então
é ela está presente aqui nos assistindo, né, Valder?
Uma honra recebê-la também, viu?
Com certeza, pô. Legal. Vamos, vamos voltar só na então da venda da DLG. Você já foi pra fundação da Lara Fai ou ainda teve alguma coisa no meio do do caminho aí?
Teve, teve sim. Eu fui, eu constituí, conheci uma pessoa e nesse processo que também aprendi muito com ela. Então, Valdir, eh, na época da DLG sempre foi uma pessoa muito técnica, eh, uma pessoa que era, sempre gostei muito da área tributária, então nunca me posicionei como contador e sim como tributarista, eh, por estudar muito essa vertente, só que muito técnico, então as minhas discussões eram mais imbativas do que construtivas. Aí conheci um sócio nessa jornada e uma outra empresa, uma empresa que hoje até tem uma referência no Senado, que ele que divulgou a calculadora do Senado. Então fui sócio dessa empresa também, né? A gente construiu juntos nesse movimento e a pessoa que estava comigo lá acabei acabou me trazendo outras energias, energias de aprender estratégias de mercado, energias de de aprender a parte comercial, marketing. Então, quer dizer, eu deixei de ficar mais técnico e virei mais estratégico, né? Então, e também vendi essa empresa em 2020. Quando eu vendi ela, daí sim eu construí a Larafai.
Entendi. Eh, isso é um conceito do Flávio Augusto, né? Toda empresa que ele constrói, eh, no final ele pensa sempre na venda, né?
Sim.
Você acha que que é sempre assim ou não? Igual na sua atual empresa, você tem um apego, quer deixar ela familiar ou não?
Olha, a gente naturalmente por imagino que por ser eh por sermos seres humanos, a gente tem esse apego emocional naquilo que você cria, naquilo que você se dedica. Por exemplo, até hoje na parte de tecnologia, eu tenho um dia na semana que eu viro à noite com o meu time. Eu viro a noite desenhando, criando novas regras, buscando novas tecnologias.
Vir noite, literalmente.
Literalmente, né? Isso, literalmente. Começo 6 horas da tarde e termino 4 horas da manhã, 5 horas da manhã. Vamos lá, pessoal. E termino nesse momento. Daí, claro que eu acordo mais tarde, 9 horas eu tô na empresa novamente e continua o dia.
Boa, cara. Você vê que o sucesso não não é por acaso, né?
Não, não é fácil, né? Não é fácil. Tem um caminho, existe um preço, né? Caramba, cara. Eu tenho uma rotina bem pesada no meu negócio. Por exemplo, toda semana na segunda-feira eu sempre chego lá segunda, terça e quarta, 7 horas da manhã. E e esses alinhamentos de 7 horas da manhã é com ou time de vendas de consultoria tributária ou o time de vendas do robô. Então um dia um ou outro e na quarta-feira com o time de marketing.
Então é um alinhamento e eu gosto de fazer esses 7 horas da manhã para saber quem que está engajado na empresa, quem realmente está vestindo a camisa da empresa, quem acredita naquilo que nós estamos vendendo. Então as pessoas hoje estão participando todas. Então eu vejo que tem esse engajamento.
Isso é cultura, né?
É cultura. Isso aí foi difícil construir, difícil, difícil é constância, difícil é manter, porque nós como empresários, quando a gente tá ali assumindo todos os riscos desse negócio, eh, e quando você assume esses riscos, você tem muitos compromissos. Então, eu tenho muitos movimentos ainda operacionais. Quem me vê andando muitas vezes viajando com a esposa, eh, para outros países, olha, ah, o Valdir tem uma boa vida, mas não é assim, né? Então tem vários, várias entregas ainda. Faço todas as entregas de planejamento tributário passo na minha mão.
Então isso é operacional. Eu não consegui ainda delegar porque ainda existe falhas no processo que eu preciso cuidar para que esse processo processo saia da melhor maneira. Então a gente quando a gente olha isso, é porque a constância de manter esse essa jornada, esse esse ritmo não é fácil.
Legal. Você acha que para construir essa cultura vem desde o início ou você conseguiu mexer no meio do caminho?
Eu mexi no meio. A gente vai aprendendo, pelo menos no meu caso, eu aprendi, eu percebi, eh, participando dos nossos masterminds da vida, olhando que outras empresas estão fazendo, falei: "Vou fazer também, né? Eu acho que eu sou muito do do da da regra que nunca é tarde para começar.
Uhum.
Sempre. Eh, então se eu percebo que estou errado, eu começo dali em diante e acerto e mudo o jogo.
Não tem problema de corrigir rápido e se tiver na rota errada já muda e já coloca para jogo que aprendeu da maneira que você acha correta, né?
Eh, eu até bato um pouco nessa questão de de cultura. Eu falo muito pro pros empresários, tem muito, você abre uma empresa, você fala assim, ó, máquina de vendas, máquina de marketing, máquina de sei lá o quê. A primeira coisa que eu olharia hoje se eu fundasse Avante novamente seria pra cultura da empresa, porque eu entendo que isso aí move todas outras coisas. E o funcionário engajado, igual você falou, não não tem preço e ele produz muito mais do que uma pessoa não engajada e e fora da da sua cultura, né, Valder?
Acredito nisso também. Acredito que o funcionário, claro que para que ele tenha toda essa energia, ele precisa ter uma visão eh de futuro, né? Então ele precisa saber aonde que ele pode chegar nessa empresa e quando ele tem essa visão clara, ele tá junto com você. Mas eu acredito nisso também.
Legal. E eu vejo também como cultura, né, eu ando acompanhando muitos, né, empresários e a cultura também é uma ferramenta paraa estratégia acontecer, porque sem a cultura a estratégia não acontece. Então não é algo só que tá pautado ali e numa pedra e não vai mudar. Ela muda o tempo todo conforme os objetivos, conforme, né, o crescimento também da empresa, né?
a falta de cultura come a estratégia no café da manhã, né?
É porque você pode alinhar tudo no estratégico, hora que desce pro tático, pro operacional, se a se a equipe não tiver comprada, não vai acontecer, né?
Sim, vai sabotar.
Legal. Bom, então aí você chegou nessa empresa, vendeu também e começou a Larafai.
Comecei a Larafai, né? A Larafa eu comecei ela como consultoria tributária, ou seja, segui cartilha, deu certo uma porque não vai dar certo a outra, né?
Legal. Então, comecei seguindo cartilha, montando consultoria tributária. Hoje o mercado brasileiro eh em contabilidades, e isso que eu sou contador, mas infelizmente os contadores hoje são verdadeiros despachantes do fisco. Então, por isso que tem muita recuperação de crédito tributário, por erros, desconhecimentos, faltas de habilidades, configurações erradas em RPs.
Olha, né? Então, e é isso, é o nosso universo brasileiro, seja no atual movimento ou com a reforma tributária, isso não deixa de existir, porque eu eu sempre comento, né, e aqui não não tô colocando o mercado num todo, tem pessoas diferentes, mas são mínimas, porque todos os contadores, na verdade, no Brasil são ricos, eles ganham bastante no volume. É, esse é o problema. Então, vamos imaginar que um escritório lá que atenda eh 1000 empresas do Simples Nacional, cobra R$ 1000 de cada uma, ele tem 1 milhão de faturamento mês, um resultado gigantesco que ele vai colocar um monte de estagiário para entregar as guias do Simples Nacional DAS, né?
Faz o básico.
Então ele faz o básico e daí ele não se preocupa com a estratégia e com a movimentação da empresa. Reforço não é para todos, mas o nosso mercado sofre desse mal. E aí eu montei a Larafai com esse objetivo da consultoria tributária. E nesse objetivo, pensando nesse mercado, por isso que é um mercado até tem divulgações recentes do Fisco, comentando de divulgando os trilhões que ele tem, que as empresas podem recuperar e que desses trilhões que existem parados aí nos cofres do fisco, 16% recupera e todo o resto não. Então, olha só, 16%, então olha quanto dinheiro tá perdido. Eu queria ter ter ciência desse número. Caramba, saiu agora recente. Recente.
Então a gente vai entrar nesse tema, pessoal. Ó, pega o papelzinho, pega a caneta. Isso aqui é dinheiro no caixa da sua empresa. Isso aqui é fundamental.
Eh, vai ser uma aula, tá, sobre tributos. Oder, explica pra gente, ó. A gente é leigo, igual a maioria de quem tá assistindo a gente. O que que é recuperação tributária? Como que funciona isso aí?
Boa pergunta, Fernando. Boa. É, e é uma das mais confusas, né? Mas quando a gente fala de recuperação tributária, a gente tá falando de ver o passado, de olhar o que você que existiu na sua operação. E se tem recuperação, é que é inevitável. Ou você errou, ou você foi mal assessorado, que é aquilo que eu comentei, ou configurou errado seus o seu RP, o seu sistema, emitiu notas fiscais incorretas. Então, não existe milagre. Embora no universo de consultoria tributária, ele é bem amplo e tem muitas movimentações até com dívidas, tem uns que até se aventuram com direito creditório, precatório, que é um risco eminente eh neste universo. Eh, as empresas que geram essas recuperações é porque erraram, erraram numa apuração, num tributo sobre o consumo, por exemplo, num pisico cofins, tiveram, colocaram uma base de cálculo errada, esqueceram de uma alíquota zero num produto que tenha algum incentivo. Então tem várias anuâncias nessa movimentação e essa recuperação pelo nosso sistema tributário atual, ele nos permite que a gente volte os últimos 5 anos. Isso é dinheiro em caixa. Isso representa, muitas vezes o empresário não olha para isso. Tem a sensação eh que isso vai acender um alerta no fisco. Tem a sensação que isso é arriscado, porque existem muitas movimentações que de picaretas. É isso. Essa é a realidade, né? que vendem sonhos mesmo, vende um título que não existe, você usa aquele título que nem pode utilizar e acaba caindo no no na fiscalização. Agora, quando você faz uma recuperação de algo que você pagou indevido, é teu direito. Então, se você tem lá uma nota fiscal que você emitiu ela e, por algum motivo cancelou e o teu contador lançou ela como se ativa ela estivesse não cancelada, você pagou o tributo sobre ela. Uma operação que não ocorreu. E são erros simples que geram a recuperação tributária. Não é nada complexo. Muitas vezes para empresas é carregamento que nós chamamos de saldo credor. Então em um mês ele teve um saldo credor lá, ou seja, entre débitos e créditos numa empresa do lucro real, por exemplo, entre débitos e créditos do PIS e Cofins, ele ficou credor. Que que quer dizer que ele ficou credor? Que ele não precisa pagar aquele mês o PIS e Cofins e aquele saldo ele pode usar pro próximo. Esquecem de carregar esse saldo. Coisa simples, né? Por quê? porque trocou de contabilidade, porque a contabilidade não tinha um um software automatizado que carregasse esse saldo. Então tem várias vários processos que são deixados de cumprir, que geram esses elementos,
cara. E e isso aí é loucura, né? Porque a gente que é empresário fica correndo tanto atrás de resultado e às vezes o dia consome a gente mesmo e a gente quer ser assessorado por um por um contador, entender se tá sendo feito da maneira correta, mas às vezes é olhado dessa maneira aí de forma banal mesmo e acaba passando. E e se tem um trilhão na mesa para recuperar, é que na verdade a maioria deixa passar. Então, cara, olha isso. E o e o Flávio Augusto fala muito disso, né? Quando ele fala assim, ó, qual é o modelo de negócio que que eu vou fazer? Ele fala de de empresa que pode, público endereçável grande, empresas que tenham margem boa e dentro da margem boa ele sempre fala de do tributário. E olha quanto dinheiro na mesa essas empresas estão deixando. Eh, por que só 16% vão atrás? É falta de conhecimento? O que que acontece? Porque se é devido eh é de direito, aliás, por que que é é falta de conhecimento? Eu não sei.
Muitas vezes é receio, é medo, né? Como o mercado, como de contabilidade, eu comentei que existem as pessoas, a maioria despach do fisco porque ganham dinheiro fazendo isso. No mercado de consultoria tributária existe muita venda de sonho, né? Então, existem muitas pessoas que se aventuram nesse mercado sem o devido conhecimento e aí sim aí colocam em risco o negócio. Então, muitas vezes o empresário escuta, ah, o meu amigo fez uma recuperação tributária e foi fiscalizado e depois de de ofí tem 5 anos para fazer isso, foi fiscalizado depois lá de 2, 3 anos, ele teve que pagar multas pesadíssimas em função da recuperação que ele fez. Mas por que disso? Porque existem essas pessoas que acabam oferecendo algo que força as margens da legislação. Não é uma simples recuperação do que você errou. É um entendimento que muitas vezes coloca em prática que a Receita Federal entende que não. Então esse é o risco da consultoria tributária. Agora, se você pega uma consultoria que é mais no foco da fiscalização para que você implemente isso no entendimento da receita, praticamente o risco é zero, porque você tá fazendo a mesma coisa que a receita tá pedindo para que você faça.
É, não, cara, é loucura, né? Porque você vê um alguns picaretas eh ludibriam o direito dos empresários a receberem o que é de fato. Porque assim, ó, o que eu entendo, se só receberem o que é de direito, o cara já tem muito dinheiro na mesa. E tudo isso talvez jogue uma fumaça aí que atrapalhe os empresários ou deixem eles com medo de de receberem o devido.
E olha que interessante, né? R$ 1 economizado. Hoje é como se fosse R$ 1 de lucro, né? Olha a estrutura que o empresário tem que ter para vender R$ 1.
R$ 1 economizado ou ali, igual você falou, deferido pela receita, ele vai poder descontar de impostos que não são poucos, né? Eu sempre falo que é devido, mas às vezes mal utilizado. Mas olha que interessante, é dinheiro na mesa, né? É muito dinheiro. É muito dinheiro. Hoje em média pensando em recuperações tributárias do que passam na mão do nosso negócio, é de 3 a 6% do faturamento da empresa. Então é algo é quando você fala faturamento, é mensal ou não?
Mensal. Mensal, né? Então de 3 a 6% é isso é o que gera de recuperações dos últimos 5 anos. Então
eh só só para entender essa conta, vamos supor que o cara fature 2 milhões por mês aí. É sobre esse valor? Não, sobre o anual, desculpe. Sobre o anual, né?
Ah, então ele fatura 20 no ano. É uma conta simples aí de três a seis ele teria receber, vamos supor, se tá no seis ali 20 no ano, 1.H200.
É isso aí. Aí tem muita marine.
Nossa, é é realmente para só para 16% saberem dessa informação ou terem medo, eu acho que que é falta de realmente de encontrar pessoas sérias e capacitadas que que façam bem feito, que aí eu acho que entra no caso de vocês, né, Vir?
Sim, sim, sim.
Eu eu acho que vocês são super reconhecidos no mercado, tem um produto incrível. O que que a Lara faz? faz diferente quando tem essa questão de recuperação tributária. Como como que ele o cliente chega em você e fala: "Putz, aqui é o lugar que eu vou que eu vou fazer, que eu vou que eu vou resolver essa dor".
Hoje, Fernando, você já nos conhece, William também, mas eh hoje o que nós entregamos, como eu sou entusiasta da tecnologia, eu gosto de tecnologia, a gente tem muito processo embarcado em cima de inteligência artificial, de robotização de processos. Por exemplo, no nosso grupo existe o Laratex. O Laratex é o único robô no Brasil com mais de 1.2 bilhões de cenários tributários possíveis e mapeados, que entrega uma um diagnóstico prévio. Ele não entrega o resultado, mas ele entrega o diagnóstico prévio em 30 minutos de qualquer tamanho de empresa. Já passaram mais de 20.000 empresas na nossa base. A gente lançou ele em dezembro de 2024. Já mais de 20.000 empresas, empresas bilionárias, faturamentos bilionários, né? E cruzando isso do varejo. Por que que eu digo isso? Que o varejo gera muita volometria,
mais complexo, né?
Muitos dados, né? E passar isso em 30 minutos é muita coisa. E isso assegura que a gente tenha processos mais eh realistas, porque não é pessoa cruzando.
Não. E é totalmente diferente, né? Isso é tecnologia própria,
própria, própria.
Vocês que desenvolveram, foi nessas madrugadas aí que
Foi nessas madrugadas.
Caramba. Então você tá falando que essa empresa que talvez tenha o direito de reaver o imposto a mais, ele chega até você, tem uma inteligência artificial que em 30 minutos dá um resultado prévio do que ele pode ter a a receber. É isso.
É isso mesmo, né? E vale ainda reforçar que no mercado tem muitas que se divulgam assim, tem muitas empresas que que colocam lá, olha, a minha tecnologia, você coloca o teu CNPJ, eu te digo o quanto você tem a recuperar. E aqui existe um alerta grande. O que que eles fazem? Uma estimativa com base nos teus quinais, que é o Código Nacional Atividade Econômica. No nosso caso, não. No nosso caso, o robô ele vai até a Receita Federal. Você libera a procuração, é claro, né? Você nos libera uma, nos autoriza ao canal de buscar as informações, porque sem dados não existe cruzamentos. Então o nosso robô vai sozinho, puxa todas as obrigações acessórias, PDF, TXT, tudo que vocês possam imaginar de extensões.
Coloca isso, é um SAS, né? Então é ele é cloud. Coloca isso. Usamos a estrutura do Google num cloud do Google, nós usamos o Big Care para fazer isso. E ele transforma todos os dados com as nossas políticas, com os nossos cruzamentos, com mais dos 20 anos que eu tenho em consultoria tributária também. Hoje até tenho clientes que usam o meu robô, que são ex-auditores da receita, que são ex-conselheiros da do CARF, que usam e aprovam o nosso robô que está no mercado também para que faça essa validação, para que faça esses cruzamentos, que é o mais demorado, é o mais difícil.
Sensacional, né, Catal? Que que que diferença? pensar colocar um monte de seres humanos para fazer? Imagina o quanto de quanto de falha e o cruzamento de formação.
E pura e eficiência também num resultado real. O que você falou aí para mim fez sentido dos caras que só fazem um presumido do que é igual praticamente você falou: "Ah, o cara fatura 20 no ano, pode ser de três a seis, ele pega o kiná e fala: "Esse aqui é quatro". Fala: "Ó, eu acho que você tem aqui 800.000 receber, mas não tem profundidade nenhuma, nem assertividade, né? Ele só atrai o cliente na verdade. Então é isso, para continuar para continuar o processo.
É. E aí vai que movimento humano, energia humana para fazer cruzamento, que muitas vezes não vai sair no padrão. Daí eu chamo do SAP, né? Vocês sabem que é o SAP?
O sistema SAP,
não, o sistema avançado de planilhas mesmo, né?
Aí eles usam muito o Excel para fazer isso.
O Catal adora uma planilha, viu?
Aí o que acontece? célula do Excel é muito fácil errar, ainda mais com a quantidade de volometria, fazer um proc errado, fazer um somac errado. Isso é muito fácil,
não? As fórmulas ali podem podem dar problemas.
Bom, legal, fez essa análise pelo robô. Quais são os próximos passos? Quanto tempo
A gente tá falando nisso? Você falou o robô meia horinha ali, então e o restante do processo?
Hoje uma consultoria mais tradicional para entregar um trabalho, um estudo que seja de um tributo, né? Vamos pegar lá o PIS/COFINS, as contribuições, né? Ele vai levar em média de 30 a 60 dias. Por que que ele vai levar isso? Como eu comentei, ele vai lá manualmente, abre o que nós chamamos de ECAC, que é o Centro de Atendimento ao Contribuinte à Receita Federal, e começa na mão baixar as informações. Só que se nós temos pelo nosso Código Tributário Nacional os últimos 5 anos de direito para buscar o que nós erramos e colocar na nossa caixa, que isso é resultado, é dinheiro, né? Então ele vai fazer isso pros 5 anos. São 60 meses. Então, 60 meses que ele vai baixar DCTF, 60 meses que ele vai baixar EFD Contribuições, ou seja, todo aquele calhamaço de obrigações. E quando uma empresa ainda retifica, vamos pensar numa empresa, ela tem vários movimentos, ela tem vários acertos ao longo da sua vida, também na parte tributária.
Então, ela gera lá três retificações em um mês. É um ano que tá indo lá e muitas vezes ele pode baixar a retificação errada. Então é por isso que leva tempo. Depois que ele baixa tudo isso, ele importa em softwares mais tradicionais do mercado, que são os que existem hoje. E esses softwares geram planilhas de Excel, vai gerar uma planilha de Excel de pagamentos, vai gerar uma planilha de Excel do que ele tem feito compensação, uma outra planilha de Excel das movimentações de uma das declarações. E perceba aí até o William vai entender, vai ter que cruzar uma com a outra. PROCV do PROCV do PROCV, né? Vai ter que criar um uma trilha, uma uma matriz de incidências. Ele vai ter que consultar na mão isso.
Legal.
Tudo isso o robô faz em meia hora. O que que resta para o consultor aí? Claro que no nosso time já tem consultores mais estratégicos. Eu não tenho um operacional.
Ele vai cuidar muitas vezes do refinamento que o robô fez.
E isso praticamente em três dias tá entregue todo o trabalho que levaria 30 dias ou 60 dias. Essa é a diferença.
Olha que legal. Então, aí fez esse refinamento. Qual o próximo passo? Eu quero, eu quero no detalhinho aqui, porque pessoal, apesar de ser um conteúdo muito técnico, cara, dinheiro na mesa, eu acho que é de interesse de todo empresário. E o nosso público é esse empresário.
Com certeza.
E é a linha final que a gente tá falando, né? Né, Valdir? Então, a gente tá sendo técnico, mas é importante a gente entender o processo. Depois disso, que que acontece? Fez essa auditoria fina aí. Qual que é o próximo passo?
Próximo passo, eh, a gente vai ter um resumo de todas as movimentações que ali foram geradas, né? Então, todas as possíveis oportunidades e até mesmo possíveis contingências, não é sempre um mar calmo, pode encontrar turbulências no meio desse processo.
Então, ele vai encontrar lá oportunidade de ICMS, por exemplo, de IPI para quem é indústria ou equiparado da indústria, de PIS/COFINS, Imposto de Renda, Contribuição Previdenciária. Isso geram grandes resumos. Eh, e com suportes mais analíticos disso. Aí o empresário facilita a tomada de decisão. Porque gerou crédito de PIS/COFINS. Do que que é esse crédito? A energia elétrica. Porque você tá no Lucro Real, não tomou crédito de energia elétrica. Ah, texto de lei. É texto de lei, né? Então, muitas vezes o contador tá junto, o consultor tributário está junto nessa reunião e vai para a entrega.
Nessa entrega desses três dias, ele valida, entende, ele muitas vezes nos autoriza a implementação. E aqui também o robô ajuda, né? Então, a implementação para quem está nesse universo de consultoria tributária também é o mais estratégico. Eu entendo que o levantar o crédito tributário ele é importante, mas o levantar o crédito tributário nada mais é que você tá pegando as obrigações acessórias e estudando elas. Você não fez nada, você não mexeu com o fisco, você não implementou isso no fisco. Agora, quando existe esses levantamentos, passou pela reunião e aprovou, o empresário falou: "Olha, eu quero esse dinheiro no meu caixa".
Daqui via ressarcimento, via restituição, via compensação. Eu quero esse dinheiro no meu caixa. Você vai para a implementação.
Se você não implementar certo, aí você chama fiscalização. O que é não implementar certo? Consultorias que não usam tecnologias. A maioria do mercado, né? Então, a maioria não tem tecnologia para isso. Vai lá e abre a declaração e coloca lá "outros créditos". Ah, o Fisco não tem bola de cristal. Ele não sabe o que que é esses "outros créditos". Por isso que abre uma fiscalização.
Pode estar colocando qualquer coisa ali. Outros créditos.
É.
Aí, perigo.
E no nosso robô isso é automatizado também. Então o robô ele não faz só os cruzamentos, ele não tem só o motor de regras que a gente puxa a legislação, ele também ajuda na implementação mês a mês, se foram 60 meses ou nos meses que geraram as oportunidades.
Legal. Isso é um processo administrativo depois que o cliente deu OK, vocês entram com o fisco. Como que é?
Totalmente. Totalmente, né? Até para você entender, Fernando, em consultoria tributária, aí muitos comentam assim: "Ah, eu já me falaram dessa tese". E tem que separar muito o que é uma recuperação tributária administrativa do que é tese, tá?
Então, o que que é uma recuperação tributária administrativa? É quando nós temos lá uma lei ordinária, uma lei complementar que trata objetivamente daquilo, nós temos a normatização, ou seja, o espelho da lei e o entendimento da Receita Federal sobre essas disposições também trata de maneira objetiva esses elementos, como eu comentei, a tomar crédito PIS/COFINS sobre energia elétrica para quem esteja no Lucro Real, na não cumulatividade do PIS/COFINS, texto de lei. Então, isso é uma recuperação administrativa. Quando a gente fala em tese, o que que é recuperação administrativa? Retificação ou colocar na Receita Federal, espelhar isso e a receita entender. Olha, realmente ele deixou de tomar esse crédito e tá certo. É uma retificação. Acertei a sua escrituração. Tese é quando não existe lei, não existe norma, existe um entendimento, um entendimento jurídico de que aquilo é ilegal, ou seja, fere os princípios da legislação ou até mesmo é inconstitucional.
Uhum.
Então, é aí é uma é algo que tem que se discutir e esse é sinal vermelho para quem não saiba conduzir. Aí sim, judicial, mandado de segurança, espere a vida. Um dia vai transitar em julgado. Isso seja favorável, desfavorável.
Sim, sim, entendi. E aí você falou que tem três formas de compensação. Você falou uns nomes aí, não entendi o que que é. Só explica como que o empresário pode receber esse dinheiro.
Joia, né? Tem uma que é a mais utilizada que é a compensação. E por que que usa a compensação? Aí você, quando a consultoria chegar para você e falar assim: "Olha aqui, você compensa est no próximo mês e ele te força". Isso tem que tomar cuidado, né? Porque a consultoria séria ela não vai forçar você. Tem três modalidades: o ressarcimento para questões específicas que a legislação tributária trata, a a o a restituição, que é o pagamento indevido maior, ou a compensação. Então, o empresário ele tem o direito de escolher. Olha, eu não quero fazer compensação porque se der errado eu estou sujeito a uma penalidade por isso. Então eu quero fazer a restituição. Mas demora para fazer a restituição? Não. Se vocês seguiram o processo, as retificações, estiver sincronizado, mostrar pra Receita que está pedindo aquilo, é é da lei, em 8 meses tá na sua conta.
Então não é algo demorado.
Essa é a restituição.
Essa é a restituição. Legal. 8 meses.
Um prazo médio aí, 8 meses, então e ele recebe no cash no na conta dele.
Isso, né?
Tá.
Claro que daí muitos que já estão acostumados com a consultoria tributária e já também tem as suas assessorias internas, ele olha: "Quero seguir pela compensação". Nós temos vários que seguem assim.
Compensação, o que que seria?
A compensação? É quando eu tenho um tributo vencendo, levantei um crédito, né, de seja de Imposto de Renda, Contribuição, seja do do PIS e COFINS. Hoje eu posso fazer as compensações que eles chamam de cruzadas.
Legal.
Eu posso ter um crédito de de PIS/COFINS para um pagamento de DARF maior, eu faço lá uma compensação com INSS, por exemplo. Hoje pode, né?
Então você tem um acúmulo do que você tinha a receber ali, você pode compensar em qualquer outro tributo. É isso.
Perfeito. É isso. É isso, né? Claro que você precisa estar muito bem claro do que que você está compensando.
Sim.
Porque aqui caso essa compensação não exista e é onde que tem muitas movimentações equivocadas, criam créditos e e esse crédito não existe, essa compensação ela será indeferida.
Sim.
E quando ela indeferida, você tem uma penalidade por isso, uma multa punitiva por isso.
Mas no processo normal, então ele tem o o direito ali daquela compensação. O que que a gente tá falando? Que nos vamos supor, se ele tem 1 milhão e paga 100.000 por mês, ele pode abater durante 10 meses esses 100.000 ele ficaria sem pagar imposto por esse a receber dele. É isso.
Geraria caixa, né?
Legal, legal. Eh, legal, pessoal. Entenderam? Estão acompanhando até aqui? De novo, conteúdo técnico, mas é importante. Importante por duas coisas. Primeiro para saber que existe. Segundo para saber o que é certo, o que é errado. Que isso que o Valdir falou do 16% me marcou. É muito pouco frente do que do que pode ser recebido. Então, talvez pode ser o nível de consciência ou preocupa preocupações dos empresários para não fazer, porque, pô, se tem gente, se tem gente séria fazendo e tem um negócio que é devido, não faz sentido não ir atrás, né? Que que ramos são elegíveis ou que tem mais direito a receber? Tem alguma categoria ou até faixa de imposto ou se tá no Simples, no Real, Presumido, como que é?
Fernando, hoje, na verdade, quem paga tributo pode ter esse direito de de recuperar se pagou indevido, seja do Simples, Presumido e Lucro Real. Claro que na Larafai hoje os nossos atendimentos são para empresas ou do Presumido ou Real,
Certo.
né? Que geram maiores volumes de incorreções, maiores volumes de esquecimentos e acaba eh realmente desviando o processo.
É onde geralmente tem mais erro, então por isso.
Perfeito. É isso aí.
Legal. Legal, cara. Legal, né? Né, William?
E quais os ramos para você?
Os ramos do nosso negócio que a gente atende, que você atende mais, o nosso core, né? Que é onde a gente tem mais inteligência. Geralmente a gente atende muitas indústrias, muitas empresas de tecnologia. A gente atende também prestadora de serviço de tecnologia. Eh, empresas que vendem implementos rodoviários, eh, grandes transportadoras. Aí nós temos lá nossos top 10 grandes atacadistas, varejistas. Por que varejista é atacadista? Vamos pensar aí num varejo. Um varejo, se você pega um supermercado, ele tem uma relação tributária, ele tem o Brasil inteiro ali, ele tem a parte de IPI, ele tem a parte de bebidas frias, ele tem, ele tem tudo, tudo que você possa imaginar de regras tributárias existe em um supermercado, por exemplo.
Legal.
Então imagina quantas combinações existem e eles têm que cuidar dessas combinações, por isso que passa batido.
Bom, legal. Eu acho que deu para entender e só para pegar um gancho aqui, pessoal. A Lara Faz faz isso com excelência no mercado e a Avante é parceiro da Lara Faz para isso. Então, quando você entra na Avante, a gente tem uma assessoria empresarial 360, a gente ajuda você olhar para tudo. É lógico, nosso core também é crédito, mas a gente olha muito pro empresário e todo o dinheiro que pode estar na mesa. Cara, a gente vê aí com muitas coisas. A gente trata até do Mercado Livre de energia, tem dinheiro na mesa, de tributário, tem dinheiro na mesa, na no próprio cenário de crédito, gente pagando juros muito altos, né, Catal? Com linhas totalmente descabidas. O cara é um grande empresário, tá num cheque especial, tá numa conta garantida muito alto, tá trocando duplicata com juros exorbitantes e quando vem pra gente essa assessoria que a gente dá para cara, o nosso intuito é colocar dinheiro eh que está na mesa na conta do do cliente. Eu acho que é super importante.
E o diferencial é que assim, ó, 360º mesmo, pessoal, a gente tá com ecossistema bem interessante e é diferente muito do tradicional. O tradicional, você tem ali uma conta num banco, tá sendo atendido por um gerente. Aqui a gente tem mais de 50 instituições e consegue de fato enxergar aquilo que é melhor pro seu momento. Então, só para você entender a importância desses ecossistemas pra geração de caixa, como é o caso aqui da Larafai.
É. E é importante esse gancho porque é é importante lidar com empresas sérias, né, né, Valdir, para que cuidem do seu negócio. A gente sabe como que é difícil constituir um negócio, manter um negócio e crescer um negócio. Então, ter aliados como a Larafai, como a Avante é super importante. Pode até parecer um jabazinho aqui, mas não é. É verdade. Quanto não, quanto mais empresas sérias que caminhem ao lado das nossas empresas, a chance de sucesso é maior. Bom, fechamos essa parte de recuperação. Eu sei que tem outra coisa que tem muito dinheiro também na mesa, que é o planejamento tributário. Hoje todo mundo paga sua alíquota lá e fala: "Nossa, eu tô pagando 20%, meu Deus do céu, eu pago mais pro governo do que a minha margem de lucro". Eu ouço muito isso. O meu maior sócio é o governo. E realmente às vezes o cara tem uma distribuição ali que ele paga 200, 300.000 de imposto por mês e o lucro final do cara não é isso. Tem alternativa para isso, Valdir? Como funciona?
Hoje praticamente no nosso grupo a gente é pioneiro em planejamento tributário no Brasil.
Legal.
E não é porque as outras consultorias não saibam fazer, é porque as outras consultorias não têm uma das soluções, que é a contabilidade.
Porque hoje muitos dos planejamentos tributários esbarram no contador, por falta de conhecimento, por muitas vezes questões de trabalho ou questões de equipe, mas o planejamento tributário é muito eh importante para qualquer negócio, até aquele que inicia. Eu vejo muitas empresas abrindo o seu negócio, ou vai pro Simples Nacional porque não tem faturamento, ou vai pro Presumido, mas o que que essa empresa vai fazer? Vai gastar dinheiro. Se ela vai gastar dinheiro, ela vai ter prejuízo. Então por que ela não coloca no Real? Porque pode ter um prejuízo fiscal que pode utilizar lá na frente, que pode eliminar alguma algum pagamento, algum recolhimento de tributos, porque no Lucro Real isso pode ser possível dependendo do seu segmento. Então, perceba que o planejamento tributário é desde o início do negócio, né? A gente separando a a recuperação é passado, é erros, inconsistências, coisas que passaram batido. O planejamento tributário é reorganização do teu negócio e um e uma estrutura porque você tem um caminho seguro.
Presente, futuro, né?
Exatamente, né? E aí um dos regimes mais estratégicos para o negócio é o Lucro Real, que muitos têm medo dele, mas tem medo por desconhecimento. Por que o Lucro Real é importante? Lucro Real você tem incentivos como Juro sobre Capital Próprio, né? Então, muitas vezes o contador sai daquela máxima: "Ah, eu coloquei no Presumido". Por quê?
Porque ele tem uma margem de 40%, mas o 40%, ou seja, o resultado dele é 40%. Mas esse 40% é o lucro contábil ou lucro fiscal? Ah, mas qual que é a diferença?
Não, aí a gente tem várias. Pode ser que no lucro fiscal eu tenho incentivos, benefícios fiscais que reduzam. Qual que é a depreciação do teu equipamento? Você tem aqui servidores que trabalham mais de um turno, muitas vezes equipamentos caros. Se você depreciar ele de maneira acelerada, ele vai diminuir o teu resultado, né? Incentivo, como comentei, JCP, do Programa de Alimentação do Trabalhador, lucro da exploração. Aí tem várias movimentações estratégicas que fazem que que o Lucro Real seja melhor. Fora isso, conexões, isso tudo é planejamento. Então, eu pego grandes indústrias que muitas vezes quando eu olho ela, ela tem a parte logística na indústria, só que ela não separou a transportadora.
Olha.
Porque ela tá tudo junto.
E dá para fazer. E se você fizer isso muitas vezes e essa transportadora ser separada do teu negócio, você diminui o teu resultado. Ah, esse pedacinho da transportadora tá no Presumido e a minha indústria tá no Lucro Real. E quando eu separei isso, ela tá emitindo CTE para a empresa do Lucro Real com propósito negocial, atendendo regras comerciais, que por consequência reduz o tributo, ela vai ter uma economia.
O que você tá falando que ele tem uma parte de logística ali, ou seja, ele tem uns caminhões já tá tudo junto dessa empresa. No planejamento eficiente, ele cria uma empresa talvez de de logística aqui, que ela é tributada talvez a menor e diminui o o resultado da da principal aqui e paga a menos nas duas. Isso quando faz a combinação assim, esse é um dos modelos clássicos que as pessoas erram.
Mas tem de diversos planejamento tributário. Por exemplo, a gente passou numa empresa que é um case real, ela importa e fabrica pontes rolantes. É quase um monopólio no Brasil de de vender para grandes montadoras. Então imagina pontes rolantes custa uma fortuna, custa lá tem pontes rolantes de 5 milhões, tem pontes rolantes 10 milhões, depende. Os controles e tudo isso como ele importa e fabrica, ele está sujeito a vários tributos, ICMS, IPI, ST, IPI. Então é um é um calhamaço de de tributos que incide sobre essa operação. Quando nós desenhamos e a operação dele, a nossa sugestão: por que que você não loca parte? Por quê? A locação hoje, né, com a reforma tributária isso muda, mas a locação, isso faz dois anos atrás nós desenhamos e tá tocando essa operação até hoje. E a locação não tem ICMS, então você já eliminou ICMS. No teus produtos tems ST, você também elimina o ICMS SST. Nos teus produtos na na locação não tem IPI. Aí o que que tem? Vai sobrar PIS, COFINS, Imposto de Renda, Contribuição.
Olha.
Então quer dizer, ele teve uma gigante de uma economia só mudando o modelo de negócio. Ah, mas eu vou ter que entender o payback, porque uma coisa é o vender por 10 milhões, vender por 5 milhões e ter esse valor para receber. Outra coisa é locar. E qual o período de retorno disso, né? Para ele até ficou melhor, porque daí na locação, em vez de ser os 10, era 15, 20 milhões que ele tinha no payback de locação. Eu vejo que é questão de profundidade porque assim, ó, é falta de conhecimento, né? Falta de uma empresa especialista que coloque a lupa. Pelo que eu vejo, você colocou a lupa bem no detalhe ali do que ele paga e falou: "Ó, isso aqui tá pode ser alocado dessa forma, pode ser, por exemplo, separado assim". E aí trouxe essa economia, essa geração de caixa, querendo ou não, porque imposto ali no caixa faz toda a diferença.
É. Eu acho que pr as pessoas não fazerem isso, a primeira coisa é falta de conhecimento, né? Porque se tem uma oportunidade legal, diga-se de passagem, é legal, né?
Sim. Total, total. Essa regra.
Só tá jogando o jogo.
Sim.
Eh, é falta de conhecimento. E a gente, cara, a gente às vezes fala: "Pô, por que que esses empresários não fazem, né?" E é um dos nossos propósitos levar conhecimento realmente para que as empresas tenham mais resultado e prosperem. Eh, é nosso intuito do da Larafai, da Avante, que o mundo empresarial fique mais fortalecido, né? Isso gera mais emprego, gera mais impostos, tem uma prosperidade gigante através disso. E, cara, é surreal que talvez a falta de conhecimento de novo tá pegando aqui e as pessoas não vão atrás porque tem oportunidade.
Mas eu vejo também não é só a falta de conhecimento. Às vezes ela tá buscando ali conhecimento, tá entendendo, mas não tá aplicando. Então, conhecimento aplicado é o que muda o jogo, né?
Muito, muito, muito. E planejamento tributário é algo que é o futuro, né? Então é algo que você consegue realmente sentir no mês a mês que o teu negócio mudou.
É, você já resolve desde o do presente pro pro futuro, você sabe que você já não tem mais aquele buraco e realmente tá pagando o que é devido, né? Eu acho que o justo você tá você coloca uma inteligência ali, é igual eu falei, às vezes as empresas pagam mais impostos do que deveriam pagar e isso consome, consome demais o empresário, consome o resultado da empresa, o resultado da empresa consome os funcionários. E vira uma coisa, cara, que perde, acaba perdendo a mão ali, né?
Ela faz no passado, organizando o presente, planejando o futuro. É isso.
É isso mesmo. É isso aí. Aí.
E eu vejo muitas empresas vida real que faz o cara, põe o CNPJ no nome da mãe, do primo, da avó, do cara e vai colocando.
Uhum.
E a empresa vai crescendo, mas vai ficando uma bomba relógio, né? Tem muito disso mesmo.
Isso tem no Brasil, infelizmente, tem. Eh, aí claro que entra nas questões de simulação, simulação e fraude, né? Fraude é quando realmente eu estou executando algo que a legislação não permite. E a simulação é quando eu estou executando algo que até a legislação permite, mas eu estou usando ela única e exclusivamente para reduzir tributos. Então vem aquela máxima: "Ah, eu tenho uma empresa que que tá saindo do Simples e se eu for Presumido, eu vou pagar mais". Mas vamos fazer o seguinte, chama lá o papagaio, vamos colocar no nome do papagaio. Eu chamo de elemento cítrico, é o o limãozinho que vai virar a laranja, né?
E isso daí é nada mais é que uma simulação, né? Na nessa simulação tem penalidades para isso. Eh, quando o fisco detectar, não existe propósito negocial. Então, no planejamento tributário, ele tem que ter um propósito comercial para que que de consequência reduz o tributo. O tributo não pode ser como principal a redução dele, a movimentação tem que ser por consequência. Por exemplo, separar a logística de uma indústria, muitas vezes para que você tenha uma boa gestão da parte logística, mais controles, economias nos fretes. Ah, mas consequência reduziu o tributo. Sim, eu reorganizei meu negócio, né? É diferente.
Então, tem que tomar esse cuidado quando vai colocar lá o cachorro, o papagaio nas outras empresas que isso pode te trazer.
Custa caro depois, né?
Muito, muito.
E muita gente agora já até partindo para uma outra parte ainda do planejamento, eh, às vezes fala assim: "Ah, mas é caro, ah, tem que pagar". Como que você contorna isso aí?
O pagar é que as pessoas muitas vezes eh depende o pagar. O que eu entendi aqui, Fernando, é que as pessoas que estão mais desorganizadas, muitas vezes tem até faturamento por fora, né? E daí eu faço até um alerta com a reforma tributária, esse que tem o faturamento por fora vai sofrer ou vai sair do mercado porque vai ter o split payment, então vai ter as retenções pelas instituições financeiras. Então, perceba o jeitinho brasileiro de não pagar o tributo vai mudar, né? Então quer dizer, isso, a tendência é que não digo que vai eliminar, mas vai reduzir significativamente nesse mercado.
Mas essa sensação de ter que pagar é algo que ele já não esteja pagando. Pelo que eu entendi, é aquele que tem um faturamento por fora, tal, e agora ele organiza a casa e ele tem que pagar o tributo. Mas ele tem que pagar o tributo, mas paga o tributo, certo? Eu tenho até um jargão, né? Eh, "pague menos e viva melhor". Não, mas na verdade é até pagar para consultoria tributária, porque vamos lá, tem a redução, ele entende ali como despesa. Eh, eu quis fazer a provocação, eu sei que isso dá ROI para ele, mas às vezes ele não entende isso.
E é algo ruim do empresário que só ele quer ganhar, né? Então, tem lá os variáveis, tem os todos os êxitos na consultoria tributária, né? Eh, e nesses êxitos, praticamente ele tem uma variação eh que sai lá de 20 a 30%, depende do tamanho da empresa. Quanto menor empresa, maior percentual, porque daí o trabalho, o esforço é o mesmo por muitas vezes um rendimento baixo, né? E quanto maior a empresa, o percentual é menor. Então, vamos dizer que que tem lá 20%. O empresário, ele olha pros 20%, recuperou 1 milhão, tem um planejamento tributário que ele vai reduzir ali ao ano 2 milhões. Então ele tem que pagar lá 20%, R$ 400.000 R$ 1.000 para consultoria tributária. Ele olha os 400, mas não olha quanto tá colocando no caixa, né? Quanto que gerou de resultado para ele. Isso é isso que eu queria que você falasse, porque a gente, o tá caro ou é caro depende do resultado ou do retorno que vai dar. O empresário sempre tem que olhar o ROI, ou seja, do que eu tô pagando, quanto que tá retornando. Ponto.
É assim, ó, cara, em relação aqui, ao benefício que eu vou ter, né, ao benefício já gerado, deferido já pela Receita. Cara, em relação ao quê? Olha o ROI, olha o quanto vai gerar de caixa, olha o futuro. Mas, mas tem gente que tem essa cultura mesquinha de não olhar as coisas. É igual quando você investe numa mentoria, sei lá, a R$ 500.000. Nossa, é caro, é uma loucura, tá? Mas o que gera de retorno isso? O que gera de avanço da sua própria pessoa? O que transforma seu ambiente? O que transforma seu conhecimento? Cara, e a gente tava conversando ali antes, né, Valdir? E você falou mais ou menos isso, pô. Se eu conhecesse e tivesse acesso a tudo que eu tenho hoje há 10 anos atrás.
Sim.
A gente seria minimamente o triplo do que é hoje, né?
Cara. Ele ia falar bilionário, hein? Não, e realmente imagina, eh, às vezes tudo depende. É igual quando faz algum serviço com Avante ou com a Larafai ou seja o que for no mercado, tem que olhar resultado, tem que olhar o ROI, porque aquilo ali que vai alavancar seu negócio. Às vezes o empresário tem que dar um passo de coragem, que talvez é um investimento aquilo ali, cara, senão sua empresa não cresce ou não tem mais resultado. No caso, vamos supor, no planejamento tributário. É, partindo por uma parte importante, mas se você conseguisse dar um resumo, sintetizar aí sobre a reforma tributária, eh muita gente fica preocupada, mas pouca gente busca conhecimento, só fica na linha da preocupação mesmo e ninguém vai atrás para saber o que é, o que que os empresários têm que se preocupar, o que o que que eles têm que fazer, como que tá exposto esse cenário de reforma tributária.
Muito bom, né? Eh, hoje, Fernando, a reforma tributária não é uma reforma de tributos ao meu olhar, mas é uma reforma de negócio, é uma reforma muitas vezes da estrutura, porque ela não mexe só com o tributo, né? Então tem muitas brasileiras, brasileiras, deixa tudo pra última hora. Ah, 2026 tá aí, vai ter a alíquota teste que eles falam: "Ah, é só um teste". Mas não é bem um teste, o sistema já tem grandes movimentações e vai mudar o jogo de muitas empresas, principalmente da maioria, que é Simples Nacional. Se nós pegarmos a pirâmide de empresas no Brasil, nós temos lá 500.000 empresas no Lucro Real, por exemplo, isso vem aumentando. Tem um monte no Presumido lá, umas 2 milhões de empresas no Presumido. Todo o restante é Simples, Nacional e MEI e acham que não vai acontecer nada com eles. Na verdade, eles não eles estão inseridos na reforma de maneira indireta. Porque eles deixam de passar créditos para as empresas normais muitas vezes. Claro que tem, ah, vou optar pelo regime regular ou não. Opa, então tem que estudar. Se eu optar pelo regime regular, que acontece no meu negócio? E as outras empresas do Presumido e Real praticamente terão um terão um objetivo e uma regra de um controle financeiro muito grande que daí entra até vocês.
Porque na reforma tributária um dos requisitos que muda é a questão do de tirar o PIS e COFINS, tira ISS, ICMS, tira o IPI e entra uma figurinha chamada IBS e CBS. Em alguns casos até o imposto do pecado seletivo, né? Mas esses dois são os que vão entrar nessa operação.
E esses dois, a modalidade deles é o que nós chamamos de não cumulativo. Não interessa empresa, Presumido e Real, né? Não cumulativo. Que quer dizer isso? Tem débitos e créditos. Se hoje no Presumido a gente já faz errado, PIS e COFINS que paga 365 segue a vida, imagina contra débitos e créditos. Então é uma reforma de negócio, é uma reforma financeira, porque eu só posso tomar o crédito, por exemplo, de um CBS e do IBS se o meu fornecedor pagar.
Hum.
O tributo. Entendi.
Então eu tenho que acompanhar o quê? Se ele tá pagando, se ele tá de implente. Fora as questões do split payment. Então quer dizer, eu tenho que criar esses estudos, esses cenários agora e não deixar para que isso ingresse em 2026, 2027, que daí vai estar a CBS em sua plenitude e fazer a transição pro IBS. Faça agora. Inclusive no nosso robô, as empresas que passam e têm esse resultado do dos diagnósticos que vai pegar ICMS, IPI, PIS/COFINS, IR, o previdenciário também nós entregamos a simulação dos efeitos reais da reforma tributária nesses 30 minutos, né? Então quer dizer, é só refinar, entender qual produto que é melhor, entender qual fornecedor que é melhor ou não, continua adquirindo ou não, se eu tenho que descontinuar algum produto, algum serviço, se eu tenho que re precificar isso, né? Já dá todo um cenário baseado na na reforma.
Então, a reforma tributária, no meu ponto de vista, não é uma reforma de tributos, é uma reforma de negócio.
Tá.
Então, sua principal dica pro empresário é olhar o que agora?
Minimamente faça a simulação da reforma tributária, minimamente olhe os seus fornecedores, por exemplo, será que eles estão adimplentes hoje com a Receita Federal? Ah, se eu sou, por exemplo, do Presumido, tem um monte de fornecedor inadimplente na Receita Federal, você não vai ter crédito frente aos seus concorrentes. Vamos dizer que a alíquota de referência do CBS tá partindo ainda. Isso pode mudar, né? Pode mudar para mais, não para menos, mas tá partindo de 8.5.
Quer dizer, 8.5 para menos nunca, né? Eh, então tá partindo de 8.5. Isso é alíquota que nós chamamos de alíquota nominal. Aí tem os créditos que esse 8.5 pode ser menor, mas se todos os meus fornecedores ou grande parte deles são inadimplentes, eu não tenho crédito. Então, frente ao meu concorrente, eu vou pagar 8.5 e o outro do meu concorrente pode estar pagando seis, pode estar pagando cinco, pode estar pagando três, né? Então isso tem que olhar agora.
Ou seja, quem não olhar, é igual você falou, vai simplesmente não jogar o jogo, não vai existir, né?
Exatamente.
Porque o concorrente vai matar ele mesmo.
Exatamente. Quem tem receita por fora, muito importante também que olhe para isso, porque o split payment vai gerar as retenções e vai pegar o tributo já no pagamento. E aí, como é que funciona?
Não tem jeito, né?
A informação já chega na Receita.
É.
Legal. Você tocou um ponto aí sobre crédito. Vamos falar sobre crédito, Catal. Vamos lá. Valdir, eu tenho uma pergunta relacionada a crédito, porque a nossa missão aqui é democratizar o acesso ao crédito no Brasil. Então, diante disso, assim, ó, com todo esse contexto que a gente falou de reforma tributária, né, a importância desse planejamento, tudo relacionado a tributos, o que que isso pode impactar na tomada de crédito e como que você vê o crédito como alavanca pros negócios?
Hoje, com a reforma tributária, eh, acho que muitas empresas precisarão investir em novas tecnologias, em novos conhecimentos, em novas estruturas. Então, buscar o crédito como alavanca do negócio, como alavanca séria, não para pagar dívida, para pagar boleto, né?
Perfeito.
Quando a gente busca isso, a gente vai ter que estar nessa buscando mais créditos.
Mas quando ele busca para aperfeiçoar um negócio desse, eu acho que agora na tomada de crédito vai gerar muito resultado, porque as empresas vai faltar o quê agora? Dinheiro para pagar essa conta, esses estudos e essa nova estrutura.
E olha que legal, ele falou: "Eh, se pegar o crédito para determinada coisa, talvez não vale a pena". Isso que eu chamo de crédito inteligente, é olhar o porquê do crédito e o para quê e realmente aplicar. Às vezes, até quando ele tá nesse cenário de já pagando juros, pagando duplicata, talvez ele pode fazer um crédito inteligente mais alongado e com uma taxa menor que ele consiga sair daquele juros, aquela PMT ali mensal muito alta, inclusive juros. O que que tá matando o caixa do cara? Juros pagando ali, cara, tá sufocando. Às vezes ele paga R$ 50.000 de juros. E quando ele reestrutura isso numa operação alongada, igual um home, ele passa de uma parcela para 20, 25. Perfeito. Isso é resultado no caixa. Dá dá fôlego e e no outro cenário também, como alavanca, aparece muito cliente pra gente como forma de investimento. É realmente o cara ver o futuro, ver o que ele vai precisar, profissionalizar na empresa, colocar tecnologia, colocar mais gente, colocar estrutura, ele antecipa esse valor em forma de de uma operação de crédito. Ele sabe que isso vai gerar um ROI para empresa dele. Ele só tá trazendo esse esse valor a presente já para começar a usar, né, Catal?
E tem alguns que têm preconceito do longo prazo, né? Mas eu falo assim, ó, no momento atual, toda análise que a gente vai fazer é relacionada ao seu momento atual. Então, se a gente aprovar algum valor de crédito, é porque cabe na sua capacidade de pagamento, no seu momento.
Perfeito.
Mas a partir do momento que você tem a plena certeza de que colocar R$ 1 vai virar ROI 3, né, vai virar R$ 3, você concorda que ali vai crescer, vai evoluir a empresa como um todo? Então, depois que o cliente tá num cenário mais positivo, ele pode vir amortizando e ele transforma, que é um home equity, que é quase 240 meses, 120, 180 para 60, para 48. Ele transforma isso num capital de giro de forma muito inteligente. Só que a nossa preocupação principal é com o agora. Por isso que o crédito inteligente ele entra como estratégico pros negócios.
É. E você falando do agora, eu até vi um vídeo do Lázaro do Carmo esses dias, ele falando que muitas empresas às vezes só precisam ganhar tempo, que o negócio do cara realmente é bom e ele tem uma projeção, mas tá mal organizado ou tá mal eh a gestão não tá tão bem feita, mas ele sabe que o negócio dele é bom, ele tá organizando e às vezes ele precisa ganhar tempo para que aquilo se acerte e o negócio dele comece a de fato prosperar. Então, olhar pro agora é óbvio, tem que sempre olhar pro change, né, pro futuro. Eh, eu aconselho inclusive nem fazer só um, nem só outro. Tem empresa que só olha pro hoje e fica sempre naquele sufoco. Como que eu vou pagar minhas contas hoje? O que que eu vou fazer hoje? E não olha nada pro futuro. Fala, Fernando, mas como vocês olham ali, cara? Sempre uma perna no presente, talvez 70% a 80 e 20 no futuro. O que vai ser meu negócio? Como ele vai ser? Como ele vai se desenvolver? Quais quais tecnologias aplicadas eu tenho que colocar para que o meu negócio não morra lá na frente? O movimento que você faz de tecnologia, inclusive eh o seu conhecimento sobre tecnologia, cara, é totalmente eh sagaz. É, é, é diferente porque qualificou a sua empresa a ser totalmente diferente do mercado do que as outras. Te colocou muito à frente já no presente. E eu imagino que você já tá fazendo isso hoje nas suas madrugadas, o que você não tá olhando pro pro futuro. Então é importante, mas tem muito essa confusão, viu Valdir? O cara fala: "Putz, Fernando, mas eu não tô conseguindo dar conta nem do presente, cara. Beleza, resolve, apaga o fogo aí, resolve o presente e a partir disso começa a planejar o futuro, que eu acho que é que é primordial para as empresas, né?
Com certeza. E até buscando esse gancho do de capturar o crédito e ter um crédito inteligente, se nós alinharmos isso com o planejamento tributário, você pode ser mais inteligente ainda, porque os créditos gerarão encargos e esses encargos desaguam aonde? no resultado. Tá no Presumido, você não ganhou nada com isso.
Olha.
Mas se tiver no Lucro Real, aqueles encargos, minimamente vai reduzir 34%, então não é bem o encargo que você entregou para ele, é menos que isso ainda.
Então nós temos que sempre alinhar os dois lados.
Eu tenho certeza que o Catal já vai colocar no pitch de venda dele.
Fala você que está no Lucro Real e vai tomar crédito, pega aí o e vai deduzir no seu no seu imposto.
Não sabe o que eu vejo aquilo, você não tá e tendo que construir às vezes, né, o valor da parcela. Você faz essa reforma tributária, faz alguns ajustes, você tem alguns valores a receber, essa própria organização vai pagar a parcela que vai levar ele pro futuro.
Então, bem colocado e sucesso.
Muito bom. Então, assim, ó, pessoal, de novo, conteúdo denso, conteúdo técnico. Eh, a gente fala muito aqui de da vida, no dia a dia do dos negócios, vida real, né, né, Valdir? Porque uma empresa, é o que você falou, a gente fica o tempo todo como buscar para honrar os compromissos do dia, a preocupação, folha, aluguel e vida como ela é. Eh, e partindo pros momentos finais aqui do nosso podcast, você conheceu a nossa empresa, desceu eh lá nas nossas salas e tem uma frase estampada lá que é o meu meu lema que o sucesso é uma decisão. A minha pergunta para você, qual foi sua decisão que te trouxe mais sucesso na sua vida?
A minha decisão foi quando eu olhei para esse mercado e e foi de ajudar as empresas a colocarem mais resultado no seu caixa, ajudar as empresas a não quebrarem, né? Porque eu sei que a parte tributária é algo que realmente prejudica a maioria das empresas no Brasil. Então, quando eu tive esse olhar de ajudar, de ter esse objetivo de estudar e ajudar as empresas, que por consequência acabam construindo quem ele é, é onde foi que eu tomei essa decisão.
Isso mudou totalmente o seu jogo.
Isso mudou o meu jogo.
Isso tá alinhado muito ao propósito, então, né? Se a gente fosse definir qual o seu propósito.
Sim, sim, sim. Ajudar as empresas a recolherem menos tributos, gerar mais valor, né? É isso.
É seu propósito de vida. Isso.
É o meu propósito.
Legal, cara. Ajudar o empresário também é nosso propósito, né? E e é legal quando genuinamente você encontra o o propósito, que eu acho que não é só fazer por você, né? É fazer por uma uma comunidade. E a gente realmente no Brasil sofre tanto como empresário, não é fácil realmente, mas a gente tem um propósito claro que que é de fomentar a economia, é de fomentar novos empregos, é fazer que com tudo isso gire, que é, cara, eu acho sensacional e e é o meu propósito, é o propósito da Avante, eu acho que é o propósito do Catal também. A gente fala muito em propósito, em desenvolver as pessoas intelectualmente e financeiramente através do crédito. Eh, Valdir, para fechar, um conselho que você deixaria pros empresários?
Boa, né? Não deixe para fazer a consultoria para depois. Lembre-se que a consultoria tributária é só minimamente um estudo, não vai chamar nenhum alerta na Receita Federal, não vai acender nenhum sinal vermelho. A consultoria tributária, ela servirá para te dar direções, muitas vezes colocar dinheiro no teu caixa que você está perdendo do passado e também reprojetar o seu futuro no modelo mais inteligente. Minimamente escute, minimamente olhe para esse cenário. Reforma tributária tá aí e se você não olhar para isso agora, pode ser que a tua empresa não exista a partir dos próximos anos.
Cara, um baita conselho, né?
Com certeza. E agora Avante como parceira Larafai. Então, pessoal tiver com dúvidas pode nos chamar.
Vamos embora fazer negócio junto. Valdir, obrigado pela pela sua participação. Catal, obrigado aqui também. Tamo junto, pessoal. É isso. O Avante Talks é para isso, para ajudar o empresário a se desenvolver, encontrar pontos cegos que talvez você não esteja vendo no seu negócio, no seu dia a dia ali. Qual o problema? que você tá olhando para uma coisa e e fica muito consumido e tem várias outras coisas que estão prejudicando o seu negócio. Eu acho que a recuperação tributária, a consultoria, o planejamento tributário e até entender sobre o o novo cenário tributário que que vem por aí é super importante. O empresário tem que ficar ligado. O empresário que fica ligado continua no jogo. Beleza, pessoal? Então esse foi mais um episódio do Avante Talks. Curta, compartilha, comenta, ajuda a gente crescer esse canal que eu não tenho dúvida que a gente vai ser um dos maiores canais de negócio do país, né, Catal?
Ambicioso e ousado, mas eu tenho certeza, o nosso objetivo é trazer conhecimento na prática. É para ajudar você empresário, tornar o seu negócio ainda melhor.
É isso aí, pessoal. Obrigado e até a próxima. [Aplausos]