📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

Igreja das Estações 🤎 | ESCOLA DAS ESTAÇÕES #03 | 22/04/2025

Igreja das Estações 🤎1:27:41

Transcription

Vamos que [Música] vamos, todo mundo aí. Glória a Deus, né? Ai, cara, é muito bom tirar esse tempo de oração, não é? Aleluia. Valeu, Paulão. Obrigado, pessoal. Então, vamos, né? Nós estamos numa sequência frenética, hein?

Ô Vine, onde você estava? Vine, você estava viajando? O Paulo está viajando. Você não está viajando não, né? Você andou faltando, vi. Eh, eh, a gente está numa sequência, nós estamos fazendo literalmente a escola das estações. Então, nós estamos na segunda aula, tivemos duas aulas introdutórias, nós vamos para a terceira aula introdutória. Pela misericórdia de Deus, hoje eu vou terminar essa aula introdutória. Se Deus quiser, Deus vai ajudar, que vai conseguir.

Então, eh, e o que que eu estou tratando, está, eh, está no YouTube, né, da Igreja das Estações para você, se você quiser assistir as outras aulas que foram dadas anteriormente, mas nós estamos tratando, eh, de um assunto, eu estou, eu estou falando sobre sobre a vida de Jesus e principalmente o Jesus homem.

Pessoal, está todo mundo assistindo o The Chosen agora que está no cinema agora, né? E a turma está falando que o que o tema que está sendo tratado, soltou agora, que que o tema que está sendo tratado agora nesse The Chosen agora tem, tem, está muito, está dando para perceber bastante essa questão da humanidade de Jesus. Quem assistiu aí talvez, eh, tenha, tenha percebido, porque uma coisa que eu tenho falado aqui é uma, é muito importante a gente entender que o Jesus que nós seguimos não é o Jesus Deus, embora ele seja Deus, mas é o Jesus homem.

Então Jesus não veio com uma capa do céu voando, parou na sua frente, falou assim: "Siga-me", e saiu voando e falou assim: "Seu problema é seu", não. Alguém veio no útero de uma mulher, nasceu, cresceu. A Bíblia fala que ele aprendeu através das coisas que padeceu, que sofreu e foi aperfeiçoado por intermédio do sofrimento.

Então, nós estamos falando de alguém que que nasceu, cresceu, sofreu e se tornou o Salvador, o Messias, o ungido. Ele nasce como salvador, mas ele se torna um ungido de Deus, recebe poder do alto e executa a maior obra que já foi feita em toda a humanidade, que é a obra da cruz. Essa obra que a gente celebrou agora na Páscoa, chamada da obra da salvação.

Então é muito poderosa essa, essa, essa, essa relação. E uma, e uma das coisas que eu estou fazendo aqui é que na maioria dos discipulados, na maioria das, das, das imersões que as pessoas têm feito na espiritualidade, nas suas congregações, nas suas vidas, tem sido seguir Jesus, o Jesus sem entender como Jesus chegou, onde ele chegou.

Jesus tem 30 anos de idade. Ele recebe poder do alto. Ele cura enfermos, expulsa demônios, anda sobre as águas. Nós temos um, um Jesus ali de altíssima performance, já jogando em altíssimo nível, mas ninguém sabe como é que ele aprendeu a jogar. A Bíblia não fala como ele aprendeu. A Bíblia fala que ele sofreu para aprender, mas não fala como ele aprendeu. Mas a Bíblia mostra ele ensinando.

Então essa, as últimas aulas eu falei sobre isso. E se você observa como ele ensinou, você vai entender como ele aprendeu. Entenderam isso? Se você entende como ele, se você observa aí, eu gastei muitos anos na minha vida buscando muitos detalhes de como ele ensinou. Se eu percebo como ele ensinou, eu consigo capturar como ele aprendeu. Para mim, o que importa é como Jesus aprendeu. Para mim, o que importa é a escola do Messias, a escola de Jesus.

A escola, a, a, a Carla, a Carla Sales está falando uma coisa, ela está, ela está conversando comigo ali, mas ela está falando uma coisa que você sabe como é que ela fala, Ivan? Ela fala que tem, tem uns pensamentos posteriores e anteriores. É uma coisa assim, a priori e a posteriori, né? É isso mesmo. E ela fala que a priori é tudo que Deus criou. É como você já nasce com a priori, o, o seu cérebro, o, o seu corpo, você já nasce com várias, várias, eh, eh, estruturas e capacidades na priori, na primícia da sua vida, sem você se expor a nenhum tipo de ambiente, se você já nasce com a. E ela fala que a posteriori é como você reage. É um ambiente que é produzido a partir da priori. São coisas que são acrescentadas ao longo da vida.

Então Jesus, ele nasce em Jerusalém, só que existia já um ambiente. É isso que nós vamos estudar. Há muitos, existe todo um ambiente a posteriori que iria influenciar Jesus, que ia cooperar para o seu desenvolvimento, para o seu crescimento. Isso é uma coisa muito importante. E esse, e esse ambiente, esses, esses princípios são muitos deles. É o que nós estamos tentando resgatar aqui através da Escola das Estações. Eu vou colocar muitos deles, muitos deles. Inclusive as próprias estações são essas salas temáticas que estão disponíveis espiritualmente para a gente acessar. Essas salas elas são carregadas de posteriores, tipo assim, de lugares que desenvolvem e ampliam o que você já tem.

Então é um processo educacional, é um processo pedagógico. Nós precisamos olhar para a espiritualidade. Nós precisamos olhar para a nossa espiritualidade, não apenas como uma fé cega, tipo assim, não, como uma coisa que vai descer da minha cabeça e eu vou começar a reagir de uma forma diferente. Tem muitas pessoas que estão esperando, esperando um anjo aparecer para ela, algum sinal muito forte para fazer alguma coisa. Cara, enquanto não acontecer comigo uma coisa muito extraordinária, é porque eu não tenho chamado, porque Deus não tem.

Enquanto fé, a palavra fé em hebraico não é, não é, acredite em alguma coisa extraordinária, não. Fé, a palavra fé, a palavra emunah em hebraico, significa seja fiel. Olha para o passarinho. Jesus ele diz: "Olha o passarinho. O passarinho ele não tem problema em ser passarinho. Observe o passarinho. O passarinho não está tentando ser macaco. O passarinho não está tentando ser elefante, não está tentando ser leão. O passarinho não tem conflito em ser par. O passarinho acorda de manhã, ele, ele sobe na árvore para cantar. Ele não fica assim: "Gente, eu estou, eu estou, eu não quero mais cantar. Eu estou um pouco enfadado de cantar. Eu, eu todo dia ouvindo a mesma árvore cantar a mesma música. Eu não estou querendo mais cantar. Eu vou tomar uma pinga, eu vou fumar uma briada, estou cansado, estou chateado, estou querendo desistir de ser passarinho, entendeu? Fico olhando para o leão, para o salário do leão, do macaco, do elefante, os caras ganham mais do que eu. Vou fazer um vestibular de leão, vou, vou. Você está entendendo? Vou tentar uma outra profissão. Não, Jesus, observe o passarinho. Ele não tem problema em ser passarinho, porque ele é fiel em ser passarinho e eu cuido dele porque ele não está tentando ser peixe. Se ele tentar vai morrer."

Então, o que é fidelidade? Ele fala assim: "E você, homem de pouca fé, está tentando fazer coisas que eu nunca te pedi para fazer? Você gastava muito tempo tentando ser alguma coisa, mas você gastou tempo tentando descobrir o que eu te criei para fazer? É uma pergunta muito importante. Gastamos um tempo enorme tentando provar para pessoas, então, toda essa desintoxicação cultural, familiar, saia da sua terra, da sua parentela, da casa do seu pai. Toda essa desintoxicação cultural de tradição, de cultura, de prospecções e, e, e anseios que são e expectativas que são colocadas sobre nós. Deus quer nos esvaziar de tudo isso."

Fé, o justo. Gente, a maior revelação que eu tive na minha vida, a primeira grande revelação foi essa. Ela é muito simples. Toda a escola da estação, eu vou resumir para vocês aqui agora. Quer que eu resuma aqui em um versículo, dois versículos? O primeiro: o justo vive pela fé. Se você entender isso, é muito poderoso, porque justo é a palavra tsedacah em hebraico, que é posição correta. Então, passarinho sendo passarinho, tsedacah, peixe sendo peixe, tsedacah. Justo é posição correta. Eu, eu sou o que eu fui criado para ser. Fé, emunah, fidelidade. Então, o justo, ele vive pela fé. Então, o justo, aquele que está na posição correta e não tem problema de ser aquilo que foi criado para ser, ele é fiel naquilo que Deus criou ele para fazer. Pronto, você já resolveu uma equação.

Segundo versículo: a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando, brilhando, brilhando, brilhando, brilhando, brilhando, até ser dia perfeito. Se você é justo e vive pela fé, é naturalmente a sua luz vai brilhando e você vai passando pelas estações. Quem está entendendo isso? Então, o justo vive pela fé e a vereda do justo, aquele que está na posição correta e é fiel, é naturalmente ele encontra uma rota como a luz da aurora encontra todos os dias um amanhecer que vai brilhando, brilhando até ser dia perfeito. Quem entendeu isso?

Só que qual que é o trabalho de um discipulado? O trabalho de uma espiritualidade é desintoxicar de tudo aquilo que foi falado e tudo aquilo que foi construído a posteriori para levar a gente a entender ou querer fazer coisas que a gente nunca tinha que fazer. É a desintoxicação de uma cultura que muitas vezes ela é tóxica, ela, ela, ela não coopera para que você descubra a sua identidade. A palavra identidade é tão, vem de idem. Identidade não é quem você é. Identidade é igual a quem você é. Legal isso, né? Tua identidade não é quem você é. Identidade é igual a quem você foi criado.

Então, para você descobrir de fato a sua identidade, você tem que olhar para de onde você saiu. E se você entende que você saiu dele, é olhando para ele que você descobre. Você entendeu isso? Para você começar a olhar para ele, você tem que retirar os seus olhos de tudo aquilo que não é ele. E aí nós passamos por um processo muito profundo de nascer de novo, de, de começar a ter um novo olhar sobre tudo que nos [Música] envolve.

Jesus com seus discípulos, ele está fazendo exatamente isso. Semana passada nós chegamos em Lucas 9:57. A raposa tem sua toca, o pássaro tem seu ninho. Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. Está buscando toca, está buscando ninho, é um problema. Deixa que os mortos enterrem seus próprios mortos. Se a gente não deixar coisas morrer dentro de nós, coisas novas não vão nascer.

Outra regra importante: você quer que coisas novas nasçam dentro de você? Deixe coisas velhas morrerem. Você quer um pano novo? Não remende o pano velho. Olha o que Jesus ele fala. Deus não remenda pano velho com remendo novo. É um princípio espiritual simples. Deus não vai remendar projetos velhos. Ele quer te dar algo novo. Abandonar o velho é uma atitude espiritual correta.

A grande maioria de nós está tentando remendar questões familiares, questões culturais, dá um jeitinho em tudo. No mundo espiritual as coisas não dão um jeitinho. É simples assim. A gente tem que obedecer uma coisa que estava aqui antes da gente: a lei da gravidade. Por mais poderoso que você possa ser, por mais capacidade que você tenha de ter um, um avião enorme, com turbinas enormes, você vai se submeter à lei da gravidade se você quiser sair do chão. Velocidade, aerodinâmica, poder das turbinas. Você não sai do chão simplesmente assim: "Ah, não acredito na lei da gravidade, ignoro isso e vou pular do prédio", vai morrer. Simples assim. Existem regras que nós precisamos obedecer. Assim também o mundo espiritual, ele é carregado dessas regras, carregado desses princípios, carregado de toda essa estrutura. Se nós não entendemos como eles funcionam, nós ficaremos parados no mesmo lugar.

Sem acessar lugares novos, sem nos envolver com coisas novas. Quem está entendendo o que eu estou querendo dizer? A Bíblia fala que na presença de Deus há uma novidade de vida. É um cântico novo, é um ambiente extremamente criativo, disruptivo, libertador, revelador. Então é muito poderoso.

Terceira regra que nós estudamos semana passada: põe a mão no arado e não olha para trás. Nós temos um problema sério de insegurança, de plano B. Nós estamos o tempo todo querendo resolver o amanhã e abandonando hoje. Nesse mesmo texto que Jesus ele fala sobre o passarinho, fala assim: "Observe o passarinho, meu amigo. Observe o lírio do campo. Olha o lírio do campo. Ele não sabe costurar, mas nem Salomão em toda sua glória se vestiu como eles."

Observe o lírio do campo. Se Deus cuida assim de uma erva, de uma flor, não vai cuidar muito mais de você? Ele fala: "Homem de pouca fé". Aí ele fala assim: "Buscai, pois, em primeiro lugar como primícia, como objetivo central, como primeiro objetivo da sua vida, o reino de Deus e a sua justiça, a posição correta, o lugar onde você realmente deve estar."

E as demais coisas eu, eu vos acrescentarei. E viva cada dia o seu próprio mal, porque o amanhã pertence a Deus, não pertence. Vira para o seu vizinho. Você sabe que o amanhã não pertence a você, gente. Amanhã é muita prepotência você querer ser dono do amanhã. Você nem sabe o que vai acontecer.

O Papa Francisco morreu. Papa Francisco, Papa Francisco morreu. Cara, eu achei, eu acho esse papa foi o meu papa. Sensacional fazer aqui uma homenagem no nosso culto ao Papa Francisco. Assim, que homem maravilhoso, que homem assim que me inspirou muito, me ajudou muito. Eu achei o Papa Francisco uma pessoa sensata. Achei o Papa Francisco um homem que só dele ter colocado os pobres na pauta do mundo político, econômico, ele fez o mundo lembrar que existe pobre, né?

Ele fez o mundo lembrar que existe injustiça, que existe guerra, que existe imigrantes refugiados, que existe a comunidade LGBT. Ele fez todo mundo lembrar disso. Gostando ou não gostando, ele colocou na pauta da religião, da política, da economia, do mundo, a importância e o olhar que Deus tem para o pobre. Para mim acabou. Passa a régua. Eu tenho isso como um valor.

A Bíblia, o Igor fala uma coisa, uma frase que o Igor fica lembrando. A gente, as pessoas falam muitas coisas que a Bíblia fala pouco e fala pouco do que a Bíblia mais fala. Então tem, a Bíblia fala muito pouco, por exemplo, sobre dízimo, por exemplo, mas a Bíblia fala muito sobre viúvas, órfãos, estrangeiros, muito. Se tem uma das coisas que a Bíblia mais fala é sobre viúva, órfão, estrangeiro, necessitados. É o tema quase que central de toda a Bíblia, mas fala pouco sobre dízimo, oferta, fala pouco sobre, sei lá, sobre tantos temas que nós falamos tanto, não é verdade?

E eu acho que o Papa Francisco, ele foi muito feliz quando pôde perdoar. Perdão. Fundamental. É, é isso. Esse coração capaz de perdoar, capaz de, de não se ofender e principalmente hoje eu vi uma outra coisa muito interessante. Eu acho que minha vida ela está caminhando para esse lugar assim. Eu e a Carla, a gente não tem um voto de pobreza, nós temos um voto de contentamento.

Então, por exemplo, né, e esses dias a gente está, a gente, Deus deu a graça para a gente. Qual novidade boa para a nossa igreja? Deus deu a graça para a gente, mas uma graça tão grande. Tem uma pessoa que é dona de um sítio muito legal. As donas desse sítio quiseram vender o sítio para mim. É um sítio muito legal que vai ser basicamente a casa do Eleama enquanto ele clama existir, né? O sítio é muito legal mesmo. Todo mundo vai lá, vocês vão amar o sítio. São 40.000 m². É muito legal. Tem uma piscina. Qual o tamanho da piscina? Ô Ivan, de quê? Ela, ela tem 30 e quantos metros? 35 m. A piscina é enorme. O sítio é enorme de frente e assim, e Deus deu a graça para a gente de estar comprando esse sítio.

E, e, e é legal que nós estamos comprando uma coisa que vai ser de uma instituição que cuida de pessoas que, que estão nas ruas, que estão nas periferias. Eu, eu estava vendo no testamento do Papa Francisco ontem, né? Ele não deixou nada assim, ele tem um voto de pobreza por ele ser franciscano. Então ele não teve herança nenhuma. Aí, aí foi perguntar para a mulher assim: "Qual a herança que ele, o que ele deixou? Ele deixou alguma coisa para alguém?" Falou assim, literalmente ele não deixou nada para ninguém. Ele não tem nada. Tudo que ele produziu em toda a sua vida, toda a riqueza e tudo que ele, ele simplesmente viveu por uma causa. Aí ela falou assim: "Mas ele não deixou um legado". Aí ela começou a falar o legado dele, o que ele deixou em nós, não para nós. Isso é muito poderoso, né?

A gente pode deixar muitas coisas para, para as pessoas, mas poucas coisas nas pessoas. Ao longo da nossa vida, a gente tem que colocar isso como meta: deixar mais coisas nas pessoas do que para as pessoas. Muitas pessoas trabalham muito para deixar coisas físicas de bem material que depois vão até brigar por isso ou se matar por isso. Mas quando você deixa coisas nas pessoas, legado, as pessoas podem dar suas vidas para manter um legado, mas elas podem também matar para tomar uma herança. É ou não é verdade? Isso que a gente precisa pensar. O que que nós estamos produzindo?

Então eu fico muito feliz porque, tipo assim, a gente vai vivendo a vida e ao longo da nossa história o que nós estamos produzindo? O amanhã ele tem que pertencer a Deus. Se o amanhã pertence a você ainda, você ainda é o dono do seu amanhã. Então você ainda se sente Deus da sua vida. Quando você realmente consegue, consegue lidar com esse conflito, ele é sociológico, antropológico, espiritual, ele é tudo que é o amanhã, é um drama econômico, social, familiar. Amanhã, o que eu vou comer amanhã? O que eu vou beber amanhã? O que eu vou vestir amanhã? É um drama, é um medo.

Quando a gente consegue organizar o nosso coração para viver o hoje, nós temos forças de mudar o amanhã, de, de melhorar o amanhã vivendo hoje, mas nós fragilizamos o amanhã quando nós vendemos o presente. Nós paramos de viver as novidades que Deus deu. Então, se você parar para pensar tudo que eu estou ensinando para você aqui hoje, a escola das estações não é uma escola de um discipulado religioso, de pessoas radicais, religiosas, eh, de fundamentalistas que querem viver uma vida extremamente radical para Jesus, não.

Nós estamos organizando uma espiritualidade inteligente que faz uma interlocução real com Deus que é espírito, mas que é o criador de toda a terra. Cria uma relação verdadeira, harmoniosa com uma vida que tem impactos emocionais, físicos, psicológicos, sociais, culturais. Porque um povo que vive preocupado com o amanhã, estressado com ter, trabalhando dia após dia para conquistar apenas bens materiais, que não está se importando em deixar para a próxima geração valores, princípios, legado. Isso sim para mim é loucura. Isso para mim é loucura.

Mas se alinhar, se afinar com o céu e praticar o amor na sua maior intensidade deve ser o objetivo de todo ser humano. Então, quando Jesus está chamando seus discípulos, Pedro, larga a sua, a sua rede, vem comigo, negue-se a si mesmo. Pode parecer uma coisa, Kaká, mas negar a mim mesmo, sabe? É uma coisa tão agressiva, deixar de ser eu mesmo, não sei, uma coisa meio assim, meio expressa uma coisa estranha.

É como se Jesus virasse. É como se você estivesse num diálogo, numa terapia com Deus. Imagina uma terapia com Deus, você deitado num divã e você tem a oportunidade por 5 minutos, a 10 minutos, conversar com Deus. O Deus do Porta dos Fundos lá, aquele é Deus. "Você é Deus?" "É Deus." Sentar com Deus e perguntar se Deus, vê aí, o que que pega, o que que está rolando? Imagina, gente, dois minutinhos, né? Precisa de mais. Pergunto para aqui: o que que você quer da minha vida? Dá aí duas palavras aí para me nortear o resto da minha existência, né?

Rafaela esses dias ela, ela, ela tatuou no braço dela. Achei super legal. Ela tatuou: "O que faria Jesus?" Ela colocou essa pergunta na cabeça dela 24 horas agora. Ela fez uma tatuagem no braço dela e ela assim, depois que ela fez a tatuagem, a vida dela ficou, virou, virou uma confusão. Que beleza que ela tatuou assim: "O que faria Jesus?" Eu estou aqui agora. O que que faria Jesus? Toda hora ficar lembrando. Mas é uma pergunta muito boa. Por quê? Partindo do princípio que ele é criador do céu e da terra e que ele me criou, lógico que ele sabe mais sobre mim do que eu mesmo.

O saber dele, o saber dele é muito poderoso. Então, toda a proposta de Jesus que ele está fazendo aqui, ele fala assim, ó: "Deixa os mortos enterrarem os mortos." Cara, tipo assim, eu gosto do seu pai, eu gosto da sua mãe, mas eu sei mais sobre você do que eles. Apoia a mão no arado e não olha para trás, porque você é tão volátil, você é tão, como é que fala? De ânimo dobre. Você é tão assim frágil. Se você botar a mão no arado e olhar para trás, a chance de você desistir é grande. Eu preciso eliminar os seus planos B para dar um super foco no plano A para ver se você consegue sustentar num caminho que talvez não tenha a ver com o que você quer, mas tem a ver com o que você precisa.

Então Jesus está fazendo uma proposta chamando pessoas para uma caminhada, para uma, uma jornada, para um caminho. E ele chama isso de discipulado. Quem está entendendo isso? E a regra que ele cria foi: negue-se a si mesmo. Tome a sua cruz. E é interessante que é isso, é uma revelação muito profunda. Tomar a sua cruz porque eu já tomei a minha. Jesus não pede para você carregar a cruz dele. Tem uma diferença entre visão e missão.

Toda empresa que você vai terá visão e missão. Visão, qual que é a missão nessa igreja? Qual que é a visão? Teologicamente falando, a melhor definição que eu tenho de visão e missão é que a visão é a visão de Deus do todo. Então, Deus está aqui onipresente. Ele está na África, ele está no Japão, ele está na China, ele está nos países. Ele está no meio da guerra agora, mas também ele está num, num ambiente de mais tranquilidade. Ele está em todo. Então, Deus, ele tem uma visão de um todo. Nós não temos nós. Nossa visão extremamente limitada culturalmente, o nosso ambiente, é o Brasil, Belo Horizonte. Vai, vai descendo o Google Earth, o Google, vai fazendo, hum, vai descendo. Você vai encontrar aqui na rádio Gabalha 4700, uma noite, terça-feira, na cidade de Belo Horizonte, talvez assim totalmente intoxicado e vivendo na cultura local com uma visão extremamente limitada do todo. Concordo?

Por mais que a gente tenha acesso à internet hoje, por mais que, enfim, uma limitação absurda. A missão seria a parte de tudo que ele está fazendo, que ele confiou a você para trazer você para trabalhar com ele. Quem entendeu isso? Então, tome a sua cruz e siga-me. Tipo assim, você aceita que eu coloque sobre você um peso de responsabilidade e eu te ensino a carregar esse peso e esse peso é um pedaço, é um pouquinho do peso que estava sobre mim e eu coloquei sobre você para eu compartilhar com você um pouco do que eu estou fazendo dentro das suas limitações.

Missão é uma parte do que ele compartilhou com você. Por isso que ela é múltipla. Tem missão em todas as áreas da vida. Tem gente que carrega cruz por questões humanitárias. Tem gente que carrega cruz por questões, sei lá, ambientais, econômicas. Se você pegar José, ele foi um cara que carregou uma cruz para resolver um problema econômico da sua geração. Já Abraão carregou uma cruz para resolver um conflito, uma questão familiar. Davi já foi uma questão de governo e política. Cada um carrega uma cruz e cada cruz ela tem seu significado profundo na missão desse indivíduo que coopera para o cosmo, coopera para o todo, coopera para a visão geral de Deus.

Se esse corpo todo trabalha com juntas e ligaduras bem ajustadas, ele movimenta o reino de Deus na terra. O movimento do reino é, é essa, é essa, é essa comunidade multiforme trabalhando sinergicamente ainda que não esteja geograficamente no mesmo lugar. Vocês estão compreendendo isso?

Então, negue-se a si mesmo e tome a cruz, tipo assim, abandona a sua missão e deixa eu compartilhar uma missão com você que tem mais a ver com o que eu te criei para fazer. E depois ele disse: "Siga-me". Ele não disse: "Adora-me". Isso é muito bom. Embora Jesus, ele é digno de ser adorado, nós veneramos, nós adoramos, mas a maior adoração que você pode fazer a Deus, a Jesus, é segui-lo.

Você, você acha que adianta adorar Deus e não segui-lo? Adianta cantar? Você acha que Jesus morreu na cruz porque ele estava carente querendo que a gente cantasse para ele? Você acha que a resultante de tudo que Jesus fez foi músicas e cultos religiosos? Ele está carente, ele gosta de música, como se não tivesse anjos cantando para ele 24 horas por dia. Na verdade, ele tolera a nossa música. Na verdade, a gente canta mais por causa da gente do que por causa dele. Ele quer você, ele quer que você siga, tanto que você siga-me, né?

Jesus não está no céu, sentado no trono. A Bíblia fala que onde tiver dois ou mais, ele estará. O judeu, ele disse lá, o rabino disse: "Jesus não está lá, ele está aqui." Ele não disse adora-me. Ele disse: "Siga-me". Isso muda tudo quando você entende que o grande chamado não é estude a minha Bíblia, meu chamado para você que você estude a Bíblia. Ele falou isso. Eu vou falar e vou repetir várias vezes. Discipular pessoas, ser discípulo, não é aprender teologia, não é fazer um curso de teologia, é aprender a carregar a cruz e andar no caminho que ele andou. Isso é ser discípulo.

Estudar a Bíblia é o grande plus dessa caminhada. O que que ela vai dar para você? Ela vai te dar elementos importantíssimos para a caminhada. Mas se você estuda a Bíblia e não nega Jesus, não nega a si mesmo e toma a cruz e segue, você virou um religioso erudito parado no mundo espiritual estudando um livro e chato. Com certeza você vai ficar chato, sem sombra de dúvidas. Você vai querer, vai ficar querendo falar da praia para todo mundo sem nunca ter ido lá. É chato demais sentar com religioso, fala tudo sobre Jesus, mas você conhece [Música] ele mais ou menos.

Então, quando Jesus ele consegue trazer os seus discípulos a este lugar e eles se tornam, agora eu quero que você abra sua Bíblia comigo ali e eu vou, e agora eu vou pegar uma, uma linha bem direta e eu quero chegar aí com vocês em Lucas 10:37, Lucas 10:57, eu acho. Lucas 9:1 agora. Lucas 9:1. E eu vou repetir o que eu li semana passada.

E tendo Jesus convocado os 12, aqui já são os convocados. Os convocados são aqueles que, aqueles que seguiram. Aqueles que seguiram são aqueles que tomaram a cruz. Aqueles que tomaram a cruz foram aqueles que negaram a si mesmos. Aqueles que negaram a si mesmos foram aqueles que botaram a mão no arado, não olharam para trás, deixaram os mortos enterrarem os mortos e não estão a fim de construir toca e ninho. Pegaram a visão aí?

Então essa é uma resultante. Nós estamos aqui, o convocado, gente. Por quê? Porque eu chego em algumas igrejas, eu chego em alguns lugares, ah, eu sou discípulo de Jesus, me dá um, um negócio. Por quê? Porque claramente essa pessoa, ela se tornou o discípulo de uma instituição que ela se colocou num lugar espiritualmente que ela não está, eu não estou fazendo uma crítica pejorativa apenas e com nenhum tipo de soberba, eu estou falando porque não é essa prática, não existe o negar a si mesmo.

Existe a sua capacidade produtiva de multiplicar, de trazer novas pessoas e não de negar a si mesmo. Isso muda completamente a equação, gente. Nós não estamos falando de uma meritocracia espiritual ou de um lugar de resultado. Nós estamos falando de acesso a um lugar. Nós não estamos falando de um trabalho eclesiástico. Ser discípulo não é o quanto você produz para a igreja que você congrega. Não é quantas pessoas você cuida e leva para a igreja. Ser discípulo é o lugar que você entrou. É se você acessou o lugar que Jesus está. Isso faz de você um discípulo, uma mãe de um discípulo.

Eu, eu cuido do, eu, eu sou, eu sou técnico de um pequeno time de basquete em Contagem, onde tem meu filho. E é muito interessante que a gente está jogando o campeonato mineiro e as mães ficam assim: "Você viu meu filho? Ele está melhorando, né, Kaká? Ele está melhorando, mas ele está bem ruim ainda, né? Não, mas, mas você acha que no próximo jogo ele pode ajudar?" Eu falei: "Sim, eu acho que sim, mas ainda está um pouco difícil. Mamãe, se estiver brava comigo, minha filha." Eu falei: "Sim, eu entendo a senhora, compreendo o seu momento, mas é um jogo coletivo e ela está no processo de desenvolvimento, porque a tendência é os pais verem os filhos aonde eles não estão. A tendência é a gente nos colocar em lugares que nós não estamos e nós nos ofendemos quando descobrimos realmente onde nós estamos."

Pedagogicamente falando, a mãe de dos discípulos. "Jesus, você viu meu filho? Tem um momento assim, você viu como que de todos os discípulos, fala sério, Jesus? Ele não é o mais dedicado. Ele não é quando o senhor se tornar um rei, quando o Senhor for reinar, qual vai ser o lugar dele? Eu já tenho que perguntar porque eu tenho que saber porque eu estou acompanhando esse negócio aqui. Eu tenho que saber o passo dele, como é que vai ser esse negócio todo." Jesus fez uma resposta muito simples. Ele falou o seguinte: "Olha, não cabe a mim saber qual lugar ele vai estar, mas é simples. Se ele quiser ir para onde eu estou indo, olha só, ele colocou no futuro, é só ele passar por onde eu vou passar. Se ele quiser ir para onde eu estou indo, é só ele passar por onde eu vou passar. É simples assim. Você quer ter a autoridade que eu tenho, passe por onde eu passei, porque tudo se trata de um caminho."

Eu estou vendo muitas pessoas criticando legendários. Tem muita gente criticando legendários. Assim, eu acho que as pessoas que não foram não têm propriedade suficiente. Eu sou extremamente crítico e tenho capacidade de criticar legendários hoje em muitos aspectos. Tem coisas boas, tem coisas ruins, tem um processo até interessante, mas escutar pessoas que não foram é interessante também. É ou não é verdade? A grande maioria que está criticando nunca foi. Por mais que possa ter sim evidências de, de vários fatores, tem muitos fatores. Eu lá mesmo briguei com muita gente lá no legendário mesmo. Falou: "Ó, me esquece aqui, meu filho, vai arrumar problema comigo." Teve um camarada falou comigo assim: "Não, vamos orar." "Eu oro, ô bicho, para mim orar é igual transar com a minha mulher, mano. Você não vai mandar eu orar assim, vai ora. Isso para mim é um estupro, velho. Não vem que não tem não. Eu vou orar a hora que eu quiser, porque eu com Deus não é esse negócio mecânico não. Eu vou orar na hora que eu achar que eu tiver que orar, velho. E não enche minha paciência não."

Aí falou assim: "Mas você tem que orar agora." Eu falei: "Vou fazer o seguinte, é só orar que eu posso fazer outra. E posso pregar?" Aí tinha uns, uns, uns, uns 10 caras comigo na minha família assim, "pode, tem que fazer alguma coisa." Eu comecei a pregar. A Bíblia diz que aquele que ora, aí comecei a pregar contra a oração e fiquei 40 minutos pregando. Eu pregando e o cara atrás de mim que mandou falou: "Nossa, cara, esse cara aí está falando de oração agora. Eu nem tinha pensado nisso. Muitos pedem, não recebem porque pedem mal, pedem pensando." Aí comecei a falar, fiquei 40 minutos falando. Então, tipo assim, você só tem propriedade para falar sobre o caminho se você andar no caminho.

Jesus, ele está te chamando para dentro de um lugar. Experiência espiritual. Gente, nós não estamos falando de uma ideia, de uma ideologia, nós estamos falando de uma pessoa que está te chamando para andar com ela. Então, a relação ela é extremamente pessoal e ela totalmente afetiva e vai para o campo da experiência, do toque, do ver, do ouvir, do sentir, do presenciar. Discipulado é uma, é uma imersão muito profunda.

Então Jesus agora ele está com 12 apóstolos, 12 discípulos aqui nesse momento. E ele está falando, tendo Jesus convocado os 12, deu poder para essas pessoas sobre todos os demônios para efetuar a cura, também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar todos os enfermos. Agora, olha o versículo 3. Eu quero que vocês parem comigo aqui nesse versículo 3 e pensem.

Você chegou na sala de aula de Jesus, Jesus está ensinando. Ele vai gastar 3 anos. Ô gente, o povo paga uma, uma, uma nota para os coaches hoje, né, para ter uma mentoria. Jesus agora está dando 3 anos de mentoria gratuita. Tudo que você precisa fazer é entregar tudo. E agora ele começa. Essa aqui é a primeira dica que ele dá.

Então, a primeira dica que Jesus dá no seu discipulado foi e disse Jesus: "Nada leveis para o caminho para quebrar já. Nada leveis para o caminho." Eu, eu, em toda a escola das estações, eu tentei perceber todos os aspectos pedagógicos de cada comando que Jesus deu. Você tem que entender o porquê. Ele não está falando isso aleatoriamente. Lembra que para ele ensinar ele antes viveu. A Bíblia não mostra Jesus aprendendo, mas ele não ensinaria nada que antes ele não tenha aprendido.

E a Bíblia não fala que ele nasceu pronto. A Bíblia fala que ele aprendeu através das coisas que sofreu. A referência é Hebreus 5, versículo 8, 9 e 10. Embora sendo filho de Deus, ele aprendeu a obedecer por intermédio das coisas que sofreu. E tendo sido aperfeiçoado, ele se tornou o autor da salvação.

Então, então quando ele fala, quando ele disse: "Nada leveis pelo caminho", você já pode já pensar por que ele não quer que eu leve algo pelo caminho? Vamos pensar as coisas que ele não quer que você leve pelo caminho. Ô, gente. Ah, Kaká, mas então quer dizer que eu vou ter que largar isso? Pensa pedagogicamente e outra coisa, contextualize para os seus dias de hoje. Esse texto é um texto que cabe contextualização, cabe olhar para os dias de hoje, cabe olhar para a especificidade da vida.

O texto fornecido já está em português. Portanto, não é necessária uma tradução. Abaixo está o texto original, formatado conforme as regras solicitadas:

de cada um de nós. O que ele tá nos chamando é por uma imersão. E ele diz: "Nada leveis pelo caminho, não leve bordão." Aqui tem bordão, alforge, pão, dinheiro e as túnicas. São quatro ou cinco elementos. Eu quero fazer uma reflexão rápida sobre cada um deles.

O bordão aqui, o bordão ele entra como se fosse o cetro de um rei ou a profissão de uma pessoa. E aqui nós temos uma questão muito interessante, que Jesus ele faz um paralelo entre profissão e vocação. E isso é muito legal. Eu acho que todos nós precisamos pensar sobre isso na vida, porque profissão está totalmente ligada a um ofício que você aprende.

Você nasce numa família, por exemplo, que já tem uma tradição numa determinada profissão, é muito comum que você aprenda aquela profissão. Por exemplo, Jesus aprendeu a ser marceneiro. Com certeza ele aprendeu a cortar madeira. O pai dele tinha esse ofício, certo? Então, profissão é o que você aprende.

Vocação vem de vocário, vem de nome. Vocação tá ligado a seu nome, tá ligado ao nome que ele te deu no útero da sua mãe, tá ligado à sua função, tá ligado ao que ele, o que você foi criado para fazer. É totalmente diferente você aprender a fazer algo, você sabe, você desenvolver uma habilidade ou você descobrir o que você foi criado para fazer. É totalmente diferente. Quem entendeu isso que eu falei agora?

Então, profissão é o que você aprendeu a fazer. Vocação é o que você foi criado para fazer. É muito comum em todas as culturas que nós, que a gente venha gastar muitos anos da nossa vida desenvolvendo profissão. Por quê? Culturalmente falando, é o que vai nos dar renda, é o que vai nos dar sobrevivência, é o que vai pagar nossas contas, certo? Né?

Por exemplo, vou dar um exemplo claro. Na minha família, né? Eu tava contando pra Paula hoje mais cedo na minha família, eh, eu fiz um trabalho de cura interior com a minha avó já no fim da vida dela, a mãe do meu pai, já tava na minha casa uns dias. Eu fui fazer uma conversa com ela. "Se vó, por que que a senhora tem que perdoar? Não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê." E eu fui pegando a trilha, por que que minha avó não perdoava ninguém?

Aí eu perguntei para ela, eu cheguei no pai dela, ela me contou a morte do pai dela, que o pai dela morreu eh assassinado num bar por causa de um jogo de baralho. E o pai dela tomou um tiro de um revólver, um 22, um revólver simples, depois de uma discussão e ele agonizou e morreu ali por não ter médico na cidade de Diamantina. Olha que loucura. Não tinha socorro, não tinha ciência, não tinha tecnologia, naquela morreu, não tinha carro para deslocar, não dava tempo.

E e minha avó nunca perdoou o cara que matou o pai dela. A dor que ela que ela carregou. Depois ela teve um relacionamento com o meu avô que eu nunca conheci e ele teve quatro filhos com ela e abandonou ela. Ela nunca perdoa ele. Ela ficou foi criando uma série de rancores. E quando eu vi Belo Horizonte, morar no Carlos Prates e toda a cultura da minha família, toda a cultura da minha família era o quê? Que a gente tinha que ser médico.

Então, meu pai, desde pequeno, minha tia, meus tios, a ideia era ser médico. Só que quando eu escutei a história da minha da minha avó e eu vi que alguns alguns dos meus parentes tornaram médicos, a história da minha avó é o seguinte. Na verdade, todo mundo queria que você fosse médico, porque a minha avó há muitos anos, ela vinha trabalhando numa cultura dentro da família por causa da morte do pai dela e nunca tinha médico.

Então, ela sempre olhou para a medicina como uma coisa assim muito assim, sabe, médico salva a vida das pessoas. Então eu nasci numa casa em que ser médico, estudar para ser médico era a cultura que predominava em toda a família. Tô entendendo o que eu tô querendo dizer? Entende isso? Então é muito interessante que de fato é uma coisa muito forte e que foi ganhando força cultural na família.

Mas a vocação não tem a ver com o que me aconteceu com a minha avó. A vocação não tá ligado à morte do meu bisavô. A vocação, ela tá ligada com o útero da sua mãe, porque Deus te criou para fazer. E é natural que a gente gaste muito tempo desenvolvendo uma profissão, mas e que não tem nada de errado. Tanto que Paulo era advogado e foi advogado por toda a sua história. Usou o direito, usou a sua profissão muitas e muitas vezes na sua caminhada vocacional.

Mas em algum momento da sua vida, por mais que você tenha uma profissão muito legal, Jesus tá te pedindo, será que você também pode interromper uma fase da sua vida e gastar um pouco de tempo para eu te ensinar e para eu levar você a descobrir a sua vocação? Quem entendeu? Sim ou não? É uma proposta justa. Como é que é? Não, mas ele era advogado. Ele era advogado. Paulo era advogado.

Tanto que foi ele que segurou a a a o pano no julgamento da morte de Estêvão. Ele tinha, ele ele tinha o ele era, ele tinha esse, esse, esse, esse título também de ser um advogado. Ele era rabino, ele Paulo era um cara sinistro, entende isso? Então, a maioria das pessoas que só têm profissão quando aposentam, muitas vezes, cara, ganhei o que eu tinha que ganhar, fiz o que eu tive que fazer. Eu quero é descansar.

Quem tem vocação não para enquanto tiver com o olho aberto. É ou não é verdade? Quando você faz o que você foi criado para fazer, não independe do seu ganho. Você vai fazer aquilo até o último dia da sua vida. Por isso que por mais que você tenha uma profissão, é extremamente importante que você desenvolva sua vocação.

Jesus, ele tá nos chamando no discipulado, na Bíblia, o texto bíblico tá falando, não leve o bordão. Por quê? Vocês vão observar uma coisa. Eu não tenho problema com bordão. Só preciso que você por um determinado tempo da sua vida, vamos também quando a gente fala assim, galera, vamos para pro tempo de mesa, vamos fazer um trabalho com com com estrangeiros, vamos fazer um trabalho com vivo, vamos pro presídio, pessoal, vamos sair um pouco da rota, profissão, dinheiro, vamos fazer coisas diferentes, vamos tentar entender ou cruzar com a dor do mundo e tentar descobrir habilidades que nós não sabemos que nós temos caso.

E pode ser que nós descubramos ou a gente saiba, eh, e a gente descubra coisas sobre nós que nós não sabemos que está adormecida, que é a frase que o Igor fala tanto aqui de de Aristóteles, aonde as necessidades do mundo cruzam com as suas habilidades, ali está a sua vocação. E eu acho que é por aí mesmo que que que esse flete aconteça.

Então quando Jesus ele fala assim: "Não leve bordão, eu preciso de um tempo. Não leve alforge, alforge é aquela bolsa que coloca no cavalo, aquela bolsa coloca no cavalo, no camelo que vai cheia de de de de não, gente, como a gente fala de de nutrientes, né? De de de como é que chama isso, gente? De mantimento, que vai cheio de mantimento para garantir a viagem.

Então o alforge é diferente do pão. Aquele fala assim: "Não leve pão também, porque o pão é o alimento diário, é a comida do dia. O alforge é a comida do amanhã. Olha, olha, olha, olha o nível de de comprometimento de Jesus. Eu não quero que você leve nem um alforge, nem um pão. Eu eu quero te ajudar e eu quero te ensinar. Eu quero, eu, eu quero treinar o seu, a sua estrutura emocional, psicológica.

Eu, eu quero te treinar para você saber viver tendo e não tendo. E eu quero te mostrar que que eu quero ensinar você a viver no presente. Ô, gente, isso é uma escola muito, muito difícil de fazer. Talvez muitos de vocês podem passar a vida inteira e não se colocar neste lugar para experimentar tal situação.

Por exemplo, eu tava numa situação, eu tava vivendo ele clama um determinado momento da minha vida e realmente eu estava numa situação não muito diferente do que eu tô hoje, mas assim numa situação bem complicada mesmo, que as perspectivas de futuro elas estavam se esgotando mesmo. E eu tava sem água, sem luz, naquele sítiozinho de 100 m².

E eu olhava pra minha vida em alguns momentos, por mais que eu tava feliz estava fazendo aquilo dali, mas batia umas crises existenciais muito fortes de falar assim: "Gente, que que eu tô fazendo? Se isso aqui der errado, vai ser uma merda muito grande." Tipo assim, pensa. Tem meus amigos tudo fazendo faculdade, todo mundo ganhando dinheiro, todo mundo se virando. Pensa, eu tô morando com 35 mendigo, não consegui pagar água, não consegui pagar a luz.

Eu acho que eu tô entrando e vários momentos eu parava no meu quarto, falei: "Jesus, você tem certeza? Tá tudo certo mesmo? Tá, tá, dá um sinal aí, alguma coisa." Aí minha mãe chega um dia, minha mãe foi lá no sítio e falou assim: "Meu filho, eu tive uma ideia." Eu falei: "Ah, mãe, foi Deus que tocou a senhora? Então fala aí, fala aí." Falou assim: "Eu vou te colocar como sócio da minha empresa."

Minha mãe tinha uma lojinha, vendia roupa, vendia a empresária, tinha a loja dela. "Você vou te porque aí eu vou pagar seu INSS, vou pagar tudo em casa lá na lá na frente negócio de um problema muito sério, você tem uma garantiazinha, alguma coisinha para você na sua vida." Eu falei: "Mãe, não foi nem carne, nem sangue que te revelou, mãe. Veja que tu és profeta, mãe, né?" Tipo assim, poxa, já é uma um alguma coisa, né?

Aí eu muito chato, muito xarope, muito xiita. E eu falei: "Mãe, vou orar essa noite, vou fazer uma oração com Jesus aqui. Aí eu vou vou ter paz no meu coração para fazer isso que você tá falando comigo. Aí amanhã eu te dou uma resposta." Quando eu fui orar no meu coração, na minha conversa com Jesus, ele falou assim: "Não, se você quiser ter o plano B, pode ter. É isso que você quer? Se você quiser ter, você pode ter.

Então, quer dizer que tudo que eu tô falando para você pode dissolver. Então, na verdade, o que eu tô te apresentando não é suficiente para a sua existência aqui nessa terra, na sua vida." Em outras palavras, eu me senti extremamente a minha oração noturna ali, extremamente assim, desaprovado por Deus a ser sócio da lojinha da minha mãe. E eu não acreditei que eu ia falar não para a minha mãe mais uma vez.

E eu deitei o travesseiro. Eu lembro desse jeito. A memória é tão violenta. Vocês dizem que eu lembro que não tinha luz. Eu tava com a com a cama cheia de vela assim em volta da minha cama assim, ó, para iluminar meu quarto. Eu lembro eu deitado sempre assim, não, não, não pode negócio desse e eu lembro que Deus falou assim: "Tenta colocar o seu cabeça no seu travesseiro."

A gente hoje fazendo terapia, cuidando de tanta gente, gente, eu cuido de muito problema todo dia. A minha vida ela é muito atribulada. Eu escuto muita gente todo dia. Quem anda perto de mim sabe que eu resolvo muito pepino e eu deito e durmo igual um bebê. Eu pergunto a cara para você ver. Eu deito e durmo. O máximo que eu tenho que fazer é ver um videozinho de política, uma coisinha assim para tirar minha atenção e durmo.

Sabe que dia que eu aprendi a dormir assim? Naquela noite, você dorme, dorme e saiba que amanhã pertence a mim. Treina o seu cérebro, treina sua estrutura emocional de cama e dormir. Com uma certeza você não é Deus da sua vida e o amanhã pertence a mim. Deixa eu te surpreender amanhã. Apenas saiba dormir hoje e acordar amanhã e se surpreender porque eu já preparei para você.

Ô gente, eu tô falando para vocês diante de Deus, isso foi o maior treinamento que eu já tive na minha vida. É deitar e dormir mais atribulado que possa ter sido aquele dia. Essa regra foi exatamente em cima desse ponto aqui. Não leve alforge. Eu consigo, hoje eu sentei com a Carla, eu consigo planejar só o que ele já me pediu para fazer. O que que me acelera? "Cacá, eu te pedi para você fazer isso aqui, ó." Pum.

Aí é o que eu consigo planejar. Eu não consigo, eu, eu, eu não permito a minha, o meu cérebro ficar ansioso ou preocupado com uma coisa que eu quero fazer, mas eu consigo planejar um ano dentro do que ele colocou no meu coração para fazer. É diferente. Eu tô te falando isso aqui porque isso aqui a gente não aprende na faculdade. Isso você aprende deitando, dormindo e não tendo o plano B.

É um tipo, ele quer treinar o nosso coração, ele quer treinar a nossa alma, nossa estrutura emocional, a não levar alforge, a não levar pão. Você quer ver uma coisa muito importante? Poucas pessoas param e pensam sobre isso. A oração sacerdotal, todo mundo faz essa oração. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai nossas ofensas.

Todo mundo faz essa oração. Para e pensa nessa oração. Divide essa oração em três grandes partes do Pai que tá no céu. Essa é conhecida como a oração sacerdotal. Pensa dessa oração, gente. Ela não é quando você for orar, ore assim. Ele não falou ore essa oração. Ele falou: "Ore com essas com esses princípios espirituais." Você pode orar ao Pai Nosso, ele é lindo.

Mas quando você for orar, ore assim, tira a blusa. Ore assim, primeiro, você tá falando com quem? Com o Pai que tá lógico. Primeira coisa, você tá falando com o Pai que tá no céu, ele tá onde? No céu, porque o céu é o céu de quem? De Deus. E a terra ele deu para quem? Pros homens. Você é quem? Você é homem, mulher? Tá aqui na terra. Seu pai tá onde? Primeira coisa.

Segundo princípio, vem a nós o vosso reino. Olha sim, não fala: "Pai, vem a nós ou entre no meu projeto aqui na terra." Não venha com seu projeto do céu na terra. Segundo princípio importante, não inverte essa lógica aí, não, que dá um problema enorme espiritualmente. Vira feitiçaria. Quando você tenta trazer Deus pro seu projeto, é um problema enorme.

Você tem que seja feita a sua vontade aqui na terra como no céu, sendo você a porta para essa vontade se manifestar. Terceira grande regra, pão nosso de cada dia dai hoje. Essa pessoa que tá fazendo essa oração, ela tem que estar no presente. Ela não pode estar no futuro e não pode estar no passado. Ela tem que saber comer do pão de cada dia. Que tipo de gente come e pede o pão de cada dia? Quem vive no presente.

Viver no presente é estar aqui agora. Viver no presente é saber estar no lugar certo espiritualmente. Aonde Jesus está no presente, aonde tudo está acontecendo para você andar nas estações, essa é a regra mais importante, está no presente. Então, toda a escola, todo o sistema do mundo é te acelerar para você resolver o futuro.

Repete comigo. Quem se preocupa com amanhã não tá hoje. Quem se preocupa com amanhã não vive o presente. Bate da porta. Eu quero entrar no banheiro. Tá ocupado. Mas eu tô muito apertado. Mas tá ocupado. Mas eu quero entrar e quero cear. Tá ocupado. Eis que estou à porta e bato. O seu coração está aberto, disponível para receber Jesus.

Agora, isso não é um texto de salvação, isso é um texto de edificação, de comunhão. Eu quero cear com você e quero saber se você está no mesmo lugar que eu estou. "Ei, Adão." Uai, se ele fosse mineiro, "Cadê vocês?" Tá doido. Que aconteceu? Chamado. Não é para você ir pra África, é para você voltar pro lugar que você nunca deveria ter saído. Aonde ele tá? Aonde ele tá.

Toda a escola das estações tem um objetivo central, te ajudar a entender como está, como você pode estar onde ele está e participar do que ele tá fazendo. Vou repetir o texto. Jesus ele disse, repete comigo. Jesus disse, eu só faço o que eu vejo o meu pai fazer. Você quer ver o pai? Você quer ver o pai? Olha para mim. Jesus ele disse: "Se você vê a mim, você vê que está no céu."

Então Jesus, ele estava completamente afinado à agenda e às obras que o pai estava fazendo por intermédio dele. Então toda o todo o trabalho é esse que nós estamos fazendo. Tão entendendo isso? Então, pão nosso de cada dia que você deixar ele alimentar você, isso não significa que você não pode ter dinheiro. Isso não significa.

Gente, a contextualização desse texto, ela passa por uma hermenêutica muito grande que é tratada individualmente com cada ser humano dentro de um discipulado, dentro de uma imersão, dentro de uma disposição do coração de estar nessa agenda. Pedro, por exemplo, ele tinha grandes problemas financeiros, era era o único discípulo casado. E por um vários momentos a mulher de você, ó, "Você tá seguindo esse Jesus maluco aí, você tá entendendo?"

E vou te falar uma coisa. "Tá cheio de conta para pagar. Se você não se virar nos 30, você vai ver, você vai ser discípulo. Você vai ser de, vai ver de quem. Vou fazer eu ser um discípulo também. Você vai ver discipulado que eu vou te dar." E não adianta subir a montanha dos lendários, que isso não vai adiantar nada. Era, é uma piada assim.

Então, então Jesus falou para Pedro, Pedro, Jesus, ó, "Eu tô com problema em casa, conjugal com a minha esposa, eu tô sem dinheiro, tô seguindo você, você for no negócio do pão, aquele negócio eu acho bonito, mas eu parei de pescar já tem uns dias e tá difícil, entendeu? Eu preciso resolver o meu problema." Ele falou assim: "Pedro, o que que você pesca, né?" Então para dar uma pescadinha lá, velho.

Pedro foi lá pescar, pegou um peixe, uma pérola dentro do peixe e pagou as contas tudo e tocou o barco. Enfim, a contextualização disso que eu tô falando para vocês passa por uma O que Deus quer saber é o seu coração. Se você está disposto a andar nesses lugares que ele tá andando. Agora volta para mim aqui. Não leveis dinheiro. Dinheiro é um Deus.

O Papa Francisco deixou uma frase muito bonita. Quem leu essa frase? É dinheiro. É como se ele faz dinheiro não é para adorar. Dinheiro ele vai te servir, mas ele não é Deus para você adorar. É ele. Ele te serve, mas ele não pode te governar. Boa. Para mim matou. Essa frase do Papa Francisco. Aplica aí nesse ponto aí. Não leve dinheiro. Por quê? Enquanto o dinheiro te governar, você serve a um outro Senhor.

Jesus, ele disse: "Ou você vai servir as riquezas ou a Deus." O dinheiro ele ele deve te servir e não te governar. Pronto, essa frase ela mata, ela ela explica exatamente o meu sentimento. É importante desintoxicar do governo do dinheiro. Extremamente importante. Se você quer ter uma vida espiritual saudável e você é governado pela riqueza, pelo dinheiro, pelo desejo, pronto. Isso é um problema espiritual.

Isso é um problema. Deus tem problema com o dinheiro? Não. Ele tem problema do dinheiro te governar no lugar dele. Por quê? Porque a tendência é você viver pelo dinheiro e não pela agenda dele. E se você for viver pelo dinheiro, você vai supervalorizar o que te dá retorno e você não vai valorizar o que ele te criou para fazer. A chance de você cumprir a missão é pequena.

E a Bíblia fala que na obra de Deus tem muitas, a seara é grande, são poucos cearenses. Ore para que o o senhor da seara mande ceifeiros. Então ele quer gente trabalhando e não leve duas túnicas porque no reino de Deus você não acumula. Você vai aprender a dividir. A escola que eu tô te chamando, ela vai te ensinar sua vocação. Ela vai te ensinar a viver no dia presente. Ela vai te ensinar a não ser governado pelo dinheiro.

E ela vai te ensinar o poder da multiplicação quando você divide e vai lutar pesado contra o acúmulo. Gente, isso isso se você colocar isso aí dentro de um de um de uma estrutura filosófica, ideológica, antropológica, é muita coisa. É uma escola que já ela já nasce já com muitas situações. Agora vai rapidamente para mim em Lucas eh 10 versículo, eu acho que é o 17, tá? Exatamente.

E aí, gente, eu vou ficar um pouquinho de pé agora. Tem que ajustar aqui pra gente poder finalizar nessa reta final aqui, gente. Tô tô finalizando, tá bom? E aí nós chegamos a um lugar muito interessante. Que lugar que nós chegamos agora? Presta bem atenção. Eh, é muito importante você entender que Jesus ele está ele, ele ele ele ele ele discipulou 12. Ele ele falou pros 12: "Não leve bolso, não leve alforge."

Depois ele chegou 70. Em Lucas 10, versículo 1, você vai ver que ele repete as mesmas regras. Lucas 10 1 2 3 4 falou pro 70: "Ei, não leve alforge, não leve bolso, não leve pão, não leve dinheiro." As mesmas coisas que ele falou pros 12, ele falou pros 70. Isso mostra meio que uma certa eh eh repetição metodológica, pedagógica. Parece que Jesus, ele realmente discipulava dessa forma.

O início de um processo, deixa os os mortos enterrar os mortos, pá pá e depois disse, ele disse, não leve bolsa, não leve alforje, pouquíssimas coisas, mas parece que de fato representa, eu tirei uma e para na minha tese aqui discipulado, essa é a primeira aula de Jesus, mas aí ele manda de dois em dois. Não leve alforge, não leve, não leve bordão, não leve alforje e vai de dois em dois, de casa em casa.

E aí eu quero provocar em vocês, eu quero ativar em vocês os seus dons, suas habilidades. Eu eu estou trabalhando em vocês coisas em vocês que vocês não sabiam. Estou expondo vocês espiritualmente ambientes que vocês não se expuseram anteriormente. Eu estou ativando. É igual o menino que nunca jogou futebol e eu coloco ele no campo para jogar, para experimentar a bola, sentir o campo.

É a mesma coisa eu pegar uma pessoa e expor essa pessoa a um ambiente que ela não, culturalmente ela não está acostumada. Isso é para um, é para ativação. Jesus ele tá ativando. Vai de dois em dois, entra nas casas. Eh, eh, aonde você entrar, você vai comer. Enfim, eu estou tentando ativar as suas capacidades, seus dons. Beleza?

Só que passou algumas semanas, Jesus marcou, ó, dia tal, congresso, na cidade tal, nós vamos encontrar geral. Então, vocês vão, vão ficar aqui, ó, duas, três semanas fazendo aí a residência aí, né? Eu sempre falo, né? Imagina uma pessoa que fez medicina durante interna que vai pegar uma pessoa para abrir a pessoa, pum, desmaia, né?

Na residência ali, quando ela quando a pessoa começa a trabalhar, ela vai saber, poxa, eu não sou cirurgião, eu vejo o sangue, eu eu vou vou vou para uma outra área tipo assim, é mais ou menos isso. Eu tô eu tô eu tô te provocando porque eu quero saber de fato, eu quero que você descubra mais sobre você e eu quero te ver jogando, porque eu não sei se eu te coloco no ataque, no meio de campo ou na zaga. Eu preciso ver você jogando para eu poder te ajudar a descobrir.

Agora só aí eles regressaram no texto do do no versículo 17. Então regressaram 70 e eles estavam possuídos de alegria, dizendo: "Senhor, os próprios demônios submeteram pelo teu nome." Mas Jesus lhes disse: "Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago." E dar uma tirada aqui, não sei se vocês observaram, é tipo assim, Jesus, porque eles começaram a expulsar demônio, curar enfermos e começou a acontecer coisas através deles que nunca tinha acontecido antes.

Eles voltam possuídos de alegria, extremamente surpresos por terem experimentado o cara que pescava peixe e agora de repente ele botou a mão numa pessoa, a pessoa foi curada ou ou ele deu uma ordem para um demônio e aquele demônio submeteu a ele. Ele falou: "Cara, eles eles voltaram extremamente possuídos de alegria e extremamente surpresos porque tá acontecendo."

Mas Jesus, ele disse uma coisa: "Olha, não fica, não fica muito admirado porque vocês expulsaram demônio. Eu vi Satanás caindo do céu. Isso não é o é legal. Nossa, mas não é o foco. Eis que vos dei autoridade para pisar em serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo absolutamente vos causará dano." Versículo 20. "Não obstante, alegrai-vos, não vos alegrai-vos, não porque os espíritos imundos vos submetem, mas sim porque o vosso nome está arrolado nos céus."

Para mim. Não fique admirado, não porque os demônios, os espíritos submeteram, mas porque você tá descobrindo o nome que eu escrevi para você no céu. Uau! Gente, o meu trabalho aqui não é te ensinar a expulsar demônio, orar enfermo, é que você descubra sua vocação. Não fica admirado porque você tá fazendo coisas. Fica admirado porque você tá se tornando aquilo que eu te criei para você viver.

Então essa esse essa é a tonalidade, esse é o objetivo do discipulado. Agora ele continua dizendo assim: "Naquela hora exultou Jesus no espírito. Ele chorou e exclamou: "Graças te dou, meu Pai, Senhor dos céus e Senhor da terra. Por quê? Porque ocultaste essas coisas dos sábios. Dos eruditos, dos daqueles que que se acham conhecedores das Sagradas Escrituras, mas nunca negaram a si mesmo.

Tomaram sua cruz e te e me seguiu. Pai, porque ocultaste essas coisas dos sábios instruídos e as revelastes aos pequeninos? Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado revelar essas coisas aos seus pequeninos. Tudo foi me entregue pro meu pai. Ninguém sabe quem é o pai senão o filho. Que ninguém ninguém sabe quem é o filho senão o pai. E também ninguém sabe quem é o pai senão o filho e aquele a quem o filho quiser revelar."

E voltando-se para os seus discípulos que negaram a si mesmo, tomaram a cruz e seguiram, disse-lhes particularmente, observa que isso aqui não é um assunto que tá tratando com a multidão. Particularmente aquele grupo que negou a si mesmo, tomou a cruz, que que que não levou alforge, que não levou bordão. Particularmente bem-aventurados os olhos que veem as coisas que vocês estão vendo.

Pois eu vos afirmo que muitos profetas, reis quiseram ver o que vocês estão vendo e não viram. Ouviram o que vocês estão ouvindo e não ouviram. Particularmente vocês estão acessando coisas que muitos quiseram acessar, mas nunca acessaram. Quem entendeu isso aqui, gente? Pegaram isso aqui? Observaram que essas manifestações e esses lugares que eles foram entrando, acessando, experimentando, exclusivamente somente aqueles que negaram a si mesmo, tomaram a cruz e e se permitiram viver nesse lugar, tiveram oportunidade de experimentar o que eles estão experimentando.

Agora, o último versículo para fechar isso aqui com com essa aula que a semana que vem eu já vou começar uma outra aula, Lucas 22, pra gente poder fechar. E a gente poder dormir tranquilinho hoje. Olha aqui, a partir do versículo 35. Olha que interessante. Eu vou lendo o quadro com vocês aqui agora. Então, Jesus, eu gosto da minha versão, gente, se passaram 3 anos.

Para comigo aqui agora. Se passaram 3 anos lá atrás, Pedro, João e o barquinho lá atrás. Negaram a si mesmo, tomaram a cruz, seguiram Jesus, não levaram o bordão, não levaram alforge, não levaram duas túnicas, não, enfim, isso foi lá atrás. 3 anos se passaram. Eles doaram 3 anos para aprender coisas sobre eles que eles não sabiam, viver situações que eles não tinham vivido anteriormente.

Eles se permitiram viver na escola do discipulado. Pronto. Agora Jesus do nada chama eles assim: "Gente, vem cá, eu vou ser crucificado agora mesmo. Deixa eu finalizar uma aula com vocês aqui. Deixa eu falar." A seguir Jesus perguntou: "Quando vos mandei sem bolsa, vocês lembram? Sem alforge, lembra? Sem sandália? Lembra daquela época? Faltou-vos porventura alguma coisa?"

Disseram eles, então disse nada, disseram eles. Então Jesus disse agora, porém, quem não tem bolsa, tome uma, como também quem não tem alforge. E o quem não tem espada, venda sua capa e compre uma. Em outras palavras, pode adquirir. O meu problema não é você ter bordão, você ter bolsa, você ter capas. Esse não é o meu problema. O meu problema é você pensar que isso, sem isso, você não vive.

Você não vive sem eu. Você não vive sem a minha presença. Você não vive sem a minha vontade. Mas sem isso eu já te mostrei que você vive. Agora você pode ter. Quantos de nós não consegue conceber a ideia de viver sem o alforge, o bordão, o dinheiro, o pão? Nós, se a gente não permitir Jesus nos ensinar, dificilmente nós vamos conseguir entrar nos lugares que ele vai nos desafiar.

Porque em alguns momentos ele vai falar assim: "Vem, sai do barco, anda na água, eu tô aqui, pode vir." Mas meu pai nunca andou, minha mãe nunca andou, eu nunca vi ninguém andando. Não, não interessa. Não precisa ter nenhuma referência histórica para isso. Eu só preciso que você olhe para mim e faça o que eu tô te mandando fazer. Eu preciso que você aprenda a andar comigo por várias e várias vezes.

Jesus vai te desafiar a fazer coisas que seus pais não fizeram. Lá em Deuteronômio 8, ele fala assim: "Eu vou te levar para um lugar, vou te humilhar, vou te provar. Eu quero saber que tá no seu coração. Eu vou arrancar do seu coração tudo que não é não é meu. Eu vou te dar de comer de uma comida que você nunca comeu. Só para você saber que o homem não vive do pão, mas da palavra que procede da boca de Deus."

Sabe o que que é isso? É aprender a viver da palavra que sai da boca. Isso é discipulado, gente. Isso é imersão. Isso é entrar para dentro do reino de Deus e deixar ele te ensinar num ambiente que você não sabe, você nunca viveu, mas ele tá lá para te ensinar. É o seu ambiente natural. Você foi criado para viver no amor. Você foi criado para viver no reino.

Então eu espero que vocês assim, essas três aulas que eu dei são as aulas de introdução que justifica todas as matérias que eu vou ensinar para vocês aqui agora. A escola das estações, ela vai se dividir em três grandes partes. O evangelho todo, que eu vou falar sobre fundamento, eu vou falar sobre a priori agora. Vamos falar sobre toda a estrutura preparada pedagogicamente para desenvolver o homem e a mulher toda, que é a segunda parte, o segundo módulo, o evangelho todo para desenvolver o homem todo, para que esse homem, essa mulher, ele possa responder a todas as coisas que Deus criou.

Então, essas três, três grandes módulos, essa essa matéria que eu dei, nós vamos percorrer toda essa estrutura de 3 anos de discipulado usando as estações para entender cada fase que os discípulos passaram. Então, a escola das estações consiste em ajudar você do começo ao fim de uma jornada a entender quais são os passos e por onde Jesus passou e por onde nós devemos passar. Amém.

Feche seus olhos. Deixa eu fazer uma oração. Senhor, muito obrigado por mais uma aula. Obrigado por cada um que está escutando aqui presencialmente, por cada um que tá escutando através das redes sociais, através do YouTube. Pai, em nome de Jesus, nós te agradecemos, Pai, porque nós queremos aprender a andar, Pai, nessa agenda, Pai. Nós queremos, nós queremos, muitas vezes, nós sabemos andar, nós sabemos viver com alforge, nós sabemos viver com bordão e sabemos viver sem você, mas nós queremos aprender a viver sem o bordão e sem o alforge, mas nós não queremos saber viver sem você.

Nós queremos viver, Pai, pela palavra que sai da sua boca, ser alimentado por aquilo que você preparou para nós. Nós queremos acessar aquilo que o Senhor preparou para nós. Nós queremos viver os seus sonhos, os seus planos. Em nome de Jesus, nós te agradecemos por essa escola. Agradecemos por cada um, Pai, que está ouvindo, vendo e mais do que isso, eu oro para que essas aulas impulsionem, seja um combustível para encorajar cada um, Pai, que está escutando, está vivenciando esses dias com a gente aqui, a entrar para dentro da proposta da porta e acessar esses lugares que de antemão já foram preparados, Pai, em nome de Jesus. Amém. Finish.

Pessoal, amém. Queria chamar a Carla e o Ivan aqui rapidinho e a Marcela também, o Pedro. Um minutinho, um aviso só. George, projeta aí para mim, por favor. Eh, pessoal, único aviso, na verdade, um aviso e eh é só notificando, atualizando. Nesse mês a gente adiou essa intervenção que a gente ia fazer, esse acampamento com o pessoal, os moradores de rua, né, o lendários diferente para o próximo mês, 16, 17, 18 de maio. Beleza?

Eu vou divulgar isso mais para frente, mas o nosso próximo grande programação aqui vai ser dia 8 de maio, que é um um uma a inauguração da Casa das Estações aqui. O Davi não tava prestando atenção. Eh, e aí a gente fez um um investimento no logomarca, numa identidade visual, ficou muito bacana. Ali vai tá pequenininho para ver. Desce um pouco, George, por favor. Ali, clica no post branco. Não, esse, isso, esse aí.

Aí tá no Instagram, tá ao vivo. Ó o que acontece quando juntamos criatividade, pessoas e propósito. A casa das estações, o ecossistema vivo. Eh, eh, fala rápido para não delongar demais. Então, a ideia é lançar esse ambiente que a gente quer criar, criar aqui, que transcende o o o espectro religioso ou do terceiro setor e ser um ambiente de convivência.

E aí eu tô, tá aqui a Carla, o Ivan, Marcele e o Pedro. Eh, tem também o Luca e o Vassalo, a Carol também com o estúdio dela de beleza. Então, vai ter gastronomia, tecnologia, educação, tem muita coisa acontecendo aqui. E é convidar vocês. É gratuito a entrada, mas não só para vocês estarem aqui, que obviamente vocês vão estar, porque vocês fazem parte aqui, vocês, enfim, fazem parte de tudo isso, mas para vocês convidarem pessoas também para conhecer, né, principalmente aqui da região, para saber que tem aqui açaí, que tem podcast, enfim, fazer essa divulgação, lembrando que tudo que acontece aqui tá fazendo algo dentro de nós e também eh financeiramente falando, é para é para financiar, né, tudo que a a gente tá fazendo.

Amém. Então, dia 8 eh de maio, o lançamento aí da casa das estações. E aí eu só quero pedir a Marcela para falar, porque a pizza todo mundo sabe que tem e tem o açaí, mas tem coisas além do açaí, então eu também não sei. Então, só para a gente pede aqui na terça-feira, se você puder mais ficar mais uns 15, 20 minutinhos aí, um exercício social muito bom, trocar ideia, dar um abraço ao outro, comer alguma coisa ali. E é isso aí. Amém.

Então, além do açaí, o que temos aqui, por favor? Ei, gente, boa noite. Eh, eu acredito que alguns de vocês já experimentaram, mas a gente tem um açaí, tem milkshake de Nutella e casquinha recheada de Nutella também, açaí com baunilha, casquinha de açaí com baunilha, a gente também tem milkshake de ovo maltine, café gelado. Eh, que mais? Eu tô esquecendo. Pizza e bolo. E eu queria Ali tá ali, tá, né? O pessoal o pessoal pediu aqui pra gente comemorar. Pode passar. É.