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M1 - AULA2: Destronando outros deuses.

Hilário Trigo57:37

Transcription

Turma linda, boa tarde. Boa tarde. Deus abençoe. Me avisem assim que eu aparecer no YouTube para vocês. Me escrevam no chat, por favor. Sejam bem-vindos, bem-vindas. Feliz com a presença de vocês aqui. Professor Ilário Trigo falando.

E damos início hoje à nossa segunda aula. Damos início agora aula dois com a temática destronando. Apareci, turma? Me avisem. Destronando outros, outros deuses. A aula de hoje, ó, será muito profunda. O objetivo dessa aula, apareci. Obrigado, turma. O objetivo dessa aula é mostrarmos quão, quão dependentes somos de objetos externos a nós para controlar o nosso mundo interno. A aula de hoje nós precisamos construir bem devagar, você precisa assimilar o conhecimento. E na aula de amanhã, nós vamos dar um próximo passo no sentido de uma desconstrução, uma desconstrução, o início de uma substituição desses objetos externos, ou ídolos, ou deuses, por aquilo que realmente deve, deve ocupar o trono, que é Cristo.

Então, vamos lá, turma. Antes de começarmos, vamos orar. Quem pode, fecha os olhos um pouquinho comigo. Pai, em nome de Jesus, agradecemos, Senhor, por mais esse tempo, por mais esse momento em sua presença. Agradecemos por, por nos unirmos, nos reunirmos como comunidade em teu santo nome, Senhor. Senhor, que o teu Santo Espírito flua por meio do nosso professor. Que o teu Santo Espírito esteja presente na vida de cada um, cada uma de nós aqui presentes. Que o Teu Santo Espírito nos traga compreensão. Que o teu Santo Espírito nos traga convencimento, nos traga quebrantamento, que sejamos preparados pelo Teu Santo Espírito, somente pela presença dele, para tudo aquilo que receberemos no dia de hoje. Em teu santo nome oramos, em nome de Jesus. Amém. Escreve a mim no chat, turma.

Antes de começarmos, a gente vai. Hoje pela manhã, eu estava lendo Provérbios, Provérbios 8, e a gente vai começar a aula de hoje com Provérbios 8, porque tem tudo a ver com o que o ministério Resgates começa a construir. Provérbios 8, o chamado da sabedoria. Acaso não chama a sabedoria e o discernimento não ergue a sua voz? Nos lugares mais altos, junto ao caminho, nos cruzamentos, ela se situa. Ao lado das portas, a entrada da cidade, portas adentro, ela clama em alta voz. E vocês, homens, eu clamo e a minha voz é para toda a humanidade. Vocês ingênuos, adquiram a prudência. Vocês tolos, adquiram bom senso. Ouçam, pois tenho coisas importantes para dizer. Os meus lábios falarão o que é certo. A minha boca fala a verdade, pois os meus lábios detestam a maldade. Todas as minhas palavras são justas, nenhuma delas é distorcida ou perversa. Para os que têm discernimento, são todas retas. E retas para os que encontram conhecimento. Aceitem a minha instrução em vez da prata e o conhecimento em vez do ouro escolhido. Pois a sabedoria é mais preciosa do que rubis. Nada do que vocês possam desejar se compara a ela. Eu, a sabedoria, moro com a prudência e tenho o conhecimento que vem do bom senso. Temer ao Senhor é odiar o mal. Odeio o orgulho e a arrogância, o meu comportamento e o falar perverso. Meu é o conselho sensato e o. Eu, meu conselho sensato. Eu sou o entendimento. A mim pertence o poder. Por meu intermédio, os reis governam e as autoridades exercem justiça. Também por meu intermédio governam os príncipes e os nobres, todos os que julgam com justiça. Amo os que me amam e quem me procura me encontra. Comigo estão riquezas e honra, prosperidade e justiça duradouras. O meu fruto é melhor do que o ouro, do que o ouro puro. O que ofereço é superior à prata escolhida. Ando pelo caminho da justiça, pelas veredas do juízo, concedendo riqueza aos que amam e enchendo os seus tesouros. O Senhor me criou como princípio do seu caminho, antes das suas obras mais antigas. Foi estabelecida desde a eternidade, desde o princípio, antes de existir a terra. Nasci quando ainda não havia abismos, quando não existiam fontes carregadas de águas, antes de serem assentados os montes e desistirem às colinas, eu nasci. Ele ainda não havia feito a terra, nem os campos, nem o pó com o qual formou o mundo. Quando ele estabeleceu os céus, quando traçou o horizonte sobre a superfície do abismo, lá estava eu. Quando firmou as nuvens em cima e fixou as fontes do abismo, quando determinou os limites do mar para que as águas não violassem a sua ordem. Quando marcou os limites dos alicerces da terra, eu estava sempre ao seu lado. Dia a dia me deleitava e me alegrava continuamente com a sua presença. Eu me alegrava com todo o seu mundo e a humanidade me dava alegria. Ouçam-me agora, meus filhos. Bem-aventurados os que guardam os meus caminhos. Ouçam a minha instrução e serão sábios. Não a desprezem. Bem-aventurado o homem que me ouve, vigiando diariamente as minhas portas, esperando a entrada da minha casa, porque todo aquele que me encontra acha a vida e recebe o favor do Senhor. Porque todo aquele que me encontra acha a vida e recebe o favor do Senhor. Mas aquele que de mim se afasta a si mesmo se agride. Todos os que me odeiam amam a morte. Glória a Deus. Bora, turma. Por onde vamos, profe? Mapa mental. E tem muita coisa. Gruda em mim. Gruda em mim. Gruda em mim. Gruda em mim. Tem muita coisa. Compartilhando a tela. Me avisem a hora que a tela aparecer para vocês, por favor. Aula dois, destronando outros deuses. Introdução, lembretes, material de apoio. Me avisem, turma, se a tela tá aparecendo. Profe, material de apoio. Dê uma olhadinha aqui na minha tela. Lembrem, por favor, turma, de entrar nos grupos do WhatsApp. Por quê, profe? Porque quando a aula acaba, primeiro eu faço uma transcrição da aula completa, conforme vocês veem aqui, e eu faço todo um aprofundamento sobre o que eu falei. Eu faço toda uma análise, todo um aprofundamento teológico. Eu tô me graduando, eu estou me formando, me graduando em teologia e eu faço toda uma análise do que eu disse. E se eu encontro uma, uma incongruência de acordo com a palavra, via os nossos grupos, eu mando algumas mensagens e no nosso WhatsApp nós teremos um movimento muito grande. É muita mensagem, profe, se você quer estudar, o WhatsApp é para você, o grupo é para você. Se você não quer estudar, ok, o esse, esse espaço, esse grupo do WhatsApp, ele não é para você. Então, o primeiro passo é material de apoio. A aula acabou, volta para cá. O que que eu faço? Eu faço uma transcrição fiel da aula e eu estudo tudo isso, encontro incongruências, encontro erros e na medida em que eu encontrar, eu vou conversando com vocês via nosso grupo do WhatsApp. Segundo, há um mapa mental que eu subo pro nosso grupo. Terceiro, há o resumo em PDF que eu também subo pro nosso grupo. Esse material de apoio vocês, é muito importante que vocês obtenham para que vocês leiam. E de volta, é muito importante que vocês estejam no grupo, deixem notificações ativadas para que, se necessário for, eu, eu corrija algo que eu tenha dito em uma das aulas, tá bom? Esse é o primeiro aviso para nós. Continuando, grupos de WhatsApp, já falei. Estejam nos grupos. Base teológica, já expliquei. Acabou a aula, faço uma transcrição e busco por incongruências e ajustes quando necessário.

Começando, turma, fundamento. Nessa aula eu mostro que existe o sujeito e os objetos externos ao sujeito. E que tudo aquilo externo que o sujeito usa para controlar seu mundo interno, decisões, ações, emoções, é idolatria. Se não é Cristo quem está no controle do meu mundo interno, sendo refletido em meu mundo externo por meio de comportamentos congruentes com o caráter de Cristo, estou em idolatria. O objetivo da aula é mostrar o quão dependentes somos do mundo externo e seus objetos, concluindo com, concluindo com o exercício de mapeamento dessas dependências externas, de forma que possamos substituí-las por Jesus Cristo. Essa é a proposta, é o fundamento da aula. E vamos começar a destrinchar aqui algumas terminologias que eu preciso que você compreenda. Sujeito, profe, o que é o sujeito? Sujeito, objeto. Existe o sujeito, existem os objetos. Existe o sujeito e o seu mundo interno. Existem os objetos no mundo externo. Então, a partir daqui, sempre que eu, que eu falar sujeito, nós estamos falando sobre aquilo que somos. O sujeito. A hora que eu falar objetos externos, por exemplo, o meu marido é um objeto externo, a minha esposa é objeto externo a mim, nossos filhos são objetos externos a nós. Uma casa, um carro, o meu salário, dinheiro, objeto externo é tudo aquilo diferente de quem somos. Sujeito. Volta pro mapa. Existe o sujeito, existem os objetos, existe o mundo interno. Quando eu falo em mundo interno, eu me refiro ao meu coração, às minhas emoções, ao meu diálogo mental, a maneira como eu elaboro, a maneira como eu processo a experiência de vida. Há um mundo interno que é refletido em um mundo externo, que é o comportamento. Meu mundo interno, nosso mundo externo, o comportamento. Profe, o que é idolatria? A idolatria é quando nós fazemos uso de objetos do mundo externo, objetos para controlar a experiência do mundo interno. Olhem para mim, não se dispersem. Profe, segunda aula nessa profundidade, a gente nem começou. Turma, gruda no professor, assista a aula várias vezes para que você entenda tudo. Um, existe o sujeito. Dois, existem os objetos. Três, existe um mundo interno desse sujeito. Quatro, existe um mundo externo. Idolatria é tudo aquilo diferente de Cristo que governa o meu mundo interno. De volta. Idolatria é tudo aquilo que é colocado no altar, no trono do meu coração, e me governa diferente de Cristo. Exemplos. Professor, eu me apaixonei por um homem, me apaixonei por uma mulher e o meu jogo emocional, o meu processo emocional, a minha dinâmica emocional a partir dessa paixão bagunçou a minha vida. Eu não como direito, eu não durmo direito, eu não consigo mais trabalhar direito, eu não consigo. Eu sou um homem casado, eu sou uma mulher casada e depois que eu me atraí, fui atraído, me atraí por um outro homem, uma outra mulher, estou apaixonado, apaixonada por um outro homem, uma outra mulher, eu não tô mais conseguindo funcionar na empresa, não tô mais conseguindo funcionar na minha família. Esse objeto externo a mim, a paixão por um outro homem, uma outra mulher, desencadeou em uma desarmonia, em conflitos internos, em, em processos emocionais em mim. Processos emocionais em mim que fogem, que fogem ao meu controle. Quando esse homem, por quem foge ao meu controle, vamos lá, deixa eu refinar, que foge ao meu controle, que foge a guiança de Cristo em meu coração. Ponto. Se algo externo a mim influencia minhas emoções, esse algo externo a mim é meu Deus. Deus com D minúsculo. Se esse homem por quem eu me apaixonei bagunçou minhas emoções, influencia minhas decisões e ações, esse homem é meu Deus. Se eu necessito do dinheiro do meu salário para que eu tenha paz de espírito, o dinheiro é meu Deus. Se eu necessito que o outro, meu, meu líder, meu chefe, meus amigos me reconheçam, me valorizem, me apreciem para que eu sinta na minha identidade percepção de valor, de significância, de que, de que eu sou útil. Os outros são meu Deus. Idolatria é tudo aquilo que é colocado no lugar de uma fonte absoluta, inesgotável de vida, que é Jesus. Eu dependo do dinheiro para me sentir seguro. Eu dependo do meu trabalho para que eu tenha a previsibilidade de segurança financeira. De volta a dinheiro, de segurança financeira na minha vida. Eu dependo do meu namorado, namorada, marido, esposa para que eu me sinta amado. Tudo isso é idolatria. E tudo isso é o que a gente começa a estudar agora. E é a nossa proposta. Eu creio que nas próximas, na próxima semana, nas próximas duas, três aulas, é nossa proposta, turma, mapearmos os ídolos e substituirmos. A palavra substituição é uma das palavras que nós mais vamos, vamos utilizar nos próximos dias. Substituirmos os ídolos por Cristo. A substituição dos deuses, dos ídolos, não se dá pela força humana, se dá pelo momento em que eu coloco Cristo no altar. Olhem para mim. Eu sou um homem depressivo. Eu sou uma mulher depressiva. Eu sou um homem ou uma mulher com condições mentais. E essas condições mentais, depressão, ansiedade, essas condições mentais, eu somente experimento uma vida, uma, uma vida funcional, uma vida saudável, com alguma qualidade de vida, devido à medicação que eu uso. Essa medicação é o teu Deus. Então, nós precisamos mapear muito profundamente isso tudo. Por quê? Volta para a aula de ontem. Quem somos? Espírito, alma, corpo. O espírito está morto. O espírito é vivificado em Cristo Jesus. Esse é o primeiro passo para todos nós. O espírito não tem luz. Quem tem luz é o Espírito Santo que vivifica o Espírito. O espírito humano não é a essência divina. O espírito humano está morto, é vivificado no momento em que a salvação se dá. O reconhecimento de Cristo como meu único Senhor e Salvador. É aqui que tem início a tua jornada. O Espírito Santo vivifica o Espírito humano. É o primeiro passo. O segundo passo é que a palavra, a palavra de Deus restaurará a mente humana. A mente humana, ao ser banhada pelo conhecimento, a mente humana, ao ser tomada pela palavra, será restaurada. Essa, esse, esse restaurar espírito, alma, a mente humana, as emoções, as histórias, a maneira como eu processo a experiência de vida. Há em mim, professor, uma alma ferida, uma alma machucada a traumas, a questões muito difíceis que eu vivi. Como é que a gente vai limpar tudo isso, professor? A palavra é por meio dela. O espírito humano está morto. É vivificado pela presença do Espírito Santo. Passo dois, a alma é curada por meio da palavra de Deus. Passo três, o comportamento é congruente no nível do corpo, espírito, alma, corpo. O comportamento se torna congruente, um espelho, um reflexo do caráter de Cristo. O caráter de Cristo é o que nós mais vamos desenvolver no nível da alma, por meio da palavra. Existe a salvação no nível do espírito, que é o momento em que reconheço a Cristo como meu único Senhor e Salvador. Existe a santificação, que é no momento em que vamos, por meio do processo, por meio da jornada, por meio do caminhar no ministério Resgates, obter a palavra consistentemente, passo a passo. Espírito, alma, corpo. Voltando, a alma doente se nutre, a alma ferida se nutre de ídolos. O coração é uma fábrica de ídolos. E é por aqui que a gente vai aprofundar agora, compartilhando o mapa. Entendi, profe. Aos lembretes. Material de apoio, foi. Fundamento, foi. Fechou. Fechou. Sujeito, objeto, mundo interno, mundo externo, idolatria. Pronto. Essa introdução da aula.

Conhecimento. A busca essencial. A busca essencial. Turma, pensem, pensem de forma lógica. A mente humana faz o que faz com o propósito, com o objetivo de atender a um conjunto de necessidades. Ninguém faz o que faz ao acaso. Nós estamos fazendo o que estamos fazendo de forma condicional. Qual é a palavra? Condicional e intencional. A mente humana joga um jogo de interesses o tempo todo. Isso é consciente para você a partir dessa aula e poderia ser inconsciente anteriormente. A mente é condicional. Eu faço o que faço com o objetivo de atender a um conjunto de necessidades. Exemplo, nós vamos acordar pela manhã, nós vamos tomar o nosso banho, vamos nos preparar, nós vamos ir trabalhar e tudo isso está condicionado a uma remuneração financeira que eu vou ter, ao meu salário, a minha empresa. Tudo isso está condicionado a um senso de propósito, de significado, de ser útil ao outro, servindo ao outro, ser útil a uma empresa para qual é o trabalho. Eu vou me alimentar pela manhã, eu vou cuidar da minha saúde, eu vou fazer exercícios físicos, porque há uma necessidade por trás, que talvez seja eu ser mais bonito, bonita, mais atraente, que talvez seja eu ser visto como uma mulher solteira por alguns homens, como homem solteiro, ser visto por algumas mulheres. Há sempre uma intenção por trás. A mente joga um jogo de interesse o tempo todo. E não há nada de errado nisso. Errado é você crer, ser sua mente. Nós vamos chegar nisso em aulas futuras. A busca essencial é uma busca por algo que satisfaça as minhas necessidades. Existe uma busca nos objetos do mundo. Presta atenção. Existe uma busca nos objetos do mundo por uma experiência. De volta. Existe uma busca nos objetos do mundo que disparam, são gatilhos para experiências internas em cada um de nós. Olhem para mim, o Hilário, o aluno, a aluna, fez tudo que fez, profissionalmente falando, por exemplo, porque nós obtivemos o nosso salário, o nosso dinheiro, a nossa remuneração no final do mês. Ufa, que bom, que alívio, eu consigo prover a minha família, eu consigo apagar as minhas contas e etc. Então, percebam, o recurso financeiro foi o gatilho para um ufa, que alívio. Ponto. Agora observe o alívio, a sensação de segurança, a sensação de de provisão não tem origem no dinheiro. Ela foi disparada pelo dinheiro, ela já estava dentro de mim. Outro exemplo, o Hilário, o homem, a mulher, a, o aluno, a aluna. O Hilário, não, esquece, professor. Um homem e uma mulher. Profe, a partir do momento em que aquele homem me viu, aquela mulher me viu, eu me senti atraído, atraída, e eu me apaixonei, eu me sinto vivo. Eu me sinto viva. Meu Deus, como é incrível. Então, me sentir vivo, me sentir viva é uma experiência interna sendo disparada por um gatilho externo, que é o objeto, esse homem e essa mulher. Aqui nós estamos falando de uma camada de idolatria, de dependência, que é a qual? Os recursos são internos, as experiências são internas, isso tudo já está dentro. No entanto, a busca primária da mente cria uma confusão onde eu projeto no objeto externo, que é o gatilho, a fonte da experiência interna. De volta. A busca essencial à mente, devido a ausência do conhecimento e ignorância, ela projeta no objeto externo a origem da experiência interna. No entanto, o objeto externo é apenas o gatilho de uma experiência interna que sempre esteve lá. Olhem para mim. O objeto externo é apenas o gatilho de uma experiência interna que sempre esteve aqui. Não é o homem, a mulher, meu marido, minha esposa, meu namorado, minha namorada que me faz sentir amor. Esse amor já estava lá. Esse homem, essa mulher foram o gatilho da experiência interna. Não é o dinheiro que me faz sentir seguro. A segurança já estava lá. O dinheiro foi o objeto externo, gatilho, que disparou a experiência interna. A mente busca no mundo externo a raiz, o ativar, o gatilho para aquilo que já está dentro no interno. A mente busca por meio do mundo experimentar aquilo que já está dentro. A mente busca na sua fantasia, na sua ilusão, nos objetos do mundo, a experiência que já reside em cada um, em cada uma de nós, já está dentro. A pergunta é: "Profe, por que isso é assim?" Isso é assim devido à. Devido à ignorância, eu creio que para ser feliz preciso casar. Devido à ignorância, eu creio, crença de que para ser próspero preciso do dinheiro. Devido à ignorância, eu creio que para ter uma vida realizada, plena, eu preciso de um, de um estilo de vida que alguém me vendeu, uma ideia de vida que alguém me vendeu. Isso é fruto da ignorância. Porque o sentir-se amado, ele tem como ser ativado. O sentir-se amado tem como ser ativado a partir de algo diferente do mundo externo. O sentir-se seguro, o sentir-se abundante, próspero, ele tem como ser ativado por algo diferente do mundo externo. Agora, para que isso seja real, nós precisamos entender, mapear os ídolos, os deuses, os objetos do mundo externo e substituí-lo e substituí-los por aquilo, aquilo que é o único que pode ser a fonte de todas essas experiências, que é Cristo. Volta pro mapa. Profe, a busca essencial, ela está nos trazendo a compreensão de todas as dependências que o ser humano vive, emocional, financeira, afetiva e etc. Nós estamos falando sobre isso aqui.

Voltando, o ego, profe, o que vem a ser o ego? O ego é a parte da mente que elabora sobre quem somos. Isso é o ego. O ego não é quem somos. O ego é a parte da mente que elabora sobre quem somos. E a parte da mente que elabora sobre quem somos cria o eu psicológico. Esse eu psicológico é Deus com D minúsculo para a grande maioria da humanidade. Que enquanto esse eu psicológico está no controle de minhas decisões, ações, ao invés de eu estar vivendo uma vida movida, guiada pela presença do Espírito Santo em minha vida, eu vou repetir. Olhe para mim. A grande maioria da humanidade, quase 8 bilhões de seres humanos, por mais que falem sobre Deus, são escravos do seu ego. São escravos de um Deus chamado eu psicológico ou ego. O processo decisório, decisão, ação, a influência emocional, a influência sobre o controle sobre a vida como um todo está submetido a esse eu psicológico. Eu não sinto segurança suficientemente, professora. Eu não experimento fé suficientemente para ser movido, guiado, influenciado pelo Espírito Santo. Então, há uma, há uma citação do meu pastor que ele diz: "Dependência cria fé ousada". Dependência cria fé ousada. Então, eu sou um homem, eu sou uma mulher, onde eu não sou ousado. Eu não sou ousada. E não sou ousado, ousada porque esse eu psicológico, esse ego está no controle. Ele não se coloca dependente de algo maior, dependente do Senhor, dependente de Deus. Na verdade, para que Deus entre, esse eu psicológico tem que sair. Para que Deus entre, o ego tem que sair. O ego é a parte da mente que elabora sobre quem somos. E a parte da mente que elabora sobre quem somos, ela é condicionada a ser condicional em tudo. Porque a busca primária da mente busca atender as próprias necessidades dela. E aqui nasce o ego. Só diz respeito a mim. Por mais que eu diga que estou fazendo algo pelo outro, há sempre um interesse por trás. Ponto. Volta compartilhando a busca essencial, o ego. Quem governa? Quem governa? Alguém pergunta no chat como se libertar silenciando e assistindo a aula. Porque a própria pergunta é uma forma da tua mente te manipular para sair da própria ministração, da própria pregação, do próprio, da própria compreensão que o conhecimento começa a elaborar. Volta. Quem governa? Enquanto não despertos, salvos, aula de ontem. O despertar é a salvação. A iluminação é o segundo passo, é a santificação. Aula de ontem. Enquanto não despertos, não salvos, quem governa aquele ser humano, ele construirá uma imagem de quem ele acredita que as pessoas amarão. E aquele ser humano vai gastar uma vida para sustentar aquela imagem. Eu vou repetir. Quando eu construo uma imagem de quem eu acredito que as pessoas gostarão de ver em mim e gasto a minha vida para sustentar essa imagem, o nome disso é escravidão, sofrimento, perdição e tudo mais. Quem governa esse ego, esse eu psicológico, que ele construiu uma imagem de quem ele acredita que as pessoas no mundo amarão, então gastarei uma vida para sustentar essa imagem, porque sustentando essa imagem serei nutrido, nutrida pelo amor do mundo. Então, se eu for um bom homem, esse bom homem será amado. Eu vou gastar uma vida para sustentar a imagem de um bom homem. Seja bom homem, o que quer que for para cada um de nós, para cada uma de nós. Essa é uma camada do sofrimento muito profunda, que é construir uma imagem de quem você não é e gastar uma vida para sustentar essa imagem. Praticamente 8 bilhões de seres humanos vivem essa dinâmica. Aí de volta alguém faz uma pergunta no chat. Como se livrar desse ego? E a resposta é a mesma. Silenciando e ouvindo. Não há absolutamente nenhuma compreensão que você, enquanto ser humano, possa conceber que te liberte do ego. O único que te liberta é Cristo. Como no momento em que reconheço a Cristo como meu único Senhor e Salvador, suficiente Salvador. Em outras palavras, não existe como você se despertar, não existe como você se iluminar. O teu papel, a tua função, o teu, a tua atribuição. A tua atribuição nessa aula é sentar e ouvir. E por meio disso, o espírito tem uma chance, o Espírito Santo tem uma chance de te convencer. E depois que ele te convence, as compreensões começam a ser elaboradas por ele em sua vida. Olhem para mim. Isso tem que ficar muito claro. Você não precisa gastar a tua mente e a tua energia tentando compreender o que eu transmito para você. Você precisa confiar que existe aquele que te convence e que é o Espírito Santo. A tua atribuição aqui é relaxar e assistir a aula. E quanto menos perguntas fizer no sentido de tentar compreender o que eu tô falando e mais se abrir para que o espírito te convença, melhor será para você. Não há nada que você possa fazer para merecer ser salvo. Merecer ser salva. Voltando. Onde é que eu estava, turma? Quem governa, profe? Quem governa, profe? Que triste isso, profe. Que coisa triste. Essa ficha acabou de cair. Eu construí uma imagem de quem eu não sou. Eu tô gastando uma vida para sustentar essa imagem. O nome disso é escravidão. Eu construí uma imagem de quem eu não sou. A mulher, a empresária, o empresário, a mulher intelectual, o homem intelectual, o professor, o terapeuta, o psicólogo, advogado. Eu construí uma imagem de quem eu não sou e eu tô gastando uma vida para sustentar essa imagem. E sustentando essa imagem, eu recebo do mundo. Recebo do mundo. E é isso que, é isso, é essa imagem que eu estou gastando na minha vida para sustentá-la quem me governa, porque me nutre. Me nutre de um amor que é o amor do mundo, que é um amor que não preenche. É um amor que, por mais que eu receba um pouquinho agora, ele é um saco sem fundo, ele quer cada vez mais, ele não satisfaz. Quem governa? A imagem que eu construí devido à quem eu acredito que as pessoas gostariam de ver em mim e gasto uma vida para sustentar essa imagem e ser nutrido do mundo. Nutrida do mundo. É isso que governa ou é Cristo quem governa? Ai, prof, chega. Me ajuda aí, pro. Me ajuda a abrir mão dessa imagem e me ajuda a quebrantar meu coração para que Deus entre. Para que Deus entre, o ego tem que sair. Não há como servir a dois senhores. Volta, respira, respira, respira e fica comigo. Volta.

Ídolos e substituição. Indo pro fim da aula. Profe, me dá um exemplo. Me dá um exemplo desses, desses ídolos. Ah, anotei aqui alguns para nós. Alguns exemplos. Aprovação. A busca por aprovação. Dinheiro, beleza, performance, sexo, controle, relações, imagem, que foi o exemplo que eu dei agora. Status, sucesso, segurança, poder, carreira. Competências, né? Então, se eu fizer uma graduação, uma segunda graduação, uma terceira especialização, se eu for um mestre dos mestres dos mestres, eu serei alguma coisa. Minha verdade interior é um ídolo, autoajuda. Você não tem como se autoajudar. O único te ajuda. Há uma, há um, há um único que te ajuda. Esse único é Cristo. Autonomia, independência emocional. Há um momento em que eu sei qual é o caminho, eu tô no controle. Relaxa, respira fundo, deixa comigo que eu bato no peito, vou lá e faço. No momento em que você chegar nesse lugar, essa é a evidência de que há um Deus no trono que não é Cristo, é você mesmo, é você mesma. No momento em que eu me entendo autossuficiente, ser autossuficiente, eu estou completamente perdido, perdida. E é incrível como, como a alma vai criar no mundo extremador. Eu sou dependente financeiramente. Eu não tomo decisões porque eu só tomo uma decisão se eu tiver o dinheirinho ali, porque eu não consigo arriscar, eu não consigo ser ousado, ousada. Eu sou dependente desse marido, eu sou dependente dessa, dessa esposa, eu sou dependente dos filhos. São camadas tão tóxicas, são camadas tão, tão dolorosas que essa alma ferida experimenta devido à ignorância espiritual. Lembrem, a aula de ontem, é nossa missão no ministério criarmos clareza espiritual e na sequência clareza mental. A confusão espiritual, ela tem que ir embora. E a confusão espiritual começa indo embora quando você entende que não há absolutamente nada diferente de Jesus, diferente de Jesus Cristo, que pode estar no governo, no trono do seu coração. E de volta, voltando para a estrutura, espírito, alma e corpo. Mas qual é o primeiro passo? O primeiro passo é compreender que o teu espírito está caído e morto. E isso é sim devido à raiz do sofrimento, que é o pecado. Eu preciso abominar o pecado. Eu preciso entender que não é por aqui o caminho. Eu preciso ter o conhecimento que me livre disso. Porque a base de tudo é o pecado. O preço dele é a morte. O espírito está morto e ele somente é vivificado por meio do Espírito Santo. E depois, e depois no nível da alma vem a palavra de Deus. Não vem a constelação familiar, não vem a terapia A, não vem a terapia B, nem a terapia C. As terapias, as ferramentas ajudam. E vocês sabem que ajudam. Vocês sabem que a constelação familiar é conduzida na Escola Vida, é conduzida pelo professor no momento certo. O momento certo é quando você já despertou e está em um caminho de iluminação. Não adianta. Vou constelar o aluno em pecado. Vou constelar o aluno dentro da confusão espiritual dele. Não adianta para nada. Agora eu tenho um aluno, uma aluna, que ele já despertou, ele já foi salvo, que ele está em um processo de iluminação, santificação, por meio da palavra de Deus. É óbvio que esse espírito vivificado, o espírito humano vivificado pelo Espírito Santo, a alma sendo banhada pelo conhecimento, pela palavra de Deus, é óbvio que a ferramenta vai vir aqui, vai contribuir, vai ajudar. Voltando pro mapa, onde eu tô? Estamos nos ídolos, ídolos e substituição. Voltando, estava falando sobre ídolos. Esses ídolos todos podem virar um Deus, o D minúsculo, quando servem para regular tuas emoções, te dar identidade, te dar controle, segurança, percepção de valor, evitar dor. Mapear isso. Volta pro mapa. Mapear isso, esses ídolos, é o exercício de hoje até amanhã. E então substituir. Prove, indo pro fim da aula, o que que o senhor quer de nós? Eu quero que você assista essa aula duas, três, quatro, cinco vezes. E eu quero que hoje você silencie e você foque em uma única atividade. Quem são os deuses que controlam minha vida? É o dinheiro, é o remédio, é a economia, é a política, é o sexo, é a pornografia, é a masturbação, é a academia. Você é aquela que se não tiver com o corpo em dia, se sente mal. É aquele que dedicou grande parte da tua vida para reverenciar o próprio corpo. Quais são os ídolos? O que me nutre emocionalmente? O que governa minhas emoções? O que influencia minhas emoções, decisões e ações? Quem são esses ídolos? Eu preciso que você escreva, nomeie, dê nome, entenda que isso está governando a tua vida, está no altar do teu coração. Ponto. A partir de amanhã, qual é o próximo passo? A partir de amanhã, a gente vai destrinchar isso ainda mais. A partir de amanhã, volta pro mapa. Vamos falar sobre as, sobre a próxima aula. Lembrem que eu sempre vou mostrar para vocês qual o próximo passo. Ontem, próximos passos, a gente já iria entrar na aula revelando a natureza de Deus. Essa aula estava aqui, ó. Vejam que eu mudei, desestruturando o eu psicológico. Amanhã a aula será essa, desestruturando o eu psicológico. Eu creio que na sequência revelando a natureza e depois estruturando novo eu psicológico. Desestruturando e estruturando. Amanhã eu explico o porquê. Porque existe uma necessidade de você ter, ter grande discernimento para conseguir discernir, separar o que eu explico. Vamos lá. O por que que hoje iniciamos com Provérbios? Por que hoje iniciamos com Provérbios, profe? O chamado da sabedoria. Não vou ler tudo. Ouça. Acaso não chama a sabedoria? E o discernimento não ergue sua voz. Essas aulas são o convite para discernir. Discernir é separar, é dividir, é separar o que tá misturado. Não mistura espiritualidade com terapia. O espírito é Cristo. O espírito humano somente como ser vivificado em Cristo Jesus. Ponto final. No nível da alma, nós vamos ter a palavra trazendo toda construção de clareza, toda ressignificação, toda a limpeza de conceitos equivocados, de estruturas de pensamento que não te levam a ter a clareza necessária, a clareza necessária no teu mundo interno para o comportamento congruente íntegro no mundo externo. Por fim, antes da oração, mapeie, nomeie seus ídolos. Se você se sentir confortável, escreva no, nos comentários para mim. Lembrem, eu leio 100% do que vocês escrevem no YouTube, não tenho como ler o chat. Acabou a gravação, eu não tenho acesso. Eu leio os comentários de vocês. Então, profe, eu quero, quero te contar algo. Comente na gravação. A hora que você vê que tem um coraçãozinho lá, não foi a minha equipe, fui eu quem li. Fui eu quem li e curti. Pronto. Me fale sobre os ídolos, me fale sobre o que você percebeu. Professor, o remédio da depressão era o meu Deus. Eu dependia dele para ter qualidade de vida. Profe, será que se nós entendermos? Vamos lá, vamos lá. Gruda em mim. Gruda em mim. Gruda em mim. Professor, será que se nós entendermos? Olha a estrutura de uma cura, olha a estrutura de uma cura nascendo aqui, sendo revelada para você. Se eu entendo que o remédio era meu Deus, que eu acreditava me dar qualidade de vida, e se eu substituo por Cristo, reconhecendo a Jesus como meu único Senhor e Salvador, no nível da alma, o conhecimento, a palavra de Deus vindo e trazendo a clareza sobre o que aconteceu, que me levou à depressão, será que isso cura a depressão? Não é, será? Há milhares, milhares não, centenas de alunos dentro da Escola Vida que já viveram, que já tiveram contextos depressivos e hoje não experimentam mais pós a jornada que viveram aqui na Escola Vida. Ponto. Então, há cura dentro de uma estrutura, desde que você entenda que essa cura não é na força do teu braço, não há absolutamente nada que você possa fazer para merecer. Eu não me sinto, alguém escreveu, não me sinto merecedora da salvação, mas realmente você não é salva por merecer, você é salva pela graça. Graça e misericórdia são temáticas que nós estudaremos em aulas futuras. Não é o momento. Há assuntos, há compreensões sobre a palavra que a tua mente não está preparada para assimilar ainda. Nós estamos preparando a mente. Quando eu falo que vamos desestruturar o eu psicológico e vamos reconstruir um novo eu psicológico, esse novo eu psicológico é uma mente com uma abertura maior para o conhecimento. Foi isso, turma. Atividade de casa, mapeamento dos ídolos. Bota nos comentários do YouTube para mim.

Vamos orar. Feche os olhos. Quem pode, Pai? Em nome de Jesus, Senhor, agradecemos, Senhor. Agradecemos por tudo que foi revelado hoje, por tudo que foi mostrado a cada um, a cada uma de nós, Senhor. Senhor, autorizamos, nós nos autorizamos para que o Teu Santo Espírito nos convença, nos revele, ministre a cada um, a cada uma de nós. Senhor, eu abro, eu me abro. Nós nos abrimos para a ação, a presença do teu Santo Espírito em nossas vidas. Consagramos o dia de hoje, a aula de hoje, consagramos o ministério Resgates a ti, Senhor. Que tudo, absolutamente tudo, venha de ti e aconteça por meio de ti, para ti e somente a tua glória. Em teu santo nome oramos, agradecemos em nome de Jesus. Amém. Amém.

Foi isso, turma. Quero ler os comentários no nosso, no nosso YouTube e nos vemos amanhã, meia 30, tá bom? Um beijo. Tchau. Tchau. Tchau, profe. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. Beijo.