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E o convidado de hoje pra nossa live, nada mais quem o meu sócio, grandioso João Paulo da >> Começa de novo. Começa >> tá problemas técnicos. >> Tá bom. >> Pode começar. >> Olá, tudo certo? Tudo OK? Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a mais uma live da da Saber Contábil sobre reforma tributária. Nós nos preocupamos com conteúdo de valor para você empresário, para te orientar, para te ajudar, para te munir de informações, para que você consiga passar por esse momento desafiador no Brasil que será a reforma tributária. Já é lei, já é norma e a partir de 2026 já começa a valer a reforma com impacto no seu negócio. E nós vamos trazer aqui hoje o impacto para o seu supermercado, para você que trabalha com varejo alimentar. Eu sou o Luiz Fernando aqui da Saber Contábil, especialista em reforma tributária e trouxe hoje como convidado o meu sócio João Paulo da Costa. Esse cara é especialista em planejamento tributário, especialista em supermercado, empresário de supermercado. O cara trabalhou mais de 10 anos no supermercado antes de ser um contador expert e ele vai trazer aqui para vocês hoje informação, conteúdo riquíssimo sobre a reforma tributária. João Paulo, conta um pouquinho da sua jornada com supermercado pro pessoal.
>> Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Como o Luiz bem disse, nós somos, sou um dos sócios fundadores aqui também da Saber Contábil. Eh, a gente tem hoje uma expertise muito grande com planejamento tributário voltado para supermercado. E hoje o nosso intuito aqui é trazer para você, supermercadista os impactos da reforma tributária no seu negócio. E olha que são muitos impactos, Luiz. Vai mudar totalmente a forma hoje como o supermercadista precifica, como ele compra, ou seja, vai impactar em todos os setores. Então, por isso dessa live que a gente trouxe para vocês, para trazer esse conteúdo de valor pro seu supermercado e principalmente para você de supermercado já começar a se preparar aí porque como o Luiz bem disse o ano que vem já começa a valer, já começa o ano teste aí da IBS e da CBS, impostos novos que vão começar a impactar o seu negócio, vão começar a impactar desde já a sua precificação. E será que você supermercadista, sua equipe de compras, sua equipe de loja, o seu software de gestão, será que tá todo mundo preparado? Então, >> João Paulo, vamos iniciar aqui com reflexão polêmica. >> Sim, >> você citou aí muito bem o que o supermercadista precisa já ter noção da reforma tributária. Nós vamos falar sobre isso aqui na live. Nós temos vários conteúdos no nosso YouTube falando sobre a reforma tributária, >> certo? Mas a questão é, se o supermercado, o varejo alimentar, que não se adaptar à reforma tributária, ele vai fechar as portas do seu negócio?
>> Com certeza vai fechar, Luiz, vai fechar as portas, porque aquele varejo alimentar que ele não se adequar à reforma e ele achar que ele vai continuar da mesma forma como ele é hoje, ele não vai sobreviver. Porque a gente tem aí a reforma tributária, ela fala de eh questão de créditos que eu não vou tomar se meu fornecedor não me pagar. Tem a questão da retenção na fonte e quem não puser isso na conta não vai sobreviver, porque a gente bem sabe que a margem final do varejo alimentar ela é muito baixa. O varejo alimentar hoje ele movimenta realmente uma cifra muito grande. São cifras grandes que os supermercados movimentam, mas a última linha da DRL, a gente sabe que a margem é apertada e qualquer coisa impacta nessa imagem e com certeza a reforma tributária vai impactar muito na margem do supermercado. Então o supermercadista que não se tentar isso, com certeza ele tá fadado a fechar suas portas.
>> Você que é um contador especialista em supermercado, aqui na saber contábel a gente atende várias empresas do ramo do varejo alimentar e você também empreende nesse ramo e tem uma vasta experiência dentro desse dessa atividade econômica. Quando você fala que a margem líquida é apertada, qual que é a média de margem líquida para um supermercado?
Luís, hoje a gente vê que essa margem ela varia um pouco de acordo com a região, ou seja, a gente tá hoje aqui na cidade de Uberlândia, um grande polo, onde tem várias redes supermercado, é muito concorrido o mercado aqui. Então a gente vê que os mercados na cidade de Uberlândia, normalmente eles tendem a ter uma margem líquida de lucro menor. As grandes redes aí chegam a ser margens menores que 1%.
>> Menos que 1%.
>> Menos que 1% de margem. A gente vê mercados aí, grandes redes trabalhando com pon 8 de margem final líquida ali, >> mas uma grande rede também porque o cara quer levar a marca para aquela região. Aí às vezes ele vai trabalhar uma margem menor porque ali naquela região quando ele instala >> aquela loja já tem outros concorrentes.
>> Não, com certeza. E também uma margem menor, mas em cima de uma cifra muito maior, né? A gente tem, por exemplo, redes aqui na nossa região que já fatura mais de um bio. Então é uma cifra também muito grande.
>> Quando ele faz o resultado consolidado, a conta fecha.
>> Exatamente. Só que a gente vê que uma margem saudável, que a gente sempre fala pro supermercado ali em torno de 5%. Só que a gente vê também um impacto nas cidades menores. A gente vê que normalmente cidades do interior os supermercadistas eles conseguem elevar mais a sua margem. A gente vê muitos supermercados aí de cidades pequenas aí com margem às vezes até de 10%. Então vai muito da região para mim trabalhar a margem, o mix, o público, porque a gente tem muita região, por exemplo, alguns distritos aí de cidades pequenas que às vezes tem um, dois mercados no máximo, eles não sofrem com essa concorrência, então eles acabam conseguindo trabalhar uma margem melhor.
>> Entendi. Isso é bem interessante. E a reforma tributária vai trazer um impacto gigante sobre essa margem.
Com certeza um impacto muito grande, porque um dos aspectos, vamos falar assim, gerais da reforma tributária, é ela é muito grande. São mais de 540 artigos aí que vão impactar todo o segmento do varejo. Então, ela traz que a gente já viu um aumento da carga tributária. Então, se o avarejo alimentar, que realmente, como dizia um supermercadista que eu conheci, que vive de centavos, se ele não se atentar isso, ele realmente vai levar muito prejuízo e às vezes ele não vai dar conta de segurar esse prejuízo aí por muito tempo.
>> É, a gente sempre brinca com o supermercado, é, são vários pequenos negócios dentro de uma única empresa. Se a gente pega os setores de um supermercado, então tenho ali a a pequena mercearia, eu tenho o pequeno impório, eu tenho uma padaria, eu tenho um açogue, eu tenho um sacolão. São vários mercadinhos, são vários setores que eu tenho dentro de um único CNPJ que se realmente eu não saber gerir, >> exatamente, >> aliado a uma boa gestão estratégica tributária, um bom contador que faça um planejamento tributário, que orienta o lucro real da forma adequada, porque a margem é apertadíssima, então qualquer centavo de imposto economizado de forma legal Uhum. >> Faz a diferença na estratégia do negócio, na sobrevivência, nem estratégia, sobrevivência. >> Sim. >> Porque mesmo que você faça um bom planejamento tributário, faça uma boa gestão da sua empresa, dependendo a concorrência vem e te engole. >> Com certeza. >> Igual você falou, vem uma grande rede que tá cobrando a margem ali menos de 1%. Não dá para concorrer.
>> Não dá. E realmente não dá. Aí a gente vê isso na prática mesmo. As grandes redes elas trabalham com um preço muito agressivo. Hoje a gente vê que o mercado é menor, que é o conhecido mercado de vizinhança, ele consegue sobreviver por um atendimento diferenciado. Aquele atendimento que a grande rede não dá, ele consegue dar, porque no preço ele não consegue brigar com com a grande rede, com certeza, porque a margem é muito apertada. E falando, voltando um pouco mais da realmente da reforma tributária, ela vai impactar por quê? Porque é um segmento que ele pode ter muitas rupturas. Então a gente pensa um segmento, como você falou, são vários negócios dentro de um sol. é um negócio que se eu não tomar cuidado, ele já tem por si só muita perda, porque tem tantos fatores internos como fatores externos que podem influenciar nessa perda do supermercado. A gente vê aí muitas vezes os supermercadistas eles não estão muito preocupados hoje com a gestão do seu negócio. A gente vê que a maioria realmente dos empresários de supermercado, eles não vêm de gestão, eles vêm muito de uma área comercial, então eles estão principalmente preocupados e isso é sim muito importante, logicamente, mas em comprar e vender.
>> Vender.
>> Então eles não estão muito preocupados muitas às vezes com essa estratégia administrativa ali da empresa. Então muit eles deixam isso na mão de terceiros ou mas muitas vezes eles nem fazem isso com muita destreza e com a reforma tributária isso vai ter que mudar.
>> Hum. mercadista não vai poder se preocupar somente em comprar, em vender, porque isso não vai ser o bastante. Ou seja, aquele empresário do varejo alimentar que hoje tem um viés mais comercial e não tem essa preocupação tributária, essa preocupação com os números na palma das mãos, essa preocupação com gestão de perda ou com controle financeiro, esse cara tem que abrir a cabeça dele, >> com certeza, >> porque ele vai ser engolido pela concorrência, pela reforma tributária, pela tecnologia. Sim, >> porque ele tem que preocupar também com gerir as pessoas, porque se o diferencial dele é atendimento, >> exatamente. >> E como que ele vai trabalhar a cultura da empresa dele para que o cliente quando entra dentro do estabelecimento ele seja bem atendido? Porque isso não depende do dono do supermercado.
>> Com certeza. Isso depende de toda a equipe que vai dar suporte ali, quem tá repondo a mercadoria na gôndula, que vai tirar dúvida de um cliente, quem tá lá no açogue, que vai fazer os cortes das carnes e atender o cliente na necessidade ou na na manipulação do alimento, no caixa, se vai ser ágil, se vai ser bem atendido. Então, envolve toda uma equipe e uma gestão e liderança para engajar esse pessoal, eles se sentirem motivados e acolher o cliente.
>> Exatamente. Isso a gente trabalha muito nas culturas das empresas quando fala que a cultura é um dos pilares é ter senso de dono. >> Sim. >> E isso é ter senso de dono. Então eu, se eu trabalho num negócio, eu assumi a minha responsabilidade e entender que o meu papel ali dentro é garantir que a empresa tenha sucesso. E eu sou uma parte, você é outra parte, o outro é outra parte e juntos vamos construir algo muito maior.
>> Com certeza, >> cara. Muito bom. E entrando dentro da reforma tributária, >> sim. >> O que que o empresário precisa saber sobre reforma tributária lá pro supermercado dele? Quando fala reforma tributária, OK, mas que que muda para esse cara?
>> Uhum. Então vamos lá, Luí, falar um pouquinho da reforma tributária. Eu sei que às vezes a gente acaba sendo muito repetitivo, mas vamos começar pelo começo, >> o básico, >> o básico da reforma tributária. Então, se a gente for ver o básico da reforma tributária, é a criação dos novos tributos, que é a CBS, o IBS e o IS, que é o imposto seletivo, entendeu? E com isso traz a extinção de alguns tributos que existem hoje, que é o PIS, COFINS, CMS e IPI, principalmente pro mercado. Esses, né? falar do ou de outros tributos que estão substituído, porque o impacto direto pro supermercado são nesses tributos, então ou seja, eles vão ser substituídos e o IS que tá aí que não tá substituindo ninguém, né? é um novo tributo realmente para aumentar carga tributária. Como eu já disse anteriormente, é uma lei muito extensa, ela já tem mais de 540 artigos e ainda tem muita coisa aí para ser normatizada, que a gente ainda, nós mesmos contadores ainda não sabemos como que vai ser o sistema na prática para ser feito isso, entendeu? E uma coisa muito importante que a gente como tem muitos supermercadistas como os clientes, eles sempre perguntam: "Ah, e o INSS, o imposto de renda contribuição social tão importante, não é? uma reforma sobre a previdência, não é uma reforma sobre a renda. Então, esses impostos, lucro real, presumido, simples, vão continuar existindo normalmente e INSS da mesma forma também.
>> Então, vamos lá, vamos pensar na prática para esse empresário. Você tá me falando o seguinte, vai mudar, vai criou novos tributos e alguns tributos que existem vão ser excluídos. >> Exatamente. >> Tá? A regra do jogo é essa. Beleza. >> Regimes tributários não muda nada, >> nada. Então aquele supermercado que abriu uma portinha ali que vai faturar até 81.000 por ano e abriu como MEI, não muda nada para ele. >> Sim. >> É o melhor cenário que você tá dentro desse faturamento. MEI realmente é o melhor negócio para se começar uma empresa se for uma atividade permitida. >> Sim. >> Ok. Tem o supermercado e abrir como simples nacional. Que que você me fala disso >> aí?
É a grande gargalo, né? a grande a grande gargada da reforma tributária se o simples nacional vai compensar ainda ou não, né? Eh, é um estudo que a gente ainda tem que fazer. Se a gente for olhar numa no atual modelo de tributação que a gente tem, não compensa. >> Se a gente for avaliar ao longo dos próximos 8 anos, eu continuo afirmando que não vai compensar. Por quê? Porque a gente tem que lembrar que a reforma tributária, ela tem um período de transição. Então, num período de 8 anos aí médio, se não houver nenhuma prorrogação, o sistema novo tributário vai conviver paralelamente com o sistema tributário existente hoje. E no sistema tributário existente hoje não compensa um supermercado ser simples, acionar ou ser lucro presumido. Ele tem que nascer lucro real.
>> Então, ó, empresário, pega essa estratégia. Não compensa abrir um supermercado se não for no lucro real. O lucro real é o melhor regime tributário para supermercado, porque você vai aproveitar todos os créditos permitidos pela legislação, a margem de lucro apertada, a apuração dos tributos é débito e crédito, então compensa já nascer lucro real. Pegou a dica? Vamos lá, então. Reforma tributária, independente do regime, você disse que imposto de renda e contribuição social >> não muda. >> Não muda. Então, se você é lucro real, apura lucro ali entre 1 a 5% de margem líquida, que é a média para supermercado, você vai pagar sobre o lucro até 34% de imposto de renda CSL. Isso não muda com a reforma. Não muda.
>> Então, ó, se você não gosta de pagar essa guia, meu amigo, não vai mudar não. Vai continuar pagando, tá? Ah, mas eu quero uma empresa que dá prejuízo. Também no como empresário, não sei se é a melhor estratégia. Exatamente, >> porque de fato dá prejuízo, a empresa tá saudável financeiramente ou você tá correndo algum risco. A gente tem que fazer uma análise aí de risco pro seu negócio. Ou realmente você tá dando lucro e tá pagando guia e é o real, topíssimo. Ou você tá só negando alguma coisa ali, tá forçando um prejuízo para não pagar imposto. Isso é crime. Então, quer assumir o risco, fica claro do crime que você tá cometendo. ou realmente tá na pitimba, o negócio tá quebrando, vai fechar as portas. Aí a gente tem que refazer também um planejamento financeiro >> para entender onde tá o problema. É perda demais que tá sem controle, é precificação que tá errada. Esses dias, né, João Paulo, a gente visitou um supermercado numa cidade pequena para oferecer o nosso serviço, inclusive era até um conhecido já nosso. >> E a gente conversando, ele reclamando que o imposto tava alto, a gente avaliou, nem tava tão alto, >> mas que não tava não tava conseguindo ter lucro, não tava vendo dinheiro e tal. Aí o João Paulo fez uma pergunta básica pro cara, como você tá precificando? O cara nem sabia. Aí chamou esposa, ele falou: "Vem aqui, esposa". que esposa que pegava as notas e que que fazia os cálculos para colocar o preço de venda na gôndula, uma empresa pequena, um mercadinho pequeno. Aí lembra João Paulo? [risadas] >> Eu tô até crise de rir, de lembrar. >> Est calculando a margem de forma errada. >> Calculando, gente, o preço de venda de forma errada. >> Tava jogando percentual na hora de fazer o cálculo do percentual de forma errada e tava ficando bem a quem o percentual que de fato eles queriam. O cara, por exemplo, assim, jogando 30% de margem bruta e achando que tava ganhando 30% e não tava vendo dinheiro, mas tava calculando errado. Então assim, o básico bem feito. Eu fiz uma palestra essa semana, João Paulo, para pequenos empresários para falar o básico. >> A gente falou sobre fluxo de caixa, capital de giro, precificação, não misturar pessoa física com jurídica. É o básico, bem feito que todo empresário deveria saber. >> Com certeza. >> Mas nós estamos aqui para ajudar. >> Com certeza. saber, tá aqui para ajudar. O Luiz bem falou aí que realmente pagar muito imposto ninguém gosta. Eu pessoalmente não gosto, ainda mais que a gente não tem contrapartida. >> Aí não vamos entrar nesse mérito. >> Não, eu vou deixar claro também que eu eu odeio pagar impostos. Eu não gosto, mas o fato de eu não gostar não me desobriga de pagar. Se eu não gosto e não pago, eu tô cometendo um crime. Então eu não gosto, mas tem que pagar. Agora a gente tem que lembrar que o que que a gente tem é um planejamento tributário, são meios legais que eu não vou estar infringindo a legislação, nenhuma lei e consigo com isso economizar tributos, principalmente com o meu mercado, que como Luís disse são vários negócios dentro de um só. E às vezes um negócio desse que eu desmembro ali de dentro me traz uma economia tributária muito grande. Para saber mais detalhes disso, só para saber contábil. Vamos voltar aqui pro tema da reforma, né, Luiz? Show, porque a gente tem muita estratégia para supermercado. Se você tá assistindo a essa live aqui ao vivo ou gravado, nos procura, porque a gente tem muita estratégia tributária e também de negócio. >> A gente não ajuda nossos clientes só na parte tributária, a gente atua também na parte de negócio, porque a gente tem muita expertise nesse ramo. >> Exatamente. até comum, né, nas nossas reuniões de apresentação às vezes do mercado, fala assim, o tema contábil ali, às vezes ele dura meia hora, uma hora, dependendo logicamente do nível da reunião e às vezes se estende por mais duas, tr horas falando de negócios. >> É, tem uma parte psicólogo também, a gente atua como psicólogo também. Então, voltando aqui pro tema da da da reforma, como a gente falou, o período de transição cronograma ele é longo, então são dois sistemas coexistindo paralelamente. Então isso vai dar muito trabalho, com certeza, pro contador, pra gente como contadores, para tá apurando, para tá cuidando dessa empresa, que a gente vai ter que fazer duas apurações em paralelo. Pensa aí nos próximos 8 anos a gente apurando CMS, >> nossa, >> apurando IBS, CBS e provavelmente em sistemas diferentes, cumprindo obrigações acessórias que já existem, cumprindo novas obrigações acessórias para estarem agregando esses impostos. Então assim, vai trazer muito trabalho, mas também vai trazer muito trabalho internamente. Pensa hoje o supermercadistas quando tá sentado o comprador em alguns casos ou em alguns casos gerente ou o próprio dono, quando ele for precificar um produto, hoje ele já tem uma dificuldade muito grande em precificar quando eu penso, esse produto tem ST, esse produto não tem ST, qual que é o SMS? Tem redução? Não tem. Meu sistema tá fazendo a o markup certo desse produto, tá considerando pisic. Além de tudo isso, vai ter mais o IBS, a CBS, o IS. Então são mais impostos para impactar no sistema, na precificação dele, para ele se preocupar para ver se de fato aquele produto tá dando aquela margem. Então o impacto pro empresário é muito grande. Hoje a gente senta, é muito comum. Ontem mesmo, eu tava com um cliente do varejo que ele tava lá, eu loguei com ele no no sistema dele na tela, porque a dificuldade dele era justamente isso, entendeu? Os campos do sistema para ver se tava computando os impostos. E se ele tava precificando de forma correta?
>> Ou seja, a precificação é uma dor do empresário supermercadista.
>> Já é uma dor. E essa dor ela tende com a reforma tributária a aumentar, >> vai potencializar. >> Porque até esse sistema, vamos falar que a gente tem hoje, ele deixar de existir são 8 anos. 8 anos corre muita coisa. Oit ano é muito tempo para empresa. Então, se o empresário não entender que ele tem que se adequar o quanto antes, com certeza, que nem você falou no início, os mercados realmente vão estar fadados a quebrarem, porque o impacto é grande, as alíquotas são altas e a margem é apertada. Então, se eu não computar essa alta alíquota no meu, se eu não computar essa alíqua, então, no meu preço ali, na minha precificação, então isso é um problema sério pro mercado, com toda a certeza.
>> Ah, legal. Eh, vamos aproveitar aqui, João Paulo, e falar pro pessoal como a gente tá ao vivo, deixa para nós aqui no chat dúvidas que a gente vai esclarecendo para vocês. Inclusive, dando uma olhadinha aqui, ó, tem bastante gente nos acompanhando, ó. Flávia, Carla, Emily, Warley, povo bacana. Ó, Luciana, Patrícia, boa tarde a todos. Que bom que vocês estão nos acompanhando aqui. A gente fica muito feliz. E tem uma pergunta aqui, eh, João Paulo, os supermercados possuem vários produtos que podem ser tributados pelo IS, que é o imposto seletivo. Você acha que esses itens podem influenciar diretamente no aumento de impostos?
>> Com certeza. Muito boa pergunta é da Renata, né? >> Isso. >> Muito boa pergunta aí, Renata. E com certeza vai influenciar, ainda mais por quê? Porque o IS ele é um novo imposto, ele não tá substituindo ninguém. [risadas] Então realmente ele tá de fato trazendo o aumento da carga tributária porque é um imposto que vai incidir. Então, ou seja, se aquele produto já incidia piso e cofim, já incidia SMS, esses vão ser substituídos pelo IBS e pela CBS, mas ele vai incidir também, que é o caso, por exemplo, de cigarros, bebidas alcoólicas e algum outro tipo às vezes de produto que possa ser eh nocivo aí a saúde, ao meio ambiente ou que às vezes tenha nele algum componente, né, que também possa levar essa tributação dele. Então com certeza o IS ele vai trazer um aumento da carga tributária. Então pode quem gosta aí de tomar um pinguinho, uma cervejinha, [risadas] um pito, né, como se diz, com certeza esses produtos porque vai ficar mais caro.
>> Vai ficar mais caro.
>> Oh meu Deus. Vão ficar mais caros.
>> Vamos lá. Você empresário, que às vezes ainda tem a falsa sensação de que a reforma tributária vai trazer menos impostos, isso é uma mentira. realmente vai haver aumento. O que nós estamos esclarecendo aqui para vocês é o seguinte, o que o João Paulo iniciou na na fala dele. Então, IRPJ e CSL não muda. Então, se você é supermercado, lucro real, você vai continuar pagando esses impostos. INSS, que é trabalhista da folha de pagamento, da parte funcionário, não muda nada. Se você tem um funcionário registrado no supermercado lucro real, você vai pagar os 28% de despesa de NSS patronal. Lembrando que aquele NSS que você desconta do funcionário não é despesa da empresa, porque você recolhe, mas você desconta. FGTS não muda nada, tem os 8% lá do salário que é o fundo de garantia, que independente de de empresa ou de reforma tributária, isso não tá alterando nada. Agora, o que que muda com a reforma? Alguns impostos.
>> Então, a gente tem, por exemplo, o imposto estadual que o seu supermercado paga vencimento até o dia 8, ICMS. Às vezes dói essa guia, é o guia alta. Você tem os produtos tributados MS, débitos sobre as vendas e crédito sobre as compras. Você paga a diferença, ou seja, tá pagando sobre a sua margem de lucro. Aí é o somatório. Tem produto que a líqu é 7%, tem produto que a líqu é 12, tem produto que é isento e é zero, tem produto que é 18%, tem produto que é 25%. >> Tem produto que a substituição tributária já foi pago anteriormente no custo da mercadoria. Então, faz esse balai de gato, que é a apuração que a gente faz do IMS. Por isso que você tem que mandar o seu sped fiscal pra gente, >> nem tempo hábil, porque a gente precisa até o dia 8 conferir todo esse embróglio, toda essa, todas essas mercadorias aí tributadas para apurar a sua guia. O ICMS ele vai ser substituído pela IBS. Que que muda? Então, a regra do jogo, a forma de apurar ISMS é de um jeito, a forma que vai apurar a IBS é de outro jeito. Pode ser que dependendo da atividade, a migração do ICMS para IBS há aumento de carga tributária, porque não vai ser a mesma alíquota, não vai ser a mesma forma de apuração, não vai ser a mesma forma de aproveitar crédito.
>> Ex.
>> Então, mudou totalmente, >> com certeza. E bem falado aí, Luís, especificamente do do IB da da IBS que vai substituir o ICMS, um dos maiores impactos vai ser direto no caixa, vai ser no caixa da empresa. Por hoje a gente atende vários mercados e é comum, vou dar um exemplo aqui, enquanto um mercado às vezes aqui em Minas Gerais, ele recolhe aí por mês aí 10.000 de CMS, esse mesmo mercado com esse mesmo faturamento, lá em Goiás às vezes recolhe 60, 80.000. Por quê? Em Goiás não tem subção tributária, em Minas tem. Até agora, esse momento, a CBS não prevê subária. >> Uhum. Então, ou seja, o empresário ele vai ter que ter uma reserva de caixa maior, porque o pagamento, o desembolso dele vai ficar maior e se ele não computar isso no custo dele, o impacto é grande pro caixa, é gigante, porque é uma mudança cultural. E assim, é tão cultural você trazendo esse exemplo aí, é um exemplo muito claro. >> Sim. >> Porque por mais que a gente explica pro empresário, é difícil dele entender, >> porque ele acha que ele tá pagando o imposto é só o que a guia que o contador manda. Exatamente, >> porque o ST que ele já pagou no custo da mercadoria >> é um imposto, >> ele já desembolsou e ele já desembolsou no ato da nota. A guia ele ainda tem oportunidade de fazer uma reserva de caixa para pagar ela só no mês seguinte, que é o somatório de todas as compras e vendas tributadas. >> Isso >> aí, voltando aqui então na na reforma, nós falamos então do ICMS e da IBS, certo? Isso. >> Tem também o imposto federal que os clientes não gostam de receber, que vence dia 25, que é o DARF do PIS e da Cofins, que às vezes também é pesado. >> Sim. >> E esse vai ser substituído pela CBS. Então, mesma coisa. Eu tenho uma forma de apurar psicofins e vou ter uma forma de apurar CBS. Pode ser que haverá aumento de carga tributária comparado um com o outro.
>> Com certeza. A gente só vai saber na prática por empresa, por negócio, porque o planejamento tributário ele é individual e personalizado por empresa. Não tem regra geral e fórmula de bolo pronta, nem fórmula de mágica. A gente não tem uma varinha mágica aqui que faz plim e zera seu imposto. Não existe. E nem bolinha de cristal para adivinhar o que que acontece na sua empresa. Desculpa a franqueza, mas é porque realmente são desafios que a gente passa com a cultura do Brasil hoje e a gente precisa mudar isso e a reforma tributária vem mudar isso.
>> Com certeza. Aproveitando a pergunta da Renata, João Paulo, sobre o imposto seletivo. >> Uhum. >> Aí, então nós falamos que o ICMS será substituído pela IBS. >> Exatamente. >> O PIS e a COFIM será substituído pela CBS. >> Isso. >> E o imposto seletivo não tá substituindo ninguém. >> Tá substituindo ninguém. Então ele vai incidir sobre, você comentou, produtos que causam prejuízo ao meio ambiente e à saúde. Então todos esses produtos sofrerão aumento de carga tributária porque é um novo imposto.
>> Exatamente. >> Muito bem. Eh, volta lá no nas perguntas. Tinha uma pergunta que tava coerente com o que a gente tá falando agora. Ó, a Kathyn fez uma seguinte pergunta: Quais os principais objetivos da reforma tributária? Uai, os objetivos pro governo, né? [risadas] >> Para quem? >> A máxima, né? A máxima do governo é a simplificação do sistema que tem hoje, né? Então, é o que o governo vai falar, assim, o principal marketing dele com a reforma tributária é a simplificação do atual sistema tributário. Só que a gente vê que por trás disso, como a gente tá falando aí no bem falando do contexto do IS, por trás disso vem um aumento da carga tributária. E simplificar até que ponto? Os próximos 8 anos, por exemplo, não tem simplificação nenhuma, ao contrário, tem um aumento da dificuldade em se apurar, porque eu tenho um período aí de transição que eu vou apurar. dois sistemas tributários paralelamente e daqui a 8 anos o que que pode advir declarações de obrigações acessórias? Porque a gente vê que o governo ele não gosta de fazer o papel muitas vezes dele, não.
>> Então ele tem que ter um número lá, né? A gente pegou muito bem isso aí ultimamente com a declaração aí que a gente nem sabe porque que existe, que é a Dirb, né? Inclusive os supermercados são obrigados a entregar a Dirb, >> não? >> A gente entregar a Dirb. São todas informações que uma declaração que a gente entrega há anos que FD contribuições tá lá. O governo não vou ir lá e vai te pegar aqui, não. Vou criar uma nova obrigação que o contador preenche e manda para mim.
>> Não, eu vou além >> para fins estatísticos. >> É assim, o empresário às vezes não conhece essa parte técnica tributária que a gente cuida. Mas só para vocês terem uma noção do que o João Paulo tá falando, quando você emite a nota fiscal de mercadoria, seja a nota fiscal eletrônica, modelo 55 ou cupom fiscal modelo 65, ele é um arquivo digital, então ele é um arquivo chamado XML. Então quando a gente fala assim, ó, me manda os XML, é a sua nota fiscal emitida em formato digital. Lá dentro do XML tem todos os campos. Remetente, destinatário, valor da mercadoria, valor do ICMS, valor do pis da Cofins, eh peso, eh local do endereço, tudo que tá na nota fiscal tá dentro do XML. Quando você emite uma nota fiscal, antes dela ser autorizada, dela ser aprovada, ela passa pelo sistema da receita, ou seja, o fisco valida, vê se tá tudo certo e aprova anota para você. Ou seja, ele tem tudo armazenado lá antes da mercadoria sair pro seu cliente.
>> Exatamente. >> Tá tudo armazenadinho. Aí ele me cria um SPED fiscal para me apurar esse MS e escriturar tudo que já tá no XML. Aí ele me cria o SPED contribuições que eu tenho que apurar de novo tudo que já tava no XML, tudo que já tava no SPED fiscal e repito tudo na FD Contribuições. Agora ele criou outadirb que é só para benefício fiscal que já tá lá na FD contribuições. Então gente é uma loucura isso aqui. A gente vive uma loucura no Brasil. Então, às vezes assim, o que João Paulo tá falando que em 8 anos vamos ter o trabalho dobrado, vai dobrar o honorário também que vai ficar mais, vai dar mais trabalho para fechar. >> Com certeza >> eu vou continuar por ano e sempspes e cofins mais IBS, CBS posto seletivo. Então eu vou ter o trabalho em dobro. Depois de 8 anos nós volta a conversar. >> Exatamente. >> Mas em 8 anos vai ser muito trabalho.
>> Com certeza. Vai ser muito trabalho mesmo. Mas é muito trabalho, né? E como sempre o governo ele terceiriza esse trabalho, né? terceiriza pro contador, terceiriza pro empresário, nunca eh é a conta dele, ele tem toda a informação lá e nunca faz, né? A gente vê muito comum em estados aí, por exemplo, que hoje já tem apuração assistida do ICMS aí que a gente vê que é uma dificuldade enorme em você apurar e ver qual que é a diferença da da operação assistida que o governo tá te dando ali. Então assim, nunca é um sistema que é simples, que é fácil, que é ágil, que que traz realmente um benefício pra empresa, pro empresário, pro contribuinte de qualquer forma. Então, dificulta sempre, vem algo que dificulta mais. Então assim, falando da reforma, é isso que o governo falou, é uma simplificação, uma simplificação que por trás dela traz um aumento de carga tributária. Logicamente governo tá precisando arrecadar, a conta não tá fechando, os gastos públicos estão altos, a gente vê isso aí na mídia todos os dias. Então vem a reforma tributária aí para aumento dessa carga tributária e em muitos anos trabalhando eh em contabilidade, interno e mercado, é a primeira vez na história que eu estou vendo, porque está acontecendo, né, Luiz, de uma grande mudança dessa tá sendo implementada toda de primeira, >> muito rápido. >> A gente acompanhou lá atrás integra que já nem existe mais. a gente acompanhou, acompanhou e social, que foram grandes mudanças que tiveram eh nos anos anteriores, que precisou de adaptação de empresas, de software, por muitas vezes foram prorrogados para dar esse tempo para pras empresas se adequarem, pros softwares se adequarem. A reforma tributária a gente vê que tá na contramão disso. Ela tá cumprindo todo o cronograma rigorosamente até hoje. Não tem adiado. A gente não vê nenhuma expectativa que vá adiar nada na expectativa que realmente a partir de primeiro de janeiro de 26 comece de fato ano teste da IBS, da CBS e tá em cima. Apesar tem que se preparar.
>> Conta para nós um pouquinho como que vai funcionar esse cronograma de implantação da reforma.
>> Então vamos lá. a gente prevê uma transição, como a gente falou lá, né, que é uma transição aí de 8 anos. >> Se a gente ver, ela vai ser de forma gradual ou como que ela vai seguir então, Luiz? A gente vê o primeiro ano, que é o ano de 2026, que é um ano teste da IBS, CBS com uma alíquota de 1%. >> Certo? a gente não sabe como que vai funcionar ainda na prática, porque a gente não tem tudo isso disponibilizado, mas o que a gente tem até agora é que essa alcta de 1% ela não vai trazer aumento de carga tributária para as empresas nesse primeiro momento, que ela vai ser compensável com os tributos já existente. Como que vai funcionar essa compensação na prática? A gente ainda não sabe porque a gente não tem todas essas informações, mas é o que tá descrito na lei até então. Passado esse ano teste, o que que o cronograma traz? 2027, fim do PIS da Cofins. >> E daí pra frente eu passo por a só CBS, então já extingue de vez o PIS e Cofins. E a gente vê aí que 2028, então, eu começo a transição do ICMS para IBS e essa vai ser gradativa, ela vai correr de 2028 até 2032, ou seja, eu vou só vou ter esse novo sistema tributário funcionando plenamente em 203.
>> Nossa, é por isso que você citou esse período de 8 anos.
>> Exatamente. É um período de tempo longo.
>> Então assim, você que é empresário do supermercado, o que que você precisa fazer hoje? Acompanhar aqui o nosso conteúdo. Já se inscreve no nosso canal, curte, compartilha, ativa o sininho, porque a gente tá produzindo muito conteúdo sobre reforma tributária. A gente tem feito cafés tributários com os nossos clientes. Para você que já é nosso cliente desde dezembro do ano passado, aqui na Saber Contábil, a gente fez vários cafés. A gente já fez cafés em company, já fez momentos desse em formato online, >> produzimos muito conteúdo aqui pro YouTube, tem o nosso site www.sabercont.br. br. Nós temos um blog que a gente também cria muito material da reforma tributária e também tem o nosso Instagram, @sabercontábeloficial, onde a gente produz vídeos, conteúdos sobre a reforma tributária. E se você tem alguma dúvida ainda, nos chama no direct, agenda reunião. Vamos pensar o seu negócio, vamos ver a estratégia do seu varejo alimentar, do seu supermercado, porque nós podemos te ajudar com todo o conhecimento que a gente tem nesse ramo de atividade e especialistas em reforma tributária. O que o João Paulo tá falando é o seguinte: 2026, que que muda pra sua empresa? Praticamente nada, porque você vai recolher 1% de IBS e CBS, que são os novos impostos. É um ano teste. Você de fato não vai aumentar a carga tributária em 1% que ele vai ser compensável em outros tributos. Mas que que é a sua preocupação? O seu software, >> exatamente, >> ele precisa estar preparado e configurado para você destacar 1% de IBS mais CBS, porque se não estiver configurado da forma correta, você vai ser penalizado ou com multa ou pior. O seu documento fiscal, a sua nota de venda vai ser rejeitada. você não vai emitir nota fiscal. E se você não emitir nota fiscal, você não vende, você não entrega mercadoria pro seu cliente, sua empresa para, sua empresa fecha, você quebra, fecha as portas. Então isso é muito sério. Por mais que não tenha impacto de aumento de impostos o ano que vem, mas tem impacto de obrigação. Obrigação de emitir a nota fiscal, correta?
>> Exatamente. Com certeza. E assim, a gente não sabe ainda como que vão ser essas validações no próximo ano. Eu posso ter inclusive validações aí que travem às vezes a minha emissão da nota e pensa o supermercado, por exemplo, ele não conseguia emitir cupom fiscal. >> Única coisa que não pode parar no supermercado é o PDV. Então >> se ele não conseguir emitir o cupom fiscal hoje que é eletrônico, isso pode trazer com certeza um impacto muito grande pra operação. Então eh os mercadistas tem que se preparar, tem que cobrar do seu software de gestão. Você já tá preparado, você já tá fazendo os testes aí. a gente tá em já em período aí de teste desses campos dos documentos fiscais. Então você don supermercado cobre seu software se ele já tá adequado ou se ele já está se adequando aí, se ele vai tá adequado aí a partir de primeiro de janeiro aí de 26 para todas essas mudanças aí da reforma tributária. Uma das uma da também das das mudanças da reforma tributária é uma criação de um novo sistema para meios de pagamento, que é o split pay. Humum. >> Ou seja, isso a gente vê que já funciona em outros países e é algo que tá sendo trazido agora pro Brasil. Então, ou seja, a partir de 2027 já tem a previsão da entrada em vigor dele. Então, o empresário tem que preparar aquele empresário, aquele supermercadista, ele faz um caixinho ali com seu imposto. Eu não vou poder contar com essa reserva mais, porque o imposto já vai ter ser deduzido ali na fonte. Como que isso vai funcionar na prática? Ainda não sabemos. se vai ter uma alíquota média de retenção, se vai reter 100% que tá destacado na nota e os meus créditos eu vou poder sacar por esse sistema. Se é por esse sistema também que eu vou conseguir avaliar se meu fornecedor tá pagando ou não. Na prática a gente ainda não sabe. A gente sabe que a lei prevê que o sistema vai tá
Aí, em vigor a partir de 2027. Então, já é algo também pro empresário se preparar.
Então, 2026, ele tem que se preocupar com a nota fiscal ser emitida. Exatamente. Com destaque correto. Show.
2027, então, já entra um novo sistema, exatamente, onde eu vou cruzar o que eu vendi, meu documento fiscal com a movimentação financeira. Então, ó, para quem tá sonhando aí, recebendo sem nota, é um problema, com certeza, porque eu vou ter um sistema que cruza essa informação.
E outra novidade do sistema, então, é que se eu emito a nota R$ 1.000, desses R$ 1.000, R$ 100 é IBS, CBS. Então, quer dizer que R$ 900 vai pra conta do fornecedor e R$ 100 já vai pra conta do governo. Exatamente.
Então, reforça ainda mais o que nós iniciamos a nossa live: a gestão financeira, o controle que a empresa precisa ter na palma da mão. Exatamente. Mais uma vez o impacto da precificação. Da precificação, porque eu não vou ter como fazer mais, como algumas empresas hoje fazem. Às vezes, por dificuldade pública de caixa, eu não vou ter como mais fazer caixa com esse dinheiro do imposto. Uhum. Ele vai ser deduzido na fonte. Já cai para mim líquido, deduzido.
Então, se o empresário, que nem você falou o exemplo aí de R$ 1.000, se ele tá esperando cair R$ 1.000 na conta dele para ele cumprir obrigações como folha, fornecedores e número de despesa que o mercado tem, não vai cair. Vai cair só os 900. Vai faltar no caixa dele. Então, por isso, realmente a importância do empresário dele vir se preparando para isso e, principalmente, dele se atentar para a importância da reforma tributária.
A gente vê aí em muitas visitas que a gente faz, que tem muitos empresários que ainda não estão preocupados. Eles ainda não acham que não estão entendendo o tamanho do impacto da reforma, e vai ser muito grande, principalmente pra empresa. A gente viu aí, né, Luiz, como a gente citou aí, muitas outras mudanças que teve ao longo do tempo, que elas afetaram muito mais, às vezes, os contadores e o social que impacto trouxe direto pra gente pra empresa. Fazer um SPED, fazer um um DIRF, mas não. A reforma tributária é diferente, ela vai impactar diretamente a empresa, porque ela vai mexer na gestão da empresa.
Então, a gente pode afirmar que a reforma tributária não traz só uma revolução de impostos? Não é só uma mudança de forma de apuração, de forma de recolhimento com um novo sistema. Nós estamos falando que a reforma tributária, ela vai trazer o quê pro empresário? Uma mudança lá pro seu supermercado, financeira e comercial. É trabalhar o seu fluxo de caixa, a sua precificação, sua negociação com seus clientes e fornecedores. Isso é muito importante. Com certeza.
E João Paulo, que maravilha que o pessoal tá participando bastante. Eu tô gostando dessa live. A Isabele tá perguntando: "A cumulatividade ampla, olha, tem conhecimento, hein? A não cumulatividade ampla do novo IVA, CBS, IBS, irá impactar o preço final dos produtos isentos ou de alíquota zero hoje, como os da cesta básica?" Boa pergunta. Excelente pergunta. Muito boa pergunta.
Então, o que que a gente vê na realização hoje? Alguns benefícios fiscais ou alguns produtos que hoje têm benefícios fiscais serão mantidos. Uhum. Então, alguns produtos, por exemplo, hoje da cesta básica que tem alíquota zero do PIS da COFINS ou tem isenção com ICMS, vão continuar com esses benefícios também para a CBS, pro IBS. Ah, que legal.
Só que, no entanto, a gente vê que alguns que às vezes tinham benefício total vão passar a ter benefícios parciais. Hum. Então, às vezes eu antes eu tinha uma alíquota zero, então reduzia 100% da minha base de cálculo. Então, não posso afirmar, por exemplo, um produto hoje que eu tenho zero de tributação, ou seja, ele é isento de PIS e COFINS, ele é alíquota, não, ele é isento de ICMS e ele é alíquota de PIS e COFINS. Então, eu pago zero de imposto naquele produto.
Cita um exemplo de um produto que é assim hoje. Fruta. Por exemplo, fruta. Tá? Então, por exemplo, hortifruti é alíquota, é isento de ICMS num bags e alíquota de PIS e COFINS de PIS e COFINS dentro da reforma tributária. Então, a regra não é a mesma. Pode ser que algum desses produtos venha a sofrer um aumento da carga tributária. Por quê? Porque eu tenho dentro da reforma tributária alguns produtos que eles não vão ter uma isenção total de 100%, eles vão ter isenções parciais. Hum.
Isso ainda, exatamente isso ainda tá em construção. Eh, a reforma tributária, como a gente falou, ela é grande, são muitos artigos, mas muita coisa ainda não está sendo construída. Os regulamentos desses impostos estão sendo construídos pra gente saber ainda 100% o que que vai ser o produto que vai ter o benefício, qual que vai ter o benefício reduzido, qual que vai ter o benefício parcial. Então, isso a gente ainda não tem 100%. E isso pro supermercado é um gargalo, porque já é difícil no sistema atual. Qualquer mercado aí você pega aí um mercado que fatura, por exemplo, hoje em cerca de 1 milhão, no mínimo para faturar 1 milhão ali até um mix de produto ali entre 12 e 14.000 itens. São muito itens. É muito item. Pensa em fazer a tributação item a item de forma correta e para impactar na precificação.
Então, e eu te pergunto, com a reforma tributária, como que esse supermercado vai fazer essa revisão fiscal? Você vai trazer uma solução no final? A gente tem que trazer uma solução, né, Luiz, para esses mercados, né? Ah, que bom. Guarda isso aí então pra gente. Porque realmente, é, vamos lá. Deixa eu ver aqui, ó.
A Renata tá perguntando sobre a precificação. O ideal é adicionar a nova alíquota no meu preço atual. Na verdade, não tem uma alíquota nova ainda bem específica, né? Exatamente. A gente não tem alíquotas específicas. Nesse ano teste ainda não, porque não vou sofrer um aumento de carga tributária, apesar da gente ainda não saber como que vai ser essa compensação. Então, pode ser, a gente sempre fala pro empresário, se eu quiser de forma precavida, acresça, às vezes acresça, porque às vezes o meu impacto vai ser no meu fluxo de caixa, porque às vezes pode ser que eu recolha esse 1% a mais e às vezes pode ser que a compensação dele não venha tão rápido.
Porque, como eu te falei, muita coisa na reforma tributária ainda tá em criação, principalmente os sistemas. Então, a gente ainda não sabe como que vai funcionar essa compensação na prática, se ela vai ser algo fácil de fazer, se eu vou poder fazer mensalmente, trimestralmente, a partir de qual ponto eu vou fazer isso, a gente ainda não tem. Então, para se precaver, coloque esse 1% na sua precificação, porque pode ser que esse 1% influencie não na sua margem, mas influencie sim no seu caixa. Show, maravilha.
A Helen Betânia tá perguntando o seguinte: "Tem um atacado, como vai ser o impacto da reforma tributária na minha atividade atacadista? Muda se ela for varejo alimentar ou se ela é atacado?" Olha, Helen, muito boa sua pergunta. O atacado seu tem que saber hoje como que ele funciona, certo? Hoje eu tenho dois modelos de atacado. Eu tenho aquele atacado distribuidor que ele funciona hoje tributariamente bem similar a um supermercado. Então, tudo aquilo que vai impactar no meu supermercado com referente a compra, precificação, vai também impactar no meu atacado, no meu distribuidor ali, porque eles são similares. O atacado não tem toda aquela dificuldade do varejo alimentar ali, que é o cliente toda hora, o cupom fiscal, mas a gestão de estoque, né? Mas a gestão de estoque, exatamente, é a mesma.
Agora, tá, eu tenho outra diferença que é aquele atacadista que às vezes é detentor de algum regime especial. Hum. Então, esse impacto ainda vai ser maior. Por quê? Porque a reforma tributária ela não prevê regime especial até então. Então, não tem regime especial de CBS, IBS. Então, com certeza para esse o impacto vai ser bem maior, porque aquele benefício que ele tinha, ele vai começar já a partir de 28 gradativamente deixar de existir.
Deixar, mas assim, por um lado, esse empresário também tem todo um período para se adaptar, rever as estratégias do negócio, que até então ele contava com regime especial, com a redução tributária específica. Pô. O negócio dele que vai deixar de existir a partir da reforma tributária. Que bom que não é de uma vez. Exatamente. Dá pro cara se se planejar, se preparar no seu negócio. Exatamente.
E assim, a gente fala muito de de ter um tempo, mas a gente vê também que alguns estados têm se mobilizado. Por exemplo, a gente viu uma mobilização grande aí do estado de São Paulo, onde várias mercadorias já deixaram de CST já para se preparar pra reforma tributária. Então, assim, o estado ele tem autonomia. Se ele resolver, por exemplo, a partir de 2027 eu revogo todos os benefícios fiscais. Pode fazer isso. Todos os regimes especiais, isso a gente já viu que já aconteceu em governos do passado de benefício, de regimes especiais serem revogados. Então, também assim, a gente não pode contar 100% com isso. Então, o empresário tem que começar a se preparar hoje. Hoje. Agora.
Top. Andreia tá perguntando: "Com a reforma e a criação do IBS, como supermercados vão lidar com a perda de créditos em produtos com tributação diferente, como de frutes, carnes? Isso pode aumentar custos e afetar o preço?" Com certeza vai afetar. Com o que a gente sempre fala aqui, a precificação vai ser a mais afetada, entendeu? Vai ser com certeza a mais afetada. E a gente ainda tem que lembrar que uma das coisas que a reforma tributária traz de diferente é a forma de tomada de crédito.
Eu tava sentado ontem, antes de ontem com supermercadista, que ele, vou falar assim, quase foi a palavra que eu vou usar, ele quase foi a loucura quando eu falei para ele que ele vai ter que se preocupar se o fornecedor dele tá pagando ou não o imposto. Porque até então é uma preocupação que eu não tenho hoje. Eu pego meu fornecedor, eu compro, ele me emite a nota, tá tudo certo. Eu pego aquela nota dele, escritura, aproveito o ICMS que veio destacado na nota, aproveito o PIS que eu fim de acordo com a minha operação e precifiquei ali. Com a reforma tributária não vai ser mais assim. Essa regra do jogo também muda. O meu fornecedor, ele tem que estar em dia com os impostos dele. Se ele não tiver em dia, eu não vou poder apropriar o crédito de IBS e de CBS.
Como que vai funcionar essa consulta? Se vai ser por SPED, se vai ter um outro sistema, como que vai ser? Na prática a gente não sabe. A gente sabe que a lei prevê que a tomada de crédito tá condicionada ao efetivo pagamento do imposto na cadeia anterior, coisa que não existe hoje. Então, isso vai afetar muito, com certeza, o supermercadista. Como eu falei, qualquer crédito não aproveitado ali vai impactar muito na margem.
Em resumo, o consumidor final vai pagar mais caro? Porque o preço da mercadoria final vai ficar mais cara no Brasil. Com certeza. Vai subir, com certeza.
A CN tá perguntando: "Com essa reforma, o impacto será somente no departamento fiscal ou irá abranger para os outros departamentos também?" Quando ela tá falando aqui, eu acho que ela tá falando da atividade contábil, né? Tipo assim, ó, para quem atua com contabilidade, tem os setores, né? O departamento fiscal, departamento pessoal que fecha a folha, o departamento contábil, o departamento societário. Então, ela, a pergunta é se a reforma vai trazer impacto só no departamento fiscal. O principal impacto vai ser hoje quem apura, vamos falar assim, o que a gente chama de impostos indiretos hoje é o departamento fiscal. Então, o impacto maior inicialmente vai ser nesse departamento, com certeza. Hum hum. A menos que a gente não sabe o que que vai vir por aí de obrigação acessória. Então, pode ser que às vezes eu tenho uma obrigação acessória que ela engloba ali um pedacinho de outro departamento. A gente vê muito isso acontecendo na prática aí quando TFE obrigações aí com REINF aí que acabou, vamos assim, fazendo uma mistura ali nos departamentos, né? O departamento contábil ele vai ter impacto, vai ter impacto, vai ter mais coisas para contabilizar. Como contabilizar IBS, CBS? Não, isso são dois tributos novos para ele contabilizar, porque como a gente falou, os sistemas vão coexistir. Então, ele vai continuar contabilizando PIS, COFINS, ICMS e também IBS, CBS. Então, sim, a gente vê um impacto aí que primeiramente maior no fiscal, também no contábil, mas que não descarte, que se expanda para outros departamentos, com certeza. Show.
A Karen nos pergunta: "Como o contador pode auxiliar o empresário supermercadista a simular cenários e entender o impacto real da reforma em suas margens?" Excelente pergunta, hein, Karen. Essa é boa mesmo, Karen. Então, o contador sozinho, ele não vai até planejamento tributário. É quando a gente vai simular algo e eu chego na empresa, eu não tenho todos os controles efetivos. Das vezes tem um controle financeiro, o meu cadastro tá uma bagunça, muitas vezes o cara não sabe nem o que tá pagando de imposto. E como é que eu ajudo o empresário no meio de todo esse maranhado? A gente ajuda, mas é bem mais dolorido e difícil. Então, assim, se eu tiver todas essas informações, tiver todos esses mecanismos, o papel do contador é justamente isso, é ajudar o empresário.
Hoje o nosso papel é meio distorcido, né, Luiz? Que apurar imposto e mandar guia, né? A gente trabalha mais tempo pro governo, mas o nosso papel na essência é ajudar a empresa com números, com estratégias. E, com certeza, se aquela contabilidade que também tivesse se especializando na reforma tributária, porque a gente fala muito aqui, né, Luiz, do impacto pra empresa, pro supermercado, que é o que a gente tá falando, mas vai trazer também impacto pros escritórios contábeis. Muitos escritórios contábeis com certeza vão fechar suas portas. Que a gente vê hoje que tem escritórios contábeis aí no mercado porque já tem dificuldade de apurar corretamente o sistema atual. Você já tem dificuldade com o sistema atual, como que ele vai apurar um novo sistema?
E é triste, né, João Paulo? A gente já pegou o supermercado aqui no Simples Nacional, faturando alto, pagando 50.000, 60.000 de guia de Simples Nacional. A gente migra pro Lucro Real, faz um planejamento bacana. Inicialmente, por causa dos créditos, chega a zerar essa carga tributária, depois ele começa a pagar um valor bem inferior ao que ele pagava no Simples Nacional. Por quê? Porque esse regime não compensa. Então, é um exemplo de que há profissionais ainda sim que não se especializam da forma adequada para dar uma melhor assessoria que o que a Karen tá perguntando. Exatamente.
Então, o contador ele tem que estar preparado. Com certeza. Aquele contador que não se preparar também pra reforma, para dar o melhor suporte pro seu cliente ali, pra sua empresa, pro seu supermercado, ele além de quebrar o escritório, vai quebrar também a empresa, com certeza, né? O nosso sócio gosta muito de usar essa expressão, né? O mau contador quebra a empresa e realmente quebra mesmo. Que a gente vê aí supermercado que a gente falou que é um segmento que ele vive aí de centavos, margem apertada, o mercado aí pagando 50.000 de Simples, sendo que quando a gente migrou ele pro Lucro Real ali, chegou na carga tributária real pro negócio dele ali, ele paga menos de 10. Então, pensa, ele tava pagando 80% a mais de imposto. Nossa, é muita grana. É muito dinheiro jogado fora e não é recuperável porque ele tá pagando porque ele tava no regime errado, né? Algo que ele pagou indevido. Ele pagou devido, mas no regime errado.
Agora, imagina nesse período de transição com novos impostos, transição entre um regime e outro. Com certeza. É muito tempo. Nós estamos falando uma transição de poucos meses. São 8 anos. É muito tempo. Anos. Se não houver nenhuma prorrogação durante esse tempo aí, porque no meio de 8 anos a gente pensa aí só governo pode se mudar duas vezes. Sim. Então, quer dizer, algo que é 8 anos à pode estender para 10, 12, 15. A gente não sabe como que vai ser isso daqui pra frente. Eh, cenário, vamos falar assim, quando muda um ano político, por exemplo, tudo é incerto. Tudo é incerto. Então, a gente não sabe como que vai ser a continuidade de muita coisa. A gente sabe que a reforma tributária tá aí, ela é certa, ela já tá acontecendo, vai acontecer, já é lei, não tem como voltar atrás, não vai mudar, mas como que essa transição vai acontecer, se ela vai acontecer no prazo, se ela vai ter prorrogações, isso é incerto ainda. Então, se é muito tempo pras empresas, é muito tempo às vezes pra empresa tá na mão de um mau profissional que não vai realmente ajudar ela nesse período, isso vai impactar muito, com toda certeza.
Mais perguntas aí, Luiz? Ah, a Helen comentou: "Distribuidor atacadista, lucro real". Então, é o que a gente já tinha respondido. Uhum. Ó, Saber Contábil comentou: "Obrigado por usar a minha frase. Tem que citar meu nome e me dar os créditos". [risadas] Cita o nome. O Éder José aí, nosso sócio. Ele tá pelo perfil da Saber. Legal.
Eh, João Paulo, sobre o que você tem para falar para nós sobre reforma tributária? Tá faltando algum ponto? A gente tem, a gente tem o material, inclusive quem precisar do do material, a gente disponibiliza. É só ir lá no Instagram da Saber Contábil, @sabercontabiloficial, segue, compartilha com os amigos empresários e deixa lá um direct. Eu quero que a gente manda para vocês o material da nossa live. Exatamente.
Eh, falando aqui especificamente, a gente acaba que é uma um assunto muito abrangente, né, reforma tributária e a gente acaba que durante realmente a discussão desse assunto a gente expandindo muito. Mas assim, um dos principais impactos que a gente tem que pensar aqui, vamos falar aqui, voltando um pouquinho pro setor supermercadista aqui, falando dos impactos ali, atende também a nossa colega ali do do atacadista, que é a mesma coisa que o mix de produto é igual, diferencia um pouco a operação, mas tributariamente é o atacadista distribuidor. A gente tem clientes assim na nossa carteira, são bem parecidos, entendeu? Então, o que um tem que preparar, o outro também tem que se preparar.
Então, a gente tem que pensar aí, primeiro ponto, uma revisão do cadastro fiscal dos seus produtos. Vai ser de suma importância. A gente vê hoje no sistema atual quantas empresas, a gente mesmo às vezes faz esse trabalho por alguma, alguma das nossas empresas do grupo aí de recuperação tributária. Por quê? Porque o mix de produto é muito grande. Eu acabo às vezes pagando imposto indevido, às vezes em alguns casos deixando de pagar um que era devido, porque o mix de produto realmente é muito grande. Uhum. E tem muita gente que até hoje não faz revisão fiscal do cadastro produto. Isso vai ser de suma importância na reforma tributária, porque, então, porque o meu produto ele tá bem parametrizado ali no meu RP. Uhum. É o que vai me ajudar na minha precificação. A gente vê hoje que a maioria dos RP's eles ajudam se o empresário na na precificação dele. Ele tem até uma fórmula de precificação legal. O que muitas vezes tá errado é a alimentação. É a fonte daquela informação. Uhum. A base, a origem do. Aí os mercadistas precificam o produto achando que tá ganhando e lá no cadastro dele não tem a IBS, não tem a CBS, hoje não tem o PIS, não tem COFINS, não tem o ICMS e quando ele a gente for apurar vai ter aquele tributo ali. Às vezes aquele tributo comeu toda a margem, aquele produto até negativo. Então, a revisão ela é de suma importância.
Então, quando a gente fala revisão fiscal, só pro empresário entender, que que é essa revisão fiscal? É pegar o meu cadastro de produtos, exatamente, e fazer uma revisão item a item para saber se está sendo tributado da forma correta. Exatamente. Com isso eu tenho alguns impactos. Por quê? Porque se eu estou deixando de aproveitar algum crédito, eu tô pagando imposto a mais. Exatamente. Esse dá pra recuperar. A gente tem esse trabalho também. Então, na revisão fiscal a gente faz esse trabalho. Se eu se eu paguei a mais porque eu deixei de aproveitar algum crédito, tem como recuperar os últimos 5 anos. A gente sempre trabalha com 5 anos. O fisco pode te cobrar os últimos 5 anos e a gente também pode requerer algum direito dentro dos últimos 5 anos. Exatamente. Beleza.
Outro ponto da revisão fiscal, se eu tenho eh configuração errada e paguei menos por isso, por exemplo, eu tinha um produto que a alíquota do ICMS era 18% e eu configurei sete, deixei de pagar essa diferença. Exatamente. Isso já existe malha hoje? Existe malha. Hoje a gente tem uma malha no estado aí que ela chama malha alíquota indevida. Então, se eu destaquei a alíquota indevida na minha venda, já vai ser pego. Então, se você é um supermercadista e tem aí um cadastro mal feito no seu sistema, sem uma revisão fiscal adequada e de qualidade, você já corre o risco de cair nessa alíquota indevida. E assim, é só questão de tempo, não é risco de ser sorteado não, irmão. Não é mega cena, não. Vai chegar, porque é só a questão de tempo do fisco rodar a malha e chegar a cartinha aí para você. Aí às vezes a cartinha pode não ser tão barata. Exatamente.
É, e é bom que a gente vê nisso aí que a posição dos fiscos tem mudado bastante, né? Então assim, se você tem conhecimento que seu cadastro tá errado, você deve algo pro fisco, a gente aconselha, se autorregularize antes, porque hoje o fisco não tem dado nem mais a oportunidade de você se autorregularizar. Ele já tá implicando direto um auto de infração. E às vezes as multas são altas, as multas isoladas. Então, a dica para você empresário, supermercadista, você tem dúvida se o seu cadastro tá revisado ou não, chama a gente pra gente te dar uma assessoria de revisão fiscal, porque é uma solução para hoje, independente de reforma tributária. Porque o que João Paulo tá falando é, se você sabe que tá errado, você tem a chance de se autorregularizar todo período até hoje que você fez errado. Antes de o fisco te pegar, te mandar a cartinha, você vai pagar sem multa isolada. Quando a gente fala isso, é o quê? O tributo que você deixou de pagar no vencimento vai incidir multas e juros demora. Isso é sua correção monetária pelo tempo. Agora, quando o fisco lavra o auto de infração, a multa pode chegar a 225%. Então, se você devia R$ 10.000, esses 10.000 vira 50.000. É muito pesado, então você precisa fazer isso antes. Com certeza.
Além dessas duas questões da revisão fiscal, tem a terceira questão que o João Paulo citou, precificação. Então, para você formar um preço adequado usando o sistema, porque não dá para fazer na mão. 12.000 produtos fazer na mão, impossível. Tem que usar o software. Você tem que ter o software configurado, correto, com as tributações corretas para calcular o preço de venda correto. Porque o que chega para na gôndula, ó, uma água dessa daqui, o preço de venda dela tá com os impostos aqui dentro e com a margem que você deseja ganhar sobre essa água. E agora com a reforma tributária, essa revisão fiscal, ela é mais essencial ainda. Muito assim.
Primeiro, para você emitir nota fiscal a partir de 1º de janeiro de 2026, vai passar a validar as notas fiscais eletrônicas. Se você não tiver destacando IBS, CBS, os códigos corretos, a nota não vai ser emitida. Para isso, você precisa configurar o seu sistema. É como uma revisão fiscal. Exatamente. A gente eh colocou um produto aqui que chama revisão fiscal da reforma tributária. É uma revisão fiscal específica para garantir que o seu software esteja preparado até dia 31 de dezembro de 2025 para fazer a virada. Você tem até dia 31 de dezembro de 2025 para deixar o seu software preparado pra reforma tributária, pras regras que já vão valer a partir de 2026. Qual que é a penalidade? Além de multa, não emitir a nota fiscal, que para mim é o pior. É o pior. Você fecha as portas. Parar a operação, como vai ser feito hoje. Então, assim, é os impactos aí, revisão cadastro de produto, atualização do RP, muito importante aí você ver se o seu RP já tá eh apto pra reforma tributária, se já tá tem alguma atualização lá para fazer a mudança que a gente falou isso, a gente repetiu muito isso aí durante a live aí, que é a mudança do meu fluxo de caixa vai impactar a reforma tributária vai impactar o meu fluxo de caixa. Se eu não me preparar, o mercado vai sofrer. O mercado tem conta todo dia. Mercado tem previstos, tem despesas extras. Então, se eu não preparar o meu fluxo de caixa, vou ter problemas. Se eu não treinar minha equipe, se eu não treinar minha equipe interna, eu vou ter com certeza problemas. A mina ali que lança nota, a mina que lança cadastro produto no meu dia a dia ali. Eu vou ter problema se essa equipe não for treinada aí pros impactos da reforma tributária.
João Paulo, é tão engraçado. Eu já trabalhei em supermercado quando eu era mais novo, então há 20 anos atrás. E eu lembro que eu cheguei no supermercado, eu não tinha muito conhecimento dessa área tributária, dessa área financeira e eu ficava por entender porque eles não tinham fluxo de caixa. Aí sabe como que eles controlavam contas a pagar? Tinha uma caixinha de sapato que ficava debaixo do caixa do dono do supermercado. Aí ele guardava os boletos ali todo dia. Ele ordenava por tamanho, [risadas] sabe? Os boletos. Tinha uns boletos que vem a folha quatro. Aí tinha uns que o fornecedor mandava cortadinho, tinha uns que vinham de uma cor diferente, ele ordenava por tamanho. Aí todo dia ele tinha que passar todos os boletos para saber quais venciam naquele dia. É. Aí a medida que a gente foi adquirindo conhecimento, melhorando os processos, a gente criou um contas a pagar no fluxo de caixa, implantou isso dentro do sistema e assim foi sucesso, mas é o básico, feijão com arroz. E a reforma tributária vem quebrar essa rotina que a gente ainda tá enraizada lá na caixinha de sapato. A gente quer a caixinha de sapato lá. Tá enraizado, né?
Hoje, hoje a caixinha de sapato para muitos, para muitas empresas virou o DDA do banco, né? Mas a gente já teve casos de clientes aqui de pagar até boleto indevido, porque não tinha controle financeiro. Eu vou lá DDA do banco, olha tudo que vence hoje, pago. Não é isso. Não é processo financeiro. Não é processo. Exatamente. E pensando, a reforma tributária é fatal, ela vai impactar o fluxo de caixa. Então, empresário que não tiver um controle financeiro, aquela empresa hoje que não faz seu contas a pagar no sistema, não faz o contas a receber, ele não vai ter fluxo de caixa, ele não vai conseguir acompanhar essa empresa. Vai com certeza ficar para trás. E uma das coisas que a gente sempre fala e eu principalmente repito isso, muitos pros clientes: planejamento tributário contínuo. Planejamento tributário ele nunca é estático. Eu sempre tenho que tá acompanhando as mudanças. Eu semana passada mesmo eu tive reunindo com o cliente que a gente fez um planejamento tributário para ele e eu falei: "Seu planejamento tributário, esse planejamento seu tributário aqui ele é para 2026. Você vai ter essa economia durante um ano. Eu te garanto ela por um ano. 2027 a gente vai ter que rever totalmente porque é outro cenário."
E mesmo que você se você fez um cálculo ali de acordo com as informações da empresa planejando o ano seguinte, 2026, bacana. Mas mesmo assim o o dono do empreso do do supermercado, o empresário, ele tem que ter a consciência que você mesmo disse não é estático para aquele ano. Eu ainda vou além. Com certeza as operações podem mudar no dia a dia. Podem. Ele pode trabalhar com novo produto que não tava previsto no seu cálculo, pode mudar a legislação de uma de uma tributação específica que vai impactar no planejamento. Ele quer abrir uma filial, uma nova loja. Abrir um concorrente do lado, às vezes ele vai ter que mexer na margem dele, no preço de venda dele. Então, ele vai ter que rever algumas coisas. O, às vezes ele buscava eh verdura no Seasa de tal lugar, ele tem oportunidade de buscar em outro lugar ou aconteceu algum problema, ah, alagou lá no Rio Grande do Sul, aquele produto que vinha não vem mais, ficou mais caro. Então, tem fatores externos que influenciam no nosso negócio. Com certeza. E o empresário tem que estar atento a isso. Aconteceu, chama quem? Saber Contábil. Vamos rever meu planejamento tributário. Olha aqui, ó. Eu tô pensando em trabalhar com esse novo mix de produto, essa nova estratégia na minha loja. Planejamento tributário é hoje, agora. Você precisa do seu contador do seu lado para te ajudar no seu negócio. É para isso que o contador existe, não é para te mandar a guia, não. Então, não tenha medo de chamar, liga que é o Luís Fernando, João Paulo, você já ajuda. Socorro SOS, a gente tá aqui para te ajudar. Exatamente.
A gente continua falando dos impactos aí da da reforma tributária e o que aquilo que as empresas vão ter que se preparar, né? Outra coisa, mapear muito bem os fornecedores. Hoje o supermercado ele já tem que fazer isso em partes, porque hoje, por exemplo, eu pego ali o um supermercado quando ele compra de uma empresa do Simples, dependendo dependendo do produto, ele não tem um crédito de ICMS. Isso hoje impacta no negócio dele. Só que esse impacto vai ser ampliado. Vai ser muito ampliado. Porque vamos pensar um negócio aqui, hoje a gente fala muito supermercadista. Ah, se você compra um refrigerante, uma bebida, você não precisa preocupar se ele é Simples ou não, porque ST já foi ele na fonte, então não vai impactar na reforma tributária. Mais uma vez a gente refisa, refisa aqui, não tem substituição tributária, não tem previsão até agora de substituição tributária. Então, ou seja, todos os itens vão impactar. E se aquele cara que tá te fornecendo, ele é do Simples, ele vai te dar menos crédito, vai te dar menos crédito da IBS, vai te dar menos crédito da CBS e isso vai impactar diretamente no seu preço de venda. É muito comum a gente às vezes sentar com supermercadista ali, a gente fala assim: "Nossa, o fulano me deu 10 nessa empresa aqui do Simples, deu 10% de desconto, tô arrasando, deu 15, é um desconto extraordinário." Aí você vai ver a lei do imposto é 18, [risadas] tá perdendo três, tá perdendo oito, dependendo do caso. Então, assim, esse mapeamento dos produtos e de fornecedores, ele tem que ser feito. Se o varejo alimentar o supermercadista não fizer esse planejamento dos seus fornecedores, ele vai perder dinheiro com toda certeza. E nós estamos falando aqui pro supermercadista, principalmente pequeno e médio empresário, porque com certeza o seu concorrente, os atacarejos, as grandes redes, as grandes marcas, elas estão ligadas aos aos impactos e já estão fazendo essa revisão. Já estão se preparando, com certeza. Elas estão bem à frente, com certeza.
Outra coisa, implementar um controle de crédito vai ser importante, como a gente falou, tomada de crédito vai ser com base no pagamento do imposto. Então, tem que mapear. Então, volta um pouquinho no item anterior, volta. Eu tenho que implementar esse controle. Como é que eu vou controlar isso? Como é que eu vou controlar o fornecedor que me gera crédito, aquele que não me gera? Se mesmo ele não me gerando crédito é viável comprar? Não é viável. A gente não tá aqui, como a gente fala muito quando a gente vai nas empresas. A gente não manda no negócio de cada um, quem manda no seu negócio é empresário. Às vezes pode ter um fornecedor que não paga o imposto dele, mas você vai comprar dele, vai revender e tá tudo bem, é o seu negócio. Só que você tem que ver o impacto daquele daquele crédito que você não tá tomando no seu negócio vai ser viável ou não. Às vezes aquele produto tá só aquele cara que tem. Tem como. Vou ter que comprar dele e vou ter que pôr isso na margem. Como o Luiz falou agora a pouco, quem vai pagar a conta é o consumidor final. Sim. O problema é sua empresa, ela tá pagando essa conta, você tá achando que tá lucrando e não tá e tá comendo seu caixa. É o caso do cliente que a gente visitou que tava precificando errado. Cadê o dinheiro? Exatamente. Aí eu assustei Luiz, tava quase comprando os produtos dele para revender na minha loja. [risadas] Tava mais barato no atacado. Me vende a sua loja, por favor. Me seu estoque todo. [risadas] Já tô com um dinheirinho aqui, já vou levar.
Então, a gente vê aí. Outra coisa que a gente tem que preparar é acompanhar muito de perto as regulamentações que vão ter que dar aqui para frente. Como a gente falou, a reforma tributária ela ainda está em construção. Então, tem muita coisa que a gente ainda não sabe, a gente não sabe a alíquota de todos os produtos, quais são todas as alíquotas. A gente tem, vamos falar assim, já um esqueleto do que é a reforma tributária, como que ela vai funcionar, como que vai ser a não cumulatividade dela, mas falta muita coisa ainda dela aí que tá sendo construída. Então, assim, a a empresa que não acompanhar de perto essas regulamentações, o que vai mudar, ela vai ficar para trás e principalmente contar com a contabilidade especializada. Então, você empresário aí do varejo, do atacado distribuidor também, que acaba sendo muito similar ao varejo, conta com a Saber Contábil para te ajudar.
Eu vou até desafiar, você que não é cliente da Saber Contábil, o seu contador já te falou sobre a reforma tributária? Porque nós estamos falando pros nossos clientes desde dezembro do ano passado, antes de publicar a Lei Complementar 214 em janeiro desse ano, que foi a lei que regulamentou a IBS e a CBS no Brasil. Se algum cliente nosso, ele tem informação, nós fizemos vários eventos, vários cafés, temos um conteúdo riquíssimo no site, no YouTube, no Instagram e o seu contador, ele está te preparando pr as mudanças porque 2026 tá batendo na porta e você vai fechar seu negócio se você não emitir a nota fiscal da forma correta.
2026 tá aí, né Luiz? Nós vamos entrar já em novembro. Em novembro pro varejo alimentar o ano acabou. Já era. Quem fez fez, quem não fez só o ano que vem já acabou. No sufoco de final de ano, que é aumentar as vendas, Natal, Ano Novo, não é hora de correr atrás disso não, porque você tá preocupado com a operação lá da sua loja. Exatamente.
Então, assim, falando agora um pouquinho já pra gente passar para esse final aqui da live, né, Luiz? Então, assim, o nosso papel, vamos falar um pouquinho do papel da Saber Contábil. Então, nós somos especialistas, como o Luiz falou no início, em varejo alimentar. Eh, eu particularmente eu vim do varejo alimentar, trabalhei por muitos anos em grandes redes, a gente tá aqui no escritório também há muitos anos atendendo o varejo alimentar. Então, é algo que a gente tem aí um conhecimento contínuo muito grande. A gente tem um varejo hoje alimentar também que a gente tá vivendo a dor do empresário do outro lado. A gente sabe como que é. Então, assim, a gente tem muita propriedade, então, com certeza Saber Contábil ela tá preparada para neste momento aí de transição de de desse novo modelo de tributação para apoiar o empresário, para apoiar a sua empresa. Então, o nosso papel é isso, é te ajudar com revisão, ajudar com enquadramento correto, ajudar ali com a sua precificação, te orientar quanto aos controles que sua empresa tem. É um papel que a gente já faz hoje, a gente vai continuar fazendo de orientar a sua empresa ali com seus controles internos que são necessários, eles são extremamente necessários pra continuidade da sua empresa.
É importante falar aqui também que o empresário tem a sua parcela de responsabilidade. Com certeza. Porque às vezes o empresário esquece que quando a gente senta e traça um planejamento tributário, faz uma revisão fiscal, ele acha que ele não tem responsabilidade, porque ele já tá nos pagando para dar essa assessoria contábil, essa assessoria tributária. Mas tem que ficar claro que o empresário tem o seu dever de casa, tem a sua parcela de responsabilidade. A gestão interna, o controle interno é responsabilidade da empresa e do empresário. Controlar as compras, controlar as vendas, fluxo de caixa, estoque. Tem assim uma lista gigante de obrigações por ser empresário. Isso, porque do lado de cá a gente tá preocupado com o cliente, a gente tá preocupado com o seu negócio, a gente tá preocupado com a sua operação, mas a gente também tem nossa parcela de responsabilidade aqui como empresário. Tem pessoas para gente liderar, tem serviço para gente validar, conferir, processo para gente criar tecnologias para implantar, legislação para acompanhar, que é desafiador desse país. Muito. Mas nós também somos empresários e isso tem que ficar claro, porque às vezes a gente vê em muitos casos, a gente faz um lindo planejamento tributário, mas ele não se concretiza porque o empresário não assume o seu papel de responsabilidade. Então, é importante a gente deixar isso bem enfatizado aqui. Muito enfatizado.
A gente vê hoje são empresas e apesar de parecer às vezes absurdo, mas empresas aí com faturamentos milionários que o seu financeiro a tá dando um caderninho com o dono ali. É, não dá. Como que vai controlar o fluxo de caixa? Como que vai sobreviver? O seu controle interno tem que ser coerente com o porte do seu negócio. Dá para ter o caderninho? Dá, mas uma pequena empresa. Uma grande empresa já não dá mais para ter o caderninho. Mas eu tô para te falar que até as pequenas empresas com a reforma vai ser difícil o caderninho. Como que eu acompanho?
A tecnologia ela tá aí para já há muito tempo para auxiliar o empresário. Sim. Para ajudar ele. E principalmente quando a gente fala do varejo alimentar. É tudo muito rápido. Não é não é para hoje, é para ontem. A subida de preços baixa, sobe, é tudo muito rápido. Então, se eu não tiver acompanhando essa loucura que é o varejo, a minha operação ali correndo, eu tenho que preocupar com vários gargalos da operação e eu não tiver ali por trás uma retaguarda ali realmente me assessorando, me dando a informação em tempo real. E eu só tenho isso com sistema bem alimentado e com sistema aliado à inteligência artificial. Existe.
Um empresário aqui em Uberlândia, ele é supermercadista e junto com um especialista de inteligência artificial, eles criaram uma solução para supermercado. Eles já estão para lançar aí que ela faz a captação das informações em tempo real no software, aliado a vários índices econômicos, os índices de previsão de tempo. E ela te bombardeia o seu WhatsApp como empresário do supermercado em sites que a IA utilizou para você gerir o seu negócio. Então, alguma coisa que tá muito distorcida, algo que tá muito relevante, que tá gritante, ela te sinaliza.
Então você coloca lá dentro do dessa inteligência o seu negócio e ela vai gerir para você, ela vai te notificar para você tomar a decisão e agir. Então, olha o poder que isso tá hoje. E sabe o que que eu fico imaginando, João Paulo? O mundo pós reforma tributária, eu fico imaginando lá em 2030 se hoje já temos uma inteligência artificial que faz isso.
"Se é hoje já, já existe."
"Uhum."
"Reforma tributária batendo na porta, já é realidade. 2026 tá aí."
"Com certeza."
"Como será esse mundo, esse Brasil depois em 2030? Como que será o seu supermercado? Eu quero encerrar com essa reflexão. Como que será a sua empresa, o seu supermercado lá em 2030? Você tá preparado para isso ou você vai ser engolido por essa tsunami de mudanças tecnológicas, tributárias, cultural? Porque o que a gente citou aqui de controle interno, de gestão pro seu supermercado, não é a reforma que tá trazendo, é o básico. Ela vai te obrigar porque você não vai sobreviver. Mas hoje é difícil sobreviver dessa forma. É o básico bemfeito que o empresário precisa assumir a responsabilidade."
João Paulo, você gostaria de deixar uma mensagem final?
Quero primeiro agradecer a todos aqueles que acompanharam a live aí, agradecer. Foi bem participativa, né? Muitas perguntas ali, às vezes algumas que a gente não conseguiu responder, a gente responde depois, né, Luiz? Então, quero agradecer a todos vocês que acompanharam essa live e quero nos colocar à disposição mais uma vez. Nós somos especialistas em varejo alimentar, somos especialista aí tanto no seu supermercado, no seu atacado, seu distribuidor. E o nosso papel principal é trazer o quê? Economia pro seu negócio de forma legal. Trazer dinheiro de fato pro seu bolso. Então conte conosco, conte comigo, com Luiz, com Éder, nosso sócio, conte com a Saber Contábil aí no seu negócio que a gente tá à disposição.
João Paulo, muito obrigado pela sua contribuição, pelo seu conhecimento e experiência na área de supermercado. Contribuiu muito aqui pro nosso conteúdo. Eu queria falar para você também que nós temos um outro negócio, a SB Tributária, especialista em revisão fiscal, que vai te ajudar na reforma tributária, vai te ajudar a precificar, vai te ajudar a revisar o seu cadastro produto e garantir que em 2026 a sua nota fiscal será emitida e você não vai fechar as portas.
Queria agradecer também a Betânia, a Helen Betânia, que deixou uma mensagem aqui, ela é cliente da Saber Contábil. Felicidade, Helen. Ela fala aqui que ela é cliente da Saber e ela, se ela não tivesse saído do MEI, gente, microempreendedor individual, com a nossa ajuda, ela não estaria mais no mercado. Então, olha que satisfação a gente encerrar essa live com essa mensagem, com esse depoimento de um cliente. Muito obrigado, Helen Betânia.
Muito obrigado a todos que nos acompanharam aqui ao vivo. Muito obrigado a todos que assistirão esse conteúdo que ficará gravado. Eu peço com muito carinho que você curta, deixe o seu comentário, compartilha para essa mensagem chegar a mais empresários. O nosso objetivo aqui na Saber Contábil é falar de empresário para empresário. Nós queremos te ajudar no seu negócio a ter lucro. O negócio nasceu para ter lucro. Muito obrigado. Que Jesus abençoe a sua vida grandemente, que você tenha muita prosperidade e abundância nos seus negócios, na sua família e conte com a Saber Contábil. Um forte abraço. Tchau.
Tchau.
Tchau.
Tchau.