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[música] [música] Welcome. In this course, we will explore the biblical and theological foundations that sustain family life. Under the guidance of Professor Alberto, you will have the opportunity to learn about the challenges and blessings of growing holistically: spirit, soul, and body. Discover how to embark on a true journey of growth and hope by participating in this course. In fact, this is not just a course but an invitation to a life transformation. With dedication and an open heart, you will be guided on a journey of discovery and integral growth that will deeply impact your life, family, and community. There is a special blessing reserved for your journey as we learn from Proverbs 23:23: "Buy the truth and do not sell it." Wisdom, instruction, and understanding. With dedication, begin your journey of learning and spiritual growth right now. Welcome. [música] [música] Olá, sejam bem-vindos. A nossa aula sobre comunicação eficaz e construção de relacionamentos saudáveis baseados em princípios bíblicos. Esta é a nossa aula número três.
Nós estaremos vendo na aula de hoje: comunicação eficaz, construção de relacionamentos saudáveis, resolução de conflitos, paz e manutenção da reconciliação. Não temos como falar sobre relacionamentos saudáveis sem tocar no tema da comunicação, uma comunicação eficaz para que possamos ter relacionamentos saudáveis. Nós vamos trabalhar um conteúdo que nos ajudará, que nos capacitará a termos uma comunicação de maneira clara, amorosa e edificante, seguindo os princípios das Escrituras.
Na Bíblia, nós encontramos firmes fundamentos para a comunicação. Por exemplo, "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para a edificação," conforme Paulo escreveu aos Efésios, capítulo 4, versículo 29. As palavras edificantes, elas são importantes. As palavras edificantes, elas promovem vida, não a morte, não destruição. As palavras edificantes, elas são positivas e elas podem encorajar e fortalecer uns aos outros. Portanto, construa relacionamentos saudáveis a partir de uma comunicação edificante que irá fortalecer os laços entre você e as pessoas com as quais você se relaciona.
Para que você tenha uma comunicação eficaz, é necessário você prestar atenção nos componentes para que ela seja realmente eficaz, como clareza, organizar pensamentos antes de falar, ter uma escuta ativa, ouvir com o coração. Até mesmo a linguagem corporal contribui neste momento, expressar emoções e intenções apropriadamente.
Como é que você pode ter clareza na comunicação? Em primeiro lugar, organize seus pensamentos. Reflita antes de falar. Use palavras simples. Evite jargões ou termos complexos ou pejorativos. Seja conciso, vá direto ao ponto.
Para que você possa falar adequadamente, é preciso você escutar ativamente o seu interlocutor. O que é uma escuta ativa? É ouvir com o coração, prestando atenção, total atenção ao outro, buscando compreender sua perspectiva. Por que que isso é importante? A escuta ativa demonstra respeito, promove empatia e fortalece relacionamentos. Meus queridos, tenham isto em mente: "Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar." Por isso o filósofo Sêneca disse: "Deus nos deu dois ouvidos e uma única boca para ouvirmos mais e falarmos menos."
Use o tom e a linguagem corporal que seja adequada ao momento da comunicação. O tom de voz é importante. Use um tom calmo e respeitoso, mesmo em situações difíceis. Olha, você sabia que as pessoas que trabalham com telemarketing utilizam uma técnica interessante quando a pessoa chama e ela está nervosa, alterada, falando alto? Então a pessoa que atende começa a falar de maneira calma, ela começa a falar de forma espaçada. Por quê? Porque ela vai dar o ritmo àquela pessoa que está gritando.
Utilize expressões faciais adequadas. Se falar de alegria, fale com alegria. Mas se falar de tristeza, use uma expressão de tristeza. Mantenha uma expressão aberta e acolhedora, uma postura adequada, respeitosa, adote uma postura que demonstra atenção e interesse.
Muitas vezes você enfrenta barreiras na comunicação ou você oferece barreiras. Barreiras como preconceitos, orgulho, falta de paciência. Essas barreiras são obstáculos que impedem uma comunicação eficaz e amorosa. Tendo ouvido muitas coisas como essas: "Consoladores molestos sois todos vós." Está registrado em Jó 16:12. Pessoas que foram confortar a Jó terminaram molestando por conta do tipo do conteúdo da fala dessas pessoas para com Jó. Começaram a dizer: "Olha, Jó, você está enfrentando essa situação porque você pecou." E a Bíblia registra que Jó não havia pecado. Ele estava passando por uma provação. Mas os amigos que foram para confortar terminaram imputando a Jó uma carga de culpa que ele não tinha.
Quais são as lições que nós podemos tirar do diálogo entre Jó e seus amigos? Primeiro lugar, evite julgamentos precipitados. Os amigos de Jó presumiram sua culpa sem compreender a situação. Em segundo lugar, pratique a empatia. Busque entender o sofrimento do outro antes de oferecer seus conselhos. Em terceiro lugar, confie na sabedoria divina. Reconheça que nem sempre temos todas as respostas.
Faça uma dinâmica de comunicação nesse momento. Procure uma pessoa perto de você e forme um par com ela. Nesse momento, procure praticar a escuta. Peça para a pessoa falar alguma coisa e veja se você consegue escutar esta pessoa ativamente. Escute muito antes de pensar em dizer alguma coisa. Escute e depois dê um feedback a esta pessoa. Pergunte: "É isto que você está falando?" Procure ofertar um feedback e ver se realmente você conseguiu escutar a pessoa.
Na Bíblia, nós temos muitos casos em que Jesus ouviu as pessoas. Por exemplo, Jesus e a mulher samaritana, que tem o registro da história em João 4:7-26. Ali houve uma abordagem de Jesus quando pediu água. Houve uma quebra de barreiras sociais porque o homem não falava com a mulher em público, judeu. Houve uma revelação gradual sobre o que Jesus queria oferecer para ela naquele momento. E quando Jesus fala que ela chame o seu marido, ela disse: "Eu não tenho marido." Jesus disse: "Falaste bem, já tiveste cinco, e o que tens atualmente não é teu." Ele escutou. E quando ele escutou, ele ofereceu a resposta adequada.
Quando o cego Bartimeu clamou: "Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim!", ele mandou que o trouxesse até ele e ele perguntou ao cego: "Que queres que eu te faça?" Ele não chegou e disse: "Olha, eu vou fazer algo." Não, não. "Que queres que eu te faça?" É muito importante escutar as pessoas e depois sim oferecer as soluções que elas estão buscando.
Uma das grandes necessidades das pessoas nos dias atuais é a de ser escutada. Cada pessoa se queixa porque não é escutada. Quem sabe você, quantas vezes você se sentiu desta forma, sem ser escutado ou escutada? E eu queria lhe desafiar a oferecer aos outros aquilo que você diz que não está recebendo em sua vida. Comece a escutar as pessoas, porque se você escutar as pessoas, você vai ser escutado ou escutada também.
Nosso segundo módulo desta aula: construção de relacionamentos saudáveis. Nós queremos pensar como construir relacionamentos baseados em respeito, empatia e amor. Isso são elementos importantes para a comunicação, ou não? Você gosta de ser tratado com respeito, com empatia e com amor?
Como você trabalha o respeito no seu relacionamento? A Bíblia diz que Deus criou o homem à sua imagem. "À imagem de Deus o criou. Homem e mulher os criou." Segundo Gênesis 1:27. Deus deu dignidade para cada ser humano. Cada pessoa é uma criação única de Deus. Jesus, ele respeitou pecadores, prostitutas, pessoas que se embriagavam. Ele alcançou os marginalizados. Ele interagiu com pessoas rejeitadas pela sociedade. Ele teve compaixão pelos necessitados. Ele demonstrou amor prático aos que sofriam. Sabe o que é isso? Valorização das pessoas.
Jesus deu atenção especial às crianças, às mulheres, aos desprezados. Jesus deu atenção até a Zaqueu, um coletor de impostos que defraudava o seu próprio povo, um coletor de impostos que era desprezado pela sociedade. Mas houve uma ação de Jesus quando ele buscava encontrá-lo. Jesus subiu numa árvore no sicômoro. E Jesus diz: "Zaqueu, desce daí depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa." Jesus chamou aquele homem pelo nome. Ele conhece você. Você pode se sentir o mais desprezível ser humano na face da terra. Você pode ter feito coisas das quais você mesmo se envergonha de relatar. E Jesus lhe concebe, ele lhe chama pelo seu nome, porque ele quer transformar a sua vida. A vida de Zaqueu foi transformada pelo respeito e amor de Jesus. Jesus sabia com quem lidava, um coletor de impostos corrupto, ladrão. Mas Jesus disse: "Zaqueu, desce daí depressa. Hoje me convém pousar em tua casa." Houve empatia e compaixão da parte de Jesus. Ele é aquele que se alegra com os que se alegram e que chora com os que choram. Isto é empatia, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, é a capacidade de sentir a dor do outro. E empatia envolve compreensão emocional e cognitiva da experiência alheia.
Eu quero desafiar você a refletir o amor de Cristo em suas interações. Eu quero desafiar você a ter empatia como ferramenta de conexão em seus relacionamentos com as pessoas. Procure estabelecer uma conexão emocional, alcançar o coração, falar ao coração. Procure desenvolver um relacionamento num ambiente de compreensão mútua. Compreenda as pessoas. Francisco de Assis, em sua famosa oração, diz: "É amando que se é amado, é perdoando que se é perdoado." Podemos dizer também que é compreendendo que se é compreendido.
Ofereça apoio prático. Ofereça algo plausível para as pessoas, que tenha o amor de Deus como centro das relações. Paulo, escrevendo aos Coríntios, diz que o amor é paciente, que o amor é bondoso, que o amor não inveja, ele não se vangloria, não se orgulha. Está lá em Primeira Coríntios 13:4. Há várias características maravilhosas sobre o amor. Paciência, suporta as falhas dos outros. Bondade, age com gentileza e compaixão, com humildade. Não se vangloria, nem se orgulha, não rouba, não defrauda, não tira aquilo que não lhe pertence, aquilo que é do outro. Jesus, ele tomou uma bacia e foi lavar os pés dos discípulos. Isso é humildade. O Senhor dos senhores lavou os pés até de Judas Iscariotes. Ele demonstrou ali humildade e amor sacrificial. E ele nos dá uma lição de que devemos servir uns aos outros com amor e humildade.
Procure ter um momento de prática na sua família. Faça um debate em grupo, forme grupos e procure perguntar a essas pessoas o que é humildade. Proponha uma situação de conflito para análise. Discuta soluções. Explore como o respeito e a empatia podem transformar o conflito em algo resolvido. Faça uma simulação sobre situações cotidianas do dia a dia. Pegue problemas que acontecem no cenário da sua família e coloque para os seus parentes, os membros da sua família para conversarem, não brigarem, conversarem. Crie cenários realistas e interações desafiadoras. Se achar conveniente, faça uma encenação de uma situação corriqueira que acontece na sua casa, de preferência que coloque o problema sob os olhos de todos os membros da sua família e peça para os seus familiares analisarem, refletirem para que aquele conflito possa ser discutido, para que vocês possam conversar como aplicar empatia e amor nas situações cotidianas do seu lar, da sua casa, no seu relacionamento entre você e sua esposa, entre você e seu esposo, entre você e seus filhos.
Procure praticar uma escuta ativa como expressão de amor no seu lar. Faça isso no seu ambiente de trabalho. Demonstre respeito e empatia com colegas e clientes. Faça isso na sua comunidade de fé. Procure servir com amor e construir relacionamentos edificantes.
Assuma estes desafios da comunicação. Há diferenças culturais e você precisa aprender a compreender diversas perspectivas. Há conflitos de valores e, portanto, você precisa manter o amor ao lidar com divergências culturais, divergências morais, as pressões sociais. Você precisa manter a integridade em ambientes desafiadores. Você precisa superar barreiras na comunicação. Por exemplo, a barreira da autoconsciência: reconhecer seus preconceitos, seus próprios preconceitos, reconhecer suas limitações. Você precisa ter uma abertura, ou seja, estar disposta a aprender algo novo e mudar. Você precisa, através de uma prática diária, exercitar novas habilidades de comunicação regularmente e oferecer feedback, dar um retorno e pedir também um retorno, buscar e aceitar um feedback construtivo.
O poder do perdão na comunicação deve ser trabalhado. Na aula passada vimos como o perdão é poderoso e a Bíblia diz: "Suportem-se uns aos outros e perdoem mutuamente sempre que houver queixa contra alguém." E a Bíblia é muito incisiva quando ela diz assim: "Perdoem como o Senhor lhes perdoou." Colossenses 3:13.
Procure ver os diversos tipos de comunicação. Às vezes a comunicação não verbal, ela é mais forte do que a comunicação verbal. Aquele silêncio ensurdecedor que um cônjuge oferece ao outro cônjuge. Aquele silêncio ensurdecedor que os pais oferecem aos filhos ou que os filhos oferecem aos pais. Aprenda a tratar as crianças da sua casa devidamente. Aprenda a tratar as crianças lá da rua devidamente. Jesus abraçou as crianças, demonstrando acolhimento, conforme Marcos 10:16.
Jesus abraçou a causa daquela mulher que sofria de um fluxo de sangue, uma hemorragia durante 12 anos. O estado daquela mulher não melhorava, ia de mal a pior. Ela procurou muitos métodos, gastou toda a fortuna dela. E ela tomou do coração uma decisão: "Se tão somente eu tocar nas vestes de Jesus, eu serei curada." E no meio da multidão, ela toca na orla das vestes de Jesus. E Jesus, no meio da multidão, ele pergunta: "Quem me tocou?" Ora, havia uma multidão e quando ele questiona, aquela mulher se aproxima e confessa que havia tocado nas vestes de Jesus. O toque de fé comunicou a necessidade que ela tinha para com Jesus. E aí nós vemos que Jesus abraçou a causa daquela mulher.
O contato visual, olhar nos olhos da pessoa que conversa com você, dar atenção, demonstrar interesse, usar a expressão facial correta, comunicando emoções e atitudes, os gestos, tudo isso complementam e enfatizam a mensagem verbal.
Como que nós podemos ter uma boa comunicação em tempos de crise? Em primeiro lugar, mantendo a calma, respirando fundo e buscando a paz de Deus, ouvindo com empatia, dando espaço para a expressão das emoções, oferecer apoio, demonstrar disponibilidade e compaixão, tendo cuidado com as palavras, pensando antes de postar alguma coisa ou de comentar, usar de integridade, manter coerência entre a vida online, a vida das mídias sociais e a vida offline. Oferecer um testemunho digital não maquiado, mas tal qual a realidade de vida que você tem. Se usa as redes sociais, use para edificar e encorajar as pessoas. Não use para cancelar as pessoas. Se for para cancelar, é melhor que você não use.
Aprenda a lidar com conflitos, abordando o problema, conversando diretamente com a pessoa envolvida. Não fale para terceiros. Se você tem um problema com alguém, vá até a pessoa e converse com ela. É isso que a Bíblia nos orienta. Busque mediação. Se quando você conversar com a pessoa não conseguir resolver, chame alguém, alguém com maturidade e vá ali com aquela pessoa na tentativa de resolver o problema, não de aumentá-lo. Aprenda a perdoar e se reconciliar. Busque a restauração do relacionamento para a glória de Deus.
Na comunicação intercultural que temos como imigrantes aqui, respeite as diferenças. A sua cultura não é melhor do que a cultura de ninguém. Alberto Chiavenato, um importante teórico da área da administração, ele diz que não existe cultura melhor do que a outra. Existem culturas que são administradas de formas diferentes. Então, aprenda primeiro a conhecer a diversidade cultural e entenda que a diversidade cultural faz parte da criação de Deus. Entenda que você pode aprender com o outro e que o outro pode aprender com você. Busque entender costumes e valores de outras culturas. Procure adaptar-se a novas realidades. Procure ajustar a comunicação para que ela seja eficaz em diferentes contextos.
Saiba se comunicar entre nobres e entre plebeus. Não baixe a qualidade diante de pessoas mais simples, nem fique sem saber como se relacionar entre reis, entre príncipes, entre autoridades. Tenha uma visão clara do processo de comunicação, seja uma inspiração, ofereça instrução para as pessoas que têm dificuldade, sendo exemplo pessoal. E comece isso na família, porque é de casa que o costume vai à praça.
Use amor incondicional. Aprenda a expressar amor mesmo em desacordos. Procure oferecer um tempo de qualidade, dedicando momentos para diálogo significativo. Aprenda a conversar coisas que valham a pena. Use espaço no seio da sua família para compartilhar necessidades e gratidão a Deus juntamente com o seu cônjuge, com os seus filhos, com seus parentes.
Aprenda a comunicar-se devidamente com as crianças no nível apropriado. Eu estava em Horsford, em uma das igrejas mais antigas do sul da Inglaterra. E o púlpito ali tinha 2 metros de altura. E dessa igreja saíram seis membros que estavam no Mayflower, o navio que saiu do sul da Inglaterra e veio para a região da cidade hoje conhecida como Plymouth, no estado de Massachusetts. E eles trouxeram 102 pais peregrinos. E foram esses pais peregrinos que lançaram os princípios da fundação dos Estados Unidos. E essa igreja em que eu estava em Horsford, ela tinha seis membros seus que estavam neste grupo de 112. O púlpito enorme, 2 metros de altura. E eu estava ali com o reverendo Deus. Ele desceu do púlpito, sentou-se na base e chamou as crianças. As crianças sentaram na base do púlpito e ele teve um momento com as crianças em que ele falou do amor de Deus para a vida delas e depois as crianças saíram para a classe delas e ele retomou o seu lugar ali no púlpito. E eu fui profundamente impactado pela valorização das crianças naquele ambiente em que se cultuava a Deus. E isto é uma atitude de Jesus. "Deixai vir a mim os pequeninos." Então, nós precisamos adaptar a linguagem às pessoas com as quais nos relacionamos.
Você está se relacionando com uma pessoa mais idosa do que você? Seja respeitosa para com esta pessoa, com as demais também, mas para estas pessoas mais idosas, mais experientes, dê uma dose maior, mais ampla de respeito. Tenha paciência para com elas, dê tempo para elas processarem e responderem às perguntas que você faz. Tudo isso que eu estou falando aqui faz parte de uma comunicação eficaz. E no seu dia a dia, dê o exemplo acima de tudo. Modele a sua comunicação àquilo que você deseja receber em sua vida. Isso faz parte da lei áurea. Assim como nós queremos ser tratados, nós devemos tratar as pessoas no dia a dia.
Então, dê um bom testemunho pessoal, compartilhando sua experiência com Deus. Se você teve uma experiência com Deus, compartilhe isso com as pessoas. Procure entender as necessidades e dúvidas das outras pessoas. Comunique as boas novas de forma clara e relevante. Se Deus é bom e ele fez algo por você, então compartilhe com outras pessoas. Procure expressar reverência e amor a Deus e ao próximo.
Reconhecer falhas com humildade é algo muito importante. Gratidão é também muito importante. Agradecer pelas bênçãos recebidas, aprender a fazer súplicas segundo o coração de Deus. A oração de Ana, esposa de Elcana, em Primeira Samuel, é uma das orações mais lindas na Bíblia. Ela era estéril e ela desejava ter um filho. Ela disse: "Ó Senhor, se o Senhor me der um filho varão, ao Senhor o darei. Eu o entregarei por todos os dias da sua vida." Ela não fez uma súplica para os seus próprios desejos. Ela fez uma súplica para dar a Deus, para fazer um afago no coração do Pai. Então, aprenda a orar não para esbanjar na sua vida, mas para glorificar a Deus, para que o propósito de Deus se cumpra em seu viver e em sua caminhada. Aprenda a realizar súplicas com louvor, expressando adoração em todo tempo diante de Deus.
Procure ouvir e responder ao que Deus fala à sua vida. Nessa aula, Deus está falando ao seu coração. Sabe por quê? Porque ele quer ouvir a sua resposta. Participe em todas as coisas pertinentes à ação de Deus na sua vida como ato de comunicação para com Deus. Porque Deus se agrada da comunicação. Está escrito no livro de Hebreus.
Use comunicação eficaz em todas as áreas da sua vida, na escuta empática, no direcionamento bíblico, oferecendo orientação baseada nas escrituras, encorajando as pessoas ao seu redor. Motive as pessoas para que elas possam mudar, para que elas possam crescer. Realize uma boa comunicação dentro da sua família em pequenos grupos. Tenha sempre uma participação equilibrada nos meios onde você frequenta. Encoraje todos a contribuir. Exerça respeito mútuo. Valorize diferentes opiniões e experiências diferentes. Valorize. Seja uma pessoa confidente. Escuta aqui e deixa aqui. Mantenha a confiança num grupo. Em pequenos grupos, não faça panelinhas, mas se comunique com todos. Ofereça uma participação equilibrada. Encoraje todos a contribuírem. Ajude para que haja um ambiente de respeito mútuo, valorizando cada experiência, cada palavra, sendo uma pessoa confidente, mantendo o respeito e a confiança.
Como é que você pode utilizar uma boa comunicação na resolução de conflitos? Em primeiro lugar, identifique o problema. Defina claramente qual é a questão que está em disputa. Em segundo lugar, compartilhe as emoções de forma construtiva. Não grite, não amaldiçoe ninguém, mas use de forma construtiva. Proponha e avalie opções juntos na busca de soluções e estabeleça um acordo e perdão. Chegar a um entendimento mútuo também é perdoar.
Utilize uma comunicação assertiva com clareza, expressando pensamentos e necessidades de forma direta, com respeito, considerando os direitos e sentimentos dos outros. As pessoas também têm sentimentos, não é só você. Usando de equilíbrio, encontrando o meio termo entre a passividade e a agressividade. Use uma comunicação não violenta. Descreva fatos sem julgamento. Expresse as emoções, mas honestamente e com sabedoria. Identifique o que realmente é necessário. Faça soluções, solicitações, digo, claras e específicas. E aí sim, você não somente terá uma comunicação eficaz, como você vai até mentorar, ajudar as pessoas, sendo exemplo, moderando uma vida cristã autêntica, instruindo, compartilhando conhecimento e sabedoria bíblica, encorajando, modelando uma vida cristã autêntica e, acima de tudo, prestando contas. Ofereça apoio, mas com responsabilidade mútua. E uma boa comunicação, ela tem duas vias, um vai e o outro vem. E aí isso chamamos de reciprocidade.
Quando usar as mídias sociais, use para compartilhar a fé de forma positiva. Utilize com discernimento, com equilíbrio, avaliando criticamente as informações. Tenha uma postura de equilíbrio. Mantenha conexões pessoais além do mundo virtual. Use na vivência do dia a dia, quando estiver exercendo liderança, uma liderança servidora. O que é uma liderança servidora? É aquela liderança que usa humildade, empatia, visão correta e que tem uma ação centrada na manutenção de relacionamentos.
Para que você tenha uma comunicação no processo de reconciliação, admita erros e assuma responsabilidades. Demonstre mudança genuína de atitude. Isso se chama arrependimento. Quando for necessário, faça restituição, que é reparar os danos que você causou e invista na restauração, reconstruindo confiança e relacionamento.
Comunique sempre a verdade com precisão. A verdade precisa ser algo de relevância na sua vida. A verdade precisa estar conectada à sua vida cotidiana diante dos ouvintes. A sua palavra deve ser sempre uma palavra que tenha clareza. Sempre usar a linguagem corretamente compreensível, ter paixão pelas pessoas, sensibilidade, transmitir convicção, entusiasmo pela mensagem. Procure sempre contextualizar a sua palavra. A comunicação, ela exige contextualização, que é adaptar a mensagem àquele momento e deve ser feito com compaixão, demonstrando o amor de Cristo através de ações, dialogando, engajando-se em conversas respeitosas. Aí sim, nós vamos ter uma comunicação eficaz. Uma comunicação fundamentada no amor, o amor de Cristo como base de toda comunicação e guiada pela verdade.
Seja uma pessoa que exerce fidelidade à palavra de Deus em todas as interações. Seja uma pessoa impulsionada por Deus, por Jesus Cristo, pelo Espírito de Deus. Busque uma vida na dependência da orientação do Espírito Santo, focada no reino de Deus. Comunique-se adequadamente para edificar a comunidade que você frequenta e para expandir o reino de Deus onde você está, até os confins da terra.
Cultive paz e reconciliação. Use as ferramentas práticas para lidar com conflitos e cultivar a paz em seus relacionamentos. Uma delas é o perdão, porque ele tem um poder. O perdão é o mandamento divino. "Assim como o Pai vos perdoou, perdoai-vos uns aos outros." Deus nos ordena a perdoar, pois ele nos perdoa em Cristo. O perdão liberta-nos da amargura e abre caminho para a cura.
Existe uma diferença entre perdoar e esquecer. O perdão não significa esquecer o que aconteceu, mas sim liberá-lo de seu poder sobre nós. É um ato de escolha consciente. A Bíblia nos oferece vários exemplos, entre eles o exemplo de José, uma história de perdão e graça, que nós encontramos lá em Gênesis, capítulo 50, versículo 20. José disse assim: "Vós, na verdade, intentastes fazer-me mal, mas Deus o tornou em bem para realizar o que hoje existe, preservar a vida de um grande povo." Inclusive daqueles próprios irmãos que ofenderam a José. Ele foi vendido como escravo pelos seus irmãos, mas mesmo diante de tamanha injustiça, perdoou-os e os restaurou. A história de José nos inspira a buscar sempre a reconciliação.
A Bíblia diz: "Se possível, no que depender de vós, tende paz com todos os homens." Romanos 12:18. O perdão, ele traz cura e libertação. Ele liberta-nos do ressentimento e da amargura. E por isso que nós devemos buscar o perdão para que haja cura interior. Há muitas pessoas que não consegue avançar porque estão presas, acorrentadas ao passado.
E para se reconciliar é preciso humildade. E é por isso que a Bíblia diz: "Nada façais por ambição egoística ou por vaidade, mas com humildade considerai os outros superiores a vós mesmos." Você pensa que é muita coisa. Mas você vai sair dessa terra aqui carregado por outros. Então, tenha humildade. A humildade nos permite reconhecer nossos erros, pedir perdão e buscar reconciliação, mesmo que tenhamos sido ofendidos.
Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, Jesus disse: "e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, então deixa ali a oferta e vai se reconciliar com o teu irmão." Reconciliação não acontece por acaso. Existe esforço e iniciativa. Precisamos nos esforçar para restaurar os relacionamentos quebrados. A reconciliação não é apenas um processo, mas também um objetivo. Ele nos leva à paz, à união e à restauração dos relacionamentos.
O conflito muitas vezes é uma oportunidade de crescimento. E saiba você que os conflitos, eles são inevitáveis. Conflitos são parte da vida, mas como lidamos com eles define quem somos e como nos relacionamos com os outros. Os conflitos podem nos ensinar a lidar com emoções, a comunicar melhor, a praticar o perdão e a construir relacionamentos saudáveis.
Na Bíblia, nós encontramos princípios bíblicos para resolver os conflitos. "Se o teu irmão pecar contra ti, vai repreende-o entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão." Se possível, Romanos 12:18 diz: "No que depender de vós, tende paz com todos os homens." Para a resolução de conflitos, é necessário uma comunicação assertiva, positiva, expressando suas emoções e necessidades de forma clara e respeitosa, dizendo expressões "eu sinto", em vez de dizer: "Olha, você fez isto." Não exige prestar atenção ao que o outro está dizendo, sem interromper. Procure entender o ponto de vista da pessoa, procure entender as emoções, por que a pessoa está irritada com aquela situação ou com você. Procure conhecer as raízes dos conflitos: orgulho e mal-entendidos. O orgulho impede que reconheçamos nossos erros, dificultando a comunicação e a busca pelas soluções. A falta de comunicação clara pode levar a interpretações equivocadas, alimentando a desconfiança e o conflito.
Aprenda a usar a palavra adequadamente, afirmando a verdade. A verdade liberta, mas a mentira alimenta o conflito. Seja honesto e transparente em suas palavras e ações. Por favor, faça um bem a você mesmo. Aprenda a usar uma linguagem construtiva. Evite linguagem negativa, crítica, ofensiva. Concentre-se em soluções e em construir pontes de diálogo.
"De onde vêm as guerras e contendas entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?" Tiago pergunta. Há diversas ferramentas que podem nos ajudar a lidar com conflitos de forma saudável e construtiva. Aprenda a se colocar no lugar do outro, em lugar de acusar o outro. Chegue para o outro e diga: "Olha, eu estou me sentindo assim porque aconteceu isso. Eu me sinto magoado quando tal coisa acontece." Aprenda a expressar devidamente e aprenda a liberar o perdão, porque ele é fundamental para a resolução de conflitos. O perdão permite que você libere a amargura e abra caminho para a cura.
Busque sempre a reconciliação, busque sempre o caminho da paz. Sabe como é que Jesus é chamado na Bíblia? Príncipe da Paz. Se você foi ofendido, procure a reconciliação. Vá em direção ao outro com humildade e disposição para perdoar.
Quando conflitos envolverem terceiros, chame alguém para lhe ajudar. Quando a pessoa não lhe ouvir, quando não atender a sua súplica. Se você não consegue resolver o conflito sozinho, busque a ajuda de um mediador ou alguém, um conselheiro, um terapeuta, etc., que possa lhe ajudar.
Paulo e Barnabé tiveram uma desavença em uma missão que eles estavam executando. E essa história nos mostra a importância de lidar com conflitos com sabedoria. Paulo não estava querendo que Marcos seguisse com ele. E aí Barnabé acolhe a Marcos e Paulo vai com Silas. Porém, mais tarde Paulo muda de pensamento e diz: "Olha, Marcos vai me ser útil." Então, é preciso administrar os conflitos de forma inteligente. Apesar das diferenças, Paulo e Barnabé encontraram uma forma de resolver o conflito e continuar trabalhando juntos.
O conflito é uma oportunidade para que você possa mostrar o amor de Cristo na sua vida. Em meio aos conflitos, nós podemos demonstrar o amor de Cristo ao perdoar, buscar a reconciliação e oferecer compaixão aos outros. Nós podemos construir pontes de comunicação para resolver conflitos. Estas pontes são importantes porque elas nos ajudam a buscar entender o outro e a construir um diálogo respeitoso.
Aprenda a cultivar a paz como um processo contínuo. A paz não é um estado final, mas um processo contínuo de busca por reconciliação, perdão e cura. Para a reconciliação genuína, a verdade precisa ser dita. A sinceridade e a honestidade são essenciais para o processo de cura. A reconciliação é um processo gradual. Não espere que aconteça da noite para o dia. Tenha paciência e continue buscando a paz. A Bíblia diz: "Sendo o caminho do homem agradável ao Senhor, o Senhor faz até com que os seus inimigos se reconciliem com ele."
A reconciliação é um ato de fé. Reconciliar-se com os outros exige fé. Creia que a reconciliação é possível, mesmo quando parece impossível. A reconciliação não é apenas sobre perdoar, mas também sobre restaurar o que foi quebrado. O objetivo final é a restauração da paz e da unidade.
Há um poder na graça de Deus para libertar e restaurar. A graça de Deus é poderosa para transformar vidas e restaurar relacionamentos. Receba a graça de Deus nesta hora sobre a sua vida. Deus quer te ajudar a restaurar os relacionamentos que você deixou quebrados para trás.
Nunca se esqueça de que o perdão é um ato de amor. Ele demonstra compaixão, bondade e a disposição para seguir em frente. O perdão lhe dá a chance de começar de novo. Ele permite a você construir um futuro melhor. Lembre-se do que falamos do início: é impossível ter bons relacionamentos sem uma boa comunicação. Há ferramentas preciosas para lhe ajudar na comunicação e você deve usá-las. [música] Em busca da paz com as pessoas nos relacionamentos, use o perdão. E ao conectar-se com pessoas com as quais você teve relacionamentos [música] quebrados, procure manter a paz para o seu bem-estar, para o bem-estar da outra pessoa, mas acima de tudo para que a glória de Deus se manifeste na sua vida. Até a nossa próxima aula. [música]