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Se betus Consulting. Somos uma consultoria em gestão empresarial que atua desde a estratégia a execução. Com mais de 8.000 projetos entregues e mais de 1000 empresas atendidas, impulsionamos o crescimento da sua empresa com consultorias especializadas. Esqueça modelos prontos. Atacamos os pontos críticos da sua operação com soluções sob medida.
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>> Bom dia, pessoal. Tudo bem? Tudo certo? Sejam bem-vindos a mais um webinar da CEBET. Hoje a gente traz um tema super relevante sobre reforma tributária e a gente tá com especialistas aqui renomados que vão trazer conhecimento e colaborar com todo esse novo processo que a gente tá passando pela frente. Mas antes de tudo, eu queria saber se vocês estão me ouvindo, tá tudo bem? O áudio tá chegando bem para vocês? A imagem tá chegando bem para vocês? Como que tá do lado aí? vocês puderem comentar aqui tanto no LinkedIn quanto no YouTube, a gente tá fazendo essa transmissão simultânea no dia de hoje. Então comentem, quero ouvir um pouco de vocês para saber como é que tá do lado aí. V que o Charles mandou uma mensagem aqui de bom dia. Bom dia, Charles.
>> Tô acompanhando aqui vocês através dos comentários. [Música] Tudo certinho? Perfeito. Então, vamos lá. Eh, mais uma vez, sejam bem-vindos ao nosso webinar de reforma tributária na prática. Hoje a gente vai trazer para vocês como estruturar processos e reduzir riscos. Então esse é um tema que a gente sabe que impacta diretamente todas as empresas, né, de todos os setores, de todos os portes. E hoje a gente vai se discutir um pouco e entender com os nossos especialistas como que se preparar de forma estruturada e de forma prática para essa adaptação paraa reforma tributária.
Então, trazendo um pouco de contexto para vocês, eh, com alguns dados do mercado, a gente sabe que 90% das empresas hoje eles acreditam que a reforma tributária vai ter um impacto significativo e mais da metade dessas empresas ainda não começou a se preparar. Então isso é preocupante porque essa virada, né, da implementação já tá acontecendo essas primeiras fases de testes e mais da metade das empresas ainda não começaram a se preparar para essa adaptação da reforma tributária. Outro dado relevante aqui que a gente traz hoje, tá, entre as pequenas empresas, 65% já projetam impactos direto ali no dia a dia. E também essa implementação, ela vai ser gradual. que vai iniciar oficialmente a partir de 2026, entre 2026 e 203, mas exige toda essa ação desde já, porque a gente sabe que impacta várias áreas, impacta várias frentes, então todas as empresas precisam se adaptar para isso. E é por isso que a gente tá aqui com os nossos especialistas hoje, mostrando como é que a gente aplica isso na prática ali no dia a dia.
Antes de chamar eles, eu quero reforçar para vocês quem é a Silbet. Quem é a CBET Business Consulting? Então, CBET Business Consulting, ela é uma unidade de negócio da consultoria da CBET. A Silbet é uma one stop tech da tecnologia e a Business Consulting, ela entra com mais de 20 anos de experiência, vendo através de toda a experiência e expertise da EAX, que agora a gente se tornou a CBET Business Consulting, a gente ajuda empresas de médio e grande porte a transformar processo, implementar governança, reduzir riscos e também fazer toda essa adaptação ali na reforma tributária. Então, nosso histórico de seu Bet, a gente tem mais de 75.500 projetos entregues e a gente já apoiou mais de 1000 empresas durante todo esses 20 anos de business consulting, durante todos esses anos 20 anos de EAX e agora também complementando como CBET.
Então, sem mais delongas, quero trazer aqui pro palco para vocês apresentar os nossos especialistas que vão estar presente aqui hoje. Então, tô adicionando aqui no palco a Fernanda. Oi, Fer, bom dia. Tudo bem?
>> Bom dia. Tudo bem? Tudo bem, Jean?
>> Tudo certo. A Fernanda já esteve presente aqui conosco em outros webinars, falando também sobre reforma tributária, então ela já tem a expertise dela aqui no dia a dia. A FAER é a nossa especialista em gestão de projetos na CELBET. Ela é especialista também em governança com mais de 10 anos de experiência em Piemon, metodologias ágeis e consultoria empresarial. Ela atua na transformação de processos e na integração entre áreas críticas para maximizar os resultados. Então, só uma pinceladinha aqui de o poder que a gente tem hoje da FERI, que vai estar aqui presente com a gente compartilhando conhecimento.
Vou trazer também ao palco o Luís. Bom dia, Luís. Tudo bem? Ô Luiz, você tá sem sem som. A gente não tá te ouvindo
>> agora. Bom dia, Jean. Bom dia, Fer. Bom dia ao pessoal que tá acompanhando o
>> Bom dia.
>> Tudo bem, Luiz? É um prazer estar você aqui conosco. Então, Luiz é o nosso executivo e consultor com mais de 15 anos de experiência em compliance, riscos, controles internos e auditoria. A gente até tava brincando antes de entrar aqui, que ele já entrou aqui na fase de debutante. 15 anos de experiência já em toda essa essas frentes. Ele já atuou como compliance officer, risk officer em DPO, empresas de grande porte, implementando programas de governança, privacidade de dados e gestão de riscos. Eh, então hoje a gente tá aqui com o Luís, com a Fer. Eu já peço de antemão desculpas para vocês. O Richard ele não vai conseguir participar com a gente hoje. Aconteceu um imprevisto, mas a gente tá eh bem representado aqui através da FIR e do Luiz. Então, se vocês puderem se apresentar um pouco mais, contar um pouco mais da trajetória de vocês, fiquem à vontade, pessoal.
>> Tá bom. Bom, acho que você já fez uma boa introdução ali, né? Eh, e tô muito feliz de estar participando novamente aqui dessa dessa desse webinar, né, a respeito da reforma tributária, né, nesses mais de 10 anos de carreira, eu participei de vários projetos aí, tanto de tecnologia, de processos, né, eh, justamente ali de grande porte, complexos. Então assim, estou acostumada com o tema, né? Acho que isso mexe um pouco também com com a vida ali, com o dia a dia do gerente de projeto. Então, acho que assim, é isso, né? A gente vai trazer aqui uma visão mais estratégica do que que a gente tem aprendido nesse no decorrer desses últimos desse último ano, né? Porque tem muita gente falando de reforma já desde o ano passado, já se preparando desde o ano passado. Então, a gente vai trazer um pouquinho dessa experiência aí para todo mundo.
>> Bom dia, pessoal. Eh, enfim, eh, o Jean já trouxe bastante aí do que falar da da trajetória que eu tive dentro dessa dessa área, né, fala dentro de compliance, né? O compliance fiscal, aquele que traz riscos, né? Aquele que que tira o sono da gente, né? O compliance que tira o sono da gente, né? como que a gente ia fazer, como que a gente vai atender. E nessa trajetória eh eh que eu tive essa essa experiência dentro desses 15 anos, a gente consegue atender, a gente consegue, né? É tudo step by step na vida da gente, é um compli também, né? É step by step, a gente vai conseguindo colocar as coisas no lugar e espero poder contribuir hoje com vocês aí dentro desse desse tema tão relevante e que preocupa a gente, né? Então trouxe pro pessoal, pessoal, eh, controles a gente tem BI, né? Quando a gente fala de de privacidade de proteção, tem a legislação, compliance também tem uma legislação ampla, mas quando a gente fala de risco, né, o que que nós temos de risco, né? Medo, principalmente medo de risco, né? Falar bastante hoje desse desses desses riscos e como eliminar esses medos desses riscos. É, como mitigar.
Perfeito. Então, pessoal, só repassando um pouco da nossa agenda, tal, o que que a gente vai tentar trazer para vocês aqui nesse curto espaço de tempo. Então, a gente sabe que é um tema super relevante, então a gente poderia ficar aqui horas e horas debatendo sobre esses temas da reforma, mas qual que é o nosso objetivo aqui, tá? Trazendo um pouco da agenda nossa aqui do dia. Então, a gente quer entender e trazer para vocês as dores das empresas com a reforma tributária. O que que o pessoal tá passando hoje na experiência da FIR e do Luiz? eh o que que eles estão sentindo ali dentro do dia a dia na prática, como que a gente consegue estruturar esses processos de ponta a ponta para reduzir esses riscos. Então, a gente sabe que essa adaptação paraa reforma é uma adaptação complexa, envolve inúmeras áreas, então precisa ter um gerenciamento de projetos, você precisa gerenciar, é um projeto, né, que precisa estar bem conectado ali envolvendo várias pessoas, as estratégias de governança e de compliance. Então Luís vai trazer pra gente quais são as estratégias aplicadas à reforma, o que que a gente precisa estar atento, qual que é a nossa principal frente ali dentro, a integração entre áreas críticas, então envolve área fiscal, envolve jurídico, envolve TI, envolve financeiro. Então, como que a gente faz essa integração entre as áreas e também boas práticas para miticar todo esse retrabalho e garantir toda essa segurança jurídica ali de ponto a ponto. Então, a gente sabe que 1 hora 45 minutos é bastante tema paraa gente tá aprofundando. Então, cada tema desses a gente poderia ficar que fazer um webinar específico, né, deles, mas a gente vai tentar ser o mais profundo possível. E eu já deixo aqui de antemão também eh a Feira, o Luiz também qualquer outra dúvida que vocês tiverem além do mande aqui no chat, acionem eles diretamente ali também no LinkedIn. Então, mandem mensagem pra gente que a gente traz essas dúvidas mais profundas para vocês. Se a gente não conseguir trazer aqui durante esses 45 minutos.
Vamos começar. Então, eh, a gente vai trazer agora um pouco sobre o nosso contexto e dores ali do dia a dia, né, Fer, qual que é a sua visão a respeito da reforma? Como que ela a gente sabe que ela impacta múltiplas áreas, né, ao mesmo tempo.
>> Quais são as principais dores que você tem visto nas empresas ali no no dia a dia quando a gente fala de adaptação para esse cenário? O que que você tá sentindo ali na na prática do dia a dia?
É, de fato, a reforma impacta, né, como você falou, múltiplas áreas aí ao mesmo tempo. E pelo que eu tô percebendo, as empresas estão enfrentando dores muito semelhantes, né, nesse processo de adaptação. Como eu falei, tem empresas estão se mobilizando já desde o ano passado com uma preocupação excessiva, né, e vendo que, na verdade, a coisa tá começando a acontecer agora, né? Eh, então a primeira é a complexidade, a incerteza regulatória, né, as regras ainda estão em processo de consolidação, surgem muitas dúvidas, né, sobre a interpretação. Isso gera insegurança para tomar decisões ali na hora de para onde que a gente tem que ir, o que que de fato a gente tem que fazer nesse momento, já que é uma transição que dura ali, como você mesmo falou, né, eh, 7 anos. Então, o que que de fato a gente tem que fazer agora, né? Por isso, a importância ali também de um especialista tributário. A gente vai falar sobre a importância de cada um dos especialistas ali necessários nessa experiência que a gente tem tido ali com projetos da reforma, né? Outro ponto é a falta de integração entre as áreas. Então você imagina que o fiscal tá pensando uma coisa, o jurídico outra, o financeiro, TI, né? Então isso pode acontecer assim, eles trabalhando de forma unilateral, é acontecer retrabalho, falha de comunicação, né? E atraso no projeto, atraso a cumprir aquelas datas e prazos que a gente tem. eh dentro desses 7 anos, porque são 7 anos ali de transição, mas a gente tem alguns prazos ali para cumprir a cada ano, né? Eh, o Luís vai falar um pouquinho mais a respeito também, mas a gente também tem riscos ali em relação ao compliance, né? Qualquer erro de parametrização, de processo, pode levar a multa, né? Perda de prazos, né? E até impactos na imagem da própria empresa. A gente tem também sobrecarga das equipes, né? As equipes já estão acostumadas com seu trabalho ali no dia a dia, com as suas rotinas. Então agora eles precisam conciliar também o trabalho paraa adaptação dessas novas regras. Então como organizar tudo isso? Essas têm sido as maiores dores assim, né? As pessoas ficam eh percebo que as empresas ficam perdidas. Então o líder ali de TI tá um pouco perdido para onde ele tem que ir. Ele tem que falar com o jurídico, tem que falar com com o pessoal do tributário, né? Então assim, e também a gente vê ali também as dependências tecnológicas, né? A reforma exige ali muitos ajustes complexos para quem trabalha com ERP e integrações. A gente tem prazos ali, dependências com fornecedores que também dependem desses outros ERPs. Então assim, é muito complexo, né? No final acho que assim a maior dor é de fato a abrangência da reforma, né? Então ela obriga as empresas a quebrarem essas barreiras entre as áreas e pensar e passar a pensar de uma forma mais integrada, né? justamente para conseguir alcançar aí esses prazos e conseguir chegar eh nos objetivos, a cada objetivo, assim, como o Luiz falou, né? Não sei se foi quando a gente tava conversando antes, Luía, se foi aqui que você falou, step by step, né? Passo a passo. A reforma tributária é exatamente isso, assim, isso tem que sendo avaliado e sempre tendo esses especialistas ali para te dar total apoio e fazer a empresa caminhar junto, né? Então, acho que a principal dor é essa, onde quando a gente tem que começar, o que a gente tem que entregar agora. É, é só tudo isso e começarem a pensar ali de forma integrada. Acho que isso é extremamente importante, né?
>> Perfeito. Ô Luiz, sobre essa ótica ali de riscos e compliance, que que você enxerga que quais são esses maiores perigos que as empresas enfrentam se ela não tiver todo esse processo claro, né, já nessa fase ali de transição? Como você enxerga isso ali no dia a dia?
Bom, Jean, eh, e Fernanda, a gente tem um um projeto muito bem dito pela Fernanda, de 7 anos, pessoal, raciocínio lógico, 7 anos de implementação de um projeto, não é qualquer projeto, é de uma complexidade maior, né? Dentro desses 7 anos, a gente tem tempos definidos e gatilhos para que a gente possa atender. Então, assim, a principal orientação neste momento, quais são os primeiros gatilhos? primeiro ano começa agora em janeiro de 2026, né? Quais os riscos que eu posso mitigar em 2026, né? Quando a gente chegar ao final de 2026, a gente vai pensar eh em 2027, quais os riscos, quais os gatilhos que estão preparados para 27, 28, né? E definir hoje dentro dessa de desse contexto, num projeto tão complexo, o principal risco, que não tem como não falar dele, né? Risco de atuação fiscal e multas. Cara, esse esse é o risco que tira o sono de qualquer empresa, né? Eh, durante esse primeiro ano, começa agora em janeiro de 26, a gente tem a coexistência de tributos, né? Como que eu atendo um, como que eu atendo outro, né? Então, aí já é o primeiro risco que a gente tem que mitigar, essa coexistência, né? Quando, até quando que eu posso coexistir com dois riscos, quando que eu vou começar, perdão, com dois impostos, quando que eu vou começar a trabalhar com imposto, né? Eh, o risco da insegurança jurídica. a interpretação jurídica, né? O que que quais o que as leis, elas elas complementares, as normas, né? Eh, eh, elas elas dizem pra gente, né? Ter essa comunicação. Percebam, pessoal, que o risco de comunicação, eu nem vou falar dele aqui, que ele é iminente. A falha de comunicação, ela pode avacalhar todo esse esse projeto de 7 anos aí dentre as áreas, né? Então, as áreas, a comunicação entre as áreas, ela tem que não pode ter ruído, né? eliminar ruído nessa comunicação.
>> Risco operacional de sistema, pessoal, esse é terrível porque assim, eu sei o que eu quero, eu tenho que passar pro programa, para um programador. Às vezes você tem uma pessoa muito técnica do lado de TI, desse RP, então como passar, como comunicar para olha, precisamos chegar nesse ponto, né, e fazer eh essa transição. Então, não é simplesmente tirar uma programação do antigo para o novo, é coexistir o antigo e o novo e posteriormente o antigo deixar de existir dentro do sistema. Então tem bastante horas aí de de de comunicação e programação dentro desses RP com os stakeholders, né? O risco da governança e imagem. Se a gente não conseguir entender esses gatilhos dentro do tempo previsto, eh, eu corro um sério risco de ter um arranhão de imagem, um problema de de governança, né? Não demonstração de conformidade tributária. Isso é muito eh mal interpretado pelo, né? Causa uma má interpretação pelo mercado, né? E aí esse arranhão, né? o risco de responsabilidade dos administradores. É aqui que o bicho pega responsabilidade civil e criminal por má gestão tributária. É um risco que não pode ser ignorado. E esse é o que deixa, né, o a parte executiva, a diretoria de cabelo em pé, né, que faz eles perguntarem quase que diariamente como tá o projeto, como que tá andando, já fez, já tá atendendo, né? E a recomendação que eu que eu trago aqui para vocês é pessoal é mapear os processos tributários, revisar os contratos, precificação, investir em atualização de sistema, lembra? Investimento, você vai eh eh mitigar uma possível multa no futuro, uma possível autação aí do governo e assim, pessoal, eh criar um comitê, acompanhar essa reforma bem de perto, né? E assim, não deixar para se preparar. Não, em 2026, Fred, é janeiro. Ah, em janeiro eu vou pensar nisso. Não, pessoal, se não pensou esse ano, já tá atrasado. Já tem que começar a pensar nesse nesse finalzinho de ano. É que piscou já é o Natal. Piscou, virou o ano, né?
>> Setembro já foi, né?
>> Já foi. Não, já foi. Já quem tem árvore de Natal aí, pessoal, começa a tirar já o pó, tirar de dentro do dos armários para começar a montar, né? Eh, então é é se preparar agora, não deixar acumular. Porque o efeito cumulativo atrapalha o step by step e aí é uma coisa em cima da outra. E como que a gente vai se organizar? Lembrando, é um projeto complexo de 7 anos que a gente tá falando. Não são 7 meses, são 7 anos.
>> E você sabe que Luiz que enquanto você falava, eu tava pensando, né, a respeito do da equipe multidisciplinar, que respeito de ter um grupo de trabalho de fato com especialistas ali, né? Faltam dois meses só paraa virada, né? Então ali em janeiro já tem que tá tudo em produção, funcionando, tudo muito certinho, né? E nessa última semana a gente tinha informação assim, a cada mês, a cada semana mudam, né, as notas técnicas, vem informação nova, vem muita informação nova referente à reforma e você tem que ter pessoas ali transcrevendo isso pro time, né? Então, até então a gente tava aqui, ah, em em outubro nós vamos iniciar os testes em homologação, né, com o envio das notas fiscais para ver como que isso vai funcionar, se os tributos já vão estar ali destacados ou não. Era um teste. É um teste. Só que agora eles acabaram assim, a semana passada também veio informação de que eh se não estiverem funcionando esses campos funcionais, esses campos dos impostos, né, a nota vai ser devolvida, ela não vai ser aceita em ambiente de homologação. Então isso é na hora bateu aquele pequeno desespero para quem estava pensando, ah, ainda vou ter tempo para teste, vai ter. Só que assim, eles estão tentando de alguma forma forçar com que isso aconteça, né? Ó, vamos se mexer, vamos fazer acontecer. A coisa é para agora, né? Tem só dois meses, só faltam dois meses, né, paraa primeira implementação.
>> Então, traduzindo, né, Fernanda, o primeiro trimestre de 2016 vai ser o trimestre do desespero, né? As coisas. Ah, gente, é verdade, a gente tem que ser realista. As coisas não vão acontecer como deveria acontecer no primeiro tri. O primeiro tri, né? Eu costumo dizer, pessoal, que a gente tem dois tipos de aprendizado, o doce e o amargo. O aprendizado doce é aquele que a gente aprende acertando. Cara, que experiência maravilhosa. Fui lá, consegui acertar de primeira. Mas na vida profissional, pessoal, wherever, qual for, a gente tem muito mais aprendizado amargo do que doce. A gente tem muito mais aprendizado com erro. Então, eh, empresas se preparem para o aprendiz o aprendizado amargo do primeiro tri de 2026. Vai voltar a nota, não vai dar certo, vai ser caótico, né? Os colaboradores, né? E aí a gente tem esse lado técnico que tem que atender. Mas pessoal, como que estão os colaboradores? Eles estão preparados para essa enchorrada de aprendizado amargo que a gente vai ter nesse primeiro tri? Porque vai ter que ter muito jogo de cintura. quem tá na área financeira contável, né, cuidando de tudo isso. Para quê? Para contornar os problemas que vão aparecer e eles vão aparecer. É fato. A gente tá eh tentando de minimizar os problemas, mas entenda a complexidade de uma
>> é inevitável, né? Não adianta, faz parte do do processo.
>> Tem como faz parte? Claro, o segundo tri já vai ser melhor. O terceiro tri estaremos acostumados. Você entendeu? Enquanto vier o quarto trimestre de 2026, tem outra mudança. Mais uma vez, né, volta o cão arrependido, né, quem não assistiu Bolanes, né, 44 vezes, né, ó, ó, e e esse poema, mas enfim, mas é isso, pessoal. Tem que táar preparado que não vai ser fácil, né? Eh, além da de atender esse atrito que vai ter entre pessoas, entre stakeholders, entre todos, até a coisa funcionar como realmente deve funcionar. E até aproveitando esse esse ponto, qual que são as opiniões de vocês? Como que a gente estrutura esses processos de ponto a ponta pra gente até garantir esses prazos, né, e reduzir esses riscos, porque a gente sabe que vai acontecer, né? Mas como é que eu estruturo todos os meus processos para eu reduzir esses ciscos para essas frentes? E já emendando um outro questionamento aqui também, quais são as práticas de gestão ágil que vocês enxergam, que pode ajudar essas empresas a se adaptar com rapidez, sem perder todo esse essa qualidade ali no todo? Já ainda andando duas perguntas e uma só.
>> Bom, eu acho que o primeiro passo é mapear todo toda a jornada do dado fiscal, né? né? Então, eh, contábil da áreas envolvidas por TI eh tributário, por onde passa toda essa jornada do dado fiscal ali desde a entrada da nota, né, até a apuração do imposto, né? Eh, porque isso vai permitir identificar os pontos de riscos e gargá-los logo no início, porque a gente tava falando ali de ERPs, de empresas que trabalham já com sistemas prontos, mas algumas não, né? Então, assim, por onde começar? Então você de fato tem que fazer todo esse mapeamento desse processo completo para conseguir identificar de fato quais são as suas áreas afetadas nesse ano, né? Eh, depois é fundamental criar um fluxo de responsabilidade entre as áreas. A gente sempre fala aqui a respeito de de criar ali um grupo de trabalho, né, com especialistas. Eu acho isso extremamente importante. Eu tenho vivido isso nos projetos de reforma onde eu tenho participado, porque cada pessoa vai ter eh ali a sua responsabilidade bem mapeada em relação a fiscal, a jurídico, a financeiro, a TI. Parece até repetitivo, mas é real. a gente precisa ter esses especialistas, as pessoas que tenham esse entendimento de fato, eh, de onde é que vai ter o impacto dentro da sua área e a gente conseguir juntar tudo isso, eh, dentro desse projeto e mapeando a interferência de cada um dentro de cada um do do dos processos, tá? Eh, bom, garantir ali a parametrização dos sistemas, né, que é extremamente importante, como eu falei ali já dos testes ambientes de homologação, isso é extremamente importante, mas não é a única mudança que tem que ser feita, né? Tem que pensar em contratos, contratos que ultrapassam ali 2027, contratos que ainda vão estar vigentes logo após, que já foram emitidos antes da reforma e vão estar vigentes depois da reforma. O que acontece com esses contratos? Então, o jurídico tem que conseguir analisar isso e falar com seus fornecedores, com seus clientes, para ver como que vai ser mapeado tudo isso, né? Bom, eh, e por último, indicadores ali de controle, né, e compliance contínuo, que ajudam a acompanhar todos os prazos, corrigir desvios rapidamente e reduzir os riscos jurídicos e financeiros. Então, sempre que a gente tem ali esse grupo criado, né, com todos esses especialistas, a gente vai conseguir eh de fato mapear todos esses riscos e ir tratando e mitigando cada um deles. A gente não consegue ir fazendo tudo ao mesmo tempo, mas se você tem a visão do todo, você consegue ir tendo cada um dos seus passos e tendo sempre uma orientação ali, tanto jurídica quanto tributária, para saber quais são os próximos passos ali paraa frente, né? E falando um pouquinho também da minha árealistas, né, Fer, eles nem sempre eles estão dentro da empresa, né? Às vezes algumas empresas precisam de alguma ajuda externa. Ah, eu não tenho especialista fiscal, eu preciso trazer para me ajudar ali dentro. Eu não tenho uma pessoa que conecta essas áreas, essas frentes. A gente traz essa consulta externa, né?
>> É, é extremamente importante você ter uma pessoa que vai ser o elo desse grupo de trabalho, né? E hoje eu vejo essa pessoa como gerente de projeto. Não existe outra outra pessoa que poderia fazer esse papel ali hoje, né? Porque ele vai juntar, ele vai ter a visão do todo, vai ter a orientação ali todo o tempo do do especialista tributário e vai conseguir ir transmitindo para cada um deles, né, o que que a gente, para onde a gente precisa ir agora, porque como a gente falou, é um projeto muito complexo, são muitas etapas, né? Então, assim, o que que eu tenho que fazer agora? Eu acho que a reforma é sempre assim, né? o que que eu tenho que fazer, o que que eu tenho que atender este ano? Então, esse é o escopo do meu projeto este ano. O que que eu tenho que atender no próximo ano? Tá lá no meu backlog para ser tratado pro próximo ano. Isso quem vai organizando, né, o gerente de projeto junto com o especialista ali tributário, justamente para eles terem essa visão do que que não precisa ser tratado agora. Então, eu não vou, né, gastar meu meu tempo ou o tempo do meu time olhando para isso. Vai ser importante na frente, vai, só que não agora. E as pessoas têm essa tendência, né? Existe uma tendência muito grande, ainda mais em projetos grandes assim e complexos das pessoas já querem olhar olhar lá na frente. Não, mas o que quando então eh o gerente de projeto tem que fazer esse papel de fato de organizar esse grupo, organizar essas pessoas, organizar atividades de cada um deles e sempre trazer o foco, qual que é o nosso foco eh para esse ano, né? Então, paraa nossa entrega agora. Eu acho que uma coisa que ajuda muito também, que foi uma das suas perguntas, que foi em relação às práticas ágeis, né? Eu sou muito adepta, eu eu trabalho com gerenciamento de projeto há mais de 10 anos, como eu falei ali para vocês inicialmente, mas com a eh projetos ágeis também, né? Então, sempre foi uma mescla, assim, eu acho que a gente pode fazer sempre esse esse processo híbrido assim, que é muito rico paraa experiência ali do projeto como um todo, né? Eh, então assim, é extremamente necessário você ter um acompanhamento semanal com esse grupo de trabalho especialista, né? o gerente de projeto, então, que vai fazer essas reuniões semanais para ver exatamente o foco de cada um e acompanhando todo esse processo, eh, e fazendo com que isso flua de fato, né, vendo a dependência entre as áreas. Eh, bom, é importante garantir que todos estejam ali na mesma página em relação a riscos e prioridades, né, justamente o que eu falei ali um pouquinho antes, a prioridade agora é qual? Então a gente tem que atacar exatamente isso e os riscos também, porque podem ter riscos relacionados a fornecedores, a mil coisas. Isso também tem que ser tratado ali com todo grupo de trabalho, comunicação, gente, todo mundo tá na mesma página em relação a isso, né? Então isso vai evitar ali um desalinhamento, né? E permite decisões rápidas em relação a riscos e imprevistos que possam ali surgir, né? Eh, como eu falei já em relação a esse grupo multidisciplinar, né? cada um sabendo a sua responsabilidade e trazendo a sua especialidade ali paraa mesa, né? A gente pode utilizar cerimônias ali também eh da agilidade como dailes, né? Esses checkpoints semanais, né? Dando visibilidade e uma comunicação contínua, né? A gente tem que fazer com que isso flua. Eu acho que o processo ali do do Camban e o quadros visuais também são bem interessantes nesse sentido, mas é aquele alinhamento, né? Você não precisa utilizar a exatamente o processo de sprint da do scrun nesse momento. Eu acho que talvez o que funcione mais de fato seja um camban, porque a cada semana você faz o alinhamento das atividades e prioridades daquela semana para todo mundo ter um mesmo foco e a gente chegar junto ali eh no final, né? Então, trabalhar com todo esse processo ali de entregas, né? entregas semanais, fazendo essas reuniões semanais com esse grupo, tem fazendo também a realização ali de dais, se não for possível, porque como a gente falou ali também anteriormente, né, essas pessoas estão com suas, é uma atividade paralela, né, apesar de que talvez a empresa mova também essas pessoas para esse projeto especificamente e esse seja o foco total. Conseguimos fazer deles, né, as reuniões diárias? Talvez não. Então que a gente faça pelo menos duas ou três vezes na semana e tenha uma reunião principal ali de uma hora no eh na semana para conseguir fazer avaliar todas as entregas que foram feitas, avaliar as informações que vão chegar ali do tributário recentes de notas técnicas e tudo mais, né, de alguns fornecedores. Então tudo isso tem que ser feito ali eh em conjunto, né, com essa colaboração. A gente tem que fomentar essa colaboração multidisciplinar ali de todas essas áreas. E o gerente de projeto é de fato esse cara que vai conseguir esse papel ali, ele é essencial para fazer com que isso >> flua assim, né? Com que a gente tenha essa visão do todo, mas a gente consiga ir passo a passo, a cada semana ir tomando decisões em relação às às notas técnicas e também a a informações que estão chegando ali, né? É muito muito real. A reforma tributária tá acontecendo agora, assim, decisões estão acontecendo nesse momento, né? Então assim, a gente precisa dessa pessoa ali para tá organizando tudo isso, né, e fazer com que as pessoas não se sintam perdidas e tenham de fato esse foco ali, né, é um um papel bem importante para pro sucesso desse projeto.
>> Ótimo. E Luí, quando a gente olha nesses processos, né, a gente tá falando muito em processo fiscal e financeiro, né, que é o coração da das empresas. Quais são os pontos de controle que você enxerga que não pode faltar para garantir toda essa conformidade e segurança de todo esse rezenho ali do todo?
>> Então vamos lá, pessoal. Olha só, vamos pro raciocínio lógico. Temos uma legislação que tá mudando, sabemos o que vai mudar, né? Entendemos como vamos executar dentro da empresa, né? E sabemos muito claro, muito nítido os riscos, né, pessoal? Eh, quando você tem um, você tá com um carro na estrada e vem uma placa e mostra para você, olha, curva 60 km/h, você não pode fazer 120. Você vai olhar o indicador do teu carro, que é o indicador de velocidade, reduzir a velocidade para fazer a curva com perfeição. Um piloto quando tá descendo, ele tem vários indicadores dentro do painel dele. Ele sabe exatamente no momento da descida, do pouso da aeronave, quais os indicadores que ele tem que olhar. Ele não dispensa os outros. Esse movimento é assim, pessoal. Vamos dividir em três. Então, 1/3 dos indicadores nós temos que é como atendemos a legislação antiga. Já tá definido, tá lá dentro da empresa. A gente tem que entender que a gente vai ter indicadores de transição, que são indicadores, né, que são controles. Então, a gente tem um controle de como atende, o controle de transição, que é esse momento que a gente vai viver da transição, e a gente tem os controles que vão entrar e substituir os antigos. Então, a gente tem três tipos de controle, pessoal. Gaste energia com o que realmente faz sentido, como a Fernanda trouxe. Não gasta energia com que não faz sentido, não. Olha pro processo, já tem mapeado, sabe os riscos, vou gastar energia com o que realmente eh faz sentido. Lembra do piloto que ele tem vários indicadores, mas ele foca somente naquele que ele precisa naquele momento. Definiu o indicador de transição, acompanha, né? Eu costumo dizer, pessoal, que assim, ninguém, né, um um gordinho, né, de longa data, de experiência, sabe muito bem disso, né, que, pô, você não faz um regime sem subir na balança, você não consegue fazer uma transição sem olhar um indicador, define o indicador. O indicador é a base que vai dizer se você tá mitigando o risco ou não, se as coisas estão saindo como deveria ou não. E nesses momentos de transição, assim como antigamente, não tinha aqueles indicadores que a gente chama assim de aqueles controles chaves, né, os controles internos chaves do processo, a gente vai ter que definir novos controles chaves pro futuro, né, e fazer e rodar nesse momento de transição. Então assim, pessoal, indicador, então 1/3 dos indicadores já temos pronto, que é o atual, define os indicadores, né, os os controles de transição e os controles que vão entrar e deixar de existir, aqueles que a gente não precisa dar mais atenção. A reforma mudou, né? Eh, trouxe uma atualização, a atualização de controles também, né? e não deixar de de de ter uma visão assim, pessoal, quem está no processo está contaminado, né? Ele está com o processo até o pescoço, então ele olha e fala: "Não, tá tudo certo." Ter uma visão de fora, olhando os controles também é bem-vindo. Mais uma vez eu volto no exemplo da aviação, a qual eu trabalhei muito tempo e sou apaixonado até hoje, pessoal. Por isso que a gente tem piloto e copiloto, porque às vezes o cara que tá ali, o comandante, ele pode estar com uma visão eh milp do que tá acontecendo e você tem um copiloto ali fazendo o balanceamento. Lembra que os extremos não são bom nem para um lado, nem pro outro. O equilíbrio, ele vai dizer se a gente tá indo pro pro ponto certo ou não. Vai ter coisa certa, vai. Vai ter coisa errada, vai também. Vai ter indicador que vai explodir dizendo: "Ó, tá errado, não vai
>> faz parte do processo, né?
>> Faz parte do processo. Corrige a rota. Se o indicador tá mostrando que não tá legal, corrige a rota". Outra coisa, pessoal, importante, dentro de cultura, tá? Tudo é lindo, tudo é maravilhos. Tá aparecendo descrição da Disneylândia, né? Mas entretanto e todavia responsabilização pelo indicador. Não dá nesse momento para não dizer que quem não é resput, a pessoa tem que assumir o, né? O cargo tem que assumir a responsabilidade do que está dando certo, do que não está dando certo, para que eh lá Fernando, quando tá com essas metodologias ágens, né, Fernando, às vezes a gente precisa de correções imediatas, cara, e assim não dá para não expor. Vai ter profissionais de ponta, vocês serão expostos nesse nessa monumento de transição. Mas assim, eh, vá pra exposição sem medo de ser feliz, porque, eh, o aprendizado que isso vai trazer, você vai poder olhar os processos, olhar o teu painel de controle e dizer: "Olha, estamos na direção correta ou não estamos na direção correta?" Então, controle, pessoal, é fundamental nesse nesse processo de transição. Controles que já temos, controles de transição e os controles futuros.
>> Ficou claro, G? Claro,
>> o tá super claro. E quando a gente enxerga, Luiz, eh, a gente vê que essa reforma ela traz muito, ele exige, né, essas muitas mudanças estruturais ali dentro da empresa, né? Como que que na sua visão a gente implementa uma governança que dá essa visibilidade pros CEOs, pros CFOs, sem criar aquela famosa burocracia excessiva que acontece dentro das empresas? Como que a gente implementa essa essa governança para o alto escalão conseguir enxergar, ter essa visibilidade ali do todo ali do projeto?
>> Jan menos é mais. se fo não tem tempo para parar e e entrar no detalhe, ele vai querer olhar como que tá a governança tributária. Responsabilidade tá clara. Olha, se isso não funcionar, com quem eu falo, né? E geralmente você faz a reunião de uma reunião para discutir que você tem assunto de 3 horas com se um se ou com se for, ele quer fazer em 40 minutos e você tem que dar cabo de trazer isso. Então, a transparência, né, eh na governança tributária, fluxos de aprovação bem definido, o comitê de compliance ou o comitê tributário funcionando da melhor forma possível, né? mapeamento e atualização normativa. Atualizações, quais as atualizações? Como a Fernanda bem bem disse, eh eh está tudo certo, vai ser tudo feito, mas pode mudar a qualquer momento. Essa é a diretriz. E se mudar, tem que ter essa atualização legal, né? Lei, decreto, né? Instrução normativa, qual for a a atualização que você tem que ter ali, né? Procedimentos internos, pessoal, é antigo, né? lá do da década de 90, da ISO e tal, cara, mas funciona até hoje, né? E a gente tinha aqueles procedimentos escritos, né? Ai, meu Deus, né, cara? Hoje você tem mídia, treinamento, tem intranet, tem várias formas de trazer esse procedimento, de procedimentar isso dentro da empresa. E procedimento não é inscrito na pedra, ele pode mudar a qualquer momento, né? Apuração contábil fiscal, conferência dupla, pessoal, quatro olhos, cálculo de tributo, fazer o double cheque aí, né? Conciliação mensal, eh, indicadores de diferenças recorrentes. Olha só, mais uma vez a gente falando aí de controle, né? Sistema de automação, pessoal. Agora não é hora de brigar com o seu fornecedor, agora é hora da broderagem, da parcer de de parceria, porque a parametrização tem que acontecer, né? traz um indicador de parametrização. Como é que tá a parametrização? Tá funcionando? Não tá funcionando? Auditoria periódica nessas regras fiscais dentro dos parâmetros, né? Ó, tá parametrizado, tá legal? Posso posso soltar isso, posso já deixar que vai funcionar dentro do sistema. Bacana, né? Trilha de auditoria digital, log de alteração e autorização. Porque sim, pessoal, parametriza, mas sempre tem alguém que tem uma segregação de funçãozinha ali, né, que vai lá e facilita a coisa e as coisas não funcionam assim. Segregação de função é um perigo, por isso que tem que ter o log dentro do do sistema, porque a segregação de pulsão, pessoal, ela leva à fraude, tá? E isso
É um problema grave, né? Porque você vai ter depois dessa reforma especialistas no sistema, né? Eu ouvi uma vez na minha carreira assim dia, se você sabe pegar o o a fraude, você sabe esconder a fraude. E quem me falou isso e é é dura a realidade, mas é verdade. É uma verdade.
E aí tem a questão do código de ética, da ética dentro da empresa, né? Porque meu ele, a pessoa que está à frente disso vai saber as sombras do sistema. Isso é é bastante relevante para a empresa para não ter problemas futuros, né?
A integração contábil fiscal não precisa nem nem, né, trazer eh contábil financeira, perdão, não precisa nem trazer grandes explicações, né? Gestão de documentos e evidência, armazenamento de nota, declaração, guia de recolhimento. Observar, pessoal, a legislação que fala de retenção e descarte de documentos fiscais com prazo de LGPD, prazo legal, enfim, atender na vírgula, eh, eh, e ter evidência.
O triângulo da não conformidade. Conhece triângulo da não conformidade? Não. Fato, evidência e fato, evidência e requisito. Se você eh eh tem uma uma evidência que leva a um fato e de um descumprimento de requisito, você fecha o triângulo. Quando você fecha o triângulo, você tem uma não conformidade. Então, dica, nunca deixem fechar o triângulo. Se pegar um fato que aponta a não conformidade, corre contrário com a evidência. Se pegar a evidência da não conformidade, corre com o fato contrário, porque o requisito sempre vai ter, é uma lei, uma norma interna, eh, enfim, né? Eh, várias aplicações a gente tem para questão de requisito. Então, o requisito você não vai, a não ser que haja uma interpretação equivocada, né? Mas o fato e evidência, quando eles têm concordância, você tem ou a conformidade ou a não conformidade. Então, para não ter não conformidade, se um apontar, aponte o contrário com o outro, entendeu, né?
É a parte de segregação que a gente falou, monitoramento contínuo, auditoria, principalmente nesses primeiros anos, pessoal, senhores eh eh diretores, CEOs, né, empresários, não se preocupem. Isso, essa auditoria é intensa, ela não vai perdurar para sempre. Eh, principalmente nesses primeiros anos, dos 7 anos, os diria aí os quatro primeiro anos, né, Fernando, a gente ter uma verificação mais intensa em cima, né, para garantir a perenidade do do do fiscal tributária pelos próximos anos, né?
E o a indicador pessoal, dashboard, BI, tá aí, qualquer um consegue fazer BI. É o piloto, né? É o painel do piloto ali para. Fundamental. Esses são os dígitos da balança do seu regime. É o B, você entendeu? Tem que tá olhando para ele o tempo todo, né?
E o treinamento é cultura. Tentar trazer a cultura do erro zero, né? Eh, quando você parametriza, a tendência do sistema é nunca errar. Mas quem mexe no sistema, existe uma pecinha nessa nesse sistema de informação chamado pessoas, né? trazer o conhecimento, trazer o treinamento e aculturar esse novo, né? Eh, acalmar esses ânimos dentro da cultura, né? Porque os ânimos vão, né? Fernanda, será que os ânimos estão exaltados dentro dessas áreas fiscais, contábeis e financeiras? Você não precisa nem responder, né? Né? trazer isso eles para para a realidade de novo e fazer essa governança clara, sistema confiável, segregação de função, conciliação recorrente e monitoramento contínuo. É, é, eh, diria mais do mesmo, mas voltado para a área tributária, para esse momento que, né, essa tormenta, pessoal, vai passar, ela vai acalmar, né? Eu acredito que ainda não estamos nos olhos no olho do furacão. O olho do furacão é o ano que vem, mas a tendência é ir perdendo força todo, né, tornado, todo furacão, ele começa intenso, né, e tem a sua intensidade e depois ele tende a dissipar. E aí a gente conta o estrago para quem estava preparado, não contará estrago, né? contará aí com a conformidade.
Ô F, e o PMO, ele tem esse papel, né, de ajudar ali nessa previsibilidade? Como que você enxerga que ele apoia esses executivos nesse momento para ele trazer essa previsibilidade de prazo, de custos e riscos, né, ligados ali pra reforma pros executivos?
Bom, o gerente de projeto vai ter essa visão toda, então ele tem que, na verdade, transmitir isso de uma forma mais gerencial, né? Então, primeiro, ele tem que consolidar essas informações, as informações de todas as áreas e traduzir isso num cenário complexo em relatórios claros, com prazos, custos e riscos. Eh, eu acho que esses relatórios gerenciais, o PMOL, consegue ajudar muito nessa estratégia, justamente porque como é um projeto que tem muita informação, muita coisa acontecendo, tem coisas que não precisa, né, ser informado. Então assim, o gerente projeto, ele tem ali com essa visão de PMO justamente conseguir mapear todas essas dependências, antecipar impactos, né, e transmitir isso pros executivos de uma forma eh macro, mas também de uma forma com que eles sejam eles tenham essa visão do todo, né, sem ser surpreendidos ali com nenhum tipo de de situação ali desagradável, né? Por isso que é extremamente importante também tá ali bem claro quais são os riscos, quais são os planos de ação, quais são as áreas envolvidas, quais são os responsáveis, né? e demonstrar ali que eh que essa visão integrada que eles estão tendo ali também dá a possibilidade de tomar ali decisões rápidas, né, assertivas, mas também transmitir ali, né, eu acho que esse grupo de trabalho junto ali ao gerente de projeto com com o PEMO ali, transmitir para eles essa segurança de que tudo está sendo feito a respeito, né, assim, que eles estão olhando todas as áreas. Por isso que é tão importante ter essa visão do todo e de todas as áreas envolvidas, né, justamente para você conseguir mapear ali todos os riscos relacionados. Mas eu acho que é exatamente nesse sentido ali de conseguir transmitir, né, de uma forma macro, de uma forma gerencial, tudo que está ocorrendo dentro do projeto e dentro das mudanças ali que eles terão nos próximos meses e anos, né?
Sim. E você comentou um ponto muito importante que é sobre essa integração entre as áreas, né? eh como que essas áreas precisam estar bem conectadas. E a gente sabe ali que no dia a dia área fiscal, jurídico, financeiro, ITI, eh, às vezes ou muitas vezes eles acabam trabalhando ali em silos, né?
Que que você enxerga ali no dia a dia de uma coisa mais prática ali, quais estratégias práticas que você recomenda para garantir essa integração? Porque a gente sabe que na reforma não adianta trabalhar em sío porque não vai funcionar, né? O financeiro pode estar muito bem adiantado, mas se o TI não tiver acompanhando ali toda essa frente, não vai acontecer, não vai ter essa virada ali como um todo. O que que você enxerga aqui de práticas, práticas do dia a dia que você enxerga para recomendar pro pessoal?
É bom, eh, eu já eu já é o terceiro webinar que eu participo falando a respeito da reforma, né? E sempre eu eu falo muito a respeito disso, né? Há algumas falas atrás, eu falei a respeito ali de você mapear todo o seu processo de ponta a ponta e quais os riscos relacionados a isso. Com isso, você vai ter ali as pessoas que vão ser responsáveis por cada um desses processos pra gente conseguir fazer a junção disso. Como você falou, não dá para trabalhar de forma isolada, de forma separada, porque às vezes você precisa testar em homologação uma nota e de uma empresa e de outra empresa. Isso, se você não tá alinhado isso com as demais áreas, né, não vai fazer assim o menor sentido. Então, a ideia é que de fato os times pensem juntos, né? é trazer essa essa essa comunidade ali de que essa forma colaborativa entre esse time que foi elencado ali, trazer para eles essa responsabilidade de que eles são o time de fato que vai participar e implementar toda todos os impactos ali relacionados à reforma tributária. Então assim, trazer de fato essa essa responsabilidade, né? E quando a gente traz todas essas áreas ali junto, né, o fiscal, jurídico, financeiro, TI, pra mesma mesa, a gente consegue antecipar esses riscos, né, e eliminar ali mal entendidos, como eu falei, muitas vezes, como o Luiz falou até agora h pouco, né, os ânimos estão acirrados, como estão ali os ânimos das pessoas, né? Eh, às vezes as pessoas têm uma visão, eu já eu já conversei com pessoas ultimamente que tem uma visão de que não é que não é obrigatório você fazer essa mudança agora em 2026. Então assim, cada um tá tendo uma uma na verdade uma interpretação. Então a gente precisa de fato ter esse grupo trabalhando junto, entendendo junto para conseguir fazer todo esse mapeamento ali, né? Então assim, se eles trabalhassem de forma isolada, né? Então o fiscal faria a leitura de de regras, né? O jurídico interpretaria o quadro, o enquadramento legal financeiro iria garantir ali os controles e prazos. Só quando eles trabalham de forma conjunta, né? eles fazem com que todo esse processo funcione de ponta a ponta, né? E assim, como eu já falei algumas vezes, é importante você ter uma pessoa para centralizar tudo isso, né? Integrar todas essas visões, senão você não consegue fazer com que as áreas se conversem, porque no dia a dia eles têm as suas outras atribuições, tem os problemas que TI tá tendo que resolver ali no dia a dia de todos os sistemas, todas as integrações e tudo mais. E se ele tá olhando só o dele, ah, eu entreguei, tá aqui. Não, tem que fazer sentido com o todo, né? Com contratos, como eu já falei, com o próprio tributário, com o próprio financeiro, né? Eh, então assim, o gerente de projeto vai conseguir manter essa clareza ali das responsabilidades, né? Garantir esse prazo, eh, e atuar ali como facilitador dessas áreas. ão de fato fazer a junção de todos eles ali, né, para que todo mundo fale a mesma língua, para que todo mundo tenha um mesmo objetivo, né? Então assim, isso vai evitar retrabalho, vai acelerar ali a tomada de decisão, reduzir riscos, né? Já aconteceu comigo que a gente teve que tomar ali decisões rapidamente em relação à reforma e assim é é o time como um todo, não é uma única pessoa que tá entregando, às vezes tem uma independência com uma área ou com um certo setor ali que possivelmente pode estar com um pequeno atraso, só que a reforma é de todos, né? Então todos temos que fazer com que isso funcione no final das contas, né? Então acho que basicamente é isso. Basicamente, né? É, tá bem conectado, né? A gente fala, é só tudo isso de novo, né? Mas é importante destacar, né? O que a gente tá querendo trazer muito, eh, o que a gente tá querendo trazer muito pro pessoal é assim, cada um, cada área tem sua boa vontade de querer fazer isso, pra gente já tá super claro, mas se não tiver esse elo de comunicação e de conexão entre as áreas, o processo ele fica muito mais difícil. Então, pode ser que ele aconteça, pode ser que ele aconteça, mas eh a gente tira esses caminhos das frentes, nessas pedras no caminho pra gente conseguir facilitar toda essa transição. Então, não é o momento para ter feudo, né? Exatamente. Não é um momento para ter feudos, entendeu? É, é um momento para o bem comum, não é para ter feudos agora. Exato. Exato. Então, a gente tem prazo para cumprir, tem multa aí que tá tá batendo se não cumprir esses prazos. Então a gente precisa est bem conectado entre essas áreas. Então até trazendo um pouco para essa parte de controle, mitigação, eh, ô Luí, olhando para essas empresas que você já atuou, né, quais as boas práticas afetam essas boas práticas dela ali voltada para essa parte de integração, que que você indica como boas práticas de compliance? E a auditoria fala assim: "Já, isso aqui é fundamental para garantir essa segurança jurídica aqui durante a reforma. Eh, bem claro e nítido. Comunicação entre as áreas, comunicação sem ruído. Antes de falar de qualquer boa prática, comunicação sem ruído. Diferenças as pessoas têm, entendeu? Mas nesse momento é para deixar os feudos de lado e focar no bem comum. Como eu disse anteriormente, você tem que ter um compli tributário estruturado dentro da empresa, porque é ele que vai dizer para você, estamos atendendo, não estamos? Todo o processo que a FER tá falando do do gestor de projeto, tudo é o companhe tributário que vai falar: "Olha, deu resultado, o resultado é bom, o resultado não é bom". Com mapeamento de risco fiscal, políticas e procedimentos. Claro, pessoal, clareza hoje, né? A a IA, né? joga na Iá traz qualquer coisa para você, mas a IA é uma ferramenta, ela é um, ela não é o fim, ela é o meio. Ela traz algo para você que as pessoas estão pegando da da IA e jogando para a empresa. Não é assim que funciona. Leitura, entender, se adequa. Então a IA como uma ferramenta de boa prática aí, né? monitoramento eh eh normativo contínuo, governança e controle interno. Controle interno nunca teve tão em alta como nessa reforma. Controle interno vai ter muito trabalho eh de boas práticas, né, e trazer, né, e o controle interno, aquele controle interno que expõe, tá? Eu já vi algumas empresas de Fernanda que sabe o controle interno de enfeite, parece aqueles enfeitezinhos de árvore de Natal, você entendeu? tá lá, fica piscando, mas ninguém liga, ninguém sabe que tá ali. Então é o controle interno atuante, né? Segregação de função, dupla checagem, fluxo de aprovação dentro de de controle interno, automação e evidência de automação. Não basta ser remédio, tem que participar, né? Tem que ter a evidência, né? Trilha de auditoria digital, tá? Não adianta fugir tá da da trilha de auditoria digital, não é o futuro digital. digital é o presente, viu? Tem que ser feito. Gestão documental segura, auditoria preventiva. Cara, assim, dentro da auditoria preventiva, regularidade de auditoria, troque auditor, se for externo, tá? Não traga sempre o mesmo auditor. Essa é a dica que eu que eu deixo. Faz essa rotação dos auditores, visões diferentes, né? Teste de controle e conformidade. Os testes dos controles é fundamental revisão independente, né? Auditoria externa, né? Integração com a LGPD, pessoal, Lei Geral de Proteção de Dados, eh, o princípio da minimização, somente o necessário, né? Somente a base legal. defina a sua base legal, minimiza os dados para poder atender os princípios da da LGPD na sua essência, né? Integrar o mapa o mapa corporativo de riscos, trazer esses riscos, gestores de riscos, tragam o risco de não atendimento a a à reforma tributária para a matriz corporativa. E ela vai durar 7 anos. Ela tem data para entrar e data para sair. 7 anos esse risco lá no pé do corporativo, o corporativo olhando, incomodando, né? Ele vai começar lá com uma probabilidade de materialização muito alta e ao longo de 7 anos ele vem diminuindo até ele deixar de existir. E principalmente, pessoal, cultura e capacitação, treinamento de equipe contábil, fiscal, o erro zero, tentar eh eh eh o mais próximo possível do erro zero, né? Reporte rápido, cara. Assim, precisa de uma tomada. Fernanda trouxe aí algo fundamental. A gente precisa de uma tomada de decisão. Não é para daqui duas ou três semanas. Não dá mais tempo. A tomada de decisão precisa ser para daqui duas ou três horas, nem dias, é horas. é chamar o executivo, quem tem o poder de decisão, apresentar o problema, as várias soluções e tomar a decisão em cima dessa solução. E um resumo rápido, complativo, controle interno forte, auditoria preventiva integrada com a legislação aplicável, incluindo LGPD. Essa é as dicas que eu deixo.
É bem interessante, né, toda essa conexão ali do do todo. Eh, mais uma vez, gente, a gente tá trazendo para vocês essa importância do do prazo, né? Não comecem isso apenas em 2026. A FER já tá atuando em empresas já passando por essa tributação agora no ano de 2025, o Luiz também. Então, a gente já tá enxergando ali junto com as empresas essas dores, essas necessidades, eh, para não deixar para 2026, porque quanto mais a gente estender esse, esse prazo, maiores dificuldades a gente vai ter pro pro ano que vem. E isso vai acabar eh tendo um projeto mais estressado, né? a gente vai conseguir fazer toda essa conexão de um projeto bem trabalhado ali no ponto, porque além dos prazos, a gente tá correndo também além dos cistos financeiros, né, ali dessa parte de de multas. E até para fazer um um fechamento aqui pro pro pessoal, a gente já tá estendendo um pouquinho o nosso horário. Falo que o quando o bate-papo é bom, passa o tempo muito rápido. A gente já tá aqui há basicamente uma hora conversando, mas a gente já tá encerrando do lado de cá. dicas práticas do dia a dia. Eu sei que vocês já trouxeram um pouco mais ali durante toda a nossa conversa assim para ontem, por onde eu começo, o que que eu faço, como que eu começo agora sair daqui desse desse webinar, desse conhecimento, para onde eu vou, onde eu começo, o que que vocês indicam aí pro pessoal?
Bom, eh, a minha recomendação é não enfrente isso sozinhos, né? Então assim, contem com especialistas de cada área, todo esse processo que a gente explicou a respeito de ter ali um responsável por esse projeto, que é o gerente de projeto, né, para integrar ali todos os esforços e garantir eh com que esse processo saia do outro lado, né, que esse é o nosso grande objetivo, com que funcione. Então, não enfrentem esses desafios sozinho, sozinhos, né, busquem ajuda, busquem ajuda aqui da da CEBET. a gente tem ali especialistas, né, eh, assim como eu, como o Luís também, que estão ali voltados e envolvidos totalmente em projetos da reforma tributária. Temos outros especialistas ali também, mas não sofram sozinhos, busquem ajuda. Ainda está em tempo, assim, a gente não tá desesperado, ainda conseguimos tomar ações ali. E você buscando assim, e quando você busca um especialista, uma pessoa que já tá sabendo o que fazer, já tem vivido isso, ela vai ser mais objetiva e direta naquilo que você tem que fazer e não vai ficar tentando pensar e elaborar algo, né? Então, busque especialistas de fato que já tenham experiência no assunto para te ajudar com essa reforma.
Sim. Eh, clareza, transparência, eh, organização de prioridade, priorização, né? traz uma matriz de risco. A matriz de risco, ela vai trazer uma priorização, organiza aquilo que realmente faz sentido. Tem energia, gaste com o que faz sentido, né? E lembra que uma guerra, ela não é ganho de um dia para noite. Uma guerra ela é ganha por batalhas. Então a gente vai entrar numa guerra do guerra dos 7 anos aí fiscais, né? Então eh vamos eh como eu falei no início, eu volto a enfatizar step by step, uma, vamos lutar uma batalha de cada vez, né? E e dentro das empresas não vamos perder para nós mesmos, né? O lance dos feudos, né? De de olhar somente pro meu para a minha área. Ah, eu atendi, tá aqui, você se vira. Não, né? Vamos lutar pelo bem comum, né? Logo esse período vai passar, né? A gente vai olhar para trás, né? Quem passou na pandemia, lembra que quando a gente tava no olho do furacão da pandemia, como que a gente vai sair, né? Hoje a gente olha para trás, olha, passou. Olha, eu passei por aquela pandemia, né? eh essa reforma tributária dentro das empresas, nós também vamos lá na frente olhar para trás e falar: "Nossa, eu passei por uma reforma tributária, né? Tô vivo aqui, consegui". Então, lembro, pessoal, clareza, uma coisa de cada vez e evitar o tumulto interno, olhar o bem comum, distribuir tarefas, assumir responsabilidade. E lembra, aprendizado doce e aprendizado amargo. Vai ter os dois, não estar preparado.
Exato, né? E reforçando também, tá pessoal? Eh, a SBET, a Business Consuling, né? SBET Business Consulte, de uma maneira geral, a gente já ajudou a dezenas de empresas nessas adaptações regulatórias, transformar processos, organizar esses projetos, fazer essa integração dessas áreas. Então, se vocês quiserem conversar com os nossos especialistas, o Luís, a Fernando ou qualquer outro especialista que a gente tem aqui dentro da CBET, eles vão entender como que isso aplica dentro da sua empresa. A gente eh trabalha aqui na forma de consultoria estratégica, olhando caso a caso, não é uma receita de bolo. Cada empresa tem o seu processo, tem seus desafios, tem socialidade. estão com a metodologia que a gente aplica numa empresa, às vezes a gente precisa, às vezes não, né, na maioria das vezes a gente precisa adaptar para a realidade, para as outras empresas. Então entra em contato conosco. Qualquer dúvida que vocês tiverem, eu deixei aqui no no chat o link da nossa página para vocês conhecerem um pouco mais o que que a gente tá atuando ali dentro da reforma tributária. A gente já tem um time de especialistas ali pronto para atender vocês e o que o pessoal trouxe bastante aqui no nosso dia a dia, né? Reforma tributária, ele traz desafio complexo, processos que precisam ser redesenhados, traz governança, integração das áreas críticas, mas também a gente vê que com métodos ágeis, boas práticas de compliance e controle ali interno, é possível a gente transformar todo esse desafio em oportunidade. Então, eh, conectem com a gente, Luiz Fair, a gente tá estendendo um pouquinho do nosso tempo aqui, mas eu queria agradecer mais uma vez a presença de vocês. a gente teve um conhecimento hoje riquíssimo aqui das experiências práticas ali que vocês estão trazendo ali no dia a dia. Não tem muito segredo, né? Vocês já trouxeram ali eh as práticas, é, tá conectado, é, tá ali perto em fazer essa integração dessas áreas, mas obrigado, obrigado Fer, por trazer essas experiências, Luiz também. Se vocês quiserem deixar mais um recado aí pro pessoal, eu vou acompanhando aqui para ver se tem algumas perguntas, mas fiquem à vontade pra gente tá se despedindo do pessoal. Eu acho que é isso. Obrigada.
Sim, foi uma experiência bem enriquecedora também tá aqui junto com o Luís, né? Porque são visões parecidas, porém diferentes. Então assim, é bem interessante isso. Então agregou bastante também a tudo que eu tenho eh feito e vivido ali dentro dos projetos, né? Então, assim, agradecer a vocês, Jean, por eh por essa oportunidade e se precisarem de mais informação, se precisarem, quiserem fazer outro tipo de de conversa também a respeito, eu acho que é algo que tá muito em alta, né? Contem comigo e se as pessoas tiverem dúvidas depois também, quiserem enviar assim, fica à vontade. A gente tá aqui à disposição. Obrigada.
Perfeito, Jean. Obrigado pelo convite, pela oportunidade de tá aqui, cara. né? Tem coisas da vida, a gente não tem preço. Eh, trazer conhecimento e levar conhecimento. Conhecimento é o melhor presente que você pode dar para alguém. A gente carrega pra vida, né? Sempre vai estar com a gente. Fernanda, obrigado por compartilhar o seu conhecimento comigo, né? E tá aqui com vocês. Eh, foi um prazer muito grande e o que vocês precisarem, a gente tá à disposição. Entrem em contato. Um abraço, pessoal.
Perfeito, gente. Mais uma vez, então, muito obrigado pela disponibilidade de vocês de trazer o conhecimento pro pessoal. Tô olhando aqui, acredito que o pessoal não tá com nenhuma dúvida aqui recorrente, então espero que o pessoal tenha entendido bastante. Mas se precisarem, gente, de alguma dúvida ali mais específica no dia a dia, mandem mensagem, acione a Fer, acione Luiz também no LinkedIn que eles estão prontos para ajudar vocês ali em qualquer dúvida, tá bom? Obrigado mais uma vez. Só lembrando alguns recados paroquiais do lado de cá, tá? A gente vai disponibilizar para todos vocês o certificado de participação para quem esteve presente aqui no no dia de hoje. Então vocês vão receber esse certificado através do e-mail de vocês. Já é uma boa prática que a gente traz aqui da Silvet. Então a gente vai estar disponibilizando. Vocês vão receber o e-mail provavelmente entre hoje ou amanhã. Então, atentem-se ali na sua caixa de e-mail, na caixa de spam, para vocês acompanharem todo esse certificado. E também reforçando mais uma vez, deixamos os nossos links aqui, entra em contato, se não tiver alguma dúvida também pesquisem mais sobre o assunto. Temos especialistas disponíveis para ajudar vocês a passar por esse caminho, a treinar esse caminho da forma mais clara possível, tá bom? Obrigado, Fer. Obrigado, Luiz. Obrigada. Obrigado, pessoal. Conteúdo riquíssimo. Ob. Até a próxima, pessoal. Até a próxima. Tchau. Tchau, gente.