📱

Get Our Mobile App

Take your business learning on the go!

Download on the App StoreGet it on Google Play

Exame Físico Mão e Punho - AULA COMPLETA

MARCELLA ORTOPEDISTA14:24

Transcription

[Música] Olá meu nome é Marcela Rodrigues e vamos começar agora o exame físico da mão e punho. Lembrando que exame físico da mão e punho deve ser sempre comparativo um lado com o outro.

A gente solicita o paciente e coloque a mão sobre a mesa, de preferência com os cotovelos apoiados e com membro descoberto. Vamos seguir a ordem de exame físico começando pela inspeção, depois palpação, em seguida os movimentos e por últimos testes especiais.

Na inspeção, vamos fazer uma avaliação visual das mãos e punho do paciente. Vamos avaliar se existe alguma deformidade angular ou rotacional, deformidades das unhas do leito ungueal, alterações de pele como cicatrizes, manchas, alguma hiperemia, equimose, escoriações, tumorações ou qualquer outra alteração.

A mão em repouso apresenta uma posição característica das articulações metacarpolangianas e interfalangeanas como a flexão progressiva dos dedos, chamada cascata de flexão. A mão normal possui uma forma de concha, cujos limites seriam as eminências tenar e hipotenar da mão. Essa forma é dada pela presença dos Arcos transversos Palmar proximal e transverso Palmar distal e longitudinal Palmar. Tais Arcos são mantidos pelos músculos intrínsecos da mão, de tal forma que na sua paralisia o formato de concha desaparece.

Nas articulações metacarfanageanas, na região Palmar, observamos formações de saliências que correspondem a presença de tecido gorduroso e é a região dos feixes vasculos nervosos, contendo artéria e nervo. Já as depressões correspondem ao túnel fibroso, contendo os tendões flexores.

Na região do o curso da mão em repouso, observamos a saliências formadas pelas cabeças dos metacarpos, sendo a do terceiro metacarpo a mais saliente. Ainda vamos observar nessa etapa as deformidades dos dedos, como por exemplo, desvio unados dedos, mão em garra, dedo em martelo, dedo em botoeira, pescoço de cisne.

Na segunda etapa do exame, vamos fazer a palpação da mão e do Punho. Vamos em busca de pontos Dolorosos, vamos poupar as proeminências ósseas, as partes moles. Vamos em busca também de nodulações ou tumorações, lembrando sempre de comparar um lado com o outro. Por isso é fundamental o conhecimento da anatomia topográfica e os pontos de referência.

Na borda Radial da extremidade distal do rádio, paupa se o processo estiloide do rádio. Medialmente ao processo estiloide, em direção o mar, em uma linha traçada pelo centro do terceiro dedo, sente-se uma protuberância denominada tubérculo de Lister, cuja borda Medial passa o tendão extensor longo do polegar, enquanto do lado Radial se localizam os tendões extensores radiais do carro.

Seguindo em sentido mar, encontramos articulação radionar de sal. Sobre ela passa o tendão extensor próprio do quinto dele e corresponde ao quinto túnel Tenebroso dorsal. Em uma posição mais urinar, palpa-se a cabeça da una, onde por um suco passa o tendão extensor unar do carpo. Entre a cabeça da una e o osso piramidal, encontra-se o complexo de fibrocartilagem triangular, que normalmente não é sentido pelo examinador. Com desvio Radial do Punho, essa alientado piramidal, que assim é palpado mais facilmente.

E no espaço entre o processo estiloide da unipramidal, é palpa da fibrocartilagem triangular. Mais digitalmente a piramidal, encontra-se o Amato de estala ou tubérculo de Lister. Cerca de 1 cm, sente-se uma depressão que coincide com a linha traçada pelo centro do terceiro raio e que passa exatamente sobre a articulação escafoide semi lunar.

Imediatamente distal ao processo estiloide do rádio, palpa-se outra depressão denominada tabaqueira anatômica, que é delimitada radialmente pelo tendão extensor curto do polegar e unamente pelo tendão extensor longo do polegar. No fundo da tabaqueira anatômica, palpite o corpo do escafoide e distalmente a ele, na base do primeiro metacarpo, papa-se articulação cargo metacarpica do polegar, que é mais bem sentida com a circundação desse dedo e é foco comum de artrose e crepitação chamada risartrose.

Na face anterior do Punho distal, aborda articular do rádio, na base da eminência tenar, forte sujo lá do unar, está o tendão flexor Radial do carpo, que é sentido mais facilmente quando o paciente faz uma flexão do punho contra a resistência. O narramente a esse tendão, encontra-se o tendão do músculo Palmar longo.

Na parte mais urinar do aspecto volar do Punho, palpa se uma saliência rígida que corresponde ao osso pise, em continuidade com o tendão do músculo flexor urinar do carpo. Cerca de 1 cm distal e Medial pisiforme, Palma se o ânulo do osso amado.

Vamos realizar também a palpação do primeiro túnel osteofibroso, local da tenossinovite de Decker vem. Além disso, vamos fazer a palpação do local da síndrome de intersecção, situado proximal e dorsal ao primeiro túnel estuprouso, cerca de 4 cm do processo estiloide, região onde o extensor curto do polegar cruza o extensor Radial longo do carpo.

O punho apresenta seis movimentos: supinação, pronação, flexão e extensão, desviar e desvio Radial. O movimento de rotação é feito pela pronação e supinação. O movimento de pronação é Cerca de 80 graus, posição neutra e o movimento de supinação é cerca de 90 graus. A flexão média na população é de 70 a 80 graus, já a extensão é cerca de 60 a 70 graus. O desvio ou o nardo punho ou adução é cerca de 45 graus, enquanto desvio Radial o abdução é cerca de 15 graus.

Quando o paciente solicitado a fazer flexão de todos os dedos em direção a palma da mão, o normal é quando a ponta de todos os dedos convergem para a tuberosidade do escafoide sem cavalgamento.

Agora vamos ver um pouco sobre os testes especiais da mão e punho.

O teste de fiukinstein é utilizado para o diagnosticar a tendo sinovite do primeiro compartimento extensor ou tenossinovite de Decker vem. Esse teste consiste em fazer um desvio unnar do Punho do paciente, mantendo o Polegar aduzido e fletido. O teste é positivo quando o paciente refere dor na região do processo estiloide do rádio. Este teste também é chamado de eixo e existe uma variação na qual o movimento é feito com os dedos em extensão e polegar contra a resistência.

O teste de falem é utilizado para diagnosticar a síndrome do túnel do carpo e consiste em manter os punhos em flexão máxima durante um minuto. É positivo quando a sensação de formigamento ou dormência é relatado no território do nervo mediano.

O teste ou sinal de tinel é a percussão suave sobre um nervo, neste caso o nervo mediano. A percussão de um nervo em um local de compressão onde há desmielização ou axônios em Regeneração pode desencadear a sensação desagradável de choque, em geral irradiando distalmente.

O teste de Durkheim é o teste mais sensível para síndrome do túnel do carpo e consiste em uma compressão com ambos os polegares por 30 segundos sobre a região do túnel do carpo ao nível do Punho.

O teste de benediction serve para avaliação de lesão do nervo enterócito anterior, que neva os flexores do primeiro e segundo o dedo. Dessa forma, quando o paciente tem incapacidade de realizar o teste e não faz a flexão de interfalante de Ana de polegar e interfalesiano distal de indicador, o teste é positivo e demonstra-se o sinal de quilo Neve.

O teste de Watson avalia instabilidade do escafoide. Com o Polegar, o examinador pressiona tuberosidade dos cafoi de anterior para posterior e com a outra mão movimenta o punho do paciente de ulnar para Radial. Isso ocasionam está lido e dor em casos de instabilidade.

O teste para instabilidade semi-luno piramidal também chamado de baloteman Taste o reggaeman é feito com o examinador estabilizando o lado Radial do Punho e fazendo uma compressão anterior e posterior do piramidal. O paciente refere dor e instabilidade em caso de instabilidade.

O teste de estresse Unopar pau é uma manobra provocativa que sugere doença do lado um Nardo punho. Em caso de dor, o teste é realizado colocando uma força axial no punho em desvio urinar máximo e fazendo se aproximação.

O teste da tecla do piano revela a instabilidade na articulação radionar distal e vem acompanhado de dor e hipermobilidade da cabeça e da una quando o paciente ou examinador aplica uma força de dorsal paravolar.

Teste para instabilidade da articulação radionar distal: o examinador estabiliza o lado Radial do Punho, enquanto faz uma pressão anterior e posterior na cabeça da urna. Em caso de dor e instabilidade comparativa com o lado contra lateral, diagnostica lesão da radionar distal.

Neste momento do teste, vamos fazer a palpação dos pulsos arteriais, iniciando pelo pulso da artéria Radial e o pulso da artéria ulnar. Em seguida, vamos avaliar a potência de ambas as artérias através do teste de Allen. Vamos fazer a compressão de ambos os pulsos ao mesmo tempo e em seguida solicita-se ao paciente que abra e fecha a mão fortemente, de modo a retirar todo o sangue da mão, que ficará pálida. Nesse momento, o paciente Relaxa os dedos e o examinador libera apenas uma das artérias para observar a reperfusão imediata da mão. Dessa forma, confirmamos a perfusão adequada dessa artéria. Em seguida, fazemos a mesma sequência para outra artéria.

Na avaliação dos flexores profundos dos dedos, o paciente é solicitado a fazer a flexão da interfalanteana distal, enquanto as outras articulações estão estabilizadas pelo examinador.

Na avaliação dos tendões extensores dos dedos, solicitamos ao paciente que faça a extensão da metacarpo falangeana contra a resistência do examinador.

O teste de Elson avalia dedo em botoeira e ela será ação central do tendão extensor. É solicitado ao paciente que faça a extensão da interfalanteana proximal contra a resistência do examinador. Em caso de laceração, a extensão é fraca ou acontece a extensão rígida da interfalanteana distal.

O teste de Bull New liter avalia contratura da musculatura intrínseca da mão. Mantemos a metacarfalangeana em extensão e estabilizada, enquanto o paciente tenta refletir a articulação interfalangeana proximal. A flexão articulação indica ausência de hipertonia dos músculos intrínsecos.

O teste de hinds ancole é feito para contratura dos ligamento retinacular oblíquo e efeito semelhante ao buneliter, Mas agora vamos estabilizar a articulação interfalanteana proximal e solicitar a paciente que faça a flexão da interfalanteana distal. Caso ele consiga fazer a flexão, indica ausência de contratura do ligamento retinacular oblíquo.

Agora vamos fazer avaliação do nervonar. Vamos começar pelo teste de wattenberg, no qual o paciente é solicitado a fazer adução do quinto dedo. Essa força de adução pode ser comparada dos dois lados através da força que o paciente utiliza para fazer adução do dedo para segurar a folha.

O segundo teste é feito de forma similar e é solicitado a paciente que faça uma adução do polegar para segurar uma folha. Caso o paciente tenha integridade da inervação do nervonar, ele conseguirá fazer adução do polegar. Caso ele não tenha, ele fará flexão da interfalante do polegar para conseguir fazer a apreensão da folha, utilizando o nervo mediano para tal.

O terceiro teste é o teste de grau e o paciente é solicitado a fazer a adoção e a abdução do terceiro dedo. Caso positivo em lesão de nevonar, o paciente tem incapacidade de realizar tal movimento.

No quarto teste, o paciente é solicitado a fazer uma concha com união dos dedos. Caso o paciente não tenha inervação do nervo-nar, esse movimento não é possível devido a inervação ausente da musculatura intrínseca da mão.

Essa foi a nossa aula de exame físico da mão e do Punho. [Música]