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A ver com a propriedade individual, como a propriedade em condomínios, né? Isso a dinâmica, interação com o mercado imobiliário, tecnologia, negócios, nessa visão mais dinâmica. Daí ser multidisciplinar e dialogar com outras áreas como mercado imobiliário, os corretores de imóveis, administradores de imóveis e profissionais dessa área, que eu também sou corretor de imóveis e me sinto aqui representante da da categoria.
Eu vou até chamar um colega para representar melhor os corretores aqui na mesa e fazer uma fala nessa mesa de abertura. Mas antes, só fazendo aqui, eh, uma exposição sobre o evento. Nós organizamos o evento com o nosso querido amigo Rafael Ciro, professor, corretor e advogado também. E o Rafael Cheiro convidou o Bruno Saruê, que é de São Paulo, ele vai entrar telepresencialmente conosco e vou divulgar o link aqui nos grupos. Meus amigos, inclusive da MAD, Associação Mineira de Advogados de Direito Imobiliário estão aguardando para participar. Me convidaram até para participar de um evento na OAB lá em Minas Gerais. Todo ano estou em BH. São bons colegas aí, estão ávidos para acompanhar também o tema. E colegas do mercado imobiliário Brasil.
Aa, o professor Irapan Beltrão estará conosco às 10:50 presencialmente e o Rafael Ciero estaria conosco aqui às 9:30 presencialmente, mas quem acompanha de perto esse amigo sabe que ele tem um problema grave na coluna, né? Então ele tomou medicação, tentou vir, passou por procedimentos e tá até com perda de sensibilidade no pé, ele não consegue se deslocar. E o engarrafamento, né, do Rio de Janeiro sempre é um péssimo olhado para quem fica horas aí sentado. Ele ficaria horas sentado também aqui, isso seria prejudicial. Então ele vai palestrar telepresencialmente e entrará de casa, né?
É, o único ponto positivo é que não teremos a nossa foto. Uma vez eu fiz uma live com Rafael Ciero, aí o pessoal falou assim: "Nossa, aparecem dois irmãos, né?" Eu falei: "Ah, legal, de barba, de terno, né?" Enfim, aí quando bota o Rafael Ciro do meu lado, não sei se é da época de alguns de vocês, lembra de irmão Gêmeos, Denn Vitor Eran Schneegger? É mais ou menos isso, né? Eu com 1,7 e ele com 2,7 m. Então fica uma foto muito agradável e é é brincadeira nos eventos em que participamos, porque o Rafael Cedo quer ficar do meu lado para tirar foto. Eu tô empurrando ele pro outro lado porque realmente lembra o quanto minha mãe é baixinha e prejudicou aqui, né, a matriz para que eu pudesse ter uma altura mais, eh, eh, mais germânica, talvez, né? Mas enfim.
E, e eu até costumo brincar, ó, os latinos eram meia cabeça, era uma cabeça mais baixa que os germânicos e dominaram a Europa lá por por séculos e séculos, né? Então você não vem aqui grandão, querer tirar a farinha, não, que a gente a gente consegue retrucar. Bom, então eu vou aguardar aqui se o Rafael já tá conosco na mesa, já estão aqui online, né? Então ele acompanhou essas piadas horríveis. Dá uma risada aí, Rafael. Pronto, deu risada. É. Eu sofro muito bullying.
Deixa eu chamar para não ficar sozinho na mesa e ter um bom representante dos corretores. Eu queria convidar aqui o meu amigo Vladimiro Cavalcante, que foi um dos fundadores, né, da bolsa de negócios imobiliários do Rio de Janeiro, ex-conselheiro federal e também ex-membro da diretoria do CRC do Rio de Janeiro, que eu queria pedir uma salva de palmas para ele, mostrar a importância que os advogados devem ter com os corretores e vice-versa. Seja bem-vindo, amigo. Faça uso da palavra. Saúde nossos corretores aí. Quem é corretor de imóveis aqui? Levanta a mão. Aí muitos colegas. Advogado. Teve gente que não levantou a mão, hein? Estudante de direito levanta a mão também. Eu tô sempre estudando, né? Beleza. Síndico sempre tem um síndico no meio também. Aí sempre tem síndico no meio. Arquiteto. Tá. Tá vendo? O mercado imobiliário grande engenheiro. É isso aí, Laudmiro. Com a palavra.
Bom dia a todos. Eh, antes de mais nada, quero agradecer o convite ao incansável Francisco Egito e me sinto honrado estar nesse local hoje, por não dizer também emocionado aqui nesse plenário que leva o nome de Icoli Evandro Lins, não sei Porque tiraram o Cavalcante. >> Era Cavalcante também. Cavalcante também, não sei porquê, mas é também representante de uma entidade que é a âncora da nossa legislação. o nosso, eh, homenageado desse espaço, ele foi um grande jurista, várias vezes ministro de Estado, homem muito conceituado e essa, eh, homenagem a esse plenário é muito bem feita. Mas o nosso presidente aqui me pediu para falar um pouquinho do mercado, um pouquinho da da minha categoria, da nossa categoria, né?
Olha, o mercado imobiliário, na minha visão, o tema hoje aqui é tributação. Mas abro um parêntese para dizer para todos os corretores aqui presentes que o mercado imobiliário provavelmente foi um dos poucos segmentos que não que não foi atingido diretamente pelo clima que nós estamos vendo no mundo, tanto na fase do tarifaço que aconteceu e vem acontecendo, como na guerra que tá acontecendo também. É, é impossível deixar de falar de ampassado desse tema, mas o mercado imobiliário continua pujante no Brasil, particularmente nas grandes capitais. Eu tenho acompanhado, eh, o o esse segmento como exemplo agora esse fim de semana, um lançamento em Laranjeiras foi vendido em 48 horas. Tenho outros exemplos, os estudos, por exemplo, estão fazendo fila para de compradores. É um mercado bom para investidor e para o o comprador final. Nós temos um déficitacional crescente. Hoje eu calculo já 10 milhões. A imprensa fala em 7, 8, eu imagino 10 milhões. E além disso, tá no DNA do brasileiro, faz parte da nossa história um bem de raiz.
Vocês devem acompanhar a imprensa quando fala da das ações da bolsa diariamente. É recorde em cima de recorde, mas esse capital que tá fazendo a bolsa chegar a esse patamar é um 80% estrangeiro. É aquele capital especulativo. A bolsa com tarifaço, com com guerra não parou de subir. Perde um dia, recupera no dia seguinte. Vocês devem imaginar. Mas por que isso? Porque o estrangeiro tá havendo facilidade de aplicar nessa nesses países emergentes e particularmente o Brasil que é um porto seguro. Não quero falar de administração, mas o porto seguro em riquezas, agronegócio cada vez recorde em cima de recorde. Então, esses investidores tão investindo na bolsa, mas é um capital especulativo. Esse capital não contribui pra nossa economia. O capital que contribui pra nossa economia é o capital produtivo, que o investidor coloca 1 milhão de dólares hoje, realiza 200.000, ele passa para outro outro país, ele vai para outro local. Ou seja, leva os 200.000 dos nossos brasileiros. Mas faz parte uma meia dúia de 10, de 12 se beneficia e tá ganhando muito dinheiro. Mas não é esse o o capital que interessa pro crescimento do país. O capital que interessa é o produtivo, é aquele que vem para construção civil, agronegócio, pro comércio, pra indústria. Esse é o capital que nos interessa.
Muitos construtores e corporadores estão vendo isso. Nós é só analisarmos os índices dos estudos, que é o nicho de mercado que tá em alta, assim como o lançamento lá da de Laranjeiras, Galgo Coutinho vendeu em 48 horas. Muitos estudos estão vendendo também em 48 horas, porque é esse o negócio que produz pra nossa economia. Mas aqui nós falando de falando de de e tributação da matéria do tema de hoje, eu quero lembrar a vocês que essa reforma ela já teve no governo anterior, saiu porque, eh, não houve um entendimento com a sociedade, com os segmentos, como deveia acontecer. e entrou neste governo. Se não me engano, a proposta final foi aprovada no dia 18 de dezembro de 2025. ao ao calar da noite, assim, em menos de 2 horas o Congresso aprovou e essa reforma foi aprovada, eh, sem passar por comissões, direto para plenário. E posso afirmar aos senhores e as senhoras, os palestrantes que estão aqui hoje, que vão nos nos passar conhecimento dessa matéria, com certeza estão sabendo mais do reforma tributária do que 90% dos deputados que aprovaram. Por quê? Foi aprovada. obedecendo uma liderança. Teve polêmica na votação, vocês devem ter visto, acompanhado, mas foi aprovado sem um entendimento com a sociedade, sem um entendimento com os segmentos que interessavam discutir a matéria. resultado, nós estamos em 2026 ainda na fase experimental, ainda na fase de, eh, adaptação, mas em 2000 202, eh, nós vamos sentir isso na pele, nós vamos sentir essa reforma e muita coisa vai ter que ajustar ela depois dessa data que eu mencionei. Ela foi pro Senado com promessa de votação em 15 dias, demorou lá 2 meses, porque aí sim houve alguns ajustes até no nosso segmento mesmo, professor Egito, através do nosso CONFES foi criada uma comissão que alguns temas com certeza foi, eh, alterado, mas muita coisa tem que ser ajustado e encer Encerrando, eu tô falando muito, professor. Mas eu deixa eu só falar uma um detalhe. A notícia boa dessa reforma, se ela é verdadeira, eu vi um índice recentemente que 80% dos imóveis alugado, eh, o o proprietário nunca não tem mais de três imóveis, portanto ele não ele tá isento do imposto. Isso foi uma conquista dos segmentos COFES, SECOV. Isso vai a nos ajudar. Então, só 20% dos proprietários, 20% das administr dos imóveis que estão na mão de vocês, como administradoras, eles o cada proprietário tem mais de quatro imóveis. Então, se ele tiver só três imóveis, até três imóveis, ele tá isento da da taxação. Isso é uma uma notícia que nós podemos, eh, comemorar. Não é a minha especialidade, não é a minha matéria, mas vocês vão ter aqui palestrante com belíssima biografia que vão secar isso com muita competência, com muita, muita propriedade.
Então, eh, mestre, de minha parte, eu tô à disposição de qualquer um dos senhores que queiram fazer alguma pergunta a respeito da categoria. Eu tenho a honra de ser corretor há mais de 55 anos. Hoje até o o presidente foi muito cavalheiro comigo, ele costuma me chamar. Ele não é decano não, ele costuma. Vetusto, vetusto, vetusto, vetusto. >> Ele chegou um dia a falar que eu fui o corretor da família imperial. >> Mas isso, olha, é só elogio. É só elogio, é só elogio. Isso me dá uma experiência. me dá uma experiência, me dá um, eu eu me sinto muito honrado em ter, eh, por 9 anos ter sido diretor da do conselho. Cheguei aqui hoje aqui a Elizabeth foi meio vou tirar uma foto com eu fiquei até será que você tá falando com a pessoa certa, Elizabete, né? É você mesmo, quero tirar foto com você. Então é bom, fiquei conhecido e mais uma vez honrado e emocionado por estar aqui nessa, eh, nesse ambiente ícone. Muito obrigado.
Eh, eu acho acho importante, pessoal, a gente sempre honrar aqueles que nos antecederam, né? Eu olho a carteira do de corretor do meu pai lá em 74, assinatura do diretor da época, depois ele veio a ser presidente. Enfim, e existe uma tendência, né, nos meios aí, eh, classistas de apagamento, né, da história das pessoas. Eu vejo sempre o Laudmiro em todo evento imobiliário, até quando o Minerel ele tá presente e ninguém menciona o Laudmiro, né? Enfim, e eu faço questão de mencioná-lo porque ele faz parte de uma trajetória, teve ao lado do Maia, o Mao foi aplaudidíssimo naquele evento da BAID Secov, né, pelos empresários que reconhecem o trabalho que ele pensou. mereamente, enfim. Então é isso, é importante ter um representante aqui dos corretores na na mesa, por isso eu convidei e fico muito feliz. Vamos aqui, eh, avançar, queridos, eh, no nosso tema. Daqui a pouco a gente desmonta aqui a mesa. Vou passar a palavra pro Ciero. Só vou fazer algumas considerações que eu conseguia pegar, né, da reforma tributária, que são se são as seguintes, né, nessa correria de evento, de de administração, de negócios, de ordem, enfim, de mercado imobiliário, nem sempre dá pra gente se debruçar sobre todas as atualidades. Mas no que tange a questão da reforma tributária em locação, alguns pontos são interessantes. Eu vou olhar sobre o meu prisma como, eh, administrador de móveis, né? O que que eu vou orientar para minha equipe no primeiro momento? Numa tentativa de simplificar a tributação, nós adotamos o sistema do IVA, que é o imposto sobre valor adicionado dual. Dual por quê? Ele abrange a tributação municipal estadual e a tributação federal. A tributação municipal e a estadual estarão sobre a ESG do IBS. Então, ISS, ICMS, vai virar tudo IBS e a tributação federal no que tangis, cofins e outros tributos dessa natureza estarão sobre o CBS. Eh, essa é a divisão então do IVA dual. E que que isso impacta a locação? O que impacta a locação é o seguinte. O proprietário de imóvel hoje ele só contribui com o IRPF, imposto de renda, pessoa física. Muitas vezes esse imposto não é nem visto, porque não há obrigatoriedade de retenção mensal para o administrador de imóveis. ele recebe aluguel, ele repassa aluguel, não há aquela retenção. O que acontece é que, por vezes, o administrador mais cauteloso ou já caminhando junto com o contador ou quando ele é contador também, ele já orienta o cliente a ter um carneleão e mês a mês ir fazendo o recolhimento daquele imposto de renda. Quando aquele proprietário tem outras fontes de renda. exemplo, professor tem quatro fontes de renda, chega lá no final do ano calendário, junta tudo, ele já entra na tabela progressiva do R, tem que recolher aquele ano todo para trás, tá enroladíssimo. Então, o corretor que cada vez mais é um gestor de propriedade, cada vez mais ele é um uma pessoa que presta um aconselhamento e precisa de uma assessoria jurídica e uma assessoria contábil para prestar esse aconselhamento com uma maneira de maneira mais completa, eles já vão orientando o cliente, fala: "Olha, faça o carneleão, tenha recolhimento mensal e tal". Ou quando nós temos o aluguel de pessoa jurídica pagando a pessoa física que você recolhe lá um DARF, que é o 3208, que é R sobre aluguel, ou seja, pessoa jurídica vai pagar um aluguel, eh, o imóvel não residencial, antigo comercial, industrial, vai pagar um aluguel de 15.000, por exemplo, com o que que você tem que fazer? Você vai verificar tabela progressiva do imposto de renda 15.000 tá na última faixa, digamos que seja 27,5. 27,5 parcela deduzir, eu vou fazer aquela conta. Então, a pessoa vai pagar 15.000. Na verdade, ela ela apresenta a guia do imposto pago, digamos para fim de simplista seja 3.000 e 12.000, 1 em dinheiro. É, essa é a forma que o corretor lida hoje com a tributação. Se ele é se constituiu como uma empresa, ele corretor em cima da receita dele, ele vai ter a tributação pelo lucro presumido. Se ele optar por esse regime, pelo simples nacional, pelo lucro real ou então pelo pelo lucro arbitrado. Se a fiscalização bateu na empresa dele, ele senta, né, e chora, porque realmente ele fez ali uma péssima escolha, né? a minha amiga que também é contadora, tá rindo ali, não ria, né? Tem gente que, infelizmente, deixa isso acontecer. Eh, então são são os caminhos. Pessoa física, eh, antes da reforma, ela pagaria apenas imposto de renda na tabela progressiva do R, certo? Ah, mas eu recebo aluguel em dinheiro. A minha administradora, cuidado, as administradoras hoje elas mandam a DMOB, que é uma declaração fiscal acessória, e essa de Mob já informa. Então, se você não paga imposto de renda, pode ser que na verada do ano chegue para você de presente da Receita Federal já um DARF com a multa e tudo, porque a receita foi informada de recebimento repasse de aluguel. Então, corretor de imóveis, saiba que tem que enviar de mob. Proprietário de imóveis, não existe como não enviar de mob, tá? Ah, eu não quero que envia de mob, não. Uma obrigação fiscal, acessória tem de ser enviada. Essa é a dinâmica. Hoje, com a entrada dessa tributação, o que vai acontecer? A locação já é vista como atividade tributável. E aí você, além do IRPF, terá que pagar o IBS e o CBS. Ai, meu Deus, como é que vai ser essa história? Não fique nervoso. Para isso existe o bom profissional imobiliário que vai se qualificar cada vez mais. Não é mais aquele profissional que só recebe repassa aluguel ou aquele que faz a intermediação. Ah, eu tenho imóvel ali, vou te levar lá. Esse aí já tá com os dias contados. Se não virou a chave, né? Esse ficou de fora, mas o bom, eh, administrador de imóveis, o bom gestor de locações vai ter esse conhecimento, vai ter na sua equipe ali um advogado especializado em direito tributário, vai ter na sua equipe ali também um profissional de contabilidade para assessorá-lo. E aí o que o Cavalcante falou assim, a grosso modo, já pra gente finalizar essa etapa e passar pros nossos mestres aqui, né, para que eles façam uma fala introdutória. Aguenta um pouquinho aí se é Bruno Saruê, depois o Ciro já pega e e já toca pra frente. O que, eh, o que a gente tem que ter de noção é assim, tem a primeira régua. Olha pra sua carteira, você é administrador de imóveis. Olha pra sua carteira e já separa do seguinte escrivo. Eh, quantos clientes que eu tenho são proprietários de mais de três imóveis? Ah, já filtrou bastante aqui. Não é todo mundo que tem mais de mais de três imóveis. Então, já separa ali. Desses que tem mais de três imóveis, quantos oferem? Mais de 240.000. R$ 1000 no ano calendário, eh, de receita de aluguel. Ah, são bem poucos. Então, são esses aí que são passíveis à tributação pelo IBSCBS. Eles continuam pagando em RPF. Normalmente não cai muito na conta do corretor. Ah, vou ver com o contador, mas cuidado o corretor, ele vai ver com o contador, de repente ele vai vir informação e não volta. O contador tem a parceria com o advogado, tem a parceria com outro corretor, ele ficou por lá mesmo. O corretor deve dominar esses assuntos. Por isso o mercado imobiliário tem que estar sempre atualizado, porque a minha crítica já construtiva é o técnico em transações imobiliárias aqui de nível médio, ele já tá com os dias mais do que contados. A formação é deficitária, inclusive a tendência é que viremos a chave para oitava maior desse técnico, que é o gestor de negócio imobiliários, que é aquele que tem nível superior, graduação de dois ou três anos, que é o profissional que estará mais vocacionado, mais preparado para lidar com as demandas cada vez mais complexas da locação e da corretagem imobiliária. Então, a tendência é que essa nossa profissão de corretor de móveis, ela mude a chave. E onde o bom corretor ele vai est se relacionando com bom profissional de contabilidade e com bom advogado. Então a advocacia que era tributária imobiliária, precisa entender que é uma oportunidade que ela vai ter de se ligar a corretores que talvez não consigam ter esse alcance, ou porque não tem tempo, ou porque estão ali tão envolvidos na operação, ou porque só tem a veia comercial e não tem a veia administrativa. E o advogado vai ver nesse local a possibilidade de prestar consultoria. Eu falo para vocês, mesmo sendo dono de empresa imobiliária, a gente advoga para uma grande administradora e agora para uma uma imobiliária também já de tamanho, eh, razoável na nossa cidade. A tendência é que cada vez mais a gente consiga, porque a gente dialoga a mesma língua, a gente sabe a dificuldade, a o problema do advogado é que às vezes ele e o corretor não tem a mesma língua, não falam a mesma dinâmica de negócios. E é importante ter esse casamento, é importante ter essa aproximação e ter essa leitura. Eram as minhas considerações iniciais. Eu vou passar aqui pro nosso querido Bruno Sauruê, que tá gentilmente lá na na mesa lá de confortavelmente lá em São Paulo na casa dele para participar dessa abertura inicial. Já jogo pro Ciro, a gente desfaz então essa mesa introdutória e entraremos então na primeira palestra do Rafael Ciero, que sempre gentilmente atende nossos convites ali, tá com a coluna, coitado, bem bem dolorida ali, mas tá ali guerreirão firme. É isso, amigos. Eh, sejam todos bem-vindos. Vou passar a palavra para o nosso convidado de fora, Bruno Saruê. Com a palavra, mestre, fique à vontade para fazer suas considerações iniciais, depois o Ciero, depois a gente já entra no primeiro ponto, que é a introdução ao tema com o Rafael Ciro. Ele tá lá meia hora para falar sobre esses assuntos. Muito obrigado a todos.
Obrigado vocês. Obrigado pelo convite. Obrigado pela possibilidade de estar aqui com vocês hoje. É um tema bastante instigante porque é novo, né? é uma novidade que a gente tem, né, no nosso mercado que desperta muita dúvidas, mas também traz muitas oportunidades. Acho que o Rafa vai comentar um pouquinho mais sobre isso, né? Então, agradeço a presença de vocês, a oportunidade de estar aqui com vocês pra gente trazer esse tema tão bacana aqui. Rafa, melhora da coluna, hein? Sala logo aí, por favor.
Bom dia. Bom dia a todos. Eu eu sofro bullying eterno, né? Não tem jeito. E aí eu faço bullying com Egito porque todo evento eu vou lá e tiro foto com ele, né? Faço questão e tira foto do lado. Mas isso é em todos os lugares. Semana retrasada eu estava em Brasília palestrando e aí o apresentador, o grande Rafael apresentador, um palestrante de peso, porque eu tenho 1,95 de altura e 115 kg, né? Então realmente grande e de peso, né? Então, já tô já tô acostumado com essa com esse bullying eterno, né, Gito? Pessoal, eh primeiro eu quero, eh, pedir desculpa a vocês de não estar presencialmente. Já vi Elizabe, meu irmão Fernando aqui, eh, vários vários amigos e sabem que eu adoro aula presencial, mas eu, apesar de ter 45 anos de idade, eu descobri que a cada ano eu não faço mais um ano, eu faço dois, pelo menos na coluna. Então, 45 de idade e 90 de coluna. Tem umas duas semanas já que a coluna tá bem ruim. Quem conhece há algum tempo sabe que eu fiz uma uma cirurgia na coluna que não foi muito muito positiva e tô aqui. Tomei dois compromissos de pregabina ontem, dois hoje de manhã para ver se segura e tá muito muito muito dolorido. E o pior é a dormência na minha perna. Eu fico com medo de que às vezes eu perco um pouco do equilíbrio e cair de 1,95 de altura com 115 kg. é um tombo considerável, né? Então eu tenho evitado, né? Tomei uma injeçãozinha de beta 30 que não resolveu. Enfim, mas eu não reclamo da vida, não, tá? É só para dar uma satisfação a vocês do porque que eu não estou aí presencialmente, não obstante preferi a palestra presencial, mas foi impedido aí por motivos extremamente alheios à minha à minha vontade.
E entrando no nosso no nosso tema, eu não vou botar passando aqui o slide porque senão ele tampa minha minha tela inteira, eu vou clicando aqui do lado, fica mais fácil. Eh, agradecer a ao Egito, na pessoa do Egito, agradecer a OAB pelo pelo convite. Laudimiro, Laudmiro realmente é é referência para todos nós na corretagem de imóveis. E acho que todo mundo na corretagem de imóveis conhece o o Laudmiro. E realmente é um profissional incrível que a gente precisa olhar e, como o Egito bem colocou, tirar essa coisa institucional de muit das vezes apagar o passado, né? não bota uma foto, né, naquele quadro de ex-presidentes, de ex, alguma coisa, e fica só ali e não e não valoriza isso. E de fato a gente precisa valorizar profissionais como como Laudmiro, com tanto tempo de mercado, porque muito dos frutos que a gente colhe hoje em dia no mercado são sementes plantadas por profissionais que estão lá, eu tenho 45, o Laudmiro tem de profissão mais do que eu tenho de idade. Então eu não posso pensar que hoje em dia eu colho frutos na corretagem de uma semente que eu plantei lá atrás. Laudimiro plantou uma semente com outros profissionais, eh, que estavam no mercado junto com ele. Então, a gente precisa realmente, eh, deixar isso claro e valorizar quem vem pavimentando o caminho pra gente pisar. E a gente quando tá nesse caminho tá pavimentando pros próximos e a gente precisa valorizar o nosso passado. A gente não pode ter, eh, memória curta com quem viabilizou o caminho por onde a gente por onde a gente passa.
E hoje falando aqui da reforma tributária, eu fiz aqui uma apresentação minha aqui rápida, né? Alguns já são meus colegas de trabalho, parceiros de trabalho, inclusive eu sou corretor de imóveis aí já há mais só um segundinho, então eu vou desfazer aqui a mesa, tá? E você prossegue. O Bruno vai vai palestrar contigo ou não, mas fique bem à vontade. O Bruno será na sequência, né, da sua apresentação. Então tô desfazendo a mesa aqui, agradecendo a presença do Cavalcante. Tenho a certeza que você arrancou um sorriso dele, ficou muito feliz aqui, né? Verdade.
Obrigado. Obrigado, pessoal. Pode prosseguir.
Muito obrigado.
Uma salva de palmas para ele.
A gente tem que realmente sempre valorizáiro. Não é não é nenhum não é nenhum favor quando a gente olha paraos profissionais que pavimentaram o nosso caminho e agradece. A gente precisa sempre fazer fazer isso. Eh, hoje eu trouxe aqui uma apresentação rápida minha, tenho 11 anos de de corretagem de imóveis, né? professor de direito já há 16 anos, me formei lá em 2008 e fui fazendo especializações ou diretamente ligadas ao mercado imobiliário ou que no primeiro momento não parecem ter uma ligação com o mercado, mas tem, por exemplo, essa especialização em neuromarketing, neurociência do consumidor e inteligência artificial, que eu tô fazendo inclusive mais uma após agora em inteligência artificial e tudo isso acaba impactando de alguma maneira no nosso no nosso mercado. Além disso, fiz muito, muitos, muitos cursos de venda, fiz e faço. Ai um parêntese dentro disso, é que vou falar pela pelo meu meu histórico, né? Entrei na faculdade de direito em 2003, formei em 2008 e o que eu não tive na faculdade, uma cadeira de técnica de vendas, provavelmente ainda continua assim. E isso é ruim. Isso é ruim por quê? A gente tem uma formação legal. Se você se dedicar, você vai sair um bom profissional, seja a área que você escolher. Só que você sai da faculdade de direito, assim como quando você faz um TTI ou um tecnólogo para atuar na corretagem de de imóveis e não sabe como vender o teu serviço. E não adianta você ter muito conhecimento acumulado se você não consegue vender aquilo. É o que acaba acontecendo na faculdade de de direito, que muitos migram paraa área do serviço público, que ali você pega o teu conhecimento, vai lá, faz o concurso, passa no concurso e vai ter ali a tua a tua renda mensal ali recorrente, mas limitada, enquanto na iniciativa privada você não tem limite, só que você precisa saber se vender. Então é algo que eu vejo como uma deficiência nas cadeiras em geral. Tô falando aqui da das duas cadeiras em que eu sentei na cadeira do direito e eu fiz o técnico em transções imobiliárias a época e tem essa deficiência também. em outras profissões, a gente vê que o principal, a principal barreira entre a formação e o sucesso é saber vender o seu serviço. E essa introdução aqui tem a ver com o que a gente vai, eh, falar mais à frente. Por a reforma tributária quando ela saiu aqui, já coloquei o outro slide aqui com mais uma parte das minhas, eh, eh, atividades. Hoje sou coordenador da Geral das Comissões do CR, adjunto na comissão de locações, aqui integrantes da comissão de gestão de propriedades urbanas,, mercado e negócios da OAB, mercado de negócios imobiliários e integrantes da comissão de locação do Ibradin, Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário.
E voltando aqui a à linha de raciocínio, quando saiu a questão da reforma, principalmente com a Lei Complementar 24/25, começaram a aparecer pessoas que eu apelidei carinhosamente de terroristas tributários. Por que terroristas tributários? Porque era assim, não vale mais a pena alugar imóvel. A locação acabou. Com essa tributação é melhor vender. Ah, eu não vou trabalhar mais com locação de imóveis porque não vai valer a pena. E as mesmas pessoas que falavam que não valia mais a pena trabalhar com locação ou ter imóveis alugados, fazem captação de clientes paraa gestão de locação e tem imóveis alugados. Contra senso, né? Não vale mais a pena, mas eu quero trabalhar com isso. Não vale mais a pena, mas eu quero ter imóveis alugados. Eu falei: "Cara, esses caras são verdadeiros terroristas tributários, né, que naquela ideia talvez de criar dificuldade para ganhar facilidade, di, olha, tá muito ruim, mas deixa o teu imóvel comigo que eu resolvo". Dentro do mercado digital, Brunão, aqui a gente, eh, também tá muito muito dentro do mercado digital. Talvez seja, né, um clickbait ali que funciona, atrai gente, né, para olhar, meu Deus, será que vale a pena ou não? eu vou lá e me mostro como solução. Particularmente, eu não gosto dessa estratégia por enquanto profissionais do mercado imobiliário, tudo que a gente fala aqui, gente, eu não sei quantas pessoas estão, eh, assistindo aqui. Eu tô com o YouTube aberto aqui do lado, que tem muita gente, mais os presentes.
É, nós estamos com 61 pessoas aqui no canal do YouTube da OAB. Eu vou divulgar agora nos grupos e creio que aqui na sala umas 120 pessoas nos acompanhando.
A gente tá falando aqui de quase 200 multiplicadores do que a gente fala aqui. Então a gente precisa ter muita responsabilidade com o que vai falar para não trazer pro mercado um pânico desnecessário. Óbvio que a gente não vai falar aqui: "Nossa, que maravilha, temos uma tributação nova sobre a locação". Não é isso? Lógico que não, mas a gente precisa tratar com a seriedade que o nosso mercado merece, que ele precisa, que ele exige. Como bem colocou o Egito, olhando aqui para a corretagem de imóveis, o corretor abridor de portas tá com os dias contados. Com os dias contados. Realmente a gente tem que se portar como consultores, como gestores de negócio para poder sim deslanchar na profissão, na profissão, senão vai ficar só abrindo porta e tem os dias contados. E aí a reforma ela fez uma divisão no nosso mercado de dois tipos de profissionais, profissional que chora e o que vem de lenço. Tem e assim isso tá tendo um efeito lá na lá na imobiliária que é positivo, tá? Por um lado, mas que eu já falei isso em mais de uma aula minha, na prática eu acho muito ruim. Tem corretores que estão chegando lá na imobiliária, não tão vendendo a carteira de de imóveis de locação pra gente, estão dando. Professor, o senhor quer pegar três imóveis que eu administro aqui em tal lugar? com esse negócio da tributação, eu não quero mais fazer administração. E veja, Egito também atua nessa área, eh, é um mercado muito forte na locação de imóveis a compra e venda de carteira, né? O Egito compra carteira de locação, eu compro carteira de locação e você paga valores relativamente altos por uma carteira. E tem muitos profissionais que estão entregando, professor, senhor, mas quanto que você quer? Não, não queria só passar pro senhor porque esse negócio de tributação. Falou, mas você já fez uma análise para ver se pelo menos o os teus clientes aí eles vão ser contribuintes do I. Você já se se debroou? Não, professor, não quero nem mais mais administrar, não vou ficar só na venda. Estão passando carteira para outros profissionais com medo de algo que desconhece, porque ele nem analisou. A gente pegou uma carteira com três imóveis, eram três locadores diferentes, valores de aluguéis ali entre 1000, o mais alto era 4.000 e pouquinho. Nenhum dos três locadores seria contribuinte do IVA, mas mesmo assim esse corretor não quis mais e passou pra gente sem ganhar nada. Falei: "Cara, mas vamos precificar?" Não, não, quero só passar mesmo. Quero ter a certeza que os meus clientes estão com um bom profissional. E veja, muito disso em razão de quê? Do que houve dos chamados. terroristas tributários e diz: "Não quero mais. Serve isso para mim não. Vai me dar dor de cabeça. Daqui a pouco eu tô tendo que indenizar cliente, não quero mais". Então é por isso a gente tem que ter essa responsabilidade. E por outro lado, sempre que eu tenho, eh, gente chorando, eu tenho outros vendendo lentos. É aquele ditado antigo. Enquanto uns choram, outros vendem lentos. Por mais que a gente tenha uma questão técnica, uma questão jurídica envolvendo aqui, eu vou passar por ela aqui, mas vou focar também na questão mercadológica, tanto para advogados, corretores de imóveis e contadores. Vou trazer aqui no penúltimo slide ali,, eh, uma ferramenta que vai dar um resultado muito bom para todos em usando vai ter um bom resultado, porque eu tô tendo bom resultado com essa com essa ferramenta. E aí a gente vai passar ao invés de integrar o time que chora, nós vamos integrar o time que vem de lenço. Para isso, a gente precisa primeiro de conhecimento técnico. Óbvio que a gente não vai aqui se aprofundar no conteúdo, porque a gente ficaria aqui algumas horas falando sobre isso. Então, quero primeiro trazer um panorama geral aqui, um conhecimento básico que já vai dar para você aplicar na ferramenta que a gente vai ver em seguida, tá? Então, o que que a gente precisa olhar? Primeiro pro histórico da da reforma tributária, né? a gente começou a ter esse movimento lá em 2003 com a emenda constitucional número 42, chamada ali de emenda da da reforma tributária, mas que não fez assim uma uma mudança significativa no sistema tributário. Mudou alguns pontos sim da Constituição Federal, mas alguns doutrinadores chamam até de mini reforma ou afirmam até que a reforma tributária de 2003 sequer foi uma reforma. Mas fato é que em 2003 a gente teve ali um pontapé inicial do negócio com a emenda constitucional número 42 em 2023, 20 anos depois, aí a gente tem a emenda constitucional número 132, que aí sim teve um impacto bem grande no nosso mercado, por veio para substituir, veio substituindo cinco tributos sobre o consumo, o ICM MS, I SS, PI, PIS e CofinS pelo IVA, como o professor Francisco Egito já colocou aqui, o IVA dual e dual porque ele tem uma dualidade na sua tributação. E veja, não é bitributação, porque a gente tem aqui, eh, contribuintes de impostos diferentes agregados dentro do IVA, o CBS que é federal e o IBS que é estadual e municipal. Essa mudança, ela visou dar mais transparência, dar mais simplificação, mais justiça tributária dentro do nosso sistema complexo. Mas, infelizmente, ela já nasceu sofrendo algumas críticas, como Laudimiro colocou aqui. Tem, eh, pontos da reforma que precisariam ter sido melhor discutidos ou colocados de uma maneira mais simplificada, de fato. Então, a gente vai precisar aguardar aí esse processo de implementação para ver se esse a intenção da simplificação ela vai de fato ocorrer na prática, tá? E torcemos para que sim, torcemos para que realmente pelo menos simplifique um pouco mais o nosso sistema tributário, que sempre foi muito complexo.
Em 2025 vem a Lei Complementar 214 de 2025. E aqui especificamente para o mercado imobiliário, para o mercado da corretagem, começou a acender uma luz lá em janeiro de 2025, com a publicação da e a entrada em vigor da Lei Complementar 214. a locação de imóveis, que antes não era tributada como serviço, só pagava lá o imposto de renda quem era contribuinte do do IR, agora surge sob o guarda-chuva de mais um tributo. E isso foi um burburinho no mercado. Só que aconteceu de janeiro de 2025 até aproximadamente maio ou junho, ou seja, metade do ano, um apagão coletivo. Ninguém falava sobre isso. Você só via assunto de reforma tributária na locação em grupos de corretores, de advogados, de empresários do mercado imobiliário. Sempre pô, como é que vai ser isso? Como é que a gente vai fazer? O que que será que vem por aí? Mas principalmente nas redes sociais, ninguém falava sobre isso. Sobre reforma tributária na locação. Eu acho que ficou muito com aquela sensação que alguns têm de que isso não vai pegar, né? Aqui no Brasil tem muito da lei que não pega. não é lei, mas isso não vai pegar, não tem como. Na prática isso não vai acontecer. Só que a coisa foi, eh, passando, pegando e o ano terminando. E aí a discussão era não tem a regulamentação ainda, o PL 108 não foi votado ainda, então não vai ter nada. Isso aí vai cair no esquecimento. E eu sempre falava o seguinte, gente, o estado pode esquecer de qualquer coisa, até do pagamento do servidor público, mas esquecer de tributar. Meus amigos, vocês acham que o estado vai esquecer de tributar? Óbvio que não vai. A gente tá com calendário atrasado, né, Brunão, daquela projeção que foi, eh, estabelecida, mas vai chegar, vai chegar. E aí a partir do meado ali de 2025 a gente viu que isso começou, esse assunto começou a ser tratado com mais, mais seriedade, mais gente não só se debruçando em cima, mas como trazendo informação. Só que como a as redes sociais são uma área livre, nem toda informação que vinha era informação de qualidade, como a gente vai ver daqui a pouco. 26, todo mundo achando que não vai pegar. Vem lá em janeiro a Lei Complementar 227, que estrutura, eh, a gestão do IBS, do CBS e regulamenta pontos cruciais ali da da reforma tributária. Aí o pessoal falou: "É, o negócio é sério. O negócio é sério". E de fato é dentro dessas, fazendo um compilado aqui das principais,, eh, eh, mudanças que a gente teve, a principal talvez tenha sido o fato, como eu citei aqui, da locação de bens e imóveis passar a ser expressamente tratada como uma operação onerosa, sujeito a um imposto, a uma tributação que só incidia sobre serviços. Então, não obstante a gente ter julgados do do STF, inclusive afastando a incidência de SS sobre a locação, dizendo: "Olha, locação não é serviço, a Lei Complementar 214 de 2025 vem diz: "Ó, pode não ser serviço, eu não vou entrar nesse mérito, não, tá? Mas eu vou tributar, eu vou tributar". E aí foi aquele alvoro dentro desse alvoro até antes mesmo da publicação da Lei Complementar 21425, como bem mesmo Laudimiro colocou aqui, os órgãos de classe, CRS, CCOV, OB, as instituições, eh, que estão ali no dia a dia do mercado, começaram a fazer um lobby, lobby positivo, tá? Só fazer um parênteses aqui, que as pessoas tendem a associar a palavra lobo. A gente sabe que muit das vezes a gente tem o uso desse lob para fins não tão dignos, mas lobby é algo da política. Que que é o lobby? É o CRce, a OAB, o CCOV, mandar um representante lá em Brasília bater na porta lá do deputado e falar: "Deputado, isso não pode ser votado, não pode ser aprovado do jeito que tá, tem que ter uma mudança". Olha o que que isso vai fazer com seu Manel que tem a kitnetezinha dele lá alugada. Como é que vai tributar o seu Manel? Primeiro vai ser difícil de controlar isso, como já é difícil de controlar o próprio o próprio IR. E o seu Manel que tira aquele dinheirinho ali paraa subsistência dele vai pagar mais um tributo. Será que tem justiça social? E a emenda constitucional 132 fala a 42 e a 132 falam de justiça tributária, justiça social através da tributação. Será que o seu Manel ser tributado isso é justiça social? E esse lobby positivo, essa pressão dos órgãos de classe, graças a Deus, fez com que isso fosse revisto não para excluir a tributação sobre a locação, mas para trazer ali regras de contenção para reduzir o impacto negativo dessa tributação. que uma das primeiras regras de contenção dentro desse cenário que a gente pode chamar aqui em sendo positivas foi justamente a redução de alíquota. A alíquota do IVA estima-se, né, algo entre 26,5 28%. A gente
ainda não tem isso muito bem definido, mas eu falando em para ter um número aqui em mente entre 26,5 entre 26 e 28%, vamos colocar assim um detalhe como como o Egito colocou, o IVA não absorve o IR, tá? Então a gente tá falando da alíquota do IVA para quem for contribuinte mais o IR. Então não tem exclusão se eu pago o IVA, eu não pago o IR ou vice-versa. Não é um e outro.
essa redução, eh, ela trouxe uma regra de contenção para falar, olha, aqui na locação residencial a gente vai ter uma redução, isso tá na lei complementar, a gente vai ter uma redução de 70% dessa alíquota. Ao invés de tá lá entre 26, 26 a 28%, a alíquota vai ser aqui algo entre 8, 8,5%, lá em números arredondados.
Além disso, outra regra de contenção dentro da locação residencial foi o redutor social de R$ 600 por imóvel residencial. Então isso teve o o condão de diminuir um pouco aquela sanha tributária para não pegar eh pequenos eh eh locadores, vamos chamar assim, e tributar a pessoa que já vive ali na no limite, né? Infelizmente, no nosso mercado da locação criou-se uma um estigma que é totalmente falso de que locador de imóveis tem dinheiro, porque se ele é dono de imóvel, ele tem dinheiro. Não é a realidade. Vários colegas aqui, Elizabeth Fernando, trabalham também com com locação de de imóveis e sabe que a realidade é a maioria, talvez mais de 90% da tua carteira são de seu seus Marais, seu José, seu João, tem um, dois imóveis ali, no máximo três e que são poucos grandes investidores.
50. Oi. >> Só pegando uma carona na tua fala, realmente é muito verdadeiro, até para desmistificar. Eh, eu acho que 85% dos proprietários de imóveis não são pessoas abastadas, não t renda elevada. Alguns têm aquele imóvel como complemento de renda, trabalharam a vida inteira para comprar porque não confiam na previdência oficial do país ou porque vem da tradição portuguesa de acumular imóveis para para gerações futuras. alguns receberam de herança, enfim, não são negociantes abastados. E até difícil, por vezes, tratar de negócios com esse proprietário quando o imóvel requer um investimento, quando o imóvel requer uma obra, quando ele tende fazer alguma alguma algum reparo ali, porque ele só vê o imóvel como fonte de extração de recursos para complemento de de renda, entendeu? Então assim, não, a exceção é que o proprietário seja um investidor de imóveis, não é a regra.
Exatamente. A gente, como você bem colocou, né, existe às vezes dificuldade da gente fazer um reparo no imóvel, que é obrigação do locador. O locador falou assim: "Pô, não tem dinheiro para fazer não, cara. Esse aluguel aí eu pago o meu aluguel, eu pago a escola dos filhos, eu não tenho como fazer esse reparo." Então é uma, essa é a realidade da da maioria dos, dos locadores. É uma parcela mínima que são investidores que vão ter 10, 15, 20, 50, 100 imóveis na tua carteira. Isso não é a realidade da maioria dos dos locadores. E aí, sensível a isso, a gente teve essas alterações na legislação para se não excluir de uma eventual tributação todos os pequenos, mas criar um marco, tá beleza? Mas quem é pequeno, quem tem até três, até cinco, até 10 imóveis, como é que eu considero aqui quem é quem é pequeno? Como é que eu faço a exclusão de pequenos locadores? E a isso foi feito no artigo 251 da Lei Complementar 214 de 2025. A, o artigo 251 trouxe lá um duplo critério e um critério cumulativo. E aqui eu faço um parêntese. Eu nunca fui bom de matemática, sempre fui horrível matemática, física, mas português eu me dava me dava bem na escola. E eu aprendi que e é adição e ou alternatividade. Então eu escolho esse ou esse celular. Aí beleza, escolhi esse. Eu não tenho como escolher esse aqui, se é ou é um ou outro. Mas se eu tenho a possibilidade de escolher esse e esse, aí eu tenho dois. Então um ou outro, um é outro. Sempre importante colocar isso. Por quê? Porque vem o artigo 251 da Lei Complementar 21425 e fala assim, ó: "Para ser contribuinte do IVA, você precisa ter mais de três imóveis. E veja, mais de três não são três. Mais de três, quatro para cima e ao ferir mais de R$ 240.000 R$ 1.000 por ano. Esse valor aqui corrigido pelo IPCA, então não é o valor de agora, mas tomando como referência aqui o artigo 251, a lei claramente diz que é um critério e outro. Então, usando aqui um conhecimento mínimo de português, eu não posso dizer que se eu tenho mais de três imóveis ou ganho acima de 240.000 por ano, serei contribuinte. Não, se eu tenho cinco imóveis, mas ganho menos de 240.000 por ano, eu não cumpro os dois requisitos e aí eu não serei contribuinte. Se eu ganho mais de 240.000 por ano, mas eu tenho dois imóveis, eu não cumpro o requisito. Esse é o quadro que tá na lei, Rafael. Mas eu acho que quando isso passar pelo crio do judiciário vai mudar. Se mudar, OK, a gente trabalha com que com o que foi interpretado, né? não obstante achar que eh e não significa alternatividade, e é adição, né? Inclusive, quando você ouve eh o pessoal do comitê gestor do do IBSCBS falando, fala em e, né, Brunão, a receita fala em e, mas como a gente sabe que a interpretação judicial eventualmente pode mudar o que tá escrito, pode ser que mude lá na frente. O quadro agora é e um e outro. E aí isso livrou o pequeno locador que aí o seu manel tem
>> Rafael uma pergunta aqui de vou usar a expressão que utiliza advogado do diabo, né? Não é esse objetivo, mas vamos falar de planejamento estratégico. Eh, marido tem três imóveis, tem cinco imóveis. Ele pode alugar três no nome dele, dois no nome da esposa.
>> É, depende do regime de casamento, né? Se tiver na no regime da comunhão parcial, ambos são donos, ele pode alugar três e ela pode alugar dois ou um e um e quatro a depender da da receita que ele gere. Aí isso em princípio a gente pode fazer. E é até uma estratégia que a gente tá usando lá na imobiliária. Agora, se eu tiver casamento pelo regime da separação absoluta, eu não tenho como eh eh alugar em nome da esposa, porque eventualmente ela não é proprietária daquele daquele imóvel. se um tiver pelo menos em condomínio, mas no regime da da comunhão parcial a gente tem estruturado dessa maneira. Lembrando que eu posso colocar, por exemplo, uma locação em meu nome e sem a minha esposa ter que assinar aquele aquele contrato, sem ter que minha esposa figurar como locadora, a não ser que esse contrato tenha 10 anos ou mais. Aí o artigo terceiro lá da lei de locações exige a outra história, mas eu posso alugar, como a gente tem imóveis alugados aqui que não soma o meu nome, não obstante ela ser tão dona quanto eu. E aí se a gente tiver encostando ali na na no enquadramento 251, a gente pode colocar em nome do outro. Ah, isso será que lá na frente isso não pode ser derrubado? Tudo é novidade. Não dá pra gente afirmar nada aqui com 100% de certeza, porque eventualmente isso pode ser judicializado e judiciário entender. Não, por mais seja comunhão parcial, mas o imóvel é dos dois, então a gente vai contar que entidade familiar. Acredito que não, mas é possível. Pode ser, né? a gente eh tá interpretação, a gente não tem como cravar o que vai ser, mas é uma possibilidade, a gente tá até utilizando isso lá na lá na imobiliária como eh balizadora aí, né, para gerir a questão da tributação em cima dos nossos clientes. Não obstante ser a minoria, a gente precisa ter essa preocupação com 20, 30 locadores nossos, não é a totalidade da carteira. a maioria, a esmagadora maioria dos nossos locadores, eles não são, não se enquadram como contribuintes do do IVA do Alv, tá? E a gente teve aqui eh isso também, veja, eu achei algo ruim para o mercado porque traz uma uma linha de corte que não condiz com a realidade, a onerosidade maior paraa locação por temporada. A locação por temporada foi equiparada ao serviço de hotelaria e teve uma onerosidade maior.
>> Tava demorando, né, Acero? Estavam querendo enquadrar em algum campo ali, né? tavam demorando a a botar no bolso de de
>> é isso acaba dando margem para bandeiras que têm sido levantadas, principalmente com lobby muito forte do setor hoteleiro, de que o a dona Maria que tem aquele apartamento de 37 m² ali em Copacabana, ela disputa com Copacabana Palace. E veja, não é a realidade do do mercado não. Na locação por temporada, a dona Maria ganha muito, cara. Um biciculozinho de 30 m² em Copacabana. também que ela fatura muito. Às vezes aquilo ali ela ganha aposentadoria de um salário mínimo por mês, o que faz ela comprar remédio, eh, tratamento de saúde, é aquele aluguel que ela tira ali. e aí equiparar com com hotelaria e opinião pessoal de Rafael, achei uma grande eh eh para ser aqui mais eufemista, uma grande eh eh um equívoco da legislação nesse sentido, mas é o quadro que a gente tem até então e a gente tem que lidar com essa questão, beleza?
dentro desse panorama aqui, a gente obviamente não vai se aprofundar até pela exiguidade do do tempo, como eu falei lá no início, enquanto uns choram, outros vendem lenço. De fevereiro até agora, a gente tá no dia 7 de abril, lá na imobiliária entraram mais de 100 imóveis novos paraa locação, pra gestão de locação. Muitos deles, colegas corretores que estão entregando o imóvel pra gente. Não, porque eu quero uma não quero mais fazer. Toma. Não tão nem vendendo a carteira. E outros que estão vindo em razão da exploração que eu faço no meu Instagram, principalmente. Exploração aqui no bom no bom sentido, evidentemente, exploração trazendo informação eh sobre BSCBS. E aqui é onde acontece a mágica. Eu falei que ia trazer aqui a ferramenta que eu tenho utilizado. Eh, essas seis postagens sobre IVAUAL, na verdade cinco postagens aqui sobre o IVUAL. A primeira delas foi feita em março de 2025, trazendo informação. Veja, não ofereci nada, só trazendo lá no meu Instagram. Você sabe o que que é o CIB, cadastro imobiliário brasileiro? os novos impostos da locação, IBS, CBS, quem tem que pagar os novos impostos, fase de testes do do IBSCBS, lançamento oficial do programa da reforma tributária do consumo, trazendo informação dessas cinco postagens que eu fiz. Uma delas, alguém me chamou no direct e aí começou a me fazer perguntas sobre a tributação e eu fui falando que existia naquele momento. Essa pessoa tem 18 imóveis na zona sul, que ela mesmo fazia administração. E qual foi o resultado disso? Esses 18 imóveis vieram pra nossa carteira. Instagram direct. pessoa conversando comigo lá, não porque eu tenho X imóveis que tá com a imobiliária Y, mas assim, eu perguntei sobre essa questão da tributação para eles e eles não souberam me informar como é que isso vai funcionar. Resumo da história, esse esse cliente especificamente tem mais de 80 imóveis, ele trouxe mais de 80 imóveis paraa minha carteira. Então, de janeiro para cá, a gente já tá perto de entrar. A gente tá começando, começou abril praticamente agora dia 2, sexta, sexta-feira, quinta-feira passada. A gente tá perto de em menos de 6 meses colocar 150 imóveis na carteira sem comprar carteira, sem comprar carteira de locação, entrando através decaptação. Por quê? A reforma tributária, ela abriu um oceano azul para quem era do mercado imobiliário. Seja você advogado, seja corretor, seja contador, abriu um oceano azul. De tempos em tempos a gente tem alguma mudança legislativa que toca, seja direta ou indiretamente na locação, que traz um alvoroço no mercado, como a reforma tá fazendo, alvorooso no mercado, não vale mais a pena, etc. aquela coisa toda que a gente tem visto. Só que essas mudanças, para quem se debruça sobre ela, para quem estuda aquela mudança, abre um oceano azul. As mesmas pessoas que têm ido para as redes sociais dizer que não vale mais a pena trabalhar com locação, que não vale a pena ter imóvel alugado, estão surfando. Por mais que use uma estratégia que eu não sou a favor, que eu não uso, que é trazer terror para vender serviço, eu prefiro agir, como vocês estão vendo aqui, trago informação, informo a pessoa e ela sabe, ela vê ali que eventualmente sozinha ela não vai conseguir gerir aquilo, ela me contrata. Então, sem assim, cada um escolhe a estratégia que vai utilizar para captar clientes, mas eu particularmente não gosto de usar esse terror para trazer o cliente. Eu trago informação, se ele não virar meu cliente, r de tudo eu o ajudei. E tá tá OK. Toda vez que a gente ajuda alguém, o universo nos devolve aquela ajuda de alguma maneira. E como eu vivo isso, eu acredito cada vez mais que nem tudo que você entrega tem que ser remunerado, pelo menos não ali de maneira imediata, que a entre aspas de remuneração ela vai vir de alguma de alguma forma e às vezes você nem entende o porque que aquilo tá sendo remunerado. Então, é utilizar o conhecimento que você tem para vender o teu serviço. E uma das melhores maneiras e a maneira que o Brunão também utiliza é trazer informação. Eu jogo informação, mas informação responsável e de qualidade. Brunão toma pancada no Instagram. Eu tomo pancada no Instagram, porque quando a gente vem lá e coloca uma informação eh muit das vezes, né, Brunão, vinda do próprio comitê gestor do do IBSCBS, vem o entendido e assim eh para assim de maneira a maneira mais educada, né, Brunão, é falar que a gente tá falando besteira. O mais educado diz que a gente tá falando besteira. Aí a gente fala: "Olha, isso aqui tá vindo do comitê gestor, entra aqui, ó. tá publicado lá na página do comitê gestor, a gente não tá inventando não, mas a as redes sociais elas estão abertas e as pessoas escrevem o que quiserem. O importante é que nós tenhamos a responsabilidade de passar conteúdo que vão ajudar o mercado. Porque toda vez que um advogado, um corretor, um contador entra no meu perfil, entra no perfil do Brunão, do professor Irapu Beltrão e vê uma informação de qualidade e multiplica, a gente está ajudando o mercado. E quando a gente ajuda o mercado, nós escolhemos frutos dessa ajuda. Profissionalmente, financeiramente, nós vamos escolher fruto dessa ajuda ao mercado. Então, a coloquei aqui como a ferramenta, eu sei que muitos de vocês não exploram o Instagram e eu sempre falo isso, deveriam explorar o Instagram. É uma máquina de fazer dinheiro, só que você precisa estar dentro dele, você precisa operar, não é? lá postar um anúncio de imóvel, aí sai correndo, aí posta um outro negócio no outro mês. É ter constância e dar informação de qualidade, você vai vender. Você vai vender. Eu eu falo isso com muita tranquilidade porque o Brunão passa pela mesma coisa. A gente tem um trabalho forte dentro do Instagram e a gente colhe frutos com isso. Colhe frutos tanto no digital, que a gente tem treinamentos no digital, quanto nos nossos escritórios, porque isso traz clientes. E aí você entra num ciclo de ou uma postagem dessa, ou ela me gera aluno, ou ela me gera cliente. Ou ela me gera aluno, ou ela me gera cliente. E você entra nesse ciclo. Agora tem que encarar como efetivamente um trabalho. Beleza? Eh, acho que meu tempo tá bem esgotado, né, Egito? A gente já combinado aí até 10:30. Então, eu vou finalizar aqui para passar a palavra pro pro Bruno. Bruno também tá aí desde o início da reforma debruçado sobre sobre o que vem tanto da receita, tanto muitas vezes publicação da presidência da República, né, Brunão? aquela a publicação lá da presidência da República dizendo que a declaração do IVA poderá ser atribuída ao corretor ou imobiliária. E aí, só para fechar aqui, para deixar mais essa essa questão, sabe o que que eu tô torcendo? Que seja mesmo, que seja uma possibilidade da imobiliária fazer. Sabe por quê? que você rentabiliza isso. Nem relógio trabalha de graça. Quem já é meu aluno aqui se atua sempre essa frase. Se além da gestão da tua locação eu tenho que fazer a gestão da tua tributação, é um trabalho a mais que eu ofereço. E se é um trabalho a mais que eu ofereço, eu vou ser remunerado por isso. Nem que seja elevando mais um pouquinho a minha taxa de administração, mas eu serei remunerado por isso. Então, ao invés da gente enxergar a reforma tributária como copo meio vazio, passemos a enxergar como copo cheio. Não é nem meio cheio, não. Ao invés de meio vazio, copo cheio, tem um oceano azul pra gente. E veja, até 2033, só em 203, pelo menos com a previsão do calendário, não obstante tá atrasado, só em 203 que a gente vai finalizar isso. Tem 7 anos, tem 7 anos pra gente fazer muita coisa, pra gente surfar muita onda. E eu espero que todos vocês que estão aqui assistindo surtem essa onda, porque é mais uma oportunidade que o universo tá dando da locação de imóveis mudar a tua vida e mudar a vida da tua família como mudou a minha. Obrigado a todos. Brunão, obrigado Egito, obrigado a OAB, obrigado a quem tá aqui assistindo e nos vemos numa próxima. Mais uma vez desculpa. Vocês vem que eu tô aqui me mexendo todo, é porque eu começo a ficar na mesma posição, começa literalmente a queimar aqui e aí eu tenho que ficar me movimentando. Obrigado, pessoal. Vamos lá.
>> E excelente palestra, Rafael. Eu só queria antes eh >> abrir espaço aqui para umas duas perguntas. O pessoal deve querer formular aqui. E queria convidar também o professor Erapuan Beltrão para compor a mesa aqui. Ele vai palestrar depois do do Bruno, então já chegou aqui agora sentar conosco aqui e estar presente. Eh, bom, pode formular. O amigo de boné ali, camisa rosa, usa o microfone aqui. Tá, tá sem som. Tenta aí. Eu não sei. Será o microfone do lado? Não. Pedi apoio aqui o pessoal da ordem. Nosso nos amigos tá indo aí para verificar a questão. Eu não de fica cheia quando o pessoal aumentar o vai mexer na gará. Alô.
>> Ah, agora sim, agora sim.
>> Eh, primeiro gostaria de me apresentar. Meu nome é Fabrício, eu sou contador, corretor de imóveis e advogado. Sou diretor de uma pequena imobiliária em Vila Isabel. Eh, queria agradecer também a OAB e a organização aqui do evento, porque eu acho que a gente tá nesse momento de ter de necessitar de muito diálogo e e troca realmente pra gente entender o que que vai sair no final dessa reforma tributária e como vai ser eh daqui paraa frente o nosso trabalho. Eh, e agradeço a Rafael pela explanação. Eh, eu gostaria de que que ele comentasse basicamente duas coisas. se houve, ele comentou mais ou menos a alíquota efetiva das locações residenciais que eu entendi, dessa redução de alíquota que vai ficar em torno de 8 e 8%. Eh, eu queria que você comentasse mais se houve alguma diferença no seu no seu entendimento sobre eh a diferença de tributação entre locações residenciais e não residenciais, né? Como é que a lei tratou isso, né? E e quanto as obrigações acessórias, o que que a o que que a a mudança da reforma tributária trouxe de novas obrigações acessórias e se tem alguma obrigação que já tá em vigor, que a gente já deve assim já começar a implementar, né? Mais uma vez agradeço aí a palestra. Um abraço.
>> Conseguiu ouvir tudo, Rafael?
>> Ouvi. Ouvi.
>> Em relação à locação não residencial, né, é a triste notícia, né? não teve um tratamento diferenciado. E aqui eu penso que qual o motivo e e não concordo, tá? Eu vou falar aqui o que eu penso que seja o motivo desse de não ter sido dado um tratamento diferenciado a locação não residencial como foi dada a locação residencial. Não obstante não concordar. Entende-se aqui que na locação não residencial teria um locador profissional. E veja, se eu tenho um locador profissional, esse locador aqui, ele não, entre aspas, tá, merece ter um tratamento diferenciado. E aí eu não vou aplicar a ele a o redutor social, a redução lá de R$ 600 por imóvel. E a Lei Complementar 251 de 2025, ela é muito clara em aplicar esse redutor social somente ali paraa locação residencial. Isso condiz com a realidade? Não, isso não condiz com a realidade. Para quem é todo, a maioria aqui é do Rio, né? Tem alunos meus de outros estados que estão assistindo aqui do Bruno, mas a maioria é do Rio. A gente tem em no bairro, um bairro aqui do Rio chamado Curicca, a gente tem alguns imóveis lá alugados e um deles é uma garagem. Garagem. O cara tirou o portão de garagem, colocou aquela porta pantográfica e passou a lugar para um barco. Cara, esse cara é um empresário do mercado, eh, da locação. Ah, não é. É o meu exemplo aqui do seu Manel que pegou lá uma garagem na na frente da casa para dois carros, ele transformou num pai e botou o negócio para alugar. é 1000 pratas de de aluguel na locação não e é uma locação não não residencial, é um imóvel misto, né, de dupla utilização. Então, a gente olhar pra locação não residencial e tratar eh como se fosse um um mercado profissionalizado, cara, não condiz com a realidade. Mas, infelizmente, assim, é o quadro que a gente tem. Pode ser que isso seja modificado. Pode ser que seja modificado porque a gente tá em período de testes ainda. Então, eventualmente a gente pode ter um tratamento diferenciado, seja pela própria legislação ou pela jurisprudência. Mas o paro que a gente tem agora é o a locação não residencial, ela não vai eh ter os benefícios que são aplicados à locação residencial. E enquanto em relação às obrigações eh acessórias, falando da locação de imóveis, por enquanto a gente não tem obrigação acessória a cumprir, né, Brunão? Estamos aí na no aguardo aí do que o comitê gestor vai colocar. Inclusive, o que que eu recomendo? Muita informação que eu trago, que o Brunão traz, a gente pega no próprio portal do Comitê Gestor. Então, acessem o o site do Comitê gestor do IBS, CBS. Tem muito conteúdo lá que só o conteúdo que já tem lá no no portal do Comitê Gestor vai te ajudar a eliminar dúvidas básicas. Tem vídeos toda hora lá, sigam o perfil da Receita Federal. Então é informação e em relação a essas obrigações acessórias, a gente tá aguardando, como eu disse, eu tô torcendo para que de fato ah seja atribuído aí não como obrigação, porque se é obrigação eu não posso cobrar por isso, mas como uma possibilidade da gestão desses tributos ser feito pela imobiliária. Por quê? Eu vou monetizar isso. Vou dizer, cliente, você quer fazer, é isso aqui, ó. Vou te mostrar como fazer. Você quer fazer, ou quer que eu faça? Você quiser que eu faça, tem aqui um honorariozinho para você para você me pagar. E a mesma a mesma eh aplicação aqui, como você vai ter tanto na para quem é contador quanto para quem é advogado, se o o cliente quer que você faça essa gestão tributária, você vai cobrar por isso. Cobre por isso. E para fechar aqui um ponto importante, a gente precisa dentro do mercado imobiliário parar de achar que para pegar cliente eu tenho que oferecer algo gratuito para ele. Não é assim que a gente bota cliente para dentro. a gente tem que oferecer algo de qualidade. Ele tem que entender que é de qualidade e eu cobro por isso. Então não discute preço. Ah, não, pô, eu tô pensando aqui, quando vi essa obrigação acessória, cara, eu vou entregar isso como um bônus pro meu cliente, cara. O cliente não vai te valorizar quando você entrega algo de graça. E quando você entrega algo de graça, ele pensa o seguinte: "Ah, realmente é algo tão banal que ele me deu até de graça. Então, monetizem o o serviço de vocês."
Gid, >> Opa. Eh, tinha uma outra pergunta também para para responder. Ah, eu não sei se você respondeu que na locação residencial aí estimada do IBSCBS seria em torno de 26 a 27%, mas tem um tratamento diferenciado para residencial de 70% que reduziria então a líquota efetiva para algo em torno de 8,5. Não sei se essa questão foi respondida. Eu tô aqui vendo outras demandas que que chegam. Bom, alguém quer fazer mais alguma outra outra pergunta pro Rafael Ciro? Pode usar o direct também. Rafael, coloca o seu Instagram à disposição aí.
>> Meu Instagram éiro. Né ciro, si e ro. Eh, hoje eu vou abrir caixa de pergunta por eu sou hiperativo, então imaginem para vocês, eu não tá podendo andar direito. Eu tô aqui, eu não sei se eu tomo remédio para dor ou para ansiedade ou se eu tomo os dois juntos. Eu não sei se pode dar algum problema, né? Porque eu não sei o que que é pior, se é sentir dor ou se é ficar o dia inteiro em casa, né? Isso realmente para mim é, eu tenho muita dificuldade em relação a isso. Então, para para eu não surtar, hoje eu vou abrir caixa de perguntas no Instagram. Então, quem quiser continuar depois da da das palestras aqui um bate-papo lá, estarei no
>> lembre que temos de medicar também uma pessoa importante que ou acompanha que ou acompan a a perdão ou acompanhará nesse momento pessoa, né, que é a Priscila Ciro, que ela deve estar aí lidando com a sua ansiedade, então não a enlouqueça.
>> Tem uma pergunta lá ao final, pode fazer uso da palavra. Liga o microfone, por gentileza, para que ele escute em casa.
>> Alô? Acho que não tá funcionando.
>> Tá sim,
>> tá funcionando. Tá escutando? Tô apertando aqui.
>> Acho que sim. Acho que tá. Tá,
>> tá chegando para ele lá. Ah, tá. Agora tá. Eh, a questão de som.
>> Tá sem som
>> agora. Tá sem som
>> agora. Tá tudo bem?
>> Agora voltou. Voltou.
>> Ah, tá. Eh, quem faz locação no Nebóspede a hóspede o recibo ou não é necessário? Porque o MBMB fala que ele não faz nada para nenhum dos dois lados, ele só um intermédio, né? Faz faz a relação de um com o outro e que você tem que fazer esse hóspede, a hóspede que entra e que sai pra Receita Federal. Sim, você vai ter que fazer essa essa gestão. Isso faz parte da gestão. Vou entrar no mérito aqui da atuação do Airbnb, até para não nem não falar bem nem mal, que não é o nosso o nosso objetivo, mas você como gestor da locação, se você faz a gestão ali de locação de imóveis por temporada, você vai ter que fazer esse controle pro teu pro teu cliente, sim, porque imagina essa questão da reforma para nós do mercado é algo novo e não é algo simples, né? definitivamente não vou levantar a bandeira aqui de que é tudo muito simples porque a gente sabe que não que não é. Agora imagina pro teu cliente, imagina pro teu cliente fazer a gestão disso. É, é obviamente que é muito mais complicado. Então isso eu vejo com bons olhos, falei que a questão da da monetização, mas eu percebo que para o mercado seria até melhor que a obrigação de a obrigação acessória lá de fazer a gestão desses tributos fosse destinada a um profissional, ao contador, que é o o principal aqui nessa nessa operação, mas que se não só ele, também a imobiliária, ao corretor de imóveis, que são os profissionais que, pelo menos em tese, estão debruçados. sobre esse esse esse tema e que vão ter capacidade técnica para fazer. Então, eh, eu não tenho locação por temporada lá na imobiliária, a gente não trabalha com locação por temporada, mas entendo eu que esse minimamente o que eu começaria a fazer agora seria o controle dessas entradas e saídas hóspede e a hóspede para quando vier eventualmente uma regulamentação que me exija isso, cara, eu já tô fazendo, já tá na minha na minha massa de sangue. E se não vier me exigindo isso, OK, eu tava eu tava preparado.
>> Tá bom, obrigada. Bom, eh, obrigado a todos que contribuíram fazendo as suas perguntas. Eu vou passar então para o Bruno Saruê para que ele apresente a palestra dele e na na sequência a gente finaliza aqui com o professor Erapuan. Após a palestra do do Bruno, antes de passar pro Erauan, a gente abre para mais duas duas perguntas. Não sei se o pessoal da ordem já tá com o slide do do professor Bruno para colocar no ar, mas Bruno, com a palavra.
Obrigado, Egito. Vou vou compartilhar aqui a a apresentação. Acho que acho que funciona. Eh, coisa me avisem aqui. Deixa eu
>> pessoal, eu vou só pedir licença para sair aqui que realmente eu tô queimando aqui as costas. Eu preciso levantar um pouco aqui que não tô aguentando mais ficar sentado.
>> Obrigado, Rafael. Fique à vontade, meu.
>> E parabéns pela palestra, Rafa. Vamos lá, gente. Vamos falar um pouquinho, vou complementar o que o Egito, né, e o que o Rafael falaram. Vamos falar um pouquinho dessa nova tributação e como é que a gente faz essas contas, né? Como é que a gente chega nesse resultado. Vou fazer aqui uma uma breve apresentação. Quem quiser aproveitar o QR code aqui e me seguir no Instagram, eh, quem tiver no celular é @professorhold, tá? lá no no Instagram também que assim como Rafa compartilha o conteúdo sobre reforma, sobre estruturação de patrimônio, eh holding, outras ferramentas aqui de estruturação patrimonial. E claro, quiserem também postar nos stories, tirar foto, marca o AB, me marca também pra gente poder eh fazer esse burburinho, levar informações para as pessoas, como o Rafa falou, informações de qualidade, porque muitas vezes tem colegas que gostam de fazer terrorismo como estratégia para vendas, né? E isso, eh, acaba atrapalhando um pouco o mercado, muita gente com informação ruim ou informação errada, né? Falando rapidamente sobre mim, gente, sou advogado formado pela Maquense aqui em São Paulo. Fiz direito societário como pós-graduação na Fundação de Jetúlio Vargas aqui de São Paulo. Também atua mais de 20 anos com estruturação de negócios, acordos de sócio, estruturação de patrimônio, especialmente com holdings. Tenho meu escritório desde 2012, a S advocacia, e dou aulas sobre essa parte de estruturação de patrimônio com ferramentas jurídicas e às vezes fora do direito há quase 15 anos, né? E com personalidade aqui, eu gosto de ouvir rock and roll, né? Tenho banda, gosto de ler livros e já saltei de para-quedas duas vezes. Mas vamos lá, vamos pro pro nosso tema central aqui.
>> Bruno, faltou o principal. Você fugiu, fugiu, fugiu, mas não falou o time de futebol.
>> Ah, poxa vida. Aí, aí é de complicado. São Paulino, mas confesso que hoje em dia não são
>> São Paulo a gente é a gente é simpático.
>> É, exatamente, né? Saco de pancadas, né, hoje em dia. Então, confesso que eu tô afastada do futebol, viu? Tô assistindo mais futebol americano que futebol nacional. Vamos lá, falando aqui um pouquinho do tema, gente, eu vou fazer uma breve introdução sobre a mudança de sistema, se alguém não tiver clareza, se alguém entrou depois, para ficar muito claro na mente de vocês como é que funciona esta parte da tributação, tá? Então, eh, hoje a gente tem eh ainda funcionando, um sistema que é multifásico, ou seja, eu tenho uma tributação que incide em todas as esferas da cadeia, como o caso do ISS. Então, quando você contrata um contador, você paga ISS. Esse contador quando contratou um advogado, pagou o ISS para esse advogado. Esse advogado quando contratou o contador dele, os sistemas que ele usa, também pagou ISS. O que quer dizer que quando você contrata um serviço, você tá pagando ISS eh para ele, sobretudo que ele já pagou o ISS também. Ou seja, todo mundo paga ISS sempre que vende um serviço e vai se acumulando isso aqui em cadeia. É diferente, por exemplo, dos Estados Unidos que eu tenho um tributo sobre consumo, né, no caso monofásico, ou seja, ele não incide durante toda a produção, ele vai incidir lá no final quando o consumidor final compra, tá? Então, por isso que a gente já teve a oportunidade de viajar paraos Estados Unidos, você chega lá no no na gôndula, você vê o valor de 100, você chega no caixa, por exemplo, a 108, porque a tributação vai ser de aí só no final da cadeia produtiva. Eh, o nosso tributo, ele é hoje multifásico e ele é cumulativo, né? vai incidindo um sobre o outro. Então, sempre que eu contrato de alguém, eu paguei imposto em cima do que foi contratado dos outros e eu não tenho nenhum crédito para isso. Então, ele é, vai se acumulando, vai empilhando aqui um em cima do outro. E aqui está a principal mudança com o IVA, né, com o IBS,BS. Eh, só para trazer um exemplo, na ISS no Rio é 5%, então e você vai pagando 5% sobre tudo que é contratado, um sobre o outro e vai aumentando no final. Quanto você pagou de tributação, você não tem a menor ideia, porque todo mundo que veio antes pagou a tributação e foi entrando uma sobre a outra. Aqui é que muda, tá? A nova tributação. Ele é multifásico, tá? Ele continua incidindo sobre todas as esferas da cadeia, porém ele é não cumulativo. O que quer dizer que na hora que eu contratar o contador, o custo que ele pagou de sistema e de advogado vai ser descontado do imposto. Ou seja, teoricamente eu não vou pagar imposto sobre imposto em relação ao IVA, tá? Não em relação aos outros tributos. Significa que quando eu contratar o meu contador, por exemplo, vamos supor que eu pague R$ 1.000, eu vou ter lá 20% novo IVA. Então, tendo 20% significa que eu vou pagar 1,200. 1000 pro contador, 200 do IVA pro governo. Na hora que eu vender o meu serviço por 2.000, eu teria que pagar 400 de imposto nesse meu exemplo. Mas eu já paguei 200 quando eu contratei o contador. Então, o saldo que eu vou pagar é a diferença, é os 200 que faltam para completar os 400. Então ele é não cumulativo. Eu posso descontar todo o imposto do IVA, do IBSBS que eu paguei quando eu contratei fornecedores para mim. Ah, se eu tiver funcionário, eu posso descontar? Não, o funcionário é o valor que você agrega do seu serviço. Então o funcionário não tem, você não vai poder descontar só quando você contratou um fornecedor terceirizado. E existe um princípio na Constituição, né, que foi colocado nas emendas constitucionais, que é a neutralidade. Ou seja, o tributo, ele não pode ser a razão para alguém tomar a decisão de contratar ou não contratar de alguém. Vocês vão ver que na área imobiliária isso vai ser relativo, tá? Então, só para ficar claro, eu tenho um tributo que vai incidir em todas as etapas da cadeia, mas ele não vai empilhar um sobre o outro, porque o próximo tem o poder de descontar o que pagou pro anterior e assim sucessivamente. Quem paga a conta final, o consumidor final, por isso que é chamado imposto sobre o consumo, porque é esta pessoinha que não vai vender nada para ninguém, que não tem para quem repassar esse imposto, então morre com ela. Ela paga e não recebe de volta. Tranquilo? Para ficar claro aqui os nomezinhos, né? IVA é imposto de valor agregado, também chamado de imposto sobre o consumo. E ele é dividido em dois tributos, o imposto sobre bens e serviços, que é ao mesmo tempo estadual e municipal, ou seja, vou ter uma alíquota estadual e vou ter uma alíquota municipal somadas para dar o valor do IBS. E eu vou ter incidindo junto sobre as mesmas operações ao mesmo tempo a CBS, que é a contribuição sobre bens e serviços, né? Contribuição que vai para o governo federal. A gente tem uma bagunça de nomes, né? Porque o nome geral é imposto, mas dentro dele eu tenho uma contribuição. Então os juristas sabem que tem um tratamento diferente, mas aqui foi juntado tudo num pacote só. Pode ser que saia alguma discussão, né, tributária mais para frente nos tribunais por conta disso. Eh, ele foi criado pela Emenda Constitucional 132, né, o IVA regulamentado pela Lei Complementar 214 e já foi modificado pela Lei Complementar 227 de janeiro desse ano. Feita essa introdução, gente, vamos eh retomar esse tema de quem é que vai pagar esse imposto. Eu vou mostrar aqui com um pouquinho mais de detalhes, complementando o que o Rafael falou para ficar claro na cabeça de vocês. Então, diz lá o artigo 251 que vai ser contribuinte do novo imposto aquele que se enquadrar nas seguintes regras. E essas regras decorrem da lógica do artigo 21 da Lei Complementar 214, que basicamente quer tributar quem tem uma operação econômica, uma atividade econômica com a área imobiliária, como Edgito falou, né, como falaram anteriormente já hoje, não é aquela pequena pessoa que tem um imóvel, né, comprimento de renda que ela faz como investimento. É para quem tem a habitualidade, né, em ganhar receita de imóveis em volume que caracteriza uma atividade econômica. Como é que o legislador caracterizou isso? Com as regras que estão no 251, que são essas daqui. Alugar quatro mais imóveis. A lei fala mais de três, só dá para trabalhar aqui com números inteiros. Então, se eu tenho quatro mais imóveis alugados, eu tenho mais de três. Ah, Bruno, mas eu tenho um imóvel que eu e recebi por herança, dividido com meus irmãos, eu tenho 33%. Para você, esses 33 são considerados um imóvel. Então, no teu nome importa a fração que você tem do imóvel. Sempre que tiver eh este imóvel que você tem fração alugada, ele é considerado como um imóvel. Então, se eu tiver quatro ou mais, sendo mais de três, né, quatro ou mais propriedades imobiliáries do meu nome, gerando receita de locação, arrendamento ou sessão onerosa, eu já me enquadrei no primeiro requisito. E o segundo ganha mais do que 240.000 no ano com locação, que daria 20.000 por mês, mas esse valor é corrigido pelo IPCA desde janeiro de 2025. E por isso que a gente fala que é bom ter calculadoras, bom ter sistemas, porque você vai ter que fazer essa atualização todos os meses para saber qual está sendo o limite, para saber como é que vai ser o enquadramento pro próximo ano. O que pode ser que você chegue pro seu cliente lá em novembro e fale o seguinte: "Olha, eh, melhor não fechar um novo contrato de locação, esperar o ano virar, porque senão você vai estourar o limite, ano que vem você paga o IBSBS. Melhor esperar o ano virar e você fecha o contrato assim que virar o ano para você não estourar. Esse limite corrigido hoje, tá? Com o índice que saiu eh de fevereiro, liberado em março, ainda não saiu de março, liberado em abril. Temos aqui o valor de 252, que já daria mais de R$ 21.000 por mês de locação para se enquadrar. Perdão. Isso tudo olhando, gente, o ano anterior. Então, chegou no dia 31 de dezembro, eu tenho que ver qual foi o limite que eu tinha no dia 31 de dezembro e qual foi a receita que essa pessoa teve. Estourou o limite naquela data. Parabéns, vai ser contribuinte no ano seguinte, mas o legislador, como a gente sabe, não gosta muito de esperar. E aí ele trouxe um requisito extra lá para baixo, um parágrafo 2º do artigo 251, dizendo assim: "Olha, mas se no próprio ano você alugar quatro mais imóveis e ultrapassar em 20% o limite que estava previsto aqui em cima, você já começa a pagar desde agora". Então o legislador falou assim: "Já vou trazer o número atualizado, tá? porque
Também atualiza pela. O legislador basicamente disse: "Olha, se ao longo do ano você estourar os 303, valendo isso para agora, o mês de abril, né, e daqui a pouco muda quando sai o índice de março, se você estourar os 303 alugando quatro ou mais imóveis ao longo do ano, eu não vou esperar chegar o ano que vem, eu vou antecipar e você já começa a contribuir desde já."
Então, sempre é preciso olhar o valor para saber: eu já comecei a pagar esse ano? Opa, sim. Então, não tem jeito, não tem para onde correr, vou ter que começar a pagar. Ainda não. Perfeito. Mas será que eu vou estourar o limite? Vou ter que pagar ano que vem? Vai ser necessário fazer essa gestão. E, claro, quem quer levar diferencial para o seu cliente vai ficar atento a isso. Desalugou um imóvel? Olha, talvez seja melhor a gente esperar um pouquinho porque está com risco de estourar o limite aqui esse ano e se estourar, vai ficar mais caro o ano que vem. É um ganho de poucos meses que não vai, talvez, valer a pena ante toda a tributação do ano que vem. Ou não, às vezes é uma locação de valor alto, talvez mesmo assim vale a pena melhor fechar aqueles dois meses do que correr o risco de não fechar essa locação.
Vai ser uma análise aí necessária de se fazer mensalmente por corretores, por contadores e até por advogados, né, no assessoramento dos seus clientes. Então, muito importante acompanhar esses limites, acompanhar dados de inflação aí todo mês. Tem a calculadora do IBGE e do Bassem que traz essa atualização fácil, fácil.
Bom, feita essa introdução, sabendo dos quatro ou mais imóveis e o limite de 240 corrigido, que já é mais de 250 para o ano anterior e mais de 303 para o ano corrente, vamos falar rapidamente do redutor social, que, como o Rafael falou, é um benefício dado apenas para a locação residencial. Como o próprio nome diz, né, redutor social tem como ideia fazer uma certa justiça social, que é: "Olha, eu vou tributar quem faz essa atividade de maneira habitual, com grande volume, mas eu vou dar uma colher de chá, porque eu sei que a gente tem déficit de moradias, principalmente moradias de qualidade no país." Então, eu vou dar um redutor para locação por moradia que vai beneficiar melhor aquele aquela pessoa mais simples que tem uma locação mais barata em relação àquele que tem uma locação mais cara.
O valor do redutor é de R$ 600 por imóvel, por mês, imóvel residencial, sempre, né, até o limite do valor da base de cálculo e corrigido pelo IPCA, já está em 632. Então, vocês veem que todos os limites aqui de locação têm correção mensal pelo IPCA.
Deixa eu explicar como funciona o redutor social. Suponha que você tem uma locação de R$ 1.000 por mês. Ele permite abater 600 e aí o imposto vai ser sobre a diferença, sobre os 400. No caso aqui vai ser 632, né? Então, vai ser 368, mais ou menos 367,96, que você vai ter como base para a tributação. Agora, isso foi para um exemplo de 1.000, certo? Agora imagina para o exemplo de 10.000. O valor do redutor é o mesmo, só que o impacto da redução vai ser pequenininho. Por isso que ele é um redutor social. Para pequena locação, ele vai ter um peso muito grande em reduzir o imposto. Para a grande locação, ele vai ter um peso pequenininho em reduzir o imposto. Mas, ainda assim, reduz para todos, né?
A locação para moradia, na visão do legislador, é mais importante que as outras duas modalidades, que é a comercial e a por temporada. Então, por isso ele trouxe esse benefício aqui. Quando ele fala "até o limite do valor da base de cálculo", é porque se por acaso a locação fosse de R$ 500, o teu limite seria zerar a tributação e não te deixar com crédito sobre aquele cento e pouco que ficou de fora. Então, se a locação é inferior ao valor do redutor social, vai ter um tributo zerado, tá?
A vantagem de ter um tributo zerado e não uma imunidade ou uma isenção é a seguinte: você ainda pode tomar crédito. Então, você não vai ter tributo para descontar, você vai pedir esse crédito daquilo que você pagou nessa manutenção desse imóvel, nessa gestão desse imóvel, você vai pedir para ser devolvido em dinheiro. E o governo vai devolver isso em dinheiro no ano seguinte.
Gente, vão anotando as dúvidas, tá? No final eu tiro as dúvidas, se tiver, porque eu sei que o tema pode despertar várias dúvidas, né? E assim como o Rafa, também abrirei caixinhas de perguntas se não der tempo de tirar todas as dúvidas.
Vamos para a base de cálculo, porque aqui eu sei que gera algumas dúvidas do que pode, o que não pode, e já já eu trago exemplos de números. Inclusive, gente, exemplos para mostrar que muita gente não se atentou em relação à forma correta, tá, de fazer esse cálculo do imposto, e isso pode trazer uma diferença prática no dia a dia de vocês e dos clientes de vocês.
Vamos lá. A base de cálculo, a rigor, é o valor da locação, da cessão onerosa ou do arrendamento. Então, aluguei por 1.000. A rigor é esse valor e eu posso lá descontar o redutor social. Mas a lei decidiu que não é só o valor da locação. Se tiver atraso e teve acréscimo como juros, multa, correção monetária, qualquer outro encargo, isso entra também, tá, no valor. Acréscimos decorrentes de ajuste no valor da operação. Então, correção que você tem lá pelo IGP-M depois de um ano, por exemplo, pelo IPCA, aumentou o valor, entra na conta também. Descontos concedidos sob condição. Então, por exemplo, "Olha, eu vou te isentar dois meses de aluguel por conta da reforma que você vai fazer." Para o legislador, aqui não importa o desconto que você deu. Como é com condição, você vai investir este valor no próprio imóvel. Esse valor cheio da locação, sem o desconto, deveria ser tributado com o IBS. E demais importâncias cobradas ou recebidas como parte do valor da operação, inclusive seguros e taxas. Atenção aqui, quem cobra do inquilino, né, seguro, cobra alguma taxa dele diretamente, tá, entra no preço. Então, o que que o legislador falou? Se você está cobrando do inquilino o valor do seguro contra incêndio, isso entrou no preço da locação. Já vou explicar no próximo slide como é que você tira isso do preço, tá? E a taxa da imobiliária, para dizer: "Ó, é o valor cheio, você não desconta a taxa de administração aqui." Essa taxa é uma questão do proprietário com imposto de renda que permite descontar. O IBSBS não permite descontar a taxa, apenas o imposto que você pagou sobre essa taxa, né? O IBSBS que a administradora cobrou de você é o que você vai poder descontar.
E, opa, perdão, gente, toquei aqui na tela sem querer. E o que não entra no valor da locação? Não entra o próprio imposto IBSBS, ele é calculado por fora. E gravem essa informação, porque ela é importantíssima e pouca gente está atenta à mudança que isso vai trazer. O valor ele entra por fora. Então, se o valor da locação é 1.000, que eu tiver que cobrar lá 8,4%, esses 800, esse R$ 84 vai incidir depois. Então, o valor que eu declaro de locação é 1.000 e o inquilino paga R$ 1.084, tá? Já vamos falar sobre isso já. Então, o próprio IBSBS não entra, tá, no valor, ele é colocado por fora.
Não entra os tributos que estão morrendo com a entrada do IBSBS, que é o IPI, ISS, o ICMS, o PIS/COFINS. Então, eles não entram na base de cálculo aqui do IBSBS, eles seriam tirados, né? Descontos incondicionais. Então, se eu dei um desconto porque eu fiz uma negociação com o inquilino, exemplo, pandemia, né, teve um pico de alta ali mais de 35% mais ou menos de IGP-M, muitos inquilinos negociaram com os proprietários um aumento de 10%. Esse desconto de 20% não tinha uma condição, né, 20, 25%. Então, esse desconto não tem tributação porque ele é incondicional, é uma negociação. E aí não entra reembolso ou ressarcimento recebido pelo valor pago relativo à operação por conta e ordem em nome de terceiros, desde que a documentação relativa à operação seja emitida em nome do terceiro. Explicando isso, traduzindo para o português, significa que se houve uma manutenção, né, foi feito um reembolso ou aquele seguro, né, se ele foi emitido em nome do inquilino e por acaso, né, foi pago pelo proprietário, ele está reembolsando o proprietário porque foi emitida em nome dele a documentação fiscal, tudo bem. Aí você pode tirar do valor da locação, você pode tirar da incidência do IBSBS. Então, manutenção do imóvel, ele foi feita uma manutenção e o recibo dos serviços do material saiu em nome do inquilino, né? E está havendo um desconto para ter reembolso disso. Bom, esse reembolso estaria fora, né, da tributação, só a locação que seria tributada e não eventualmente esse repasse de valores aqui, mas tem que ser emitido o cupom fiscal em nome do terceiro, que seria o inquilino, e não do proprietário, tá? Então, se o proprietário pagar ali a reforma e tiver o recibo no nome dele, não vai poder descontar essa parte aqui. Ele vai, eventualmente, ser tributado por isso. Qualquer coisa, mande as dúvidas depois que eu esclareço melhor.
Vamos lá. Também não entra, né, os tributos e emolumentos existentes sobre o imóvel, como, por exemplo, o IPTU, taxa de lixo, taxas, né, que as prefeituras costumam cobrar sobre o imóvel. Isso está fora da base de cálculo, ou seja, não entra, não tem IBSBS sobre esse valor. E também despesa de condomínio. Não tem IBSBS sobre despesa de condomínio. A dificuldade, a discussão é na locação por temporada. Como individualizar isso? Se é que a lei de fato permite individualizar, porque a locação por temporada está sendo tratada em outro capítulo, né? Ele joga lá para a parte de hotelaria.
Resumindo, gente, a base de cálculo é o valor da locação, acrescido de multa, juros, correção monetária, né, e descontar o valor de outros tributos e da taxa de administração do condomínio, tá? A rigor, é isso que a gente vai ver na prática. Lembrar sempre de fazer recibo de manutenção, essas coisas, diretamente em nome da pessoa que está alugando, né, do inquilino, e não em nome do proprietário, inclusive o seguro, para poder tirar da base de cálculo desse tributo.
Vou falar da alíquota e aí a gente vai indo. Falo rapidamente locação por temporada e vamos falar de números, que eu acho que é o que a maioria quer ver.
Alíquota. Gente, eu estou partindo da estimativa que o Ministério da Fazenda soltou lá em 2024, dizendo que seria 28%. Já estudos mais recentes que falam 28,7%, mas estudos privados, não um dado que veio do governo federal. Então, estou indo com a estimativa que o próprio governo fez no último estudo que eles publicaram. E aí eu tenho descontos que a lei trouxe sobre essas alíquotas. Na locação residencial para moradia, claro, 70% de desconto. Então, se for 28%, teria uma alíquota de fato de 8,4%. Locação comercial, a mesma coisa, os mesmos 70%, então daria 8,4%. E a locação por temporada, essa sim tem um desconto menor que seria de 40%, que vai fazer com que ela seja exatamente o dobro da locação para moradia comercial. Então, se vai ser 8,4%, a moradia comercial vai ser 16,8% a locação por temporada.
Gente, lembrem-se que 28% é uma estimativa e que esse imposto tem três alíquotas dentro dele. Então, eu vou ter uma alíquota federal, uma estadual e uma municipal. Isso quer dizer que vai variar para cada município e cada estado que você trabalha. Então, quem assessora clientes em estados diferentes ou que tem propriedades em estados diferentes, vai ter duas alíquotas diferentes, a do estado e a do município. Quem assessora pessoas com imóveis em municípios diferentes, vai ter tributação diferente para cada município. Então, vai ter que fazer essa conta aí periodicamente para cada imóvel, né, para poder fazer um planejamento de números para esse cliente. E lembrar que naquela localidade, locação por temporada vai ser o dobro da locação para moradia e comercial em termos de alíquota.
Como é que vai ser a forma correta da gente fazer este cálculo? Vamos lá, vamos falar de números. Vou pegar um exemplo. Peguei um número um pouquinho maior para ficar mais claro, mais evidente. Pense numa locação pessoa física na faixa de R$ 10.000. Eu estimei que se essa pessoa tem um imóvel que ela recebe R$ 10.000 por ele, provavelmente ela tem outras receitas. Ela, eu estimei uma pessoa na casa de R$ 25.000 de receita de locação, né? Vamos supor que ela só vive de locação. 25.000 faria com que ela se enquadrasse ali provavelmente no IBSBS junto com o volume de imóveis. Ela estaria ganhando R$ 25.000 por mês numa alíquota efetiva de 22,44% de imposto de renda, tá? Então, quando ela aluga por 10.000, ela paga por dentro esses 22,44%, significa que ela vai descontar desses 10.000, daria R$ 2.244 e ela teria um líquido de R$ 7.756, tá?
Na hora que eu vou olhar o IBSBS, esse IBSBS não vai ser descontado dos 10.000, ele vai ser acrescentado aos 10.000, de modo que o valor final seria 10.840 para eu manter a mesma receita que eu tinha antes. Ele vai repassar esse valor para o inquilino, porque pela regra eu tenho que acrescentar isso por fora do valor da locação e não descontar por dentro. Qual é o problema aqui? Será que ele não consegue alugar o imóvel do lado pelos 10.000, sem esses 840, considerando que talvez o vizinho não é contribuinte porque não tem a mesma quantidade de imóveis e de receita? Então, aí começa a surgir um descasamento com o princípio da neutralidade, porque eu posso, de fato, ter um problema de concorrência de mercado aqui. O meu preço fica maior, a não ser que eu absorva esse custo, significa que eu teria que acrescentar os 840, esse 2.244, diminuir aqui para 6.000 e pouco o meu resultado final, tá? Então, se ele for absorver, ele vai morrer com prejuízo ainda maior, vai sobrar para ele proprietário menos ainda, tá? Se ele for absorver dentro do valor. Lembrando que ele vai pagar os 22,44% sobre 10.000 e mais 840 que vão incidir sobre os 10.000.
Mas tem uma forma de eu mitigar um pouco esse impacto, que é a seguinte: lembra que o IVA vai incidir por fora? Então, ou eu assumo esse IVA por fora e morro com esse prejuízo, diminuo mais 840 aqui na minha saldo líquido, ou eu ajusto o valor da locação para que ele, acrescido do IVA, fique nos mesmos 10.000 que eu cobrava antes. Tem que fazer uma forma reversa aqui, né? Mas eu talvez baixaria o valor dessa locação para este proprietário, de modo que o valor não seria 10.000, mas sim 9.225,09, que daria exatamente os 10.000 ao se somar com o IVA sobre 9.225, acrescentado depois, que daria aqui não 840, mas 774. E eu chegaria para o inquilino no mesmo valor. Ao diminuir o valor da locação e diminuir um pouquinho o valor do imposto de renda que eu vou pagar, eu tive uma economia aqui de R$ 173, quase R$ 174. Então, essa seria a forma correta de fazer isso, porque o imposto tem que entrar por fora. Se eu quiser praticar o mesmo preço de mercado que o meu concorrente que não paga esse imposto, eu preciso diminuir o valor da locação para que, ao final, somando com o IVA que entra por cima do valor, acresce o valor, eu tenha os mesmos 10.000 para o inquilino.
O resultado prático disso na pessoa física é que eu diminuo em 173, quase 174, imposto de renda, diminuo R$ 65 no IBSBS, né, e tenho um prejuízo de 601 aqui ao final, tá? Eu não perco 840, eu perco 601. Obviamente que eu tenho uma queda, perdi aqui 7,75% ao invés de 8,4% de fato, né? Mas eu consegui uma economia de imposto de renda aqui de 0,65%. Claro, é um imposto novo que não existia no segmento imobiliário. É óbvio que vai ter prejuízo quem tiver que pagar ele. Só que eu posso, pelo menos, tentar mitigar um pouco esse prejuízo, né, e ter um pouquinho de economia aqui para não perder tanto assim e manter uma competitividade de mercado. Que a gente vai ter que ver como que a gente vai escrever esse contrato, né? E o Rafael discutiu bastante com a forma certa de escrever. A gente vai depender da interpretação do fisco depois, mas a rigor, eu penso que a gente deveria colocar aqui o valor neste exemplo, somado dos tributos, dará X. Se eu quiser concorrer com o mercado. Se eu não quiser fazer isso, se eu quiser repassar integralmente, mantenho os 10.000 e falo que o valor será acrescido dos tributos incidentes sobre a locação quando forem incidentes e que vai ser, evidentemente, repassado, como detrimento na lei, para o consumidor final, que seria o inquilino, e ele pagaria 10.840 ao invés de 10.000.
Então, aqui é uma forma de você trabalhar a condição de mercado para segurar essa locação para esse cliente. Isso é o que vai acontecer com a pessoa física. Mas na pessoa jurídica, a gente tem um efeito bem interessante.
Pessoa jurídica, gente, é a tal da holding que o mercado fala, que é uma empresa que, na prática, é uma administradora de imóveis próprios, tá? Vamos fazer a conta aqui, considerando a tributação de hoje. Hoje, tá ganhando 25.000, ela pagaria ali 11,33%. Então, qual que seria o impacto sobre essa locação de 10.000 aqui? Ao invés dos 22,44%, ele paga 11,33% hoje, que daria o líquido de 8.867, bem mais que os 7.000 e pouco, né, lá do exemplo pessoa física. E neste exemplo, mesma coisa, eu colocaria por fora, para o inquilino pagar os 10.840. Mas se eu não quiser repassar os 840, mesma lógica, eu vou diminuir aqui o valor da locação. Mas olha o efeito que acontece na pessoa jurídica. Perdão. Eu pagando por dentro o imposto hoje de 11,33%, que é a soma de imposto de renda, CSL, PIS/COFINS, né? Eu vou chegar nos 11,33%. Só que eu vou tirar dessa conta o PIS e COFINS. O PIS e COFINS, eles vão incidir sobre o valor total, enquanto imposto de renda e CSL incidem sobre aqueles 32% do lucro presumido, o que significaria que eu vou jogar para baixo para 5,28% ao tirar o PIS e COFINS daqui. Isso me daria uma economia de imposto de renda e CSL expressivo aqui, de R$ 645, mais de 50% aqui nesse exemplo, que me daria um saldo líquido bem mais interessante. E jogando o IVA por fora, é o mesmo valor, chegaria naqueles 10.000. Eu teria um impacto aqui efetivo de 1,45%. Nesse exemplo, podemos chegar em cerca de 3,5%, dependendo dos montantes financeiros, né, nas estimativas que a gente calculou aqui. Mas eu tenho uma redução muito grande do impacto quando eu faço dessa forma de calcular por fora, porque eu tô tirando o PIS e COFINS aqui de dentro. Mas eu vou ter um aumento porque eu não tinha ISS, né? Aí agora eu tenho um tributo equivalente para ser cobrado no lugar, então eu vou ter um pequeno aumento de carga tributária, mas o impacto é muito menor.
Calma, não estou dizendo que é para fazer holding para todo mundo, porque tem aí que analisar o cenário concreto desse cliente, porque tem nem sempre vai valer a pena, porque eu tenho custo de contador, já mostro para vocês, tá? Então, às vezes esse custo torna talvez inviável esse benefício porque vai ser equivalente ou mais caro. E tem o custo de montagem da holding, né? O Supremo está discutindo lá a questão de quando que eu tenho que pagar ITBI ou não. Mas a tendência, a meu ver, é que tenha que se pagar ITBI, nem que seja parcial. Então, eu preciso avaliar caso a caso para ver se realmente vale a pena. Às vezes, simplesmente eu divido o valor da locação que estava sendo declarado só pelo marido, por exemplo, entre o marido e a esposa, declarando meio a meio, caio abaixo do limite lá dos 251.000 do ano e aí eu tô livre do IBSBS, fico só com os 22,44% do imposto de renda, tá? Então, talvez seja ali uma solução que possa ser mais interessante do que a holding, depende de cada caso.
Então, esses slides, gente, é para mostrar para vocês que o correto, considerando que esse é o imposto que eu estou tirando, no caso da PJ, o imposto que é por dentro, que é o PIS/COFINS, estou colocando por fora, correto? Então, eu diminuir o valor que eu cobro hoje para que o impacto seja menor, porque senão eu vou ter inclusive um efeito inflacionário. Então, o certo era a gente ir ao mercado hoje, aquele produto que está sem no mercado, ele não estar mais sem, ele ter diminuído de valor para que, na hora que eu chegue lá no caixa, ele estar sem com o IBSBS acrescentado por fora, porque o governo, para pessoa jurídica, está tirando um tributo que está por dentro, que é o PIS/COFINS, está tirando, no caso do mercado, o ICMS. Então, eu deveria ter uma redução do preço na gôndola para que, ao final, eu tenha o mesmo preço de hoje. Se as empresas farão isso, de fato, difícil dizer. É possível que não. "Ah, o pessoal já está acostumado com o valor de 100 e o governo fala que é para cobrar por fora o IBSBS. Então, vou só acrescentar o IBSBS. Você pagava 100, lá na frente você vai pagar 128 e seja feliz, né?" Não seria, a meu ver, a forma correta, mas temos que ver o que que vai acontecer. Óbvio que a diferença, né, vai ir pro bolso, né, desse empresário, pode ser que aumente, na verdade, o lucro ao repassar esse tributo por fora, sem diminuir o valor. Quem se atentar a isso ganha competitividade de mercado, que vai ter um preço mais competitivo, a não ser tão ganancioso nesse lucro. Vamos ver o que que vai acontecer.
Então, só para ficar claro, gente, uma possibilidade para vocês ajudarem o seu proprietário a ter um preço competitivo no mercado é diminuir o valor final para que, com o IVA, fique no mesmo valor que o inquilino já paga. E para isso, você vai diminuir o valor, acrescentar por fora e nesse valor de 10.000 desse exemplo. Então, cairia para 9.225, diminui um pouquinho o imposto de renda, mitiga um pouco a carga que ele vai pagar. Lembrando que não é o caso da maioria dos proprietários. Mas é muito provável que aqui o locatário se enquadre nessa situação e você precise trazer solução para ele.
Caminhando aqui mais já pro fim da minha apresentação, como é que fica na holding na hora que eu vou olhar a tributação mais ampla, tá? Não só um exemplo, mas olhar o total que a pessoa pagaria. Pensa no exemplo do empresário. Eu peguei empresário para não ter imposto de renda aqui, mas dependendo do valor, ele teria o imposto de alta renda. Neste exemplo que eu vou dar aqui, os exemplos não têm imposto de alta renda. Então, se eu tenho quatro imóveis a 5.000 por mês, eu teria aí R$ 20.000. Na pessoa física, eu pagaria 21,18%. R$ 20.000 está abaixo já do limite corrigido pela inflação, que seria de R$ 21.000. Então, neste exemplo, quatro imóveis a R$ 5.000, o imposto de 21,18%, não tem IBSBS, porque eu não estourrei o limite de R$ 21.000. Na pessoa física eu pagaria 4.236 de imposto e na pessoa jurídica 3.000. Significa que eu teria uma economia de 1.228 na holding por mês e 14.000 no ano.
Agora pensa o seguinte: eu estou comparando uma alíquota de 15% na PJ, a alíquota final efetiva lá em 2033, tá, gente, depois da transição toda, com uma alíquota de 21,18%. Isso sem fazer aquela redução que eu falei, tá? Só cobrando valor cheio. Daria 15,4% contra 21,18%. Ao fazer esta comparação com o valor de 1.228, você vai pensar que é um benefício, mas se você considerar que ele vai pagar mais ou menos meio salário mínimo de contador, 750, pelo menos, esse benefício já cai para uns R$ 500. E você tem o custo de ITBI de botar esses quatro imóveis na holding. Pode ser que a curva de recuperação desse valor, mais custas de advogado, custas de cartório, ele vai levar, sei lá, 20, 30 anos para recuperar esse valor com uma economia de R$ 500 por mês. Então, pode ser que nesse exemplo não valha a pena. Melhor ficar na pessoa física mesmo, porque é mais barato a longo prazo, considerando o tempo que ele vai levar para recuperar o dinheiro que ele colocou. É melhor talvez deixar esse valor que ele ia gastar aplicado, que vai ser, vai render mais, vai ter um resultado melhor.
Agora imagina que eu boto mais um imóvel de R$ 5.000, ele vira contribuinte do IBSBS, sobe para 22,44% imposto de renda mais os 8,4% aqui mais ou menos que ele teria que pagar do IBSBS, joga para quase 7.500 o valor do imposto vai de 20 e poucos para 21 para 29, quase 30% a carga tributária, enquanto que na holding, ainda calculando sobre valor acrescido, sem baixar o valor da locação, eu ficaria aí com a mesma alíquota de 15,04%. Ou seja, em pontos percentuais, tem uma diferença de 14,76%, com uma economia de 3.690. Poxa, aí talvez valha sim a holding. Claro, tem que fazer um estudo detalhado de cada caso, mas pode ser que ele está economizando aí mais ou menos quase R$ 3.000 por mês. Descontar do contador, pode ser que ele recupere esse valor que ele vai gastar para montar holding em 5 anos e dali para frente economia na veia. Então, pode ser que esse caso valha a pena sim a holding, tá? Então, a gente precisa sempre analisar o caso prático do cliente, mas pensar no CNPJ para quem ganha bastante de locação e de arrendamento pode ser uma saída interessante.
Agora imagine que são cinco no Airbnb, que a alíquota é o dobro, é 16,8%. Eu teria os mesmos 22,4% que é a mesma receita de imposto de renda, só que eu teria o IBSBS jogando para quase 40% a tributação dessa locação por temporada. Aí, gente, não tenha dúvida. A holding vai valer bem mais a pena. A economia aqui é a mesma que no exemplo anterior, porque os percentuais PJ são os mesmos. Então, de novo, você olha e fala: "Poxa, acho que esse cliente deveria ter uma holding." Mas tem uma solução ainda melhor para o Airbnb, que é o Simples Nacional. Normalmente a holding tem que estar no presumido para locação comercial e para residencial, mas a locação por temporada é exceção. Mas só para locação por temporada, tá? Não poderia ser a locação comum. E aí ele parte de uns 39,24% da pessoa física para 8,08% nessa holding, né? A economia dele vai de 3 e pouco para 77,90%. Poxa, é uma 31%, desculpa, 31 pontos percentuais de economia. Valeria muito a pena para esse inquilino, perdão, para esse proprietário alugar pelo Simples Nacional.
Resumo da história: eu preciso analisar caso a caso, eu preciso saber calcular a história do por dentro e por fora, então diminuir o valor da locação para talvez mitigar o impacto da carga tributária. E eu preciso saber avaliar o cenário do cliente, se tem cônjuge, se não tem, como é que você faz essa divisão e como é que você bola estratégias. Poxa, pode ser que vale a pena. Ele tem dois imóveis de Airbnb, vale a pena montar uma holding Simples Nacional, mesmo que ele pague o contador, por quê? Tira a pessoa física do IBSBS e joga a carga lá para baixo sobre esses dois imóveis. Então, se ele pagava 22 e pouco nessa locação na pessoa física, ele passa a pagar 8,08%. Pode ser até que fique no zero a zero com o custo do contador, mas ele tirou a pessoa física do IBSBS e aí isso diminui drasticamente a carga tributária que ele vai pagar. Então, são estudos que vocês precisam fazer para o cliente de vocês aí no dia a dia, caso a caso, para ver qual é a melhor solução para aquela família.
Para fechar, gente, vou falar da regra de transição, que abre uma oportunidade fantástica para, depois de fazer essa análise pensando como é que vai ser lá em 2033, porque eu trouxe aqui casos só de alíquota já cheia lá na frente. A gente tem a possibilidade de, durante a transição, conseguir uma economia melhor ainda para o cliente, para ele recuperar logo o que ele vai gastar para montar holding, se for o caso de holding. Para vocês saberem, neste ano de 2026, teoricamente, a gente deveria ter a cobrança da alíquota teste, que é 0,9% da CBS e 0,1% do IBS, que daria aqui 1%. Só que isso só vai acontecer depois que saiu o regulamento de como o Comitê Gestor vai trabalhar o IBSBS, porque tem várias coisas que a lei mandou olhar lá no regulamento e o regulamento não existe ainda. Então, a própria Receita, junto com o Comitê, falou: "Olha só, vamos começar a cobrar nota fiscal e o pagamento dessa alíquota teste ou o fornecimento de informações completas em que você vai ter dispensa de pagar a alíquota teste somente a partir do primeiro dia do quarto mês pós publicação do regulamento." Significa que se o regulamento for publicado em abril, maio, junho, julho e agosto, lá em agosto você começaria a ter que emitir nota fiscal e eventualmente pagar esse valor se você não declarou tudo que a Receita quer enxergar. Por enquanto, a gente está em compasso de espera, né? Ainda não tem prazo definido para quando vai sair. Se sair mês que vem, já vai para setembro e vai indo. Talvez a gente nem tenha alíquota teste nesse ano, mas em 2027, isso aqui eu tirei do site da Receita Federal, gente, está faltando 2028, tá? Porque 2027 e 2028 é a mesma regra. 2027 e 2028 eu extingo o PIS e COFINS e começo a ter a cobrança quase cheia da CBS, que é 9, vai ser 99,9% da alíquota que o governo federal definir como alíquota da CBS. Eu vou ter uma redução a zero do IPI, que não importa muito para a gente, e tenho imposto seletivo, que também aqui não importa muito para a gente. Mas basicamente, 2027, 2028, eu vou cobrar CBS, não vou cobrar ainda praticamente o IBS, porque vai ser uma alíquota de 0,1%. Enquanto vai ser 99,9% da CBS. Basicamente, 2027, 2028, a gente para CBS no lugar do PIS. E de 2029 a 2032, aí sim, ICMS, ISS começam a morrer e eu vou ter aqui um aumento do IVA, vai do IBSBS gradual ao longo do tempo, ao mesmo tempo que eu tenho uma redução aqui do ISS, do ICMS. Então, vou cobrar 10% do IBSBS em 2029, 20% em 2030, 30% em 2031, 40% em 2032 e aí 2033, a alíquota cheia para todo mundo. A partir de agora, eu cobro 100%. E notem que eu tenho um salto grande, hein? De 40% para 100%. Então, vai ter um de 32 para 33, tem um baita aumento de tributação. O cliente já tem que estar preparado para isso.
O que a gente pode é, ao longo desse tempo, para quem valer a pena, por exemplo, a holding, aproveitar que a alíquota vai ser menor, né, para economizar mais dinheiro, para recuperar mais rápido o que foi investido para a montagem da holding. Lembrando que a holding não é para todo cliente, é para uma minoria, né? Mas para esta minoria pode fazer bastante sentido.
Só para trazer números, tá? Considerando que a gente tem uma alíquota que eu estimei aqui em mais ou menos pela média da tributação, 18% de alíquota estadual, que meio que equivale aí ao ICMS, 5% de IBS municipal, que seria mais ou menos a alíquota ali do ISS, e 5% da CBS, que seria um pouquinho ali abaixo da média entre o PIS e COFINS do lucro presumido e do lucro real. Eu chegaria mais ou menos nessa configuração aqui de alíquotas para chegar nesses 8,4% e 16,8% da locação por temporada. Esse primeiro ano seria 0,3% locação comum, 0,6% devolvido, e ele vai crescendo, vai para 1,53% a carga teoricamente total aqui em 2027/2028 do novo imposto. Aí vai subindo paulatinamente, 2,19% em 2029, sempre o dobro, né, na locação por temporada, 2,88% em 2030, 3,57% em 2031, 4,26% em 2032, até que finalmente em 2033 são os 8,4%.
Como o Rafael falou, tem muita gente fazendo terrorismo e muita gente que entrou em pânico com a nova tributação. Confesso que eu também, tá? Quando saiu a Lei Complementar 214, eu li, não entendi patavinas o que estava lá. Eu dei uma desesperada, passei umas noites sem dormir, tentando entender, estudando para caramba a legislação, algumas boas semanas sem dormir. Mas aí eu entendi e falei: "Calma, o susto não é tão grande." Até porque na área imobiliária o impacto ele não é tão grande, ele vai ser um impacto pequeno e vai crescendo com o tempo até que aí sinta um impacto expressivo. Então, nesse meio tempo, os clientes talvez nem vão dar muita bola, porque ah, vou perder 1,53%, tá bom, não estou muito preocupado. Mas quando chegar nos 8,4%, ele vai estar. Só que eu não tenho que esperar chegar em 8,4% para bolar a estratégia para esse cliente. Eu tenho que fazer isso agora para já deixar ele preparado, para aproveitar que a alíquota está baixa, para recuperar o dinheiro que ele vai gastar para se reestruturar, para que lá na frente ele esteja no melhor cenário possível.
Então, para nós que trabalhamos com isso, uma janela de oportunidade gigantesca da gente ganhar muito trabalho e dinheiro com a reforma tributária, porque nem o nosso cliente, nem muitos colegas nossos, nem juízes, nem procuradores, nem fiscais entenderam isso direito, e a gente vai ajudar a formar essa opinião. E se a gente já tiver bolado estratégias e cenários, o nosso cliente com certeza está na frente da maioria, vai ter aí uma boa economia, uma boa competitividade, no mercado, porque ele vai estar mais bem posicionado.
Gente, se alguém quiser adquirir a calculadora, onde eu fiz esses cálculos, eu deixo sempre os links aqui. Fica aqui à esquerda, tem o link da calculadora. Se alguém quiser estudar de maneira mais aprofundada o IBSBS na locação, tem aqui o meu curso do QR code do meio. Se alguém quiser estudar mais holding, tem aqui um QR code mais à direita, onde vocês podem conhecer um pouco mais sobre esses cursos que eu trago para ajudar vocês no estudo de vocês. E, claro, sempre estarmos aqui, né, com a OAB, com as pessoas, com eu sei que o CRECI também faz bastante coisa, eu sei que também o SECOV faz bastante coisa, já palestrei algumas vezes lá também, mas sempre prestigiar nossa casa aqui, a OAB, que também é bastante dedicada a trazer atualizações, porque tem muita mudança, né? E a gente tem que sempre brigar, brigar pela nossa classe e pelos nossos clientes, né? Aqui a nossa casa para isso. Agradeço mais uma vez pela oportunidade. Quem ainda não me segue, tá aqui meus contatos. Quiser, tiver, ficou com dúvida, não ficou claro, pode mandar lá a dúvida que eu respondo sim. Sou eu que respondo, não é meu time, não, eu mesmo que respondo. E depois também vou abrir caixinha de perguntas, que nem o Rafael, para que vocês possam eventualmente tirar mais dúvidas. Mas vamos lá. Tô aqui para tirar dúvidas, se der tempo ainda, para tirar algumas dúvidas de vocês.
Excelente, Bruno, pela Bruno Saruê. Excelente palestra. Agradeço por ter aceito o nosso convite. Agradeço o Rafael Ciro por ter sugerido o nome do colega. Ele ajudou a montar esse evento e queria abrir aqui para alguma pergunta, se alguém quiser formular alguma questão nesse momento. Senão, já pode fazer contato direto com o nosso colega. Ele disponibilizou o Instagram dele. Quando fala em números que o pessoal fica mais assustado, entendeu? Quando é questão conceitual, o pessoal fica mais.
Colega lá no final. Pode fazer, pode fazer a pergunta.
Sim. É, é duas perguntas que tem que fazer o arenal o pacote e premium.
Tá bom. Obrigada. Eu apertei aqui. Tá funcionando. Tá perfeitamente.
Então, você fez a questão da holding.
Em relação a holding, a PJ, onde as pessoas que, assim, meus clientes têm tanto apartamentos de temporada quanto apartamento de mensal, né, contrato mensal, anual e tudo mais, vários tipos de contratos. Como seria essa visão?
Vamos lá. PJ e Holding são sinônimos aqui, tá? PJ é a empresa, né, que administra a locação de bens próprios, que é o que a gente chama de holding, tá? O mercado acabou chamando de holding uma questão de convenção, né, prática, porque vem do inglês, né, "to hold", a gente pegou o conceito de segurar várias empresas para segurar vários bens. Então, sempre que vocês ouvirem holding PJ, estamos falando da mesma coisa aqui, de administração de imóveis próprios.
No caso, gente, precisa fazer análise caso a caso pro cliente. Até vi uma pergunta aqui também no chat do YouTube. Todo mundo vai ter que ter holding? Não, a maioria não precisa, porque só mais ou menos acima lá de 20.000, que vocês viram que realmente traz um benefício efetivo, né, para essa pessoa. E veja, se eu tô falando em uma pessoa que ganha 20.000, 10.000, mas ele é casado em comunhão parcial, eu deveria dividir esse valor por dois, teria 10.000 cada um. Aí eu não atingiria nem o limite do IBSBS e não teria mudança nenhuma na carga tributária dessa pessoa. Então, primeiro, IBSBS vai incidir em quem ganha muito com locação e tem muitos imóveis, né, acima da média do que as pessoas têm, segundo o critério do governo, né, na legislação. E segundo lugar, eu preciso avaliar se o volume de receita justifica, né, e o custo que vai ter de montagem justifica. Para a maioria não vai justificar, mas tem uma minoria. E minoria, quando eu falo é um número de pessoas muito grande, mas é minoria em relação ao tamanho da nossa população. Então, tem muito trabalho a ser feito para essas pessoas, tem muita gente que vai ter vantagens, mas a holding não é só isso, né? Preciso olhar outras questões familiares, estratégias de negócios, estratégias de gestão lá na frente, eventualmente de sucessão na gestão, né, eventualmente ter problemas familiares, brigas ali que podem atrapalhar na estruturação do patrimônio. Então, preciso olhar outras coisas que gravitam em volta da vida do cliente. Mas olhando pela lógica matemática, seria um ponto de partida falar com ele sobre isso, falar: "Olha, eu tenho uma possibilidade de economia se você for por esse caminho, vamos estudar se faz sentido." E para algumas pessoas farão de fato sentido ter a holding, embora não para todas. Consegui te responder a pergunta?
Não, a questão da holding, quando eu estava falando é holding, porque assim, pelo que eu não sou, não sou advogada, sou arquiteta, então não entendo nada disso. O que me falaram foi o seguinte, que na holding familiar seria como se protegesse o bem e todos os imóveis teriam que estar no nome da pessoa e que o PJ poderia estar fora, o nome não teria que estar no nome da pessoa. Então, exemplo, é de um tio, é de uma avó, é de uma um documento que está errado, um imóvel que não está bem claro a documentação. Então, ele faria uma PJ desses imóveis que na verdade são 14, 15.
imóveis. É quando fala PJ de novo, é sinônimo, tá? Holding PJ são sinônimos, não são coisas diferentes. A holding é uma PJ, certo? Eh, então, nesse caso, assim, tem que analisar o caso do cliente para ver se compensa. Pode ser que compense colocar todos os imóveis e ter todos os familiares como sócios. Pode ser que não. Pode ser que eu possa montar um CNPJ só com os bens que tem com tios e, né, tias e primos. E os imóveis do casal ficam talvez em outros CNPJ ou não, fica na pessoa física. Precisa ver a estratégia com relação ao caso do cliente, entendeu? Eh, vem de família de arquitetos, tá? Então, sei o que você tá me falando, não tem jeito, vai ter que fazer análise caso a caso.
Agora, eh, o correto normalmente é passar a propriedade para o CNPJ. Tem quem prefira fazer a cessão do uso do imóvel para essa hold, mas o fisco não gosta deste modelo e o fisco vem tentando dizer que isso aqui é uma forma de economizar o tributo indevidamente. Então precisa ficar atento a essa discussão se eu posso não passar a propriedade, só ceder para o CNPJ fazer a locação por lá pagando uma carga tributária menor. Obviamente o fisco, a receita não gostam deste modelo, né? Mas é uma das coisas que a gente faz às vezes para conseguir mitigar essa carga eh tributária na construção dessa hold. De novo, se olhar o caso do cliente com detalhamento para definir se faz sentido ou não faz, fazer um CNPJ para eles.
Tá bom? Muito obrigada. Imagina. Bom, ah, mais uma pergunta. Pera, deixa eu desprestigiar o colega e prestigiar a senhora de verde ali que ainda não perguntou. Desculpe. Se for sobre PJ e holding, Dr. Apuan responde já na próxima. Ah, boa tarde. Oi, alô. Tem que ficar apertando aqui. Não tá funcionando. Eles vão liberar o microfone ali. Eu acho que é uma estratégia de plenária aqui da ordem. Bota o som baixinho para o advogado não polemizar muito, né? Tente agora.
Oi. Ah, perfeito. Sim. Eh, bom dia ainda. Vamos lá. Eu tenho dois, por exemplo, que por conta de pagar imposto de renda, né, menor, né, o nosso país já é muito tributado, enfim, eu coloquei no nome da minha irmã porque eu entendi, eu tenho um entendimento, fui orientada no sentido de que o Código do Processo Civil, ele prevê que o locador não seja o proprietário e tá no nome da minha irmã, que é dona de casa e não paga nada. E como é que vai ficar isso?
Tá? Eh, a rigor, o proprietário é quem recebe o valor. Sim. Sou eu que recebo. Isso aí. Ela só é a locadora do imóvel. Isso. Só que quem loca o imóvel normalmente é o proprietário. Ele só não vai locar se ele cedeu esse direito para alguém. Para saber se essa cessão foi gratuita ou foi onerosa. Eh, o que o fisco tem, o fisco estadual tem tentado colocar aqui é: "Olha, se a propriedade é de um e quem recebe é o outro, isso aqui é uma doação, porque o proprietário é quem deveria estar recebendo e isso aqui teria incidência de imposto de doação, porque acabaria gerando, né, um aumento aí da carga tributária. E essa pessoa que recebe, eh, sem ser a proprietária, tem o risco da Receita Federal entender que isso é uma receita, eh, que ela deveria tributar, porque ela que tá recebendo a locação. Pode ser que ela tá pagando de fato imposto de renda. E aí eu tenho uma discussão se isso foi um valor doado ou se foi um imposto de renda por uma receita. O que normalmente as pessoas fazem é ou ela vai criar uma relação jurídica em que eu estou cedendo o uso do imóvel de maneira gratuita, tá? Para que a outra pessoa possa eh fazer isso e receber essa locação. E eu vou ter que documentar isso, eh, ou eu vou ter a incidência de outras tributações como doação, né? E o imposto de renda vai incidir sempre, sempre lembrando que isso é discutível, tá? Cada órgão vai discutir tentando puxar isso pro seu lado. Então, a gente tem diversas interpretações possíveis, não tem uma não tem uma decisão do judiciário fechada sobre esse tema. A rigor é o proprietário quem aloca. Se é uma pessoa diferente, eu vou ter que explicar pro fisco porque uma pessoa diferente tá recebendo esse valor ao invés da outra. O fisco vai puxar a sardinha para cima, dizer isso, uma doação e a Receita Federal vai entender que isso é uma receita eh que deveria ter incidência do imposto de renda e vai ficar nesse puxa, empurra aqui, cada um tentando tributar a sua parte. O ideal é documentar para que não tenha tantas dores de cabeça, mas que pode ter, pode ter.
Eu entendi. Mas se o Código do Processo Civil prevê que o locador não precisa ser o proprietário, eu não tô entendendo onde é que tá errado isso, a não ser que porque eu esteja recebendo. Só só coloquei no nome dela, entendeu?
Vamos lá. Código Processo Civil. Não é o Código Processo. Código Processo Civil tá regulamentando o processo da justiça. Código Civil vai falar que posso locar. É só que qualquer um pode locar desde que você tenha o direito de usar esse imóvel. Então quem tem usufruto pode locar, ele não é o proprietário, mas ele pode locar. Sim, sim. Quem pode locar quem está na posse, por exemplo, do imóvel. Mas qual é a relação com o proprietário? No caso, ela é mesmo. Você vai ter que entender. No caso, ela e ela te passou a que título? Ela te emprestou? É meu imóvel e ela que é locadora e eu sou proprietária. Isso. Então você, perdão, nesse caso você permitiu que ela usasse que título? Não. Ah, preciso se permitir. Não, legislação dá um nome para isso. Você não pode. Ah, simplesmente porque eu quis. Tá bom. Porque você quis. Eu posso ter uma tributação aqui. Eh, qual é a sua relação com ela? Isso foi um empréstimo gratuito? Você está recebendo uma contrapartida por permitir a ela fazer isso? Ela pode locar, mas a que título você permitiu ela locar o seu imóvel?
É, pessoal, a gente não vai conseguir se aprofundar nessa questão, mas a rigor o seguinte: para locar basta ter a posse, pode ser legítimo. Aí você pode locar. Se você por algum meio você transfere o imóvel para outra pessoa para eh eh fins de locação ou fins de tributação, você deve analisar se são os meios legítimos previstos em lei ou se aquilo pode cair em algum ilícito, alguma contradição. Bom, eu não vou poder abrir para mais perguntas. Se vocês olharem a programação, a gente tá atrasado, né? Eu tenho que passar a palavra aqui pro nosso eh palestrante. Obrigado, Bruno Sê, pelo tempo disponível. Eh, queridos, fiquem com o Instagram do pessoal que tá em casa, que no palestrou, mandem mensagem para eles, tirem suas dúvidas. Se for necessário avançar para uma consultoria e outra questão, fiquem à vontade, troca de informação. O objetivo é isso. Infelizmente aqui eu não consigo eh eh dentro do tempo disponível abrir para todo o debate que seria necessário, eh, o que seria possível, né? que seria desejável. Vou passar aqui pro nosso procurador federal, Dr. Erapon Beltrão.
Obrigado. Obrigado, gente. Obrigado AB pela oportunidade e desejo uma excelente palestra pro Beltrão. Vou ficar aqui para acompanhar. Opa, que bacana. Muito obrigado novamente. Será agradeço e nos encontraremos com certeza em outros eventos. Abraço enorme, viu?
Olá, bom dia. Bom dia. Tá saindo o som? Bom dia. Ainda estamos no bom dia, né? Eu vou pedir pro pessoal lá da da cabine colocar a apresentação que eu fiz, por favor. Enquanto isso, assim, queria agradecer a nossa comissão por ter franqueada a participação. Eh, é sempre uma satisfação estar aqui na OAB. Eh, eu confesso que toda vez que aqui venho, ainda me lembro eh de jovem universitário tentando aprender alguma coisa e e dar gratas satisfações dessa memória. Mas, por outro lado, queria fazer uma reclamação, ainda que eu tenha essa ciência que a culpa foi minha, porque eu ainda tive que dar um pedaço de aula de manhã, ser o último, porque o último é o mais complicado de todos, né? Tantas coisas boas já foram faladas e tantas expectativas criadas. ainda assumir aí uma função de responder se vale a pena rode ou não vale a pena rode, que é certamente um dos temas mais complicados e pior todo mundo já com fome, né? Então, assim, eh, vou tentar ser o mais objetivo possível, se é que a gente tem algum tipo de objetividade nesse cenário tão pantanoso, eh, que nem alíquota a gente sabe ainda, fica todo mundo fazendo conta desesperado para saber se a gente vai pagar 28, 8, 3,5, 47, sei lá, parece, sei lá, mega cena que a gente tá jogando. Enfim, eh, tinha sugerido a gente falar de algo que já tá acontecendo efetivamente, não que nós temos que ter as outras preocupações, como o Bruno falou, não dá para ninguém ficar esperando 29 ou 33 para começar a fazer um planejamento, uma organização, até porque se são contratos locativos, muitos deles são de médio para longo prazo, então ficar esperando 29 é certamente um problema. Mas eu queria falar de algo que já tá acontecendo, que é o o CPF dos imóveis, né, assim, o nosso cadastro imobiliário, eh, o CIB. Exatamente. Eh, e eu trouxe aqui alguns olhares eh entre o que tá já conhecido, o que tá acontecendo, ah, o que vai acontecer, o que de alguma maneira também o terrorismo dos boatos tem falado em sentido oposto. Mas, eh, eu queria, deixa eu ligar isso aqui, né, senão não vai, né? Agora foi. Eh, tá todo mundo girando em torno daquele capítulozinho que cuida da locação. Eh, e o o tal do CIB não veio por invenção eh minha, do Egito, do Bruno, nem de ninguém. Veio por ordem da lei. A lei colocou eh isso como uma obrigação. Eh, estabeleceu que no final das contas eh essa era uma demanda que já existia de longa data eh não só pros objetivos tributários, vamos chamar assim, mas especialmente pros objetivos eh de um de um aperfeiçoamento nacional. Eh, quem conhece a história dos cadastros municipais sabe como os cadastros municipais são ruins por natureza. e aproveitou-se esse momento e imaginou, bom, se nós vamos ter tributo, se nós vamos ter um IVA IBS, CBS, essa sopa de letrinhas que a gente tá conhecendo de uma alguma maneira agora, eh, a gente precisa ter instrumentos para isso poder funcionar. Eh, e certamente eh o que a gente tinha até aquele momento da venda da lei, eh, não permitiria eh que houvesse o funcionamento dessa tributação toda, desses aspectos todos. Então, na verdade, se cria todo um sistema de de informação a partir dessa Lei Complementar 214. E quando eu falo do sistema de informação, é um aprimoramento mesmo dos cadastros que eh ao longo dos tempos já vem sendo feita, especialmente pela Receita Federal, tentando eh limpar algumas informações que estão distorcidas, mas olhou-se e falou o seguinte: "Olha, a gente tem que ter o cadastro de imóveis". É claro que isso, eh, na verdade, em momento algum tem a pretensão de substituir o papel dos cartórios em geral, mas um cadastro nacional eh dos imóveis. E é isso que aparece nesse eh transcrito artigo aqui, que vai falar desse cadastro imobiliário. Eh, vejam que é um eh é algo que tá preocupado não apenas com imóveis urbanos, mas também os rurais, com imóveis não querendo saber de quem é o dono, quem não é o dono. Eh, e tentar realmente nós termos eh uma grande informação sobre como vai funcionar eh a identificação, portanto, imobiliária até um padrão nacional. Ainda que a gente tenha hoje muitos tributos que são locais, regionais ou municipais, mas eh nesse momento fica claro para todo mundo que esse movimento da reforma tributária quis ter um olhar nacional sobre todo esse aspecto. E o CIB vem nesse contexto, vem no contexto, fala assim: "Eu preciso conhecer de maneira padronizada e uniforme a nível nacional esses imóveis". Essa colocação eh do CIB, por outro lado, chegou lá em janeiro de 25 pela Lei Complementar 214 e já tá colocando as seguintes obrigatoriedades eh em cima de todo mundo que tem eh ali algum contato com a a informação imobiliária. Observem que na própria lei e eu transcrevi uns pedacinhos aqui sem querer ser o chato das normas, mas ele fala claramente: "Olha, em 12 meses, portanto, já passando essa data, eh todas as administrações públicas federais, estadual, municipal tem que estar já preparado para eh receber as informações padronizadas que o CIB vai trazer. Mais do que isso, diz também nesse mesmo período que eh os serviços notariais e cartorários em geral também tem que estar já apto a identificar matrícula do imóvel e daqui a pouco vai aparecer eh o numerozinho do CIB que todos os imóveis vão ter. Então, eh, essa era a pretensão ali simples do legislador. Imaginou, bom, se a gente vai tributar eh questões decorrentes da atividade imobiliária, eu preciso conhecer que imóvel é esse. Nesse primeiro momento, todo mundo ficou eh relativamente assustado com o que seria a vida prática eh que o cadastro produziria, se isso vai eh acabar com o cadastro municipal, se não vai acabar com o cadastro municipal, se isso substituiria a os papéis, por exemplo, que o RGI vai desenvolver ou não vai desenvolver. Eh, ficava todo mundo na com alguma dúvida sobre o que seria efetivamente o CIB. E eu falo ficava porque a lei sai em janeiro de 25. O Bruno falou que passou três semanas sem dormir. Eu me lembro que janeiro 25 estava em férias comendo pão de queijo, doce de leite, isso estava lá no interior de Minas. Eh, o máximo que eu saía dessa dieta era me tup de cachaça também. Eh, e aí quando veio a lei, eu falei, corto o pão de queijo, corto o doce de leite, só com a cachaça, porque agora pra gente entender esse negócio, 500 artigos, não sei quantos anexos, eh, foi um susto coletivo. Eh, e eu gosto do mundo tributário, tá? Eu não sou, eu sou quase que um intruso aqui no sentido imobiliário, porque eu gosto mesmo do mundo tributário, tão vendo que eu não sou uma pessoa muito normal, né? Mas enfim, eh aí ficou todo mundo nessa dúvida do que seria e ou que seria o efeito prático do CIB ou não. Essa dúvida começa a desaparecer e em agosto eh também de 25. A quem ainda não ouviu falar, a Receita Federal foi a primeira coisa que estabeleceu. Então a colega lá atrás tinha perguntado, já tem alguma obrigação acessória? Não, obrigação acessória. Ou na verdade foi o colega, né? Desculpa, perdão, confundi. Ah, o colega já tem uma obrigação acessória? Não, não temos obrigação acessória ainda. Mas a Receita Federal falou assim: "Não, o cadastro eu já posso começar, até porque ele é preparatório de tudo isso que o Rafael e o Bruno falaram. É absolutamente preparatório." Então, editou instrução normativa, eh, ela vem lá nesse nesse número também cabalístico aí de 2275, agosto de 25 e falou o seguinte: "Olha, vamos começar e vamos começar, claro, dando um susto de novo nos proprietários, né? Me lembro que eh o Bruno falou, eu também faço muitas atividades lá no Cresce aqui do Rio de Janeiro. Eh, e o grande susto ah dos corretores foi: "Caramba, o proprietário vai ter que fazer alguma coisa nesse momento". A a instrução normativa respondia eh claramente eh o que que era e quem tem a obrigação de alimentar esse cadastro eh ou não. Na verdade, tá se dizendo o seguinte: quem tem que alimentar o cadastro, eh quem vai criar num primeiro momento a base de dados marco zero do CIB, são as informações que nós já temos nos cartórios, tanto notariais quanto registrais. Então, eh, olharam, olhou a Receita Federal de maneira muito simpática, falou assim: "Olha, Cartórios, vocês fazem parte de um braço, um braço meio estranho do estado, mas é um braço que, querendo ou não tem um lado estatal também. E são vocês que vão ter que começar a me alimentar. Esse cadastro são vocês que vão ter que mais do que alimentar começar a utilizar eh essa nova ferramenta que a gente tá fazendo. Então, claramente eh olha, cuidado que nas operações daqui para frente, eh nas operações daqui para para frente a gente vai ter que ter mais uma informação e mais do que isso, por favor, começa a fazer e essa alimentação. Isso claramente foi direcionado, portanto, a esse atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de Curica, mas eh a quem conhece eh eu uma vez fui chamado para dar um pitaco numa operação que era exatamente isso. um era um uma padaria, um restaurante de pequeno porte, absolutamente pequeno porte, mas para quem gosta, não é o meu caso, eu só fui chamado para dar palpite mesmo, eh, na subida do orto que todos os os o pessoal do pedal da bike para ali e ele ficava em frente a um ponto de ônibus. Então eu tinha um problema porque o ônibus não conseguia parar. Só que quando olhava assim no cadastro da prefeitura que foi colocar o ponto de ônibus ali tinha apenas um uma pequena lanchonete. Só que o ônibus não consegue parar de manhã ali. Domingo então é impossível porque tem um monte de bicicleta parado no meio da rua. Então e essas informações, essas utilidades, o cadastro vai nos trazer. Eh, observem que eh a própria instrução normativa falou assim: "Olha, eu quero criar um sistema que seja compartilhável para todo mundo, eh, que seja compartilhável não apenas para esse objetivo tributário, claro, esse também, esse também, mas servirá para outras funcionalidades." Então, assim nasce o nosso cadastro. Ele nasce nessa instrução de agosto, instrução normativa da Receita Federal, de agosto de 25. Não foi nada que criou obrigação acessória nos proprietários, nos corretores, nos administradores de imóveis. Ah, foi, repito, direto em cima da atividade cartorária, tirando o proprietário da da obrigação. Então, a primeira coisa que a gente tem que lembrar do CIB sempre é que eu proprietário não devo fazer nada. Eu, proprietário não vou fazer nada. Nem eu, nem a irmã dela lá que tem a locação dos imóveis. Eh, na verdade nós que estamos na vida privada não temos nenhuma obrigação em relação ao CIB. Agora e tô imaginando, eu confesso que eu fiquei preocupado com a sua situação ou da sua irmã, não sei, eh, porque vai aparecer no cadastro do CIB que você é proprietária, né? Então, eh, eu não sei se a relação com a sua irmã, mas eh eu acho que você tá colocando ela num problema, porque um dia alguém vai perguntar como é que esse imóvel tá sendo locado por você, se o o nome tá no nome de outra pessoa aqui, enfim. Só para sua reflexão também, mas assim começou a história do nosso CPF, dos nossos imóveis, o nosso cadastro como todo. E de maneira muito clara, ele também diz o seguinte: "Olha, fiquem todos interessados nesse cadastro, porque eu, governo federal, vou de novo atender uma grande demanda que os próprios municípios tinham, mas e e essa informação não vai ser só minha, essa informação eh a gente vai criar um instrumento, o meio, a tecnologia que a Receita Federal tem de sobra. Acho que todo mundo que tá fazendo declarações de imposto de renda já descobriu como a Receita Federal tem tecnologia capaz de fazer coisas que eh são muito fáceis eh para serem operacionalizadas. Então, eu vou desenvolver a tecnologia, você, cartório, vai eh usar do sistema que eu tô desenvolvendo. Nunca vimos esse sistema, a não ser que alguém seja titular de cartório. E você, esse sistema vai eh produzir a uma informação que eh será alimentada por essa eh por essa vinda cartorária. Depois a gente vai começar a bater aí municípios, eh, outros órgãos interessados, todo mundo vai começar a olhar e esse cadastro em geral. Então, eh, só para dar uma referência um pouco longe da vida de todos nós, mas o IBAMA já tá olhando para esse cadastro, porque ele tá falando: "Opa, olha só, eu posso usar isso para outras coisas também." Eh, e efetivamente o cadastro servirá para muitas coisas. Ah, os municípios já estão falando assim: "Olha, eu queria aqui fazer eh uma identificação de ocupação do solo urbano, nem estamos falando apenas de tributos eh na hora que eu quero planejar determinada atividade num bairro ou não, por não eh beber dessa informação aqui?" Então, eh, eu quero saber eh como o Rafael falou, pera aí, se o sujeito tinha uma garagem, por que que não tem mais garagem? Agora tem um locador daquele imóvel ali que isso pode parecer algo simples para fim de locação, mas isso para política urbana é relevante, porque na hora que ele colocou um bar, tudo bem, mas imagina se fosse um bar de motoqueiros. Isso no sentido não pejorativo da nossa expressão, isso vai impactar. Isso vai impactar. Eh, não sei se é o caso lá que o Rafael falou de eh de
dele não foi perfeita. Eu tiro mais fotos aqui para depois eu vou eh eh estudar em casa aqueles números ali, mas eh se fala muito que a gente vai ter um aumento do valor da locação.
É, e foi como ele mesmo eh falou e eu vou aqui endossar, né, assim, qual é a diferença que de tributação que a gente vai viver e daqui pra frente, né, assim, nós todos estarmos acostumados a comprar coisas sem pensar qual é a carga tributária que tá ali dentro. Então, eu vou lá no supermercado, como ele falou, compro, sei lá, alguma coisa que custava 100. Eu nunca nunca nunca parei para prestar atenção qual é a carga tributária que tá ali dentro. E quem já foi para alguns outros países do mundo sabe que em alguns lugares é diferente. Você chega na gôndula, tá lá 100. Aí você chega na boca do caixa é 100 e pouco.
Já adianta a vocês que assim o sistema nacional de defesa do consumidor já tá preocupado com isso também, porque vocês acham que o supermercado vai mudar a a etiquetinha ali? E o sistema de consumidor falou assim: "Você tem que mudar, porque se o tributo tá por fora, você tem que dizer que o preço do produto é 9.000 e alguma coisa e ou 9 e alguma coisa e o valor da venda final vai ser 100. Nós teremos que ser informados. Essa é a grande eh informação que a reforma tributária quer colocar. Eu vou saber qual é a carga tributária de cada produto que eu compro, pelo menos daquele momento final. Então eu vou conseguir olhar, falar assim: "Ah, esse queijinho aqui que eu tanto gosto, por que que ele é tão caro?" Não, ele custa R$ 5. Na hora na boca do caixa, ele custou 10. Opa, então entendi que aqui é o governo que tá sócio do meu queijo ou não que eu vou comprar o meu feijãozinho e vou >> acabaram essas coisas de graça no Brasil, né? >> É, assim, na verdade vai ser transparente, né? Porque aquela história de que alguém, ah, não, isso aqui, ó, você fizer isso, leva mais aquilo. E vou descobrir também que, ah, não, quando eu comprar meu saquinho de feijão, eh, ali ele custa 10 e na boca do caixo ele custa 10, porque não tem tributo nenhum sobre aquilo eventualmente, tá? Então, é, essa é a transparência que a gente vai ter.
E como a o Bruno colocou belamente em números, ah, ah, eu tô colocando na locação, é 10.000, pera aí, 10.000 1000 mais de imposto. E quem ainda não começou a mexer nos seus contratos, eu diria que tá atrasado, porque as grandes e médias empresas todas já fizeram a revisão dos seus contratos para entender que se ela faz contrato de médio prazo, em janeiro, ela já tem um impacto. Daqui a menos de 12 meses, ela não mais pode faturar dizendo assim: "Ah, é 10.000". 10.000 não é o que a legislação tá mandando fazer. Porque eu tenho que dizer qual é a carga tributária por fora. E vai ser interessante para todo mundo que essa carga tributária seja transparente, porque ele também falou que a gente tem um direito agora de pela não cumulatividade usar isso de outra forma. Então é claro que paraa mão do consumidor isso não vai fazer muito impacto, mas para quem tá em alguma atividade produtiva, isso tem que estar aparecendo dessa forma e que portanto eh o valor da tributação vai aparecer. Não significa dizer que o aluguel vai aumentar. Pode ser que o proprietário faça o seguinte: "Não, o meu aluguel era 10, não quero perder nada". Como ele falou, não quero perder nada. Então, continuar sendo 10.000 1000 e o tributo tá por fora. Se ele conseguir negociar com seu inquilino, ótimo. Se ele vai conseguir efetivamente negociar isso com todos os inquilinos, não sei.
>> Vou vou dar a minha a minha opinião aqui. Na ótica do locatário, ele paga um pacote de obrigações e encargos mensais. Então ele paga 7.000 por mês. Pouco importa o quanto é o condomínio, PTU, taxa de incêndio, aluguel na ótica dele. Na ótica do locador, eh, tanto quanto menos condomínio, PTU e outras despesas ele pagar, maior vai ser o valor do aluguel, porque o mercado limita a um desembolso mensal. Então, tudo que entra como custo ali, você vai ter uma repercussão de baixar o valor do do aluguel. Essa é minha leitura assim inicial, embora sistema econômico é interessante, né? Quando você analisa, é tudo e eh eh ele usa uma expressão setbus, é tudo mais constante, né? Você mexe aqui, aí você tem que analisar que todo o resto do sistema não vai sofrer alteração, porque economia é um sistema, você mexe aqui que modifica aqui que impulsiona colar que ajusta ali. Então o mercado vai passando por ajustes, né? esses ajustes terminam por serem cíclicos, mas se entra como um custo, ao final ele meio que repartido entre locador e locatário. Talvez até a empresa imobiliária entre um pouco nessa nessa história. Enfim, é um olhar inicial ainda e que comporta reflexões.
>> É, e eu acho que vai ter assim, aí eu eu longe de ter ao contrário, né? Em algum momento até tentei fazer economia, mas desisti porque, como já confessei, inúmeros, eh, eh, >> eu vou te contar, eu eu consegui terminar, mas economia eu colei tudo sem vergonha. >> Ah, foi aí que eu tinha que desistir quando chegou em economia. >> Dá economia, não dá. >> Eu desisti. Eu falei direito é mais fácil, >> não dá. É sério. Legal, >> mais legal, mais legal, mais legal, mais legal, né? É, mas enfim, eh, sem essas preocupações pessoais das desistências e conquistas da vida, assim, se o aluguel vai aumentar ou não, isso vai ser uma solução de mercado. Mas vai ser uma solução de mercado. Não é por conta do CIB. O CB não é não é ele que tá fazendo nada, ele tá só eh identificando a priori eh os imóveis, né, assim? E eh já aqui caminhando por uma conclusão, e eu falo isso, não que eu não gostaria de ficar aqui até amanhã, mas preocupado com eh o estado já famélico de alguns. Eh, eu também eu comecei dar aula 8 horas hoje. Enfim, eh, a gente tem uma realidade que algumas coisas são incontestáveis, né, assim, eh, o CIB já existe, nós ainda não enxergamos ele, mas ele tá lá na base de dados da Receita Federal. Certamente eles estão depurando essa base de dados agora. Para que que serve o CIP? serve originariamente para implementar esse IBS, CBS, que vai identificar o imóvel, vai ter um valor de referência esse imóvel, vai saber quem é o proprietário, se é fulano ou se é irmã, eh, coisas assim. Vamos identificar tudo isso. Só que aí essa base de dados, talvez em algum momento que o tempo a gente não consegue nem muito eh precisar essa rapidez ou não, começará a ser usado para outras coisas. Então, não querendo sendo chato dos tributos aqui, mas certamente o o ganho de capital vai ficar mais fácil de ser apurado, tá? já tá fácil, já tá com muito instrumento. A Receita Federal já tem muitos instrumentos sobre isso, mas vai ficar mais fácil ainda, porque eh hoje é muito na autodeclaração eh de quem é o proprietário por quanto ele vendeu, por quanto ele tá comprando. Agora tem mais uma ferramenta capaz de identificar, opa, deixa eu ver esse imóvel aqui e não só esse esse imóvel aqui, né, assim, eh, algo que os municípios já conseguem fazer no ITBI, a receita às vezes não consegue fazer porque ela vê a operação muito isolada. Eh, imaginem que eu esteja vendendo aquele imóvel eh no meio de um conjunto ou num condomínio que tenha 10 prédios lá, sei lá, na Barra Olímpica. Ah, a Receita Federal vai olhar para falar assim: "Olha, nessa região aqui, eh, tantas pessoas já venderam imóveis por esse valor, por que que esse cara tá vendendo mais baixo?" Que os municípios já fazem isso ah na na visão do ITBI. Eh, agora a Receita Federal vai ser mais alguém que vai ter instrumento também de olhar, falar assim: "Olha, eu quero apurar melhor o meu ganho de capital". Eh, então não eh imaginando que esse seja o objetivo inicial, mas isso vai servir também paraa gente ter mais ferramentas eh para essa apuração do ganho de capital. Certamente.
Outra coisa que vai acontecer, é claro, na questão da gestão dos aluguéis. Eh, a senhora vai me desculpar, mas eu tô muito preocupado com a sua irmã. muito preocupado com a sua irmã, porque assim, eh, se o irmão de se o irmão meu faz isso comigo, eu acho que eu rompo as relações familiares, porque eh com todo respeito, a senhora tá colocando a sua irmã na boca do leão, literalmente, né, assim, é, e que no final das contas é isso, né, assim, a gente vai ter mais instrumento também de apuração do imposto e renda. Certamente isso vai acontecer, porque as informações estão cadastradas e vai ser aquela coisa assim, teve até esse susto, não sei se vocês ouviram falar disso, eh, a o próprio, eu me lembro que o o Ministério da Fazenda desmentiu, soltou um um desmentido num domingo de tarde e eu confesso que eu tava ali vendo um jogo de futebol, tava ruim, eu falei: "Não, aí fui por aí, não sei por que, cargas d'água >> fugiu uma emoção para outra, né?" É assim, eu fui ver assim, aí tava lá um desmentido da Receita Federal que era de que filho que mora em imóvel de pai vai ter que começar a pagar imposto. Viram essa? Não é assim, o o sujeito que inventou isso assim é criativo, eu confesso, né? Assim, é criativo, né? >> Pedagógico, um pai desesperado. >> É, pois é. Eu não sei. Eu confesso que eu tenho, eu às vezes tenho pensamento desistir da raça humana, porque o cara, como é que ele inventa uma coisa indo nada criativamente pensando? Mas eh por que que essa história surgiu, né, assim, porque vou eu lá Irapan, CPF, número tal, eh, e o RGI informou que eu tenho, sei lá, vou fazer uma conta aqui redonda, eh, cinco imóveis. Tá lá o CIB vai dizer: "Ah, então o CPF tal tem cinco imóveis no nome dele". Tá bom, ele mora num ótimo, zero problema. O outro não sei, mas num terceiro a dona Maria fez uma declaração de Pog dizendo que mora lá. Quem é a dona Maria na vida de Irapu? Ah, não, é a filha dele, é o filho dele, é o pai, sei lá. Aí justifica. Tem meu sogro, por exemplo, falou assim: "Você precisa fazer um contrato comodado para mim hoje". Eu falei: "Tá bom, o senhor manda". Eh, mas ele queria um contrato comodado para legitimar um imóvel eh que o filho, a filha mora para dizer que ele não tava recebendo nada disso, porque no grupo de zap dele lá dos dos terceira idade, da terceira dele era o pessoal do tênis da terceira idade, complicado. Enfim, eh falaram que tinha que ter um contrato comodato, senão vai ter que começar a pagar imposto. Mas na verdade a informação vem disso, né? Por que que a dona Maria mora num imóvel que cuja propriedade era pô? Mas aí eu vou parar e pensar o seguinte, cara, daqui a pouco não. Já tá conferindo isso. Em nome de quem das contas de consumo? Por que que então a dona Maria tá lá eh pagando água, luz, eh, e etc. Eh, não esqueça da base de dados também, né, assim, dos nossos contratos. Antigamente a gente falava de telefonia, né? Mas hoje é o pacote de dados, né, assim? Eh, por que que tá dona Maria fazendo tudo isso no imóvel do Irapu? Ah, não sei lá, pode ser. Ah, não tem pagamento de aluguel não. Não fazemos pagamento de aluguel. Não tem nenhum registro de pagamento de aluguel. É, eu não preciso nem intimar. Olha só, vamos olhar a movimentação financeira dos dois. Todo mês sai R$ 5.000 da conta da dona Maria para para esse CPF. Tem coisa estranha, né? Todo mês, coincidentemente no dia 5. Eu tô mais preocupado com outra situação de não sair o dinheiro.
>> É, pior aí, mas maritalmente você vai ter que justificar, quer dizer, não, alguém vai ter que justificar outras ocupações de imóveis, né, assim, não, não tem pagamento em espécie, pagamento em >> em amor, né? Sei lá. É, é. >> É, é, é melhor fazer um contato comodato, né? Assim, é melhor fazer o contato comato. Cuidado, hein? Teve uma moça que ganhou uma indenização na justiça agora, porque o, vamos dizer assim, o namorado eh cedi um carro super valioso para ela andar e ele acabou o namoro. Eh, e agora ela tava tendo que andar de ônibus, ela conseguiu uma indenização na justiça porque ela teve um downgrade social e a culpa do namorado que não quer mais ela. Enfim, eh, coisas do mundo do direito e da justiça. Mas a questão do >> ganhou >> a questão do CIB deve auxiliar na comprovação de pensão por morte e outros casos em que você tem uma grande dificuldade. Ou então quando a cuidadora diz que é companheira, mas ela reside em outro local, tem outra relação de consumo. É interessante, não tem vários aspectos importantes, né, assim, para fins previdenciários vai ser interessante para fins até de comprovação de união estável ou eu não falo nem por essas questões de de litismas às vezes até de reconhecimento de pensão, coisa assim. vai ser interessante.
E assim, não querendo trazer terrorismo aqui, porque eu fiquei com medo desse meu encerramento aqui terrorista, né, assim, eh, Bruno, ainda bem que ele é são paulino, não tá tá numa fase eh de baixa, mas eh imaginemos aqueles municípios cujo cadastro imobiliário seja ruim efetivamente. São muitos. Eu diria que a maior parte dos municípios o cadastro imobiliário é muito ruim ou até mais do que isso. Ele não só é ruim, mas ele tá com aqueles valores de referência muito defasados. E eu diria não 100%, mas quase 100% dos municípios do Brasil, os valores de referência estão muito defasados por vários motivos. Pode ser que um dos motivos seja porque ele não tenha elementos cadastrais suficientes. Pode ser que ele não tenha até tecnologia para fazer eh elementos comparativos, ele não consegue. Então isso vai impactar também no futuro, possivelmente em vários IPTuss, porque se o IPTU eh tá com dado defasado ou alguma coisa ruim, na verdade eu posso beber do CIB também para que o município tenha essas informações. Então, quando algum alguém de nós aqui já teve aquela péssima experiência no ITBI de que caramba, vem aquela paulada maior, eh, e a gente fica perguntando da onde o município tirou aquilo, agora ele vai ter mais dados. O município vai olhar para esse cadastro nacional, falou o seguinte: "Olha, a gente tem mais elementos para identificar a a realção desse imóvel". Então, mais uma vez insisto, o CIB nasceu por conta do IBS CBS, mas ele vai ter 100 utilidades sem querer fazer nenhum propaganda de ninguém. 1000 utilidades e 1000 utilidades também no mundo tributário. Quem ainda tem esse contrato de locação de gaveta ali fazendo, ah, paga por fora, assim, tem que começar a fazer, você meu saquinho de moedas lá, pô, vai ter que começar a fazer transação em dinheiro, porque eh essas operações serão rastreáveis e mais do que nunca, eh, assim, não é o CIB, mas ele pode nos propiciar essa reflexão. E aí eu vou dizer eh como os meus antecessores eh comentaram, a gente tem uma janela de oportunidade profissional aqui, porque certamente certamente eh eu vou quase ser indelicado, contrato de ninguém tá preparado para isso. Contrato de ninguém tá preparado. Então, se as grandes empresas já nos ensinaram que os contratos tm que ser vistos, o seu contrato de administração tem que ser visto, o seu contrato de locação tem que ser visto, as suas práticas todas têm que ser vistas, porque eh de alguma maneira quando a gente pensa se médio o prazo, janeiro tá ali. Há quem aposte que a gente terá prorrogações quaisquer que sejam elas. Eu trabalho com prazo legal. O prazo que tá na lei é janeiro de 27. Então, em janeiro de 27 a gente vai ter novidade e o CIB certamente vai ser vai chegar pronto lá naquele momento. Então, eh, acho que temos aí sim uma boa janela de oportunidade para imaginar, opa, o que que eu posso a nas minhas assessorias, nos meus clientes ou até nos meus irmãos, quem sabe, eh, repensar a minha vida e dali eh dar uma solução eh adequada? Sim, eu vou parar de falar, senão ela vai ficar magoada comigo, gente. Mas eu vou parar por aqui. Já tá mais do que nunca. Prometo que eu não vou abrir caixinha de perguntas no Instagram porque eu não consigo mesmo, tá? Assim, mas eh vou mandar minhas perguntas também pro Bruno, pro Rafael, mas a a não falo que eu não vou abrir perguntas, caixinha de perguntas, porque eh a vida não tá me permitindo muito eh isso, mas ficam os meus contatos aí, vocês vão me achar em qualquer rede social. Eh, eu juro que eu respondo as perguntas. Eh, há testemunhas aqui que eu respondo. Às vezes demora, né, Olá? Mas eu, eh, mas aí também é o efeito da cachaça lá em Minas, mas eu demoro. Obrigado, pessoal.
Bom, queridos, eh não vou abrir pergunta dessa vez, a gente já tá aqui caminhando pro horário do encerramento aqui do auditório, mas fiquem com o Instagram do professor Erapão Beltrão, ele também ministra conteúdo, né, em outros conselhos, é professor, tá sempre à disposição. agradeço por ter nos atendido tão prontamente para trazer esse tema aqui paraa ordem e agradeço a nossa presidente Ana Teresa Basílio, que abre a nossa OAB para todas outras profissões, né? A advocacia tá a serviço da sociedade. Então quando eu pedi que o mercado imobiliário pudesse ter na ordem um espaço, né? Foi prontamente atendido. Então o mercado imobiliário, condominial, todo conversa aqui com a advocacia. Isso é muito importante para nós.
Fazendo uma breve síntese aqui da das três palestras, né, sem entrar no conteúdo, mas no objetivo final, que eu penso que seja importante, há uma complexificação do sistema, mais obrigações tributárias, mais obrigações fiscais, mais questões legais. Isso assusta no primeiro momento, mas traz um desafio. Todo profissional que atua na área, o advogado, os contadores, aqui temos vários contadores aqui presentes, corretor de móveis e outras profissões que dialogam com o mercado imobiliário, deverão sempre eh procurar a profissionalização, a especialização, a qualificação. Não dá mais para fazer como se fazia um tempo atrás, num modo mais informal. É necessário sim eh dialogar com outras áreas do conhecimento. A área imobiliária é multidisciplinar. É necessário sim ter boas parcerias com advogados, com contadores. É necessário sim se interar desse tema, se atualizar nesse tema para oferecer um serviço. Por quê? Quem fica para trás são aqueles que não aderem à tecnologia, aqueles que não estudam, aqueles que não se atualizam, aqueles que caminham adiante, vão sobrevivendo aí as novas imposições do mercado, são aqueles que se aprimoram, né, que estão se capacitando, estão aprendendo. Era isso, queridos. obrigado por terem estado conosco aqui até esse momento. Eh, meu Instagram tá à disposição, @fanciscoegito, quem quiser mandar mensagem, possivelmente vou criar um grupinho para encher vocês de mensagem de WhatsApp aqui de curso, palestra, evento. Quem não quiser saia, né? Mas eh tá em vários, né? Porque estão me pedindo as três palestras, eu vou postar lá no grupo que a gente vai criar para est conversando com vocês e colocando outros eventos à disposição. Um bom retorno aos lares de vocês. Fiquem com Deus.