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Para além do banco de questões, eu fiz o uso do Instant Silvo também. Eu estudava muito pelos livros do estratégia, pelos pelos resumos, pelos mapas mentais. estender um pouco também cards.
O banco de questões que que me guiou bastante nesse nesse ano de estudo.
Eu escolhi estratégia pensando na didática também, pelos professores serem especialistas também na área. Isso me ajudou bastante. É, então acredito que ser um professor especialista também direcione o conteúdo e facilita o entendimento, né? Então, toda vez que tem às vezes um fluxograma muito complexo, quando é um especialista, ele provavelmente lidou muito com esse conteúdo. Então, ele sabe explicar e passar de uma forma muito mais simples pra gente.
E o que que você diria para quem ali tá em dúvida se vai usar estratégia média, se não vai fazer? O que que você diria para essa pessoa?
Nossa, eu diria com certeza Fashion, hein? Para mim foi uma das minhas melhores escolhas de longe.
Banco de questões.
Legal.
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E o que que você diria para quem ali tá em dúvida se vai usar o Estratégia Média? Você não vai fazer? O que que você diria para essa pessoa?
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O banco de questões.
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Fala pessoal, bom dia. Como é que vocês estão? Tudo certo? Bom dia para todo mundo que tá aí no chat. Bom dia, Raquele, Faraib, Cleusa, Sâmia, Milena, Tatiana, Maritia, Natalie. Bom dia para todo mundo, meus meninos. Espero que vocês estejam super bem e super animados para mais um dia. Para você que não me conhece, muito prazer, meu nome é João. A gente faz live aqui no YouTube do Estratégia Média de segunda a sexta-feira às 9 horas da manhã, horário de Brasília, com o objetivo de responder algumas questões juntinhos. Toda segunda clínica médica, toda terça, cirurgia, toda quarta pediatria, toda quinta geo. E toda sexta preventiva. Vocês não perdoam, né, pessoal? Vocês não perdoam. Pois é, pessoal. Fala dele. Fala dele. Eh, ai, vocês são sensacionais. Pessoal, só uma, só um lembrete importante. É, eu acho que eu não tinha avisado ainda essa semana. Sexta-feira a gente não vai ter live aqui no YouTube, tá bom, João? Por quê? porque eu vou estar no prático presencial do Estratégia Méd. Eh, então eu não teremos live na sexta-feira. Quem está comigo pra prova, pra prova teórica, vai ter tarefinha de casa, porque não se livra assim tão fácil. Mas se você ainda não está, aproveita, tá, pessoal? Aproveita e vem estudar com a gente, porque igual o Marden falou, amanhã é dia de acompanhamento. Beleza? Amanhã é dia de acompanhamento. Nossa primeira aula é nossa primeira grande aula, abertura aí do acompanhamento. Então não percam que vai ser muito legal. Ainda dá tempo de você entrar caso você ainda não tenha entrado. Vou deixar um QR code para você adquirir no final. Mas caso você tenha qualquer dúvida, pessoal, manda um alô aqui para mim, ó, no @doutor.JoVernandes. João, vou fazer a prova teórica e quero maximizar a minha chance de ser aprovado. Então, só mandar um alô aqui para mim que vamos junto nessa nessa nessa caminhada. E Mateus, pessoal que está comigo no acompanhamento, João Antônio. Que isso, pessoal? João Antônio. Eh, ah, tá. Bom dia, João Antônio. E aí, Antônio, tudo bem? Não consigo fazer a compra. Marcela, manda um alô para mim, Marcela, porque você não pode ficar de fora. Só aqui é no Dr.JãoVernandes. E meus meninos, vocês estão tudo em dia com as listas que eu tô mandando? Tá todo mundo em dia? Pessoal, se não estão em dia, vão colocando em dia pra gente começar e vai ter o final de semana também para vocês colocarem tudo em dia. Beleza, João? Entra aí depois. Eu vou ter acesso ao que estava antes. Sim, você vai ter acesso a tudo assim que você realizar. A compra. Houve mini simulado de 30 questões ontem no acompanhamento. Beltran, se você entrar na nossa página, eh, você vai você vai ver que tem listas extras lá. É aquelas listas extras. Vou conversar um pouquinho sobre isso com vocês hoje, beleza, pessoal? Com qual vai ser o valor do acompanhamento, pessoal? Fiquei sabendo que estão dando desconto no se vocês me mandarem mensagem no Instagram, porque eu não tô com o link de do time de vendas aqui, eh, mas estão dando desconto, tá, pessoal? me manda uma mensagem no meu Instagram, esse aqui, que eu te direciono pro nosso time de vendas, e ele vai fazer, ele vai dar um jeito, pessoal. Então, assim, só mando uma mensagem lá para eles falando: "Eu quero o acompanhamento, é que eu vou eh que eles vão dar um jeito lá para vocês, beleza? Então, fala lá com eles, pessoal, eh, que vai dar tudo certo." Joana, que pena nada, você já deu um passo aí em ruma a à sua aprovação, tá bom? Tranquilo. Ã, beleza, Alice. Qualquer coisa me manda mensagem lá no WhatsApp ou também paraas monitoras que elas estão lá para auxiliar vocês. Pessoal, vamos começar com tudo, tá bom? Porque eh porque eu vou precisar terminar um pouquinho mais cedo hoje porque eu tenho uma reunião muito importante daqui a pouquinho. Então vamos com tudo pra gente conseguir finalizar de vez. Bora lá.
Olha aqui. Menina nascida a termo adequada para a idade gestacional apresenta icterícia zona um. No terceiro dia de vida. O médico classifica como icterícia fisiológica. Que alternativa a seguir traz uma causa de icterícia fisiológica? Letra A, vida média curta dos eritrócitos neonatais. Letra B, aumento da atividade de glicuronil transferase hepática. Letra C, redução da circulação interepática de bilirrubina. ou letra D, estenose transitória das vias biliares do neonato.
Galerinha, questão clássica de icterícia neonatal que vocês não podem ir pra prova sem saber. E eu vou dar um resumaço aqui para vocês que vocês vão conseguir responder muita questão. Toda criança, toda vez que vocês estiverem diante de uma questão de icterícia, né, neonatal, vocês devem se fazer uma pergunta: Eu estou diante de uma icterícia fisiológica ou de uma icterícia patológica? Você precisa sempre se perguntar isso. E você deve estar se perguntando, mas João, como é que eu vou saber se é uma icterícia fisiológica ou se é uma icterícia patológica? Simples, pessoal. Você precisa avaliar as características dessa icterícia. A principal característica que você tem que fazer, eu já te adianto, é o momento de início dessa icterícia. Se é uma icterícia que se inicia muito precocemente antes das primeiras 24 horas de vida ou se inicia ali nas primeiras 24 horas de vida, nas primeiras 24 horas de vida, melhor dizendo, você está diante de uma icterícia patológica. Eu chamo a atenção para esse porque esse, sem dúvidas é o que a prova mais cobra, tá, pessoal? Então, aquela icterícia que se inicia nas primeiras 24 horas de vida, você suspeita de uma icterícia patológica. Combinado? Agora a icterícia que se inicia depois das 24 horas de vida, você tem mais elementos ali de fisiológica, beleza? Então, primeiras 24 patológica, após as 24 você tem, é, ele gosta demais, Rafael. E após as 24 horas você tem elementos ali de fisiológica, sempre em um contexto, não é verdade? Outra coisa que o INEP gosta muito de cobrar, pessoal, é a bilirrubina, que levou o aumento dessa icterícia. Vamos lá. Eu quero que vocês guardem comigo. A icterícia fisiológica, ela vai ser sempre por aumento de bilirrubina indireta, tá, pessoal? Sempre. Não vai existir icterícia fisiológica com aumento de bilirrubina direta, vai ser sempre indireta. Se você tem uma icterícia e é as custas de bilirrubina direta ali no recém-nascido, acabou. É uma icterícia patológica. Só que tomem um cuidado porque às vezes o INEP pensa assim: "Ah, não, eles já estão ligado nisso". A icterícia fisiológica, prestem atenção, larguem esse celular, quem tá com o celular na mão, a icterícia fisiológica, pessoal, ela é sempre por bilirrubina indireta. A icterícia patológica, ela pode ser tanto por bilirrubina direta quanto por bilirrubina indireta. Só que quando é por bilirrubina direta, ela é sempre patológica. Combinado? Eu trouxe esse quadrinho comparativo aqui pra gente dar uma olhada em outras características que podem aparecer na sua prova. Tirem um print, mas quem é nosso aluno já vai eh já vai receber esse esse material. Então, fisiológica vai ser aquela que se inicia após as 24 horas de vida, tem um pico ali do terceiro ao quinto dia de vida, ela vai declinar após o sétimo dia em termo ou o 14º dia em pré-termo, não ultrapassa limites fisiológicos, aumento de bilirrubina indireta e sem sintomas de doença associada, porque existem diversas, por exemplo, sífilis congênita, sífilis congênita pode causar icterícia. Você não vai dizer que o menino que tem todos os estigmas de sífilis congênita tem uma icterícia fisiológica, não é verdade? Ele vai ter uma icterícia ali relacionada aquela sífilis congênita. Nesse sentido, patológica é tudo contrário. Pode iniciar antes das 24 horas de vida. E isso aqui é o que a prova mais gosta. Pode ser persistir após 7 dias em termo ou 14 dias em pré-termo. Pode ultrapassar limites fisiológicos. Pode ocorrer hiperbilirrubinemia indireta ou direta e pode ter sintomas de doença associada. João, tabela muito grande, eu concordo com você. O que que a prova gosta disso? O que eu citei para vocês. Ah, a icterícia que se inicia nas primeiras 24 horas de vida é uma icterícia patológica. Icterícia as custas de bilirrubina direta é uma icterícia patológica. Na vida real, pessoal, a icterícia fisiológica ela é bem mais comum, não é verdade? Na prova, a icterícia patológica, ela acaba sendo mais comum. Então, como que você vai suspeitar na prova de uma icterícia patológica? Aquela que se inicia nas primeiras 24 horas de vida. Mas João, você tá me dizendo que existe uma icterícia fisiológica, não é verdade? As criancinhas elas tendem a ficar ictéricas. E por que isso acontece, João? Muito simples, pessoal. Nós temos algumas modificações ali no recém-nascido que fazem com que eles tenham uma tendência a ficar ictéricos. Eu quero que vocês lembrem nesse momento, pessoal, que a icterícia ela é o acúmulo de bilirrubina. Toda vez que a criança, toda vez que qualquer pessoa ela tiver um acúmulo de bilirrubina, ela vai ficar ictérica. E a criança ela tende a ter fisiologicamente um acúmulo de bilirrubina indireta. João, por que que isso acontece, cara? Lembra que a bilirrubina indireta, ela é o produto de degradação das hemácias. Ou seja, eu inclusive falei eh eu inclusive falei sobre isso com vocês na segunda passada, não é verdade? A bilirrubina indireta é produto de degradação das hemácias. Isso significa o que, João? Isso significa que quando alguém tem uma quebra de hemácias acentuada, ela vai ter o quê? Vai ter uma hiperbilirrubinemia indireta, uma icterícia por aumento dessa dessa quebra de hemácias. E o bebê, pessoal, ele tem justamente isso. Por quê, João? Porque o bebê, ele tem um aumento da degradação das hemácias e um tempo menor de meia vida, enquanto, pessoal, na eh a nossa vida das hemácias, elas eh duram em média 120 dias, o do bebezinho, ele tem um aumento da degradação das hemácias dele e naturalmente ele vai ter o quê? Ele vai ter uma quebra acentuada dessas hemácias por elas terem uma vida, uma meia vida curta. Isso significa que faz todo sentido que crianças tenham icterícia fisiológica, porque é fisiológico que eles tenham uma meia vida curta de hemácias assim que eles nascerem e que eles tenham uma um aumento aí da degradação dessas hemácias. Aumentou a degradação de hemácias, eu tenho que o eu tenho que fazer o quê? Eu eu tenho um aumento de bilirrubina indireta. As hemácias elas são muito novinhas, elas precisam ali de mudança. Beleza? Nesse sentido, pessoal, maior número de hemácias e por esse motivo elas são quebradas, não é verdade? O bebê tem mais hemácias, mais hemácias, mais degradação, menor capacidade de captação e conjugação e excreção por imaturidade do sistema hepático. Prestem aqui comigo que isso já foi elemento de prova, pessoal. Vamos lá. A bilirrubina, quando emia é quebrada, essa bilirrubina, ela é a bilirrubina indireta. Ela vai ser carregada até o fígado. E lá no fígado ela vai fazer o quê? Ela vai sofrer ações e ela vai ser convertida em bilirrubina direta. Ou seja, pra bilirrubina ela ser eliminada do nosso organismo, eu preciso que o fígado converta ela em bilirrubina direta. E a bilirrubina direta é eliminada lá na nossas fezes. Então vamos lá. Bilirrubina emácia veio. Emácia foi destruída. Bilirrubina indireta. Bilirrubina indireta, fígado. Fígado converte em bilirrubina direta e bilirrubina direta é eliminada nas fezes. Combinado? Como a criança ela tem uma imaturidade do sistema hepático, o que que vai acontecer? O fígado ele vai estar imaturo e não vai conseguir fazer essa conversão. Então a criança vai chegar com a bilirrubina indireta lá no fígado. Aqui fígado, a bilirrubina indireta. Aí o fígado. Sei nem quem é esse. Sei nem quem é esse. Então assim, a guardem essa imaturidade do sistema hepático, beleza? Que mais? A bilirrubina era excretada pela placenta e ao nascer essa essa depuração cessa e o clampeamento tardio do cordão umbilical também promove. Ah, João, então não vou fazer clampeamento tardio? Vai fazer sim, porque o benefício é maior que o risco de hiperbilirrubinemia. Beleza? E essa aqui que eu acabei pulando, mas de propósito para falar para vocês, aumento da circulação enteroepática. João, isso já foi cobrado em prova? Já foi cobrado em prova. É por isso que eu chamo a atenção aqui para vocês. O que é um aumento da circulação enteroepática? O bebezinho, pessoal, a primeira eliminação do bebê é o mecônio, não é verdade? E pra o bebê ele eliminar as suas fezes, ele acaba demorando um pouquinho. A gente vai até falar um pouquinho sobre isso hoje. Isso significa que ele tem uma circulação intereroepática aumentada. Ou seja, a bilirrubina ela chega lá nas fezes para ser eliminada. Só que pelo aumento da circulação enteroepática, o que que vai acontecer? Aquela bilirrubina nas fezes no intestino, elas voltam para o fígado. Existe um monte de prova que ela quer pegar vocês nesse pulo, mas vocês não são. Vocês, vocês são estrategista, né, pessoal? Vocês são estrategistas. Isso significa que Isso significa que vocês sabem que a circulação enteroepática é aumentada. Lembra disso? Tá aumentada a circulação enteroepática. Então aquela bilirrubina, ela não consegue ser eliminada pelo intestino e ela volta para o fígado da criança, promovendo a icterícia fisiológica, combinado, pessoal? Então, mais uma vez aqui vou deixar para quem quiser tirar um printzinho, porque eventualmente isso aqui cai em prova e é importante a gente saber, né, pessoal, atender nossas criancinhas. Esse é o motivo de crianças ficarem ictéricas. Eu eu tive que segurar o riso. Olha a cara da mãe. Essa mãe está com certeza está revalidando também. Ai. Vamos lá pessoal. Então esses são os mecanismos de icterícia fisiológica. E João, por que que acontece icterícia patológica? Prestem atenção aqui. Larguem esse celular quem tiver com o celular na mão. Celular é só para postar print da aula, tá pessoal? E depois já larga. Vamos lá. Quando aqui é resumo do resumo, é espremendo mesmo, tá pessoal? Quando você tiver icterícia, que eu tô falando de uma icterícia pura, eu não tô falando icterícia como manifestação clínica de uma outra condição. Por exemplo, toxoplasmose, sífilis congênita, infecções congênitas, hipotiroidismo congênito. Não, porque todas essas condições elas podem levar icterícia, mas ela vai ter um estigma de doença associado, não é verdade? A sífilis, a criança tem dorócia e tudo mais, é, tem as petecas, tem a rinite sifilítica e tudo mais. Aqui eu tô falando de uma criança com icterícia pura, não é verdade? Ela tiver icterícia pura e uma icterícia muito precoce. Quando você tem uma icterícia tão precoce aqui, pessoal, você tem que pensar principalmente em doenças hemolíticas. Então, vamos lá. Quando a prova ela costuma cobrar o menino com icterícia pura e ela quer que você marque hemólise, ela vai te colocar uma criança que nas primeiras 24 horas de vida ela teve icterícia. Combinado? E aí você tem algumas causas de hemólise. Nós temos incompatibilidade RH, temos incompatibilidade ABO, temos eh nós temos eh deficiência de G6 PD, que eu expliquei para vocês na semana passada. Então, se vocês tiverem diante de uma icterícia muito, muito precoce, suspeitem que essa criança ela tenha hemólise. Seja por incompatibilidade RH, seja por incompatibilidade ABO, deficiência de G6PD e afins. Os meus meninos hoje eles vão treinar, eles vão treinar esses conceitos com as questões que estão na plataforma. Nesse sentido, eu chamo a atenção aqui, pessoal, principalmente para a incompatibilidade RH. O INEP ele tem ido muito nessa vibe de incompatibilidade RH. Eu acredito muito que isso vai ser objeto de questão aí na próxima prova teórica dele. Inclusive pode aparecer até na prática, tá bom? Lembra pessoal, para você começar a pensar incompatibilidade RH, você tem o quê? Uma gestante que tem que ser RH negativo, né, pessoal? Então a nossa mãe aqui, ó, a mãe ela tem que ser RH negativo. E o bebezinho ele tem que ser o quê? RH positivo. Beleza? E lembrando, pessoal, incompatibilidade RH é doença de segunda gestação, porque imaginem a situação, a mãe ela engravidou, ela tem um fator RH negativo. João, por que que isso é importante? Porque se ela tem um fator RH negativo e o baby dela tiver um fator RH positivo, o que que pode acontecer? Essa mãe, ela criar anticorpos contra o bebê. Então, ela criou aqui, ó. Cadê minha caneta? Ah, ela cria anticorpos contra o bebê, tá, pessoal? Então, ela cria anticorpos, o antiRH. E esses anticorpos contra o bebê, eles destroem hemácias do bebê. João, isso faz todo sentido, cara. Meu Deus, você acabou de falar. Verdade. Se os anticorpos maternos destroem as hemácias do bebê, o que que a criança vai ter? Hemólise. E se ela tem hemólise, ela vai ter o quê? Aumento de bilirrubina indireta e ela vai ter icterícia. E como vai ser uma doença hemolítica, essa hemólise ela vai se manifestar nas primeiras 24 horas de vida. Faz todo sentido, né, pessoal? Faz todo sentido. Então, lembra, você vai pensar em compatibilidade RH quando a mãe for RH negativo e o bebezinho dela for RH positivo. Só lembrando que é uma doença geralmente de segunda gestação, porque na primeira gestação a mãe vai ser aloimunizada, não é verdade? Então, ela vai criar auto anticorpos e quem é que vai sofrer? O segundo menino, tá, pessoal? O segundo menino. Então, classicamente a questão vai ser o quê? A mãe que não fez o pré-natal de maneira adequada, porque a gente tem profilaxia para isso aqui, né, pessoal? Isso aqui existe. A gente tem, nós como médicos podemos fazer profilaxia, lembra? Nós temos que fazer imunoglobulina anti-D para gestante quando ela tiver trauma, quando ela tiver sangramento, seja da primeira, segunda, metade da gestação, na 28ª semana, se ela tiver um trauma, nas primeiras 72 horas, se o recém-nascido for RH, positivo, então o tratamento aqui é suporte, Rafael, porque isso aqui era para não existir. Isso aqui não era para existir. Isso aqui, se tivesse sido feito um pré-natal adequado, com as condições adequadas, esse bebezinho não estava dessa maneira, porque nós podemos prevenir o início disso. Beleza? Então, classicamente vai ser o quê? Uma mãe que não fez o pré-natal está na segunda gestação, ela tem um RH negativo e o bebezinho dela teve um RH positivo. O bebezinho vai estar com a icterícia muito precoce, até um pouquinho grave, tá, pessoal? Mas é bem precoce, iniciando ali nas primeiras 24 horas de vida. Beleza? E uma segunda que eu quero chamar a atenção para vocês hoje, pessoal, é uma icterícia muito tardia, principalmente as custas de bilirrubina direta, pessoal. Galera, galera, olha aqui comigo, pessoal. É do INEP à USP, tá bom? Todo todo tipo de banca gosta muito de atresia de vias biliares. E eu não quero que vocês confundam, olhem para mim. Eu não quero que vocês confundam esse conceito, porque o INEP ele já tentou dar rasteira em alguns de vocês, porque é muito simples, pessoal. É muito simples. Eh, vamos lá. Vejam aqui comigo. Se você tem uma criança e essa criança ela tem uma atresia de vias biliares, imagina a seguinte situação. Então, aqui você tem um fígado, certo? Ó, meu desenho tá ficando melhor, pessoal. Então aqui você tem o fígado e do fígado vai vir todas as vias biliares da criança, não é verdade? Imaginem a seguinte situação, pessoal. Lembra que eu falei para vocês que as hemácias elas são quebradas? Então, ó, só para e melhorar aqui meu desenho, as hemácias elas são quebradas. Tuch tu t. Isso aqui é uma hemácia quebrada. A bilirrubina indireta é levada para o fígado. Aqui ela é convertida no fígado em bilirrubina direta e ela desce pras vias biliares, não é verdade? Ela vai descer para todas as vias biliares. A partir do momento que alguém tem obstrução de vias biliares, o que que vai acontecer? Eu vou ter acúmulo de bilirrubina direta. Então, por isso que eu costumo falar para vocês na nossa aula lá do acompanhamento de síndromes ictéricas, a gente vai ver isso com bem mais detalhes. Toda vez que você tiver obstrução de vias biliares, essa icterícia, ela vai ser as custas de bilirrubina direta. Vamos supor uma colangite aguda, a icterícia as custas de bilirrubina direta, uma uma adenocarcinoma de cabeça de pâncreas e que teria as custas de bilirrubina direta. Então, toda vez que é uma obstrução de vias biliares, bilirrubina direta, hemólise, bilirrubina indireta, esse raciocínio ele é muito importante porque você já consegue responder um monte de questão comigo, pessoal. Me acompanhem aqui. Então, veja, se uma criança ela tem uma atresia de vias biliares, veja só, isso aqui não vai existir porque isso aqui vai ficar sendo substituído por fibrose, né, pessoal? Tecido fibroso e aquela bilirrubina direta, ela não vai conseguir ser escoada. Então a criança ela vai ter um acúmulo de bilirrubina direta. Beleza, gente? Na prova, assim, na prova e icterícia neonatal as custas de bilirrubina direta a tresia de vias biliares, beleza? É isso que de INEP a USP, eles gostam de cobrar, tá bom? Eh, e icterícia, geralmente ela é um pouco mais tardia, porque essa atresia ela vai acontecendo progressivamente. Eh, e aí o que que vai acontecer? Essa criança, ela vai tendo uma icterícia, vai ser uma icterícia um pouco mais tardia e uma icterícia às custas de bilirrubina direta. Beleza? Tranquilo, pessoal. Acho que a imunoglobulina é desde a primeira gestação. Desde a primeira gestação. Então, muito precoce, a gente revisou muita coisa, tá, pessoal, nesses 10, 15 minutos. Então, tarefa do dia, lembrar o que causa uma icterícia, lembrar as características de uma icterícia fisiológica, patológica, lembra a incompatibilidade RH e atresia de vias biliares. E aqui agora a gente tem elementos o suficientes para responder essa questão. Veja só, o médico classifica com icterícia fisiológica. João, como por que que eu classifico dessa maneira? É porque ele tem uma estenose transitória das vias biliares do neonato? Com certeza não, né, pessoal? Uma até porque estenose transitória é complicado. Quando a criança ela tem um estenose, o que que vai acontecer? Vai acontecer que ela vai ter uma icterícia as custas de bilirrubina direta, não é verdade? E se é icterícia as custas de bilirrubina direta, eh, nesse caso não vai ser fisiológica. Redução da circulação enteroepática. Ó, quem não é estrategista pode até cair nisso aqui, né, galera? Mas vocês são estrategistas, são coruja, voamos mais alto, sabemos que a circulação hepática está aumentada, não é verdade? Que eu falei para vocês é aumento da circulação interepática, aumento da atividade da glicuronil transferase hepática. Isso aqui, pessoal, é o quê? É justamente a enzima que converte a bilirrubina indireta em bilirrubina direta. Não tem aumento, não é verdade? Por quê? Porque tem imaturidade do sistema hepático. Então, nesse caso, ela está diminuída, ela está imatura. Vida média curta dos eritrócitos neonatais. Perfeito. A gente viu exatamente isso. Viu que a vida média dos eritrócitos neonatais é um pouquinho menor e por isso as crianças elas costumam ficar com icterícia. Gabarito. Alternativa a de acertei. Manda uma mais difícil na prova na próxima. Beleza? Tranquilo, pessoal.
Vamos para a próxima. Um bebê, ó. Um bebê de aproximadamente um mês de idade foi encontrado. Mas não é mais Não entendi sua pergunta, Maritia. Eh, um bebê de aproximadamente um mês de idade foi encontrado abandonado em uma caixa de papelão na frente do Corpo de Bombeiros. Ele é levado para o hospital da cidade e o pediatra observa algumas alterações fenotípicas em seu rosto. Ele apresenta pregas epicânticas, filtro labial liso e alongado, lábio superior fino, base nasal achatada, deformidade de pavilhão auricular e narinas antevertidas. Considerando essas características, você suspeita de síndrome de Down, Turner, alcoólica fetal ou nuna.
Pessoal, existem duas grandes síndromes que eh o INEP gosta muito de cobrar, principalmente síndrome de Down e síndrome alcoólica fetal, tá bom? Mas principalmente a síndrome de Down. Pra gente responder essas questão, eu quero relembrar para vocês algumas características. Olha aqui as características fenotípicas de um paciente com síndrome de Down. Olha aqui comigo, pessoal. Ele vai ter alargamento de suturas cranianas, prega palmar única, isso aqui é bem cobrado, orelhas pequenas, boca pequena, separação do hálux e segundo dedo dos pés, base nasal achatada, epicanto, hipotonial ao nascer, mão pequenas e dedos curtos. Então você vai ter essas características fenotípicas para pensar em um paciente com síndrome de Down. Geralmente não é isso que o INEP cobra a respeito da caracterização desses pacientes. Ele gosta muito de uma informação e eu inclusive falei para vocês antes da prova teórica de 2025.2, que é o quê? Toda criança, pessoal, ela deve ser colocada nas curvas, não é verdade? Para você avaliar perímetro cefálico, crescimento, desenvolvimento. Toda criança ela deve deve ser colocada nas curvas. Nesse sentido, pessoal, uma coisinha que o INEP ama perguntar é as curvas do paciente com síndrome de Down. E eu quero que vocês lembrem o seguinte, existe curvas específicas para essa população. Anotem aí com pega um estabilo fluorescente, sabe? Passa ela num livro assim. Existem curvas específicas para o paciente com síndrome de Down. Isso eu falei para vocês que apareceria, apareceu e já apareceu mais de uma vez e pode aparecer novamente. Tem que saber reconhecer um paciente com síndrome de Down, tem que saber colocar nas curvas, mas tem que lembrar principalmente que existem curvas específicas. Outra coisa que a gente tem que saber, e isso aqui é um pouquinho mais decoreba, tá pessoal? É como que a gente faz a triagem de exames laboratoriais e de imagem do paciente com síndrome de D. Eu trouxe aqui para vocês eh isso aqui, pessoal, é aquela coisa que a gente tem que ler, reler, ler de novo, ler de novo, ler de novo, ler de novo, ler de novo, ler de novo. Olha aqui comigo como é que, quais são os exames que a gente pega, pede. Então, ó, do zero aos 2 anos, hemograma, ferritina, TSH, ecocardiograma na suspeita clínica, eh, na suspeita clínica de de alguma cardiopatia, cariótipo na suspeita clínica, ultrassonografia na suspeita clínica e mas lembra que os principais dos zero aos 2 anos vai com certeza Daniel, com toda a certeza. Primeira avaliação aos 6 e 12 meses, ferritina e TSH. Eu chamo a atenção aqui pro TSH, tá, pessoal? Que a criança ela vai ter desde a infância até o final da sua vida dosagem de TSH, porque hipotiroidismo acaba sendo muito comum nessa população. Então, lembrem disso, tá bom? Hemograma, percebam que também ela vai tendo essa avaliação pro resto da vida. TSH, resto da vida. E esse aqui também, ó, asterisco no ecocardiograma, na suspeita de cardiopatia. Nossa, João, muita coisa, não é verdade? É verdade, mas não acabou. Olha só, eu chamo a atenção para isso aqui também, pessoal. Radiografia de coluna cervical. Chamo muita atenção. Olha aqui comigo, João. Tô no celular. Tô no celular aqui. 1000 pessoas assistindo, pessoal. Alguém aí tá no celular? Nossa, o João tá começou a mostrar esse monte de exame aqui para mim, não é verdade? Deixa eu mexer aqui um pouquinho, abrir alguma rede social. Larga esse celular agora, joga ele fora, joga ele pela janela, porque o que eu vou falar aqui é muito importante. Se você tá recebendo na sua vida prática ou no na sua prova e pega um paciente com síndrome de Down, você tem que solicitar radiografia de coluna cervical. Percebam, em qualquer momento na vigência de dor cervical, torcicolo, fraqueza de membros superiores, tontura ou alterações intestinais e vesicais. Vocês estavam mexendo no celular, né, pessoal? Então, isso aqui é muito importante e tem que fazer essa triagem também, ó, oftalmológica, auditiva e odontológica. Já teve prova que cobrou sobre a avaliação odontológica. Se eu não me engano, foi a UNESP. O NESP já cobrou sobre a avaliação odontológica. Eu acho essa questão inclusive a cara do Revalida. Eh, para quem para quem tá estudando comigo pro Revalida vai inclusive fazer essa questão, porque eu acho muito que pode aparecer avaliação odontológica no paciente com síndrome de Down. Se alguém, se for alguém, se alguém for jogar um iPhone 17 Pro Max, pode acertar minha janela, por gentileza. Ó, Paulo mandou a boa ali. Beleza, pessoal? Então, eu sei que isso aqui é meio decoreba, por isso que eu deixei aqui para vocês. Então, tirem o print, tá bom? Tirem o print. Quem é meu aluno vai receber, quem é estrategista vai receber. Mas isso aqui, pessoal, não tem o que fazer. É decoreba, tá? É decoreba. E é isso. E 1000 pessoas assistindo e 200. Não, não. Vou ter que finalizar a live, galera. Que isso? Não, vocês não gostam de mim, não é verdade? Que isso? Não. Beleza, galera. Então, deixa o like aí também que é muito importante porque uma estratégia vê que vocês gostam, tá bom? João, e síndrome alcoólica fetal, o que que a prova ela gosta de trazer a respeito disso? Principalmente para você ter eh reconhecer as características fenotípicas ali da síndrome alcoólica fetal. E existe uma grande característica na sua prova, que é isso aqui, pessoal, lábio superior fino, tá bom? Lábio superior fino. Muitas provas elas cobram justamente essa informação aqui, inclusive o INEP, para você lembrar da síndrome alcoólica fetal. Mas existem outras, ó, microcefalia, base nasal achatada, fenda, fenda palpebral pequena, narinas afiladas, lábio superior fino, micromagnatia, filtro alongado. Então existem várias características fenotípicas para você pensar nessa condição. Mas na prova, uma que eles gostam muito, muito, muito, muito, muito de de cobrar é justamente o lábio superior fino, tá, pessoal? Viu aí uma mãe que não fez o pré-natal adequado? Você pegou o menino ali abandonado, viu que ele tinha uma microcefalia, lábio superior fino? Provavelmente é uma questão de síndrome alcoólica fetal. Toda questão de síndrome alcoólica fetal, pessoal, segue esse mesmo princípio. Veja aqui comigo. Olha, um mês de idade foi encontrado abandonado em uma caixa de papelão. Que tristeza, né, pessoal? Mas isso só mostra que a mãe, ela com certeza não fez o pré-natal. Tomou aí álcool durante a gestação, ele é levado e o pediatra observa algumas alterações. Lábio superior fino, síndrome alcoólica fetal. Tranquilo, João? Vai ter que se A gente tem já, a gente a gente já tem curso pra segunda fase montado, pessoal. O inclusive tem vários dos meus meninos aí pra segunda fase na live. Quem é da segunda fase? Cadê a Letícia? Tava. As Letícias tavam. Carol tava. Então, a gente tem várias, a gente tem vários meninos aí que estão estudando pra segunda fase, mas estão aqui na live. Mas eu tenho um curso, pessoal, tenho, tenho 400, a Naane, eu tenho 400 alunos aí que vão prestar, Jennifer, Nicolas, meus meninos estão aí pra segunda fase e vão aprovar com certeza e aí nessa segunda fase logo logo vão ser vocês, tá pessoal? Olha a Elis. Aí sim, pessoal. Olha só, então a gente tem muita gente aí pra segunda fase. Já temos o nosso curso, nosso acompanhamento pra segunda fase. Quem é meu menino da primeira, daqui a pouquinho já vai estar na segunda também. Beleza?
Vamos lá, pessoal. Questãozinha muito boa aqui agora. Recém-nascido a termo é avaliado na maternidade para investigação de sífilis congênita. A mãe iniciou o pré-natal tarde com VDRL de 1 para 64 no terceiro trimestre e sem tratamento adequado. Realizou a apenas a primeira dose de penicilina. O exame físico do recém-nascido é normal. A sorologia VDRL do recém-nascido foi reagente em 1 para 32. O bebê encontra-se estável, sem sinais clínicos de infecção. Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde, qual é a conduta mais apropriada nesse momento? Letra A. iniciar penicilina benzatina intramuscular em dose única e liberar o recém-nascido com seguimento ambulatorial e reavaliação sorológica mensal até negativação. Letra B, iniciar penicilina cristalina intravenosa por 10 dias, mesmo na ausência de sinais clínicos, e realizar investigação complementar com liquor, hemograma e radiografia de ossos longos. C. Considerar o recém-nascido não infectado. Liberar para casa e agendar VDRL de controle com 3 meses de vida para descartar sorologia passiva. Letra D, realizar liquor. E, se não houver alterações, prescrever penicilina procaína intramuscular por 7 dias.
Que que vocês dizem, pessoal? Letra A, letra B, letra C ou letra D. Galera, questão de sífilis congênita, não dá para ir pra prova sem saber, não é verdade? Sífilis congênita, aí, ó, sempre aposta pra prova do INEP. Acredito que vá ter questão sobre isso. E aqui ele te pergunta de uma mãe que ela tinha o quê? Veja só, iniciou o pré-natal tarde, tinha um VDRL de 1 para 64 e no terceiro trimestre sem tratamento adequado. Galera, se a mãe é inadequadamente tratada, acabou a questão. Acabou. A criança ela tem sífilis congênita. A própria questão ela não te deixa dúvida. Se a mãe foi inadequadamente tratada, o bebê tem sífilis congênita. Ah, João, não é exposição a sífilis, não é sífilis congênita, lembra lá? Mnemônico da professora Helena. NTT. Notifico, trio e trato. Mãe inadequadamente tratada. NTT. Notifico, trio e trato. Repito, mãe inadequadamente tratada. NTT. Notifico, trio e trato. Beleza? Notifico sífilis congênita. Eu vou triar essa criança com VDRL, radiografia de ossos longos, hemograma e punção lombar, né, pessoal? Para avaliar se há a neurosífilis e vou realizar o tratamento na. Quais que são as opções de acontecer, pessoal? Você tem uma criança, filho de mãe inadequadamente tratada, você fez o NTT e todos os exames vieram negativos, ou seja, um VDRL negativo, hemograma sem alterações, radiografia sem alterações, licor negativo também. O que que você vai fazer? Você vai dar dose de penicilina benzatina para essa criança. Toma muito cuidado, pessoal, porque geralmente, ó, vou até mostrar aqui para vocês. Olha só, toda vez que vocês estiverem diante de uma mãe inadequadamente tratada, se a criança ela sempre, sempre, sempre vai receber penicilina sempre, sempre, sempre, sempre. Agora, se a mãe, se a criança tiver todos os exames normais e o VDRL for não reagente, dose única de penicilina benzatina. Perceba, para eu dar penicilina benzatina para a criança filha de mãe inadequadamente tratada, tudo tem que estar normal, todos os exames normais e VDRL reagente a partir do momento. E guardem o VDRL, às vezes a gente não, a gente esquece do VDRL e a prova lá, coloca no canto inferior assim do final da questão VDRL 1 para 32 da criança. E aí às vezes a gente vai e marca lá penicilina benzatina. Não, não. Para você dar penicilina benzatina para filho de mãe inadequadamente tratada, tudo. Inclusive o VDRL tem que estar negativo. Agora, se você tem alguma positividade, exames alterados ou VDRL reagente em qualquer titulação, o que que você vai fazer? Penicilina, cristalina ou procaína na ausência de neurosífilis. Lembrando, na presença de neurosífilis, você tem que fazer o quê, pessoal? Cristalina, não tem jeito, tá? É cristalina. Se na ausência de neurosífilis, a segunda opção seria procaína, beleza? Então, se a criança ela é filho de mãe inadequadamente tratada, tem um VDRL alterado, ela já não pode utilizar benzatina, ela pode se utilizar cristalina ou procaína. O fluxograma, pessoal, ele é diferente para mãe adequadamente tratada. Veja só, na mãe adequadamente tratada, nós toleramos, nós toleramos VDRL reagente. Veja só, se a mãe foi adequadamente tratada, você coleta o VDRL da mãe e do recém-nascido. Se o VDRL do recém-nascido é não reagente e ele é assintomático, não é sífilis congênita, tá, pessoal? Não é sífilis congênita. Agora, perceba, se o VDRL do recém-nascido é menor
Do que o materno ou igual ou maior em até uma titulação. Se ele é assintomático, não é sífilis congênita. Para eu... Agora, se ele tem sintoma de sífilis, aí ele tem sífilis, né, pessoal?
Agora, veja, para eu considerar de cara um recém-nascido filho de mãe adequadamente tratada, você tem que fazer o quê? Tem um VDRL do recém-nascido duas vezes maior do que o materno. Se for isso, você notifica, tria e trata. E aí você volta para esse fluxograma aqui, combinado?
Vou deixar aqui também para vocês tirarem um print, tá, pessoal? Porque é bem importante, não dá para ir para a prova sem saber isso aqui e precisa revisar. Então, print um, 1, 2, 3. Print. Print dois, 1, 2, 3. Quem é meu aluno vai receber tudo bonitinho sem precisar de print que eu vou mandar lá no nosso grupo de WhatsApp.
Nesse caso, portanto, veja, é uma mãe sem tratamento adequado com VDRL do menino positivo. Eu vou fazer penicilina benzatina? Não, eu pego essa e jogo fora no lixo, né, pessoal? Quando que eu faço penicilina benzatina? Quando eu tenho um filho de mãe inadequadamente tratada e todos os exames, incluindo VDRL, são negativos. Aí sim você faz. Nesse caso, não vai fazer. Considerar o recém-nascido não infectado e o menino que lute, né, pessoal? Vá, menino, vá viver sua vida e o menino que lute. Não, ele está infectado, sim. Mãe inadequadamente tratada é igual a menino com sífilis congênita. Você manda esse menino para casa, o vereador vai aparecer lá na sua porta no outro dia, tá, pessoal? Então não, não manda esse menino para casa.
Realizar liquor, se não houver alterações, prescrever penicilina procaína. Não posso fazer isso, até, pessoal, porque... eh, porque se tiver alterações, eu preciso de cristalina. Beleza? Tranquilo, tudo certo, na paz. Tranquilo, pessoal. Só pra gente finalizar, porque senão não vai dar tempo da gente finalizar.
Olha aqui, pessoal, rapidão. Bora lá. Bora lá. Menino de 6 anos é trazido para consulta com queixa de intestino preso. Sua mãe relata que ele evacua duas vezes na semana, com fezes endurecidas e que chegam a entupir o vaso sanitário. Além disso, sente muita dor, por isso se esconde quando tem vontade de evacuar. Nos últimos seis meses, vem perdendo fezes na cueca diariamente. De hábitos alimentares, gosta muito de leite e come poucas frutas e verduras. Seu peso, estatura e desenvolvimento estão adequados para a idade. Ao exame físico, tem fecaloma palpável e ao toque, fezes presentes no reto. Qual é a primeira medida a ser tomada para essa criança? Parasitológico de fezes? Medicamento laxativo? Radiografia de abdômen contrastado? Encaminhar para psicoterapia?
Pessoal, toda vez que vocês estiverem diante de constipação na infância, vocês têm que avaliar uma coisa: se essa constipação parece ser uma constipação funcional ou se parece ter uma doença orgânica associada. Vejam aqui comigo, pessoal. Larga o telefone. Larga o telefone. Como que você vai saber disso? Se é algo funcional ou se é algo orgânico por sinais de alarme, tá, pessoal? Então, vamos supor, criança tem sinal de doença orgânica, é um sinal de alarme. Vai investigar o que que essa criança tem. Criança que está perdendo peso, está tendo déficit nutricional, vai investigar o que que este menino tem. Criança que está perdendo sangue nas fezes, na ausência de fissura anal, vai investigar o que que esse menino tem, porque que ele tem alguma coisa. Mas sem dúvidas o que mais aparece na sua prova é a ausência de eliminação de mecônio nas primeiras 48 horas de vida. Isso, pessoal, é muito clássico. E você deve, inclusive, se a questão ela te traz o seguinte: ah, tem constipação hoje em dia e o menino ele demorou ali, ó, 72 horas, 96 horas para eliminar mecônio. Isso, pessoal, é para você pensar em um sinal de alarme e é para você pensar em doença de Hirschsprung, tá? Diversas são as questões que cobram doença de Hirschsprung dessa maneira. Menino constipado que demorou para eliminar mecônio, passou mais do que 48 horas sem eliminar mecônio, você tem que fazer o quê? Pensar em Hirschsprung, beleza?
Essa criança, basicamente, ela não tem sinal de alarme algum, não é verdade? O que que a questão ela nos mostra? Que essa criança ela tem um comportamento retentivo. E é isso que acontece geralmente. Criança, pelo comportamento retentivo, as fezes ficam mais endurecidas, não é verdade? Se as fezes ficam endurecidas, é quando a criança vai fazer cocô, o que que acontece? Ela vai e tem dor ao evacuar, porque as fezes estão mais endurecidas. Se a criança tem dor ao evacuar, o que que vai acontecer? Vai acontecer que essa criança ela não vai querer mais evacuar. Se ela não quer mais evacuar, as fezes vão ficando cada vez mais duras. E isso, pessoal, gera um ciclo, não é verdade? Vai gerar um ciclo que a criança ela tem comportamento retentivo, fezes endurecidas, medo de evacuar e aumentam o comportamento retentivo. Então, basicamente, o que que a gente tem que fazer? Tratar o quadro agudo, não é verdade? Porque veja, ó, eh, fezes presentes no reto. Então, muitas vezes essa criança ela chega com fecaloma ali pra gente. Então, a gente trata ali o quadro agudo e tem que fazer o quê? Medidas higienodietéticas, treinamento de toalete. Eu preciso solicitar parasitológico de fezes? Não, né, pessoal? Solicitar radiografia de abdômen contrastado também não. Só se... só se essa criança ela tivesse algum sinal de alarme. Encaminhar para psicoterapia. Veja, é uma conduta possível encaminhar para psicoterapia porque essa criança ela precisa de treinamento. Só que a questão pergunta: "Qual é a primeira medida a ser tomada para essa criança?" Que é justamente iniciar medicamento laxativo para que ela consiga ter a eliminação das fezes dela.
Portanto, questão de constipação, pessoal. Sempre olha em sinal de alarme. Se tem sinal de alarme, provavelmente vai ser uma questão de Hirschsprung, tá? A aganglionose intestinal congênita. E aí o sinal de alarme vai ser o quê? Ausência de eliminação de mecônio nas primeiras 48 horas de vida. Se não tem sinal de alarme, constipação funcional, não é verdade? Constipação funcional. Treinamento de toalete. Não é que está errada, é a mais certa. Exatamente, Vitor. Exatamente. Então, treinamento de toalete, trata o fecaloma ali dessa criança. Beleza, pessoal?
Galera, eu espero que vocês tenham gostado do dia de hoje. Para quem acompanhou a primeira vez, seja muito bem-vindo. Esse aqui é meu Instagram, ó, @doutor.vfernandes. Quem não segue, dá um alô por lá, tá, pessoal? Porque a gente está aqui ao vivo de segunda a sexta às 9 horas da manhã, horário de Brasília. Lembrando que excepcionalmente essa sexta não teremos live, tá, pessoal? Não teremos live nessa sexta, não teremos preventiva essa semana porque eu vou estar no prático presencial do Estratégia Médica.
E se você está se preparando para a primeira fase do Revalida, pessoal, quero te fazer um convite muito especial pro acompanhamento final Revalida 2026.1. Nosso intensivão aí de 30 dias aprendendo a resolver questão. Quem é... quem já está no acompanhamento final, pessoal? A gente tem um grupo de WhatsApp onde eu estou mandando todas as informações. Se porventura você não está no nosso grupo de WhatsApp, manda um alô aqui pro João. João, onde eu te mando um alô? No Instagram, pessoal. Vocês têm que mandar exatamente assim: "João, eu sou aluno do acompanhamento e não estou no grupo de WhatsApp", que aí eu te adiciono lá no grupo de WhatsApp. É porque às vezes a gente não consegue contato com vocês e aí manda e-mail e aí vai pro spam e tudo mais, aí demora um pouquinho. Então, se você já realizou a compra, manda um alô lá para mim. E João, não realizei a... não realizei a compra. Você está perdendo tempo, meu meu amigo. A gente já começa amanhã nossa primeira grande aula, nossa inauguração do acompanhamento teórico. Eh, como é que vai funcionar? Vão ser quatro aulas por semana, tá, pessoal? Às 18 horas da noite, horário de Brasília. Eh, e vai ser 2, 3 horas de aula. E, galera, se em uma hora de aula a gente faz isso tudo, imagina 2, 3 horas de aula. Vai ser para o INEP ter medo. Vai ser para o INEP ter medo. Ele ficar ali no cantinho falando que candidatos bem preparados são aquele ali. Vocês já estão tendo, quem já está no acompanhamento, já está aquecendo, já está tendo lista de questão, já está resolvendo questão e eu estou gostando muito, muito, muito do feedback, tá, pessoal? Ontem recebi feedback maravilhoso de todos os alunos ali que falaram comigo. Então, assim, eh, galera, venham comigo que vocês vão ter aulas específicas aí pro INEP, listas de questões diárias, tá bom? Para a sua prova. Você vai receber o banco de questões do Estratégia Médica ali para você. E todas essas aulas da manhã que eu faço, elas vão ficar gravadas na sua plataforma, beleza?
Então, para quem é meu menino, já está no acompanhamento final, eh, quem vocês vão treinar agora, tá, pessoal? Meus meninos ainda não estão liberados, que vocês vão treinar agora. Lá na plataforma de vocês vai ser liberado uma lista de questões daqui uns 20 minutinhos, tá, pessoal? Eu aviso no nosso grupo, vai ter uma lista de questões para vocês treinarem durante o dia os conhecimentos que a gente viu hoje, porque às vezes você vê ali o conhecimento e acaba esquecendo. Então, daqui a pouco lista de questões que eu selecionei a dedo lá para vocês responderem, beleza? Então, treino diário, simulado, vão ser três simulados aí durante durante esse processo. Vem com a gente, pessoal. E qualquer dúvida que você tiver a respeito, João, quero comprar. Manda um alô aqui para mim no @doutor.vfernandes que eu te oriento certinho, certo?
Eh, pessoal, espero que vocês tenham gostado. Então, vem pro acompanhamento que é amanhã nossa primeira aula. Meus meninos daqui a pouquinho já vão receber o material. Recreio de 20 minutos só para... só para voltar. E aí, daqui a pouquinho já vai estar lá na plataforma, tá, pessoal? Um grande abraço para todos vocês. Excelente final de dia. Até mais. Tchau. Tchau.