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Mas, para tu, foi uma surpresa o Ancelotti aceitar vir para cá, cara. Foi, é mesmo? Foi, foi, foi. Eu vi de informação de bastidores também. Você tinha alguma coisa desse tipo? Não, eu, eu, eu falei de sacanagem e paguei a língua, né? Porque eu falei, ah, eu não falei que não acreditava que estava tendo negociação. Negociação estava tendo, mas eu falei, eh, o viu Ancelotti de mão dada com o Boitatá, só se perderem sem cabeça.
Bom, era uma história longa que você arrastou por um tempo, até passou vergonha inclusive, porque teve um momento que ele só quitou. Teve isso também, sobre isso. E aí teve o, o parceiro do Neymar, que é o Diego Fernandes, que participou da negociação e ele acabou sendo bem-sucedido. Mas eu teve amigo do Neymar que me ligou para dizer que ele adorou, que eu chamei ele de o parça de blazer, que era o parça de blazer. O parça de blazer foi bem-sucedido. Eu não achava que a negociação estava se dando do jeito certo. Eu achava que se você quer, agora pega o Edinaldo e pega o Rodrigo Caetano, pega um avião e vai para lá, senta com ele, acampa lá do lado do Bernabéu e traz o cara na mala.
E, em vez disso, se colocou um intermediário que a FIFA até agora está discutindo, né, a, a remuneração dele, porque ele não tem licença para ser agente, para ser agente. Mas, se independentemente disso, ele conseguiu, ele foi bem-sucedido, parabéns para ele, né? Então, conseguiu na lab ali, funcionou. Estamos felizes pelo futebol brasileiro. A grande questão é, PVC, agora você tem que responder. Então, o Exa vem até agora o EXA vem. Não, não acho que agora acha que não vem com Ancelotti não. Pode vir. O Brasil tem jogador para isso. Brasil tem jogador. O Brasil vai ter trabalho para isso. Mas o trabalho, eu acredito muito no trabalho de quatro anos. Por mais que você diga que a Copa do Mundo é um trabalho, é igual estudar para prova. Você pode passar no vestibular sem estudar nada os seis meses antes do vestibular? Pode, pode. O certo é fazer isso? Não é, não é.
Agora, agora o trabalho do Ancelotti vai ser basicamente escolher, vai ser escolher os caras que ele para ver se eles vão funcionar junto, porque não dá tempo de fazer muita coisa. Tem um grupo, né? Tem muito jogador. Eu, eu adoro contar essa história porque o Brasil é o único país. O Brasil está na América do Sul ainda, não é? Tá, tá. O Brasil é o único país que tem jogadores em todas as finais de Champions League desde 2000. Ou seja, todas as finais do século XXI de Champions League não tiveram. Em todas não teve francês, em todas não teve espanhol, em todas não teve inglês, em todas não teve alemão, mas teve brasileiro. Aí a gente fala: "Pô, mas a gente não tem mais jogador como Ronaldo, Romário". Tudo bem, é verdade, mas você tem. Vinícius Júnior é eleito melhor do mundo. É, Rafinha está brigando. Rafinha está brigando. Então, pera um pouquinho. Tem jogador, o que precisa organizar.
Tu ainda acredita no Neymar? Não, o Neymar, tomara que ele consiga. Mas assim, não dá para acreditar hoje. O Neymar hoje, ele é uma, ele está tentando se recuperar para voltar a jogar em alto nível, mas ele não joga em alto nível há dois anos. Faz um tempo. É, é, ele não, ele ficou muito tempo. Não é que ele não está jogando, é que ele estava jogando mal, ele não estava jogando, né? O é muito pior do que a situação. É assim, eu acho que a esperança a gente sempre tem, porque assim, a gente tem na nossa história Ronaldo se recuperando de lesão e indo para a Copa e tal, mas assim, gol de bico porque era o único jeito de chutar, chutar, mas assim, é, é triste o botando cabelinho que é para tirar a tensão do joelho. Tensão. Exato. Mas ao mesmo tempo, é, é triste você pensar que é um cara, [ __ ] que a esperança que a gente tem e a gente não sabe se a gente pode contar com ela, né? Ele fica chateado quando se fala que ele está pagando porque ele não se cuidou antes. Então esquece isso. Ele falou: "Não, vocês não sabem quanto eu me dedico". OK. Cada corpo é um corpo. O corpo dele hoje, aos 33 anos, responde diferente do que o corpo do Messi e o corpo do Cristiano Ronaldo respondiam aos 33 anos. Verdade. Cristiano Ronaldo e Messi. O Cristiano Ronaldo foi para a última Copa aos 37 anos. Se não for com 40. Exatamente. E o Messi foi para a última Copa com 35 anos. É. O corpo do Neymar neste momento não dá sinais iguais aos que os corpos de Messi e Cristiano Ronaldo deram com a mesma idade. OK. Não pode não ter sido por nada. Ele pode ter se cuidado do mesmo jeito e o corpo dele é diferente. Meu pai fuma desde os 12 anos de idade e nunca teve problema nenhum com isso. Beleza. Nunca teve problema respiratório. Mas não é, não dá para levar isso como uma regra, né? Exatamente.
É, uma coisa que eu tenho medo só é o seguinte: Ancelotti, ótimo. Ancelotti para cá. A história do Gregório Maiano tem que servir de lição pro Brasil, pro futebol. Qual é a história do Gregório Maiano? O Brasil queria, o Brasil achava que tinha um monte de jogador importante na NBA, né? Thiago Splitter, Nenê, Leandrinho, que tinha talento para [ __ ] e que não conseguia ter alguém que organizasse esse talento. Aí em 2010, o Brasil trouxe o Gregório Maiano, técnico argentino, campeão olímpico pela Argentina em 2004 na Grécia, em Atenas. E o projeto era devolver o Brasil para a Olimpíada e jogar a Olimpíada do Rio. Ele, como uma parte do projeto, ele cumpriu. O Brasil foi, voltou à Olimpíada em Londres 2012. No Rio 2016, o Brasil ganhou um jogo contra a Espanha. 15 anos depois do Maiano passar por aqui, qual é o principal jogador da seleção brasileira de basquete masculino? Quem é o técnico da seleção brasileira de basquete masculino? O que que aconteceu com o basquete masculino do Brasil? Nada. É, então o, o técnico, ele é uma peça, a gente precisa de um projeto. Verdade, verdade. É isso. É isso é muito louco, porque, eh, o que eu ia falar do Ancelotti é porque assim, você acha, isso é uma curiosidade, não é só uma curiosidade, mas é uma, eu acho que eu queria ouvir sua opinião sobre isso. Você acha que o Ancelotti era o melhor nome pro Brasil hoje ou você não aporta a opinião sua, PVC?
Assim, eu acho que daqui um tempo, daqui um tempo, Mateus, a gente vai começar a discutir porque que ele é um técnico italiano logo retranqueiro, tá? Porque a gente vive de carimbo. Sim. O Ancelotti é um técnico camaleônico. Sim, adaptável. Ele foi o técnico que fez o melhor ataque da história do futebol inglês em 2010 com o Chelsea. O Chelsea fez 103 gols. Depois o Guardiola bateu isso em 2018. Ele foi um técnico que teve um time de muito equilíbrio e muita capacidade de mudar. Quando ele perdeu o Shevchenko, ele montou o time do Milan, campeão da Champions, com Seedorf, Kaká e Inzaghi de atacante solto. Ele fez aquele esquema que era árvore de Natal, né? Árvore de Natal. É. Ah, ele é o único cara que foi campeão em cinco países diferentes. Não, campeão. O Bora Milutinović dirigiu cinco seleções diferentes em Copa do Mundo, mas o campeão de liga. Ele foi campeão italiano pelo Milan, campeão inglês pelo Chelsea, campeão francês pelo Paris Saint-Germain, campeão alemão pelo Bayern e campeão espanhol pelo Real Madrid. Isso tem um valor para quem vem para outro continente, como é o caso dele neste caso, tanto quanto ser campeão cinco vezes da Champions, que é recorde também, mas o fato dele ter sido campeão em cinco países diferentes mostra que ele tem uma capacidade de se adaptar ao lugar. É, ele tem prometeu falar português rápido, né? Tá falando com os caras já no vestiário, falando, errando conjugação de verbo, mas tá falando, ah, de entender de ir. Eu fico ouvindo assim, ele foi para Itaquera ver o Corinthians e Vitória, porque ele foi ver o Hugo Souza. Não, cara, ele foi ver onde ele está. É, ele foi ver onde é que ele está, como é que é esse negócio aqui, que futebol estão jogando nesse Campeonato Brasileiro aqui, como é que são os jogadores aqui, como é que são os jogadores, como é que eles estão formados, qual é a distribuição tática, quanto espaço tem. Ele está vendo o jogo, vai ver o Hugo Souza. Ele vai ver o Hugo Souza também, mas ele vai ver onde ele está. Ele está tentando saber onde ele está. Ele vai pro Corcovado para passear e ver o Rio de Janeiro que é lindo, mas ele vai para saber onde, como é que é a população, quem é que está ali, quem é que está visitando, se é turista, não é? Como é que é esse, como é que é esse lugar? É por isso que ele ganhou em cinco países. Então tudo isso é muito positivo. Agora, isso tudo é um pedaço de uma história que precisa ser muito mais bem construída. A gente não tem, a gente não contrata Jesus Cristo, cara. A gente vai ter alguma oportunidade de ver o Ancelotti treinando a seleção para jogar na altitude? É, vai ter La Paz esse jogo. A gente passou o tempo inteiro, vai ter que jogar em Quito. Mas eu joguei em Guayaquil, que é nível do mar. Ele estreia em Guayaquil, tá? Quinta, quinta-feira agora, 8 da noite. Então, queria ver ele jogando na altitude. Seria uma primeira. E é uma parada interessante, é que ia ser muito maneiro se Ancelotti ganhasse, porque se eu não me engano, nunca um treinador estrangeiro foi campeão com a seleção. Não bateu na trave literalmente, porque a Holanda de 78, que a última bola do jogo, o Rensenbrink que chuta na trave, o técnico da Holanda era austríaco, era o Ernst Happel. Hum. Mas nunca um técnico estrangeiro ganhou a Copa do Mundo por um. Então, olha só o roteiro. A Eurocopa já ganhou. Otto Rehhagel ganhou pela Grécia. Olha o roteiro. Nossa, também. E estamos vivendo um paralelo de 2004 esse ano, né, PVC? Temos que falar disso também depois. Ué, porque o 2004 foi o ano das azarões. Porto 11, Caldas, Grécia, campeão da Euro. Só times eh bizarros foram ganhando, bizarros assim, né? Só times não tão tradicionais foram ganhando competições. Você fala: "O quê? Como assim?" E esse ano aconteceu muito isso, porque a, agora, exemplo, o Tottenham não ganhava há muito tempo, desde 2008 não ganhava. O Bolonha, o Bolonha não ganhava desde 54 anos. Crystal Palace, Crystal Palace nunca tinha vencido, ganhou. O Newcastle ganhava não sei quantos anos. Teve campeão brasileiro do ano passado também que não ganhava muito. Botafogo e a mesma temporada, né? É porque a temporada tem agora o Botafogo não ganhar as duas, inclusive estava lá, passei rabi, mas tudo bem. Eh, mas o, e, e então por isso que a galera fica brincando que estamos de 2004 novamente, assim, é essa, entende o paralelo. Mas fala que você ia falar de pergunta.
Não, eu ia falar que, pô, agora a gente tem, tem um roteiro desenhado, tem um Ancelotti pronto para quebrar essa escrita aí da gente ser campeão, ser excelente. A gente tem que ser, tem que ser excelente, tem que acreditar, PVC. [ __ ] E outra, com, eh, uma [ __ ] atuação de um Neymar recuperado, ia ser demais, tipo Ronaldo Fenômeno. Ia ser demais. [ __ ] Já pensou? Porque assim, eh, putz, eu queria muito que o Neymar conseguisse alcançar de novo o seu auge ou chegar perto ali, porque, eh, eu vi, acho que o Ronaldinho Gaúcho falando que, [ __ ] o Neymar, vi uma galera falando. Eu vi, tenho visto alguns vídeos do Neymar no seu auge também e é mágico, cara. Queria muito que que acontecesse de verdade, assim como, como apreciador do futebol, sabe qual é? Porque tem a galera que, [ __ ] desce o pau no Neymar, o Neymar já era, que não sei o quê, mas eu queria muito que ele voltasse a jogar no nível que ele, cara. E é uma geração esperando por isso. É bom, mas estamos aí, né? Vamos lá.
Não, mas eu falo uma geração porque tem a, a nossa geração, eu ainda vi Ronaldo, Ronaldinho. Cara, a galera que é fã do Neymar não viu ninguém desses antes. A maioria é fã, é tipo assim, a gente é fã, mas eu falo assim, tem o que não presenciou o que é isso. E no mundo tão globalizado da internet, o Neymar para os caras é o mais perto do Cristiano Ronaldo e Messi. Assim, essa é o parâmetro. Eles não tiveram Ronaldo, Ronaldinho, entendeu? Isso é bizarro. Mas acontece uma coisa no futebol de hoje que é, será que você precisa ter um Messi, Cristiano Ronaldo, Ronaldinho? Porque você pega o Paris Saint-Germain, que é o time do Dembélé total, que foi campeão por causa do Duet e no na temporada aqui não tinha pela primeira vez nem Messi, nem Neymar, nem Mbappé. E o grande nome é o Luiz Henrique, vamos botar assim, pelo. Você tem um time muito bem, porque eu falo disso porque a gente não fala que assim, pode até acabar que algum deles ganhe a Bola de Ouro, mas a gente não fala antes de começar a final que era um cara do PSG que ia ser o melhor do mundo. A gente está muito louco, tudo é muito, tão é tão rápido essa era da informação que assim, a gente estava discutindo em fevereiro quem ia ser melhor do mundo em dezembro. Ele estava bravo que a gente perguntou isso no programa lá embaixo para ele, falou esporte, ele pô, mas a gente está em tal, a gente tem em fevereiro discutindo que vai ser melhor do mundo em dezembro e aí você fala de Rafinha, você fala de Mbappé, você fala de Vinícius e aí a malha estourou absurdamente no mata-mata. Aí o Paris Saint-Germain ganha e você olha quem é a estrela do Paris Saint-Germain. Ó, é o Dembélé. Mas o Dembélé é melhor do mundo? Pode ser eleito, pode. Mas assim, não é porque ele é o melhor do mundo, é porque ele é a estrela do melhor time. E o que que tem de tão especial no PSG então para eles conseguirem fazer o que estão fazendo? Cara, estão jogando simples, que nem o Luis Enrique gostava de falar. Hum, eu acho que ele tem pressão, tem talento pelos lados do campo, que varia que é muito bom e o, e o Duet do outro lado que barrou o Barcola, que é muito bom também. Aham. Tem a capacidade de saber o horário de subir, pressionar e a hora de atrasar e marcar no bloco médio. Um time muito bem posicionado, como era o Barcelona do Luis Enrique em 2015. Isso é um mérito conjunto do time, do treinador, de todo mundo. Como é que é? Da equipe. Como eu falei do projeto que a gente precisa ter um projeto. O Paris Saint-Germain tem hoje um projeto de o Luis Enrique ter dito que o time ia ficar melhor quando perdesse o Mbappé e ter sido campeão quando perde o Mbappé. É muito simbólico. É muito, é muito simbólico. Não, e a galera fica brincando que é a primeira vez na história que o PSG pegou a chave e deu pro treinador, né? Porque sempre os caras pegavam jogar, esse cara aqui você monta. E aí foi ao contrário e foi uma resposta muito grande porque tem vários vídeos do Luis Enrique falando com o Mbappé mostrando ele falou: "Cara, você precisa correr para marcar aqui porque se você correr, os caras vão correr para você". E tipo, brigando com ele por isso. E nesse time, é, se não me engano, acho que o Dembélé já falou isso, mas outros jogadores já falaram, é que tipo, cara, você olha, se você olhar o PSG marcando, é todo mundo junto marcando, pô. É tipo, todo mundo, é, é um, um bagulho muito de grupo assim. E você falou disso e, e saiu ontem, eu estava lendo da, eu gosto muito de NBA, aí estava acompanhando NBA e esse ano, eh, a final da NBA é Indiana Pacers e Oklahoma City Thunder. E nenhum dos dois já venceu. Nenhum dos dois ganhou a NBA. E pegou a Grécia. É, exatamente. Mais um, mais um para. E se você entrar no estilo do time, é um time muito mais coletivo e defensivo. Os times que marcam muito bem e tem mais do que cinco jogadores bons. Tem tipo três, quatro que entra no banco e ajudam muito. E começaram a levantar a pergunta: será que a nova NBA, porque teve a NBA da dupla, do trio e agora virou do conjunto de todos. Do, do Tex Winter, o Tex, da teoria dos triângulos do Phil Jackson. É, tem é Phil Jackson. É, é. Não, Phil Jackson é o técnico. Técnico. Acho que é Dexter mesmo. É Tex Winter. É. Não, aí eu errei o nome. O que é o episódio Qu Dance do Michael Jordan? É muito bom. Dr. Drzler. Ah, eu vou. É Drzler, acho que é. É que era o cara que criou a teoria dos triângulos. É que a teoria dos triângulos é tipo, sempre tem que ter dois jogadores quando está com a bola, sempre tem dois jogadores de você. Guardiola que é volta pro futebol. Exato. Isso que eu ia falar que eles pegam dá basquete também. Dá uma importada. Entendi. Maneiro, né? É. E aí depois nas 2010 para cá o LeBron faz a dupla e tem o trio, aí o Curry é com as bolas de três, enfim, jogo. Mas isso deixa o jogo mais legal, cara. Um jogo mais defensivo, não deixa um jogo mais chato, diz assim, não. Mas deixa o jogo muito intenso e competitivo, porque é difícil fazer cesta e no final do jogo quando você pega que é o alto nível de concentração, cara, só faz cesta, que é muito [ __ ] que é muito [ __ ] pô. E tipo, exemplo, e o Indiana Pacers, o o principal jogador do do Indiana Pacers chama Tyrese Haliburton e ele foi eleito Winter. Ah, ele foi eleito pro jogo pelos jogadores da NBA esse ano, uma pesquisa do The Athletic que ele era o jogador mais superestimado. Oxe. E ele chegou à final no ano que os caras elegeram ele, cara. Tex Winter era o cara que inventou pro Phil Jackson a teoria dos triângulos, que é quando o Phil Jackson chama o Michael Jordan e fala: "Você vai marcar menos pontos e nós vamos ganhar mais jogos". É. Ah, tá. Que no fundo é é isso, é o coletivo. É você não tem porque não é tênis, né? Não é um jogador, não é tênis. Exatamente isso. Ah, e você que está assistindo esse vídeo aqui no Talk Flow, dá para você virar membro, cara, do Flow. Agora é um botãozinho do lado do botão de se inscrever. A gente faz um programa semanal só pros membros, olha. Então fica esperto aí se quiser virar membro, tá bem aqui do lado. É menos de R$ 8, irmão.