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Sexy Canvas para vendas, marketing e para a vida - Andre Diamand - Episódio #08 Papos de HOJE

HJ Conference44:15

Transcription

Papos de hoje, o podcast oficial do HJ Conference. Recebendo aqui na mesa duas pessoas ilustres, dentre elas André Diam. Acertei? Acertou! André Diam. Eu achei que eu ia errar, cara, de primeira aqui. E também comigo, o Vinícius Furlaneto. Vini, seja bem-vindo aí, beleza? É isso aí, estamos juntos aí. Falar um pouquinho sobre o Sexy Canvas. Mas antes de mais nada, Vini, obrigado por estar conosco, tá? Tirou seu tempo para estar aqui. E ele é, como é que se chama? Não um Sexy, Sex C, ou um hacker da sociedade também. Ó, aí, ó! Tá conosco o Vini. E é claro, né, o nosso amigo ilustre, André, obrigado por estar conosco aqui no Papos de Hoje.

O prazer é todo meu. Tipo, acabei de palestrar, tô naquele, naquela adrenalina pós-coito. Não, pós-coito não, pós-palestra. E realmente é muito especial aqui. Eu vou falar, parece que a gente vai no evento, fala: "Nossa, esse evento foi o melhor". Eu juro, tal. Cada evento fala: "Nem o pessoal de rock que fala 'Boa noite, Springfield'". Ah, fala: "Ah, ele falou o nome da nossa cidade!". Gente, a energia aqui é diferente. Não é porque é o interior, não é porque tem porco. Eu me sinto muito em casa aqui. O palco é maravilhoso, é um palco raro para mim, porque, não, já, já palestrei em lugares, milhares de pessoas, com aqui, mas aquela coisa meio "stad", uma galera ali, uma galera ali, uma galera que... E o amor e o carinho, eh... Nossa, eu vou voltar todo ano, com certeza. E tô muito feliz pelo convite, não só do evento, como também desse podcast. É o primeiro ano, é meu primeiro ano. Caraca! Nunca, já tinha vindo pra Concórdia ou não? O Ali já tinha me chamado antes. Ah, e eu tava numa época, eu oscilo muito enquanto ser humano, né? Então, às vezes eu sumo, vou pra montanha, vou tá com os índios. Então, às vezes eu fico sem responder. O Ali já me chama há anos, mas esse, falei: "Não, esse quando ia te chamar, ele não, não te trouxe". E eu acabei vindo, né? Fazer. Falou muito legal isso.

Antes de mais nada, vamos abrir aqui dizendo o que que é esse tal de Sexy Canvas. Olha, Sexy Canvas, em resumo, é uma metodologia de marketing, também uma filosofia de vida e uma terapêutica. O Sexy Canvas, em resumo, ele também pode ser resumido. Olha, falando "resumo" quatro vezes, que não é bom. Vamos resumir. Ele é uma folha de papel. Como todo Canvas, não fale "Canva", não tem nada a ver com aplicativo. Ia dizer: "Ah, cara, esse aplicativo matou meu brand". Bo... nasceu antes do Canva e depois veio o Canva. Tudo bem. É Canvas. Todo Canvas, do inglês "canvas", é como as pessoas pintam. Vão fazer uma pintura em... sobre "canvas". É um quadro em branco. E um quadro branco é a diferença das metodologias que têm um Canvas é que ela pode ser toda resumida numa única folha de papel. Então, diferente de um estudo de Freud ou uma ciência de química, biologia. Acho que na química, posso dizer que eles têm um Canvas que é a tabela periódica, né? Mas não resume toda a teoria lá. É só, olha, os elementos estão aqui. O resto da teoria tá fora. O Sexy Canvas, toda a teoria tá lá. São 14 itens. Contém os sete pecados capitais e as sete emoções da criança interior. E isso resume basicamente o que os humanos desejam, compram, consomem, engajam, clicam, se apaixonam. Tipo, não existia uma ciência que explicava para que você acorda de manhã, escova o dente e vai para algum lugar, ou seja, um trabalho ou uma balada, ou compra um produto. Não existia essa ciência. Não, não só no Brasil, como no mundo. Então, as pessoas tentavam criar produtos na tentativa e erro. Ah, vamos aí, tentar, joga pro cliente, vê o que que ele fala. Não existia uma ciência por trás das coisas. T... sucesso. O Sexy Canvas é a ciência por trás das coisas que têm sucesso. E ela é resumida em 14 itens somente, que são sete pecados capitais e sete emoções da criança interior.

Sete pecados capitais e sete emoções da criança interior. Já fizemos aqui o... o Sexy Canvas do HJ. Já fizemos. É, eu tô com ele aberto aqui, ó. Olha só, fiz questão de abrir aqui, porque o Vini fez para nós aqui, ó. Eu fiz questão de abrir aqui. Foi feito isso em quando? Nossa, 2021. 2021. Sim. Depois da minha palestra, eu sentei aí e falei pro Ali: "Cara, essa, essa festa aqui, que na verdade não é um congresso, né? Isso aqui é uma festa". Uma festa, um festival. Festa, um festival. Festival de conhecimento, de música, de cultura, enfim. Falei: "Cara, isso aqui tem tudo a ver com Sexy Canvas". Falei: "Então, vou desenhar para você, vou escrever ali tudo que eu acho que tem a ver". E tu vai usando, se engaja nisso, pega essas ideias e vai trabalhando isso. E foi muito legal. Tem a foto aí. Eu gosto quando é feito à mão assim. E faz todo sentido. O humano precisa entender que existem alguns erros graves na, na, no marketing clássico, né? E aqui tá um brasileiro que quer ganhar o Prêmio Nobel, humilde, mas apenas quer ganhar o Prêmio Nobel, questionando coisas basais. Então, um dos erros, para mim, do marketing clássico é olhar o humano como "persona". Né? Todo mundo que faz marketing olha a "persona". O que que é a "persona"? Normalmente é uma figura idealizada. Então, a "persona" da mãe de pet é aquela mulher que ama o seu pet e vai pagar qualquer valor pela ração e adora passear com pet. E, e, e quando você cria essa "persona", o que acontece na reunião de marketing da empresa? Quando o marketing não é só propaganda, criação de produtos. Isso é um outro erro do marketing clássico, que no Brasil o marketing virou só "cop", vendas, publicidade. Então, e erros são erros bem basais. Quando, no fundo, aquela mulher que ama o seu pet, ela até ama. Não, não é que ela tá mentindo, mas no fundo, ela tá de saco cheio daquele cheiro de cachorro na casa. Só que ela não fala para ninguém. Muito pelo... Ou o cachorro, quando raspa a bunda no chão para se limpar, ela fala: "Totó, que que é isso? Não aguento mais isso!". Ou a, a experiência de ter que passear três vezes por dia com cachorro, a cana. Só que ela não fala para ninguém. Então, o mercado entende que aquela "persona" daquela mulher só ama o seu cão e fará tudo e criará produtos e serviços para esta "persona". O Sexy Canvas desmistificou o verdadeiro cliente e entendeu que o cliente de verdade é o ID de Freud, é o bicho, é o sincero. Um ótimo exemplo, nesse caso, do pet, da pet. Ela adoraria que alguém viesse, tivesse um Uber de pet. Desculpa, um Uber de pass... passador de cachorro. Uber de... e que que pega o cão dela e leva para passear três vezes por dia, e ela tenha confiança e segurança nisso. E ela pode falar: "Putz, mas você não for passear e como é que eu vou postar no Instagram?". Aí o cara fala: "Não seja por isso, eu levo uma câmera no peito, te mando as fotos para o WhatsApp, você posta como se você fosse passear pessoalmente". Então, não vai ferir as coisas básicas. E ela vai ter também soluções de limpeza da casa para tirar o cheiro de cachorro. Esses produtos, eles simplesmente, simplesmente não nascem porque a gente continua encarando o humano como um humano super-egoico, como a "persona". Eh, e esse, e esse humano super-egoico, na verdade, ele é o mínimo, né? Porque tem gente que, que ama esse pet, que, que nem você falou, né? O cara que acha que aquilo é um filho e tudo mais. E, e, na verdade, são poucas pessoas, né? Então, que... às vezes todo mundo ama, inclusive, não, eu digo que trata assim, muito que não se preocupa com isso que tu falou, né? Exatamente. A maior são pouquíssimos que tratam como filho, mas mesmo os que tratam como filho, no fundo, tão cansados. Não põe essa voz. Exato. Verdade. A gente, quando é para entender a diferença entre ID e "persona" e "ego", quando a gente é convidado para uma festa de casamento. Você já ouviu esse exemplo? E aí, a gente tem sempre aquela coisa: "Nossa, amor, Renato e Lúcia vão casar. Nossa, você lembra que fomos nós que apresentamos eles? Que bonito casal! O amor venceu. Nossa, vamos no casamento, homenageá-los com um bonito presente, vamos com uma bonita roupa, né? Vai ser uma festa linda. Ai, que bom! Ai, tô tão feliz!". Esse é o papo entre dois humanos super-egoicos. Os humanos que querem ser amados, gostados. "Olha que pessoa boa, nosso Vini, ele cuida dos outros, realmente é um bom homem". Quando, no fundo, se você é convidado a uma festa de casamento, tem isso também, né? Tem o amor, tem, tem a coisa boa, mas no fundo, a pessoa tá pensando: "Onde vai ser a festa? Ah, fala uma, uma casa de festas boa aqui ou de Chapecó, sei lá. Um que a galera gosta de tá. O Mescla, por exemplo. Mescla? A festa vai ser no Mescla? Nossa, a comida é muito boa! Vou comer muito, dançar muito. Nossa, vou pegar geral". Se eu tiver solteiro, ou se eu for casado, não for ético, e vou dançar e vou beber e vou roubar chocolatinho no final. Nossa, a gente... Cara, a galera do colégio vai estar lá. "Bora fazer dieta, amor, três meses para chegar sarado e o pessoal vê que eu tô bem". Então, esse é o humano. E por muito tempo, o marketing clássico negou a existência desse humano. E todos os estudos que existem por aí, inclusive americanos, foram para "persona". Quando eu percebi que o verdadeiro humano que consome, ele também consome pelo "ego". Ele também não é mau. Ele quer comprar um presente para homenagear. Não é que ele não existe, como o Vini falou, mas a verdadeira face do humano é o ID, é o bicho que quer roubar, roubar chocolatinho no final do casamento, pegar gente, transar no banheiro, encher a cara, dançar. Esse é o humano verdadeiro. Ah, André, você não tá muito infantil? Isso não. A juventude? Os adultos são crianças adulteradas. Todos nós queremos nos divertir, queremos ter momentos... E achamos em algum lugar que nos ensinaram que depois que somos adultos, temos que ter uma vida infeliz e devotada e sofrida e só na obrigação. Isso é uma grande mentira que programaram muito basal a sociedade. Estão estragando a vida de muita gente. Então, Sexy Canvas, ele passa na mercadologia, na questão de criar produtos, de criar um marketing diferenciado. Como todos os meus alunos aí, uma galera milionária e muitos produtos grandes. Tem gente aqui no palco, Shark Tank, meus alunos que entenderam a regra do jogo. Mas ele também é uma ferramenta de libertação desse humano oprimido para uma cultura original de Portugal, igreja católica que criou humanos para ganância é pecado, ganhar dinheiro é feio, não posso ser melhor que ninguém, vaidade. Tenho que trabalhar muito porque preguiça é pecado. Ah, mas se eu trabalhar muito, posso ganhar dinheiro? Não, porque é ganância. Então, a gente é programado nessa sociedade para viver uma vida artificial, automática, cujo principal objetivo, por incrível que pareça, não é ser feliz, é agradar todo mundo, dar a cara ao inimigo, se colocar em quarto lugar para, no final, nos dizerem que a gente seria amado. Aí chega numa resenha, tem pizza, né? Vai, vamos dizer que vocês vão pedir pizza aqui no podcast, né? Aí você vai falar: "Pô, pedi me pizza". Falar: "Pedi pizza de quê, Ricardo?". Ah, pedi pizza de muçarela. Aí um normal ia falar: "Ah, tá bom, eu como uma fatia, não quero incomodar". Um Sexy Canvas falaria: "Irmão, tu já pediu? Dá para colocar a meia calabresa?". Porque as pessoas põem para fora os seus desejos basais. Enquanto humano continuar sendo alguém que acha que vai ser amado sendo fofo, agradando todo mundo, aceitando qualquer sabor de pizza, lavando a louça na resenha: "Ah, hoje a louça é minha, amigo, deixa comigo". E, e, e agradando ninguém, vai estar vivendo de verdade. Vai estar todo mundo com medo de ir pro inferno, tentando jogar um jogo que não é deles e atrasando o Brasil, diminuindo o PIB, fazendo vidas miseráveis e, e, e zero inovação, zero criatividade, zero coragem de ser sexy. Fica se podando. Cara, quem disse que isso é bom? Aliás, eles sabiam que não era bom para cada indivíduo. Eles deixaram a gente assim para eles poderem pegar todo pau-brasil, todo ouro, prata, especiarias, escravos e deixar o Brasil quieto, não se revolucionando. Porque o combustível da revolução é o quê? Inveja e ira. Aí todas as revoluções são, são, são têm combustíveis nos sete pecados capitais. Então, não é que os sete pecados capitais é para a gente ficar transando e comendo que nem louco e passando mal. Tem uma inteligência por trás. Mas, ou deveria ter, né? Ou deveria ter. Mas não é o 80, nem o oito. As pessoas têm que entender que primeiro lugar não é o amor a Deus, amor ao próximo, é o amor a elas mesmas. E o amor foi convertido em egoísmo nessa sociedade. E as pessoas pensam que se colocar em primeiro lugar é egoísmo. E Deus não gosta. Deus quer você feliz. Hoje, Jesus quer você próspero. Hoje, inclusive, ele incluía... [ __ ] incluía, eh, leprosos. E essa história de culpa, medo, medo de ir pro inferno, foi invenção dos humanos depois e cagou o Brasil na controlar a sociedade.

Mas eu acho que o mais massa, né, André, falando dessa questão da, do que muda o Sexy Canvas na cabeça das pessoas, né? É pequenas coisas, né? Isso que tu falou de mudar aquela percepção pequena das coisas que o cara já [ __ ] merda, o cara já faço isso há tanto tempo, meu, e nunca me toquei. Quando a primeira vez que eu, né, falasse da história da pizza, aquilo assim, para mim, para mim foi um troço que, Putz, eu fazia isso, sabe? Tipo assim, eu dizia: "Não, ó, escolham aí, né? Eu, tanto faz pra mim, qualquer sabor". Aí eu falei: "Quer saber de uma coisa, meu? Eu quero é calabresa mesmo. E quem quiser outro, que quer mais, que quer outra coisa, compra mais uma". É, a gente não precisa ser babaca. Eu quero calabresa. Vocês querem outra? Metade de quê? Não tem problema. A gente não precisa ser maluco. Mas a gente tem que se priorizar, entendeu? Ninguém que não se prioriza vira um empreendedor fora. Exatamente. O cara fica sempre à mercê dos outros, né? Esperando que o que que a sociedade vai me dizer que eu tenho que fazer, esperando alguém dizer: "Ó, faça assim". E o cara nunca toma uma iniciativa, né? Ele fica sempre na espera de alguém. E eu, eu fico pensando agora também aqui, vamos colocar aqui pro nosso real de agora, que nós estamos aqui num evento macro em relação ao micro, né? Nós estamos numa pequena Concórdia com um evento enorme. E quantas pessoas estão por aqui também nessa ideia, tipo: "Pá, não será que eu devo pensar em mim ou devo pensar em, né, no social?". Não digo social, mas assim, nas outros, né, setor, nos outros. É isso aí. Isso aí. Tipo, o quanto eu tô pensando em mim estando aqui nesse evento? 90% das pessoas estão pensando nos outros antes de si. 90%. É claro que é uma estatística não comprovada. Não tô aqui, o IBGE avisou, porque não existe estatística sobre isso. Mas na programação basal do brasileiro, tá todo mundo com medo de se priorizar. E não, por que que o Brasil não tem nenhuma teoria? Não tinha nenhuma teoria científica de marketing, de behavior economics, de comportamento de consumo? Vocês conhecem algum, eh, criador de teoria de marketing no Brasil? Sinceramente? Não. Prazer. Eu sou André Diaman. E eu sou o primeiro criador. Em 2000, tem 14 anos. Minha teoria tá, mas ela foi pro mercado há 4 anos atrás. Não tem. Por quê? O brasileiro, sinceramente, ele vai na faculdade, ele fala: "Fala, vou estudar tudo que vai vir de Harvard e o livro do Kotler e o livro do Porter. Nossa, parece que o pessoal no Vale do Silício inventou as startups. Eu vou atrás". O brasileiro não se cogita como criador de ciência. O brasileiro não se cogita como um criador de uma startup realmente revolucionária a nível mundial. Porque tem startups legais aqui no Brasil. Eu fui presidente da Associação Brasileira de Startups em 2015. Fomentei muito esse mercado e, e, e ajudei. E foi lá que eu aprendi, inclusive, quando eu fui presidente, falei: "Cara, tô estudando quais produtos eletrificam, encantam os humanos. Tô como presidente da Associação Brasileira de Startups, vou aprender e vou descobrir o meu Eureka aqui". Descobri que não. As startups, elas não criaram uma fórmula de criar produtos de sucesso. A invenção real das startups foi como criar produtos que vão dar certo ou falir rápido. A startup, ela acelerou a falência e o sucesso de uma empresa. Ela não acelerou o entendimento da dor de um cliente para a solução do problema. A única coisa, além da velocidade, que a startup inovou foi fazer o MVP, que é o produto mínimo viável. E, ah, vamos criar uma garrafa agora que é roxa de água. Ah, que novo? Ou então, com essa garrafa, essa água chamada Liquid Death, que tá bombando, que é morte líquida, né? Que é matar a sua sede. Ai, vamos jogar pro mercado e ver que que o cliente acha. Se a gente for esperar o que o cliente acha, a gente nunca vai inovar. O cliente é bom de pegar essa garrafa e falar: "Olha, é roxa". Ah, e preferia amarela. Ou então, "Ah, esse notebook tá esquentando, não pode resolver o problema de esquentar". Então, a tela tá pequena, não pode aumentar a tela do notebook. O Steve Jobs, eu falo isso no curso, ele fala que se ele ficasse ouvindo só o cliente para inovar, ele nunca teria criado o iPhone e o iPod. O cliente não sabe da versão 3, criar a versão 5. Ele sabe da versão 3, criar a versão 3.1.12. Então, eu, eu detectei um bug no capitalismo, e não só brasileiro, no capitalismo mundial, onde a gente tá indo para Marte com muita ciência, a gente tá criando inteligência artificial com muita ciência, mas no empreendedorismo, que seria uma linha muito importante de base do capitalismo, é tudo na tentativa e erro, na cópia, no MVP. Não, vamos ver. Ah, uma empresa americana fez, vamos copiar. Cadê a ciência por trás de empreendedorismo? Eu criei a primeira ciência por trás do empreendedorismo. Não existe no mundo isso. Por isso que eu falo de ganhar Prêmio Nobel. Toda vez que um brasileiro fala isso, tá bom, tu forçou a barra, né? Tu é brasileiro, que vem da síndrome de vira-lata. O Sexy Canvas, em termos de enunciado, digamos que eu esteja falando verdade, que não seja só um um charlatão inventando coisas. O enunciado do problema: as pessoas não entendem o que eletrifica os humanos e cria e, e, e como criar produtos de sucesso. E eu criei algo que resolve isso. Não existe isso no mundo. Então, é nível Nobel, é nível uma solução que pode impactar não só o Brasil, como realmente todo o, o, o capital que existe. Exatamente. Uau! Uau! E, e esse teu pensamento faz com que você coloque você em primeiro lugar, de querer estar no belo. Eu, exatamente. Eu sou um exemplo do Sexy Canvas, entendeu? Então, na prática, eu chego na palestra e falo assim: "Galera, legal o evento até aqui, né? Todo mundo, eh... Então, fiquem preparados para a melhor palestra do evento até agora". Esse tipo de coisa, o brasileiro não fala. Isso gera todo tipo de sensação. O brasileiro médio ouve esse tipo de atitude, eu falo: "Vou ganhar o Prêmio Nobel". Como eles são programados? Você, eu vou falar: "Cara, tu tá na frente do cara mais [ __ ] do Brasil no momento de comportamento humano, capitalismo e empreendedorismo". Um lado seu vai falar: "Pô, maneira, que tô entrevistando ele". Mas tem um lado seu programado lá atrás falando: "Que babaca! Ainda é carioca, pelo sujo". Acho que eu entro de óculos escuros no palco. Vou colocar aqui de propósito para a galera ter essa reação. E essa reação é programada por quem? Pela igreja católica. Que é: "Ai, ninguém é melhor que ninguém. Esse cara vai pro inferno. Ele se acha. Dinheiro não traz felicidade. É melhor é competir". Não, como é que é? Melhor competir? Não precisa ganhar, basta competir. Qual é a frase? Tem uma frase pronto para isso, né? Eh, "O importante é competir e não vencer". Alguma coisa assim. Ou então, "Mas fail, um camelo passar pelo furo de uma agulha pelo fundo". A, a frase certa é "pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus". Toda essa programação que a gente fala. Cara, mas eu não sou nem católico. Não importa. Se a luz cair aqui, você vai falar: "Nossa Senhora!". Você vai falar: "Deus me livre!". Você vai falar assim: "Pô, cara, como tá indo teu podcast?". Pô, graças a Deus, também. Sem querer, foi na etimologia, na linguística, foi introjetado há 523 anos. 523 anos. Uma filosofia que é uma programação que não é pro nosso bem, não é pro bem da nossa individualidade, não é pro bem do nosso... Uau, para a nossa felicidade. Era pro bem de classes dominantes da época e que estão até hoje sendo representadas nas bancadas políticas, que não querem a sua felicidade, querem a felicidade deles. E não aguento uma religião ou várias que pregam que ganância é pecado. Quando tem 13,3 trilhões de dólares em obras de arte, imóveis e dinheiro no banco do Vaticano, pelo amor do universo, não dá mais. E só quem foi lá para saber aquilo lá. Tem que tirar o véu de uma sociedade que, por que que não muda rápido? Porque implantaram um monte de medo de ir para o inferno, um monte de culpa, e nenhuma sociedade baseada na culpa e no medo floresce. Não. E achei legal que tu falou "pelo amor do universo". Né? Fez questão de trocar ali. Eu acredito em Deus, mas não o Deus e do Juda. Eu sou judeu de origem, inclusive. Tá? Mas eu não acredito em Deus esse da barba branca e imagem e semelhança do homem. Não é imagem e semelhança do homem. Aliás, a criação do Deus, quando diz que é imagem e semelhança do homem, foi péssimo pra natureza. Antigamente, falando um pouco da minha teoria, tá? Eh, todas as religiões originais, eu não sei se eu tô saindo muito do tema, mas eu tô aqui no tema. Estamos na boa. Todas as religiões originais surgiram principalmente a partir de 9500 antes de Cristo, quando a gente deixa de ser nômade, vira sedentário. Por quê? Quando a gente é nômade, vai lá, mata o mamute, tu para, alguém sai correndo, mora em outro lugar, não tem estabilidade geográfica, não tá fixo. Quando a gente descobre pecuária e agricultura, mais ou menos em 9600 antes de Cristo, faz muito tempo, a gente passa a morar ali no Nilo ou na Mesopotâmia. A gente passa a morar 2, 3, 5, 10 anos na mesma comunidade. Então, não dá pra mais estuprar, roubar, matar mamute, dar soco na cara do irmão. Não. Agora, no sedentarismo, tinha que ter organização. Quem assumiu? As religiões mais naturalistas, tipo indígena mesmo, Deus lua, Deus mar, ou as africanas de Mati, de de base africana, tipo Iemanjá, deusa do mar, deusa do rio, Deus montanha. Então, essa época, apesar de também a religião, eh, ser uma forma de controlar o humano de uma forma forçada, era importante, porque humano não podia ficar assassinando, estuprando. Se estavam morando juntos, teve que ter organização. A gente não era mais bicho. Só que aí, depois de um tempo, as religiões monoteístas, a começar pelo Judaísmo, falam que Deus é a imagem e semelhança do homem. Nesse momento, fodeu a natureza. Então, você joga lixo no mar, porque você não tá jogando lixo na cara de um Deus ou de uma deusa, no caso Iemanjá. Você joga lixo no rio, porque não é mais Yansã, ou a deusa da cachoeira. Eh, como é que é o nome? Eu esqueci o nome da, das deusas do rio. Pera aí, eu vou lembrar. Oxum, enfim. São... Vamos pegar esse sincretismo aí e entender que antigamente, o naturalismo das religiões, havia respeito pela natureza, havia uma integração do humano. Quando vira o antropocentrismo, tipo assim: "Deus é igual a nós". [ __ ] a natureza é meio. Vamos matar, porco, vamos matar rio, vamos fazer toda coisa. E no final das contas, as religiões queriam o quê? Uma parte era boa, controlar assassinato. Tipo, os 10 mandamentos fazem sentido. Os 10 mandamentos é "Não matarás". Eu faço sentido para mim até hoje. Eu não quero matar ninguém, também não quero ser morto. E "Não roubarás". Beleza. Propriedade privada, a base do capitalismo. Não quero roubar ninguém. E, sei lá, "Respeitará pai e mãe". Faz sentido. Agora, para mim, o erro quando o catolicismo cria os sete pecados capitais, dizendo: "Não, [ __ ] às gostoso e transar às muito, que é a luxúria". Aí eu falo: "Ah, mano, pera aí. Mas é, calma, é gostoso esse negócio, não pode". Ah, "Não comerás". Gostoso essas iguarias aqui e churrascaria, rodízio e bacon de, de queijo de porco, que eu aprendi hoje, eh, que existe. Ah, pô, mas não comerás gostoso. Pô, não terás preguiça. Ah, mas eu adoro bater uma [ __ ] e ver série do Netflix no domingo. Ou então, não trabalhar. Qual o problema de preguiça? Ah, não terás ira, inveja. Mas eu tenho ira do governo. O governo é uma filha da mãe. Por que que eu vou continuar na... Os sete pecados capitais foi uma tentativa de controlar o humano. Traduzindo os 10 mandamentos. Poucas pessoas sabem disso. Tipo, quem não tem ira, não matará. Era uma tentativa de trazer os 10 mandamentos de volta. Quem não tem luxúria e não desejará a mulher do próximo. Mais para essa coisa mais, mais moderna, entre aspas, moderna de 10 pecados para de 10 mandamentos para sete pecados. Só que para mim, porque daí o Jesus quando Jesus veio ali, né? Né? Tem a questão de que ele meio que disse: "Ó, aquilo lá não, não serve muito mais, não, né?". Então, aí eles tiveram que criar algo para dizer: "Pera aí, não serve, mas tem um outro negócio aqui que que controla, dá pra controlar, né?". A Igreja Católica, no século IV, V, quando teve a sua ascensão, inclusive quando o Império Romano caiu, que Império Romano que criou muito, doido. O Império Romano mata Cristo fisicamente. Vamos lá, na cruz. Toma aqui, morreu. E ele cria a Igreja Católica. Depois, quer dizer, a mesma galera que matou Cristo cria a Igreja Católica. Pessoas não questionam isso, né? As pessoas não questionam essa história da Virgem Maria que engravidou de Deus. E aí a pessoa falou: "Ah, mas de repente ela não engravidou de...". Eu não quero ferir a sua fé. Eu quero que você vire um questionador. O brasileiro, eu me perdi aqui, mas o brasileiro não filosofa mais. O mundo não filosofa mais. O que que o brasileiro faz? Netflix, [ __ ], Tinder, ganhar dinheiro. Assim, no século V antes de Cristo, as pessoas na Grécia filosofavam. Filosofar é o quê, cara? Sociedade tá uma merda. Por que que eu tô triste? Por que que você tá triste? Não, vamos aí. E Epicuro, que é um camarada que eu tenho uma certa apreciação, é, é um filósofo de 435 antes de Cristo. Ele chegou um dia nas ágoras, nas praças, deixando vocês falarem. Cara, não, não, que a gente quer escutar. Por Epicuro. Epicuro chegou nas praças. Qual era, qual era a balada de Atenas? A balada de Atenas, o cara tomava banho, escovava o dente, colocava uma túnica branca, iam pras praças filosofar. Não era: "E bora pegar aquela mulher ali, tá dando mole? [ __ ] baixa um corote". Aí, não. Os caras iam filosofar. Filosofar é repensar a sociedade. Não tem nada mais importante que filosofar. Aí Epicuro, um dia, chegou na praça, falou assim: "Galera, quem é casado aqui?". Ah, eu, eu. Chega aí. Quem é solteiro? Ah, eu também. Eu sou solteiro. Quem é, tá na dúvida? Ah, chega aí. Bora conversar. Se filosofar. Isso é democrático. Pô, você tá feliz? Pô, tô feliz, sou casado, tô felizão mesmo. Não é para dizer pra sociedade que eu tô e não tô. Pô, chega aí, vamos conversar. Você tá solteiro? Tá feliz? Pô, tô felizão, tô pegando geral. Ai, não gosto de dever nada pra ninguém. E tu tá solteiro? Tá feliz? Não, tô triste, acho que eu queria ter alguém. Enfim. Democracia. Epicuro postulou no século III ou IV antes de Cristo que tudo bem as pessoas casarem, terem filho, mas tudo bem elas morarem depois de velhas numa república de estudantes. Sabe república de estudante? Todo mundo for maconha, V, jogo, curte. Não vem pra gente uma coisa. Caraca, que maneira! República muito mais do que casamento. Casamento não é que massa. Caraca, curtição. Então, aí ele falou: "Ei, você é adulto, tudo bem você não casar e morar numa república com mais 35 adultos, 40 adultos, 100 adultos para filosofar, curtir, discutir, ler, transar até casar lá dentro". Não tem problema. Então, o Epicuro se permitia em 400 antes de Cristo, não tinha nem Cristo, nem Wi-Fi, não tinha nada nessa época, a criar o que seria as comunidades.

[Música] [Música] por 65% do do, eh, dos dos divórcios, segundo o IBGE, aumentam a cada época. As pessoas se propõem a casar, que tem casamento bom também, não é, galera? Não é contra o casamento. É contra se obrigar a um único modelo imposto pela igreja católica. Aí parece que eu tô falando uma coisa meio anticristo, gente. É o básico. Como pode você não questionar o básico? Você tem direito a ser dono do seu tempo, da sua vida e decidir fazer o que você quiser. Ah, não vai casar? Renata, sua irmã já casou e já deu lindos filhos. É normalmente quem tá te falando isso é uma pessoa que tá com casamento merda, traindo, gordão, não transa mais, mas tá te indicando o casamento. Por quê? Porque que o Deus uniu o homem, não separa. E Cristo gostaria que você fosse casado. E, ah, vai se [ __ ]! A gente vive uma sociedade que não filosofa. Antiga e assim, eu não tô aqui para curar a sociedade hoje. Não, no momento que eu quero que meus alunos, é, entendam o nível de fudelança cerebral que os humanos estão e vendam mais. E é uma cultura que tá enraizada aqui, né? Tu falou 523 anos e me puxou também, porque aqui 500 e poucos anos atrás teve uma revolução dentro da igreja católica, né? Com muitos aí, né, Martinho Lutero e todos os mais ali, então chamado protestantismo. É o protestantismo também que fez isso também acontecer. Por quê? Porque tem algo errado dentro desse bagulho aqui. Vamos ver o que que vai acontecer agora. Sim. E você sabe quais foram? Eu te interrompi. Eu posso. Você sabe quais foram as principais mudanças? Sem Martinho Lutero, que é um alemão, o pessoal acha que ele é inclusive inglês, né? Porque a principal revolução protestante acabou acontecendo no seio da Inglaterra. Eles começaram a olhar a Igreja Católica dominando M geral desde o século IV. Principal era desde o século zero, vamos dizer assim, do século ano, domine, né? Mas no século IV, V, que a Igreja Católica sobe, como eu falei, na queda do Império Romano, não faz sentido, mas tem um porquê. E aí, desde o século V até, eh, vamos dizer assim, 1517, no século XVI, 1517, começa o papo do Martinho Lutero, falando: "Aí, Igreja Católica, já tá, sei lá, 1500 anos dominando a parada. Tem coisas boas, de novo, não perca sua fé, Deus é bom, Jesus tem um papo bom e, e, e tem coisas positivas, não é uma coisa unidimensional, tem uma tridimensionalidade". Mas Martinho Lutero falou assim: "Chega de negócio de indulgência". 95 teses. Hã? 95 teses. 95 teses de Martinho Lutero. Exatamente. Do protestantismo. Assim começa. E aí ele falou: "Gente, a Igreja Católica, chega lá, um nobre come cinco novinhas e chega pro Papa falando: 'Caraca, comi cinco novinhas de 12 anos, eh, cometi o pecado da luxúria, vou pro inferno. O que que vocês podem fazer por mim?'". Aí o Papa falava: "Ó, esse, esse cara aí tem grana, né? Tem várias terras, né? Então, aí paga 7.000 dinheiros de ouro e eu vou te assinar aqui, você não vai pro inferno". Martinho Lutero olhou isso e falou assim: "Pera, Jesus tá bem longe disso. Os caras estão vendendo, eh, eh, terreno no céu". Terreno no céu não gostava disso. Outra coisa que o catolicismo brigava com o protestantismo: trabalhar é penitência, trabalhar é sofrer, trabalhar, trabalhar, trabalhar, pegar três buzão sem ar condicionado, e é isso mesmo. Quanto mais sofrer, mais vai pro céu. Não. Protestante fala: "Trabalhar é uma maneira de comungar com Deus, é uma maneira de tá em contato com esferas superiores. Trabalhar é bom". Outra coisa, eh, eh, isso também teve uma razão político e política histórica que a usura, a maneira de emprestar dinheiro a juros, que acabou virando o setor bancário contemporâneo, só era permitido pros judeus, porque os judeus não podiam ter terra, né, na idade média, e os judeus eram sempre fodidos nessa situação. E aí eles podiam fazer emprestar dinheiro a juros. Tanto que tem essa história: "Ah, judeu é usura. Ah, judeu é o porco". O, o, o cofre de porco é uma coisa para vilta, para sacanear judeus. E aí o protestante falou: "Pera aí, esse mercado financeiro de emprestar juros é maneiro, porque que que só os judeus não? A gente quer também". Então, teve também umas razões não muito religiosas, dentre outras. E o protestantismo surge com força e viabiliza o capitalismo. Se não fosse o protestantismo, tem um livro, como é que é o nome do livro? "A Ética Protestante e a Base do Capitalismo". Caramba, do Max Weber. Esse livro é o que mostra que o catolicismo, ele é contra o sistema capitalista. Dinheiro é feio, vaidade, empresa melhor que a outra, não pode. E o protestantismo resolve isso de uma forma a modernizar. E aí a Europa floresce a partir de 1517 em diante. Aí você vai ver a Revolução Industrial em 1600, 1700. E o Brasil recebe quem? Em 1500, 17 anos antes do movimento protestante, o mesmo capitalismo, desculpa, o mesmo catolicismo original que estava a ser protestado na Europa. 17 anos depois, 17 anos em termos históricos não é nada, é na mesma época. Aí a Europa floresce no capitalismo e o Brasil fica até hoje estagnado. Não. E o protestantismo, desculpa, que eu tô aí direto aqui nessa vibe doida aí. Então, Tic te T medo chegou aqui em 1800, mais ou menos, né? Por assim dizer, né? Então, faz 200 anos que tá, tá no Brasil. Mas a raiz brasileira não é do protestante. A raiz brasileira, 60, 70% da população brasileira, até o último censo, se declara, eh, católico apostólico romano. E mais, aí uns 20% se declaram evangélicos, que é igual a protestantes. Mas no Brasil, o protestantismo, em algumas religiões, em algumas, eh, vertentes, deu bom, tipo a Europa, tipo Igreja Bola de Neve, e aquelas igrejas que, até posso falar, Igreja Universal do Reino de Deus, que é muito criticada. Tem aquela reunião dos 318 pastores, que é uma reunião business, é uma reunião de prosperidade. Você não vai ver nenhuma reunião de business na Igreja Católica Romana. É feio. Mas na igreja evangélica, barra protestante, tem gente ganhar dinheiro. Não é feio, desde que você seja ético e divida depois com a sociedade. Então, e o Brasil? O problema não é o Brasil, não é a polarização de esquerda contra direita, Marxismo, Marxismo cultural contra Bolsonaro e Lula. Não. O problema do Brasil nunca vai dar certo, não é um problema de esquerda contra direita. É um problema de Igreja Católica Apostólica Romana contra capitalismo. É, é isso. Me cita um país colônia, eh, de Portugal, Espanha, Igreja Católica, que bombou, que você mandaria seu filho pro intercâmbio. Não tem. Não existe. Dá um Google, fala assim: "Países de maioria Católica Apostólica Romana no mundo". No, na Wikipedia, só tem Nicarágua, Suriname, não sei o quê, muita coisa da África, Brasil, América Latina. Você vai encontrar uma hora lá em Itália. Aí tem sempre um aluno meu que fala: "Olha só, Itália e Suíça deram certo e são católicos". Irmão, falei: "Colônia, alô, básico de história, não tem". Então, assim, o que eu questiono, parece profundo. As pessoas falam: "[ __ ] o moleque é muito inteligente". Gente, não tem uma, uma correlação e composição de coisas meio óbvias, só que ninguém nunca tinha falado. Eu não tô falando assim, é igual a MC2, segundo Plutão, vai dar a volta em... Não tem [ __ ] nenhuma, é só o óbvio. Tipo, protestantismo deu certo na Europa. História, né? História ensinando, né? À toa que os sete pecados capitais estão na minha teoria de marketing. Não é à toa. Porque durante séculos, o nosso humano brasileiro foi suprimido. Culpa, medo, não pode transar, não pode comprar, não pode ser melhor que ninguém. E o que ele quer? Ele quer um Nike, ele quer [ __ ], ele quer um iPhone. Por quê? Ele foi suprimido pelo catolicismo. E é isso que ele quer comprar. E ele faz de tudo para fazer isso, né? Ele vai parar de deixar de comer pra comprar aquilo que ele que ele realmente quer. Ele quer. Já tenha cinco Nike em casa, mas ele quer mais um. Ele quer o que saiu ontem ali, que que a galera tá usando. E até me pergunta: "Mas André, nessa hora eu te admirava, mas aí eu me perdi um pouco ao querer enfiar mais Nike na cabeça". Galera, eu não quero. Sabe o que eu quero? Que o Sexy Canvas pare de funcionar no Brasil o quanto antes. Eu quero que a minha teoria vá pro lixo. Só que enquanto Nike, Apple, iPhone, Outback, Big Brother e todo mundo usa a minha teoria para vender, eu quero que meus alunos fiquem ricos. Por quê? Para ficar comprando Ferrari, comendo [ __ ] em barco? Não. Para também curtir esse lado do "self-3", que eu chamo. Mas para se unir a mim no movimento revolucionário. O Sexy Canvas, ele é metodologia de marketing, vendas, ele é terapêutico, ele é filosófico, mas ele, no fundo, é um movimento hacker de sociedade revolucionário, que em algum momento o Brasil vai acordar e falar assim: "[ __ ]! Foram 523 anos de mentira. Chega. Agora é nós". Uau. É isso aí. Caramba. Eu ter que dizer para vocês, nós estamos aí quase encerrando o tempo e, por mim, nós ficava aqui até de noite conversando. Pô, Vini, vou te contar, hein, cara. Olha só, cara. Não, cara, isso aí não. Sensacional. Sensacional. Vini, e o que que tu tem a dizer sobre o Sexy Canvas? E todos, faz quantos anos que tu tá, né, de aluno? Eu sou da segunda turma, 2021, né? 21. Começou, foi, acho que foi fevereiro, se eu não me engano. Eu não lembro. Eu sou desses que não lembra, não. Mas é, foi mais ou menos isso. E, cara, vou dizer pra ti assim, que para mim, eh, foi um negócio bem disruptivo, porque entender essa teoria e tentar trazer pro dia a dia não é fácil, né? Porque a sociedade, ela fica te julgando o tempo inteiro. E a nossa mente também quer ficar ali: "Ah, que que eles vão pensar?". E tal. Mas quando a gente enxerga que você pode fazer a mudança e tu consegue.

Provocar as pessoas e fazer a diferença é isso que importa. Eu acho que o legal, para mim, eu assim, eu usei isso primeiro para minha vida. Eu acho que essa é a primeira chave que a gente vira, né? Mas consegui colocar isso nos meus negócios, eu acho que é isso que é mais legal, né? Que o André fala, eh, consegui colocar nas minhas consultorias, trabalhar, ajudar os empresários que eu quero, né? A minha, a minha atividade de ajudar os empresários, olhar a empresa deles e, cara, isso, tua empresa tá uma merda, ninguém quer comprar o teu produto. Tipo assim, o teu cliente, pô, tu não vende. Por que que tu não vende?

Exato. Outro consultor falaria: "Ah, seu negócio está bom, vamos melhorar um pouco." E de repente não tem coragem de de falar a verdade.

Exato. Falei, o cara falou uma vez para mim: "Ah, mas isso aqui, aqui não funciona." Tal. Porque eu não, eu não uso esse troço. Falei: "Cara, tu não usa porque tu não é o cara para ser teu troço. Tu é dono, só, mas tu não é o cliente." Uau. Então, nós temos que mudar isso aqui, que se tu quiser vender. Então, é meio que quebrar esse paradigma e mostrar para as pessoas, assim, tem algo a mais para você poder mudar o jogo, fazer teu produto melhor, as pessoas quererem, né? O teu negócio bombar e você fazer um diferencial diante, né, da concorrência, que todo mundo tá fazendo a mesma coisa. Porque hoje o produto é commodity, né, cara? Todo mundo vende a mesma, a mesma coisa.

Então, como que eu faço para vender isso aqui de uma forma diferente? Vender uma água hoje que o cara diga: "[ __ ]", vou tomar essa água, pagar em vez de R$ 2, eu tô pagar cinco e e tá tudo certo. Por que que vai pagar cinco, né? Tem recimento. Aquela água, voz. Mas eu te interrompi. Não, vai lá. Vai. Aquela água Voss. Sabe qual é que é? Uma garrafinha cilíndrica que o pessoal paga R$ 9 por. Vai dar de ganância. É, é, é o, o Sex Canvas com os 14 itens. Eu, eu trouxe muito uma coisa meio amalgamada histórica e tal, mas no dia a dia é muito fácil de usar. Tipo assim, vou criar uma água nova. O que que eu tenho que trabalhar? Aí ele olha os 14 itens. Fala: "Pode ser uma água divertida, pode ser uma água que tem sabor, que é a gula. Pode ser uma água para ricos, que é a voz, que você vai querer guardar a garrafinha na geladeira." Depois pertencimento e ganância. Então, quando você é o Sex Canvas, é uma matemática do desejo humano. Não tem nada parecido. Ah, o que tem parecido no Sex, sendo muito sincero, é gatilhos da cop. Chegaram em algum lugar a, a, a ver escassez. O humano gosta disso. Ele tem um medo de perder. Então, chegou lá neurociência e neuromarketing também fizeram bons trabalhos nesse lugar, mas não ficaram democráticos. Ninguém usa. Ah, vamos ter uma reunião aqui do podcast, vamos usar neuromarketing. Ninguém tem. Não tá corriqueiro. Então, Sex Canvas é uma metodologia que todo mundo pode colocar na cabeça e falar assim: "Olha, que nem ele fez, ele pegou ali um papel, a folha de papel e falou: 'Pera aí, o, o hj tem diversão, tem luxúria, a galera se pega, ganância, tem pertencimento, com certeza. Ele escrutinou pertencimento. Tem.' Então, quando você traduz que, por exemplo, Red Bull. Red Bull te dá asas. O que que é o Sex Canvas para essa conversa? Essa conversa foi eletrificando para você em casa? Por quê? Porque te eletrificou. Você sentiu segurança no que eu falo, no que o Ricardo, que o Vini fala. Segurança da criança interior. Você sentiu: "Caraca, vou seguir esse podcast, que o bagulho é doido." Segurança, pertencimento. Então, quando você descreve as sensações humanas em 14 itens e 14 itens fáceis, fica tudo mais fácil. É Red Bull. Red Bull. Olha esse slogan fantástico. Te dá asas. O que que te dá asas? Te dá já é recompensa, é um dos itens da criança interior. Vou beber Red Bull. Te dá. Eu vi esse. Te dá asas. Eu sei que nem vou receber asas pelo correio, mas o cérebro não entende essas coisas. Te dá asas, recompensa. Asas, liberdade, é um dos itens da criança interior, porque asas é liberdade. Te dá bolo, te dá bolo é gula. Te dá asas. [ __ ] te dá asas. E e é liberdade. Te dá. Não é, te oferece uma oportunidade de receber asa em seis meses. Não é isso. É te dá. Te dá é preguiça. É na hora. Não tem trabalho. Recebi. Te dá asas. Por quê? Tem asas é diferente de qualquer humano. Vaidade. Eu pertenço à galera do Red Bull, que tem asas. Para completar, é tridimensional. Não é só o texto. Te dá asas. É o maluco da Fórmula 1, fodão da Red Bull, que põe o boné Red Bull. É o cara do kit surf, ou sei lá, do paraquedismo, que taca fogo no paraquedas e troca. Você fala: "[ __ ] galera Red Bull é [ __ ] vaidade." Quando você entende que por trás de todo o vídeo, de toda a foto, de todo da cop, de todo site, de todo copo, e, e no final das contas, ele se, ele não eletrificar um ou mais desses 14 itens, ele não vai se diferenciar. Como essa garrafa d'água, gente? Essa garrafa d'água, você pagaria R$ 1 nela? Eu não pagaria. Eu ia falar assim: "Mano, quanto é R$ 1? Pô, tá caro. R$ 2, tá maluco." Mas se ela tivesse um formato diferente, gente, uma tampa dourada e aqui tivesse Liquid Death, como foi o cara criou a morte líquida, que é a morte da sede. Eu falaria: "Mano, eu quero." E eu ainda vou guardar ela vazia em casa. E não tô nem pro valor. E não tô nem pro valor.

E aí o barato. Sex Canvas são muitos baratos. É, não precisa ser mais gênio para criar produtos bilionários. O Nubank, quando cria o Nubank, todo mundo fala: "[ __ ] da Vível, é [ __ ]." Eu era presidente da da da Associação Brasileira de Startups. Quando surgiu o Nubank, t F. [ __ ] o pessoal colombiano, né? [ __ ] [ __ ] né? Pô, só esses gênios. Elã que esses jovens. Eu nunca votar nesse lugar. Não. O que que ele fez? Setor bancário uma merda. Para abrir conta, tem que ir na agência, tem que pegar táxi, levar xerox da, sei lá, da conta de luz. Pô, esperar uma semana pro cara fazer o cadastro. Esperar uma semana. Demora. É só você fazer um Sex Canvas. Que é o Sex Canvas? A eletrificação negativa dos concorrentes. Falar: "[ __ ] fere é preguiça. Fere é ganância." [ __ ] o cartão de crédito da Caixa, que era o único cartão de crédito que os pobres conseguiram ter, é feio. Branco, amarelo. Um amarelo, parece amarelo queijo, aquele amarelo claro, um azul claro. Demora dois meses. Pô. O Nubank chegou lá e falou assim: "Pera, vou dar um cartão. Vou dar um cartão gato, bonito. É o mesmo preço de imprimir amarelo, azul, é, e, e sei lá, e branco." Meu primeiro cartão. Escrito assim: "Meu primeiro cartão Caixa." O cara não quer isso. Ele quer levar a gatinha para o motel. Não quer dar o meu primeiro cartão. Ele quer dar um Nubank acetinado roxo. É, é tão óbvio. E é tanta, e, e assim, e, e qualquer um pode ser gênio. Hoje, meus alunos que criaram o carvão que se acende sozinho, ou o Thiago Finint, que que reinventou o o o o audiovisual do lançamento, fazer uma coisa rolida. Diana é simples. Às vezes a pessoa, eh, olha e fala: "Ah, não é para mim." Primeiro, porque aprendeu que não pode ser melhor que ninguém. Segundo, porque não tem ferramentas. Acabou essa época. Tipo, meus alunos estão revolucionando mercados, indústrias, a [ __ ] toda. E a gente vai revolucionar o Brasil sem depender da política, porque política é fere muita preguiça, dá muita ira, não funciona e é vi, é um jogo viciado. Entendeu? E depois que o país parou de filosofar. Aliás, o Brasil nunca filosofou. É um país que não filosofa. Só tem a política do voto e a política viciada. A gente é desistido. Não aceito isso pro Brasil. A gente é muito [ __ ] para ficar parado nessa [ __ ] desse tempo. E isso que eu tô falando parece que eu sou um copywriter. Arrasta para cima, compra meu produto. Eu tenho legitimamente essa raiva, essa realidade, essa percepção. E o que me dá mais raiva é meu, não é um personagem. E o que me dá mais raiva é. E a boa notícia, você pode diferenciar muito rápido, porque o 90% do brasileiro é criado nesse caldeirão merda. Então, no Brasil, se fizer uma coisinha diferente, tu já é [ __ ] Então, aproveita isso, cara. Aproveita isso, caramba.

Com esse final aí, eu não tenho mais nada que falar. Mas a gente podia ficar aqui conversando durante horas. Porém, o nosso tempo já estourou. Estourou bem estourado, né? Vini, obrigado por estar conosco de coração. Obrigado por estar. Olha ali, ó. Ol, ol. Feriu. Feriu. E agora? Ai, ai, ai, ai, ai. Faz parte. Deixa fazer um jabá. Galera, me siga @andrediaman. É tipo, já sou multimilionário, vendi empresa, fiquei rico muito cedo. Não é pela sua grana, é pela sua transformação. No meu Instagram tem lá o aquele link da bio. Entra no Sex Canvas Start, no Sex Canvas Academy, onde você entrar. Segue meu conteúdo gratuito. Tudo bem. E, mas já começa a jogar o algo diferente hoje. Mas sou fisioterapeuta e personal trainer e professor de matemática no colégio. Não sei o quê. [ __ ] Se você lida com humanos, é o Sex Canvas é para você.

É isso aí. Fique ligado então, né? Logo mais também, toda essa essa entrevista na íntegra vai estar disponível para vocês no nosso YouTube. André, obrigado, mano. Velho, foi muito bom. De coração. Gratinado. Grato. Luiz. Grato. Luiz. Mais um podcast aqui no Papos de Hoje com André e Vini. Esses caras aí que trouxeram muita informação para nós aí. É, e segue a Andre, porque o cara não é fraco. Contanet. V. O Furlaneto também é Sex Canvas italiano. Italian. Mais um Papos de Hoje aqui, o podcast oficial do HJ Conference. Valeu, gente. Forte abraço. Tchau, tchau.