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T2 CTBMF - Módulo 16 - 18/01/2024

Instituto Experts6:10:04

Transcription

Bom dia, pessoal! Tudo bem? Bom dia, Sandre. Bom dia, estranho. Você tão quietinho ontem.

Eu ando meio quietinho. É mesmo? O Marcos também estava muito quieto. Marcos, estranhei. Falei assim: "Cadê esses dois?". Não, não estamos aí. Inclusive, agora, Márcio, eu começo aí bastante lá no hospital. Já me organizei aqui.

Ah, que bom! Você vai me ver bastante lá, tá legal? Legal. Que bom! Vai colocando o nome lá naquela agenda, hein? Já coloquei. Já coloquei. Maravilha! Porque como a turma um tá terminando, eles vão querer fazer um corre em termos de plantão, né? Então, vão colocando nome. Nome já coloquei. Já tá tudo organizadinho, tá?

Ah, legal. Obrigado. Obrigado, viu? Bom, vamos começar, gente. Vamos lá. Deixa eu ver se eu já aprendi o caminho aqui. Tá aparecendo aí para vocês? Tá ok, gente? Tá aparecendo? Vocês estão visualizando? Posso começar?

Tá sim, doutora. Tá parecendo normalmente. Então, vamos lá. Hoje a gente vai conversar um pouquinho, né, dando continuidade àquela fase de parte de lesões, né, da estomatologia. Nós vamos falar das neoplasias, né? Esse é um tópico que a gente tem da estomatologia, né, onde a gente vai dividir em neoplasias benignas, tá, e as malignas. Hoje eu vou dar, eu dividi a aula em dois, eh, em duas aulas, tá? Uma eu vou falar sobre as características das neoplasias e as diferenciações delas, e a outra eu vou falar só realmente das neoplasias benignas, tá, que acometem a cavidade oral, tá? Então, nós vamos ter a primeira aulinha aí. Eu vou dar o intervalo e aí a gente continua, tá, falando só daquelas neoplasias que são as lesões que são acometem mais a região de face, cavidade oral, tá? Para que vocês tenham conhecimento, tá bom?

Então, vamos lá. Quando a gente fala de neoplasia, o que que significa essa palavra? Ne vem de novo, né? E plas vem de formar. Então, a palavra neoplasia, né, ela quer dizer o quê? Um crescimento novo. Então, nós vamos ter um crescimento tecidual, né, numa região de forma inadequada. E, e como se dá esse crescimento? Então, nós temos lá naquela região uma massa de tecido, tá, anormal, que tem um crescimento excessivo. Esse crescimento, tá, ele ocorre de forma desordenada, né? É um crescimento que ele persiste mesmo após a remoção de um estímulo e ele não respeita aqueles fatores limitantes, tá? Então, é uma massa tecidual que acomete uma certa região onde a gente tem uma proliferação tecidual e celular, né? E ela não respeita aqueles fatores limitantes de crescimento, aqueles fatores onde a gente tem aquela divisão celular, né? E ela também persiste mesmo a gente removendo aquele estímulo, né, que gerou ela. Pode ter uma origem genética, né, de forma hereditária, tá, que permite uma proliferação excessiva e desregulada. Essa proliferação é uma proliferação independente dos estímulos fisiológicos reguladores de crescimento. Então, lembra o que eu falei? É um crescimento tecidual, há uma proliferação celular. Ela ocorre devido a um estímulo, tá? Esse estímulo pode ser um estímulo traumático ou químico, né? E ela não respeita aqueles fatores reguladores de crescimento, tá? Então, há uma proliferação desregulada naquela região de tecido, de células. A célula neoplásica, ela possui algumas características próprias, né? Umas características que a gente diz, né, que realmente são determinantes. Então, ela tem a capacidade de se dividir de forma autônoma, tá, não estando ou não respeitando, né, aqueles fatores de crescimento que limitam, né, o, o, a proliferação celular. Ela ocorre devido a quê? Algum transtorno de crescimento e de diferenciação que pode ocorrer de forma intrínseca ou hereditária nessa célula. Então, você tem uma célula que ela tem esse poder, né, autônomo, né, de se dividir, tá, não respeita os fatores de crescimento, né, locais característicos daquela região, a característica daquela tipo celular. Ela tem uma diferenciação na sua constituição de forma que essa diferenciação, tá, pode ser intrínseca ou pode ser hereditária. Ela pode ocorrer também devido a algumas alterações no próprio genoma celular, né, algumas alterações no próprio DNA. E aí a gente pode chamá-la até mesmo de quê? De uma célula mutante. Então, nós temos aqui, ó, né? A gente tem um estímulo que acomete aquela célula. Nós vamos ter uma proliferação. Então, há um crescimento de forma autônoma e desregulada, tá? E ela vai se desenvolvendo e crescendo, né, de forma expansiva. Ela pode ter alterações na sua constituição. Ela tem o poder, né, de se alterar, tá, sem respeitar os fatores limitantes de, de diferenciação e multiplicação, né? Então, nós vemos aqui quando ocorre aquela proliferação. E aqui onde você tem um aumento celular, uma diferenciação de células, você vê uma diferenciação de forma, de constituição, tá, de coloração. Então, todas essas células dessa determinado tecido encontram-se alterados.

As neoplasias, elas se dividem em benignas e malignas. Quando você fala em neoplasia maligna, é o que a gente chama de câncer, né? E da onde vem esse termo câncer? Ele vem, tá, do próprio latim, tá, onde a gente vê uma estrutura celular tecidual, uma característica ali que lembra muito o caranguejo. Por quê? Porque ele tem ramificações, né? Como a gente tem aqui, ó. Ela corre de forma mais infiltrada, ela é, eh, não tem bordos nítidos, ela tem uma diferenciação celular muito mais, eh, característica e muito mais marcante do que quando a gente fala de uma lesão benigna.

Toda neoplasia, todo, eh, lesão, né, ela tem, eh, alguns fatores onde fatores não, ela é constituída, né, principalmente por quê? Pelo parênquima, que que é o parênquima? É a nossa proliferação celular propriamente dita. São aquelas n células neoplásicas que se proliferam. Tá? Ela define a natureza daquele tumor, tá? Então, ele pode ser de natureza epitelial ou mesenquimal. Ela vai definir o comportamento daquele tumor. E nós temos também o quê? O estroma. O que que é esse estroma? É aquela área onde suporta todas as células neoplásicas. É a área que dá nutrição a essas células neoplásicas. E essa área que vai favorecer ou não, tá, tanto o crescimento desse tumor como também a irrigação e possível proliferação desse tumor. Então, é a área de suporte que nutre todas aquelas células tiveram desenvolvimento de forma desordenada. É essa área que mantém esse tumor.

Quando a gente fala de características, né, como você, né, diferencia uma lesão benigna de uma lesão maligna, a gente observa que normalmente as lesões benignas, elas têm uma velocidade de crescimento bastante lenta, tá? Então, o paciente vai falar para você que aquela lesão já persiste por algum tempo, né? Ela tem um tipo de crescimento mais expansivo, né, de empurrar estruturas e não de, eh, destruir estruturas ou invaginar estruturas, né? Normalmente, a lesão benigna, tá, ela tem uma pseudocápsula, tá, de tecido fibroso em volta. Normalmente, você não vê necrose, porque como ela tem um crescimento lento, né, você não tem aquela área onde você teve perda de suprimento sanguíneo e morte celular. Como ela tem um crescimento lento e expansivo, você dificilmente vai verificar a presença de um quadro de hemorragia, pontos hemorrágicos na lesão, por quê? Porque ela tem uma tendência de empurrar e aí mantém a nutrição.

Já quando você fala de uma lesão maligna, é o oposto, né? Ela cresce de forma muito acelerada, tá? É uma lesão que o paciente fala que, olha, apareceu uma semana, duas, né? Ela tem uma, uma forma de crescimento invasiva. Você vê que ela, ela adentra as estruturas, tá? Ela não tem um limite nítido, tá? Você perde um pouco a definição de onde é a lesão e até onde realmente termina o tecido, a área lesionada. Dificilmente ela tem uma cápsula. E devido àquele crescimento de forma desordenada e acelerada, é frequente aquelas áreas de necrose na região por falta de suprimento sanguíneo na região. Então, você tem aquela morte celular, aquelas áreas de pontos de necrose. Há também aquelas áreas onde a gente vai ter pontos de sangramento espontâneo. Então, elas são, são lesões bem distintas uma da outra. E clinicamente, né, numa avaliação de um paciente, você já vai conseguindo, né, determinar, tá, essa característica. Isso é muito importante para que você possa já ter uma noção de qual vai ser, né, a sua atuação, qual vai ser a sua, eh, abordagem em cima dessa lesão. Se você vai fazer uma biópsia, qual a região que você vai escolher para fazer essa biópsia? Se a biópsia vai ser incisional ou excisional, né? Nessas características já vão determinar para você, né, como proceder. E também já para que você tenha uma ideia, né, do que você realmente vai estar orientando e passando para o paciente. Você já vai ter uma ideia em cima dessa avaliação, né, dessa visualização dessas lesões e a características dela. Quais os exames, né, que você pode pedir e lançar mão para que você realmente consiga fazer o diagnóstico de forma precisa? Para que você realmente tenha uma abordagem de forma precisa e realmente consiga, né, estar resolvendo, né, aquele problema, está indicando uma terapêutica de forma adequada. E em muitos casos, também já está encaminhando o paciente com profissional para que seja feito o tratamento de forma adequada, quer seja através de uma recepção, quer seja através de complementações com rádio quimioterapia, né? Quer seja, a gente tenha também aquela visualização e como a gente pode, em caso de lesões malignas, eh, orientar o paciente e preparar o paciente com uma possível tratamento cirúrgico e complementar, né? Então, em cima dessa visualização, você já vai definir 60% do seu tratamento, tá? Você já vai conseguir, eh, ter uma posição em termos de, de orientação para o paciente, né? E, e, e tratamento para que ele seja o mais efetivo e rápido possível. Lembra que eu falei para vocês? O fato também da gente ficar demorando ou pedindo exames de forma inadequada, também é uma forma de você postergar o tratamento e dificultar e atrapalhar na nesse prognóstico desse paciente. Não adianta a gente lançar mão de vários exames, né, sendo que a gente não tem, não direcionou esses exames de forma adequada. A gente não teve, né, o cuidado de realmente direcionar para que a gente tenha o diagnóstico preciso e o encaminhamento desse paciente para o tratamento de forma adequada. É o melhor tratamento que esse paciente tem que ter. Se é uma lesão benigna, uma recepção total, né, uma biópsia, né? Agora, se é uma maligna, complementação, encaminhamento, tá? Então, é muito importante ficar atento às características dessas lesões. Eu costumo dizer que assim, a estomatologia é uma área onde você tem que se apegar muito a detalhes e escutar muito o paciente, tá? Para que você realmente consiga fazer um diagnóstico, né, de forma precisa e realmente consiga, eh, estabelecer o melhor tratamento para aquele caso.

Então, aqui a gente tem um, um diagrama, que a gente vai verificar, né, onde tem um exemplo clássico. Ó, por exemplo, leiomioma, que é um tumor benigno que acomete a parede do útero. Olha a característica dele. Ele tá internamente, né, no músculo. Ele é delimitado, né? Ele não invade as áreas adjacentes. Dificilmente, como ele não invade, então ele não, não tem comunicação com vasos sanguíneos, né? Então, dificilmente ele vai causar uma metástase. Ele é um, é um tumor onde a gente tem o quê? Ele é bem diferenciado. O que quer dizer isso? As características celulares dele lembra em muito o tecido de origem, tá? Então, não há uma alteração celular significativa. Houve uma proliferação celular desorganizada, mas não uma alteração celular significativa. Normalmente, eles são pequenos, bem demarcados e um crescimento bastante lento.

Aí tem o leiomiossarcoma, né, que é um tumor maligno que também acomete a área, né, músculo da parede do útero. Olha a diferença desse tumor. Olha o quanto ele é invasivo, nas áreas de necrose, né, grande. Ele tem um crescimento desorganizado, uma proliferação desorganizada, tá? Ele tem áreas de necrose. Ele invade os outros tecidos. Como ele é bastante invasivo, o que ele acomete, ele vai ter contato com vasos, com gânglios. E aí ele tem o quê? Eh, acometendo outros órgãos através da metástase. Células, né, que vão circundar o organismo e podem levar ao crescimento em outros pontos do organismo, né? Ele é pobremente diferenciado. O que quer dizer isso? Você tem uma alteração celular que já não lembra mais as células do tecido de origem. Você vai ter uma alteração celular, tá, em termos de coloração, de núcleo, em termos de tamanho celular, formato. Células grandes, células, eh, de formatos distintos, tá? Olha aqui, mostrando, né, áreas onde você tem pontos de hemorragia, necrose. Então, é um crescimento de forma totalmente desregular, totalmente aleatória, não respeitando nenhuma estrutura adjacente, tá?

Então, os tumores benignos, ele tem essa característica de ser mais expansivo, crescimento lento, não infiltrar, né? Tava falando de, de tumor de ovário, de, de tumor, né, benigno do maligno no ovário. A diferença que era tipo assim, do benigno, né? Negócio maligno é aquele espaçamento, né, de metástases e aquilo que acontece. Não é definido, né? Não é.

Marcos, eu não entendo isso. Ai, desculpa. Oi, desculpa, desculpa. Ah, não, você, você não tá falando comigo. Desculpa. Não, tá falando com a minha esposa. Desculpa, desculpa.

Imagina. Pensei que você estava fazendo alguma pergunta. Não, não estava entendendo. Então, tá bom. Então, vamos lá. Então, você tem, ó, um aumento de, de volume em região de cavidade oral. Você vê que é uma massa tumoral, né? Você vê que não há uma alteração de coloração. É muito parecido com a coloração da mucosa. Ele é delimitado, né? Você não vê áreas de necrose, tá? Então, o tumor benigno, ele tem essa característica do quê? De um crescimento, proliferação celular, crescimento tecidual desregular, mas respeitando as estruturas, mantendo as características daquela estrutura, né? E quando você faz a remoção, ó lá, você vê que não há uma grande, né, alteração em termos de constituição de mucosa, né? A característica do tecido é muito parecido com o tecido da onde a gente fez aquela remoção, o tecido de origem, tá? Olha outro aqui, onde a gente vê. Olha, ele tem um aumento, né, de, de tecido local. Tem um aumento, né, uma expansão local, mas ele respeita as características do tecido de origem. Ele é o quê? Ele forma uma expansão.

Agora, quando você fala de um tumor maligno, não, a característica é totalmente distinta. Olha aqui, quando a gente vê em cavidade oral, é um crescimento acelerado, é um crescimento invasivo. Ele entra por demais estruturas, né? Ele invade o tecido. Olha aqui, a gente vê nessa foto, né, pegando a região de assoalho de boca, vindo para a região de rebordo, mucosa jugal, tá? E você já vê o quê? Pontos de necrose, pontos onde você tem, ó, perda tecidual, exposição, e onde você tem pontos de sangramento, hemorragia local, né? É um tecido totalmente disforme, né? E você vê que ele não tem as características do tecido de origem, né? É totalmente alterado. Ele é muito invasivo, ele é destrutivo, realmente, tá? Então, a gente consegue, numa avaliação, né, superficial, mas já consegue você diferenciar uma lesão de outra.

O que que a gente faz? Num caso como esse, você tem que fazer uma biópsia para determinar qual o tumor, né? Quais são as características teciduais? Quais são as células presentes? Área de escolha, normalmente, tá, você pega uma área onde você não tenha necrose. Como eu falei, né? Eu não tenho. Tem alguns autores que falam remoção de tecido em área de margem, para que você, você tenha uma diferenciação para o patologista ver a área sadia da área patológica, né, neoplásica. Você tem também alguns autores que falam: "Ah, interessante que você tem essa margem, realmente pega essa área, porque o patologista vai ter como visualizar a, a, a diferenciação que está ocorrendo na área, né, normal e aquela, aquele área intermediária e aí sim, a lesão". Então, todo aquele processo. Eu prefiro, né, eu, né, acho que você tem que tirar o melhor tecido da região onde você tenha como patologista verificar as características teciduais e as células daquela região, sem necessidade de margem, sem necessidade de você pegar um tecido sadio, né? Eu venho de um, de um pessoal que fala, né, defende essa teoria. Eu também acho correto que o patologista, ele tem que ter noção, né, de qual, qual a característica normal do tecido daquela, da região que você tá falando. Se você tá falando de uma região de língua, ué, ele tem que saber como é que é o tecido lingual, né? Quais são as células presentes nesse tecido lingual. Se você tá falando numa região de rebordo, e assim por diante. Então, não há uma necessidade de você passar para ele e mostrar como é que é a característica do tecido normal. Alguns autores defendem que é interessante para que ele tenha essa diferenciação, aquela área de margem, né, aquela área de, eh, intermediária de transformação. Normalmente, essa área, o patologista vai falar que é processo inflamatório crônico. Isso não me ajuda em nada. Toda lesão no volta, nela, ao redor dela, é processo inflamatório crônico. Eu preciso saber as características das células realmente do meu tumor. É em cima disso que você vai ter o quê? Qual a abordagem que você vai fazer? Qual o melhor tratamento para esse paciente, tá? Eu vejo muitos colegas que quando vêm essas lesões, né? Eu já recebo alguns casos, não só no hospital, viu, que é o que mais, assim, a gente se assusta, né? Porque no hospital, os pacientes vêm, mas eles não têm noção, né? Eles são pessoas muito humildes, então, muitas vezes, eles deixam lesões na cavidade oral em face por muito tempo por medo, né? Porque não querem procurar. Agora, o triste é você receber isso, uma lesão desse tamanho, de um paciente onde esse paciente já passa algum período com cirurgião dentista. E pior ainda, o colega fez as extrações porque achou que estava interligado com possível problema periodontal. Entendeu? Isso é triste. É triste receber um paciente com uma lesão desse porte que o colega já recebi em região de palato e o colega tá mandando para mim simplesmente porque ele não consegue, está fazendo uma moldagem para fazer a prótese. Isso é triste de ver, sabe? Então, é o mínimo que a gente tem que ter é o conhecimento ao ponto de você não quer, não fazer abordagem, não deve mesmo. Se não, se você não é dessa área, não faça, mas encaminhar, né, o quanto antes e não ficar postergando, né? E não ficar tentando fazer, falando pro paciente fazer bochecho, aplicar soluções, né? Porque isso tudo dificulta também no nosso diagnóstico e dificulta em termos do quê? No tratamento do paciente, né? Posterga muito esse tratamento.

Então, olha como é diferente a característica tecidual. Olha como é totalmente irregular. Sandra, olha.

De: Oi, eu queria só fazer um um parêntese aí, porque às vezes, eh, nem a nossa turma, a gente sabe que a maior parte já tá na só na harmonização, mas é assim, é uma responsabilidade muito grande isso, porque parece que não acontece, mas acontece, né? Eh, por exemplo, eu já peguei várias vezes aqui, inclusive o último, lembra que eu comentei com você sobre aquele paciente que estava indo para orofaringe? Não sei se cheguei a falar isso com você. Falei. Falei, né? Falou. Falou sim. Em região de amígdala, deu realmente carcinoma epidermoide, né? Então, então, olha a importância que nós temos aí na saúde geral do paciente. Esse paciente, outro exemplo em relação a, à harmonização, eu tive uma paciente que ela foi numa, entre aspas, né, uma dermato, mas ela não é especialista, com uma lesão no lábio. A dermato começou a fazer laser e a lesão evoluiu muito rápido. Aí ela foi, queimou, evoluiu rápido de novo. E com toda a característica de um, de uma lesão, eh, uma, uma neoplasia maligna. E quando ela veio aqui, eu removi metade do lábio e era realmente. Então, é assim, é a importância que nós temos no diagnóstico, né? E a responsabilidade que nós temos com o nosso paciente, né? Então, só um adendo, porque acontece, acontece bastante. Eu recebo bastante, sabe? Eu fico aí, é o que eu falo, eu fico chateada assim que, assim, a causa que quando mandam para mim, é uma coisa que você fala assim: "Ah, ele, ele viu a lesão, né? Mandou para um estomatologista". Não, não. Ele já fez uma extração. A lesão tem seis meses. Ah, gente, você entendeu? Não para, né? Não fica tentando coisas, né? Você não sabe, né? Orienta, encaminha. Laser numa lesão maligna, faz um boom naquelas células, né? Prolifera ainda mais, piora. Você estimula. O laser é utilizado para que a gente tenha um processo de reparo, principalmente, né? E você realmente quer uma aceleração tecidual, uma oxigenação tecidual melhor para que você tenha um reparo. Num, num tecido neoplásico, né, maligno, você tá estimulando, pode estar estimulando o crescimento tecidual. Não se faz laser sem dúvida, né? Então, é um desconhecimento. É aquela coisa, eu vou tentar tal coisa. Não dá, né? E a gente, assim, a gente, como você disse, a gente pode estar na área de harmonização, pode estar na área de prótese, implante, o que for, né? A partir do momento que a gente recebe um paciente, ele faz uma queixa, ou, né, cabe você. Não tem a obrigatoriedade de abordar, mas orientar, sim, porque ele pode sim, lá na frente, falar assim: "Nossa, mas eu passo com a Dra. Sandra, há mais de um, de um ano, ela nunca me falou nada". Isso é postergar um tratamento, é falta de orientação. E cabe a gente isso. A gente fala, né, que o dentista, ele consegue determinar, né, várias lesões e até alterações sistêmicas num paciente muito precocemente, por quê? Porque o, o, o paciente passa mais vezes com a gente do que no médico. Então, algumas coisas que os pacientes vão falando, você pode, de repente, virar o paciente. Quer seja na harmonização, você pode virar e falar assim: "Nossa, mas, eh, você, você não acha que você pode estar tendo uma alteração de glicemia, porque esses, essas, eh, sintomas que você está falando, pode estar com diabetes, né?". De repente, o paciente fala: "Nossa, tô com taquicardia, alguma coisa". Poxa, você pode estar orientando o paciente, porque eu não sei vocês, mas a minha cadeira vira, eu sou meio psicóloga. O paciente olha para aquela cadeira, deita ali, nossa, ele conta a história da vida dele, né? Então, é nisso que vocês às vezes pegam uma coisinha ou outra e vocês podem alertar um paciente. Falar assim: "De repente, você tem uma alteração de depressão e você não sabe, procura um cardiologista". Né? Que é muito mais fácil para a gente, né? Porque no médico, eles passam o quê? Uma, duas vezes quando vão, né? Então, olha aqui a diferenciação que você tem nesse tecido, né? Quando é maligno. Olha toda a borda, todo irregular, áreas de isquemia, necrose, pontos, né, de sangramento. Então, ela é mal delimitada, né? Ela é bem invasiva. Então, é um tecido totalmente desorganizado e totalmente diferente daquele tecido neoplásico, mas benigno, onde você tem mais uma limitação, onde você tem uma característica, né, celular, né, muito parecida ao tecido de origem. Olha que outra lesão, né, onde você tem necrose, áreas de isquemia, pontos de hemorragia, né? Totalmente irregular, tá? Normalmente, na lesão maligna, você não tem, né, uma membrana, uma cápsula, né? Ela é realmente invasiva. Tanto é que nas cirurgias, quando você vê, por exemplo, de cabeça e pescoço, normalmente essas lesões são removidas com margem, né? E normalmente nesses, eh, procedimento cirúrgico, você tem o patologista ali, e ele vai avaliando, né, as características daquele tecido inicialmente ali para orientar o cirurgião de cabeça e pescoço se ele deve ampliar ou não a margem residual ainda. E isso é muito importante, por quê? A chance de recidiva, né? Isso é uma coisa também que é muito característica. As lesões benignas, normalmente não têm recidiva. As lesões benignas, quando têm uma recidiva, quando elas têm cápsula, é porque manteve-se, né, uma cápsula ali na região e houve um novo crescimento residual. Agora, a maligna, não, né? A maligna, ela tem uma chance de recidiva muito alta. Ela tem uma chance de metástase muito elevada, tá? Então, é totalmente diferente uma lesão da outra. E ela merece, né, um cuidado muito grande nessa identificação e orientação, né? Você define todo um tratamento. Olha, um cabeça e pescoço, quando ele vê que a margem precisa ser estendida, né, aumenta aquela área de recepção, tá? Para quê? Para que você realmente tenha uma menor chance de uma recidiva local, né? Normalmente, ó lá, focos de sangramento, áreas de necrose tecidual, né? Totalmente irregular, é um tecido totalmente, né, disforme, que não lembra em nada o tecido de origem.

Quando a gente vê um tecido dessa forma, o que que a gente chama? Você tem um tecido, né, uma célula, né, pouco diferenciadas, ou seja, elas não lembram em nada características do tecido de origem. Elas invadem estruturas, elas não respeitam estruturas. Então, ela invade, pegando tecido ósseo, né, elemento dentário, causando destruição. Uma forma que você vê também quando você olha radiograficamente, lesões que são expansivas e que empurram estruturas, normalmente são, são, são benignas. Lesões que acometem tecido ali, causam reabsorção óssea, causam reabsorção dentária, essas lesões já são agressivas. Isso já é uma característica de um tumor maligno.

Então, quanto, né, a diferenciação celular, olha lá como nós temos aqui. As, quando a gente fala de uma lesão benigna, então a forma celular, ela é homogênea, o tamanho é homogêneo. Quando a gente fala em relação núcleo-citoplasma, está reservada, cromatina de forma delicada, rara mitoses. Então, rara, né, aquelas divisões celulares atípicas. Não ocorre invasão vascular, não ocorre invasão perineural e metástase na benigna, não é frequente, nunca ocorre. Lá na lesão maligna, não. A forma celular é variada, tamanho celular variado, relação núcleo-citoplasma, o núcleo está aumentado, a cromatina está alterada. Mitoses, né, aquela divisão celular de forma desregulada, é frequente. Invasão vascular é frequente, invasão perineural frequente, né? E metástase também é frequente. Então, é totalmente diferente.

Quando você fala clinicamente, né, aquela avaliação macroscópica, e aqui essa avaliação microscópica, né, onde você também tem uma diferenciação muito grande. É importante que a gente tenha essa noção, né, principalmente para que a gente tenha depois, num laudo de biópsia, né, saber, né, diferenciar. Nem todo laudo de biópsia vem lá bonitinho pra gente, lesão, o nome da lesão bonitinho, tá? Papiloma. Às vezes, o patologista faz o laudo de forma descritiva, né? E você tem que saber identificar naquela descrição que ele fez, as alterações, as células que estão presentes, essas alterações celulares que ele tá mostrando que existe para caracterizar sua lesão. A gente tem que lembrar que o patologista tem sim, né, a obrigação de saber qual é o tipo de célula da região, mas ele não está ali visualizando a lesão. E ele não tem a noção, né, do histórico todo que o paciente tá passando. Então, muitas vezes, né, com os dados que a gente fornece, ele não vai conseguir nos dar o diagnóstico de forma objetiva. Ele vai dar o diagnóstico, né, fazendo de forma descritiva, referindo as células que ele encontrou naquela região. E aí você, você tem que fazer associação, né, de forma adequada com as lesões que podem acometer tal região e que têm aquelas características celulares.

Quanto à nomenclatura, né? Nós temos que as neoplasias benignas, quando elas são de origem epitelial, tá, você vai ter o nome daquela lesão é o epitélio de revestimento, tá, mais o sufixo oma. Então, por exemplo, como a gente tem aqui, ó, papiloma. Tá? Então, aqui determina que você tem tecido de revestimento e o sufixo oma como uma neoplasia benigna de origem epitelial. Quando a gente tem o epitélio glandular, ó lá, adenoma, né? Ó lá, adeno, que é o tecido de origem de glândula, e o oma, tá, que é o sufixo onde você tem a caracterização do quê? Lesões benignas, tecido glandular. E cistoadenoma. Então, toda vez que a gente vê esse termo aqui, né, oma, tá, você vai lembrar que é uma neoplasia benigna de origem epitelial. Então, aqui, ó, um cistoadenoma de ovário. Então, ele vem, né, de um tecido epitelial cisto, tá? E aqui o sufixo oma, que caracteriza ser uma lesão.

Quando ele tem, vem de origem mesenquimal, você vai ter o quê? A célula de origem mais o sufixo oma. Então, células fibroblásticas, fibro, né, que são das células fibroblásticas, e o oma. Então, é o fibroma. Células de adiposas, é o lipoma. Ó, lip, que são das células adiposas, e o oma, tá, que que caracteriza lesões benignas. Um fibroma de ovário, tá? Então, caracteriza o quê? Células, né, fibrobacteriana, o tecido, né, que seja uma neoplasia benigna. Leiomiomas. Olha aqui, ó. Lembra que eu passei aquele primeiro? Ó, são massas tumorais dentro do tecido muscular da parede do útero, tá? E olha a característica dele, bem delimitados, né? Tá?

Quando você tem eles de origem mista, né, você tem tecido epitelial e tecido mesenquimal, tá, você vai ter o fibroadenoma, mantendo ainda aqui, ó, né, o sufixo oma. E aí, tá, as duas origens teciduais, epitelial e mesenquimal, que caracteriza aquele tecido.

Nas neoplasias malignas, né, quando elas são de origem epitelial, nós vamos ter esta palavrinha aqui: o carcinoma. Então, por exemplo, carcinoma epidermoide, né? Carcinoma basocelular, tá? Então, ele tem origem epitelial, tá? E você vai ter a palavra carcinoma, que caracteriza ser uma neoplasia maligna, tá, de origem epitelial. Normalmente, o que a gente vê muito, tá, lá no hospital, são pacientes que chegam nesse estado, gente. Tá? São lesões muito expansivas, grandes, tá, com áreas de ulceração. E o paciente não procura recursos por medo, ou porque realmente a região onde ele mora, onde ele reside, né, a falta de recursos, ele vai postergando, né? E ele chega numa condição onde você já tem uma debilidade sistêmica, uma desnutrição desse paciente, já tem um acometimento sistêmico bastante grave, o que vai desfavorecer muito o tratamento desse paciente. O mais grave dessas neoplasias malignas é o tempo que se leva em ter o diagnóstico e o tratamento de forma efetiva. E aí, isso vai dificultando o quê, de forma gritante, esse prognóstico desse paciente. A maioria dos pacientes, né, eh, a gente tem descobre, né, que trata-se uma já numa uma evolução muitas, eh, tardia. Quando eu trabalhei no Hospital Heliópolis, a gente falava que os pacientes vinham com lesões que até os seguranças que dão etiqueta, sabe, que é câncer, né? Porque a lesão já está num, por tão grande que qualquer um sabe que aquilo lá é câncer, não precisa passar com o especialista mais, né? Por total falta de recurso, por total falta de conhecimento, isso faz com que os pacientes, né, se percam muito em termos de prognóstico, né? Você tem tratamentos mais invasivos, mais difíceis, com uma chance muito pequena do paciente realmente ter um resultado favorável nesse tratamento. Aí tem outras com comorbidades, né, que vem com esse, com o paciente, né, que vai dificultando ainda mais. Quer dizer, o paciente debilitado, ele não vai responder bem a uma quimioterapia, ele não vai responder bem a uma radioterapia. Lembra que eu comentei com vocês, né, que quando a gente pensa em fazer uma avaliação num paciente previamente, né, quando ele vai se encaminhar para um tratamento, né, de rádio, quimio, é o quê? É a gente tornar de forma que o paciente não tenha lesões em cavidade oral, forma, orientar a higienização, manter aquele controle de forma que ele desenvolva o mínimo possível, né, de algumas alterações, né, como uma gengivite ou uma mucosite, que possam interferir, né, no percurso do tratamento dele. Lembra que eu mostrei para vocês, né, a mucosite? O paciente fica sem nenhumas de se alimentar. Em alguns casos avançados, eles são obrigados, a gente é obrigado a passar uma sonda para que ele se alimente. Olha o grau, né, que a gente vai ter debilidade desse paciente, né? E muitas vezes é necessário interromper o tratamento. Interromper um tratamento de câncer, você pode muito prejudicar o prognóstico desse paciente. E algumas vezes, o oncologista quer implantar, instituir algumas medicações a mais, e ele não faz por quê? Porque o paciente tem algumas lesões orais que aquela medicação pode exacerbar, né? Então, é todo um cuidado que a gente tem que ter em preparar e acompanhar esses pacientes, né? Para que realmente eles tenham um tratamento efetivo e uma qualidade de vida.

Olha uma lesão intraoral pegando região de soalho de boca, região, né, de rebordo. Normalmente, o paciente vem pra gente, né, com essas lesões bem avançadas. E ele vem quando ele já não tá conseguindo mais comer, quando a dor é insuportável, e quando ele tá com dificuldade de deglutição, ele não tá conseguindo se alimentar. Aí uma ressecção, às vezes, se torna totalmente inviável. Aí muitas, às vezes, o paciente entra já num tratamento paliativo apenas. Antes, a gente falava: "Ah, é fumante, eh, alcoólatra". Eh, a gente tem visto, tá, algumas alterações e neoplasias em boca de pacientes jovens, né? Então, todo cuidado e toda atenção é pouca, porque a gente pode sim, muito, né, ajudar nesse diagnóstico, encaminhar e fazer o tratamento de forma adequada, encaminhando para o profissional para fazer uma ressecção ou complementações de forma que o paciente tenha uma boa qualidade de vida e tenha realmente uma cura.

Hum, aqui uma adenocarcinoma renal, né, onde você vê uma total alteração tecidual, né, uma total, eh, descaracterização celular, né? Ó, um cistoadenoma de ovário, ó, áreas de sangramento, área de necrose, né? Você vê que ele não respeita nada, né? Ele altera o tecido, invade as demais estruturas, tá, de forma totalmente desorganizada, desordenada, envergando áreas, né, vasculares, infiltrando, né? E aí, sim, a gente tem as metástases. Numa mamografia, por exemplo, a presença de uma calcificação, onde é uma característica de quê? De um carcinoma de ducto. Existe diversos exames onde a gente tem, né, condições de fazer uma prevenção, né? Ah, então, por exemplo, a mamografia, as ultrassonografias ajudam muito, como preventivo no câncer de mama, para descoberta de lesões ainda, né, de carcinoma in situ, aquelas lesões iniciais onde você tem melhor resposta ao tratamento, né?

Quando essas lesões, né, as lesões neoplasias malignas têm origem mesenquimal, você vai ter a nomenclatura dela como a célula de origem, por exemplo, as células fibroblásticas e o sufixo sarcoma. Então, é fibrossarcoma. Então, quando você vê no final aqui, como sarcoma, significa que esse tecido tem origem mesenquimal. Células osteoblásticas, osteossarcoma. Aqui o sarcoma, né, caracteriza a origem desse tecido sendo ela mesenquimal, né? Então, a osteossarcoma de fêmur, toda uma destruição de tecido, né, uma invasão totalmente, uma alteração, né, de todo aquele tecido, né, em crescimento em forma, né, que é característico de uma lesão maligna.

Então, quando a gente tem aqui tecido de origem epitelial, né, e a gente fala de, quando a gente tem de revestimento, Opa, passou. Nós vamos ter, quando a gente fala de tumor benigno, por exemplo, o papiloma, quando tá falando de revestimento. No tumor maligno, ele é chamado de carcinoma. Glandular, ó, adenoma. No tumor maligno, adenocarcinoma. Tá? Esse é um resumo do que eu falei.

Ó, quando que nós temos de origem mesenquimal, quando se origina do tecido conjuntivo, nós temos um fibroma, no maligno, fibrossarcoma. Tecido adiposo, o lipoma e o lipossarcoma, né? Quando a gente tem o tecido cartilaginoso, condroma, condrossarcoma, né? E assim, ó, sucessivamente, ó. Tecido muscular, né, liso, tecido muscular estriado. Quando vem de vasos sanguíneos, por exemplo, o emangioma, o hemangiossarcoma. Vasos linfáticos, por, o linfangioma, então, linfangiossarcoma. Então, tudo isso, né, essas nomenclaturas, tá, você vai definindo o quê? Qual a origem tecidual dessa lesão. Em cima dessa origem tecidual é que você vai instituir o melhor tratamento para esse paciente. Você vai ter as características, né, dessa célula de forma que você tenha como instituir um tratamento mais direcionado.

Uma exceção a isso é a leucemia, que ela deriva de células hematopoéticas. O linfoma, que deriva de células, né, dos linfócitos. O melanoma, que são dos melanócitos. E o mieloma múltiplo, que é derivado dos plasmócitos. Existe também aqueles tumores que recebem nome, né, específicos, como sarcoma de Kaposi, linfoma de Hodgkin, e o tumor de Wilms.

Aquelas tumores malignos mistos, tá, eles têm como componente tecidual tanto tecido epitelial como mesenquimal. E nesses são chamados de carcinossarcoma. Então, eles têm células teciduais tanto epiteliais como mesenquimais. Nós temos também os teratomas, que são tumores, tá, que são constituídos por diversos tipos de tecido. Tecido esses que são estranhos ao local de origem, tá? Tecido esses, então, que não são próprios daquele tecido de origem onde está a lesão. Por exemplo, ó, teratoma de ovário, onde você, nesse aqui, pode ter elementos dentários, pelo, glândula, tá? Então, são aquelas lesões onde você tem diversos tecidos na região formando, porém, esses tecidos que são característicos da lesão, nada tem a ver com o tecido da onde ele está implantado, nada se parece com o tecido, né, da região onde ele teve esse aumento de volume. Não é uma característica a presença de pelos na região de ovário.

Outra lesão que também é bastante comum é o que a gente chama de hamartoma. Ela é uma mistura irregular, desorganizada de vários tecidos, tá, componente de um órgão. Ele também é, é benigno. Então, você vai ter uma mistura de, eh, de tecidos na região, tá, de forma regular. É uma massa tumoral bastante aleatória em forma tecidual, tá? Tem vários tecidos que acompanham, porém são tecidos que é são comuns naquela região.

Coristoma. O coristoma nada mais é do que uma massa de tecido normal, só que de forma eutópica. Então, por exemplo, aqui a gente vem mucosa jugal. Isso aqui são glândulas salina, né? São aquelas glândulas de Fordyce. É um aumento de volume dessa região, tá, aonde a gente tem o maior número de células salina na região.

Qual que é a diferença de um carcinoma in situ para um carcinoma invasor? Quando a gente fala de um carcinoma in situ, é aquela fase inicial do processo do carcinoma, tá, onde você tem uma diferenciação celular, há um crescimento tecidual, tá, as células encontram-se alteradas. Então, você tem aumento de volume, alterações de núcleo, né? Elas estão displásicas, é aumento de volume local, né, quantidade celular. Elas estão de formas anaplásicas, que é onde você tem toda uma alteração de constituição celular, porém, elas ainda respeitaram a região de membrana basal. Não houve essa invasão para essa região subjacente. O que caracteriza um carcinoma invasor? Então, ele respeita ainda o carcinoma in situ, tá, essa região de membrana basal, estando limitado à região mais superficial. Num carcinoma invasor, você já não tem essa característica. Ou seja, há uma proliferação, né, celular invadindo as demais estruturas, demais regiões.

Quanto mais precoce, melhor é o prognóstico do paciente, pois a chance daquele paciente ter um quadro, uma metástase é menor. A partir do momento que você tem uma invasão tecidual, você já tem essas células, né, indo corrente sanguínea, indo, né, através do sistema linfático, podendo ter aquelas alterações, né, implantações dela em alguns outros sítios, levando os focos secundários ou terciários de uma neoplasia. Por exemplo, um câncer de mama, é normal você ter tumor, né, ósseo, né, pela proliferação celular.

O prognóstico tanto de uma lesão benigna quanto maligna, tá, vai muito da localização aonde está implantada essa lesão. Então, por exemplo, aqui, ó, meningioma, né? É uma lesão benigna, mas dependendo da localização e da compressão de algumas estruturas, o prognóstico dessa lesão pode ser desfavorável. Dependendo do órgão, né, que afeta e dependendo do tempo de evolução, você pode ter um diagnóstico desfavorável nesse caso, tá? Então, não é só pelo fato dela ter um crescimento lento, não ser invasiva, mas dependendo da sua localização, né, e a área em si, pode sim comprometer em muito esse prognóstico.

O emangioma, né, muito comum a gente vê, né, principalmente em crianças pequenas, né? Tá? Normalmente, quando você encontra nessa fase em crianças, eles são autolimitantes e se resolvem por si só, né? Você vai tendo, né, uma resolução sem a necessidade de abordagem, tá? Porque há uma alteração vascular local. Então, nós vamos ter o quê? O aumento de vasos locais, né? Aumento de massas, tá? E aí a gente tem a caracterização daquela lesão. Quando você pega pequenos vasos, pequenos vasos mais periféricos, a tendência disso, esse autolimitante e de resolução, tá, sem a necessidade de intervenção, apenas acompanhamento. Existe também os hemangiomas que a gente fala cavernoso, né, que aí você tem o.

Quê o comprometimento de grandes vasos, você vai ter realmente aí nesses casos, né? A necessidade de uma abordagem. Quando a gente fala um grau de diferenciação, isso também vem muito, né? A gente ter um bom ou mau prognóstico. Lembra que eu falei para vocês? Quando você fala que é o tecido, né, apresenta células bem diferenciadas, isso quer dizer o quê? Que as células daquela região são parecidas com as células do tecido de origem. Moderadamente diferenciados, onde você já tem umas alterações celulares, tá, distintas, que já não estão lembrando tanto ao tecido de origem. Pouco diferenciadas, essas alterações são mais evidentes ainda. E quando há uma, quando eles são indiferenciados, é quando as células que apresentam aquela lesão, e nada lembra o tecido de origem. Esses são os mais agressivos. Normalmente, os tecidos, né, os tumores benignos são bem diferenciados, tá? Eles normalmente têm a mesma característica celular do tecido de origem. Aumenta só, existe o quê? Uma, uma proliferação de células. E os tumores malignos, eles se caracterizam por ser bem diferenciado, moderadamente diferenciado e pouco diferenciados, tá? Então, eles vão tendo alterações celulares a tal ponto que as células encontradas, nada tem a ver com o tecido de origem, ao ponto de você, de o patologista vai colocar as células anaplásicas, né, que são aquelas células com perda total de diferenciação e nada se parece com tecido, né, com as células do tecido de origem.

Então, aqui, olha, tecido adiposo normal no lipoma. O que que a gente vê? Um aumento de células. E no lipossarcoma, pigmentação nuclear diferente, as formas celulares, né, são disformes, cada uma de um tamanho, alteração de coloração, presença de vasos, tá? Então, é uma total desorganização celular naquele tecido, que é característico das neoplasias malignas. E a evolução dessa lesão, então, num tecido normal, aqui é o epitélio cavidade oral, tá? Onde você vê células, camada basal de forma ordenada, né? Aquela proliferação tecidual epitelial que descama da cavidade oral. Por isso que a gente faz a citologia, né, esfoliativa. É o quê? A gente pega essa célula de escamação. Aí você vai ter um processo, por exemplo, de hiperplasia ou hiperceratose. Lembra que eu falei daquelas lesões, né, eh, que são pré-malignas? Ó, as alteraçõeszinhas que a gente já tem. Hiperplasia, um aumento de tecido, aumento celular. Hiperqueratose, um aumento de queratina local, né? Células com alterações. Uma displasia, ó, uma desorganização total tecidual, né? E no carcinoma, onde você não vê mais a membrana basal, há uma desorganização tecidual invasiva, né? Há a presença de ulcerações e às vezes necrose, onde você tem uma total perda de estrutura, né, de características teciduais ali celulares, quando a gente compara com o tecido normal.

Então, lembra que eu falei, será que o patologista precisa saber que a mucosa oral tem essa característica para você realmente ter que tirar uma borda? E é o que eu falei também, até o L mesmo, tá comentando numa outra aula, né? O que quando você tira aquela área limite ali entre tecido sadio e a única coisa que o patologista vai dizer para você que tecido inflamatório crônico. O que eu odeio quando vem esse tipo de laudo, né? Quer dizer que a gente selecionou a área errada, né? Quando vem do laudo de falando tecido inflamatório crônico. Ué, toda lesão é tecido inflamatório crônico. É uma reação que a gente tem local de processo de reparo de irritação, né?

O que que é a metástase? A metástase nada mais é do que a propagação daquelas células, né? É uma propagação descontínua das neoplasias malignas para um local próximo ou distante ao seu ponto de origem. E essas células, né, elas vão se implantar nos tecidos mais comuns para elas, por afinidade, tá? Que isso é muito característico no quê? Nas neoplasias malignas. Essa capacidade que elas têm, né, de se implantar em outros tecidos, formando tumores secundários. Essa disseminação ocorre por via sanguínea ou linfática, por via, né, de canais excretores ou secretores, ou por contiguidade, né? Tem muitos profissionais que falam que quando a gente pensa em tá fazendo uma biópsia, né, principalmente por punção, existe uma preocupação, né, de você puncionar e levar essas células de repente para a corrente sanguínea e você ter um tumor secundário. Por isso que quando você pensa em fazer uma punção, elas são bem criteriosas, né, para que seja realmente funcione a área, né, do tumor, tá? Para que não ocorra, depende de cada característica, né, tecidual e do tumor, para que realmente essa célula tenha essa capacidade, né, de se propagar através da sanguínea e linfática, através, né, de você de repente uma punção podendo fazer esse tipo de processo, né?

Então, olha lá, uma lesão com crescimento lento, ela tem uma proliferação tecidual invadindo os tecidos subjacentes, tendo contato, né, com vasos sanguíneos e vasos linfáticos de uma região, podendo então se propagar para os demais tecidos do organismo, né? Isso é a metástase. Essa metástase pode ocorrer, né, para região de pulmão, para região do fígado, rim e para região óssea, né? Então, essa fase onde o paciente já apresenta algumas alterações, né, a ponto de você ter algumas metástases, mostra o grau de agressividade desse desse tumor, dessa lesão, né? O grau que essas células têm, né, de provocar uma diferenciação celular, né, de um crescimento tecidual em outras áreas, em outros pontos do organismo.

Aqui a gente vê uma neoplasia primária em glândula salivar, né, e a neoplasia maligna da glândula salivar, né, uma metástase no crânio. Há toda uma alteração tecidual, né, todo um crescimento desorganizado, né, que levam a pontos distintos do da lesão de origem. Metástase em fígado, onde você tem vários pontos de acometimento, né? Metástase pulmonar, onde é comum aqueles nódulos, presentes aqueles nódulos pulmonares, né? E isso em muito compromete o tratamento do paciente, tá? Porque o, o oncologista, né, ele vai tratar a lesão inicial e tem que tratar também os pontos secundários, tá? Desse tumor para realmente estar conseguindo uma cura de forma adequada. Os pacientes normalmente com câncer, né, eles são acompanhados durante uns 5 anos com exames para evitar realmente ou para que seja possível visualizar a presença de alguma outra lesão num estágio inicial.

É, a minha cunhada, ela morreu de, ela teve um câncer de mama, né? Fez tratamento de forma adequada, todo o tratamento foi muito bem sucedido, mas após um período de 6 anos, né, ela teve a presença de metástase na região de coluna e depois para região de cérebro, tá? E aí o tratamento realmente já ficou um pouco mais complexo, né? Infelizmente, ela veio a falecer. A gente tem vários casos que ocorre isso. Por isso o indicado é que a gente tenha, né, o quanto antes, tá, a possibilidade de ter o quê? A visualização daquele lesão inicial. No caso da minha cunhada, por exemplo, tá, eu estava na faculdade ainda, faz muitos anos isso, né? Eh, e o ortopedista estava tratando como uma lesão, né, fazendo fisioterapia, aplicação de acupuntura. Depois, quando ela não aguentava mais de dor, é que ela passou por um outro ortopedista e ele vendo a tomografia, ressonância, os exames dela, eh, virou e falou assim: "Procura imediatamente seu oncologista". Só que já era um pouco tarde, né? A gente já teve comprometimentos muito grandes, né? E ela já vinha de um tratamento muito, eh, pesado do câncer inicial.

Quando a gente fala de estadiamento, tá, é importante para que a gente, quando encaminha esse paciente, tá, o oncologista tem a noção, né, do grau, né, das características desse dessa lesão. Então, nesse estadiamento, o que que você vai ter? O tamanho do tumor, a extensão do tumor, presença ou não de metástase em gânglios, presença ou não de metástases sistêmicas. E aí nós temos o que? Opa, aqui não, aqui ó, o sistema TNM, que é o T que fala do tumor, tamanho do tumor, N se há ou não linfonodos afetados, M se há ou não metástase. Isso é adaptado para cada tipo de tumor. Quando a gente encaminha paciente, quando por exemplo no hospital eu encaminho o paciente, tá, para algum centro de oncologia, a gente tem que determinar mais ou menos pro oncologista, tá, o que nós temos nesse caso. Então, por exemplo, tamanho do tumor vai determinar um grau, linfonodos zero, não há linfonodos invasivos, metástase zero, tá? Dependendo dessa qualificação que a gente passa pro colega, ele vai ter a noção, tá, de como é esse tumor, essa lesão e como tratar, tá? Então, aqui ele dá as características daquela lesão, dá as características daquele tumor, características essas que fala de tumor, tamanho, extensão, né, presença ou não de gânglios, presença ou não de metástases sistêmicas. É muito comum, por exemplo, nas nas ressecções, por exemplo, quando você acompanha cabeça e pescoço, né, ele fazer o esvaziamento ganglionar. E aí, através disso, ele vai verificar se há ou não algum gânglio que foi acometido. Se existir gânglios acometidos, né, isso pode determinar que seja necessário que esse paciente passe por uma quimioterapia, né? Isso também é muito comum, por exemplo, você vê nos pacientes que tiveram câncer de mama, que fazem todo o esvaziamento ganglionar da região, tá? Para que você tenha, né, a possibilidade de avaliar se algum desses gânglios da região estão comprometidos e se há ou não, né, há uma possibilidade de uma metástase sistêmica, mudando todo o tratamento, paciente com complementações em rádio e quimio, tá? Para que realmente a gente tenha um melhor prognóstico desses casos, tá? Ok, vocês têm alguma dúvida dessa parte inicial? Tudo bem? Ela é bem detalhada, né? Bem complexa, né? É muito termos, né? Mas são coisas assim que a gente tem que ter conhecimento para que a gente possa realmente fazer o encaminhamento de forma adequada, tá? No hospital, normalmente, o que eu faço para que o paciente não perca tempo, por exemplo, na aqui hoje no consultório, vou ter duas biópsias para fazer, mas quando você faz particular, né, você tem a resposta no máximo 5 dias, você tem um laudo dessa biópsia não em mãos. Tá? No hospital, muitas vezes leva mais de 20 dias para eu ter esse laudo. Então, quando eu sei, né, quando eu tenho aquela lesão onde eu preciso de um tratamento de forma rápida, eu já faço toda a solicitação de exames pré-operatórios do paciente, eu já faço a biópsia, né, encaminho para NAT e eu e eu já agendo com cabeça e pescoço de forma que, quando vai para a agenda do do Artur, que é o cabeça e pescoço, o paciente está praticamente pronto para que ele faça cirurgia ou faça o encaminhamento, né, pro oncologista. Entendeu? Eu já entrego pro pro cabeça e pescoço assim, eu brinco falando assim, redondinho para ele operar, para que não perca tempo, né? Porque a gente fala que eles têm uma, entre aspas, né, você tem até 60 dias para que o paciente entre realmente em tratamento, mas a gente não consegue isso, né? Porque são poucos centros, né, de oncologia, tá? Então, quanto antes for feito, né, todos os procedimentos, melhor é pro paciente, melhora o prognóstico desse paciente, que a gente tem uma qualidade de vida para esse paciente de forma adequada, tá bom?

Então, nessa segunda parte da aula, eu vou falar das neoplasias que acometem a região de face, cavidade oral, tá? Vamos repassar um pouquinho. Oxe, porque não quer passar? A gente viu na primeira, né, primeira aulinha, tá, que neoplasia vem de quê? Uma formação tecidual, de um crescimento tecidual novo, né? É uma alteração celular, né, que causa uma replicação celular de forma incontrolada. Então, essa replicação não respeita os fatores, tá, de crescimento local, né? Ela ocorre de forma incontrolada e de forma autônoma, tá? E mesmo que cesse, né, o fator inicial, por exemplo, um trauma, você não tem a diminuição de crescimento do da lesão, tá? Então, ela não responde a qualquer estímulo regulador de crescimento ou morte celular.

Quando a gente fala do crescimento, lembra que eu já falei, né? Então, as lesões benignas é um baixo crescimento, né? É lento esse crescimento, dificilmente as células apresentam figuras de mitose, elas são bem diferenciadas, o que significa isso? As características celulares são parecidas ou idênticas aos às células daquele tecido onde ele foi encontrado, dificilmente a gente tem atipias, dificilmente a gente vai ter uma degeneração em necrose. O tipo de crescimento do tumor benigno é expansivo, normalmente apresenta uma cápsula, o limite dessa lesão, ela é bem definida, dificilmente a gente tem efeitos locais ou sistêmicos muito expressivos, tá? Pelo fator de expansão apenas e não de invasão, dificilmente a gente tem metástase e raramente a gente fala em recidivas, né? No tumor maligno, já é totalmente o oposto, né? Então, nós temos uma alta taxa de crescimento, é um crescimento rápido, desordenado, frequente presença de mitoses. As células são de bem diferenciadas até as células anaplásicas, que não, não lembram em nada a arquitetura tecidual do tecido de origem. É muito frequente as atipias celulares, você tem a presença de necrose, pontos de sangramento, há uma degeneração tecidual. Elas são infiltrativas, né? Elas não respeitam as estruturas adjacentes, infiltrando-se e alterando aquele tecido. Normalmente, elas não apresentam cápsula, tá? Limite de lesão é imprecisa, por toda a característica de invasão tecidual que ela pode, né, eh, pode ocorrer naquela região. Quando você fala de efeitos locais e sistêmicos, normalmente eles são graves, podendo até ser letais, tá? Metástase está presente nas lesões malignas e recidivas também é bastante comum.

Então, aqui, ó, mostrando, né, mais uma vez para você, ó, né? Para que vocês entendam, olha aqui um tumor benigno, né? Então, você tem um aumento de volume, normalmente circundado por uma cápsula, né? Ela normalmente se expande, não há uma alteração tecidual a nível de superfície, né? Essas células normalmente lembram em muito o tecido de origem, né? Apenas uma proliferação celular desorganizada naquela região. Já numa tumor maligno, você tem toda uma infiltração dos demais estruturas, né? Toda, né, uma infiltração e, né, comunicação com vasos e linfonodos, onde você tem por aí uma disseminação, que é a metástase. Você tem uma ulceração, né? Tá? Há pontos de sangramento, há pontos de necrose. Então, são tecidos, né, né, neoplasias de características bastante distintas uma da outra, características estas que vocês são capazes de observar clinicamente e é possível verificar também microscopicamente por aquelas alterações celulares que vão ser descritas quando você tem aquele resultado do sua biópsia, quando você tem aquele resultado do seu histológico daquela lesão, tá? E o patologista descreve as características celulares daquela lesão.

Então, aquele, eh, exemplo que eu dei, né, do leiomioma e do leiomiosarcoma, né, onde é bastante que esse, esse desenho, né, você vê na maioria das aulas que falam de neoplasia, porque é bastante característico, dá uma ideia real do que é a diferença de uma lesão benigna para uma maligna, né? E aí vocês gravam bem as características, tá? O quanto uma lesão maligna ela consegue ser infiltrativa, ela consegue ser agressiva, né? O quanto ela altera todo o tecido da qual, né, no qual ela está implantada, né? No qual o tecido de origem dela. Aqueles componentes tumorais, onde a gente falou que é o parênquima, são as células tumorais propriamente ditas, células essas que podem ser que dão origem àquela lesão, que podem ter origem epitelial ou mesenquimal, e o estroma, que é aquele tecido de suporte, é aquele tecido que vai dar, né, para aquela lesão.

Na nomenclatura, só repassando. Então, quando você tem um tumor benigno, né, de origem epitelial, você vai ter a célula de origem mais sufixo "oma". No maligno, você vai ter a palavra carcinoma, que caracteriza o quê? Um tumor maligno de origem epitelial, tá? E nos mesenquimais, a palavra sarcoma, né, que caracteriza um tumor maligno de origem mesenquimal. A origem desse, dessa lesão é que vai determinar em muito qual o tipo de tratamento que é melhor, que vai ser instituído para esse paciente. Então, mais uma vez aqui mostrando, né, as origens, por exemplo, mesenquimal, né, dos fibroblastos, tecido adiposo, osso, vasos, onde você tem sufixo "oma", caracterizando ser uma lesão benigna de origem mesenquimal. Já nas nas neoplasias malignas, a palavra sarcoma, né, onde você tem, né, que já caracteriza, né, ser um tumor maligno de origem mesenquimal. Quando fala de origem epitelial, né, nos tumores malignos, você tem a palavra carcinoma, tá, que é uma característica que já define aquela lesão como sendo um tumor, uma neoplasia maligna de origem epitelial, tá?

Só repassando um pouquinho para que vocês gravem, né? Então, normalmente aquele tumor benigno, ele é o quê? Crescimento lento, células maduras, são células bem diferenciadas, ou seja, são células que são parecidas com as células de origem do tecido. Ele não invade tecidos adjacentes, baixo o índice de mitose, são bem delimitados, normalmente de forma arredondada, porque ele tem um tecido fibroso, né, uma pseudocápsula ou uma cápsula propriamente dita, e normalmente, com a sua remoção, não há recidiva, né?

Quando a gente fala de grau de diferenciação celular, né? Nós estamos falando dos tumores bem diferenciados, onde que é característica dos tumores benignos, onde aquelas células são semelhantes às células do tecido de origem, são células maduras, onde há pouca mitose. Nos tumores indiferenciados, que caracterizam as neoplasias malignas, você tem uma perda de arquitetura celular, elas não se parecem mais com as células do tecido de origem, há uma alteração nessas células, tá, de forma, tamanho, cor, tá? E as mitoses são frequentes. Então, a gente tem aqui, ó, uma, uma exemplo, né? Aqui onde você tem bem diferenciados, onde as células têm uma constituição e uma aparência das células do tecido de origem. Moderadamente diferenciados, onde você já tem uma alteração de formato na célula, pigmentação de núcleos. Pouco diferenciados, onde você vê que há uma diferenciação celular mais intensa. E indiferenciados, quando eles não lembram em nada as células do tecido de origem.

N quanto ao grau de diferenciação, né, você vai ter a classificação desse tumor, sendo ele mais ou menos agressivo. Quando você lê lá no laudo, né, histológico, né, que a presença de anaplasia, nada mais é do que uma alteração onde você tem toda uma perda de estrutura. Ó, aqui é um epitélio normal. E aqui, onde a gente já tem uma presença do quê? De uma displasia, né? Aumento de número de células, alteração no formato de células, perda, alterações do quê de coloração do núcleo, proporção citoplasma-núcleo de um para um, sendo que o normal é de um para quatro, quer dizer, o núcleo pequeno, citoplasma maior, né? Quando você fala de uma neoplasia, né, você tem o quê? Uma alteração nessa proporção núcleo-citoplasma, há uma perda de polaridade, a célula se encontram de forma aleatória e há uma perda total de estrutura da região, né, daquele tecido.

Nós, estes que o cirurgião dentista, ele tem, ele é responsável pelo tratamento de todas as enfermidades que acometem a cavidade oral e, dependendo, né, da região onde ele se encontra, você vai ter algumas tipo de lesões características, tá? Então, ele é capaz, né, de você ter uma, até um, um levantamento de que quais são as doenças que mais acometem aquela região. Por exemplo, se a gente está numa área rural, as lesões em lábio são muito comuns, lesão em pele é muito comum pela exposição ao sol. Se você consegue através dessas observações que são que é mais característica em determinada região, você também consegue através de estudos, tá, dirigir ações preventivas de orientação, você consegue também, né, ter uma abordagem terapêutica mais eficaz, tá? Porque você tem dados daquela região onde você vai ter um típico específico de lesão. Então, você vai conseguir definir as características clínicas daquela neoplasia, qual a maior prevalência, qual a maior incidência, quais são, né, as alterações e as diferenças dessas lesões em uma determinada população. E com esses levantamentos que você é capaz de fazer, por exemplo, né, você também é capaz de direcionar melhor tanto o tratamento quanto a prevenção.

Então, o cirurgião dentista, ele tem a função de agir no quê? Na prevenção e no diagnóstico precoce. Ele é responsável, sim, por identificar aquelas doenças que acometem toda a região bucomaxilofacial. Ele é responsável por reconhecer os sinais, sintomas e aqueles fatores de riscos e em cima disso, você tem como auxiliar, né, na prevenção, tá? E também no todo o tratamento desse paciente. Ele é responsável por identificar aquelas iniciais pré-cancerosas, malignas. Ele é responsável, sim, por identificar uma lesão e saber reconhecer a diferença de uma lesão benigna e maligna e através dessas diferenciações e reconhecimento, traçar o melhor tratamento ou traçar de forma adequada o encaminhamento, né, para o especialista.

E aqui em São Paulo, nós temos alguns dias que é feito o, eh, a prevenção de câncer de boca, onde, né, são feitas várias campanhas no metrô, né, em algum em hospitais, fazem campanha para avaliações, né, o diagnóstico precoce do câncer de boca. São, eh, campanhas que o CFO junto com a Câmara Técnica da Estomatologia fazem, tá? Para alertar os riscos. Nós fizemos, eu faço parte da Câmara Técnica de Estomatologia e durante um congresso CIOSP, nós espalhamos alguns panfletos de pesquisa e gente foi absurdo o que a gente observou que os nossos colegas, né, não sabem identificar essas lesões e pior, eles não sabem fazer biópsia, eles não sabem como acondicionar, por exemplo, fazer uma biópsia em formal soro, não tem noção de como proceder, tá? Então, em cima disso, desse levantamento, o CFO começou a fazer campanhas aqui em São Paulo para alertar também aos colegas cirurgiões dentistas, né, para que eles façam o exame de forma adequada e o encaminhamento desses pacientes ou quando se acharem necessário fazer a biópsia, façam, condicionem esse material coletado de forma adequada, o encaminhamento para que a gente não corra o risco de ter lesões que não foram diagnosticadas, para que a gente não corra o risco de fazer, eh, biópsia em áreas inadequadas, sendo que a, a gente tem o diagnóstico errado daquela lesão.

Quais são as neoplasias benignas de origem epiteliais que acometem a região de face? Uma delas é o que a gente conhece com o nome de queratoacantoma. Essa é uma lesão que tem um crescimento rápido, tá? Ela também tem um processo de involução e ela se caracteriza por ser autolimitante, tá? Ela tem a sua origem na porção superior da glândula sebácea do folículo piloso e está diretamente associada, tá, à exposição ao sol. Ela tem fases de crescimento, né, que normalmente vão de duas a oito semanas. Inicialmente, ela tem uma fase de crescimento proliferativa, onde a gente vai observar uma mácula vermelha, seguida por uma pápula, sendo que no seu centro, nós temos, né, eh, uma como se fosse uma cratera mesmo na região, tá? Então, o centro crateriforme. Esta fase, ela é de crescimento rápido. Passando essa primeira fase proliferativa, nós vamos ter a fase de maturação, onde para de crescer e se estabiliza, onde nós vamos ter a formação de uma cúpula ou uma cratera abobadada, né? E em muitos casos, nós podemos ter a resolução por si só, tá? Porém, quando ocorre essa reabsorção dessa massa tumoral, em muitas vezes nós vamos ter uma cicatriz atrófica nessa região, tá? Ou uma área, né, hipopigmentada.

Qual a sua etiologia? Ela tem etiologia desconhecida. Normalmente, ela você vê em áreas expostas, tá? Existe teorias de que ela está interligada a infecções pelo HIV, né, raios ultravioletas e radiação ionizante, algum carcinógeno químico, pode ser derivado de um trauma ou de uma queimadura local. E quais são as formas desse queratoacantoma? Ele pode ser múltiplo, autocurável, onde você vai ter várias lesões em várias áreas de exposição solar. Ele pode apresentar-se de forma eruptiva generalizada. Ele pode se apresentar de forma marginado centrífugo, onde você tem o centro atrófico e as bordas bem nítidas, ou de forma gigante, onde você tem lesões grandes, volumosas, destrutivas com invasão tecidual.

Então, aqui, acantoma, né, pegando a região de pele desse paciente. Clinicamente, é mais comum, né, no sexo masculino, a idade está entre 60, 70 anos, tá? Claramente acomete pessoas com menos de 45 anos. Nós podemos ver, parece um nódulo exofítico, séssil, ó, com uma cúpula, né, firme, onde você tem um tampão no centro de queratina. Normalmente, ele tem de 1 a 2 cm e as áreas mais acometidas são aquelas áreas onde você tem uma alta exposição solar. Quando você fala de áreas como membranas e mucosas, né, você as áreas mais acometidas são a região de conjuntiva, a região nasal. Na cavidade oral, é muito comum em língua, palato, gengiva e lábios.

Então, aqui, ó, na região de lábio, olha aquela região exofítica, né? Bordos nítidos e a região central, né, hiperqueratinizada. A região aqui, a região nasal, tá? A mesma característica, aquelas bordas, né, nítidas, uma região central mais hiperqueratinizada. Como eu falei, né, ela pode, né, ter, ela é autolimitante e em alguns casos, tá, ela tem uma remissão total. Porém, na grande maioria dos casos, quando você tem a remissão dessa lesão, há na região, tá, uma cicatriz, tá? Então, essa área vai ficar, né, com uma alteração tecidual, tá, com uma hipopigmentação. Normalmente, o que a gente faz é a remoção cirúrgica. histologicamente, o que você vai ver nessa lesão é uma lesão com material paraqueratósico, as bordas com epitélio bem hiperplásico, rico em glicogênio, uma borda bem delimitada, tá? E a gente vai ter uma invaginação epitelial, por isso que você tem aquelas bordas mais, eh, nítidas, irregulares ali, tá, que parece daquela forminha de cratera, porque você tem uma invaginação daquele tecido epitelial e aquela hiperqueratose no seu centro.

O tratamento pode ser feito medicamentoso, porém, tá, você deve ter um cuidado muito grande, pois existe um risco, tá, de você ter como diagnóstico diferencial do carcinoma espinocelular. Então, se você tem dúvida se é um queratoacantoma ou um carcinoma espinocelular, o mais indicado é a remoção, né, da biópsia, né, biópsia seja ela excisional ou incisional profunda, tá? Quando ela é realmente um queratoacantoma, né, e ocorre, né, uma involução, aqui como eu falei para vocês, há uma cicatriz naquele local. Na grande maioria dos casos, a remoção cirúrgica total da lesão é o indicado e a recidiva desta ocorre em 4 a 8% dos casos.

Uma outra lesão benigna, né, que a gente tem bastante em cavidade oral, que também é frequente, tá, é o papiloma. Que nós temos uma proliferação do epitélio escamoso estratificado, tá? São lesões que normalmente podem aparecer tanto de forma isoladas como múltiplas. O papiloma representa em torno de 2 a 5% das lesões de cavidade oral e ele está muito associado, né, ao HPV. A gente tem que estar atento também ao diagnóstico diferencial do papiloma com a verruga vulgar ou e com lesões que podem ser derivadas do HPV.

Então, a gente tem o quê? No papiloma escamoso, uma proliferação de tecido epitelial pavimentoso estratificado, que na sua grande maioria é induzida pelo vírus do HPV, tá? Essa lesão, ela é exofítica e papilar. No papiloma, qual o tipo de HPV normalmente que está envolvido? Tipo 6 e o tipo 11. Quando a gente fala da verruga vulgar, o HPV normalmente envolvido é o número tipo 1, 2, 4, 57. No condiloma acuminado, 6 e 11. Na hiperplasia epitelial multifocal, nós temos HPV 1, 6, 13, 16, 19, 32, 35. E no carcinoma de orofaringe, o HPV normalmente envolvido é o 16 e o 18. Então, cada tipo específico de vírus, tá, ele pode estar acometendo e auxiliando no desenvolvimento de uma lesão específica em cavidade oral.

Normalmente, como ele se apresenta? É um nódulo flácido, exofítico, normalmente pediculado e ele apresenta projeções em sua superfície, né, com aspecto, como a gente fala, de couve-flor. A sua cor pode ser branca ou um vermelho claro, ou algumas vezes de coloração semelhante ao tecido, a mucosa bucal. As áreas mais acometidas é a região de língua e palato mole. Normalmente, ele é assintomático, está presente em ambos os sexos, feminino ou masculino, porém, ele tem uma predileção mais por pacientes jovens ou de meia idade, tá? No máximo até 50 anos. A área que a gente mais comum, né, língua e palato.

Ó, lá, aquela lesão exofítica, né? Então, aquela lesão que sai do tecido, né? Tá? Há aquelas projeções que a gente fala, deformes, afiladas, que lembram uma couve-flor, né? A coloração, nesse caso, tá mais esbranquiçada, tá? Mas não é uma característica, ela pode apresentar assim ou não, né? Muitas vezes, ela pode ter a mesma coloração, né, da região do palato da mucosa, mas para rosa. E ela normalmente apresenta-se única, tá? Em um único ponto. Aqui, ó, um papiloma na região de bordo lateral de língua. Olha aqui aquelas papilas, né? Aquela superfície de digitiformes, né? Aquela característica exofítica. Palato mole, né? Então, normalmente é uma lesão bem localizada, pediculada, exofítica, é bastante irregular, né, digitiforme.

Histologicamente, no papiloma, nós vamos ter o quê? Uma proliferação de epitélio, tá? Essa tem uma proliferação com projeções acima da mucosa, sendo sustentado por um tecido conjuntivo. Ela está, eh, recoberta por uma hiperqueratose, tá? E você vai ver que as células apresentam, né, um citoplasma claro, um núcleo pequeno, né, com alterações que caracterizam uma infecção viral.

Qual, quando a gente fala de papiloma, né, a gente tem que fazer o diagnóstico diferencial. Quais são as lesões que se assemelham ao papiloma? Nós temos a verruga vulgar e condiloma acuminado, que também podem acometer a cavidade oral. Porém, quando a gente fala do papiloma escamoso, né, você tem a área de localização na região de palato e língua, ela tem aquele aspecto papilar alongado, esbranquiçado ou levemente rosáceo. A verruga vulgar normalmente acomete a região de gengiva, lábios e ápice de língua, então você vai ver aquela característica mais verrugosa, curta, mais esbranquiçada ou rosada. E o condiloma acuminado, tá, está presente em lábios, ventre de língua e palato mole, ele normalmente apresenta-se uni ou múltiplas lesões, também com uma forma mais papilar, tá? E ele pode ter uma coloração, tá, rosada também.

A verruga vulgar é uma lesão predominantemente cutânea, porém, ela pode se apresentar em cavidade oral, tá? Também é uma lesão, tá, que deriva, né, de uma infecção viral pelo HPV. Clinicamente, a gente tem uma pápula ou um nódulo séssil ou pediculado, normalmente é exofítico, aquela formação meio vegetante, que também nós vamos ter a presença daquelas projeções digitiformes ou papilares. Normalmente está mais presente em crianças e adolescentes, muito comum em pacientes imunossuprimidos. O diagnóstico é clínico e o tratamento você pode fazer com eletrocoagulação, crioterapia e a utilização de substâncias químicas, tá? Na cavidade oral, normalmente o tratamento é a remoção cirúrgica da lesão, tá? Esse aqui, ó, é uma verruga vulgar. Você vê que em muito, né, se parece com o papiloma escamoso, tá?

O condiloma acuminado, que também é uma lesão que deve ser tida como diagnóstico diferencial, né? Ele já é uma lesão normalmente sexualmente transmissível, tá? Ele pode acometer a área genital e mucosa bucal. Ele tem um período de incubação de um período de 1 a 3 meses. Clinicamente, você vai ver aquele nódulo rosado, uma superfície rugosa, pode apresentar-se, né, séssil ou pediculado, normalmente é assintomático. O diagnóstico é clínico, histológico, tá? O tratamento, tá, você vai instituir antimicóticos, eh, com agentes químicos locais e a eletrocoagulação. Isso aqui é um condiloma acuminado. Olha como a característica dele muda, né? Tá? É uma lesão exofítica, tá? Aí você já não vê aquela área tão digitiforme, né, que você é comum na verruga e no papiloma. Ela é pediculada, normalmente, normalmente você vê lesões múltiplas, tá? E está interligado normalmente transmissível sexualmente e está relacionado ao HPV.

No papiloma, você pode instituir um tratamento clínico, né, através de agentes que causem destruição tecidual. Você tem o ácido tricloroacético, né, que pode ser usado uma vez por semana por quatro semanas. Você tem a podofilina 25% em solução alcoólica, que você também aplica na região. Mas o comumente que a gente realmente faz é o quê? A remoção total da lesão, tá? Essa remoção pode ser feito com lâmina fria, tá, com laser de alta potência, você pode fazer a eletrocoagulação, cauterização da região, né, com mistura elétrica ou a crioterapia. Mas o que se mais faz realmente é a remoção total da lesão, né, uma pequena margem. Tá? As chances de recidiva, tá, porque está ligado a uma infecção viral, tá? E o que é a profilaxia, né? A prevenção é a vacinação.

Então, você tem uma lesão mole, ó, um resumo do como é o papiloma, né? É uma lesão que normalmente parece mole, indolor, exofítica, ou seja, uma proliferação acima do tecido, normalmente ela é pediculada, a coloração varia de branco, vermelho ou até mesmo, né, ter coloração normal. Normalmente nós encontramos ela na região de palato mole, língua. E o tratamento, remoção cirúrgica, remoção de toda a lesão. A recidiva pode ocorrer, tá, mas é raro. Ela está interligada, né, ao vírus HPV. Tem um período de latência, né, no período de 3 até 12 meses, vai depender muito da virulência dessa infecção. Ela é benigna e pode acometer tanto o sexo masculino quanto o sexo feminino.

Outra lesão benigna, né, de origem epitelial é o adenoma pleomorfo. Essa é uma lesão bastante comum que acomete glândula salivar, tá? Mais comum nas glândulas salivares maiores. Normalmente, quando se fala em acometimento de glândula salivar menor, o mais comum são as neoplasias malignas, tá? Ela é derivada, tá, da região do ducto da glândula, tá, possuindo com componentes na sua composição ductais e mioepiteliais. Quando a gente fala da sua localização, se dá mais nas glândulas maiores como parótida e submandibular, tá? Quando a gente fala em glândulas salivares menores, ela pode estar presente na região de palato, lábio superior, mucosa bucal, sulco de boca, tonsilas, faringe, a região retromolar e até mesmo em região de cavidade nasal.

Clinicamente, né, a superfície é lisa, o nódulo é séssil, tá? Ou ela está em região de mucosa mais profunda, então você vai ver aquela área abaulada. Tem um crescimento lento, não invasivo, normalmente assintomático, mais comum no sexo feminino e normalmente na faixa etária de 30 a 60 anos, tem uma média, né, de 46 anos. O diagnóstico do adenoma pleomorfo, tá, ele exige também alguns exames complementares. Lembra que eu falei nos exames, né, complementares que a gente pode estar lançando mão para o diagnóstico de algumas lesões? Um é o ultrassonografia, principalmente você vai ter, né, quando você fala em lesões em glândulas salivares maiores. A tomografia também pode ser utilizada, mas nesse caso, você tem que pedir perfil para tecido mole. E a ressonância magnética, tá? O histológico, ele vai dar a caracterização daquela lesão, tá? Então, ele vai fazer a caracterização das células daquela lesão, que vai nos ajudar muito, né, no prognóstico desse paciente. Então, histológico, você vai ter elementos epiteliais e mioepiteliais dispostos de forma diversos, né, de forma em diversos padrões. Nós vamos ter um estroma muco polissacarídeo, né, por se tratar de uma glândula. E normalmente, você tem uma cápsula, mas não é uma cápsula verdadeira. Na verdade, você tem uma fibrose na região do parênquima salivar, tá? Então, nós chamamos até de uma quê? De uma pseudocápsula.

Então, aí a gente tem um aumento de volume, normalmente mais comum nas glândulas salivares maiores, né, glândula parótida, submandibular. Pode acometer também glândulas salivares menores, pode, né? Aqui, ó, na região de palato, tá? Ela tem um crescimento expansivo e você vê todo uma, assim, ó, uma alteração, né, um aumento de volume local, tá? Mas o tecido de uma coloração praticamente semelhante ao tecido da região. No caso aqui, você pode observar nessas glândulas salivares maiores o que eu falei, a pseudocápsula, né, que é por causa da sua expansão, uma fibrose que se torna em torno daquele tecido que teve um aumento no volume da região.

O tratamento normalmente é a remoção cirúrgica com margens. Isso de fazer margens ou não fica a critério do cirurgião, tá? Recorrência é rara, tá? E quando se dá é devido àquela ruptura da cápsula. A maioria dos tumores benignos, quando você tem uma recorrência, né, ela se dá pela não remoção total da lesão, tá? E a transformação dessa lesão para uma neoplasia maligna é rara. Então, olha aqui um adenoma pleomorfo na região de palato, tá? A remoção de toda a lesão, nesse caso, foi feito com eletrocautério, né? Então, você remove todo aquele tecido, uma pequena margem, e depois o tecido de cicatrização, né, num pós-operatório tardio, onde você tem a total cicatrização da região. Nesse caso, né, a cicatrização se deu por segunda intenção.

Outra lesão que é comum você verificar em cavidade oral, né, você pode, são os nevos, né? Ele é característico, originado, né, da proliferação daquelas células, tá, da crista neural. Ele é encontrado no epitélio, tecido conjuntivo ou em ambos. Você encontra na cavidade oral, sendo que ele tem tipos: juncional, quando ele está na junção do epitélio e tecido conjuntivo, então nós temos na região de cristas epiteliais. Ele pode ser composto, quando ele está entre o epitélio e a lâmina própria. E intradérmico ou intramucoso, quando ele está limitado àquela região de lâmina própria do tecido.

Clinicamente, você vê como uma mácula plana, tá, de coloração marrom escuro, ó, negro, quando localizado em cavidade oral. Normalmente, você encontra ele no palato, raramente na região de mucosa jugal, mucosa labial, gengiva ou processo alveolar ou lábio. Normalmente, eles têm no máximo 1 cm de diâmetro e são assintomáticos. histologicamente, dependendo do tipo, você vai ter uma característica tecidual. Então, quando você fala do nevo juncional, tá, essas células, elas estão na junção do tecido epitelial com o conjuntivo. Do nevo composto, nós temos as células névicas no epitélio e tecido conjuntivo. O que é mais comum são os nevos intramucoso, né, onde você tem ele no tecido conjuntivo. E o que nós observamos também é aquele nevo azul, onde nós temos células fusiformes, células diferentes, né? E essas se encontram-se, tá, no tecido do conjuntivo e tem uma coloração mais azulada.

Então, aqui, ó, a presença de um nevo na região de palato. O diagnóstico diferencial é com o melanoma, tá? E qual o tratamento? Biópsia excisional, remoção dessa lesão. Hum, nós temos o melanocítico adquirido e o melanocítico congênito. O halo speed e o azul são os tipos de nevos que você pode encontrar. Quando a gente fala do adquirido, clinicamente, né, ele ocorre em pessoas, né, eh, com menos de 35 anos, mais comum em mulheres, mais comum em pacientes leucodermis, com um tamanho, né, mais ou menos de 6 mm e em muitos casos, eles podem ter uma evolução com a idade, tá? Ó, nevos na região de pele e a região de palato.

O nevo azul, ele tem partículas de melanina, né, que ficam mais profundas em relação à sua superfície, por isso que a gente tem esse tom azulado, tá? Porque ele está mais abaixo da camada superficial, está mais na região profunda, tá? Ele também se divide em nevo azul comum ou nevo azul celular. Clinicamente, nós temos o quê? Ó, lá, uma pápula, né, ou uma mácula, normalmente de no máximo 1 cm, mais é comumente localizado na região de palato, tá? Crescimento lento, acomete mais terceira e quinta década de vida, normalmente está, eh, mais comum no sexo feminino. E essa coloração azulada e negrejada se dá o nome de fenômeno de Tindal, que é aqui por ele estar mais profundo, tá, dando essa tonalidade mais azulada. histologicamente, vocês vão ter o quê? A presença de melanócitos fusiformes, grânulos de melanina, né? Eles vão se encontrar paralelamente à epiderme, separados pela camada dérmica normal. São células fusiformes que têm os núcleos ovais, citoplasma mais pálido, tá? E nós temos presença de grânulos de melanina.

O nevo azul maligno, tá, é uma forma de melanoma, mas ele é raro. Qual o tratamento? Na pele, acompanhamento. Quando você fala em boca, tá, o melhor é a biópsia excisional, a remoção dessa lesão. Qual o índice de recorrência? Bastante raro, mas a gente deve estar atento no diagnóstico diferencial do melanoma, tá? Então, há necessidade, sim, de uma intervenção.

Existe as neoplasias benignas que tem a sua origem mesenquimal. Lembra que quando a gente fala da origem, a gente tem a característica de crescimento do tecido, né, e de crescimento de tratamento dessa lesão, né? Nós vamos ter uma característica para que a gente tenha, qual é o, o, a maior, eh, propensão dessa lesão em termos de crescimento e qual o melhor tipo de tratamento que

A gente pode instituir isso, principalmente é importante. Principalmente quando a gente fala de tumores malignos, tá? Então, nós temos umas lesões, né, de origem M que mal benigna é o fibroma. O fibroma nada mais é do que uma reação hiperplásica tecidual, normalmente relacionada a um trauma, tá? Então, é aquela lesão que normalmente o paciente fala que apareceu depois que ele mordeu o lábio. Ela apresenta-se como uma massa tecidual, né, de crescimento progressivo, normalmente é indolor, tem a coloração mais clara ou a coloração do próprio tecido da região, normalmente o má, né? Ela tem um tamanho de no máximo 2 cm de diâmetro, ela pode aparecer de forma séssil ou pediculada, a sua superfície é lisa, hiperqueratótica, tá? E pode acometer a região de tecido gengival, mucosa jugal, lábio, região de língua, mais frequente no sexo feminino e mais frequente na segunda e quinta década. Então, você tem aqui fibroma na região de mucosa jugal, normalmente o paciente fala: "O que que houve, né? Um trauma na região". Aqui outro exemplo, aqui fibroma na região de gengiva inserida, tá? E normalmente também o paciente refere, né, que houve um trauma na região, passou o fio dental ou com a escovação, tá? Então, você vê aquele aumento de volume delimitado, né, a coloração em muito se assemelha ao tecido da região, tá? Ela, eh, tem um tamanho de no máximo 2 cm e normalmente o histórico que você vai escutar do paciente é que houve um trauma na região. histologicamente, né, você vai ter aquele epitélio da região com ilhas dispersas, né, de remanescentes epiteliais, a a presença de colágeno, tá? E algumas vezes também, né, o que a gente chama de fibromixoide. Ele também, né, como se divide em simples e complexo. No complexo, você vai ter um maior número de células, tá? Há uma alteração epitelial com, tá, que pode ter até presença de depósitos, né, de tecido calcificado. O diagnóstico do fibroma é anátomo-patológico, né? Então, você vai fazer a remoção, a biópsia excisional, tá? Que é o tratamento, remoção cirúrgica, tá? Você vai ter lá o laudo da sua, né, biópsia do anátomo-patológico. Como eu falei, esse laudo o patologista pode fazer de forma objetiva, né, colocar fibroma, ou o que é mais comum, ele fazer de forma descritiva, onde ele vai falar os tipos celulares que ele encontrou na região e ele fala para você correlacionar com o aspecto clínico da lesão. O prognóstico é bom e raramente você tem recidiva.

Uma outra lesão, tá, é a neurofibroma, que também é uma neoplasia benigna, só que essa é de tecido nervoso, tá? Não encapsulado, então é o neoplasma, tá, derivado do quê? Daqueles nervos periféricos. Ele tem as suas origem naquelas células de Schwann e dos fibroblastos perineurais ou de. Clinicamente, tá, eles são solitários, tá, ou estão associados a um componente neurofibromatose. Normalmente acometem adultos jovens e é mais comum na região de pele. Ele vai se apresentar como nódulo fibroso, podendo ser séssil ou pediculado, de crescimento lento. O paciente refere dor e muitas vezes ele fala: "Também apresenta uma parestesia local". A sua localização quando em cavidade oral é comum na região de língua, mucosa jugal e mucosa gengival. Ele normalmente não é encapsulado, tá, podendo se apresentar uni, né, ou solitários ou múltiplos. Quando eles se apresentam de formas múltiplas, né, ele está relacionado a uma sindrome autossômica dominante, tá? Mas não é tão comum a gente verificar a presença dessa lesão em cavidade oral. Aqui, ó, neurofibroma na região de rebordo, tá? Então, você vê aquele nódulo, tá, que pode ser séssil, pediculado, normalmente a coloração dele, né, é parecido com o tecido da região, tá? Normalmente ele é bem delimitado, não é encapsulado, tá? E o tratamento normalmente através da sua remoção. histologicamente, você vai encontrar o quê? Células fusiformes com núcleo ondulado e uma quantidade variável de material mixoide. Ó lá, o tratamento, como eu falei, é a remoção da lesão. Exer essa lesão, quando é, é rara a sua recidiva, tanto ela na forma solitária quanto múltipla, tá? Então, é uma lesão de prognóstico bom.

Outra lesão que também acomete, né, uma lesão benigna, também pode assentar na cavidade oral é um neuroma ou schwanoma, também chamado, que também é uma neoplasia benigna, né, de tecido nervoso, que também tem a sua origem na célula de Schwann. Elas têm a sua origem naquelas células do tubo neural, tá? É um conjunto das células da glia do sistema nervoso, bainha de mielina, que você é responsável pela condução dos estímulos nervosos. Ela não tem uma causa conhecida, tá? Tendo um fator, né, de relevância com trauma local, qual qualquer fibra nervosa pode estar envolvida, tá bom? Onde a gente tem uma proliferação desordenada daquelas células de Schwann. Clinicamente, nós vamos observar o quê? Que está presente em 25 a 50% está presente na região de cabeça e pescoço, 1% ocorre na região intraóssea. Normalmente assintomática e solitária, acomete mais pacientes jovens e de meia idade e comumente no gênero feminino, tá? Aqui, ó, schwanoma na região de soalho de boca. Então, ele é o nódulo, né, localizado, bem delimitado, macio, a população, tá? Pode apresentar-se de modo séssil. Olha a superfície lisa, né? Normalmente de 1 a 3 cm, tem um crescimento lento e normalmente é assintomático. No histológico, nós temos que é uma lesão bem encapsulada e bem circunscrita. E ela divide em Antoni A e Antoni B. Na A, nós temos umas células fusiformes de Schwann alinhadas paralelamente ou de forma paliçada. As áreas acelulares que são compostas, né, têm o quê? Colágeno amorfo na região. No Antoni B, você vê células fusiformes de Schwann distribuídas totalmente ao acaso em pequena quantidade e você vai encontrar o quê? Um estroma mixomatoso frouxo. O diagnóstico dessa lesão também pode ser feito através do quê? De exames complementares como a ultrassom, a tomografia, lembra que eu comentei, a janela para tecido mole, e a ressonância. Tratamento: excisão cirúrgica total, remoção total daquela lesão. O prognóstico é bom, raramente você tem recidiva e raramente você tem malignização dessa lesão.

Uma outra lesão também benigna é o leiomioma. O leiomioma é uma neoplasia benigna, né, de músculo liso. Frequentemente ele acomete a região de quê? Do útero, região gastrointestinal e pele. É raro na boca, por quê? Ela se origina de músculo liso. Tem também uma etiologia desconhecida. 1% dos casos podem acometer cavidade oral e ela pode ocorrer em qualquer idade. Então, aqui, ó, uma lesão leiomioma, região de palato, né? Então, você tem um nódulo firme, pequeno, ó, tá? De 0,5 a 3 cm, normalmente ele é bem delimitado, normalmente é superficial, crescimento lento e assintomático. Quando em cavidade oral, ele pode ser encontrado em lábio, em língua, palato, soalho de boca, gengiva, região retromolar, tá? Ele pode ter uma coloração normal ou levemente azulado quando você tem o quê? Um componente vascular envolvido. histologicamente, no leiomioma, para você ter um diagnóstico final, a imuno-histoquímica é necessária. Então, não só apenas, né, aquela caracterização da lâmina das células que estão presentes, a necessidade da reação imuno-histoquímica para que você realmente feche esse diagnóstico. Normalmente, que você encontra são feixes entrelaçados de células fusiformes com núcleos alongados, coloração pálida, né, com extremidades rombas. Nós temos algumas alterações mioides e hialinização, a presença de coleções de gordura. Raramente tem mitoses e quando o paciente fala de que tem, né, dor local, você pode encontrar algumas fibras nervosas nessa lesão. O tratamento é para remoção, a excisão cirúrgica conservadora. Prognóstico é bom e recidiva é rara, tá?

Uma outra lesão que também é uma lesão, né, benigna é o lipoma. Ela tem a sua origem no tecido adiposo, tá? Então, ela é composta por adipócitos maduros. É comum em pacientes obesos, porém não diminui com a menor ingesta de calorias. Comumente encontrado em torno de 20% na região de cabeça e pescoço e 5% na região de cavidade oral. Tem etiologia desconhecida, mas tem uma predileção pelo sexo feminino. Clinicamente, ela é um nódulo macio de superfície lisa, pode apresentar-se séssil ou pediculado, normalmente assintomático, de crescimento lento, bem circunscrito, pode aparecer em qualquer idade, tem o seu tamanho variado. A sua coloração, tá, por ser de tecido, eh, adiposo, é mais para amarelado, mas quando ela está mais, eh, em região profunda, tá, você tem aquela sobreposição tecidual, uma coloração na região mais rosa. A região mais comumente encontrada é a região de mucosa jugal. Então, aqui, ó, um lipoma na região de mucosa jugal. Então, aquela área onde a superfície é lisa, a coloração normalmente como de lipoma, um pouco mais amarelada, tá? Ele é bem delimitado, normalmente indolor, tá? Aqui um outro lipoma, né, na região de soalho de cavidade bucal. O mais comum é você encontrar a região de mucosa jugal. histologicamente, é um tecido adiposo bem diferenciado. Que que é o bem diferenciado? É um tecido adiposo que tem as células muito próximas do tecido normal. Normalmente, ela pode apresentar essa cápsula de tecido conjuntivo, tá? Aí a gente fala que ela tem um fibrolipoma. E nós temos lipídios, né, não disponíveis no nosso metabolismo. O tratamento é a remoção cirúrgica, tá? E quando a gente fica naquela dúvida: "Ah, é um fibroma ou um lipoma?", né? Quando você coloca a lesão no formol, o lipoma ele boia, né? Tá? Então, você já vê que se você tem essa dúvida ali, naquela hora, você já vê que trata-se de um lipoma, por que que ele boia? Por causa da densidade dele. A recidiva é rara, tá? E se ocorre, tá, é quando ele está mais na região intramuscular, tá, por ficar algum resíduo na região, não ser feito uma remoção total.

Outra lesão que nós temos que é uma proliferação de células endoteliais, que é o hemangioma. Ele é bastante comum na infância, como eu mostrei, né, na outra aula, bastante comum na região de cabeça e pescoço, tá? Nós temos um prejuízo estético e funcional. E aí existe uma controvérsia muito grande se realmente é uma neoplasia vascular benigna ou se se trata de uma malformação vascular, tá? Clinicamente, ó, o que que nós temos? Uma lesão plana, pode apresentar uma discreta elevação, né? Normalmente ela é pulsátil, tem uma temperatura elevada, tem uma consistência elástica ou fibrosa. Ocorre mais em criança, né, no nascimento, na primeira infância, normalmente tem uma evolução com a idade, mais comum no sexo feminino, em pacientes leucodermos. Tem essa coloração de vermelho a azulado. Uma forma do diagnóstico é a vitropressão, né? Quando você faz uma compressão, você provoca uma isquemia e quando você tira essa compressão no local, a vascularização novamente da região. Quando a gente fala da localização dela, né, em cavidade oral, você vê em região de lábio, língua e pode estar presente também em mucosa jugal. E como a gente faz, né, nessa controversa, é um hemangioma, malformação vascular? Na malformação vascular, nós vamos ter o quê? Um desenvolvimento anormal desses vasos sanguíneos. Nós vamos ter o quê? Um aumento no tamanho desses capilares, nessas artérias e veias. E na malformação, você vai ter um crescimento, né, dessa lesão com a idade e ele não vai evoluir. Evoluir, né, quando você fala do hemangioma, nós temos uma proliferação de células endoteliais. Nós temos apenas um, assim, um aumento dos capilares da região. Ele tem um crescimento rápido, mas na sua grande maioria dos casos, eles evoluem com o passar da idade. Nós temos o tipo capilar, que é o mais comum, né, que você observa no nascimento, ele tem uma tendência de uma proliferação rápida. Ó, aqui em mucosa jugal, aqui a região de rebordo. E nós temos os cavernosos, normalmente você vê são aquelas lesões vasculares que se acometem mais, eles estão intraósseos até, tá? E envolve vasos de grande calibre. Aqui, ó, o hemangioma na região de rebordo, né, superior. E aqui na região de mucosa, né, mais superficial, né, menos de um tamanho menor. Você vê que ele tem uma, eh, mais irregular, né? Aquele já tá mais localizado. O aspecto histológico trata-se de uma lesão vascular, tá? Então, você vai ter um aumento dos vasos sanguíneos, um aumento das células endoteliais e você vai ter um aumento, né, daquele lúmen vascular. Então, você tem, né, um aumento dessas células endoteliais e no lúmen daquele vaso. O diagnóstico é fundamental, né? A gente pode fazer a cirurgia, né, para remoção. Porém, você tem que tomar cuidado que dependendo do vaso que que nutre aquela região, você pode ter hemorragias de grande porte, tá? Então, o tratamento, ele vai se basear no tamanho daquela lesão, na localização daquela lesão, na idade e na condição sistêmica do paciente. Quando você fala de lesões pequenas, né, você pode fazer a remoção cirúrgica, crioterapia, né, eletro, eletrocoagulação, você pode usar o laser. Quando você fala em em lesões de vaso de grande porte, aí você já tá falando em uma cirurgia vascular, onde é necessário fazer a embolização daquele vaso. Em lesões pequenas, você pode utilizar também agentes esclerosantes, tá? Que é o etamolin, onde você pode aplicar na região que vai provocar uma esclerose daqueles vasos, tá? Diminuindo a lesão. Eu faço isso bastante no Hospital Infantil de Ada. Nessas lesões de pequeno porte, esse etamolin é o que os vasculares usam para as varizes, tá? E em alguns casos, a utilização do laser, né, para remoção cirúrgica da região.

Outra lesão também que a gente encontra também benigna, só que essa é derivada dos vasos linfáticos, tá? É o linfangioma. O linfangioma é uma lesão benigna, tá, de vasos linfáticos. Podem ser também uma malformação vascular, tá? A partir de um sequestro de tecido linfático sem qualquer comunicação com o restante do sistema. Clinicamente, você pode é encontrado, né, na região de cabeça e pescoço, 75% dos casos, tá? Ele é chamado também de higroma cístico, né, onde a gente tem uma tumefação difusa da região. 90% dos casos está presente até os 2 anos de idade, é pouco frequente em adultos, tá? E na região de cabeça e pescoço são chamados de higroma cístico. Quando em cavidade, eh, oral, né, está mais frequente na região interior de língua, provocando uma macroglossia. Ele dá aquele aspecto da língua leitosa com múltiplas vesículas, tá? Quando tá mais superficial e pode ter uma coloração azulada, avermelhada ou até arroxeada quando está também envolvido, tá, com um vaso de nutrição local. Em muitos casos causa sialorreia, pode ter ulcerações. Quando no lábio, você vai ter uma macroqueilia, tá? Pode também ocorrer no rebordo alveolar em neonatos, né? Clinicamente, o linfangioma, como é que você vai ver? É uma tumefação de volume, há nódulos, né, na superfície, tá? Deixando essa área parecendo pedregosa com vesículas na região e uma massa submucosa mais profunda, coloração leitosa, né, translúcida e às vezes de uma coloração vermelho azulado. Normalmente é assintomático. Então, aqui, ó, o linfangioma em uma região de de língua. Então, aquela superfície cheia de grânulos, né, irregular, tá? Olha aqui na língua, parece "bolhas", né? A coloração, quanto mais superficial, mais esverdeada, quanto mais profunda, ela fica mais do tom de róseo, né? E quando está também presente algum fator de irrigação local vascular, você vai ver uma coloração avermelhada. Na histologia, nada mais é do que são vasos linfáticos, eh, dilatados, né, suas paredes de forma delgadas, de diferentes tamanhos, normalmente sem cápsula. Ela pode ser simples ou capilar, quando aqueles espaços linfáticos são constituídos por uma fina parede capilar, e também cavernoso, quando você tem grandes espaços linfáticos. Na cavidade bucal, nós temos o quê? Uma limitação de expansão, tá? Ela é autolimitante. O diagnóstico do linfangioma também pode ser feito com a utilização de exames complementares como a ecografia, que é a ultrassonografia, né? Também a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Tratamento: normalmente excisão cirúrgica, tá? Mas há uma alta taxa de de recorrência. Pode ser feito o acompanhamento, normalmente, né, ela pode ocorrer uma regressão espontânea. Pode ser utilizada terapia de radiação, crioterapia, administração de agentes esclerosantes, a embolização, tá? E o prognóstico é bom, tá? Normalmente você tem uma baixa taxa de recorrência.

Uma outra lesão benigna, tá, é o osteoma, que ele é proveniente de um osso maduro, compacto ou esponjoso. Ele é incomum no restante do esqueleto, tá? Quando em cavidade bucal, é muito comum na região de mandíbula. A sua etiologia se deve a reações osteogênicas, tá? Então, está envolvido o quê? Aquela tração muscular de forma contínua que estimula aquele tecido, né, aquelas células a se proliferarem. Pode estar envolvido com processos inflamatórios, a maroma ou até mesmo uma cicatrização de um trauma de uma fratura. Ele pode ser se apresentar de forma central, dentro do osso, periférico, a partir do periósteo, ou ectópico na região de tecido mole. Ele se apresenta como uma massa unilateral, bem circunscrita, né, séssil ou pediculada, tem um crescimento lento, normalmente de 10 a 40 mm de tamanho. Em alguns casos pode provocar uma deformidade ou uma movimentação dentária, causando uma maloclusão. Normalmente, ele é assintomático. Localiza-se na região de corpo de mandíbula e tem uma predileção pela terceira e quinta década de vida. O exame radiográfico, né, vem muito nos ajudar no diagnóstico, onde a gente vai verificar o quê? Uma massa radiopaca bem circunscrita, uma densidade dessa massa bastante similar à área basilar. E quando você vê vários osteomas, dentes supranumerários, né, pode estar eh eh caracterizado como uma síndrome de Gardner. Então, aqui, né, a gente tem a presença de um osteoma na região de corpo de mandíbula, tá? Então, aquela alteração radiopaca bem circunscrita, tá? Você vê que ele não leva, né, a reabsorção radicular, que é mais comum em lesões eh malignas, né? Normalmente essas lesões são achados radiográficos porque normalmente elas são assintomáticas. histologicamente, aquele tem aquele tecido ósseo de aparência normal, compacto ou trabeculado. Ele é um osso compacto trabeculado de forma irregular, liso, pode estar lobulado e branco, uma fina camada de tecido fibroso, tá? Mas normalmente a característica de um tecido ósseo normal. O tratamento, quando lesões pequenas, só observação. Quando lesões maiores que podem estar causando alguma eh alteração local, você pode estar fazendo a remoção cirúrgica. A recidiva, né, o prognóstico é bastante favorável, né, a recidiva é rara.

Uma última lesão que a gente vai conversar hoje é o condroma, né, que também é uma neoplasia benigna, tá, só que ela deriva de cartilagem hialina madura. É rara em ossos maxilares, é mais comum em ossos curtos, né, em mãos e pés. É localmente agressivo e bastante recidivante. Clinicamente, você observa mulheres na quinta e sexta década de vida, tá? É pode ser visto também no sexo masculino, mas normalmente, né, tem uma predileção para o sexo feminino. Quando você observa em cavidade oral, é mais comum você estar verificando aonde? Na região de côndilo ou a região anterior da maxila. Na região de côndilo, né, o paciente pode se queixar de dor, você pode ter desvios, limitação de abertura de boca. Radiograficamente, ela se apresenta como área radiolúcida, tá? E quando você vê em cavidade oral, ela pode acometer a a região de elementos dentários, causando reabsorções dentárias. Então, normalmente, né, na cavidade oral, o paciente fala de um aumento de volume indolor, porém de progressão lenta, né, a mucosa está normal e ele refere mobilidade dentária. Quando ele está presente na região de côndilo, você vai ver aquele desconforto, dor, desvio e abertura e uma limitação de abertura de boca. Aqui, ó, um condroma na região de côndilo. Então, nesse caso, o paciente vai ter uma queixa, ó, de dor, desconforto, limitação de abertura de boca, tá? histologicamente, ele é um tumor cartilaginoso lobulado benigno, tem ampla celularidade e calcificação, tem células cartilaginosas com zonas centralizadas e polimorfismo celular, e há uma proliferação de células gigantes na sua margem. Ó, condroma na região de mandíbula. O tratamento é a remoção cirúrgica com uma certa margem. É uma lesão mais agressiva e recorrente, e quando ocorre a sua malignização, né, ela deriva para o nosso condrossarcoma, tá? Que é uma lesão bastante agressiva. Gente, alguma dúvida? Vocês estão aí? Dormiram? Tá tudo bem? Tranquilo? Professor, tranquilo. Não é não, que é muita coisa. Cansativo. É muita coisa, é muito detalhe, mas estomatologia é isso. Alguém tem alguma pergunta? Tudo bem? Alguém ficou faltando apresentar seminário de ontem? Fala quem, quem ia fazer alguma pergunta dos seminários ontem? Ficou tudo ok. Falta eu apresentar. Quem ficou faltando apresentar? Eu falei com a senhora, só tá Luciana. Então, você quer apresentar? Tudo bem, gente. A Luciana vai apresentar o seminário. Palom, você habilita ela para mim, por favor. Sim, já habilitei. Tá, tira o meu, né? Sand, pergunta. Pode. O quando, por exemplo, geralmente as situações que eu tive, o paciente ele, bom, vamos lá. Uma, uma hipótese. Eu tenho um paciente que que apareceu e ele não tem nenhum histórico. E eu vi uma lesão, fiz o anato-patológico, fiz a biópsia e aí deu um, um CA, carcinoma, ok? Certo. E aí eu vou encaminhar esse paciente. Vamos esquecer de hospital, consultório particular. Eu encaminho ele direto para o oncologista? Eu encaminho ele para ele procurar ou oncologista particular ou a rede de saúde? Como que eu, eu organizo isso para um paciente que tem uma história de saúde? Porque geralmente todos os casos que eu peguei, eles já assim, geralmente paciente já tinha algum problema, já tinha contato com os médicos aos quais eu encaminhei. Mas uma situação, por exemplo, de um paciente novo, ele nunca teve nenhum histórico de C.A. e apareceu, e eu encaminho para onde esse paciente? Eu vou pro particular? Vou pro estado? Sabe assim, eu fico um pouco perdido. Normalmente eu faço assim, ó. Se eu tenho uma lesão de boca, né, pequena, onde você pode fazer a remoção total, a biópsia, né, excisional total da lesão, e mesmo que venha como um laudo, né, de um carcinoma, eu encaminho com cirurgião de cabeça e pescoço, tá? Mesmo que eu tenha feito a remoção total da lesão, tá? Por cabeça e pescoço avaliar, ver se ele acha que tem mais alguma margem, se ele acha ver necessidade de algum exame complementar, que um cabeça e pescoço, porque quem trata de neoplasias malignas é o cabeça e pescoço, tá? Entendeu? Então, mesmo que eu tenha feito a remoção total da lesão, eu encaminho com cabeça e pescoço. E cabe a ele, com aquela característica da lesão, é de repente ele definir: "Olha, essa característica necessita ou não de uma complementação". Ele encaminhar pro oncologista. Quando são lesões grandes, né, onde você não pode estar fazendo a remoção total, tá? Eu também vou encaminhar pro cabeça e pescoço, né? Porque aí ele vai fazer a remoção total da lesão, ele vai fazer o encaminhamento para que esse paciente tenha, né, a complementação por rádio quimioterapia, tá? No decorrer do tratamento todo, tá? Mas mesmo as lesões pequenininhas, eu prefiro que ele vá para cabeça e pescoço, porque passou por colega. Às vezes você removeu toda a lesão, o tecido tá normal, você olha, fala assim: "Tem lesão onde teve lesão?". Onde, né? O cabeça e pescoço vai olhar, vai falar assim: "Onde você teve lesão?". Mas eu prefiro que ele faça, fale isso, é porque compete, não é competência nossa tratar a lesão maligna. Eu fiz o diagnóstico, mandei para ele. Ó, eu removi a lesão total. Tinha em borda lateral de língua. Não, eu não estou vendo mais nada. Cabe a ele achar que, ah, mas eu acho que tem que, sei lá, fazer uma inspeção, fazer alguma complementação. Cabe a ele, porque ele é o responsável real por tratamento de lesões malignas, né, da cavidade oral, tá? Obrigado. Imagina. Luciana, pode apresentar. Deixa eu compartilhar. Inicia. Você tá num carro? Tô, professora. Tô em viagem. Caraca, eu admiro vocês. Vocês conseguem fazer. Professora, eu quer ver minha paisagem? Deixa eu te mostrar a minha paisagem aqui. Pera aí. Olha isso. A gente tá no carro com aula. Vai apresentar o seminário. Você quer ver? Você quer ver minha paisagem? Professora, cadê? Pera aí, deixa eu ver. Isso que eu falo que nós mulheres conseguimos fazer coisas. Pera aí que eu vou lhe mostrar aqui minha paisagem. Olha só. Você tá onde? Desculpa a pergunta. Eu tô em Boston. Tá nevando. Que chique! Ai, agora não tá dando para ver bacana. A gente passou, tava passando por umas montanhas agora aqui, lindas. Ah, tá bom. Então, daí, vamos lá. Compartilhar. É o importante é é é fazer, né? Sim, com certeza. Vocês mandam. Tem alguns que mandam o artigo, eu vou lá, olho o artigo, dou uma lida. E na hora. Cadê a apresentação? Cadê o aluno? Cadê vocês aí? Eu fico no or, vejo. Já começa. A senhora tá conseguindo ver aí? Tá. É como celular fica pequeno, né? Mas vai falando. Aham. Vamos lá que eu tô com esse artigo, professora. Ele é um artigo e ele vem falando sobre, eh, o processo que vem da ortodontia até a finalização da cirurgia ortognática, né? Então, o paciente chega, ele vai passar por uma anamnese, né, que é a avaliação prévia. E nessa anamnese vai se, eh, averiguar a necessidade do planejamento ortodôntico. Antes, a maioria dos casos, o paciente ele passa pela intervenção ortodôntica, porque para ele passar pela cirurgia ortognática é necessário que a função dental esteja estabelecida. Então, primeiramente, esse paciente vai passar por todo o processo, né, de anamnese, tomada radiográfica, planejamento, estudo, eh, panorâmico. E aí esse paciente vai fazer, eh, a terapia ortodôntica, né? E aí vem toda a parte, eh, ortodôntica. E depois esse paciente vai passar, eh, pela avaliação do planejamento cirúrgico, onde já foi, eh, estabelecido, né, a função da mordida do paciente, porque a cirurgia ortognática ela não tem só função, eh, estética. A função dela também é na mordida, né? O paciente precisa estar com todas as funções em ajuste. Então, por isso que o paciente, eh, passa pelo, pelo estudo, eh, pelo tratamento ortodôntico previamente. E aí esse paciente, após toda a terapia, eh, ortodôntica, ele vai passar agora pelo procedimento cirúrgico, né? Depois que tá tudo tracionado, devidamente corrigido, aí ele vai participar agora do processo de planejamento cirúrgico. Então, é feito todo um estudo, eh, da cirurgia ortognática, né, para devolver, de fato, a harmonia e a função mastigatória. E aí o paciente passa pelo processo cirúrgico, tá? É feito também uma anamnese pré-cirúrgica, né, para ver se se ele realmente, eh, está bem estabelecido e já pode ser submetido por procedimento ortognático, para que de fato tenha o sucesso cirúrgico, né? Todas as deformidades dentárias são corrigidas para que o paciente possa fazer, de fato, a cirurgia ortognática, tá? E ele passa pelo processo cirúrgico, eh, com osteotomia geral para liberar, né, os espaços para que haja o reposicionamento. O procedimento, ele é um procedimento mais traumático, né, que, eh, na maioria dos casos que eu vi e acompanhei aqui no relato, tem que ter, eh, estrutura de titânio, né? Eh, e aqui embaixo a ilustração da mordida como que fica, tá? E aqui a evolução, né? Porque a cirurgia ortognática ela não é só a cirurgia propriamente dita, ela tem toda essa essa estrutura que é antes, durante e depois, né? E em muitos casos, após a cirurgia ortognática, o paciente ainda fica fazendo a terapia ortodôntica para que tudo, eh, fique de forma bem harmoniosa. Então, aqui no, no final, a gente tem uma foto da paciente com a evolução terapêutica dela, ok? Deixa eu, tem alguns, alguns conceitos aí que tá um pouquinho equivocado, tá, Luana? Vamos lá. Eh, quando você fala em preparo de cirurgia, pacientes com deformidade dentofaciais, você fala naqueles pacientes que têm alterações sim de oclusão, né, mau posicionamento da, porém ele tem também, né, uma alteração e de estrutura óssea, né, mau posicionamento ósseo, certo? Então, quando você fala em cirurgia ortognática, o ortodontista, ao, ao no primeiro momento, o que que ele vai fazer? Ele vai fazer o quê? Ele vai levar esses elementos dentários no melhor posicionamento dentro da base óssea. Ele não tenta mudar a oclusão do paciente, harmonizar essa oclusão. Isso se chama compensação, tá? Quando o ortodontista passa a fazer uma movimentação dentária tentando levar no melhor quadro de oclusão, ele tá tentando compensar o caso. Quando a gente fala que o paciente é portador de uma deformidade e tem uma alteração de estrutura óssea também, que são os casos para cirurgia ortognática, tá? O ortodontista, a princípio, ele piora o caso, tá? Porque ele vai levar aquele elemento dentário dentro da estrutura óssea de forma que fique mais equilibrado, para que a gente, na cirurgia ortognática, a gente mexa em quê? Nas bases ósseas. E aí você traz aquela base toda com os elementos dentários posicionados de forma melhor, né, dentro da base, para que, mas que ele fala muito nessa harmonia, professora, é, mas aí que você realmente tem o quê? O melhor posicionamento, né, de toda essa estrutura. Isso, a cirurgia, ela é o quê? Ela só mexe em estrutura óssea. Então, o ortodontista primeiro, ele, ele piora, né? Ele, a função do ortodontista é o quê? Nivelar, né? Eh, se tiver apinhamento, alinhar os elementos dentários. Destruir. Foi isso que eu entendi. Você entendeu? É essa fase. Não foi isso que eu entendi que ele melhora a, o posicionamento, né? É, mas ele melhora assim, ele melhora no instituto para que a gente, que prepare, para que a gente tenha condições de trazer tudo naquela base óssea, tá? Ah, tá. Entendi. Entendi. Entendi. E a cirurgia ortognática, quando a gente traz todo aquele, aquela estrutura, né, maxila, mandíbula, né, num posicionamento através dos estudos que a gente faz, a gente faz estudo, né, clínico, né, uma avaliação de tecido mole, a gente faz um estudo, avaliação daquela análise, né, cefalométrica, junto com o software que a gente tem hoje, por exemplo, o Dolphin, né? A gente traça quais são os melhores movimentos e o que vai ser melhor para quê? Para a gente restabelecer tanto função mastigatória, de oclusão, quanto também restabelecer a função estética. Estética. Sim. Isso. Normalmente o paciente, após a cirurgia ortognática, fica ainda utilizando aparelho, que no refinamento, tá? Sim. Ele vai observar o quê? O ortodontista, né, contatos pequenos desgastes, contatos prematuros, porque isso pode vir a interferir na nossa estabilidade da fixação. Sim. Era isso que ia perguntar. Era isso que ia perguntar. Senão que no final, ele vai ali para ajudar também a manter a fixação do procedimento, né? Isso. Porque no final do tratamento, né, a gente vai estar avaliando o quê? Se realmente você teve uma, uma oclusão de forma satisfatória ali, que você tem um equilíbrio para manter estabilidade, o que a gente fez o nosso procedimento, tá? A ortodontia final é normalmente uma um refinamento do tratamento. Uhum. E professora, todos os casos, e tem a terapia ortodôntica no final? Todos? Não. Às vezes eles ficam pelo menos uns seis meses. Isso é normal. Tem sim. Entendi. Para manter mesmo essa estabilidade, né? E um refinamento, ajustes que a gente vê lá. Às vezes fica um contato prematuro, algum ajuste que precisa, ficar um dente que ficou levemente intruído, que você pode ainda estar trabalhando e levando uma oclusão mais. Professora, curiosidade. A quando o paciente faz a cirurgia ortognática, que ela fica seis meses, né? O período total que a senhora fala assim, um ano para ele estar bem estabelecido? Isso, um ano, né? Deixa ele fazer uma pergunta. Após esses seis meses que ele fez a terapia ortodôntica e tudo, se ele quiser fazer, e os dominados, fazer corrigir a parte estética assim dos dentes, fazer as lentes, os facetas? Em quanto tempo ele pode estar fazendo isso? A senhora não aconselha? Eu tenho essa dúvida. Não, ele pode fazer, mas eu esperaria pelo menos uns seis meses a um ano, porque você vai ter todo o reposicionamento muscular, posicionamento de lábio. Eu esperaria pelo menos uns seis meses a um ano. Mas isso não vai interferir em nada, né? Não. Mas vai interferir na exposição, né, que você tem. Quando a gente faz cirurgia ortognática, a gente visa uma exposição X de de incisivos, né? Você tem toda uma acomodação de lábio, muscular, mesmo, né? E às vezes até na mordida mesmo. Eu, eu digo isso por mim, né? Que eu quando fiz os meus dentes, eu senti a mordida, eu demorei um pouquinho para me acostumar. Demora, demora, né? Até o paciente realmente, é uma reeducação que ele vai ter, né? Uhum. Mas ok. Trabalhei. Bom, eu vi. Aham. Professora, muito obrigada pela compreensão de deixar eu apresentar, eh, hoje. Ah, porque realmente eu fui pega também de última hora. Aham. Como eu falei, né, na última aula, né? Vamos, a gente tem um, é uma quarta por mês, né, gente? Vamos tentar. Vai. Ó, eu preciso pedir um grande favor para vocês, hein? Eh, no próximo módulo de vocês, eu tô só, eu tô convidando dois professores, sendo que um deles é o neurocirurgião, tá? É o coordenador da neurocirurgia do Hospital Pura. Eu gostaria, por favor, vocês, né, ajudar assim para que a gente possa chamar outros profissionais, né? Então, se ele tem uma aula com dois, três presentes, fica chato. Você tem uma aula onde ninguém participa, fica extremamente desagradável, né? E fica cada, fica difícil pra gente chamar colegas, tá, gente? Então, olha, essa na aula do, do Dr. Alexandre, eu quero vocês presentes. Eu vou estar presente assistindo também, tá? Porque isso me coloca numa situação assim, chamar ou não pessoas de fora, né? E chamar outros profissionais. Você não fica vendo a minha cara toda hora. É muito bom pro curso, tá? Porque são outras ideias, são outros conceitos. Isso abre muito para vocês, tá? Em todos os aspectos, tá bom, gente? Então, vamos em março ou fevereiro, né? O próximo módulo. Atento, né, nessas aulinhas, tá bom? E nos seminários também. Ó, é quarta-feira. Vamos lá, gente. É um dia no mês, né? Então, vamos tentar, tá bom? Alguém tem alguma dúvida, alguma colocação para fazer? Tá tranquilo. A tia é a tia do puxão de orelha sempre, né? Mas eu, infelizmente, eu tenho que ir falando com vocês. Gente, vamos também ficar atento a essas escalas de plantão, né? Vamos colocando o nome, vamos se organizar. É mais fácil agora do que ficar na correria depois, tá? Quem está acompanhando colegas de fora aí na região, vai falando com o colega: "Poxa, eu posso tirar uma foto desse caso? Eu posso apresentar?". Isso também é bom e ajuda vocês, não é intenção nenhuma de ficar discutindo o que você está acompanhando ou não, é apenas abrir também um leque de opções de termos de tratamento, de experiência que a gente pode ter entre nós. É um grupo grande. Olha o quanto a gente pode ter de troca, tá bom? Tranquilo. Vamos, vamos para a horinha do almoço e à tarde aula com o Igor, ok? Tchau, tchau, gente. Até mais, viu? Bom almoço para todos. Até mais. Tô escutando. Marcos. Ah, beleza. Boa tarde, pessoal. Tudo bem? Graças a Deus. Tudo na santa paz. Bom demais. Professor, deixa eu te perguntar e abre a tela aí, Marcão. Só tá. Oi? Ah, tá. Abre a tela aí pra gente. Ficar. Eu acho tão ruim falar assim, cara. Não é. Não, eu nem eu nem coloco aqui. Pessoal, deixa eu te perguntar uma coisa meio fora do do assunto aqui, mas é, é respeito de cicatriz, cara. Quando você faz uma, você faz, por exemplo, né, uma cirurgia, você, você trata um, um politraumatizado, ele vem com uma sequela, com uma, eh, e é todo segmentado, né? Enfim, não é uma, uma incisão, mas quando tem-se uma cicatriz de incisão, né, que ela é mais fina, mas digamos assim, entre aspas, delicada, eh, você trata com o quê? Hidrogel, laser? Cara, isso é, isso é uma, é uma discussão que a gente tem e que assim, dependendo de onde é essa incisão, essa cicatriz, aonde foi feita a incisão. Marcos, você não tem o que fazer, entendeu? Infelizmente. Eh, eu costumava, eu não tenho muita experiência com tratar esse tipo de incisão. O que que eu costumava fazer, tá? Eu costumava injetar corticoide na, na linha de, de incisão. Então, por exemplo, porque o que que o corticoide faz? Ele quebra as fibras de colágeno, né? Então, eu costumava fazer isso. Mas eu, particularmente, não tenho muita experiência. Às vezes ficou com, com, com uma cicatriz, com, com, com a muito grande. Às vezes o que que a gente fez? A gente até tirou essa cicatriz e suturou de novo, entendeu? Mas o paciente que tem tendência a formar queloide, ele vai formar, entendeu? O grande problema quando fica com afundamento. Vocês vão ver que na aula, eu vou mostrar um caso que a gente tem um afundamento. Mas assim, todo tipo de terapia alternativa, eh, laser, hidrogel, corticoterapia, vai resolver? Não vai melhorar. O que você tem que entender é que às vezes, tanto que você vai ver que eu, eu vou, hoje a gente vai falar na aula de algumas incisões para quê? Para a gente tentar esconder a cicatriz que às vezes fica. Entendi. Não, beleza. Mas não tem jeito, principalmente em área, em área, por exemplo, em região que você tem que você não tem as linhas de expressão. Não sei se você lembra daquela aula que a gente deu de incisões. Se a gente não segue as linhas de expressão, cara, o risco de cicatriz é grande. Entendi. Então, basicamente, eu faço isso, cara. Eu trato quando chega alguma sequela aqui, eu trato com o corticoide. Injete o corticoide mesmo, com uma agulha bem fininha, e você vai tentando quebrar essas fibras. Corticoide, o que? Decadron 4mg? Pode ser o Decadron. Isso. Pode ser o Solu-Cortef, pode ser, eh, Solumedrol, Depo-Medrol, qualquer corticoide, entendeu? Uhum. Basicamente o mesmo corticoide que a gente injeta na articulação. Quando a gente faz retinoico, você acha interessante associar um, um algum retinoico, Roacutan, por exemplo? Eu não tenho experiência, Marcos. Vou ser bem sincero para você, tá? Eh, o que eu sei que ajuda, eh, é aquelas pomadas tipo Cicatricure, Trioplus, mas é aquilo que eu te falo, ela não resolve, ela ajuda. Tanto que você vê que, que eles estão usando agora essa Cicatricure aí para dar uma esticada na pele, né? Uhum. Eles falam que que ajuda, mas é aquilo que eu te falo. Eu acho que vai muito de como você.

Sutura para não deixar a cicatriz, eh, você tentar fazer uma sutura, deixar com menos, com menos, com, com maior, menor tensão e menor esmagamento da região. Deixará tentar deixá-la bem barizada, fazer uma boa, um, um bom, um bom curativo e assim tentar usar essa terapia alternativa, mas vai minimizar. Mas você não vai conseguir tirar totalmente. Tanto que isso é uma das brigas que tem, entendeu? Hoje em dia, infelizmente. Beleza, professor? Beleza. Obrigado. Atenção aí, tá bom? Mas você vai ver que eu vou colocar um caso aqui que foi feito e ficou com uma cicatriz feia, né? Porque hoje a gente vai falar de, de fratura de zigoma, basicamente. Ah, bem, entendeu? Mas o corticoide ajuda um pouco, ele quebra as fibras, tá? Mas ainda fica, não tem jeito. Se ela tiver muito espessa, você pode cortar, fazer uma incisão nela mesmo, tá? Injeta o corticoide e sutura. Aí você faz uma sutura intradérmica e por planos. Beleza, pessoal? Obrigado. Lu? Ô, Marcos, eu acho que a gente, ô, Marcos, eu acho que a gente tinha, tinha conversado numa das primeiras aulas, você tinha comentado sobre a blefaroplastia, né? Você costumava usar a solução de Klein na blef? Foi você? Fui eu, professor. É, aí eu acabei fazendo um curso, dando uma estudada nisso. Você tinha razão, viu, cara? Não esqueci disso que você me falou, não. E a solução de Klein, ela, ela é bem, bem bacana para esses, para esses casos, viu? Para infiltração nessa região. Até dar uma estudada nisso aí. Entendeu? Vi até que você não estava na aula passada, até comentei isso que eu queria falar isso para você, que eu fui dar uma estudada, fui dar uma pesquisada nisso, fui entender um pouquinho nessa região, principalmente suprarorbitária, dos riscos dela, eh, e você tinha razão mesmo, cara. Vale muito a pena você usar a solução de Klein para blef, tanto superior quanto inferior. É porque a gente quer entumecer o tecido e fugir das áreas nobres, né? Quando você faz esse, quando você faz isso superficialmente, você não tem problema, né? Isso, isso você não vai profundo, você não tem problema nenhum. Exatamente, exatamente. Eu tenho usado solução de Klein, cara, praticamente, professor, para quase tudo. Sabe? Anestesia, claro. Uma, uma rinoplastia, eu não uso, mas tem alguns procedimentos que eu uso sim. Eu vejo que, que, que é bom, entumece, que eu preciso de um intumescimento de uma, e de uma camada de tecido melhor ali, né? Aonde eu, aonde que eu vou saber corretamente aonde que eu vou fazer incisão para não aprofundar demais. Então ele gera essa espessura, né? Ele entumece e facilita o nosso trabalho. Ele faz como se fosse uma divulsão, né? Isso. Exatamente, exatamente. Isso mesmo. O importante só nesses casos é você fazer uma boa delimitação e marcar bem, né? Sim. Bom, inclusive, professor, eu vou est, vou colocar o fone aqui no ouvido. Vou fazer uma blef agora aqui. O paciente já até sentou aqui. Já não vai lá. Manda bala. Eu vou estar aqui, vou pa. Já at, até aqui já tá. S. Boa cirurgia. Bom, então vamos lá, gente. Eh, dando sequência aí na, no módulo de, de trauma. E eu não sei o que que o pessoal falou, mas eu já falei para vocês um pouquinho de fratura nasal. Falei um pouquinho da fratura naso-orbitária, etmoidal, que é uma das fraturas que, no meu ponto de vista, é mais difícil de fazer o tratamento. Tá? Ontem nós fizemos apresentação, professor, de, ah, teve vários temas de fratura nasal. O meu também foi, foi sobre fratura naso-etmoidal também. Aham. Eh, tivemos vários temas, sabe? Ontem. Aham. E o que que você sentiu de dificuldade aí no, no naso-orbitário? O que que, que que você teve de dificuldade? Achei, achei muito difícil. Como eu também nunca vi uma cirurgia, nunca participei, né? Acho que, acho que agora mês que vem, eh, eu consigo participar em São Paulo, porque aqui em Belo Horizonte, tô fazendo, ainda não tive dessa fratura. Então, eh, mas eu achei assim, complexas, né? E de grande responsabilidade, né? Com podendo ter sequelas, né? Se for muito tardio. Eu vi algumas fotos, o meu artigo não teve, né? Porque o meu artigo teve um resultado de excelência, assim, com um profissional, teve um A, pós-cirurgia, foi um sucesso. Depois de quatro meses, não teve nada, ficou tudo normal. Mas eu pesquisei sobre, né? Eh, eh, se não fizer, né, a cirurgia e for muito tarde, nossa, eh, os defeitos, né? Eh, que dá na, na região do globo ocular, né? Na lacrimal, no lacrimal, e deforma isso tudo. A gente tinha falado em aula também, quando foi, quando a gente deu a aula, não sei se vocês lembram, a gente falou tudo disso, né? Do, do da lesão do ducto naso-lacrimal, que é o grande problema. E é que, e que fala, principalmente as fraturas do terço superior da face, tanto a região frontal, região naso-orbitária, etmoidal, fratura nasal. Agora vocês vão ver que a gente vai entrar aí, vamos falar das fraturas do complexo zigomático, as fraturas de órbita também, que depois o Thiago vai falar. Sempre quando a gente deixa sequela, ou se a gente faz o tratamento de forma errada, o resultado final, tanto funcional quanto estético, fica muito aparente, né? Ah, é ruim, né? Então, por exemplo, é, é, ainda você vê aí hoje, imagino que deve afetar muito, né? A estética, muito, muito, muito. Funcional também, né? Sim, sim, sim. Eu, assim, eu, eu hoje, um pouco mudo minha cabeça, eh, com relação à estética. Eu sempre pensei muito na parte funcional e da parte funcional, você, você partir pra parte da estética, né? Mas hoje eu já, eu já entendo que às vezes é importante a estética também, porque a gente tem um problema, o paciente chamado autoestima. Eu falo isso como paciente, depois do momento em que eu fiz um procedimento estético, acabei colocando cabelo e eu fui ver que isso me incomodava depois que eu coloquei, né? E isso é engraçado. Então, hoje eu já enxergo que a parte estética, ela é extremamente importante também. Mas eu acho que a gente não pode, é, não pode esquecer da parte funcional, nobre. Então, por exemplo, os tratamentos das fraturas do complexo zigomático, por exemplo, se você fica com afundamento da região do arco ou da região do, mesmo do malar, você vai um problema de diminui a projeção. Quando tem projeção, tem que, a gente chama do apoio. Isso você, e hoje muito o que que se busca dentro da estética, né? A projeção desse osso, né? Então você faz aí a bichectomia para tentar diminuir e projetar um pouco mais, você faz o, o preenchimento com, você faz, professor, a prótese? A prótese? Eu faço do zigomático aqui. Sim, sim. É muito tranquilo fazer. Você viu um caso estético? Ou assim, é, é mais a, a área estética, sim, né? Mas, não tem o gasto. Eu fico pensando assim, é, da gente conversar, né? Não tem, é, é gastar a estrutura, gastar o osso, não com o tempo, mas o gasto, o gasto sentido do osso, né? Da gente sorrir. Então essa prótese, ela não vai ficar fixa, fixa, fixa, né? Ela vai ficar meio mexendo na estrutura, né? Do osso. Não tem um desgaste como tem no queixo. Não, ela fica estável. Porque se ela fica movimentando, ela pode formar uma, uma pseudoartrose, aí pode contaminar, até. Então ela tem que ficar estável. Ah, então ela fica 100% estável? Ah, tá. Eu achei que sim. Senhora, se ela tiver movimentação, se o paciente mexer nela, a indicação da gente remover. Mas ela tem que ficar. Mas você tá falando de qual prótese? Da de silicone? Ou da? Então, a de silicone, é, eu posso até trazer. Eu tenho, acho que eu tenho uma aula que eu falo de mentoplastia, que eu já fiz alguns casos com o silicone e mentoplastia e já tirei. A mentoplastia, a mentoplastia com o silicone, Valesca, ela causa sim uma reabsorção. Tanto que você vê que o silicone, o silicone que eu tirei do mento, eh, ele estava entrando para dentro do osso, então ele fez como se fosse uma caixinha, é muito engraçado. Então ele causou uma reabsorção. E o silicone, sim, ele causa uma, ele, você tem uma certa mobilidade. Então isso incomoda o paciente. Por mais que você dê volume, mas isso incomoda o paciente. As próteses que a gente vai, vai lançar aí para vocês logo logo, que é uma, uma prótese de hidroxiapatita, ela fica totalmente estável, porque a gente prega ela com, com, com parafuso, então ela não tem mobilidade. Se ela tiver mobilidade, é, se eu não me engano, é de hidroxiapatita. Preciso confirmar direitinho. De hidrox. Olha, nossa, nunca ouvi falar isso. É, em Belo Horizonte, o pessoal que vende é daí. A gente vai, a gente vai, a gente fez um teste aí numa paciente, ficou bem legal. A gente logo logo, e vai, vai soltar ela aí para vocês, entendeu? E, e tem os Medpor da vida, né? Que é o, o polipropileno também de alta densidade, que dá para colocar, só que o custo dele é muito alto, né? Mas é um processo definitivo, que é o que a gente, que é o que, basicamente, é o que eu, que eu acho que é melhor, são as, as próteses pré-moldadas, né? Então você faz a tomografia e faz ela para cada paciente. É que a gente enxerga hoje em dia que o paciente às vezes, ele chega no consultório e quer fazer para ontem, né? Ele não quer fazer o planejamento. Por mais que é uma coisa definitiva, às vezes ele quer, o paciente de estética, a gente já entendeu que ele é um paciente ansioso, que ele é um paciente que quer resolver isso rápido, né? É, é imediatista. Ô, professor, gostaria de fazer uma pergunta discreta, mas quanto que é mais ou menos, é que custa uma prótese no zigomático, um exemplo, esse que você coloca, sem ser de silicone? Essa de hidroxiapatita? Ela, o custo é mais barato do que da CPMH? Eu acho que fica aí, acho que 40% mais barato. Eu posso levantar isso para você, Valesca, e te passar, entendeu? É, não, mais ou menos, você não sabe quanto? Eu tenho curiosidade de saber, que eu não imagino quanto que custa. Eu não tenho, eu posso ver isso para você. Eu não tenho, tenho ideia mesmo, tá? A que eu fiz, a que eu fiz de Medpor, aqui tem um tempo já, ela ficou cara, ela ficou acho que quase R$ 5.000 ou R$ 6.000 cada peça, entendeu? Ah, sim. Então, é um custo mais alto. Essa é definitiva, né, professor? Então, porque a harmonização também fica isso, né? Sim, sim. Dependendo da quantidade de ml que você vai usar, né? De ácido. É só o valor do custo da, tá fora o resto, horário. Ah, tá. Não, é, então, então ela, ela tem um custo mais alto, mas é definitivo, né? Entendeu? Sim. Legal. Tá bom. Obrigada. Então, que eu estava falando do complexo zigomático. Então, hoje a gente busca muito isso. Tanto que você falou para mim, né, a prótese de, de, do complexo malar para você não ter que ficar preenchendo. Então, essas, essas fraturas, se elas deixam sequelas, eh, o paciente vai ficar muito aparente. A mesma coisa. Então, por isso que eu falo que é extremamente importante, eh, a gente entender bem e saber o que a gente tá fazendo, principalmente no tratamento desse tipo de fratura. Tá? Então, vamos lá. Eh, agora a gente entrando um pouquinho na parte de vocês aí, que é a parte estética, né? Eh, o zigoma, ele desempenha um papel essencial na forma, na função e, principalmente, foi aquilo que a gente estava falando, na estética do terço médio da face do paciente. Então, se a gente perde, eh, a projeção dessa região de um lado e do outro, não, vocês vão ver que tem casos de sequela que fica, o paciente fica extremamente desarmônico, não que fica feio, mas fica desproporcional, fica estranho. Eh, então não é legal. Tá? Então, o zigoma desempenha o papel essencial na forma, na função estética do terço médio da face e da órbita, tá? Eh, o zigoma corretamente posicionado, ele é parte integrante da largura facial normal e da projeção da bochecha, que foi aquilo que eu falei. Então, hoje a gente procura muito essa projeção, às vezes você quer ir essa região mais, né, puxada, é mais proeminente, né? Não sei por quê, mas e dá um aspecto mais jovial, eu acho, dessa maçã do rosto mais proeminente. Se eu tiver falando besteira aí com relação à parte da estética, vocês me corrijam aí, meninas e meninos. Eh, forma uma grande porção das faces inferiores, lateral da órbita. Então, ela preserva essa região, tá, da, da lateral da órbita, tá? E determina parcialmente o volume orbitário. Tá? Funcionalmente, é o acessório ponto dos músculos do masseter, do temporal, do zigomático maior e do zigomático menor. Então, essa é a função do nosso zigoma, vamos se dizer assim, tá? Que é esse osso aqui. E uma coisa importante, né? Então, dada essa proeminência e essa relação com os demais ossos da face, o osso zigomático ou zigoma é um dos grandes responsáveis pela projeção ântero-posterior. Então, ântero-posterior é da frente para trás. Vocês entendem essa nomenclatura? Então, ântero-posterior, látero-lateral e crânio-caudal, vocês vão entender depois que essas terminologias também determinam pra gente os cortes tomográficos que eu vou citar isso para vocês. Então, ântero-posterior é da frente para trás. Látero-lateral ou látero-medial, medial-lateral é o corte que a gente chama do corte sagital. E o crânio-caudal é o corte coronal. Tudo bem? Tá? Eh, então o osso zigomático é um dos grandes responsáveis pela projeção anteroposterior, tá? O que facilita a ação das forças traumáticas. Sendo assim, a redução e a estabilização, quando deslocado, são importantes para o restabelecimento da simetria facial, a posição do globo ocular, a inervação infraorbitária, como a estética facial. Então, foi basicamente o que a gente discutiu, tá? Se a gente tem uma projeção ou uma não projeção desse osso zigomático, ou para frente, ou para trás, por um mau reposicionamento da fratura, eh, se a gente deixou esse osso mais inferior, se a gente deixou ele mais para dentro, então nós temos várias estruturas que vão tocar e que vão ser prejudicadas, como movimento ocular. A gente pode ter esse olho mais baixo do que o outro, causar uma diplopia. A gente pode ter o arco zigomático batendo em algumas estruturas ósseas que vão causar, a gente vai ter essa desarmonização facial que hoje em dia a gente procura. A gente pode fazer uma prótese, a gente pode fazer uma prótese de polipropileno, de Medpor, de J, de hidroxiapatita, do que for, mas sempre vai ficar com alguma sequela. A gente pode fazer um preenchedor. Apesar que para grandes estruturas, eh, para, para, para a região muito profunda, talvez o preenchedor ele não, não seja muito viável, porque a reabsorção é grande e o preenchedor ele precisa ter um lugar para estabilizar, né, Valesca? Correto o que eu tô falando ou não? Ele precisa ter uma estrutura para apoiar. É sim, professor. Tem que ser no plano correto, tá? Se eu tenho uma perda muito grande de volume, por exemplo, do malar, por um trauma e uma redução mal feita, eu não consigo fazer totalmente o preenchimento com, com o ácido, por exemplo, né? Ou consigo? Você consegue, mas não fica tão natural, não fica, não vai ficar tão bonito, né? Porque aí vai precisar de uma quantidade maior e vai dar aquela bochecha mais artificial, né? Porque, por exemplo, o, o, o ácido para, para esses tipos de, de preenchimento, eh, com locais com grande deformidade, você acaba usando o ácido mesmo, ou você usa algum outro produto? O que que você, o que que você costuma usar? Oi, oi, Valesca. A, desculpa, eu estava falando aqui, eu estava falando e estava bloqueado. Professor, então depende da deformidade, né? Eu gosto muito de usar quando é muito profundo, eu tenho uma irregularidade, uma cicatriz, né? É até um afundamento, né? Por algum acidente, alguma coisa. Eu gosto de usar o Radiesse, a hidroxiapatita de cálcio, tá? Mas temos o Ellansé também. Ela é mais densa e ela fabrica o colágeno, ela fabrica um tecido novo, fibras novas ali, né? Uhum. Por exemplo, quando você coloca, a gente, além do volume, a gente também vai ter o tecido novo ali naquela região, né? Entendi. Ellansé, né? O Ellansé é um pouquinho mais caro. O Ellansé, o que que é? É também bioestimulador. Ele é ácido hialurônico com hidroxiapatita. Hum. Entendi. Ele já vem junto. Ele é até branquinho, sabe? Ele é até branquinho assim, a seringuinha dele. Você abre e ele, ele é como Radiesse, só que o Radiesse você pode usar, usá-lo como preenchedor e também pode usar, eh, diluí-lo, né, no soro e usar como bioestimulador também. Então, quando eu preencho com ele, ele tem essas duas atuações, né? Ele atua. Exemplo, ó, quando eu tenho um afundamento muito grande, por exemplo, do osso malar, e eu preciso colocar, ou eu não vou fazer uma prótese, tá? Eu vou fazer um preenchimento e eu coloco um volume muito grande numa determinada região, eu não corro o risco dele, por ação da gravidade, ele cair, deslocar, ou não? Eu vou deixar ele sempre apoiado no periósteo? Não pode acontecer de migrar, mesmo apoiado? Às vezes pode acontecer de migrar uma quantidade muito grande, pode acontecer, entendeu? De migrar. Eu já atendi pacientes que já vieram para mim assim, com migrou. Talvez às vezes nem foi erro de técnica de ter aplicado no plano errado, sabe? Pode acontecer de migrar. Hoje em dia as pessoas também estão tendo muito etip com ácido hialurônico, muito. Meus pacientes, você pode colocar Restylane, pode usar, né? Allergan são as melhores marcas, eu falo em termo de reticulação, labor mesmo, né? Você pega um bom ácido hialurônico, né? Um crosslink bom, né? Você tá tendo etip com esse paciente também, sabe? As pessoas estão muito inflamadas. Então, no processo de etip, esse processo inflamatório local, né, que fica aquele estado febril, inflamado, quente, como se tivesse feito no dia, eh, o ácido pode correr o risco também de migrar, mesmo estando no plano correto. Entendi. Então, quanto maior você aplica, maior quantidade você aplica, né? No meu entendimento, né? Por tudo, porque, né, as experiências que eu já passei, os cursos, quanto mais ácido, maior quantidade, mais você tem risco de intercorrência pós-tardia. Sim, né? Sim. Tá. Entendi. Tá bom. Obrigado. Dona N. Hã, é, no, os colegas podem falar aí, mas assim, na minha experiência, né, clínica de preenchimento, né, tem mais de 10 anos que eu preencho, então já tive, né, eh, várias intercorrências pequenas com ácido. E hoje em dia eu vejo o paciente muito mais inflamado pós-Covid do que antes, né? Hoje em dia o paciente tem etip muito fácil. Às vezes com 4 ml de, de ácido hialurônico, nem quatro, o paciente, três meses depois, começa a ter etip direto. Assim. Eita. Tá. Eu acho que essas são as vacinas, não sei, né? A nossa imunidade parece que mudou depois das vacinas. Sabe? Entendi. Entendi. Bom, que nada. Ô, Valesca, o povo tá tudo dormindo aí? Não tem ninguém acordado? E deixa esse povo comigo. Deixa, quando for a aula, a aula, a aula presencial, eu vou pegar todo mundo. Você vai ver. Deixa esse povo comigo. Verdade. Vocês não estão vindo nos ambulatórios também, gente? Vocês precisam começar a vir, hein? Os ambulatórios estão todos vazios. P a gente teve cirurgia ontem, ninguém apareceu. É, eu tô fazendo aqui, é professor, em Belo Horizonte, mas eu preciso, quero em São Paulo também. Pra gente de outro estado é bem mais difícil, né? Acho que de São Paulo só tem uma pessoa, né? De São Paulo mesmo, né? Ah, entendi. Você tá com quem aí, Valesca? Eu tô com o Dr. Alexandre Medeiros. Tá, né? Já ouvi falar dele, já. Ah, ele é muito bom. Bom, então tá bom. Vamos dando sequência aqui. Eh, então, então a estabilização, quando deslocados, são importantes para o restabelecimento da simetria facial, a posição do globo ocular, a inervação infraorbitária. Então, você ficar com essa região toda dormente é extremamente desconfortável. Se você não faz uma boa resolução, você não tira o pensamento do nervo, ele vai perder a sensibilidade, ele vai perder a função, tá? E principalmente hoje em dia que a gente pensa muito na, na estética facial. Tá? Eh, as forças de intensidades elevadas são necessárias para fraturar os diversos ossos do complexo maxilo-facial. Tá? Esses ossos, eh, foi aquilo que eu falei, o porquê que primeiro você quebra o nariz, depois você quebra a região frontal, por que que você quebra o osso zigomático? Porque eles tendem, essa região que é a Viero, a região do viscerocrânio, ela tende a quebrar primeiro para diminuir o impacto para proteger o quê? O que é mais importante? O cérebro. Tá? Então, em forças de alto impacto, tá, que são necessárias para fraturar esses ossos, esses ossos eles vão fraturar primeiro para fazer, primeiro, basicamente, a proteção do cérebro. Tá? Eh, particularmente as fraturas do osso frontal, do rebordo supraorbitário e corpo do zigoma, requerem o impacto de alta energia. Então, você bota, por exemplo, o que que você vai ter aí, eh, de prejuízo, né? Talvez uma queda da própria altura, que nós vamos citar lá lá depois, um acidente desportivo, um acidente automobilístico, um acidente motociclístico. Então, antigamente, a gente tinha, quando a gente não, não tinha o uso obrigatório, por exemplo, do capacete, a gente tinha um alto índice de fraturas de face, porque o paciente, o que que ele acaba caindo? Ele acaba caindo com o rosto no chão. Ele segura a moto, né? Ele segura a moto, ele perde o reflexo do apoio do, do braço e ele cai com o rosto no chão. Hoje em dia, os pacientes, eh, por conta do uso do, do capacete, diminuiu muito as fraturas e do complexo zigomático facial, porque tá protegido. Às vezes, lá no SUS, a gente pegava o cara que quebrava o rosto, paciente de, de, de acidente motor, quebrava o rosto e o cotovelo, né? Por quê? Porque ele estava com o capacete no cotovelo, caía com o capacete, dava aquele tranco no braço, fratura o braço e fratura o rosto. Então, muitas vezes, muitos casos lá que a gente, que a gente atendia lá no, no Pirajussara, a gente tinha esses casos de que o paciente fratura o rosto e fratura. Mas você estava o capacete? Pô, doutor, estava o capacete, mas estava com o capacete no braço, entendeu? Eh, no tocante às funções desse complexo, destacam-se principalmente a dissipação de força da mastigação. Então, por exemplo, a gente pega a região posterior da maxila, ela está relacionada intimamente ligada com o complexo zigomático, tá? Eh, hoje a ideia nossa é só falar do zigoma, mas é difícil a gente falar especificamente do zigoma sem às vezes citar a órbita, porque depois vocês vão ter uma aula específica de órbita, tá? Então, é difícil a gente falar e não especificar da região do orbitário. Então, vocês vão ver que talvez a aula de hoje e a próxima aula, ela vai ficar um pouco redundante, vai ficar um pouco massante, porque a gente vai dar as mesmas informações, por quê? As consequências dos problemas, elas são iguais, tanto quando eu tenho uma fratura de órbita, quando eu tenho uma fratura do complexo zigomático, tá? E vocês vão ver e vão entender que quando a gente tem uma fratura também do complexo zigomático orbitária, ou do complexo zigomático, e a gente fala dessa dissipação da força de mastigação, isso é importante a gente entender, porque muitos dos colegas acabam esquecendo que quando você tem a fratura, você tem o deslocamento dessa parte posterior da maxila, tá relacionada com o complexo zigomático, e às vezes você pode ter uma inoclusão dentária, tá? Então, as funções do complexo, voltando, destacam-se principalmente a dissipação de forças de mastigação. Então, você vai ter uma alteração mastigatória, tá? Sobretudo pela presença dos pilares faciais, no caso do pilar zigomático-maxilar, que está na região posterior. Então, dependendo da fratura, de como tem o deslocamento do complexo zigomático, essa fratura, ela pode descer, ou ela pode ir para dentro, e mudar o encaixe dos dentes, tá? Vocês vão ver que isso é importante, que vai ter, vai ser uma discussão que a gente vai ter lá na frente, o porquê disso, tá? Eh, além de, como já mencionado, ser responsável pelas projeções ântero-posterior, então essa parte ântero-posterior, tá, látero-lateral da face, além de servir como arcabouço para o globo ocular. Então, se eu tenho uma fratura do complexo zigomático e ele está relacionado, vocês vão ver daqui a pouco, eu vou mostrar a parte estética e a parte anatômica, vocês vão ver que ele é responsável por apoiar o globular. Então, se eu tenho uma alteração e como eu tenho uma parede fina que é o soalho da órbita, qualquer trauma nessa região pode ser que eu venha prejudicar esse arcabouço. Prejudicando o arcabouço, eu causo uma reação e eu perco a função ocular. E aí vai entrar os sinais clínicos de diplopia, exoftalmia, enoftalmia, que a gente já falou lá nas fraturas naso-orbitárias, que, por exemplo, as fraturas naso-orbitárias, elas pegavam mais a região medial, tá? Mas nada impede de eu jogar e tiver e ter uma fratura nessa região e jogar esse olho para lateral, ou para fora, ou para dentro. Tudo bem? Aqui a mesma coisa, se eu tenho uma fratura do complexo zigomático e ela faz um deslocamento de todo o osso para dentro, eu posso jogar esse osso para fora. Se ela faz uma movimentação de osso para baixo e para dentro, eu jogo esse osso para baixo. Tudo bem? Tá? Então, isso que eu preciso entender. E aí entra na parte funcional, que é extremamente importante, que é o ocular, que aí eu perco a visão, eu vou ver dois. Apesar que se verem dois, doutores Igor, não seria ruim, ou seria, né? Sei lá. Brincadeira sem graça, né? Vê se o pessoal acorda. Ainda tá bom, gente. Tá uma coisa que é importante que vocês vão ver depois nesse tipo de fratura, principalmente quando a gente vai, eh, fazer a redução, a gente observar bem a região posterior da maxila, que é a região do pilar zigomático-maxilar, tá? E uma coisa que vai interferir muito vai ser isso aqui, ó, o nosso coronoide, tá? E eu vou explicar porque que isso vai interferir pra gente depois, tá bom? Alguém sabe no que que o coronoide interfere, se alguém tiver acordado aí, quiser falar, ou não? No, por exemplo, numa fratura zigomática, alguém sabe me dizer, ou não? Não sei, não. Professor, o que que ele interfere? Valesca? Não, não. Tô pensando aqui, mas não sei. Tá. Vai pensando aí que daqui a pouco eu vou falar para vocês o que que ele interfere, tá? Tá tudo bem até aqui? Opa, tá tudo bem. Fechou. Bom, então vamos lá. Então, a fratura zigomática, ela é uma lesão óssea na região da maçã do rosto. Então, ela que determina essa projeção, então, e maçã do rosto, bochecha, malar e malar. Então, hoje em dia, tá muito na moda isso, por conta da, da bichectomia, dessa projeção, tá? E ela afeta a estética facial e pode comprometer funções como mastigação e visão, tá? Depois da região nasal, é a região mais acometida nos traumas faciais. Então, foi aquilo que eu falei, como ela é de alto impacto, de alta energia, a gente sempre vai ver o que que tá mais proeminente, o nariz, depois o que que vem. Por que que elas são mais acometidas? Porque dentro da linha do trauma, o que que vai chegar primeiro para bater? O nariz, depois a região frontal, depois a região zigomática, depois a órbita. Então, ela vai por, por sequência mesmo, até chegar na cabeça, até chegar no cérebro, tá? Então, e esse arcabouço que a gente fala do viscerocrânio, ele é feito para proteger o cérebro. Tudo bem, tá bom? Tá? Então, aí a gente vê, por exemplo, uma fratura do complexo zigomático, onde a gente tem a região infraorbitária, a ferida, eh, que teve a fratura, a gente tem a região da sutura fronto-malar e a gente tem uma fratura do arco zigomático, tá? Do próprio arco mesmo. Tudo bem? Tá? Então, a gente tem um deslocamento. Tá? Aí a gente vê esse paciente aqui, que foi atendido lá no Pirajussara, ó. A projeção do lado esquerdo da bochecha malar, e tá vendo, ó? Uma região do lado direito reta. A gente perdeu aquele aspecto da bochecha, né, que a gente fala arredondado. Então, fica reta essa região, tá? E fica feio, né? Fica o aspecto feio. Fala, pô, aconteceu alguma coisa com você. Então, a gente enxerga aqui, ó, os três planos. Então, a gente enxerga, ó, o plano fronto-zigomático, que é em cima, tá? Então, deixa eu pegar o meu CRZ aqui, que meu CRZ tá, ele tá cortado no meio. Então, a gente tem a região fronto-zigomática. Vocês estão vendo aqui, ó, que é essa parte mais superior, tá? A gente tem o pilar, o pilar terigoide, tá? Por isso que eu falo, quando a gente, a gente acaba fraturando esse osso zigomático, a gente tem alteração na oclusão, porque fratura aqui também. Então, ele sempre fratura aqui, aqui, aqui e no arco. Então, é um, dois, três, quatro pontos. Tudo bem, tá? A gente vê aqui três linhas, que é a linha Y, a linha X e, e a linha Z. Então, é a linha do pilar, é a linha frontal e a linha do arco. E a gente deveria colocar aqui também uma linha infraorbitária. A gente citando quatro pontos de fixação, quatro pontos de apoio. O que, por que que isso vai ser importante? Vocês vão entender que depois desses quatro pontos de apoio, numa futura fixação, ou numa futura, numa futura redução dessa fratura, eu preciso ter pelo menos estabilidade em dois pontos, tá? Eu poder ter segurança de deixar essa fratura. Tem alguns que eu não tenho cominuição, que eu não fraciono pedaço de osso, que eu consigo fazer redução cruenta e não cruenta e um de repouso. Vocês vão entender isso também como funciona, que é o tratamento não cruento, não é um tratamento conservador, mas é uma redução sem a fixação, tá? Vocês vão entender isso. Então, entendido esse apagamento aqui, isso aqui, essa parte do apagamento, vocês entendem bem, né? Dessa, dessa projeção do, do, do osso malar, tá? Então, o zigoma, também conhecido como osso zigomático, é uma estrutura facial em forma de L. Foi aquilo que eu falei, o hoje em dia eu entendo ele como não uma, uma tríplice, mas uma quadra, vamos se dizer aqui. Então, estrutura fronto, infra, pilar e o arco zigomático. Tudo bem, tá bom? Tá? Então, basicamente isso. Então, você vê aqui, ó, eh, uma forma de L que compõe a maçã do rosto, tá? Ele se articula com o osso frontal, aqui na região supra, com a região maxilar e o temporal, na região do arco zigomático, e na região da maxila. Desempenha um papel fundamental e crucial na formação da órbita e no suporte da face. Proeminências contribuem para a definição da estrutura facial. Então, foi aquilo que eu falei para vocês lá no início, hoje a gente procura muito essa projeção. A mulher quer essa projeção, tanto que a gente arranca a bichectomia, o suporte de gordura que talvez lá na frente, um paciente idoso, isso vai fazer falta para quê? Para projetar esse malar, né? Essa é a grande indicação da bichectomia do ponto de vista estético, né? Do ponto de vista funcional, é basicamente quando você começa a mordiscar a bochecha para você tentar diminuir o volume intraoral, tá? Então, aí você tem a região infraorbitária, a região fronto-malar, a região do arco zigomático, tá? Que vai até a região petrosa e a região da maxila do pilar zigomático. Tudo bem, tá bom? Então, entrando na parte anatômica, então a gente entra aqui. Foi aquilo que eu te falei que ele não é uma tríade, né? Ele é quadro. Então, processo frontal, processo maxilar, região infraorbitária, soalho nasal, soalho orbitário, parede lateral da órbita, tá? Então, a gente tem o apoio, a gente tem a inserção da musculatura aqui, tá? Dos músculos do olho, que fazem a movimentação. Então, se eu tenho uma fratura dessa, e às vezes eu tenho muita fratura que é uma fratura indireta, é uma fratura indireta e eu causo uma fratura na região do soalho mesmo, tá bom? Tá? Então, vamos lá. O processo frontal, a região infraorbitária, parede lateral da órbita, tá? Aqui mais posterior, eu tenho a fissura orbitária, tá? Eu tenho o processo temporal, que ele vai se ligar com o arco zigomático, tá? E a margem antero-inferior, que é a região do pilar pterigoide. Tudo bem, tá? Aí mais para a região posterior, eu tenho esse arco zigomático inserido na fossa mandibular, então na cavidade glenoide, tá? É onde apoia o meu côndilo, tá? Então, vocês vão ver que talvez um dos acessos que eu possa, eh, usar para tentar chegar nessa região do arco zigomático, pode ser um acesso que eu uso para articulação, pode ser um acesso que eu uso, eh, para ritidoplastia, tá? Então, vocês vão ver que eu até vou falar um pouquinho do acesso da, da ritidoplastia, por conta de que é um acesso que a gente vai fazer para acessar esse arco zigomático ou esse complexo zigomático, porque às vezes eu posso ter uma fratura na região supraorbitária, na região infraorbitária mais lateral, e não tem a necessidade de eu fazer um acesso infraorbitário. Então, eu posso abrir mão de, talvez, um acesso pré-auricular, uma determinada extensão, fazer um acesso um pouco mais baixo para poder ter acesso a essa fratura. Tudo bem, tá? Então, vocês estão entendendo que a, a localização dele vai me determinar os tipos de incisão que eu posso fazer, os tipos de acesso que eu posso fazer? Então, vocês vão ver que basicamente os mesmos acessos que a gente usa para todos os tipos de fratura, eles são muito parecidos, tá bom? Certo? Então, a anatomia aqui, gente. Então, ele está em íntimo contato com a fossa glenoide também, tá? Então, foi aquilo que eu falei que eu estava falando para Valesca. Então, o que que o coronoide me interfere nessa região? Ele está basicamente na fossa, na fossa do arco, nessa região aqui, ó, onde está inserido o músculo temporal, porque o músculo temporal está inserido aqui. Então, qualquer fratura que eu tenha nessa região do arco, isso vai ser importante vocês saberem. Esse processo aqui vai me interferir e muito, porque se esse osso for para dentro, pode ser que esse osso coronoide vai, pode ser que esse osso coronoide, ele vai ficar apertado, vai ficar esmagado. Pode ser que talvez numa hora de uma, de uma, de uma redução desse osso zigomático, eu tendo esse paciente em oclusão, isso aqui vai me interferir de, por exemplo, eu colocar um cinzel, eu colocar um porta-agulha, eu colocar um gancho, porque, porque ele vai estar ocupando o mesmo lugar que eu preciso colocar essa cureta ou porta-agulha para poder fazer a redução. Então, isso é importante você saber. Eu vi vários residentes lá quando iam com a gente tentando fazer a redução e não conseguiam reduzir, não conseguiam reduzir. Por quê? Na hora de colocar um instrumental na região entre o arco zigomático e o zigoma, o gancho batia aqui no coronoide e ele não conseguia encaixar, não conseguia falar: "Ah, doutor, não tô conseguindo fazer a redução". E se você entra com gancho de Barros, por exemplo, que a gente vai citar lá na frente, nessa região e não apoia na região correta e puxa, o que que vai acontecer? Você vai dilacerar a pele. Então, é extremamente importante você entender isso, tá? Então, essa é a preocupação que eu tenho, por exemplo, que eu quero citar para vocês do, do coronoide, do processo coronoide. Tudo bem? Certo? Dona Valesca, tá aí ainda ou já foi dormir? Não, tá certo. Sem você entendeu, então, o, o, o onde o coronoide acomoda? Ele acomoda bem na região que a gente tem que colocar um instrumental para reduzir, para fazer a redução. E eu vi vários colegas tentarem fazer a redução e não conseguirem por conta do coronoide. CONSEGUE? Nossa, né? Então, por isso que eu tô citando. Então, quando você abre a boca desse paciente, isso é extremamente importante, você libera esse espaço. Tudo bem? Essa fossa aqui. E aí fica mais fácil para você introduzir, eh, o porta-agulha ou a cureta. Entendeu? Tudo bem? Uhum. Fechado. Então, o zigoma é a segunda área da face mais frequentemente afetada por fraturas, tá? Especialmente o processo frontal esquerdo do osso zigomático, devido, por exemplo, ao impacto durante acidentes automobilísticos ou a força de um soco, tá? Eh, você pode tomar uma cabeçada, uma joelhada, vários, vários acidentes desportivos. Tá? De acordo com a severidade do, do deslocamento, o osso pode deslocar-se apenas ligeiramente junto às suas estruturas, suas suturas, ou mais severamente em direção anterior, medial, lateral e posterior. O que que vai me determinar isso, né? Se essa, se essa fratura ela é medial, ela é lateral, ela é posterior, ela é anterior? O que vai me determinar é o movimento que eu vou fazer para fazer a redução. Diferente, por exemplo, de uma fratura de mandíbula, que você pega o osso, encaixa essa região. Como ela é quadrangular, ela tem quatro pontos de apoio, eu preciso reduzir de uma tal forma que eu minimize as minhas fraturas, que eu não cominua mais isso aí, e eu tenha o embricamento desse osso. Diferente de, por exemplo, eu pegar uma fratura de mandíbula e fazer isso aqui. Aqui eu preciso apoiar um, dois, três, quatro pontos. Se os quatro pontos não ficarem em comum acordo, eu vou ficar com alteração, porque às vezes ele vai, ele vai estar apoiado em cima, mas vai estar girado embaixo. Às vezes ele vai estar apoiado embaixo e girado para fora. Então, por isso que antes da gente fazer a fixação, a gente tem que entender o movimento do trauma. Então, a queda de cara no chão, o rosto bateu no chão, então eu tive uma queda de cara mais na região anterior, então eu tive um deslocamento anterior para posterior. Então, se eu tive um deslocamento desse osso para trás, não adianta eu puxar ele para trás, eu tenho que puxar ele para fora e para frente. Por quê? Para fora e para frente? Para desembricar, porque quando ele está para trás, o osso encavalou. Então, eu tenho que fazer o movimento reverso. Então, eu tenho que imaginar como foi o meu trauma e fazer o movimento reverso para fazer a redução, senão eu não consigo reduzir. Outro ponto, se eu não tiro, se eu não abro a boca desse paciente no transoperatório, na redução, eu não consigo colocar o gancho, eu não consigo colocar o porta-agulha, eu não consigo fazer a redução. Diferente da mandíbula, que você pega o osso proximal e o osso distal e junta, acabou. Fixa. Qual que é o grande problema? É se ele tiver uma deflexão, abrir na região lingual ou na região vestibular. Tudo bem, mas quando você tem dente que você tem parâmetro, é difícil isso acontecer. Mas igual, por exemplo, nesse osso que ele é quadrangular, eu tenho que tomar cuidado, às vezes achar que reduziu aqui, mas aqui está com gap. E às vezes, gente, vocês vão ver que tem um caso aqui que eu coloquei, a gente não consegue fazer a redução total, entendeu? Tá? Então, vamos lá. Então, o zigoma é a segunda área da face mais frequentemente afetada. Primeira é o nariz, depois vem o zigoma, tá? Eh, então, de acordo com a severidade do deslocamento, o osso pode deslocar.

Apenas ligeiramente junto às suas suturas. Então, às vezes, eu posso ter um trauma e ele solta a sutura. Sutura fronto-zigomática, sutura inferior em orbitária e a estrutura do arco zigomático. Tá bom?

Então, na maioria das vezes, as causas elas são, eh, os acidentes. Acidentes automobilísticos, motociclísticos, tá? As quedas. Então, a gente pega muito pessoa de idade que cai. E, e, e o que que acontece? A pessoa de idade, ela acaba perdendo o reflexo. Então, ela perde o reflexo de colocar a mão. Por isso que velho cai e bate a cara. Então, ele perde o reflexo de colocar a mão no chão e ele vai direto com a cara. Então, você pega muita fratura. Tá? Impactos diretos. Esporte de contato. Então, um cotovelo você vai causar um trauma, eh, uma ajoelhada nessa região do osso zigomático vai causar um trauma. Mesma coisa do paciente idoso que cai, que tropeça em tapete e chinelo. Então, tem que tomar muito cuidado, muito cuidado mesmo, tá?

Depois, vai ter até um caso aqui de um jogador famoso aí de de de futebol que teve uma uma fratura aí na época do do Flamengo. E talvez por uma conduta errada, ou a gente não sabe direito o que aconteceu, se foi por conta dele ter que voltar a jogar em alto nível rápido, se optou por um tipo de incisão, e ele ficou com uma cicatriz que é a "Scarface" que a gente fala, que fica feio, tá? Então, eh, a gente vai discutir isso aqui já já.

Bom, então vamos lá. Agora vamos partir pra parte clínica, que é a parte mais importante, e que são sinais, os sintomas, tá? Alguém quer falar alguma coisa? Bom, então tá. Então, vamos lá. Sinais e sintomas. Eh, clinicamente, esse tipo de fratura. Professor, liguei o áudio sem querer aqui. Tá. Não fica tranquilo, Marcão. Eh, os sinais e sintomas. Então, clinicamente, deve buscar os seguintes sintomas. Então, dor. O paciente vai sentir dor, tá? Eh, ele vai ver que tem uma retificação e um afundamento dessa bossa malar. Então, o importante é a mesma avaliação que você faz para fratura nasal que eu falei lá na aula para vocês. Então, você, vocês veem de cima do paciente. Então, você vai vir nessa posição mesmo. Você coloca ele sentado na cadeira e vem de cima e vai observar se ele tá ou não com a projeção, eh, do malar, tá? Você pode ver um edema. Você pode ver uma hemorragia subconjuntival. Então, esse olho vermelho do paciente é uma hemorragia, eh, subconjuntival, tá? A gente vai ver um deslocamento e uma mobilidade óssea. Então, você vai passar o o dedo na região infraorbitária, você vai ver que tem um degrau ósseo palpável. Às vezes, você pode mexer e esse malar, se ele não tá embricado, a gente tem uma queda do globo ocular. A gente pode ter o que a gente chama de uma diplopia. Se a gente tem uma fratura que ela corre na região do infraorbitário, qualquer fratura, qualquer encarceramento ósseo que causa um pamento da do nervo, vai causar uma parestesia. Se a gente não tiver rompimento do nervo, ela pode ser uma parestesia temporária ou pode ser uma parestesia permanente. Então, o paciente vai ficar com a região da asa no nariz, lábio superior e região infraorbitária toda dormente, tá?

Eh, outro ponto importante, se eu tenho uma fratura e eu tenho um deslocamento muito grande dessa região da sutura fronto-zigomática, eu posso ter uma queda do meu ligamento cantal e aumentar o olho do paciente. O paciente vai ficar parecendo um japonês, tá? Então, isso também é muito importante, tá?

Então, aqui, ó, olhando o paciente, sempre a gente olhando ele de frente, né? Esse paciente foi um paciente que a gente fez lá no no Pirajussara. Foi um paciente, eh, vítima de agressão, tá? Então, a gente vê que a gente tem um afundamento dessa região da projeção do zigoma, tá vendo, ó? Nessa região mais anterior. Aí, aí a gente já entra num edema periorbitário, num hematoma periorbitário bilateral, tá vendo, ó? Numa equimose subconjuntival. Essa equimose, como que a gente trata? Com colírio, tá? Em cinco de cinco a dez dias, ela some. Essa essa equimose, tá? E aqui a gente observa bem ainda. Então, estamos vendo esse paciente de cima. A gente vê bem claro nessa região do lado direito o apagamento da bossa malar. Tudo bem? Tá?

Então, esses são os sinais clínicos. Então, esse é a característica. Então, na anamnese, exame físico, o que que você vai colocar no paciente? Então, para você justificar que ele tem uma fratura zigomática, então você vai colocar: "Paciente apresenta edema periorbitário bilateral, hematoma em região periorbitária bilateral, equimose subconjuntival à direita, afundamento de bossa malar à direita". Tá? Você pode perguntar para esse paciente: "Seu, seu Fulano, tem parestesia? Tá sentindo dormência?" Então, parestesia em região em infraorbitário, asa nasal e região de lábio superior. Se ele tiver, tudo bem. Então, essa é a descrição clínica que você tem que fazer antes de qualquer coisa.

O que mais? Então, ó, olhando o paciente de cima para baixo. Então, olhando esse paciente, vista crânio-caudal, olhando de cima para baixo, então você vê, ó, que ele tem um afundamento da bossa malar, tá bom? Tá? Tá?

Aí, foi aquilo que eu falei. Então, ainda no nosso exame clínico, hematoma e edema periorbitário unilateral, lado direito, equimose subconjuntival do lado direito. Uma coisa que é extremamente importante. Então, por exemplo, às vezes o paciente tá com esse aspecto aqui, tá, do olho fechado. O que que é importante você fazer, tá? O que que é importante você fazer? Eu sempre brinco que lá no no no Pirajussara, a gente acaba atendendo bastante, a gente atendia bastante paciente simples, né? E um dia chegou, não sei se já contei esse caso para você, e é, e é verídico mesmo, né? O paciente chegou: "Doutor, doutor, doutor, eu não enxergo, eu não enxergo, não enxergo nada!" Com edema desse jeito. Falei: "Cara, abre o olho." Ele abriu o olho. Falou: "Nossa, doutor, você me salvou!" Falei: "Não é que às vezes você precisa entender e, e, e enxergar o que você tá vendo."

Então, por exemplo, esse paciente aqui, com esse olho fechado, a primeira coisa que você tem que fazer nele é abrir esse olho. É ver se ele tem mobilidade, é ver se ele tá com essa pupila ativando, reagindo, não reagindo, se ela tá ativa, se ela não tá. Porque se ela não tiver ativa, se ela não tiver reagindo, foi aquilo que eu falei na fratura nasal, órbita timia. Você pode ter um hematoma retrobulbar. E o hematoma retrobulbar, ele tem que ser, a gente tem que fazer intervenção nele rápido para fazer a drenagem, porque ele causa um, um, um, uma compressão do nervo oftálmico, tá? Ele causa uma pressão do nervo oftálmico e uma isquemia desse nervo, e o paciente perde a visão em quatro, cinco horas, ele perde a visão, tá? Então, é importantíssimo você abrir o olho do paciente, que nem a gente fez aqui, tá vendo, ó? Ele tá com o olho fechado, ele tem conforto, ele vai se incomodar, ele vai achar ruim você abrir o olho, tá? E aqui você vê o, ó, equimose subconjuntival bilateral, hematoma e edema. Tudo bem? Tá bom? Tá?

Além disso, então vamos lá no exame clínico. Estamos fazendo exame clínico, avaliando esse paciente. Mobilidade ocular. Então, você manda o paciente jogar o olho pra direita, o olho pra esquerda. Manda tentar ele acompanhar o movimento do olho para cima, para baixo. Porque se eu tenho uma fratura de parede lateral e eu tenho um traço na parede lateral, eu posso ter um pinçamento da musculatura. Se eu tenho um pinçamento da musculatura, eu vou ter uma dificuldade, talvez da movimentação. Então, o olho vai e o outro para. Tudo bem? Tá?

Outra coisa que é importante, vocês vão ver que esses sinais que eu tô falando e esses sintomas, eles vão ser feitos para todos os pacientes. Então, em toda aula, por exemplo, a partir de agora que eu for começar a dar de trauma, eu vou citar isso para vocês. Tanto que eu vou fazer a anamnese aqui no paciente, eu vou mostrar no modelinho a sequência direitinho que a gente gosta de fazer. Tudo bem? Tá?

Então, ele vai fazer essa movimentação látero-lateral, para baixo e para cima. Então, crânio-caudal, látero-lateral. Antero-posterior não dá, né? Porque ele só faz a movimentação em dois eixos. Tá? E o importante, você vir com o dedo, pelo menos de 20 a 25 centímetros de distância do paciente, e pedir para ele olhar fixo e ver se ele não vê dois. Se ele vê dois, a gente tem um problema chamado diplopia. Essa diplopia, ela é causada pelo, eu já falei isso na aula da fratura nasal, órbita timia, do assentamento do soalho. Se o soalho está mais baixo, a gente vai ter dificuldade, a gente vai ter essa, esse problema da linha bipupilar. Então, o olho vai cair e aí nós vamos ter o que a gente chama de diplopia. E isso a gente consegue só ver aqui, tá bom?

Então, não sei se vocês lembram, teve um caso que eu tive uma fratura de um paciente que era, até comentei para vocês, ele era piloto de helicóptero. E ele, qual que era o grande problema dele? Teve uma fratura na órbita, uma fratura na etmoide, e teve um pinçamento da musculatura medial, tá? E ele não fazia a movimentação do olho. Então, o outro olho fazia movimentação normal e ele parava. Então, ele tinha um problema na hora que ele ia olhar para cima, para cima, esse mesmo movimento desse paciente aqui, ó, para cima e para lateral, o olho travava. Ele falou: "Igor, no helicóptero, se eu perco esse movimento, eu tô lascado, porque ele precisa olhar, porque é visual, entendeu?" Então, o que que nós fizemos? A gente teve que fazer toda a reconstrução da parede medial. Esse caso eu mostrei na, na, na, na fratura naso-orbitária etmoide, tá? Então, fazemos todos os movimentos. Então, movimento látero-lateral, crânio-caudal, de movimentação ocular, e jogando o dedo 20 a 25 centímetros longe do olho do paciente, fazendo todas as movimentações látero-lateral e crânio-caudal, mais em cima, e sempre perguntando se ele vê dois. Se ele vê dois, ele pode ter o pensamento da musculatura ou ele pode ter a queda, eh, do globo ocular e, e fratura do soalho orbitário, tá? Isso quem vai falar para vocês, basicamente, eu só tô citando porque tá correlacionado com a fratura zigomática, vai ser o T.H.G.O. que vai falar da fratura orbitária, tá bom? Tá?

Então, a palpação. Então, vamos lá. A palpação, a gente tem que entender que a gente sempre tem que fazer com ela com as duas mãos, tá? E sempre bidigital. Você tem que colocar paciente e sempre bilateral. Então, você apoia a órbita do lado direito e apoia a órbita do lado esquerdo, tá? Então, você vem sempre da região supra-fronto, vai descendo e margeando a borda inferior da órbita até a região nasal. Então, você vai fazendo isso aqui, ó. A palpa o teto da órbita e vem vindo teto, teto, teto, teto, parede medial, abaixa infraorbitário, região nasal. Se você sente uma fratura, um degrau ósseo nessa região, você já tá suspeitando de uma fratura zigomática, e isso é extremamente importante. Tudo bem?

Deixa eu só esquentar aqui. Pô, aumentei o ar aqui. Tudo bem? Tá? Então, fizemos a palpação na região infraorbitária, parede lateral, teto, parede medial, dorso nasal. Finalizamos o complexo orbitário. Corremos com a mão pra região zigomática até a região da parte petrosa. Tudo bem? Vamos até a região da articulação, fossa glenoide. Sentimos o arco zigomático, sentimos se não tem fratura nessa região. Tudo bem? Certo? Tá? Finalizamos o terço superior. Voltamos pra região do arco zigomático. Então, a gente entra com o dedo bilateral no pilar pterigoideo e subimos de um lado e subimos do outro. Por quê? Na maioria das vezes, esse tipo de fratura, ele causa uma queda dessa região. Tudo bem? Tá? Então, a gente entra com essa região até a região posterior, tá? Paramos aqui o exame clínico. Aí, a gente tem o da mandíbula, que a gente na próxima aula dá sequência. Então, vocês vão ver que sempre essa sequência de palpação eu vou citar para vocês. E, gente, entendam que a palpação, ela é extremamente importante e ela é primordial. Vocês vão ver que eu sempre vou falar isso para vocês. Então, não tenham medo de apertar o paciente, não tenham medo de pedir pro paciente fazer a movimentação ocular. Tá? Depois, quando a gente for falar das fraturas de de maxila, eu vou ensinar para vocês, eh, o, o, o, o, o, o Lefort, a movimentação Lefort para ver se essa maxila tá com fratura, Lefort 1, Lefort 2, Lefort 3. Você já, do exame clínico, você já tem que saber que tipo de fratura que é. Tudo bem?

Então, ficou claro essa palpação para vocês, gente? Ficou? Professor, beleza. Só V que tá na aula hoje, lembrar, vai ganhar dois pontos positivos. A Valesca hoje, tá bom? Professor, lembrar disso depois. Hã? Lembrar disso depois. Pode lembrar, pode lembrar.

Então, uma coisa que é importante, e a gente tava falando lá no começo da aula, que eu que tava discutindo isso com a Valesca, e é o tempo. O tempo nesse tipo de fratura, ele é extremamente importante. Então, assim, ó, o tempo decorrido também é de grande importância na escolha da melhor forma de tratamento. Fraturas com mais de 21 dias podem apresentar dificuldade no momento da redução. E fraturas com mais de 30 dias são tratadas como sequelas, sendo que nesse caso podem ser necessárias osteotomias, refraturas puras e ou colocação de enxertos biocompatíveis, que foi o que eu tava discutindo com a, com a Valesca. Então, a gente entra num ponto, gente, que é muito difícil a gente deixar esse tipo de fratura sequelar. E se a gente vai tratar, é muito difícil tratar. Já a gente fazendo essa fratura recente, a gente já tem dificuldade, o paciente já fica com sequela. Você imagina a gente deixando isso para mais tempo? Por que que eu te falo isso? Porque foi aquilo que eu falei, eu sempre tenho quatro pilares de sustentação desse osso do zigoma. Um desses ossos vai embricar, vai consolidar um osso um pouquinho mais forte. Você não vai conseguir fazer a redução. Diferente, talvez, da fratura de mandíbula. Outro ponto, esse osso, ele tem estabilidade. Então, ele não forma pseudoartrose, ele vai formar osso mesmo. Então, às vezes, se você tem um deslocamento muito grande que você não tem, e você tem um ganho e você tem uma perda somente estética, é melhor você colocar um enxerto biocompatível, melhor você colocar uma prótese nessa região do que tentar refratar. Porque imagina você fazer uma osteotomia embaixo do olho, uma osteotomia na lateral do olho. Você não entende que o risco, o paciente não tem nenhuma sequela? Vamos, porque às vezes tem caso que o paciente não tem sequela nenhuma. Então, é importante a gente saber disso, tá? É muito importante. Tudo bem?

Então, quanto antes a gente tratar esse tipo de fratura, melhor é. Então, agora a gente vai pra classificação, tá, das fraturas, tá? Então, eh, o que que vai, o que que vai me definir essa classificação? A redução vai ter que ser a mesma. Isso é mais por parte didática, mas o que que a gente entende que é importante na classificação, tá? A gente, a gente tentar, eh, classificar isso que vai determinar o jeito que eu vou fazer a minha redução, o jeito que eu vou fazer, o jeito que eu vou puxar esses para fora para colocar ele na posição. E é muito importante a gente entender como foi o nosso trauma. Mesma coisa do nariz. É importante a gente entender que o, o trauma veio daqui para cá e jogou o nariz para lá, porque o que que vai determinar isso para mim? Como eu vou fazer a redução? Eu não vou reduzir ele para lá, vou reduzir ele para cá. Você fala assim: "Poxa, Igor, mas isso é óbvio." Você vai ver que na fratura de malar, se você não pensar desse jeito, você não consegue fazer a redução. Você fica fazendo força e o osso vai estar embricado. E Valesca, você que tá aí como tamamo, que tá até aqui, tudo bem? Você acha que você já consegue fazer o diagnóstico no paciente? Com uma, é difícil, viu? É difícil, professor. É difícil. E, ó, eu vou falar uma coisa, eu acho essa, essa, eu acho essa fratura ainda tranquila. A nasal foi a primeira que a gente, a segunda que a gente deu. Ela é muito mais difícil. Você que deu a aula lá, sim, ontem. Dependendo de como fratura a nasal, órbita timia, fica com sequela. Não adianta. É esse o do artigo que eu fiz. O paciente teve sorte, não teve nada assim. Mas eu vi alguns artigos que eu estava baixando. Se é uma fratura, elas horríveis. Sim. Se é uma fratura com minua que você não consegue ter suporte para colocar o osso na posição, fica com sinequia, fica com afundamento do dorso, fica tudo, fica feio, entendeu? E depois, e caso tiver uma sequela assim, pode fazer uma segunda cirurgia? Então, foi isso que eu estava falando para você assim: "Será se ajuda?" Então, é isso que eu falei para você. É difícil, porque, por exemplo, a gente fala da fratura naso-orbitária timia, por exemplo. Como que eu faço uma fratura? Como que eu induzo uma fratura? Como eu entro com cinzel aqui para refratar essa região, sendo que eu tô próximo da placa crivosa, próximo da base do crânio? Eu tenho a saída do ducto no naso-lacrimal, que se eu tiver uma obstrução, é uma [ __ ] dor de cabeça. Eu tenho uma órbita, você entendeu? Então, você tratar sequelas desse paciente é muito difícil, é muito difícil. Eu, quando pegava, eu quando pegava sequela de, de, de, de fratura de zigoma, sofria. E assim, não ficava legal, não ficava. Você traumatizar o paciente, porque você tinha que fraturar. E, por exemplo, do zigoma, você tem que fraturar os quatro pontos. Não adianta você fraturar e tentar reduzir, que o osso não vai pra posição. Não adianta. É, ele não vai conseguir pra posição. Não adianta, não adianta. Então, você tem que fraturar os três, os quatro pontos: sutura infraorbitária, região posterior do arco, e o região, e a região do pige. Entendeu? Entendi. Certo. Madame. Certinho, professor.

Então, vamos lá. Então, a gente vai, foi aquilo que eu falei, a gente vai entrar na, na, na classificação das fraturas, eh, por conta disso que eu te falei, mesmo por conta da gente saber que a gente precisa fazer a redução, tá bom? Então, vamos lá. Então, eh, então que eu estava falando para vocês, a classificação das fraturas, ela é determinante por conta disso, a gente entender a dinâmica e a movimentação que teve com o trauma para a gente poder fazer a redução, tá? Então, a gente divide ela em, oxe, então a gente acaba dividindo ela em cinco fraturas, cinco, não, em seis fraturas, tá? A 1, A 2, A 3, A 4, A 5 e A 6, tá?

Então, a, a fratura A 1, que ela é um, uma fratura com o grau de deslocamento, sem grau de deslocamento, tá? Ela acaba cometendo um lado do osso zigomático somente, tá? Pode envolver diferentes segmentos ósseos, tá? Ela não tem um deslocamento significativo. Então, você faz o trauma, você tem a, a fratura nas regiões das suturas, mas o osso fica em posição, tá? Isso acontece em 6% dos casos de fratura do complexo zigomático. O tratamento, nesses casos, ele pode ser conservador, porque se você não tem um deslocamento, se você não tem nenhum problema estético ou funcional, não tem por que mexer. O que talvez vai acontecer nesse paciente, na hora que ele mastigar, ele vai sentir um desconforto, vai ser basicamente o que ele vai falar, tá? Mas vai ter uma acomodação e vai ter uma consolidação. Talvez ele fique com dor aí uns, uns, de cinco a dez dias, tá? Principalmente na hora de mastigar. Então, esses pacientes, você pede uma alimentação leve, cuidado para não bater, porque se bater, pode ter um deslocamento. E, e basicamente, alimentação leve, tá? Evitar de dormir na região da fratura, porque se teve a fratura, mas não teve deslocamento, se ele dá um trauma, se ele apoia, pode ser que a gente tenha uma movimentação dessa região da fratura. Tudo bem?

A gente tem, eh, a, a classificação dois, que é a fratura do arco zigomático, que é aquela fratura clássica, né, em "M", né, que a gente fala, eh, que é basicamente como se fosse um "M", tá bom? E, e ela acontece em 10% dos casos, tá, dessas fraturas do arco zigomático, tá? Basicamente, a gente vai ter um trauma direto nessa região. Então, ou você vai ter um soco, ou você vai ter uma selada, ou você vai ter uma queda, tá? Então, tem que ser um trauma direto. Então, basicamente, o arco, ele é dobrado. Então, ele faz como se fosse um "M", tá? Então, ele quebra e vai para dentro mesmo, tá? Você vai ter um trismo. Tudo bem? Tá? Por que que você vai ter o trismo? Eu vou citar aqui depois, mais por conta de um pinçamento da musculatura do temporal e talvez um pinçamento do coronóide. Por isso que eu falei para vocês que nesse tipo de fratura do arco zigomático, a gente tem um prejuízo na limitação de abertura de boca. Por quê? Porque ele vai travar a musculatura ou ele vai travar o osso coronóide. Tudo bem? Tá? Então, ele causa uma deformidade angular típica com três linhas de fratura e dois fragmentos. Às vezes, se você tem esse tipo de fratura com deslocamento, a indicação de você fazer a redução é por conta de manter esse trismo. Se ele não tiver um trismo no primeiro momento, por conta dessa encarceração e dessa limitação, ele pode desenvolver uma fibrose ao longo do tempo e causar uma limitação, tá bom? Tá?

Então, esse tipo de fratura é a fratura clássica, né, ó, do arco zigomático, que a gente fala. Então, você vê o aspecto, ó, você vê o, o, o, o, os sinais da fratura. Então, você imagina mesmo que foi uma ação direta mesmo nessa região do meio. Então, você faz a força numa região, ele, ele faz isso aqui, ó, ele quebra, né? Tá vendo, ó? Como que é o arco zigomático aqui, ó? Tá vendo, ó? Tudo bem? Então, é basicamente você olhando aqui, ó, o nosso, o nosso modelinho, ó, nessa posição, tá vendo, ó? Tá tudo bem? Então, essa é a classificação das fraturas tipo dois.

Aí, a gente vai para as fraturas tipo três, que são as fraturas do corpo. Quando a gente fala do corpo, a gente fala no modo geral, a região mais anterior do complexo zigomático. Tá? Às vezes, a gente vai ter uma fratura na região posterior do arco zigomático, não a fratura clássica, mas a gente vai ter uma fratura em linha ou na sutura que a gente tem uma sutura bem no meio do do arco zigomático. Então, as fraturas do corpo sem rotação. Então, acontece em 33% dos casos, tá? Golpe direto sobre a proeminência. Então, vai bem direto na região do corpo mesmo, tá, dos zigomas com fratura e deslocamento do osso para dentro, ântero. Então, esse osso, o que que vai acontecer? Ele vai fazer isso aqui, ó. Ele fez só o movimento de entrar. Ele manteve os pilares em posição, mas ele foi para dentro. Tudo bem? Então, qual que é a dinâmica? Osso encontra-se impelido diretamente para trás e para dentro e ligeiramente para baixo, resultando em achatamento da bochecha. Então, aí aquele aspecto do apagamento da bossa malar, do afundamento do rosto. Cadê a maçã do rosto? Tá? O que eu falo, como é uma, não é uma tríade, é um quadro, a gente tem quatro pontos de fixação. A gente vai passar o dedo naquele exame clínico que a gente combinou, que o que eu tô ensinando vocês a fazerem, a gente vai ter um degrau nessa região. E isso vai ser um fator preponderante na hora que eu fizer a redução. Porque se eu tiver um degrau nessa região, pós-redução, eu vou ter que abrir o acesso infraorbitário, que depois nós vamos citar. Tudo bem? Então, aqui, ó, fiz a palpação na região infraorbitária, senti o degrau, fratura. Tudo bem?

Então, a fratura três, ele vai para trás, para dentro e para baixo. Se ele vai para trás, para dentro e para baixo, que que eu tenho que fazer quando eu for fazer a redução? Eu tenho que jogar esse osso para fora, para cima e para frente. Eu tenho que fazer o movimento reverso da fratura. Claro isso para vocês? Por isso que é importante a gente entender a dinâmica do trauma, tá? E a dinâmica dessa fratura, tá bom? Tá? Por que que eu falo isso? Porque se eu não faço o movimento reverso, eu vou ter o embricamento ósseo, eu não consigo fazer redução. Tenho quatro pontos de embricamento. Então, se eu não fizer o movimento correto, eu não reduzo. Não reduzo. Se eu demoro muito, eu já começo a ter uma consolidação óssea. Eu tenho quatro pontos de fixação óssea. Eu não reduzo. Eu não consigo reduzir. O paciente vai ficar sequelado, tá? Tudo bem? A, a classificação três, beleza.

Classificação quatro, eu tenho fraturas com rotação medial. Então, para fora da proeminência zigomática. Então, ele vai sair, tá? Para dentro da proeminência zigomática frontal. Então, a sutura fronto-zigomática, ela vai fazer isso aqui. Então, ele vai fazer isso aqui, ó. Tudo bem? Tá? Esse tipo de fratura, ele acomete 11% dos casos, tá bom? O osso, ele é deslocado para trás, para dentro e para baixo também, além de eu ter essa rotação, ó. Tudo bem? Então, ele vai para baixo e a parte da sutura fronto-zigomática vai para dentro. Tudo bem? Tá bom? Rotação medial.

Fraturas do corpo com rotação lateral. Então, acomete 22% dos casos. A acima da margem infraorbitária, para fora da sutura zigomática orbitária. Então, ó, a gente vai ter ele para fora, essa região, tudo bem? E a sutura fronto, mais para dentro, e ele não tão baixo. Então, vai ser como se ele tivesse preservado a, a região infraorbitária. Tudo bem? Tá? Com rotação lateral. Olha aqui onde tá o zigoma desse paciente. Aqui, esse paciente eu operei ele na, na minha residência. Nesse caso aqui, esse caso eu vou mostrar ele inteirinho para vocês. Eh, é aqui, eu tô mostrando só a fratura zigomática, mas ele teve uma fratura naso-orbitária etmoide, uma fratura Lefort 3, ele teve tudo, tudo. Dependente de quê, professor? Cara, esse cara, ele tava, ele tava no Rodoanel aqui em São Paulo, andando com o carro dele. Os caras tacaram paralelepípedo no para-brisa, tá? E o paralelepípedo pegou no rosto. Por isso que tem esse aspecto do zigomático expulso. Entendeu? Como se batesse e jogasse para fora, como se tivesse tipo uma bomba. Entendeu? Os caras não morreram de dó, não morreram de dó. Aqui teve uma época, Valesca, que eles tinham um hábito de assaltar o pessoal de carro no Rodoanel. Eles tacavam pedra, paralelepípedo das pontes em cima dos carros. Aí o cara parava, eles iam lá e assaltavam. Não sei se aí tem isso. Entendeu? Nossa, acho que não. É, é aqui. São Paulo é complicado. E, ó, isso tem muitos anos, porque foi na época da minha residência. Esse caso, esse caso foi da minha residência mesmo, não foi nem do Pirajussara. É que eu saiba, não. Ainda bem. Ave Maria, né? Bom, então, tá. Fraturas do corpo com rotação lateral. Aí, a gente tem as fraturas complexas, tá? Que são, eh, 18% dos casos. Essas são aquelas que eu falo, essas são as fraturas de difícil, de difícil você tratar. Igual, por exemplo, você pega esse paciente, um acidente automobilístico, ó, como que é difícil você colocar a placa nele, tá? Então, a gente tem várias fraturas. Essa região, principalmente nesse paciente aqui, que é um paciente desdentado, o osso extremamente fino. Tá? Às vezes, o parafuso não fica, não, não dá torque. Pilares, tanto pilar zigomático, às vezes o pilar canino. Aí entra no ponto desses pacientes que talvez, eh, você nem faça um acesso intraoral, você acaba fazendo a sutura, a, as incisões em região supraorbitária, infraorbitária, tá? Às vezes, um acesso pré-auricular, um acesso a alca, um acesso, se eu tenho uma extensão muito grande coronal, ou acesso hemicoronal. Tudo bem? Tá? Então, as fraturas complexas, na maioria das vezes, a gente tem uma comunicação. Então, a gente tem vários fragmentos. São fraturas extremamente difíceis de, de tratar.

Exames complementares. Então, basicamente, a gente vai partir, eh, para as radiografias. Hoje, as radiografias para esse tipo de fratura são sensacionais. Então, a gente tem as radiografias aí digitais, que às vezes são melhores e você consegue ter uma, eh, uma profundidade melhor. Se você não tiver uma reconstrução do 3D, uma, uma visão melhor de como tá a fratura para você poder fazer a redução, tá bom? Então, a gente entra nas fraturas e, e nas radiografias. Então, a gente entra na Waters, tá? Que é um, um, um, uma posição anteroposterior, tá, do paciente com a região do ângulo da mandíbula paralelo ao solo, e o, o, o aparelho de raio-x perpendicular ao filme radiográfico. Então, você pega basicamente toda a região do seio frontal, região de órbita bilateral. Então, com essa fratura aqui de Waters, você consegue ver o arcabouço nasal, septo nasal. A gente pode, a gente pode usá-la também para, eh, fraturas nasais, tá? A gente vê assoalho de órbita, a gente vê pilar canino, a gente vê, cadê minha setinha aqui? A gente vê pilar canino, a gente vê pilar pterigoideo, a gente vê corpo do zigoma, corpo do zigoma, região do arco zigomático, região do arco zigomático, base da mandíbula, tudo bem? Região masto. O que que é importante a gente ver nesses casos? Se a gente tem ou não velamento do seio, tá? Por que que é importante a gente saber se tem o velamento do seio? Igual, por exemplo, nessa radiografia aqui, ó, a gente vê, ó, a gente perde a linha de continuidade aqui na órbita direita. Vocês estão vendo, ó? Você perde a continuidade na sutura fronto-malar. Então, esse paciente tem uma fratura zigomático-orbitária, tá? O que que a gente vê aqui que é importante? Se você observar bem, o seio maxilar do lado esquerdo, ele é mais escuro. Quando ele é mais escuro, é que ele tá com ar. No caso do lado direito, ó, você vê que teve um velamento do seio por conta dessa fratura. Teve um extravasamento de sangue. Teve um extravasamento de sangue. Esse sangue foi para dentro da cavidade sinusal e teve esse velamento. Por isso que ele tá mais claro. Tudo bem? Então, o raio-x entende que tem alguma coisa estranha aí, certo? Gente? Raio-x.

Então, fizemos o Waters. Estamos suspeitando de um raio-x. Estamos suspeitando que o paciente tem um raio-x de arco zigomático. Então, a gente vai colocar o paciente nessa posição. Então, o crânio dele vai ficar assim, e o direcionamento do meu, do meu tomógrafo aqui nessa posição, e o filme radiográfico. Por que que eu quero pegar? Eu quero pegar o perímetro do meu arco zigomático. Então, basicamente, é esse tipo de fratura, tá? Então, você vê aqui, ó, a inserção posterior do arco e a inserção, a sutura na região anterior do osso zigomático, tá? Então, aquele caso que eu mostrei lá para vocês dessa radiografia, um trauma direto nessa, nessa região que fez um "M", basicamente, tá bom?

Além desses dois exames, a gente pode abrir mão também da radiografia de TC, tá? Mas para arco zigomático é bem difícil. A TC, você acaba vendo mais o contorno da órbita numa posição como se fosse um corte coronal. Eu costumo não usar. Então, hoje, a gente já vai tentar dar um direcionamento para as fraturas, quais radiografias a gente pedir. Então, se eu tô com uma suspeita de uma fratura do arco zigomático ou do osso zigomático, eu vou pedir uma fratura de arco, né? Então, eu peço um raio-x de Hirtz para arco zigomático e vou pedir um raio-x de Waters, tudo bem?

Ah, Igor, não é melhor eu pedir uma tomografia? Meu, se você tá com a suspeita, tá? E você não tem certeza se tem fratura ou não, para você, para diminuir custo, às vezes é melhor você pedir uma radiografia, porque a tomografia, ela tem um custo elevado. Então, por isso que às vezes é melhor a gente pedir uma tomografia. Apesar que hoje em dia, todo lugar tem tomografia, né? Mas pra gente tentar diminuir custo, principalmente do SUS, a gente, a gente pede um raio-x, eh, eh, inicial. Às vezes, se você tá trabalhando em alguma UPA e não tem a tomografia, é bom você treinar o, o olho clínico para, para esse tipo de, de fratura. Tudo bem?

E aí, a gente parte para a tomografia. Então, as tomografias, a gente tem vários cortes, tá? Então, a gente tem o corte axial, o corte sagital, o corte coronal e a reconstrução 3D. Tá? Qual que é a vantagem de cada corte e por que que serve, tá? Por exemplo, por uma fratura zigomática orbitária, para você ver qualidade nos detalhes, não adianta nada eu pegar uma fratura dessa, ver esse corte axial aqui e falar: "Ah, ele tem fratura do zigoma, beleza." Como eu tenho um grau de deslocamento grande, eu não consigo ver totalmente o contorno do meu arco zigomático, eu não consigo ver totalmente o contorno da minha região infraorbitária. Então, o meu soalho da órbita e a minha borda inferior da órbita, eu não consigo ver. Então, aí eu preciso lançar mão de um corte coronal ou um corte sagital, que aí eu costumo ver o quê? Se esse paciente ele não tem fratura da base da órbita, se essa fratura, ela é blow-out, blow-in, se eu tenho um deslocamento maior, aonde tá esse traço de fratura na região posterior? Pô, se tiver muito anterior, será que vale a pena eu fazer uma incisão pré-auricular para acessar? Será que não é melhor eu abrir uma incisão de alca? Será que se eu fizer a redução incruenta dessa fratura, eu vou ter um posicionamento e eu vou ter uma estabilidade óssea? Poxa, tô com várias fraturas aqui na parede do seio maxilar, ó. Esse osso aqui, ó, ele tá jogado para medial, não para lateral. Qual o movimento que vou ter que fazer? Puxa, se o osso tá para dentro, eu tenho que jogar ele para fora. Tudo bem? Tá?

E aí, esse corte sagital, a mesma coisa. A gente, com esse corte sagital, o que que a gente consegue ver? Se a gente tem fratura até a região posterior do soalho de órbita. Apesar que, oi, gente, desculpa, nossa, deu uma soneira aqui agora. Apesar que, e o coronal também dá pra gente ver, mas esse sagital, a gente consegue ter uma limitação látero-lateral melhor. Tudo bem? Tá? Principalmente na região infraorbitária mais anterior, coisa que esse aqui dá também, mas aqui fica mais evidente. Tá? Então, por exemplo, aqui, ó, a gente teve um deslocamento da parte da sutura fronto para fora. Mantivemos a região infraorbitária. Ele foi para baixo. Qual que é o nosso tipo de fratura aqui, dentro da nossa classificação? É uma fratura do corpo com rotação lateral. É essa aqui, o 5B. Tudo, tudo bem? Tá bom? Tá?

Então, o que que vai determinar isso para mim? Eu saber qual classificação é, como eu vou fazer. Tá vendo, ó? Eu vou ter que jogar essa fratura, ela tá embricada na região anterior para dentro e para trás. Eu vou ter que jogar ela para fora, para frente e para dentro. Você vê que a região da minha sutura fronto-fronto-malar, ela tá para lá, lateral. Então, na hora que eu tiver fazendo a movimentação de redução, eu vou ter que jogar essa região fronto-malar em direção à região frontal. Tudo bem? Vocês estão entendendo a dinâmica da movimentação? Daqui a pouco eu explico aqui no modelinho. Tudo bem? Tá bom?

Então, agora a gente vai definir a fratura. Chegamos no, no, na hora da cirurgia, tá? Era para estar aqui a parte da, deixa eu ver onde tá. Só que eu acho que eu coloquei na sequência errada. Deixa eu só ver aqui. Ah, os acessos, tá, tá, tá, tá, tá, tá, beleza. Eu vou, depois eu volto.

Então, vamos lá, gente, ó. E qual o tipo de intubação? Então, beleza, fizemos o diagnóstico da fratura e a fratura determinamos que é um, um paciente cirúrgico, tá? Então, o nosso paciente, ele é cirúrgico mesmo, então ele vai pra cirurgia, tá? Qual tipo de intubação a gente vai fazer, tá? O por que que eu tô perguntando isso? Porque isso é extremamente importante. Você já entenderam que quando eu tenho um degrau e uma extrusão da minha região posterior da maxila, na região do pilar pterigoideo, eu vou ter uma oclusão dentária. Então, será que é viável eu fazer uma intubação orofacial para esse paciente? Será que eu vou ter que fazer o bloqueio intermaxilar? Ah, Igor, mas você falou que você precisa abrir a do paciente para tirar o coronóide da região da fossa para poder fazer a redução do, do corpo do zigoma. Como que eu vou bloquear? Tudo bem? Então, tem que pensar nisso, tá?

Então, assim, nos casos que eu tenho paciente dentado e ele tem oclusão, eu acabo pensando sempre na intubação nasal. Se por algum motivo eu tiver algum problema de fratura nasal ou uma fratura naso-orbitária timia associada à fratura zigomática, eu vou para uma intubação submento. Vocês não tiveram aula disso aqui ainda, mas vocês vão ter, só para vocês começarem a entender a nomenclatura, tá? Se eu tiver um paciente desdentado parcial que eu consiga passar o tubo, mas mesmo assim eu consigo bloquear esse paciente, eu posso usar um tubo e fazer uma intubação oro-oral. Tudo bem? Entenda que para todos os pacientes que a gente vai fazer e vai mexer com cavidade oral, eu sempre gosto e sempre oriento o anestesista a fazer intubação com tubo aramado. Vocês vão entender e eu quero que vocês comecem a entender e sabendo a nomenclatura dos tubos, porque o tubo aramado, o que que acontece? Quando você joga ele para lateral e ele não mantém o lúmen, a bitola dele, ele pode fazer um cotovelo que você vai jogar para ele. Você precisa ficar manipulando a cabeça. Então, dê preferência sempre pro tubo aramado para essas, para essas, para essas fraturas. Eu, eu particularmente costumo usar o tubo aramado para todas as cirurgias de buco-maxilo. Tudo bem? Tá?

Uma coisa importante que a gente tem que definir. Então, se eu tenho uma fratura zigomática orbitária e eu defini que eu vou fazer uma intubação nasal e eu tenho uma fratura dessa região orbitária, eu preciso comunicar o meu anestesista. Falo: "Ele tem uma fratura nasal, ele tem uma fratura orbitária. Sugiro a você uma intubação na narina do lado direito, do lado contralateral à fratura, para eu não desencadear e não fazer um falso trajeto desse tubo." Se eu tiver dificuldade, o que que pode fazer? Passa-se um tubo ou uma sonda nessa região nasal, mais fino, mais fino. E aí esse fio mais fino serve como um guia até a região da orofaringe para eu não fazer e ocasionar um falso trajeto. Tudo bem? Tudo bem da intubação, gente? Tudo bem? Tá? Sim, pessoal. Tril. Tudo bem? Dif. Então, a intubação, vocês, vocês, vocês já sabem, né? Não falei nada de novidade. O por que que eu tô falando da intubação, gente? Porque a intubação quem pede a intubação é o cirurgião, não é o anestesista. Quem é?

Responsável pelo paciente. O paciente de quem que ele é? Ele é do cirurgião. O dono do paciente é o cirurgião. Então o cirurgião que tem que pedir anestesia pro anestesista. Então, anestesista, ó, o paciente ele tem uma fratura nasal do lado direito, associada com fratura exorbital. Sugiro fazer intubação do lado, uma sonda aramada, e preciso da intubação nasal. Tudo bem?

Ó, o paciente tem uma fratura Le Fort 3 associada com uma fratura de malar. Eu não consigo entubar pelo nariz, mas eu preciso fazer um bloqueio porque ele tem uma fratura de mandíbula. Que que eu vou fazer? Intubação submentoniana. Entendeu? Vocês vão ter aula disso já, logo logo. Intubação submentoniana. Ah, o paciente é desdentado, não preciso me preocupar com o bloqueio intermaxilar. Intubação oral. Tudo bem? Tá certo? Dúvidas na intubação? Isso é importante.

Aí agora a gente entra. Definimos, definimos o, definimos o grau de, o, o, a classificação da minha fratura. Definimos a intubação. Vamos para tratamento cirúrgico. Tá? Quais incisões e quais acessos eu, eu posso usar para a fratura do complexo zigomático? Vocês vão, vão, vão, vão enxergar agora que esses acessos basicamente eles vão ser o mesmo para tudo. Basicamente para tudo, tá? Eh, tanto para a fratura zigomática quanto para fratura de, do, do complexo total da face. Eh, fratura nasal, sempre a gente vai usar os mesmos. A fratura de côndilo, fratura de mandíbula são sempre acessos específicos, tá?

Quando a gente pensa na fratura, o ideal, se a gente tem quatro pontos, a gente sempre pensa em fixar no mínimo dois, no máximo três, tá? Tudo vai depender do grau de estabilidade e de diminuição que eu tenho dessa fratura, tá? Quanto mais estabilidade eu tiver, menor são os pontos de fixação. Ponto, tá?

Eh, o primeiro acesso que a gente pode de usar é o acesso supraciliar. Então, ele é um acesso que vem basicamente na linha, na linha da sobrancelha, e ele pega bem a sutura fronto zigomática. Na maioria das vezes é onde se tem a fratura. Então, a fratura ela acontece na sutura, e a sutura existe para poder soltar essa região, tá? Então, ela acaba soltando nessa sutura. Então, incisão em cima da sutura ou na região da fratura. Então, ou você vai fazer essa região, você vai, se você passar o dedo aqui, ó, você sente um degrau e a sutura fronto zigomática. Então, você sempre vai fazer uma incisão de mais ou menos 4 a 5 cm, tá? Como essa região ela tem uma mobilidade muito boa aqui, eu consigo afastar, jogar ela para cima e para baixo. Então, eu não preciso fazer uma incisão muito grande, tá? Para poder ter acesso à fratura, tá? Então, acesso supraciliar, incisão em cima da sutura ou na região da fratura. E a sutura depois, e a gente vai sempre suturar. Não sei por que eu coloquei aqui, acho que eu pus errado. A gente vai suturar em três planos: o periósteo, o músculo e a pele, tá? A sutura é simples ou em pontos. Isso aqui vai depois.

Então, aqui, ó, a gente vê a sutura fronto zigomática. A gente faz uma incisão, divulsiona. Cuidado que a gente tá trabalhando na parede medial da órbita. Então, o globo ocular tá aqui. A gente tem que tomar muito cuidado quando a gente tá fazendo o descolamento, a divulsão dos planos, e não entrar na parede lateral da órbita, na parede medial da órbita, tá? Você fala isso, ai, não, não, você perde referência, gente. Se você não tá com osso, você perde referência e acaba caindo na parede medial da órbita, tá? Porque você vai em plano profundo, tá bom?

Aí chegamos na região do periósteo aqui, ó. Chegamos na região. Fazemos a incisão e fazemos descolamento. O que eu preciso manter aqui sempre? O espaço para colocar uma placa na região superior. Não adianta eu achar a fratura e não deixar espaço para colocar as placas. Tudo bem? Tá? Então, eu deixo espaço para colocar a placa em cima e para colocar a placa em baixo. Pelo menos dois furos de um lado e dois furos do outro. Numa fratura dessa, eu vou usar uma plaquinha que eu já vou mostrar para vocês, semilunar, ou uma plaquinha reta de quatro furos com espaço pequeno. Tudo bem? E daqui a pouco eu vou ensinar também para vocês como que eu costumo fazer para melhorar a redução dessa fratura. Tudo bem, gente? Esse acesso supraciliar. Então, fazemos a divulsão, fazemos, fazemos o, fazemos a incisão no periósteo e fazemos descolamento. Então, mantemos a região, a fratura aqui, ok?

Eita! Outro acesso que a gente pode fazer é o acesso palpebral superior. Esse acesso ele é um pouquinho mais baixo do que o supraciliar. Ele basicamente é o mesmo acesso que eu faço para fazer a blefaroplastia, mas eu não preciso fazer uma extensão muito para a região medial. Eu fico mais na região lateral da fratura. Eu posso até fazer uma leve extensão para cá. Qual que é a vantagem de eu fazer esses acessos? E aí foi o que eu estava discutindo, acho que até antes do pessoal chegar. A gente sempre pensa, oi, oi, Valesca, a cicatriz, professor. Isso mesmo. Essa região que eu tenho menos queratina, eu tenho um risco menor de ter queloide, diferente talvez da região supraciliar. Então, por isso que talvez aqui seria um lugar de eleição também para fazer. Ok?

Qual que é o grande problema de eu fazer nessa região aqui? Que eu tô muito próximo da órbita. Uma coisa é a gente fazer essa incisão e trabalhar em plano superficial. Outra coisa é eu acessar a musculatura e acessar o periósteo da sutura fronto malar. Então, eu corro risco de pegar a região de gordura dessa região e diminuir essa proporção de gordura. Então, corre-se o risco. Tudo bem? Que na blefaroplastia a gente tira um pouco, mas qual que é a vantagem da blefaroplastia? A gente diminui a quantidade de tecido, então a gente mantém isso mais firme. Tudo bem? Então, a gente tem que tomar cuidado basicamente por conta disso. Mas é um acesso também. Eu, particularmente, eu costumo usar o acesso supraciliar. Raras vezes eu usei o acesso palpebral superior.

O acesso para palpebral superior eu usei, por exemplo, igual aquele caso que estava com edema muito grande, o paciente desenvolvendo um hematoma retrobulbar. A gente não tem neuro e nem oftalmo no hospital. O que que a gente fez? Esse acesso da pálpebra superior, descolamento da musculatura na parte superior e teto da órbita. Vamos descolando até a região da fissura orbitária. Fazemos a lavagem dessa região e drenagem desse hematoma, tá? Então, basicamente eu acabei usando essa incisão para fazer esse tipo de drenagem. Tudo bem? Que eu também depois, acho que eu falei do hematoma retrobulbar para vocês na naso orbit etmoidal, mas depois na aula de fratura panfacial eu falo bastante de, de hematoma retrobulbar. Tudo bem? Certo, gente? Até aí, tudo, tudo fluindo? Então, a gente tem esses dois acessos para a região da sutura fronto malar. E o intuito da aula hoje não é também falar desse acesso infraorbitário, mas eu vou citar porque ele é importante a gente deixar ele bem, eh, bem ciente para vocês, porque a gente vai usar ele bastante. Então, depois o Thiago, como o Thiago vai falar da, da fratura orbital, eh, eu vou, eu vou só citar aqui.

Então, o acesso infraorbitário. Por que a gente fez o acesso fronto malar? A gente precisa ter pelo menos dois pontos, e eu não quero fazer um acesso intraoral por algum motivo que depois a gente vai discutir isso também, ou eu não quero fazer um acesso mais posterior para pegar. Então, eu vou fazer duas fixações: infraorbitária e a região supraciliar. Que que eu preciso fazer? Tarso rafia. Protege o olho. Então, eu vou deixar o meu olho fechado. Então, a tarso rafia eu faço dessa forma, colocando, deixando o olho fechado. Lambuzo esse olho com bastante pomada oftálmica, porque o risco de eu ter uma lesão da córnea, uma lesão nessa região por conta de trauma, é extremamente importante, tá? E você vai ver que eu, particularmente nos meus casos, eu acabo usando o acesso infraorbitário, tá?

A gente tem vários tipos de acesso. A gente tem o acesso subciliar, o acesso subtarsal e o acesso infraorbitário. Essa região, independente se você segue a linha de expressão, não vai ficar cicatriz. O grande problema de eu fazer um acesso muito próximo da região do tarso é eu ter uma deiscência ou eu ter uma ectopia dessa região. Então, o olho cair, eu tenho uma cicatrização deficiente. Então, eu, particularmente, não gosto. Eu basicamente uso a mesma técnica para blefaroplastia. Então, eu diminuo aí uns de 2 a 5 mm abaixo dessa região para eu não correr o risco de eu causar um, deixar essa área mais caída. Tudo bem? Tá? O que a gente chama de lago oftálmico, o olho fica caído nessa região. Tudo bem? Então, eu basicamente uso o acesso infraorbitário mesmo, tá?

Então, fazemos a incisão, fazemos a marcação. Eu costumo cortar a região com as costas da lâmina, tá? Eu peço pro auxiliar segurar aqui, eu puxo essa região para deixar essa pele bem distendida. Já faço a marcação com as costas e venho fazendo uma incisão. É basicamente a mesma incisão que vocês fazem para blefaroplastia. Tudo bem? Tá bom? É o mesmo acesso. A diferença da blefaroplastia é que superficial, aqui na região infraorbitária, eu vou mais plano profundo. Então, eu vou cair na região inferior. Cuidado para não cair na bolsa de gordura. Se eu caio na bolsa de gordura, num tipo de fratura, eu diminuo a sustentação do olho. Então, eu tenho que tomar bastante cuidado. Então, eu vou mais essa região. Como eu tô indo para dentro, eu tenho que tomar cuidado de não cair dentro do globo. Então, eu vou sempre para dentro e para baixo. Fiz um descolamento, fiz uma divulsão. Apoio o rebordo orbitário para eu ver onde eu tô. Gente, vocês perdem referência. Eu já vi residente na minha época entrar com a, com a Kelly, fazendo a sutura, o acesso supraciliar, e entrar dentro do olho. Entendeu? Tá? Não é brinquedo. Tem que prestar atenção, tem que apalpar, tem que sentir. Fez a incisão, fez a primeira divulsão, apalpa, veja onde você está. Preste atenção. Nunca vai em direção ao olho. Sempre vai em direção ao nervo infraorbitário. Sempre vai em direção ao nervo. Tudo bem? Faço o deslocamento, faço a divulsão, chego no periósteo. Chego no periósteo, faço a incisão. Incisão sempre com a mão apoiada firme. Por quê? Tem uma estrutura muito nobre aqui chamada olho. Se eu escapar essa lâmina e eu cortar, risco de lesão ocular extremamente importante, tá?

Então, aqui temos uma fixação. Temos o acesso. A gente tem o acesso até a parede lateral, parede medial da órbita, até a parede medial, até a parede lateral da órbita, tá? Esse acesso às vezes eu não consigo, eh, chegar até a sutura fronto malar por conta do ligamento cantal. Então, se eu fizer um descolamento, se eu fizer uma divulsão aqui, eu vou tirar a inserção do ligamento cantal e o olho vai cair, tá? Então, a gente tem que tomar cuidado com relação a isso. Por isso que a gente abre duas incisões aqui: tanto a supraciliar, né, ou a palpebral superior. Cuidado com a extensão dessa região aqui também. Não desce muito porque você corre o risco de soltar a região cantal, tá? Eh, então, fazemos a tarso rafia, lâmina 15, divulsão por planos, periósteo. Tudo bem? A incisão infraorbitária tô citando hoje só, tá, gente? Tá? A gente vai entrar mais nisso aqui porque é outra aula só das incisões infra orbitárias. Tudo bem? Tá? Então, eu particularmente prefiro fazer a infraorbitária do que as outras duas, e já te dei um motivo por conta disso, tá?

Feita a redução, que a gente vai ver daqui depois, como a gente faz a redução, a fixação nesse caso, tá bom? Nessas regiões aqui, às vezes eu tenho um FCC, uma ferida corto contusa. Se ela tá um pouquinho mais baixa do que a área que eu vou fazer a incisão, eu prefiro talvez usar a minha, a minha ferida corto contusa. Tudo bem? Tá bom? Tá tudo bem até aqui, gente? Valesca tá aí ainda ou já foi tomar um cafezinho? Professor, tudo certo. Tudo certo. Deixou, tá, tá bom. Ó, quem apareceu aí? O Laran. Opa, tô aqui desde o início, mas tô quietinho. Ando quietinho. Um homem sério agora. Ah, entendi. Então, assim, ó, vocês viram que a, a sutura supraciliar, basicamente é a que a gente usa. Supra, pré-orbital, que a gente usa para blefaroplastia superior. A incisão infra ciliar, a gente pode usar para, eh, para blefaroplastia inferior. Então, são dois acessos, gente, que a gente tem domínio total, tá? Vocês, principalmente. Então, não precisa ter medo, ok? É o mesmo acesso, é o mesmo acesso, tá? Por isso que às vezes a gente brinca, fala, pô, os alunos falam, pô, Igor, você faz a blefaroplastia tranquila. Uma coisa é você fazer, outra coisa é você dominar, mas a gente tem segurança para fazer porque o acesso é o mesmo. Tudo bem? Tá bom? Tá? Então, vamos lá, ó. Já vimos um degrau, já vimos um ponto, sutura fronto. Já vimos outro ponto de acesso, que é a região infraorbitária. Agora nós vamos pro outro ponto, que é o pilar pterigoide. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? 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Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? 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Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? 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Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? 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Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a região posterior, até o arco zigomático. Vou tentar localizar até a região do corpo do zigoma. Essa mesma incisão foi que eu estava falando com a Valesca, é a mesma incisão que a gente usa para fazer a colocação da prótese permanente nos implantes faciais. CDO e o Luke é a mesma incisão. Tudo bem? Mesma incisão, tá? Removemos o periósteo, achamos o arco zigomático por dentro da boca, tanto na região superior, medial e lateral e posterior. Tudo bem? Tá? Fixação dessa região que vocês vão ver. Então, a incisão, tudo bem? A incisão de Caldeira e Luke, gente. Tudo bem? Professor, professor, a prótese do, do zigomo que você fez a última que você falou que, eh, por estética, eh, como que é o pós? É, é muito dolorido? É tranquilo? É super tranquilo, Valesca, super, super. E assim, se você usa, ó, para você ter uma ideia, o, a gente fez malar, malar, mento, ângulo e ângulo na paciente. A gente demorou 40 minutos. Nossa. É, você entendeu? Quando você faz, quando você faz ela pré-moldada, já com tomografia, eu acredito que vai ser mais rápido. Entendeu? Nossa. Porque não tem segredo, é fazer o descolamento, é fazer o descolamento, assentar a prótese e fixar. Isso é 5 minutos, Valesca. Tá muito bom, porque ela vai encaixar na posição correta dela. Essa que a gente usou de hidroxiapatita, ela tem algumas peculiaridades que a gente está entendendo ainda como que funciona. Ela tem o risco de, você vai trazer uma aula dessa pra gente, professor? Oi, vai trazer uma aula dessa pra gente? Posso levar. Quando tiver aula, posso ver com a Sandra da gente levar a prótese para vocês verem. Entendeu? Uhum. Mas posso levar sim. Mas aí quando tiver aula, a aula presencial, a gente senta, conversa, eu explico direitinho para vocês. Não tem muito segredo não, entendeu? Tá bom? Tá? Então, a incisão é a mesma. Então, vocês estão, vocês estão entendendo que as incisões que eu estou colocando para vocês, elas valem para várias coisas, tanto para implantes faciais, tanto para blefaroplastia, tanto para ritidoplastia, que vocês vão ver que eu vou ensinar uma incisão para vocês que se você faz uma extensão, agora que a gente está entrando nessa parte cirúrgica, a gente consegue fazer a ritidoplastia. É o mesmo acesso, é a mesma incisão. A gente vai acessar as mesmas áreas. A gente vai ir lá pro SMAS, a gente vai proteger o nervo. Aqui, mesma coisa. Eu vou localizar o nervo infraorbitário. Na hora que eu subo para fazer o descolamento, eu vou fazer um descolamento até a região do corpo do zigoma. Eu vou fazer um descolamento até a região do pilar pterigoide. Por quê? Eu posso fazer uma redução da fratura que nós vamos ver daqui a pouco, só com o porta-agulha e fazer essa incisão e essa colocação do porta-agulha intraoral. Tudo bem? Tá? Então, isso é importante, tá? Então, esse é outro acesso, que é o Caldeira e o Luke, tá bom? Tá? Então, incisão em fundo de vestíbulo, que se estende de canino até o segundo molar. Então, essa incisão a gente usa para ter acesso à cavidade sinusal, para a gente fazer drenagem, se caiu algum dente, se caiu um implante, se a gente quer colocar uma prótese, eh, biocompatível, se a gente quer fazer uma fratura de zigoma, ok? Tá? Deslocamento mucoperiostal, expondo parede do seio maxilar. Então, você pode expor essa parede do seio maxilar, tá? Eh, osteotomia de formato elíptico. Então, quando você faz ela semilunar, você aumenta a minha área de abrangência e eu mantenho a minha vascularização. Se eu mantenho a minha vascularização, eu diminuo muito o meu risco de necrose. Então, eu sempre tenho que fazer a base maior do que o, o, o, eh, do que o ápice. A base sempre tem que ter maior porque eu tenho que ter maior vascularização. Tudo bem? Tá? Eh, osteotomia em formato elíptico. Então, você faz um, uma osteotomia, né, que é a definição da cauda nessa região. Você vai fazer a remoção de raiz, dente, implante, sinusite crônica não curada com medicamento, acesso à região do pilar canino, pilar zigomático. Então, você vai ter todo acesso a essa maxila, nem tanto a região pré, quanto a região pós-maxila. Tudo bem? Tá? E o importante é a gente fazer o descolamento até o pilar pterigoide para a gente, desse acesso, a gente conseguir acessar o nosso arco zigomático. Tudo bem? Tá? Beleza? Tudo bem? Caldeira e Luke. Agora, fizemos o acesso supraciliar, supralpebral, infraorbitário e o acesso intraoral para a gente ter o acesso à região do pilar pterigoide. Tá faltando um pilar, que é a sutura da região do arco zigomático. Como que eu faço para acessar o pilar pterigoide? É um acesso intraoral. Então, o que que eu vou fazer? Caldeira, o Luke. Vocês já tiveram essa incisão lá nas técnicas de incisões. Vocês lembram? Tá? Qual que é o acesso Caldeira o Luke? Eu vou fazer uma incisão semilunar, semilunar de 2 a 5 mm acima da gengiva inserida, que eu tenho que ter gengiva para poder suturar. Faço o descolamento até a região anterior e vou fazendo descolamento até a

Para você fazer a redução tanto do malar quanto do arco zigomático, tanto que às vezes tem caso que a gente faz a cirurgia, faz o acesso intraoral, faz o acesso infra, supra, e eu entro com o gancho. Eu, particularmente, gosto de entrar com o porta-agulha, por isso que eu trouxe o meu modelinho. Eu entro com o porta-agulha, ó, vamos lá na região do arco zigomático aqui, e aí eu faço a redução por dentro da boca. Tudo bem?

Tá no caso que eu estava explicando para vocês, quando eu tenho o coronoide aqui, que ele fica nessa região, ele me atrapalha de eu entrar com o porta-agulha, tá vendo? Ó, ele bate. Que que eu peço pro paciente fazer? Abrir a boca. Aí eu aumento o meu espaço, fica mais fácil eu entrar com o meu porta-agulha. Fiz a redução para fora, para fora, para cima, e para dentro, e para frente. Coloquei na posição. Passo sempre o porta-agulha em todo o arco zigomático para ver se eu fiz a redução perfeita. Tudo bem? Passo assim, ó, para ver se eu fiz a redução perfeita. Ok.

Tiramos. Vamos ver se está estável. Como que a gente vê se está estável? Aperto. Se ele sair fácil, ele está instável. Aí eu vou precisar abrir um acesso infraorbitário, acesso supra, vou ter que, vou ter que fazer a redução, vou ter que fazer a fixação. Tudo bem? Beleza.

Outra técnica que a gente tem, que eu nunca usei também, coloquei aqui mais a título para vocês conhecerem mesmo, é a redução de Carrir Girard, que a gente tem um instrumental que a gente entra direto com ele na pele. Tá? Vai girando ele, a gente faz um furo no osso e puxa. Tá? É como se fosse a redução também do, do, do, do gancho de Barros. É a mesma coisa. Eu acho que o gancho de Barros ainda é, é melhor ainda. Esse aqui eu acho que faz um trauma muito grande na pele. Tá? Então é a redução de Carrir Rá.

Aí a redução sem fixação. Aí vocês vão dar risada, né? Fala: "Pô, o paciente sai assim?" Sai e fica com esse copinho aí no rosto 15 dias. Por quê? Ele tem que lembrar que se ele deitar do lado, gente, ele vai perder a redução, porque eu não fiz fixação. Então, quando você faz tanto o, o gancho de Barros quanto o acesso de Guiles, se o paciente deitar em cima, eu não tenho fixação, ele vai perder a redução. A única que a gente deixa tranquila é quando a gente faz o Alca e faz a fixação. Tudo bem?

Tá aí foi aquilo que eu falei para vocês, o bloqueio intermaxilar. Quando eu tenho fratura dos quatro pontos e eu tenho uma alteração oclusal, é legal a gente fazer o bloqueio intermaxilar por conta do encaixe dentário. Às vezes, se a, se a maxila na região posterior, ela cai um pouquinho, na hora que eu encaixar, vai dar desconforto. Tá bom? Tá. Então eu faço o bloqueio intermaxilar.

Aí aqui eu tenho a barra de ER, que eu já falei para vocês. Eh, os parafusos de bloqueio, né? O parafuso de bloqueio intermaxilar tá aqui também. E eu tenho os Ives da vida, que são os fios de aço que a gente amarra nos dentes. Tá? Que acho, quem vai lá no SUS, eu não sei se eles estão levando parafuso de bloqueio. Eh, eles fazem, fazem os bloqueios intermaxilares com a técnica de IV. Tá tudo bem?

Então, tipo de intubação, a gente já falou. Então, tubação oro, submentual e nasotraqueal. Tá? Então, nesse caso, a gente tem que orientar o nosso anestesista que o paciente tem uma fratura orbitária com risco de falso trajeto, mas a gente precisa, talvez, de uma intubação nasal. Tá? Mas a gente tem que explicar isso para ele. A gente tem que pedir.

O que que a gente tem que evitar? Esse cara aqui é um jogador que era do Corinthians e, na época, ele jogava no Flamengo. Ele tomou uma cotovelada e teve uma fratura do arco zigomático. Tá? E aí, para fazer a redução, o que que fizeram? Fizeram essa incisão aqui, que é o que a gente chama de Scarface. Precisava ter feito isso? Poxa, não podia ter aberto um acesso de Alca aqui? Então, assim, fica uma cicatriz feia, né? Então, por isso que a gente tem essas técnicas para evitar. Talvez, eh, não fizeram uma redução incruenta com um acesso de Guiles, eh, ou gancho, por conta de talvez instabilidade, mas ele poderia ter usado uma máscara facial e ter protegido isso, né? Então, a gente não sabe o que aconteceu. Então, a gente evita esse tipo de, de cicatriz, quando a gente abre mão dessas incisões que a gente falou para vocês. Tá bom?

Então, a fixação. Aí foi aquilo que eu te falei, a gente faz e a redução. Tá? E aí a gente faz a fixação intraoral com uma placa de Du zero. Sempre duas placas, principalmente na região intraoral, que é onde a gente tem a maior área de pressão. Então, o paciente vai mastigar. Então, a gente costuma colocar uma, uma placa de compressão e uma de tensão. Tá? A gente costuma usar ela sempre em sentido diferentes, nunca no mesmo sentido. Então, a gente nunca costuma colocar ela paralela, a gente costuma colocar ela numa direção e a outra, nota, para dividir a linhagem de força. Tá?

O ideal dos quatro pontos, a gente sempre fixar pelo menos dois, no máximo três. Quatro é difícil fixar, porque aí a gente tem que abrir muitos acessos. Então, aí fica meio inviável. Agora, se eu tenho uma fratura muito grande, muito cominuta, a indicação é a gente sempre deixar esse osso estável. Tá bom?

Aí aqui a fixação. E ó, vocês viram que ficou um gap aqui, ó, que a gente não conseguiu reduzir totalmente, porque é difícil. Tá? Reduzir. Tá? O que que eu costumo fazer nessa região? Eu costumo sempre fixar a placa na área que está móvel e puxar essa, reduzir a fratura, segurando a placa em direção ao osso fixo. E aí eu fixo. Aqui eu consigo ter mais estabilidade. Tudo bem?

Então, aqui, ó, sutura fronto-malar. Essa aqui é o soalho orbitário. Então, aqui, o, ela sempre preconiza, ó, de dois a três fixações. Tá? Aqui, ela deu a orientação de quatro regiões, de, dos quatro pontos, e ainda o soalho orbitário. Tá bom?

Então, aqui, ó, uma fratura que a gente pode entrar com o arco, a gente pode entrar com o gancho, a gente pode entrar com, com a técnica de Guiles, a gente pode entrar com a técnica intraoral. Esse aqui, a mesma coisa, ó, tem um deslocamento, então tem indicação. Posso fazer um acesso intraoral, um acesso supraciliar. São os acessos mais fáceis. Fazemos a redução intraoral, vemos se está estável. Tudo bem? Fixação.

Então, aqui fizemos um acesso bicoronal para acessar a região do arco zigomático, região zigomática, região de teto de órbita, fronto-zigomática. Aqui, tá bom? Tá.

Aqui, a gente acabou usando o quê? Uma área do corpo do zigoma, infraorbitário, que já tinha uma laceração grande. Então, também é uma indicação a gente usar as áreas, as áreas laceradas. Tá? Então, é extremamente importante o raio-x pós-operatório. Então, a gente vai observar as, as nossas plaquinhas. Então, ó, pedimos uma VS aqui. Então, colocamos uma placa infraorbitária, uma placa fronto, uma placa infra, uma, uma placa infra, uma placa fronto, uma placa no pilar zigomático. Ó, o arco preservado. Tem necessidade de colocar uma placa lá? Não precisa. Está estável. Três pontos já ok.

Aqui, mesma coisa, tá? Então, ó, infraorbitário, fronto-malar, pilar piter-go-edu. Suturas. Então, a gente pode fazer a sutura simples, né? Que fica bonito também. O único ruim nessa região da órbita, quando você larga essas pontas aqui, fica entrando no olho do paciente. Então, é importante você fazer um curativo e deixar para baixo.

E aí, a sutura intradérmica, né? Que a gente fez lá no curso, na, no curso, a gente fez na, na língua, de técnica de sutura. Aí eu peguei um videozinho que a gente fez lá para vocês lembrarem. Ó, então, a sutura intradérmica. Ó, ó, lá, ó, ó, que beleza! Não sei quem que fez lindo, hein? Não tá saindo aqui para mim. Não. Professor, o que que não tá saindo? O vídeo. Ué. Eu vou colocar de novo. Saiu. Boa. Tá bom?

Aí, as técnicas de sutura. Então, a agulha sempre deve ser apreendida. Por que que eu tô dando ênfase nisso aqui de novo, gente? Porque é o que vocês erram. Vocês perdem tempo na sutura. Já falei isso para vocês, tá? A agulha deve ser apreendida pelo porta-agulha em três, S, Q, quatro. Tá? A agulha sempre deve penetrar perpendicularmente ao tecido a ser suturado. Tá? Então, a gente segura a agulha em três, a, o porta-agulha em três pontos, né? Desse jeito, para ter mais estabilidade. Cotovelo perto do corpo. Tá bom?

Caso clínico. Vamos lá. Esse caso clínico foi uma paciente que chegou lá no Pirajussara, vítima de agressão. Ela tomou uma paulada do marido. Tá? Eh, tabagista, etilista, usuária de maconha, nega doença de base, nega alergia. Chegou com uma limitação de abertura de boca. Então, esse caso, ela tinha uma fratura do arco zigomático. Aqui, gente, eu poderia ter escolhido Guiles, gancho, eh, acesso intraoral. Poderia ter usado qualquer acesso. Por que que eu preferi o acesso Alca? Primeiro, ela já tinha uma incisão nessa região pré-auricular, tá? Porque ela tinha tomado umas paulada. Tomou paulada mesmo. E, meu, eu queria fazer o acesso Alca. Tá? Ele tem um pouquinho mais de extensão, tem um pouquinho mais de extensão, mas é indicação também. Tá? Eh, então, fizemos a intubação oral. Como era só o arco zigomático, tudo bem da gente fazer intubação oral, não tinha comprometimento da região pterigoide. Tá? Fizemos a antissepsia, tanto da região anterior quanto exterior da orelha. Fizemos a marcação para extensão. Tá? Fizemos a incisão. Ó, então, ó, dava para ter estendido aqui, ter puxado. Tá bom?

Fizemos a divulsão dessa região mais superior com a tesoura Met Bal. Esse caso, eu não lembro se eu fiz. Deixa eu ver se tem a foto. Tirando com o dedo. Então, incisão de, a gente deixa, ó. Tá vendo, ó? Que vocês me perguntaram, um, um tecido grande aqui, ó. Tá? Espessura na pele para não causar isquemia. Ó, fazemos a, a divulsão. Fazemos a divulsão. Ó, acessamos a região anterior, que foi aquilo que eu falei para você. Mar venho de da frente para trás. Então, achei a minha linha de fratura, eu vou para trás. Eu não venho daqui procurando. Eu venho sempre da frente para trás. Tudo bem? Tá?

Então, ó, tivemos o acesso lá na frente. Olha o tanto de tecido que eu mantive aqui nessa região. Tá? Então, o risco de tzão aqui é muito pequeno. Tá? Fizemos a redução. Ó, fiz a redução do arco zigomático, mesmo com o, o aspirador descolador. Tá? Fizemos a fixação. Ó, queimamos algumas coisas aqui, mas muito pouco. A gente, eu não gosto muito de queimar essa região, porque o calor, ele prejudica o nervo também. Tá?

Aí, ó, olha como dá acesso pra gente aqui. Ué, ué. Isso aqui era, isso aqui era para ser um vídeo. Ah, esse aqui é. Ó, então, ó, como a gente tem um, um, uma área muito grande. Oi. [Música] Caramba. Ó, ó, como você tem acesso a todo o arco. Se eu quisesse acessar a região supra, eu conseguiria. E o índice de comorbidade, gente, dessa lesão, desse acesso, é muito pequeno. Ó, mais uma vez. Ó, lá, ó. Tá? Então, a fixação. Tá? Ó, como que ficou a fixação do arco. Ó, o arco preservado. Tá? Aí, fazemos uma sutura nessa região contínua. Tá? Não fiz a intradérmica porque a área de tensão, tem um sangramento grande. Fazemos o curativo e fazemos uma bandagem. Tá? Essa bandagem a gente usa também para ritidoplastia. É a mesma bandagem que a gente usa, é a bandagem de Barton. Tá? Para segurar o edema, não inchar muito e não causar aqueles espaços, eh, espaços mortos que a gente fala e causar aí acúmulo de, de sangue. Tá bom?

Então, a opção de abordar uma fratura do zigoma ou mesmo do arco com redução aberta ou fechada, ainda é controversa. Então, se eu falar para você que esse é o melhor acesso, você pode me questionar. O que eu acho que a gente tem que entender é o que que eu tenho mais habilidade para fazer. Tá? Então, isso é importante.

Então, a fixação interna rígida, que consiste em fixação através da utilização de miniplacas e parafusos, ela pode ser ser feita em pilar zigomático, sutura fronto-zigomática, pilares caninos, ou mesmo a utilização de técnicas incruentas ou fechadas, em que não há acesso direto à fratura por meio de uma incisão para este fim. Então, foi aquilo que eu falei para vocês, a gente consegue, eh, de várias formas a redução. O que que vai determinar fazer uma ou outra? A nossa experiência e o que a gente achar mais seguro. Entendeu?

Então, o que eu, o que eu sempre fiz ao longo da minha, da minha carreira, vamos se dizer assim, eu sempre tentei dominar todas as técnicas. Eu, particularmente, no final, que eu já tinha uma segurança maior, que eu fiz a, a Alca, eu gostei muito. Entendeu? É uma incisão muito bonita e um pouco risco mobid. Fiz muito acesso intraoral, tá, com redução intraoral, e deu muito certo. Reduzia o pilar e a sutura fronto. Usava a infraorbitária quando eu tinha um degrau nessa região infraorbitária, tá, que eu precisava. E aí eu acessava para poder reduzir, porque isso aqui incomoda o paciente mais do que um, um degrau aqui, um degrau intraoral. Tá? Então, isso era importante. Tá?

Eh, a redução cirúrgica para fixação interna rígida possui vantagens como segurança, estabilidade, menos complicações pós-operatórias. Se eu faço uma redução num paciente, ele cai, ele vai deitar, ele cai em cima, eu perco a redução. Então, a gente tem que tomar cuidado com isso também. Então, a gente tem que ver se que o paciente, ele tem que ser muito cooperativo com a gente. Tá? Eh, e rápido retorno do paciente às suas funções. O grau de deslocamento e a presença de cominuição óssea. Então, quanto mais osso fraturado eu tenho, maior é o risco de eu fazer uma redução fechada. Vai ficar ruim. Então, quanto mais cominuição, mais alta energia tem o trauma, é melhor eu fixar. Tá? Eh, o tempo decorrido também do trauma são indicações para redução aberta. Então, quanto mais tempo eu demoro, pior fica. Então, a fratura de malar, eu tenho que ter uma certa agilidade. Não adianta o cara falar para você assim, falar: "Doutor Laércio, vou mandar, ó, tem uma fratura de zigoma aqui com 40 dias, você resolve aí para mim?" Não resolvo, não. Não dá. Vai ficar uma bosta. Entendeu? Tá?

Eh, acessos como transcontival, infraorbitário, subtarsal, associados ao acesso intraoral de Calde oluc, são, são utilizados com sucesso nas cirurgias para a redução das fraturas do zigomático, sendo acesso coronal, hemicoronal para as fraturas mais complexas. Tá? O objetivo do tratamento das fraturas é restaurar a arquitetura do esqueleto facial. Falhas no correto posicionamento do osso fraturado podem resultar em sequelas que são difícil correção numa segunda cirurgia, por conta, eh, da consolidação óssea. Entendeu? Ele é um osso extremamente fixo, diferente da mandíbula. Tá bom?

Eh, os quatro princípios básicos devem ser considerados ao realizar o reparo de uma fratura: exposição, redução adequada, fixação e diminuir as complicações. Tá? Eh, o tratamento visa restaurar e manter a configuração esquelética facial pré-técnico cruentas. O método de fixação interna estável com uso de miniplaca e parafuso de titânio. Tá bom?

Tudo bem, gente? Vocês darem uma descansada aí. Vou ler um pouquinho. Tá? Eh, então, assim, quanto mais extensa e mais complexas são essas fraturas, maior vai ser a minha abordagem. Aí eu posso abrir mão do acesso coronal, fronto-infra, posso abrir os quatro, posso abrir Alca. Tá? O coronal, a gente vai abrir quando a gente tem mais fraturas. Quando é isolada, assim, a gente pode abrir mão do Alca. A gente pode usar o Alca. Tá bom? Tá.

Nessas condições, é extremamente importante que os acessos cirúrgicos mais estéticos, com cicatrizes menos visíveis, sejam realizados. Tá? É isso que eu falo, você quer ficar igual o Renato Augusto? Você faz uma incisão aqui. Beleza. Corre o risco. Explique-se o paciente. Mas aí foi que o, que o Marco perguntou lá no começo, como eu faço para tratar cicatriz? É difícil, gente. É difícil. Por mais que eu falo de corticoide, gel, não sei o quê, reza, não fica legal. Incisão tira, não fica legal. Se eu não sigo as linhas, não fica legal. Tá?

Eh, em nossa rotina, sempre é possível, optamos por acesso cirúrgico mais estéticos, com o objetivo de deixar menos cicatriz visível na face. Eh, entre os acessos cirúrgicos, aqueles considerados mais estéticos são os que não produzem cicatriz visível. Então, se eu posso esconder minha cicatriz aqui, ok, melhor. Entendeu? Tá? Que foi o que eu tentei passar para vocês. Tá? Eh, como intraoral, também, às vezes, eu posso fazer um acesso intraoral e fazer a redução. Se ficar estável, mantemos assim. Tá?

O acesso Transcal mostra-se como excelente opção para abordagem do rebor infraorbitário. Eu, particularmente, não gosto do acesso transconjuntival. Tá? Prefiro o infraorbitário mesmo. M. Porque não fica cicatriz, a não ser que você erre muito na sutura. Tá? E, apesar de estar associada ao maior edema pós-operatório, apresenta menores índices de ectopia e exposição da esclera, quando comparado com o subsar. Isso é muito da técnica de sutura. Quanto mais eu suturo a região infraorbitária, pior fica. Três pontinhos na região muscular e uma intradérmica, a gente vai resolver isso bem. Tá?

E no que diz respeito ao tratamento da fratura do osso zigomático, não é um consenso. Então, qualquer acesso que eu usar, tá certo. Tá? E o grau de deslocamento, assim como a fragmentação do tecido ósseo, irão nortear o tratamento. Então, foi aquilo que eu falei, quanto mais fratura eu tenho, mais acesso eu vou abrir. Quanto mais fratura eu tenho, acesso maior eu vou ter que fazer, que é melhor você ficar com uma cicatriz do que você ficar com uma sequela. Entendeu? Tá?

Complicações. Agora vamos para a parte boa, gente. Tá acabando já. Tá? Mais uns 10 minutinhos e eu termino. Então, complicações. Então, hemossinus e epistaxe, tá? Pela ruptura da membrana do seio maxilar. Tá? Extravasamento do sangue para essa região. Tá? Alterações oclusais, que foi aquilo que eu te falei. Se eu tenho uma movimentação, isso tudo a gente já citou durante a aula. Diplopia, edema, hematoma, equimose, oftalmoplegia, encarceramento do músculo, síndrome da fissura orbital superior. Tá? Hematoma retrobulbar, ptose palpebral superior, inferior, compressão dos nervos 3, 4 e 5. Hipestesia, parestesia da asa do nariz, lábio superior, dentes e anteriores. Tá? Limitação da abertura de boca. Tá? Que foi aquilo que eu falei, se eu mantenho esse, se eu mantenho esse osso deslocado, eu vou ter fragmentos do arco e a gente vai ter uma compreensão do músculo temporal. Esse músculo temporal vai formar uma fibrose, o paciente vai começar a ter limitação de abertura de boca. Tem muito paciente de idade que cai e quebra o, o malar, tá? E a gente pensa muito em fazer a, ou não. Tá? Então, a gente tem que tomar cuidado, porque às vezes, ao longo do tempo, esse paciente vai começar a limitar abertura de boca. Então, a gente tem que deixar isso bem claro. Tá? Assimetria facial por afundamento e, e trópico, né? Que é o lago oftálmico, que fica por conta da incisão, que eu acho que é mais por conta da sutura que acontece isso. Tá? Retração do tecido. Tá bom?

Então, isso aqui é uma sequela de um que mandou para mim. Tá? Teve exposição. O cara suturou errado. Aí teve um monte de conduta, né? A região sinusal contaminada causa problema. Isso aqui, o que que você faz? Extremamente difícil de tratar, né? Tá? Aí, uma sequela importante também, às vezes. Tá vendo? A gente quer ser econômico. A gente fez uma, uma redução num ponto só, num paciente que não tinha estabilidade. Eu poderia ter feito um acesso intraoral. Esse caso não foi meu, ele chegou para mim. Tá? Ó, lá, ó. Que que adianta colocar um monte de placa num ponto só? Entendeu? Pelo menos dois pontos. Tá? Três tá bom. Nesse caso, com uma cominuição nessa região aqui, ó, a merda que deu. Ó, tá piscando, coitado. E aí? E agora? Como que você trata? A sequela. Entendeu? Não tem o que fazer. Resultado vai ficar ruim. É. Então, é o cerveró, né? Nossa. É. Então, Oi, eu não entendi como, o que que aconteceu? Ele só travou em um ponto e aí, provavelmente. Entendi. Provavelmente, ele deve ter feito isso aqui. Ele travou aqui, fez isso. Entendi. Você entendeu? E aí ele vai quebrar de novo. Então, dá, dá Valesca, mas o risco é gigantesco de você lesionar o nervo oftálmico e não vai ficar bom. Não vai. Diferente da mandíbula, entendeu? Que é um osso único. Aqui você tem o ponto de sutura infra, pilar e o arco. Você tem que soltar os três pontos. É difícil. É difícil. Tô te falando que é difícil. Por isso que os casos de fratura de malar, a gente tem que resolver rápido. Tudo bem?

E é o que fala esse artigo aqui, né? Ele fala da dificuldade de você fazer o tratamento da sequela. Então, quanto mais tempo você deixa, pior é o prognóstico. 15, 20, 30 dias, vai ficando pior. Tá? E isso vale também o grau de lesão. Quanto maior o grau de comprometimento, pior o resultado também. Tá? Então, o manejo das fraturas zigomáticas continua sendo o desafio e as controvérsias persistem, porque cada um fala uma coisa, cada um tem uma habilidade com alguma técnica. Tá? Novas tecnologias e abordagens podem, em última análise, permitir uma correção mais precisa das fraturas. Ao, ao usar o acesso menos invasivo ou menos visível, tá? O cirurgião deve avaliar cuidadosamente as diferentes ferramentas, estratégias disponíveis para fornecer aos pacientes opções cirúrgicas que forneçam mais estável e redução precisa, minimizando também a morbidade iatrogênica. Tá?

Então, assim, aqui, por exemplo, qual acesso eu posso usar? Que eu quiser, desses que eu falei para você. Posso usar o acesso de Guiles, posso usar o gancho. Só que entenda que quando eu faço uma redução cruenta sem fixação, eu preciso ter a colaboração do paciente. Posso fazer um acesso intraoral, posso fazer um acesso infra, posso fazer pronto. O que eu, o, o, o que eu tinha como, como a gente definir algumas coisas, né? Se o paciente tinha um problema periodontal severo, tinha, era desdentado, a gente optava por abrir extra. Se o paciente tinha uma arcada dentária boa, com boa higiene, a gente dava preferência para abrir intra. Se a gente tinha uma fratura muito grande do arco zigomático, a gente abria Alca. Entendeu? Tá? Em último caso, a gente abria infra. E a gente via como estava a estabilidade, se ficou estável, se não ficou estável. Certo?

Gente, estendi um pouquinho, né? A gente ficou direto. Aí, pedir desculpa para vocês. Apesar que tá no horário, né? Que aula, viu? Maravilhosa. Parabéns. Nossa, difícil. Mas, nossa, nada na vida é fácil. Ô, né? Não é. É prática também, né, professor? É prática. É por exemplo, você fala assim para mim: "Ah, Igor, você faz a blefaroplastia?" Eu acho difícil. Só que você fala: "Vamos fazer uma, uma fratura dessa?" Eu faço com o pé nas costas. Entendeu? É uma das dicas que eu tenho. Mas é engraçado isso, né? Mas cada um no seu quadrado, né, professor? Cada um no seu quadrado. Vou ficar bom na blefaroplastia, hein? Escuta lá, hein? É. Vai sim, com certeza. Vai tirar de letra. Tô estudando. Tô estudando. E aí, que mais? Vamos lá, gente. Quem que não participou? Aí, queria ver esse povo aí que tá dormindo aí. Viu? Aqui, professor, vocês torcem para eu não estar na aula presencial de vocês, hein? Que eu vou pegar todo mundo. Eu tô doido para pegar. Pegar seis. Ó, o Marcão, o Marcão já fez uma blefaroplastia hoje. Usou a solução de Kliim modificada. Usei. Usei. Usei. Lá, eu sei. Fui estudar isso aí. Cara, eu não fiquei feliz quando a gente quando a gente conversou. Entendeu? Pessoas igual você falou, você faz essa fratura com o pé nas costas. Aí, cara, você imagina o que que você vai fazer com blef. Então, a. Vamos, gente. Qual a dúvida de vocês aí? Quem não participou? O Marcão participou. [ __ ] Legal. Avá. Hoje foi sensacional. O Larão, toda aula participa. É o, o rei lá do Rancho da Pamonha de Assis. Ah, essa foi boa, hein? Cadê esse povo? A Ana, Juliana, ele só ligam a câmera, mano. Tão sabendo tudo. Bom, Marcão. Liguei a câmera. Não assisti tudo. É porque eu tô calada hoje. Tô com enxaqueca, viu? Mas eu assisti a aula inteira. Ó, enxaqueca pode ser disfunção temporomandibular. E vocês terão uma aula com a doutora Paula Falchet amanhã. Já te vi. Ah, já teve. Mas amanhã tem aula de, de DTM de novo, não tem? É, vai ter de novo. Paulo é craque na disfunção, hein? E aí, Ju? Que que você achou da aula? Que que faltou aí? Eu achei fantástico. Inclusive, o artigo que foi do seminário foi, eh, em relação a isso, a situação de telecanto e traumático, né? Como fica quando ocorre a, a redução inadequada, né? E a, a sutura errada do ligamento cantal lateral. Por isso que você não pode estender a incisão para cima, né? E às vezes, até quando você faz o descolamento dessa região, você tem que tomar cuidado. É importante. Achei bem interessante. E sua aula foi fantástica, viu? Parabéns. Obrigada. Obrigada. Quem mais, gente? Vamos discutir um pouquinho mais. A gente tem uns 10 minutinhos aí. Vocês não querem perguntar nada? Alguma coisa da incisão? Pess, você atende mais no Pirajussara? Oi. Você atende trauma mais é no Pirajussara? Ô, Mari, eu fui mandado embora do Pirajussara, você acredita? Ué. Como assim? Walter me mandou embora. Sério? Verdade. Não vou bater no Walter. Pode bater. Fala para ele. Fala: "Nossa, que foi ruim". Mandou eu e o Thiago embora. Viu? Mentira. Verdade. Ah, sei lá. É porque não gostava mais. Não gostava mais da gente. Ele gosta de operar sozinho. Eu trabalhei 12 anos lá no Pirajussara, aí por conta da diminuição do, do, dos bucos, ele acabou tendo que dispensar eu, o Thiago e a Paula. A Paula trabalhava com a gente lá também. A Paula foi minha dupla quase 10 anos. A gente operava junto. E você tá, tá atendendo trauma onde? Eu tenho, eu tenho os hospitais aqui em São Paulo, da rede Dora, tenho dois hospitais da rede Dora aqui que a gente faz trauma e um hospitalzinho na zona leste aqui em São Paulo que a gente faz trauma também. Mas é o volume é bem pequenininho. Ah, esse que é o problema do trauma pra gente, porque como é, não é marcada a cirurgia, né? Sim, sim, sim. É, é difícil. É tanto que esse final de semana entraram duas urgências lá para mim, duas fraturas nasais lá que a gente fez. Uh. Nem deu tempo de avisar vocês. Mas esse ano eu vou, eu vou ver se eu consigo avisar mais. Você. Oi, Valesca. Eu tô doida para ver. Até hoje só, só vi a iná. Professor, e essa, mudando de assunto aqui, pregando seus finais os minutinhos aí. Eh, você viu, eh, o vídeo que eu postei lá do presidente da OAB de Minas Gerais, eh, no, ele juntou, né, a, é, mandei no grupo, depois eu apaguei. Porque no grupo eu vou dar uma olhada. Eu não vi. No grupo dos alunos. E a resolução da medicina, que é, ela quer cercar, né, o direito de atuação do cirurgião dentista com buco maxilo, né, nas cirurgias. Aí, aí eles vão entrar, né? Não só, eh, de Minas Gerais, mas São Paulo, todos os estados, né, estão unindo. Porque saiu no Diário Oficial, eles fizeram às escondidas, né, no final de dezembro, foi assim, na véspera do ano novo, e saiu no Diário Oficial agora essa semana, sabe? Aí pegou todo mundo de surpresa, né? É aquela briga, né, de mercado, né? Aí eles estão com medo, porque todos os dentistas fazendo cirurgias, né, de fato. Aí agora eles querem pegar tudo para eles, né? É, mas isso aí foi o que eu sempre falei para você. Duas resoluções que saíram para medicina, eles querem reserva de mercado. Sim. É o que eu sempre falei para vocês. Por que que, por que que hoje em dia você vê que caiu muito o, o, o, o número de ritidoplastia dos médicos? Porque dá muita dor de cabeça. E aí você começa a pegar uma classe que começa a fazer. E eu sempre falei isso para vocês, gente. A gente, a gente tem uma habilidade com a mão bizarra que o médico nunca vai ter. Nunca vai ter. Ele pode ter formação acadêmica, mas habilidade é uma coisa que a gente adquire na faculdade. E isso a gente é delicado. Isso é, é muito importante. Muito. Então, essa região de face, que é delicada, a gente consegue. Mil vezes. Eu vejo as meninas fazendo os narizes aí. O Rafa, meu lindo, lindo, lindo, lindo. E vai pegar mercado mesmo, porque eles são fracos. Entendeu? A diferença é que eles têm um conselho muito forte que protege. Esse é o grande problema. Sim. É porque eles estão querendo revogar até assim, nosso coisa antiga mesmo, sabe? Eh, entrou várias coisas do buco maxilo também. Eh, eu vou te mandar no particular. Manda para mim. Pode mandar. Tá? Do presidente. Eh, preciso do apoio lá, sabe? Esse, eh, saiu, foi do presidente de Minas Gerais, mas tem esse cara é bom, né? Esse cara de Minas, né? É, ele ajuda bastante assim. Ele, eh, nossa, ele tá, ele veste a camisa do dentista. Entendi. Oi, Marcão, desculpa, viu, Valesca, tinha interrompido aí. É porque você estava falando dele. Imagina, Marcos. Não, você está falando dele. Mas ele é muito bom para nós, né, Marcos? No demais, demais. E você, você não acredita, ele é, ele veste a camisa. É, ele veste a camisa mesmo. E ele é, ele é ex-namorado da minha esposa. Eita, nós. Mas é ex, né, Mar? Não, não. Foi época de faculdade. Não. E eu tenho, eu tenho uma amizade com ele, a gente conversa e tudo. Ele, ele vai nos nossos cursos, conversa. Nossa, gente boa demais. Gente boa demais. Bom, isso é bom, cara. Ciúmes? Sem ciúmes. Pô, não. Sim. Todo mundo tem um passado, né, Marcão? Até você, né? Lógico. Lógico. O pior, o pior, professor, é se envolver com alguém, né? Você, alguém já deve ter tido aquele namorado, aquela namorada. Uai, você fazia aquilo? Aí a pessoa fica com ciúme do passado. É, não, né? É o pior que tem. É lógico. Pelo amor de Deus. A vida daqui pra frente. Você tá doido? Quem vive de passado é museu, né? Da minha mulher. Entender o zigomático dele. Manda ele para cá. Mas só que manda ele. Manda ele igual o Severo para você. Mas você manda ele depois de 30. E esfregar a cara dele no asfalto ainda. Mas tá bom. Sem revolta. Mas você manda ele depois de 30 dias, que aí a sequela vai ficar melhor. Beleza. 30 dias. Espera um pouquinho para ficar melhor. Bom, gente, querem perguntar mais alguma coisa? O povo que tá dormindo. Professor, aula muito boa, viu? Parabéns aí. Fechou. Obrigada, gente. Gente, nos despedimos aqui. Até o próximo módulo. Amanhã, a aula da Dra. Paula. E à tarde, eu não sei de quem que é. Do Thiago. Boa aula para vocês, gente. Vamos começar a vir nos ambulatórios, hein? Valeu. Professor, foi ótima aula. Obrigada. Gente, obrigada. Vu. Tau. Tchau. Valeu, gente. Abraço para todo mundo. Com Deus. Tchau. Marcão. Valeu. Deus tau. Tchau.