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Treinamento Mário Lago - MCF

London Cosméticos Brasil3:31:03

Transcription

Hoje é mostrar uma sequência diferente, uma forma diferente para vocês apresentarem o curso Multicolor Fusion, tá? Que será de um dia, o Labday Multicolor Fusion. O material ainda vai ser construído, não é isso daqui, que esse material a gente fez ali improvisado, tal, para o treinamento de hoje. A gente vai construir um material, qual o material oficial vocês vão ministrar para os cabeleiros. Então aqui tem algumas coisas, alguns questionamentos e o início vocês vão entender que é para vocês eh absorverem isso, entender o conceito, tá?

Nesse treinamento que nós vamos estar fazendo, eh, eu vou aproveitar esse processo todo da sequência do raciocínio que eu quero para ministrar esse curso dentro da visão que eu tenho hoje no momento. Porém, no dia de hoje, e esse material, né, vocês vão trabalhar com a equipe de vocês também. Eu vou est trazendo um conhecimento, avançando um pouquinho, que são algumas coisas que eu vou avançar no treinamento de vocês. Vocês não precisam disso. Todo mundo entendeu ou não entende, né? Eu tenho que avançar porque vocês são educadores. Então você tem que sempre estar com mais munição do que você entrega no dia, né? Então eu preciso sempre estar munindo vocês. Mas aí eu quero que vocês estejam sempre atento para entender, porque eu não vou ficar falando toda hora, ó, é até aqui, ó. Mas eu quero que vocês vão ganhando esse feeling, né? É até aqui. Daqui pra frente já é pra nossa munição, tá bom? Mas eu vou dar uma sequência e possivelmente depois a gente vai finalizando os slides, o curso. Aí eu vou aprofundar bastante, tá? Eh, dentro de pontos que vocês questionarem, de algumas dúvidas, algumas coisas, aí a gente pode gravar isso também. Eu acho muito interessante ficar isso também gravado. Pode ser dois materiais diferentes, porque você podem fazer isso em dias distintos, né, eh, com a equipe de vocês. Mas sem perdermos tempo, vamos lá.

Sistema de coloração multicolor fusion. Isso, essa, essa, isso daqui, essa pergunta, essa pergunta é para vocês que eu quero que vocês entendam isso daqui. Então, eu coloquei ali desconstruir objeções, tá? Vocês vão começar o curso Multicolor Fusion toda a sua primeira etapa, desconstruindo objeções e entregando conhecimento direto, prático, de colorimetria. Essa é a minha visão. Eu não vou começar falando de produto, de mistura disso ou daquilo, de nada disso, tá? Mas aí eu faço uma pergunta para vocês. Em multicolor fusion, qual é a maior objeção? Tem que misturar dois produz.

Todo mundo tem essa ciência, né? Todo mundo tem essa consciência que esse essa é a maior objeção. Como nós vamos quebrar essa objeção com autoridade e não no grito, entende? Não. Autoridade, conhecimento de verdade. E aí que nós começamos. Vamos lá. Eu já começo com uma frase de impacto pesada que vai contra o conceito do mercado. Só para que faça sentido para todo mundo. Todo mundo aqui sabe o que que é uma coloração oxidativa. Olha lá, coloração oxidativa. para quem, né, eh, não, não tem essa resposta bem clara, é todo produto que se faz, que consegue fazer uma coloração que precisa de misturar com um oxidante. Então, toda a coloração que ela não vem direta, que ela não é pura, que ela precisa ser misturada com um oxidante, ela é considerada uma oxidativa. Um tonalizante é uma coloração oxidativa. OK?

Então, vamos lá. Toda coloração oxidativa é permanente.

Aí já vem a próxima. Mas eu tô na. Toda coloração oxidativa é permanente, Mário. Mas aí você complica, né? Você começa, para ajudar. É, você não tá me ajudando, né? O mercado não ensina isso. Eu vou abrir um parênteses aqui para vocês. Eu não quero mais falar o que o mercado fala. Eu cansei. Eu quero falar só a verdade, mas de uma maneira simples, que as pessoas consigam compreender. Porque as pessoas também já já estão cansadas de muita historinha, de muita mentira. As pessoas estão sedenta para de fato entender as coisas. Então vamos lá. Por que o mercado classifica a coloração oxidativa em permanente e demipermanente? Para diferenciar coloração detonalizante? Somente para diferenciar coloração detonalizante, certo? Tem problema isso daí? Não, não tem problema, tá? Desde que você não cria uma ilusão da maneira que ela é colocada, que o tonalizante ele é não é permanente. A partir do momento que você faz um tonalizante no cabelo, eu peguei um cabelo natural, coloquei um tonalizante, pode ser com oxidante de 10 volumes, eu coloquei uma cor nesse cabelo. Aí eu não faço mais nada. Passou um ano, ele tá lá ainda ou ele volta natural? Ele tá lá. Então ele é permanente. Você concorda comigo? Então ele é permanente. Esse é o primeiro ponto, tá? E nós vamos aprofundando nisso daí.

Para eu entrar nesse assunto, para que a gente, para que vocês consigam levar essa informação com muita autoridade, eu preciso entender um pouco. Quem participou do TTT vai lembrar que eu falei bastante sobre isso, mas agora eu vou trazer a informação dentro de um contexto, tá? Então, olha só, precursores e acopadores da coloração e tonalizante são diferentes. Você que veio da vela, o que que você aprendeu? O corante que tem um tonalizante é o mesmo que tem na coloração? Nas atuais colorações eles identificam como diferentes. Diferentes. E aí? Essa é uma resposta muito importante pra gente, para nós começarmos a desconstruir essa narrativa, para nós começarmos quebrar a objeção do que nós vamos fazer posteriormente. É que aqui você já sabe porque que nós falamos, mas a pessoa que tá ali, você só tá entregando conhecimento para ela. Essa é a percepção dela. Você não tá preparando todo um terreno, você tá entregando conhecimento. Polêmico em partes. Sim, ele choca um pouquinho com senso comum, né? Mas chama atenção. Vocês também sabem que gatilhos, pontos que chamam atenção, que são levemente polêmicas, as pessoas não ficam dormindo, porque ele já foi em 10 cursos que as pessoas falaram sempre a mesma coisa. Ele chega ali, o cara fala um negócio diferente, ele já até em direita na cadeira assim para nem se for para te desafiar, mas ele arruma até a postura dele ali. Então isso é é estratégico. São diferentes não, pessoal, não são diferente.

Olha só, vamos lá. Eu mostrei para vocês isso daqui da outra vez, lembra? Sim. esse material ali, depois a gente vai fazer ele melhor, mas isso daqui vai estar na mão de vocês, não isso, aquilo. Por quê? Isso daqui nenhuma empresa, nenhuma marca vai falar sobre isso. Ninguém vai falar sobre isso. É sempre contada aquela história muito de ilusão, aquela coisa, né? Então nós vamos começar já gerar um impacto de algo pesado. Pá, Maria, mas é o treinamento de um dia, né? Tem que ser uma coisa calma. Vocês vão ver que é simples. Nós vamos gastar pouco tempo para fazer isso. São coisas impactantes, marcantes, que vai mudar a visão das pessoas. E eu tenho certeza que nós vamos passar a ser mais respeitados ainda, porque nós estamos levando informação de verdade, tá?

O que que eu preciso que vocês entendam dessa cartela? Existe essa essa cartela, ela é de uma marca de um fornecedor de corante. No Brasil nós temos dois grandes fornecedores que eles trabalham dentro do da mesma referência de peso molecular. Ou seja, as cores que se eu se eu na minha fábrica faltou algum corante dessa marca da teluca, eu posso pegar a mesma referência da outra que eu ela dá para usar. Aí existe outros corantes, né, que são os mesmos químicas, é os mesmos produtos, mas que ela dá alguma variávelzinha de cor, tá? Mas entenda, o corante é o mesmo, a química, os nomes são os mesmos. Você vai pegar os nomes ali, são exatamente todos os mesmos. Então, se eu uso uma teluca, não dá para mim pegar dessas duas. Então, o que que acaba? Como tem essas duas que se falta uma tem outra, 98% das empresas trabalha com ou com uma ou com outra, porque você tem uma segurança, se faltar, você tem a onde recorrer. Mas independente que seja outra, o que nós temos aqui são os corantes que existem. Além disso daqui que vocês estão vendo fora do Brasil tem mais alguns dessa própria marca tem que não é trazido para cá. Mas por quê? Custo corante é muito caro, gente. Então assim, como o custo aqui fica muito alto, as as indústrias não conseguem colocar alguns corantes nas nas formulações porque encareceria demais as formulações e ficaria inviável. Ela não vai conseguir competir com a concorrência. Então, a única que diferença aqui é que tem alguns corantes. Se eu quiser, eu tenho que importar. Tá bom? Só que não existe dois tipos de corante. É isso ou é isso? Fez sentido para você? Aonde que eu quero chegar com vocês?

Vamos lá. Eu vou agora fazer uma coloração, né? Uma coloração, coloração convencional, né? De hidroxid de amônio que seja qualquer uma. Então, vou fazer uma determinada cor. Aonde eu vou buscar os corantes? aqui. E para fazer um marrom, um 77, você entende que já existe um caminho que é mais ou menos quase o mesmo caminho de todo mundo. Ah, tem diferença, tem, porque 1 mm para cá, 1 mm para lá, ele já muda alguma coisa. Então, por isso que uma marca ela tem um ela você pode fazer com os mesmos jogos ali, você pode fazer 10 referências da diferente de nuances de revelação, mais intensa, menos intensa, um pouco mais avermelhada ou menos, mas é daqui que sai, é o corante. Ah, eu vou fazer um tonalizante, vou fazer um um tubo de tonalizante, uma cor de tonalizante. Quais são os aqui? Então, qual que é a resposta? Os corantes que é usado na coloração e no tonalizante, agora você sabe, são iguais, são os mesmos ou são diferentes?

E você confia em mim? Sim. E se eu tiver mentindo? A vou continuar mentindo. Brincando. Não, mas é isso. Na verdade, já mentiu 20 anos. É, já mentiu por 20 anos. É, qual que é a grande vantagem de você falar algo que é uma verdade? Porque se a pessoa for buscar a informação de verdade, ela vai encontrar gente. Hoje tá acessível. Hoje tá muito mais acessível, tá? Então assim, eh, e isso vai te gerando o quê? Credibilidade. Isso vai nos trazendo e gerando credibilidade.

Mas eu disse que a toda a coloração oxidativa ela é permanente. Foi o primeiro conceito que nós nós falamos, né? Eu falei para explicar isso, eu mostrei que o corante que é usado no tonalizante e na coloração, ele é o mesmo. Mas então, qual a diferença da coloração e do tonalizante, gente? O tipo de alcalinizante e a porcentagem deles. Por que que eu coloquei o tipo de tonalizante e a porcentagem deles? Porque olha que loucura, ok? Qual que é o alcalinizante do tonalizante? Qual que é? Monoetano. Lamina? Tá? Vocês vão ouvir alguém falar assim: "Olha, é etanolamina". Ou às vezes você vai pegar o o tubo, a caixinha, pode estar escrito etanolamina ou pode estar escrito monoetanolamina. Todo mundo aqui sabe qual que é a diferença de monoetanolamina para etanolamina? Quem não sabe levanta a mão, por favor.

Vamos lá. Não. Ótimo, gente. É isso daí. Estamos aqui para reforçar e para aprender. Olha só, falamos, mas vamos reforçar, tá? Etanolamina é o nome da família, entende? Quando eu falo assim, olha, eu uso etanolamina, isso quer dizer que pode ser monoeta, pode ser trieta, dieta, qualquer um da família. Então não é errado você falar, mas se você quer ser mais preciso, cirúrgico e específico, ah, mas qual etanolamina que se usa para um tonalizante ou para coloração? Monoetanolamina, porque das etanolaminas ela é a mais poderosa, ela é que entrega a melhor performance no sentido de alcalinidade. Outras é usado às vezes para equalizar um pH de um shampoo de um outro produto, tá? Mas a você não consegue fazer um tonalizante, uma coloração com ela. Você vai ter que colocar uma quantidade absurda. Ainda não vai alcançar o nível de alcalinidade que que é necessário. Então assim, a primeira diferença é isso, é o tipo de alcalinizante e a porcentagem deles.

Agora, olha que loucura. Se eu for pelo termo que eu tenho coloração permanente e eu tenho DM permanente, aí eu falo que a DM permanente. Aí eu tenho que criar uma narrativa. Porque eu vou falar que a DM permanente é porque ela usa uma química diferente e ela usa um corantes diferentes. Diretas indiretos. Isso, isso é o o tonalizante hoje tem pigmento direto? Não. Quando você espreme ele lá, que cor que é a o creminho dele? Branco. Então ele não tem pigmento direto. O pigmento direto pode estar na coloração. Por exemplo, às vezes eu vou fazer um mix vermelho, não tem alguns mix que ele é branco também, ele não tem pigmento direto. Tem outros que você esprem, a massa já sai vermelha, é que ele tem o oxidativo mais alguns pigmentos direto para dar o quê? São ácidos direto para dar um reforço, para dar uma intensidade. Mas esses pigmentos diretos você pode ver que ele perde mais rápido algumas lavagens, mas o oxidativo fica lá. Agora, olha a questão da congruência aqui e a gente começa a fechar o se falo do alcalinizante que é usado no tonalizante, ele é mais suave, mas eu uso mesmo para coloração sem amônia.

E aí? Aí eu faço outra pergunta que nem tem no slide. Ah, a monoetanolamina que é usada no tonalizante é uma e que é usado na coloração seamônea. Ela é diferente, ela é especial. É a mesma porcentagem. Não é a mesma. O que muda é a. Porcentagem. OK. Até aqui todo mundo conseguiu acompanhar. Tranquilo, tá? Só para fechar a diferença do tonalizante e da coloração, ela sendo com amônia ou sem amônia, mesmo que ela seja ali, se for a, se eu for falar a diferença para com amônia, eu vou falar as duas coisas. É que o alcalinizante é diferente e ela tem o quê? Ela tem uma quantidade de corante menor de dos pigmentos e eh menor. Você pode mexer nessa quantidade no tonalizante na proporção quando ela tá desconcentrada um para dois, tá um pouquinho menor ali. E você trabalha o quê? Diferente quando você trabalha o tonalizante, oxidação mais baixa. Então essas são as diferenças, tá? Então você tem uma diferença no final de resultado por algumas ações que elas são elaboradas. E nós vamos entender isso ao decorrer da nossa fala.

Para entendermos isso, eu tenho que mostrar um fio de cabelo, tá? Eu só quero que vocês, sempre que eu mostro essa figura, porque eu gosto muito dela. Quem eu uso ela já deve fazer uns 20 anos, né, né, Lu? A única coisa que eu acho péssima nela é o é o tamanho que eles colocaram da cutícula aqui, porque não é real, porque assim, o tamanho da cutícula proporcional ao tamanho da massa total, ela ela é em torno de 10 a 15%. Então, digamos que a cutícula ela seria mais ou menos isso daqui, ó. Certo. Hã, ela tá um pouquinho exagerada, né? Mas é um cabelo bem resistente. É, mas aí é tem que ser muito negócio, né? Mas é é só isso. Mas ele ele me dá uma visão para eu conseguir explicar o que eu quero. Eh, assim, muito fácil pra gente quebrar toda essa essa essa coisa do tonalizante, do que nós vamos apresentar, a gente vai nessa sequência. Primeiro, a gente vai desmistificando alguns sensos comuns, algumas coisas que são já pregadas no mercado e aí as pessoas vão ficar com a cabeça borbulhando. Nossa, mas é tipo, ninguém sabe aonde você quer chegar, mas você vai desconstruindo no até agora, qual que é o sentimento de vocês que estão sentados aí? Seu sentimento assim, Israel, você tá ouvindo eu falar e eu tô dando uma sequência. você está fazendo um curso comigo, que que você, qual que é a sua, seu sentimento assim?

Ah, para mim é sempre de abertura do conhecimento. Mais alguém, algum cabeleireiro? Que cabeleireiro sempre pensa diferente, mas vamos lá. Se eu fosse, se eu tivesse no curso, né, com a informação que eu tinha até lá, esse cara veio aqui que é um moldato. Boa, muito bom. Quer inventar a roda de novo. Curiosidade. Boa. Mais alguma coisa? Não. Eu sinto não. Cada um de vocês vai começar a responder uma coisa. E sabe o que que é louco? Tudo isso que tá sendo respondida é real. Porque alguém vai ter esse sentimento, outros vão ter esse, outros vão ficar enlouquecidos. Sim. Mas é, fica tranquilo. Eu só fiz esse questionamento para vocês para falar assim, ó. Fique em paz. Várias. Porque vai ter uma sequência. Então, a gente vai dando a sequência. Se alguém quiser debater naquele momento, acho que todo mundo aqui tá preparado para ter esse jogo de cintura, né? Eh, de não confrontar a pessoa, não querer provar cientificamente, não, eu sou dono da verdade, né? Eh, leva a pessoa fala: "Não, vamos continuar". Depois no final você pode, né, trazer a tua visão a se você concorda ou não, porque não sou dono da verdade, né? A gente vai mostrando alguns fatos, algumas coisas que são científicas, mas a ciência também pode estar errada, né? É boa, né? Você não joga para você, joga pra ciência, né? A ciência também erra. Então assim, né? Nós somos dono da verdade.

Então, veja bem, quando eu entro com essa imagem aqui, eu quero que vocês e eu vou dar uma aula para vocês aqui com essa imagem. Eh, eu já dei essa aula de várias maneiras, mas eu acho que hoje eu estou mais maduro. O conhecimento que eu tenho hoje, eh, ele me deu uma condição de o conhecimento, não só técnico, tá? Eu falo conhecimento total, assim, de pegar muita informação e enxugar ela ao ponto que ela fica objetiva, sabe? Aquela coisa mais objetiva, que é uma coisa que eu sempre tive muita dificuldade. E e olha que interessante, eu fiz 50 anos agora em setembro. Fala que depois que a pessoa vai ficando velha, só vai piorando e não muda, né? E não é verdade. Ó, eu tô melhorando. Eu tô melhorando, tô mais tranquilo, mais calmo, né? Não estou falando mais palavrão, porque eu falava muito palavrão. A gente tem que evoluir, né, Fabiana? É.

Aí, então assim, olha só, quando você vai falar de um fio de cabelo e vocês vão ministrar cursos, preste muita atenção que eu vou falar para vocês. Aí você começa falando o quê? Principalmente essa mensagem minha, é pro mocinho ali, ó, de Santa Catarina, tá? Presta muita atenção que essa é uma direta para você. Olha lá, quando você pega um fio de cabelo e você vai dar um curso de coloração, o que que eu fiz a minha vida inteira? O que que eu tenho certeza que vocês fazem? Eu tenho muita vontade de fazer. Você vai peg falar de um fio de cabelo, você vai começar a falar da cutícula, você vai falar do córtex, aí você vai começar a falar da macrofibilas, protofribilas, das Aí você vai entrando nisso tudo. É legal, né? Conhecimento. Porque quando você começa a estudar isso e você começa a ter todo este conhecimento, você tem uma o quê? Uma vontade de passar isso para as pessoas. Preste atenção no que eu vou falar para vocês. O curso Multicolor Fusion é do quê? De cor. Para você fazer uma cor, você precisa entender as macrofribilas, protofribilas, as ligações sisticas. Você precisa entender não. Então, entendam uma coisa, eu não quero que vocês façam isso. Quando vocês projetarem o cabelo, eu quero que vocês falem do cabelo que é pertinente à coloração. Quando você for dar um treinamento de alisamento, você não vai falar o que você vai falar aqui agora. Pode ser que alguma coisinha você aproveite. Você vai usar todo aí você vai aprofundar. Você tá mexendo na estrutura, mudança de ligações. Como que você vai falar sobre isso se você não explicar como é o fio de cabelo por dentro? Tem como? Fica uma coisa muito vaga, mas nós temos que ter sabedoria e inteligência para separar aquilo que é fundamental, aquilo que realmente é relevante para aquele assunto. Por gente, olha só, Lu, quando a gente traz muita informação, a capacidade das pessoas de absorver, ela é limitada. Então, se a gente, nós não tivermos essa consciência, que eu demorei muito para aprender isso, de resumir e simplificar a informação o qual ela converse somente no contexto, sem você ir além, maior absorção vai ter das coisas que precisa ter. Realmente importa. Que realmente importa. Então é isso que nós precisamos, simplicidade com autoridade, entende? Não, com autoridade. É o que eu tô fazendo aqui. Vamos falar com autoridade. Vamos mostrar. Vamos falar de corante. Então, vamos mostrar o que que é um corante. Vocês podem aprofundar se vocês quiserem depois. Os nomes são loucos para falar, né? Você tem que até ler porque eh eh eh os precursores, os nomes são todos difíceis, mas as pessoas não têm essas informação, eles não têm noção disso. Tem gente que acha ainda que coloração é pega o pigmento amarelo e põe dentro lá um conte que é só, né? Então assim, é muito fantasiosa, mas ok, não vamos perder o foco.

Como a coloração e o tonalizante agem no fio de cabelo? Pessoal, o fio de cabelo nós temos o quê? Vamos falar das duas partes que realmente importa para uma coloração, cutícula e córtex. Para uma coloração ela poder atuar no fio de cabelo, ela precisa atravessar aqui, ó, entrar, travessar essa parte cuticular, chegar nesse córtex. ir achando brechas e entrando e entrando e entrando para que o processo todo seja elaborado. Conseguem visualizar isso? Não. Sim. Tá. No processo da coloração, quais são os protagonistas ali? Alcalinizantes, que pode ser aqui o hidróxido de amônio ou a monoetanolamina, né? Pode ser o silicato de sódio, que é um alcalinizante, por exemplo, que é usado no pó descolorante. Não, não. Os alcalinizantes usados para coloração são hidróxo de amônio e monoetanolamina. OK? Simples. Ponto. Nós temos os corantes e nós temos daí que é colocado na mistura, senão não vira o processo da coloração. O oxidante. Quando eu faço essa mistura, o que que eu preciso entender? O que cada um faz no processo de coloração? Vamos reforçar isso. Eu sei que muitos de vocês estão cansados até de ouvir isso, mas vamos reforçar e colocar dentro da nossa visão raciocínio de caminhar.

Qual que é o papel do alcalinizante, Rafael? Expandir a fibra, abrir atalhos, fissuras, para que esse essa oxidação consiga entrar, penetrar e fazer o seu trabalho. OK? Então assim, essa é uma das funções do alcalinizante. Qual que é a outra? Tem outra. Vocês lembram? Alguém lembra da segunda? Não. O alcalinizante. Galera, vocês são London, hein? Ó. E gente tem que saber. Vocês vão ter que saber porque eu vou deixar vocês afiadíssimo. Não. Na formação. Não, mas você tem a resposta exata, eu não vou perder muito tempo. Qual que é a segunda coisa que é o papel do alcalinizante? Liberar o. Oxigênio. Lembraram? Lembrar. Puxa vida, como eu não lembrei disso? Eu sei que vocês sabem, muitos de vocês, porque a hora que eu falei vocês já lembraram, mas é, eu sei que é assim, alguém perguntando assim é difícil eu no lugar de vocês. Não, não é. É complicado, mas é isso daí. Mas vamos então, então, qual que é o papel do alcalinizante? Primeiro. Segundo. Liberar. Perfeito. Todo mundo afiado. Ótimo.

Você tá ansiosa? E que ansi calma o teu coração, Lunora. Você tá muito ansiosa. Assim assim não. Tem que fazer igual a Fábio. Tem que ir por doseopática. Calma. Tudo ao seu tempo. Lu, vou te dar um coral. Quando nós falamos dos corantes, nós já temos, né, a uma visão clara, não precisa florar muito, né, que é ele que vai se formar e vai criar aquela cor, aquele filtro de cor. O oxidante, qual que é o papel do oxidante? Vocês lembram, não? Então assim, o alcalinizante ele libera o oxidante e o oxidante faz o quê? Duas coisas também. Vamos lembrar. Melanina, fragmenta melanina. Perfeito. Parabéns para vocês. É isso daí, gente. Ó, vamos lá, todo mundo. O papel do oxidante no processo da coloração é o quê? Primeiro. Fragmentar a melanina. E segundo, gente, o que mais? Formar o pigmento é o oxidante que oxide faz a junção da formação da cor. Então ele é responsável o oxidante por fragmentar a melanina e por formar a cor, tá? É o oxigênio que faz isso. Então, por isso que se você pegar o tubo da coloração e você espremer ela aqui, ela só dela tá em contato com oxigênio, ela não começa a oxidar e formar a cor. Não tem uma quantidade extrema aqui, mas tem o oxigênio vai atacar, ela vai oxidar, ela vai se destruir. Então o oxidante ele tem esse poder, tá? Então essa é a função dela.

Eu vou avançar e aí a gente eu vou voltar no cabelo porque a visão do cabelo aqui ela é extremamente importante. E aí depois aí chega na na ansiedade da Lu, senão a Lu não vai dormir essa noite. Ela não vai deixar nem eu dormir, né? Eh, isso daqui é uma informação que ela parece irrelevante, mas ela me dá algumas respostas, tá? O desenho não tá aquela coisa, né? Já tá maravilhoso porque, né? A Débora, cadê a Débora? Ah, láb é a Débora fez milagre aqui pra gente conseguir fazer algumas coisas ali. Eles não vão enxergar porque é outra realidade que eu explico pontinhos, né? É. É porque é diferente do que tem a transmissão da. Isso. Tá, mas vamos lá. É, é só para vocês entenderem. Não. Beleza, pessoal. A evolução da coloração. É muito importante fazer isso. Eu, como um senhor jovem, senhor, né, comecei cedo na profissão, eu vivi, tive a oportunidade de viver as três gerações. Quando eu comecei na profissão, com 17 anos, ainda os primeiras colorações que eu usei de Shkoff e de eh biocolor líquida, né? Ela biocolor líquida. É, depois eu fui pra shortcop. Eh, elas estavam na primeira geração. Molécula de cor grande. Molécula de cor grande. Mas lá tava todas, tá? L'oral, vela. É que eu não tinha acesso a essas marcas na época. Então assim, elas estavam nessa primeira geração, só que eu já peguei a transição, sabe? Foi questão de de poucos anos já começou a shortar coffe já veio reformulando a eu lembro como fosse hoje quando eles lançaram a reformulação e veio aquela coloração muito mais suave, com menos cheiro. Depois foi vindo outras marcas, eh, e eu passei pelas e essa segunda geração, ela não durou muitos anos porque foi um processo evolutivo. Houve uma transição, houve a segunda geração. Eu lembro que quando a Alfa Parf chegou no Brasil, eh, ela já chegou na transição praticamente da terceira geração. Oi. Né? Que eles eles eles falavam que era os os micropigmentos cristalizados, né? É, então assim, já era uma tecnologia, porque os nomes que vão se inventando, gente, é de cada marca, é só para fazer o marketing mesmo. Na verdade, é a tecnologia do fornecedor de corante lá. Então não é que uma marca tem uma tecnologia especial, isso faz parte, tá? Cada um vai falar: "É história que tem que todo mundo conta, que tem que ser contada, né? Mas aí, na verdade, quando se evolui uma química, evolui o acesso é para todos, né?" Então foi, mas Mário, eh, tá, qual o sentido disso, né? Eh, por que que você tá colocando isso? A primeira geração, só para ficar claro, os corantes, as químicas dele, quando ele se ele na antes de formar, a molécula já era maior e depois que formava, ela ficava gigante. A segunda já conseguiram diminuir isso, então ela já era um pouco menor, quando formava ainda ficava grande. E a terceira geração hoje ela é muito muito muito menor do que a primeira, do que a segunda. E quando ela se forma, ela cresce, mas mesmo assim não tem comparação do que que era antes. Resultados diferentes dos produtos, né?

Agora vamos voltar para cá. Quando nós estávamos na primeira geração, a porcentagem de hidróxo de amônio que você tinha que ter numa coloração era surreal. Cozinhava o couro da cabeça. Eu lembro, eu eu lembro como se fosse hoje eu aplicando biocolor líquida, aquela coisa linda, escorrendo pelo pescoço, manchando toda a roupa da cliente e ela com a toalha no nariz, porque o cheiro da coloração era tão forte, tão forte, que queimava as narinas. Alguém é dessa época aqui, não? Ou é tudo um bebezinho? Você lembra disso, Carmen? Lembro. Era muito forte, pessoal. Se você pegasse um tubo de coloração e você cheirasse, você desmaiava. Você desmaiava era líquida. A própria vela. Tudo a mesma coisa. Tudo a mesma coisa.

Então, olha só o que que isso significa. Por que que ela tinha tanto alcalinizante? Porque para entrar aquele pigmento enorme dentro da fibra do cabelo, ela tinha que fazer um estrago absurdo para colocar lá. Por que que a as os você pega aquelas senhorinhas dessa época, agora já mudou, mas quando você falava para ela usar um Ox de 40, ela quase tinha um treco, porque só se usava o X de 20 volumes. Porque isso? Porque o o alcalinizante ele já era tão forte, tão forte, tão forte que, cara, era uma explosão já em cima do 20 volume, porque o que que libera o oxigênio? O alcalinizante. Quanto mais poderoso o alcalinizante, maior liberação, mais liberação, mais rápida, mais potente, mais explosiva ela é. Certo? Agora, olha só, quanto mais forte o alcalinizante, mais profundo ele vai, ou seja, ele vai expandir e abrir brecha mais profunda nesse cabelo. Quanto mais profundo ele abre, mais ele dá acesso para que o oxidante quebre a melanina e para que se formem corantes ali dentro. As colorações antigas, ela danificava, então coloração antigamente realmente judiava, danificava o cabelo. E quando você precisava tirar ela do cabelo, cara, era mais fácil você fazer divisão de bem num divórcio, não é, gente? O negócio era, ela ela parava no vermelho e eu já fiquei assim, olha, 12 horas descolorindo um cabelo. Vocês t noção o que que é isso? Decapando um cabelo, né? Uhum. Isso. Cara. É muito. Bem pouco assim, não. Mas assim, quando você precisava realmente tirar, você, a gente tinha noção, mas assim, a pessoa queria e era assim. E eu não tô falando descolorir para um loiro, não, gente. Eu tô falando você chegar no alaranjado para você conseguir fazer uma cor, porque a pessoa queria sair do preto, entendeu? Não, de um tom escuro de castanho. Então assim, as coisas vieram mudando.

Quando nós chegamos na segunda geração, isso já ficou mais suave, ou seja, agressividade menor, um pouco mais de facilidade de você retirar o pigmento, porém a profundidade que atacava um pouco menor. Aí nós estamos na última geração, certo, da coloração. A última geração, pigmentos extremamente menores. Hoje a quantidade de alcalinizante que você usa numa coloração é baixíssima comparada com o passado. Baixíssima. Você faz uma coloração e se a cliente voltar no outro dia, você quiser retirar, você fazer uma mecha em cima, você faz com uma maior facilidade um pó descolorante com oxidante de cinco volumes. Vocês clareiam? Não clareia não? O pessoal passou um quatro, você não consegue pegar um X de cinco volumes com pó, aplicar lá e ele não vai abrir para um sete ali, para um para um tom, se você quiser um mel. Então isso é uma grande evolução. Olha o que a tecnologia nos trouxe de possibilidades de transformar, de criar. Então, antigamente o profissional ele era um aplicador e um retirador de cor. Ou ele aplicava ou ele sofria descolorindo. Hoje o profissional ele pode ser um artista, ele pode ser um criador, porque a tecnologia, porque cientista, porque pessoas que trabalham criando nos trouxeram essa oportunidade, evoluiu a nossa matéria-pra que são os produtos. Então, hoje nós estamos vivendo uma era muito boa, realmente, que se tivermos um pouco de conhecimento, a gente consegue fazer muita coisa. Até sem conhecimento, gente, as pessoas conseguem fazer, você imagina com conhecimento, né? As pessoas sem conhecimento em casa hoje faz coisa que antigamente nem o cabeleireiro conseguia. Concordam comigo ou não? Pode toda essa evolução, essa suavidade que acontece agora, facilidade em relação da transformação do pigmento. Então, como do pigmento isso proporcionou tudo isso, né? Proporcionou tudo isso. Se não tivesse tido essa evolução, eh, ia ter que manter um nível de alcalinidade muito grande. Eh, tendo toda essa visão, tudo isso que nós estamos colocando, o que que.

Fazer só uma pergunta também que acho interessante quando você fala no curso, é, é real, você falou no passado, tá, que são duas ou três empresas no mundo que produz pigmento. Isso é uma realidade. E ela produz para todas as marcas. Nenhuma marca tem uma empresa de. Não, calma aí. É a fábrica é hoje é tudo na China, tá? Só existe um país que aceita fazer corante. Hoje é só a China, não existe mais nos Estados Unidos, na Europa, em lugar nenhum, tá, gente? Então assim, ah, mas esse corante a marca dele é americana, não, ele é feito na China e levado para Por quê? Porque fazer pigmento é muito contaminante, contamina muito a água, o solo, tudo. E todos os países geraram a proibição. Então assim, não sei se vocês gostam de chinês, mas agradeço a China, porque se a China não fizesse os corantes, vocês não teriam mais cor, tá? Então assim, os que gostam de orar aí, orem pelos chineses, tá? Porque para que eles continuem fazendo os corantes lá, porque assim, é o único país no mundo hoje que produz. É, aí você tem as marcas do corante, mas que produz praticamente naquelas mesmas indústrias lá, tá, né? É. É.

Mas pode ter um corante, por exemplo, eh, para uma marca específica e não liberarem para outra. É, não é assim, ó. Olha só, o, é, alguns especialistas, até o último curso que eu fiz, a gente falou muito sobre isso. Eh, a chance daqui pra frente de surgir novos corantes é 100 vezes menor do que de ser tirado os que tem. Entenderam? Uhum. Não, eu não, eu não tenho esse conhecimento todo para afirmar isso. Isso é o que eu ouvi, um especialista, um doutor num assunto de um treinamento que eu fiz dizendo. Então, tô só repetindo o que ele falou. E faz sentido. Eu acredito que se ele tá falando, acredito que sim, né? Que não se não é que é assim, é eles não não vê, eles não já chegou num limite assim, eles não vê muito e aí tá a a questão do meio ambiente da coisa tá tão mais controlado que eles não vê muita possibilidade de surgir algumas coisas. E aí respondendo à pergunta da Fábio, o que que acontece? Ainda existe algumas patentes em que está em vigência, né? Existe algumas marcas que ainda tem algumas patentes, então tem sim. Por exemplo, L'oral ainda tem vela, se eu não me engano, Keun tem alguma coisa exclusivo só deles. Sim, que é feito na China tudo, mas ninguém pode fazer. É, é que é assim, foi desenvolvido, foi desenvolvido por alguém da marca, entendeu? Ou alguém desenvolveu e vendeu exclusividade para eles, mas eles patentearam. Só que patente dura 20 anos. Então vai chegar mais um tempo, ninguém vai ter privilégio mais. Eu vou dar um exemplo aqui, né, que a gente internamente a gente pode estar falando isso, tá? Esse vídeo aqui não é para cabeleireira, é só para educadoras. Então, internamente a gente pode comentar essas coisas. Mas quem é um pouco das antigas vai lembrar que logo no no quando começou assim a febre dos vermelhos ali, a a vela era a única marca, não era patente, mas ela foi ela ela fez um acordo, então ela foi a primeira que ficou com alguns anos. Alguns anos ela fez um acordo, é de uso durante alguns anos. Eu não sei se foi uns se ou 10 anos, quase 10 anos pode ser. Não foi uma patente, mas ela ela ela pagava muito dinheiro para ter exclusividade. Eh, essa informação que eu tô falando também assim, é a informação que que me passaram. Se é exatamente desse jeito também, eu também não sei. Mas assim, mas eu sei que a vela teve isso durante esses 10 anos e a todo mundo falava assim: "Não, vermelho é só vela. Vermelho é vela". E era era gente, por quê? Porque as outros cor e assim e aí eu mostrei para vocês, né? Sabe qual que era o corante? Eu vou ligar nossa mágica. É. Ó, era esse daqui, ó. Ó, era um precursor WP5, exatamente esse daqui, ó, que dá esses vermelhos aqui. Tá vendo, ó? O que tinha antes, até tinha alguma coisa, ó, mas ele não dava a intensidade do vermelho vermelho. Então, algo que era lá exclusivo lá naquele período, hoje todo mundo tem acesso. Então isso naturalmente ainda existe. Algumas patentes, sim, mas elas em questão de tempo todo mundo vai estar de igual para igual. Aí é só realmente você que dá esse resultado. É. Cruz, credo. Apaga isso, Fabiane.

Então, olha só, pessoal, eh, tendo essa visão da evolução, que não se não precisa gastar muito tempo com isso, mas eu quero que vocês tenham esse entendimento, esse conhecimento, aonde eu quero que vocês se apeguem, tá? Eu quero que vocês se apeguem no processo, na cabecinha de vocês, vocês terem, como sabe aquela coisa que é de criança, que você vai contando a narrativa, ele vai criando a a imagem e o desenhinho na cabeça deles. Eu quero que vocês eh criem isso na cabeça de vocês. O alcalinizante ele vai gerar uma expansão na fibra, tá? Ele vai liberar o oxigênio. Esse oxigênio vai ajudar, ele vai atuar tanto na quebra, no desligamento, rompimento das ligações do do da melanina, do pigmento, né, e na formação dos corantes, tá? Então isso daqui tem que tá muito claro na cabeça de vocês, porque daí é você começa a formatar aquilo dali.

Agora, pessoal, olha só algo muito importante aqui. O que que eu preciso entender? Se eu Existe diferença de uma coloração para outra de marca? Sim, sim. Muitas diferenças, porque a a existem nes maneiras de você usar os precursores equador para fazer uma cor. Já começo por as cores. Pode ser diferente. Pode ter diferença na porcentagem do alcalinizante. Vamos falar o hidróxido de amônia. Os hidróxidos de amô pode ter diferença de uma marca para outra. Sim. Sim. Às vezes todo mundo segue mais ou menos um padrão, mas vamos dizer que um determinada marca, ela quer ter um poder maior de clareamento. O que que ela vai ter que fazer? Usar um pouquinho mais de alcalinizante. Então ela vai ser uma coloração um pouquinho mais forte, você vai ver que ela vai ter um cheiro um pouco mais forte, tá? Outra que é uma coloração mais suave, ela vai usar menos alcalinizante.

Quando eu trabalho o alcalinizante na fibra do cabelo, ele atravessa aqui o processo, já a mistura da coloração, o alcalinizante vai preparando e ela vai penetrando. Vamos imaginar, todo mundo tá vendo a bolinha vermelha lá, aqui tá o centro do cabelo. Vamos imaginar que o alcalinizante veio, veio, veio, veio. Ele veio abrindo até aqui, ó. Se ele abriu até aqui, o que que vai acontecer nesse pedaço aqui, ó? Aqui nessa parte vai ser quebrado as melaninas. Aqui abriu fissuras, né? Que vai ser atacado os pigmentos naturais. Vai nesses próprios espaços que se formaram, vai começar a formar, se encontrar os aclopadores e precursores, se formar, crescer ali dentro e ficar ali. Tá? Mas me responda uma coisa. E aqui, ó, aonde ele.

Não chegou, ele não. Ele não abriu. O que que aconteceu aqui?

Permanece a cor, ou não? Não, eu acho que permanece. Não foi mexido.

Permanece a melanina. Por isso, então, se eu entrar com uma outra coloração depois, com com o mais alto, tem aquela alteração, tem essa falsa proteção de colareia que clareou um pouquinho. Boa, Patrick. Muito bem. Olha que bonitinho. Uma belezinha esse menino. Que orgulho de você.

Mãe, senão, se você aplica um 10 num cabelo com 40 volumes, um cabelo cinco, você só chegou no oito. Coloração não clareia coloração. Não. O hidróxido de amônio com oxigênio, ele não consegue quebrar o pigmento artificial. Você precisa de outra química, que daí são os persufatos.

Até aí tudo bem. Mas se você usou um 10, é, não, não é sobre o pigmento que você tá trabalhando. Você ainda tá trabalhando sobre resto de cor de melanina. Então, quando você reaplica a coloração, você coloca um Tris Zero, um reforçador de clareamento ou a mesma cor mais clara, com mais oxidante, você continua clareando esse cabelo. Na prática é assim mesmo.

É isso. Tudo que vocês falarem, ou tudo que alguém falar para vocês, ou que eu, pode ser eu, ou qualquer pessoa falar para vocês, sempre faça essa pergunta. Na prática, eu já vi isso. Isso é real na prática, porque se você faz sentido, tá? Senão, fica com o pé atrás. Pode ser que aquilo seja uma história, né, para te convencer de alguma coisa.

Então, assim, e nós temos essa, esse benefício que nós temos contato com isso no dia a dia. Então, a gente vai tendo muitas experiências, né? Você aprofundar. Quando eu pego uma coloração que eu aprofundo mais e eu trabalho mais na melanina, mais eu vou mais profundo. Quais são as vantagens? Raciocinem comigo.

Oi, idade. Eu aprofundei mais. Eu consegui mais alcalinizante. Eu consegui mais profundo. Eu consegui preparar melhor essa fibra e transformar melhor a melanina. Vamos lá. Duas situações. Primeiro, se eu usei uma coloração com mais alcalinizante, eu tenho, posso considerar algumas vantagens. Vamos lá.

A, olhando em primeira mão, você vai quebrar mais cor natural, ou seja, você vai ter menos interferência da cor natural, porque você vai mais profundo e a cor que você vai colocar, você vai ter uma sensação de maior clareamento e maior revelação.

Então, vou te dar um exemplo. Eu, eu, eu peguei uma coloração marrom, apliquei num cabelo quatro, um exemplo, um marrom que ela era bem alcalina. Esse marrom vai ficar como marrom. Você não vai ter dúvida que ele é marrom. Essa é, teoricamente, o ponto positivo. Qual que é o ponto negativo? Mais quente, né? O desbotamento dele. Quanto mais você trabalhar a melanina profundidade, mais feio é desbotar, gente. Oxidar o corante. Entenda uma coisa, toda a coloração vai oxidar.

Toda a coloração vai oxidar. Só que quando você vai até um ponto, e nós, e vocês vão ver que loucura isso que eu tô fazendo com vocês. Eu já tô até empolgado assim. Quando você vai até um ponto, sobra melanina lá dentro. Quando esse pigmento oxida, aquela melanina fria que tá lá no fundo, ela não deixa aquela cor pá explodida, quente, alaranjada, feia.

Ela desbota para um marrom, para um dourado, que dá uma cor que ainda é bonita. Entenderam, não? Não representa tanto o desbotamento. Ela maquia isso, porque você foi até um ponto, você preservou lá e você colocou bastante pigmento. Ficou a cor aqui. Conforme desbotou, ela não vai ter a vibração que ela tinha antes, ela não vai ter, mas não é uma coisa que a pessoa fica assim: "Ai, meu Deus, meu cabelo tá horrível. Olha que cor medonha."

Sim, Rafael. Ô, mesmo ia comentar, ia perguntar o porquê isso acontece, porque é muito visível assim. Tá no salão, trabalha com trâns também, né? A primeira que, tipo assim, a quantidade de alcalinizante é visível que é muito grande, o cheiro é muito forte, realmente. E o desbotamento, cara, é incrível. É 15 dias assim, o cabelo fica numa cor horrível. É horrível. Não sei se mais alguém. Mas o desbotamento é muito grande em relação.

Você entendeu por que é? Eu tenho certeza, Rafael, que em alguma situação essa condição da coloração da trans vai ser positiva. Você concorda comigo ou não? Ou vocês entenderam o que eu falei?

Não. Sim. Sim. Em determinada circunstância, como eu falei, ah, a intenção naquele momento era ter uma maior explosão, vibração. Você concorda comigo que naquele momento essa condição dela é positiva? Por isso que tem algumas cores deles que todo mundo fala: "Ah, essa é a cor que". É, eu tenho percebido as aberturas de fundo para eles estão sendo mais benefícios, entendeu? Eles estão conseguindo vibrar mais a abertura. A vibração da cor, né?

Sim, é mais claro. Eh, no caso, só com aparência, quando a gente faz a descoloração e a gente não eh prejudica tanto o fio, eh essa revelação de pô também fica mais bonito, né? Eu vou chegar lá, não é? É, eu eh fica, calma o teu coração que a gente vai é pega as gotinhas da Lu que a gente é só para mim não perder. Eu não posso perder uma sequência, senão eu vou lá na frente e volto e vocês vão vão ficar louco.

É, eu quero muito que vocês entendam isso, tá? A importância do alcalinizante, tá? Eu vou adiantar uma coisa para vocês. Tudo isso que eu tô falando é para chegar num ponto aonde eu vou mostrar para vocês que hoje nós não temos a quarta geração de corante, mas nós temos a quarta geração de coloração, que é Multicolor Fusion. E nós vamos chegar nisso. Nós estamos na frente. Eu vou chegar lá porque por isso que eu preciso contar muito bem essa história. Eu preciso fazer entender muito que não é uma história, é o que é realmente, né? Porque para quebrar as objeções, o senso comum, realmente, tá?

Tão gostando? Sim. Ótimo. E se não tiver também não precisa falar. Obrigado. Então assim, pessoal, esse não existe certo ou errado, o melhor ou pior. Existe o certo ou errado para determinado resultado. Melhor ou pior para determinado resultado que eu quero. Então, o segredo de tudo é você ter essa visão aberta, sem apego, e analisar como um todo o que traz mais benefícios, menos tudo.

Entenda uma coisa, olha só, ouça para mim aqui, olha para mim, olha só. Tudo, tudo é muito difícil você ter. É, tu tem o bônus e o out. Tem. Você tem que fazer escolhas. É, não tem como ter. Não tem como ter tudo isso em qualquer coisa, numa coloração, num pó descolorante. Então, assim, você tem que decidir o que é mais importante para você e qual vai ser a narrativa que você vai contar em cima daquilo que você decidiu. Você tem que, esse é, é a grande sacada.

Qual que é a diferença da London para outras marcas? Eu não quero falar jamais de outras marcas. Eu não tô falando de grandes marcas como Vela, L'Oreal, que nós somos um bebê do lado deles. Eles têm grandes laboratórios, pessoas com um nível de competência. Mas vamos falar de algumas colorações nacionais. Pessoas que decidem, não sabem nada de coloração, gente. Eles só vão lá na indústria e fala assim: "Ah, me apresenta aí o que que você tem para mim. Ah, eu tenho essa, essa, essas cores aqui." Ah, então eu vou lá e lanço. E aí o marketing trabalha, faz todo um trabalho e dá tudo certo, né? Né? Às vezes tem sucesso, às vezes até mais do que a gente por enquanto.

Mas, eh, nós temos uma, uma vantagem. Eu tava falando hoje de manhã com Israel, até outro assunto, mas sobre você construir uma casa, um alicerce, né, com fazer um comparativo, analogia com a empresa. Às vezes tem caminhos que você toma, e eu percebo que é um pouco o caminho que eu tomei, que eu gosto, que eu tô nele, que às vezes por um período parece que é meio, tá mais difícil, mas você vê outras pessoas que não têm conhecimento, que não tá nem aí com qualidade do produto, bá explodindo e vendendo horrores e ganhando dinheiro. E não vou mentir para vocês que a gente não fica balançado. Você, eu não vou mentir que a gente não se questiona, fala: "Cara, será que eu tô no caminho certo ou eu tô sendo um bobo, né, digamos assim, um, né, um inocente, né?"

Mas depois a gente acalma o coração e fala: "Não, cara, eu acredito nisso." Porque quando você, quanto mais você afunda o seu alicerce, você trabalha essa estrutura eh sólida, sabendo por que você está fazendo, eu acredito que a potência e a resistência para você aguentar esse prédio no futuro muito mais alto, ela é muito mais segura e muito maior. Então, às vezes, essa base ela é construída de forma muito vulnerável ali. E aí, pá, aparece muito rápido, mas depois você percebe, cadê? Desapareceu. Então, às vezes é melhor a gente ir, mesmo com a dificuldade um pouco mais lento, mas a gente vai realmente com muita solidez, né? Com e muita estrutura. E eu procuro fazer isso dentro da London, tá? Em todos os sentidos. Passei esse tempo todo fazendo nessa transformação em todos os produtos e agora eu estou fazendo na coloração.

Então, assim, eh, em primeira mão assim para vocês, né? Eh, nós estamos trabalhando o futuro da Multicolor Fusion. A partir do meio do ano que vem, nós vamos ter uma grande eh evolução. Então, assim, e nós vamos impactar o mercado. E por que que eu tô aqui com vocês hoje? Eu tô fazendo esse trabalho porque eu preciso que até lá vocês estejam muito bem preparados, vocês estejam afiadíssimos, com a faca no dente mesmo, porque vai causar, gente. Nós vamos causar, se Deus quiser, a gente vai conseguir.

Então, vamos lá, pessoal. Olha só, tendo esse conhecimento, tendo essa visão, a gente nós conseguimos eh entender e e e compreender no processo da coloração em qualquer circunstâncias quais são as vantagens e desvantagem. Vou colocar um exemplo do que já passamos ali. Vamos falar não de marca em si, mas no contexto. Quando você faz a mesma cor da coloração com amônia e você faz da coloração sem amônia, você percebe de é a mesma cor? Você percebe diferença em uma em outra?

Sim. Qual que é a diferença? Explosão de corona. Agora vocês entendem porquê? Sim. É mais profundo. Porque ela elimina mais a interferência. Isso é bom ou é ruim?

Depende. Bom por um lado, ruim por outro. Um vermelho cereja. E para nós começarmos a quebrar algum senso comum, eu quero trabalhar isso muito forte em você, porque eh com a evolução que nós vamos trazer, a gente vai mudar totalmente o conceito assim da multicolor fug. Ela vem de um formato muito diferente, tá? Muito mais simples, muito mais encantador. Então é essas toda essa isso daqui a gente vai continuar usando, mas vai ser muito mais leve, muito mais simples. Essa objeção com o formato que eu quero trazer, ela não só no formato em si, ela já não vai existir muito mais, porque vai ser algo, as pessoas vão olhar em vez de. Em vez, é, em vez delas olharem, essa é eu eu tô fazendo, a gente tá fazendo para isso, né? Elas olharem e falarem assim: "Ah, mas é um improviso". Não, elas vão falar, não é uma tecnologia, é um é um sistema diferente, entendeu? Não é uma mistura. Então, assim, muita coisa vai mudar, mas nós temos que caminhar até o ano que vem.

Sim. E nós temos que continuar crescendo. As franquias têm coloração lá, nós não podemos perder o foco. Então, nós temos que baixar a cabeça e fazer o que tem que ser feito hoje. E hoje é isso que nós precisamos fazer. Depois, quando tiver para chegar essa nova, essa evolução, a gente vai dar outro treinamento. Vão mudar algumas falas, mudar algum direcionamento, mas durante esse período, esse ano, é em cima disso, nós vamos trabalhar e trabalhar com força, certo, Maurício? Tem que vender a coloração, né?

Então, olha só, eh, quando nós temos esse entendimento e a gente e e eu vou e volto depois, a gente consegue ter essa visão. Eu quero trazer um negócio muito, muito eh ih, aqui lascou. Vou botar um computador de para eles. Vamos lá. A a imagem aqui ela não ajuda, gente. Então, vamos lá. Oi? Manda no grupo. Muito bem. Tá ótimo. Isso. Perfeito. Obrigado, Débora. É, ainda bem que tem uma japonesa inteligente na sala para raciocinar rápido. Não, japonesa quando banheiro.

Vocês querem dar uma uma pausinha? Vamos lá. É, vão me falando, gente, que eu sou meio emocionado, eu não paro. Então, vamos dar uma pausa aí, a gente volta já sem perder a com a imagem. Isso. Não deixa desligar o microfone aqui ficar jogando o outro também, o do Vini. Tro Pessoal, microfone tá ligado. É um dele, o outro. Ah, eu sei. Eu falei para ela. Eu fiz contato com ela.

Pessoal, vamos lá. Olha só, eh, a gente começa a chegar agora no ponto aonde eu vou, nós vamos começar a montar o quebra-cabeça, tá? E agora o negócio começa a ficar bem interessante. Hã, ali é só só a introdução. É só é só é só para quebrar os o É tudo é importante. As melaninas, as melaninas. Eu tava pronto ali para te questionar, mas daí eu já vi ali a explicação que tu tava dando, já me acalmei. Alguém mais quer gtinho?

Então, olha só, pessoal, eh, algo que eu quero mudar, nós vamos já começar a partir do próximo curso que vocês forem dar. Eu já queria que vocês, gostaria que vocês já fizessem dessa maneira. Cabe vocês dois aqui semana que vem. É, sabe aquele aquela forma que nós explicamos coloração com aquele fundo de clareamento? Ah, o cinco fica vermelho, o seis alaranjado, sabe isso daí? Não. Hã? O que tá na cartela? O que tá na cartela? Sim. Vamos deletar foi real, tá? Vamos excluir isso daí. Vamos começar a trabalhar dentro de uma visão mais real. E e eu vou trazer uma forma diferente para vocês, eh, para vocês já conseguirem assim de forma e eh lúdica, mais real na mente, assim, já conseguir enxergar a neutralização, todo esse processo, tá? Mundo de coloração, né?

Isso é o que que eu quero que vocês eh comecem a entender hoje. Fundo de descolorante é um, tá? Isso daqui, ó, que a gente fez na coloração, eu quero fazer algo parecido também para o descolorante, né? Que também não é aquilo lá vermelho, não é? É mais quente, mais agressivo. Quando eu falo que o fundo do descolorante ele é mais a cor mais explodida do que essa, uma cor mais quente, mais, né? Eh, por que que ela é, gente, diante de tudo que a gente falou agora de manhã? Porque a explosão é muito maior na fragmentação da melan. Porque o nível de alcalinidade, o a o o grau de oxidação que tem no descolorante é muito maior, tá certo? Certo.

Então, olha só, quando nós vamos falar de coloração, o que que eu preciso ter um entendimento? Quantos aqui usam, já usaram? O famoso conhecido que todas as marcas têm, Tris Zero, reforçador de clareamento. Todo mundo conhece, né? Alguma vez na vida você já usou ele? Alguém já usou ele para fazer mecha, morena, iluminada, para abrir o fundo de clareamento? Tá? Então, eu tô tô falando isso porque eu vou fazer vocês usarem a experiência. Isso vocês vão fazer com o cabeleireiro, porque eu tenho certeza que 70% dos cabeleiros já pegaram aquilo lá para fazer um pelo menos uma puro ali para fazer uma mecha moreno iluminado. Então, a hora que vocês falarem isso que eu vou falar, a mente deles vai falar assim: "Cora, eu entendi". Aí você leva um cabelinho no curso e mostra lá na hora da prática a parte aí. Aí é com vocês.

Então, olha só, quando você pega um cabelo quatro, um exemplo, e você pega um Tris Zero ali com oxidante de 20 volumes e você aplica esse cabelo quatro, aquelexidante e você vai controlando ali no tempo. A hora chega no ponto, você começa a ver, não começa, ah, chegou num cinco, né? Chegou num seis. Vocês conseguem fazer isso? Não, todo mundo aqui tem condição de fazer isso, Rafa. Beleza, né? Então, tá. Então, você pega o Tris Zero ali, foi, foi com o X ali, chegou no seis, vai lá e enxagou ele. Sabe aquela cor que tá lá, o seis naquele cabelo? Aquilo lá é o fundo que a coloração abre para colorir. Gente, vocês entenderam ou não?

Sim. Hã, só que sem o pigmento. Sim. A o é a preparação é aquilo lá, porque a coloração ela tem a mesma coisa que tem. Qual que é a diferença de uma coloração 10 para um Tris Zero? Vocês sabem, não? Porcentagem do alcalinizante. Porcentagem do alcalinizante. E a 10 tem corante. A Tris Zero não. Ela é uma coloração, gente, um pouquinho mais alcalina, entendeu? Sem corante, sem pigmento, sem corante.

Quando você faz esse exercício, você já, cara, começa simplificar as coisas, porque senão você vira, né? Tem que ser psicopata. Aí você tem que ser uma lunora da vida para você fazer aqueles cálculos mais maluco lá e chegar no resultado que no final ela consegue criar toda uma história na cabeça dela que ela chega no resultado, né? Só que o tudo que ela cria ali é só pra gente louco, né? Brincadeira. E é o que eu fiz a vida inteira. É que a gente que é daquela época, Lu, a gente tá brincando, mas na da época das antigas e era era que a gente tinha de informação. Então a gente fala, não deve ser porque o vermelho a gente precisa do azul que tá no cinza, aí a gente neutraliza o verde, né, que tem um pouco do verde que vai neutralizar o vermelho, o alaranjado. E aí a gente consegue dar essa coragem.

Algumas pessoas nunca a vida inteira não entendem. É, a gente conseguia fazer, a gente sempre fez, né, Lu? A gente fez isso a vida inteira. Mas eu quero mostrar para vocês uma forma totalmente diferente de vocês enxergar isso. Lembra que eu falei para você que você ia ficar, você ia curtir bastante? Porque na verdade assim, para chegar nesse entendimento do jeito que era feito, gente, você tem que você tem aí você tem que fazer aqueles cursos de colorimetria de quatro meses, gente. Sabe aquelas coisas assim que você fica ali, aquelas aquelas loucura, é muita loucura, né? E aí eu quero falar uma coisa para vocês, Fabiano. É tão simples, cara, tão simples que você vai ficar com raiva de você mesmo depois. Foi o meu sentimento. Porque eu falei, cara, é coisa que eu sei. Por que que a gente fica apegado à coisa antiga, sabe? É, é um apego, cara. Parece que a gente a gente tem medo do novo, a gente tem medo de abrir a visão, a mente, tá, para isso, para é para essa ess ess essa conceito.

E assim, e tem um um momento, eu até as meninas sabem disso porque eu, né, que tá no grupo, a gente montou esse curso, não era nada disso que era o curso, nada disso. Era outros slides, era outra coisa e e eu com um monte de outras coisas da marca para resolver e e a gente ajudando elas tecnicamente, a gente montando e montando. Não que não tava bom, tava ótimo, tava até mais bonito do que tá aqui, mas, né, foi, tinha sido muito mais bem feito, né, Débora? As imagens tudo, né? Aqui a Débora me salvou aqui de última hora e a gente conseguiu aqui, ó, fazer isso daqui. Que dia, Débora? Domingo. E acabou ontem. Por que que eu tô falando isso para vocês? Porque quando a gente montou aquele curso, faz tempo que eu não dou curso, né? Assim, um curso seguir dando uma sequência. Eu só trago informações mais científica, coisa e tal. Quando eu peguei aqui lá, eu tentei, eu tenho que fazer isso, eu tenho que olhar para algo, eu tenho que me imaginar, acho que todo mundo aqui é assim, né? Você tem que se imaginar dando aquele curso, aquele conteúdo tem que tá dentro de uma sequência na Eu não conseguia desenrolar com aquilo. Daí eu já comecei a ficar desesperado e eu tinha outras coisas para fazer. E aí quando tava já no já no final de semana que passou, resolvi os outros problemas, ah, eu comecei a pensar naquilo, pensar naquilo, acordei 3 horas da manhã e aí eu comecei dar o curso e montar esse curso na minha cabeça. Aí a minha mente fez, aí eu tava já de manhã, já falei: "Gente, ó o seguinte, cancela tudo esse negócio, eu vou mudar tudo, eu não vou dar esse curso". Aí acho que o pessoal chega a dar até um desespero assim, né? Como assim, né? Que loucura essa na última hora, né? Não, tive uns insights aqui e tal e e eu fiquei bem feliz. Por isso que eu vim tão motivado assim, porque realmente eu tô passando algo que para mim foi uma revelação, né? E eu quero que rapidamente vocês tenham essa revelação e passe isso adiante, tá?

Então, assim, eh, primeira coisa, fundo de clareamento que nós vamos usar como é isso daqui, talvez não seja exatamente esse. Nós vamos agora procurar talvez profissional que consiga fazer até melhor, embora eu vou falar para você, a Débora que fez isso daqui, ela detonou no negócio, arrasou. Eh, mas depois a gente vai discutir ainda, mas é isso, é tipo isso, tá? Então, voltando, eh, eu quero que vocês usem esse esse exemplo que eu dei, porque quando você fala do Tris Zero, você pega uma mechinha lá e mostra para eles, não vai fazer todo sentido.

Vai. Porque vamos supor que você abre num seis, quando você pega aquela tabela, o seis é o quê? Vermelho alaranjado, certo? Aí você vai abrir e vai mostrar para eles e vai falar assim: "Eh, que cor que vocês estão vendo aqui? Que cor será que eles vão ver lá? Ah, um dourado acobreado, mais ou menos. A cada cabelo vai ser de um jeito, gente. Certo? E aí vocês vão clarear a mente deles, falar: "Gente, isso daqui que vocês estão vendo, esse fundo que abriu, é exatamente como abre quando você tá fazendo a coloração." Só que na coloração ele vai abrindo e já vai formando o pigmento e vai criando uma cor. Então, o resultado da cor que nós enxergamos quando fazemos uma coloração, ela é o quê? A cor aplicada somada.

De que maneira? Isso nós falamos, isso só que quando nós falamos somada, e você usou muito bem, porque é a forma que nós nos expressamos, fica um pouco em aberto na mente das pessoas, porque a sensação que tá é o quê? Que ah, eu coloquei, juntou as duas cores, entendeu? Não, a profusão das duas cores, ela me entregou isso, certo, Lu? Sim.

Agora, olha só, pessoal, eu vou eu vou navegar um pouco assim, talvez isso que eu vou fazer com vocês aqui, eh, talvez não, com certeza tem que ser aperfeiçoado, tá? Depois a gente vai praticando e aperfeiçoando a maneira. Eu, eu depois vou pegar esse treinamento, vamos montar e a gente vai, então, a talvez a ordem que for, eu vou navegar um pouquinho, mas depois a gente aperfeiçoa. Todo mundo conhece isso daqui, né? Sim. Isso daqui vende na internet lá. É quando você aplica aqui, issoqui que a gente usa na fábrica para ver a cor da coloração, ela não tem, ela não dá interferência. Então, quando eu pego a coloração lá e aplico aqui, eu tenho basicamente a cor real ali, tá? Essa cor real que tem, que fica aqui, ela é a cor, ela é a cor que é colocada realmente lá no cabelo, não é a cor que você vê. Mas é a cor que tá lá.

Então, eu quero que vocês agora entendam uma coisa. Quando eu vou trabalhar e eu eu quero neutralizar, eu tenho um cabelo quatro, tá? Eu vou neutralizar. Aquele fundo que eu vou abrir, o que que eu tenho que pensar? Porque é outra coisa. Ah, eu tenho que pensar no quatro ou eu tenho que pensar na onde eu vou chegar? Eu tenho que pensar aonde eu vou chegar, Mário, mas vai mudar dependendo de onde sair, tá?

Olha só, quando nós falamos de cabelo, agora eu volto lá atrás. Que é uma coisa que eu deveria ter falado aqui e não falei, mas volto agora eu falo, eu vou lembrando e vou falando. Quando nós vamos fazer essa essa essa visão do cabelo, lembra que eu comecei falando isso, falei: "Pessoal, não adianta vocês ficarem falando de microfibrilas, prodofibras, depois eu acabei pulando." Tem duas coisas que são importantíssimas vocês falarem sobre cabelo, que é essas duas coisas que vai fazer toda a diferença no resultado. Quais são elas? Diâmetro do fio e cor natural. Diâmetro do fio e cor natural. Fora isso, falem para mim alguma outra coisa que vai interferir na coloração. Pens. Não, não. Calma aí, gente. Aí é coisa artificial que foi colocada. Estão falando coisas do cabelo, né? Do cabelo. Não, não tá certo. Mas vamos lá. Porosidade, desgaste do. Toda hora assim, né? Rafael falou porosidade, desgaste do fio é relevante em determinada situação. Pode até ser, mas você concorda comigo que ela é quase terceária lá na frente? Por quê? Geralmente quando você tá falando de uma coloração num cabelo natural que você tá fazendo uma transformação de cor, primeira coisa que nós temos que lembrar geralmente é raiz. Então, vamos vamos primeiro, nós estamos falando de fundo, né? Não estamos falando de cabelo que já foi aberto, OK? Então, eh, e as duas informações, depois a gente vai agregar algumas coisas em cada local, em cada momento, mas eh as duas coisas principais que nós temos que observar quando nós vamos fazer uma análise, um diagnóstico para aplicar um retoque de raiz, uma coloração, é a o diâmetro do fio e a cor natural. Por quê? Isso interfere em tudo. O cabelo é extremamente grosso. Até que profundidade esse alcalinizante vai conseguir a preparar essa fibra para o que você vai colocar transformar? Porque quanto mais grosso, mais difícil vai ser, porque ele vai até um ponto e vai sobrar ainda muita influência da melanina. E aí ele vai ter que trabalhar muito ah o pigmento que é o cabelo que é muito escuro. Lembram aquele estudo que eu mostrei para vocês no TTT, que é um dos últimos estudos que mostra eh que os pigmentos castanhos ali, né? É, ele é variável e os pigmentos quentes que tem no fio natural é mais ou menos linear. Lembram disso? Daquele gráfico que eu mostrei para vocês? Não. Da eumelanina, feomelanina. Vocês lembram? Não. Igual. É. E o que que hoje alguns estudos indicam os mais atuais? Que o que determina muito a cor do cabelo, o tom do cabelo, não a cor, né? O tom do cabelo é a quantidade da melanina castanha. Então, assim, uma quantidade, não é a a a variedade, não. Ela traz a feomelanina, não, ela tem mais eumelanina, não, ela é meio linear, é uma só vai alternando, a não ser quando o cabelo é ruivo, como eu mostrei naquele gráfico.

Então, olha só. A diferença, se nós analisarmos dentro desse raciocínio, a diferença de um cabelo cinco para um cabelo sete dentro desse raciocínio seria o quê? A quantidade de melanina. Quanto mais melanina você tem, mais escuro ele vai ser. E na hora de você clarear, o que que vai acontecer? Maior dificuldade e maior residual. Porque o que dá essa cor indefinida é a o desligamento, o rompimento, são fragmentos. Porque o que que o que que dá cor? É a luz. A luz que revela a cor. Então, quando você eh tem muita melanina ali, você vai ter um residual e você vai ter uma dificuldade muito maior para você conseguir trabalhar. Então, por isso que quando eu junto o cabelo grosso com a questão da cor, ela me, eu tenho que ter clareza no que eu vou chegar, clareza para saber o que que eu vou usar para neutralizar e até que nível realmente de tom que eu chego, tá? Porque muitas vezes o que que acontece? Nós saímos de um cinco e falamos: "Ah, eu vou chegar no oito". Só que aquele cabelo não dá condição para isso lá. O fundo do clareamento dele lá, ó, não é um oito. Às vezes ele tá num 7,5. Então ainda traz e ali e aí assim esse fundo que vocês estão vendo aí que tá no celular de vocês, quer dizer que todo o cabelo é esse fundo? Não, gente, esse fundo é diferente de cabelo para cabelo. Vai ter cabelo que ele, esse, esse seis vai ser esse marrom mais acobreado até com com um efeito que você fala: "Nossa, parece que tá meio avermelhadinho até". Vai ter outro que vai tá menos quente. Então, assim, se você quisesse algo realmente, tá, para para fazer o negócio já preciso, você ia ter que pegar, fazer um teste igual, sabe qual você faz? Mecha, pegar ali, ei, fazer um teste na melanina, ver como que ela abre. Aí você olhar, falar assim: "Ah, agora eu já sei qual que é o que é uma coisa que eu vou ensinar para vocês, qual que é o filtro que eu vou usar para neutralizar isso daqui."

Eh, voltando ali um pouquinho diâmetro, o da picologia se fala que o diâmetro é definido pela quantidade de camada cuticular. Se mantém isso ou não? Não, não. A, o diâmetro do fio ele é um conjunto, tá? A, o córtex também ele vai ter uma, ele pode ter uma massa maior. Sim, sim. Que é o mais importante dela o corte. Da tricologia. Da tricologia dos fe deatina aproximadamente. E aí o que definia o diâmetro era a quantidade de camadas cuticulares. Não, não só isso. É, é um conjunto de massa. É que assim, a camada cuticular, por ela ser uma, ela tem uma solidez maior, quando você pega um cabelo grosso, é óbvio, você tem um cabelo fino, ele tem eh seis, ele tem 10% da massa, por exemplo. Aí você pega um cabelo grosso, ele tem 15% da massa, ou seja, ele tem um exemplo assim, 10 camadas de cutícula. A camada de cutícula, ela tem uma estrutura eh muito mais rígida, muito mais sólida, embora ela tenha o espaçamento para ela conseguir, depende de muitos fatores. Aí entra o que você tinha falado, o desgaste dessa de dessa estrutura eh de semic do fio, tá? Mas não é só só a camada cuticular, até porque que que nós temos no entendimento? A o mecanismo da cutícula, ele foi preparado para ele ser permeado. O córtex não, Rafael, entendeu? Não. A maior dificuldade nossa não é ultrapassar a cutícula, é o córtex, porque ele não penetra assim, ó. Ele vai ter que também ir buscando os espaços que vão se abrindo, entendeu? Então, assim, logicamente você vai ter no final um conjunto dos dois. A cutícula muito bem estruturada também vai atrasar isso daí, vai chegar esse alcalinizante muito menos profundo também. É uma coisa natural. Ela é a proteção. Sim, ela ela tá ali para isso. Exatamente. Ela é a proteção. Ela tá ali para para atrapalhar mesmo. É a função dela, tá? Mas a estrutura do fio ali e ela ela ela é proporcional. É que a cutícula ela ela ela tem uma carga, ela pula muito mais alto, sabe? Assim, proporcionalmente com o cabelo grosso ele ele já é muito mais visível. Não, ela tem muito mais, entendeu? O córtex já é uma um pouco menos, mas também você vai ter uma expansão de massa como todo, tá? Então, assim, é as duas coisas, gente, é o diâmetro do fio e a quantidade. É isso que vai atrapalhar a nossa vida na coloração, tá? Essas são informações importantes que você já tem que começar lá quando você mostra o cabelo, eh, colocar. E aí nós vamos trazendo regras, né, que depois adiante ali na coloração é você vai colocando no momento propício, porque tem coisas que eh não necessariamente você precisa seguir um passo a passo. Vai ter no administração de curso, vocês sabem bem disso, que vai surgindo oportunidades, você vai, é, então assim, por exemplo, tem coisas que você não pode deixar de falar. Qual? Uma delas, gente, quando nós falamos de clareamento, nós estamos falando da onde? A 2 cm da raiz. A partir dali, a rigidez dessa estrutura da fibra, ela é muito maior. Então, assim, a força do alcalinizante, da coloração orotonalizante para fazer uma penetração, ela é muito menor. Então, assim, ela vai muito menos profundo e aí vai sobrar muito mais cabelo que não foi trabalhado. Então, eu não vou conseguir revelar praticamente quase nada da cor que eu coloquei. De raiz para. É, exatamente. Então, são coisas que a gente as pessoas já estão, mas a gente tem que sempre colocar porque, né? É. Então, assim, quando a gente precisa fazer esse trabalho, nós já vamos precisar fazer um trabalho do quê? De uma limpeza. Que daí foi até que ela falou: "Ah, o descolorante, a gente vai chegar nisso". Na hora que nós tivermos, vamos colocando ali já na hora da prática situações, né? Eh, para que a gente possa explorar isso daí.

Tendo essa visão pessoal do fundo de clareamento, que ele vai ser muito dentro disso daí, o que que eu tenho que entender? Olha só, eu tenho que apresentar quais são as nuances que eu tenho, que a marca tem, quais são as cores que eu tenho para intensificar ou para neutralizar. E aí você vai apresentar, ó, na Londra a gente tem o um que nós é o cinza, é o nós temos o violeta, nós temos e o três que é o dourado, nós temos o quatro que é o cobre, o cinco mogno, vermelho, o sete marrom. Nós usamos o número 13 para identificar o mate. Ah, mas é o cinza e o dourado não é o mate. Nós identificamos o 13. É o 21 nós, é o pérola, né? É o 31, o bege, o M99, o M89, tá? Ele é um pérola mais intensificado com uma base mais alta. Então, essas são as nuances que nós temos. Isso vocês já apresentam, vocês já trabalham isso daí de forma super tranquila.

O que que eu quero que vocês fechem? Aonde eu quero que vocês fechem de uma forma mais simples, tá? Eh, o raciocínio, a cor que eu vou escolher para o resultado final, eu tenho que pensar nela como um filtro, que eu abri o fundo, o fundo tá ali, certo, Lu? Tá aqui, ó. Vamos lá. Aí tá no celular de vocês, né? Aqui não vai, aqui não vai aparecer. O fundo tá ali no celular de vocês, tá parecendo quente. Eu tenho esse nível de aquecimento, esse nível de calor. Que que eu vou usar para neutralizar esse calor que eu estou enxergando? Ah, eu vou usar o azul. Vocês vão usar azul, gente? Alguma coisa azul? Não. O que que você tem para usar? Vamos lá. Seja, vamos simplificar. Eu tenho cinza, cinza, eu tenho mate, eu tenho pérola, eu tenho violeta. Tem mais alguma coisa, Lu, para neutralizar? E eu tenho os naturais, certo? Certo. Então, eu tenho isso. Então, você não tem verde, não tem azul, você não tem nada, você tem isso. O que que você faz, cara? Pega esse cabelo aqui e coloca um um cinza aqui, um 71 aqui ou um 61 nesse cabelo, ele vai dar uma cor. O que que você tem que imaginar? Você tem que imaginar que se o você colocou um 61 aqui, então você enxerga um 61, você olha aquele seis que tá avermelhado, que você tem que imaginar, você vai colocar esse pigmento, esse pigmento vai ser como se ele fosse um filtro. Não é que ele vai tá, ele vai est pelo meio, mas ele vai ser como se fosse um filtro aonde sabe quando você pega uma lâmina alaranjada e você pega outra lâmina e você bate na luz e você já tem uma terceira cor? Sim. Não é muito diferente disso. Por isso que cada cabelo, por mais que você use a mesma neutralização, um pouco da intensidade muda tudo. E quando você tem uma uma noção dentro das das coisas que eu coloquei de um cabelo mais grosso, que um cabelo mais grosso vai trazer mais calor, mais pigmento ou mais escuro, vai est mais avermelhado, dá para você, mesmo que você não faça o teste, pega o Tris Zero e você coloca, dá para você ter uma noção do quanto vai ser aquela força. Ah, e aí o que que eu uso? O que que você precisa saber para usar, Lu? Eu preciso saber que se eu tenho um fundo muito quente, revelando um avermelhado, o que que eu uso aqui? Não. O que que eu uso aqui, Lu? O mate. Então, eu vou falar que eu vou usar o verde. Não, nós vamos falar que nós vamos usar o mate. Ah, o mate é o quê? Esverdeado. Ah, você sabe exatamente como vai ficar. Exatamente. Não, você tem uma noção porque você vai fazendo e você vai ganhando o olho. Ah, mas é só o mate. Se eu usar o cinza em cima desse mesma coisa, eu vou neutralizar também. Vai. Vou neutralizar também. Menos. Depende do. Depende das pessoas. Por isso que a gente pode juntar os dois. Isso daí. Porque olha só, de repente a Lu observou, fez uma análise naquele cabelo, Lu, e você falou assim: "Cah, esse cabelo aqui, eu acho que vai dar um fundo puxando um pouco pro avermelhadinho, pro cobre, aquele cobre mais quente, avermelhadinho. Eu vou entrar com mate hoje nesse cabelo. Um exemplo, tá? Vamos se simplificar assim. E a Lu vai e faz o cabelo. Aí você finalizou o cabelo, você a Lu olhou e falou assim: "Não, ficou bom, mas faltou". Mas eu achei que ficou muito frio, não ficou um apagado. Aí da outra vez ela anota lá na ficha da cliente. Coloração. É isso, gente. É isso. Experimentação. É isso. Na real. É evolução. Aí você, ela ela analisa, só que ela tem que entender quais são as ferramentas que ela tem para de filtro para trabalhar e o que cada ferramenta dessa entrega. Então, às vezes ela olha e fala assim: "Ah, eu vou colocar um pouquinho do cinza aqui, vou misturar os dois porque eu acho que vai trazer menos alguma coisa que ela tá enxergando, entende?" Não. Sim. Ah, mas é porque estava o mate. Você concorda comigo? Se você misturar o mate com cinza, independente da proporção que você tá fazendo, é uma terceira cor, já não é nem mate, nem cinza, mais é uma terceira cor. Então, é um mais um filtro que você trouxe para neutralizar aquele fundo. Olha o tanto de possibilidade. Então você não tem só natural, cinza, mate para neutralizar. Cara, você tem um monte de coisa. Aí a Lu vai lá e ela olhou um cabelo e ela julgou, falou assim: "Olha, esse cabelo eu vou abrir no sete. Eu acho que ele vai dar um um dourado assim, levemente acobreado. Vou usar um cinza aqui que eu vou ter uma". Ela ela gosta de uma cor.

Fria, tal, e ela usa um cinza. Aí ela olha pra cor e fala assim: "Cá, esse filtro ficou muito apagado? Sabe, muito apagado. Apagou, esfriou, mas eu não gostei da vibração da cor."

Aí a Lu fala assim: "Ai, o que que eu podia fazer aqui? Será que se eu colocasse um pouquinho de violeta, Lu, o que que acontece? Será se eu colocar um pouquinho do violeta no cinza? Dá uma aquecida na cor, dá uma intensidade, dá uma intensidade, não dá uma naturalidade? Porque vermelho, né? Esquece do vermelho. É porque é o violeta. Porque, por mais que eu aqui, você colocou várias coisas para chegar lá, você tem que pensar na última cor. A gente não pode a isso daqui a gente... revelação da cor, a revelação da cor porque é ela já tá pronto ali, entendeu ou não? Então assim, tudo é experiência. Vocês como educadores, pois não, pergunta essas festas brancas que a gente faz, a gente faz muito like, dar aquela cor e fica estranho porque tu bota ali. Esse é o filtro que a gente achava estranho mostrar pro cliente. Não, esse é o filtro. Esse é o filtro. E a palavra melhor que neutralização seria filtro mesmo."

"Sim."

"Não, as duas coisas."

"No caso, não chega nem uma. Na verdade, é uma... por exemplo, é uma falha na mesma altura do mato. Não sei se entra agora, mas vamos supor que eu quero uma neutralização menor, porque quando você neutraliza na mesma r... e eu quero uma vibrância, mas não misturando a cor. Aí, por exemplo, se é um sete, uso oito."

"Uhum. Tá, entendi. Agora..."

"Entendeu?"

"Tá. Ó, olha o questionamento da Lu. Eu vou usar, tá? Olha lá. Mesma coisa, Lu. Não muda nada. Olha só. Isso é a mesma coisa. Olha só, a Lu falou o seguinte: 'Ah, ela ela ela ela vai trabalhar um sete ali. Ela sabe que o fundo vai chegar no sete, porque você sabe até na onde vai chegar o teu fundo.'"

"Mas ela ela quer neutralizar, mas ela não quer neutralizar tanto. Ela quer usar um pouco do fundo. Aí ela vai usar o quê? Na altura do oito com a nuance."

"Sim."

"O quê? Ela perguntou, mas daí o que que é que nós estamos falando na mesma altura de tom? É a mesma coisa. Qual que é a diferença? A intensidade, vamos falar de cinza, a intensidade de poder de ser frio do 71 e do 81. Qual que é a diferença do 71 pro 81?"

"A profundidade da cor. É a força da cor. Então o oito é mais desconcentrado. A base dele, a cor final dele, ela é mais suave. Então você vai ter um filtro mais suave. Quanto mais suave é o filtro, mais interferência é o fundo. Aí, ah, vamos falar o contrário."

"Ah, esse cabelo eu vou abrir o 7, mas esse cabelo puxa muito porque... Então, em vez de usar o 71, eu vou usar o 61."

"Vai escurecer, tudo bem. Mas o filtro não é maior, não vai escurecer, mas vai dar um aspecto de muita naturalidade."

"Tá, faz sentido para vocês?"

"Sim."

"Não começa a ficar mais simples o entendimento."

"Sim, sim."

"Não, eu achei fantástico esse negócio dos filtros, porque o que que a gente... o que que a gente explicava pro cliente, que era o fundo de clareamento somado com a cor que a gente tava escolhendo para neutralizar, que formaria uma terceira cor. A questão dos filtros fica tudo mais fácil."

"Posso perguntar agora?"

"Tem que ser para ter..."

"Não, pode perguntar. Passou efeito para depois."

"Passou efeito."

"Eu sei que aqui nós estamos falando tudo natural sem química."

"Uhum."

"Mas o abençoado do filtro quando é queimado que é tipo..."

"É a mesma coisa, Lu."

"O quê? Olha só, ó. Coloca uma coisa na sua cabeça, Lu. Ó, ó. Eu eu vou responder simples para você, ó. O resultado final vai ser o resultado do fundo com o filtro que você tá colocando. O filtro vai ser sempre o mesmo, não é? O que que vai mudar?"

"Um fundo. Você pega um cabelo que tá queimado por progressiva, ele tem dificuldade de transferir a luz. O filtro que você vai colocar vai ficar um filtro mais apagado, mais... fosco, entendeu? E ele não não é que não revela a cor, não é que ele revela lá, mas ele não eh... ele não tem o mesmo. É porque a transparência, o que que é um filtro? É a transparência. Se a fibra tá queimada, por mais que você colocou ali, o que que predomina? O que tá mais quente."

"Uhum."

"Entendeu, Lu? Porque assim, ó, o efeito da cor aqui fora, ele é revelado através da luz pela transparência da cutícula da fibra do cabelo. Concorda comigo? Quando você tem uma fibra queimada, como... eu tenho três cores agora, não é isso? Ó, eu tenho o fundo, eu tenho mais a cor da fibra, que deve ser uma cor amarelada e mais a cor que eu coloquei."

"Então, por isso que quando soma com... eu faço, né? Eu faço a soma quando eu faço da progressiva, eu sei que não vai revelar a cor, eu já acrescento como se eu tivesse colocando em cima do amarelo para poder dar uma refletida. Por isso que os violetas tá mais certo."

"Parabéns, Lu. Você lembra que eu falei para você que você chega em resultado com um raciocínio muito complexo, mas o final você chega porque você testou, não é? Porque você, na verdade, eu vou ser bem sincero para você, você primeiro chega no resultado e depois você encontra uma resposta para ele. Essa é a verdade, tá, gente? Não é porque eu raciocinei, não, não. Você testou, é o que eu faço, é o que todo mundo faz. A gente testa, a gente acha o resultado. Aí a gente precisa de explicação para tudo. Aí você começa a inventar as explicação e tá lindo, não tá tudo bem, Lu, entendeu? Não, tá lindo."

"A nossa, é, a nossa discussão aqui é só o seguinte, vamos simplificar."

"Oi, eu já tô ficando os 11os, gente. Eu tô 11. Não, é, até eu tô ficando meio tonto já. E eu eu tomei remédio. Eu tô com... eu não falei para vocês, né? Mas eu tô com essa parte inteira do meu rosto eh anestesiada. Então eu tô tomando remédio fortíssimo e a minha dor voltou, sabe? Até falei pro Nel, falei: 'Onde voltou ontem?' Então assim, eu já faz 20 dias que eu tô e agora me deu uma... quase que eu dei uma tombada aqui."

"Quente feixe bar os pés, firma os pés."

"É, firmar os pés. Tô dançando muito."

"Tá dançando muito."

"Então assim, pessoal, vamos lá pra gente, eu sei que é cansativo, é muita."

"Vamos lá, meninas."

"Que hora aqui agora?"

"Tá cedo. Tem hora para acabar."

"Ah, não. Vamos lá."

"Eh, então vamos vamos padronizar isso daqui, tá? Vamos simplificar. Ah, mas cara, vai ter situação, vai ter situação que você vai fazer todo esse análise, todo esse cálculo e vai dar ruim."

"Sim."

"Ah, você é incompetente, não. Aonde mostra a tua competência, Lu? Você parar depois e analisar aquilo e tentar entender o por que deu ruim e já fazer uma projeção de anotação pra próxima vez. Isso é ser um colorista. É isso que hoje não tem mais quase no mercado. Porque aí você vai ajustando, chega numa hora que você tem uma receita de cor que às vezes é um detalhezinho, uma coisinha, mas isso é para quem gosta, gente. É aí que eu quero chegar. E assim, e a gente tem que dar essa oportunidade de de conhecimento para quem quer também, mas ao mesmo tempo a gente tem que tentar simplificar, porque assim, por exemplo, eu conheço alguns de vocês, eu sei alguns que são chato com cor, que olha, fala assim: 'Ah, eu não gostei'. A Lu, por exemplo, é muito chata. Ela chega ser insuportável com cor, mas assim, dela. Mas quantas pessoas são assim? Às vezes uma cor que ela olha, Lu, que você olha, isso você precisa trazer pro... se você já fez isso, já melhorou muito. Ela olha, ela fala assim: 'Cara, eu não acho que essa cor tá bonita, Mário, tá feio, ó. Ela tá revelando meio um esverdeadinho. Parece que ela tá meio apagada, meio mate, não sei o quê'. Eu já usaria um pouquinho do violeta aqui porque ia tirar essa coisa meio fosca. Agora eu pergunto para ela, será que as pessoas enxergam isso? Não."

"Entende? É isso que o nosso papel aqui é entender o que que o outro quer ver, entendeu? Não é não é levar a nossa visão só percepção, entendeu? Não."

"Oi?"

"A percepção do povo dela."

"É. Então assim, e aí você fez uma pessoa lá falou assim: 'É, olha só, aí é a Fábio ensinou isso ontem'. Eu assim, eu nunca fui um especialista, fiz grandes cursos, mas tem coisa que parece que a gente já nasce com dom, né? A gente vai se desenvolvendo no no com o tempo."

"É. E assim, às vezes tinha uma pessoa que ela chegava e me questionava no treinamento, ah, Marió, mas isso daqui eu não gostei muito disso, tal, tal, tal, tal, tal cor. O que que eu fazia? Não, não. Eh, eh, eh, sim, quando era muito, mas depois não, com maturidade não. Eu enchia ela assim, tipo, falava assim, olha, parabéns, é que não é todo mundo que vê isso, mas se você quiser, coloca um pouquinho de tal coisa, né, Lu? Não é assim, faz tal coisa. Eu não vou chamar todo mundo, ó, tá vendo aqui, pessoal? Por quê? Porque talvez para outras pessoas aquilo lá é relevante, vai só complicar a mente delas, as a cabeça delas, tá? Então esse jogo de cintura do educador faz muita."

"Mas a gente vê eh profissional o X de 20 para todas as tipos de Iso. E tá tudo bem. E tá tudo bem. Ah, ela tinha que usar o X de 30 para chegar no S. Aí ela usou 20, chegou num seis e pouquinho e ela usou um sete. O que que vai acontecer no final? Vai ficar um pouco mais quente e levemente mais fechado."

"E ela gostou da cor."

"Ela gostou da cor. Eu você tirou da minha boca. E ela adorou a cor, cara. E aí continua fazendo aquilo. Ai, tá certo ou tá errado?"

"Oi."

"Anota para repetir."

"É, repete. Só anota e faz a mesma coisa. Você entendeu ou não? É. É que se a gente olhar com um pouco mais de simplicidade pra coisa, sabe? Um pouco mais de simplicidade, a gente entende que assim, não tem o certo ou errado, tem o resultado, entendeu? Não, o resultado ele pode ser negativo ou positivo para um ou para outro. E aí eu tenho que saber como chegar no resultado. E olhando dessa maneira, acaba ficando um pouco simples. Eu preciso avançar e depois a gente volta. Para entender uma coisa, eu não vou gastar tempo com vocês aqui falando do oxidante com com cliente. Vocês têm que falar, tá? Apresentar. Eu aqui não, acho que eu posso dispensar isso, né?"

"Pode."

"Ficar apresentando os olhos, as coisas e tal. Temos aqui a todas as volumagens junto. E aí uma indicação slide que eu acho legal, aonde você pontua ali o que você pode fazer com cada um, que o que tá para coloração, o que tá para emoção e coisa e tal. Agora, olha só, uma coisa que eu não quero. Ox de 20 clareia quantos volumes?"

"O quantos tons?"

"Nossa, já tô loucão."

"Clareia dois."

"Clareia quantos tons? Até..."

"Até dois tons, de 30 até tantos tons. Gente, vem comigo. Vamos lá. O X de 20 clareia alguma coisa?"

"O X não clareia... sozinho."

"Sozinho."

"Sozinho."

"E qual que é a força do Ox de 20 volumes? 20 volumes quer dizer que ele tem 6% e nesses 6% ele consegue aglomerar 20 volumes, 20 L de gás. É só isso, gente? Entendeu ou não? É a potência, é o tanto de gás que tem para ele colocar. Agora, qual que é o que que determina a força do clareamento? Alcalinizante."

"Pô, gente, olha que coisa linda. O alcalinizante ou a X de 20 com pó descolorante. Tudo bem que ali tem ainda mais oxidante por causa do perfato. Mas quantos tons ele clareia? O Ox de 20 com um trpe zero clareia quanto? O Ox de 20 com tonalizante clareia quanto? Com tonalizante 10. Pega um 10, né, para não falar que você não pegou escuro, que a cor interferiu. Então, como que eu posso falar que eu a de 20 clareia X tons? Depende onde, com quem, com o coleguinha dele, né?"

"É."

"Companhias. Companhias."

"Ah, as companhias dele. Na internet como se as empresas mentissem, que não tivesse diferença. Então eles mostram como se o 20, o 30, o 40 claria tudo igual. Claro, porque o que causa diferença é com que eles estão misturando, entendeu? Eles estão mostrando isso na internet."

"Sim."

"Aí o que que acontece, pessoal? Olha só, eu tava explicando pro Nélio aqui até que o Fabiano chegou ali. Se tiver, eu gosto sempre de um para rabiscar, né? Um chap para dar uma rabiscada. Minha letra é horrível, meus desenhos são piores ainda, mas eu não sei, me dá uma sensação tão gostosa de dar uma rabiscada."

"Ah, tem ali, ó. Olha que Ah, vai."

"Eu nem tinha visto, gente. Olha. Carinha caneta tá aqui, ó."

"Só vai ter isso daqui no final do dia. Não vai ter nada, mas né? Pelo menos eu fiz, eu rabisquei alguma coisa."

"Pode ser."

"A gente já tira, pode pôr aqui. Não, gente, é rápido. Olha só, simples. Vou fazer a mesma coisa ali que eu mostrei pro Nélio. Olha lá. Vamos dizer que x alcalinizante ou uma porcentagem do alcalinizante, imagina que aqui é a extensão e até o meio do fio, imagina que ele veio até aqui, certo?"

"Imagina que o segundo veio até aqui."

"Poderia dizer uma coloração com amor em uma semana aí?"

"Pode ser, pode ser, pode ser. Pode usar esse exemplo."

"Vamos falar que aqui eu tenho 20 volumes. Aqui eu tenho 20 volumes. Aqui eu tenho 30 volumes. Aqui eu tenho 30 volumes. Vamos dizer que essa referência aqui ela está num cinco de tom. Independente. Aqui, vamos falar que os dois têm o mesmo diâmetro, que isso que é importante, né? Os dois tendo o mesmo diâmetro, é o mesmo cabelo, a gente tá em competição, eh, nível de igualdade ali. É, se eu tenho um alcalinizante que ele tem um poder de abertura maior e lembra que quando o alcalizante mais forte ele é, olha só, isso que eu quero que vocês entendam, não é só o trabalho na fibra, é a potência de liberação de oxigênio."

"Oxigênio."

"É a explosão do oxigênio. Não interessa se ele tem 20 ou 40. Claro que 40 tem mais oxigênio para explodir, mas o que determina a liberação com velocidade é a força do alcalinizante."

"Sim."

"Certo."

"Sim."

"Então, olha só, eu tenho alcalinizante. Que que eu fiz aqui, gente? É, um vai até certo ponto, é um pouco mais intenso. É isso. É, é 40. É também. Tanto faz aqui. Eu queria colocar o extremo, coloquei, mas 40, vamos falar 20, 40 volumes, tá? Ele trabalhou aqui, ó. Eu tô no cinco. Nesse alcalinizante aqui, vou dar um exemplo. Eu não sei exatamente, depende de muitos fatores, mas a gente tem ideias, a gente noção. Se eu tenho uma potência aqui, esse 20 volumes num alcalinizante muito forte, num cabelo cinco, ele pode clarear até um 7,5. Gente, vocês acreditam nisso ou não?"

"Sim, sim, sim."

"2."

"Sim. É, tipo uma tipo um trip zero."

"Sim, eu tô falando isso porque assim, eu eu fiz isso, eu faço isso. Eu pedi para desenvolver a coloração, já pedi para desenvolver com maior potência para mim ver que que acontecia na fibra. Então, entendeu? Não, o mesmo produto, só que mais forte do que o tripse zero, por exemplo, na própria coloração. Ela clareia 2 tons e meio com 20 volumes, gente."

"É louco o negócio dura. Zero, acontece. Por que que tem um limite? Porque imagina se você faz esse ecalinizante muito forte, o que que vai acontecer com o couro cabeludo da pessoa? Sim, é, você toma processo, vai dar alergia, entendeu? Não. Então, e nós somos limitados pela condição eh por causa do couro cabeludo e lógico também da qualidade do cabelo, mas você pode você poderia explorar muito mais a questão do hidróxido, ele ser mais forte ainda e clarear muito, entendeu? Não. Então assim, mas vamos falar dentro de uma realidade normal. Ah, você vai ter aqui um um nível de alcalinizante com 20 volumes. Vamos supor, pega um trips zero com 20 volumes, que tem mais alcaliz com 20 volumes. Às vezes eu consigo clarear dois tons. Sim. E naquele mesmo cabelo eu pego um tom de nove ou 10, né, para para não não interferir cor e coloco com 20 volumes. Não vou nem falar 10. Vamos pegar um tom mais baixo, um oito, por exemplo, né? Que quanto mais alto a gente sabe que tem mais alcanalizante, que tem menos alcalinizante. Então trabalhou menos esse 20 volumes nessa circunstância, nesse ambiente ele pode ter clareado um tom só, só."

"Entendeu ou não?"

"E é o que o Nelli falou, é o que acontece às vezes que a gente fala assim, ai a coloração sem amônia, ela fica mais escura, é mais fechada. Tudo bem, existe outros aspectos, outra situação. A gente, o nosso sistema, o nosso sistema multicolor fusion, a gente traz, eu trago uma situação de contexto geral, aonde eu trago ali um acúmulo de de pigmentos também pra gente ter uma uma um equilíbrio entre clareamento e cobertura de branco, entendeu? Mas a maior interferência e diferença que nós temos é no alcalinizante. E isso fica muito mais visível para vocês quando essa pessoa volta. O desbotamento."

"Certo."

"Certo."

"Você não sente diferença no desbotamento. A cor do desbotamento é diferente. Pá. Então olha, olha a importância disso daí. Olha a importância de nós entendermos a questão do alcalinizante. Então, quando eu falo de Ox, eu tenho que entender que eu tenho todas essas possibilidades. Ah, no mesmo nível de alcalinizante, se eu usar 40, eu consigo clarear um pouco mais? Consigo. Mas se o alcalinizante é fraco, mesmo com 40 vai ser limitado igual foi o de 20. O que tem mais vai ser, então é tudo proporcional. Aqui no caso que você tá falando o caso, por exemplo, eu tenho cabelo pegar o exemplo?"

"Sim, ele é grosso. Certo? Aí nós vamos fazer a coloração e eu queria chegar no oito. Só que o que que acontece? Eu particularmente não consigo. Não chega no oito."

"Lindo, porque ele chega até assim a sensação visual. Nem você, nem ninguém, tá? Vai, vai, resume. Vai."

"É, aí ele fica o alaranjado. Vou supor."

"Isso. Até quente. Quente."

"É bem quente. E eu quero essa neutralização porque eu tenho que usar um oxidante de 40. Uhum. E eu quero uma neutralização dessa cor. Eh, se eu pegar um tom abaixo, ele vai ficar um pouco mais escuro, vai apagar. Mas assim, resumindo, eh, não tem como você chegar numa coloração na altura do oito, eh, sendo só coloração, sem ter um drips. Depois você dá uma tonalizada aqui em cima."

"Não, você pode até usar recurso, Lu. Como que é recurso? Eh, se eu sei que o oito vai me dar uma dificuldade na abertura de fundo, o que que eu posso fazer com as ferramentas que eu tenho para compensar a abertura de fundo? Ou um reforçador de clareamento, você colocar um pouco do tríplico, isso vai fazer o quê? Vai aumentar a qualidade, vai aumentar a expansão de abertura e aumentar o trabalho. Porém, olha só, tudo é análise. Olha só, quando eu faço isso, se eu aumentei o alcalinizante, eu aumento o poder de liberação de oxigênio. E o que que forma o pigmento? O oxigênio. Sim, quando você aumenta esse poder, você coloca o trípe zero na coloração para deixar ela mais com poder de clareamento, tem duas situações. Você melhora a questão do fundo, só que você tem que gerar uma compensação. Por que que você tem a compensação? Porque aquela neutralizante que você tá pondo lá, Lu, um cinza ou o que for, pela liberação muito rápida, ela pode perder um pouco."

"Perde."

"Perde."

"Perde. Então aí você abre mais, mas você também sente menos neutralização. Então quando você faz isso, você tem que fazer o quê? Não pode dar uma compensada, entendeu? Não compensa com mix, com alguma coisa, entendeu ou não? Ou igual você falou, Patrick, tá certo? Ou você também trabalha com tom um pouquinho abaixo, mas aí você abre o fundo e trabalha, então você gera um equilíbrio. Tem vários caminhos. O importante para vocês, o que eu quero que vocês abra a mente assim de vocês, é ter esse entendimento do alcalinizante com o oxidante, quais são o resultado, o que que ele me entregue sobre o que que eu trabalho e quais são as possibilidades, entende? Então, usar esses recursos pra gente parar de ficar nessa coisa de vermelho, de azul, de verde, a gente mais na cor, pessoal. Então, nós vamos trabalhar o filtro cinza, porque quando você falar o filtro, quando você fala neutralização, qual que é o sentimento que nós temos que a gente fala que vai neutralizar?"

"Você modifica tudo. Você concorda comigo, ô filósofo?"

"[Risadas] Eu neutralizei, transformei."

"Você transformou, tá? Na verdade ali você transforma, poderia até usar, você transforma o resultado, né, que você tá vendo resultado, mas o processo em si ali não. Então assim, tudo certo, tá, gente? Neutralizei, tá tudo certo, não tá errado, pode ser usado. Mas na minha visão hoje, assim, se eu falar esse termo, cara, você vai trabalhar esse filtro que ele vai tá ali junto ali, fazendo o quê? Fazendo o quê? A junção dos dois nesse resultado final. Até porque esse filtro ali que você colocou com o tempo, ele vai sair e o que tá lá ao fundo, não, ele vai continuar lá firme e forte. Então, quando você fala dessa forma, você já a pessoa sabe que, pô, esse filtro sai, você tem que repor ele, você pode trabalhar, né? Você pode criar situações. Então, eu acho que é o caminho bem bem legal pra gente pra gente trabalhar."

"Eh, uma dúvida, tá que assim, eu gostei muito do filtro, acho que fica, né? Ficou bem bacana assim."

"Ficou legal, fica bonito, né? Só que quando vem com a mensagem do filtro para mim, muda um pouquinho do que eu fazia, não tenho feito, né? Eh, quando eu falo numa situação na a pessoa situação de um cabelo grosso, um cabelo de eh com bastante cutículas, etc., e eu preciso sair de um cinco para um sete, mas eu quero um sete natural, menos quente possível. Eu sempre ensinei neutralizar o ponto de partida."

"Hum."

"É, mas com filtro agora a gente neutraliza o ponto de chegada."

"É, porque não é isso aí. Foi eu que eu que criei isso."

"Porque eu porque era aquele raciocínio que eu por que que eu fazia isso? E e a gente se dei todo mundo a luva porque e era eu a eu queria encontrar uma resposta para falar que o quê dependendo do cabelo a ele chegava no setio avermelhado, então trazia o vermelho lá de baixo. Na verdade não é, gente, é que é muito residual. Aquele sete tem muito fragmento e ele fica muito quente. É o é o é o nível de temperatura, é o nível de calor, entendeu? De quanto quente fica. Então assim, na verdade é o resultado. Ah, se eu falar desse outro jeito e eu falar a resposta correta, tá? Dá certo, dá certo. Mas é muito mais difícil a pessoa fazer um raciocínio porque ele fica assim: 'Ah, eu tenho que trazer, então eu tenho que lembrar.' E o quatro? O quatro ele traz, que que ele traz? Ah, o quatro traz o vermelho. Tá, mas aí eu falo: 'Beleza, Nélio, tá OK, mas olha como que não é tão perfeito, porque aí você tem um cabelo fino quatro, que quando você faz ele não traz o vermelho. Usa tanto...' Não, você vai achar uma resposta, mas você concorda que você começa a ter que contar um monte de história e entendeu? Então, se a gente já for no resultado, pessoal, o resultado final vai depender do quê? Do diâmetro do fio, da quantidade melanina. Então você tem que ter uma noção."

"Sim."

"Geralmente é isso. Um cabelo mais grosso, ele você já tem que ficar atento que ele pode eh puxar mais pro quente, mais pro cobreado, para marrom, avermelhado. Então assim, atente a essas situações."

"Eu acho que fica muito mais simples."

"Eu posso pôr mais uma situação que eu acho que também é pertinente. Eh, a gente sempre, eu sempre disse que os pontos tipo 8.21, 21."

"Uhum."

"Eh, eles foram feitos para neutralizar clareando e não neutralizar escurecendo."

"O filtro."

"Hum. Não, nada. Tipo assim, eh, quando eu pego um 821 com um saindo numa base seis, eu quero clarear. E esse eh, na situação de eu clarear um cabelo, ele é muito mais eficiente do que eu escurecer um cabelo, desbotamento, tons indesejados. Não sei se eu consegui."

"É, não entendi. Mas não tem não, não, não vai nesse caminho, né? Não, não vai, não vai, porque aí a gente começa, tem um monte de incongruências aí, não vou nem entrar no mérito, tá? Eh, na verdade, a cor é a cor, Nélio. Se você pegar esse cabelo branco e você passar um 821 nele, você vai ter uma cor aqui que eu garanto para você que é horrível, né? Não é não é uma cor bonita. Então você tem que entender que o 821 é aquilo dali. Se você passar do tonalizante, aí que é o ponto, ele pode ser uma cor, às vezes da coloração é pior, depende da formulação. Então quando a gente foca na formulação, você foca para fazer. Por isso que multicolor fusion, eu trabalho tonalizante para isso, nós não chegamos lá ainda, mas é uma coisa que é importante. Ah, então tá não, pode dar certo com outonalizante, alguma situação, mas não é em todas, porque assim, eu tenho que fazer ajuste de cores e fazendo alguns ajustes para dar certo, para chegar num resultado realmente eficiente, tá? Então é, é importante isso, por isso que eu foco na no desenvolvimento do tonalizante, tá? Acontece muito isso na questão de devolução de tudo. Cadê o vai? E aí normalmente que ah, eu vou eu vou fazer uma devolução, eu vou usar um 6.1, um 7.1. Fica um cinza rato. Por quê? Porque eles acham que o o 7.1 vai revelar a cor que eles estão vendo na cartela."

"É."

"Né? Porque daí já não tem mais a a sobreposição da melanina natural. Nós sempre digo assim, cara, bota natural, se quiser, bota até um pouco mais quente para não ficar aquela cor chumbada que normalmente acontece, né?"

"É isso. Já que você puxou esse ponto que é importante, Rafael, olha só, nós falamos aqui só da fragmentação do clareamento."

"Sim, sim."

"Se nós formos falarmos, Lu, de cima para baixo, o que o Rafael falou, o cabelo já foi tirado tudo, ele já tá lá no 10. Eu quero trazer ele para um um seis. Tá muito diferente do raciocínio aqui do que nós temos do fundo."

"Não, não tá entendeu não."

"Você vai dar a base da onde você quer."

"Então assim, ah, tem que ser exato. Não, quando você tá fazendo devolução, não precisa ser, não vai ter que ser aquela coisa precisa. Aí a gente tem indicações, aí entra indicações, aproximação, mas você sabe que o conceito é esse, você tem que voltar esse fundo para você ter uma uma junção e uma fixação de revelação real, porque a revelação, se você pegar aquela cor, ela que é igual, ela fica ali, e você jogar num cabelo que tá lá em cima, ela vai ficar uma coisa feia, sem brilho, sem vida, sem nada. E ali no caso a cor fria, do jeito que tava coisa, ela ele não tem nenhum eh revelação do fundo, ele não tem interferência, então ele vai refletir o pigmento real."

"Isso daí. Então assim, eh então tudo, se a gente vai voltar, você tem que voltar. Então aí dentro da Londo, quais são as indicações que nós temos para fazer repigmentação? 64 e 643."

"Hã."

"634 e 64."

"534."

"Tá? Eh, eu não altura de..."

"É, eu não aconselho muito usar, por exemplo, hoje pelo menos futuramente a gente pode ter outros aí com novas coisas, tem que testar, mas, por exemplo, 0,43, eu vejo que algumas pessoas eh eu não não indico, não é o nosso padrão, tá, gente? Por quando eu coloco um 634, um 534 ou um 43, se eu quero mais quente, eu tô eu tô devolvendo uma um filtro, um fundo muito completo. Se eu coloco um 0,43, é um negócio muito superficial, porque o 043 tem pigmento direto. Exatamente. Ele engana você, você acha que tá com o fundo e na verdade às vezes nem tá, entendeu? Então, então esse não é o caminho. Oi."

"Eu até perguntei pro Patrick, será que eu trago a discussão que é alguma coisa que eu e Patrick, a gente vinha conversando, né? O que que acontece? Tem, eu tenho uma cliente que já era loira e tal e eu usava a tonalização da 93 e ela queria vir para uma cor 74, né? Que que acontece? Eu fiz a pigmentação dessas mechas, tal, e usei o 643. Mari esfriou a cor, então não consegui mais esquentar de jeito, Maria. Até eu conversei isso com Patrick. Daí eu perguntei, Patrick, aonde é que será que eu errei? Eu usei o 643 porque eu usar uma cor quente, o 643 é a nossa indicação. Então tu vai trabalhar cor quente, 634 a cor mais natural a fria. É isso."

"Como..."

"Quando eu quero quando eu quero quando eu quero repigmentar em direção do quente, eu vou usar o 643 em direção neutro 634."

"É isso daí. Mas igual 643 esfriou a minha cor e de sa que depois que a cor tá fria é uma droga que altura não tava."

"Tava na altura de nove."

"Tava na altura de nove."

"E como você aplicou ele?"

"Eu lavei o cabelo, o cabelo múmido. Daí eu fiz um para três, o 643. Apliquei no lavatório, deixei agir 20 minutos, enxaguei e..."

"20 minutos."

"20 minutos."

"Com ele molhado."

"Não, daí eu sequei o cabelo."

"Que depende do..."

"É, daí vai vai fechando isso dentro."

"Não, tá não, mas tudo bem. Não, não, só que o que que foi minha ideia para ter mais fixação ali no no no."

"E daí sequei o cabelo, fiz regra de primeira aplicação, apliquei a cor primeiro no comprimento e por último na raiz."

"Tá, mas vamos lá. Quando você enxagou o cabelo, Fabiana."

"Eu já vi que tava feio."

"Então vamos lá. Aí é o ponto, tá? Se você quiser que eu te responda por que esse cabelo, naquela circunstância ele não absorveu o pigmento, eu não tenho esse poder de responder. Sim. Tá? Porque eh acontece coisas no dia a dia do trabalho que você fala: 'Cara, não tem explicação. Concorda comigo ou não?' Exato. Aí eu poderia te dar um monte de coisa. Ai devia ter tal coisa no cabelo. Pode ter, ele pode ter interferido com metal de cobre, por exemplo. Vou te dar um exemplo. Você entendeu? Não, eu posso te dar um monte de justificativa. Eu prefiro não fazer isso. Eu vou te falar de forma mais profissional com você. Você como profissional, se você fez o negócio e não chegou no fundo que você precisa, o que que você tem que fazer? Insistir. Você tem que fazer de novo até você não limpar, não. Você vai sobrepor aquilo lá."

"Aí o que que eu fiz? Tá, aí eu escolhi minha cor. A minha cor escolhida ia ser 93 com 74. E daí no que eu usei na ponta eu reforcei com 0,43, mas já na minha mistura para cá."

"Aí você conseguiu chegar."

"Mas não total ainda. Eu vi aquela cor que não."

"É. E o problema vai ser é é vai ser o desbotamento, talvez, entendeu? Então assim, é uma tudo que vocês forem fazer, mesmo que seja na regra, esteja tudo certo, cara, não não chegou naquilo que você sabe que você precisa ter, faz de novo. Caso que vai fazer uma devolução com o 043 na função da."

"Oi."

"Nessa nessa situação que tu vai fazer uma tu vai tu vai sair de um loiro para um ruivo, trabalhar com 0,43 não funciona bem al tu acaba botando uma pimentação aqui. Claro que indireto vai desbotar, mas a intenção vai ficar no Ro não fica melhor do que trabalhar com 633."

"34 é mais."

"A se usar o pigmento furo, a a fixação suportamento é maior."

"Ô, Rafa, é assim, ó. A estrutura do 643 ou do 634, a estrutura ela é diferente. Ela traz uma carga de acolopadores precursores muito maior, então ela gera um preenchimento maior, entendeu? Não, esse preenchimento te dá uma condição de ter uma cor mais duradora, mais você entendeu ou não? Então assim, não que você não possa fazer que não vai ter resultado."

"Sim, você vai ter o resultado, mas não é é superior você usar."

"Então é ilusar é ilusão pensar que fazendo a pré-pigmentação e depois adicionando a cor vai ter uma fixação melhor."

"Não, não, não é o pigmento."

"É isso daí. Só que assim, ó, vamos só vamos só equalizar a nossa linguagem. Eu sei que é falado assim, tá? Mas eh fica bastante confuso. Olha só, quando eu tenho um cabelo branco, olha, presta atenção. Olha só, eu tenho cabelo branco, tá? Branco, branco de branco natural. Eu tenho uma mecha que ela não tem pigmento nenhum, ela é branca, tá? E eu tenho dificuldade para cobrir o branco. Que que eu posso fazer nesse cabelo? Uma pré pigmentação."

"Qual que é a técnica que nós usamos na Londo? Depois vocês sabem, pega. É, mas tem várias formas de fazer. Mas isso é uma pré, agora eu vou só no conceito, isso é uma prépigmentação. Quando eu pego um cabelo que foi descolorido, não que isso vai mudar muita coisa, mas é quando você padroniza uma linguagem, você sabe sobre o que o outro. Porque às vezes o Fabiano fala: 'Mário, ó, eu quero fazer uma pré-pigmentação.' Olha o que você fala para mim: 'Eu já tô pensando no cabelo branco.' Sim. Eu não tô pensando no cabelo colorido. Então, quando eu tenho um cabelo colorido, ele é um cabelo que tinha pigmento, ele perdeu o pigmento. Então, eu vou fazer uma repigmentação, tá? Só pra gente padronizar a linguagem, tá? Então, nós vamos fazer a repigmentação e no cabelo branco nós fazemos a pré-pigmentação porque lá não existe, eu tô, tá? É, pode ser chamar a reconstrução de cor, né? Então é isso daí, tá? Eh, a o seu questionamento, sempre que você for fazer um escurecimento, você vai ter que fazer uma repigmentação, que é a tua prépigmentação, tá? O nome é isso."

"Para fazer o copo."

"A, no caso, a repigmentação do pobre, eu prefiro o tom mais claro. Eu gosto de trabalhar agora nós estamos sem 73, mas eu trabalho nove um pouquinho do quatro."

"É, é assim, ó. Quando a gente fala de vermelho e de cobre, gente, é assim, eh, a quando a gente fala de repigmentação e nós damos uma dica ou um ou um produto, a gente tem que entender que existe nes possibilidades, por exemplo. E não adianta você inessar uma regra, vamos falar assim: 'Ah, eu fiz o 84, vou vou dar um exemplo. Peguei o 84, desconcentrei ele um para quatro, você entendeu não? e fiz uma pré-pigmentação. Já deu aquele tom, já deu aquele tom e eu gostei, cara. Deu certo, você avaliou, você entende? Não, você tem possibilidades. Não existe uma, é que quando a gente vai ensinar o cabeleireiro, se a gente der muitas opções, eles nem sabem, eles não sabem depois nem o que fazer. Então, às vezes é melhor vocês escolher umas duas, três que vocês gostam e já direciona, tá? Então, assim, é a única coisa que eu falei do 043 é que eu acho que as opções que tem a base junto, né, que é o primeiro número junto ali, eu acho que ela entrega uma composição mais sólida. Só isso, tá? Mas também pode depender e também depende do do é que o 043 eu acho ele muito suave na questão do cobre. Ele ele engambela muito com o ele no meu cabelo, ele tem uma explosão de cor absurda. Aí do lado todo rala baixo."

"Que hora que agora?"

"É uma salsicha."

"Tá."

"Oi."

"É."

"Um pouquinho já quando tiver chegando já me dá um toque, pessoal. Então vamos lá. Agora a gente vai dando sequência. Perceberam que até agora eu não falei nada de multicolor fusions. Lógico, você não precisa entrar em tanto pontos polem porque a gente vai tá dando um curso de um dia para ela chegar."

"É, mas você pode simplificar isso daí em 20 minutos, 30 minutos, tá? É que eu tô, igual eu falei para vocês, eu tô expandindo para trazer munição pro conhecimento de vocês, tá? É, então assim, na sequência, o que que acontece? Eh, se a gente já começa falar de multicolor fusion direto lá, pá b pá pá, cara, fica bem confuso. Então, assim, eu tentei, fui pra frente, pra trás, o que que eu fiz? Fiz uma sequência onde eu falo todo o contexto, quebro algumas versões, trago algumas coisas, informações importantes, eu começo a falar do produto. Vocês viram que o oxidante, eu não falei, mas vocês teriam o que falar ali e tal, né? Eh, só toma essa cuidado, dá aquela explicação mais suave. Ah, mas então o X de 20 clareia quanto tom? Pessoal, geralmente o mercado coloca de um a dois tom, mas vocês têm que entender que o que vai alternar nisso de um a dois tons depende do alcalinizante que tá usando. Então vocês já fizeram, eles entenderam, não precisa ser rígido, sabe? Não, isso aí tá errado. A não, a gente, as pessoas elas, elas elas pegam a birra da gente porque elas acham que a gente quer ser o, o rei, o dono da verdade, né? Igual ela falou para mim assim, ai é a pré-pigmentação, né? Eu eu falei da maneira com ela, expliquei porque ela é educadora. Se ela fosse uma cliente, eu não poderia fazer isso que eu fiz com ela. Vocês concordam comigo?"

"Que ela ela vai, ela pode se sentir chateada. Se você ficou chateada, não fica, né? Tô brincando. Então assim, ela poderia ficar chateada, falar: 'Ah, o cara me quer me humilhar', entendeu? É muito chato."

"Fala no ano tudo que você falou falar."

"É."

"Aí ela falou:"

"Ah, pré-papigmentação". Daí eu não entendi na hora. Ah, tá. Voltar. Ah, tá. Ah, legal. Não, é, eu chamo até de repigmentação, pessoal, tal, tal. Mas não preciso falar que ela tá errada. Então, vocês sabem fazer isso. A Fábio falou bastante sobre isso ontem, né? Eu acho que isso é é bem legal, tá?

Eh, entramos para falar do tonalizante, tá? O que que eu vejo do tonalizante, pessoal? Nós temos que ter uma uma perspectiva que o caminho que nós estamos tomando com a London, nós já tomamos e o futuro, né? Eu preciso trazer para vocês que é mais forte isso ainda, que o tonalizante na London ele é o >> protagonista, >> é o principal, >> tá? Ele é o protagonista.

Oi, >> dá, você trava tudo aí, para tudo. Vamos dar uma paradinha. Eu já usava isso. >> Sim, sim. E ficou muito mais fácil cabelo. Nós temos >> ela desli lá lá por aqui. Tá, >> tá. Deixa eu ligar o do Vinícius aqui. >> Bora, >> bora, bora, Bill. >> Minha de tá arrepiada. >> Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos. Cadê? Tem mais gente? Vamos lá, moçada.

>> É, pessoal, vamos lá. Olha só, tonalizante. >> Aqui hoje na sala nós temos eh profissionais aqui que tem um domínio absurdo, o conhecimento já absurdo sobre os produtos, sobre os tonalizantes. Nós temos outros mais recentes que não tem, né, tanta profundidade. Então, o que que eu queria? Eu quero um voluntário dos mais aí antigos que t conhecimento e falasse do tonalizante aqui para nós. Quem que pode? Fala. [Música]

>> Vamos, gente. Vamos lá. >> São os mais antigos. >> Ó, se não vier, eu vou chamar. Vai rápido >> de maneira normal >> do seu do jeito de vocês. N >> tá [Risadas] >> só segure esse microfoninho na mão que vai tá a sua gravação lá pra galera depois que for assistir tá >> com certeza. Tranquilo, tranquilo. >> Sem apertar nada, só segur isso.

>> E aí falar do nosso analisante MC Fusion, né? Eu acho que é muito, para mim é muito prazeroso, mas eu quero que vocês reflitam que vocês, claro, vocês como cabeleireiros, que nós emos de entendimento nesses anos todos de coloração, né? O que é tonalizante hoje no salão de beleza? O que seria esse produto num salão de beleza? Pensa lá como cabeleireiro. Agora esqueça que são educadores, masters, coordenadores educacionais. Pensa como um cabeleireiro que tá lá, que compra uma coloração tonalizante 7.7. Para um dia que chegar uma morenha iluminada, ele usar 20 graminhas. E esse cabeleireiro, ele tem de entendimento que tonalizante é o quê? Que que nós temos de entendimento dos antigos tonalizantes? Não fixa bem, endurece a fibra, às vezes não revela a cor desejada, não é assim? Lava vai saindo. >> Lava vai saindo.

Quais são as características que nós temos hoje de uma coloração tonalizante? Não tem clareamento. >> Sim, >> gosto. Só não esqueça de uma coisa. >> Lembra que você já deu aquele curso, você já desmistificou um pouco lá. Não esquece disso. Só aí só traz de Pode fazer isso, mas traz de volta. O pessoal lembra que nós já vemos lá atrás só para brincar aqui, ó. >> Sim, sim. E é isso que a gente tem de raciocínio, de conhecimento, de verdade, do que é tonalizante, sabe? Deficiência no clareamento, deficiência na cobertura de branco, que não chega a 100%, né? A gente sabe disso, né? E aí vocês esqueçam isso. A partir de agora é um novo. Se permitam conhecer o novo e a entender o novo, a plugar algo diferente. Sabe que a TV analógica que a gente chegava lá e ligava só na sintonia fina e tava tudo certo? Hoje não é mais assim. A gente precisa colocar um e-mail, fazer o do Google, fazer o da da Alexia para tudo funcionar diferente. É uma TV, mas totalmente tecnológica. E hoje vocês vão conhecer um novo formato de tonalizante, um sistema multiolor fusion, um tonalizante que vai além, muito além daquilo que você já conhece. Então ele traz como matriz principal de um sistema de todas as possibilidades de fazer cor em um salão de beleza. Todas as possibilidades. Quais são essas possibilidades que nós temos salão de beleza hoje fazer cor? Quais são os serviços de cor no salão de beleza? >> Tonalizar mecha. >> Tonalizar mecha. Matizar mechas. >> Desfumado de raiz. Coloração com amônia. Sim. >> Coloração sem amônia também. Hoje nós temos o mercado coloração expresseg, >> então através da matriz tonalizante multicolifusion eu consigo entregar todas as possibilidades de fazer coloração em um salão de beleza e tudo isso nós vamos ver dentro do tonalizante micolfúgio.

>> Show, show, show, show. Ah, >> ontem você ferrou com todo mundo. Hoje é meu dia. >> Graças a Deus, tomei o meu remedinho. >> Ó lá, fimos dois pés. >> O jogo virou. >> O jogo virou. Olha o ombro. >> Pera aí, deixa eu olhar as carinhas de alegria. Amanhã vocês vão ver. Pronto >> do coração. >> Coração.

>> Então agora eu gostaria de compartilhar com vocês sobre o nosso tonalizante Multicolor Fusion. Ele é um tonalizante diferenciado, porque nós encontramos nele um blend de lipídios. E nós sabemos que quando trabalhamos com químicas que contêm já alimídeos na formulação, a estrutura do fio já entrega muito mais maleabilidade, muito mais movimento, sedosidade, coisas que alguns outros não oferecem e causa um pouquinho às vezes de desconforto no nosso não contém junto com proteína, claro, para dar essa resistência. E quando nós trabalhamos com multicolor fusion, ele nos permite vários serviços que deveria, se não for, o principal ferramenta dentro do salão. Vocês poderiam me ajudar até dizendo quais deles, alguns serviços. O que que nós poderíamos fazer com tonalizante? >> Tonalizar mechas, esfumado de raiz. >> Que mais? >> Repigmentação. >> Que mais? Vamos lá, me ajudem. Mudança de reflexo. >> Mudança de reflexo sem abertura de tom. Tom sobre tom. >> Tom sobre tom. Um cabelo fragilizado, quando precisa dar o colocar uma cor, ele não seria adequado, >> não devolveria uma estrutura também, uma percepção de um cabelo mais encorpado. Ele é uma ferramenta incrível para dentro do salão e ele consegue ainda assim cobrir 80% de brancos. Nós podemos perceber que hoje em dia muitas das clientes que tm cabelo branco preferem uma cobertura com naturalidade. Concordam que 80% de cobertura já é uma cobertura muito incrível? Pois o nosso tonalizante multicolor fusion consegue entregar isso. Mas ele vai muito além disso. O que que fica faltando, digamos assim, quando a gente escolhe entre um tonalizante e uma coloração? Se hoje chegar uma cliente no salão e para cobrir o branco, o que vai fazer vocês escolherem entre o tonalizante e a coloração? >> A cobertura total, >> o quanto ela quer cobrir. Se ela quer cobrir mais de 80% de branco, o que que nós faríamos? Passaríamos por uma coloração, certo? Perfeito. E se chegou outra cliente que gostaria de clarear o seu tom natural? Coloração. >> Coloração. >> Coloração. Tem algum outro motivo que levaria vocês a escolherem uma coloração ao invés de um tonalizante sem ser esses dois motivos? >> Que é o clareamento?

Então, se nós pegarmos e fizermos o seguinte, cadê >> começa, não vai começar a me humilhar agora também, né? Era só para você, né? Precisa >> gaúcha é competitivo, né, velho? >> Aqui seria o meu tonalizante e aqui a minha coloração. Então nós falamos, né, ou melhor, vocês compartilharam comigo que o tonalizante podemos fazer eh tonalização de mecha, certo? Certo. >> Tonalizar mechas. >> Sombrear. >> Sombrear. >> Cobertura de até 80%. >> 80% de cobertura de brancos. Que mais? >> Repigmentar. >> Pré. >> Pré repigmentar. >> Pré. Cabelos frágeis, né? Devolver a estrutura ali com o pigmento, né? Podemos simplificar, claro que não é bem isso, mas simplificar como se fosse massa. Restaurar o brilho de um cabelo opaco. Então, um tom sobre tom. Agora poderíamos ir somando muito mais, certo? Sim. >> Certo. >> Concordamos que falta o quê? >> Clareamento e cobertura de 100%. >> Tonalizante clareia? >> Não, >> não, né? Ele pode queimar melanina, mas clareamento ele não oferece. Então quando a cliente precisa de clareamento, vamos para onde? >> Perfeito. E quando a minha cliente chega no salão e ela pede por 100% de cobertura de brancos, >> coloração. >> Coloração. >> Se eu disser para vocês que o carro chefe, então, não seria o tonalizante? >> Sim. E quando nós falamos de um tonalizante que não enrijece, ao contrário do que muitos temem, que é fácil de eu fazer uma mecha porque ele não vai ter essa sobreposição, essa essa cor que lá no sul a gente chama de entranhada, né? Aqui traduzir para vocês acumulada, sobreposta, que eu tenho uma facilidade em fazer a mecha. Isso agrada vocês >> sem deixar essa essa dificuldade? E se eu trouxer essas esses dois benefícios que faltam para dentro do mundo do tonalizante, que já é incrível, que vocês estão concordando comigo, isso agradaria vocês? >> Muito, >> muito, >> muito. >> Pois hoje nós com London Cosméticos podemos fazer isso.

>> Fábio, vamos lá. Show, show, show, show. Gostaram ou não? >> Eu não, não teria feito tão bem feito >> até nos último também gosto >> também, mas ela foi >> link. quer não, ela foi, ela é a gaúcho é assim. Eh, foi, mas alguém quer colocar porque eu acho que isso aqui é riquíssimo, né? >> Santa Catarina já, já foi representado, né? Não, acho que tá bom. Tá bom. É, não, tá ótimo, gente. Tá lindo. >> Na verdade, na verdade, só aí pegar, na verdade, o o fato de ter splender oil, né, de deixar o cabelo com maiorência, cortar o Não, não quero. Então, por que porque foi exatamente isso aí, >> não, isso é, mas aí tem um ponto chave, porque a questão vai falar sobreantes, >> isso, mas a é >> a diferença dele para outras marcas e as características que ser especial. Isso. Mas se você perceber, é isso daqui, ó, do lipídio sem >> é ó. Eh, isso aqui eu não preciso usar, né? >> Deixa o Neli. >> Não, não, não. >> Eh, olha só, Rafael, o que que eu quero que vocês observem na apresentação aqui da Fab? O que que eu gostei na apresentação? Não foi nem tanto. Ah, ela ela explorou ali as questão do do dos ativos, tal, mas ela ela condicionou as pessoas de uma maneira a importância do tonalizante. Ela preparou o terreno com o tonalizante. É isso que eu quero que você Não é, não precisa fazer igual a Fábio. Você fez do seu jeito. >> Não. Ótimo. Então, lindo. É isso daí. É, cada um vai tirando, mas é isso aí. Se chamar outras pessoas pode acrescentar alguma coisa, mas tá lindo, gente. É isso daí. Então, assim, gosta, viu, Mário? Lá a gente gosta, a gente pede um chave porque daí tu tá visualizando e escutando, sabe?

>> É, agora olha só, aí ela finalizou falando toda a questão do tonalizante. Quer ver? Ó, tá aqui. E ela abriu. Aí a forma que você vai abrir esse essa essa esse leque, né? É o que nós vamos eh ela poderia ter passado aqui, né? Eu não tava com com controle do slide. Como que é a preparação? Isso aí você pode explorar, né? É, no tonalizante, a gente usa o o os cinco volumes para mecha, a gente usa os 10, tal, embora já passou lá atrás. Aí tranquilo, né? finalizou a questão do tonalizante, tem aqui o tempo de pausa. É aquele gancho, ó, imagina tal alguma coisa. A gente vai começar a falar agora sobre algo exclusivo. Agora nós vamos falar sobre algo que vocês nunca ouviram, a não ser dentro da longa. é um nova, é uma nova era da coloração, é um, é uma nova visão da coloração. Lembra toda aquela, lembra toda aquela abordagem que, que nós fizemos lá atrás? Aquilo lá, cara, aquele momento eu perguntei para algumas pessoas, pô, ficou legal porque acrescentou alguma coisa para mim e é legal, acrescentou algum entendimento. Ah, então o tonalizante tem o mesmo pigmento da o corante da da coloração. A diferença é o alcalinizante, a porcentagem, tudo a informação importante que a pessoa naquele momento ali tá sendo importante para ela. Só que aquilo lá vai bater agora. preparar terreiro para >> ele vai bater agora, porque agora que vai chocar com o quê? Com as objeções, pô. Mas usar um tonalizante numa coloração não vai desbotar mais rápido? >> Sim. >> Entendeu? ou nãoar para fazer uma abertura de mexer. Isso >> aí começa.

>> É, então, olha só, multicolor fusil até a gente tem aqui uma uma frase ali bem comercial, né? Mas a gente vai elaborar isso daqui, na verdade não vai ser. Até fiquei pensando bastante sobre isso a hora que eu tava forçando para para ministrar o curso ali. Até o Nélio pontuou alguma coisa. Depois eu fiquei refletindo e já tive até umas ideias ali para trazer a informação que é multicolor fug depois concluir com essa questão, né, mais da das possibilidades, mas não como sendo a resposta do que é multicolor fusil, tá? Eh, e a gente, oi, posso falar a língua aparece a questão do estoque, né, colocou ali. >> E é uma das coisas que a gente explora bastante lá quando explica sobre que traz resultados para nós questão de perto as pessoas. >> Sim, mas no treinamento a gente tem que explorar isso. Tem que explorar isso. >> Vamos lá. Vocês estão empolgados, mas querendo dar curso já falando ali. >> Oi. >> Ele tava comentando sobre >> tá.

Então, olha só, quando nós passamos ali, que a gente entrou, falamos do tonalizante, nós já abrimos agora o caminho para nós trabalharmos o nosso sistema de coloração. A partir de agora, eu sei que ainda tem a colors em algum local, tal, tal, mas vocês viram que até agora a gente falou de coloração e falou de tonalizante. Ninguém falou de coloração sem amônia, coloração não sei o quê. a gente foi sinalizando no senso comum das pessoas, aquela coisa, a coloração tonalizante, né? E quando entra nessa situação, quando a gente entra no sistema multicolor fusion, qual que é a grande magia disso daqui? É nós aproveitarmos o melhor dos dois mundos. Agora, olha só, agora é para vocês, tá? Uma coisa que eu preciso de vocês, preparar o terreno pro nosso futuro. A coloração multicolor fusion com amônia, tá? Ela tem que ser melhor aproveitada, ela tem que ser mais melhor focada. >> Sim. >> Por que que nós focamos na senha amônia muito hoje? Porque assim, era uma novidade aquela coisa do momento no mercado. >> Eh, e aí já tinha a harmonia da questão visual, a caixinha, né? Era mais, ficava uma coisa mais elegante, mais sofisticada. Tá se referindo à base, né? >> Só para deixar claro, porque tem gente que não tem essa a base colors pra gente reforçar mais. Isso é, então assim, eh, é, mas eu vou chegar nisso. Então assim, eh, hoje a gente a gente fala multicolor fusion, por mais que a gente fala assim amônia, tal, mas eu percebo assim que tem regiões que ele já vai direto na na coloração sem amônia, né? né? Você usou muita estratégia lá e é legal, positivo. Só que a gente vai trazer algo muito forte aí pro futuro na questão eh da multicolor fusion eh com amônia, tá? E o que que eu preciso que vocês entendam agora? Isso daqui é interno, é técnico, tá? Quando surgiu a possibilidade de criar a coloração com a monoetanolamina sem o hidróxido de amônio, que trabele tamanho de corante, com toda a tecnologia, aumentando aquela alcalidade, fazendo ali esse trabalho na formulação, você criava essa possibilidade, então gerou-se um marketing muito forte que aquilo era a melhor coisa do >> mundo, >> tá? Hoje a gente já sabe já vem fortalecendo, né, o quê? Eh, já um pouco mais o reflexo realmente da realidade, das limitações. >> Sim. >> Tá? Por eh, quando a gente fala sem amônia, com modoetonamina, a gente pensa em algo mais suave, não pensa em algo eh que não dá alergia. Só que tem um detalhe, a monoetanolamina, ela ela pode dar mais sensibilidade alérgica do que o é lógico, tô falando de proporções equilibradas, tá? Mais do que determinada para pessoas do que o hidróxido de amônia. E se aumentar muita quantidade dela pode ser pior ainda, entenderam? Fora outras outras coisas, é maravilhosa. É uma uma ferramenta maravilhosa para quem tem eh quer que é essa coisa do conforto, do cheiro suave, né? O conceito da sem amônia. Mas o que que eu quero pedir para vocês e vocês vão navegar conforme a necessidade de vocês durante esse período, tá? Não demonizem a o hidróxido de amônia, porque ele, eu até tinha colocado no slide, depois eu tirei, porque eu falei, vou falar só, porque ele é maravilhoso, gente. O hidróxido de amônio é maravilhoso, ele é muito eficiente, ele é completo, ele é perfeito. Só que que é multicolor fusion? Quando nós falamos do multicolor fusion com a base hoje que é com a base colors é usar o melhor dos dois mundos. Porque nós temos algumas coisas que a monoetanolumínio entrega melhor, nós temos outras que o hidróxido de amônio entrega melhor. Quando nós fazemos a junção, nós entregamos tudo, gente. >> A gente entrega alcalinização equilibrada. Ah, não vai tão profundo, tá? Se você quiser ir mais profundo, você tem ferramentas, >> usa um reforçador de clareamento, >> entendeu? Não, você vai até o ponto ideal para que sensibilize o mínimo o cabelo, para que você eh tenha preservação ainda de melaninas, para que no desbotamento fique um desbotamento bonito, uma cor neutralizada quando você faz frio. E quando eu trabalho a associação da monoetanolamina, do tonalizante ali junto com a coloração, quando eu trabalho essa essa associação, o que que eu crio? Eu crio um equilíbrio na liberação. Lembram que a o hidróxido da amônia ele é muito explosivo, ele é rápido e volátil, >> lembra? >> Sim. A monoetanolamina, ela é mais lenta e muito mais longa. É, quando eu misturo os dois, vocês concorda comigo que eu tô usando a metade de um e a metade do outro? Vocês já pararam para pensar que a nossa coloração de hidróxido de amônio, ela tem a metade de hidróxido de amono das de todos os concorrentes? Tudo isso >> de todos os concorrentes? que a cordas, porque a colors ela é uma ótima coloração, navegando entre as melhores, só que quando eu faço a mistura, ela se torna metade, né? Com os benefícios tonalizantes. >> E olha que doideira, quando eu faço essa associação, eu não tenho excesso de monoetonolamina, porque eu tô usando ali, no caso, com a metade dela e eu tenho a metade da mana. Então, assim, eu tenho uma associação, gente, perfeita >> perfeita. E essa profundidade, ela se mantém na profundidade que que o hidróxido de amoner ele sozinha ou ela cai? >> Não, não. >> Aí, boa pergunta. E aí tá o grande segredo. Por que, Rafael? Qual que é a maior insatisfação, principalmente, principalmente das colorações nacionais? Fala para mim. >> Desbotamento, cara. Desbotamento é muito superficial. Não, não, mas eu digo na questão assim, eu digo na questão da profundidade, porque aí vai diminuir a profundidade >> mesmo assim, tipo, se eu usar só a colors, eu vou ter uma profundidade disso. Se eu usar as duas associadas eu diminuo >> menor profundidade. Se eu usar só a colors, eu tenho uma maior profundidade. >> Sim, >> quando passa o tempo por retorque, eu tenho maior percepção de desbotamento, >> fora outros pontos que eu poderia colocar. né? Questão de de por mais que seja uma ótima coloração, mas a questão da do da agressividade na fibra em si. Quando eu faço a mistura, olha que doideira, Rafael. E aí é o ponto. Eu tenho um equilíbrio de profundidade, só que eu tenho um ponto chave aqui. Como ele tá misturado com a coloração e eu trouxe para uma concentração de um para um. >> Uhum. Certo? Nesse espaço que eu trabalhei, eu entrego uma disposição mais perfeita de formação de pigmento. Entenderam? >> Sim. Sim. Então, eu tenho uma fibra com muito menos agressão, eu tenho uma preservação de algumas melaninas ainda interno que, ah, eh, mas aí eu queria uma cor quente, um vermelho um pouco mais vibrante. Deixa eu perguntar uma coisa para vocês. Aí você pode me falar assim: Mário, mas daí quando eu quero esse vermelho, eu vou perder um pouquinho, né, Rafael? Você concorda ou não? Você pode perder um pouquinho da vibração da cor. Todo mundo concorda? É verdade. Certo. Mas deixa eu perguntar para você. De cada 100 coloração que você faz no mercado, quantas são vermelho? >> Não respondem para mim. >> É muito baixo. E por que que eu vou me preocupar por isso? Então deixa o vermelho pra gente achar uma solução para ele. No vermelho eu tenho a solução. A sua preocupação é vermelha, ah, eu tenho uma cliente, eu vou te dar receita. Tá certo, Lu? >> Você não consegue resolver o problema >> do vermelho >> com usando colors e tonalizantes. Se você quiser vibrar mais, eu já faço essa mistura pelos ruidos lá. Aqui a Fábio cabelo assim, ó. Cabelo volta. Espetacular. É absurdo assim, ó. As voltas não sai, fica linda. Permanece. É absurdo. A >> Então, gente, o que que por que que eu fiz esse questionamento? Porque às vezes a gente não raciocina. Porque alguém vai falar assim, ai porque sempre vai ter alguém que tem um cobre, que tem um vermelho, que ele vai falar: "Ai, mas aí o vermelho eu achei, fiz, achei que não deu aquela vibração". >> Uhum. Aí eu pergunto, tá, de dos cabelos que a maioria daqui faz, quantos vermelhos a gente sabe que a maioria faz natural e marrom. Quando você faz um natural, que é a maioria, porque é só para ver o tanto de coloração natural que vende, o que que a pessoa espera quando ele faz uma cor natural ou um marrom, ele espera o quê? Naturalidade, >> car. É isso, gente. Espera naturalidade. >> Quando eu faço multicolor fusion, eu trago isso porque eu respeitei a profundidade, eu preservei melanina dentro do cabelo, eu trouxe uma carga desse filtro. O filtro que eu crio ali, Lu, de cor, ele é um filtro robusto, entendeu? Ou não? Com isso eu tenho cobertura de branco, porque olha só, porque você pode me falar assim: "Tá, mas aí tem o branco, o branco não tem fundo". E aí eu fui só até aqui e o branco, por que que ele cobre bem o branco? Porque mesmo que ele não foi lá pro fundo, mas naquele espaço que ele preparou, o que que ele fez, Rafael, de diferente? Colocou bastante corante ali. Ele ele formou melhor ali. Boa, Nélio. A formação ali dentro foi muito mais eficiente, mais ordenada, porque a monoetanolamina na mistura, ela freou um pouquinho, >> acalmou, >> acalmou. E a formação dentro daquele tempo ali, ele foi mais >> eficiente. >> Eficiente. Que tu tem agrupamento dos corantes mais eficazes, mais mais vamos dizer assim. >> Sim, exatamente. E tá naquela região. Mário, mas aí me fala uma coisa. A hora que eu for descolorir, eu não vou ter dificuldade para clarear, não. Porque o que gera dificuldade para clarear é o quê? >> É o tipo de corante. É o tipo de corante. Lembra quando eu falei do corante antigo, que eu falei que nós estamos vivendo uma nova geração? Mas eu só não contei uma coisa para vocês. Aquele corante ainda está no mercado. Ele é mais barato. Você sabe, eu tenho cor que ainda temiz. >> Sabe quanto custa 1 kg de corante? A média 750.000 gente, 1 kginho de corante. Aquele lá custa mais barato. Então quando você pega algumas colorações aí de mercado, alguma coisa, elas usam o corante intermediário, aquele lá, porque ainda tá aí. É preço. >> Esses colentes é o que a gente chama tecnolog >> o quê? >> O tamanho deles colentes que a gente usa ainda continuar é que depston ou qualquer outro que é usado é muito da da tá muito relacionado à marca da da do fornecedor, entendeu? Não. Eh, a gente sabe que é a última geração tecnologia, a gente chama de hungerston, tá? Mas vocês entenderam isso? Não. >> Sim.

Então assim, aí tem tonalizantes aí no mercado, que esses de mercado que você vê que até cobre branco, umas coisas assim que tá que eles eles trazem uma carga muito forte de alcalinizante, de monoetonalomina, por isso que eles até danificam o cabelo. Vocês já perceberam que tem cabelo que você pega com tonalizante, o cabelo tá tão estragado, tão estragado, você fala: "Meu Deus, cara, não é possível que é só tonalizante?" >> Por quê? Porque eles estão usando naquele tonalizante uma proporção tão alta de monoetanolamina que tá danificando o cabelo mais do que uma coloração de hidróxido de amônio, Rafael. É isso que às vezes é difícil as pessoas entenderem, entende? Então, quando eu falo de multicolor fusion, eu tô falando do futuro da coloração. Por hoje eu já tenho tecnologia para isso. Eu não preciso ter uma força tão grande do alcalinizante. Só que se eu só diminuir a força, vamos falar que eu pegasse uma coloração a colors e eu diminuísse. Então, Mário, vamos fazer o seguinte, vamos diminuir alcalinizante. >> O alcalinizante, ela ia ser ineficiente. Por que que ela ia ser ineficiente? >> Não tinha ativação do oxigênio suficiente. >> Ah, cara. >> É >> por que que ela ia ser ineficiente? Oxigênio suficiente >> aí ia ter expansão e profundidade suficiente. >> Sim. Não, tá tudo certo, mas tem um ponto chave aqui, ó. Eu quis fazer o que eu faço com a mistura, certo? Só que daí, em vez de estar misturando, então não, vamos fazer o seguinte, só vamos pegar a coloração e vamos deixar ela mais suave. Aí entra o que você falou. Eu Mas suave, ela fez igual eu fiz na mistura. Eu diminuí a profundidade. OK. Será que ia dar resultado? A cor ia ficar boa e ela ia dar cobertura de branco? >> Construção dos ali dos precursores de acordod. É isso, cara. É isso, ó. Foral. >> Sentiram ou não é isso? Entende? Porque as coisas parecem que ah, mas é tão simples. Então por que que não faz? Porque não é tão simples de fazer. é uma, é toda uma ciência que você tem que raciocinar. Então, quando eu só diminuo aqui para resolver o problema, eu tenho uma deficiência. Quando eu faço essa essa junção, essa essa coisa com a etanolamina e uma concentração de pigmento, eu fecho a conta, >> sim, >> eu aprofundo menos, eu trago a suavidade, eu preservo mais eh base interna, mas eu tenho a compensação na formação do corante. E só para lembrar vocês, lembram lá no começo do curso, agora tô falando pro cabeleireiro, lembra lá no começo do curso? Eu vou só perguntar para vocês de novo. O corante que tem no tonalizante é diferente do corante que tem na coloração? >> Não. >> Agora tô ficando a vontade. Já, já tô agora já empolguei. Então assim, você já você já colocou, então a gente já quebrou. Eu não sei se exatamente a a sabe, tá, a gente tem que aperfeiçoar essa sequência. Mas vocês concordam que a ideia tá top, cara, porque assim, você cria o ambiente, você >> você quebra a questão dos sensos comuns e agora você só começa, agora eu não preciso ficar mais explicando, eu só começo a falar de vantagem. Você viu que eu só falei de coisa positiva aqui? >> Porque o que tinha lá de senso comum, eu já quebrei, eu já construí ele. >> Então é isso, Multicolor Fusion é isso. Agora olha que loucura. E para eu fazer isso, eu tenho que fugir das regras da coloração. Não, não muda nada, gente. O conhecimento de vocês dentro da London, usando multicolor Fusion vai ser totalmente aproveitado. Então, Débora o curso que você fez de colorimetria, de coloração, que seja na L'Orial, na vela, você vai usar aqui muita coisa. você vai usar o conhecimento correto, básico, estrutural, ele continua e a gente vai evoluindo, melhorando algumas coisas. Posso fazer uma pergunta? É por esse motivo que algumas pessoas, por exemplo, perguntaram assim: "Ah, mas o Mário não vai criar, por exemplo, dá para criar um tubo só >> para não precisar fazer essa mistura. Seria por esse motivo que você explicou ali? Precisa? >> Não, esse é o meu sonho, o meu desafio. Entendeu ou não? Sim. >> Eh, a minha limitação é quem fazer isso, entendeu? Não, é quem fazer. Pessoas capacidade. Por isso que eu tô estudando. Só que assim, não é exatamente isso, mas é muito próximo disso. Mas tem coisa maior que isso que vai vir. Então, assim, eu tô só aquecendo o coração de vocês. Nós vamos impactar o mercado. Gente, eu tô muito, eu tô muito assim crente disso assim, sabe? Quando você tá acreditando demais, vai ser uma luta, a gente vai ter que fazer muito ajuste, vamos ter que trabalhar muito essa coloração. Tanto que a partir de logo agora, eu tô com as meninas aqui, eu não cheguei a falar isso para vocês, mas a partir de muito pouco tempo, vocês duas aqui pode se dar muito bem, tá? Porque eu e a Luente, >> é um pouquinho enrolado. >> É, eh, a gente já tá trabalhando, a gente já tá, mas assim, a gente vai ter que mergulhar porque um ano parece que é muito tempo, só que um ano, gente, é isso daqui, ó. >> E isso. E parece que coloração é um negócio simples, mas não é. Mas vamos voltar, >> vamos voltar pra pra sopa aqui, tá? Que hora aqui agora? Se. >> Tá. Não, então já. OK. Eh, >> não, não, não. Eu tô só pensando aqui se alguma coisa que eu não, não falei, mas eu acho que não. É, >> eu acho que acho que o o fundamental eu acho que de multicolor fusion, cara, dessa dessa associação é isso. E a pode falar, >> não é a o termo, eu não sei se eu de eh do termo da gente não vai mais usar coloração colors, >> não é isso. Eu vou, eu vou, eu vou, é, eu vou chegar, mas eu falo assim do conceito da multicolor fij, eu acho que eu falei tudo, né? >> Certo. Falando de benefícios ali, até quando eles falaram do tonalizante ali, eh, eu sempre ensinei também que quando a gente fala de amônia e sem amônia, que 90% das alergias é proveniente da amônia. >> 90% da 99,9% da sensibilidade e de tudo que acontece numa coloração é concernente aos corantes. >> Entendeu? Não >> é >> tá no passado falar de amônico. >> É bem falar de amônico. Gente, eu não vi isso. >> O quê? >> Eu sempre soube do corante. Mas a gente fala >> os corantes são muito alergênicos, gente. >> E ali é quando a gente fala que o tonalizante não tem amônia, que ele pode é mais suave tudo isso trazendo pr pra fusão. Isso continua falando. >> Sim. Eh, você vai ter um conforto maior, tá? Mas tem que tomar um um um certo cuidado, porque é isso, às vezes para uma pessoa que ela tem sensibilidade ao corante, ela vai usar um tonalizante, por exemplo, vou dar um exemplo para minha esposa, a Jéssica. A Jéssica tem alergia, ela tem alergia a peróxido, né? Você sabe, né? Ela tem alergia a peróxido, pode ser de cinco volumes. Eh, e assim, então se eu quando eu vou tonalizar a mecha dela, sai ferida, gente, na cabeça. E não é da amônia, não é nem da monoetonômia, é do peróxido. Como é que eu vou tonalizar o cabelo dela sem peróxido, gente? Não tem jeito. E assim, encostou é ferida, então cada um vai ter um nível de sensibilidade alguma coisa. Não, não existe uma regra. Mas segunda linha do do do ali, mano, quando a gente trabalha, porque daí é onde, né, tipo, ó, tem uma coloração pessoal, a chance de ter uma sensibilidade é muito menor e tal, >> automaticamente já cai por terra, porque a gente sabe que 99% é os colantes. >> Aí, qual seria a vantagem em si da usar coloração sem amônia? Vamos lá. Em cima da coração. >> É, mas é, eu vou chegar, vamos lá. Vou responder a tua pergunta. É que quando uma coisa é sensibilidade de irritação, >> outra coisa é alergia. >> Outra coisa é alergia. Quantos por cento das pessoas tm alergia? É muito pequena. O que 90 aí que entra com el falou, talvez seja isso que você perguntou que eu não entendi. É o que as pessoas sentem no dia a dia, aquela coceira às vezes não é do corante, não é de alergia, é sensibilidade ao alcalinizante. Aí sim >> suaviza. Só que daí que tem que tomar um cuidado. Por que, Rafael? Que às vezes a sem amônia, a sem amônia às vezes >> vocês já já perceberam isso? Às vezes já perceberam que às vezes a gente tem cliente, faz a a multicolor com amôia, ela não sente nada. Você faz assim amônia, ela sente? >> Sente. >> Por quê? Porque assim, ou a amônia ou a a monoetanolamina, se você ao aumentar ela vai dar sensibilidade. E quando eu faço amônia com a monoetanumina, por isso que eu falei, gente, ela é maravilhosa. >> É maravilhosa. Então, quando eu faço essa junção, eu tenho menos monoetanolamina, Rafael, e menos hidróxido de amônio. Ou seja, o risco de eu ter sensibilidade de coceira com esse produto é muito pequeno, cara. Aí ela pode ter uma com o X também, ela pode ter, mas enfim. Eh, só que o que que o que que eu não quero gastar muito? Você quer falar alguma coisa? >> Eu queria fazer uma pergunta e em relação à questão da proporção. Eh, a gente vai utilizar essa proporção agora daqui pra frente. >> Que que é proporção? >> O da massa um para dois ali para um. É que você tá foi um para um. Não, então beleza. É porque eu tinha visto errado. Bora, cara. Pelo amor, você é engenheiro, irmão. Que isso, irmão? Engenheiro. Pô, você não pode dar uma gaf dessa, mano. Tô brincando. >> Não, tá. É, deixa só voltar aqui no Rafael. Você falou alguma coisa? Eu ia te responder, mas ele cortou. Não, >> não, não foi. >> Tá, tá. Mas vamos lá, pessoal. Agora, olha só. Vamos lá. Vamos. Eu sei que tá, vocês estão cansados, vamos parar já, mas só para pra gente fechar bem, tá? Eh, o trabalho que eu estou fazendo hoje, desenvolvendo o produto, a gente tá buscando melhor performance em tudo, tá? Em, sabe o problema que nós temos hoje da pouca vibração da cor? >> Sim. >> Das cores quentes. >> Sim. >> Nós estamos fazendo um trabalho que na London vai ter a multicolor Fusion. Na London, ela vai ter a maior vibração de cor do mercado. >> Tô mentindo, Lu? do mercado, entendeu? Não, não brasileiro, do mercado mundial, cara. Você vai ter o marrom mais vibrante. Você vai ter o cobre mais vibrante. O cobre de de shorts coffe vai ficar com vergonha. >> Não, >> o vermelhos vocês não tm noção, mas a gente tem que calmar o coração. Nós temos que viver hoje. Nós temos conta para pagar, boleto para pagar, né, Camila? que diga, né, Camilo? Então assim, >> vamos acalmar o coração e vamos trabalhar com o que nós temos, que já é maravilhoso, mas assim, coisas grandiosas virão. Eh, aguardem que virão. 8493. Então assim, pessoal, e outra coisa, deficiência de clareamento, não vai assim tudo, imagina assim, a gente pega tudo que é perfeito hoje ainda melhora e tudo que tem de deficiência você elimina. Só fica a dica para vocês, >> não? >> É, mas vamos, nós vamos, nós vamos chegar, nós vamos chegar. Então assim, é, e eu acho que assim, eu por isso que eu tô fazendo assim, eu preciso que vocês estejam preparados até lá. E quando eu tiver esse produto na mão, antes de ser lançado, cara, a gente vai fazer muito isso daqui. Então eu vou sim, os franquados vai ter que preparar o bolso, porque nós vamos ter que se reunir, fazer laboratório, eu vou ter que fazer com a equipe de liderança, a equipe de liderança vai ter que fazer com os profissionais. Eu quero também ter contato com todo mundo, porque eu quero ter contato com a tia zinha lá do >> do Maranhão, você entendeu? Porque ela é importante para mim como empresa, entendeu? Eu eu quero que ela não se sinta que ela é a última lá que ninguém nem olha para ela. Não, eu quero ter essa oportunidade. Eu sei que é difícil, né, Maurício, trazer todo mundo é muito caro, mas cara, eu quero, é o meu sonho, é eu conseguir primeiro trabalhar vocês, porque eu preciso da da minha equipe de liderança, muito bem qualificada, mas eu quero dar esse gosto, principalmente numa grande coisa grandiosa que essa aqui vai ser, cara, de ter conseguir o máximo de pessoas reunir assim, sabe? É, eu eu vou falar para você, eh, eu não descarto, tá? Não para cabeleireiro, tá? Eu não sirvo mais para dar curso para cabeleireiro. Eh, eu acho que é não não é é uma exposição desnecessária. Não é porque eu sou melhor que ninguém, mas eu acho que eu tenho que aproveitar melhor o meu tempo. Mas sim, para uma franquia que tem muito educador, por exemplo, como Rio Grande do Sul, como Santa Catarina, que tem muito educador, o custo que vai ficar talvez ficaria mais barato, né, Carm? eu montar lá, ir lá e dar esse treinamento, essa presença minha lá, vai fazer toda a diferença para ele. Então isso pode ser, é só discutir. >> Pode juntar com >> Sim, panquias pequenas juntas, né? Então assim, eh podemos pensar, né? para cabeleireiros, não, porque assim, eh, quem tem que tá preparado para enfrentar os cabeleireiros é vocês, gente. Eu tô aqui para dar apoio para vocês, suporte, trazer conhecimento. E é vocês que eu preciso de vocês, porque senão eu não vou conseguir em todo lugar e aí alguém vai ficar, sabe?

>> Vamos lá. Então é isso. Eh, só para não, para mim fechar assim, eh, e a a última coisa que é o que a Lu vinha sinalizando ali, vocês percebem que eu não falei da coloração colors em momento algum, eu nem cheguei na semônia, depois nós continuamos e eu posso até fechar agora, tá? >> Posso até fechar agora, mas olha só, >> é porque eu vou falar, falar, falar. Olha só, eu posso ter mais 15 minutos para mim fechar, porque eu fecho. Olha só, eu vou falar tudo aqui. Eu não mostrei assim a Mônia. Daí depois que eu falar de todas as maravilhas, eu só vou falar uma coisa. Pessoal, tem mais uma. E se você quiser ainda fazer sem amônia, você tem a possibilidade, >> entendeu? Não, >> eu não preciso explicar tudo de novo. Eu já expliquei tudo, cara. senão fica confuso. Você fica, explica, depois explica de novo e coloca tabela para um e tabela para outro. É muita complexidade. Então assim, quando eu tô aqui, a única coisa que eu quero pedir agora para vocês é que nós vamos chamar a colors de base ativadora também. A base ativadora de amônio colors. Eh, a gente vai trabalhar isso por quê? já preparando para um futuro, para uma mudança. A gente combinou que é base ativadora com amônia e sem é base ativadora com amônia, base ativadora sem amônia. Perfeito, obrigado, Lu. >> Isso daí é >> já que tá falando isso daí logo aqui. E a base ativadora sem amar sozinha? Cara, é assim, ela a proposta da Multicolor Fusion, ela ela não é para usar sozinha, só que eu vou eu depois à tarde nós vamos nós vamos reunir, eu vou eu quero discutir essas coisas, sabe? Essa pergunta que você acabou de falar para mim, eu tenho certeza que vocês têm umas 50 perguntas desse tipo para fazer para mim. E eu quero sentar aqui e debater com vocês e explicar a o o a minha linha de raciocínio para vocês entenderem, porque assim, ao mesmo tempo que eu não quero coisas que não não precisa ser proibido em não, tudo bem, se entendeu? Não é o direcionamento. Por que que não é? Ah, por que que eu não aconselho você usar só a base pura? Porque você vai perder em performance. Simples, ah, mas pode, se eu quiser usar, eu gostei. Não, tudo bem, entende? Não tem por você ser, né, desnecessário, tá certo? Então, gente, é isso daqui, tá? Depois a gente volta, finaliza aqui e aí a gente entra nessa outra parte aí. É, >> mas gostaram >> valeu a pena. >> Então, bom, muito bom. >> Almoço de uma hora. coração.