Transcription
O 3I/ATLAS, pessoal, esse visitante interestelar pode estar manobrando. Ele pode estar executando manobras e ele pode estar fazendo de uma forma que aí não poderia, ou pelo menos nunca foi visto em nenhum cometa.
Em primeiro lugar, já para começar, isso que vocês estão vendo pode ser o resultado dessas manobras. Lembra que foi detectado um jato pra frente, depois foi detectado um jato para trás? Isso pode ser condizente com tudo que foi detectado de mudança da posição do Atlas no céu. E agora tudo tá fazendo sentido de uma forma que chega a ser assustadora, de verdade mesmo.
Richard, agora sim, o que que tá acontecendo? Devemos correr pras montanhas? Em primeiro lugar, pessoal, vamos lá. Vamos entender o que a gente trouxe aqui em primeira mão, inédito. Até onde eu vi, Cris, no mundo. Assim como níquel sem ferro, a gente foi o primeiro no mundo a reportar aqui. Depois bombou no mundo inteiro a questão do níquel sem ferro. Agora do níquel com pouco ferro, porque agora estão falando assim: "Ah, Richard, detectaram sim ferro". O que não falam é detectaram ferro com uma taxa que não pode ser explicada de forma natural. E eu já tinha falado que provavelmente iam detectar ferro em algum momento, só que ainda assim ele provavelmente seria numa taxa muito pequena. É, mas sabe por quê? Porque aqui a gente vê o fato e a gente traz o fato. Parece que por aí, não todos, mas muita gente por aí, parece que eles fazem assim, eles ficam tentando encontrar motivos para passar pano e dizer que é só um cometa.
E pessoal, o negócio é o seguinte, tá? Vamos lá, vamos, vamos por partes pra gente entender o que que tá acontecendo aqui. Em primeiro lugar, não foi a cada 4 horas, foi a cada 4 horas, né? Então, se o período de rotação desse objeto ele foi identificado como 16 horas, mais ou menos, né? 16:30, quando ele completa uma volta em torno dele, são 16 horas. Se a cada 4 horas ele faz isso, então a gente pode ter algo parecido com isso. Concorda? 4 horas, 4 horas, 4 horas, 4 horas, 16 horas. É a única, a única explicação. Seria a única explicação, então, mais óbvia. Colocando como um objeto natural. Aqui eu tô colocando como um objeto natural, tá? Um cometa. Esse cometa, ele teria que ter jatos simétricos, que tão dispostos aí a cada 90º do objeto. Exatamente dessa forma, uma precisão cirúrgica. Isso. E não só esses jatos, eles são liberados só em determinados momentos, porque, ok, foi a cada 4 horas, só que por um período, depois parou e isso foi antes, tá? Então a gente dividindo essas 16 horas, a gente tem essa esse visual desse objeto. Ou seja, se ele fosse natural, além de ter com precisão a a a posição dos jatos, também tem um funcionamento deles milimétrico. Milimétrico. Exatamente.
E como que foi essa mudança? Porque assim, pessoal, isso inclusive perguntaram. Inclusive, se você tiver gostando dessa análise, deixa o like aqui, tá? Deixa o like, se inscreve no canal, ativa o sininho das notificações para não perder nenhum novo, vira membro, você vai ter acesso ao conteúdo exclusivo. Inclusive, vai sair um vídeo agora exclusivo para membros, fiquem ligados, tá? Onde a gente vai falar ainda mais sobre isso numa conversa ainda mais intimista. E deixa comentário, né, Cris? Porque a gente tá de olho nos comentários. O High Vibration, ele colocou: "Assisti o vídeo todo, o vídeo anterior, né, mas eu não entendi para que lado ele tá mudando de direção." É exatamente sobre isso que a gente vai abordar hoje, tá? É exatamente sobre isso. Excelente pergunta dele. E o Lucão colocou: "Tanto orgulho desses meninos. Tô fazendo minha parte, engajando, recomendando o canal para a minha galera." Inclusive, nosso muito obrigado a cada um de vocês. Vocês são incríveis. O Izu Otemen colocou: "Sabe o que é sinistro? Imagina se o 3I/ATLAS foi mandado para fazer esse rasante com Marte, Cris, numa época em que Marte era habitável e talvez numa época em que Marte tivesse vida." Exatamente. Ou que tivesse uma civilização. Vai saber. É muito boa essa teoria, viu? Quem considera a imensidão do universo e tudo mais. Exatamente. É o tempo de chegar até aqui, sei lá, Marte. A civilização não está mais em Marte, mas agora na é sabe quando a gente vê a estrela está há tantos anos luz. E o Mesquita, eu tô no sete na escala e ficarei preocupado mesmo e ao mesmo tempo entusiasmado e ansioso se ele mudar de rota e vier em direção à Terra. Aí sim o bicho vai pegar. Abraços atlasnáuticos. Top, Mesquita. Já adianto, já adianto uma coisa para vocês. Você aumentou. Hoje eu subo na escala Loeb entender o porquê, tá? Depois vocês me dizem aqui se vão subir ou não também, se vão descer na escala. Você também decidir, tá? Você tá na cinco, eu já subi para seis, mas eu quero ver também sua opinião depois, Cris. Eu quero ver sua opinião. E eu não vou dar feliz aniversário porque dizem as más línguas que dar feliz aniversário antes da data não pode. Então vamos aguardar. Mas a Zilda Naves aí tá vai completar 70 anos ligada aqui no canal Galeria do Meteorito. Um salve, minha querida. Inclusive, ela deixa um relato ali de um de um avistamento de uma coisa estranha que aconteceu com ela. Muito interessante. E nos comentários sempre tem relato interessante, né, Cris? Palminhas Brasil daí e para todo mundo que manda comentário. A gente gosta de ver os comentários que é justamente para se balizar nisso, saber o que o pessoal tá tá pensando, ver se a gente tá na mesma página ali do. Exatamente. Exatamente.
Então vamos concluir aqui, vamos tentar entender o que que tá acontecendo. A gente tem então uma distribuição de jatos mais ou menos dessa forma. Agora, como que foi a mudança, Cris, que foi detectada? Foi pra frente, foi para trás, igual aquele comentário lá que foi feito, né, que a gente mostrou aqui, e isso faz toda a diferença, tá, pessoal? É tudo muito novo, é tudo muito recente. Eu tô tentando fazer a melhor análise possível e de forma muito cautelosa, porque afinal de contas a gente sabe que a gente tá falando aqui para milhares, às vezes centenas de milhares de pessoas. Então, a gente tem que ser cauteloso na informação que a gente passa. Então, tô fazendo com muita cautela. As informações são preliminares. Que que eu achei? Que que eu encontrei, Cris? Vamos lá, sem mais delongas. Lá naquele telegrama que eu mostrei no vídeo anterior, ele fala que a detecção dessa mudança na posição do objeto foi através desse estudo aqui. E aqui tem uma tabela enorme com posição do objeto no céu e tudo mais. Parará. E a gente tem isso aqui, ó, uma grade que é usada quando faz observação de um objeto, que é uma grade de erro. Ou seja, o objeto ele tem que estar dentro dessa grade aqui. Se ele sai daqui, então possivelmente é um desvio do objeto de forma física. E não só uma questão do sensor nem nada disso. Ele tava fora dessa grade por 0.002º, tá? 0.002º quando? Entre 25 de março e 2 de maio. Ah, Richard, mas no estudo aqui eles estão considerando, eles falam aqui inclusive no resumo que é de 28 de março a 2 de maio, né? No resumo eles falam que eles observaram a partir do dia 20 28, né? É só a partir do dia 28 de março. Só que aí que tá. Sim, eles falam isso no resumo, porém nos dados aqui já tem observação de 25 de março. É que como talvez não preencher os requisitos, então eles não consideraram, mas tem aqui. E isso foi detectado de 25 de março até o dia 2 de maio de 2025. Essa mudança, esse desvio do objeto do visitante interestelar 3I/ATLAS. Depois disso, o estranho acontece, ele segue alinhado, aí ele fica certinho ali dentro, ele fica certinho no padrão que é esperado para esse objeto. E para onde foi essa aceleração? Tá, como eu disse, as informações, pessoal, elas são muito preliminares. É muito difícil fazer esse tipo de análise, tá? É muito, muito difícil. Eu conto, não vou mentir para vocês, eu conto para fazer esse tipo de análise com ajuda de inteligência artificial também, porque ela vai conseguir analisar ali os dados com bastante precisão, tá? Mas tudo indica, tudo indica que essa mudança que foi detectada de 25 de março a 2 de maio foi de aceleração, ou seja, o objeto tava adiantado. Se ele tem que viajar de lá para cá, ele apareceu pra frente, ou seja, adiantado. Então ele acelerou. Isso.
Agora, calma, calma que tem mais. Calma que tem mais. Tem um outro estudo aqui de 2 de setembro que eles falam sobre uma observação que parece capturar ali uma mudança de brilho e tals. No entanto, a gente eh verificou, eles colocam ali que eles verificaram aberturas, experimentos e viram uma mudança de brilho drástica de 0.8 magnitude. Isso é muito, tá? E eles falam que pode ser resultado de "poor seeing", que é o quê? É alguma condição atmosférica e talvez contaminação estelar. Ou seja, eles viram a mudança de brilho, só que eles não bateram martelo do que pode ser. Guarda essa informação. Lembra, Cris, que eu falei para você? Olha, eles lançaram um estudo falando que o objeto ele tava sutilmente diferente, só que eles já disseram que pode ser um erro do sensor, quer dizer, um erro de posição. Até falei: "Nossa, eles lançam o estudo já falando que tá errado." Na época o Cris falou isso mesmo. Ele falou: "Não, agora é demais. Eles estão lançando o estudo, descobrindo uma coisa e já falando que pode estar errado. Tipo assim, ó, tá aqui meu estudo, mas eu já te aviso, Richard, tá errado, viu?" É, isso é de agosto, pessoal, e a gente falou sobre isso com vocês. Para quem não lembra, para quem não viu, eu vou deixar no card aqui em cima. Olha o que eles conseguiram perceber. Percebemos uma uma consistência offset, ou seja, uma mudança consistente entre o alvo observado, que é o 3I/ATLAS aqui, ó, 3I/ATLAS, tá? Entre o alvo observado e a posição eh predicted, que é a prevista, a posição prevista. E aí eles falam que isso pode ser só questão de falha ali do posicionamento. Quer dizer, é você levar pro teu chefe um relatório e falar: "Tá aqui o meu relatório, chefe, e está errado, viu?" Será que isso foi só um erro do sensor na época? Eu já questionei isso na época e eu falei: "Ó, o que vai dizer, pode de fato ser, mas o que vai dizer são futuras observações." A gente tem agora essas futuras observações e eles detectaram, lembra que a mudança era de 0.00º? Essa aqui que eu mostrei para vocês foi de 0.002º. A dessa aqui, que pode ter sido de acordo com eles um erro do sensor, olha que coincidência, também foi de 0.002º. Olha, ou seja, uma mudança igual, só que essa para trás. Pera aí. Então ele primeiro foi pra frente 0.02, depois para trás 0.02. Exatamente. Ou seja, em março e maio o objeto ele parece, tá? Ele parece ter acelerado e depois, olha aqui, ó, de março e maio acelera, tudo indica que acelera. Depois de maio a junho, ele freia. Olha, parece correção mesmo de trajetória, como se fosse uma correção. E sabe o que eu acho impressionante desde o começo dessa história? Eu acho interessante desde o começo que o o que tem de erro em equipamento ultimamente, lembra que nunca teve nos outros, nas outras observações, outros cometas, outros planetas, asteroides, nunca teve. Agora com Atlas parece que tá tudo falhando, é câmera que falha, é tudo falha.
Ou seja, a gente tem um objeto que ele é rico em níquel, com uma taxa de ferro muito, muito baixa, às vezes nem detectável de tão baixa que é. E isso com que a gente conhece requer industrialização. Não bate com material natural. Não bate exatamente isso. Com tantas outras anomalias sobre esse objeto interestelar. Ah, com Avi Loeb, um dos maiores astrônomos da atualidade, falando, alertando que isso pode ser uma nave alienígena, de acordo com ele, fica entre 30 e 40% a chance de ser uma nave alienígena, tá? Ah, e agora isso. Agora a gente tem essa, ou seja, vamos dar uma olhada aqui, a gente colocando, Cris, ele aqui, ó. Vamos colocar ele aqui, tá? Então, aqui tá o 3I/ATLAS e a gente vai colocar o momento em que acontece. Lembra que foi, ó? Então, ele parece ter acelerado. Você conseguiu identificar também o momento que ele acelerou e o momento que ele freou, onde ele estava? Mais ou menos. Mais ou menos. Olha, março e maio ele acelera, maio e junho ele freia. Que interessante. Guarda isso. Março a maio parece que teve alguma aceleração. Onde estava ele? Vamos lá, ó. Aqui a gente tá em novembro de 2023. Vamos acelerando o tempo. Então aqui ele tá vindo. Aqui a gente não tinha descoberto esse objeto, tá? Ó, lembrando, aqui tá o Sol, a Júpiter. Lá dentro, aqui dentro, ó, em verdinho, quase invisível ali onde eu tô mostrando com o mouse, é onde tá a órbita da Terra, tá? Nós, nós. Isso aí. Aqui a gente tá em 2023, vamos para 2024. Ele tá vindo. Até aí a gente não sabia da existência desse objeto interestelar. Tá, agora a gente chega em agosto de 2024. Não conhecíamos ainda, então a gente não sabe o que ele tava fazendo até até aí, tá? Agora a gente chega em março de 2025. Pronto. Opa, estamos chegando. Olha aqui a Terra. Já tá dando para ver a órbita da Terra aqui. E foi mais ou menos aí que ele deu uma aceleradinha. Isso ver aqui, ó. Em março, abril e maio ele tá acelerando. Hum. Até aqui, ó. Acelerou aqui. Maio e junho, ele dá uma freada, ele dá uma, opa, uma uma mudança. Botá no freio. Isso. Exatamente no momento em que ele cruza a órbita de Júpiter. Isso que é incrível. Exatamente no momento em que ele cruza a órbita de Júpiter. Claro, Júpiter tá aqui do outro lado, ó, né? Do outro lado, de acordo com, ó, onde ele tá, olha, exatamente numa num alinhamento Júpiter-Sol. E ele não é mais ou menos o que a gente faz quando vai atravessar uma uma pista, uma estrada, um cruzamento, a gente bota o pezinho no freio, olha pros dois lados e segue. E ele fez isso com a órbita de Júpiter. Com a órbita de Júpiter. Ou seja, aqui, ó, ó, ó, olha aqui, ó. Aqui é a órbita de Júpiter. Esse laranja aqui, tá? Essa é de Saturno. Aqui ele tá acelerando entre Saturno e Júpiter. Ele tá acelerando. Março, abril, acelerando, ó. Acelerando. Maio. Aqui, ó. Aqui ele começa a dar uma freada. Maio, a junho, ele freia. Depois ele volta à velocidade normal. Olha, parece freando no cruzamento. Não é a velocidade, a posição dele no céu. Freando no cruzamento. Exatamente. Exatamente. Porque isso é que nem uma estrada. Órbita aí é o caminho de Júpiter, que nem uma estrada. Júpiter passa por aí. Isso, isso, isso.
Agora, considerando, Cris, considerando que isso aqui tem essa disposição de jatos, né, e que, ah, Richard, então ele essa essa mudança cada 4 horas foi só de aceleração? Não foi para frente e para trás, como se ele tivesse fazendo isso. Só que no geral, pelo que eu vi, tá, posso estar errado, mas pelo que eu vi, no geral foi aceleração. No geral resultou numa aceleração. E aí é onde complica mais a coisa, né? E aí é onde complica mais a coisa. Porque me explica aquele negócio que você tava me falando, quando ele freia até daria para justificar como natural, porque aí que tá, é nisso que a gente vai entrar agora. Que que acontece com o objeto, pessoal? Que ele tá viajando ali, no caso, né, na na direção do sol ou vindo se aproximando do sol. Aqui tá o cometa, vamos colocar assim. Então, quando a gente tem, vamos aproximar bastante nele, inclusive de acordo com a NASA, ó, ó, a aparência dele seria, eles colocaram ali, criaram uma aparência porque a gente não tem a aparência dele real, tá? Chutaram bonito, hein? Isso aqui é o lado diurno do cometa, né? Esse é o lado noturno que tá para trás. No caso aqui, como um cometa ele é rico em voláteis, em gás e tudo mais, o que tá virado pro sol muito grande e causar uma freada nesse objeto. Ou seja, quando o sol bate ali, pode desencadear uma reação. Isso que ele dá uma freadinha para trás. É como se tivesse ligado um propulsor aqui natural que coloca ele um pouquinho para trás, dá uma freada nele, tá? Mas como que isso acontece atrás? Como que isso acontece atrás se não tá tendo incidência de raio solar? Mas já foi observado, jato. Tá atrás de um objeto jato, mas não suficiente para causar acelerações e muito menos acelerações cronometradas a cada 4 horas atrás dele. Não. Sim. Naturalmente você poderia até pensar como ele rotaciona 16 horas, de repente ali uma um fluxo tardio de algum material. Isso, isso, isso, isso. Mas o cronometrado é que mata. É o cronometrado é que mata. Exatamente isso. Exatamente, Richard. Isso já foi observado em cometas. Jatos no lado noturno. Jatos. Sim. Empurrão. Esses jatos com fazendo algum empurrão. Sim, mas não exatamente na direção solar. Um pouco meio perpendicular, meio inclinado, meio bagunçado. Mas sim, mas sempre sempre de curta duração. Nada cronometrado, nada acontecendo a cada 4 horas. E isso, pessoal, até onde eu pesquisei, se eu tiver errado, me corrijam, deixa aqui nos comentários. Até onde eu pesquisei, esse tipo de desvio na posição do objeto, colocando ele como numa aceleração mais na direção do Sol, de forma cronometrada, é algo sem precedentes na literatura. Isso nunca foi visto.
Agora sabe que eu tô curioso, curioso de saber as explicações que vão encontrar agora nos próximos dias, porque agora vão pegar essa informação e vão ficar tentando achar um jeito de explicar esse troço. Então, Cris, aqui toda essa ilustração aqui eu fiz com base, não fiz colocando como ah, eh, isso aqui é uma arte gráfica, claro. Eu não fiz como, ah, é uma nave, faça como uma nave, não. Eu só fiz coloque quatro jatos por conta do horário ali e tudo mais, né? O período de rotação. Então, colocou os jatos dessa forma. Não parece natural um cometa com esses quatro jatos. Imagina, e esquece aquela parte ali de trás que dá dá a impressão que é um propulsor de fato. Esquece que aquilo ali, ó. Ó, isso aqui parece um propulsor. Esquece. Tampa isso. Considera só isso. Se você visse isso parece algo natural. Eu acredito que isso teria uma aparência, Cris, um pouco mais nesse sentido. Isso é o meu palpite. Não matem o palpiteiro. Deixa aí nos comentários, porque, ó, a gente trouxe para vocês o quê? Os fatos. Fatos. Isso aqui são fatos, tá? Então, tá, tão aí os fatos. Agora, nos próximos dias vai aparecer um monte de gente tentando achar alguma explicação para dizer que um cometa assim é natural. Ó, ó lá. Parece natural para você. aqui, ó. Ó, isso aqui, ó, deixa aí no Deixa aí no comentário. É, sem considerar isso aqui, que isso aqui já dá algo como artificial. Considera só isso, ó. Ó, deixa aí no comentário. Jatos. E outra coisa, ah, Richard, mas pode um cometa ter jatos? E, ok, a gente nunca viu na literatura um jato tão forte no lado noturno que não tá sendo irradiado pelo sol. A gente nunca viu ele ter potência suficiente para ficar dando aceleração a cada 4 horas. Mas vai que é a primeira vez. É, vai que é a primeira vez. Vão colocar isso. Mas aí que tá. Por que que tá parando? Por que que para? Faz em alguns momentos, para, depois faz em outros momentos e para. E ele tá só chegando cada vez mais próximo, Cris, do Sol. Cada vez ele chega mais próximo do Sol. Então era para isso tá se tornando mais frequente. Só que não. Depois de março, abril e maio, ele para de fazer isso. Pera aí. Então, tá tendo menos incidência do Sol? Não, tá tendo muito mais incidência do Sol. Você quer dizer, se era uma reação ao sol lá atrás, aqui na frente tinha que ter muito mais reação. Muito mais. E não tá tendo. E outra coisa, vale ressaltar uma coisa muito interessante, que esse objeto até agora, a máxima cauda que a gente já viu foi essa que é de poeira, não é cauda ionizada cometária como a gente conhece, tá? E que grande atividade é essa de cometa a ponto de fazer algo que nunca nem foi visto em cometa de tanto jato, se esse cometa não tem jato, tipo, não tem cauda ionizada enorme, não tem nada disso, pessoal. Sabe que eu fico bestificado? Queria até te perguntar para te dar a chance de falar aqui. Como que a gente vê por aí, pela internet falando assim: "Ah, mas ele se comporta como cometa, ele age igual um cometa?" Eu ouvi isso esses dias. Não, a gente vê de vez em quando, né? O quê? Como que se você explica isso? Não explico. Não tem explicação. Não tem explic. Ele parece com ele age como cometa. Ele não age como cometa. Ele não parece como cometa. O mais próximo de cometa que a gente tem desse objeto, pessoal, o mais próximo de cometa é essa aparência aqui, que isso aqui tá num zoom absurdo. E a gente tá vendo uma cauda que é de poeira, tá? Mesmo como o cometo, ele tem duas caudas, cauda de poeira e cauda de gás ionizado, tá? Aqui no caso é só a de poeira e muito pequena, não é uma de poeira grande e a ionizada nem tem. E uma certa coma ali, ou seja, o que parece ser uma atmosfera, só que tem uma polarização negativa absurda, nunca observada também no material natural. Então, até no que ele faz parecido com cometa, quando você olha um pouquinho mais, é diferente. É diferente. É, até o que é parecido com cometa é diferente de cometa. Bom, que nem a gente falou, tão aí os dados.
Cris, agora você tava na escala cinco Loeb. Depois disso, tô curioso. Mantém, aumenta, diminui. Eu vou para seis. Vai para seis igual eu. Isso que eu tô sendo cauteloso, viu? E pessoal, lembrando porque a minha vontade é falar de que eu vou fui para oito. Mas a escala, a escala Loeb, ela diz que zero é um objeto natural, sem sombra de dúvidas. Oito é um objeto artificial, mas que não indica que tem risco para a Terra ou para a humanidade, mas já é artificial no oito. E 10 é artificial e com risco para a humanidade e para a sociedade. 10 é tipo assim, a casa caiu. 10 é a casa caiu, é corram pras montanhas. Oito seria é artificial, mas não não necessariamente vai ser um risco pra gente. Você tá no seis agora? Eu fui pro seis. Eu também tô no seis. Só porque fui cauteloso, porque a minha vontade é ir para uns oito. No mínimo. Eu também tô no seis. Eu também tô no seis. Inclusive, sabe? Eu acho uma coisa. Vou vou aqui confessar uma coisa, Richard. Eu achava que agora com esse rasante dele com Marte a gente ia conseguir tirar várias dúvidas assim e aí eu ia baixar, sei lá, para dois, para três. Mas o pior é que parece que quanto mais perto ele chega, mais esquisito ele ficando. Mais esquisito ele vai ficando. E a gente tinha esperança que agora com ele um pouco mais perto lá em Marte cheio de câmera, a gente fosse ter uma resposta, finalmente falar: "Não, vamos baixar esse negócio aí, ó, a gente tava no cinco, vamos baixar para três", mas não dá. Vai ter que aumentar, não vai ter que aumentar. Vai ter que aumentar. E vale ressaltar, Cris, que a HiRise, que é a melhor imagem que a gente vai ter desse rasante de Marte, já foi feita com a HiRise, né? Do Mars Reconnaissance Orbiter, esse orbitador da NASA que tá lá em Marte, mas até agora não foi liberado porque a NASA tá naquele shutdown. A NASA tá shutdown na hora certa, hein? Na hora certa, né? Teve um problema lá no Congresso dos Estados Unidos. Vou nem entrar nesse mérito. Se ah, foi por causa do 3I/ATLAS, não foi. Não vou nem entrar nesse mérito porque mas fato é no pior momento, fato é no pior momento e a NASA ela não tá funcionando. E a gente continua de olho, né, Cris, em tudo que tá acontecendo no 3I/ATLAS mais do que nunca. E trazendo para vocês a em cima do lance, ó, em cima do lance, pessoal. Deixa aqui nos comentários o que que vocês acham sobre isso tudo. A coisa tá ficando cada vez mais periclitante. Essa foi a análise que a gente conseguiu fazer aqui e vejo vocês no próximo vídeo. Até a próxima. Fui. Tchau!