Transcription
Muito boa noite, ricos e ricas na América. Sejam muito bem-vindos à live do Esquenta dos Ricos na América, da semana do Super Plano. A primeira coisa que eu quero dizer para vocês é que eu estou muito feliz de estar aqui. Eu amo produzir conteúdos ao vivo. Eu adoro ver vocês nos comentários. Eu adoro ver Claudinei Martins, Márcio, Luciana Castilho, Jusara Silva, Vilma Cachuba e Adriana Almeida, Nirlei Andrade. Adoro ver vocês ao vivo com fogo na periquita, comentando, bota no bonequinho do VRA, quem é aluno antigo do RNA, então rico na América, seja muito bem-vindo a essa live, tá?
Verena, do que que se trata essa live que um amigo meu me convidou e eu estou mais perdido do que cego em tiroteio? Vamos lá. Semana que vem vai acontecer o maior evento de finanças voltado para imigrantes brasileiros que moram nos Estados Unidos. O evento vai ser dia 7, 8, 9 e 12 de outubro. Se você ainda não se inscreveu, vai agora no meu Instagram, Verena Oficial, clica no link da Bio, se inscreve porque é de graça. E se você ainda não convidou um amigo, faça isso agora, porque você reclama que a comunidade brasileira é isso, que a comunidade brasileira é aquilo. Na hora de convidar pro super plano, você não convida. Aí o povo fica pobre, os seus amigos fica tudo pobre e você não sabe a razão. Então, rico na América, amigo bom é amigo que compartilha coisa boa e o superplano é uma coisa boa, tá certo?
Verina, o que que eu vou aprender nesse treinamento? Eu vou te ensinar em quatro dias como você multiplicar os seus dólares na América, porque nenhum de vocês merece ficar aqui 5, 10, 15, 20 anos e não construir nada. Eu quero te ajudar a comprar sua casa própria. Eu quero te ajudar a se aposentar mais rápido. Eu quero te ajudar a abrir uma conta que a gente vai abrir na terça-feira para você multiplicar seus dólares por 300 vezes mais. Então se inscreva.
Uma outra coisa, uma outra coisa, esse é o último super plano do ano. E outra, não vai ter super plano no início do ano que vem. Então você que tá coçando tua periquita aí sentada no pudim, vai te escrever. Por quê, Verena? Porque não vai ter mais, porque eu tô tocando um projeto misterioso que a Riconca vai ser o projeto da minha vida. Você vai saber só ano que vem. Então se inscreve no super plano que não vai ter muita oportunidade.
Então, o que é o esquenta? Antes dessas aulas que vai ter semana que vem, eu faço uma série de lives para nivelar vocês em conhecimento. Muitos aqui sabem nada, muitos sabem menos 100, alguns sabem alguma coisa. Então essas lives é para nivelar vocês em conhecimento, para todo mundo chegar nas aulas do superplano, OK? E para conseguir acompanhar as aulas. Se você não vier pro esquenta, provavelmente você vai chegar perdido no superplano. Então espero que você pegue caneta, bloquinho de nota, minha filha, e caracá, porque hoje vai ser lapada de conteúdo, porque Verena Cordeiro trabalha nesse nível.
E para quem não te conhece, Verina, não sei quem é. Você tem uma carinha de picareta aí com essa roupa. Hum. Meu amigo, eu já trabalho no mercado financeiro há 18 anos. Praticamente é a única coisa que eu fiz na minha vida desde os meus 17 anos. Comecei trabalhando com clientes de altíssima renda, ajudando multimilionários no Brasil a diversificarem seu patrimônio, investindo nos Estados Unidos, que é a maior economia do mundo, blindando a sua fortuna dos riscos políticos e econômicos do Brasil. E fui transferida para Nova York, moro aqui até hoje, tá certo? Nesse momento estou falando com você direto da cidade de Nova York. Então, eu vou usar esses meus 18 anos de carreira para ajudar vocês a organizar as finanças aqui nos Estados Unidos.
E qual o tema da live de hoje? Afinal, rico na América. Afinal, conta para mim aqui, ó. Conta um babado para mim. O que que vai acontecer, meu amor, com os Estados Unidos da América? Aqui, ó, cadê ele? Cadê ele? Aqui, ó. O que que vai acontecer com os Estados Unidos da América? E o que é que vai acontecer com esse globo terrestre? Você sabe o que que vai acontecer? Se prestar atenção na live, você vai sair daqui sabendo alguma coisa, entendeu? Então é isso que eu quero desvendar hoje. Que que vai rolar? Beleza?
Primeiro, antes de começar, eu quero meu pagamento, porque eu mereço, porque eu vim muito bonita hoje. Então, quem tá achando que eu vim hoje, já dá um like para valer a pena o investimento que eu fiz, ó, de tabela hoje para você, porque, minha filha, custa para estar organizada assim, custa dinheiro. Coloca aí logo seu like, já vai. Eu gosto de comentário, eu gosto de like, eu gosto de zom zom zom, eu gosto de conversa fiada. Então, sinta-se à vontade para comentar, para falar, para clicar, para mandar live pro seu amigo e manda pro imigrante assistir. Manda, meu filho, manda. E vamos lá, vamos começar. Vamos, vamos beber uma aguinha para não ficar rouca pro super plano. E vamos nessa.
A primeira coisa que eu quero perguntar para você é, eu quero que você seja sincero. Tem gente aqui que votou em Trump, tem gente que não votou, tem gente que, como eu, que não é cidadã ainda, porque eu ainda não sou cidadã, fica nesse negócio agora que tem para fazer prova, né? Vamos ver se eu faço esse ano que vem. Mas nós que não somos cidadãos, a gente vota na mente, não é assim? Não sei se você é assim, mas eu sou assim. A gente às vezes não vota, a gente não vota, mas a gente vota na nossa cabeça. Então você que votou na sua cabeça como eu, tem o seu político favorito, a pessoa que você votaria se você tivesse cidadania. E tem alguns de vocês que literalmente foi lá, clicou o botão e votou. Eu quero que nessa noite, independente de quem você votou, se você gosta ou se você gosta ou não de Trump, eu quero que nessa noite você desentupa teu ouvido, eu quero que você limpa o teu olho e eu quero que você escute os dados econômicos. Vamos discutir economia. Eu não quero ver baixaria nos comentários para eu não ter que bloquear ninguém, né? Porque a gente tá vivendo no momento das trevas, que ninguém pode dar opinião, né? Que o povo tá louco, a gente tem que fazer live assim pelo online pro povo não querer te matar, não é isso, né? Não pode nem falar essa palavra, mas pro povo não querer, ó, pagar você, a gente tá nesse cenário. Então, eu quero que vocês sejam educados. Eu quero que vocês sejam gente fina, gente, gente organizada, gente intelectual, pessoas que não brigam, que não bate na cara do outro, que não estiga o colega, entendeu? Então essa é o primeiro pacto da noite, seja educado, tá? E eu quero que sendo educado nessa noite, exatamente, vamos falar de dados e fatos. Beleza? Eu quero que nessa noite você fale, independente se você votou ou não em Trump, se você gosta ou não dele, o que que você tá achando do governo desse rapaz? Coloca aí nos comentários enquanto eu vou começar a live.
Então, Rico Na, vamos começar a análise do governo Trump. A primeira coisa que eu quero analisar são as promessas de campanha, né? A gente vai analisar o que ele prometeu, o que ele entregou até o momento. Lembrando que Trump entrou no poder esse ano de 2025, então nós temos o quê? 9 meses de mandato, né? O que vamos analisar, tá certo? Beleza? Então vamos lá. Quais foram as principais promessas de Senor Trump até o momento dessa live? Vamos lá.
Economia: O que que ele prometeu na economia? Baixar os impostos, reduzir a inflação e trazer os empregos para as indústrias. A gente já vai falar disso, eu vou explicar.
Imigração: Na imigração, o que que ele promete? A promessa dele foi triste para a imigração. Então, não dá para chorar agora. Quem tá chorando agora tem que chugar as lágrimas, porque ele prometeu isso, não é mesmo? Não é mesmo? O que que ele prometeu? Endurecer a fronteira, deportações e fim de políticas fracas, segundo ele.
Política externa: E o que que ele prometeu de política externa? O que que ele prometeu? O que que ele prometeu? Parar de bancar guerras. A gente vai falar um pouquinho sobre isso, mas eu não vou entrar em geopolítica. A gente pode fazer outra live de geopolítica. Eu vou dar só uma pincelada. Foco na América em primeiro lugar, né? Foco América first, né?
Segurança e identidade nacional: E qual foi a outra coisa que ele prometeu? O quarto item que ele prometeu segurança e identidade nacional. Retomada da lei e ordem, combate ao politicamente correto. Independente dos fãs de Trump e dos que não gostam dele, eu vou agradar gregos e troianos hoje, porque não tem só coisa boa no governo, paixão da minha vida, razão do meu viver. Então, se você é muito apaixonado por ele, por favor, seja educado nessa noite. E se você não é tão apaixonado por ele, também seja educado para me escutar, porque eu trago fatos. Beleza?
A primeira coisa que eu quero deixar claro é que Trump é um político populista, né? O que é um político populista? Ele dá pão e circo. Não dá pão e circo. Ele dá pão e circo. Que até quem não gosta dele se diverte com ele, nem que seja para ficar com raiva, não é não? Ele é um político populista. Eu não vou entrar também nesse mérito, mas só quero deixar isso claro para vocês, tá? Beleza? Estamos junto.
E vamos focar hoje no pilar economia, porque não dá para eu focar em todas as promessas de campanha, senão a gente ficaria aqui até amanhã de manhã. Então eu vou focar em economia porque é a área que eu tenho conhecimento. Verena, por que que você tem conhecimento? Porque eu fiz faculdade, pós-graduação, especialização e mestrado em economia. Eu acho que eu tenho um pouquinho de conhecimento para ajudar vocês. E além de tudo isso, geopolítica, economia e finanças é o assunto que eu mais gosto de ler, estudar. Praticamente quando eu abro meus olhos, a primeira coisa que eu faço, além de agradecer a Deus por estar viva, é olhar as notícias. Então, eu gosto muito desse assunto. Eu tenho dezenas e dezenas e dezenas de livros sobre o tema. Eu estudei isso praticamente em toda a minha vida. Então, eu vou trazer dados hoje do que eu estudei nos últimos 20 anos, tá?
Então, vamos lá. O que eu posso falar é sobre dinheiro, porque o que é que as políticas de Trump vai trazer pra gente de positivo e de negativo? A primeira coisa que eu quero trazer aqui são dados de como Trump recebeu o país, tá certo? Como, qual foi o cenário que Trump recebeu os Estados Unidos nas mãos para ele administrar? Vamos lá.
Inflação elevada em 2022, 2023, apesar de uma desaceleração no mesmo período. Juros altos do Banco Federal Americano, do Fed, travando crédito e consumo. Não acho que isso é algo negativo, porque tinha que se fazer após a farra do COVID. Dívida pública batendo recordes. Gente, pelo amor de Deus, não vai criticar agora que eu só tô dando o cenário. A gente vai entrar ainda nos pontos, tá?
Vamos agora entrar no governo Trump. O que é que Trump fez esse ano? Tarifaço em abril, né? O que foi o tarifaço? Quem aí recalcula como foi o tarifaço? Eu tô olhando para cá e para cá que eu tô vendo os comentários, tá? Vamos lá. Um pacote de tarifas agressivas sobre importações em média de 15 a 20% em alguns setores como aço, alumínio, automóveis. Esses setores chegaram a níveis altíssimos de tarifaço. E por que que Trump fez isso? Porque o argumento dele foi tarifas recíprocas. É tipo na época de Moisés, né? Da César que é de César, né? E e olho por olho, dente por dente.
Mas Verena, por que que Trump? Vamos entender o lado de Trump, né, as questões dele e depois a gente vai analisar se tá certo, se tá errado, de acordo com ganhadores do prêmio Nobel de economia, tá? Não é opinião de Verena, é opinião dos ganhadores do prêmio Nobel de economia. Mas vamos entender o que é que Trump queria com esse tarifá primeiro. O que que ele queria? Ele queria igualdade. O que é igualdade? Vamos dar um exemplo. Vou dar um exemplo para ficar mais fácil. Quanto é que custa um iPhone nos Estados Unidos? Por que que o brasileiro vem tanto para cá para comprar iPhone? Porque aqui é mais barato que no Brasil. Por que que no Brasil o iPhone é tão caro? Impostos, correto? Produtos americanos são altamente taxados em países como o Brasil. Aí o que que Trump falou? Pera aí, esse negócio tá certo não. Eu não tô taxando vocês à altura e quando eu quero vender os meus produtos para vocês, vocês me taxam no teto. Agora vender para mim, vocês querem vender café, vender carne e a tarifa é baixa. Agora, na hora que eu vou vender meus negócios, você não tá colaborando. Não foi isso que ele ficou chateado. Ele queria impor tarifas recíprocas. Por quê? Porque o superávit comercial dos Estados Unidos estava desigual.
Verina, explica pra gente o que é superávit. Basicamente, superávit é o seguinte, vamos lá. Países que vendem mais para os Estados Unidos do que compram. Vou te dar um exemplo mais claro para você entender. A China vende 500 bilhões de dólares para os americanos, enquanto os Estados Unidos vendem 350 bilhões. Ou desculpa, a China vende 500 bilhões em produtos para os Estados Unidos, enquanto pasmem. Os Estados Unidos só vende 150 bilhões para a China. Ou seja, ele, a China tem um superávit comercial contra os Estados Unidos de 350 bilhões de dólares, ou seja, a balança não tá equilibrada, né? Tá aí uma desvantagem de 350 bilhões. Aí Trump quer o quê? O meu filho ou compra mais de mim ou eu boto tarifa para você vender menos para mim. Então ele queria tarifas recíprocas. Eu queria dizer para vocês que no mundo fantástico de Bob, essa ideia é maravilhosa, mas a gente vai ver que no decorrer dos fatos pode trazer danos altíssimos para a América ou não. Vamos segurar a periquita aí que eu vou falar. Beleza?
Então o que que Trump queria? Ele queria igualdade. A ideia de Trump não é uma ideia ruim. O problema é o resultado dessas ideias. Por exemplo, tem gente que fala assim: "Ai, deveria taxar bilionário". A ideia em si não é ruim. O problema é o resultado dessa ideia. Que é o quê? O povo acha que os bilionários vão ficar coçando a periquita esperando ser taxado. Não, amor. O bilionário ele tira as empresas dele do país que ele é taxado, ele tira os imóveis dele e ele traz para outro país que não cobram essas taxas, deixando pobreza coletiva para a nação que taxou os milionários e os bilionários. Então, na prática acaba não funcionando, porque quem dá emprego, pequeno, médio empreendedor são os que dão mais emprego e também grandes empresas. Então, quando você taxa demais, o povo vai embora. O que é que tá acontecendo com a Califórnia e com o Nova York? Muita gente foi embora no COVID para Miami, para Flórida. Por quê? Um ambiente melhor para os empresários, menos impostos, não tem state tax, né? Aí o povo vota por impostos altos na Califórnia, vota por impostos altos em Nova York. Nova York, inclusive nesse ano, vai eleger um prefeito socialista. Aí os efeitos dessas políticas machucam a população que migram para outros estados. Então o que acontece? A ideia, a intenção, o coração dessas pessoas, talvez seja um coração bacana, talvez seja uma pessoa que queira dividir um pouco a renda, mas o problema é que não dá certo.
E voltando para as tarifas, né? Voltando para as tarifas, então, rico na América, não foi por acaso que países como a China tiveram o tarifaço nas costas mais alto? Porque os Estados Unidos ele quer se reindustrializar. Porque quando a China, a os Estados Unidos começa a comprar muito da China, principalmente porque a economia americana, você tem uma fábrica que você contratar pessoas na América é muito caro. Então o que é que essas empresas americanas fazem? Elas abrem fábrica em países asiáticos com mão de obra qualificada e barata. Só que quando isso acontece, quais são os reflexos de desemprego na América? A gente vai ficando mais pobre. Porque assim, vocês querem a blusinha da China mais barata, as blusinha não quer? Mas produzir a blusinha na América não vai custar barato, porque a mão de obra de você que tá aí do outro lado é cara. Você quer ganhar seus 20, 30, 50 a hora, não quer? Pois é, na China o povo tá aceitando dólar, dois, três. Então é mais fácil produzir a blusinha na China. Porém, isso cria um problema nos Estados Unidos da América. Essas fábricas vão tirando o trabalho dos americanos e dos que estão na América, né, que trabalham ou dos que nem tem papéis, que vocês vão entender como que não tem papéis também é beneficiado. Então, o que que Trump quer? Meter a cacetada para devolver os empregos pra América. Como se ele taxar um país, se ele taxa, os produtos ficam mais caros. Aí acaba valendo a pena produzir nos Estados Unidos, entendeu?
Vamos lá. E ele quer também o quê? Algo importantíssimo. Além de reindustrializar os Estados Unidos, ele quer reduzir a dependência de produtos chineses e de outras economias tidas como injustas, tá? Vamos lá. A gente vai entender se vocês acompanharem o raciocínio. Vamos lá. Por que precisa reduzir a dependência de produtos chineses? Porque a China já tá incomodando a ponto de machucar a soberania e a potência do maior país, da maior economia do mundo, do planeta. Eu quero que vocês entendam uma coisa. Eu quero que vocês parem de acreditar que o mundo é um mundo fantástico de Bob, principalmente quem mora em Orlando, que se acha que a Disney tem que ser reflexo do mundo. Não, meu amor, desde do que o mundo é mundo, que a gente vive em guerra. E qual a luta maior nesse período que a gente tá vivendo? Estamos vivendo uma guerra fria, uma guerra que o intuito maior dessa guerra é saber quem vai comandar o globo terrestre. A luta de Estados Unidos e China vai muito mais do que reindustrialização, vai muito mais do que dependência de produto. É uma luta que o vencedor leva o globo terrestre. Você entendeu? Igual aconteceu na Segunda Guerra Mundial. É uma luta geopolítica. A China está avançando economicamente falando e os Estados Unidos basicamente quer sabotar a segunda maior economia do mundo. Você entendeu?
Calma. Eh, eh, como é o nome? Alguém perguntou aí? Melissa. Calma, Melissa que a live só começou. Melissa Delém, segura a periquita aí que até o final você vai entender, tá? Então, vamos raciocinar, Ricun que eu tô indo devagar. Tô indo devagar para você entender. Essa não é uma guerra só para trazer emprego. Não é uma guerra só para looking good. É guerra em guerra. Não tem regras, não tem justiça em regras, em guerra não tem a lei divina, não tem a justiça de Jesus Cristo. Você entende? Guerra. Vou falar uma coisa para você. Quem vence guerra é o mais forte. Estados Unidos não vai entrar para brincar. Ele não vai entrar para ser justo. E o que ele tá fazendo não é justiça, é força bélica. É força bélica com força geopolítica, com força do poder do dólar. Ele vai usar todas as cartas que ele tem na mão, seja cartas limpas ou cartas sujas. Eu não tô aqui para julgar, eu tô aqui para relatar fatos. Então, a primeira coisa que você precisa entender é que não vai ter sentido muita coisa. Por que que não vai ter sentido? Porque é uma guerra. Você entendeu? Ah, mas porque vai aumentar a inflação? Vai, gatinha. Ah, mas por talvez não dê certo, vai, gatinha. Porque o inimigo é outro. Agora eu vou falar uma coisa, eu quero ver se vocês conseguem entender. Vamos lá. Vamos lá, segunda etapa. Vamos lá.
O que que é mais importante pra empresa? O que que é mais importante? Vamos lá. No mercado de consumo, o que que é mais importante? o cliente ou o produto. Coloquem nos comentários o que que é mais importante no comércio internacional, você ter o produto ou você ter o cliente? Coloca aí nos comentários que eu quero ver se vocês vão acertar. Vamos lá. O que que é mais importante, Verena? O cliente ou o produto? Coloca aí que a gente vai entrar agora na segunda fase. Vamos lá. Vamos ver quem acerta. Ou vocês estão coçando a periquita? Não tô prestando banana nenhuma. Sair daqui e não aprende nada. Claro, ficou com a cara para cima, coçando tua periquita. Não preste atenção em nada. Se fosse final da novela Pantanal, você não estaria nem piscando. Mas aqui você tá piscando, né? Deixa eu falar uma coisa para você. Vamos lá.
Se a Índia vende o mesmo produto com o mesmo preço, o Vietnã vende o mesmo produto pelo mesmo preço e a China vende pelo mesmo preço. Mas a maior economia do mundo, o país que mais consome no planeta Terra é esse aqui, ó. Paixão. É esse aqui, ó. Cadê? Cadê? Voltou aqui. Voltou. É esse aqui. Somos os maiores consumidores da face da Terra. Se você que é o cliente, você tem dinheiro, você pode comprar aonde você quiser. O cliente é mais importante ou o produto é mais importante? O que que é mais importante? O cliente, amor. O cliente é mais importante, porque o produto pode ser fabricado em qualquer lugar. A Apple, ela tirou a fábrica dos Estados Unidos e levou pra China, mas ela vende pra América. É o primeiro, o maior mercado da Apple. Então, a fábrica dela, ela pode produzir na Índia, ela pode produzir o mesmo iPhone no Vietnã, só que o cliente é um só. Quem tem poder de compra, a Verina tem outros países, mas não na força da América. Você conhece de verdade alguém no Brasil que compra iPhone, troca de iPhone todo ano? Eu? Eu que trabalhava no mercado financeiro, ganhava uma baba, demorava anos e anos de trocar iPhone. Esse quando eu pisei os pés na América, que no lançamento do iPhone eu não tinha, eu tinha um telefone velho que eu vim do Brasil. Eu cheguei aqui e no dia 28 de setembro, tinha acabado de lançar um novo telefone. Eu fui pra porta da Apple para comprar o telefone. A fila que tinha de gente madrugando, dormindo em tendas, parecia que estava dando telefone de graça. Meu pai quando veio aqui ano passado, ele falou assim: "É para dar o telefone". Eu falei: "Não, é uma fila desgramada, dando volta em Nova York para comprar um telefone de quase $1000. Você entendeu? O poder de compra, você entendeu? O cliente tem dinheiro para gastar. A China vende 350 bilhões. Os Estados Unidos compra da China 350 bilhões. A China, os Estados Unidos vende pra China 150. Vocês entenderam? Então, no cenário internacional, se não tem cliente, não tem produto. O cliente é mais importante do que o produto. Para ter produto tem que ter alguém para comprar. Por isso que o cliente é mais importante que o produto, né? Porque sem cliente não tem produto. Primeiro tem que ter alguém disposto a pagar. Inclusive empresas da bolsa de valores, elas são criadas, startups são criadas para atender a necessidade do cliente. Você abre sua loja de brigadeiro para vender para o cliente. Você montou a sua empresa de clima para limpar casa, porque existe um mercado que paga para você limpar casa. Por isso que você abriu empresa e não o contrário. Você não pensou primeiro em abrir empresa, você sabia que aqui tinha um cliente. Se você limpa a piscina, aqui tem um cliente, gente com grana, com muita piscina na Flórida e no Texas. Para você ter uma grande empresa de e de limpar piscina, tem que ter primeiro casa de gente rico para você limpar piscina. Porque não é pobre que tem piscina, né? Não é gente que mora em quarto sala que tem piscina. Você entendeu? Sem cliente não tem produto. Você entendeu paixão da minha vida? Precisa, precisa do cliente.
Então vamos caminhar que agora você já entendeu, você já entendeu que Trump achou tudo muito injusto e alguns setores específicos estavam indo à bancarrota, principalmente o de siderúrgicas, fertilizantes e manufatura, que ganharam muita competitividade. Mas Verena, não é legal, então você não é a favor do livre mercado? Muita gente me pergunta isso. Quem entende um pouco mais de economia me faz sempre essa pergunta. Verena, se você é a favor do livre mercado, por que que você é a favor então da taxação? Porque em um livre mercado as competições têm que ser justas. A competição com a China não é justa. Entendeu? Quando você tem nos Estados Unidos um país que cumpre a lei, que paga um salário digno aos seus empregados e você vê a China usando de trabalho escravo, né? Isso não é uma competição leal, é uma competição desleal. Não tem como Estados Unidos pagar bem a seus funcionários nas suas fábricas, né, e ter um produto competitivo. Se na China as pessoas aceitam trabalhar por migalhas. Fora isso, eles não cumprem leis internacionais, leis de emissão de efeito estufa, né, que os Estados Unidos cumpre. Ou seja, roubo de propriedade intelectual, né? Né? Você desenvolve uma tecnologia, você investe bilhões de dólares em pesquisa, aí a China entra no seu país com espiões, rouba a sua tecnologia, bota para ser fabricada lá, contrata pessoas que trabalham de forma escrava. Isso é uma competição leal em um mundo globalizado. Você entende?
Então, paixão da minha vida, o que acontece é que com a globalização houveram perdedores e ganhadores e os Estados Unidos foi um país que perdeu com a globalização. E agora eles querem o quê? Os 50 deles de volta. Tá, só para vocês terem a noção, Trump tentou agora tá achando o ferro, né? Em setembro, 13 de setembro de 2025, já teve uma alta nas vendas do ferro nos Estados Unidos de 6.5%. Algumas gigantes. Aí você pergunta, Verena, as estratégias de Trump deu certo ou não deu certo? Vamos lá. Contar e fácil. O que é que aconteceu? Já já foram arrecadados bilhões e bilhões de dólares. Por exemplo, empresas como Hyundai já anunciou que vai fazer 21 bilhões, vai abrir uma fábrica que vai custar 21 bilhões de dólares, né? E a Volvo vai produzir um novo modelo de carro híbrido na Carolina do Sul. Quando se abre uma fábrica, o que é que isso quer dizer para mim e para você? Emprego para engenheiros. E o que é que tem a ver o imigrante? Que quando você instala uma fábrica na Carolina do Sul, quem vai trabalhar naquela fábrica muitas vezes são pessoas também de altos cargos, que tem casas bonitas, que tem piscina nas suas casas, que vão precisar de babysitter, que vão precisar de limpador de piscina, que vão precisar de jardineiro, que vão precisar de faxineira. O que que isso faz? A economia aquece mais trabalho e mais trabalho significa mais dinheiro no bolso de vocês. Se Trump decide investir na reindustrialização do país, quem ganha é o imigrante. Por que que o imigrante ganha? Ricoam, coloca aí nos comentários, por favor, porque é mais emprego, mais oportunidade, mais impostos, tá? Vamos lá.
Então, o que é que isso vai gerar? Se empresas como a Hyundai vierem para cá, vai gerar mais oportunidade de emprego, mais barbeiros vão fazer mais cabelo, mais empresas de limpeza, mais lojas vão vender e o salário médio vai subir, porque a competição por mão de obra vai aumentar. Ou seja, isso vai criar um cenário favorável para negócios, para empreender. Imagine que você tem um restaurante perto dessa futura fábrica. Serão milhares de novos trabalhadores para comprar comida no seu restaurante, entendeu? Então, as pessoas que tiverem se mudando para essa região, porque vai abrir uma nova fábrica, elas vão comprar casa, elas vão reformar casa e tudo isso envolve trabalho, mão de obra de imigrante.
Mais rico na América, nem tudo são flores. Esse projeto de Trump é um projeto muito bacana no papel, mas na prática ele vai trazer alguns problemas que a gente tem que estar dispostos a enfrentar. O primeiro, pressão inflacionária. Inflação. Inflação, Verena, por que inflação? Porque em um livre mercado os Estados Unidos comprava essa caneta de dó da China, correto? Quando ele taxa, essa caneta vai para As roupinhas da China ficam mais caras. Importar café do Brasil fica mais caro, a carne do Brasil fica mais caro. Tudo que importa para a América fica mais caro. Isso pesa no bolso do trabalhador. Sim. Inflação. Entenderam por da inflação? Se há uma taxação, se os produtos que você comprava antes custavam dólar e com a taxação ele pode ir para dois, os produtos vão ficar mais caros, entendeu? Porque o custo de trazer o produto da China para os Estados Unidos vai ficar mais caro, entendeu?
Rico na América, o que que mais vai acontecer? Pequenas empresas que já dependem de produtos importados relataram uma queda de faturamento de mais de 50%. Eu vou te dar um exemplo. Vamos dizer que você trabalha vendendo coxinha, o trigo, né? Boa parte do trigo dos Estados Unidos vem de fora do país. O trigo ficando mais caro, a coxinha fica mais caro, né? Muitos compravam embalagem para produtos que vinha da China. A embalagem vai ficar mais caro. Então, mais da metade de empresas americanas relataram uma queda de 50, mais de 50% nas margens brutas do resultado direto das tarifas. Foi uma pesquisa feita pelo tarif Post GPM. O agronegócio também perdeu competitividade, já que parceiros retalharam também, porque não é só os Estados Unidos retalhar com tarifa, o outro país que vende para nós também vai retalhar, então tudo vai ficando mais caro. Você entendeu? Vender os produtos americanos para fora também ficou mais caro. Vai ficar mais difícil vender e vai ficar mais difícil comprar. E o que é que isso gera? Desaceleração na criação de empregos. Porque, por exemplo, minha empresa, vamos dizer que eu tenho empresa, se eu estou vendendo menos para os meus parceiros internacionais, eu vou demitir e vou enxugar um pouco a operação. E isso pode ter um efeito inverso. Talvez o que a gente for ganhar com essa estratégia, a gente perca e fique elas por elas, tá?
E agora a pergunta que não quer calar, Verina. O que ganhadores de prêmio Nobel da economia, os maiores economistas da história da humanidade diriam do tarifaço de Trump? Eu fiz uma grande pesquisa para trazer para vocês fatos e dados e uma opinião bem pragmática do que esses ganhadores de Prêmio Nobel diriam. Vamos lá.
Milton Friedman, que é um dos economistas mais famosos do mundo, que ganhou o prêmio Nobel de economia de 1976. Ele defendia os livres mercados. Ele foi um dos maiores nomes, aliás, ele foi o maior nome da escola de Chicago, quando, né, eh, os Estados Unidos foi impactado por essas ideias de Milton Friedman. Foi um momento, um dos maiores momentos de crescimento da economia americana. E o que é que Friedman diria se ele tivesse vivo hoje das tarifas de Trump? Primeiro que ele sempre foi um grande crítico de tarifas e de protecionismo. Para ele, aumentar preços internos funcionam somente como imposto indireto aos consumidores. Vocês entenderam? Ou seja, aumentar tarifas da China está basicamente colocando o imposto em nós consumidores que moramos nos Estados Unidos. Vocês entenderam? Porque se eu comprava essa caneta da China por dó e agora eu tô comprando por dois, é basicamente o imposto indireto. Fez sentido? E o que é que Friedman continua explicando, tá? Ele disse que as tarifas acabam protegendo setores ineficientes da economia que não conseguem competir com outros países e isso reduz o bem-estar geral da economia. Ele provavelmente diria que o tarifaço de Trump é um subsídio disfarçado para alguns setores como siderúrgicas e agricultura a custo do bolso do consumidor. Beleza? E o que é que ele diria? Empresas podem reagir desviando cadeias produtivas como China e para o Vietnã e México. As tarifas acontecem porque beneficiam grupos de interesse que têm poder de lobby em Washington. Uma visão pragmática. As tarifas criam emprego no curto prazo em alguns setores, mas no geral o país pode perder muito mais do que ganha.
Segura aí a periquita que ainda tem mais água que vai passar por debaixo dessa ponte. Vamos lá. Ainda tem mais. Rico na meca. Ainda tem mais. Segura sua periquita aí que vocês estão aí cantando sabedoria e ainda não terminei de molhar o bico. O que é que o segundo ganhador de prêmio Nobel chamado George Stigler falou na teoria da captura regulatória? Ele explica que políticas com tarifas frequentemente não são feitas para proteger a nação, sim para proteger grupos de interesses e lobistas.
Porém, o que eu quero que vocês entendam agora é o seguinte. Trump não está usando o tarifaço somente para ter vantagens econômicas. Porque se fosse somente para ter vantagens econômicas, essa estratégia seria um fracasso. Porém, tem algo a mais. Ele quer usar as tarifas como arma bélica contra a China. O que isso quer dizer? Ele sabe que vai perder, ele sabe que vai ter inflação. Tanto ele sabia que ele pressionou o presidente do Banco Federal Americano para baixar a taxa de juros, porque ele sabia que ia gerar inflação. Verena C Trump sabia do resultado de tudo isso. Pediu para o presidente do Banco Federal Americano baixar a taxa de juros. Por que então ele fez as tarifas? Porque hoje tem algo maior na mesa do cenário mundial. Que que a gente falou no início? A a tarifa, essa guerra fria, não é sobre inflação. O que os Estados Unidos quer com a tarifa é enfraquecer a China, independente do custo disso para os americanos. Se você vai ter um ponto de vista dizendo se é certo ou errado, depende de cada um. Por exemplo, se a intenção dos Estados Unidos é ainda recuperar o seu poder geopolítico, talvez essa estratégia funcione. Por quê? Porque quando você taxa a China, automaticamente as empresas saem da China e levam suas empresas para outros países. E o que é que Estados Unidos faz com isso? Enfraquece o inimigo a custo dos nossos impostos, porém talvez não gere inflação. Por quê? Porque o Banco Federal Americano tá baixando a taxa de juros. Quando baixa a taxa de juros, entra mais dinheiro, liquidez no mercado e isso faz com que a inflação segure. Talvez dê certo. Se não der certo, o custo de continuar sendo a maior potência geopolítica, militar, bélica e econômica do mundo, vai ser inflação. Vocês que estão aqui estão dispostos a lutar nessa guerra? Porque a guerra tá sendo financiada com os nossos impostos. O que vale a gente entender é se o pagador de impostos vai querer bancar essa guerra ou se os Estados Unidos vai entregar a América para a China. Você entendeu? Porque a China tá vindo com tudo. E eu não sei se a gente tem mais dois presidentes aí na frente para recuperar. Então, tem que entender se a gente quer viver num país para ter bem-estar social ou se queremos continuar morando na maior potência do mundo. Porque não é sobre o tarifaço. O tarifaço é um disfarce para uma guerra fria que já está acontecendo. Você entendeu?
Então, o que eu quero dizer é que eu não acredito que Trump não saiba dessas consequências, porque, gente, o que mais tem são advisors na Casa Branca, são economistas renomadíssimos. Se isso está sendo feito, é de caso pensado, sabendo que vão ter consequências econômicas. Então, vamos lá. O objetivo de Trump não é eficiência econômica, mas sim reduzir a dependência dos Estados Unidos da China. Mas eu concordo com Maria Pimenta. Pode ser um tiro no pé. Mas aí, Maria, eu tenho uma pergunta para te fazer. A gente tem que pensar o seguinte: pode ser um tiro no pé. Tem 50% de chance de dar errado, tem 50% de dar certo. Aí a gente entrega os Estados Unidos pra China. É melhor assim, já que pode ser um tiro no pé. Isso é uma pergunta que eu trago para vocês. É uma pergunta que eu faço também para o pagador de impostos nos Estados Unidos. Então, o que seria melhor? Entrega. Toma, China, toma. Toma aqui. Toma para você. Para quê? Para você comprar blusinha na China, para você comprar um mais um sofá na Homegoods, para você encher sua barriga de doce que já tá enorme de gorda. Não sei, não sei. É uma pergunta para se fazer para o pagador de impostos.
Se América, depois de que eu tô assistindo um filme agora sobre isso, o filme é Outlander, os Estados Unidos lutou pela independência, né? Brigou com a maior potência econômica do planeta que era sua mãe, né, Mother England, para agora ser refém de país comunista. A preço de quê? Você quer vender a sua liberdade, o seu freedom? Outra, tem uma coisa pior por trás aí, que agora que eu vou tirar o véu. O ocidente está em decadência. A tríplice comunista nunca esteve tão forte. Rússia, China e Coreia do Norte unidas. Eu poderia estender e a gente ficar até amanhã de manhã falando do significado de Israel, mas isso daria mais 2 horas de live. E como não vai dar para explicar tudo e vai gerar mais confusão e gritaria, eu quero te dizer o seguinte: o ocidente está em queda. Aí se você mora na Europa ou se você conhece alguém que mora na Europa, amor, ó, boa sorte. Putin tá entrando com tudo. Estados Unidos saiu da guerra, falou: "Eu não vou mais financiar. Eu não sou ruim. Eu não sou ruim da história. Eu não vou mais financiar guerra nenhuma. Beijo. Deu tchau pra Europa." E você quem você sabe desde a Segunda Guerra Mundial quem garante a estabilidade do Ocidente é Estados Unidos. Não tem nenhum país no planeta que garanta a paz mundial, porque paz se garante com bala. Não com flor. Parem de viver na Disney. Parem de sonhar com mundo e com utopia. Parem de ficar [Música] para maluco. Você sabe como é que você garante soberania? Soberania se garante com força bélica. Soberania se garante no braço. O Brasil não é um país soberano. Para de sonhar. Para de viver em Nárnia. O Brasil não é soberano. O Brasil não tem arma nuclear. O Brasil não tem F35. O Brasil não tem porta-aviões. Você entendeu o que garante soberania no mundo? É armas. Quem garante a paz na Europa é a América. E América deu tchau pra Europa. Ou seja, olha, eu não sou o ruim da história, eu não sou o que não presta, eu não sou o capitalista malvadão. Beijinho, fica aí com tua flor. Vai França, joga tua flor pra Rússia. Vai, Polônia, joga tua flor pros drones que estão voando já no seu espaço. Invadiu já o espaço aéreo da Polônia e a ONU não fez nada. Você entendeu? O que tá na mesa agora não é mais a economia. Você entendeu? O que você tem que entender é só se o cidadão americano, quem vota vai aguentar o tranco ou não. Porque se o povo for pra rua, começar a encher o saco, aí não tem. Aí a gente já entregou os Estados Unidos pra China, você entendeu? Se não tiver resistência por parte da América com o que tá acontecendo no mundo, bem-vindo ao socialismo. A resistência ao comunismo parava na Europa. E para continuar, o que os Estados Unidos está fazendo é uma estratégia de segurança nacional. É uma estratégia de segurança nacional, não de livre mercado. Se fosse de livre mercado, Trump está altamente errado, porque nada do que Trump está fazendo vai de acordo com os livros de economia, com as boas práticas. E com os ganhadores de prêmio Nobel. Você entendeu?
Conclusão. Se o foco de Trump enfraquecer a China, good job. Mas ele também está enfraquecendo o bolso do pagador de impostos, porque não necessariamente empresas voltarão para a América, mas essas empresas podem buscar países como México e.
Vietnã, que são mais fáceis de produzir com mão de obra qualificada e barata.
Porém, se o intuito principal for tirar essas fábricas da China e desestabilizar economicamente, o resultado, se esse é o intuito dele, o resultado pode ser positivo.
Agora, uma coisa que vocês têm que entender, uma coisa que vocês têm que entender: como é que a gente faz para financiar a China? Todos vocês que estão nessa live são financiadores da China. A partir do momento que quando você vai no mercado, você compra um produto made in China, você é financiador do Partido Comunista. Você entendeu? Porque o partido e a força da China está sendo está sendo fortalecida com a sua economia que vem de vender produtos baratos pro mundo. E a gente compra. Quando você compra 300, quando você compra 500 bilhões de dólares da China, você tá fortalecendo a economia chinesa, você entende?
E o que Trump está querendo fazer é cortar o financiamento, tá achando a China, desviando as cadeias produtivas para países como México e Vietnã, que vão ficar mais ricos e fortes, entendeu? Ou seja, talvez Trump não consiga trazer os empregos de volta como prometido. Talvez ele não consiga melhorar a economia como prometido. Porque o intuito por trás de tudo isso é uma estratégia geopolítica dos Estados Unidos continuar se mantendo com a maior potência do mundo, tá?
Então, o que é que os ganhadores de prêmio Nobel diriam? Ele reconhece a lógica política e estratégia de Trump, mas eles argumentam que as tarifas não são um instrumento certo para fazer isso, porque causam inflações, distorções de mercado, produção sendo deslocada para países eh igualmente baratos igual a China e não garante empregos industriais de alta renda, tá?
Agora, se o que Trump quer é enfraquecer a China, a escola de Chicago diria que ele está usando uma arma cara e talvez ineficiente. Beleza?
Ã, e agora, rico na América, vamos pro próximo ponto. Vamos pro próximo, que é o quê? A one big beautiful bill. A one big beautiful billing. Vocês entenderam o primeiro ponto resolvido? Primeiro ponto resolvido. Ainda não terminei não, viu? Vocês estão muito com fogo na periquita. Vai ter uma conclusão final. Vocês já estão querendo conclusão no meio do vídeo. Acabei de chegar. Calma, deixa a conclusão pro final. Vocês estão, vocês já querem embora? Eu ainda nem falei da One Big Beautiful B. Vamos lá.
One big beautiful bill, grande pacote legislativo que inclui corte de impostos, pessoa física, se tornando permanente o que Trump tinha feito em 2000 17. Ele também, ele fez o quê? Ele aumentou gastos em defesa militar, segurança nas fronteiras e ele fez cortes em programas sociais. Qual era o objetivo de Trump com tudo isso? estimular crescimento econômico, deixando renda disponível para empresas e famílias, reforçando o poder militar dos Estados Unidos no mundo no momento de insegurança, sem elevar a carga tributária.
Será que deu certo? Será que deu certo? Famílias de classe média alta e empresários vão ter mais renda disponível. Por quê? aumentou a a dedução por filho, tirou imposto sobre gorgeta, não há imposto sobre hora extra, nenhum imposto sobre juros de empréstimos de automóveis e dedução fiscal para idosos.
O que é que deu errado desse pacote? Primeira coisa que deu super errado na minha opinião, mas super super errado. Que é que deu super errado? Vê se vocês adivinham aí nos comentários. Projeção de aumentar a dívida americana em 3 trilhões de dólares. Aumento da dívida. Esse para mim foi o pior fato. Cortes e restrições em programas sociais como Medc e o que mais? Corte-se em programas sociais e quando a arrecadação cai, a dívida aumenta ainda mais. Porque além da dívida aumentar por conta do empréstimo que foi feito, o que que vai acontecer? Ele diminuiu os impostos. Então, talvez o incremento na dívida pública seja bem mais que 3 trilhões. E isso é assustador.
Mas para eu deixar você feliz, eu queria te dizer o seguinte: você pode estar triste, ai Verena, agora eu fiquei com medo. Não, segura a periquita. Dos países desenvolvidos em porcentagem do PIB, os Estados Unidos não é o país mais endividado. Japão e outros países da Europa são muito, mas muito mais endividados do que os Estados Unidos. A tendência de uma dívida pública alta não é só da América, é no globo terrestre. Não é uma doença só de americano, não, entendeu? O aumento assustador da dívida pública é algo mundial, global. E os Estados Unidos entre os países desenvolvidos não é o que tem a a maior dívida pública, não. Você sabia?
Entre os países desenvolvidos, qual a colocação? Vamos lá, dos em relação à dívida pública. Vamos ver quem é, quem deve mais. Japão, com certeza que eu olhei ontem. Coloquem aí nos comentários quem vocês acham, quem vocês acham que deve mais. Vamos lá. E a Rica nac inteligente, né? Ricameric inteligente.
Ó, batata no que eu falei, só para eu não falar bobagem para vocês, eu vim aqui de um Google. Em termos absolutos de valor da dívida governamental, os Estados Unidos são o país que mais devem no mundo e valor absoluto da dívida. Porém, a dívida não é analisada assim. Em proporção do PIB entre os países desenvolvidos, os Estados Unidos têm níveis elevados, mas não tanto quanto o Japão, que tem 200 a que deve em torno de 200 a 250% do PIB. E na Europa, países como Itália e Grécia tem dívidas bastante avançadas. Em percentual do PIB, os Estados Unidos estão entre os mais endividados, mas não não é necessariamente o país que deve mais. Eh, o Japão lidera o endividamento global. O que isso quer dizer? Não é um câncer só da América. Se houver um colapso, vai ser um colapso global. Os Estados Unidos pode puxar o colapso, sim, mas o crescimento da dívida é um câncer mundial.
Agora, o corte em programas sociais atingiu camadas mais pobres, gerando críticas e protestos. E o estímulo fiscal de tarifas elevadas, aumentando a inflação, pode se agravar e pressionar ainda mais os preços.
Então, rico, na América, você entendeu porque o Banco Federal Americano baixou a taxa de juros e o que é que isso tem a ver com você? Porque a inflação, mesmo persistente mostrou sinais de desaceleração e o risco maior nesse momento é a economia perder o fôlego. O que é que o Banco Federal Americano quer baixando a taxa de juros? Crédito mais barato, estimular vocês a gastar, comprar casa, comprar carro, fazer empréstimo. Cuidado. Vocês aprenderam na aula de hoje que tem um câncer que pode dar metástase. Então, se vocês caírem nessa política de pão e circo, se entupirem de dívida, se vierão a reessão, vocês vão estar indo para um shelter, perdendo a casa e o carro pro banco.
Ainda estamos em um momento que se eu tivesse na pele de cada um de vocês, eu juntaria cada centavo para me proteger e investir e multiplicar. Porque em momentos de crise, tem uma frase que a gente fala no mercado financeiro que cash is king.
Deixa eu falar uma coisa para você. Vocês estão aí bonitinhos falando de dívida de países, bancando os bacana. Mas vocês já pararam para analisar sua própria dívida? Quantos por cento de dívida cada um de vocês tem? Se você acha triste os Estados Unidos está endividado, como é que tá a sua própria vida? E se tivesse agora uma crise? Será que você tá fazendo igual alguns países que estão quitando a sua dívida, diminuindo a dívida? Ou você estão fazendo igual alguns países que estão aumentando cada vez mais a sua dívida com gastos e gastos e gastos. Abram o olho e se preparem que todos os dias vai ter uma live da Rica na América. Todos os dias, essa semana estamos na semana do super plano, do esquenta do Super Plano. Todos os dias ao meio-dia e às 7:30 da noite vai ter live aqui. E se eu tivesse na sua pele, eu assistiria essas lives, porque esse é o último super plano do ano e ano que vem, no início do ano, não vai ter. Então você pelo menos resolver sua vida, se organizar e assistindo as lives, ganhando consciência e arrumando sua vida.
Agora, o que é que acontece quando o crédito tá barato? Vocês gastam mais, mas tem uma coisa positiva que acontece para nós investidores. Você sabe o que é que acontece de bom pra gente? Enquanto uns choram, outros vendem lenço. E qual lenço que a gente vai vender? Eu quero que vocês coloquem nos comentários o que é que vai vir de bom agora. Que eu só falei coisa ruim, Verina. Não tem coisa boa. Coloca aí nos comentários. Coloca aí nos comentários. O que é que acontece quando a taxa de juros baixa?
[Música]
Vai vir uma coisa muito boa pra gente. Verena, eu queria comprar um carro. Verena, eu queria comprar uma casa. Eu só faria isso se as costas estivessem bem quentes. Se você tem as costas bem quentes, vai em frente. Agora, se seu telhado é de cristal, nem de vidro é de cristal, eu você focava em segurança. pagar dívida e construir um colchão, porque na hora do impacto você consegue segurar. Depois não vai dizer que ninguém te avisou, porque eu tô todo dia aqui avisando. Não foi por falta de aviso.
Mas vamos pra coisa boa. Quando a taxa de juros cai, o que que vocês fazem? Ai, vocês gastam dinheiro, vocês compram mais do que podem, vocês compram carro, vocês reformam casa, vocês vão na Home Dep, tá? Project, né? Project. Quem tem marido gringo é tudo isso, né? Project. E aí, pá, dívida. Mas tem um lado ruim. O lado ruim é que vocês se endividam, mas tem um lado bom. As empresas estão vendendo, tá entrando grana. E quando as empresas ganham dinheiro, ganham dinheiro e o dinheiro entra, o mercado financeiro aquece, as ações das empresas explodem. O Banco Federal Americano falou na falou na televisão que ainda vão ter vários e vários e vários e vários cortes na taxa de juros. Isso significa que no próximo ano o mercado financeiro vai decolar e quem começar a investir vai comprar na baixa e ano que vem os mercados aquecem. e a gente entra em outro ciclo econômico, entendeu? O momento é para aqueles que têm visão.
A compra da casa própria pode ficar mais acessível porque a taxa de juros vai cair, mas será que é o melhor momento? Planejamentos de aposentadoria ganham força porque mercado financeiro cresce. Como é que as empresas crescem, gente? Empresas são nada mais nada menos de que instituições que vendem produtos para vocês. E por que que empresas crescem? Porque vocês compram mais, porque tem mais dinheiro disponível no mercado, mais crédito a custo baixo. As empresas crescem por isso. Então, planejamento de aposentadoria ganha força, já que as contas de 401k e IRA tendem a performar melhor em ciclos de juros de queda. O seu plano de aposentadoria, o seu plano para multiplicar seus dólares, pode explodir nos próximos anos com o governo injetando dinheiro na economia. Entendeu?
E Verina, como entender sobre isso? Como entender para abrir minha poupança? Como montar a minha o meu colchão? Qual a melhor estratégia na primeira aula do Super Plano? Na primeira aula, se você trouxer caneta, caderno e seu computador, sua identidade, seu IT number ou seu social, na aula um, você já vai abrir a sua conta poupança que eu vou te ensinar a multiplicar seus dólares por 300 vezes mais, somente abrindo uma conta. Todo o dinheiro seu que tá parado na conta do banco, perdendo para inflação, já vai ser corrigido na terça-feira, 7:30 da noite. Então eu preciso que todos vocês participem do Superplano e eu vou trazer novidades.
Então, rico na América. Foi para isso que eu criei o superplano, para ajudar o imigrante brasileiro que tá nos Estados Unidos com conteúdo gratuito sobre coisas e movimentos econômicos que podem prejudicar sua vida, mas vocês estão cegos. Por que vocês estão cegos? Porque vocês estão vivendo o dia a dia. Vocês não estão conectados com o que tá acontecendo no globo. Você não consegue entender porque Estados Unidos após Israel, né? Você não entende o que que o que que Israel representa para o ocidente. Isso poderia ser tema de outra live. E o que é que isso tem a ver com sua vida, né? Que que eu ganho ver sabendo da vida de Israel? Ah, se você soubesse que Israel tem muito mais a ver com sua vida do que vocês imaginam. O que vocês imaginam?
E aprendam uma coisa, o mundo não é justo. As guerras não são justas. Os governos não são justos. Os governos são interesseiros, lobistas, populistas. Evitem brigar entre si. Governos nos dividem para ganhar eleições. Não seja tolo. Não perca amizades. Não perca entes queridos, porque é um jogo que quem tá perdendo são vocês. Existe um lobby movimentando essa raiva, porque esse ódio gera lucro. Você entendeu? Mas ele é bobo. Ele é bobo. Você sabe por quê? Porque em política não existe certo e errado do ponto de vista de você é o meu inimigo. Somos um povo só. A política vai prejudicar a todos. Você entende? Você fechar os seus olhos para o óbvio vai prejudicar a todos. E você também não é oito nem 30. Não é ruim nenhum é bom. É só você entender dos fatos. E o que cada presidente tem na sua cartilha? Por que ele foi eleito com as cartas que ele tem na mesa e o que é que isso vai trazer de malefício e benefício para você e você jogar esse jogo.
Ai, eu vou me mudar dos Estados Unidos porque entrou um presidente que eu não gosto. Ai, você só é uma pessoa sile, imatura, boba, sem cérebro, pouca inteligência, entendeu? Você só tem que entender o jogo de cada político para você movimentar o seu jogo de xadrez. É só isso. Você só tem que entender a peça do jogo para você defender a tua família, defender a tua casa, porque você não é trump, você não trabalha na CIA, você não vai defender o mundo. Para com essa fofocada. Vocês só precisam se defender, entender cenário geopolítico, financeiro para se defender deles. E é por isso que vocês precisam estudar. Só por isso.
Então, Ricardo América, clica no link da Bill, do Instagram. O meu Instagram é Vereno Oficial. O evento vai ser de graça. Você não vai me pagar nada. Não tô te cobrando. O que que você tem a perder? Nada. seu tempo, tá? Se assistir uma aula, não gostou, vai embora. Não precisa ficar enchendo meu saco também jogando hater que eu te bloqueio. Então, seja boba. Eu tô aqui como professora de economia para te alertar. Então, eu criei o super plano para te tirar do zero, para você aproveitar esse momento econômico e geopolítico para você ganhar dinheiro. A única coisa que eu quero que saia da tua boca é que você vai aproveitar cada informação que eu vou dar em cada uma das aulas para multiplicar seus dólares, para proteger a tua família, para se aposentar mais cedo, porque esse momento reserva muitas oportunidades para quem tem conhecimento.
Meu pai sempre falou assim para mim, ele falou: "Se tiver um diamante no chão, porque você sabe que o diamante é uma pedra, né? Para ele virar o diamante, ele tem que ser lapidado. Se tiver um diamante que vale 50 milhões de dólares no chão, você não vai enxergar, porque você vai enxergar uma pedra. Ories enxerga o diamante, o ignorante enxerga a pedra. Nesse mercado, muitos de vocês vão enxergar pedra, enquanto os meus alunos enxergam oportunidade. Eu quero que você enxergue as oportunidades no meio do caos para ganhar dinheiro e multiplicar seus dólares sem posicionamento político nesse momento. Por quê? Porque é um jogo racional, é peça de xadrez, é ver o que o presidente tá fazendo, é ver as peças que estão se movimentando para você se salvar, multiplicar e ganhar dinheiro. Você entendeu? Essa é uma oportunidade única.
Então, clica no link da Bio no meu Instagram, se inscreve. Também tem um link abaixo desse vídeo, se inscreve, tá? Eh, porque se você ficar só focando em governo, em tarifá, one big beautiful bill, é importante, é, é importante a gente estar bem informado. Se usarmos o conhecimento para agir, não adianta vocês ficarem de gritinho e briguinhas na na rede social dos outros só para gerar haer. Agora, se você for analisar cenário político, geopolítico, para se defender, porque isso vai envolver a sua família, a sua vida, ele é super positivo.
Ou seja, o tarifaço vai fazer um chorar e vai fazer uns venderem lenço. Você só tem que identificar quem vai vender lenço com tarifaço, investir nessas empresas e esperar o mercado se recuperar e multiplicar seus dólares. A One Big Beautiful Bill reduziu o imposto e deu alívio às famílias, mas gerou um rombo fiscal que preocupa investidores, principalmente os que pensam no futuro. E paralelamente temos um terceiro cenário que é a queda da taxa de juros, que abre uma janela de oportunidades para quem está atento. Crédito mais barato, valorização da bolsa de valores e a chance de você se aposentar mais rápido de forma estratégica.
Para quem enxerga, tem gente que olha pro cenário, enxerga oportunidade, tem gente que enxerga o caos. O que que vai acontecer, Verena, para você resumir as tendências que vocês tanto pediram? Um, a tendência é que vamos viver um momento de contrastes. De um lado, setores estratégicos, recebendo investimentos bilionários e de outro inflação, déficit, instabilidade política que podem gerar turbulências no curto prazo. Outro cenário desafiador para quem não sabe o que fazer, para quem não tem conhecimento, mas cheios de oportunidades para quem entende o jogo do dinheiro.
Vamos lá. Não é a primeira vez que os Estados Unidos enfrentam crises. Parem de ser bobos. Essa crise é peixinho na lagoa baseado em outras guerras. Guerra da independência, revolução, crise de 2008, Segunda Guerra Mundial. Então, parem também de ser catastróficos, apocalípticos. Sejam mais racional no meio do caos, analisem os dados, comparem essa crise com crises passadas. O cenário é desafiador para quem não tem conhecimento. Analisem a crise da década de 70, o choque do petróleo.
Deixa eu falar uma coisa para vocês. Meu sogro tava conversando comigo que na época dele, na década de 70, eh americanos estavam comprando casas a 14% de taxa de juros. Tá assim que vocês estão reclamando. 12, 14. Crise de 2008, a crise subprime e a crise da pandemia que matou muita gente. Em todos esses momentos parecia que os Estados Unidos ia perder espaço, parecia que a economia ia colapsar, parecia que todos nós íamos morrer de Covid. O que é que aconteceu depois do COVID? Os Estados Unidos foi o país que mais cresceu. O dólar foi a moeda que mais se valorizou, que mais atraiu investidores no mundo e continua atraindo, principalmente agora que o dólar vai se desvalorizar, atraindo investidores. Por quê? Taxa de juros sobe, né? Principalmente bolsa de valores fica atrativa pro investidor internacional. E os Estados Unidos continua atraindo investimentos, inovação e manteve a soberania econômica.
Então, rico na América, isso mostra que não importa a turbulência que estamos vivendo nesse momento, sempre haverá oportunidades. Houve a oportunidade na Primeira Guerra Mundial, na Segunda. Ah, Verina, mas é porque eu fico triste porque tem gente morrendo. Meu amor, meu pai fala para mim o seguinte: você não é uma palmatória do mundo. Você não é Jesus Cristo. Quer fazer um grande favor? Vá orar. Sabe qual o favor que vocês precisam fazer? Parar de ficar olhando paraa crise de bilionário e focar no teu. Enquanto teu filho tá aí tirando baixa na escola, sua casa tá suja e você fica querendo se preocupar com Israel. Tem outras pessoas extremamente focadas em Israel, presidente de países, líderes globais. Isso não é a nossa função. A sua função é é entender para ganhar e se defender.
Injustiças sempre vão acontecer desde a época de Jesus Cristo. Há 2000 anos atrás colocaram ele na cruz. Qual expectativa você tem desse mundo? Parem de esperar por tempos de paz que não vai acontecer. Existe guerra desde que o primeiro ser humano foi criado na terra depois, né? Quem acredita em Adão e Eva, entendeu? E o que que você vai aproveitar para clicar no link da bio, se inscrever no super plano, vim pro esquenta, que vai ter de segunda a sexta, meio-dia, horário de Nova York, e 7:30 da noite, horário de Nova York. Todos os dias vai ter live, ao meio-dia vai ter testemunho de aluno e de noite live comigo. O evento vai acontecer dia 7, 8, 9 e 12 de outubro. A gente vai estar junto nesse treinamento. Eu vou pegar na sua mão e vou te ajudar a organizar sua vida financeira.
Porque enquanto muitos ficam reclamando do governo, chorando nas pitanga, nós que não podemos fazer muita coisa rico na América, a gente não é a palmatória do mundo. Você não vai resolver o problema de Israel. É uma guerra de 2000 anos. Você não vai conseguir lutar na guerra da Ucrânia. Essa guerra não é sua. Se você puder se informar para se proteger, defender a sua família, é o que você, o máximo que você vai conseguir fazer. Se você cuidar do seu marido, dos seus filhos, você já tá fazendo um bem à humanidade. Porque o que tem mais hoje em dia é estudante louco, usando droga e com a cabeça na lua. Se você cuidar dos seus filhos e dos seus, você já tá fazendo um grande favor. para os 6 bilhões de habitantes dessa terra, tá? Foca no que você tem controle e o que você não tem controle se mantenha informado para se defender.
Por quê? O que é que quem acredita, né, em Jesus Cristo, o que que ele disse? Ele falou que ia ter paz. Ele prometeu que ele ia trazer paz. Turbulência, amor. Mas ele disse, eu estarei do seu lado. Não foi isso. Estarei do seu lado. Não vai vir coisa boa, não. Tá beleza? Então, beijo no coração. Amanhã, meio-dia, horário de Nova York, vai ter live ao vivo. A Rica na América com Gabriela, uma aluna dos ricos na América que quitou $20.000 em dívida, investiu 30.000 1000 depois que aprendeu a investir concurso ricos na América. Então, amanhã se você quiser aprender a como quitar dívida, se você tá em dívida e você quer saber como Gabriela deu essa revira a volta, não perde a live de amanhã. Ah, Verena, vou est trabalhando, coloca o fone de ouvido. Ah, Verena, vou estar em trânsito, coloca o fone de ouvido. Quem quer faz acontecer, quem não quer dá uma desculpa. Quem quer faz acontecer, tá? E eu quero, eu desejo para você toda, toda a o discernimento do mundo para entender que no momento atual a melhor decisão é se informar.
Beijo no coração. Que Deus abençoe vocês. Eu te amo porque amor não é uma palavra. Amor é uma ação. Amor é um exercício. Jesus te ame. Eu também. Eu te vejo amanhã meio-dia. Vai ter live a semana inteira. Meio-dia horário de Nova York. 7:30 da noite, horário de Nova York. Semana que vem tem super plano na cabeça. Vamos estar juntos fazendo o que o imigrante veio para fazer na América, que é multiplicar seus dólares, ir atrás de oportunidade, cuidar dos filhos e da família. O resto a gente deixa a cargo das nossas orações para trazer clareza para esses líderes mundiais. Beijo no coração, que Deus abençoe vocês. I love you so much. Até a próxima.