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POR QUE VOCÊ CONTINUA PRESO NOS MESMOS PADRÕES? - ANETE GUIMARAES

Anete Guimarães1:57:50

Transcription

Eu estou muito entusiasmada com o desenvolvimento desse material, gente, né? Que semana passada eu falei que eu tava trabalhando nos testes, né, de desempenho e eu posso afirmar hoje, tá, que ontem terminei meu primeiro molde. Eu tava confirmando meu de testemunha, quantos anos faz que eu tô tentando fazer isso e de não consigo, fiz teste de filme, comprei curso, não sei quê, e nunca deu certo. Tanto que eu desistia. Eu fazia bolsinha, fazia um monte de coisa de costura, mas não roupa nunca fiz, tá? E tá uma frustração grande, né? Porque sabe quando você tinha um interesse, né? E eu fiz o meu primeiro, terminei. Em quanto tempo? Só demorou um mês porque hoje eu não tenho as condições, sabe? Eu não tenho lugar para não tenho, lá uma situação ambiental desfavorável. Eu consegui algo que eu tô tentando há um tempão e que em condições ideais eu não consegui. OK?

Então, teste número um. Eu vou pro teste número dois. Eu não vou falar para vocês agora que eu tenho que obter o resultado, porque se eu digo antes, parece implementação de intenção, que é uma outra técnica muito legal, mas não é a nosso objetivo. É a técnica número dois e a número três pública. Eu tô até vou, eu quero escolher um uma técnica para, como chama? Ganhar um shape. Eu quero ficar definida. E aí, qual a técnica mais rápida, adequada para obter esse resultado? Tá visível? Eu quero mostrar que você pode.

Então, lembra como é que a gente começou o estudo na semana passada? É muito difícil, entendeu? Aos 60 anos é possível ficar com o corpo musculoso definido? Tô falando coisa de jovem mesmo, né? Não tô falando de emagrecer, tá? Emagrecer é algo que a gente faz com muita facilidade, na verdade. Mas ficar musculosa é fácil ou é difícil? >> É fácil ou difícil? >> Hum. Lembra que eu levei a semana passada toda tentando desconstruir isso, >> lembra? >> Sim. tá? Desconstruir o negócio do fácil e do difícil.

Então, vamos relembrar. Pode o homem mediante seus o quê? Domar as suas tendências negativas. Lembra dessas palavras? Esforços domar tendências negativas, tá? E agora eu tô aqui comigo. Tá vendo isso coloridinho assim? Tirar que que aconteceu? Eu apertei o botão errado e essa é a mensagem Santo Agostinho. Eu sempre a considerei uma das mais importantes. Então, tá coloridinha assim, riscadinha, que eu estava decompondo ela nas suas partes essenciais para fazer a vinculação, tá bom? Então, tem aqui, ó, formulai, pois, de voz para convosco questões nítidas e precisas, não temis multiplicá-las. Aí ele explica o quê? Mas antes disso ele dá exemplos de como construir, tá bom? Isso aqui 1857. 1857. Esse material que eu tô apresentando para vocês, tá? É de 2025. 2025 há um ano atrás. E a o desamparo aprendido é da década de 70. Nos anos 70 eles descobriram esse processo e recentemente, em 25 eles fizeram a vinculação desse processo com uma área cerebral específica chamada abíncula, tá bom? E vou falar para vocês, eu nunca tinha ouvido falar da bêncula não como uma parte cerebral. Anatomicamente, a gente dizia que era uma ponte, um lugar, mas não uma atividade, um lugar importante, um lugar significativo. Por que importante, significativo? Porque é a bêncula que atrasa a sua vida. Atrasa a sua vida. É a fonte de todo mal que você faz a si mesmo. Você tá entendendo? Porque é a partir dela que nós desenvolvemos o processo do desamparo. E o desamparo é algo muito poderoso. Eu vou descrever a questão desamparo, mas antes eu tenho que provar algumas coisas para vocês. Lembram dessas questões aqui? Nós trabalhamos muito a questão do esforço, domar, tendência para ficar claro.

Então começa. Eu botei isso aqui porque olha só, gente, eu não quero repetir todas as coisas. a gente discutiu, eu quero que vocês desenvolvam, porque sem essas palavras não tem. Vou relembrar para vocês como é que começou isso, tá bom? Começou com um sonho que eu tive, foi um sonho, é claro que pode ter sido um pontapé inicial, espiritual, um sonho com algumas frases. E depois eu fui a saber que isso é uma técnica terapêutica da análise transacional. A análise transacional é uma técnica eh psicológica. você goste uma escola que você se interessou. Nunca, nunca me interessei. Eu tenho livro sobre análise transacional, li, sabe aquele assim, ok, sei o que é, não me interessa, assim como uma série de outras correntes, tá? dentro de todas as técnicas, todas as escolas terapêuticas que eu li, acho que eu me interessei bastante. É a psicanálise por causa que foi a primeira a desenvolver assim um processo, um contexto. Eh, em termos de técnica terapeuta, Lacan me interessou profundamente porque a técnica que ele usava, eu usei no estudo da mediunidade, em algumas circunstâncias, ela é muito eficaz. Eh, a teoria por trás disso te interessa? Não, eu acho que a tese espírita é muito melhor, mas técnicas terapeutas é como você faz, você tá entendendo? E a teoria por você faz, OK? Então, o porquê freudiano tá muito ultrapassado, lacaniano também, mas a técnica é brilhante. Depois disso, a escola que mais me interessou foi a de Cal Roger. E basicamente por causa da técnica, que é a segunda técnica, uma das mais eficazes que eu já vi para você obter resultados terapêuticos. Então eu usava a tese spiter e a técnica dele, tá? E não sou só eu que acho isso. Dentro de escola terapêutica, a teórica que eu acho mais representativa é a de Victor Frankel, a logoterapia. Então, em termos teóricos, eu acho que ela é a mais falta só um tanto para ser espírita, vocês estão entendendo? Mas por que que eu não me aprofundei nenhuma dessas teorias? Como eu vejo muitos psicólogos se aprofundando? Porque eu não achei nenhuma. mais relevante que o espiritismo. Todas são como você estudando no passado. Então, sabe quando a gente estuda o passado para hoje a gente não tá mais avançado, não é bacana estudar como é que os romanos faziam, como é que os outros faziam? Com que objetivo nós estamos no futuro, a ideia é algo melhor. Então, eu não achei algo melhor do que a tese espírita para explicar as motivações do ser humano. Infelizmente, muitos espíritas não se aprofundam na tese como deveriam. Por quê? Talvez porê não pode ser verdade não. Não pode. Essa outra usa palavras, usa uma série de terminologias, ela parece mais importante, mais, como vou dizer, sofisticada. Eu noto muitas pessoas, por exemplo, em palestras que falam com uma nomenclatura bem difícil, usam uma terminologia apropriada com que objetivo? >> O que foi que ele disse? Não sei, mas foi lindo. Eu já ouvi pessoas falarem assim: "Foi tão bonito, tão uma sensação, aquelas palavras imponentes, aquela sensação de poder e o que foi que ele disse?" Não sei, mas foi lindo. Que que significa? Ah, houve algum utilidade na palestra? Houve. Até houve. Você não se sentiu bem? Não teve uma resposta lúdica? Que que é uma resposta lúdica? Você se divertiu. Então, é útil ou não é útil? Se você entrou e saiu melhor, você está ou não está melhor do que tava antes. Então, foi útil. E você se divertiu no processo, correto? Mas você desenvolveu alguma mudança real ou isso vai funcionar até a próxima dose? >> Era mais prazer. >> Então você assiste a palestra, é que nem o pessoal hoje para assistir a aula, né? Não foi bom. Ele tinha uma voz ruim e tudo mais. Eu não aprendi nada. Você não aprendeu nada porque ele tinha a voz ruim. Quer dizer, se minha voz for ruim, vocês não aprendem. Porque olha só, se você tá indo assistir um show de um cantor, você quer que ele tenha uma voz excepcional, não é isso? Você quer uma voz, você quer porque você está indo num show, não é isso? E qual é o objetivo de um show? Quando você vai num show, você vai para quê? >> Não é um processo lúdico. O que que é um processo lúdico? Eu quero me divertir. Eu quero ter prazer no processo de diversão. Então eu vou me divertir. Então eu vou me divertir com dança. Então você quer assistir um show de dança? Que que você quer? Que o cara dance bem. Se é música, que ele cante muito bem. Então você está pagando para que ele te divirta. Então vocês sentam confortavelmente e o meu trabalho, que eu sou artista, é fazer o quê? Agora vou entreter vocês. Então, durante uma hora, se eu fizer isso bom, vocês não vão prestar atenção em nenhuma outra coisa e vão sair daqui mais leves, mais alegres, mais nada, porque o meu objetivo aqui é divertir vocês. Então, dependendo do trabalho que eu vou realizar, eu tenho algumas ferramentas que eu vou usar. Se eu sou matriz e eu vou fazer um monólogo, tá? Vou falar sozinha aqui no palco com uma luz. Então, para isso funcionar, o que que vocês esperam? Que que eu preciso de uma voz, de uma interpretação de alguma coisa que seja o quê? >> Acima do ordinário. É ou não é? Tá? Porque se for menos, só se for sua filha na apresentação de dança dela do colégio, não é não? Aí você vai aplaude, todo mundo aplaude. É uma coisa maravilhosa. Fora isso, é ou não é? Você vai conseguir convidar, vou convidar meus amigos do trabalho para assistir o show da do colégio, o teatro do colégio. Não, né? Lá é o quê? Um processo educacional. Então você aplaude os esforços que eles estão fazendo, mas não é disso que eu tô falando. Então meu trat trabalho é entreter vocês. Mas agora vocês estão na faculdade. Meu trabalho é entreter vocês, tá? Então se minha voz não for maravilhosa, minha presença for boa, vocês não aprendem. A culpa é de quem? Eu não aprendi porque a voz dela era muito monótona. Eu não aprendi. Bom, se você tem 7 anos, 8 anos, isso até pode ter alguma relevância, não a voz especificamente, mas você tá na faculdade, você tá na faculdade de medicina, você tá na faculdade de medicina e existe aquela parte prática, né? Você quer ter aula com quem? com com quem realmente faz, mesmo que ele não tenha boa voz, que não seja simpático, nem agradável, nem um bom professor. Por que que você quer ter aula com ele se ele não tem nenhuma dessas coisas para te oferecer? nem amizade, na verdade, extremamente grosseiro, é desagradável, >> mas sabe tudo. >> Eu estou falando para vocês de algo que eu realmente tinha um professor, era o Otoí de Pinheiro. Otoí de Pinheiro era simplesmente um dos cinco maiores neurologistas, neurocirurgiões do país. era um dos únicos que fazia recepção de tumor de base de crânio. E estamos falando uma época sem IA, sem computador, sem nada disso. O cara pegavam aqueles oclinhos que é tipo uma lupa, ficava ali durante 14, 15 horas operando, tirando devagarzinho para não lesar você. e tirava um tumor ramificado ali à mão. Eu acho que hoje o povo nem sabe fazer isso, né? Porque o computador faz e tal e não, se pifar ninguém mais vai fazer, tá? Ele é esse cara, tá? Então, cara muito famoso e tudo mais e era professor de neuroanatomia. E quando alguém gostaria de assistir uma cirurgia para os alunos? Quem gostaria? Aí assim, bora ver. Não, de jeito nenhum. Ninguém ia ver. Por quê? Porque o cara ofereceu. Você pode assistir o cérebro aberto, a pessoa viva. Ninguém foi. Por quê? Porque você não sabe como o cara é. O cara é terrível. Ele era um professor terrível. Porque você ia lá e ele fazia algumas perguntas, eu não respondesse, ele te humilhava o resto do semestre todinho. Então o povo não ia. Eu tinha um desejo enorme, então eu quero ir. Então eu estudei profundamente, quando eu achei que eu qualquer coisa que ele perguntasse assim eu poderia responder, ele não ia cobrar algumas coisas. Aí eu fui e fiquei bem na frente porque o povo se escondia os que tinham coragem e ele não me perguntou nada e eu continuei indo e assisti uma vez por semana, depois duas vezes por semana, toda terça-feira na ordem terceira da penitência eu assisti as cirurgias e um dia alguém gostaria de entrar, eu dis quero entrar eu eh vestia a roupa e entrar lá porque a gente assistia de uma e entramos e eu fui esperando agora bem na frente assim tá e eu me lembro minha mãe me trouxe um cérebro lá dos Estados Unidos. Esse cérebro que eu apresento a vocês há muito tempo. Aí eu virava e desenhava ele de várias posições. Para quê? Porque se você não tá indigando bem, você tem que olhou e já ter uma ideia. Então eu botava em várias posições e desenhava, porque se ele me perguntasse, desenhava. Eu consegui várias partes do céreb para estudar, sabe? profundamente, desenhava muito, coloria muito e ele nunca me perguntou nada. Aonde quem gostou de participar, eu participei. Eu fiz uma recepção de crânio, sabe? Abri uma janelinha, fiz, assistenciei ele, tudo. E esse homem nunca falou comigo, nunca, nem pro mal, nem pro bem, nada. Vocês estão entendendo? Mas por que que eu ia assim mesmo? Eu queria que ele conversasse comigo, que ele me aprovasse, que ele pusesse as mãos nas costas, batesse assim, que ele se apaixonasse por mim, alguma coisa assim, não. Qual era meu objetivo? >> Aprender >> com quem? >> Vocês estão entendendo? Então, o meu objetivo é aprender. Então, o meu objetivo lá não era entretenimento, tá? nem aceitação afetiva. Lembra que as pessoas confundem as coisas? Existem relacionamentos afetivos, relacionamentos profissionais, tá? Que que é um relacionamento profissional? Cliente, patrão. Você tá entendendo? Então, seu objetivo é amparo emocional? Não. Qual é o seu objetivo? Vem cá. Você tem uma loja, tá? Se é uma loja, tá vendendo alguma coisa, certo? Você prefere um empregado que seja muito simpático, muito agradável, um doce de pessoa, com que você conviva muito bem e que não venda nada ou alguém com quem você não se dê muito bem, mas que seja um excelente vendedor? Qual você prefere? Opção. >> Por quê? >> Vocês estão entendendo? Então você que alguém te ensina, mas também te aprove, também te apoie, também te entretenha. Vocês estão compreendendo? Então o professor, ele é um ator, um cantor, um showman ou qual é o objetivo do professor? >> É claro que se ele gostar muito do que faz, tá bom? É muito comum quando você gosta muito do que faz, que você faça o quê? torna aquilo mais atroo, >> tá? Ou porque sabe muito, mas também porque você quer compartilhar. Existem pessoas que querem compartilhar, aí ele se esforça um pouco mais para compartilhar, ok? Mas isso é pessoal, não é o objetivo número um. Então o objetivo número um não é entreter. Qual é o objetivo número um de uma aula? >> Então quando você diz: "Não aprendi nada" porque a voz dele era ruim. Você realmente é péssimo estudante, então não tá ainda preparar para >> Ah, eu não conseguia acompanhar, era muito difícil. Por quê? Ele não era bom, ele não tinha desenvoltura, ele isso, ele aquilo. Lembram isso tudo tá fazendo sentido para vocês depois que eu falei da semana passada? Sim ou não? >> Sim. >> Ok.

Então, essas palavras, esforços domar e tendências negativas. Agora, simples. O que é algo simples? Simples é equivalente a sem ostentação? >> Não. >> Não. Que que é ostentar? O contrário de ostentar é o quê? Ostentar aparecer aparecer >> é o quê? E que que é o oposto de ostentar? >> Ostentar antônimo. Então ela se vestiu de maneira ostentosa. Que que eu tô querendo? Todo mundo veja qual seria o contrário de ostentoso. >> Recatado tem a ver com mostrar o decote. Eu posso estar ostentando sem mostrar decote nenhum. >> Não, olha só. Ostentar. Esquece. Eu tô com o macacão, o corpo todo coberto ostentando e o outro lado não ostentando nada. Não tô ostentando. Qual é o significado disso? Simples. >> O oposto de simples é ostentar. >> Então não ficou claro o simples. Então >> simples é o básico. >> Não >> é uma coisa próxima. Eu quero o que é simples. Simples é sempre o início. Simples nós poderemos colocar aqui, tá? Você não chama de sinônimo porque na verdade não é um sinônimo, mas eles andam juntos, tá? O início é sempre o quê? >> O início do quê? de aprendizado, >> de qualquer aprendizado, de qualquer coisa que você for fazer. Então, qualquer coisa que você vai começar, iniciar sem experiência anterior, tá? Começa onde? Então, se você não sabe nada, você começa por onde? E o que que significa simples? >> Significa fácil ou difícil? Fácil. >> É, começa pel >> Começa pelo fácil. OK. >> É fácil. Então, a a gente discutiu >> semana passada inteirinha só a diferença entre simples e fácil. Por quê? Porque quais são as palavras que destróem todo seu desempenho, destrói sua vida, destrói tudo? Então você não conseguiu nada, não tô dizendo que seu caso, por causa do fácil e do difícil, entendeu? Tudo de ruim na sua vida vem do fácil e do difícil. Se você se livrar do fácil e do difícil, sua vida fica diferente. Se você quiser emagrecer e ficar toda, pode, tá? Se quiser pular de bug jump, como eu vou fazer, também pode. Ah, mas eu já tenho 60. Não tem problema nenhum. Se você se livrar do simples e do difícil, do do fácil e do difícil, se você não se livrar, você vai continuar assim e vai morrer dessa maneira. Na verdade, vai morrer pior. Se você durar até os 70, vai ficar pior do que os 60. É essa a diferença. Então, é algo importante ou não? Por isso é que eu gastei um dia inteiro, tá, para discutir isso. O que é algo simples? Simples é o começo de tudo. Por que que simples é o começo de tudo? >> Tem sofisticação. >> Sofist >> não, não, não é a base do processo. >> Por quê? >> Porque eu assim, aprende longer qualquer coisa. Você não precisa de falar meu nome. >> Não precisa. é a menor parte de alguma coisa. É o átomo, a menor parte da matéria. Qual é a menor parte da matéria? Que depois daqui não tem mais nada. É a menor parte. Então a menor parte de alguma coisa é a coisa mais, lembra? Vamos lá. Eu tenho isso aqui, ó. 7/3 + 5/8 é igual a quanto? Eu faço de cabeça. De cabeça, gente. Qual a resposta? 1 2 3 4 5. Qual a resposta? Por que que não fizeram de cabeça? Não é fácil. Não é coisinha fácil. Não é nem equação de segundo grau mais nada. E não é coisa fácil. Qual é a técnica que a gente vai fazer para resolver isso aqui? Qual é o primeiro passo? Ah, olha só o problema. Eu posso começar por aqui para ensinar matemática? >> Não. Por que que não? >> Por que que não posso começar por aqui? Olha só. É uma soma. >> Tem coisas mais >> tem o quê? Que que tem aí para atrapalhar? Eu quero o nome filosófico da coisa que tá trabalhando. >> É o nome filosófico. É a filosofia por trás do nosso problema psicológico. A gente tá falando de matemática. >> Eu tô ensinando você a somar frações. >> É um teste para saber se vocês têm Enem ou não. Não. Então, qual é o objetivo de eu botar essa fração aqui no quadro? Tá? E pedir a informação é que eu quero usar como um >> um exemplo como uma alegoria. Então estou >> ter >> isso. Eu para resolver isso aqui eu tenho que saber o quê? Algumas regras. Vocês sabem as regras? Se eu não ensinar as regras vocês vão resolver isso aí? Não. Então agora se eu botar isso aqui, ó, >> melhorou. >> 3 + 2 >> V cá. 3 + 2. Qual é a diferença? Prérequisitos são menores para você. >> Quais são os pré-requisitos para isso aqui? >> Se você conhecer os números, né? >> Sim. >> Bom, se vocês estão nessa teoricamente vocês sabem ler e escrever, né? Não, porque eu não vou escrever isso aqui. Então você já sabe que é um três, um dois. Esse seria o mais básico possível, simples, né? Números, mas vamos usar o bom senso, encarar isso aqui como uma coisa simples. Então isso daqui como é que a gente resolve? Vou most qual é o complicador, qual o pré-requisito que você precisa ter para poder aprender isso aqui? saber contar. >> Então vocês estão vendo isso? >> O que que é isso? >> E isso aqui? >> E agora se eu fizer isso >> muito difícil. Qual é o pré-requisito? Aí se eu for cega, >> eu pego assim. Olha só. Segura aqui. O que que é isso aqui? É muito complicado. Pronto, entreguei, né? Então, qual é o problema? O que é que o simples não tem? >> Complicação. >> Complicação, filho. O que é que é complicado? Então, para resolver essa equação aqui, que que eu preciso fazer? Primeiro tem até um nome. >> Qual o nome? Como chama fazer isso, Sebastiã? >> Simplifica o nome para eu resolver primeiro. Eu preciso simplificar qualquer coisa, qualquer porcaria matemática que eu vou fazer, que que eu tenho que fazer para resolver? O nome não é esse. >> Que que é simplificar? >> Que que é simplificar? >> OK. Vou vou complicar. Seno de 2 mais aí tangente. Aí eu >> aí eu digo qual o resultado aí? opção 1, 2, 4 ou 3. Aí você vê aquele monte de coisa escrita e o resultado é dois, três ou quatro. Então tem uma resposta e é uma resposta bem objetiva, dois, três ou quatro. Então que que eu vou fazer? Tem aquele monte de letra, um monte de coisa. O que que você faz? Aí você descobre que no final é 2 + 2. O não é isso você vai fazer. Então você vê aquele monte de negócios que na verdade representam o quê? >> OK. Eu já falei isso, tá? Tá? Sendo a um dos lados de um triângulo retângulo, sendo B um lado de um triângulo retângulo. Logo, C é o quê? Tem um nome? >> Tem. A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. Já ouviram isso? OK. Isso, aquilo que eu tô mostrando ali é uma potência, né? Vocês estão aprendendo sobre potência? Sobre o quê? Isso aí é o quê? A soma dos quadrados do cateto é igual a quadrado da hipotenusa. É o quê? Vocês sabem que Deus nunca vai ouvir vocês se vocês não aprenderem matemática, né? >> Nunca. Nunca vai ouvir vocês. Vocês vão aprenderem matemática. É a única linguagem comum entre vocês, entre você e Deus, é a matemática. Ela até tem um nome, chama ciência apolínia. Por que ciência políia? Por que que a ciência apolínea e era a única que tinha essa denominação, tinha várias ciências, filosofia, um monte de coisa, mas a matemática considerada ciência apolínea ou o quê, >> gente? Eu não estudei matemática, de outra coisa, então eu não estou puxando. Que que é isso aqui? A2, B2, C2 sendo um representativo de um triângulo retângulo. Que que é isso? >> É uma fórmula. Uma fórmula para quê? >> Vocês sabem que essa fórmula é que permitiu a teoria da relatividade, não sabem? De Einstein, que Einstein usou o teorema de Pitágoras para dar aquela equação bonitinha da teoria da relatividade, não é? Essa que você aprende na escola. Ele não usou outra, ele usou isso para demonstrar a teoria da relatividade, que é uma relação entre a luz, o tempo e o espaço. E usou o teorema de Pitágoras. Ah, >> ou seja, é simples ou não? E por que que eu não entendo por que que é tão difícil? Afinal, o que é difícil de novo, olha só, a gente falou bastante, mas que que eu cheguei à conclusão que não ficou claro isso não. É muita informação, é tanta informação e a gente, a minha cabeça não está acostumada com com esse conteúdo, nessa rapidez. Mas não é porque não. >> Olha só, eh, vocês estão notando que eu tô falando um, vocês estão notando que eu estou falando um pouco diferente do usual? >> Eu tô falando diferente do usual, sim, eu estou falando diferente do usual, tá? Isso que a gente tá fazendo é é muito mais uma técnica terapêutica estilizada, é claro, lúdica, mais uma técnica terapêutica. Se eu fosse uma terapeuta, Vanessa, você estaria num espelho. Olhe pro espelho e diga: "Eu não sou capaz de resolver isso". Diga, você é boa em matemática? Você resolve isso? Repita comigo. Qual é o seu problema? Eu sou gorda, eu sou fraca. Eu Porque é um motivo você ter ido, né? Agora olha de novo e diga: "Você escolheu não ser capaz de resolver isso?" Diga em voz alta, olhando pro espelho, que você escolhe não fazer, que você escolhe não entender, que você escolhe não ser capaz, que você escolhe essas coisas. Que que acontece automaticamente? Quando você usa essas palavras, o que é que automaticamente acontece? antigos. >> Então, no momento em que você usa essa palavra, eu escolho não acompanhar ou não resolver ou não responder. Quando você fala isso diante do espelho, qual a mágica que acontece? Eu cheguei a falar isso. Acontece uma mágica ou não? Tá? O computador é uma máquina, ela é operada. Quais são os botões que você aperta para ela funcionar? Como é que você ativa a sua vontade? A partir daal é o que eu >> sim como é que você ativa a vontade? A vontade não tá funcionando e agora ela começa a funcionar. O que que você fez? pensou, >> pensou. Então, o que ativa a sua vontade são os seus >> pensamentos. Então, no momento em que você pensa, você ativa a vontade. Pensou num brincadeiro, ativou a vontade de comer. Pensou numa cobra, ativou o quê? A vontade de fugir. Qualquer coisa que você pensar, vai ativar o quê? E o que é uma vontade? O que é vontade? >> Então, vontade é sinônimo de desejo. Não, >> não, >> não, >> não é. Tá. O que que é vontade? É sinônimo de quê? É um senso >> de decisão. >> Isso. Vontade é um estímulo para decidir algo. Você tá entendendo? Se você não tem vontade, que que você não faz? Você tem vontade de comer brigadeiro se você nunca pensar nisso? Você tem vontade de alguma que você nunca pensou? Tem alguma coisa vocês queiram que vocês não sabem que existe? Vocês estão entendendo? Você não sabe que isso existe, você deseja isso ou não? Tá? Existe uma situação, sim, tá? Vocês reencarnaram lá no planeta primitivo, lá eu, Vinícius, é testemunho, nós entramos aqui, eu disse: "Vinicius, vou iniciar uma tradição familiar que você vai ensinar para os seus filhos, tá? seus filhos, seus netos e assim nas próximas gerações. E é uma coisa que eu falo há muito tempo. No que a gente abriu essa porta e entrou, que que eu falei, Vinícius? Sim, não esqueça de uma prece e uma bênção para este homem extraordinário e abençoado que inventou o ar condicionado chamado Carrier. Então, toda vez que eu entro um ambiente climatizado, eu disse que Deus abençoe esse homem santo chamado Carrier, que é o inventor do ar condicionado. Porque pensa bem, se não tivesse um, tá? Então, imagine que você está no anjito antigo e não tem um ar condicionado, mas você viveu aqui, né, nesse ambiente, e você tá lá e encontra com o Jair, que tá lá também, toda essa galera aqui. E vocês se encontram e começam: "Nossa, tá difícil. Eu sinto falta de algo. Que que você sente falta?" Mais falta. Não sei eu. O que que você queria? Eu não sei nomear, mas eu queria eu queria tivesse fresco. Eu eu queria água corrente, eu queria isso, aquilo. Entendeu? Nem pode falar água corrente que não tinha, né? Você tem que imaginar alguma coisa, vocês estão entendendo? E aí, com os mesmos anseios, vocês começam a falar a respeito de uma caixa mágica que você aperta o botão, a coisa ser quente. Sonhos, imaginação. Você nem sabe que isso existe, mas você desejaria. Vocês estão entendendo? Agora, fora isso, como é que você vai desejar algo que você não sabe que existe? Você nunca ouviu falar? Então, qual é o primeiro passo, tá, para ter vontade? pensar. >> Pensar, tá? Então, o que aciona a vontade é o pensamento, tá? Então, você pensa, mas que tipo de pensamento? Tem vários pensamentos que a gente tem, não tem? A todos ativam à vontade. Todo o seu pensamento ativa à vontade. >> Não tem pensamento que ativa e tem pensamento que não. Então, é um tipo de pensamento específico que ativa à vontade, não é? É, é. >> Então você vai pensar em algo, só isso. Para a vontade de ser ativada, ela precisa de um pouco mais do que um pensamento. >> Uma elaboração desse pensamento. Olha só, >> tem uma coisa que eu sempre fazia, tava dirigindo, eu chego, Marcelo, o que que você tá pensando? Eu pergunto ou não pergunto? Aí ele responde uma coisa que incompreensível, nada. Aí eu pergunto, v tá pensando ele? Nada. Como pode não pensar nada? Como assim não tá pensando nada? Eu tô sempre pensando em alguma coisa. Nunca é nada. E aí tem até uma piada na internet que os homens têm essa possibilidade de não pensar nada. As mulheres é que estão sempre pensando em alguma coisa. Eu nunca consigo não pensar nada, tá? Se eu tô parado, olhando pro nada, tô pensando alguma coisa. Eu tô sempre pensando em alguma coisa. Em que sentido? Assim, o que que seria o nada? Não estou pensando em nada. Que que você tá fazendo quando não tá pensando em nada? >> Aí eu queria que a pessoa dissesse para mim: "O que que você tá fazendo?" Então não tem nada dentro. E você tá assim parado olhando pro nada, fazendo o quê? >> Isso existe? Para ter um nada, você teria que estar em estado vegetativo. >> Estado vegetativo, >> não tá recebendo estímulo nenhum. Então você tá aqui olhando para o nada e que que você tá fazendo? >> Vem cá. O nada existe, gente. >> Então não tenho nada, tá? Então na sua cabeça também tem alguma coisa. O que que tem lá? Quando você está ali, aparentemente você tá, que que é o nada? É o inimigo número um da espiritualização. Qual é o maior inimigo da espiritualização? É o nada. Qual é o maior inimigo? Eu vou deixar a equação ainda porque não acabou aqui. Qual o maior inimigo? O que que é esse nada? É um desinteresse. >> Boa. >> É o pessoal fala antes de imaginar. >> Que nada é esse, Vanessa? Olha só, você tá dormindo e alguém acende a luz, que que você faz? Apaga a luz que eu tô dormindo. Porque quando você dorme, você fica cega. Quando você dorme, você fica surdo porque já pensou, você tá dormindo e alguém grita, incêndio você acorda. Você tava dormindo ou não tava dormindo? Ah, você não tava dormindo direito. Tava ou não tava dormindo? >> Por que que você acordou, então? >> Porque você não tá surda, nem surdo, nem cego. Você tá entendendo? Você tá dormindo. Então o seu consciente tá ligado ou desligado? >> Mas continua funcionando o seu cérebro. tá lá ativo, >> tá? Então você está escutando, tá ouvindo. Inclusive eu digo que se você tiver escutando muito e vendo muito enquanto dorme, você vai ter que dormir mais tempo a recarregar, lembram? Porque se você quiser dormir menos tempo e recarregar, basta diminuir a luz, o som, etc. para não gastar, olha só, para não gastar energia ouvindo, para não gastar energia vendo, porque mesmo quando você tá dormindo, você tá vendo e ouvindo. Não entenderam não? >> Você nunca viu gente falando, dormindo? Ou seja, é o nada. E olha que você tá de olho fechado agora. Você tá de olho aberto, sentado num lugar, olhando pro nada. Aí você diz que não está fazendo nada, não tem nada na sua cabeça. Tem mais do que quando você tá dormindo. Quando você tá dormindo, você tá ouvindo, tá vendo. Quando você tá de olho aberto, sentado na cadeira, tem mais do que tem quando você estava dormindo. >> Mas às vezes a gente dorme de olho aberto. Sim, senhora. Mas é o caso em questão. >> Mas olha, você tá você tá dizendo isso. Eu compreendo muito bem o que você tá falando, mas ao mesmo tempo existem alguns momentos na vida da gente que separa. É como se tivesse um cansaço interno, um cansaço de pensar ou de qualquer coisa e você dá um um sacar, tá? E fica assim, uma pessoa passa e faz isso e a gente não reage. >> Agora me deu um cansaço também, Vanessa. Um cansaço terrível. >> Não, Al, não fala assim não, senão aqui constrang aquilo. >> Não, olha só, isso eu estou diferente porque a gente tá fazendo um trabalho terapêutico. Em que sentido? Lembra que eu preciso desconstruir alguns conceitos e um deles, tá, que é o seu o problema, lembra do inconsciente? Que que é o inconsciente? O inconsciente é isso. Eu sou quem controla toda vez que você diz: "Eu sou, eu faço". E toda vez que você diz como você é, quando você se descreve, e principalmente toda vez que você usa fácil ou difícil, você tá ativando o quê? A rede modo padrão. >> Olha, essa sigla não tá certa não, porque é default >> network, mas rede modo padrão, tá? É porque não tem tradução ainda. Rede, modo, padrão. Toda vez, toda vez que você diz: "Eu sou qualquer coisa, eu sou assim, eu penso dessa forma, eu tenho muita dificuldade pra matemática, eu tenho muita, muito problema para resolver isso, é muito difícil para mim fazer tal coisa, é praticamente impossível para eu conseguir isso. Todo, toda vez que você faz uma afirmativa desse tipo a respeito de si mesma, tá bom? ou da realidade qualquer. As coisas são assim, né? >> Isso. Toda a sua identidade, seu RG, tá? psíquico vem da rede modo padrão. Rede modo padrão é estabilidade, é ficar como tá para ver como é que fica, é permanecer, manter, >> é a sua zona de conforto, é, >> é aquilo que você se esforça para tornar real, tá? Então, por exemplo, eu acredito a eu acredito que a monarquia é a melhor forma de governo possível. E aí eu vou entrar na internet e vou pesquisar vídeos que demonstrem que a monarquia é a melhor forma de governo. Tem, >> tem, >> tem. E aí você vai entrar e você vai assistir. Se eu acho que a monarquia é o melhor, eu vou procurar vídeos que digam que a monarquia não é a melhor forma de governo. Quantos que eu vou assistir? >> Eu só vou procurar o quê? >> Porque nós amamos estar certo. Sabe por quê? Sabe quem é que faz parte da rede modo padrão? Amídala. Lembram da amídala? >> Lembra do sequestro da amídala que eu falei várias vezes? >> Tá. O pânico da ausência. Olha só. Rede, modo padrão. É controlado? >> Não, não é controlada. A mída, ela faz parte da rede modo padrão, entendeu? Se ela controlar, você tá danado, tá? Mas pode acontecer. Se acontecer, se você trocar o lado da cama, você entra em pânico, tá? Então você dorme do lado direito da cama. Vamos saber se amídala é quem controla sua rede moto ladrão. Tenta dormir do outro lado. Você tem ataque de pânico, falta de ar, começa a passar mal. Por quê? Porque você tá do lado direito da cama. E o que vai acontecer se você ficar aí? >> Você intelectualmente sabe que nada vai acontecer. Por que que você tá passando mal? Eu tô tendo um ataque, você não sabe nem o que é. Eu tô passando mal, eu tô tendo uma crise de de ansiedade. Não. Que que você tá tendo? Um ataque de pânico. Por causa de quê? Sabe o corpo interno. >> Não, você a cama continua a mesma, tudo igual. >> Não, internamente. >> Você só não tá mais do lado direito, tá do lado esquerdo, só isso. E tá tendo um ataque e não consegue respirar e tá passando mal. e não dorme. Aí se você chegar para cá e deitar do outro lado, você dorme. Isso tem lógica? >> Tem alguma lógica? Tem um motivo válido para você sentir isso. Mas o que você tá sentindo é pânico intenso, como se você tivesse diante da sua quase morte. perigo, uma ameaça, >> uma ameaça. Entenderam? Por que você gosta de estar certo? Nós amamos estar certos. Você tá entendendo? Então, quanto mais poder você dá a sua rede em modo padrão, quanto mais relevância você dá a ela, mais a amida, ela vai o quê? >> A ponto de quê? Você olha no espelho e diz: "Eu sou feia". Isso é ruim, isso não é gostoso. Você quer ser feia? Claro que não. Ninguém quer ser feio, mas você olha e aí eu chego para você: "Eu não acho nisso. Você está querendo alguma coisa. Por que que você não está mentindo? Você realmente pensa isso. Por quê? Porque o dizer que você não é feia é uma, vocês já falaram, é uma ameaça ao seu eu. >> Você não é gorda, vocês querem sa tem um teste. Isso aqui, gente, que eu tô falando para vocês, tá baseado em pesquisa. V dar um um exemplo prático dessa demonstração da rede padrão, tá bom? Eles pegaram pessoas, tá, atrás de um biombo. Então, digamos assim, Rita, Vanessa, todos vocês chegaram e do outro lado tinha um desenhista do FBI, aquele cara que faz, sabe, o rosto da testemunha. E aí você de onde espelho ia descrever aquela pessoa no espelho para o desenhista do FBI e o cara fazer um retrato do que você tá dizendo. >> Então seja preciso descreva essa pessoa do espelho para o desenhista do FBI. Então você vai dizer a cor, vai dizer aquilo que está no espelho. Não é da sua lembrança, não. É para você olhar no espelho e descrever. E aí tem até um filme depois. Aí o o cara fez o desenho de todas as pessoas, foram vários. Fez o desenho. Então tinha lá o desenho que você descreveu do espelho. OK? Aí eles chamaram, tá? Uma pessoa estranha que nunca te viu antes. E deram a sua fotografia e pediram para descrever pro desenhista do FBI. E ele pegou a sua foto, que é exatamente você viu no espelho, não é? Era a mesma. E ele descreveu pro cara do FBI. Aí eles pediram para um parente seu, sua mãe ou marido, alguém da sua família para descrever você pro agente do FBI. Olha só. Então você descreveu, sua mãe, vou dizer sua mãe, alguém gosta de você, descreveu e pegaram um, dois, três estranhos que nunca te viram para pedir para desenhar pro FBI. Pronto. Bom, agora vamos ver as descrições. Primeiro, tem a descrição que você deu, a de pessoa que gosta de um parente seu e três estranhos que não sabem se você é boa ou má, não sabe se nada de você, tá? Elas estão descrevendo essa pessoa. Bom, os desenhos são diferentes. Qual deles é diferente? O que você deu é diferente. O que sua mãe e as três testemunhas deram são muito semelhantes. O que sua mãe deu, tá? Tem algum detalhe a mais? Mas não é diferente das três testemunhas. Então, por exemplo, as três testemunhas dão exatamente o seu retrato, igualzinho, está impresso. A sua mãe bota uma ruguinha, não sei aonde, um sorriso ou uns troços que só quem te vê sempre poderia dizer, tá? Ah, ela sempre mexe o cabelo, então o cabelo dela faz uma onde? Isso não tava nos outros. Mas se é a mesma pessoa, mas a pessoa que você descreveu é totalmente diferente. E qual é a diferença? >> Todas as vezes que você desenha a si mesmo, você se desenha mais feia. Nunca melhor. Olha que interessante. Lembra amar ao próximo com a si mesmo? A gente acha que se ama muito, porém na prática não é assim que você se vê. Na prática você se vê sempre a quem. Ah, mas quando a pessoa fica assim,

Arrogância, arrogância é o modo de defesa, mas arrogante é quem se acha inferior. Lembram? Você precisa afirmar. Quem precisa afirmar muito, lembra? Quem sabe fala simplesmente, quem é que precisa de afirmação? Ai, então quanto mais você grita, é porque você precisa de atenção, entendeu? Quem não precisa, entenderam?

Então, normalmente, como é que você se vê? E o que que acontece então? Se você se vê assim tão feia, tão a quem, tão inferior, tão isso, tão aquilo, você vai usar várias estratégias para lidar com isso, certo? E você acredita profundamente que não há nada a fazer. Eu sou assim. Quer ver uma frase comum? Você tem que me aceitar como eu sou. Eu quero alguém que me ace que aceite os meus defeitos. Como assim? Como assim? Se você não aceitar meus defeitos, é que você não me ama. Como assim?

Eu adoro a Airfryer. Vinícius me deu uma, eu odiava aquela máquina porque ela fazia um barulho horrível. Ela veio com um problema e eu não usei mais. Ficou lá, vou jogar fora. Aí depois de anos, Marcelo tentou resolver. Ela tá funcionando. Vocês entenderam? Como assim eu tenho que aceitar os defeitos? Tem não.

A E olha a fala como ela é um paradoxo. Se você diz tem um defeito, olha só, qual é a sua obrigação moral? Eu tenho um defeito. Que que você não quer? Que que é um defeito? É uma coisa boa ou coisa ruim? >> Agora você quer que a pessoa aceite por quê? Porque não tem cura. Porque não é um defeito, é como eu sou. >> Eu sou assim e não vou mudar isso. Tá bom como tá. Podia ser pior, entendeu? Então você quer que isso seja verdade. Então você só escuta aquilo que concorda com você.

Pensa bem, eu não gosto de mim. Aí chega alguém maravilhoso, lindo, alto, forte. Eu te amo. Você é linda, maravilhosa. Quer casar comigo? >> Olha só, se você disser que não, todo mundo olha assim: "Você é maluca? Você até casa, mas fica assim, tem alguma coisa errada, >> tem uma pegadinha, tem uma coisa que não dá mal, uma suspeita. Quanto mais ele te tratar bem, mais você suspeita. Por quê? Porque se eu que me conheço não gosto de mim, ele vai gostar. Como que ele vai gostar? Você tá entendendo? Então ele está mentindo. E aí você vai começar a testar, testar, testar. E o dia o cara cansa. Vou embora. Não falei, não disse. E aí você fica feliz que agora sim você tá sofrendo como merece. >> Tá certo? Complicação de cabeça da >>

Olha só, isso é um fato que antigamente as pessoas falavam, só que agora eu tô dando explicação. Qual a explicação? Toda vez que você diz o contrário do eu sou, eu sou, eu sou, o que que acontece? Você ativa a mina. É um, você está é uma ameaça a sua integridade, entendeu? A sua estabilidade, a manutenção. E o problema, gente, qual é o problema? Mas isso não é natural não, porque a nossa natureza humana não é essa. Lembra que eu falei de nós não somos gorilas, não somos chipanzéis, nós somos homídios. E antes que vocês digam não, vamos falar dos papagaios. Lembra dos papagaios? Eu tô dizendo que nós somos muito melhores do que acreditamos ser. Nossa natureza não é demoníaca, não somos satã nem nada disso. Pesquisem, peço o chat GPT, gente. Você não precisa mais acreditar em mim. Dá uma pesquisada.

Eles pegaram papagaios, papagaios azuis, tá? E ensinaram o papagaio a usar um token, né? dinheiro. Eles deram uma um anilhazinha para ele e ensinaram que eles podiam trocar aquilo por algo valioso para eles. Nozes, a eles pegavam a o que eles mais gostavam, que eram as nozes. E se ele desse token para o tratador, ele ganhava uma nós. E os papagaios aprenderam o valor daquilo. Então eles tinham aqueles eles guardavam e quando aquele tratador chegava eles entregavam e ganhavam uma nós. Eles treinaram todos os papagaios aprenderam o valor, lembra do dinheiro da moeda de troca? Tô chamando de token, cham, entendeu? Todos aprenderam. E aí eles fizeram a seguinte experiência, tá bom? Eles criaram a desigualdade. Então eles colocaram as gaiolas lado a lado com abertura entre elas, tá bom? E alguns papagaios recebiam os tokens e outros não. Quando o tratador das nozes chegavam, o papagaio que tinha entregava para ele e recebia o negócio. E o outro não tinha. O que acontecia todas as vezes que o papagaio que tinha notava que o outro não tinha, ele pegava um token e dava pro outro e os dois compravam a nós sempre. Ah, mas isso pode ser o acaso. Ele pode não tá entendendo. Pode ser a sai que eles fizeram. Eles colocaram o papagaio um do lado do outro, sendo que o outro não poderia fazer a troca. não tinha abertura para trocar por nós. Aí o papagaio não dava o token. Então ele sabia o que estava fazendo. Não era caso. Ele só dava a moeda se o outro pudesse trocar por um anois, senão ele não dava. Entenderam? Então não foi por acaso. Ele estava fazendo o que queria fazer. E qual o motivo? É porque o outro não tinha. E ele dividia e os dois comiam. sempre, sem pedir nada em troca. Foi.

Aí a pergunta é: papagaios são espiritualmente mais evoluídos que os seres humanos? Então, compartilhar é algo que só espíritos superiores fazem? >> Então, o que aconteceu? Se a nossa natureza é a generosidade, que que é generosidade? Porque se você estivesse trocando por um favor, então você está comprando. Mas o papagaio estava perdendo, ele estava compartilhando e ia perder. Vocês estão entendendo? Lembra que eu falei sobre custos? >> Então, sem esperar na troca. Assim que ele perceber que o outro não tinha ele, automaticamente, ah, ele parou para pensar nas vantagens que ele teria fazer isso. É um papagaio, gente. >> Não havia egoísta. >> O papagaio pensou, ah, qual a vantagem? Eu vou ser um cara legal. Deus vai me Não, não pensou nada. É a natureza do do papagaio. É a natureza. A natureza. O quê? A natureza. Que natureza é essa? Eu já falei sobre isso. O tema que lei, que natureza é essa? Qual a primeira lei? >> Lei natur. Quais são as leis naturais, gente? >> Onde é que estão essas leis? >> Você sabe qual é a lei natural? Você sabe ou não sabe que não deve matar? E se você for doente? Você deixa de saber. Você sabe também. >> Você tem retardo, muito retardo. Você sabe ou não sabe que não deve matar? Se você matar, você é inocente. Pergunta importante. Sim ou não? Tem julgamento para ver se você é imputável ou inimputável? Nunca viram filme sobre isso. Não, gente. Não, não sabe o que eu tô falando? >> Sim, sim. Pessoas retardadas podem matar sem problema. É certo ou errado matar? >> É certo ou errado dependendo do seu coeficiente intelectual. Então, por exemplo, se você tem o primário, é errado matar, mas se você tem o ginásio, é pior. Se você tem doutorado, é pior ainda. >> A matar é matar. >> Ah, então matar é matar. Matar >> independe da sua condição socioeconômica. >> É. >> Independe seu nível intelectual. É. >> Sim ou não? >> Sim. Sim. Por quê? Por que, gente?

Gente, olha só, nós estamos discutindo, lembra das leis morais todas que a gente já discutiu antes? Isso aqui é é bem mais simples. Significa o quê? que o eu sou tá muito forte a ponto a gente nem tentar pensar diferente, porque é muito importante pensar diferente, pensar como espíritas. Pensar como espírita é diferente. As nossas verdades são diferentes. A maneira com que a gente se comporta é diferente. Os nossos motivos são diferentes. Não é igual. Tá? E se isso não tiver bem claro, que que acontece? Pensa bem, faço ou não faço um aborto? É uma decisão importante, >> muito ou pouco? >> Mas olha que decisão. Eu tenho 16 anos. Se eu não fizer um aborto, todo mundo vai saber. É ou não é? E vai comentar. comenta ou não comenta? Você tá sabendo e eu vou saber que vocês estão comentando. Cada vez que eu entrar, eu vou saber que vocês estão olhando para mim, estão pensando sobre isso. Tá evidente para todo mundo que aconteceu. Todo mundo tá sabendo e tá me julgando. E tá ou não tá? Teria muita ingenuidade da minha parte achar que não. Sendo ameaçada. >> Sim, eu estou sendo ameaçada. Não é só isso, tá? Vocês vão me tratar diferente também, não vão? Sem hipocrisia, tá? Hipocrisia é a arte de pregar aos outros aquilo que não se faz. Entendeu? Como é que vocês vão me tratar? É a mesma mesma coisa? Não, não é a mesma coisa. Porque eu não sou mais a mesma pessoa. Ou seja, tem peso ou não tem? Não é só isso. Toda a minha vida vai mudar. Eu não posso mais ir pra escola como se nada acontecido. Eu não posso mais fingir que nada aconteceu. Não posso mais. Tudo mudou. E mudou para melhor? Não vai mudar para pior. Muito pior. Agora, se eu fizer um aborto, nada disso vai acontecer. Ninguém vai saber, nada vai mudar. Vocês vão continuar me tratando com a mesma maneira, com a mesma consideração, com todas as coisas. Eu tenho 16 anos, vou continuar indo pra escola, vou fazer tudo normal. Como é que a gente faz essa balança aqui? Eu tenho o quê? Tudo para cá e para cá. O que me faria tomar essa decisão tão prejudicial para tudo que eu dou valor? >> E eu tô falando uma coisa muito séria, não é? >> Então imagine coisas bem mais simples, bem mais bobas. Para que lado pende? Então, se você não pensar e de novo e de novo todo santo dia, como diz Santo Agostinho, não tem volta.

Deixa eu ler aqui voz alta, gente. Ah, eh, qual o motivo de eu estar falando sobre esse assunto? É claro que eu vou falar mais fácil. Ó, conhecemos toda a sabedoria dessa máxima, porém a dificuldade está precisamente em que cada um conhecesse a si mesmo. Qual o meio de consegui-lo? quê? >> É que vocês já conhecem a pergunta. >> Eu sei, mas eu quero >> fazei o que eu fazia quando vivi na terra. Ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava revista o que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara algum dever, se ninguém tivera motivo para mim de se queixar. Foi assim que cheguei a me conhecer e ver o que em mim precisava de reforma. Aquele que todas as noites, aquele que todas as noites, aquele que todas as noites evocasse todas as ações que praticara durante o dia, inquirí de si mesmo o bem ou mal que houvera feito, rogando a Deus e a seu anjo da guarda que o esclarecessem. Agora, olha só, essa é uma questão muito importante do livro dos espíritos. Vocês acham que isso aqui é figura de retórica? >> Figura de retórica. Olha o que que ele tá falando. Rogando a Deus e ao seu anjo que o esclarecessem, grande força adquiria para se aperfeiçoar. Por que, crede-me? Deus o assistiria. Sério? Ah, ele só tava querendo falar bonito. É um jeito de falar, tipo entretenimento. Eu não não ficaria tão bonito se não colocasse assim desse jeito. Dirigi pois a vós mesmos. perguntas. Interrogai-vos sobre o que tendes feito e com que objetivo procedeste em tal ou tal circunstância? Sobre se fizeste alguma coisa que feita por outrem censurarieis. Sobre se obraste alguma ação que não ousareis confessar. Pergunta ainda mais. Se aprovesse a Deus chamar-me nesse momento, se eu cair morta agora, né? Teria que temer olhar alguém ao entrar no novo mundo dos espíritos, onde nada está oculto. Pensa bem, rogando a Deus e ao seu anjo da guarda que o esclarecessem. Grande força adquiriria para se aperfeiçoar. Porque crede-me, Deus o assistiria. Mas pera aí, isso é mentira. Você acha que Deus vai sair lá e especificamente ajudar você? >> Não é mentira isso que tá escrito. Deus não vai te apoiar. Não vai. >> Vai ou não vai? Vai ou não vai? E de maneira objetiva ou é só alegoria? Objetiva. >> Como? Mas como que Deus vai falar com você já? >> É através da consciência. É. >> Mas pera aí. Deus é quem? >> Que que é Deus? >> Ah, pera aí. Que que é Deus mesmo? >> Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Significa que ele tem o poder. Ele >> é a fonte de todo o recurso. >> Tem o poder ou não tem? >> Então ele pode tudo. >> Aí pera aí. Deus vai fazer o quê? >> Pera aí. O que foi que ele disse mesmo? Vamos confirmar. Deus o Olha só, crede-me, Deus o assistiria. Que que significa essa frase? Deus o assistiria. >> Ah, mas ele quer só quer falar bonito. Ele não é Jesus, né? Já tá forçando a barra. Tudo que eu faço vós podeis fazer. Mas é Jesus, mas é Santo Agostinho, não é Jesus. Aí ele tá dizendo, crede, Deus vai assistir você se você só fizer isso aí. Sério, por que que eu tô dizendo que esse estudo é o trabalho da minha vida? Porque ele é absolutamente e absolutamente eficaz. >> Que que acontece se você fizer isso aí que tá aqui que eu falei? Vamos lá. Olha só. Eu sou burra. Eu sou qualquer coisa. Lembra do retrato feio? Procura na internet isso. Depois pega para mim, gente, para passar. É que é o seguinte. Se eu, lembra que entreter vocês não é a minha função. Então, pegar o filme para ilustrar. Pensa bem, é um estudo, vamos pesquisar um pouquinho e eu vou até bom, não, não sou eu que tô falando. Deixa eu pegar aqui Santo Agostinho. Não sou eu quem diz, já é Santo Agostinho que diz por mim. Hum. >> Só uma sugestão, na verdade, pedindo ao mesmo tempo. Você podia passar os temas dessas. >> Uhum. que a gente tivesse essa coisa unificada e cada um apresentasse depois a >> Então vamos vamos vou usar Santo Agostinho, tá? Formular e pois para voz para convosco questões nítidas e precisas e não temais multiplicá-las. Justo é que se gastem alguns minutos para conquistar uma felicidade eterna. Não trabalhais todos os dias com o fito de juntar a veres que vos garantam repouso na velice. Não constituis repouso o objeto de todos os vossos desejos? O fim que vos faz suportar fadigas e privações temporárias? Pois bem, que é esse descanso de alguns dias? O que é esse descanso de alguns dias? turbado sempre pelas enfermidades do corpo, em comparação com que o espera o homem de bem. Não valerá de outro a pena de alguns esforços. >> Final da mensagem. Essa aqui eu sublinhei aqui, ó. Sei haver muitos que dizem ser positivo presente em certo futuro. Ora, esta é exatamente a ideia que estamos encarregados de eliminar do vosso íntimo. Essa é a ideia que estamos encarregados de eliminar do vosso íntimo. É esse o objetivo desse centro espírita, da das comunicações, dos livros, eliminar do vosso íntimo, visto desejarmos fazer que compreendais esse futuro de modo a não restar dúvida na vossa alma. Pensa bem, eu, Santo Agostinho, estou encarregado de eliminar da sua ideia, Vanessa, acabar com isso, tá? Por isso foi que primeiro chamamos a vossa atenção por meio de fenômenos capaz de ferir-vos os sentidos e que agora vos damos instruções e que cada um de vós se ache encarregado de espalhar. É com esse objetivo que ditamos o livro dos espíritos. É só esse motivo de de existir isso aqui. Isso que a gente tá falando aqui, tá? Então eu sou qualquer coisa que vocês digam, tá? Ativa a rede modo padrão. Um dos componentes da rede modo padrão é amídala, tá? Amídala que faz você querer sempre tá certa. Certa de quê? De que eu sou burra. Certa de quê? De que eu não consigo. Certa de quê? De que eu sou incapaz. Que é muito difícil, que não dá para fazer, que é quase impossível, que ninguém consegue. Olha a estatística. Sendo que a estatística nesse sentido, toda vez que você olhar, você vai olhar para quê? >> Provas de que a Terra é plana. >> Prova de que a monarquia é a melhor coisa possível. Com quem você quer conversar? Com quem é contra ou quem é a favor? Quer ver um problema? Todo mundo só vê site espírita. Quem é aqui? Na semana que passou foi ouvir alguém que é contra o espiritismo. >> Os discordantes, ler esse material, entender o que o outro tá pensando, com que objetivo para eu poder dar uma resposta boa. para poder. E se ele tiver certo? Pode ser >> sim. >> Ele pode tá certo e você errado. >> Pode ou não? >> Isso tem um livro rápido, devagar, uma nova maneira de pensar. E um dos coautores é Daniel Caneman, que eu respeito muitíssimo. Que que acontece? Que que é rápido devagar? Rápido é rede modo padrão. Que que é devagar? rede executiva. A rede executiva us é ativada por pensamentos também, tá? Basicamente por palavras, palavras chaves. Então, quando você usa certas palavras, qual é a rede? Que palavras? Que que você tá pensando? Nada. Eu sou. O que é rede modo padrão? inconsciência. Padrões. O que que é um padrão? Não é um motivo. É um reconhecimento, é uma verdade inquestionável, é um ser, é um sem explicação, é um self. É a integração entre o eu e o univers. É aquilo que não tem nenhum significado. Você não pode explicar, lembra? O que que é difícil? Que que é fácil? É inexplicável. Ah, mas é é para é como eu sinto. É como você sente, porque para mim não é difícil ou não é fácil. Por quê? Porque é algo puramente o quê? Emocional. É o quê? Não tem razão, não tem raciocínio, não tem motivo, não tem nada. É um ser. Eu sou. É um ser. Qual seria a coisa diferente? Qual o maior inimigo, tá, do conhecimento? O maior inimigo do conhecimento é a certeza, >> não é ignorância. Porque quem ignora, lembra, não sabe. >> Tá te fazendo falta. Você não sabe. Então você não sabe, você não qua. Agora quando você tem certeza, que que acontece? Eu já sei tudo. Eu tenho certeza de como as coisas são. Eu sei como é. Eu sei tudo que eu preciso saber sobre. Então, quando sabe, o que é que não acontece? Por que que você vai aprender uma coisa nova se você já sabe? Eu sou um profundo conhecedor do espiritismo, já sei tudo que tem para saber. Então, preciso aprender alguma coisa? Claro que não. Então, você vai me explicar como fazer pão. Ah, mas eu faço pão há séculos. Pera aí. Então não tem mais nada para dier sobre pão. >> Vocês estão entendendo? Então quem tem certeza não aprende. Quem é que aprende? >> Lembra do Sócrates? Eu só sei >> pera aí. Por que que isso é importante? Porque quando você acredita que não sabe, você tá aberto a aprender.

Então, olha só, eu sou rei de modo padrão. Que que acontece quando você muda essa palavra? Então, lembra das fotos? Todas as fotos que nós fizemos de nós mesmos são horríveis, tá? Aí eles mostraram da mãe. Ah, mas é minha mãe. Minha mãe sempre acha que eu sou bonito. Foi a primeira coisa que eles fizeram. Ah, mas minha mãe que fez a foto. Minha mãe me acha lindo, maravilhoso, inteligente, tudo de bom. Aí pegaram os três estranhos e o que que aconteceu? >> Era igual da sua mãe, que é como você é. Entenderam? E qual era a principal diferença? A diferença é vale a pena vocês procurarem. A principal diferença é que as fotos que nós fazemos do nosso cliente tem um um que demoníaco, sabia? É expressão fechada, ruim. Sabe quando como você atribui uma pessoa má? Isso. Olhar carregado, rquitto, sabe? Então era uma pessoa, é um marginal. Então quando você pegava, esse é bandido. E das pessoas estranhas, não. Teve uma que foi impressionante. A moça do retrato era feia e ela não era. Você é um estranho. Você olha e acha ela bonita. Ela se achava feia. Ela não diz isso claramente, mas quando ela descreveu a si mesmo, que que ela vê? Lembram o que que é bulimia? Já ouviram falar anorexia? Você olha no espelho e tem uma distorção da imagem. Você não vê, você olha e é um delírio. É isso o que nós normalmente fazemos num grau a mais. Mas vai dizer o que que a gente tá fazendo com a gente não é patológico, gente? >> Entendeu? Você está constantemente reafirnando a sua incapacidade. Que que significa? Muito difícil. Bom, hoje era pra gente fazer só um resumo e falar sobre desamparo aprendido, que é como isso começa, como é que a rede modo padrão começa a funcionar. Lembra? Quando você acredita que nada do que você fizer vai mudar alguma coisa, tá? Se nada do que você fizer muda alguma coisa, >> para quê? Então você não faz? Sabe por quê? Porque não tentou. Só isso. >> Então, eu vou vou dizer uma coisa, vou fazer um depoimento >> da da sua aula da semana passada e da sua aula de hoje em relação a tudo que eu >> vamos tratar em vez de aula um compartilhamento porque foi um pouco diferente, né? que eu que eu que eu estudei, não que eu entendi da semana passada, da quinta-feira da semana passada, quando eu acordei, eu olhei pro piano e falei: "A partir de hoje eu vou voltar paraas minhas aulas de piano". Muito bem, né? Muito bem mesmo. Tô muito feliz. >> Aí eu >> Uhum. E hoje na hora que eu fui pra piscina, que eu sempre me recuso aí, eu fiz uma coisa que tem quantos anos, quem sabe uns 10, 20 anos, que eu tinha medo de pular de cabeça. Imagina, fui matadora, eu tinha medo de pular de cabeça, sabe? Aqueles fundos horrorosos dentro da piscina. Hoje eu falei, eu vou pular de cabeça, minha vida se dane. Pulei de cabeça, não aconteceu nada, fiquei todo feliz. Muito bem. Parece, desculpem, gente. Uma coisa boa, mas vocês não sabem o que que significa isso dentro da minha alma. Poder. >> Gostei dessa fala, Vanessa. Então, eu vou explicar para você o que é Deus nos assistirá. da frase, da mensagem, porque eu peguei essa mensagem, tá essas partes que estão sublinhadas, essas depois cada uma delas é uma função neurológica ativada, tá? Então, o que é Deus nos assistirá? Onde estão escritas as leis de Deus? >> Então, todo mundo tem >> o papagaio também. lembram do compartilhamento, etc. Então, à medida que a gente evolui, a gente vai adquirindo alguma autoconsciência, mas as funções padrão, as funções do executivo maior, lembra? Causa primária todas as coisas, inteligência suprema, estão funcionando acima de todas, não tão? E nós estamos aqui. E nós estamos seguindo a corrente. Enquanto a gente segue a corrente, tudo dá certo. Aí chega no momento em que nós adquirimos o quê? Lei de liberdade. Lembra? Lei de liberdade? Lembra das leis morais? Lei de você tem a liberdade agora de bom, nesse momento você vai desenvolver a autoconsciência. É nesse momento que você vai fazer as escolhas que você está livre para isso. Dentro da relatividade, lembra? Quando você é pequeno, por que que você erra mais em determinas circunstâncias do que menos? Lembra? Lembra do Homem-Aranha? Quanto maiores poderes. Não conhece a lei do Homem-Aranha? >> Não. >> Quanto maiores os poderes, maior a >> Nunca viram? Nunca vi um homem- aranha. Maiores poderes t maiores responsabilidades. Lembra do homem-aranha? Se você tem o poder de fazer as coisas e não faz, >> ela é homem-aranha. Grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Que que é? Deus te assistirá. A natureza humana, tá? A natureza humana, a vantagem evolutiva que o ser humano adquiriu sobre outros seres é a rede executiva. Diferencial, >> os omídios têm o instinto do gorila e o instinto do chipanzé é diferente da natureza humana. Se nós, seres humanos, tivéssemos nos comportado como chipanzés ou gorilas, nossa espécie teria sido distinta. Então, a natureza humana é calcular probabilidades. Porque olha só, uma ameaça diante de um gorila, ele ativa o quê? Resposta automática de defesa. Qual a resposta automática de defesa de um gorila? Lutar. Mas por quê? Porque ele é o maior predador da terra. Ele luta e ganha. A chance de sobrevivência dele, se ele lutar, é o quê? muito maior. Você tá entendendo? Porque se o gorila der as costas, que que acontece? Mas se ele tiver de frente, qual é o predador que vai enfrentar um gorila? Me diga. No habitate dele não tinha. Ele era o maior. Então lutar é natural. O chipanzé ele luta também luta, mas quando ele faz um predador, o princípio dele, ele foge, reagrupa e ataca. Por quê? Porque ele não é o único predador. Então, no habitate dele tem outros. Então, qual é a vantagem de um chipanzé diante de um predador, um leão? O chipanzé é muito rápido, lembra? >> Ele vai fugir e isso vai garantir o quê? A sua sobrevivência. Fugiu, reagrupou, vem e extermina todos os leões da região. Onde tem Chifanzé, não tem outro predador. Tinha. Se ele se mudar e tiver, ele extermina todos. Lembra-se junta, faz um e ataca em grupo. É assim que os chupanzés fazem. Entenderam? Agora, olha só, no nosso habitate, a Luci é a contemporânea de gorilas e chipanzés, lembram? Os três grandes primatas que sobraram. Então, a Luci, se você olhasse, é o macaco, mas não é nem chipanzé, nem gorila. Ela é mais fraca que um gorila, mais fraca que o chipanzé. Se ela lutar, que que acontece? >> Ela morre. E se ela tentar fugir? Ela morre também. O habitate dela tinha mais predadores. Ela tava com azar. Ela foi habitar logo um lugar de savana. Não era a floresta dos gorilas nem dos bazé. E ela tava exposta a um monte de animais de grande porte. Ela vai morrer. Certo. Agora, quem é que herdou a terra? Foram os chipanzés ou os gorilas? >> Foi a Lúci. Mas pera aí, como é que ela conseguiu sobreviver, reproduzir e povoar toda a terra? Se ela era 20 mais vezes mais fraca que um gorila, 10 vezes mais fraca que um Chipanzé e tava no habitate ruim, >> ela tinha, >> qual é a vantagem dela? >> Ela tinha uma coisa mais >> Qual é a vantagem da Luci? Ela a Luango tango topa com a pantera que que ele faz? Um chipanzé topa com a pantera, que que ele faz? Um omídiio topa com a pantera, que que ele faz? Qual é o instinto que é ativado diante de uma ameaça? >> Se lutar morre. Todos os que lutaram morreram. Essa cadeia genética foi extinta. Todos que fugiram morreram também. Essa cadeia tá extinta. Só sobrou quem? Seleção natural. Darwin. Lembra, Darwin? Qual é o omídio que sobrou? é aquele que nem fugiu, nem lutou. Qual é o que sobrou? O que é que você traz na sua linhagem genética? Os únicos sobreviveram são essa linhagem que tá hoje. E na nossa linhagem, o que é que vem? >> Quem é que sobreviveu? É aquele que predador. Você quer sobreviver? Não quer? É natural. Instinto sobrevivência. Tá tudo ativo. Se lutar e fugir, morrer. O que que eu Se eu correr, eu morro. Se eu lutar, eu morro. Tem alguma coisa que eu posso fazer? Se eu jogar uma pedrinha, pode ser que ela distraia e eu corra. Eu tenho 10% ano de sobrevivência, mas 10 é melhor que >> zero. Então eu vou tentar. Como é o nome disso? >> Enfrentar. >> Não, olha só. Eu vou reprimir porque você tem medo. Tem. >> Quando nós somos atacados, a gente reage, a gente sente medo, sente raiva. A raiva é algo natural. Alguém te dá um tab na cara. É natural que você tenha uma resposta. >> Tá. É natural. E aí você vira e morde. >> Não >> é natural. Não, >> não. >> Sentir raiva é natural. Sentir medo é natural. Morder é natural. >> Não, >> não. Isso é coisa de panzé ou de gorila. Qual é a coisa natural pro ser humano? Que que um ser humano digno desse nome faz? >> Não, não raciocina. Para raciocinar você tem que fazer uma coisa antes. Se você não fizer isso, não raciocina. >> Quer ver uma um conselho que dão pra gente? Você tá com raiva? Quando você tá com muita raiva, reza. Sério, que conselho besta. Como é que você reza quando você tá com muita raiva? Deus deu um fim aos meus inimigos. Queima todo como é que você faz? Tá bom. Tá com muita raiva. >> Isso. Conta até 10. O que que significa isso? Aleluia. >> A natureza dos omídeos é reprimir. >> A resposta dos omíos é reprimir respostas automáticas, emocionais. >> Você faz o quê? Reprime e pensa. Reprime e pensa. Então, a natureza do ser humana é controlar as suas emoções. A nossa natureza não é se rasgar inteiro. Isso é coisa de gorangutango, chipanzé, macaco, tá? Nós não somos macacos. A nossa natureza é o autocontrole, é a disciplina. Essa é a nossa natureza. Então você reprime e pensa o que? Olha só, reprime o modo padrão e ativa o quê? Essa coisa nova, lembra do lobo frontal? O pré-frontal dço lateral, tá? Então você ativa a rede executiva e faz o quê? Qual a decisão mais vantajosa para mim nessas circunstâncias? E se você fizer isso, o que que acontece? Olha só a mágica que acontece quando você ativa isso. Lembra que a gente ganhou liberdade? Então, quando você ativa isso, você está acessando informação, porque olha só, quando a rede executiva é ativada, ele vai tomar decisão, certo? Para tomar a decisão, o que que você precisa? >> Informação. Qual a segunda coisa? Calcular, certo? Como é que você calcula qual dessas informações é mais importante? O que a IA não faz? Lembra que a IA não vai fazer? Lembra que o negócio do padrão é para você saber se é um humano ou não. Da onde vem essa nossa capacidade de calcular qual é a opção que a gente o que que a gente faz? Da onde vem isso? Como é o nome dessa coisinha que define que essa aqui é mais importante do que aquela? O nome prioridade, tá? Então nós calculamos a prioridade. Nesse momento, nossa prioridade é sobreviver. Nesse momento, nossa prioridade. E aí você pode adiar algo muito importante, por exemplo, comer um peixe. A gente discutiu isso nas leis morais, lembram? Se eu pescar durante tantas horas, eu vou conseguir ser peixes, eu vou viver. E aí eu faço isso todo santo dia, como um boi faz, comer, dormir e procriar. Mas aí eu penso, não tem um jeito melhor. E aí para eu pensar sobre isso, eu não pesco, então eu tô com fome. Então enquanto ela tá pescando, eu tô pensando se tem um jeito melhor. Enquanto eu penso, eu não como um peixe. Mas pera aí, chipanzés fazem isso? Não. Aí eu vou pensar. Aí eu vou gastar um outro tempo que eu poderia estar comendo para fazer uma arma para pesc. Vocês estão entendendo que isso é reprimir funções básicas como comer, dormir, procriar? Eh, você quer comer agora? Agora não. Tô pensando. Mas pera aí, você tá sem comer um tempão? Por que que você tá sem comer um tempão? Você não tá com fome? Você tá com fome? Por que que não tá comendo? Porque eu tenho o quê? prioridade. >> Algo mais importante. O que que é mais importante do que comer? O que que é mais importante do que procriar? Vocês estão entendendo? Eu posso abrir mão da comida, do sexo, de posso ou não? >> Em nome de quê? Chip an faz isso. Então, a natureza humana é reprimir essas funções e ativar a rede executiva. Quando você ativa rede executiva, você vai trazer informação e prioridade, valores. E isso é o quê? Aí você vai calcular e ganhar. Num cenário apocalíptico. Qual desses caminhos me dá maior probabilidade de sucesso? Esse aqui você tenta e consegue. E aí você sobreviveu aos chipanzés, os gorilas e estamos aqui. E agora a gente quer ser um gorila, né? Agora eu quero comer me procriar, não quero, eu não quero trabalhar, não quero nada, eu quero ser um boi. E o desamparo aprendido que eu não expliquei, que é como começa esse ciclo, tá? Em que você acredita que nada que você fizer faz diferença e faz. Então, se você fizer isso que Santo Agostinho descreveu, você ativa a rede executiva. E a rede executiva é o quê? A natureza superior do homem, gente. Então, se você fizer a pergunta, tá? Eu escolho não entender. Você ativou a rede executiva, que que vai automaticamente fazer? opções. Por quê? Por que você escolheu isso? Lembra? Não é uma decisão. >> E decisão depende de quê? Você vai ter as informações. >> O quê? >> A assistência. >> Sim. Tá aqui, ó. Esse aqui eu comprei na internet. Esse aqui é um pêndulo perfeito, sabe? Porque ele tem um chumbinho dentro, lembra da física? Força? Então esse chumbinho estabiliza o negócio, então ele fica bem perfeito, amplifica muito direitinho o movimento para você saber que o inconsciente, lembra que você não tá fazendo nada, algo tá acontecendo. O que você não tem é ciência de que isso tá acontecendo, porque você permitiu que a rede automática assumisse o controle. Então aqui você tem as respostas de por não? >> Resposta de >> por não >> tá? Então você não consegue aprender matemática. Aí você pode dizer não ou sim, entendeu? Então se girar, você pode dizer não ou sim, você que escolhe, tá? E assim não. E aí você faz a pergunta, aí ele vai dizer a resposta. Ou seja, não tem nada a ver com eu sou. e sim com uma decisão que você tomou no determinado momento. Que decisão foi? Não vou nem tentar. É isso. Então, não tem a ver com fácil, com difícil, com capacidades. É, não vou nem tentar, porque nada do que eu fizer vai fazer diferença. Ah, mas às vezes eu tento, eu me matriculo na academia, eu faço isso, faço aquilo. Não, isso é o que os outros esperam que você faça para você poder fazer. dizer que lembra? Eu tentei tudo. Lembra que a gente procura a afirmação? Você quer justificar? Ah, eu tentei tudo. Eu fiz isso, eu fiz aquilo. Eu já fiz tudo que tem. Então, o que que você vai perguntar para mim quando alguém chega assim: "Você quer que eu chore? Se você já tentou tudo, significa o quê? Então, só falta deitar e morrer. Lembram? Lembra? Eu tentei tudo, juro, tudo não foi. Porque quantas pessoas conseguiram? Tem gente que conseguiu? Tem ou não tem? >> Ah, escolhe uma coisa difícil. Voar. Tem gente que conseguiu. Tem ou não tem? Então tem gente que pode. Então se ele pode também pode. E transformar água em Coca-Cola pode. É mais fácil do que vinho. >> É mais fácil que café. Café. Café é bom. Coca-Cola não, café é mais fácil do que vinho. É uma molécula super simples, bem facinha. Vocês estão entendendo? Então, sério, gente, então eh qual é a dificuldade desse estudo que eu vou ter? Eu preciso provar que isso que é absolutamente é totalmente eficaz e não tem nada a ver com o tempo. Eu tô começando a fazer uns testes e tá 100% de eficiência eficácia, mas eu vou fazer um teste mais radical. Eu até compartilhei com vocês, né? Que eu vou fazer uma transformação física. Por que física? Não me interessa. As pessoas consideram difícil é visualmente para demonstrar que isso existe. E é claro, para fechar tudo, eu vou pular de bug jump, vou filmar, tá? Para demonstrar. Eu não vou deixar. Não pode dizer uma coisa, independe qualquer coisa, semana que vem parte daí pra gente poder compreender isso tá querendo. >> Agora, a grande dificuldade é vocês estão aqui, se se os mesmos estão aqui, entendeu? Mas vamos lá. Se eu começasse sem isso aqui, que que virava? Lembra do terapêutico? Vocês têm que dar a resposta, tá? Qual a diferença entre simples e fácil? Tá? Fácil e difícil não existem. É um processo emocional, tá? Difícil significa não vou nem tentar, tá? Que que é simples? Ausência de complicação. Você pode começar aqui. Que que é uma coisa complicada? Não tem nada a ver com difícil. Complicado não é sinônimo de difícil. Você tá entendendo? Você pode fazer uma coisa extremamente complicada com o mínimo de esforço se você o quê? Porque olha só, o esforço tem esforço físico, esforço mental e emocional. Vocês estão entendendo? Mas do que se trata esse esforço? Quanta energia você vai despender? Então, por exemplo, quanto varrer esse chão? É complicado varrer o chão. Agora eu proponho pra minha mãe varrer o chão. Ela vai demorar quanto tempo? Aí o Vinícius varrei o chão, ele vai fazer mais rápido? >> Por quê? Porque é complicado. Porque é mais fácil? Não tem a ver com o quê? Mais jovem dia. Agora é complicado para ela? Não, o esforço, lembra do esforço? A energia que vai gastar é basicamente a mesma, só que ela tem mais idade e ela tem algumas o quê? >> Limitações. >> Limitações. Vai fazer com que ela fa mais devagar, mas ela não pode varrer esse show. Vocês estão entendendo? Então qualquer pessoa pode varrer. >> Entendeu o que que é simples? Não tem pré-requisito para você fazer uma tarefa de natureza intelectual ou emo vocês estão entendendo? Então é simples, não tem complicações significa o quê? É complicado. Para você entender isso, tem esse pré-requisito. Primeiro tem que aprender tal coisa, agora pode aprender isso. Vocês entenderam? Mas é difícil não? Então complicado não é se não é difícil. complicado sinônimo de quê? >> Sequência, sucessivas aproximações. Você tá entendendo? Para eu adquirir essa competência, eu preciso passar por essas aqui. E como é que eu faço? Chegar aqui? Eu sou começar, começa aqui. Eu quero ir pro 10o degrau. Como é que a gente faz? Então, através de sucessivas aproximações, o que que acontece? Eu adquiro essa competência. Qual a dificuldade? Você tá entendendo? Ah, mas eu não estou conseguindo. Por que não? Por que que eu não tô conseguindo? >> Não, não. Olha só, se de fato eu não estou conseguindo, que que significa? que eu avaliei mal e eu preciso de uma competência que eu ainda não tenho. >> Você tá entendendo? Então eu tenho que reconfigurar o meu cenário se é real, se você está realmente tentando. Vocês estão entendendo ou não? Mas isso é extremamente raro. Estamos falando aí em coisas bem complexas, lembram? Matemática, uma coisa assim, você tá entendendo a resolução de problemas. Mas 99,9% das vezes, qual é o problema? Não vou nem tentar. Mas pera aí, se o problema é matemático, eu acabei de ler uma situação muito interessante, tá? De matemática. Um rapaz chegou atrasado e todo mundo tinha saído e tinha uma equação no quadro. Ele achou que era o dever de casa. Aí ele pegou, copiou tudo e era e ele tinha uma folgação de grave, uma coisa assim, foi embora e começou, mas ser difícil começou a tentar fazer tal. E quando ele voltou pra aula, ele entregou o professor a tarefa. Ele era uma pessoa tímida, retraída. E o professor no chamou ele, ih, caramba, achou que era descompostura e o cara abraçou ele. Aquilo não era o dever de casa, era um problema insolúvel que eles tinham apresentado ali. Ele foi paraa casa e tentou resolver uma nova abordagem. E essa abordagem nós usamos hoje, tá, nos computadores. E ele resolveu sem saber que era insolúvel, ou resolveu justamente porque não sabia que era insolúvel. No momento que eu digo: "Isso é insolúvel". você nem tenta. >> Então não é porque você não pode resolver, porque olha só, ele não era professor, ele não era nem o um neste da vida, ele era uma pessoa que tinha competência, afinal era uma universidade de elite. Mas qual era o pré-requisito que ele tinha? Não sabia que era insolúvel, porque todo mundo que sabia que ninguém tinha conseguido resolver, parduposto, logo eu não vou conseguir. E eu tenho uma fala do Jorge Andreia, gente, que eu

Vou compartilhar com vocês, né? Jorge André fez um modelo neurológico da mediunidade. Ele pegou André Luiz e tal, isso na década de 60 e escreveu lá o modelo e achou, olha, eu acho que a mediunidade é assim, assim, assim. Aí eu quero assim. E de onde você tirou isso? Ó, tirei da minha cabeça. Ah, mas não pode. Por que não? Freud não tirou da dele ou não posso tirar da minha? Não, eu não tô dizendo que é assim, tô dizendo que é uma possibilidade. Por que que você não pode? Onde tá escrito? Você tá entendendo quem sou eu? Isso aí é o quê? É desculpa para nem tentar. Eu não sou capaz. Isso é o quê? Lembra do eu sou? E você vai tentar. Tudo para provar que é verdade. Entenderam? Cada coisa que você disser, você vai lutar com todas as forças para provar. Então, se você diz: "Eu sou burra". Você vai tentar com toda força e afinco o quê? Provar que é verdade. Provar que é verdade. Você, eu sou gorda, que que você vai fazer? Eu sou feia. Não interessa o que você disser. Você vai tentar provar que é verdade. Entenderam ou não?

Então, essa fala de Santo Agostinho a gente vai aprofundar e vamos ver como é que o looping começa. É desamparo aprendido. Se vocês quiserem ler antecipadamente, tá bom? Leiam. Você pega o ChatGPT e diga e por Discord sobre o desamparo aprendido? Ah, tá. Não vou, não vou falar isso. Não sabe por quê? É porque uma pessoa pegou e fez o resumo da minha fala. Foi uma coisa horrível. Não tem nada a ver com o que eu falei. E aí eu pedi pro meu fazer e foi excelente. Eu disse assim: "O ChatGPT não vai responder igual, tá bom? Então você tem que treinar ele. Lembra que é estatística? Então se você for genérico, a estatística é genérica. O que a maior parte da humanidade quer saber desse discurso? Comer, dormir e procriar. Mas isso é a verdade, não? Isso é tendência. Entenderam o que que é tendência? O ChatGPT não calcula prioridades, tá? Ele é apenas o quê? O que que é o ChatGPT? É inteligência. O que é o ChatGPT? De toda a informação que tem disponível, eu pergunto: qual a cor preferida dos russos? Azul. Agora, se eu pergunto de acordo com as tendências da decoração e não sei o que lá e a a cromatomia e qualquer coisa assim, qual é? Aí ele vai ser mais específico. Vocês entenderam? Elaborar.

Então, ou você treina ele, tá, com perguntas ou baseia alguma coisa. Olha, baseado nesse tipo de discurso, escreva. Ou diz assim: "Eu fui ao shopping com minha mãe, comi um cachorro quente, saí, ela parou na escada para descansar, eu encontrei o amigo e conversamos, tá? Isso que aconteceu. Escreva isso ao estilo de Machado de Assis. Faça os exercícios. Vai ficar totalmente diferente. A mesma situação. Agora, estilo de Stephen King, escura dos autores, ele vai transformar a atmosfera da sua descrição de acordo com aquela tendência. Entenderam ou não? Se você não fizer isso, será o quê? Genérico. O que que é genérico? É sinônimo de medíocre. Pode ser perguntar o que 1% das pessoas tiram, vocês estão entendendo? Elaborar. Eu quero um nível mais elevado, eu quero mais isso, mais aquilo. Você pode fazer agora.

Eu eu falei, ah, isso aqui eu comprei na internet, acho que foi R$ 20. Eu não entendi o que que você sobre eh desamparo aprendido? Isso aqui eu paguei R$ 20 na internet, tá bom? Isso aqui é um pêndulo, não, não vou falar perfeito, mas é um pêndulo excelente, tá? Eu já tentei vários, esse aqui é o melhor de todos. Por quê? Porque ele amplifica perfeitamente o movimento. E tem um chumbo aqui que se move que eh como ele potencializa isso. Então você tem um movimento inconsciente aqui e aí você vai ter consciência dele aqui. Lembra o que que é isso? Então você vai dizer sim ou não e vai poder ter acesso ao seu subconsciente. Por quê? Porque a gente não perde nada, não esquece nada. Então você pode então dizer, eu estou com medo dessa informação ou não? O que é que está me tem algo me impedindo de prestar atenção? Tem algo me impedindo de ir além? E aí a resposta tá aqui. E não é um espírito que tá dizendo isso para você, tá? É Deus. É mais poderoso. Como assim Deus? Onde estão escritas as leis de Deus? Então, eu quero melhorar nessa vida. Existe a possibilidade, não interessa onde você tá, nem se é o fundo do poço, até porque o fundo do poço é o melhor lugar. Por quê? Porque o único lugar que você vai é para cima. Se não tá no fundo, você ainda pode cair, mas você já tá no fundo, só sobe. E aí você começa a o que fazer para alcançar felicidade, resistir ao mal. Um sábado da antiguidade evolui, conhece-te a ti mesmo. Ah, e leia uma mensagem de Santo Agostinho, por favor.