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Estudo da Carta aos Efésios - Romeu Bornelli - Parte 08

Palavra Guardada1:04:23

Transcription

Vamos ler alguns versos desde o verso 17. Efésios 4:17. Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios na vaidade dos seus próprios pensamentos.

Obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem pela dureza dos seus corações, os quais, tendo se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para com avidez cometerem toda sorte de impureza.

Mas não foi assim que aprendestes a Cristo, se é que de fato o tendes ouvido e nele fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus.

No sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renove no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus em justiça e retidão procedentes da Verdade.

Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com seu próximo, porque somos membros uns dos outros. Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.

Aquele que furtava não furte mais, antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para a edificação, conforme a necessidade, e assim transmita graça aos que ouvem.

E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da Redenção. Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem toda a malícia. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave.

Conforme falamos pela manhã, quando nós concluímos a leitura desses 16 primeiros versos do Capítulo 4, o apóstolo Paulo vai fazer aqui um contraponto. Muitas vezes nós vamos encontrar isso na palavra do Senhor. Isso é muito instrutivo para nós, como há um contraste entre o positivo e o negativo. O Espírito Santo é mestre e nos ensina dessa maneira, apontando aquilo que é e aquilo que não é, para que então nós façamos o contraste entre os dois.

Aqui, mais uma vez, acontece exatamente isso. Então, primeiro nós temos no Capítulo 4, conforme vimos, o verso 1, o andar de modo digno da vocação a que fomos chamados. Então, vimos que esse andar é um andar em amor, é um andar em unidade, é um andar em diversidade e com vistas à maturidade. Isso é o que já vimos nos 16 versos.

Então, o verso 17 inicia o contraponto. E o contraponto é isso: "Portanto, vos digo e no Senhor testifico". Paulo quer dizer, ele quer dizer estas, chamemos de instruções éticas, não partem de meu próprio entendimento, elas são instruções do Senhor, é o caminho do Senhor para a igreja. Então, "no Senhor eu testifico: não mais andeis".

Então, vamos ver um pouco desse "não mais andeis" que é descrito inicialmente. Faça aí a sua divisão até o verso 19. Então, inicialmente são três versos apenas: 17, 18 e 19. Depois dos versos 20 a 24, nós temos um lindo texto que vamos chamá-lo de "A Escola de Cristo". O que nós temos que aprender quando nós fomos matriculados nessa escola de Cristo? E vamos lembrar que quem fez a matrícula foi o próprio Senhor. Nós não pedimos para ser matriculados, não. Mas nós também não fomos matriculados contra a nossa vontade, também não. Ele nos chamou, ele nos separou, ele nos constrangeu com seu amor. Então, nós ingressamos nessa escola porque nós somos discípulos do Senhor. Então, aí os versos 20 a 24, estudaremos e meditaremos depois calmamente nesse tema: "A Escola de Cristo".

E no verso 25, observe, ele retorna à questão do "não mais andeis". Então, ele coloca aqui uma passagem intermediária entre o que ele começou a falar sobre o "não mais andar", prosseguindo com isso no verso 25: "Por isso, deixando a mentira". Você está vendo? E nesse intervalo dos versos 20 a 24, ele vai falar sobre a escola de Cristo, onde nós aprendemos exatamente isso. Aprendemos como andar e aprendemos como não andar.

Então, ele prossegue esse assunto do "não mais andeis" por um caminho longo, meus irmãos. Vá olhando aí. Nós lemos até o Capítulo 5, verso 2. Mas ele continua no verso 3: "a impudicícia, impureza, cobiça". Verso 4: "a conversação torpe, as palavras vãs, as chocarrices". São duas tríades aqui. Nós vamos ver uma tríade no verso 20, no verso 3, e outra tríade no verso 4. Depois vamos estudar com detalhes. Vamos ver a que elas se referem esses termos aqui.

E ele segue com isso ainda mais além desse verso e vai, na verdade, até o verso 15, quando ele diz: "Vede prudentemente como andais". Voltou na questão do andar, né? Não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Então, aqui ele já deixou a atmosfera de correção do "não mais andeis" e ele vai entrar de novo numa atmosfera positiva quando ele diz: "Vede como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Procurai compreender qual a vontade do Senhor".

Olha aí o verso 17: "Não vos embriagueis com vinho, cheios do Espírito", etc. Certo? E aí, então, e esse caminho segue até o verso 20, 20, no verso 21, onde nós temos a expressão: "sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo". Nós temos aí o início de uma nova sessão. Essa sessão não tem início no 22 falando sobre as mulheres, até porque no texto oral é bem interessante, você não tem a expressão "as mulheres", porque ele já enunciou o princípio geral no 21. Ele diz assim: "sujeitando-vos uns aos outros". Aqui, independente de ser homem ou de ser mulher, o caminho no corpo de Cristo é aprendermos a nos sujeitar uns aos outros.

Aí ele vai especificar. Aí ele vai dizer assim: "Olha, verso 22, as mulheres sejam submissas aos seus próprios maridos". Então, o texto original é assim: "Mulheres, vírgula, aos seus maridos". Eu disse que a expressão "mulheres" é que não aparece, né? A expressão que não aparece de novo é "submissas", porque ele já mencionou no verso 21. Verso 21 tem o princípio: "sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo". Ponto. Então, no 22, nós temos assim: "Mulheres, vírgula, aos seus próprios maridos". Porque ele já mencionou o tema da submissão no 21, que deve ser uma submissão uns aos outros.

Ainda vamos chegar lá. Mas olha que bonito isso, irmão. O princípio da multissubmissão, no sentido mais pleno, no corpo de Cristo, ele independe de sermos homens ou mulheres. E vou explicar. Vamos tomar a esfera conjugal. Se nós entendemos uma aliança conjugal cristã no Senhor, se nós entendemos que o Senhor, através de nossos esposos, ele está nos dando uma palavra, ele está nos dando uma palavra, não é ela, está nos dando uma palavra. Ele está nos dando uma palavra através dela. Qual é o nosso dever? "Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo". Agora, como a ordem de Deus no lar é muito importante, então ele vai dizer: "Mulheres, aos seus maridos", porque agora ele entrou na ordem do lar. Mas no 21, não. No 21, ele tá abordando o princípio geral. Isso nos ajuda muito, meus irmãos, e com muita delicadeza precisamos avaliar isso aqui.

Exemplo: se nós temos a bênção de ter, numa assembleia local, irmãs provadas pelo Senhor, sábias, que têm realmente aprendido de Cristo, porque são discípulas dele, então realmente, na medida em que o Senhor usar essas irmãs para a ajuda no corpo de Cristo, nós devemos discernir o que do Senhor está sendo trazido para a igreja através dessas vidas. Não é porque elas são irmãs e, no sentido de ensino da palavra, elas devem estar caladas, como faz parte da ordem de Deus, porque o ensino público, eh, está imbuído de autoridade e elas não foram chamadas para exercer função de autoridade, a não ser sobre os seus próprios filhos na vida doméstica. Mas não vamos fazer com que isso choque com o princípio geral. Aquilo que o Senhor quer nos dar através dessas preciosas irmãs experimentadas do Senhor, nós devemos receber como sendo do Senhor. Se o Espírito do Senhor testifica com o nosso espírito que isso é do Senhor, então nós não vamos dizer assim: "Não, não vamos avaliar isso, afinal de contas, veio de uma irmã". Não é? Então, isso é um erro.

Por "sujeitando-vos uns aos outros", todos, você vê que não tem nenhuma especificação aí, "no temor de Cristo". E essa frasezinha final torna o verso ainda mais claro, né, e importante. É por causa do temor de Cristo, então é o Senhor que está usando esse vaso, então seu dever é ouvir, porque é o Senhor. É no temor de Cristo que a palavra recebida, né? Bem.

Então, essa divisão geral que eu gostaria de fazer até aqui, para não avançar demais esse assunto do lar cristão, senhor permitir, será para amanhã. Extremamente importante. E amanhã, então, pela manhã, poderemos avaliá-lo com mais cuidado. Vamos voltar lá onde nós paramos, verso 17. Vamos ler essas palavras, um pouquinho. Extraímos também algumas notas relevantes aqui.

"Isto, portanto, digo e no Senhor testifico: não mais andeis". O que que seria a primeira coisa que Paulo menciona como esse "não andar"? E por que "não andar"? A palavra "vaidade", que você vê aí nesse verso 17: "vaidade dos seus pensamentos". Eh, literalmente, ela significa futilidade, mente fútil. "Não mais andeis como andam os gentios na futilidade dos seus próprios pensamentos". Meus irmãos, certamente, como o texto está dizendo, essa é uma marca dos gentios, no sentido de que não pertencem ao Senhor, certo? Mas o apóstolo Paulo está usando isso para exortar cristãos, os cristãos da Igreja de Éfeso. Então, vamos atentar para o que isso significa para nós. Nós temos tido pensamentos fúteis? O que são pensamentos fúteis? São pensamentos que, na verdade, não significam nada. Eles não têm consistência, eles não têm realidade, eles não trazem alimento para as nossas almas, nem para os outros que estão do lado de nós, né? Não tem substância. Eles são fúteis. Eles entram, eles saem, eles vêm e sabe, quando o problema fica maior, quando eles começam a ter expressão pela boca, porque aí o pensamento fútil se torna a palavra vã, como ele vai exortar mais à frente a respeito de palavras vãs.

Então, em outras palavras, para resumir numa frase, seria o falatório inútil. Isso é futilidade. Fala, fala e fala, mas não constrói nada, não edifica nada, não ajuda em nada, não dá suporte algum, não transmite graça, como está à frente do texto, né? Tagarelas. Então, é um cuidado que nós temos que ter muito grande. Deixa-me lembrar um texto com os irmãos aqui. Provérbios 18:11, se não me falha a memória, você confira aí. Olha o que diz esse verso: Provérbios 18:11. "A vida e a morte estão no poder da língua". Primeira parte. Vamos parar nela um pouquinho. Significa, quando nós, todas as vezes que nós falamos, não é? Aqui, nesse contexto, no outro contexto, não é a hora que a boca abre, certo? Porque é o que está escrito aí, e a língua entrou em movimento para expressar pensamentos. Então, ali ou tem vida ou tem morte. Aí você pergunta: "Será que é assim tão drástico quando nós falamos das coisas triviais do dia a dia?". Bem, as coisas triviais do dia a dia, em si mesma, em si mesmo, são morte em si mesmo. Então, vida e a morte estão no poder da língua. Ou será que nós podemos dizer que as trivialidades que nós falamos no dia a dia são vida? Edificam? Não edificam. São palavras necessárias? São necessárias de quê? Nós tememos comunicar, né? Mas em si mesmas, compreendam, elas são palavras que não transmitem vi... são em si mesmos mortos, transmissão de informação.

Então, a sequência do verso é muito impressionante desse texto de Provérbios 11, 18:11. Porque a primeira parte é a atividade da língua. Então, vida ou morte estão no poder da língua. Então, nós podemos dizer, poderíamos dizer até aí, quando nós falamos, isso é verdadeiro. Nós estamos semeando, concordam? Tudo que nós falamos, estamos semeando. Palavras são sementes. Aí o verso é completado: "e o que bem a utiliza, o que bem a utiliza, come do seu fruto". Parece que, se fôssemos nós que escrevêssemos esse versículo, nós não escreveríamos assim. Nós escreveríamos assim, ó: "A vida e a morte estão no poder da língua. Quem bem a utiliza está fazendo uma boa semeadura". Mas ele falou o contrário. Ele falou: "o que bem a utiliza, come do seu fruto". O princípio espiritual é: nós comemos tudo o que falamos. Esse é o princípio espiritual. Então, irmãos, quando nós sacamos a espada, agora a espada da língua, né, para de alguma maneira atingir o outro, essa espada está em primeiro lugar nos atingindo, porque nós estamos comendo aquilo que estamos falando. Isso é, isso é extremamente importante.

Um outro sentido que, nesse caso, é um sentido de muita bênção para nós. Se nós utilizamos o poder da língua para vida, já que o poder da... da vida e da morte estão na língua, né? Então, se nós utilizamos para... com o poder da vida, o que que nós vamos colher? Vida. Então, nós comemos vida, porque nós semeamos vida através da nossa boca. Você acha que é por menos do que isso que Tiago diz: "Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar"? A natureza mostra isso. Nós temos uma boca só, graças a Deus, né? Mas temos dois ouvidos. Nós, pelo menos, deveríamos ouvir duas vezes mais do que falamos. Normalmente, falamos duas vezes mais do que ouvimos, né? Então, essa é a primeira coisa aí, nesse verso 17, para considerarmos: "Não mais andem na futilidade dos seus pensamentos".

18. "Obscurecidos de entendimento". Essa é a vida daqueles que não têm Deus, né? Mas Paulo está exortando a nós. "Alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e pela dureza dos seus corações". Você está vendo um processo aqui? Olha lá o processo. Número um: passo número um, pensamentos fúteis. Tá, verso 18. Passo número dois: entendimento obscurecido. Passo número três: ignorância, por causa da dureza do coração. E passo número quatro, verso 19: insensibilidade. Esse aí é o mais terrível, porque agora a crosta já foi formada, o calo já foi formado. Formado. Estão vendo? Mas onde que começou? Pensamentos fúteis, que não foram detectados, corrigidos, né? Até a insensibilidade. Isso é uma tragédia na vida espiritual. Quando, de alguma maneira, nós nos tornamos insensíveis a Deus, ao Espírito, à palavra, ao reunir, à adoração, ao povo do Senhor. Essas coisas se tornam para nós desnecessárias e irrelevantes. E meus irmãos, é uma condição quase irrecuperável. Na... no nosso encontro passado, o ano passado, nós terminamos o livro de Hebreus, não foi? Você se lembra do Capítulo 12? "Não haja entre vós nenhum impuro ou profano, como foi Esaú, que por um repasto vendeu o seu direito de primogenitura". E tendo buscado com lágrimas um lugar de arrependimento, ele não encontrou arrependimento de que tipo? Arrependimento diante de Deus, não. O que Esaú buscou depois que vendeu o seu direito de primogenitura foi uma metanoia, um arrependimento, uma mudança de mente do seu pai, porque ele era o primogênito, ele tinha direito de progenitura. Negociou, vendeu esse direito de primogenitura a Jacó por aquele prato de lentilhas. E quando ele buscou a bênção com seu pai, seu pai disse: "É tarde demais, já foi dada a minha bênção, meu pai". "Mas você não tem nenhuma bênção para mim?". "Eu ainda tenho alguma coisa para você". "Sim, mas aquela bênção da primogenitura já foi entregue ao seu irmão". Ou seja, irreversível. Por isso, nós falamos quando estudamos Hebreus por 2 anos, não foi? A última exortação do livro de Hebreus tem a ver com a indiferença. Se você se lembra bem, a indiferença nos coloca em uma condição praticamente irrecuperável diante do Senhor. Não temos mais ouvidos para Deus, não temos mais ouvidos para a palavra do Senhor, não temos mais ouvidos para os irmãos, não temos mais ouvidos para ninguém. Indiferentes, porque, na verdade, para nós não faz nenhuma diferença nada. O reunir, o ler a palavra, o estar com os irmãos, indiferente.

Então, eu me lembro que eu comentei com os irmãos o sentido da palavra "profano" que está lá em Hebreus 12. Eh, essa palavra, na língua latina, ela é composta. É o "pró", "pró" fala de algo ao redor, no caso dessa palavra, né? "Pró" fala de outras coisas também, fala de "a favor", certo? Mas "pró" esse prefixo fala de "ao redor". Então, imagine aqui, ó: "pro fanum". Essa palavra "fanum" no latim significa templo, templo, um recinto sagrado. E o "profanum" é uma área não sagrada, uma área que circundava o recinto sagrado, compreendeu? Então, quando diz que Esaú foi profano, o que que é então profanar? É não manter santo o recinto sagrado. Então, Esaú foi profano. Em outras palavras, ele considerou que era santo, direitos de primogenitura que ele tinha, como sendo comum. Então, considerar o sagrado como sendo comum é profanar, porque o sagrado não é comum, o sagrado é sagrado. Então, meus irmãos, se chegamos a esse estágio, é essa palavrinha aqui do verso 19 que nos marcaria: "insensíveis". Isso é muito grave. Claro.

Então, ele vai concluir essa história aí do "não mais andeis como andam os gentios", assim, "tendo se tornado insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. 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Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? 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Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? 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"Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. 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Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. Agora, o fruto, irmãos, é uma consequência imediata. E o resultado disso tudo? Qual foi? "Ele se entregaram à dissolução". Ou "se tornaram insensíveis". E aí o restante da frase é a consequência, né? Poderíamos até dizer que é um quinto passo, agora um passo prático, né, externo, porque tudo até aqui é interno, não é? Vamos de novo pro verso 17: "vaidade de pensamentos", questões internas, né? "Futilidade de pensamentos", "obscurecidos de entendimento", também uma questão interna, "alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem e da dureza dos corações", também uma condição interna. "Os quais se tornaram insensíveis". Até aqui, também uma questão interna. 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Fala, Espírito da Mente, é um princípio de bastidores, um princípio que governa a nossa maneira de pensar. Vou repetir: Espírito da Mente é um princípio que governa a nossa maneira de pensar.

Aí, então, meus irmãos, muitas coisas contribuíram para a formação desse espírito da mente em nós. Aí entra muita coisa: o lar em que nascemos, o ambiente em que fomos criados, as experiências que tivemos lá atrás, a que fomos expostos. E muitos de nós fomos expostos a muita coisa ruim, né? Então, nós adquirimos uma maneira de pensar, compreendeu, digamos assim, entre aspas, certo? Involuntária. Nós somos formados nessa, nessa coisa aí, nesse ambiente. Aí, e todos os ambientes são pecaminosos. Não existe, eh, pai perfeito, mãe perfeita e nem lar perfeito.

Então, em menor grau, queiro o Senhor que isso possa ser verdade para nós nos nossos lares hoje, nossos lares cristãos, né? Em menor grau ou em maior grau, todos nós fomos expostos a coisas negativas, coisas que trouxeram dano de uma maneira ou de outra, não é verdade? Então, isso formou em nós uma maneira de pensar, e tanto de agir quanto de reagir.

Vou citar um exemplo, vou deixar isso bem claro, porque é tão prático entre nós. Quando começamos a reunir há muitos anos atrás, um irmão caminhoneiro, ele transportava tijolos para uma construção e fazia muito isso, transportando tijolos para obra. Ele tinha um filho bem pequeno ainda e ele queria pôr o filho para trabalhar. Então, o pai, quando ia descarregar o caminhão de tijolo em uma obra, o pai subia na carroceria para jogar tijolo pro filho. Acho que você já viu essa cena aí também, né? O filho tá em cima da laje e o pai tá fazendo um serviço mais pesado, até, né? Pegando o tijolo, lançando tijolo, jogando. E o filho pegando o tijolo e empilhando em cima da laje. Só que ele era ainda um, um menino. Então, quando ele não conseguia pegar o tijolo, o menino, e o tijolo caía da mão dele e quebrava. Então, o pai dele proferia algumas palavras pro filho, no sentido de humilhado, diz: "Ô, você não serve mesmo para nada, hein? Ô, lerdo! Ô, presta atenção!" E por aí vai.

Bem, quando esse moço cresceu, ele percebeu que ele estava tendo a mesma atitude para com a filha dele, no mesmo sentido de críticas e cobranças. Assim. E então, um dia, segundo o testemunho dele, a luz do Senhor raiou sobre ele e ele falou: "Exatamente isso". Ele disse: "Eu não estava consciente que eu estava repetindo o modelo do meu pai para com a minha filha". Espírito da Mente, um princípio que rege na maneira de pensar, de agir e de reagir.

Agora, por que que é tão bonito entender isso? Porque o que esse texto está dizendo é que a escola de Cristo vai fazer o quê? Renovar o espírito da nossa mente. Então, meus irmãos, aí nós vamos começar a ver coisas ao contrário, graças ao Senhor. E as coisas ao contrário são assim: tivemos uma determinada reação ou uma determinada atitude. Aí, só depois pensamos: "Quem sabe o Espírito do Senhor mesmo nos trouxe à memória algo aí?". Nós ficamos admirados, porque nós falamos assim: "É, eu não seria capaz por mim mesmo, nem de agir e nem de reagir dessa maneira. Eu seria capaz de agir ou de reagir de outra maneira, mas não dessa maneira". Porque, por causa da escola de Cristo, nós estamos sendo renovados no espírito da mente.

Irmãos, não tem como chamar isso de outra coisa senão uma tão grande salvação, não é? Porque atinge até os antros do nosso coração. O Senhor não quer deixar nada de fora dessa tão grande salvação, nenhum pensamento, nenhuma motivação, nada fechado no quartinho escuro e fedorento. Ele quer que nós entreguemos a chave desse quartinho para Ele, para que Ele entre junto conosco, sem se envergonhar de nós. Não é o que o autor de Hebreus disse? Então, graças ao Senhor, meus amados irmãos, Ele não se envergonha de nos chamar irmãos, dizendo: "A meus irmãos, eu declararei o teu nome e cantarei cheio de louvores no meio da congregação". É o Senhor, por causa dessa Sua escola, na qual fomos matriculados, que Ele irá obter entre nós um ambiente santo, um ambiente puro, um ambiente onde Ele se agrada, onde Ele pode pôr Seu selo, onde Ele pode vir habitar conosco.

Me impressiona muito Paulo citar em Coríntios, e para os Coríntios, pense bem, uma assembleia que ele sabia que era carnal, e disse isso para eles na sua primeira carta, não é? Foi para eles mesmo que ele cita um texto de Levítico. Ele toma lá da promessa de Levítico, que tinha a ver, naquele caso, com uma habitação de Deus literal, num ambiente, num ambiente, eh, eh, geográfico, o templo, o Tabernáculo. Então, ele toma o texto de Levítico e usa para os Coríntios. Ele reforça a promessa, dizendo que, então, o que o Senhor prometeu lá, aquela habitação que houve lá, foi real, mas era pequena e limitada. A realidade maior dela, mais plena dela, é para cá, para a igreja, para o Novo Testamento. "Qual habitarei e andarei entre eles?" Lembra-se? Primeira Coríntios 6:16. "Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo". Aí diz: "Por isso, retirai-vos, não toqueis coisas impuras, e eu vos receberei. Serei para mim filhos e filhas, diz o Senhor". Que lindo! Paulo tomar isso, uma promessa feita lá na Velha Aliança, e ele aplicar dentro da Nova Aliança para os Coríntios, dizendo: "Vocês querem, Coríntios, que isso seja verdade para vocês? Então retirem-se de coisas impuras, não toquem coisas impuras", como ele cita o texto, "e eu vos receberei. Habitarei e andarei, andarei entre vós".

Meus irmãos, a coisa mais abençoada de uma reunião da igreja é experimentar isso. É que nós estamos ali sendo ajudados com algo que seja uma palavra, cânticos, ou seja lá o que for. Nós estamos nos deleitando na presença do Pastor no meio de nós, passeando, encontrando caminho, falando aos nossos corações, curando nossas almas, restaurando, renovando-os, nos conduzindo a mais profundas de luz, de arrependimento, de convicção de pecado, de consagração. Não é? Se Ele não encontrar esse ambiente entre nós, ah, meus irmãos, podemos continuar fazendo tudo, inclusive abrindo a palavra, ensinando a Bíblia, mas nós vamos ver que os resultados são muito poucos, porque o Pastor não tem encontrado lugar entre nós. E isso é que fará sempre toda a diferença: um ambiente para Ele. Betânia, Betânia, onde Ele é amado e desejado, onde Suas palavras são ouvidas e onde há mãos que estão ali para servi-Lo: Marta, Lázaro, Maria.

E último passo para fazermos esse intervalo, então, está no verso 24. É a última etapa. Primeiro, despojados do velho homem. Segundo, graças ao Senhor, renovados no espírito do vosso entendimento. E terceiro, "e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus em justiça e retidão, que são da verdade".

Dá uma última nota aí para fecharmos esse tempo. Só duas vezes você vai encontrar em Efésios a expressão "novo homem". Presta atenção, isso é importante. A primeira, nós já vimos, está lá no capítulo do ele derrubou a parede, Efésios 2:15. Ele derrubou a parede de separação que estava no meio, a inimizade, para que dos dois povos, judeus e gentios, criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz. E já vimos que o novo homem é esse que foi criado pela obra do Senhor na cruz do Calvário. É um homem, uma nova criação, que tem Cristo como cabeça e a igreja como seu corpo, um homem coletivo.

Agora, aqui em Efésios, esse novo homem não é objetivo, ele é subjetivo. No capítulo 2, é objetivo, porque ele foi feito, essa obra foi feita por Cristo na cruz do Calvário. Ele criou, o verbo está no passado, "para que dos dois criasse em si mesmo novo homem, fazendo a paz". Certo? Então, foi criado objetivamente falando, é uma realidade espiritual em Cristo. Agora, quando o novo homem é mencionado de novo nesse versículo aí, você vê que não tem nada aí da Cruz, da obra do Senhor. Nada aí. Ele está falando da vida da igreja, da escola de Cristo. Ele está dizendo que, à medida em que estamos nela, recebendo todos esses benefícios que acabamos de descrever, então nós somos revestidos do novo homem, que já foi criado segundo Deus em justiça e retidão, procedente da verdade em Cristo, mas nós estamos nos revestindo dele.

Irmão, é o equilíbrio divino que a Bíblia sempre traz entre o fato espiritual e a experiência. Uma coisa não pode andar sem a outra. O fato espiritual é a base, mas ele não teria efeito em nossas vidas senão na nossa experiência. Então, se o novo homem já foi criado na cruz do Calvário, parede de separação derrubada, de dois povos, Ele fez um. Como nós podemos nos revestir do novo homem, então, expressá-lo em nossa vida coletiva em justiça e retidão que são da verdade? Como podemos? Despojando do velho homem, sendo renovados no espírito na nossa mente, e então nos revestindo do novo, ouvindo o Mestre, o Senhor, recebendo e guardando as Suas palavras, a verdade em Jesus, e sendo instruídos Nele. Ambiente espiritual que é verdadeiro tanto para o indivíduo, lá no quarto fechado, porque também ele pode estar lá, mas não estar Nele, nesse sentido, como é verdadeiro para a igreja, que pode se unir, mas não se reunir Nele.

Querido Pai Celestial, nos ajude a compreendermos na nossa experiência essas preciosas verdades. Que sim, nós fomos matriculados nessa Santa escola. E obrigado, Senhor, porque temos a Ti mesmo como nosso único e suficiente Mestre. Temos Tuas palavras como aquelas que são Espírito e são vida. Temos as Tuas palavras como o pão da vida. E temos o privilégio de sermos instruídos em Ti. Por isso, Te pedimos, Senhor, que nos ajude a experimentarmos mais do que isso significa, para que realmente sejamos santificados, despojados, renovados e revestidos. Assim nós Te pedimos, Senhor, no Teu precioso nome. Amém.