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Chegou a hora de falar sobre todos esses assuntos. Chegou a hora de enfrentar.
Na minha opinião, a igreja evangélica, eu me considero muito machista ainda. A Carla chama minha atenção todos os dias com meus trejeitos machistas. É uma desintoxicação. Nós somos misóginos, nós somos machistas, precisamos mudar. É uma mudança que precisa ser feita, porque até a própria Bíblia, muitas vezes, as pessoas se ofendem com isso. Existem muitos textos misóginos da época que foram escritos para o contexto daquela época, mas se você os colocar hoje na leitura, na interpretação literal daquele texto, ele tem toda uma estrutura que, se utilizada com maldade, justifica e até mesmo cria pretextos para a prática da misoginia e do machismo.
Então, estou sendo muito desafiado pela minha própria esposa, a Carla. Ela tem estudado muito, e com muito amor, ela diz: "Muda isso, muda aquilo, muda aquilo outro, isso não pode, porque é cultural, cara." A gente tem que mudar. Nós, homens, precisamos mudar mesmo. Abram os seus ouvidos. Essa geração não vai suportar, não vai aceitar o machismo, não vai aceitar a misoginia, não vai aceitar.
Minha filha Ana, por exemplo, é uma militante. A Ana é militante, filho. Converse com a Ana para você ver. Uma das meninas que estava lá em casa, a menina estava toda assim: "Ah, mas eu quero ir embora por causa do meu namorado que foi para a rua." Ela falou assim: "Você vai para a rua por causa de macho." A Carla falou assim, a minha filha falou assim: "Mas por quê? Pelo amor de Deus, minha filha. Vai vender sua vida. Você tem que recuperar das drogas. Você vai para a rua atrás de homem, você está doida." Que já deu na cara dela. Foi legal. A Carla falou assim: "E aí, amor?" E ela ficou, a menina? Ficou, a menina ficou. Eu falei: "Ó, funcionou." Está vendo? Mas é verdade, entendeu? Tipo assim, o companheiro, a companheira, tem que ser uma relação horizontalizada. Não dá, não tem mais esse desnível, não pode ter mais.
Sinceramente, gente, biblicamente falando, nós podemos até ter funções no sentido de papéis, de homem e mulher, terem funções não no sentido de trabalho, de emprego, de renda, mas sim de seres humanos, né? No sentido de que a mulher gera o filho, por exemplo, o homem não gera o filho, entendeu? Tipo assim, essas questões não tornam um maior do que o outro. São diferentes, mas são iguais perante Deus. É a igualdade de gênero.
A igreja evangélica é tão interessante. Você fala igualdade de gênero, eles entendem ideologia de gênero. É uma coisa muito louca que não tem nada a ver uma coisa com a outra. São completamente diferentes. Igualdade de gênero é você olhar para o homem, para a mulher de forma igual. Ideologia de gênero é uma outra coisa. Você fala de identidade social, é uma outra coisa. Aí, quando a Bíblia fala de gênero, é o demônio, né? A gente tem que conversar, gente, tem que conversar e tem que ampliar o nosso diálogo, porque é muito sério. Talvez você não sofra violência, talvez você nunca tenha passado por risco de vida, mas muitas pessoas estão passando.
Então, o fato de você não estar vendo uma árvore cair no meio da floresta amazônica não significa que a árvore não esteja caindo. Quem entendeu isso, gente? É muito legal, né? Uma vez eu pensei: "Gente, agora mesmo está caindo uma árvore no meio da floresta amazônica. Eu não estou vendo, mas não significa que não esteja caindo porque eu não estou vendo. Não significa que não esteja acontecendo porque não está na minha família, não está na minha casa." Tem muita coisa acontecendo que você não está vendo. A Bíblia fala que todo o clamor desse povo que está sofrendo chega até Deus. Você não está vendo, mas o clamor desse povo chega até Deus. Você vendo ou não vendo?
Gente, se você me perguntar, Kaká, qual é a maior doutrina dessa igreja? É Êxodo 3. Eu vou pregar Êxodo 3 para o resto da minha vida. Kaká, mas o que é Êxodo 3? Êxodo 3 é o texto em que a Bíblia fala que Moisés entrou na sarça ardente, entrou naquele ambiente e Deus conversou com Moisés. É um texto que diz que Deus conversou com Moisés. Gente, não foi um profeta que encontrou Moisés, não foi ninguém, foi Deus. O próprio Deus falou através da sarça ardente, de uma árvore que pegava fogo e não queimava.
E Deus falou assim: "Oi, Moisés, tudo bem? Beleza, tem como você tirar essa sandália do seu pé e entrar, porque o lugar onde você está é a minha casa e este lugar é santo?" Moisés, desculpa, tirou a sandália. "Está bem. E aí, o que vai rolar?" "Moisés, deixe-me te explicar uma coisa. Há um povo que está sofrendo muito, e esse povo começou a orar. E a oração desse povo, várias mensagens de WhatsApp, foi chegando no céu e foi recebendo uma enxurrada de mensagens: 'Não aguento mais o Egito, não aguento mais sofrimento. Meu marido morreu, meu filho morreu, o faraó... é muito sofrimento, é muita dor, é muito choro.'" E tudo isso foi chegando como denúncia na ouvidoria do céu. Foi enchendo, enchendo.
Deus pegou todas aquelas denúncias, botou debaixo do braço uma mala, desceu na terra. A Bíblia fala assim: "A oração do povo subiu e eu desci." Olha, repita comigo. A Bíblia fala que os olhos de Deus estão passando sobre a terra, procurando a quem Ele possa convocar para fazer a Sua vontade. Então, a Bíblia fala, tipo assim, que a oração de um povo sofrido está chegando até Deus. Deus está pegando toda essa ouvidoria, toda essa situação. Ele está descendo, Ele desce na terra.
Ele encontrou Moisés e disse: "Moisés, deixe-me te falar uma coisa. Eu tenho uma missão, eu tenho uma demanda..." Aí Ele fala assim: "A oração do povo subiu até mim e eu desci para conversar com você." Minha pergunta é: você está disposto a fazer por mim, que sou Deus, que sou o seu Deus, que sou o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, dos seus antepassados? Você está disposto a fazer por mim a minha vontade, que é libertar esse povo da opressão em que eles estão? Moisés falou assim: "Não sei, mas você está falando que vai, então beleza." Mas, em outras palavras, Moisés foi o libertador de um povo. Ele foi libertador de um povo porque existia um clamor que subiu até Deus.
Então, pense numa coisa. Quando Deus levanta uma pessoa, por exemplo, uma voz, como agora, como a Vivi veio aqui e falou: "Gente, tem gente morrendo, tem gente sofrendo. A gente tem que entender que talvez isso não esteja acontecendo com você, mas talvez o clamor de um povo esteja chegando até Deus e Deus esteja levantando pessoas para responder a isso." Há várias causas no mundo acontecendo. Por exemplo, o Davi veio aqui agora e fala: "Gente, o que é que o afegão tem a ver com a gente?" Nada. Eles estão do outro lado do mundo. O que é que eu tenho a ver com o afegão? Mas a pergunta que eu te faço é: o clamor e o sofrimento daquele povo subiram até Deus? Sim ou não? Deus procurou em outra nação alguém, achou Davi. "Só posso colocar esse peso sobre você, Davi." Davi falou assim: "Não sei, também estou em dúvida." Aí Moisés disse: "Mas você vai libertar o povo?" Eu falei: "Eu? Você está doido! Não sei nem falar. Como é que eu vou libertar? Eu não sei nem falar. Você vai libertar porque não é você que vai fazer, serei eu que farei através de você. Só preciso que você me deixe fazer."
Eu estava lá no meio da floresta amazônica e fui fazer um trabalho que estou cansado de fazer, que é cuidar de dependente químico. Aí, arrumei uma fazendinha numa cidade a 24 horas de barco de Manaus. Estava feliz da vida. Desci em Manaus. Coloquei 200 pessoas num condomínio fechado, num auditório bem bonito, com bastante comida, todo mundo feliz, voluntários. "Nós vamos ajudar os índios viciados em crack, em maconha e nós ISAS." E aí, nós vamos pegar um barco e a gente vai para a floresta e vai ser, sabe aquele negócio do Chaves? Todo mundo feliz.
Aí senta uma mulher na minha frente chamada Shirron, uma policial francesa, e fala, tipo, "A rapaziada, o senhor Kaká, posso falar, né?" Aí você é espanhol, ela fala francês. Ela chegou, eu falei: "Sim, pode falar, pode falar." Ela falou assim: "Olha o seguinte, tem 3.000 haitianos a seis dias de barco daqui, numa praça, no Peru, na fronteira com Tabatinga, uma cidade brasileira, e o exército não os deixa entrar." Eu falei: "Você conhece o Kiko? Que Kiko? O que é que eu tenho a ver com isso? O que é que eu tenho a ver com isso? Porque eu vi um vídeo seu, você cuida de mendigo, você não quer cuidar de 3.000 haitianos?" Claro que [Risadas] não! Eu tenho problema demais na minha vida para, de repente, cuidar de 3.000 haitianos no meio da floresta amazônica. Quero.
Enquanto eu falava com ela, veio aquela voz assim: "Olha que bonitinho você, Kaká. Vem fazer o que você gosta de fazer, o que você quer fazer, mas você não está escutando o que eu quero fazer." Aí eu pensei: "Não, não é possível." Quando eu olhei para ela, ela estava tipo em câmera lenta. "Uau, uau." Eu falei: "Não, não escutei isso não, não, não, não tem nada a ver." Eu falei: "Qual é o seu nome mesmo?" Era Shirron. Eu falei: "Ah, você falou quantos haitianos?" Ela falou: "3.000." Eu falei: "Hum, 3.000? E estão aonde? A seis horas de barco daqui." Ela falou: "E já tem 1.000 na paróquia São Geraldo e o padre está descabelado, louco." E ele falou que não aceita mais nenhum porque, além de tudo, eles são evangélicos e não gostam nem da missa do padre. A maioria era evangélica e o vodu era a religião deles.
Aí eu falei com ela: "O que eu quero fazer, eu não faço. Logo, faço o que não quero." Falei: "Então, vou fazer o seguinte: escutei uma voz aqui, mas eu tenho que ter certeza, não sei se está certo, se está errado." Eu falei: "Pessoal, um minutinho só, vamos interromper o nosso momento aqui. Beleza? Me levem onde estão esses haitianos aqui em Manaus. Não lá. Mas daqui, deixe-me ir lá para eu ver." Gente, estou falando para vocês diante de Deus. Eu entrei no carro, nós andamos assim uns meia hora. É como se saísse daqui, fosse lá em Contagem. Paramos em frente à paróquia São Geraldo. Eu desci do carro.
Quando eu desci do carro, a rua estava cheia de haitianos, senhor, tomada por haitianos, assim. Quando eu desci do carro, veio um haitiano na minha direção e falou: "Como salvar?" Eu tinha que responder "Savinha", nem sabia como. Ele me abraçou, me deu um abraço. Eu entrei num pranto, é como se o Espírito Santo tivesse falado comigo assim: "Aonde você estava? Chegou atrasado!" E me abraçou. Pum! Na hora que ele me abraçou, eu fui batizado assim, eu comecei a chorar, o Espírito Santo me pegou, eu comecei a chorar como é possível? Sabe aquele choro que sai meleca assim? Você não consegue parar de chorar? Eu saí andando assim, ó, e virei a esquina, sentei na esquina e chorando e chorando. O Espírito Santo movendo meu coração, colocando amor. É, tipo, fazendo download. Eu não, não, não. E fazendo download, tipo assim, você está entendendo? Ele baixando o download do aplicativo haitiano. "Não é possível! Não faz isso, pelo amor de Deus! O último download que eu baixei acabou com a minha vida. Não está longe. Eco."
E eu, de repente, falei assim: "Minha mulher, estou casado, tenho filho, eu não posso cuidar de 3.000 haitianos, por favor, não me peça isso agora, não. Você vai causar divórcio, vai dar problema." E descendo. Acabei aquela oração, o Espírito falou assim: "Eu quero que você faça isso e eu vou... eu que estou fazendo, fica tranquilo." Eu falei: "Não estou acreditando nisso, velho. Eu estava tudo certo. Eu estava indo lá para Maués com a turma. Ia ser uma viagem quase turística. Nós íamos nadar no rio com golfinho rosa. O que é que eu vou caçar? Meu Deus!" Sabe aquele pensamento de terror assim? Eu fiquei ali uns 10 minutos pensando até o Espírito me convencer. Eu levantei, virei para Shirron e falei: "E aí, o que eu tenho que fazer?"
Ela falou: "Nós temos que conversar com o Dr. Adailton Jenifon" – é o nome do cara, não esqueço nunca, mas é um trauma – "procurador do trabalho de Manaus." Eu, de boné, de bermuda, com um calor enorme. Eu falei: "Vamos lá conhecer esse cara." Cheguei lá, sentei na mesa dele, no procurador do trabalho do estado do Amazonas. Cheguei lá e ele falou: "Oi, Doutora Dia, tudo bem?" Ela falou: "Doutor, este é o senhor Kaká, lá de Belo Horizonte, Contagem, de Minas Gerais. Ele vai cuidar dos 3.000 haitianos que estão lá no Peru." Ele fez assim: "Você vai cuidar mesmo?" "Uhum." [Música] "O quê, né?"
Ele falou assim: "Você precisa. Quem está com você?" Eu falei: "Olha, tem um povo que estava comigo para fazer um turismo lá em Maués, cuidar de 20 lá. Agora, para isso, eu não sei, vou ter que reunir a turma toda e perguntar." Ele falou: "Eu preciso de todos os nomes registrados em cartório, com um texto comprometendo, porque se eu falar para o exército brasileiro na fronteira que você vai cuidar, eles vão sair seis dias de barco, de 300 em 300, vão chegar em Manaus, e se tiver um na rua, eu vou atrás de você. Você precisa." Eu falei: "Mas o que é que eu preciso fazer? Você precisa abrigar, alimentar, ensinar português e encaminhar para um trabalho." Eu falei: "Jesus, você tem certeza?" E só pensando: em Manaus eu não tinha nem um barraquinho? Não. Em Maués eu tinha uma fazenda da Jocum que tinha emprestado para a gente, que cabia na fazenda 30 pessoas. O primeiro barco chegaria com 300 haitianos. Só para você ter noção do tamanho do problema. E toda a minha convicção é porque Deus falou comigo assim: "Eu vou fazer."
Aí eu falei: "Vou lá", chamei o pessoal, e todo mundo falou: "Gente, vamos cuidar de 3.000 haitianos, todo mundo." "É loucura!" Eu falei: "Velho, vocês têm todo o direito de sair correndo agora, mas eu não tenho como não fazer mais. O download já baixou, já era. Perdi, lascou. Eu vou cuidar desses caras." Aí uma galera topou. O Michael, o Michael daqui da igreja, o Michael do cabelinho, foi um dos que estava nesse momento, nesse movimento. O Stênio e a turma toparam comigo, botamos o nome, fomos no cartório, nem sabíamos nem a dimensão do que estávamos fazendo. Quando eu entreguei no cartório, quase que me deu piriri. Eu já saí de lá assim: "O que é que eu vou fazer, Jesus?"
E o negócio era arrumar um lugar. Nós tínhamos que ter um lugar, qualquer lugar, para quando o barco chegasse lá, tivéssemos um ônibus para buscar e um lugar para eles dormirem. Aí uma mulher, meio doida, emprestou para a gente um clube abandonado. Tipo, lá é balneário, eles chamam de balneário, é um clube tipo assim, um clube que estava abandonado com a piscina vazia, um clube enorme que tinha uns telhados muito grandes. "Eu tenho esse lugar", ela falou, "eu te empresto para você acolher esses caras aí." A gente foi conversando lá e arrumamos emprestado.
Aí nós começamos a comprar ferro, uma oferta para comprar ferro para fazer camas. A gente começou a soldar as camas, e as camas ficaram todas tortas, porque ninguém soldava, e começamos a colocar rede, o negócio era colocar rede, rede em tudo, gente. Chegou o primeiro barco, chegou o segundo, chegou o terceiro, chegou o quarto e o pau torou. Em umas duas semanas, a gente estava na capa do jornal, tipo o Jornal Globo de Manaus. "Jovens cuidam de haitianos." Mal sabíamos o sofrimento que estávamos enfrentando.
Aí começou a chegar doação. Gente, só para vocês terem uma noção, para finalizar o que estou querendo falar aqui. Já falei demais. Só para vocês terem uma noção: a gente cuidou de 5.000 haitianos. Nós ganhamos tanta doação, mas tanta doação, tanto voluntário, tanta gente que, com o que sobrava dos haitianos, o resto que sobrava de doação, a gente cuidou do projeto "Ele Clama" com os índios lá em Maués. A gente mandava barco cheio de comida, sobrava dos haitianos. A gente não fez só isso; a gente fez o trabalho em Maués, fizemos o trabalho com os haitianos e, o mais louco de tudo, a gente espalhou haitianos para o Brasil inteiro.
Eu estava em Balneário Camboriú, tem um bairro... o primeiro haitiano que levei para Balneário fui eu. Hoje, em Balneário Camboriú, tem um bairro. No dia que você for em Balneário Camboriú, você pergunta onde é o bairro dos haitianos. Tem um bairro de haitianos. Em Contagem tem milhares de haitianos. Eu chego nas cidades onde a gente levou. Hoje tem bairros, eles conseguiam... eles me convidavam para pregar nos congressos, eu chegava nas igrejas e, normalmente, as cidades são as cidades em que eu ia pregar, onde têm esses lugares, onde essas aglutinações, só São Paulo que eles começaram a ir direto. E eu falava assim: "Se você não vai a missões, se você não vai às nações, talvez você não possa ir nas nações, mas as nações podem vir até você. Pegue esse haitiano para você cuidar na sua igreja." Aí os pastores: "Ah, tá bom, então vou cuidar, vou cuidar." E foi, pum! "O que é que eu tenho que fazer, Kaká? Acolher, alimentar, ensinar português, encaminhar para o primeiro emprego." Só que os haitianos não são dependentes químicos, não são pessoas que não querem trabalhar. Então, foi muito rápido: a gente acolhia, ensinava português, alimentava, encaminhava para o primeiro emprego. Depois de duas, três semanas, ele arrumava emprego, ele alugava a casinha dele, porque ele já estava recebendo. Então, o fluxo foi muito rápido, entendeu? E funcionou muito bem.
Então, o que eu quero dizer para vocês? O Davi e a Vivi vieram aqui hoje falar de coisas que estão queimando o coração deles, coisas que eles nem sabem o que estão fazendo. Mas o clamor de algum povo subiu ao coração de Deus. Deus está procurando na terra quem Ele possa compartilhar um pouco da dor do Seu coração. Eu oro para que você seja essa pessoa em um determinado momento da sua história. Você tem a oportunidade de receber assim. E foi muito interessante nesse diálogo meu com Deus. Ele falou comigo assim: "Deus, mas como é que eu vou cuidar de 3.000 haitianos?" Eu falei: "Kaká, eu te dei um mendigo para cuidar e você cuidou. Agora estou te dando 3.000 haitianos." Tipo assim, você acha que o problema vai diminuindo, vai aumentando? Você acha que você cumpre uma missão e pronto, cumpriu agora? Agora que você cumpriu essa, logo posso entender que você pode cumprir outra. Você pensa que vai melhorando, mas vai piorando até você morrer. Aí você vai descansar na eternidade. Esse é o consolo, está bem, gente? Esse é o consolo para a gente.
Deixe-me falar para vocês uma coisa, para o povo que está nos escutando. Quando eu começo a falar sobre essas coisas, é muito forte para mim. Por isso que eu acabo ultrapassando o tempo. Abra sua Bíblia comigo em Gênesis 8. Desculpa, Gênesis 9. Gente, nesta aula de hoje, e com certeza eu vou conseguir fazer essa aula em meia hora agora. Vai ser rápido porque eu preciso finalizar a aula da semana passada. Nesta aula de hoje, vocês vão aprender uma coisa muito importante e fundamental para a oração, fundamental para a movimentação da sua espiritualidade.
Qual é a diferença entre aliança adâmica e aliança noética? A Bíblia tem várias alianças. Tem a aliança mosaica, tem a aliança davídica, tem a nova aliança, que é a aliança que Jesus fez. Então, a Bíblia é uma sequência, são alianças que vão evoluindo. Na verdade, elas não vão evoluindo, elas vão se completando. Tem a aliança abraâmica, por exemplo. Cada aliança vai havendo uma complementariedade. A nova aliança, a aliança que Jesus fez, é a aliança definitiva e eterna. Entende isso? Mas até chegar em Jesus, que é a nova aliança, aconteceram várias alianças e cada uma tem uma característica. Inclusive, tem uma aula muito boa do Anderson Bonfim, que ele fala sobre todas as alianças, a característica de todas as alianças. Então, é outra... nessa teologia, o Anderson, o curso do Anderson também é muito bom. O curso de teologia é muito bom. Quem quiser aprofundar um pouco mais nessa matéria, o Anderson tem uma matéria sobre isso que é fantástica.
Então, vamos lá. Agora, para mim, na Escola das Estações, eu peguei essas duas alianças para tratar a diferença entre elas, que é fundamental. A aliança adâmica Deus faz com Adão em Gênesis 2. Vamos pegar aqui Gênesis 2 primeiro. Eh, Gênesis 2, a partir... vamos lá. Ah, espera aí, desculpa, o mandato cultural. Ah, aqui Gênesis 1:28. Desculpa, pessoal. E Deus os abençoou e lhes disse. Versículo 28.
O que é que Deus disse ao homem? Isso aqui, gente, se você quiser anotar no seu bloco de notas aí, isso aqui nós chamamos de mandato cultural. Lembra que a gente estudou sobre a palavra cultura? Cultura veio de cultivo, cultivo veio de culto. Então, a cultura é a ideia. Então, quando Deus chama o homem, o que é que Deus pede para o homem fazer? Qual é o mandato cultural? Qual é a ideia que eu quero que você cultive inicialmente? O que é que eu quero depositar no seu coração? Qual é a sua, qual vai ser o seu trabalho? Deus criou, abençoou e lhe disse: "Sede fecundos." Então, sede fecundos, né? "Multiplicai-vos e enchei a terra e sujeitai-a e dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo o animal que rasteja."
Gente, depois, curiosamente falando, quero fazer um recorte aqui sobre a teologia pública. Eu me identifico hoje como um teólogo público. Por quê? Porque toda a teologia que eu ensino tem aplicação na vida. Então, a teologia que eu ensino não é uma teologia para dentro da igreja, não é uma teologia para você conhecer teologia a nível de doutrina, de dogmas. A teologia que eu ensino é sistêmica, é ortoprática e é pública. Meu objetivo é que o que você aprende aqui te ajude a manifestar a ideia de Deus na vida como um todo, não apenas dentro do templo, cantando ou pregando. A ideia é que seja uma coisa ordinária do dia a dia, da vida.
E uma das coisas mais interessantes, uma das teologias mais tóxicas que existem, se você estudar hoje no Brasil... Eu quero dar essa dica: no curso da Escola das Estações, eu vou dar várias dicas de orientação, de linhas de pensamento. Por exemplo, o próprio Ed René Kivitz, que vai estar aqui com a gente, gente, talvez ele seja hoje a maior autoridade teológica, no meu ponto de vista, que defende uma linha de pensamento que eu considero muito saudável para a igreja hoje, entendeu? Muito saudável mesmo. Então, eu gostaria que vocês também... é uma dica do Kaká: sigam o Ed nas redes sociais, Ed René Kivitz. Se você colocar Ed René no YouTube, no Instagram, ele tem muito conteúdo, ele produz muito conteúdo mesmo.
Então, ele é um mestre. Eu sou evangelista, ele é um mestre. Eu sei ensinar, mas eu não sou um mestre, eu sou evangelista. Meu trabalho principal é na rua, é nas favelas, nos presídios. O Ed, o trabalho principal dele é o ensino, assim como o Anderson Bonfim também, que é outro grande mestre que a gente, que eu amo muito, que já vi aqui na igreja várias vezes.
Então, ah, e uma das teologias que eu gostaria que você estudasse, se você colocar no YouTube, chama-se Teologia do Domínio. A teologia do domínio é muito importante a gente estudar, e eu vou tentar falar muito sobre ela aqui, porque a teologia do domínio nasce desse texto. Por quê? Existe uma ideia que começou no ano de 1964, quando a Igreja evangélica, através dos teleevangelistas, começou a ter uma estratégia de crescer e multiplicar. Só que para você crescer e multiplicar quantitativamente, não necessariamente você vai crescer e multiplicar qualitativamente. Uma coisa é "quale", outra coisa é "quante". Entendeu isso?
Então, por exemplo, o frango de granja multiplica muito mais rápido. Concorda comigo? O frango caipira tem um processo mais orgânico. Logo, o frango caipira é muito mais gostoso do que o frango de granja. O ovo caipira tem muito mais nutriente do que um ovo de granja. Se você pegar uma plantação, dependendo do agrotóxico que colocar, a alteração do processo natural daquela planta vai provocar vários problemas e várias toxinas que farão mal para a saúde do ser humano como um todo. Concorda comigo? Estão entendendo o que estou falando?
Assim também você pode ter um processo de igreja orgânica. Quando a gente fala que a Igreja das Estações é uma igreja orgânica, é porque nós não estamos preocupados em crescer. Nossa ênfase não é fazer célula multiplicar e crescer. Esquece. Toda criança saudável cresce naturalmente. Você não precisa se preocupar em crescer. O crescimento tem que ser uma coisa extremamente orgânica. Quando você pensa que crescimento vira ênfase central da teologia, você vai criar algum tipo de agrotóxico, algum tipo de estratégia para colocar fermento antes da hora, para provocar... tanto que a nossa pizza de fermentação natural é um grande orgulho nosso.
Sabe como é que chama a nossa marca da pizza, gente? Levante. São os meninos do Eleama que produzem a pizza. Então, "Levante" vem de "levain", que é o fermento que nós usamos. Por que nós usamos o fermento chamado "Levante"? Porque ele é selvagem, natural e vivo, e não tem como você burlar o processo dele. Ele não aceita você acelerá-lo. Se você mexer nele, ele sangra e para. Esses dias, perderam uma massa inteira lá. O pessoal tentou ir rápido, e ele falou: "Acabou, perdeu tudo, ele é vivo." Sabe com o que você consegue fazer coisas rápidas? Com gente morta. Gente que entra na lógica, na lógica errada, na lógica do tigrinho: "Eu quero ganhar, eu quero crescer rápido."
A Bíblia, Jesus falou assim: "Vira para o seu vizinho, fala assim: 'Toma cuidado.' Não, fala assim: 'Toma muito cuidado.' Não, não, fala assim: 'Toma muito cuidado com o fermento dos fariseus.'" Gente, o que mais tem hoje? Desculpa, não estou colocando a gente como melhor, não é perigoso nós também produzirmos isso, mas a coisa que mais tem hoje chama-se fermento dos fariseus. É o fermento da religião que quer te colocar no lugar que você não está, que quer proporcionar para você um ambiente em que você sinta que você tem uma coisa que você não tem de verdade espiritualmente. Por isso que as pessoas têm se frustrado. E essa frustração tem feito as pessoas saírem da igreja.
Sabe por quê? Porque o Deus em quem eu acreditei que ia fazer, que ia acontecer, não fez. Porque Deus não faz porque você pirraçou. Deus não faz porque você quis que Ele fizesse. Ele faz porque Ele vai fazer na hora que Ele tem que fazer. E se você estiver andando dentro daquilo que Ele está fazendo, caso contrário, Deus é Deus e você é você, e Ele não vai entrar no seu projeto. Sinto muito. Ou você se sujeita a Deus e entende a vontade Dele para a sua vida: "Venha a nós o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu." Ou então, a sua espiritualidade é tóxica, está totalmente vulnerável. Sabe ao quê? Ao fermento.
Eu já vou aproveitar para falar uma coisa muito importante. Esta semana, um antropólogo... aqui no Brasil tem dois antropólogos de quem eu gosto demais. Se vocês puderem seguir também, um deles é Juliano Spyer e o outro é o Vinícius. Eles são donos de uma plataforma, de um blog, de um portal... como é que chama? Tem um... um "extreme", tem um nome que dá um negócio lá, uma newsletter. Ah, que bonito agora, hein? Newsletter. Que se chama "Povo de Deus", se eu não me engano. Ele tem um livro, ele escreveu um livro... essa minissérie, as minisséries da Globo que vai passar agora, falando sobre a população evangélica. O Rodrigo Spyer é o responsável, o antropólogo responsável por munir a Globo de informação, porque ele mergulhou na igreja evangélica. Era um grande estudioso e eu sou um dos curadores do grupo dele.
E esta semana ele fez uma pergunta, o Vinícius fez uma pergunta muito interessante para mim. Ele falou: "Kaká, deixe-me te fazer uma pergunta." Ele manda áudios pedindo uma curadoria sobre o que a gente acha sobre o fenômeno, sobre pesquisas. E uma coisa que ele me perguntou esta semana, foi muito interessante. Ele falou assim: "Kaká, o que é que você acha sobre o jogo de aposta agora, os jogos da sorte, as bets?" Né? Ele falou: "Por quê?" Vou te explicar por quê. Porque já foram três ou quatro pesquisas que já confirmaram que o público religioso evangélico é a religião que mais consome bets no Brasil hoje. É sério.
Os evangélicos, dentre os católicos e espíritas, são o grupo religioso que mais consome bets e apostas no Brasil hoje. Eu falei: "Cara, que louco isso, isso em pesquisa!" Eu falei: "Isso faz sentido para você, Kaká? Por que você acha?" Porque a pergunta dele foi tipo assim: "Por que você acha que não é uma coisa explícita, não é uma coisa que ele tem que ir para um cassino, que ele vai se expor socialmente, é no celular?" Eu falei: "Isso é igual à pornografia hoje também. O público evangélico masculino consome muita pornografia hoje também. Quando é uma coisa mais escondida, que eu não estou... Eles falam que caráter é tudo que você faz quando ninguém está te vendo, né? E faz sentido, né? Então, no mundo escondido, no oculto, o que é que você consome? Entrou o jogo." Aí ele falou: "Mas é... sabe por quê? É porque é escondida."
A resposta que eu dei foi a seguinte, que tem muito a ver com esta aula de hoje, tem a ver com a aula que a gente teve esta semana também, semana passada. Porque eu falei assim: se você pensar na lógica de Caim, que a gente estudou semana passada, que Caim ofereceu algo para Deus para ver se Deus entrava no projeto dele, alguma coisa de baixo para cima, já Abel ofereceu e entrou na agenda de Deus e fez o que Deus fez, tentando entrar na ideia de Deus, e Deus aceitou o sacrifício dele.
Se você entrar na ideia de Caim, uma ideia de sacrifício religioso, uma ideia de culto religioso, tentando trazer Deus, apostando numa... vou pegar a palavra já, apostando numa ideia de que Deus pode te abençoar, pense que a lógica pode ser a mesma dentro de um comportamento mental, dentro de uma estrutura mental. Você pensa: a pessoa que dá um dízimo, dando uma oferta, "Eu vou dar porque dê que Deus te devolverá uma medida sacudida e transbordante. Dê que Deus te devolverá." Você... quem canta essa música? Então, "Dê, dê ao Senhor." Nossa, quantas vezes... lá: "Dê que Deus te devolverá." E todo mundo: "uma medida." Por quê? Qual é a ideia? Dê que Deus vai te devolver. É uma isca para Deus. Você vai provocar Deus a te abençoar.
Gente, para mim é tão ridículo, mas tão ridículo escutar isso, mas é tão comum escutar isso nas igrejas evangélicas hoje. Como é que você quer que Deus te abençoe se você não dá? A lógica da oferta entrou na lógica da troca. "Eu dou, eu planto para colher." Está entendendo isso? "Eu faço para receber, eu deposito para sacar." Estou entendendo isso? Se a mente do evangélico está condicionada a esse comportamento mental, emocional de "eu faço para receber", o jogo entrou na mesma cultura. Quem entendeu isso?
A mente já estava, já tinha estradas neuro... como chama? Estradas, trilhas neurais. Sabe de onde vem a palavra "rotina"? De "rota". Quando você faz uma coisa, você cria uma rota neural. Você faz aquilo várias vezes, você vai criando rota neural. Por exemplo, todos nós temos estradas neurais. Tem coisas que você faz com uma habilidade absurda. Por exemplo, tem gente que me vê tocando gaita e tocando piano e cantando ao mesmo tempo. Fala: "Como é que você faz isso? Te fiz mais. Fica olhando no... Mas se tocou gaita, cantou, se tocou coisa fechado." Eu, que tenho 8 anos de idade, toco teclado. Eu não preciso olhar para cá. Eu criei rota. Algum arremesso do basquete é rota neural. Eu tenho 30 anos que toco gaita. Você vai criar rota para tudo. Sebastian Bach fala que a disciplina gera liberdade. Quanto mais você pratica uma coisa, mais liberdade você tem naquilo que você praticou. Rota neural.
Então, se você tem uma rota neural religiosa que diz que se você dá, Deus te devolve, é um sistema de aposta. Gente, "estou apostando, vou dar um dízimo, vou dar uma oferta, vou provocar Deus, Deus vai me abençoar" – isso é numa lógica espiritual que não funciona assim. Você não dá para Deus te devolver. A Bíblia fala: quando você der, dê com alegria, dê com propósito, dê com objetivo, dê por uma causa para alimentar órfãos e viúvas. Não é para uma barganha. Deus não é corruptível. Não adianta, gente, isso não funciona. Você pode escutar 300.000... O testemunho é marketing, é igual ao testemunho das bets. "Ah, eu ganhei." Você pode saber. Eu conversei com um dos caras um tempo atrás, uma pessoa que conhece muito bem o mundo das bets, e ele falou: "Kaká, já tem uma porcentagem que ganha, uma porcentagem que perde, e o povo perde muito mais." Aí ele perguntou: "Por que você acha? Por que acontece isso?" Eu falei: "Para mim, é porque a mesma lógica do dízimo e da oferta e de uma teologia da prosperidade é a mesma lógica."
da Bet. Deus vai me abençoar. Vai que eu jogue e Deus me abençoe. Só com isso eu tô endividando. Tem gente suicidando, tem gente morrendo. Com isso eu entrei num vício. Com isso tem milhares e milhares de pessoas hoje acabando com suas vidas por causa desse, dessa prática. Tô fazendo essa crítica aqui abertamente para vocês, para colocar o meu posicionamento assim em relação à questão das bets. Eu acho que hoje já deu para entender para onde que isso foi.
Presta atenção nesse texto. Presta muita atenção, gente. É muito importante isso aqui. Nesse texto Deus tá dando um mandato cultural. Só que aqui Deus disse: "abençoa". E na tradução que para: "sede fecundos e multiplicai-vos". Até aqui tá tudo bem. Enchei a terra e dominai. Aí eles pegaram essa palavra "dominar", porque a palavra, aí a palavra não é "dominar". Se, se eu colocar aqui, ó, na minha palavra, na minha Bíblia em hebraico aqui, se eu clico em cima da palavra "dominar" aqui, a palavra aqui é "governar". A palavra aqui não é, não é, não, não é, não é controlar, não é subjugar, é governar. Governar é abençoar, é, é, é, é exercer liderança sobre de uma forma saudável. Então, Deus não pediu para você subjugar, mas para muitos a ideia é que se a religião crescer e multiplicar ao ponto do número de evangélicos se tornar grande, o suficiente para ter poder político, para poder doutrinar uma nação, porque depois que eu cresço, multiplico, eu domino. Quem entendeu isso? Isso é um mandato cultural entendido por muitos evangélicos. Se eu cresço, multiplico, logo eu posso dominar. Gente, isso chama teologia do domínio. Eu vou falar pouco sobre ela hoje. Não vou estender muito sobre isso, não, mas eu deixei aqui uma dica para vocês, tá bom?
Enchei a terra, dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja sobre a terra. E disse Deus ainda: "Eis que vos tenho dado as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores que dão fruto de semente. Isso vos será de mantimento." Para mim aqui, vai para mim agora em Gênesis 9. Gênesis 9. Já tô terminando já, pessoal. Pelo menos eu acho, né? Vou tentar. Tá brevemente aqui.
Qual a diferença entre Adão e Noé? A diferença é clara. Adão, ele era um vice-rei. Antes do dilúvio, Deus é o dono da terra. Presta atenção, gente. Antes do dilúvio, Deus é o quê? O dono da terra. OK? O dono da terra e o software que rodava na terra era o software do reino de Deus. Então, antes do dilúvio, Deus é o dono da terra. Quando acontece o dilúvio e Noé e sua família sobrevivem do dilúvio, quando Noé sai do barco, Deus ele deu ali um reset em toda a sua criação e ele muda a lógica da sua aliança para Adão. Adão é o... Então Deus é o dono da loja e Adão é o gerente dele. E todo dia Deus conversava com o seu gerente. "Tá tudo bem aí? Tá tudo certo os nomes, né? Eu, como é que chama esse bicho aqui? Ele vaca. É, é, tem cara de vaca. Tá bom. E aquele ali? Leão. Ó, leão, ó. Leão. É, é, faz sentido." Enfim, foi dando nome aos bichos. "E aquele ali? Ele elefantinho. Po, tá bom." E assim foi. Só que na lógica, na lógica da aliança noética, no mandato cultural de Adão, para Noé muda uma coisa. Noé. Deus não lida com Noé como o gerente. Deus fala assim: "Eu já coloquei um gerente para cuidar da loja e deu errado. Agora você não vai ser mais gerente. Agora você vai ser o dono da terra."
Salmo 115 diz assim: "Repete comigo, os céus são céus do Senhor, mas a terra ele deu aos homens." Quando Deus deu a terra aos homens, depois do dilúvio, ele faz uma aliança falando com o arco-íris: "Eu não vou acabar mais com a terra, com, com água. Eu dou a terra a você. E agora a minha relação com a terra muda, porque agora vocês são donos da terra, não sou mais eu. Então eu não vou mais visitar você na parte da tarde. Não haverá mais essa minha intervenção a menos que vocês me enfoquem." Olha que isso, isso é muito poderoso. Amém. Que que Deus estabelece? Repete comigo assim: "O que te faz, meu amigo, é a capacidade que você tem de ser meu inimigo. Se eu não te dou oportunidade nenhuma de você me trair, como você me provaria que numa oportunidade você não me trairia?" Deus, ele não quer uma relação com pessoas que são completamente dominadas por ele. Ele quer relação com pessoas que são apaixonadas por ele, pessoas que têm uma relação fiel. Por isso que fé, sem fé é impossível agradar a Deus, porque fé é emuná e fé é fidelidade. Deus procura corações que tenham fé. E fé não é acreditar em coisas absurdas. Fé é acreditar na sua relação com Deus, é ser fiel a ela. Quem entendeu isso? A palavra fé, gente, em hebraico, é a palavra fidelidade. O que Deus procura? Homens e mulheres de fé que são fiéis a ele. Porque sem fé não tem como agradar ele. Então, a primeira coisa que Deus procura no coração: você tem fé? Você é fiel a mim? Você entende que eu tenho um projeto para você e você, e você, e você pode ser fiel a algo que eu tenho para você fazer? Então, entende o que eu tô querendo dizer?
A partir da aliança Noética, abençoou Deus a Noé e a seus filhos, Gênesis 9, e disse: "Olha o mandato cultural e a mudança da aliança. Sede fecundos, multiplicai e enchei a terra. Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da terra." Mudou um pouquinho por causa do ciclo do sangue. Agora os animais eles servirão também de sacrifício. E sobre todas as aves do céu que se move na terra e todos os peixes no mar, nas vossas mãos serão entregues. Tudo que se move e vive ser-vos-á de alimento. Como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora. Tudo vos dou agora. Vos dou todas as coisas. Tudo vos dou agora. Todas as coisas estão sendo dadas a você agora. Tudo. Esse termo não existia na aliança noética, mas ela existe na aliança, na, na aliança adâmica, mas existe na aliança noética. Agora pensa comigo. Agora eu vou finalizar minha aula da seguinte forma. Por que que é importante a gente entender isso? Porque na outra aula eu ensinei para vocês sobre as duas formas de invocar. Uma dando, fazendo um sacrifício, tentando atrair Deus para um projeto. Uma de baixo para cima, a outra entendendo a agenda de Deus e perscrutando, ouvindo Deus e trazendo a ideia do céu pra terra. Esses dois movimentos que acontecem, OK?
Então agora nós estamos estudando o seguinte ponto, o seguinte ponto: que Deus ele dá a terra aos homens. E você sabe o que significa a palavra equidade? O cetro de Deus é um cetro de equidade. A Bíblia fala que o cetro de Deus é um cetro de equidade. A equidade, o cetro de equidade significa que o rei Assuero, quando a rainha Ester chegou na presença dele, o rei ele tinha que apontar o cetro. Se ele não aponta o cetro, não pode entrar na presença dele. Se você entra na presença do rei e o rei não estendeu seu cetro, você pode estar morto, você pode morrer. Então, quando o rei aponta o cetro, aquela pessoa pode entrar, porque o cetro é de equidade. O que que é equidade? Aquele que respeita o seu ponto de vista, aquele que respeita as suas opiniões, aquele que respeita a sua individualidade, aquele que respeita as suas opiniões, aquele que respeita o time que você torce, aquele que respeita a sua nacionalidade, as suas crenças, as suas orientações, aquele que te respeita. Vamos pensar assim: "Eu faço o sol nascer sobre todos, sobre os bons e sobre os maus. Faço a chuva cair sobre os justos e sobre os injustos. Eu não sou um Deus iníquo. Eu não pratico a iniquidade. Eu não invado. Eu não imponho. Eu não faço. Eu não entro sem bater. Eis que estou à porta e eu bato. Se você abrir, eu entro. Se você não abrir, eu não entro. E eu não deixo de te abençoar porque você não deixou eu abrir, porque eu sou justo e eu faço o sol nascer para todos." Quem entendeu isso, gente? Porque existe uma graça comum que eu amei o mundo. Independente se você me ama ou se você não me ama, eu te amo e ponto. E não está em questão. Eu entendo as suas fragilidades, entendo as suas limitações como seres humanos. Entendo que você talvez não me ama ou não acredita em mim por questões cognitivas, educacionais, tradicionais e traumas e coisas que você passou que você tem todos os motivos de não acreditar em mim. Mas eu não vou deixar de ser Deus e vou deixar de te abençoar e vou deixar e vou ficar pirraçadinho e ficar chateadinho com você, porque você não acredita em mim? Eu vou cuidar de você, eu vou te amar, eu vou te cercar até o dia que talvez pode ser numa cruz do lado de Jesus, você reconheça alguma coisa em mim e você abra seu coração para eu começar uma grande obra na sua vida. Tá entendendo o que eu tô querendo dizer? Não interessa. Eu faço o sol nascer. Aí que Zagre fala: "Se você que me segue, proceda assim e você se parecerá com o seu Deus, o seu Pai Celestial e Magno Day."
Você quer ser imagem de Deus? Não faça apenas para quem vai fazer para você. Deus não faz para você porque você fez para ele. Quem é você para convencer a Deus a fazer alguma coisa para você que ele não, que ele não fez? O que que você acha que você pode fazer para Deus que provoque nele alguma coisa que ele já não fez por você? Ele não vai te dar oferta, ele não vai te dar dinheiro. Ele deu para você o filho dele. Pronto. Te deu o filho dele. Você acha que um dízimo, oferta vai mexer o coração dele? Nada. Zero. Sabe o que que a sua oferta? Meu dízimo movimenta a obra dele aqui na terra. Tipo assim, coisas que nós precisamos fazer que têm a ver com as causas que ele colocou pra gente. Nós financiamos aquilo que ele colocou. Ele pediu pra gente fazer. Vamos cuidar de afegão. Vai custar quanto? Essa oferta ajuda a mobilizar e isso glorifica o nome dele. Mas atrair ele por causa disso, sem chance. Quem tá entendendo isso? E nós fazemos por amor, porque fomos amados e fazemos muito mais. Eu dou, gente, muito. Eu dou, dou do, dou. Ai, meu Deus do céu. Você vai, não tem limite porque não tem o que fazer. Você tá vendo, sentindo pá, pum, pum, pum, pum, pum. Ah, Deus, quanto vai? Não vai acontecer nada. E pode ser que morra sem nada também. Pode ser. Porque Paulo não morreu próspero. Pedro não morreu próspero e João morreu numa ilha como escravo. Eu não tenho muita esperança. É verdade, gente? Para onde nós estamos indo? Nós estamos seguindo os apóstolos. Nós, para onde nós estamos indo? A gente tem que entender sobre isso. Nós temos que entender que a promessa dele é eterna. Você tem alguma coisa que você pode computar, é um tal de galardão que eu nem sei direito o que significa, mas vai ser na vida eterna. Aqui é amar, amar, amar como ele nos amou. Isso é uma coisa que não vai parar.
Então pensa comigo. Eis que estou à porta e bato. Então Deus agora tá no céu. Vou fechar minha aula agora em nome de Jesus. Deus tá no céu. A terra foi dada a quem? Aos homens e a sua e a cada geração. Então agora essa terra foi dada a quem? A nós, certo? E o céu é de quem? De Deus. E a terra é de quem? Então, se Deus ele entra na terra sem autorização dos homens, Deus tá praticando o quê? A iniquidade. Amanda. A iniquidade. Mas Deus, ele pratica iniquidade? Ele, ele é o Deus de equidade. Pegaram aí? Então, para ele entrar na terra sem praticar iniquidade, o que que ele fez? Não, não, não. Ele veio como homem. Ele veio como nasceu de uma mulher. Quando ele entrou pelo mesmo lugar que você entrou no mundo, Jesus entrou. Um pouco diferente, mas entrou. Ele veio. Chegou. Cheguei, Brasil. Chegou. Ele chegou como o quê? 100% homem. Sim. Chegou como todos nós. Sim.
Quando o diabo viu ele chegando, a primeira coisa que aconteceu foi o seguinte, disse: "Ó, ele chegou. Tem sinal no céu, tem sinal na terra, tem um monte de gente movimentando. Aconteceu alguma coisa." Foi pro Herodes, falou assim: "Eu tenho que matar todo mundo agora, todas as crianças. Esse menino não pode sobreviver, porque se ele sobreviver vai dar ruim para nós. Esconde aí foi o negócio. Esconde, esconde, esconde, esconde, esconde, esconde, pum!" Escondeu, ele cresceu em graça, sabedoria, estatura perante Deus, perante os homens. Ele cresceu. Presta atenção. Ele cresceu e foi aperfeiçoado através das coisas que sofreu. E um certo dia ele aparece, ele tava completamente fora do radar e de repente ele aparece no radar sociopolítico, econômico, religioso lá no Jordão. E acontece um grande fenômeno, o primeiro Pentecostes no Novo Testamento. O céu abre no dia de Pentecostes. Deus do céu, lá do céu, fala assim: "Eis aí o meu filho amado em quem eu aprovo." Desce uma pomba sobre ele, o poder vem sobre ele. Bum. Naquela hora acontece um, um cataclisma espiritual em todas as quebradas com os demônios tudo suando. Alerta. Pá, pá, pá, pá. Foi identificado o filho do homem. O céu abriu, ele tá em tal lugar, em tal situação. Ataque total, fulminante. Temos que removê-lo da terra, caso contrário, ele se tornou, talvez, o único ser humano na terra capaz de abrir um portal na terra para que Deus entre na terra. Esse cara é um portal. Agora, presta atenção. Tá entendendo por quê? Porque ele tá na terra. A terra foi dada ao homem. Ele não deve nada a mim. Que que Satanás? Não deve nada a Satanás. Então ele tem legitimidade para quê? Para invocar. Quem lhe deu essa viagem, gente? Ataque, ataque soviético.
Jesus, ele vai pro deserto cheio de poder. Porque agora a ideia não é jejuar para ter poder, agora é jejuar para saber o que vai fazer com o poder. É totalmente diferente. Uma coisa é você se quebrar, dinheiro nenhum. "Eu estou jejuando, Deus, igual cair. Me dá dinheiro, me dá não sei o quê." Eu sei jejuando, pedindo a Deus, fazendo. Outra coisa é Deus te colocar um poder econômico que você nunca teve na sua vida antes e você fala assim: "Eu não sei o que fazer com esse dinheiro e não sei por que que Deus me deu." E você ir jejuar para perguntar a Deus: "Que que eu vou fazer com o poder que eu tenho agora?" Quem entendeu? São duas coisas completamente diferentes. Jesus estava, foi jejuar porque ele tinha tanto poder, mas tanto poder, que ele não sabia o que fazer com o poder. Ele foi pro deserto. Para onde o diabo foi? Pro deserto para fazer o quê? Para fazer o quê? E qual é a forma que ele tentou Jesus? Tentando mexer com a ideia e tentando acrescentar o quê? Fermento. "Para que que você vai passar por tudo que você tem que passar? Eu te darei autoridade sobre todos os reinos, porque foi me dado." Agora a pergunta é: o diabo falou para Jesus, "sabe os reinos da terra? Sabe todas as instâncias de poder da terra? Foi me dada." Agora a pergunta é: quem deu pro diabo? O homem. Quem deu pro homem? Deus. Agora, o que que Jesus veio fazer? Tomar do diabo. Mas para ele tomar do diabo, ele não poderia o quê? Cultivar a ideia do diabo. Aí ele falou o seguinte assim: "Somente a Deus eu adorarei, porque a palavra adorar é a palavra vodai, é a palavra cultivo e somente a ele eu prestarei um culto, eu vim aqui para andar na ideia dele e fazer o que ele quer." Quem entendeu isso, gente? Quem pegou isso?
Agora presta atenção. Agora você tem uma cena. Jesus, ele põe seu joelho no chão. Você quer ver Satanás fica endemoniado aí nessa hora? Jesus dele põe o joelho no chão e ele ora a Deus. E quando ele ora, observe a oração dele e entenda o que eu acabei de falar. "Pai nosso que está aonde?" Pai tá, uai, não tá na terra. Aonde o pai tá? Jesus começou a oração certa. Sim ou não? Se os céus são céus de quem? E a terra ele deu a quem? Aos homens. Agora Deus tá onde? E Jesus tá onde? Como? De uma forma legal. Sim ou não? E ele começa a oração. "Pai nosso que estás no céu, santificado seja vosso nome." E outra, não existe nenhum outro nome acima do seu nome, nem principado, nem potestade, nem demônio, nem, nem governador. Ninguém é maior do que você. A próxima frase que ele fala é o quê? "Ei, pai, venha a nós o vosso reino." Porque agora eu, como homem na terra, que a terra foi dada ao homem, estou pedindo ao Deus que está no céu que venha pra terra como no céu. E eu abro agora um portal legítimo. Quem entendeu isso? "E seja feita a sua vontade agora aqui na terra como no céu." Quem entendeu isso? Quando você ora, não com o objetivo de trazer Deus pros seus planos, mas com a consciência que Deus ele quer executar os seus planos através da sua vida, você abre um portal para que Deus entre na terra e faça a vontade dele. Entende isso? Isso é poderoso, gente.
Então, eu quero assim finalizar essa aula deixando esse entendimento claro para você. A igreja é o corpo de Jesus. Quando nos reunimos dois ou mais nessa mesma frequência, nós abrimos a terra para que o reino venha. Isso é poderoso. Eu estava no final de semana lá no sítio com a, com o refeitório lotado de gente e de repente a gente tinha acabado de tirar 52 pessoas da rua. Ali tinha homens de todos os lugares de contágio de Belo Horizonte do Brasil. Pessoas que fizeram coisas terríveis, pessoas que viveram traumas terríveis, pessoas que foram traídas, humilhadas, estavam completamente destruídas. Mas qual é a vontade de Deus para aquelas pessoas? Que elas tenham vida e vida em abundância. E de repente nós fomos almoçar e todo mundo estava lá. Eu falei assim: "Vamos orar o Pai Nosso, porque se tem uma coisa que eu tenho certeza que é o sonho de Deus, é que nenhum de vocês se percam." E a gente falou: "Pai nosso que estás no céu." Começamos a orar porque eu acredito que a manifestação do reino de Deus na terra, quando Jesus falou assim, quando ele expulsava um demônio, quando ele curava o enfermo, quando ele levava comida a uma pessoa que estava com fome e falou assim, era um sinal que o reino tinha chegado naquele lugar. Todas as vezes que nós praticamos as ideias do céu na terra, nós aproximamos o céu da terra e nós iluminamos os lugares que estão em trevas, os lugares em que estão sob o controle de uma outra força, de um outro poder que tenta o tempo todo ocultar a glória de Deus.
Então, finalize assim essa aula sobre a aliança noética e a aliança adâmica. Eu queria, em nome de Jesus, eu sei que o tempo tá um pouco estourado, que vocês ficassem de pé. Eu gostaria de novamente cantar com vocês essa música. Eu gostaria que vocês fechassem seus olhos agora mesmo. Feche os olhos. Eu gostaria que dessem as mãos para a pessoa do seu lado pra gente ter um sentimento corporativo. Dê, faça uma corrente aí. Faça uma corrente aí. Uma corrente de [Música] oração. Eu gostaria que... eu tenho uma teoria. A Bíblia fala que a boca fala o que está cheio o coração. Para mim, o contrário também acontece. O coração se enche do que a boca fala. Eu queria que vocês cantassem comigo essa música, mesmo que for baixinho. Quem quiser cantar alto, cante alto comigo. Eu vou cantar [Música] [Aplausos] alto. Mas que você cantasse com entendimento, feche seus olhos, cante comigo assim: "Nós somos pessoas, nós somos homens e mulheres que estamos aqui na terra. Deus deu a terra pra gente. Nós levantamos um altar que na verdade é uma porta onde nós perdemos e Deus ganha, onde nós renunciamos à nossa vontade para que a vontade dele seja feita, onde nós desejamos mais o reino dele do que os nossos sonhos, os nossos planos." Cante comigo assim: "Pai nosso que estás no céu, santificado seja seu nome." Mais uma vez: "Pai nosso que estás no [Música] céu, santificado seja neste lugar. Santificado seja neste lugar. Santificado seja neste [Música] lugar." Cante comigo assim: "Pai nosso, Pai nosso que estás no céu, santificado seja seu nome." Vamos, cante com entendimento. "Pai nosso que estás no céu, santificado seja neste lugar. Santificado seja neste lugar. Santificado seja. Venha teu reino, venha o seu reino na terra como no céu." Cante comigo mais uma vez. "Venha, venha o seu [Música] reino." Fala isso mais uma vez com muita convicção. Fala para ele, fala assim: "Na minha cidade, na minha cidade como no céu, na minha família, na minha família como no céu. Na minha vida, na minha vida como no céu, na terra como no céu, na minha cidade, na minha cidade como no céu, na minha família como no céu, na minha vida, como no céu, na terra como no céu, na minha cidade como no céu, na minha casa, como céu, minha vida como no céu, na terra como no céu. E venha em [Música] pé o seu lá seu." Faça essa oração. Estão comigo assim. Fala assim: "Deus, fala assim comigo, Deus, eu oro, eu peço para que toda estrutura abalável na minha vida, que não foi [Música] construída a partir da sua ideia, seja abalada. Abale, Deus, tudo que é abalável e venha, Deus, o que é inabalável." Fala assim: "Deus, abale o abalável. Remova tudo que é abalável da minha vida e venha o seu reino inabalável." Cante comigo assim: "Que venha e permaneça seu reino inabalável. Que venha e permaneça seu reinar." Cante comigo mais uma vez. "Que venha e permaneça seu reino." Com as suas palmas bem forte. Vamos. "Que venha e permaneça seu reino inabalável." Vamos que vem. Invoque seu reino inabalável. "Que venha e permaneça seu reino inabalável." Mais uma vez: "Que venha e [Música] permaneça." Inabalável. "Venha, Deus. Nós abrimos a terra. Nós abrimos a terra para que venha o seu reino, que venha e permaneça. Seu reino inabalável, que venha e permaneça seu reino inabalável." Dá um salmo de palmas pro Senhor. Obrigado, Deus. Venha teu reino, a sua vontade nas nossas vidas. Deus, dá um abraço na pessoa do outro seu lado. Abençoa a vida dela. Obrigado, Deus. Obrigado, Senhor. Venha seu reino. Venha a sua vontade aqui na terra como no céu. Amém. Ô, gente, Deus abençoe a todos vocês. Espero que vocês tenham gostado de mais uma, mais uma aula da Escola das Estações. Semana que vem estamos aqui para continuar mais uma matéria. Vamos perseverar até o fim, hein, galera. Um beijo para todo mundo. Aleluia.