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Prazer imenso estar aqui apresentando hoje e como um patrocinador do evento. Eu vou falar bem brevemente aqui do da nossa empresa CH Pro. Acho que pouca gente conhece, né?
Nós somos uma empresa jovem aqui de Curitiba e esse ano fomos convidados para patrocinar o evento. Então a Simone quando nos procurou eu falei: "Claro, é bacana, né, poder apoiar e vocês viram o trabalho que a comunidade faz, né? Então não é uma troca de experiência e aprendizado, tá? Isso eu acho importante.
Então, comercialmente, bem breve, depois nós vamos falar um tema bem relevante, um tema eh que tá aí nos top trends, né, que é a reforma tributária, tá? Muitos de vocês devem estar participando de projetos, muitos de vocês devem estar acompanhando. Então, nós vamos trazer aqui alguns assuntos bem relevantes nesse sentido, tá?
Voltando aqui, começamos. Tava lá no início. Esse aqui, pessoal, nós somos a Sega Pro. Então, Marcelo Passagl sócio. Estamos com os dois sócios aqui, o Lourenço Madruga, vou pedir que se levante, o Joel Bezerra. Então somos nós quatro, tá? Nascemos aqui em Curitiba, temos a nossa sede aqui, temos uma operação em São Paulo, clientes no Brasil todo.
Eh, com o que que nós trabalhamos? Muitos de vocês conhecem comunidade SAP e aqui Curitiba, software fiscal Guepardo. Gepardo nasceu em Curitiba, é produto curitibano aqui, então não tem somente a capivara, tem o guepardo também, né? E o guepardo nasceu de uma empresa, uma empresa de consultoria aqui, a antiga FH, na qual nós trabalhamos. Então, nós somos oriundos da antiga FH e hoje, né, caminhamos com as próprias pernas, né?
Eh, o Guepardo é um produto Ed SAP, desenvolvido exclusivamente para o SAP. Então, por isso estamos aqui na comunidade, atendemos a esse público, hoje presente em todos os segmentos de mercado. Eh, esse produto tem agora 15 anos, né? Então começou lá atrás, inaugurou essa questão do Edon, né? Então instalar uma solução fiscal dentro do IRP era novidade naquela época, né? Era somente side car, somente soluções externas. Então ele começa e logo ganhou essa essa projeção nacional, tá?
Em algum momento dessa história aí nós profissionais da CR estivemos presentes nesses projetos todos de implementação guepardo, sustentação. Marcelo Passagra foi um dos pais do produto, né, no desenvolvimento, toda a parte de diretos, responsabilidade, né, Passag?
Sim. Eh, eh, a gente brinca até, né, que antigamente o governo para gerar a economia fazia estrada, ponte, né, agora ele mexe na parte fiscal, né, e aí puxa toda essa galera que tá aqui, né? Então, por isso nasceu o guepardo, né, para poder atender aquele povo que que sofre bastante lá, né, para entregar as obrigações, né?
Eu eu sempre digo, eh, aqui nós devemos ter público técnico e público funcional, né? O pessoal da área fiscal merecia duas aposentadorias, uma para trabalhar pela empresa e a outra para trabalhar para o fisco, porque é vocês que desenvolvem, vocês que entregam pronto pro fisco. E o fisco tem o papel de fazer auditoria, cruzar as informações, né, e obviamente autuar, tá? Isso a gente vai falar aqui com relação à reforma também, tá?
Então a nossa história até 21 nós trabalhamos junto ao grupo que hoje é NTT data, né? A partir de 21, então nós representamos o Guepardo como um canal, um parceiro oficial homologado. Então nós podemos fazer a implementação do Gepardo, né, o nosso portfólio. Mais à frente eu vou falar um pouquinho, usando então desses 10 anos que estivemos lá dentro, dos mais de 200 grupos econômicos que adotam o produto. Eh, a gente traz isso então pr pra pr público em geral, pra comunidade, pro pessoal que utiliza essa solução como uma segunda opção para serviços. A NTT, ela continua evoluindo o produto. O produto hoje ganhou um escopo muito maior, tá? Então, vale a pena dar uma olhada lá na no site e consultar os comerciais da própria NTT com relação a isso. E o nosso foco, né, ele é a implementação, sustentação BPO, melhorias e capacitação, tá, do produto.
Eh, o portfólio consultoria, sustentação e capacitação. Aqui tá um pouco melhor detalhado. Nós implementamos do zero, prestamos suporte aos atuais clientes e capacitação. Então, estamos num evento aqui que é para falar de treinamento, capacitação, trazer as novidades, né? Isso a gente faz lá com Gepardo também. Gepardo, como eu citei, 10 anos, 15 anos, tem cliente muito antigo, então vai reciclando, vai tendo um turnover, né, pessoal? Muitas vezes, quem participou do projeto lá atrás não está mais. Então, a Academia Guepardo, quem quiser saber mais, nossa equipe está aí, a gente está com um standinho lá embaixo e depois a gente pode trocar informações, tá? Contratar uma consultoria, experiência de mercado e atualização constante, tá? Então, experiência, eu acho que é o cabelo branco, por isso que está do meu lado aqui, né? Inovação, o Passagra e o e o Madruga ali, tá?
A nossa estrutura, nós estamos aqui em Curitiba, tá? Temos a base operacional em São Paulo, de onde atendemos clientes no Brasil todo. Comercial era isso aí. Nós vamos falar agora do tema reforma tributária. Não deixem de tirar sua canequinha lá no nosso estande, tá? Nós trouxemos para cada um de vocês. 2015 eu fiz uma palestra no no SAP Inside Side Track de Joinville, tá? Ganhei uma canequinha. Essa caneca me acompanha até hoje. Então, quando viemos pro evento, eu falei: "Olha, vou fazer o seguinte, vamos bolar um brinde para todos vocês aí, porque Caneca acompanha a gente, vai junto pro escritório ou usa em casa, né, quem quiser, mas ela tem aí uma trajetória, acompanha a gente e a nossa história, tá?
Passar gravamos pro tema.
Vamos lá. Impacto nos processos de negócio e na arquitetura do SAP e RP, tá? Vocês têm eh quem de vocês aqui, só pra gente ter uma ideia, tá em algum projeto nesse momento de reforma tributária aí? Tá vendo? Tá, é um público eh é o tema hoje, tá? Nós tivemos essa semana o Azug Day aqui em Curitiba, alguém participou ou não? Tá. No Azugid Curitiba essa semana tivemos cinco palestras. Das cinco palestras, quantas vocês acham que o tema era a reforma tributária?
Não foram as cinco, foram quatro, tá? Quatro palestras eram tema reforma tributária. Então é um tema em qualquer evento que você vai, né? é um tema que está eh que chama atenção, é um tema que o pessoal tenha uma curiosidade, é um tema que causa muita dúvida ainda. Então, nós não somos eh donos da verdade, não estamos aqui para passar, isso não está escrito em pedra, né? Isso vem mudando constantemente. Então, a gente faz até recomendações aqui de acompanhar o que está acontecendo lá no fisco. Mas até aqui o que que deveria ter sido feito e o que que precisa ser feito, tá?
Então, quando a gente fala de reforma tributária, e eu não vou eh chovendo molhado, não vou ficar falando o que que é a reforma, nós vamos, né, só para contextualizar aqui, para quem não tem ainda uma ideia, a reforma ela consiste no seguinte, eh simplesmente eliminar, né, cinco impostos e levar isso para um modelo duplo, o IVA dual, tá? O IVA ele ele praticamente é um imposto, só que dividido em dois. Por quê? Porque nós temos três entes eh diferentes que vão receber esses recursos federal, estadual e municipal. Então, por isso que está separado ali em IBS e o o CBS. O CBS ele fica para a União e o IBS, né, que substitui CMS e o IACS, ele terá um split, né, e que vai para estados e municípios através de um comitê gestor. E a gente vai explicar isso aqui na frente também. Então, basicamente, PIS COFINS e IPI viram CBS e o ICMS e o ISS viram o IBS, tá?
Qual será a alíquota? Essa a gente não sabe dizer ainda, tá? Isso está lá no projeto, vem sendo desenvolvido, tá aqui, ó. 27,5 é uma ideia, é uma estimativa, né? Então, até em algum exemplo que eu citei aqui, eu peguei para arredondar, pegamos lá 26%, porque tem gente que diz que vai ser o 26, né? E isso, táé? vai ser eh estudado e vai ser aprimorado e vai ser tratado ao longo do tempo. Nós vamos ver o calendário dele aqui também. Então, a cada 5 anos existe já, tá, uma previsão de que isso seja estudado. Dizem até que com a reforma vai ser impossível segar e isso a gente vai ver que vai ter um aparato tecnológico, né? E vai ser realmente eh todos terão que emitir um documento fiscal. O, o grande protagonista da reforma é o documento fiscal eletrônico, tá? A gente vai falar disso aqui também. E esse documento ele vai ser dedo duro, ele vai entregar. Então, vai ficar realmente eh muito difícil que alguém não recolha o tributo. Se aumentar a arrecadação, a proposta é que se possa diminuir essa alíquota, né? Isso eu acho muito difícil, tá? Acho que vocês também pensam assim, né? Mas está lá na proposta, tá? que um dia possa diminuir essa alíquota aí, tá?
Então, entendendo a reforma assim bem para contextualizar, é basicamente isso daqui. Protagonista, aonde que a gente tem que prestar atenção? O documento fiscal é a nota fiscal, tá? São os DFEs, documentos fiscais eletrônicos. Vai haver uma padronização, a gente vai falar aqui também nota fiscal, a nota fiscal de serviço eletrônica, né, que sempre foi uma briga, uma guerra, 5000 e 700 e tantos municípios, cada um brigando para defender o seu layout, né, e agora, eh, obrigatoriamente terão que trabalhar com o padrão nacional. Então, o documento fiscal eletrônico e já nasce uma obrigação acessória, a dele, tá? Ela é para regimes específicos, regimes especiais. Ô, Caristo, mas já começa a reforma falando de regimes, né? Nós não estamos querendo simplificar. É sair do modelo atual cheio de regimes e tudo mais para eh é que é difícil. Por quê? Existe aqui e a gente vai vai ver na frente, existe desde um, vocês devem ter ouvido falar do cashback, devem ter ouvido falar de eh da redução da base, zerar a base para produtos da cesta básica. Então, tem algumas coisas interessantes aqui. E para que a gente consiga tratar isso dentro de sistemas, né, obrigatoriamente tem que ter um regime ali, apuração assistida, tá? Então esqueçam aquilo que eu falei de vocês ganharem a segunda aposentadoria. Quem vai fazer apuração para vocês agora é o fisco. Acreditam nisso? Acho que pouca gente acredita, né? Passagra vai explicar bem como é que vai funcionar isso, o que que vocês vão ter que ter dentro de casa. E por fim, o recolhimento, esse sim vai funcionar, tá? O split payment, o recolhimento não é mais agora a gente gerar uma DARF, uma gar, uma GNRE, né, e pagar lá depois de um tempo, né? No dia 20, no dia 10, vai ser no pagamento do teu fornecedor, já fica o split ali, já vai o dinheiro pro fisco, tá? A gente vai mostrar isso adiante.
Curiosidade, por que, né, o sistema financeiro, o sistema tributário, tá, é tão complexo e se armou uma uma paraferenária tão grande para evitar sua negação? Porque isso vem lá de trás, né? Vocês conhecem o termo santo do paoco, né? O que que é o santo do Pauoco, tá? Lá nos tempos do do período colonial, então mineradores e contrabandista desculpiam um santo oco para poder contrabandear ouro, né? Então mandava isso para fora. Em contrapartida, o santo vinha de Portugal e vinha com dinheiro falso dentro, né, para poder distribuir e pagar as contas aqui. Então aí nasce a ideia. Então, a a o objetivo era evitar o pagamento do imposto já naquela época, né, que era o quinto. E aí tem um outro termo que você já deve ter ouvido falar, o quinto dos infernos, né? Então é o primeiro imposto aí que se tem conhecimento.
Bom, calendário da reforma. Quando a gente fala de reforma, o que que eu preciso fazer, Caristo? Onde é que eu estou? O que é que eu preciso fazer pro ano que vem? Onde é que a minha empresa está? Isso é uma pergunta que eu vou fazer para vocês, né? E o que é que eu tenho que ter preparado pro ano seguinte? 2026, PIS sem alteração, COFINIM sem alteração, CBS 0,9%. Eu tenho que destacar isso em documento fiscal. E é aí que está sendo o problema, é aí que estão ocorrendo os projetos de reforma tributária, né? Por quê? Porque você tem que incluir isso na nota fiscal. E aí tem o esquema, né? O o o XML, o XSD da nota fiscal. E aí o fisco está preparado para receber isso? Como é que eu gero esse arquivo, né? Esse arquivo, quem é que valida isso para mim? Tem novidades aí, tá? Dessa semana ainda. ICMS sem alteração, ISS sem alteração e o IBS 01%, IPI sem alteração. E o IS que eu não falei lá atrás, o imposto seletivo. Esse imposto já ganhou um apelido, né? Nós brasileiros gostamos muito de, né, de contextualizar diferente. Então, esse é o imposto do pecado. Por quê? Porque ele vai, né, em cima de bebida, em cima do tabaco, em cima de eh artigos suérfluos, né, e prejudiciais aí ao meio ambiente.
Bom, base de cálculo do IS CBS, tá? Nossa, então bacana. 01%, 0,9%, pronto, tá feito aqui o meu projeto do ano que vem, né? Não preciso me preocupar mais com nada. Só vou pensar lá em 27 quando avançar o o cronograma, tá? Aí a gente olha e vê que mundo afora quando fala de IVA é muito simples o documento fiscal, tá? É uma invoice. Essa invoice ela é e aí a gente fala: "Putz, mas por que que tem que complicar aqui a nossa nota fiscal? Por que que ela é tão complexa?" E de fato não existe para quem trabalha aqui com projetos globais, né? Muitos de vocês multinacionais atuam lá fora também. Vocês não vão encontrar documento fiscal tão complexo quanto brasileiro. Não existe precedente. Então, tanto é que nós somos o quê? Benchmark pro mundo. Quando criamos o projeto SPED, o pessoal veio para cá estudar isso e levar para fora. Então, hoje existem projetos de eh de invoicing mundo afora. E Brasil é benchmark nesse sentido, tá? Então o pessoal está querendo fazer o quê? Levar a complexidade da nossa nota fiscal para lá também, né? Ou seja, melhorar o o mecanismo de cobrança ou mecanismo de apuração, tá? Então não vai ser uma invoice simples, tá?
Nossa nota fiscal, que é a protagonista da reforma tributária, né? Ela eh tem uma história, né? Quando a gente fala de nota fiscal eletrônica, aqui pessoal jovem, né, e tudo mais, nunca ouviram falar disso. Máquina de escrever datilografia, tá? E um bloco de notas fiscais em que você colocava o carbono e tinha que emitir quatro, cinco vias. Uma via ia pro fisco de origem, a outra via pro fisco de destino, né? E você tinha que o caminhãozinho que transportava a mercadoria daqui para outras regiões, praticamente tinha que ter um espaço ali para carregar documento fiscal, né? O peso daqueles documentos também. Mas brincadeiras à parte, era assim que funcionava. Depois veio a impressora matricial, formulário contínuo. Nossa, que avanço, né? Facilitou muito, não precisava mais digitar, perdão, digitar na na máquina de escrever é difícil, né? Não precisava datilografar. Então, a nota fiscal impressa, impressora matricial e depois veio a nota fiscal eletrônica. Quem lembra aqui quando é que veio essa nota fiscal eletrônica?
2008. Perfeito. Tá. Então, olha aí quanto tempo já, tá? Eh, que nós temos a a nota fiscal eletrônica. E a nota fiscal eletrônica, como ela está aqui na tela, é isso mesmo que vocês conhecem ou não? Não. A nota fiscal eletrônica, gente, é um arquivo, é um arquivo XML. Isso daqui é o documento auxiliar da nota fiscal eletrônica. Isso é impresso em papel A4. Esse ele não tem importância no sentido de rasguei, perdi. O importante é guardar o arquivo XML, é a preservação daqueles arquivos, né, que eu tenho um tempo a apresentar pro fisco, tá?
Então, nessa nota fiscal agora eu tenho que inserir as tags ali para IBS e CBS. E como é que eu vou calcular isso, né? como é que eu chego, quais são as regras de cálculo, como é que eu preciso aplicar isso no Estamos aqui numa comunidade SAP, então no IRPS, né? Aí a gente vai ver que para chegar nisso eu preciso ter prestar atenção nesse elemento novo, tá? Que é o C class. CS ST já existe, então ele foi aprimorado para quê? para identificar a regra de tributação, então se ele é tributado integralmente, se é isento, se é quota zero, se é diferido. Então, foi criada uma nova tabela específica pro IBS CBS. E esse novo elemento, tá, o código de classificação tributária, ele detalha a natureza da operação. Então, ele especifica o fundamento legal vinculado à lei, né, da reforma tributária, reduz ambiguidades e torna a classificação objetiva. Então, ele é a base para apuração assistida. Então esses obrigatoriamente, né, tem que ser prestar muita atenção. Então quando a gente fala reforma tributária, é aqui que vocês vão ter que reclassificar e aí volta. É um projeto só da área fiscal tributária de TI ou não? Não. Aonde é que nasce esses dados mestres aqui lá dentro da empresa? Então a gente tem que trazer para a mesa o pessoal de suprimentos, né? Então, quando eu estou falando de cadastros dados mestres, a gente tem que prestar muita atenção nesse sentido. Tem uma revisão disso para reforma tributária, tá? Então, basicamente, tá, o CST indica a situação geral e o Clash Trib a operação, tá? E a justificativa legal. E a combinação dos dois é que fazem com que funcione isso, tá?
Então, acelerando um pouco, ah, vejam que aqui ficou muito pequenininho, mas aqui está NFE, NFCE, NFSE, então existe uma padronização. Agora todos os documentos fiscais eletrônicos, os DFEs, né, vão usar do CST, do CCL Trib. E algo que acabei não falando, eh, alguns outros elementos que também serão obrigatórios da nota fiscal, por exemplo, o IAN, né, o o código de barras, tá? Vai ter que ter lá na descrição também NBS, nomenclatura brasileira de serviços, a NCM, tudo isso quando a gente estiver falando de revisão de dados mestres, super importante, por quê? É aí que vai identificar a correta eh aplicação das alíquotas e da tributação, tá?
Nota fiscal de serviço eletrônica, padronização. Imagina você uma prefeitura que tem lá um sistema que cobra desde o IPTU e tudo mais, aí ter que mudar isso. Por quê? Paraa adequação à reforma tributária. Então saiu algo bem interessante que é não precisa mexer no seu sistema. Prefeitura. Se você quiser continuar emitindo a sua nota fiscal de serviço pela plataforma que você já tem, você pode continuar desde que no final do dia aquela movimentação ou aqueles arquivos sejam transmitidos pro ambiente nacional. Então ele é replicado. Então acaba padronizando no ambiente nacional toda a movimentação da nota fiscal de serviço eletrônica vai estar lá. Então eu vou saber de uma forma unificada todos os documentos fiscais de serviço emitidos contra a minha empresa numa simples busca nesse ambiente nacional. Antes disso, o fisco vai estar sabendo, né? Então é uma informação bem relevante aqui. E aonde eu encontro informações sobre esses esquemas e tudo mais? No portal dos DFS. Então isso é algo bastante eh interessante, bacana que o fisco está tratando agora. A documentação ela veio muito mais rica. O fisco com projeto da nota fiscal eletrônica, projeto do SPED, eles aprenderam. Então hoje eles estão trabalhando arduamente, eles têm uma documentação bastante rica. Eh, eles têm um planejamento, muitas vezes não conseguem cumprir com aquelas datas. Vocês sabem bem como é que funciona isso, projeto, né? Então, temos que postergar, temos que adiar. Então, nesse sentido, vem uma pergunta que a gente ouviu dos colegas hoje, né? Reforma tributária vai ser adiada? Tá? Opinião pessoal, eu acho que não, tá? Porque 0,9%, 01% para 26 é destaque no documento fiscal, tá? E aí depois disso é que vem 20, então e eles estão trabalhando arduamente para isso. Então estica-se mais um mês, mais 30 dias, mais 60 dias, mas postergar mesmo não vejo possibilidade, tá?
E aqui teste de preenchimento na nota fiscal, isso é bacana. como é que o fisco espera que eu mande o meu XML, né? Então, o que é que acontecia? Eh, o pessoal esperava, vamos trabalhar o projeto de GRC, melhor, substituindo o GRC, né, o DRC dentro do nosso ERP aqui, o SAP, e como é que eu tenho que mandar esse arquivo lá para pro fisco. Então, ficava muito de um modelo de ter que eh deixar de ser um validador para ser um um tradutor esse produto que o Fisco lançou essa semana, tá? Então, lá no portal da conformidade você preenche as informações e ele gera um arquivo XML da forma que o fisco espera receber, né? Então, para desenvolvedores, pro pessoal que está em projeto, uma ferramenta de mão cheia, né? A fonte eh o voltando, é lá no portal de conformidade fácil, tá? Depois a gente vai deixar nos links aí.
Então, o DFE é o verdadeiro protagonista da reforma, tá? Então essa afirmação de que a nota fiscal é a protagonista é realmente porque ela causa um profundo impacto, né, e centraliza, tá? Então será o instrumento para operacionalizar essas regras aí, tá? Passagra.
E aí, tá? Pergunta que a gente faz para a audiência, né, pro pessoal aqui. O quanto você sabe da reforma tributária? Então, já ouvi falar, sei que está ocorrendo aqui na empresa, não estou diretamente envolvido, tá? Isso é bastante comum. A segunda, como está a adequação na sua empresa? E a terceira, qual foi o está sendo o maior desafio, né? Então nós estamos trabalhando em alguns projetos, então a gente pode falar um pouquinho, aí o Passag vai trazer aqui na prática como é que isso vai funcionar, tá bom?
É, o olhando o cenário atual, a gente começa a ver algumas notícias, né? E aí a gente também vê que os clientes, né, que a gente está trabalhando, eh, estão num processo não só de aprendizado, né, como de implementação, né, na enquanto isso também tem que fazer o dia a dia, né, também, né? Então, eh, essas notícias vão vão aparecendo, né, mas as coisas estão também evoluindo, né? Agora, se você olha, por isso que eu brincava lá no início, né? Brincava de uma forma eh eh responsável. Hoje, se olharmos as diversos portais, meios de comunicação e tudo mais, ninguém sabe dizer ao certo quantas empresas já estão no projeto, quantas não estão, quem que não não há um órgão que centralize essa informação, tá? E aí é muito mais comercial, então vai naquela linha, a SAP solta essa informação. Então agora, tá? eh, 30 dias atrás, tá? Então, SAP Brasil diz que a adaptação à reforma tributária é trabalhosa, mas ainda há tempo, tá? Então, é importante isso. Passagra, nós temos 10 minutos.
10 minutos. Eh, então assim, eh, passando aqui, né, os desafios, né, a gente já passou, né, a gente já comentou bastante, né? Eh, vamos falar de nota SAP, vamos, mas notas SAP a gente sabe que é só a aplicação, né? Depois você tem um monte de coisa, tem que validar, né? Eh, tem que fazer a validação com o teu usuário final também, né? Impactos no projeto, tá? Então, bem rapidinho, o que que a gente encontra? O teu ambiente SAP é um premisse ou é cloud, tá? Está no ECC ainda ou já migramos para S4? É um público, é um um ou é um premisse? Tá, tax BRJ ou BRA? Ainda encontram, encontramos por aí uns BRJs perdidos, né? Aí para a reforma tributária vai ter que adequar isso também, tá? É um GRC, um DRC. E super importante, projetos que nós vivemos é o local ou global, não é?
Sim. É, aí você às vezes tem que parar um sistema mundial, né, de SAP para aplicar a reforma do Brasil, tá? Então, quando a gente olha notas, tá? São essas notas somente, tá? E aí saem informações. Se você acompanha LinkedIn, rede social, seja qual for, tem lá. Opa, todas aquelas notas agora estão centralizadas em uma, pessoal. Cuidado com isso. Tem muita informação, tem muita gente querendo bombar na rede, né? Solta lá uma informação para dar bastante curtidas e na verdade não existe isso, né? Então existe isso daqui, são notas recentes e o local para buscar isso é aqui oficial, work zone, tá? Da própria SAP. Então é aí que a gente tem que eh sempre estar buscando a informação confiável.
Não, aqui também um pouco chovendo molhado, né? A gente sabe que a nota fiscal protagonista e a gente tem os módulos envolvidos aí, né, do do de todos, né? Mas um um ponto que a gente tem que ter bastante em mente, assim, não é só a parte técnica, né? São as pessoas que estão envolvidas nesse processo, né? E aí eu trago um pouco da experiência, né, de estar próximo do usuário, né, principalmente na parte fiscal. E a gente tem que ver que uma das coisas, né, por exemplo, quem está fazendo as compras, né, eh, você está com o sistema todo configurado, está com o classo, classificado, mas mesmo assim a gente sabe que alguma coisa vai dar de divergência nos documentos fiscais, né? Então essa tensão no recebimento fiscal lá que às vezes pode num documento só estragar toda uma apuração, né? A gente tem que ter desde o começo. E agora tem a questão do crédito de imposto, porque antes o crédito de imposto, né, até agora você vai tomar o crédito quando? No momento, né, você fizer apuração, mas o registro desse crédito ele ocorre no momento do documento fiscal. Só que o momento do do IBS e da CBS lá no futuro, né, a gente olhando na linha do tempo, se você prestar bem atenção, o teu crédito ele não vai acontecer no momento que você comprou o material, ele vai acontecer na liquidação daquela nota que você emitiu pro teu cliente, né? E aí também traz aquela preocupação da base, é, será que os meus clientes vão vão me pagar no dia, né? E aí você tem que fazer todo um controle de crédito, né, para trazer uma qualidade também no recebimento dos clientes, né? Então, eh, todas essas conferências, né, todas essas eh integrações, né, eu estou comprando de um cara que é simples nacional ou alguém de crédito presumido, né, isso vai me dar mais crédito lá no futuro quando eu receber do do meu cliente ou não, né? Então esse processo todo de compras, né, é muito importante, né, a questão da venda, né, acho que é o módulo mais querido do SAP, é o USD, né, porque é onde vem o dinheiro, né, onde fatura, né, eh, para 2026 a gente pode ver que não vai mudar muito, né, mas à medida que a a co a as alíquotas forem evoluindo, né, a gente tem que ter um módulo super robusto para fazer essa evolução, né, trazer os novos impostos, né, extinguir o ISS, o ICMS e fazer toda a precificação de forma correta, né? E aí a gente começa a ter um modelo que hoje você tem um preço por dentro, né? E ali começa a ser um modelo mais tipo o IPI, né? Um imposto por fora, porque quem na verdade a empresa ela não vai mais ser detentora daquele valor, ela vai estar sendo um agente do governo para arrecadar aquele imposto, né? E depois receber o crédito novamente, né? E aqui o pessoal, né, não falando da contabilidade em si, né, porque a gente sabe que o SAP ele contabiliza automaticamente, né, então entrou a nota, ele já contabiliza, mas aquele pessoal lá no no futuro, né, depois quando for fazer a apuração que vai contabilizar o imposto, né? Então hoje você tem lá a tua receita bruta, você abater a a o teu preço, está o o teu valor do teu produto está por dentro do do valor que você fez a venda e você desconta os impostos, né? Agora não, meu, meu produto custa 1000, eu vai ser 1000 mais tanto de imposto, né? Então essas coisas todas começam a refletir lá numa DRE, lá no teu demonstração de resultado. Só que no começo agora você tem eh o teu DRE mesclado um pouco do que já é o momento o modelo atual com conta gráfica e tudo mais com IBS, CBS também. Então é um pouco por fora, um pouco por dentro, né? Então tem toda essa complexidade que a gente vai ter aí durante o período de transição, tá? E aí chega a parte do split payment, né, que é notícia até um pouco nova agora, né, a gente achou que já ia entrar de cara, mas eh vai ter agora uma fase um, que é em 2027, é opcional, né, acho que pouca gente vai aderir, né, quem que vai querer pagar o imposto antecipado, né? Então, estamos estamos apostando aí, né, talvez algumas empresas do governo, né, algumas grandes, tipo Petrobras, alguma coisa assim. E eh numa fase dois vão entrar as empresas, né, B2B, que é as vendas para as empresas e aí vai ser obrigatório. E depois uma fase três e aí já é venda para consumidor final, né, que é o grande volume do varejo, né, mercados, farmácias, tudo mais, né, só que a gente não tem data ainda dessa fase dois, fase três. E aí no momento em que eu ainda não tenho um split payment e 100% integrado, qual que é a conclusão que a gente chega? vai vir mais uma acessória, né? A a o governo falou: "Eu não vou mexer nos spécies, né? Mas no momento em que eu detenho esse esse valor de imposto para dentro da empresa por um tempo ainda, né? Talvez lá em 2033 que vingue o split payment e seja 100% oficial, daí a gente não precisa de acessória mais. Mas a a aposta é grande aqui, né? Podemos até marcar aí um um uma apostinha aí, uma caixa de cerveja, alguma coisa, né? Eu acho que vai vir uma acessória.
Pessoal, esse modelo aqui do split payment, eu não sei se todos eh conhecem, sabem como é que vai funcionar, tá? Então, bem rapidinho, o atacadista vendeu pro varegista e lá está o consumidor final, né? Então ele vendeu aqui por quanto? Por 126, que é o 100 mais os 26 do IVA, tá? Nesse momento aqui, ele se credita de 26 e no momento em que ele vende por 150 lá pro consumidor final, perdão, por 189, né? 150 mais 26, ele tem que pagar os 39. E é que foi o que eu falei, você comprou lá dois meses atrás, você vendeu agora. Aqueles 26 que você pagou, você só vai receber agora. Então é esse que é o a a na liquidação da tua venda. Vocês imaginam a a o quanto dilata esse esse prazo, né?
O fluxo de caixa é o que vai ser lentamente afetado, né? Então aqui, ó, explitou, então pagou, recebeu o o órgão financeiro aqui recebeu 189, mandou 150 pro fornecedor e 39 foi lá pro fisco. Então esse modelo, né, é que o pessoal pergunta, será que vai funcionar? Nós temos mecanismo, aparato tecnológico para isso. Aí eu pergunto para vocês, vocês acreditavam no Pix lá em 6/03/2020? Alguém falava assim: "Isso não vai funcionar aqui nem em lugar algum, tá?" E aí falavam que ia demorar 10 segundos para fazer um Pix. Hoje demora muito menos que isso, né? E funciona super bem. Então o fisco ele está investindo, tem aqui, ó, uma infraestrutura fiscal com fôlego de bigtec por trás. Então existe realmente, acreditem nisso, o fisco está dedicado, tem uma equipe séria, competente, trabalhando nisso. Então isso vai ocorrer, né? Por isso que eu falava de não postergação. Eh, a visão geral da arquitetura a gente resume nisso daqui, ó. Campos nos documentos fiscais, plataforma em ambiente nacional e uma apuração assistida. Dessa apuração assistida, o IBS, uma vez pago, ele vai para um comitê gestor que vai fazer a distribuição entre estados, municípios, ressarcimento e o cashback. Ah, vai existir ressarcimento? Então, naquele diagrama anterior ali que a gente mostrou, quando pagou os 39, anteriormente havia pago 26. Então, tem lá um 13, né, que vai ser eh três dias úteis, depois ressarcido, tá? E outra coisa se prestar atenção, >> é a questão do cancelamento, lógico, né? Eh, está evidenciado agora até em legislação, tem que penalizar de alguma maneira, né? Então, acho que daí já já temos isso. Eh, o nosso tempo acabou, mas vamos um minutinho só para terminar aqui, só para exemplificar praticamente, né, o que acontece. Eh, você pode voltar no no primeiro? Avancei.
É, está aqui. Eh, hoje a gente tem a apuração de imposto assim, a base do do imposto mensal é o mês anterior, certo? Estou sem o pointer. Ah, pegou, tá? Eh, então aqui você tem durante o mês o pessoal do fiscal trabalhando, fechou o contábil até nova eu entrego. Essas datas são fixas, mas depende muito da prefeitura e do e do e do estado, tá? Mas eu tenho que apurar o ISS, eu tenho que entregar a reinf, eu tenho que entregar o fazer a apuração do ICMS, fazer todos os recolhimentos dos impostos, né? Então esse é o dia a dia do pessoal fiscal referente ao mês anterior, tá? E algumas obrigações elas acabam passando de mês, né? Vamos para mês seguinte, como o caso da FD contribuições, né? O que vai acontecer na prática com a reforma é o pode passar, é o seguinte, tudo isso vai desaparecer. Aí a gente tem um um SPED ali chamado Reinf, né, que é a a reforma sobre consumo, né? Então a gente sabe que aqui a gente vai ter retenções de NSS, ISS e tudo mais, né? Então a gente tem aí essa aí ainda não tem legislação sobre isso, mas como recolhe IS INSS e IR R, né, que é sobre a renda, a gente acredita que eh vai vir alguma legislação aí para a frente, tá? E eh dentro de tudo isso, né, daquele bolo, vai vai acontecer o o o efeito do IBS BS. E aqui, só falando um pouco de fluxo de caixa, né? Eh, a gente vai ter que ter mais duas linhas ali, né, que é IBS pago e IBS creditado, né, onde a gente está falando, eh, pode passar, onde a pergunta vai vir, né, quanto que eu paguei e quanto que eu vou pagar e quanto que o governo me devolveu ou vai me devolver, né? Então isso diariamente vai acontecendo dentro do
Então pessoal, operação assistida, tá aí, é um portal, então o aparato tecnológico, como eu dizia, né? Então tem muita novidade, tá? E tem muito terrorismo também, tá? Então, eh, é muito comum vocês enxergarem que, ah, olha, se não contratar o projeto agora, se a gente não iniciar imediatamente, não vai dar tempo. Dá tempo. E aí eu não estou falando pela CH Pro, mas estou parafraseando a SAP. Vocês viram notícia da SAP ali, ainda dá tempo. Então, bem estruturadinho, bem planejado, dá tempo. Eh, a recomendação, muita atenção nos detalhes, tá? Um projeto de reforma tributária, algo que não for bem planejado, não for bem parametrizado, não for bem trabalhado agora a nível de dado mestre, a nível de configurações, lá na frente você vai sofrer consequência e a consequência é no pagamento, é no bolso, tá? Então era essa a nossa palestra. Se alguém quiser saber mais eh alguma informação, mais algum detalhe, nós temos estande embaixo, tá? E a canequinha está disponível lá, tá? Para todos vocês retirarem lá com a gente depois. Muito obrigado. Um ótimo dia, um ótimo evento. Obrigado. [aplausos] [aplausos] Fica aqui precisar de recordação do momento. Tá bom. Obrigado. Calisto, Calisto. Não está funcionando.
Então, tá bom. Obrigado. Vamos lá, pessoal. Tudo bom? Vamos lá. Estão gostando? Com certeza, né? Obrigado, Marcelo. Obrigado, Calisto, pela apresentação. É o assunto do momento, né? Bom, pessoal, eu agora vou chamar o um grande amigo meu, Juliano. Espero falar o seu nome, o seu sobrenome certo, viu? Que Leves Grilles. Eu conheço o Juliano há algum tempo e não decorei seu sobrenome. Tá bom, mas vamos lá. O é sócio-fundador da CVA, consultoria com mais de 25 anos de experiência. Desses 25, um, com certeza a gente passou junto numa outra empresa e no ecossistema SAP. Hoje ele vai apresentar o tema o futuro do SAP Grow, Clean Core e Engagement. Então, seja bem-vindo, Juliano. O palco é seu.
Obrigado.