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Turma linda, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Gratidão pela presença de cada um, cada uma de vocês. Professor Hilário Trigo falando. Damos início agora a nossa aula seis no Ministério Resgates.
Se você tá chegando agora pela primeira vez, eu li que uma querida aluna está ao vivo pela primeira vez, sempre me falem quem tá chegando pela primeira vez, turma, vai no chat, coloca: "Profe, minha primeira vez?" Nos comentários também me contem.
Então, se você está chegando agora, Ministério Resgates, ele tem como objetivo nos conduzir por um caminho de salvação e santificação em Cristo Jesus, um caminho de cura e libertação espiritual. Nosso, nós estamos aqui para sermos aquilo que Jesus foi aos seus, hoje aos nossos. E significa refletirmos o caráter de Cristo no mundo. E é muito bonito, turma, muito bonito. E eu estou muito feliz com tudo que a gente vem construindo juntos, tá bem?
Então, na nossa sexta aula, qual que é a proposta hoje? Falaremos sobre abandono e rejeição. Essa é a temática. Essa temática, daqui a pouco eu te explico. Eu vou enquadrar com a terceira camada, abandono e rejeição. A terceira camada de um processo que estamos conduzindo de extração. Extração do eu psicológico, do velho eu, daquele, daquela que vinha governando nossas escolhas, nossas decisões, ações. Então, tem algo muito bonito. A aula de hoje, ela é muito profunda e vamos vamos entrar de uma vez para que para que eu possa fundamentar e construir o pensamento contigo, tá bom?
Antes de tudo, paramos. Feche os olhos um pouquinho, se você pode. Vamos orar na sequência a leitura da palavra e entramos no conhecimento, tá bom? Deixa eu bater o olho aqui no chat só um pouquinho. Uhum. Bom, bom, bom, bom, bom, bom, bom. Ó, Pati, boa tarde, profe. Muito obrigada por compartilhar tantos ensinamentos. Minha primeira vez aqui. Eu eu tinha lido. Beijo, Pat. Deus abençoe. Que bom, turma. Bora, vamos lá. Quem pode fecha os olhos um pouquinho. Oremos.
Pai, em nome de Jesus, agradecemos, Senhor, por mais esse tempo, por mais esse momento em tua presença, Senhor. Reconhecemos que tudo que vem sendo construído por meio do ministério Resgates não seria possível na força do nosso braço, não seria possível por meio de nós. É a tua presença, o teu Santo Espírito se movendo entre nós, que vem ministrando, que vem elaborando e ministrando aos nossos corações. Nós reconhecemos isso. Nós mais uma vez consagramos o ministério como um todo a ti, Senhor. Por favor, Senhor, por favor, que nada do nosso professor flua para nós, que ele diminua e o Teu Santo Espírito se eleve, floreça, permaneça, se manifeste, cresça por meio da palavra, por meio do ministrar do nosso professor. Que nada dele flua para nós e somente o teu Santo Espírito nos alcance. Consagramos nossas vidas, nossa profissão, nossa saúde, nossa família. Consagramos a nossa vida como um todo a ti, Senhor. Em teu santo nome oramos, agradecemos em nome de Jesus. Amém. Amém. Quem concorda diz no chat. Amém. E vamos lá. Vamos, vamos, vamos, vamos que tem muita coisa, turma. Muita coisa, muita coisa para hoje.
Viram que o ambiente tá mais escurinho? A câmera estragou, aí a câmera foi para São Paulo para manutenção e eu aluguei uma câmera em Curitiba. Esse vai e volta, desconfigurou. Aí essa câmera agora é é a nossa câmera original que que voltou de São Paulo. Eles mexeram na configuração, tá um pouquinho escuro, mas dá para Tá, enfim, tá tranquilo. Bora.
Lembrem, aula um não teve leitura da palavra, foi apresentação. Aula dois começamos em Provérbios 8, aula 3, Provérbios 1. Aula dois, Provérbios 2, aula um, sem leitura. Aula 2, Provérbios 8. Aula 3, Provérbios 1. Aula 4, Provérbios 2. Aula 5, Provérbios 6. Aula 6, Provérbios 4. Tá bom? Provérbios 4. E sempre a gente vai ler uma passagem.
Provérbios 4. A sabedoria é suprema. Ouçam com atenção. Ouçam, meus filhos, a instrução de um pai. Estejam atentos e obterão discernimento. O ensino que ofereço a vocês é bom, por isso não abandonem a minha instrução, pois eu também era um filho para o meu pai, pequeno e único diante da minha mãe. Então ele me instruí e me dizia: "Apegue-se às minhas palavras de todo coração, obedeça os meus mandamentos e viva. Procure obter sabedoria e entendimento. Não se esqueça das minhas palavras, nem delas se afaste. Não abandone a sabedoria e ela o protegerá. Não abandone a sabedoria e ela o protegerá. Amea e ela cuidará de você. O princípio da sabedoria é: adquira-a e use tudo que você possui para adquirir entendimento. Vamos lá. Fale em voz alta. O princípio da sabedoria é: adquira e use tudo que você possui para adquirir entendimento. É o que a gente tá fazendo aqui. Use teu tempo, dedique tua vida para isso que a gente tá fazendo aqui. Adquirir conhecimento, adquirir sabedoria. O princípio da sabedoria é: adquirá e use tudo que você possui para adquirir entendimento. Valorize-a e ela o exaltará. Abrace-a e ela o honrará. Ela porá um belo diadema sobre a sua cabeça e lhe presenteará com uma coroa de esplendor. Ouça, meu filho, e aceite o que digo, e você terá vida longa. Eu o instruí pelo caminho da sabedoria e o conduzi por veredas retas. Quando você andar, os seus passos não serão obstruídos. Quando correr, não tropeçará. Apegue-se a instrução, não abandone, guarde- a bem, pois ela é a sua vida. Não siga pela vereda dos ímpios, nem ande no caminho dos malfeitores. Evite-o e fique longe dele. Afaste-se e siga em frente, porque eles dormem. Porque eles não dormem enquanto não fazem o mal. Perdem o sono se não fizerem alguém tropeçar, porque eles comem o pão da maldade e se embriagam com o vinho da violência. A vereda do justo é como a luz da aurora, que brilha cada vez mais até ser dia perfeito. Mas o caminho dos ímpios é como densas trevas, nem sequer sabem em que tropeçam. Meu filho, escuto o que digo a você. Incline o ouvido as minhas palavras, nunca as perca de vista. Guarde-as no fundo do seu coração, pois são vida para quem as encontra e saúde para todo o seu corpo. Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele origina a vida. Fale em voz alta. Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele origina a vida. Mais uma vez, a aula de hoje tem a ver com isso. Acima de tudo, guarde o seu coração. Turma, olhem para mim. Não dê acesso a quem não te dá destino. Olhem para mim. Não dê acesso a quem não te dá destino. Olhem para mim. Não dê acesso a quem não te dá destino. Não revele tuas feridas para aquele que não tem o remédio, o antídoto, o meio, o caminho para a cura daquilo que você traz. Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele origina a vida. Afaste da sua boca as palavras perversas. Fique longe dos seus lábios a maldade. Olhe sempre para a frente. Mantenha o olhar fixo no que está diante de você. Considere a vereda que os seus pés tomam e seja firme em todos os seus caminhos. Não se desvie nem para a direita, nem para a esquerda. Afaste os seus pés da maldade. Glória a Deus. Pronto.
Galera do Instagram, vem pro YouTube. Vou fechar a live em 10 segundos. Link na bio @ilotrigo. Amo vocês, turma linda. Bora. Mapa mental, construção da narrativa da aula. Compartilhando a minha tela e vamos focar que tem muita coisa para hoje. Compartilhando. Me avise no chat assim que aparecer a a minha tela aqui. Eu tenho que fazer um negócio aqui. Aqui. Pronto. Me avise no chat assim que aparecer minha telinha. Fechando o Instagram. Foi. Beleza. Vamos focar aqui. Aula seis: abandono e rejeição. Introdução. Lembretes. Lembrem, quem chega aqui e ainda não pertence ao ministério, simplesmente acessa depois. Ministério resgates com s. Ministério Resgate é outro. ministeriorescom.br. Clica aqui, acessa o nosso site, se cadastra, entra nos grupos do WhatsApp e participe. Ao entrar nos grupos do WhatsApp, diariamente eu mando tudo que a gente precisa saber por lá, material de apoio e etc. Tá? Final da aula, não me deixem esquecer de falar de presente de Natal. Agora, deixa eu focar no conteúdo que é muita coisa. Final da aula, alguém me lembre, por favor, deixa eu só pôr isso daqui nos próximos passos. Alguém me lembre, por favor, de falar de presente de Natal na próxima aula, se eu esquecer do equipe, alguém me avisa, tá? Deixa eu só subir para cá, para cá, para cá. Pronto. Final da aula eu falo sobre isso.
Terminologia. Gruda em mim, turma. Primeira camada, segunda, terceira, quarta, quinta camada. Profe, do que que nós estamos falando em primeira camada, segunda, terceira, quarta e quinta? Nós estamos conduzindo o que eu chamo de extração. Extração do eu psicológico. A extração do velho eu. Nós estudamos na aula dois, destronando outros deuses. Nós estudamos os aspectos de idolatria, que nós podemos entender os aspectos também de dependência. O que que é uma dependência? O que vem a ser o momento em que, olha só, uma dependência, o momento em que eu faço uso de um objeto externo a mim e eu creio equivocadamente que esse objeto externo a mim é fonte de uma experiência interna. Algo simples de entender. Dependência emocional nada mais é do que eu creio equivocadamente que o objeto externo a mim é a fonte da experiência interna em mim. Eu creio que o dinheiro, objeto externo é a fonte da paz de espírito, é a fonte de me sentir seguro. Não, Hilário, a experiência interna de paz de espírito, segurança, ela já está dentro quando em Cristo. O dinheiro foi apenas o gatilho para uma experiência interna. Outro exemplo, profe, eu sou dependente do meu marido. Eu sou dependente financeira, eu sou dependente de um relacionamento tóxico e absurdamente abusivo. Por que eu não saio disso? Você não sai disso. Olhem para mim, chat em silêncio. Não se dispersem. Olhem para mim. Você não sai disso por você crer equivocadamente que o homem, teu marido, o objeto externo, é a fonte da experiência interna. Eu sinto amor perfeito. Esse amor teve um objeto externo a mim, que foi o gatilho dessa experiência interna. Esse amor que eu experimento teve um objeto externo que foi o gatilho da experiência interna. O equívoco reside em eu crer que o objeto é a fonte da experiência interna. Não. O objeto é o gatilho da experiência interna. Vamos falar sobre experiência interna. Há um vazio dentro de mim, professor. Esse vazio, eu tenho um homem é o gatilho para uma coisa que eu chamo de amor. Essa coisa que eu chamo de amor já está dentro de mim ou não? É sobre isso que a gente vai estudar hoje. Se ela já está dentro de mim e eu faço uso de um objeto externo como gatilho para uma experiência interna e essa experiência já está em mim, significa que eu estou em Cristo. O amor está aqui. O amor está em mim. O objeto externo não é a fonte. A fonte é Jesus. Agora, se eu não estou em Cristo, há apenas o vazio. E eu tento por meio de um objeto externo e múltiplos objetos externos, experimentar algo e não consigo e vou tentar me nutrir no mundo, no mundo, no mundo, no mundo. É por aqui que vamos na aula de hoje. E na aula dois, destronando outros deuses, eu expliquei tudo isso que eu introduzi aqui, só para que você lembre. Entendi, profe? Existe idolatria, existem camadas de dependência. Aula dois, eu assisti a aula três. Quem sou eu? Cadê a aula três? Compartilhando a tela. Cadê a nossa aula três? Vamos vir para cá no YouTube. Ministério Resgates. Aqui foi a aula dois, destronando outros deuses. A aula três, quem sou eu? foi a primeira camada, a primeira camada de extração do eu psicológico é quando você começa a entender, olhem para mim, você começa a entender que aquilo que vinha governando nossas vidas era algo diferente da palavra de Deus, o que vinha governando nossa nossas vidas é o que chamamos de velho eu que foi concebido pelo mundo com uma estrutura de crenças, valores, nível de identidade, consequentemente decisões, ações, comportamentos que resultaram na vida que nós vivemos. Tudo reside nisso. Tudo reside nessas cinco camadas. Existe uma construção psicológica em mim. E essa construção psicológica em mim, se eu não a conheço, eu sou escravo dela. Se eu não conheço como ela foi elaborada e como os processos decisórios se dão, eu sou governado por essa construção psicológica, esse velho eu, de forma completamente inconsciente. E esse é o porquê da minha vida ser como é. Não há nenhum outro motivo do porqu a sua vida ser como é. A sua vida é como é, porque o velho eu é inconsciente e ele foi construído com base na ignorância. E a maneira como você toma decisões constrói extrema dor e sofrimento. É só isso. É só isso. Aula dois, aula três, quem sou eu? Eu revelei a primeira camada. Volta pro mapa. Aula três, aula dois, destronando outros deuses. É a base de tudo. Aula três, quem sou eu? A primeira camada foi revelada. Na sequência, aula 4, crucificando o velho eu. Que aula absurda, absurdamente forte. Nessa aula, aula aula tr aula 4, nós acessamos uma segunda camada de extração, que quando você entende valores de afastamento, valores de aproxim valores de afastamento, valores de aproximação, nível de identidade, existem conceitos psicológicos que você precisa eh assimilar. Perfeito? Então, passamos pela primeira camada, entramos na segunda, tivemos a aula cinco, que foi a aula menos assistida até aqui. E isso é um puxão de orelha para todos nós, porque nós dizemos que queremos uma solução. No entanto, quando o caminho para a solução realmente se revela, a maioria das pessoas recuam, porque a maioria das pessoas não querem a solução. Por que elas não querem a solução? Porque há ganhos secundários, dependências. Eu me nutro do meu problema, eu me nutro da minha carência. Professor, tá ruim, mas é o que tem. Eh, pelo menos eu recebo esse amor distorcido, tá? Pelo menos tem alguém ao meu lado. Tá ruim, mas é o que tem. Olhem para mim. Via de regra, a pessoa que busca por cura e solução, ela não quer a solução, ela quer compreender o problema para que possa conviver com a sua vida miserável. Ponto. Via de regra, quem busca por solução não quer solucionar, porque a solução implica na felicidade. E a felicidade traz a solidão. A felicidade traz a solidão. Em que sentido, professor? A felicidade traz a solidão? Dentro do problema, você tem companhia. Dentro do problema, você tem sentido de vida. Você tem senso de utilidade, senso de estar vivo. Eu tô aqui matando um leão por dia, tem uma uma vida difícil para viver que significante, que importante que eu sou com tanto sofrimento na minha vida. A felicidade traz a solidão. Porque quando em Cristo, no meu estado natural, eu estou apenas experimentando o momento. Eu experimento o momento. Não há nada. Não há um problema com o que me relacionar. Não significa que não haverão problemas. Significa que eu não estou me nutrindo de uma narrativa problemática. Eu não estou recebendo significância. Não estou recebendo amor de uma narrativa problemática. Via de regra, você que me ouve não quer a solução. Você quer entretenimento. Você quer ocupar o teu tempo com algum conteúdo aqui na internet que te leve a compreender um pouco mais do teu problema. Por quê? Porque você é incapaz de ficar com quem é. Você é incapaz de ficar consigo mesmo, consigo mesma. Você é incapaz de experimentar o silêncio. Você precisa preencher o momento com alguma coisa, com alguma coisa, para que tenha com o que se relacionar. Ao invés de estar simplesmente no momento em Deus, sem mais nada para experimentar, a não ser a presença dele. O ser humano não quer a solução. Ele quer compreender o porquê da sua vida. miserável. Mas na aula cinco, se essa minha exortação e provocação te realmente mexe com você, assista a aula 5 e faça o exercício. O exercício da aula 5 é o que destrói o eu psicológico. Ele provoca, ele fere o eu psicológico. Ele é o primeiro passo que conduz à crucificação do eu psicológico. Quem não entende o que nós estamos fazendo aqui e assiste essas lives como OK, né? Eu vou ver o que tem, cara. Não tem nada aqui para você, exceto matar, matar, matar, matar quem você acredita ser e renascer em Cristo Jesus. É disso que se tratam essas lives. Então, eu preciso conduzir o exercício com tudo aquilo que eu orientei. Com tudo que eu orientei. Então, sim, há um velho eu. Tá aqui, ó. Tá aqui. Tá aqui, professor. Tá aqui, ó. O porquê dessa vida miserável. Tá aqui, ó. É assim, assim, assim e assim que eu funcionava. Chega. Vamos construir um novo. Ponto. Vamos construir um novo. Um novo que nasce no centro da vontade de Deus. E a partir disso, a tua vida nunca mais seria a mesma. Mas você tem que fazer os exercícios. Concluindo a introdução da aula, você não quer a solução. A solução requer que você abra a mão dos ganhos secundários que você obtém por meio por meio dos teus problemas. A solução requer você compreender que a felicidade traz a solidão. A felicidade traz a solidão no sentido no sentido de que você não vai mais ter como se nutrir das tuas narrativas problemáticas. A tua única opção vai ser viver uma vida em Deus, uma vida íntegra, congruente, bonita, construir família, construir relacionamento casal, construir sexualidade, construir saúde, construir vida financeira profissional segundo o coração de Deus. Você vai entender, olhe para mim, você precisa entender que o conhecimento não te leva a uma vida pacata, quieta. O conhecimento te leva a crescer suficientemente para assumir uma patente no reino e ajudar outros irmãos e irmãs que, da mesma forma como você um dia foi ajudado, precisarão ser ajudados, ajudadas por você. O conhecimento ele te convida a se tornar aquilo que Cristo foi aos seus hoje, aos teus. E há que haver uma coragem. Coragem, professora. Há que haver uma coragem. Eu quero ser uma manifestação, uma expressão do amor, do caráter de Cristo hoje na vida dos meus. Se você não quer isso, isso aqui não é para você. Se você não quer isso, se você não quer fazer a diferença no mundo, se você não quer levantar uma bandeira, eu sou um cristão. Ponto. Se você não entende, olhem para mim, se você não entende que a única Bíblia que a maioria das pessoas que compõem o teu círculo íntimo um dia vão ler é você, isso aqui não é para você. O único, a única representação, manifestação de Cristo que a maioria das pessoas um dia vão ver é você. Então, um cristão, ele não é sou um aspirante, sou um seguidor, não, não, não, não, cara. Eu sou um discípulo. Eu tenho um chamado. Eu sou obediente. Há um caminho a ser caminhado. Há um há um evangelho a ser pregado. Há pessoas a serem resgatadas. Há pessoas em sofrimento e você me ouve para ser capacitado, capacitada a isso. Portanto, compra os exercícios, faça todos eles. Entenda, a partir do momento em que você cresce e se desenvolve e você vive uma vida no centro da vontade de Deus e se posiciona no mundo publicamente, eu sou um cristão. As pessoas vão olhar para você e elas vão ver o reflexo de Cristo no teu comportamento, o caráter dele em você. Há que haver a coragem. Você tem que tomar uma decisão. Você quer brincar de crescer espiritualmente ou você quer realmente crescer espiritualmente e assumir o teu papel dentro da obra de Deus, do trabalho de Deus nesse planeta. Ponto. Percebam que eu não comecei a aula. Eu estou te mostrando que nós estamos na segunda camada de extração. Hoje vem a terceira, depois vem a quarta e a quinta. Se você seguir exatamente as cinco camadas, você será capaz de ter uma vida completamente transformada a partir disso. Mas essa vida não é para ser um miserável reclamando com uma história triste, é para transformar isso. Chega de desculpas, meu Deus. Tá disponível para você. Faça a tua parte. Vamos avançar compartilhando a tela.
Então, existem cinco camadas. Quais são essas cinco camadas, professor? A primeira, destronando. A segunda, quem sou eu? A terceira crucificando. A qu a a primeira camada foi introduzida na aula dois, a segunda foi na aula 3 e 4, onde nós extraímos, nós entendemos e extraímos a programação até a aula cinco. Hoje, hoje, na aula de hoje, abandono e rejeição diz respeito à terceira camada. Diz respeito a você compreender que o núcleo emocional, a maneira como você funciona no mundo, eu funciono, a maneira como 8 bilhões de seres humanos no mundo funcionam emocionalmente, tem uma raiz, tem uma raiz de abandono e rejeição, onde 8 bilhões de pessoas experimentaram em um nível menor ou maior, abandono e rejeição. E nós vamos entender isso agora. A partir do momento em que compreendemos essa terceira camada, camada 1 2 3, limpamos amanhã e depois da amanhã quarta e quinta camada. Aí você fecha um processo psicológico. Não que o processo psicológico esteja te libertando, quem vem te libertando é o Espírito Santo. O processo, o processo psicológico é uma ferramenta de apoio para construção de clareza do que a gente vive. Então, começando, profe, 8 bilhões de seres humanos foram abandonados e rejeitados, sim, em menor ou maior proporção. E isso determinou a maneira como a tua a tua matriz emocional se construiu. Vamos entrar. Primeira camada, segunda, terceira. Estamos hoje na terceira camada, quarta e quinta, amanhã, depois de amanhã. Fundamentos. Fecha aqui e vem para cá.
Primeiro, a Bíblia nos mostra repetidamente que aquilo que perdemos tentamos recuperar. Aquilo que nos feriu nos prende. Aquilo que nos rejeitou nos governa. O coração ferido busca a validação onde foi negado. A alma humana tenta corrigir na vida adulta a dor da infância. Isso é extremamente coerente com Provérbios 4:23. A alma humana tenta corrigir na vida adulta a dor da infância. Isso é extremamente coerente com Provérbios 4:23. Acima de tudo, guarde seu coração, pois dele depende de toda a sua vida. Ou seja, uma ferida no coração molda toda a vida. Uma rejeição primária molda todas as relações secundárias. Fale em voz alta. Uma rejeição primária molda todas as relações secundárias. Hoje nós vamos identificar o objeto primário de amor, identificar a ferida primária. Vamos identificar a obsessão, identificar a projeção dessa obsessão nas relações atuais. Ou seja, o teu homem, a tua mulher, quem você se relaciona hoje, de nenhuma forma é quem você acredita ser. Meu marido é o problema, minha esposa é o problema. Não, não, não. Teu marido tá representando o pai que não te amou, tua esposa tá representando a mãe que te abandonou. E assim vai. Teu professor tá representando o teu pai que alguma questão aconteceu e você, ah, não gosto do professor. Pronto, lá estava se projetando em mim. Então você precisa entender que nós não vemos as pessoas como elas são. Nós vemos as pessoas como nós fomos feridos. Eu não vejo as pessoas como elas são. Eu vejo as pessoas da maneira como eu fui ferido. Como eu fui ferido, eu enxergo, o meu professor, o ministério, a religião, Deus, pai, mãe e assim por diante. Nós não vemos as pessoas como elas são. Nós vemos as pessoas como nós fomos feridos. E quem quem assimila essa frase com essa simplicidade a partir daqui, cara, silêncio, silêncio. Deixa entender a ferida primária, deixa eu limpar para que eu possa olhar para as pessoas como elas são e não de acordo com o meu filtro de dor e sofrimento. Continuando, compartilhando a tela. Tomara água. Essa frase é uma das frases que a gente tem que pôr um no slogan, né? Eu não vejo as pessoas como elas são. Eu vejo as pessoas da maneira como eu fui ferido, professor. Ferida. Continuando.
Então, hoje vamos identificar a projeção dessa obsessão nas relações atuais e vamos resolver isso. Meu Deus. Foi segundo fundamento. A aula toda se sustenta em Salmos 27:10. Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o Senhor me acolherá. Salmo 27:10. Ainda ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o Senhor me acolherá. Ainda que meu pai e minha mãe me abandone, o Senhor me acolherá. A Bíblia reconhece que o abandono paterno, materno é real, profundo, destrutivo e que o acolhimento de Deus é real, profundo e restaurador. Antes de tudo, profe, tudo para nós nós temos um mantra. O nosso mantra é substituição. Tudo para nós diz respeito a substituirmos qualquer coisa por Cristo. Tudo para nós diz respeito a substituirmos, seja lá o que for, pela presença do Espírito Santo de Deus. Nós temos que ter essa clareza por meio da graça e misericórdia de Deus. Nós teremos aula sobre isso. A cura, a libertação e cura espiritual já se deu. Nós estamos aterrizando nível espiritual, alma, corpo. Hierarquia do sofrimento. Aula um. O sofrimento inicia no espírito não solucionado. Materializa no materializa no nível da alma, psicológico, emocional, afetivo, simbólico, não solucionado, materializa no nível físico, que é o corpo. Nós precisamos entender que nós já fomos libertos, salvos pela graça e misericórdia. Só que a maioria dos cristãos, a maioria dos irmãos e irmãs em igrejas estão em extrema dor e sofrimento, com vidas que não funcionam, porque eu fui salvo. Eu posso até estar caminhando um caminho de santificação por meio da renovação da mente através da palavra de Deus, aulas anteriores. No entanto, há um comportamento que não é íntegro, que não é congruente. Há um relacionamento casal que não funciona. Há uma vida afetiva, familiar, filhos, que não funciona. E isso tudo requer a ferramenta. A ferramenta aqui entra isso que nós estamos fazendo no ministério como a ferramenta para concatenar os pontos na nossa mente, para ligar, para fazer o ajuste fino, para que a compreensão exata aconteça. Então, eu já fui salvo. Não há mais dor espiritual. O que há é uma alma ferida. O espírito, aqueles que reconheceram a Cristo como seu único e absoluto Senhor e Salvador, o Espírito humano foi vivificado pela presença do Espírito Santo. No entanto, a alma humana ferida precisa de cura. É aqui que a gente tá hoje. Aqueles de vocês que não foram salvos em Cristo Jesus terão um momento com essa oportunidade. Volta para cá, compartilhando a tela.
Então, onde estamos? A Bíblia reconhece que o abandono paterno, materno é real, profundo, destrutivo e que o acolhimento de Deus é real, profundo e restaurador. Tudo tem a ver com substituição. Lembrei? Tudo tem a ver com substituição. E essa substituição é onde entra na tua mente, na tua estrutura de pensamento, na lógica, na lógica como a tua mente processa experiência de vida, a gente vai substituindo isso que é falso por Cristo que é verdadeiro. Isso que é falso, velho eu, por Cristo, que é a verdade. Nós vamos substituindo, substituindo. Essa substituição, ela é lenta, ela é gradativa. A cada dor, a cada processo que não funciona na minha vida, eu preciso entender minuciosamente aonde está o erro de uma estrutura de pensamento e substituir por Cristo, pela estrutura de pensamento correta. É isso que a gente tá fazendo aqui. E por isso essas aulas exigem tanto de você, porque elas exigem que você se dedique. Se dedique para compreender o que é te mostrado. A Bíblia reconhece que o abandono paterno, materno é real, profundo, destrutivo e que o acolhimento de Deus é real, profundo e restaurador. Toda a alma carrega, toda alma carrega marcas do amor recebido ou negado na infância. Toda rejeição primária moda identidade. Fale em voz alta. Toda rejeição primária molda a identidade. Toda ausência cria uma obsessão. Vamos estudar agora isso. Aquilo que mais doeu se torna aquilo que mais buscamos. Há uma ferida se organiza ao redor da falta. Essa pessoa que faltou, já vou, já vou aprofundar isso, essa pessoa que faltou define a base emocional que a alma carrega para toda a vida. Fale em voz alta. Essa pessoa que faltou define a base emocional que a alma carrega para toda a vida. Quando essa pessoa ama, se ela amou, identidade segura, rejeita, identidade ferida, abandona. Identidade fragmentada exige, identidade deformada controla identidade obediente pelo medo. É emocionalmente ausente, identidade carente. Daqui nasce a matriz emocional. Entrando no conhecimento, mapa mental depois nos grupos. E vamos que eu preciso terminar isso em 20 minutos com você.
Obsessão primária, identidade dependente. Esses são os ensinamentos de hoje. Obsessão gera eh rejeição gera obsessão. Fale na voz alta. Rejeição leva à obsessão. Fale na voz alta. Rejeição gera obsessão. Mais uma vez, fale em voz alta. Rejeição gera obsessão. Fale em voz alta. Nos tornamos obcecados por aquele, aquela que nos nega amor. Rejeição leva a obsessão. Eu me torno obsecado, obsecada por aquele, aquela que me nega amor. Rejeição leva obsessão. Eu me torno obsecado por aquele, aquela que me nega amor. Olhem para mim. De nenhuma forma a tua obsessão pelo teu namorado, namorada, marido, esposa, pelo contexto que for, é real. Existe uma obsessão primária, onde a obsessão pelo cara que te rejeitou, pelo namorado que, ai, profe, eu sou dependente emocional, o cara me rejeitou, eu tô louca por ele. Então, não é o cara, isso não é real. Real é o que você vai estudar agora, a obsessão primária, o objeto de obsessão primário. Vou falar mais uma vez para que fique bem claro. De nenhuma forma rejeição leva obsessão. Meu marido me rejeita, eu sou dependente emocional dele. Então, o problema não está no seu marido. O seu marido é o objeto secundário. Existe o objeto primário. É isso que nós vamos identificar agora. Gruda em mim. Compartilhando a tela.
Obsessão primária. Pergunta chave. Todos nós precisamos responder não silencie. Olhe para mim. Chat em silêncio. Responda dentro. Deixe que isso agora vá rasgando. Vá rasgando. Responda dentro. Eu vou explicando. Obsessão primária. Pergunta um. O amor, o amor de quem eu mais busquei? Vírgula, eu mais ansiei na infância. Essa é a pergunta chave. É a pergunta que 8 bilhões de pessoas deveriam se fazer. O amor de quem eu mais busquei? Eu mais ansiei na infância? Pai, mãe, avóz. Quem representou? Quem representou? Pai e mãe, irmãos. Pet, um animalzinho. O amor de quem eu mais busquei, mais ansiei na infância. Aqui a gente tira pet, já é secundário, irmãos seria secundário, já seria uma projeção. Aqui avós, paternos, maternos, avô, avó, se não tive pai e mãe, se fui criado por pai e mãe, mas mesmo aqui já seria secundário. Quem representou? um tutor, exemplos, uma criança que foi abandonada assim que nasceu e teve um tutor que a representou. Mesmo assim já é secundário. Então aqui a gente vai apagando e a gente vai deixar pai e mãe. Pai e mãe são o objeto de obsessão primário. Profe, é pode ser os dois? É claro que pode ser os dois. Via de regra é um deles. Via de regra é aquele que mais esteve ausente. No meu caso, o meu objeto de obsessão primário foi o meu pai, porque meu pai não esteve tão presente como minha mãe esteve. Dentro do retiro espiritual, quando vocês forem, nós abrimos o campo, uma constelação familiar. E isso se revela, fica claro quem é o objeto de obsessão primário. É um ou outro. Via de regra, não são os dois. Nunca foi. Em mais de 25.000 alunos, nunca foram os dois. Sempre é um dos dois. Mas vai que você é diferente. Profe, o amor de quem eu mais ansiei na infância? O amor de quem eu mais busquei na infância? Pai. ou mãe, nos tornamos obcecados por aquele, aquela que nos nega amor. Aqui entra a segunda pergunta. Identidade, identidade dependente. Para que você entenda, vamos lá, na lógica, o amor de quem eu mais busquei eu mais ansifância, pai ou mãe? Responda. Depois fale em voz alta. Nos tornamos obcecados. nos tornamos obcecados, obsecadas por aquele, por aquele, aquela que mais nos negou amor. Obsessão e rejeição. Rejeição leva obsessão. Rejeição leva a obsessão. O amor de quem eu mais busquei, mais lancei na infância, pai ou mãe? Responde internamente. Nos tornamos obsecados, obsecadas por aquele, aquela que mais nos negou amor. Fale em voz alta. Identidade dependente. Segunda pergunta. Quem eu precisava ser? Quem eu precisava ser para o meu objeto de obessão primária, meu objeto de obsessão primária. Eu vou deixar a pergunta mais simples. Eu eu só quero que você entenda o fundamento psicológico aqui. Eu vou deixar mais simples a pergunta, mas eu quero que você entenda. Um. O amor de quem eu mais busquei? Eu mais ansiei na infância, pai ou mãe? Outros já foi secundário, professor. Já foi secundário porque faltou avós, etc. Irmãos, já foi secundário. A voz estavam representando figura paterna ou materna. Exemplos: "Nasci numa família com 10 filhos, professor. Lá tá nossos pais e 10 filhos. Eu sou décimo. O amor dos meus pais fluiu mais abundantemente pro primeiro, segundo, terceiro e naturalmente ele vai se diminuindo até chegar no 10º. Por isso que em famílias grandes, via de regra, os irmãos, um irmão, uma irmã, representará a figura paterna, materna para outro irmão. Quando eu sou o sexto filho e não consigo chegar nos meus pais, eu elejo de forma completamente inconsciente um dos meus irmãos como figura materna e paterna. Via de regra, dessa dinâmica nasce tensão e conflito. Os conflitos entre irmãos não existiriam se ambos fossem irmãos. Os conflitos existem porque um dos dois não está representando um irmão, está representando pai ou mãe para mim. Ponto. Quando estamos no no no nosso lugar, no papel correto, não há conflito. Todo problema nasce porque não estamos no nosso correto lugar. Volta para cá. O amor de quem eu mais busquei, mais aniei na infância? Pai ou mãe? Responda. Fale em voz alta. Nos tornamos obsecados, obcecados por aquele, aquela que mais nos negou o amor. Segunda pergunta: quem eu precisava ser para o meu objeto de obsessão primária? Vou substituir a pergunta por uma mais simples. Quem eu precisava ser para aquele, aquela que mais me negou amor? Aqui eu tô pondo uma pergunta técnica. Essa é a pergunta técnica. Essa é a pergunta mais subjetiva e emocional. Quem eu precisava ser para aquele, aquela que mais me negou o amor? Vamos lá. Vou apagar essa de cima. Pronto, apaguei. Ficou aqui. Uma identidade dependente nasce da seguinte dinâmica. Hilário. >> O amor de quem você mais ansiou na infância? Do meu pai. Pronto. Quem você precisava ser para o seu pai? Hum. Para o meu pai, eu precisava ser um menino quieto, um menino calado, um menino que não tivesse voz, o menino que não confrontasse, um menino que colocasse o rabinho entre as pernas, um menino que fosse anulado, que não enche o saco. É isso, que não enche o saco. Não incomode. Ponto. Vamos lá. Na minha infância eu era gago, completamente gago. A gagueira se curou na minha vida com uma aula como essa que você tá obtendo. As travas de comunicação se libertaram numa aula como essa. Volta. Na minha infância era gago, era o menino quieto, era o menino que de todas as formas, não só na infância, na vida adulta também, muito recolhido, muito fechado, com poucos amigos ou nenhum amigo, somente eu no meu mundo, na minha caverna. Tudo isso vem, ouça, agora o gancho, parte mais importante da aula. Tudo isso, essa construção da minha identidade vem por identidade dependente? Por quê? Para que eu seja visto pelo meu pai, eu precisava para que eu seja visto, para que eu fosse amado, para que eu recebesse atenção, para que eu recebesse algo dele, eu precisava ser aquilo que ele gostaria que fosse e não quem eu era. Eu vou repetir de de uma outra forma. Nós nos castramos. Eu me autocastrei. Você se autocastrou. Nós no automilamos para sermos aquilo que aquele que mais nos negou amor, aquela que mais nos negou amor, gostaria que fôssemos e assim pudéssemos receber migalhas dele e dela. Eu vou levar isso pro contexto do teu dia a dia. Eu sou uma mulher, o cara me rejeita, eu me visto, eu me torno aquilo que ele gostaria que eu fosse, simplesmente para talvez ser vista e amada por ele. Esse cara está representando o objeto primário de obsessão. Qual é a minha obsessão primária? Todos 8 bilhões de pessoas têm uma obsessão primária. Se a gente pegar o Hilarinho e a Heleninha, que são crianças dentro de uma família funcional, com uma educação muito bonita, segundo o coração de Deus, mesmo os dois vão ter uma obsessão primária. Existe uma uma maior ou menor presença minha ou da Carol no universo deles. Papai talvez falte mais devido a isso. Mamãe talvez falte mais devido à aquilo. Não é um problema. É simplesmente talvez a mamãe Carol mais disponível, papai um pouco menos disponível. Olhem para mim. Um. O amor de quem eu mais ansiógica. Dentro da lógica. Um. O amor de quem é mais ansifância? Pai. Aqui eu falando. Hilário. O amor de quem você mais ansiou na infância? Pai. Perfeito. Nos tornamos obcecados por aquele, aquela que nos nega amor. Meu pai foi a minha obsessão primária. Hilário, quem você precisava ser para o seu pai? O menino quieto, calado. Eu abro mão da minha natureza, do meu designer, do desenvolvimento de uma criança saudável para ser aquilo que poderia receber migalhas de amor de um pai que não esteve presente. A dor, a dor de abandono e rejeição, a dor da carência afetiva, a dor de uma mãe que não olha para você, de um pai que não olha para você. E aqui é minha história. Meu pai e minha mãe vi, saíam de Rio Branco do Sul e vinham para Curitiba trabalhar. E eu ficava com a minha irmã gêmea em casa. Eles saíam de manhã, eles voltavam à noite. A minha infância inteira fui eu e minha irmã gêmea, juntinhos, sozinhos, sem pai e mãe presentes. Ponto. Essa foi a minha história. Não é uma história triste nem nada, só foi a minha história. Eu só eu só conto para que você, OK, assim foi, o profe, e você se conecte à tua história. A ferida, deixa eu reformular, a necessidade de amor, ela é tão latente em nós que a ferida de abandono, rejeição, carência ou volta aqui pro mapa. Vamos lá. Aqui em cima, profe, aqui emocionalmente ausente, identidade carente, um pai controlador, uma identidade obediente pelo medo. Então, meu pai, um era emocionalmente ausente, dois extremamente controlador, eu não respeitava pela autoridade da paternidade dele. Eu respeitava pelo medo. Esses aspectos que eu mapei aqui para vocês, um pai e uma mãe que vão, entendam, gente, uma criança de 6 anos, 8 anos, 10 anos, não consegue elaborar que o pai e a mãe estão trabalhando para prover, etc. Era meu pai e a mãe simplesmente acordaram, eu vou pra escola, volto no horário do almoço e fico o dia inteiro em casa sozinho. Pronto, essa foi a minha história. Então, a ferida de rejeição para mim se deu tanto por parte de pai quanto mãe. Volta para cá e constrói-se uma identidade completamente machucada, ferida. Não é à toa que eu me tornei um terapeuta e busquei crescer o que eu cresci. Uma identidade completamente fragmentada. Não há. Aí você volta pra narrativa da aula quando eu falo: "A gente vai conectar, concatenar os pontos porque assim como a minha um dia foi, a tua talvez seja uma identidade fragmentada, a tudo solto aí dentro. São pedaços de experiências que precisam serem substituídas, isso tudo substituídas por um amor maior. O amor de quem você mais buscou na infância, pai ou mãe? Rejeição leva obsessão. Nos tornamos obcecados por aquele, aquele que nos nega, aquele, aquela que nos nega amor. Segunda pergunta: Quem eu precisava ser para essa pessoa? quem eu precisava ser para ele, ela que mais me negou amor. Eu precisava ser o obediente. Então, a única forma que a criança teve para ser amada foi deixando de ser quem é para ser o que ele e ela queria que fosse. Profe, por que indo pro fim da aula, por que que essa é a terceira camada de extração? Alguém usa o chat e me fala por essa é a terceira camada da extração do do velho eu? Alguém usa o chat e me responde de uma forma bem robusta, que você é um
Homem inteligente, uma mulher inteligente, tá estudando e vai saber responder. Por que essa é a terceira camada? Alguém escreve no chat por que essa é a terceira camada. Cadê vocês? Pronto, tô vendo vocês. Larissa, Deus abençoe. Obrigado. Recebo com amor e carinho. Que Deus te abençoe. Bora, turma.
Por que essas duas perguntas? Um, o amor de quem eu mais ansi? Pai ou mãe? Dois, quem eu precisava ser para eles? Por que essas duas perguntas definem a terceira camada do velho eu? Responda no chat. Respondam, turma. Vanessa, eu não consigo identificar. Respondam, turma.
Porque é quem nos tornamos hoje. Carvalho Maidana. Porque quem nos tornamos hoje, professor, eu nunca fui, professor querido, eu nunca fui aquilo que Deus arquitetou para que eu fosse. Desde a minha infância, eu fui condicionado a ser alguma coisa para ser visto, reconhecido, amado. Então, quem sou eu? Há um designer, há um designer que foi abortado em relação a quem você é. Quem você poderia ter sido dependeria de uma família minimamente funcional que criasse o espaço para que os teus dons, talentos, a tua natureza se expressasse.
Eu vou repetir. Você tem que pegar essa parte. Você tem que pegar essa parte. Quem você deveria ter sido? Foi abortado devido a uma família disfuncional que não criou um contexto educacional pai e mãe, onde você como criança, pai e mãe observasse. Ele tem traços de liderança. Vamos amplificar isso. Ela dança, ela tem traços de uma expressão artística. Vamos colocá-la no balé, vamos colocá-la no teatro, vamos colocá-la aqui ou ali.
Profe, dá um exemplo do Hilarinho. O Hilarinho e a Heleninha possuem pais. Olhem para mim, profe, defina uma educação saudável. A educação saudável é aquela onde os pais não tentam trazer os filhos para o mundo dos pais. A educação saudável, a única educação que tem como ser funcional e saudável é aquela onde os pais são capazes de irem ao mundo dos filhos, mapearem, identificarem os potenciais, então amplificarem a isso tudo.
Quando eu vejo o Hilarinho, quando vejo a Heleninha, a natureza deles, o designer deles, a maneira como Deus fez eles, eu começo a observar os dons, os talentos, as características, os traços. E como pai e como mãe Carol, nós amplificamos isso. O Hilarinho tem traços X. A gente cria um contexto de amplificação disso. Eleninha tem traços Y. A gente cria um contexto de amplificação disso. Isso é educação funcional e saudável.
Não foi a qual eu vivi, provavelmente não foi a qual você viveu. A boa notícia, a boa notícia é que nessa aula, nessa aula você pode identificar isso. E a melhor notícia que, a melhor notícia é que você mapeando, que você abriu mão de quem deveria ter sido para ser uma coisa, olha a palavra coisa, uma coisa que pudesse ser vista e amada. E essa coisa continua viva hoje no teu dia a dia, nas tuas relações secundárias?
Profe, eu não sou eu mesma nas relações. Eu não sou eu mesmo nas relações. Não é. As tuas relações secundárias estão projetando a tua ferida primária de abandono e rejeição. Mas eu não fui abandonada e rejeitada. Você foi, 8 bilhões de pessoas foram em algum nível. É o que eu estou tentando te explicar. Até o Hilarinho Helena tem algum nível de falta de pai ou mãe dentro da construção psicológica deles, porque há uma comparação natural. Mamãe é mais presente do que o papai, porque o papai semana passada tava lá no evento presencial dando aula.
Quem deveríamos ter sido? Indo pro fim da aula, quem deveríamos ter sido foi abortado. Abortado por pais disfuncionais. Não que estejam culpados, eram apenas ignorantes. Ausência de conhecimento, como você que me ouve e que se dedica ao conhecimento e deixa de ser ignorante. Ignorante é simplesmente aquele que detém ou não o conhecimento, devido à ignorância. Tudo tem a ver com a ignorância, ausência de conhecimento, ausência de sabedoria. Devido à ausência de conhecimento, quem deveríamos ter sido?
O sonho de Deus para nós, o designer de Deus para nós foi abortado para que pudéssemos nos tornar aquilo que aquele, aquela que mais nos negou amor, gostaríamos que fosse, fôssemos. Então, minha mãe queria que eu ficasse quieta, quieto e não incomodasse e não enchesse o saco. Pronto, assim foi você. E por isso você hoje é uma mulher calada, é um homem calado. Minha mãe, meu pai não suportavam toque físico. Então você, para ser amado em migalhas, se recolhia para não tocá-los. Por isso, hoje você tem dificuldades de toque físico com teu parceiro, parceira.
Não importa como foi, importa que você assista essa aula mais tarde. Escreva sobre isso. Sobre isso o quê? Pergunta um: o amor de quem é mais ansi na infância? Não diga que você não consegue identificar. Não faça isso com você. Não seja tão. É tão simples a pergunta. O amor de quem você mais ansiou na infância? Pai ou mãe ou ambos? Ponto. Nos tornamos obcecados por aquele, aquela que nos nega amor. Quem você precisava ser para ele, ela ou eles? Responda.
Isso é quem você é hoje, meu amor. Isso é quem você é hoje, minha amora. Quem você é hoje? Essa é a terceira camada da extração. Quem você é hoje não é quem você deveria ter sido. Quem você deveria ter sido foi abortado e você se tornou aquilo que o objeto de obsessão primária, pai ou mãe, gostaria que você fosse. E lincando com as tuas relações secundárias, frente às tuas relações secundárias, você busca quem? O objeto de obsessão primária, pai ou mãe. É por isso que você atrai quem te rejeita. É por isso que eu atraio quem me abandona. É por isso que eu atraio quem não me valoriza. Você atrai todas essas pessoas por essa experiência que você teve com o objeto de obsessão primária. Primário, pai ou mãe. Ponto.
Exercícios de casa. Gruda em mim. Você vai como terceira, cadê? Como terceira camada. Lembre, são cinco camadas de extração. Foi a primeira, foi a segunda. Hoje nós estamos aqui. Aqui. Você vai responder a essas perguntas aqui de baixo. Deixa fechar tudo para não não bagunçar a tela. Você vai responder: "O amor de quem é mais busquei mais ansi na infância, pai e a mãe? Nos tornamos obcecados por aquele, aquela que nos nega amor. Quem eu precisava ser para esse que mais me negou amor? Então, associe quem você se tornou às suas relações secundárias." Pronto, você vai se enxergar nas suas relações secundárias, sendo essa criança ferida, buscando por amor de pai, pai ou mãe.
E aí, profe? E aí você respira e assiste a próxima aula, onde vamos pra quarta camada de extração e depois a próxima aula, que é a quinta camada. E se você entendeu a repreensão que eu te dei no início, se você não fez a aula cinco, ah, hoje você faz, hoje você para de me dar desculpa, vai lá e faz a aula cinco. Entende que você não tá aqui para brincar e para passear em lives, você tá aqui para se transformar.
Porque entendam, Cristo, quando Cristo entra, quando o Espírito Santo entra, você não se torna a tua melhor versão. Qualquer melhor versão tua não é você. Olhe para mim. Qualquer melhor versão sua não é você. Ponto. Se Cristo entrou, é uma transformação radical. Ponto. Se Jesus entrou, há uma transformação absoluta. Há um antes e um depois. Não existe minha melhor versão. Melhor versão é ego, é velho eu. O velho eu tem que morrer para que você possa renascer no centro da vontade de Deus. Ponto.
Encerrando a nossa querida aula de hoje, que foi uma aula mais puxada para você, com maior repreensão. Homens e mulheres buscam por contexto de repreensão, onde possam ser disciplinados. Então, se você está começando a pertencer ao ministério, entenda, você tem um professor que vai te repreender quando necessário e te disciplinar de acordo com a palavra. E isso é saudável para alguém que quer crescer. Na verdade, isso é o grande segredo, ter alguém que eu elejo que e eu autorizo que me repreenda. Esse é o grande segredo de quem quer crescer.
Indo pro fim, conclua, faças, façam esses exercícios amanhã. Amanhã não, eu vou deixar vocês fazerem o exercício. Então, na quarta-feira nós teremos aqui, ó, essa aula quarta, jogo de necessidades, sexta, mecanismo de nomeação. Essa aula de quarta é a próxima camada. E sexta-feira a próxima camada. Tá bom? Tem mais duas camadas.
Presente de Natal que eu falei que eu ia falar para vocês. Só batam, bata os olhos aqui. Essas são as aulas futuras, turma. Tudo isso a gente vai estudar. Depois que a gente fez a extração do velho eu, entra o conhecimento configurando o novo eu. Mas eu não tenho como trazer o novo se você não limpar o terreno e fizer essas aulas anteriores.
Presente de Natal. Entramos em dezembro. Nesse mês de dezembro, mais para mais para próximo de do Natal, eu vou ter uma live específica, não vai ser aqui, vai ser fora, não vai ficar gravado nada disso. Uma live específica onde eu vou abrir uma oportunidade para que você venha presencialmente para Curitiba, participe do retiro espiritual. Eu só quero que você ouça isso. Ouça isso com atenção e carinho. Isso, isso tem como realmente te pôr dentro de um processo de aceleração do teu crescimento.
O que eu chamo de retiro espiritual hoje, o que eu chamo de retiro espiritual hoje é o velho programa Vida. O programa Vida é um evento de 7 dias na escola Vida, onde esse evento no passado era vendido por 5.8, R$ 5.800. O programa Vida era vendido por R$ 5800. O nome Programa Vida pós Cristo, ele foi, ele renasceu como retiro espiritual de 7 dias. Ele vai ser ofertado para vocês por uma taxa simbólica. É uma fração disso. Eu não vou falar agora. É uma fração. É uma fração de R$ 5800. É uma fração. É simbólico. Faz a tua parte.
Em dezembro eu vou fazer isso. E em dezembro eu vou fazer algo ainda mais absurdo. Além de ser uma fração. A pessoa que comprar um ganha dois. O casal comprou, uma pessoa compra, ganha dois. Compra um ticket, ganha dois acessos. Amiga comprou, ganha mais um para amiga e assim por diante. Além de não vai ser 5800, vai ser uma fração simbólica disso. Você vai comprar um ticket e ganhar dois acessos para um evento de 7 dias, que é um retiro espiritual, que antes chamávamos de programa Vida, agora é Retiro Espiritual.
Eu espero que você aproveite essa oportunidade em dezembro. Você vai poder fazer acesso a esse evento em até 2 anos. A única oferta dessa forma que vai existir é a dezembro. Janeiro vai ter de volta, vai ser outro preço, não vai ser compra um, vem dois e assim por diante. Então vão existir outros momentos com essa oportunidade, mas não dessa forma como eu vou fazer em dezembro. Por isso chama-se presente de Natal. Então se prepare para que em dezembro, daqui a pouco eu defino a agenda, você compre um acesso a um retiro espiritual.
Profe, eu não vou. Você tem dois anos para vir e eu tenho certeza que se você aplicar os ensinamentos que eu tô te dando aqui no ministério, você transforma a tua realidade e, enfim, constrói tudo aquilo que você precisa para vir para cá e estar aqui 7 dias, tá bom? Começa a se preparar para essa decisão em dezembro. Um beijo. Nos vemos quarta-feira, meia:30. Explora de comentários na aula e me conte o que você aprendeu. Faça o exercício. Tá bom, turma? Deus abençoe. Gratidão. Tchau.