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E depois, Pedro, quando for o momento, gostaria de comentar uma situação. Seleção brasileira ficou em 11º lugar, né? E colocar algumas situações aqui pra gente bater papo. Os jogadores, se a gente fizer um cara a cara Brasil e Espanha, Brasil é pior. O técnico da Espanha é melhor que o técnico do Brasil. A CBF tem menos estrutura do que a Liga Espanhola, do que a Federação Espanhola? O prêmio dos jogadores da Espanha era maior do que o do Brasil? Eu já respondo não. Como é que se explica isso? Se a Espanha ela não tem nenhum fator que eu vejo que ela é absolutamente superior ao Brasil. Nada. No cara a cara. Se bobear o Brasil ganha. Por que que a Espanha ganhou do jeito que ganhou? O Brasil ficou só em 11º lugar. E o que é pior? Sem perspectiva. Acho que é um debate bom pra gente fazer, né?
Nossa. A gente vai falar da seleção brasileira, o que faltou, é claro, mas você tá falando cara a cara dessa seleção atual, seleção brasileira, seleção brasileira atual com a Espanha atual, essa seleção da Espanha. A gente tem essa essa possibilidade de fazer um cara a cara da seleção brasileira contra a seleção da Espanha do técnico.
Caramba, mas eu acho que vai dar Espanha. Eu discordo um pouco do Flávio. Acho que vai dar Espanha.
Será? Não é possível. 5 minutinhos a gente vai fazer esse cara.
Vamos ver. Vamos ver se vai dar. Mas a gente tava conversando a respeito de um cara a cara, a respeito de Espanha e Brasil. A gente faz essas comparações e agora o que não vai faltar nesse momento são comparações e aquilo que o Brasil poderia ter feito de diferente para quem sabe chegar longe na Copa do Mundo ou até mesmo para conquistar o título da Copa do Mundo. E o Flávio pediu, a produção correu atrás e fez aqui o cara a cara. O pessoal é rápido para caramba. Nosso Cai Lima na coordenação, brilhantemente no comando do programa, já fez o cara a cara de Brasil e Espanha, que o Flávio jura que vai dar Brasil.
Jura que vai dar Brasil. Ó, aí é bom assim, a gente vai fazer, é bom falar, não é para, a gente não vai fazer o que foi a Copa, que se for a Copa, é, tem que ser assim meio que as últimas temporadas assim, jogador. É uma pontuação importante feita pelo Bruno. Se for a Copa vai dar, acho que 11 a 0.
O outro ficou em 11º não dá, né? 10 a 1. O Vinícius entraria ali no pao. Ia ser 10 a 1, né? Mas assim, pelo que foi, pelo que eles são fora do cara, pelo que é o jogador, é nas últimas temporadas, assim, tem mais ou menos isso, né?
Sim. É, então a gente vai começar pelo gol, né? Vamos lá, Alisson, o Night Simon. O N Simon. Ontem eu tive esse debate no papo de setorista, a gente fez um cara a cara de Espanha e Argentina, que o Na Simon não foi tão exigido como o Dibu.
Sim. E eu acho que o Dibu foi o goleiro da Copa, mas há quem vote no nice Simon, porque considera que, pô, só levou um gol, tudo isso também.
Eh, Alisson, Nice Simon, eu vou de Alisson, hein?
É, a gente vai fazer pela carreira, pela trajetória. É o Alisson.
Alisson. Alisson. Aí já tá 1 a 0 Brasil. Douglas Santos e Cucurelha. Eu Cucurelha.
Cucurelha. Fácil, fácil.
E o Douglas Santos acho que é um dos jogadores que saíram por cima da campanha do Brasil. Pela idade, acho que não vai chegar a disputar uma próxima Copa, mas um dos jogadores que saíram bem nessa disputa de Copa do Mundo, Marquinhos ou Cubarci, que é um jovem promessa da Copa Revel, ganhou de jogador jovem, aquilo que a gente estava falando.
Até agora na carreira é o Marquinhos. Acho que o Cubarc é um cara que vai viver, que é um zagueiro top aí, mas até agora quem fez mais na carreira, atual bicampeão da Champions é o Marquinhos.
Marquinhos. Mas Marquinhos também.
Barci tem margem para. Tem margem para ser até melhor, talvez. até ontem ganhou o título da Copa, abre essa essa discussão. Laporte, o Gabriel Magalhães? Eu acho que aí eu vou de Laporte, Gabriel.
Eu vou de Gabriel também.
Então ganhou o Gabriel Magalhães Laporte que poderia estar disputando essa Copa, poderia ter disputado a Copa pela França, né?
Eh, viu que não ia ser convocado pela França, foi pra Espanha. Danilo Pedro Porro Carreira. Danilo, é Danilo. Eu acho que.
Você faz.
Eu sou Pedro Porro.
Você é Pedro Porro? Sim.
É difícil essa carreira hoje, mas Pedro Porro é melhor.
Vamos colocar as últimas três temporadas. É, as últimas três temporadas. Aí sim. Aí aí o Pedro Porro também. Pedro Porro.
Pedro Por.
Porque o Danilo, penso eu, tantos anos jogando futebol italiano. Tem uma carreira City, Madrid, Real Madrid. É pegar um recorte assim como os caras eh a comparação acho que foi sugerida é é de potencial de cada um na Copa e não o coletivo, pesso potencial individual de cada um que a discrepância não vai ser tão grande.
Casemir e Rodre também uma comparação quando a gente fala de história bem interessante falar de história.
É história.
Porque o momento é Rodre disparado.
Pegar três temporadas.
Mas o Casemiro tem cinco Champions. Liga dos campeões. Eu ainda vou de Rodre. Eu acho o Rodre espetacular. Eu acho espetacular. Mas o Casemiro também é, mas eu acho o Rodro.
Como jogador tem mais recurso.
Recorte mais mais recente de de três anos por aí, Rodre, embora ele tenha ficado muito tempo machucado.
Mas mas vocês gostariam de ter a carreira do Rodre ou a carreira do Casemiro?
Do Casemiro.
É.
Mas nesse momento meu voto é Rod porque o Rodre, o Cai tá falando é uma Champions e uma Copa.
E o Casemiro tem cinco Champions, mas não tem Copa.
Tem Eurocopa também, o Rodre.
Tem Eurocopa.
É, assim, vamos mais ou menos. O parâmetro é mais ou menos vai da o ciclo da o que fizeram nesse ciclo da Catar até aqui vai nos seus clubes e seleções. Acho que é mais ou menos esse o recorte.
O Rodre pode ser o Rodre pode ser.
Pode ser bola de ouro de novo o Rodri.
Sim.
Eh, então ficou Rodre, né?
Então a gente votou no Rodre. Bruno Guimarães. Fabian Ruiz. Para mim, Bruno Guimarães.
Aí se fosse o Pedre, é.
Acho que teria mais discussão.
Se fosse o Pedre era acho que era Pedre.
Era Pedro, com o Fabião, o Bruno.
Eu vou de Bruno também, né?
Se fosse o Pedro, era o Pedre.
Se fosse o Pedre aí eu acho que teria mais margem pra gente poder discutir.
Sim. Bruno Guimarães.
Aí. Paquetá e Danilo.
É o Danilo Santos.
Paquetá. Paquetá e Daniomo. Vai.
Daniomo. Omo. Daniomo. Aí comparação Lamini e Amalu. Rafinha colocou o Ran. O Ran.
Botar no Rafinha para dar briga, né?
Eu acho que o acho que.
Que jogam juntos inclusive, né? E muito bem juntos. É, mas eu acho.
Lamini é melhor.
Lamin é melhor.
Lamin é melhor.
Tanto que o Rafinha muda de posição pro Lamini entrar e se dá bem na nova posição. O único título que o Lamini não tem agora é Liga dos Campeões. Parando para analisar já com 19 anos recém completados. Impressionante. Mateus Cunha. O Arsábal.
Eu vou de Mateus Cunha.
Eu vou de Mateus Cunha também.
É Mateus Cunha tem uma carreira melhor, faz mais funções inclusive. Vini Júnior e Baena. Vini Júnior.
Aí também unanimidade aí. Vini Júnior.
E o treinor.
E o treinador também é boa, né? Porque assim, a gente tá falando de um de um Dela Fuente que tem uma história por seleção, né? Muito forte. Já quanto tempo na Espanha, Bruno? Acho que já é.
Na Federação Espanhola desde 2013, na seleção principal após a Copa do Qatar.
Há muitos anos trabalhando na federação, né? E o Antieló, o Antielódio começa sua carreira como auxiliar técnico do Arque da It. Da Itália, mas construiu toda su é não tem aí. Esquece, né? Aí é antelote.
Ancelot.
Campeão das cinco ligas, enfim.
É, dá o Brasil por um pouquinho.
Vários da história. O Anchelote.
Nossa, senão o maior da história para muitos, né? Mais vencedor.
Dá o Brasil por um pouquinho no individual.
Tá vendo o que eu quiser?
Então, deu quanto aí? Vamos ver.
Ó. 1 2 3 4 5 6.
Seis. Com o técnico sete.
Deu seis a cinco. É com o técnico deu 7 a cinco. Ver.
Caramba. Lá o Flávio tinha razão.
Mas e aí se vai pro coletivo, dá 1 milhão a zer.
Não, mas é isso. O que que falta pro Brasil? Falta o coletivo. Falta ter time. Era essa a ideia que eu queria passar. Falta ter time. Você vai na na Federação Espanhola e ela é uma bagunça. A CBF é muito mais organizada. Teve até assédio lá recentemente, denúncia de assédio na Federação Espaiol. É um negócio não tem nada demais. Muito menos dinheiro, né? Muito menos poder de de grana. Então sabe o que falta pro Brasil? Time, fazer time, ter um modelo, ter uma ideia de jogo, ter fazer a coisa, porque aí você vai conseguir, não é o problema. Não são jogadores individualmente, tal. É isso. O, a Espanha é um time de gar, não igual o Brasil é um time técnico. Não pode ficar um em 11º e outro em primeiro. E mais o detalhe, Pedro, em nenhum momento, você sabe disso, todo mundo que sabe disso. Em nenhum momento eu achei que o Brasil ia ganhar a Copa. Nós estávamos fazendo um bastidores da Copa e fizeram a arataca lá. O Brasil ganhou. Falei: "Eu quero registrar que eu não tô nisso, hein, gente". Fora.
[risadas] É claro, foi uma pachecada lá, né? Sim, claro.
Era o e o fizeram uma pacaiada lá. Falei: "Ô, tô fora disso, tá registrão, não vende, não vendi para ninguém". Falei: "Gente, não se não vá torcer que vocês vão se ferrar. Nunca havia a menor chance do Brasil ganhar a Copa e a Espanha sempre foi favorita.
Quer dizer, se temos jogadores iguais, se a nossa federação é mais rica, se os prêmios eram maiores, se todo mundo joga no cenário internacional, são alguns são parceiros, tal, jog, caramba, falta o quê? Falta modelo de jogo, falta definir uma situação.
E você vai ganhar, você vai perder como a Espanha ganha e perde. Mas você vai ter pelo menos uma ideia de jogo.
Não seria, não é, não é para ser uma discrepância tão grande de um pro outro como a Copa mostrou.
Que acho que especificamente neste ciclo ele foi pior. Eu acho errado colocar todos os ciclos que o Brasil não ganha a Copa desde 2002 como se fosse tudo a mesma coisa. Eh, este ciclo especificamente, ele foi pior que os outros e até a classificação foi pior, caiu nas oitavas de final, na nas maioria das copas que o Brasil aí não ganhou depois de 2002, ele caiu nas quartas. Eh, porque foi mais bagunçado, foi mais bagunçado em relação à troca de treinadores, né? O o Brasil ficou trocando, teve quatro treinadores, problemas físicos de atletas também, né? O Brasil perde nesse ciclo seu principal jogador que era Neymar. Eh, esse ciclo ele não participou. Eh, e comparando com os outros ciclos. Tô fazendo uma comparação desse ciclo com os outros. Nos outros Brasil tinha Neymar. Nesse aqui ele não tinha. Casimiro, já tá mais velho, que era outro jogador importante, não tem mais o Thigo Silva, por exemplo, também um zagueiro importante. Eh, na as laterais, na última Copa já não tinha o Daniel e o Marcelo. Daniel tava lá, mas tava lá para compor elenco, não para jogar. Então, mas ainda assim, Danilo chega como titular, joga. Quem joga a Copa de titular é Danilo, que jogou outra Copa de titular, mas tá com 3 anos e meio mais velho e já em queda, jogando de zagueiro no Flamengo e reserva do Léo Ortiz e do Léo Pereira. Então assim, o Brasil ele chega com um time pior, mas ele é muito bagunçado e até por essa bagunça ficou difícil que novos jogadores também se fixassem e dá alguns azares de o Stevão que era um dos meninos que fixou vinha muito bem, era o artilheiro da era Anchelote antes da Copa. Durante a Copa o Vinícius Júnior passou, mas Estevão se machuca, fica fora. O Militão que poderia ajudar como zagueiro, como lateral, um cara consolidado no Real Madrid também, muitas lesões, fica fora da Copa. Rodrigo poderia ser também um titular, foi reserva lá no Qatar, poderia ter um ciclo inteiro como titular, jogador campeão com o Real Madrid, também fica de fora. Durante a Copa machuca o Rafinha, machuca o Paquetá, eh, até o próprio Wesley, que não é ainda um cara consolidado na seleção, mas era o melhorzinho que a gente tinha ali pra lateral direita, também perde. Então, assim, esse ciclo foi mais bagunçado que os outros, mas tem uma coisa que é preocupante, porque vai muito disso de não ter um um modelo do Brasil. O Tit ficou 6 anos e meio, foi o que teve continuidade no comando da seleção e no período do Tit também trocou presidente da CBF. Desde que o Ricardo Teixeira saiu, o cargo de presidente da CBF é um cargo rotativo, né? Vai e não é rotativo por causa termina o mandato. Normalmente eles caem antes de terminar o mandato. Eh, o com o Tit bem ou mal, o time que sempre vai ficar não ganhou as copas, OK? não ganhou igual as outras não ganharam também. Mas pelo aqui no continente o Brasil foi dominante.
Foi. No período do Titar, ó, vou pegar pós Dunga primeira passagem, que do jeito do Dunga na primeira passagem dele entre a Copa de 2006 e 2010, o Brasil tinha um conjunto, tinha um time com as ideias do Dunga e era muito competitivo. Então eu vou pegar póscopa de 2010 até agora, se você excluir o período do Tit, o Brasil vai muito mal, inclusive no continente, inclusive na América do Sul. Eh, no período do Tit não perdeu nenhum jogo de eliminatória, chegou na nas duas finais de Copa América que ele disputou, ganhou uma, perdeu a outra e nas Copas do Mundo ele foi mais competitivo do que nessa. Então, tirando do período das da Copa de 2010 para cá, o Brasil, tirando esses 6 anos e meio do Tit, onde teve uma sequência de trabalho, porque o técnico foi muito tempo e aí era a sequência da cabeça do técnico que estava lá, não de um projeto da CBF. O Brasil foi mal na América do Sul, Copa América que ele disputou nesse período. 2011 cai nas quartas de final, Brasil dirigido pelo Mano Menezes. 2015 cai nas quartas de final, dirigido pelo Dunga quando voltou. Nessas duas eliminações foram para o Paraguai nos pênaltis. 2016 com o Dunga cai na fase de grupos num grupo que passaram Peru e Equador. Aí tem as duas com Tit que chega a final, ganha uma, perde a outra. Aí 2024 com Dorival, cai nas quartas de final pro Uruguai. Então das últimas seis edições de Copa América, você tira as duas do Tit, sobram quatro. Brasil não chegou na semifinal de nenhuma delas. Eliminatória, quando o Tit substitui o Dunga lá em 2016, o Brasil estava em sexto lugar nas eliminatórias e aí dispara. Nessa eliminatória agora que passou na eliminatória, o Ramon não dirigiu, teve o Diniso Dorival e o Anchelote na eliminatória. O Brasil terminou em quinto lugar. Então assim, nesse período pós primeira passagem do Dunga, que foi boa dentro das ideias dele, excluindo o período do Tit, o Brasil não foi bem nem aqui, não foi semifinalista em quatro Copas Américas, duas edições de Copa América, vinha muito maior uma eliminatória em sexto e aí aí depois melhorou com a mudança de técnico e nessa última ficou em ficou em quinto. Então é é muito preocupante. É claro que o pro Brasil ser dominante aqui na América do Sul junto com a Argentina, junto com a Argentina. Aí você pode ter um trabalhinho nos jogos com o Equador, com a Colômbia, com o Uruguai, mas é pro Brasil tá ali. Copa América para chegar pelo menos em semifinal, final, eliminatória, ser primeiro, segundo, vai numa eliminatória que ou Colômbia ou Uruguai ou Equador vá muito bem, você fica em terceiro. OK, é isso. Eh, mas isso não acontece porque se se troca assim, não tem uma sequência de nada. Aí você tá mal, você troca o técnico, aí troca tudo, muda completamente. Eh, nenhum jogador tem uma grande sequência, é uma coisa eh complicada, né? O Brasil ele tem que ter um rumo, seja qual for, e insistir com isso mesmo quando perder. Só que não tem, é muito na cabeça do técnico. O que que é o Brasil hoje? É o que o Anchelote quiser. Pode, se o Anchelote agora ele vai ficar 4 anos, é, é bem possível que em 2030 tenha um time mais competitivo. É muito possível.
Que com um pouco de sorte possa até chegar longe, mas aí depois quando Anchelote sair não vai ter nada de novo. Vai vai vir um outro que vai começar do zero porque não tem nada, vai ser na cabeça dele. O Brasil ele tem que definir um rumo e insistir nesse rumo mesmo quando perder. A Espanha, assim, eu acho que é difícil apontar para uma direção e como se fosse uma receita de bolo. Eh, acho que cada federação e cada escola de futebol tem um. Um segredo, tem um um que diferente.
A a gente acompanhou muito nessa Copa do Mundo jogadores com duplo dupla cidadania, né? com, citei agora o Laporte, jogador nascido na França, mas que conseguiu a cidadania espanhola e jogou pela Espanha. E a França que dominou esses esses números, né, de de jogadores nascidos na França, 96 jogadores nascidos na França disputaram essa Copa do Mundo espalhados aí pelas seleções. Então você tem a captação de talentos de outros países que não atuam eh por suas seleções e podem defender uma outra seleção e assim você vai formando um time. É, você tem muitas seleções, já que eu citei a França, acho que é o caso da França, que apostam no talento individual. É, você tem a Espanha, que tem um modelo de jogo e aposta nesse modelo de jogo desde as categorias de base. É, desde sub-15, sub-17, sub-20, a Espanha tem uma forma de jogar. Aquela Espanha que enfrentou o Brasil na final olímpica a base daquela seleção, hoje ganhou uma Copa do Mundo e o trabalho do Dela Fuente dentro da federação, passando pelas categorias de base até chegar à seleção principal, acho que mostra um pouco desse trabalho da Espanha. São.
[roncando] Várias formas, né, Flávio, de se pensar futebol. Eh, o Anchelote agora vai ter um ciclo completo, mas o Bruno falou e eu concordo, eu tiro o chapéu pro Dela Fuent porque é muito difícil você achar o coletivo dentro de uma seleção. Os treinadores têm pouco tempo para trabalhar, diferente do dia a dia de clube. E a seleção da Espanha mostrou nessa Copa uma das poucas seleções com jogo coletivo, senão a única seleção com jogo coletivo, Flávio.
É, mas acontece que a a a não é o dela fuente, é a filosofia adotada pelo futebol espanhol, que é aquilo que eu cobro.
É que como ele passou por várias categorias.
É, ele foi um grande.
Ajudou a formar esses jogadores, muitos deles.
Ele é um grande executor, ele executou muito bem. E eu tenho impressão que no momento que ele pegou lá um anúncio de jornal, que aí que ele foi aprovado, né, para entrar na Federação Espanhola, foi cobrado dele, se ele colocaria em prática esse modelo, se ele conseguiria fazer isso. E ele fez. É, é simplesmente isso. Você vira um gestor de grupo porque o modelo de jogo já tá definido. É isso que eu cobro. Um modelo de jogo brasileiro, seja ele qual for, define e vamos embora, senão fica difícil. E melhorar a captação de jogador, isso é fundamental. A base. O Brasil cada vez mais tá trazendo jogador de fora sem identidade nenhuma, inclusive de jogo. Fora ser jogador ruim, mas eles não tem identidade de futebol nenhum. São jogadores nômades e tal, jogadores de baixo nível, jogadores que não tem identidade nenhuma e você não tá colocando o garoto para jogar. Então nós não temos modelo de jogo nenhum em lugar nenhum. E aí é difícil porque aí você vai precisar de gênio. E gênio não aparece assim, né? E nisso a CBF pode fazer, né, colaborar, porque há essa captação feita pelas federações. Na França é muito forte isso, né? A Federação Francesa coordena essa captação de atletas, de buscar atletas eh que estão ali às vezes na periferia de Paris, das outras cidades francesas, a federação monitorar isso, colocar eh pontos de centros de desenvolvimento da própria federação em espalhar pelo país, né, no caso a CBF, espalhar pelo Brasil, monitorar, trazer jogador, trazer jogador para treinar no CT de jogadores franceses, muitos deles treinaram em CL Fontain, que é o CT da seleção francesa enorme lá para fazer isso. Como se fosse a Granja Comari. Nossa, treinar lá e depois você distribui na base dos clubes, porque os clubes eles não vão seguir uma linha junto com a CBF. Cada clube vai ter a sua maneira de jogar, a sua ideia. O o Flamengo, Palmeiras, Corinthians não vão jogar todos iguais, Cruzeiro, São Paulo, cada um vai fazer a sua ideia. Cada um vai ter sim. O Real Madrid é muito diferente do Barcelona, então tinha que ser uma coisa pensando em seleção e na captação de atletas. Aí cada um, a CBF pode ajudar nessa captação, depois cada um vai para um clube. Eh, ele, mas ter na seleção brasileira, desde a base, um jeito da seleção brasileira jogar, seja qual for, não é ninguém tá dizendo, não, tem que jogar igual a Espanha, não. Criar como que o Brasil quer jogar. Vamos trabalhar isso aqui desde a base todo mundo. Vamos buscar jogadores, esses jogadores treinarem aqui um tempo aqui na aqui na Granja Comari, eh, com treinadores nossos, entender mais ou menos o nosso modelo de jogo. Vamos buscar jogadores espalhados aí no interior do país, um país enorme como esse. E a CBF fazer esse trabalho não deixar isso pra base dos clubes ou pros empresários buscarem esse jogador. Eh, o empresário muito vai buscar o jogador e quer fazer negócio, ele vai querer eh negociar o mais rápido possível. Os clubes também querem fazer negócio, querem vender, mas a CBF ajudar nisso e mesmo que o atleta saia cedo, que depois ele vai para um clube, >> tem esse jogador ligado a CBF, ele já treinou aqui, pô, tá bom. Ele saiu, ele fez 18 anos e foi jogar lá em Portugal, mas ele tem uma ligação aqui que se não tiver ligação nenhuma, ele vai jogar por Portugal. Se ele sair daqui com 18 anos, se não for um cara de um enorme destaque, começa a jogar nos times menores lá, começa a destacar. Ali tem um convite, é, quer jogar na nossa seleção? Hoje dois filhos de jogadores importantes brasileiros, eles estão jogando na seleção de base de outras seleções. O filho do Thiago Silva, que ainda está em atividade, vai voltar a jogar no Fluminense agora, já voltou até. O filho do Thigo Silva é jogador da seleção da Inglaterra de base, o filho do Marcelo é jogador da seleção da Espanha de base. Então assim, esse tipo buscar jogadores, trazer uma identidade, eh, vem treinar aqui um tempo com a gente, fica um tempo aqui na Granja Comari, depois você volta pro seu clube, mesmo que seja no exterior, mas criar e e ir colocando já um modelo brasileiro de jogar futebol na seleção brasileira.
Você me fez lembrar do Thiago Alcântara e do Diego Costa.
Rafinha também que é irmão do Thiago Diego Costa. Outro exemplo.
Diego Costa, jogadores poderiam atuar pela seleção e escolheram jogar por outros países. Pepo, zagueiro, Pepo, Deco.
Deco.
Seria mais fácil a gente fazer um escândalo porque a seleção brasileira, porque a Espanha, não, gente, vamos detectar o problema. Eu acho que a gente tem que nós podemos ajudar um pouquinho nisso, né? Nós não vamos captar jogador, não vamos fazer treino, nada disso. Mas acho que é legal a gente tentar dar pelo menos, ó, é só olhar o que tá sendo feito. Quando eu propus o desafio da gente comparar jogador, foi exatamente para mostrar que o último problema é o jogador.
É.
A Espanha não tem garra. A Espanha não é, não tem a garra dentro daquela, ela foca, ela é focada no trabalho que ela faz, né? Não é um, você ganhar uma cópia, você não precisa ser uma vaca brava. A seleção de 70 não era assim. Você não precisa ser assim. Argentina é assim. Uruguai quer mais garrafa que Uruguai. Não ganha nada, sai na primeira fase, porque não tem nada, fica tudo complicado, né? Então, eh, é isso, é, é, gente, vamos tentar criar um modelo, vamos criar um modelo de seleção brasileira, que senão não vai ter jeito, vai ficar nisso. E o Brasil vai cair cada vez mais, viu? Porque os outros estão se ajeitando. Marrocos está criando um modelo de jogo.
Marrocos cada vez mais longe.
Portugal evoluiu, a Espanha, não precisa nem falar, a Inglaterra evoluiu, a França hoje é o top de linha. Nós já estamos falando em cinco. Aí.
O Brasil vai ficando para trás. Falando do nosso lado de imprensa, eu sei que isso é meio inútil, mas enfim, vamos dizer, tentar deixar um ambiente menos tóxico no futebol brasileiro também, né? Porque eh claro que não é imprensa que decide as coisas, né? Quem toma decisão são os dirigentes. Eh, mas o a gente querer destruir tudo na primeira derrota, seja nos clubes ou na seleção, isso com as redes sociais ficou ainda mais exacerbado, porque a rede social ela premia o exagero.
Sim. Ela premia o caos, o drama, a polarização, que é uma palavra muito usada na política, mas no esporte dá teu sentido, ó. Eh, coisas assim, ah, eu sou fã do Messi, então automaticamente você odeia o Cristiano Ronaldo. Ou oo contrário, eu sou fã do Cristiano, então você odeio o Messi. Aí quando o cara fala que gosta dos dois, não, você tá, você tá em cima do muro. Não, você pode gostar dos dois, você não precisa para gostar do Messi ou Cristiano. Ou no caso aqui no nossa, o debate sobre Neymar ser convocado ou não. Tinham argumentos bons para não convocar e bons para convocar, mas vira uma guerra. Não, então se você é a favor que o que o Neymar vá pra Copa, eu sou contra, eu odeio você. Assim, é uma loucura. Eh, se você é a favor, você é um é um puxa-saco, é um babao. Se você é contra, você é antibrasil, é antifol brasileiro, você odeia ele. Não tem. E tá tudo indo pro exagero. E isso no nosso dia a dia do futebol vai recomeçar, já recomeçou o Brasileirão, agora todo mundo vai voltar à atenções pro brasileiro de vez, com o fim da Copa, pra Libertadores, pra Copa do Brasil. Isso acontece no dia a dia, assim, qualquer derrota é drama, qualquer derrota é tragédia, qualquer derrota o técnico tem que cair, qualquer coisa o juiz roubou, tem um esquema, tem um sistema. Eh, isso não é só da nossa parte, da parte do de jogadores, dirigentes e treinadores que trabalham aqui também, né? Deixar um ambiente mais tranquilo também para poder desenvolver, porque hoje assim, você fala: "Ah, o cara tem que ser desenvolvido aqui". O que que faria além da grana um jogador ficar aqui? O ambiente é terrível. Você perde um jogo, você não pode sair na rua no outro dia. Aí é violência do nosso dia a dia, eh, de torcidas e que nós imprensa, influenciadores, seja lá o que for, muitas vezes incentivamos eh de achar que é um absurdo cara ir num restaurante e jantar no dia seguinte do jogo.
Eh, porque você sabe que aquela torcida que te segue e que é o seu a sua bolha, ela está revoltada com esse jogador. Você para ganhar audiência na rede social, para agradar sua bolha, você vai você vai para cima daquele cara. Eu sei que essa torcida, os caras que me seguem estão odiando esse cara, eu vou aumentar o ódio para esse cara para esses caras me me eh exaltarem e me darem mais audiência. Então, da nossa parte também dá para fazer alguma coisinha, mas eu sei que é um discurso inútil que já na próxima semana já vai tudo pro espaço.
Não? Eh, o fator psicológico realmente conta muito, né? E a gente já teve aqui a oportunidade de conversar com treinadores brasileiros, estrangeiros que atuam, que atuaram no Brasil. E é uma unanimidade quando você conversa com treinadores que treinaram clubes brasileiros, né, na nossa elite do futebol, que é esse fator emocional, esse fator psicológico. Eh, a todo momento você ter que, até um treinador me falou que os jogadores são muitas vezes como flores e o treinador tem que ficar regando esses jogadores o tempo todo. Ó, você é o melhor, ó, você é o cara. Porque esses jogadores não, se não, se não fizer isso, eles acabam se perdendo no dia a dia. Também muito em função dos comentários de rede social. Acaba o jogo, o jogador já tá com o celular aqui. Pode ter 10 comentários elogiando o jogador, um criticando. Às vezes você dá mais importância para aquele que tá te criticando que para aquele que tá tá te elogiando. Se o jogador não acompanha a rede social, mas ele tem família, tem filho que vai pra escola, então é muito difícil, né, blindar o jogador de tudo que se passa.
Eh, nesse momento com com rede social e com as notícias chegando cada vez mais rápido. E a crítica vai acontecer, não tem jeito. Quando o cara joga mal, ele vai ser criticado. Mas assim, o que eu quero dizer da nossa parte é que acho que a crítica tinha que ter um fair play. Entrada na bola, não na canela do cara, né?
Exato.
Na bola leal, né? Ir na bola para roubar a bola duro, falando jogo de futebol e não ir para quebrar a perna do cara, né? É uma coisa mais leal, não desleal, né? Não ir lá para arrebentar o cara, né? É uma coisa dentro do normal. Jogou mal, isso aqui foi ruim, isso aqui não foi, isso aqui foi e não ir no meio do cara para acabar com com a vida do cara, né? Ah.
E aí é um um debate importante que a gente tá tendo sobre o futuro do futebol brasileiro, da seleção brasileira. Eu acho que todo campeão de copa, não vou dizer todo campeão de copa, mas muitas vezes a seleção campeã acaba influenciando, pode influenciar o futebol de muitas equipes. E é isso que eu que eu espero, que eu torço, é para que muitas equipes aqui do futebol brasileiro deixem o jogo reativo de lado e possam ter um jogo, não sei se igual, mas parecido com o da Espanha, de propor jogo, de ter a posse, de querer ter a posse de bola para acabar essa história também dentro do futebol brasileiro de, ah, o time que joga sem bola, mas como é que é, como é que vai jogar futebol sem bola? É um, é uma discussão profunda e espero que a Espanha possa inspirar muitos dos nossos técnicos, dos nossos clubes, dos nossos dirigentes, da formação, dos nossos jogadores também.
É muito importante, já foi citado, mas vamos estar de novo, que a Espanha vai perder muitos jogos.
Sim.
Que a Espanha vai perder copas. Talvez na próxima Copa ela chegue de uma maneira ruim.
Sim.
Não existe modelo de jogo ou estratégia que você ganhe sempre. Então você tem que ser tolerante com descendente quando perde dentro dos limites. Claro. E você tem que ser eh parcioso quando ganha. Não é quando ganha tá tudo bem. Quando perde tá tudo mal. Às vezes quando você ganha são acidentes e e uma e uma vitória acontece e você não foi bem, você não merecia ganhar. E às vezes você ganha sem merecer. Isso acontece também no futebol de você conseguir alguma coisa que que acaba deixando eh meio maquiado aquilo que você errou. Então, tudo que a Espanha fez foi correto. Não, a primeira fase da Espanha não foi boa. Ela ela empatou com Cabo Verde e Cabo Verde é Cabo Verde. Não, não vem com essa conversa. Cabo Verde é uma seleção fraca. Não é porque ela engrossou com a Argentina e que ela empatou com a Espanha. Ela é uma seleção fraca, sim. Não poderia acontecer isso.
O jogo com o Uruguai foi muito ruim.
Exato.
Foi 1 a 0 porque o Museleira tomou um frango.
Não poderia acontecer isso, né? Então tem que fazer os levantamentos. Agora tudo que a que a sei lá tudo que o Brasil fez ruim, não tem coisas que você pode aproveitar. Você, por exemplo, você descobre um Raian, você acha um um fica claro que um que o Mateus Cunha, por exemplo, pode ter algum futuro. Você tem um um Bruno Guimarães, você tem uma zaga bem composta. Vinícius Júnior assumindo o protagon assumindo esse protagonismo. Então acho.
Contra Marrocos não perdeu porque ele tirou um coelho da cartola ali.
Claro. Então sabe, não é assim, Brasil perdeu. 11º lugar é ruim pro Brasil péssimo.
Pro nível do Brasil é pouco, mas não é uma tragédia. Calma. E também a Espanha não tá tudo perfeito. Eu tenho certeza, ou pelo menos imagino que eles façam isso, que eles vão chegar lá e fazer um balanço. Gente, olha, a gente ganhou, mas isso, isso, isso tá errado, né? Então acho que isso é é fundamental. Tem um ah, daqui a pouco a Espanha joga com o Brasil. O Brasil empatou lá. Empatou, né? Trê a trê.
Empatou trê a três.
É, tá vendo? O Brasil empatou. Tá. E aí?
[roncando] Tá tudo resolvido. Não tá. Então, sabe, acho que a gente precisa tomar certos cuidados, mas criar uma ideia de uma identidade de jogo. Não é negócio de patriotismo. Isso é tudo cascade. A.
Espanha passou 12 anos perdendo. Entre a Euro 2012 e a Euro24. Foram 12 anos perdendo.
Isso aí de patriotismo. Se ó, se há pessoas que não t nenhum apego ao país, são os catalães e os Vascos. Eu não tô nem aí com a Espanha. Muitos deles não tão, sabe? Eles queriam fazer seleções separadas. Na Copa de 82, o País Vasco queria lançar um time separado, campeão do Real Sociedad. Eles queriam fazer um participar da eliminatória para jogar a Copa contra a Espanha. O Brasil jogou várias vezes contra a seleção da Catalunha, umas três amistosas antes da Copa de 2002.
É, o Guardiola ele é contrário inclusive a essa unificação da Espanha. Não tem essa coisa. A Espanha não tem patriotismo.
[limpando a garganta] Não tem bola, tem jogo. Então essa coisa, ah, mas falta amor, falta, gente. Vamos dizer que faltasse amor. Ninguém tem desamor por 6 milhões na conta. Os caras perderam porque não deu para ganhar mesmo, pô. 6 milhões na conta, você vai ter: "Ah, não, eu não gosto da, eu eu não não sou um patrioto." Tem nada a ver com patriotismo, não era guerra, era jogo de futebol. Tem a ver com tá bem preparado, tá mal preparado, tá com a cabeça legal ou não legal para você jogar futebol. É isso, só isso. Não, não perdeu. Ah, perdeu porque não veio para cá depois. Bobagem, não muda nada. Ganhou. Se viesse para cá teria ganho. Não ganha nada. Não muda nada. Isso é tudo bobagem. Isso é tudo conversa mole. Futebol é outra coisa.
O Dela Fuent falou na entrevista coletiva ontem. Estamos de volta à rádio Jovem Plan, que os jogadores após o título conversaram com ele e falaram: "E aí professor, vamos ganhar o que agora?" Que já ganhou tudo, né? Já ganharam Copa, Eurocopa, Nations League.
É isso. I ser mascarado.
O Cucurelha falou até, eu não sei se vai pra frente, que ele é um jogador jovem. Eu, o Corelia ainda tem a possibilidade de jogar pela Espanha, mas chegou a dar uma entrevista, vai ter 31 anos na próxima Copa com o Corelha. De que assim, ah, se ganhar a Copa do Mundo agora, não sei se eu vou continuar na Espanha, talvez meu ciclo esteja encerrado. O Corelha chegou a falar do do filho dele, né?
Pode ser também, pode.
Filho dele tem um problema, o menino é autista e ele tem, não tem conseguido férias, né? Ele tá, o ano passado jogou pelo Chelsea o mundial, agora esse mundial, então eu acho que ele vai querer dar um tempinho para ele também.
Em um ano campeão do mundo de clubes no novo formato e campeão do mundo de seleções. Com o Corelha tem isso também.
Você falou que vai também fazer uma tatuagem do rosto do Dela Foita. E o É verdade. O Dela Fo falou: "Eu vou cobrar.
Espero que seja no local mais acessível, né? Tem algumas pessoas que fazem umas tatuagens estranhas em locais estranhos com rosto de técnicos ou nomes. Então realmente é melhor fazer um local, né? Uma coisa mais acessível, mas não é verdade?
Tem razão, Flávio. A gente vai cobrar. Nós vamos cobrar aqui o Cucurelha.