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#149 - TRANSFORME AUDIÊNCIA EM NEGÓCIOS | Roberth Resende

Receita de Sucesso - Juciel Oliveira1:32:24

Transcription

Entreter não é fazer os outros rir, é você chamar a atenção por algo que você tá falando. É assim que funciona a máquina. Quanto mais pessoas você serve, mais vida você transforma. Quanto mais você transforma, mais você vende. É o gatilho da reciprocidade. O rico não perde tempo. O rico ele tá sempre em busca de benefício próprio, porque é a vida individual. E a partir disso, ele se torna uma pessoa egoísta e o egoísmo dele faz ele enriquecer. E é assim que tem que ser todo mundo mesmo. Quando eu entendo que as pessoas são egoístas e que há o egoísmo dentro de todos nós, eu só tenho que falar sobre a vida dela para ela prestar atenção em mim. Se eu falo sobre a vida dela, eu estou falando sobre o ponto máximo de interesse dela. Simples assim. Se você não consegue ser interessante, poste pouco. Se você consegue, poste muito.

>> Só d no meio mesmo. >> Olá, seja muito bem-vindo ao Receita de Sucesso Podcast. Meu nome é José Oliveira e esse é um podcast de mentoria gravada com as pessoas mais bem-sucedidas do país. As perguntas desse podcast foram elaboradas de forma estratégica para direcionar a resposta dos nossos mentores que revelam verdadeiro passo a passo para que você também possa alcançar o topo. Para mais conteúdos me siga nas redes sociais oliveira. Vamos à mentoria que está absurda. Ao meu lado nessa condução ela Karen Race. Já falo seu ar para eu não esquecer de novo. >> @carenras. Gente, vai lá no meu Instagram e me manda quem você quer ver sentado aqui na cadeira do Receita de Sucesso Podcast. >> Me ajuda hoje nessa condução, hein, que vai ser histórica, épica, vocês já vão entender o porquê. Antes, vai lá no YouTube, se inscreve, Receita Sucesso Podcast, toda semana tem mentor novo, Instagram, Receita Sucesso Podcast, segue a gente. Vai lá no Spotify também, se estiver gostando, deixa cinco estrelinha e fala, né, cara, quem quer ver sentado na cadeira do Receita de Sucesso Podcast e dê seu feedback. Sem mais delongas, vamos ao nosso mentor de hoje. Papo é sério aqui hoje. Nosso mentor de hoje é Horit Resend, que é empreendedor digital, criador de conteúdo e fundador da Outfit Home, uma plataforma que une tecnologia, fitness e performance pessoal. Reconhecido pelo público como o bom e novo pai delas, Robert conquistou uma audiência massiva com autenticidade e visão afiada sobre comportamento, dinheiro e relacionamentos. Com formação e educação física, transformou sua experiência em um modelo de negócio digital lucrativo que inspira uma nova geração de criadores e empreendedores a viralizarem seus conteúdos de forma orgânica e a viverem com propósito. Hoje ele compartilha no canal Experucrativo as lições que aprendeu ao transformar engajamento em renda e influência em legado.

Olha só, cara, loucura. Eu já tava aqui, falei: "Cara, então tá, diz ele que 90 dias nós vamos ter 1 milhão de seguidores." >> Calma. >> Ele disse, ele não disse nada disso [risadas] não. >> Executar. >> Calma. >> Eu quero colocar ele na saia justa aqui. Primeiramente, obrigado por ter aceitado o convite. Seja muito bem-vindo à Receita do Sucesso Podcast. >> Obrigado pelo convite, né? Para mim é uma honra. E vamos fazer história aí. Estamos preparados. >> Vamos embora. E a gente tá falando, tem tem muito tema que dá para puxar com >> muito, muito, muito. Antes da gente começar esse bate-papo, gente, meninas, presta atenção aqui, ó. para tudo que vocês estão fazendo agora. Sabe aquela amiga solteira que tem dedo podre assim, ó? Você você vai parar tudo que você tá fazendo agora. Você vai encaminhar esse episódio para ela, que é uma maneira de você falar assim: "Criatura de Jesus, aprenda a escolher um homem certo para você". Bom, deixei a dica, [risadas] deixei a dica aqui já.

>> Então, cara, por onde a gente começa? pelo começo. >> Vamos começar pelo começo. É porque assim, bom, conta um pouco aí da da tua trajetória, então, pra gente entender, eh, porque você realmente, pô, você é um é um empreendedor, né? Transita bem em várias áreas, tem muitas coisas que você é muito bom. E depois a gente entra em alguns em alguns tópsicos aqui que são interessantes, principalmente esse ponto aqui que eu achei fenomenal. Cara, você ganhou 90, você ganhou 1 milhão de seguidores em 90 dias. É isso mesmo. >> Orgânico, sem tráfego pago, >> cara. >> Cque zero. [risadas] >> Caramba. >> E aí, começa por onde? >> Como? Pelo começo. >> Pelo começo, vai. Tá, já a gente entra nisso, ó. Aguardem. Já, ó, já tem um gancho aqui. Você quer saber como ganhar até 1 milhão de seguidores em 90 dias de forma orgânica, sem investir em tráfego pago, ele vai deixar a receita de sucesso. Mas antes vamos conhecer um pouco do Robert. Então, >> vamos. Bora. >> Bora lá. O Robert ele, gente, esse menino tem 29 anos. Eu tive a curiosidade de perguntar aqui com uma bagagem >> gigante, >> gigante. Começa contando pra gente, Robert, como que foi essa sua jornada empreendedora e como que você chegou nesses números tão astronômicos que a gente viu aqui.

>> Ótimo, né? Primeiramente é um prazer estar aqui falando com vocês, né, pessoal aí de casa. E a minha história empreendedora, ela começa em 2020. Eu sou personal trainer de formação. Tava ali naquela vida onde trabalhava 10 horas por dia, ganhava mal na cidade de interior, não tinha nenhuma perspectiva de crescimento. Só que a partir do momento que eu era personal trainer, que eu virei personal trainer, eu comecei também a ter contato com gente rica, né? Quem paga o personal normalmente é uma pessoa que ou é rica ou ganha muito bem. Então eu comecei a ter contato com outro mundo que eu não tive contato até então naquela época eu tô falando ali de 2018. Então antes disso era aquele pobre conformado que vivia um dia de cada vez e que não sonhava com coisas grandiosas. Eu não imaginava que eu podia ser rico, né? Porque o pobre ele pensa o seguinte: para ficar rico ou você passa perna em alguém, ou você ganha na loteria, ou você casa e ou você nasce, né, herdeiro? Então, como eu não ia fazer nenhuma das dessas coisas, né, umas porque eu não tinha nascido, eu não não sonhava também em casar para isso e muito menos jogar na loteria e muito menos passar a perna nos outros. Falou: "Então não vai ter como, né? Vamos ganhar bem aí e seguir o fluxo da vida". Mas o meu ganhar bem era 6 R$ 10.000 no máximo. Então eu tentava construir uma carreira na educação física, onde em 10 anos eu conseguisse ganhar esses 10.000 1 por mês. E eu comecei a faculdade de educação física porque eu gostava de esportes e era uma pessoa meio perdida na vida. Eu não tinha ambições, não tinha sonhos. Eu eu não tinha um caminho traçado, né? Igual adolescente. Normalmente na escola ele já sabe: "Ah, eu quero ser médico, eu quero ser advogado, não queria ser nada, cara. Eu queria ser jogador de futebol, só que aí a minha ficha caiu, que eu não tinha uma ferramenta necessária, que é o talento, e também eu não tinha o empresário. Eu falei: "É 18 anos, né? Deu ruim, vamos caçar um serviço agora". Aí eu fui tentando algumas coisas na vida até o momento que eu decidi fazer faculdade. Aí na faculdade foi onde eu virei homem, realmente eu comecei a levar a vida a sério, que eu comecei a entender o peso da vida adulta, porque enquanto você é jovem, as coisas ainda são mundo de fantasia. Só que aí eu vivi aquela fase que todo mundo viveu, que é do início da sua fase adulta, onde você fala assim: "Nossa, agora tem boleto, né? Agora você decorou seu CPF, a vida é só ladeira baixo". Aí meio que as responsabilidades começaram a cair no colo de um jeito diferente. Eu falei: "Opa, agora não dá mais só brincar, né? Agora eu realmente tenho que virar homem". Entrei na faculdade de educação física, comecei a estagiar muito cedo e esse período de estagiar muito cedo me colocou em contato com pessoas bem-sucedidas e as pessoas bem-sucedidas começaram a me mostrar um mundo que eu não vivia, um mundo que você tinha um carro muito bom, morava numa casa muito boa, comprava coisas legais, viajava para locais legais. Eu falei assim: "Tá que que interessante isso daqui, né?" E quando eu fui começando a ter um entendimento maior, uma curiosidade maior, eu comecei a perceber que aquelas pessoas não tinham nascido ricas. Alguma coisa fez com que elas saíssem da pobreza e conseguissem emergir, conseguissem subir financeiramente. Eu falei: "Tá, então tem jeito, né?" E um aluno que marcou muito a minha vida, né? Foi o Thiago Barcelos. É um advogado, tem um carinho enorme por ele, porque foi a primeira pessoa que despertou isso em mim. Ele era advogado e tinha acertado muito a mão na carreira, tinha casado aí, né? levou a mulher dele no alinhamento, balanceamento, pôs silicone, pôs o botox, pôs a fez a lipo, deixou a mulher maravilhosa e e falando com o amigo: "É, Robert, tem que investir na mulher mesmo. É isso aí". Aí eu falando, cara, que massa, né? Aí eu fui saber da história dele, tinha sido trocador de ônibus e fez a faculdade enquanto era trocador de ônibus e tinha enriquecido ali. Aí eu falei: "Tá, então tem como". E nisso ele começou a viver aquela fase de quando você começa a enriquecer, que você começa a adquirir as coisas que você nunca pôde, que é, por exemplo, experimentar carros, né? Eu gosto muito de carros. Aí ele a cada três, qu meses ele trocava de carro para experimentar. Não era aquela ostentação, era o cara vivendo o sonho dele. Todo mundo tem alguma coisa que você não faz conta dela, porque um dia você sonhou com aquilo, seja viagem, né? Tem gente que fala assim: "Não, meu investimento é viagem, eu gosto de viajar, isso que me faz bem, isso me faz fazer mais dinheiro". Então eu gosto de viajar. Então o dele era carro. A cada três meses ele compara comprava um carro novo, trocava, né? E ele me colocava lá: "Acelera o carro aí, cara, entra aí para você ver". Aí eu fui começando a alimentar essa chama de que eu poderia também um dia ser rico, que eu poderia um dia sair daquela limitação de ter que trabalhar de bicicleta para economizar a gasolina do carro, de não precisar fazer conta ali no supermercado, tipo assim, nossa, deixa eu ver se o crédito aqui vai dar, não tem débito, isso, eu passar vergonha no caixa. Eu comecei a entender que existia um outro mundo. A virada do pobre, eu gosto de falar que é quando ele descobre que existe um outro mundo, porque ele não sabe, cara. É verdade. >> Ele não sabe. Então aquelas pessoas que vieram de uma classe média alta já estão ali na cara do gol, já tem um nível de sofisticação maior. Agora, quem era classe média baixa ou ali bem na linha da pobreza mesmo, eles não sabem que existe um outro mundo. Eles não são ensinados a isso. Eles é ensinado a pensar pequeno. Se você é um pobre que começa a pensar grande no meio que você vive, as pessoas vão te podar. Eu crio muito conteúdo em cima disso, né? Elas vão falar: "Não, para com isso, vai quebrar, o mercado tá ruim, a crise". E tá tudo sempre muito ruim. E isso impede as pessoas de avançar em alguma coisa. E eu comecei a entender que eu podia, eu podia. E ele falou uma coisa com amigo que me marcou para sempre, falou: "Robert, você é muito talentoso, você é muito bom, só que você tem que parar de vender sua hora, senão você não vai enriquecer". Aí eu falei: "Tá, gostei, mas como?" Aí eu fui descobriu o como, né? Porque se você fica perguntando demais as coisas para Rico também vai te achar folgado e tipo assim, pô, você não tem, você não tem interesse de pesquisar, cara, você quer que todo mastigado aqui na sua mão, aí ele para de te ajudar, né? dica de networking, você que tá aí, cuidado com excesso de perguntas. >> Aí eu comecei, tá, dentro do que eu faço, o que que o que que eu posso fazer para enriquecer >> aqui? Pode ser de pergunta aqui pode só >> fazendo um parênteses. >> Que que eu posso fazer, né? Que que tá na no meu alcance? Se eu for seguir minha carreira aqui como personal trainer, eu vou ter um auge quando eu for o quê? Dono de um espaço, de uma academia ou de um estúdio ou de um box de crossfit, dono de alguma coisa. Só que eu sou pobre. Eu não, eu não tenho tipo assim uma base financeira familiar para eu bater na porta de um tio e falar assim: "Me empresta 200.000" e não tinha, não tinha nada, era eu e Jesus. E para se virar, eu não tinha nome no banco porque eu tinha ali meus 22 anos, não tinha contracheque, não tinha CNPJ, tinha nada, era um profissional liberal. Então o banco erri da minha cara, né? Aí eu pensei, pô, se eu for construir uma carreira onde eu vá juntar R$ 100.000, R$ 1.000, eu tô lascado porque não sobra nada daqui do que eu ganho. Ganho uns R$ 4000, R$ 4500 por mês, sobra nada. Se eu for juntar dinheiro, não vou conseguir. Se eu for pegar empréstimo, também não vou conseguir. Então, daqui 10, 15 anos, se eu dobrar o que eu ganho, talvez eu consiga juntar um capital para tentar o empreendimento. Só que eu não quero esperar. Não quero porque pode ser que chegando lá eu tenha esperado e não tenha conseguido ainda. Então, OK. e comecei a martelar isso. Logo apareceu a internet. A internet apareceu na minha vida como a oportunidade que eu precisava. Por quê? É o único local que você consegue começar alguma coisa com R$ 0 de investimento. Se vocês quiserem começar, suponhamos, né? Estamos dois é desempregados aqui, vocês como casal e queremos começar um podcast, OK? Hoje vocês têm essa estrutura aqui maravilhosa, mas se vocês quisessem ligar um celular na câmera horizontal e frontal sem microfone, vocês também conseguem. >> Hoje nós temos exemplos de youtubers, de tiktokers, que com celular arregaçado nas mãos, eles conseguem bater 500.000 seguidores. Então vocês conseguiriam? Quer dizer que seria na mesma facilidade? Talvez não. Mas vocês conseguiriam. Isso é fato. Vocês conseguiriam começar sem estrutura nenhuma, que foi o que eu fiz. e aos poucos, com o seu crescimento, você ir fazendo os upgrades de estrutura. Então, a internet ela é democrática, ela permite que o pequeno comece sem nada e vá subindo aos poucos. E naquela época, a minha esposa, né, que é na época minha namorada, a Júlia, ela começou a me influenciar muito a vir pra internet. Não vai pra internet. Eh, você você acabou de ser demitido de lugar, eu acabei tinha acabado de ser demitido do lugar que eu trabalhava, que era um box de crossfit que tinha 600 alunos, que era vitrine da cidade. Ali eu conseguia pescar aluno personal, eu conseguia aumentar minha renda. Aí eu fui demitido eh por um atrito que eu tive com o dono. E naquele momento eu fiquei desesperado porque eu tinha perdido a minha vitrine. E eu comecei a ter alguns desesperos ela falando: "Vai pra internet, as pessoas adoram ver você treinar. As pessoas adoram você dando aulas, vai dar aula na internet". Falei, Júlio, você é louca. Tipo, quem vai querer ver conteúdo meu? Nada a ver isso daí. Aí fiquei um mês batendo cabeça, né? Aí hoje eu falo que o homem que não escuta a mulher dele não enriquece. O homem que não escuta a mulher, ele não fica rico, tá? Você que tá ouvindo aí, presta atenção nisso. Aí ela insistindo muito e eu lutando. Não, nada a ver. Vou caçar internet, ninguém quer ver conteúdo meu, não. Até que eu comecei, ah, comecei a arriscar algumas coisas ali. Nisso, no primeiro mês, eu já vi aquele microesultado. Que que são microres resultados? Eu ganhei 50 seguidores. Uma pessoa que não cria conteúdo para ela ganhar 50 seguidores, talvez ela leva 6 meses, talvez um ano, eu ganhei aquilo em um mês. Eu falei assim: "Opa, não, né? Alguma coisa funcionou. As pessoas realmente estão minimamente gostando disso aqui que eu tô fazendo". Aí eu comecei a organizar movimentos orgânicos ali com redes sociais, de dar 14 dias de treinos em casa pras pessoas, de fazer com que elas treinassem em casa, porque era professor de funcional ao ar livre na praça. E aquilo ali foi dando certo. Quando foi dando certo, eu fui me estimulando, porque eu sempre fui um cara que gostei muito de tecnologia. Eu gostava muito de videogame na vida, na na infância, né? E eu sempre tive facilidade com tecnologia. Então, o celular para mim foi uma coisa onde eu me encontrei foi a internet, né? Eu sempre me encontrei na tecnologia e quando chegou a internet era como se fosse o meu mundo me esperando. Aí eu comecei a criar um hiperfoco muito grande naquilo ali. Comecei a ganhar 100 seguidores, 150, 200, 300. E aquilo ali foi alimentando a máquina. E quando eu parei para perceber, eu já tinha criado uma mini base de fãs que adoravam o que eu tava fazendo. Eu já tinha ganhado uns 1000 seguidores. Aí eu falei assim: "Tem alguma coisa aqui que eu posso fazer? Porque agora eu tô tendo visibilidade de novo, tô sendo descoberto, as pessoas estão me contratando. Então, se eu intensificar, quando eu tiver formado em educação física, eu vou ter uns 10.000 seguidores, eu vou pegar vários alunos ali na minha cidade. Essa era minha ambição naquela época. Tô falando de julho de 2019. E quando foi em março de 2020, né, já pulando umas etapas, eu decidi abrir meu primeiro infoproduto, minha primeira primeira empresa. E foi ali no dia 10 de março que eu fiz a minha primeira venda de uma plataforma de treinos em casa e ali começou a minha carreira na internet. Então o começo foi esse, né? A internet me permitiu, é, ali morando nos fundos da casa da minha avó com um iPhone 6 Plus nas mãos, com 16 GB que cabia três aplicativos, né, que era o Santander, o Instagram e o WhatsApp. E para eu gravar um vídeo de um minuto, eu tinha que apagar um dos três, né? Normalmente era o Santander. Aí eu gravava o vídeo, postava, tinha que apagar o vídeo para baixar o aplicativo de novo, se eu quisesse. Só cabia isso. Então era uma casa eh sem estrutura para eu ter um cenário adequado, era sem recurso nenhum e era eu e o celular nas mãos. Foi assim que eu comecei a empreender. Por isso que eu falo que uma pessoa, por mais pobre, simples que seja, pode ser uma casa sem reboco, pode ser uma casa no tijolo, se ela souber entreter as pessoas, que é o que acontece hoje com microinfluenciadoras, principalmente do TikTok, ela consegue começar, cara. É loucura isso. Então, esse foi o meu começo. A internet me permitiu começar com R$ 0.

>> Muito bom. Vamos lá que eu estou fritando aqui. Quando você fala entretê, define entretê, porque você já me deu uma ali no meio nos bastidores. Você falou entretém significa contar piada. O que que é entretend? Então vamos deixar bem, já vamos começar aqui os caminhos da da viralização. Então, primeiro é o que que é entretenimento? >> O que que é entretenimento? Entreter é você chamar a atenção para alguma coisa. A Globo quando passa uma novela, ela entretém, mas ela não conta piada na novela. Ela ela prende a atenção das pessoas. O futebol, futebol todo domingo 16 horas ele entretém uma massa, mas não tem ninguém lá fazer ninguém rir. Muito pelo contrário, as pessoas estão tensas, eufóricas, estão apreensivas do que que vai acontecer com o time delas. Então, entreter nada mais é do que você chamar a atenção. Como que eu descobri o jogo do entretenimento? A partir de agora que vocês já sabem do que que eu tô falando. Quando eu comecei, eu não tinha R$ 1.000 que seja para investir em tráfego orgânico. Eu não tinha dinheiro. É sério quando eu falo isso, né? Não é exagero. Eu tinha um cartão do Santander ali de R$ 2.000, onde eu tinha que ficar jogando ali para virar o mês. Então eu não tinha sequer um cartão para arriscar em tráfego pago. Mesmo se eu tivesse, eu não ia arriscar porque eu não sabia nada. Não sabia nada de internet quando eu comecei. Nada, nada, nada. Eu sabia gravar vídeo e postar vídeo. Aí eu falei: "Tá, se eu não tenho tráfego pago, eu tenho concorrentes que têm milhões de seguidores, milhões em anúncios por mês, que era a época de pandemia, o custo do lead muito barato, todo mundo socando dinheiro em tráfego." Aí os concorrentes tinham estrutura, prova social, tinham tempo de casa, tinham uma empresa consolidada, gestão, processo, tinha tudo. que eu era um ser humano com celular nas mãos e só aí eu falei: "Tá, de igual para igual não dá para competir com essa galera. O que que eu tenho para competir com eles?" Aí eu comecei a a pensar por fora da estrada principal. Eu sou o tipo de cara que é o seguinte: tudo que eu vou entrar, eu penso, como é que eu tenho o mínimo de trabalho com o máximo de resultados? Ok? Então, se eu fosse seguir o caminho deles, eu ia bater de frente com eles e bater de frente com os gigantes. É muito difícil. Não tem como hoje você querer abrir um aplicativo de marketplace que vende roupas e querer competir com a Shin. Você vai ser engolido, não tem como. É impossível hoje, cara. É praticamente impossível. Ou seja, se eu não hã, vai ter que ser criativo. >> Vai ter que ser muito criativo. Você vai ter que ser assim, a disrupção do ano, senão você não consegue, ela vai te engolir. Eh, logo eu pensei o seguinte, tá? O que que eles não fazem que eu posso fazer? Porque aí que tá o segredo. Se eles não estão fazendo, eles estão dando brecha para alguém fazer. >> Gostei dessa. Ó, pega aí, ó. Primeira pergunta aqui da receita, ó. O que eles não estou fazendo que eu posso fazer para me diferenciar? Boa. >> Sim, sim. Eu vou conectar com o meu movimento de 1 milhão de seguidores em 90 dias agora. >> Ótimo. >> Eh, o que que os meus grandes concorrentes fazem que eu não consigo fazer? Listei tudo. Tráfego pago, bater de frente e fazer o jogo tradicional não dá. Agora, o que que eles não fazem? Eles não fazem um tráfego orgânico com qualidade por quê? É muito cômodo para uma empresa. Você cria um anúncio, você cria uma página de vendas e o o cliente clica ali e compra e você tem R. Então tá tudo certo. Se eu tô tendo um um grande resultado aqui, para que que eu vou quebrar a cabeça com tráfego orgânico? Eles sempre pensaram assim, eu sempre entendi esse jogo porque de fato, cara, se for para você colocar alguém aqui no seu lugar para ter o mesmo resultado, talvez você não viria, talvez você ia descansar, você ia fazer uma viagem, só que você é o vocês são os condutores desse negócio aqui. Então eu entendi que, eh, eu fui listando tudo que eles vão fazer, não fazem um tráfego orgânico de qualidade, não se interessam por posts que engajam. Opa, aqui eu ganho. Eles não respondem direct. Eu peguei o Instagram da minha mulher, público feminino, e mandei direct para uns cinco concorrentes. Nenhum respondeu. Falei: "Opa, não dão atenção pr as pessoas". Fui, comecei seguir eles e vi que eles não produziam conteúdo de stories que gerava conexão. Opa, aqui eu ganho. Fui pesquisar mais, né? Que mais que eu tenho aqui? Eles não cuidam do aluno, não tem um contato ali próximo com o aluno, com o cliente deles, né? Opa, aqui eu ganho. Então, fui listando tudo que eles não faziam. Por quê? em cima de brechas de mercado, é que o pequeno consegue crescer, é que o pequeno consegue aparecer. Então, se você preenche uma lacuna de mercado que está carente, você ganha atenção das pessoas. O cliente ele preza pelo ótimo produto? Sim. Ele preza pelo mais conhecido, sim. Mas se você apresentar para ele uma oportunidade muito boa, onde você vai conseguir entregar aquilo que os grandes não entregam, ele vai querer você. É natural. Isso é, isso é simples. Então eu comecei a atingir as brechas de mercado e a principal delas foi o tráfego orgânico. Já que eu não tenho tráfego pago, o que que eu tenho para bater de frente com o mercado? O orgânico é postar um post e torcer pro algoritmo ali entregar ele. No começo eu só bati cabeça. Fiquei ve meses na internet batendo cabeça. Só batendo cabeça, só tentando, tentando e nada dava certo. Na época tava crescendo um tal de TikTok 2020, né? Chegou no Brasil um tal de TikTok e todo mundo falando daquilo, que o algoritmo tava muito bom, que era muito melhor que o do Instagram, que é isso e que aquilo e que você deveria ir pro TikTok, que era a bola da vez. Eu falando, gente, mas eu posto lá, dá 300 visualizações, dá 500 e no Instagram eu ao menos consigo vender, porque no TikTok não tinha nenhuma cultura de venda. Eh, então eu fiquei pensando, pô, mas que que TikTok, gente? Eu posto lá, não dá nada. Aí tentando, meses tentando na manivela, cara. E quando foi no mês de abril de 2020, eu pensei o seguinte: é o meu último vídeo nessa plataforma aqui. Se não der certo, eu largo esse negócio para lá. Vou focar só no Instagram, que no Instagram, ao menos, eu tô ganhando uns uns 10, 15 seguidores por dia, tá tá acontecendo alguma coisa. Eu falei: "Tá, vou fazer o último vídeo, mas vai ser o vídeo. Agora eu vou parar de fazer as coisas no automático, eu vou me concentrar em fazer o vídeo pro TikTok". Então eu reuni todas as informações que eu precisava, tipo assim, concentra, faz um negócio caprichado. Aí eu falei: "Tá, tudo que eu tô postando até agora não vai de encontro ao meu público alvo". Por quê? Eh, não adianta você querer vender o que você vende, né? Vocês falaram que trabalham com consórcio para alavancagem patrimonial. Não tem como vocês quererem vender isso focando no público do Minha Casa, Minha Vida. Tô certo? >> Correto? >> Sim. >> Então, era basicamente uma analogia dessa que eu fazia. Eu produzi um conteúdo para treinar em casa, mas era um treino difícil para mulher que tá acima do peso fazer. Falei: "Tá, então deixa eu fazer um negócio bem facinho que qualquer dona Maria consegue fazer". Aí o negócio foi e pegou 10.000 visualizações. Eu falei assim: "Opa, que que é isso aqui? Alguma coisa tem nesse vídeo. Alguma coisa esse vídeo tá querendo me dizer." Aí eu comecei a fazer o seguinte, tá? Deixa eu ver se não foi sorte, se não foi um bug de algoritmo, deixa eu fazer mais uns cinco desses aí. O próximo pegou 50.000, o próximo 100.000. O próximo 250.000, até que o último bateu 1 milhão de views. Isso eu tinha 2000 seguidores. Falei: "Cara, peguei o esquema. Peguei o esquema porque eu consegui entreter a atenção das pessoas com aquilo que era de nível de interesse delas". Então, naquele vídeo eu escrevi treino nível iniciante para emagrecer em casa. Ou seja, de total interesse da pessoa, tudo fechado, ela acima do peso, ansiosa. E eu apresentei uma solução para ela que ela conseguia fazer. Casou tudo, casou toda a ideia. Aí eu fui analisar os anteriores que eu fazia. Era coisa muito difícil da pessoa executar. De fato, eu não tinha esse nível de percepção. Por isso que eu falei com vocês ali no no off antes de começar. Você não pode pensar com a sua cabeça, sempre com a cabeça do cliente. É esse que o beabá do do algoritmo, né? do algoritmo da vida de qualquer produto. E nisso aquele vídeo, aquele aquela leva de vídeos bateram eh milhares de visualizações. Fiz esse que bateu 1 milhão, eu modelei esse do milhão e bateu os outros uns outros cinco com 1 milhão. Ali minha carreira orgânica começou. Ali eu comecei a conquistar leads a custo zero. Ali eu comecei a transferir público para um Instagram. Eu comecei a conseguir vender um pouco mais e a minha carreira começou. Então eu entendi que entreter não é fazer as pessoas rirem. Não é fazer as pessoas darem gargalhada, é contar piada, é não. Entreter é você fazer algo que faz com que as pessoas prestem atenção em você e a partir disso você consegue vender aquela sua solução para elas. O a televisão, o que que a televisão sempre vendeu muito comercial? Ela tá te apresentando uma novela muito interessante. Você tá vidrado ali. A família tá na sala. Tô falando do dos anos 2000, né? A família tá na sala, todo mundo reunindo, querendo assistir a novela das 9, né? falava novela das oit. Na época era das 8. >> É novela das 8. Então, é claro, tá todo mundo prestando atenção na televisão, então eu posso colocar uma propaganda da Bombril do IP. Aí quando você escuta a musiquinha duvidar por detergente IP, aí você vai no supermercado. Tô vendo aqui os detergentes para comprar, né? Acabou lá em casa. Opa, IP, já vem a musiquinha na sua cabeça, toda associação e você compra. É assim que a televisão vem de comercial, é criando um entretenimento em cima de uma coisa que vá te prender para ela vender o quê? Patroc patrocinadores, para ela vender comerciais, para ela vender aquilo que estão investindo nela. Então, é assim que funciona a máquina. Entreter não é fazer os outros rir, é você chamar a atenção por algo que você tá falando. Isso aqui é um entretenimento. A pessoa tá aqui assistindo a gente até agora e é o entretenimento. Nós estamos entretendo ela e a partir disso, se tivesse um patrocinador aqui, ela estaria vendo a marca desse patrocinador e esse patrocinador estaria levando essa vantagem, sacou? É assim que que marcas fazem hoje.

>> E tem, vamos aproveitar então que esse podcast tem o patrocínio da Monteu. Se você tá pensando em diversificar sua carteira com segurança, Monteu é a maior especialista em estratégia usando o consórcio imobiliário como ferramenta de alavancagem, onde você tem duas grandes possibilidades. A primeira, você define valor de aportes mensais. A Monte vai fazer uma assessoria estratégica. Quando você é contemplado, você tem a opção de comercializar essa carta, realiza o lucro e não paga mais parcelas e pode reinvestir novamente. Ou você pode optar por fazer como Robert Kosak, autor do bestseller, pai rico, pai pobre, consultor de bilionários americanos, que tem mais de 15.000 imóveis nos Estados Unidos, com essa estratégia do fluxo de caixa positivo, ao qual ele compra imóveis, aluga esses imóveis e faz com que o valor do aluguel pague o valor das parcelas. Lá é feito com o financiamento, aqui é feito com consórcio, ou seja, você pode comprar patrimônio colocando terceiros para pagar por essa construção patrimonial. Então, chama a gente lá na Monteu, fala que eu vi no Receita de Sucesso Podcast para você ter acesso a uma consultoria totalmente personalizada para você formar o seu patrimônio. Por que pagar 100% pelo seu patrimônio imobiliário se você pode colocar outras pessoas para pagar por eles? Então, chama a gente lá na Monteu, você vai ter acesso aí a uma consultoria estratégica, né, Ken? Com certeza.

>> Vamos lá, vamos continuar aqui então, ó. Já peguei dois pontos aqui chave. Depois a gente vai montar isso para uma receita, tá? Então são os pilares aí da viralização. Primeiro, o que elas estão fazendo que eu não posso fazer, né? Que é o primeiro, primeira pergunta que você tem que fazer. O que que todo mundo tá fazendo? Que eu posso fazer diferente, que se eu fizer diferente eu vou ter resultado diferente. Depois entreter as pessoas naquilo que é de interesse delas. Pensa com a cabeça do cliente e nunca com a sua cabeça. Cara, parece que você tá falando umas coisas tão simples aqui. Porque que sabe, tem uma frase do Steve Jobs que ele fala, eu gosto muito dessa frase, vê se você conhece. Ele fala assim: "É muito difícil fazer o simples porque as pessoas estão o tempo todo tentando fazer o complexo." >> Forte essa. Acredito de verdade, >> porque você falando ali para mim, a gente fez ali um um vídeo curto, eu perguntei, falei: "Cara, mas você tá me falando? Parece que eu não tô enxergando. Parece que você tá me falando algo tão simples. E é fato. É porque você tá tentando fazer o que tá todo mundo fazendo. >> Sim. >> E aí você vai ter os mesmos resultados eh que as pessoas têm, mas não que os grandes têm, porque eles já chegaram lá. Agora, se você tá fazendo a mesma coisa, provavelmente você não vai ter o mesmo resultado.

>> Esse fator da criação de conteúdo, eu gosto na hora de ensinar de falar que as pessoas são egocêntricas. Eh, as pessoas são egoístas e são egocêntricas também. Um é positivo, que é o egoísmo, e o outro é negativo, que é o egocentrismo. Como que eu defino essas duas partes? Você ser uma pessoa egoísta, eh, é maravilhoso já analisar o ponto de comportamento humano, porque se eu estou falando sempre sobre você, você vai sempre querer prestar atenção em mim. Ou seja, a minha comunicação, ela se resume sempre em falar das pessoas, do que que elas vivem, do que que elas querem, do que que elas precisam resolver. E a partir disso, nunca é sobre o que eu quero falar, é sempre o que elas precisam. e querem resolver na vida delas. Então, você ser uma pessoa egoísta, até gravei um vídeo um dia desses, né, falando sobre você ser egoísta, porque os ricos são egoístas. O rico, se você parar para analisar o comportamento dos ricos, eles não ajudam as pessoas se eles não for ganhar nada em troca. Eles ajudam as pessoas se eles enxergarem que eles podem ganhar algo com aquilo, nem que seja uma troca de favor. Então o o pobre que ele normalmente gosta de parar a vida dele, de se prejudicar para poder ajudar alguém, o rico não. O rico não perde tempo. O rico ele tá sempre em busca de benefício próprio, porque a vida é individual. O pobre ele se ferra para ajudar os outros e depois os outros são ingratos com ele, ele se arrepende, depois ele faz de novo. O rico não. O rico ele já sabe disso. O rico ele sabe que tudo são situações comerciais e a partir disso ele se torna uma pessoa egoísta e o egoísmo dele faz ele enriquecer. E é assim que tem que ser todo mundo mesmo. Agora, quando eu entendo que as pessoas são egoístas e que há o egoísmo dentro de todos nós, eu só tenho que falar sobre a vida dela para ela prestar atenção em mim. Se eu falo sobre a vida dela, eu estou falando sobre o ponto máximo de interesse dela. Simples assim. Por que que o cara assiste só o jogo do time de futebol dele? Porque ele é egoísta. Ele não quer saber se o 15 de Piracicaba precisa de audiência para ganhar receita da liga para ele conseguir subir de divisão tendo dinheiro. Não, eu vou assistir só o jogo do meu time e ponto. Só do meu time que eu vou dar atenção. Só do meu time que eu vou comprar camisa. Por quê? egoísmo, tá tudo certo. Agora, quando que entra o egocentrismo, que é uma coisa diferente, os profissionais eles se sentem eh eles se sentem muito bons, né? Vamos pegar qualquer profissional, o médico, o corretor de móveis, o vendedor de consórcios, o personal nutricionista, eles se sentem muito bons. Só que isso torna a pessoa egocêntrica a ponto dela se sentir mais do que ela realmente é. E tá tudo bem, é melhor do que você se sentir menos. Só que quando você se sente melhor do que você realmente é, você cria uma analogia de que tudo aquilo que você tá postando é o que as pessoas deveriam gostar. As pessoas, os criadores de conteúdo não criam conteúdo para as pessoas, criam para eles mesmos. Nossa, eu acho que essa ideia é sensacional. Eu acho que esse post aqui vai engajar muito. Eu acho que esse post aqui vai trazer muitos leads, só que é só o que você tá querendo postar. E não é sobre isso, é sobre o que as pessoas querem consumir. Todo roteirista, todo copywritter que vamos, vamos falar, né, hoje são conhecidos como copywritters. Na época lá dos filmes, televisões, né, das novelas, eram chamados de quê? De roteiristas, né? Era roteirista que falava, é, coloca, coloca o cara que fez o roteiro da novela. Esse cara, ele não pode colocar o que ele quer consumir, porque senão o público não assiste. Olha o quanto que existem filmes flopados. Olha o quanto que existem novelas flopadas. Por quê? Não caiu na base de interesse do público. Não tem, não tiveram personagens que abordassem a vida real e fosse de interesse do público. Tem uma personagem que eu esqueci o nome dela agora, uma rica que que fica que fica falando dos pobres. Esqueci o nome dela agora porque eu não vejo novela, né? É uma loira. Esqueci. Odet, acho que é Odet. É Odet. Tem uma novela agora que tem uma tal de Odet, né, que que fica meio que falando da dos pobres. Aí direto alguém pega um vídeo dela falando alguma coisa e me manda, tipo assim, olha aqui, Robert, muitas das coisas que você fala, porque eu não critico o pobre, né, eu critico as atitudes de uma pobreza de mentalidade, porque eu nasci pobre, então não vou criticar o pobre, tem nenhum problema ser pobre financeiro. Agora, a mentalidade pobre até até muita gente rica tem. Então eu critico na internet a mentalidade pobre. Aí quando sai um corte dela na novela criticando a mentalidade pobre, alguém me manda, olha aqui, Robert, falando da mesma coisa que você fala. Ou seja, aquela personagem tá prendendo a atenção dessa pessoa porque tá retratando alguma realidade do cotidiano delas. Ou seja, toda novela que você parar para pensar, que você já assistiu, tinha alguma coisa que você conectava na sua vida, independentemente se era uma mulher da favela, se era uma empregada doméstica, se era uma um ricão, né, que humilhava os outros. Ah, a novela adorou construir essa narrativa de criticar o rico, né, de colocar o empresário como vilão. O empresário na novela é aquele cara que humilha empregada, que trai a esposa e que no final da vida termina sozinho e triste, depressivo, de tanta cagada que ele fez na vida. Ou seja, a novela construiu direitinho a mentalidade que o brasileiro tem hoje de odiar rico. Isso vem muito da construção de novelas. Ou seja, a pessoa vai lá trabalhar e toma um esculche do patrão. Opa, esse meu patrão é igualzinho dessa novela aqui. Então, quando ela assiste a novela, ela sente um alívio, uma fuga, tipo assim, nossa, é assim mesmo que é, é desse jeito lá na minha empresa, que a gente sabe também que tem muito empresário que não não vale o chão que pisa, né? Então, tudo que a pessoa quer consumir é aquilo que tá envolvido no cotidiano dela. A partir do momento que ela consegue encontrar essa familiaridade, ela vai se conectar com a pessoa.

>> Então, o jogo de ser influenciador é você tirar o seu ego de jogo, entender que não é sobre você. Não importa o quanto você se acha [ __ ] não importa o quanto você se acha incrível, não é sobre você. na hora de criar conteúdo, não é o os seus títulos, o quantos seguidores você tem, o quanto de dinheiro que você tem, quanto de conhecimento técnico que você tem, é sobre o que que o outro quer quer consumir. Então hoje você vê muita

Ah, na minha vez de ser formada, eu tenho que ser blogueira. Tipo, isso é de uma limitação tão grande. Eu fico, me dá agonia de ver esse tipo de post, me dá um ranço tão grande, porque nunca na história da humanidade houve essa oportunidade de um profissional liberal pobre ser divulgado para milhões de pessoas.

Antigamente, né, se se pegar a geração dos nossos pais e dos nossos avós, se você quisesse ter o seu trabalho divulgado para milhões de pessoas, você pagava o jornal, que era caro, você pagava a televisão, que era mais caro ainda. Era um absurdo, principalmente no auge dela. Ou você pagava a rádio, que também era caro, ou você dava uma sorte, aconteceu alguma coisa para você sair no jornal de graça. Só ao contrário disso, era o boca a boca, era você imprimir 5.000 panfletos, pagar R$ 50 para cada moleque sair distribuindo para você ali pela rua fora. Muitos jogavam dentro do boeiro e você não tinha métrica nenhuma do retorno daquilo ali.

Então hoje, de graça, você cria uma rede social, produz um conteúdo e esse conteúdo pode ser divulgado de graça pelo algoritmo para milhões de pessoas que podem comprar o seu produto sem você gastar R. E as pessoas acham ruim. É de uma hipocrisia muito grande, cara. É loucura. É, é você, é você pedir a chuva e reclamar dela. É você ser totalmente ingrato.

Então, as pessoas se acham muito incríveis, né? E quando elas vão criar conteúdo, elas vão com essa cabeça. Não, eu sou a incrível, eu tenho esse e esse conhecimento. As pessoas vão adorar isso daqui. Só que não. Você tem que pensar com a cabeça da pessoa e, no meio do caminho, você pegar o seu conhecimento e embrulhar numa embalagem de ouro com aquilo que ela quer consumir.

E tem outra coisa muito importante em cima disso, né? Para finalizar esse roteiro. Eh, as pessoas gostam muito de criticar a mentalidade alheia, se achando muito espertas no sentido de: "Ah, conteúdo ruim que dá certo na internet, é só meme que as pessoas querem consumir, é só conteúdo porcaria. Eu aqui produzindo um baita de um conteúdo que vai transformar a vida das pessoas e eu não tenho engajamento". É limitação da pessoa. Por quê? Quem aqui entrou nas redes sociais hoje falando assim: "Hum, deixa eu aprender alguma coisa nova?" Alguém aqui? Ó, vocês entraram hoje? Vocês aí da equipe hoje entraram, tipo assim: "Nossa, deixa eu aprender algo novo aqui, deixa eu comprar alguma coisa." Alguém entrou? Não.

Ou seja, ninguém entra na internet para aprender algo novo, ninguém entra na internet para comprar alguma coisa. Redes sociais, já diz tudo: redes de entretenimento. O que que essas redes querem dizer? Eu vou entrar aqui para relaxar. Eu vou entrar aqui para eu distrair. Eu vou entrar aqui para eu passar tempo. Os profissionais que vêm para vender, eles têm que entender que eles são intrusos. Vocês não são bem-vindos lá. Nós não somos empreendedor, não é bem-vindo em rede social. Muito pelo contrário, nós tornamos elas chatas. Se você parar para pensar, a chatice que há dentro de redes sociais vem de nós, dos produtores de conteúdo e vendedores. Nós não somos bem-vindos lá. O público final não gosta da gente. Por quê? Você tá consumindo um negócio muito legal e vem anúncio. Olha que coisa chata, cara. É, é chato. Você quebra a experiência do usuário. Então, nós não somos bem-vindos. Logo, se nós não nos adaptarmos às regras do jogo, nós somos descartados.

Aí a pessoa pensa: "Ah, mas meu conteúdo é transformador, meu conteúdo é incrível e eu não tenho engajamento. E a pessoa posta uma porcaria de um meme de coisa fútil e tem muito engajamento porque ela está entretendo." Eu gosto de dar essa chacoalhada no criador de conteúdo, que é o seguinte: será que todo mundo do seu nicho não tem engajamento? Ninguém do seu nicho tem engajamento, cara. Ninguém tá fazendo múltiplos milhões por mês no seu nicho. Ninguém tem engajamento a ponto de todas as pessoas serem fúteis. Se uma pessoa tem, é incapacidade sua. Por ela encontrou um meio de entreter essa pessoa e colocar o produto dela no meio do entretenimento, que é o que a televisão sempre fez. Então, se você é o incrível, o deus o grego, a deusa grega da da criação de conteúdo que todo mundo tinha que prestar atenção em você e não estão, é porque você é ruim. É simples assim, seu conteúdo é ruim, é chato. Ninguém tá entrando lá para consumir algo sério.

Quando as pessoas querem algo sério, elas vão pesquisar o quê? Um podcast. Quando as pessoas querem algo sério, elas vão para quê? Para uma biblioteca, vão ler livro, elas vão pesquisar um artigo científico. Ninguém entra na rede social falando assim: "Ah, deixa eu consumir aqui a evolução da sociedade, deixa eu consumir aqui um conteúdo mais técnico do mundo". Não, não, não. Isso aí elas vão para uma feira acadêmica, elas vão para um evento presencial de ciências. Agora, nas redes sociais, elas querem rir, querem tirar a pressão do dia, elas querem, cara, tirar a cabeça do lugar. Ninguém liga um videogame falando assim: "Ó, deixa eu aprender aqui alguma coisa que vai revolucionar minha vida." Não, eu quero passar tempo. Você não vê uma série na Netflix falando assim, exceto documentários, né? "Não, deixa eu extrair aqui uma revolução científica que esse autor quis transmitir para mim." Não, a pessoa quer relaxar. Ninguém vê um jogo de futebol esperando descobrir a próxima invenção da lâmpada. Relaxar. Só que as pessoas vêm com a falsa sensação de que na internet tudo tem que ser sério. Não tem. Nós somos os intrusos lá. Se nós não entrarmos na regra do jogo, as pessoas simplesmente nos descartam.

Aí gera essa ira no criador de conteúdo totalmente egocêntrico de falar: "Ah, mas só conteúdo porcaria que engaja aqui". Não, o seu conteúdo que é uma porcaria que não engaja, mas o de alguém do seu nicho tá super engajado. É essa que é a questão.

>> Nossa, [ __ ] que pariu. Eu tô, nossa, eu tô apmado com ela hoje, né? [risadas]

>> Cara? Aí, aluga o triplex. Essa aluga.

>> Ó, minha cabeça tá fervendo.

>> Coluna até doeu aí. É essa,

>> essa eu toco na ferida, cara. Essa eu toco na ferida porque ela é

>> realmente muito pesada.

>> Ô, gente, faz uma, faz um favor para aí, manda pros empresários que você conhece, que faz aquele conteúdo chato. Amigos, não precisa mandar para mim que eu já apanhei aqui, tá? Mas manda para todo mundo que precisa ouvir esse conteúdo, porque realmente a gente fica às vezes tão preso no técnico,

>> né, que a gente esquece, cara, do por que as pessoas estão ali.

>> Deixa eu também florear um pouquinho, então.

>> Florear.

>> Ou mande para aquela pessoa falando assim: "O seu conteúdo é bom, mas pode melhorar muito mais". Então você pode, pro inimigo, você manda

>> como fazer amigos influenciar pessoas. Pro inimigo, você manda conforme a Karen orientou, mas pro amigo, você manda da minha forma. Assim a gente pega os dois públicos.

>> Agora, deixa eu expor. Você deu,

>> ó, já encaminha esse podcast pro maior número de pessoas possíveis. Sua visão, pega e envia para nada por você deu a sua visão, agora eu vou dar a minha. Pega e envia pro seu amigo falando assim: "Olha o porque que seu conteúdo é horrível, ele vai querer vir".

>> É verdade. Chama atenção.

>> Curioso. Exatamente.

>> Despertar a ira. Você tem que despertar a ira de algum jeito.

>> Faz esse teste. Vamos ver a, a do especialista aqui, ó. Você vai mandar com essa, com essa [risadas] esse com essa headline.

>> Olha porque o seu conteo. Descobriu porque o seu conteúdo é péssimo. É isso.

>> Sim.

>> Veja esse vídeo.

>> É. Oi.

>> Depois volta para contar pra gente como é que foi o resultado disso, né?

>> Conta como é que foi. Aí você deixa no episódio aqui o comentário. Vamos ver se vai funcionar. Muito bom. Então aqui, ó, colocamos aqui dois ingredientes. Qual mais? Então, o que elas estão fazendo que eu posso fazer diferente aqui. Eu sei, você realmente aprofundou porque é muito importante entreter as pessoas naquilo que é interesse delas, pensar com a cabeça do cliente e não com a sua cabeça. Teve um terceiro ponto que você adicionou aqui ou não?

>> Sim. É menos sobre você e mais sobre o próximo. E você não é tão importante quanto você acha. Sempre vai com essa cabeça. Isso dói. [risadas]

>> Gente.

>> Isso daqui só com isso daqui dá para ter 1 milhão em 90 dias. Ou tem mais alguma coisa?

>> Eu gosto de falar o seguinte: não tem como você prever a quantidade. Tem como você, eh, o algoritmo ele funciona da seguinte forma: faça o que eu tô te pedindo e você pode ter uma surpresa. Quando eu comecei esse movimento, eu não sabia que eu ia bater 1 milhão de seguidores em 90 dias. É impossível. Pode juntar as principais cabeças de marketing do Brasil juntas numa sala que ninguém conseguiria prever isso. Eu sou especialista em algoritmo, em redes sociais, em leads a custo zero, em viralização. Eu nasci nesse berço, mas eu não conseguiria prever isso. Eu sou um dos maiores do Brasil fazendo isso, né? Eu só não falo que eu sou o maior porque eu tiro o meu ego de jogo. Talvez eu seja, talvez não, mas eu tô entre eles. Aí eu tenho certeza porque os números comprovam. Agora, não tinha como eu prever isso. Não tem como você montar a estratégia: "Vamos bater 1 milhão de seguidores em 90 dias". Por quê? Tudo vai da sua validação. O seu start a partir é a partir da validação. O seu start é a partir do momento que você descobre a sua linha editorial. Então, você vai tentar um monte de coisas. Pode ser que todas vão flopar. Pode ser. Agora, quando você descobrir aquela que você tem que postar, aquele tipo de vídeo com aquele tipo de roteiro, aí sim você pode, pode começar a planejar alguns tipos de coisas. Então, a minha régua de conteúdo, ela é tão bizarra que eu evito até ficar falando disso com as pessoas, porque às vezes eu vejo um anúncio, né, de alguém que ensina a crescer no Instagram, a pessoa falando assim: "Eh, deixa eu te mostrar como que eu ganhei 30.000 seguidores nos últimos seis meses." Falou assim: "Seis meses, cara, eu ganho uma semana isso daí, que loucura". Então, eu não posso colocar a minha régua para comparar com as pessoas. Por isso que eu, na hora de ensinar, eu falo assim: "Não se compara comigo, porque eu não, eu não sou fator de comparação. Eu sou desse berço, cara. Eu faço isso da minha vida. A minha especialidade é fazer produtos serem vendidos com o meu rosto." Então, se eu só faço isso da vida, é normal que eu seja melhor que a maioria das pessoas. Só que você, que faz outra coisa da vida, você não pode se comparar comigo.

>> E qual seria, Robert? Desculpa a interrupção. Qual seria uma métrica real assim para quem tá contratando? Porque essa é uma dor nossa,

>> né? Ah, vou contratar uma empresa de marketing para a gente poder fazer maior faturamento através disso daqui. Qual que é uma métrica real para eu entender que tá funcionando?

>> Nossa, que pergunta difícil. Porque eu vou explicar o porquê que ela é difícil, por que que eu não gosto de dar uma resposta óbvia para ela.

>> Se você contrata uma agência de marketing, fala assim: "Olha, o Robert falou que a meta real são 5.000 seguidores por mês". Se ele não bater essa meta, ele é descartado por você. Aí ele vai fazer o quê? Ele vai apertar um botão ali para te trazer seguidores aleatórios só para bater essa meta. Então, não gosto de colocar essa meta por você ganhar a quantidade sem qualidade também não manda nada. Uhum.

>> Eu ganho 1 milhão de seguidores, mas eu vendo franquia de academia para esses seguidores. É um público extremamente engajado, extremamente qualificado. Agora, tem quem viralize através de memes e ganhe 500.000 seguidores que não compram nada da pessoa. É muito comum você ver influenciadores de 2 milhões de seguidores que não ganham dinheiro. É muito comum as pessoas não conseguem mensurar isso que fala: "Cara, não é possível. 2 milhões de pessoas é possível". Então, a quantidade ela não diz nada. Não diz nada se ela não tiver qualidade. Então, eu grito pro mundo hoje que eu ganhei 1 milhão de seguidores em 90 dias, porque eu sei da qualificação do meu público. Eu vendo evento presencial, é tudo que tá rodando de tráfego pago, como meu rosto tá vendendo. Eu vendo consultoria de implementação para negócios, onde a minha equipe entra e produz conteúdo para esse time, para essa empresa, para esse negócio. E o negócio custa hoje R$ 60.000 e vende para caramba. Então, a partir dos meus resultados financeiros, eu consigo definir a qualificação do meu público.

>> Logo, não tem como te falar assim: "É 5.000 seguidores, é cravado. A meta é essa. Se não tiver nisso daí, tá errado". Não tem como. Por quê? Você vê perfis com 10.000 seguidores que movimentam a máquina. Você vê. Então, o podcast de vocês hoje tem quantos mil inscritos?

>> Boa pergunta.

>> Tem quantos mil inscritos aí

>> no YouTube? É,

>> tem 4.000 e pouco.

>> Pois é, mas eu vi um vídeo lá do Geraldo Rofino com 17.000 visualizações.

>> É, é isso. É visualização.

>> Quero dizer que é pouco. Depende. Qual a qualificação desse lead? Você tá querendo vender para empresários, então você não pode ficar só focando em número, você tem que focar na qualificação. Depois que eu encontrei a qualificação, eu foquei no número. Então, a partir do momento que você encontra o tipo de assunto que traz o empresário para esse podcast aqui, você pode focar em número. Aí, beleza? Se dar um exemplo na prática para vocês, tenho 4.000 inscritos aqui no meu canal, tá funcionando bem. Trouxe o Robert, o podcast dele bateu 1 milhão, só que trouxe um público muito qualificado. Obviamente que não vai ser só qualificado, não existe 100% de uma base qualificada, mas existe um parâmetro muito bom dentro daquela base. Logo, se você pega esse vídeo meu que trouxe 1 milhão de visualizações e que te deu 50.000 inscritos, você pode ter certeza que dentro daquela base há uma base qualificada e desqualificada, natural. Às vezes tem aquele cara do Minha Casa, Minha Vida, que ganha ali R$ 1.700 por mês, o salário mínimo, mas que ele pensa como empresário. E esse lead daqui dois anos ele pode comprar algo de você, mas agora ele não pode, mas ele tem a cabeça de quem pode. Então esse lead também é importante. Não existe lead desqualificado. Existe lead que pode ser qualificado de algum jeito. Todo lead é qualificável. Eu gosto de falar isso: todo lead é qualificável. Pode ser que o cara do Minha Casa, Minha Vida, ele não consiga comprar de você um consórcio para ele construir patrimônio. Mas ele consegue comprar o quê? Ele consegue indicar um tio dele para vir para cá para ele ganhar comissão. Ele é qualificável. Se você montar um, se você monta um programa de "Indique e Ganhe" e fala assim: "Ó, você que não tem condições de, você não tem nome limpo, você não tem eh dinheiro para fazer aportes pro consórcio." Se você indicar pessoas, eu te dou uma corretagem de 1% por mês ou 5% por mês do que essa pessoa pagar. Você qualificou esse lead de algum jeito. Então, todo lead é qualificável. Nem todo é qualificado, mas todos são qualificáveis. Aí você pega, por exemplo, muito mais vale você primeiro encontrar onde tá o seu ponto de trazer leads qualificados para depois você implementar volume em cima dessa estratégia do que você primeiro focar no volume e depois você ver se tá qualificado. Porque eu não poderia construir uma base de 1 milhão de seguidores para chegar agora e falar assim: "Galera, deu ruim, público torto, público nada a ver, público tudo errado". E aí eu vou tirar essa galera no dedo ali, remover seguidor, não vai. Acabou o perfil, entende? Então, primeiro eu descubro qual assunto traz o lead. Descobri, agora é só implementar volume aqui que vai vir mais desse, entendeu? Então, primeiro, quando o perfil tinha poucos seguidores, eu descobri o assunto que trazia essa galera. E como que eu descobri que essa galera tava vindo? Pelos perfis de quem me seguia, de quem me mandava direct, de quem comentava. Eu, o meu foco ali é a galera alto padrão que eu falo, né? Então, como que eu defino uma pessoa alto padrão? Eu entro no Instagram dela, eu vejo as fotos dela, os vídeos dela, se é verificado ou não. Não, não quer dizer que tenha que ser, mas às vezes é uma modelo, às vezes é um pequeno empresário, às vezes é uma mulher de empresário que me segue muito, né? Eu sou muito apresentado para empresários através da mulher dele. Então eu vejo, tá uma mulher ali cheia de viagem para a Europa, perfil de 5.000 seguidores, aí tá lá na bio dela é o arroba do marido dela e uma aliança. Eu vou ver quem é o marido dela. É um baita do empresário. Falo: "Opa, chegou, chegou uma coisa boa aqui". Então eu fui medindo, né? As primeiras pessoas foram me seguindo, eu fui medindo. Opa, tô no caminho certo, então é só multiplicar. Se eu tivesse entendendo que era um público totalmente errado, eu tinha mudado a minha rota. Então, se eu tô nessa rota é porque eu tô entendendo que quem tá chegando até aqui tá me seguindo. Qual que é a validação que eu tenho de que eu tô recebendo um lead qualificado? É na hora de vender para ele, ele comprar e na hora do networking, por exemplo. Eh, como que eu cheguei até aqui? Qual que foi o caminho?

>> Foi o nosso time de social media que entrou em contato no seu Instagram.

>> Pois é.

>> No direct.

>> O seu o seu nicho, seu nicho é qual? Quem que tem que sentar aqui?

>> Empresários. Empresários, empreendedores, pessoas, eh, não só empresários, né, mas pessoas de que são bem-sucedidas nas suas respectivas áreas, atletas, influenciadores, empresários.

>> Pois é.

>> E pode ensinar algo a alguém.

>> É só ter muito seguidor e ter engajamento que o seu time chama? Não.

>> Então eu chamei a atenção deles de algum jeito. Eu não teria chegado neles se eu não fosse uma pessoa que estivesse trazendo esse lead qualificado. Então, outro parâmetro que eu tenho: tô na rua, encontrei uma pessoa no shopping Cidade Jardim, eu vejo quem é a pessoa. Normalmente a pessoa tá com uma bolsa de luxo. Cara, eu adoro seus conteúdos, eu mando pras minhas amigas. Então, ou seja, ela tem, ela é uma pessoa de alto padrão, rica e tá enviando os meus vídeos pras amigas dela no WhatsApp. Aí eu sei, opa, cheguei nessa galera. Então, o meu público são duas personas: a pessoa do alto padrão, no caso vocês, e a pessoa que quer pertencer ao alto padrão. Ela é pobre, só que ela é muito ambiciosa, assim como eu era há 5 anos, né? Aquele pobre começando a vida ambicioso. Cara, naquela época eu consumiria seu podcast.

>> Eu eu ganhava mal, eu era pobre, tinha nada. Liso, liso, tipo assim, totalmente começando a vida. Mas eu, eu se eu consumisse seu podcast naquela época, hoje eu já era um lead qualificado seu para comprar de você. Então, eu tenho esses dois públicos, tanto o que eu chamo deles, né, de "lisos ambiciosos", né, que o que eu era também, o liso ambicioso, e o alto padrão.

>> Porque esse cara, o liso ambicioso, eu formo ele. Se eu apresentar para ele as boas atitudes, bons comportamentos, oportunidades, conteúdo para esse cara consumir, para essa mulher consumir, para ela ter bons comportamentos, rapidinho ela pula para cá, rapidinho ela cria um universo de alta renda onde ela vira um cliente ideal meu. E enquanto ela tá aqui, eu também posso criar produtos para ela. Produtos mais baratos, produtos de R$ 1.000, R$ 2.000, R$ 3.000, ela compra. Então, é isso. Não quer dizer que todo lead tem que ser qualificado, mas todos são qualificáveis para alguma coisa.

>> Muito bom. Deixa eu tirar uma dúvida que eu tenho aqui. Quando eu vou fazer esse conteúdo, partindo do princípio que o meu ICP, que o meu público é o empresário alta renda, eu tenho que construir conteúdos pautados no que eu faço? Exemplo, vou falar aqui sobre importância de renda passiva. Dentro disso, você falou de entreter. Eu entendi, pô, de renda passiva, investimentos e tal, ou não, eu abro esse funil e falo: "Cara, eu tenho que, na verdade, gerar conteúdo sobre empreendedorismo"? Ou seja, porque daí eu conecto esse ICP não só com o meu produto, mas com uma possibilidade de outros produtos que eu posso ter. Eu, eu tenho um pouco dessa, dessa confusão, tipo, o que que o que que é melhor? Conseguiu entender?

>> Consegui entender. Você faz terapia?

>> Não.

>> Você acha que você precisaria?

>> Cara, acho que sim.

>> Então, ótimo. Eh, e se algum tipo de empresário que tivesse você como público alvo começasse a produzir conteúdo sobre as dores que você sente como empresário, chamaria sua atenção?

>> Sim.

>> Então, agora, o que que esse empresário vende, né? Você é um empresário, vocês são um casal de empresários, o que que vocês precisam normalmente? Gestão, estratégia, funil de vendas. Então, alguém que vende isso tem vocês como público alvo.

>> Uhum.

>> Se eu ficar produzindo, ah, eu já identifiquei aqui que a sua dor é criação de conteúdo hoje. Essa é sua dor. Agora, se eu quiser cativar você para deixar você vidrado na minha comunicação, eu tenho que fazer o quê? Aquele tipo de post de "três dicas para aumentar seu engajamento" ou falar da dor que você sente e não conseguir chamar atenção na internet? Eu vou conseguir chamar sua atenção muito mais através da dor que você sente, porém aquela que você não fala, aquela que você falaria na terapia. Na terapia você chegaria e falar assim: "Cara, eu tô muito frustrado, muito frustrado, porque eu produzo conteúdo, eu não consigo crescer. Eu vejo um monte de empresário crescendo e eu não consigo também. Eu tenho resultado financeiro, mas eu não consigo transmitir a minha autoridade na internet. Isso me frustra muito." Talvez você falaria isso, talvez não. Mas aquilo que você falaria ali na terapia, normalmente é o assunto que você engaja com ele na internet. Aquilo que você falaria assim de confessionário de seus pecados com o padre, normalmente é o assunto que você engajaria com ele na internet. Então, quando você começa a entrar nos assuntos correlacionados ao nicho, você começa a entender que faz muito mais sentido do que você produzir um conteúdo extremamente nichado e chato. Quanto mais nichado e chato é o conteúdo, mais você vai gastar com curso de aquisição. Isso é fato.

>> Mas você vai gastar para adquirir um cliente porque ele não virá através do orgânico. Isso é fato. Então, o que que as empresas hoje têm como commodity? Eu vou produzir um conteúdo arroz com feijão. Eu vou produzir um conteúdo qualquer, só que aí eu vou impulsionar ele para chegar nos leads qualificados e eu ter um ROI em cima daquilo ali, um ROI apertado, bem apertado. Então, quando você entende que eh se eu falar de assuntos correlacionados à sua vida, eu consigo chamar sua atenção muito mais do que três dicas para aumentar seu engajamento, eu ganho você. Por quê? Número um, você vai começar a gostar de mim. Que você vai me consumir tanto, você vai ficar tanto tempo me ouvindo que você vai gostar de mim. Ou seja, as pessoas compram de quem elas gostam.

>> Total.

>> Você não compra de quem você odeia. Pode ser bom o que for, se você não for com a cara da pessoa, você não compra dela. Pode ser a melhor. Você vai procurar a segunda melhor, você não compra de quem você não gosta. E hoje, né, o futuro da comunicação é o seguinte: cada vez mais nós veremos empresas como a Ipink, que é formada por um influenciador e que tem um valor bilionário em valuation. A a onda agora é ter cada vez mais empresas a partir disso. E a onda agora é ter cada vez menos empresas que não têm isso. Empresas sem o rosto, sem um representante, será cada vez mais difícil permanecer no mercado. É esse é o futuro da comunicação. A geração Z, que é a próxima geração líder de mercado e consumidora, eles não compram de empresa que não tem propósito. Eles não escolhem um simples restaurante para eles irem. Eles não escolhem um simples criador de conteúdo para eles seguirem. Eles não escolhem uma marca de roupa qualquer para eles vestirem, não. Eles querem uma que tenha um tipo de contexto. Você quer ver uma geração Z cancelar uma empresa hoje? É descobrir que ela faz alguma falcatrua, tipo, ela polui o meio ambiente, não compra mais dela, acabou. Só que vai chegar um momento em que todo mundo vai ter esse tipo de comportamento. As pessoas da velha guarda que hoje não vou citar a idade não, né? Senão as pessoas ficam se sentindo velhas. [risadas] As pessoas da velha guarda elas ainda têm um comportamento antigo de não ligar muito para isso. Só que a geração Z não. Ela liga pra embalagem, como a embalagem foi feita. Ela liga pro entregável, ela liga pra experiência de usuário, ela liga pra alma daquela empresa, por quais culturas e propósitos que a empresa tem e elas não vão comprar de quem não tiver num futuro muito próximo. Eles já não compram, né? Só que no futuro o mercado vai ser assim: uma empresa sem propósito divulgado, sem uma bandeira defendida, ela não vai vender, cara. Isso vai ser um comportamento padrão de mercado. Então, você entende que quanto mais você consegue falar com a alma das pessoas, mais você cativa elas. Então, número um: me seguiu e gostou do meu conteúdo, vai gostar de mim. Número dois: se ela gostou de mim, ela tende a comprar de mim. Número três: se ela comprar de mim, ela gera a engrenagem que a minha empresa precisa, que a empresa não sobrevive de like. Número quatro: se ela tá comprando de mim, eu criei uma base de fãs. E se eu tenho uma base de fãs, eu nunca mais vou quebrar. Se eu tiver uma gestão mínima, nunca mais vou quebrar. Se você tem 1.000 fãs e um produto de R$ 1.000, é 1 milhão. Simples assim. Então, hoje o jogo da criação de conteúdo é você construir audiência. Ter seguidor por seguidor, vocês podem perceber que não funciona mais. Você tem quantos seguidores? É, você tem quanto seguidores no Instagram hoje? Era 13.000 que

>> 13.000? 3.200. Se você postar um post agora, quer dizer que ele vai ter 13.000 visualizações desses 13.000 seguidores?

>> Não, de maneira nenhuma.

>> Porque o alcance hoje ele é limitado à sua boa produção de conteúdo. Então, é muito difícil que você atinja todo mundo. Logo, isso vale para todo mundo, né? Não é porque eu tenho 1 milhão, que todo post meu bate 1 milhão, mas ele bate pelo menos 25% disso, 10 a 25% em média, que é uma taxa excepcional de engajamento. Então, você entende que eh não tem como hoje você querer denominar número de seguidores como fator de sucesso, porque se eles estiverem desengajados, não servem para nada. Não é como mais em 2017 que o seu post era entregue para sua base inteira. Se você tinha 1.000 seguidores, você tinha 500 visualizações de stories, 700. Hoje não. Então, ter seguidor já não vale de mais nada. Tem muitos influenciadores com 5 milhões de de seguidores que a empresa contrata e tem zero retorno. Nem nem chega a empatar. Por quê? Não tem audiência. Agora, põe o produto na mão do Carlinhos Maia. Tudo. Eu tô falando informações de bastidores de mercado. Todo empreendedor que eu vi que colocou alguma coisa na mão do Carlinhos Maia é no mínimo 10x de ROI. É loucura o que aquele aquele cara faz. Virgínia, Carlinhos Maia, amem ou odeiem, são pessoas que dominam esse jogo. São pessoas que eu estudo porque são fenomenais, admiro demais como criadores de conteúdo porque eh estão mostrando pro mercado aquilo que as empresas terão que se tornar. Logo, por que que isso acontece? Porque são pessoas que têm o público na palma da mão. É um público fiel, engajado, um público fã, mas fã assim de se você falar mal deles aqui e tiver um fã, a pessoa vai querer meter a mão na sua cara. É loucura. Então, se você tem uma base de fã, você tem audiência. Se você tem audiência, você tem o ouro. Hoje, um novo petróleo é audiência. O novo petróleo do mundo é audiência. Todo mundo hoje que entende de audiência, se você falar assim: "Você quer R$ 10 milhões ou você quer 10 milhões de seguidores engajados?" A pessoa prefere os seguidores engajados. Por quê? Com 10 milhões de seguidores engajados, você faz 100 milhões ano a ano, né? Com 10 milhões, não necessariamente dentro de um ano você faz, ele virar 100. Provavelmente você não vai fazer. Agora, com 10 milhões de seguidores engajados, você cria linha de produtos que você atinge 100 milhões ao ano. Então, quem entende do jogo da audiência entende que vale muito mais do que dinheiro. Hoje a audiência vale mais do que dinheiro. A audiência hoje é o novo petróleo. Se você tem ela, você tem tudo. Se você não tem ela, você não tem nada. Você vai patinar na venda. Então, muitas empresas vão quebrar porque o marketing boca a boca vai ficar cada vez menor. Eh, o as pessoas transitando na rua ali, entrando no comércio vai cada vez ficar mais raso, mais raro, né? E a pessoa descobre a empresa na internet e vai lá comprar. É assim que faz. Hoje uma mulher, ela não vai numa loja e fala assim: "Ah, deixa eu ver que roupa que eu vou comprar aqui. Tô tô decidindo". Não, ela já olhou no site, já viu o modelo da peça e tá indo lá buscar o tamanho dela. É assim que mulher faz hoje. Eu falo com a minha mulher às vezes, né? "Não, amor, por que que você não vai lá e compra roupa hoje? É, vamos lá no shopping para você comprar umas roupas para você." Ela falou assim: "Calma, eu tenho que pesquisar". Não é assim mais tipo assim: "Ah, tô aqui passando pelo shopping, deixa eu ver que que essa loja tem." Não, ela já vai sabendo porque o tempo é corrido. As pessoas hoje estão sem tempo. Então, quando você tem audiência, você entendeu o jogo. Agora, para fechar a linha de raciocínio, como que constrói a audiência? Falando sobre o que as pessoas querem, sobre o que elas estão buscando. É sim. É assim que televisão que tem audiência, assim que série da Netflix tem audiência, é assim que criador de conteúdo tem audiência. Se você pegar as cinco pessoas que você mais admira, elas estão o tempo todo falando daquilo que você gosta e do que você precisa consumir. Logo, é assim que a comunicação tem que ser. É assim que você descobre como que as pessoas pensam e o que que elas têm que receber.

>> E a frequência disso é importante também. Qual a frequência?

>> E a constância.

>> Constância é se você não for constante, você é esquecido. Redes sociais, hoje eu tô num hype na internet. É uma semaninha que eu tirar de folga para a pessoa começar a me esquecer. É loucura. Não, não existe mais tempo. O tempo hoje ele é muito corrido. Dois dias que você fica sem aparecer na frente da pessoa é tempo suficiente para ela parar de lembrar de você, cara. Para ela esquecer que ela gosta de você. Aí quando você aparecer de novo, ó, gosta desse cara, dá um like aqui. Se você não tiver constantemente aparecendo na frente dela, ela esquece de você. Então, é todo dia. Todo dia.

>> Store e feed. Todo dia.

>> Tudo que você puder. Podcast também. Os podcasts mais famosos do do Brasil não tem praticamente tudo de um vídeo.

>> É isso aí.

>> É isso.

>> Esquecemos, cara, alguma coisa dessa receita?

>> Não, esquecemos de falar coisa que você deixou de falar. Tá escondendo aí para para fechar isso daqui ou não? Tá agora no seu trabalho. Você é o criador de conteúdo. Você tem que pensar com a minha cabeça agora.

>> É, eu eu coloquei aqui, ó. A gente precisa fazer um estoque de conteúdo, meu amigo. A gente vai tirar férias para a gente fazer isso daqui, para a gente ter estoque de conteúdo e o conteúdo vai ser diferente,

>> cara. Muito bom. Muito bom. Robert,

>> vamos aplicar tudo. Robert,

>> cara. Sensacional.

>> Sensacional. Onde as pessoas podem te encontrar? Se é aquelas já no se tem alguém, se tem algum brasileiro que ainda não te segue?

>> Ah, tem demais. Qual o

>> é o @ é oexpert. @empreendedor. Os outros não precisa seguir. Eu tenho mais redes sociais, mas é sobre a bolha fitness, então não precisa seguir. Mas onde eu crio o conteúdo empreendedor é no Instagram expert.lucrativo.

>> Legal demais. Dedicaria algum livro, filme, seriado?

>> Ah, livro Os Quatro Compromissos é um livro que te convida a entender como as pessoas pensam, né? Um livro que me ensinou muito sobre comportamento humano. Eh, Como Convencer Alguém em 90 Segundos, que é um livro sobre vendas. Ele te ensina a criar um comercial de 10 segundos sobre aquilo que você vende, né? Se você não consegue explicar em 10 segundos aquilo que você vende, você não tem uma promessa irresistível. Tipo isso. É Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, que é um beabá da convivência humana. Pai Rico, Pai Pobre, o básico do básico, finanças, né? E eu colocaria por último aí um livro sobre empreendedorismo, que foi o livro da, vou colocar dois, né? O livro da Starbucks, que ensina como que ela conseguiu construir todo esse fenômeno vendendo café. Café é uma coisa tradicional, só que ela ela criou a embalagem de ouro para um café e de fato ela consegue transmitir essa mensagem. E A Experiência Disney, né? O Jeito Disney de Encantar os Clientes, ele é fantástico também. Eu acredito que esses são

>> livros ali de cabeceira. Tem mais, né? Mas esses são os que eu lembro de cabeça.

>> Muito bom. Em vez de eu fazer para ele a pergunta de fechamento, eu vou mudar aqui, ó. Mas vai ser jogo rápido assim, um, dois minutos. Eh, vamos ver se você vai saber. Ao invés de perguntar: "Pô, você vai sair daqui, você vai perder seu network, seu conhecimento, seu dinheiro, mas você tem a oportunidade de deixar aqui a sua receita de sucesso para te aproximar mais perto de onde você tá hoje." Eh, esse perfil Expert Lucrativo que atingiu 1 milhão de seguidores em 90 dias.

>> Sim.

>> Então tá. Me passa aqui, ó. Você criou do zero até alcançar 1 milhão de seguidores, mas ainda estamos falando de 1 milhão de seguidores

>> engajados,

>> orgânicos e engajados, tá? Então tem esse detalhe.

>> Qual foi a receita de Qual foi o passo a passo? Qual foi o passo um?

>> Criar o perfil no Instagram. É, é nesse nível. Criou o perfil no Instagram.

>> Seg.

>> Segundo, que que você fez?

>> Segundo, definir o fazer a engenharia do produto que você quer vender.

>> Fazer engenharia.

>> Engenharia reversa do produto que você quer vender.

>> Produto que você queria vender ali era qual?

>> O que eu queria vender?

>> Eu queria conversar com gente que tinha dinheiro para vender franquia de academia.

>> Ótimo, gente. Então, fazer fazer eh a gerar do produto que você quer vender e para qual público você quer vender.

>> Sim.

>> Tá. E para qual? Entra também no dois aqui. Para qual público você quer vender?

>> Para vender a academia, eu tenho que chegar num público que é um empreendedor que tem grana para pagar pela franquia.

>> OK. Ótimo. Terceiro.

>> Ex.

>> Terceiro, definir o público alvo comprador desse produto.

>> Ótimo. Ah, tá. Então ele entra como terceiro, definir público alvo desse comprador desse produto. Quarto.

>> Quarto, definir qual a linha estratégica mais barata para chegar nesse público comprador desse produto.

>> Defini a linha estratégica mais barata, que nesse caso era a postagem dos dos vídeos ou não?

>> Hum. Não, nesse caso é qual tipo de funil que você vai utilizar para chegar nesse público, se é um funil pago, orgânico, quais plataformas de distribuição você vai utilizar, se é podcast, se é vídeo no YouTube, se é TikTok, se é Instagram.

>> No seu caso foi nesse canal?

>> Meu caso foi Instagram e TikTok.

>> Tá? Instagram e TikTok.

>> Tendo o TikTok como primordial, que o TikTok ele é mais forte

>> mesmo para para esse perfil.

>> Total. Uma coisa que o empresário não para para pensar é que o lead qualificado hoje ele tá em peso no TikTok e não é qualquer lead não. Não trabalho no meu TikTok zero.

>> Que isso, cara? É, é. Tá vendo? Por isso que eu eu cresço pelas beiradas, cara. Olha o tanto de empresário.

>> Sério. TikTok, cara, a gente ainda tem aquele conceito de dancinha, adolescente.

>> Esse público, empreendedor, empresário, que compra as academias, tá no TikTok? Se eu sair na rua hoje e encontrar 10 pessoas que me conhecem, nove vão falar assim: "Eu te sigo no TikTok".

>> Mas é o mesmo conteúdo que você posta no Instagram, você posta no TikTok?

>> O mesmo. TikTok tem metade do alcance, é metade do calor de público, mas é impressionante a quantidade de pessoas que eu atingjo no TikTok dentro dessa bolha. É impressionante. Por quando eu pensei, né? Vou produzir conteúdo pra bolha empreendedora. Tem um Instagram aqui de personal trainer, onde eu sou um grande empresário, mas vocês não me seguiriam lá, vocês não precisam emagrecer.

>> E eu tinha essa dor na hora de fazer networking, pô, passar meu Instagram aqui, a pessoa vai me seguir, mas não vai ter interesse nenhum em me acompanhar. Ela não tem interesse em falar, em ver um um vídeo meu amanhã falando sobre ela perder barriga. Vocês não têm barriga para perder? Então, quando eu ia para mastermind, fazia um networking, um jantar de negócio, alguma coisa do tipo, eu sofria com isso. Eu não tenho um conteúdo que a pessoa queira acompanhar. Então, como que eu vou vender franquia? Não tem jeito. Eu eu produzo conteúdo aqui pro público final, para quem quer emagrecer, classe C, D e é um pouco da classe B também. Então eu falei: "Tá, eu vou criar um Instagram empreendedor". Mas já tem tantas feras, né? Tantas feras. Tem Jo, tem Flávio Augusto, tem um monte, tem o o Thales Gomes, tem o Alfredo, tem um monte. Agora, como é que eu vou me diferenciar no meio dessa turma que começou isso antes de mim? Eu tenho que chamar atenção. Ou seja, eu peguei uma via alternativa para fazer a mesma coisa, só que de uma forma que chamasse atenção. Logo, você entende o seguinte: qual é o melhor algoritmo hoje das redes sociais? TikTok. Disparado. Disparado. Aí, por que que eu entendi que eu tinha que ir para lá? Eu tenho um sócio, né, que é do meu tamanho, um sócio que ele ele é dono de metade das operações e ele ele mora, ele não mora aqui em São Paulo, mas ele vem uma vez por mês, porque o nosso escritório da OPFIT, ele fica aqui, então ele vem cumprir a agenda uma vez no mês e ele fica lá em casa. Aí eu percebi que, tipo assim, todo intervalo vago, ah, estamos, estamos no Uber ou a conversa que morreu, vão dar uma mexida no celular. O cara tava no TikTok, consumindo no TikTok. Eu não consumi. Eu perguntei para ele um belo dia: "Cara, que que você fica"

No TikTok? Que porcaria! Porque eu tinha sua visão, né? Não é de palhaçada, de meme, de dancinha, né? De jovem. Aí ele falou assim: "O quê? Você não consome TikTok?" Cara, isso aqui é bom demais. Eu recebo cada vídeo pedrada aqui, corte de podcast, de empreendedor, recebo, né? Eh, eu vejo como que os criadores de conteúdo tão se comportando, porque hoje a maior escola de criação de conteúdo é a do TikTok. Lá que as pequenas oportunidades de crescer, porque elas lá elas não são julgadas.

O Instagram, se você chega com uma estruturazinha e gravando um podcast numa pracinha, você não é aceito. Instagram é um ambiente de luxo, um ambiente onde você tem que parecer mais do que você é, onde a régua do audiovisual é muito alta, onde as pessoas são assim, mais tóxicas, né? Eu adoro Instagram, é minha rede social preferida, é a minha preferida. Mas ele tem sim essa regra de exigência. Agora no TikTok, não.

TikTok, você vai ver várias meninas do interior da Bahia, eh, de 18 anos, encostando o celular numa garrafa de café com aquela telha tradicional no teto da casa, uma parede só no tijolo e o cimento ali cortando a parede, e ela tendo um vídeo com 60.000 curtidas, um vídeo com 300.000 visualizações. Por quê? Lá as pessoas vão para entreter e para serem pessoas reais. Logo, o empresário hoje, muitos empresários hoje, muitas pessoas do público alto padrão, eles vão para lá para desligar do trabalho, porque se você quer desligar do trabalho, você não consegue no Instagram, que é muito produtor de conteúdo, produzindo conteúdo técnico o tempo todo e você segue eles e você não desliga. Agora, cara, deixa eu consumir uma porcariazinha aqui, deixa eu rir, deixa eu fazer alguma coisa, eu vou pro TikTok. Então esse empresário ele tá lá hoje.

Aí quando eu entendi o comportamento do meu sócio, eu falei assim: "Cara, tá aí, tá aí, as pessoas estão lá". Aí eu fui perguntando um ou outro, né? Pessoas do meu convívio que eram do alto padrão, a maioria gosta de TikTok.

>> Que loucura.

>> Aí é, aí eu fui, tá, gostei disso. Então eu montei uma linha estratégica para dar certo no TikTok. Se der certo lá, dá certo no Instagram. Ah, entendi. E aí é vídeo TikTok é vídeo, né? Não tem igual Instagram que você posta foto, tudo mais. É vídeo.

>> Vídeo, até dá certo lá, mais ou menos.

>> Porém, o público do TikTok não aceita conteúdo do Instagram. É tipo assim, não, não, não. Se a galera do Instagram, fica lá, fica lá, não quero vocês aqui não, porque vocês vão tentar me vender as coisas, vão tentar rodar anúncio aqui na minha cara, vão ser chato. Não, fica lá no Instagram, fica lá, fica lá vocês. Ou seja, o conteúdo do TikTok é aceito no Instagram porque é legal. Não é um conteúdo com capa de venda.

>> Uhum.

>> Agora o que que o que que vende mais? Para e pensa você postar um conteúdo. Três pessoal trê aqui um vídeo. Três dicas para você alavancar o seu patrimônio através de consórcios. É número um, você vai arrematar, não, você vai entrar numa carta de crédito no banco. Tchao, cara. Se eu quiser, eu compro. Se eu quiser, se eu quiser esse conhecimento, se eu tiver procurando, eu vou comprar.

>> Como você faria no TikTok?

>> Pessoal, arrematei essa casa aqui no leilão sem dar entrada. E eu vou mostrar um tour pela casa completo para vocês. Olha só, aqui eu vou fazer esse esse tipo de arquitetura, essa parede aqui, eu vou derrubar e taradá. Você vai cativar quem? Dona de casa. Cativando dona de casa, ela vai mostrar para quem? Pro marido. Normalmente é o marido que vai comprar. OK. Você também pode cativar a mulher que vai lá e vai arrematar. Sim. Agora, se você cativar ela, ela é o público final. Ela vai te dar o quê? Engajamento. Se ela te der engajamento, seu post chega onde? No empresário. Na empresária que pode comprar. Então, uma coisa alimenta a outra. É que eu tive a dele falando aqui, eu peguei a a mensagem de uma maneira diferente, pô. Eu moro numa [ __ ] de uma casa, chega lá e falo assim: "Gente, olha essa casa maravilhosa, tudo mais, eu vou te falar como você adquire uma casa com pagando só 20% por ela." Aí mostra a casa e depois

>> Bomia mais morno.

>> Não, entendi.

>> Bom, mas morno. É,

>> entendi.

>> Realizei o sonho da minha casa própria. Hoje eu vou fazer um tour nela por vocês. E no final do vídeo eu vou falar quanto que eu gastei para construir essa casa. Vocês vão assustar. Então vem cá. Ó, essa aqui é a garagem. Meus filhos brincam aqui. Tem essa brinquedot. Agora vamos lá pra sala, gente. A minha esposa que escolheu todos os detalhes dessa dessa arquitetura.

>> Aí no final você coloca o pit, um pitzinho.

>> No meio.

>> Entendi.

>> No meio e tal. Isso aqui é de porcelanato. Isso é disso e daquilo. A aqui é a sala. Vamos lá pro quarto agora. Tem essa hidromassagem, isso daquilo. Pessoal, uma coisa que assusta as pessoas quando eu falo é que essa casa eu construí ela com dinheiro do banco, não foi com meu dinheiro. Eu fui, eu aí você explica o seu processo. Eu entrei em contato com o banco, eu peguei uma carta, eu fui pagando ali. Aí eu tenho estratégia que eu ensino lá na minha consultoria que eu fui contemplado de uma forma muito mais estratégica. Inclusive, se você quiser saber como funciona, eu deixo o link aqui embaixo. É só você clicar que a gente vai marcar uma reunião, entender sobre seu caso e entender como que você pode construir uma casa também com dinheiro do banco. Então, eu não precisei dar lance e eu só paguei as parcelinhas ali e vou continuar pagando. Agora, gente, é sensacional. Mas vamos continuar aqui o vídeo para não perder o foco.

>> Aí agora nós vamos mostrar para vocês o quarto da minha mul. Então, tá vendo?

>> Você tem esse produto, né? Você tem esse produto de pegar e

>> Tenho. Eu tenho um time que constrói a produção de conteúdo para a empresa dentro desses moldes aqui.

>> Muito bom. Muito bom.

>> Deixa eu só terminar. Que bom que eu fiz isso daqui então do TikTok. Não, isso daqui ia passar batido. Isso daqui eu vou entrar no TikTok com força agora, tá?

>> É lá que é o jogo, irmão. É YouTube, TikTok, Instagram. Escutou. A gente tava relutante, né? É o ego.

>> Instagram e tipo

>> Maldito do ego.

>> [ __ ] que pariu.

>> Não, é que eu no meu caso, eu achava que realmente assim, talvez foi falta de clareza, eh, de ouvir de alguém que

>> Falta de querer saber como as pessoas pensam.

>> Uhum. Talvez isso aí. E depois

>> Falava que eu era esse vídeo há seis meses atrás.

>> E depois disso, então tá, você criou as linhas de estratégia mais barata de Instagram e e que foi Instagram e TikTok, né? Foi o quarto passo, o quinto. Depois que que você fez? Eh, quinto é definir a linha editorial que você vai utilizar para chegar nessas pessoas, tipo aquilo que mais engaja e que seja de de máximo interesse das pessoas consumirem.

>> Tá?

>> Aí que vai esse exemplo. Não pense com a sua cabeça. Quem quer saber do do de do como do que que você faz, do que que você vende, que que você trabalha? Ninguém.

>> Quando você faz em editorial é isso, pô. Precisa entrar numa casa e mostrar aqui e tal. Polític tá te vendo aqui, tipo assim, Dani, se você, cara, tipo assim, não te conheço, não quero saber.

>> Como você vai resolver o meu problema, né? Tipo,

>> É, Dane se você, eu não quero saber de você. Agora, o que que você tem para mim?

>> As pessoas são egoístas, cara.

>> Egoístas. É só você tocar no ponto de egoísmo delas.

>> Por que que as pessoas estão assistindo isso aqui até agora? Porque o tempo todo eu tô falando sobre como que elas podem ganhar mais seguidores.

>> Boa.

>> Se eu tivesse falando da minha vida, das minhas dores, eu eu eu eu já já tava chata, já tinha fechado. Agora tô falando sobre ela, como que ela produz conteúdo, como que ela viraliza nas redes sociais, como que ela diminui o custo do lead dela, como que ela zera o cque dela.

>> Pronto, ela quer, ela quer assistir isso daqui. É sobre ela que eu tô falando o tempo todo. Você viu que logo no começo já parei de falar sobre sobre a minha vida? Boa.

>> Eu só dei uma pincelada porque a pessoa tem que saber de onde eu vim para ela me dar autoridade sobre o que eu tô falando, mas depois disso é só sobre ela.

>> É isso.

>> Senão ela vai ah, cansei. Vou vou ver outra coisa aqui. Vou consumir outro podcast.

>> Muito bom. Você definiu a linha editorial para chegar nessas pessoas e depois que que você fez? Testes de diversos formatos até achar aquele que vai entregar uma taxa maior de engajamento. E após achar essa taxa maior, é só você multiplicar esse conteúdo, esse formato.

>> Essa taxa maior

>> Entregou a receita de sucesso.

>> É só você fala: "Pô, isso que funciona esse tipo de vídeo quando eu falo disso, distribui, vou fazer 10 vídeos como esse e pau na máquina".

>> Pau na máquina, cara. É, você tem que você tem que servir sua audiência, cara. O empresário hoje ele ainda tem aquela mentalidade pequena de não vou servir a audiência, tem que comprar para eu servir. Não. Quanto mais pessoas você serve, mais vida você transforma. Quanto mais vida você transforma, mais você vende. É o gatilho da reciprocidade. Eu não tenho apego: "Ah, vou entregar essa lista aqui que eu te entreguei uma receita de bolo." Mas isso aqui vai te ajudar, mas não vai te transformar. Transformar é comprando, óbvio, né? O conteúdo pago é o que transforma. Um vídeo de YouTube não vai ensinar a pessoa a fazer o que vocês vendem. Não adianta. Agora, quanto mais você clarear ela, você desbloquear ela para esse mundo, quanto mais informações você entregar para ela, quanto mais você empoderar ela para que ela se sinta capaz de realizar a operação, mais fácil é dela comprar de você. E quanto mais você serve as pessoas, mais elas vão comprar de você. Então, como que você serve as pessoas sem entregar de graça o que você vende? Pega o seu público aí. O seu público é o quê? Pessoas que querem alavancar, alavancar a vida financeira, o patrimônio com o consórcio. Essa pessoa tem o quê? Normalmente um casamento. Esse casamento tem o quê? Normalmente problema. Esses problemas geram o quê? Tristeza. As tristezas geram o quê? Compulsão por comida. Geram depressão, ansiedade, geram transtornos dentro de casa, geram brigas. As brigas geram turbulência. As turbulência vai pro trabalho. No trabalho você ganha menos. Tá vendo como que é toda uma engrenagem? Então, para vender isso aqui, você pode falar de problema pessoal da pessoa, pode falar de problema de casamento, por você vai trazer a pessoa para perto. Só que enquanto ela tá prestando atenção em você falando disso, você vai enfiar o seu pit ali no meio rapidinho. Depois você tira o pit e continua falando o que ela quer te ouvir. Pronto, ela não vai sentir que o conteúdo é chato. Você vê os stories da Virgínia, já parou um algum dia para entrar nos stories da Virgínia ou nunca?

>> Não.

>> Tem que pesquisar, cara. Tem que pesquisar. Você tem que seguir quem é dono do jogo hoje. Virgínia, ela faz o segido.

>> É, ué.

>> Eh, as pessoas ficam falando: "Ah, mas ela divulga isso, cara. Não quero saber, eu não vou, eu não vou comprar. Eu quero, eu quero aprender o que ela sabe". Se você entrar nos stories dela, ela começa o dia dando um, um bom dia, café da manhã, faz uma dancinha. Eu não sigo todo dia não, mas eu já fiz um período de estudos, não sou o público alvo dela, mas ela dá o bom dia, ela posta o café da manhã, ela faz uma dancinha e depois ela vai pra academia. Aí ela posta um pedaço do treino dela, depois ela rola no chão com as crianças e depois ela vai e faz o quê? Pit. Ela coloca uma promoção da Ipink, um uma um link lá pra pessoa clicar. Passou aquilo ali, aí depois começa o dia dela, é viagem, é coisa legal, é a bolsa de luxo e é a vida dela de famosa acontecendo e é tudo que o público final quer ver. Pobre gosta de ver uma vida que ele não tem. Se você tiver uma vida igual a dele, tipo assim, o pobre não segue você, cara. Você tem uma vida chata, você é empresário, sua vida é chata. Você vai gravar os seis episódios aqui que você falou, né? Quem quer ver isso, cara? Ninguém. Isso é chato. Agora todo mundo quer ver a vida da Virgínia, de um famoso, de uma blogueira, porque é legal. A sua vida, a a minha vida também, né? A vida do empresário, é uma vida chata. Ninguém quer o que a gente faz, todo mundo quer o resultado. Agora, como que dentro dessa loucura eu crio um conteúdo que vai entreter? Falando sobre a vida das pessoas. Então, eu tô aqui, eu acordei, eu tomei um café da manhã, eu vim para cá, tô, tô aqui a 1 hora e 30, né? Tô aqui a 2 horas, 2 horas que eu tô aqui. Que que eu fiz de legal? Nada de que, tipo assim, que que o povão gosta nada. Aí eu vou para casa agora, vou passar a tarde gravando conteúdo, depois eu vou num evento da Outfit e vai ser tudo muito chato. Aquela pessoa que é dona de casa, que que vai, né, lavar a casa o dia inteiro hoje, tipo, ela quer entreter, ela quer rir, ela quer ver coisa legal e a minha vida não é interessante para ela, então não posso focar nela. Agora a Virgínia pode. Virgínia pode por quê? Esse público é o que vai se cadastrar lá no jogo que ela vende, é o público que vai comprar um produto baratinho, né? Aí ela criou o quê? Um bor splash, que é barato, que a esse público final pode comprar. Então, especialista em comunicação, fera demais. Então, quando você entende que lá no meio de uma vida interessante, ela coloca um pit e depois ela continua com a vida interessante, ninguém percebe que ela tá vendendo, passa batido, passa despercebido. É só você encontrar esse meio, né, na casa que você tá vendendo lá no meio. Pô, quando você tiver assim no auge, gente, agora eu vou mostrar para vocês a vista dessa casa, a vista para pro mato. Dá dá uma sensação de tranquilidade, de de de paz, de calmaria. Olha só, aqui tem a mesinha do café que a gente toma café aqui olhando essa natureza maravilhosa. E sabe o que que é o principal? Não gastei R$ 1 de investimento de capital para contemplar essa carta. Robert, mas como que eu faço? Ó, eu pego uma carta no banco, vou pagando ali, tã, e depois eu tenho uma estratégia que eu vou contemplando e eu continuo pagando a parcelinha da casa. É genial, né? Se você quiser saber mais, é só clicar no link aqui que a minha assessoria vai entrar em contato com você. Mas aí, continuando, pessoal, a gente faz aqui também o jantar, o café da manhã, tudo para essa vista maravilhosa. Imagina você com a sua família olhando essa vista aqui todo mês. Aí aquele cara que tá com 40, 45 anos fala assim: "Cara, eu tô morando num apartamento aqui pequeno, sem qualidade de vida nenhuma, sendo que eu poderia dentro do meu ticket que eu ganho, tá vivendo essa vida aí? Quero, claro que eu quero." Isso é chamar, isso é entreter. Isso é entretenimento.

>> Caraca. Caraca, céu, a gente tem muita tarefa. [risadas]

>> Isso é entretenimento, pô. Por Deus, você vai ser assim a pessoa que eu vou escutar nos pelos próximos 30 dias. Eu só vou escutar esse podcast.

>> Tem como você não fazer nenhum pit nos próximos? De verdade.

>> Tem como você fazer nenhum pit nos próximos 30 dias? Porque ela vai começar a te seguir.

>> Não precisa. Ela já comprei.

>> Ela já vai comprar. [risadas]

>> Você tá entendendo como que eu vendo? Eu não preciso te fazer oferta.

>> Eu gero desejo.

>> É vender sem vender.

>> Não, sensacional.

>> Você já tá comprado. Vocês já estão comprados. Eu tô comprado um produto de vocês também que às vezes não interessei nele. Mas eu já te gerei tanto desejo, você fala assim: "Não, eu sou idiota se eu não comprar desse cara".

>> Por qu? Ou eu escolho bater cabeça, pagar caro no lead, fechar um mês onde eu investi 30.000 em tráfego e não voltou nem 30, ou eu faço o que ele tá fazendo e pego um lead a custo zero, gerando desejo e fazendo as pessoas virarem minhas fãs.

>> Não, sensacional, cara. A gente vai aplicar isso e não comprar. Caramba, a gente vai aplicar isso.

>> Deixa finalizar essa receita aqui. Não, tudo finalizando no oito. Então, eh, com qual frequência você indicaria? Tudo bem que você, né, tem um, mas qual é o mínimo indicado pra pessoa começar? É um vídeo por dia.

>> Um por dia.

>> Um por dia. Todo segunda. Segunda.

>> Meta real, um por dia. Eu posto cinco, mas eu falo com as pessoas, não se compare comigo.

>> Cinco por dia. Você posta cinco por dia.

>> Cinco por dia, mas não se compare comigo, porque eu sou a exceção e eu vivo disso.

>> Um por dia.

>> Eu vivo disso. Não tem como eu querer iniciante, eu querer arrematar o tanto de consórcio que vocês arrematam. Vocês vocês vivem disso. Eu não posso me comparar com vocês. Agora eu posto cinco por dia, mas eu vivo disso. Agora você não, você é um por dia. Um por dia, legal. Dois por dia, ótimo. Três por dia, sensacional. Quatro por dia, excepcional. Cinco por dia, alienígena.

>> Sempre headline no vídeo. Eu vejo que os seus vídeos todos ficam a com a headline ali. Sempre.

>> Sim. Que às vezes você não pode me ouvir, você pode ler.

>> Sim. Mas aí tá uma coisa não legendado, né? Porque tem o legendado e tem, eu vejo que seus vídeos quando você tá falando, você é uma headline fixa.

>> Fortando. Deixo fixo.

>> Ah, tá. A pessoa pode ouvir, mas ela vai olhar ali e fala: "Per aí, interessante, deixa eu ver que que é isso que parece que tá falando disso." É isso. Então você acha que a headline tem que estar fixada no vídeo o tempo inteiro?

>> Sim, eu procuro sempre temas que a pessoa que que sejam impossíveis de ser ignorados. Exemplo, vocês estão vocês estão endividados aí. Vamos, vamos supor que ele tá ouvindo, ele tá endividado, só que ele tá no podcast agora, ele não pode ligar o áudio e às vezes ele não tá com fone não. Aí ele vai ler aquela headline, vai, tipo assim, foi assim que eu saí de 50.000 de dívidas para ter um saldo positivo de R$ 250.000 em 4 meses. Esse cara, ele vai inventar que precisa ir no banheiro, mas ele vai ouvir esse vídeo.

>> Entendi. Deixa fixado ali o tempo inteiro.

>> Temas impossíveis de ser ignorados. Aquilo que você não pode ignorar, você dá um jeito, cara. Entendi. Por isso que é importante também legendar os e headline nos stories, né?

>> Sim.

>> Quando você tá falando alguma coisa.

>> É tipo deixar um contexto.

>> Entendi. Legenda também nesses vídeos ou não precisa? Só o R.

>> Eu não coloco, mas é bom colocar. Eu não coloco porque eu quero que a pessoa tenha o choque auditivo daquilo que eu tô falando. E se ela só lê, não é a mesma coisa. Entendi. Então, o que você indica claramente é headline, o o a legenda opcional.

>> Sim, eu posso falar: "Cara, seu podcast é ótimo, pô. Foi a melhor experiência da minha vida. Eu posso falar assim: "Cara, seu podcast é ótimo, foi a melhor experiência da minha vida". Tipo, do primeiro jeito você vai falar assim: "Pô, o cara realmente gostou". Do segundo ele fala assim: "Ele gostou". É, foi legal para ele. Então, eu prefiro que a pessoa tenha o impacto auditivo, porque através da escrita nem sempre você consegue transmitir aquilo que você tá querendo dizer. É muito comum treta de WhatsApp que nasceu através de um texto, né? Não, não quis dizer nesse jeito. Não, não, não, não. É porque eu escrevi e você não viu como que eu falei, pareceu ironia, mas não foi. É porque escrita nem sempre você consegue transmitir a mesma coisa.

>> Sim.

>> É isso.

>> Frequência dos stories também. Eu vejo que quando você posta pouco vai lá em cima e quando você posta muito cai muito.

>> É, se você não consegue ser interessante, poste pouco. Se você consegue, poste muito.

>> Só dá no meio mesmo, né?

>> É.

>> Esse vai dar um quarto.

>> Porque é [risadas] [ __ ] que pariu. Porque então a regra é essa. A regra não é não é que você tá você tá tendo baixo engajamento porque você tá apostando muito, é porque o teu

>> Sim, alguém do seu alguém do seu nicho tá indo bem. Alguém do seu nicho tá indo bem, irmão. Então não é culpa da plataforma, é culpa de quem tá conduzindo ela.

>> [ __ ] que pariu.

>> Ah, que conteúdo empreendedor não dá certo. O meu deu 1 milhão de seguidores em 90 dias. Por que que o seu não dá? Porque o seu é ruim. É assim que você tem que tratar as coisas. Ah, que eu não acho carta boa de consórcio porque você é ruim. Eu acho, né? Você pode falar pra pessoa porque você é ruim. Põe na mão de quem sabe.

>> Caraca, mano. Acho que eu perguntei tudo que eu precisara saber. Cara, deixa eu te fazer uma pergunta pra gente finalizar. Então, segurando ele aqui 2 horas, 2 horas do seu tempo, uma mentoria individual, só para as pessoas terem uma ideia do que que elas vão ter acesso. Primeiramente, duas perguntas vou te fazer. Você já entregou da forma que você que a gente trouxe aqui, ó, nesse formato aqui, nessa receita, em algum outro lugar, podcast, que não fosse em algo pago seu, assim, gratuitamente?

>> Hum. Não, acho que essa aqui, essa aqui foi a palestra mais profunda que eu já dei sobre produção de conteúdo.

>> Caraca, incrível. E quanto se uma pessoa fala assim, cara, eu quero ter uma mentoria, mas só eu e você, quanto, quanto, quanto valeria, quanto você cobraria? Você quer que ele entrega qual o valor hora dele? É isso mesmo.

>> É pr as pessoas entenderem, para elas entenderem, para elas elas entenderem assim, nós estamos entregando aqui, ele tá com a gente duas horas. Olha o conteúdo que a gente tá entregando de graça.

>> Sim.

>> É isso que eu quero que as pessoas consigam ter tangível. Cara, vamos construir uma coisa melhor. Ela não tem preço, mas se você quiser saber o valor, me chama para conversar que a gente vai entender o que que você precisa.

>> Aí é isso aí.

>> Aí evitamos um sequestro.

>> É, é, é, [risadas] mas eu posso garantir que não f não é menos do que do que uns 200.000.

>> Ai meu Deus.

>> Esse tempo todo, dessa forma que foi entrega

>> Individual.

>> O preço do problema é de acordo com o tamanho dele.

>> É isso aí.

>> Muito bem, cara.

>> Sensacional. Robert.

>> Obrigado demais, gente. Ó, compartilha. Gostou do conteúdo? Pô, não tem como não compartilhar, né? Pela madrugada se inscreva no canal, né? Se inscrever no canal. Vamos bombar agora. Vai ver o momento antes e pós Robert.

>> Aqui nesse nesse não só no Receita, no

>> Todos os outros, todos os outros agora no pessoal, na empresa.

>> Incrível.

>> Compartilha, se inscreve lá no canal no YouTube, segue a gente no Instagram sucesso podcast, vai lá no Spotify também. E cara, muito obrigado mais uma vez pelo por esse tempo incrível.

>> Obrigado demais. Para mim foi uma honra, foi uma troca enriquecedora, né?

>> Eu acredito que a galera que tá em casa, se gostou, tem que se inscrever no canal, né? Porque a audiência vale mais que dinheiro.

>> Isso aí.

>> Então tem que ter inscritos, tem que ativar as notificações do canal e seguir, né, nas redes sociais. Me segue, segue eles também. Vocês estão estão seguindo eles no Instagram? Não sei se vocês estão. Tem que seguir, né? Seguir em todas as redes sociais. É porque os caras trazem aqui feras, né? Eu fui ver lá, pô, o Geraldo Rufino sentou aqui. Sou admirador do cara. Então,

>> Eh, se vocês estão entregando um conteúdo gratuito desse, é o mínimo que você tem que fazer, né, para você não ser uma pessoa do baixo padrão é retribuir. Como que você retribui antes de comprar? Seguindo, pô. Seguindo, deixando o seu like, mandando no seus amigos, empreendedores. É assim que a gente faz a roda girar, né? Então,

>> Retribua aí, segue eles, pô. É isso aí, junto. Valeu. Mais depois merchand a gente encerra aqui. Até o próximo episódio, pessoal.