Transcription
[Música] Bom, inteligência artificial e big data. Se você pegar a lei complementar 214 e fazer o upload para uma inteligência artificial aí qualquer, ela é capaz de analisar e aprender junto com você. Então, essas inteligências eh artificiais, elas podem ser ótimos auxiliares para nos ajudar a entender riscos fiscais, para também nos ajudar com o monitoramento das alterações de legislação. Muita coisa ainda está sendo eh criada e muita coisa vai ser enxertada dentro da reforma tributária. Se você tiver conhecimento de inteligência artificial ali a sua mão para te ajudar em tempo real, você vai ganhar muito tempo. E já existem algumas inteligências artificiais que estão sendo treinadas para cruzamento de dados fiscais e para apuração de inconsistências já dentro da ótica da reforma. Olha só quanta coisa já existe. Se você tá aí pensando, poxa, eu não tenho nada disso, você já tá para trás. Olha, eu não sabia que tinha isso. Você já tá perdendo tempo, como diria as pessoas aqui do interior, você já tá marcando touca.
E por fim, a automação e o papel do split piment. Que que esse esse esse split piment vai fazer, né? Ele vai gerar o a retenção do imposto na fonte, na emissão do documento fiscal. E já existem inteligências artificiais, já existem ERPs que ajudam na gestão do caixa do cliente. Olha que oportunidade de você oferecer um BPO financeiro lá pro cliente olhando a ótica da reforma, porque esse cliente ele vai precisar se desprender do valor que é devotado ao fisco, né, que é de imposto e gerar as suas atividades com a diferença. Talvez ele precise de muita, mas de muita ajuda para se reeducar dessa maneira.
Segurança da informação na gestão fiscal. Um bom sistema, ele ajuda na rastreabilidade e na transparência das operações tributárias, reduzindo assim fraudes e gerando maior conformidade nas informações fiscais. Eh, e aqui eu abro mais um parêntese, né? Quem de vocês aí que operam a contabilidade? Quem de vocês aí que estão ali dentro do departamento contábil, dentro do departamento fiscal, que pegam o relatório fiscal lá do ECAC, geram ele e manda pro cliente? Quem faz isso? Que escritório que faz isso? São muito poucos que fazem isso. Com a reforma tributária, os sistemas que estão sendo parametrizados, eles darão essa informação de pra cliente. Gerando o quê? gerando confiabilidade.
Treinamento da equipe contábil fiscal para adaptação ao novo modelo. Não dá, não dá para trocar o pneu do carro com o carro andando. Então, ainda há tempo para você colocar o seu time em treinamentos intensivos para apuração de contabilidade e de fiscal já adaptado a esse novo modelo. Existem já inúmeros treinamentos, inúmeros cursos disponíveis. Pegue o a tua equipe, pegue o teu time e coloque eles para se familiarizarem.
Olha só, olhe mais para benefícios fiscais. Os regimes diferenciados, eles estão estabelecidos na LC 214. Os créditos tributários que esses regimes terão também já estão lá. você já consegue começar a familiarizar com eles. De novo, eu falo aqui, simule, olhe oportunidades de redução de carga tributária para o teu cliente dentro da reforma de forma legal. Pode ser que você consiga mostrar pro teu cliente como isso vai beneficiá-lo e você pode melhorar o teu ticket médio de honorários. E você pode também com o advento da tecnologia mostrar ao cliente auditorias fiscais digitais e monitorar os riscos da operação dele. Com bons RPS, você pode fazer processos de revisão contínua da operação fiscal do cliente. Hoje, muitas vezes, a gente faz assim, né? Olha lá o relatório do ICMS que o sistema dá para ver se o cliente tá usando o CFOP correto, se ele tá colocando o CST correto para efeito de débito e crédito das operações, principalmente no que tange CMS. Com o advento da reforma tributária, os RPs farão isso de forma autônomo. Eles farão, eles te entregarão relatórios para você mostrar pro cliente. Eles te mostrarão em eh eh em praticamente full time o que você precisa fazer ali para ajustar a operação do cliente junto com ele. E você já consegue fazer essas simulações agora. E esses mesmos softwares estão já detectando inconsistências atuais, já olhando para a reforma, que vai fazer com que o cliente não seja autuado aí porque está em inconformidades.
Em outras palavras, é muita responsabilidade que teremos. Essa migração vai fazer com que nós tenhamos que ajustar operação por operação de cada um dos nossos clientes. Se nós mostrarmos que encaramos este novo papel, que somos profissionais capacitados e bem preparados, eu não tenho dúvidas que ao apresentarmos resultados benéficos para esse cliente, ele não só ficará conosco fidelizado, mas também tá estará disposto, né, a rever os nossos contratos de honorários.
Como a tecnologia pode reduzir riscos fiscais no novo sistema tributário? Ela só vai reduzir riscos fiscais se nós contadores trabalharmos de perto, próximos aos aos nossos sistemas. Porque muitas vezes a eh o pessoal que desenvolve sistemas, eles têm pouco conhecimento sobre matéria tributária. Então eles vão montar um sistema e vão colocar aí para você. E aí você precisa fazer as parametrizações baseadas nas regras do CBS, do IBS. e do imposto seletivo. Então, é aí que está a joia da coroa. Uma boa parametrização só se dará se você tiver um conhecimento vasto da matéria. Ao fazer essa parametrização com base no seu conhecimento, vai reduzir a praticamente zero os riscos que o seu cliente vai ter aí nessa transição de autuações, né, de receber multas aí por parte do fisco.
Quando exatamente essa guerra fiscal entre os estados deixará de existir, professor? Olha, a gente pode afirmar que quando o período de transição acabar, né? Porque enquanto nós tivermos fazendo compensações de alíquotas de CBS e BS enxugando de PIS e Cofins e de CMS, ainda não será totalmente estabelecido eh eh a o novo arcabolso. Lá em 33, quando tudo tiver passado do antigo e se começar o novo, realmente acabará a guerra. É, o ISS ele ele vai tá centralizado, administrado, né, pelo IBS, mas os outros municípios, estados vão ter os outros impostos ali que contribuições que eles ainda vão continuar administrando. Pode ser que realmente ainda se mantenha uma uma guerrinha fiscal aí entre eles, né? alguns vão ter que realmente se mobilizar para poder não perder a arrecadação nessa centralização do ISS e do ICMS.
Eh, em relação à reforma tributária, como que como que a IBS e a SBS vão impactar nas empresas escritas do MEI e do Simples Nacional? Acho que seria legal fazer um um panorama geral, porque é muito complexo essa pergunta, né? E então vale a pena aí fazer uma forma mais resumida aí. como vai impactar, né, o CBS, o Eu acho que o o mais preponderante é a forma com que essas empresas elas serão eh eh elas serão ali contabilizadas, né, como eu vou preferir recolher o meu imposto, porque há previsão legal que eu possa recolher esse imposto por dentro do DAS, né, as empresas do Simples Nacional, ou por fora do DAS. Por dentro do DAS, eu vou ter ali alguns benefícios e por fora eu abrirei mão desses benefícios. O que é imperativo falar é que caberá o contador, olha só, dando uma consultoria ao seu cliente, verificar qual é o modelo mais benéfico. A depender da operação que se gere ali, é melhor que transmita o crédito para quem tá tomando aquele serviço ou aquele produto. Dependendo da situação, não. Então, vão ser situações distintas em que não dá que se bater o martelo do que é o melhor para um em detrimento do que é o melhor para o outro. Serão análises que terão que ser feitas personalíssimas. E aí, olha como a gente ganha, a gente ganha, por assim dizer, moral, né, junto ao cliente, porque pera aí, cliente, a gente vai operar aqui com DAS, com o IBS, o CBS por dentro. Por quê? Por causa disso, disso e disso. Não, cliente, aqui vai ser por fora. Por quê? Por causa disso, disso e disso. E aí a gente se torna mais autoridade do que já somos, né? Evitando que aquele cliente vá lá naqueles, naquelas reuniões que eles fazem entre eles e venha dizendo que olha, o meu amigo, ele opera por dentro, eu também quero operar por dentro. opera por fora, eu também quero operar por fora. A gente tem que estabelecer o conhecimento técnico aos clientes para que eles entendam que nós somos autoridades no assunto.
Ela fala pro professor o seguinte: a não cumulatividade será plena, inclusive para o setor de serviços, ou será cheia de restrições, como a não cumulatividade atualmente aplicada no PIS e Cofins do lucro real. Professor, olha, a luz da lei complementar, ela vai ter regras, né? Vai cada eh vai vão ter regras específicas. Infelizmente, como eu disse no começo da minha fala, essa reforma que nós conseguimos não é a melhor, é a que realmente serviu para nós nesse momento. Então, haverá sim aspectos específicos de cumulatividade, de não cumulatividade. Existem ainda muitos lobes, né, de vários setores da economia, de vários setores eh dos serviços para esse tipo de situação. Eh, então é prematuro falarmos, né, que ah, vai ser igual tá sendo agora. Mas também não podemos descartar a ideia de que pode ser em similaridade, numa propensão menor, mas em similaridade.