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Igreja Das Estações 🤎 | ESCOLA DAS ESTAÇÕES- Desmistificando Leviatã | 03/06/2025

Igreja das Estações 🤎1:28:08

Transcription

Boa noite. Boa noite a todos, a todas. Boa noite a quem está online também com a gente aqui. Tem muita gente online, viu, gente? Estou começando a falar assim, ó, a galera está ficando muita. Ah, Kaká, vamos assistir online hoje, a gente vai colocar o online para depois, vou gravar e vou deixar assistir só depois.

Vamos lá, pessoal, nós estamos indo para a quinta aula. É a quinta aula. Essa é a quinta aula. Mas no total já são oito aulas, certo? Não, essa é a nona. Não, mas foi. É, não, mas na verdade é a quinta, porque teve uma aula que eu te dei duas aulas para dar uma aula só, entendeu? Então essa, na verdade, é a quinta aula da Escola das Estações.

E hoje eu vou falar sobre um tema, uma matéria que eu gosto muito, porque semana passada a gente falou, só fazendo uma retrospectiva bem rápida aqui, semana passada eu falei sobre os dois tipos de terra. Só recapitulando, só a gente pensando um pouquinho sobre o que nós estamos trabalhando. Nós estamos falando sobre produção cultural, nós estamos falando sobre como se produz uma cultura.

Então, teve uma aula que a gente teve aqui, para quem não assistiu, quiser voltar alguns dias aí, chamado Culto, Cultivo, Cultura. É aula sobre cultura do reino, que eu falei sobre a forma como a cultura é produzida. A palavra "cultura", né? Veio da palavra "cultivo", que é a palavra "Avodá". Está lá em Gênesis 2:15, fala que Deus colocou o homem no jardim do Éden para cultivar e guardar. A palavra "cultivo" ali é a palavra "Avodá", que é a mesma palavra para adoração.

Por exemplo, quando essa palavra adoração que a gente usa, adoração, que é adorar a Deus, vamos fazer uma adoração extravagante, a raiz dessa palavra adoração é da palavra "Avodá". É a mesma palavra que, na verdade, não tem nada a ver com música, né? A verdadeira adoração não é música, né? A verdadeira adoração ela é o serviço, o ato de produzir cultura, né?

É, seu Zé Roberto, pode sentar aí, fica à vontade, fica à vontade ali, ó. Você está ali. Então, é o ato de produzir cultura que é você, porque a ideia de Deus nunca foi produzir uma religião no mundo, né? A ideia do religar, a ideia da reconexão com o Santo dos Santos é capturar, é acessar a ideia de Deus. Uma vez que nós acessamos a ideia de Deus, nós passamos a ter a capacidade de produzir a cultura do reino na terra.

Então, sabendo que a palavra "cultura" veio de "cultivo" e "cultivo" veio de "culto". E "culto", quando Paulo fala assim, "se você quer oferecer a Deus um culto racional, ofereça seu corpo como sacrifício vivo", porque existe uma racionalidade no culto. E qual que é a grande racionalidade do culto? É a forma como nós falamos o culto? É o grau de intelectualidade do culto? Não.

Um culto racional é um culto que está alinhado ao que Deus está fazendo. Ser racional espiritualmente é você não andar em oposição a Deus. Ser racional espiritualmente é você não se tornar um feiticeiro, um mago, uma pessoa que fica fazendo coisas para tentar atrair Deus para os seus projetos, mas ser um grande entrevistador, um grande observador, aquela pessoa que está atenta ao que Deus está fazendo.

Então, o culto racional não tem a ver com a sua capacidade intelectual de entender a Bíblia, sua capacidade teológica. O culto racional está ligado a você capturar a ideia de Deus, o raciocínio, a ideia, a lógica do raciocínio que Deus está. Deixa eu esperar seu Zé Roberto se organizar ali. Cuidado com a câmera, seu Zé Roberto. A câmera! Cuidado com a câmera! Isso. Pode sentar. Deixa. Pronto, estacionou. Quem não conhece é o Zé Roberto, viu, gente? Figura. Figura. Boa noite.

Então, vamos lá. Então, a ideia da questão do culto racional, toda vez que a Bíblia vai falar sobre a questão da cultura do reino, quando Deus disse, ele disse para quê? Ele disse para todo mundo. Observa os grandes e mordomos, né? A mordomia. O que que é mordomia, né? Ser mordomo, a Bíblia fala sobre a mordomia. É zelar das coisas que não são suas. É ter a capacidade de zelar daquilo que é de Deus.

Então, o mordomo é aquele que está a serviço da zeladoria das coisas de Deus. Então, Deus disse a Moisés: "Moisés, faz isso." Se Moisés é uma pessoa antenada à ideia de Deus, ele pegou a ideia de Deus e cultivou aquela ideia, né? Ele disse a Jacó: "Jacó, vou fazer isso." Ele disse a Davi. Ele disse, então Deus, ao longo da história, ele disse, ele compartilhou a sua ideia com as pessoas que tinham seus ouvidos abertos para capturar a sua ideia.

E quem são essas pessoas? São os cultivadores, os adoradores, aqueles que pegaram essa ideia e produziram cultura a partir dessa ideia. E a cultura que foi produzida a partir dessa ideia, nós chamamos da cultura do reino. Então, o reino de Deus, a ideia de Deus era produzir uma cultura do reino na terra parecido com a do céu.

Então, todo o movimento do reino de Deus envolve pessoas que têm a capacidade de entrar, de racionalizar, de entender, de capturar a ideia de Deus e trazer essa ideia para a terra através de práticas de amor, através de serviços, não apenas através de música, não apenas através de um rito religioso, através de um movimento cultural.

Então, enfim, assim também a história, ela é conhecida por vários outros movimentos culturais, as nações, as etnias, as línguas, a grande produção de uma estrutura que culturalmente, por exemplo, quando eu falo aqui na igreja hoje sobre o secularismo, né, o ocidente ele é completamente secular, né, embora ele foi completamente influenciado e fundado pelo cristianismo. Mas hoje nós vivemos um secularismo muito forte no Ocidente, que é uma cultura, que é uma forma de ver o mundo, é uma forma de construir a vida, né, com os nossos valores, nossos princípios, nossos objetivos. Tudo parte de uma cultura que nós estamos envolvidos.

E esse texto de hoje, o que nós vamos estudar hoje, o nome dessa aula é "Desmistificando Leviatã". É uma aula muito interessante, né? Porque a igreja evangélica ela demonizou tudo, né? Existe uma demonização de tudo e uma mistificação de tudo. Então, essa mistificação da demonização, isso trouxe para a gente uma visão muito superficial do que de fato é tóxico, é nocivo e o que de fato não tem poder no mundo espiritual, né?

Eu vira e mexe, eu faço algumas críticas assim, a forma como nós concebemos a nossa fé, a forma como nós entendemos até mesmo a ideia daquilo que foi muito estudado ao longo da história, batalha espiritual, né? E um personagem muito central, um principado muito conhecido, muito falado, tanto no campo religioso quanto nas ciências políticas, inclusive me chamou muita atenção por ser um personagem também das ciências políticas, é Leviatã. Leviatã.

O Leviatã ele é um principado. Ele aparece em toda a Bíblia. E hoje nós vamos desmistificar o que é Leviatã, o que seria esse principado, como ele age, como ele atua. O que seria Leviatã? Essa figura, vamos colocar assim, né? Até mesmo que se tornou uma figura não mitológica, mas assim uma figura teológica, né? Tanto da teologia bíblica quanto das ciências políticas.

Quem trouxe Leviatã, que tirou Leviatã dos textos bíblicos para as ciências políticas, hoje o livro Leviatã, muito conhecido de Thomas Hobbes, por exemplo, que é um filho de um pastor presbiteriano, que é um cientista político, um filósofo, um grande influenciador do século XVI ali. Então, o Thomas Hobbes, ele trouxe Leviatã para o cenário político.

Agora é muito interessante estudar Leviatã e desmistificar Leviatã, tirar Leviatã. Por exemplo, Leviatã ele aparece em Apocalipse 13, é um monstro que sai do mar, né? Aquele monstro que sai do mar de Apocalipse 13, que tem vários chifres, tem boca de leão, aparência de leopardo, pernas de urso. Esse monstro que sai do mar é Leviatã, né? É o monstro que está no mar, é aquele que está ali dominando os mares, né? Ele é conhecido como o grande crocodilo, né? O Leviatã, ele é um crocodilo do mar. Ele é essa figura que domina os mares, né? Isso nós vamos entender o porquê. Vamos entender o porquê disso.

Então, hoje nós vamos fazer um trabalho de desmistificação de Leviatã. E nós vamos usar um personagem da Bíblia que está na Eviim, que é o livro dos profetas, que é Daniel. Daniel é um cara muito emblemático e é um cara que bateu de frente com o Leviatã, né, Daniel? Daniel tem uma questão muito interessante.

Só fazendo uma contextualização, quem não conhece o profeta Daniel: Daniel, quando adolescente, ele foi levado pelo cativeiro babilônico, após um período de 470 anos em que o povo não parou no ano sabático. Então, o povo vinha desobedecendo, o povo vinha criando, criou uma religião extremamente tóxica, adorando a Deus, mas totalmente fora da vontade de Deus.

E tem um profeta chamado Jeremias, um profeta muito enigmático, assim, um cara, um profeta de oposição, um profeta de desconstrução, né? Jeremias foi um cara assim: "Se não quebrar, se não bater, se não arrancar, se não derrubar, se não limpar, não tem como plantar e edificar, né?" Jeremias é um cara, cara, enquanto a gente não quebrar esse negócio, Jeremias 1 fala, cara, é tempo agora, é tempo de quebrar, é tempo de arrancar, é tempo de derribar, é tempo de destruir. Ele não tinha papo com Jeremias, porque senão a gente não consegue plantar e não conseguimos edificar. Então ele fala assim: "Edificar sobre esse fundamento, sobre essas bases que vocês estão trabalhando, não tem como." Então Jeremias foi aquele cara assim: "Vocês são o povo de Deus?"

Porque, gente, o que aconteceu? Eu vou dar algumas questões que eu acho importante. De 7 em 7 anos, Deus pedia para o povo parar um ano. De 7 em 7 dias, Deus pede para você parar um dia, né? Além do descanso físico, parar um dia, gente, dentro do capitalismo mais violento que existe hoje, parar um dia é extremamente pacificado hoje. Não, tem que descansar. Todo mundo precisa descansar pelo menos um dia ou dois dias, né? Mas parar um ano, parar um ano é loucura. Ano sabático é uma coisa assim inconcebível para a atual situação, parar um ano de trabalhar.

Só que Deus estabeleceu parar um ano e depois parar um dia e de sete em sete dias, depois parar um ano. De sete em sete dias, parar um ano inteiro. E uma das coisas que era interessante no ano sabático é que o ano sabático ele era um termômetro para Deus. Porque se você pegar Deuteronômio 6, por exemplo, 26, você vai ver como é que Deus pega pesado com o ano sabático. O ano sabático é como se fosse um termômetro. Por exemplo, eu quero ver o grau de confiança que o povo tem em mim.

Eu quero saber se você, o que você produz, você produz porque você acha que é só fruto do seu esforço. Ou se você acha que eu estou envolvido na sua prosperidade, ou se você acha que eu estou envolvido naquilo que você está fazendo. Se você acha que você é Deus na sua própria vida e você se tornou autossuficiente, você não vai ter necessidade. E você também não tem nem a capacidade de confiar que eu posso ser o provedor da sua vida, que eu posso fazer além de você.

Então, para um ano e o povo parava. Quando o povo parava, Deus vinha e podia mostrar: "Olha aí, eu cuido, mesmo vocês não produzindo, eu cuido de vocês." Existia uma relação entre Deus e os homens. Deus estabeleceu algumas questões para colocar um termômetro no povo para saber até que ponto eles estavam adorando a ele com seus lábios, mas seus corações estavam longe dele. Quem está entendendo isso? Compreende isso?

Então assim, o profeta Oséias fala: "Cara, afasta de mim o estrépito dos vossos lábios, os vossos cânticos. Eu não quero saber das suas músicas mais. Eu estou irritadíssimo com as suas músicas, mas passe diante de mim um rio de justiça. Eu quero saber se vocês têm disposição de fazer o que eu pedi para vocês fazerem. Não ficar cantando, não." Estão entendendo? Isso é muito interessante. Os profetas do Antigo Testamento, eles foram muito incisivos em relação ao coração do homem. Eu quero saber se você está conectado com Deus.

Por quê? Por exemplo, Abraão, ele teve Isaque. Abraão ficou 25 anos esperando o filho da promessa. Quando o filho da promessa chegou, simplesmente Abraão enfraqueceu sua relação com Deus e colocou toda a sua atenção na promessa. Ele esqueceu do Deus da promessa. A promessa virou maior do que o Deus da promessa. Aí Deus falou assim: "Então me devolve a promessa, sacrifica Isaque de novo." Por quê? "Eu preciso do seu coração de volta. Porque o seu coração está conectado ao meu coração. É a forma que eu tenho de inseminar o seu coração com a minha ideia. E você é o pai da fé. Você é o cara que está mais produzindo cultura do reino na terra para mim agora. Então, se eu perco seu coração e seu coração vai para o seu filho, vai para a promessa e eu perco o seu coração como meio pelo qual existe uma porta aberta para eu cultivar e para abençoar todas as famílias da terra, então me dá seu filho."

Aí Abraão entregou o filho, entregando o filho, não precisa mais ter o cordeiro, porque no momento que ele entregou o filho, Deus pegou o coração dele de volta. Então, ter o seu coração, Deus, ter o seu coração é fundamental para ele produzir através de você a ideia dele. Está entendendo isso?

Então, por mais que ele deixe você produzir, desenvolver, fluir, ele colocou alguns termômetros. Então, por exemplo, nesse momento, Israel já tinha 470 anos que eles não pararam no ano sabático. Eles entraram num sistema tão bruto, oferecendo sacrifício, oferecendo cordeiros, enfim, fazendo todo esse trabalho, mas não parando no ano sabático.

Jeremias começou a falar assim: "Cara, vocês estão completamente obstinados. Vocês entraram numa vibe que vocês perderam completamente a voz de Deus. Vocês criaram um rito religioso pensando que Deus está se alegrando com o rito que vocês estão fazendo." Estão entendendo? "Mas vocês não estão mais nem um pouquinho envolvidos com a vontade de Deus e nem confiam mais em Deus. Vocês apenas estão pensando, estão criando um sistema de bajular Deus pensando que Deus vai entrar. Deus falou assim: 'Olha, Deus vai cobrar isso aí, senão Deus vai parar você'."

Não deu outra. Com 470 anos o povo não parou. 470, 40 é 400 o quê? 490 dividido por 7. Deus pega o povo para o povo 70 anos no cativeiro babilônico. Então o povo fica 70 anos parado no cativeiro, pagando o quê? Os 70 anos, os 490 anos sem parar no ano sabático. Em outras palavras, se você não para, Deus te para. Isso é fato, viu, gente? Com saúde, com tudo. Se você não para, se você não descansa, se você perde o timing, o efeito colateral da sua estrutura é Deus te parar.

O que aconteceu? Daniel foi um desses que foram levados para a Babilônia. Então, eles eram um dos jovens, um dos jovens talvez influenciados por Jeremias, estava assim ativo, com a mente ativa, com o coração alinhado com Deus. Então, Nabucodonosor separou aquela turminha mais antenada e colocou esses jovens para ficar perto dele, na cúpula dele ali, né? Para quê? Para consultá-los, porque ele tinha ali uma curadoria de informações, de discernimentos. Ele tinha ali um pessoalzinho ali que ele gostava de consultar, de trocar uma ideia para conseguir construir o seu império.

Nabucodonosor, ele é conhecido como um rei. Nesse ponto, o rei, nesse ponto existe até a ideia de que o próprio Deus usou Nabucodonosor para poder tratar o povo de Deus, né? Então, foi permissivo, né, do meu servo, né? E também tinha um servo também, Ciro também, né? Também chama Ciro de meu servo. Então, olha que doideira isso. Estão entendendo? Estão entendendo o contexto?

Agora nós estamos na Babilônia, só que na Babilônia agora nós temos Daniel. E Daniel já entra na Babilônia. Ele entendeu já de cara esse princípio que o coração dele precisava estar conectado com Deus. Então, Daniel preserva através dos seus jejuns, através das suas práticas religiosas. Eu acho que ele já vivia uma certa opressão em Israel. Ele já entendeu a forma de se conectar com Deus.

Então, Daniel já vai para a Babilônia meio que blindado, meio assim: "Cara, eu não vou me contaminar. Eu preciso me manter num lugar em que o meu coração, eu consigo perceber o que Deus está fazendo. Eu não posso perder a agenda de Deus mesmo dentro da Babilônia."

E Daniel também é uma figura muito interessante para a gente hoje, a gente que vive na Babilônia, a gente entender que é possível dentro da Babilônia você não perder a agenda de Deus. É uma figura importante, né, até para a nossa teologia pública, né, saber que você pode estar dentro de um governo, saber que você pode estar dentro de uma estrutura corrupta, você pode estar dentro de um mundo corrompido e você está completamente alinhado com a vida de Deus e participando da atividade do céu na terra e trazendo informações do céu para a terra. Então a gente sai daquele puritanismo de pensar que tudo tem que estar bem para eu poder fazer o que Deus está mandando fazer e não. Talvez num ambiente mais hostil, num ambiente mais poluído, com maior grau de corrupção.

Você pega lá Daniel 10, se eu não me engano, no momento em que ele estava ali, ele era o presidente dos presidentes, só tinha um acima dele que era o rei. Era o momento que ele tomou o maior golpe. Daniel tomou um golpe dentro do governo. Daniel fazia parte do governo. Ele foi, tomou um golpe dentro do governo. E o golpe que ele tomou dentro do governo foi por um aspecto: ele adorou a Deus.

Os caras tinham percebido que ele não deixaria de adorar a Deus. Criaram uma armadilha, fez o rei, que gostava muito dele, criar uma lei nova. O rei cria a lei, depois percebe que aquela lei tinha ido contra talvez o seu melhor amigo, talvez a sua maior referência. Ele é jogado no meio da cova dos leões, né? Os leões não comem ele porque ali dentro Jesus estava com ele. Então, tipo assim, é muito importante. A agenda de Deus, ela se manifesta em vários momentos da história. E não foi diferente nesse texto.

Esse texto é o seguinte. Nabucodonosor, no segundo ano do reinado de Nabucodonosor, teve um sonho e o seu espírito se perturbou e ele passou-lhe o sonho. Então o rei mandou chamar os magos. É muito interessante também uma coisa que eu gosto de chamar muita atenção aqui, que no capítulo um, eu vou adiantar aqui porque eu vou falando depois, quem está estudando, quem está fazendo a Escola das Estações, você vai na Bíblia lá, capítulo 1, capítulo 2, eu vou dando as informações e você depois vai aprofundando.

Mas uma das coisas que é interessante é que no capítulo um, a Bíblia fala que Deus deu a Daniel o dom de interpretar sonhos. É no capítulo um da por Daniel não se contamina com as iguarias de Nabucodonosor? Daniel se mantém num lugar, é como se Daniel se protegesse de tudo aquilo que pudesse tirar ele da agenda. Ele cria um ambiente em que ele se protege daquilo que poderia o distrair, que poderia tirar ele daquilo que Deus estava fazendo. Ele se mantém naquele lugar e neste lugar que ele se mantém, ele se mantém dentro de uma agenda de Deus e Deus vai equipar Daniel.

Só que é muito interessante que quem deu o sonho para Nabucodonosor foi Deus. Quem deu o dom de interpretar sonhos para Daniel foi Deus. Só que Deus deu para Daniel o dom de interpretar sonhos antes de dar o sonho para quem? Para Nabucodonosor. Isso mostra que Deus já está te dando coisas. Ele já está te equipando com aquilo que você ainda vai fazer.

O texto de Efésios 2:10. Outrora, nós somos o quê? Nós somos feituras de Deus nas mãos de Jesus. Nós estamos tendo, nós somos uma poesia, nós somos uma obra de arte, sendo trabalhados, sendo preparados para quê? Para as obras que de antemão ele já preparou para nós. Em outras palavras, já falei várias vezes aqui, acho que é uma frase importante, uma frase que eu desenvolvi a partir desse texto, é que Deus está te preparando para aquilo que ele já preparou para você.

Então, por que que você não vai ter acesso àquilo que Deus preparou para você enquanto você não for preparado para aquilo que ele já preparou para você? Então, nós temos que entender que antes de Daniel revelar os sonhos de Nabucodonosor, ele não se contaminou com as iguarias de Nabucodonosor. Ele se manteve num lugar em que a agenda de Deus estava clara para ele, aonde Deus equipou ele com o dom de interpretar sonhos. E posteriormente, Daniel, ele vai ter a habilidade para lidar com uma situação que poucos teriam nesse momento.

Então o rei mandou chamar os magos, os encantadores, os feiticeiros, os caldeus, para que eles declarassem ao rei qual lhe fora o sonho. Eles vieram, se apresentaram diante do rei e disse-lhes o rei: "Tive um sonho." Então, olha só, ele chamou os feiticeiros, os magos. Ele chamou o povo que criava magia, produzia a magia, gente, a feitiçaria. É ideia. Sabe aquele negócio tipo assim: "Eu vou fazer um sacrifício aqui para que os deuses me respondam." Então, essa turma tentava manipular os céus, manipular os deuses. Toda essa prática, lembra, é de baixo para cima. É a cultura babilônica.

Daniel ele sabia trabalhar de cima para baixo. Ele é aquele cara que trabalhava, que entendia a ideia de Deus. Ele capturava a ideia de Deus. Ele estava dentro dessa prática. Ele era um semita. Ele vinha da linhagem de Sem. Ele era daqueles que invocavam. Ele era da linhagem de Abraão. Ele era da linhagem daqueles que invocavam o nome de Deus. Daniel, ele é desses.

Agora, olha que coisa doida. Disse-lhes o rei: "Tive um sonho e para sabê-lo, está perturbado o meu espírito." Os caldeus disseram ao rei em aramaico: "O rei vive eternamente, diz para a gente qual o seu sonho, o sonho do teu servo, e daremos para você a sua interpretação." Respondeu o rei e disse aos caldeus: "Uma coisa é certa. Se não me fizerdes saber o sonho e a sua interpretação, sereis despedaçados e as vossas casas serão feitas de monturo."

Em outras palavras, eu não vou contar o sonho para vocês, porque existe uma forma ou tem como vocês manipularem a informação e trazer para mim uma informação que não esteja de acordo com Deus ou com os deuses, se vocês quiserem. Mas eu preciso saber. Se vocês são realmente guiados por Deus, vocês precisam me interpretar, vocês precisam descobrir o sonho, interpretar o sonho e me dar o significado. Caso contrário, eu vou matar todo mundo. Simples assim. Caso contrário, eu vou matar todo mundo.

Versículo 6. Ah, é seis mesmo. É isso. "Mas se me declararem o sonho e a sua interpretação, recebereis de mim dádivas, prêmios, grandes honras. Portanto, declarai-me o sonho e a sua interpretação." Responderam segunda vez e disseram: "Diga ao rei o sonho aos seus servos e lhes daremos a interpretação." Tomou, pois, o rei e disse: "Bem, percebo que quereis ganhar tempo, porque vedes que o que eu disse está resolvido, isso é, se não me fizer saber o sonho, uma só sentença será a vossa. Pois combinastes palavras mentirosas e perversas para as proferirdes na minha presença até que mude a situação."

Então o rei estava acostumado já com um grupo que manipulava a informação e ele falou assim: "Cara, vocês vão criar uma forma de não me revelar o sonho. Beleza? Diz-me o sonho e saberei que me podeis dar-lhe a interpretação." Responderam os caldeus na presença do rei e disseram essa frase para mim que é importante demais: "Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige, pois jamais houve rei, por grande e poderoso que tivesse sido, que exigisse semelhante coisa a algum mago, encantador ou caldeu. A coisa que o rei exige é difícil e ninguém há que possa revelar diante do rei, senão os deuses e estes não moram com os homens."

Olha aqui, olha aqui. A Bíblia fala que o espírito do anticristo não confessa que Jesus veio em carne. Gente, isso é um recorte muito interessante. O espírito do anticristo, a Bíblia fala em Primeira João, não confessa que Jesus veio em carne. Em outras palavras, né? Eu tenho até uma história para falar sobre isso aqui, mas se eu for contar as histórias, eu vou perdendo tempo da aula.

Mas em outras palavras, o espírito anticristo, ele confessa que Jesus veio como Deus. O espírito de Cristo, ele confessa que Jesus é Deus. O espírito de Cristo não tem problema nenhum em admitir a divindade de Jesus. Ele tem dificuldade de admitir a humanidade de Jesus. Por quê? Porque como Deus, você vai seguir um Deus, você não consegue. Como Deus, ele venceu. E eu admito que eu perdi para Deus. Eu admito que existe um Deus mais forte do que eu. Eu não admito que eu perdi para um homem. Eu não admito que eu perdi para mulher. Eu não posso admitir que eu perdi para seres humanos. Então, se Jesus ele é homem, eu perdi para um homem. Logo, os homens podem me vencer. Quem entendeu isso?

Então, esse texto aqui ele já coloca, cara, esse tipo de coisa que você está pedindo, Nabucodonosor, somente os deuses podem revelar e eles não moram aqui com a gente. Eu só quero, estou fazendo, vem rápido a introdução da aula. Mas Daniel falou: "Ei, eu não vou morrer por causa da incompetência desse povo." Não. "Se o Deus deles não mora com eles, o meu mora e eu sei o que ele está fazendo. E se for do agrado de Deus revelar esse sonho para Nabucodonosor, avisa o rei. Eu estou encurtando aqui que eu vou revelar o sonho dele."

E não deu outra. Daniel foi orar. Deus revela para Daniel o sonho, a interpretação do sonho e o significado do sonho. Depois de alguns dias, Daniel se apresenta a Nabucodonosor e fala assim: "Olha, deixa eu te falar uma coisa. O seu sonho é o seguinte. E aqui eu começo a construção do que seria o desenho de Leviatã. Presta bem atenção."

E ele diz assim: "Nabucodonosor, você no seu sonho, você viu uma cabeça de ouro e essa cabeça é você. Depois você viu, aí, eu como estilista aqui, você viu um peito de prata. Depois você viu uma cintura de bronze. Depois você viu as pernas de ferro. Depois você viu os pés de ferro e barro misturado. Nabucodonosor, você viu uma imagem. Essa imagem, ela tem cabeça de ouro, peito de prata, cintura de bronze, pernas de ferro e pés de ferro e barro misturado. Essa é a imagem que você viu."

Deus dá para Nabucodonosor um sonho. E nesse sonho, Deus revela para Nabucodonosor como o império iria se desenvolver ao longo da história. E ele diz assim: "Você, Nabucodonosor, é a cabeça de ouro." Só que Nabucodonosor, nesse momento, ele representa o quê? Ele representa a Babilônia. Que lá em Apocalipse vai falar que a Babilônia é a meretriz, a grande prostituta. Em outras palavras, a nação de onde todas as nações que se prostituíram na terra saíram.

Então, o que é a Babilônia? A Babilônia é a nação, a mãe das nações que se prostituíram ao longo da história. Vamos pensar assim, segundo Apocalipse, ela é a grande meretriz. Entende isso? Vamos pensar assim então.

Mas só fazendo um recorte, quem lembra da aula de semana passada? Aula de semana passada eu descrevi Babel. E Babel nós falamos sobre cinco elementos. Vamos ver aqui, fazer uma prova rápida aqui oral, quem estava semana passada. Me fala uma característica de Babel. Vamos, vamos fazer, vamos ver se a gente consegue na sequência. Na mesma linha, mesma língua. Não, primeiro planície. Não, não, primeiro mesma língua. É um povo que falava apenas uma língua. É um povo que vivia numa bolha. É um povo que não conversa, que não pratica o amor, não consegue lidar com pessoas diferentes. Então isso é uma característica.

Segundo, planície, cenário, busca lugar para o seu sonho. Segurança, planície, sonho. Terceiro ponto, tijolo unifórmico cartesiano, sistema cartesiano, sistema de unificação, verticalização, né? Quarto, torre, né? Que é o quê? Um sistema religioso de baixo para cima que organiza para se proteger de Deus, um dilúvio, né? Meu nome não ser conhecido, ser célebre.

Então, todas essas características que a gente estudou semana passada de Babel, gente, agora Babilônia ela não é uma torre, agora é o império que pensa assim. Nós temos agora um império, nós não temos mais uma torre. Então, a Babilônia é um império geograficamente, né? Exatamente.

E as nações que saíram, as outras línguas, todas as que nasceram de Babel, inclusive a Babilônia, talvez o maior império daquele momento, todos eles vieram com o mesmo DNA. E o DNA de quem? De Ninrode, tem o DNA de quem? De Cão. Tem o DNA de quem? De Caim. Lembra? Daqueles que estão criando uma forma da terra para o céu. Estão pegando isso aí agora. Olha que interessante. Ele fala assim: "Mas eu vejo o peitoral de prata."

Segundo, na sequência dos impérios, você vai ter além de uma mentalidade, a Babilônia fala de mentalidade, que é essa mentalidade. Quando você for estudar mentalidade babilônica, você sempre estuda. Gente, eu tenho 25 anos que eu faço mapeamento espiritual. Eu, Ivan, a Carla e uma turma aqui na igreja. Se vocês quiserem, a gente pode fazer um dia, né? A nossa cidade de Belo Horizonte, ela é totalmente tomada por símbolos babilônicos, gregos, romanos, totalmente tomada. Eu vou chegar nesse ponto aí.

Então, tipo assim, é muito interessante a gente entender que quando a gente vai falar sobre mentalidade babilônica, por exemplo, e eu gosto de pegar a mentalidade babilônica na minha família, autopreservação, tipo assim, aquele negócio de não dividir nada com ninguém, Kaká, cuidado. Olha o seu Roberto, né? Conheci seu Roberto em duas semanas, aluguei para ele uma casinha do lado da casa da minha mãe, né? É. Aí eu vou lá na casa da minha mãe: "Mãe, tem uma bacia que eu tenho que fazer o curativo do seu Roberto", né?

E o seu Zé Roberto viveu 15 anos nas ruas, é um homem formado em geografia, formado em história, sabe? Podia ser meu pai, concorda comigo? Meu pai estava dando uns "ptin" em casa, "sei o quê, meu filho, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê". Falei: "Pai, entra no carro que você quer ir aonde, quer ir tal lugar, vou te levar, só que eu estava indo buscar o seu Roberto. Vou mostrar o tanto que você é mimado, pai". Tanto que você tem tudo que você precisa e ainda está reclamando.

Só uma pessoa que não tem nada, não tem ninguém hoje, precisa da nossa ajuda, precisa do nosso amor. Inclusive, seu Roberto precisa de um relógio, certo? Ele pediu para pedir ao pessoal da igreja que ele precisa de um relógio para tomar o remédio dele. Então, quem tiver um relógio aí que não está usando, de ponteiro, pode ser qualquer relógio, precisa só para tomar o remédio na hora certa, antibiótico, né? Prometi que eu ia pedir para vocês hoje. Então, quem tiver, por favor.

Então, seu Roberto, ele representa talvez aquela pessoa que está fora ali da minha família, está fora ali dos meus relacionamentos, está fora ali da minha casa e ele está morando agora, ele é vizinho da minha mãe agora e está sendo legal que incomoda bastante. Eu gosto, deixa, é isso que é bom. As pessoas precisam dar alguma coisa, precisam sair das suas Babilônias, dos seus impérios, dos seus lugares de alta proteção, de segurança máxima. Esse lugar tem que ser penetrado pelo amor, por pessoas que falam outra língua, que geram dificuldade, geram incômodo, que geram sacrifício, que geram amor. Nós precisamos exercitar o amor, senão a gente vai ser entupido pelas nossas vaidades.

Eu cresci numa casa em que a cultura secular, a cultura babilônica, ela predomina. E não é porque meus pais são assim, não. Não é culpa deles. É uma cultura que vem de tradição em tradição, de geração em geração, onde o negócio é "meu filho era médico e ganhar dinheiro e proteger sua casa e ter dinheiro e ter família e ninguém roubar seu dinheiro". "Se você vai comprar um prato de comida, uma pessoa para feira, você vai comprar um prato de comida, você vai tirar do seu..." Meu Deus do céu, qual que é o problema? Ter que tirar um dinheirinho dali. Vamos gastar dinheiro com seres humanos que precisam de remédio. Qual que é o problema?

Então nós temos uma cultura tão forte no nosso coração que nos virou seres humanos egoístas, preconceituosos, tudo que é diferente, a gente quer afastar, a gente quer se proteger o tempo todo. Isso é um problema muito grande. Tem uma frase que eu gosto muito: "Quanto maior

o muro da sua casa, não, quanto menor a mesa da sua casa, maior o muro." Quem entendeu? Aumenta a mesa, diminui o muro. Diminui a mesa, aumenta o muro. Quanto menos você divide, mais segurança você tem que ter. Quanto mais você divide, menos segurança.

Tem quem rouba, rouba porque precisa. Se você for na raiz social da nossa nação, tem muito bandido ladrão cu muito dinheiro, que quem rouba mesmo são os grandes do sistema, né? Os os os pequenos que ficam roubando celular, que tá aí, ó. assaltando a cidade aí que são os bandidos pra sociedade. São os mais miseráveis, os mais necessitados.

Semana acolhi o menino da rua, ele falou: "Kaká, assim, eu cheguei para acolher ele lá assim: "Meu Deus do céu, ele ele ele ele amarrou uma uma rede numa numa árvore na outra atrás do shopping tal power shopping e que fez uma cabaninha para ele. Tava morando lá debaixo da carreira. Cheguei lá 18 anos de idade, eu falei assim: "Cara, fala quantos anos tá na rua?" Fal tem 10 anos que eu tô na rua. Você foi pra rua com 8 anos de idade. Falou: "8 anos meu, não tem com minha casa é impossível de ficar. Meu pai usa de craque, minha mãe hora de craque. Minha casa fica cheia de gente prostituindo, bebendo e fumando o dia todo. E eu quero ter uma vida um pouquinho, quero fazer outra coisa. Eu vim pra rua, tô na rua de tempo. Meu Deus, é parece doideira, né? Mas tipo assim, sobrevivendo.

Então, nós temos que entender que a cultura babilônica é que criou muros. Não, mes Jesus ele veio para trazer mesa. Pensa nisso. A cultura de Jesus é aumenta a mesa e reparte o pão. A cultura babilônica aumenta o muro e se autopreserva. se proteja, se proteja de Deus e do outro, de preferência num lugar de planícies que eu tenho visibilidade.

E aí depois vem o império logo depois, que depois ele é pouco falado, mas é o império persas, que não é só uma questão. Inclusive, inclusive o próprio Thomas Robs, ele vai falar muito sobre isso. Ele vai falar sobre um estado soberano, sobre a cabeça de Leviatã, um estado com um grande poder ibérico, que daria capacidade pr as pessoas terem segurança, onde a ideia dele inicial é que o homem é o lobo do outro homem. Thomas Robs, ele fala: "O homem é o lobo do outro homem". Se você deixar dois homens juntos, eles não vão se amar. Se duas pessoas judas não vão ser mais vão se destruir. A ideia dele que não tinha a natureza humana é perversa, ela é má e o ser humano não tem jeito. Se você não criar um poder ibérico muito poderoso, muito poderoso, que controle, que dê segurança para você, você não vai ter na lógica que nós vivemos hoje é o que nós vivemos hoje. Se não tiver polícia, se não tiver forças armadas, se não tiver bomba atômica, alguém vai querer dominar tudo, não é verdade?

Mas no cristianismo, o homem não é lobo do outro homem. Um homem, ele é o alvo do outro homem de amar. Jesus ele amou e ele disse: "Ame como eu amei". Então a a o olhar para uma outra pessoa não deveria ser um olhar de ameaça, deveria ser um olhar de conquista, de amor, de entender, de falar a língua. Talvez nós chegamos a um lugar que nós temos que nos proteger do outro porque nós não amamos. Talvez não. Com certeza.

A cultura do Leviatã, ela predominou dos impérios, das cruzadas, das conquistas, das violações de direitos, das mortes. Enfim, a história mostra pra gente, nós temos a a o holocausto na Segunda Guerra Mundial. O mundo se protege dos dos perigosos, dos lobos. O medo predomina, o pânico predomina. É ou não é verdade? Então nós buscamos o quê? Nós buscamos o modelo Leviatã. A esperança está num estado cada vez mais forte, um poder cada vez mais centralizado, um poder ibérico. Então, Pérsia representa e e esse esse aspecto da do Leviatã. Leviatã, ele vem trazer como proposta de governo, de império, a ideia de segurança.

E sabe qual que é a frase de a principal frase de de Thomas Robs? A frase dele: "Me dê a sua liberdade e eu te darei segurança." Que isso? Satanás purina, não é? Não me dê a sua liberdade, eu te darei segurança. É a sua a sua segurança em troca da sua liberdade, da sua identidade. Existem aqueles como William Wallace, né, do do coração valente, livre para morrer. Não tem problema. Morri livre cantando. Paulo, Pedro, todos os discípulos de Jesus morreram cantando livres, mas não submeteram a Leviatã. Quem entendeu isso, gente?

Então, tipo assim, a gente tem que entender o que que nós estamos cultivando, qual que é a ideia, qual o que que nós estamos trabalhando, qual é qual é a qual é a nossa cosmovisão.

Então, enfim, então a peça é represent, gente, a Grécia tá na cintura. É muito curioso a Grécia, porque a a Babilônia é a mente, é a ideia, mas a Grécia é a cultura, é a mitologia grega. Então, o que que a Grécia representa? A Grécia representa aquela que disseminou uma ideia através de uma alegoria, através de uma mitologia. Ele criou personagens, criou cenários, criou uma forma de contar a história para as crianças para que aquela ideia babilônica. Então, Leviatã, ele não é, ele não é só a Grécia. Leviatã é uma mente babilônica com império persa, mas com uma cintura. E por que que a cintura? Porque a cintura é onde tá o órgão genital masculino e feminino. É onde você consegue disseminar, engravidar.

Só para vocês terem uma noção, gente, você ter uma noção tão interessante. O pirulito da praça 7 é o órgão genital de Leviatã. O pirulito da praça 7 é o órgão genital de Leviatã, literalmente, propositalmente, para aqueles que cultivam essa ideia, a a a mitologia grega, as estruturas de poder, eles literalmente colocaram o peru lá do do Leviatã na praça sete ali no na praça Praça Rio Branco, para vocês terem uma ideia, ali também é um obelisco que é o órgão genital de Osiris, que é Leviatã, que era inroda, por exemplo, pra Estação, você tem na Praça da Estação homem peladão com uma com uma bandeira levantada, com estandarte levantado de frente pra estação. A gente foi lá, gente, é incrível, né? Aquele aquele homem que tá com o standart levantado é é o é o Tiradentes, que morreu dia 21 de abril. Depois eu eu faço uma uma um trabalho com você, mas a ideia é que ele representa ali uma encarnação. É como se ele fosse o filho de um faraó, filho de um de um personagem que em um determinado momento da história ele representa também essa mesma mitologia, essa mesma forma de lidar com as cidades.

E e a praça da estação, Rafaela, chega de frente pra Estação, desce lá e olha pro prédio. Você vai ver, você nunca viu isso, mas de repente você vai olhar pro prédio, olha direito, tem um monte de mulher pelada em cima do prédio. É ou não é, Carla? Um monte de mulher pelada em cima do prédio. Ninguém gosta. As mulheres estão peladas em cima do prédio, um monte olhando para quem? Para ele. E ele peladão com estandarte levantado olhando para elas. Ali a pra é uma cena de sexo, onde a praça, o pré da praza desedação é um órgão genital feminino da cidade. Olha que loucura, gente. Isso é um desenho feito pela maçonaria. Olha que interessante. Ali o filho de Leviatã está tendo relacionamento sexual com a cidade de Belo Horizonte. E sabe o que acontece? Sabe onde é o útero dessa cidade?Onde que é Parque Municipal? Se você chegar no parque municipal, tem lá uma mulher, uma imagem de uma mulher balançando o berço. E uma frase embaixo, a mão que balança o berço é a mão que governa o mundo. E lá é o útero. É como se o semen que entrou pela praça da estação, ele cai no útero, que é um vaso. A pra o parque municipal é como se fosse um vaso onde tá cheirando a ideia, a mentalidade que foi inseminada na pra estação. Esse é um desenho, gente. A cidade é planejada e da do Parque Municipal sai uma palmeira que é um símbolo de um portal.

pela Afonso Pena, se você pegar em frente fortes, é aquela reta Alvos Cabral e e no chão tá desenhado, hein, os desenhos estão tudos no chão. Se você pegar ali de dentro do parque municipal, tem um tem exatamente assim um símbolo do sol, que é o símbolo de Osiras. E desses, desse, dessa porta sai uma a Alves Cabral que é uma rua reta. E depois você tem a esquerda João Pinheiro, à direita Augusto Lima e aqui a rua Goiás. É isso mesmo. Criando uma palmeira. Essa palmeira que está desenhada na rua, ela está desenhada no chão. Eles desenharam. Ela tá lá desenhada no chão. Por quê? Porque a ideia de governo, a ideia de sociedade que tá na mentalidade babilônica, que tá representada pelo império persa, tá sendo disseminada aonde? Pela cultura grega. Essa cultura grega tá disseminando essa ideia, tá bom? Só que lá no Parque Municipal, essa Alvos Cabral que sai reta, ela vai direta para onde? Quem sabe? praça da estação, poder legislativo na não. Palacio liberdade João Pinheiro. Direta assembleia a esquerda, João Pinheiro, poder executivo, poder legislativo e à direita, poder judiciário. Bora lafet. A próxima tem um desenho também, ela faz parte também do desenho, mas nesse momento agora é porque são vários desenhos e eles eles completam.

Então o que que tá acontecendo? O filtroã que tá lá na praça da estação que tá tendo um relacionamento com a cidade, tá engravidando a cidade de uma mentalidade que tá sendo disseminada no poder legislativo, executivo e judiciário. Olha que doideira. Isso, isso, isso, gente. Mas, ah, Kaká, mas isso é só pra gente poder entender que isso é real. Talvez para quem tá em Cristo não tem poder nenhum, mas pra gente entender que existe uma cultura intencional por trás. Ela existe, existe quem pense nisso.

Se você pegar, por exemplo, e o pré da esquina da da da rua da Bahia com é na rua da Bahia ali com Alvos Cabral ali tem lá os 33º da maçonaria mostrando, porque a maçonaria ela é uma das instituições que promoveu e esse conhecimento e essa forma, porque olha só, êxodo um, o texto, gente, para mim mais importante, êxodo um. Esodo fala de um faraó, que você pode chamar esse faraó pra gente poder fazer, porque é muito, são muitos faraós, então tipo assim, é difícil fazer a contextualização, mas pensa que o faraó de Êxodo 1, que é o faraó de Moisés, ele chama Equatom. Pensa nisso. Esse faraó, ele chegou perante, é essa a ideia, gente, ele chegou perante o povo de Israel que eram 2 milhões de pessoas e eles eram apenas 100.000 pessoas. falou assim: "Gente, esse povo ele é muito mais numeroso do que nós e muito mais poderoso do que nós. Se a gente não colocar sobre esse povo um trabalho pesado e oprimir a vida deles, eles se levantarão contra os nossos inimigos e nos tirarão do poder." A faraó falou assim: "Chame os meus servos e vamos colocar sobre esse povo trabalho pensado. Não vamos dar tempo desse povo pensar. Não vamos dar tempo desse povo fazer rap, fazer música. Não vamos dar tempo desse povo manifestar suas ideias. Não vamos dar tempo desse povo descobrir que eles são filhos do Deus Altíssimo, de Abraão, de Isaque e de Jacó. Vamos oprimir, amargar a vida deles. E a Bíblia fala que Faraó colocou sobre o povo de Israel seus feitores. E quanto mais os oprimiam, mais eles se multiplicavam. que tinha uma bênção de multiplicação ali de gerar gente.

Esse faraó aqui é ele que inspirou os governantes que eles criaram a seguinte lógica: uma minoria elitizada. Uma minoria organizada é capaz de controlar a maioria desorganizada. quê a minoria organizada. Então, se a gente organizar uma minoria, a gente controla a maioria desorganizada. Então, existe aqueles que centralizam o poder numa elite ou num certa eugenia social, tipos de pessoas, tipos de crença e não empodera as pessoas. Entende isso? Então, todo o trabalho de empoderamento do povo, dá pro povo condições de pensar, de se organizar, é um tipo de de teologia de libertação. Todo tipo de centralização de poder, de dependência financeira é um tipo de colonização. Entende isso?

Historicamente falando, se você pegar depois a Praça Rio Branco, aí depois que fizeram a ferrovia, agora passaram a ter ônibus. Então, a Praça do Rio Branco foi ela foi adaptada depois. Então, você tem mais um monumento, mais uma praça, mais um lugar onde tem um órgão genital masculino, o portal que é a rodoviária e a cidade.

E depois por último, só que só que o o o o só só tô botando pimenta aqui na minha aula aqui, só pra gente poder pensar. Se você pensar o o o quem morreu dia 21 de abril, tirar dentes. O faraó aqui em Natomu dia 21 de abril também. Esse mesmo faraó ele morreu dia 21 de abril. Na na verdade eles acreditavam que o Tiradentes, ele era a reencarnação desse faraó. Olha que doido. As anes de Cristo o que você falou o quê? Não, não é calendar solar. O nosso é lunar. O bíblico é lunar. Solar, todo solar. Toda a cultura babilônica é solar. O o o povo judeu é calendário lunar. O Osiris ele é o deus sol, é o calendário solar, entendeu? Então, tipo assim, mas enfim, isso veio, a história veio, a mitologia veio alimentando essa essa estrutura. Você tá entendendo?

Então, quando chega a a, né, nos nossos dias, nós temos aqueles que que eh encarnam essa mesma ideia de poder, de controle de sociedade ocultamente. Ocultamente. Isso não é espírito. Eles não falam isso nas praças. Isso é um projeto de poder. Isso é um projeto escondido. Isso é um projeto elitizado. Porque para você fazer parte de uma corporação como essa, você tem que ter dinheiro, você tem que ter status, você tem que ter condições financeiras, você tem que ter relacionamento, senão você nem entra. Porque é é tem uma certa eugenia, tem uma certa e eh segregação. Não é um projeto de Cristo aberto para todos, a mesa aberta. É um projeto de poder, tá entendendo?

Então, por exemplo, esse projeto de poder, ele ele se materializa politicamente no Brasil através dos patriarcas. Os todos os patriarcas, eles vem nessa desde Dom Pedro I, Dom Pedro II, todos eles. Você vê o mapeamento espiritual, por exemplo, de São Paulo que eu fiz, ficou loucura, meu. Brasília é a réplica da cidade de Quitaton. O Jilino Kubicheque, ele foi ele foi ele foi homenagenado homenageado por todas as lojas maçônicas do mundo no túmulo de Jocilino Cobcheque. Se você for em Brasília, ele tá enterrado numa pirâmide igual o Equinatom, o o faraó. O faraó morreu dia 21 de abril, o aniversário de Brasília é dia 21 de abril. Então, Tancredo Neves, que é o outro portal que é o o nosso o nosso aeroporto, aeroporto Dan Neves, que morreu que dia? Dia 21 de abril. Então, todas essas essas mortes que coincidem dia 21 de abril, eles estão encarnando o mesmo poder, o mesmo projeto de poder e o mesmo grupo político e a mesma classe da sociedade e o mesmo projeto de controle. Entendi. Isso é uma coisa que que foi perpetuando.

Só para você ter uma noção, no dia 21 de abril lá, se você pega no seu Google agora, coloca assim: "Equinatom, qual é a semelhança de Equinaton com Jucelino Kubicheque?" Vai falar tudo. Juscelino Kubicheque desde pequeno ele se considerava reencarnação de Kinaton. Então é muito doido o negócio, bicho. E Jcelino Cubque não construiu o Planalto central numa planície. Ele não procurou uma planícia aleatoriamente. Ele constrói a réplica da cidade de Ectaton. Brasília é a réplica. E essa cidade de Aquitaton, sabe qual dia que o aniversário da cidade dessa cidade? Dia 21 de abril. Sabe o que acontece dia 21 de abril? O sol nasce, ilumina o túmulo do do faraó e toda a cidade, tod todos eles paramenando quematô. No dia 21 de abril o Brasil todo para. Existe no túmulo de sucelino, numa numa numa numa pirâmide, uma cúpula que capta sol. Gente, eu fui lá, eu fiquei horrorizado, eu subi, eu fiquei corri em cima da pirâmide para ver os policial vem correr atrás de mim, eu tinha que ver. Tem uma cúpula captadora de sol em cima da pirâmide do túmulo de gente. E e nessa cúpula, ela que capta o sol assim, ó, no dia 21 de abril passa no meio da foice aqui, ó, de Juselina, assim, ó. O sol nasce lá, ó, e ele ilumina o túmulo em cima do túmulo de uselina. É um vitral lindo. E o túmulo dele aqui debaixo, o túmulo dele é iluminado. Dia 21 de abril, o Brasil inteiro para. [Música]

como um tipo de pacto que o Brasil tem com Leviatã, que é conhecido como o principado que governa o Brasil. Isso é muito doido, gente. Ah, é o nós temos as fotos, não podem passar. Podemos. Então, olha que Mas qual que o impacto disso da sua vida? Qual que é o impacto? O que que isso acaba? Mas tá bom. Que que nós temos que entender que o impacto é que essa cultura ela é produzida nas escolas, essa cultura é produzida nas igrejas, essa cultura é produzida nas empresas. Todos nós de alguma forma nos tornamos um pouco gregos, babilônicos, com mentalidade. Nós não fomos ensinados desde pequeno a repartir o pão com com necessitado. Nós não fomos meses coisa, a capitania ereditária. Mesma coisa. Mesma coisa.

Então, tipo assim, então a gente tem que perceber uma coisa que é é importante, que que isso é uma questão espiritual. Quando você reparte o pão com famo, você cobre o nu, você traz para dentro da sua casa o desabrigado, você está indo contra uma cultura. Quando você chama de irmão, aquele que está mar da sociedade, você tá mexendo, o diabo fica endemoniado. Você quer ver o Satanás fica endemoniado? Inclui pessoas, reparte o pão com as pessoas. Toda a cultura que ele criou é: acumule os seus pães os celeiros, porque um dia pode voltar para você, ainda que outros morram de fome. A cultura que ele quis produzir é se você não tiver muito pão guardado, muito cereal, pode vir algum problema em você passar fome e te coloca medo porque ele sabe que o acúmulo de um é a fome do outro. Não é assim que funciona. Mas nós estamos aqui para quebrar. Nós vamos chegar lá.

E tem quantas horas são? Gente, eu tô empolgado hoje aqui, né? Meu Deus do céu. Vamos lá. Preciso a perna. Quem é a perna? Se a Grécia representa a cintura, quem é a perna? Roma. Quando Jesus chegou, ele deparou com quem? com Roma. Por que que Roma é a perna, a pernas de ferro? Porque, gente, até a Grécia a cultura era o quê? Dos impérios. Eu vou, por exemplo, eu saio daqui, vou no Rio de Janeiro. Vamos supor que aqui aqui é a Pérsia e o Rio de Janeiro é a Grécia. Eu vou até a Grécia, eu luto com eles, eu mato os homens, eu conquisto a Grécia, mas eu não fico lá. Eu pego tudo que tá lá e trago tudo para cá. Então, qual que era a cultura? Eles ganhavam a guerra e pegavam os espolhos da guerra, pegavam o ouro e trazia para dentro da dos seus impérios. Eles não, eles não colonizavam aquele lugar, eles aumentavam a riqueza do local.

Roma foi o primeiro império que ganhou pernas. Então, qual foi o trabalho de Roma? Levar a mentalidade e a cultura grega pro mundo todo. Então, Roma, ela ganha o quê? pernas. Porque Roma, ela vai, ela conquista, ela ganha e coloca um César. Ela vai, conquista e coloca outro. Então, ela foi expandindo, ela foi, a cultura babilônica, ela ganhou pernas através de quem? De Roma. Então, se se a Grécia produziu cultura, se a pesta produziu segurança, se a Babilônia produziu mentalidade, se aqui a cabeça de ouro, o peito de prata, o cintura de bronze e as pernas de ferro, Roma agora deu mobilidade, deu movimento ao sistema babilônico. Quem entendeu isso?

E depois de 330, uma vez que Constantino estabelece a cultura oficial, que é o cristianismo, gente, o cristianismo nasce em 330, tá? O cristianismo não foi fundado por Jesus. cristianismo foi fundado por por Constantino. O cristianismo como religião de estado foi fundado por um uma mente política de um cara que usou da religião, o dicotomizou, usou da dicotomização da fé para criar uma religião que as pessoas adorassem a Deus que tá no céu, mas servisse a cultura babilônica na terra. Depois eu entro melhor nesse aspecto com vocês. Mas vocês estão entendendo isso aqui, gente? É muito doido isso aqui, velho.

Agora, o que que é o pé? O pé é ferro e barro misturado. Por quê? Ferro e barro misturado são as nações. Então, aonde chegou a perna? Misturou com barro local. Então, por exemplo, quando o Brasil foi colonizado, os índios aqui era o barro. Quando chegou o império, misturou o ferro com barro. Então, quando você praça hoje numa pracinha, você tem a igreja católica, igreja evangélica também, tá tudo junto agora. Mesma coisa mudou. A igreja continua sendo romana com os fundamentos romanos. Isso que é uma das críticas que nós estamos fazendo. E tem a prefeitura, a a a o quê? Não, não é também a prefeitura, a maçonaria, a a Câmara de Vereadores, aquela pracinha ali, você pode saber que ali é um sintoma, a cultura babilônica chegou ali, é um modelo religioso, político, de controle, de governo, de modelo de sociedade. Tão entendendo isso? Muito doido isso.

Então, você pega todas as cidades do Brasil, você vai, você vai ver essas marcas. Então, mapeamento espiritual para mim é a gente perceber, a gente passar na cidade, olhar, olhar pros prédios, olhar pras casas, olhar p para pras praças, olhar para todos. A gente percebe a cultura instalada na cidade e logo os moradores da cidade estão o quê? Completamente envolvidos na cultura e nasce criança e vem geração após geração, o movimento é o mesmo. Quem tá entendendo isso, gente?

Então Daniel falou assim: "Na boca do é isso que que vai acontecer você o cabeça". Depois vai vir um outro império chamado Persa, vai vir outro império grego, vai, vai vir toda essa sequência que vai vir a partir dessa mentalidade que você hoje representa a partir de Babel. Mas da boca donzor, deixa eu te falar uma coisa. Eu tô vendo uma outra coisa aqui no seu sonho. Eu tô vendo uma coisa no seu sonho que para mim é o ponto central do seu sonho. Ele falou assim: "Você viu também, né?" Eu falei: "Eu tô vendo uma pedra que não é um tijolo, uma pedra. Tá no texto, viu, gente? Daniel 2. Uma pedra que não foi lapidada por mãos de homem. Uma pedra que não respeita as medidas dos tijolos, uma pedra que não está, que não foi, que não foi e desenhada por uma cultura, uma pedra que carrega uma identidade, uma pedra que carrega uma missão. Essa pedra ela tá vindo e ela tá batendo. Interessante que a pedra de Davi bate cabeça de de de do do do Golias, mas a pedra de Daniel bate no pé de Leviatã.

Deixa eu falar uma coisa para vocês. Tem um texto. Ô, ô, Davi, me ajuda a achar aí. Os estudiosos da Bíblia aí em Salmos fala assim que quando Moisés ele abriu o mar, ele feriu a cabeça de Leviatã. Quem acha esse texto para mim favor aí? Por quê? Enquanto vão procurando o texto, deixa eu explicar para vocês. Quando Moisés ele sai do Egito, ele tira o povo do Egito depois das 10 pragas, depois do cordeiro foi morto e ele sai da Páscoa libertando um povo da minoria organizada, um projeto de libertação, um projeto que nasceu no coração de Deus a partir da oração de um povo, do sofrimento de um povo, da escravidão de um povo. Tá sendo muito legal a reprodução na inteligência artificial. Falou assim, ó. Tô aqui construindo aqui a a cidade para faraó aqui, mas mostrando a escravidão, né? Mostrando ali. É interessante como se fosse nos dias de hoje um menino da favela, um cara aí fazendo um self, denunciando a injustiça, denunciando Salmo 74, capítulo quê? Ah, ó, o Jorge cabulou, já colocou ele já. Mas deixa para mim que eu vou falar um negócio aqui, ó. Ô, gente, eu vou falar uma coisa mais importante para vocês entenderem o que é Leviatão. Eu vou falar aqui agora para vocês entenderem. Sai Moisés. Inclusive eu postei, eu postei, eu vi uma esses dias muito legal, o cara fazendo uma selfie. Quando ele chega na na beira do mar, eu eu tenho isso, vou jogar num grupo da igreja. Ele chega na beira do mar assim, ó, e Moisés tá tipo assim, sem saber o que fazer. E ele faz uma uma pega o celular dele assim, ele faz assim: "Gente, o faraó tá vindo pegar a gente e a casa caiu e não tem mais jeito. Nós estamos encorralado aqui. Acabou, mas não sei o que que Moisés fazendo, gente. Moisés abriu o pera aí. Vai, Esse é muito bom, velho. Esse é muito bom, velho. Esse é muito bom. Porque é exatamente isso. Exatamente. Tipo assim, a casa caiu porque o mar, gente, quem aqui já foi na praia e olhou pro mar? É intransponível, é imenso, é poderoso, te dá medo. Você chega na beiradinha ali, dá ali para as crianças, pelo amor de Deus, não vai muito não, porque você tá te comendo lá para dentro lá, ó. O mar era imponente. A bíblia fala que levia a tanta no mar. Em outras palavras, a Bíblia tá falando que o mar é como se fosse o quê? Um limite cultural. Leviatan tá com a sua cabeça de ouro, o seu peito de prata, a sua cintura de bronze, suas pernas de ferro e seus pés de ferro, ferro e barro misturado. Só lembrando de uma coisa, o monstro que aparece no mar em Apocalipse, Babilônia é a boca de leão. Então aqui, ó, leão, lá em Apocalipse, lá em Apocalipse vai aparecer três características principais. Eu não vou falar da peça, não. Ele vai falar da boca de leão, que é a Babilônia, porque ele tá falando, ele tá proferindo contra o tabernáculo de Deus. Ele tá falando contra o tabernáculo feito de pedras. Vai falar da cintura de prata, que é o quê? A aparência de um leopardo. Então, leopardo aqui, ó, é Grécia e as pernas de urso, urso é Roma. Então o Leviatã que tá no mar, ele tem boca de leão, aparência de um leopardo. Ele que acontece, eu falo de uma mentalidade, mas me pareço com a com a cultura, com a Grécia, mas os meus pés as minhas pés, meus pés são de urso. Eu levo uma mensagem, eu levo uma mentalidade através de um estilo de vida. Quem tá entendendo isso? Compreenderam? Isso é muito doido isso. Isso é cultura, gente. Muito doido.

Agora, presta atenção uma coisa aqui, ó. A Bíblia fala que quando Moisés ele chega perante o mar, quem que intimida Moisés? Acabou Moisés. Muito bonitinho as 10 pragas que você fez. Você até aceitou Jesus, até matou o cordeiro. Essa religião sua é boa mesmo, Moisés. Se até Mas agora os seus inimigos estão vindo atrás de você e vão te matar porque agora tem um mar perante você e daqui você não passa. É um limite. Quantos aqui já se sentiram assim? Me converti, aceitei Jesus, tô tentando, mas o sistema tá me parando. É ou não é verdade? O sistema ele não deixa a gente. E de repente Moisés tá perante o mar. E a Bíblia fala aquilo ali esmagaste a a cabeça de Leviatã e o destes por comida às criaturas do deserto. Mas o versículo anterior, tu dividistes o mar e pelo teu poder quebrastes a cabeça da das serpentes, das águas passa e esmargaste a cabeça de Leviatã. Então, quando Moisés abriu o mar, ele feriu a cabeça de Leviatã. Ele bateu na mentalidade, ele bateu na ideia, ele periu a ideia que não era possível atravessar. A 25 anos atrás, Deus falou comigo assim: "Você vai, Kaká". Eu falei: "Deus, mas eu vou encontro o quê?" Eu lembro que eu tava quando eu fiz meu primeiro jejum de 40 dias, que eu fiquei 40 dias sem comer, eu não tava no melhor momento da minha vida, no momento mais espiritual da minha vida. Tava no pior momento, momento que deu, eu tava perante o mar. Eu tinha 120 homens internados comigo numa fazenda. Deus tinha mandado de eu cuidar dos pobres, dos dos miseráveis, dos dos que estavam às margens. Eu não tinha dinheiro. Eu enfrentei o sistema. Eu batia de frente. Vamos para cima. Eu acreditei que Jesus estava comigo. Meu pai, minha mãe, os pai, o pai da Carla. Eu depois eu tava casado, eu lembro que eu e a Carla brigando, nós estávamos com 10 meninos adotado dentro do nosso apartamento com 12 anos na fazenda. Perdemos a fazenda. Nós perdemos a fazenda, tivemos para um sítio que apertou todo mundo, fomos denunciado pelo governo estadual porque tinha é menor de idade dentro. E aí teve que adotar os meninos em 24 horas, levar para dentro da nossa casa. Uma crise enorme, sem dinheiro, sem capaz de pagar água, luz, aluguel, caos. A casa brigou comigo, nós brincamos desesperado. Você sabia o que fazer? Eu desci as escadas morang. Eu aluguei um barracãozinho dentro da favelinha lá em Contagem, porque a gente não tinha mais o que fazer. Eu desci assim e fui andar na praça. Fiquei dando volta na praça. Jesus, eu o que aconteceu é como se fosse assim: "Agora o sistema me pegou, me colocou um basta. tá aqui, você não passa. Naquele dia eu falei assim: "Mas você passou, Jesus? É possível?" E eu falei assim: "É possível. O meu Deus não mora no céu. Ele tá aqui na terra. Ele disse: "Siga-me". É possível desvindar esse sonho? É, é possível vencer esse sistema. E eu falei assim: "Naquele dia assim, eu vou ficar 40 dias sem comer, porque você jejuou 40 dias e você não morreu. Então se eu morrer, eu morri. Mas eu é um é um foi um símbolo de resistência. Ou eu atravesso o mar ou eu morro aqui. Fiquei 40 dias sem comer. Foi muito doido, velho. As pessoas vão com você vai morrer. Mas se eu morrer, Deus me Deus. Pronto, tô servindo, sei lá, uma uma uma ilusão. Ou ele me o Jesus morreu, não morreu. Então eu vou durante esses 40 dias Deus começou a me revelar como que eu atravessaria o mar. E foi 40 dias sem comer. E eu jejuei esses 40 dias foi justamente para para iluminar os meus olhos, para eu poder buscar força. Tipo assim, é uma resistência, sabe?

Quando eu vejo o nosso trabalho hoje e eu sinto que a gente tá chegando na terra prometida, sabe? Eu olho para trás e hoje eu tenho ensinado as pessoas nas ruas de contagem aqui na igreja repartir o pão e nós estamos produzindo uma cultura. Outras pessoas estão acreditando que é possível repartir o pão, que é possível. A quando vejo um de vocês tirando que nem o a Carol e e o Fred ontem, tiraram o dia dele de noite, né? Foram lá no Elicama ontem, compraram pipoca, refrigerante, tiraram uma segunda-feira, colocou um cinema lá e foi assistir de chosen com a galera. Top demais. Quando eu vejo qualquer, estão conversando agora com o Davi e com a Lara ali agora estão cuidando de dois afegão. Já chegou mais uma família, vai chegar mais uns oito daqui aos uns dias. A gente tem dinheiro, tá todo mundo enrolado, mas nós estamos produzindo uma cultura do reino aqui na terra e Deus vai cuidar da gente. Não é verdade? Eu fico vendo banha cara, eles me eu fico doido com os quebraram tudo, largaram universidade, largou tudo, pulou para dentro do reino assim. Agora vou produzir, vou repartir. Em vez de repartir pão, aqui na igreja nós repartimos pizza. Nem almoçou hoje para comer a pizza, ó. Falou: "Não, não quero almoçar não". Falei: "Por quê?" "Aí eu não vou conseguir comer a pizza da sua igreja não, Kaká". Eu falei: "Olha só, mandar de bater a minha rebate pizza. Uma pizza multiplica."

Então esta cultura, toda vez que você repate o seu pão, nós estamos de alguma forma denunciando um sistema de preservação, de medo. Tão entendendo o que eu quero falar? Quando Moisés, ele bate na cabeça de Leviatan, ele atravessa. É muito interessante que ele passa por dentro do mar e ele sai do outro lado em direção ao propósito de Deus. Sabe naquela hora Leviatã é denunciado. Quando Jesus ele morre na cruz, ele bate na cabeça de Leviatã. Lá em Apocalipse 12 fala que a cabeça de Leviatão foi ferida, mas ela já cicatrizou. De outras palavras, ele está operando em altíssimo nível. O sistema não foi vencido. Entende isso?

Fica à vontade. Pode ir. Pode ir no banheiro. Tá autorizado. Pode ir aqui. Isso. Tá bom. Então eu já vou, eu vou encerrando. Teria muitas coisas para poder falar sobre esse assunto, sobre essa aula. Pode deixar ele. Ele ele ele ele ele fica mais ou menos uns 5 minutos para levantar. Normal, já tô acostumado já. Então é isso, é isso. Nós precisamos, nós precisamos entender no que nós estamos envolvidos. A Bíblia fala que essa pedra que não foi lapidada por mãos de homens, deixa eu deixar ele passar primeiro aqui. Vai lá. Engrenou, soltou a primeira, agora vai. Vai lá, vai lá, vai. Pode passar aqui. Aham.

Vamos lá. Então agora, só para finalizar essa aula, olha que interessante, a Bíblia fala que essa pedra que não foi lapidada por mãos e homens, ela bate nos pés de barro e de ferro. Ô gente, olha que loucura. Como é que o sistema ele e a Bíblia fala que quando as essa pedra que não foi lapidada por mãos de homens, que é Jesus, que é o reino de Deus que chegou, quando o reino de Deus chega numa cidade, pum, quando a ideia de Jesus chega numa cidade, pum, de verdade, ele bate nos pés de Leviatã. E a Bíblia fala que toda essa imagem cai quando a pedra bate no pé. Então, na nós individualmente, no dia que Jesus bateu, pum, nos fundamentos da cultura que me sustentava de egoísmo, desabou dentro de mim o leviatão. Quando Jesus chega na nossa vida, ele tem que desabar essa estrutura cultural. Por isso que Jeremias falou: "Tem que derrubar, tem que quebrar, tem que remover para construir." Entendeu? Tá entendendo? É muito importante entender isso. Em cada lugar, em cada coração, em cada cidade que a pedra chega, ela desconstrói o que foi construído pela tradição, por homens astutos e fraudulentos, por mentes que tentam controlar pessoas, dominar pessoas e não servir e amar pessoas.

Então, assim, eu gosto de falar e eu gosto também, a gente gosta meio meio e como é que chama aquele aquele cara que tem aquele filme eh Indiana Jones, né? Essa aula é meio Diana Jones, né? Ela é você entra pra cidade, não? E se você for na cidade que a gente for andar, né? É total. Parece que nós estão procurando um tesouro perdido. É muito doida essa aula, velho. Mas a gente a gente entra no imaginário, a gente entra na cultura da cidade. Se você for no túmulo de Dom Pedro primeiro, no parque eh da independência, né, as margens plácidas do rio, né, é o rio Ipiranga, é o Parque do Ipiranga, onde tá o túmulo de Dom Pedro. Você tem ele enterrado e com com com as suas mulheres e você pega a bandeira do Brasil e uma um altar com uma chama que não apaga as margens do corgozinho lá que é o ripiranga, que é um corgozinho que passa lá e de frente para esse corgo, de frente para esse corgo você tem Avenida Brasil, de frente pro pro Parque do Ipir, Avenida Brasil e todas as outras outros estados, Minas Gerais, Pernambuco, todos os os eh Recife, é Pernambuco mesmo, todos os os estados que cruzam a venir Brasil e no final da Avenida Brasil assim e não é tão retinho, mas ela ela ela ela ela vai ela vai dar é como se ela tivesse indo em direção à praça aonde tem a igreja em frente à igreja simbolizando a cidade, a igreja, a noiva, um outro obelisco. E nesse obelisco todos os estados, vai lá pr você ver, todos os estados que estão cruzando a Avenida Brasil agora num num obelisco octagonal com oito lados, você tem lá o Paraná, por exemplo, com a com a com a Madeira, você tem Minas Gerais com Minério de Ferro, você tem o Rio de Janeiro com petróleo, você tem todos os estados num obelisco, no órgão genital de Osiris representado por Dom Pedro. Olha que loucura, velho.

E todo o objetivo deles era o quê? Usar a cidade, extrair da nação o quê? a riqueza, prostituindo a nação e controlando. Gente, é muito doido isso, gente. O projeto do evangelho tem que ser um evangelho de libertação. A gente tem que entender, as próximas aulas vai levar a gente a entender como é o libertação. Não é tirar o diabo de dentro da gente, não. É sair debaixo da cultura que foi produzida por ele e assentar acima dos principados e potestades nas regiões celestiais. É começar a andar a partir da ideia de Jesus. e não a partir da ideia de principados e potestades. Isso é um processo muito longo na vida de uma pessoa. É um processo da libertação. Quem entendeu? Deu para pegar a visão?

Quantas horas são? Passei 6 minutos. Vamos ficar, vamos fazer uma oração juntos. Aleluia! Gente, depois os desenhos daqui para frente vai ficar muito doido. Você vão ver. É uma pisca quântica aqui sinistra. Jesus, nós queremos te agradecer por mais uma aula. Te queremos te agradecer pela oportunidade de termos uma sala de aula, de termos um local para poder falar sobre o seu reino, jogar essa pedra nos pés de Leviatã. Pai, pai, nós oramos para que o Senhor nos liberte completamente, nos liberte do medo, do medo da morte. Que o Senhor nos ensine a atravessar o mar, Pai, em direção à sua promessa. Que nada nos pare, Pai. Nos ensine a andar sobre as águas, Pai. Pisar na cabeça de Leviatão, Pai. Não nos submeter às ideias da Babilônia, Pai. Nós não queremos, Pai. Nós não queremos uma planície. Nós não queremos eh eh ser tijolos. Nós não queremos construir uma torre, Deus. Nós queremos construir um altar. Queremos ser pedras. Queremos ser parte do tabernáculo celestial. Queremos ser parte daquilo que você tá fazendo. Jesus nos abençoe. Nos ensine como andar debaixo das suas poderosas mãos. Nos ensine como produzir um culto racional, Pai. Nos ensine como repartir o pão com faminto, Pai. Com brilho nu. acolher nossas casas, Pai, os desabrigados, os estrangeiros, Deus. Ensina-nos, Pai, a nos compadecer dos encarcerados, Pai, a libertar os cativos, Pai, a saciar a alma do aflito, Deus. Ensina-nos, Pai, a ser a encarnação do tabernáculo celestial aqui na terra, Pai. Homens e mulheres guiados pelo teu espírito, movidos pela sua vontade, Deus, em nome de Jesus, ensina-nos, Pai, a priorizar as coisas do alto, Deus, a andar na sua agenda. Ensina-nos, Pai. Pai nosso que estás no céu, santificado seja o vosso nome aqui na terra como no céu. Venha a nós o vosso reino. Seja feita a sua vontade, Pai, aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia que repartimos, dai-nos hoje mais uma vez. Perdoa aqueles que nos têm ofendido, assim como nós perdoamos também, Pai, aqueles que nos ofendeu. Não nos deixe cair em tentação. Livra-nos do mal, porque teu, Pai, teu é o reino, a sabedoria, o poder, a glória, a força. A ti pertence todas as coisas. Nós te agradecemos em nome de Jesus, Pai. Amém. Amém. Deus abençoe, galera. Vamos que vamos.