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ESG & TAX: A jornada rumo à tributação responsável | Webinar

KPMG BRASIL56:33

Transcription

Oi, boa tarde. Vocês vão e anda a falar esses ST1, a série de vlogs. A primeira está gravada no canal no YouTube da KPMG no Brasil. É, convidamos vocês a assistirem a primeira sessão gravada. E hoje, Gonçalves, nosso software detecta capoeira Brasil. E o próximo para vocês do primeiro, com relação à visualização, no canto superior direito da tela de vocês, aqui aparece um box. Legal, se vocês clicarem nesse box e selecionarem a opção "Grey" e depois a opção "Ocultar participantes com vídeo desligado", quando a gente tirar que slide e a gente tiver só os os espíritos falando, eu acredito que a visualização vai ficar melhor para vocês. E também, barco, nosso 7 está ativado. Com quem quiser em vários da perguntas aqui pelo bate-papo, e que a vontade, e a gente vai levar alguns minutos aqui no final da live para responder às perguntas. Bom, é o tema ESG, é como todos sabem, é o tema do momento, né? É o tema que trata de embargo, aumenta o show, show e dobermans, e que hoje tá na agenda de todos os conselhos de administração, e no nível executivo e liderança de todas as empresas, não só do Brasil, mas como do mundo, do mundo todo. Então, a nossa ideia é exatamente de fazer um recorte da importância do assunto tributário da gestão da área de tax para as empresas, como uma boa prática de governança. Mas não só, não é? Porque a gente sabe que as três letras ESG são muito interligados e muitas vezes é difícil a gente colocar um assunto apenas dentro de uma letrinha. E até o ideal é que a gente não faça isso, porque a gente sabe que os assuntos acabam tendo implicações nas três letrinhas. Mas então, eu passo aqui agora para um esboço que vai ser o nosso primeiro explica aí, que vai provocar o Vinícius com relação a uma série de temas aí bastante interessantes do que nós entendemos que seria uma tributação responsável e reflexões importantes para gestores e profissionais da área de tax, de uma forma geral. Wolff, por favor.

É um prazer estar com vocês aqui de tarde. Obrigado pela apresentação, Mariane. Eu tenho 21 anos de experiência. Técnico Lego, nudes, basicamente abastece, devo digitar. E aí, nos idos de 2016, eu tive uma excelente oportunidade profissional que a KPMG me ligou para fazer um segunda fase, um movimento na no escritório de Miami, nos Estados Unidos. Enfim, trabalhando ao longo de três anos lá, eu tive contato muito forte inicial com esse G. Lá já era uma realidade bem mais forte. E não para minha surpresa, mas a começou 2020, já começou essa aqui está uma correria ESG. Começou a rotação. E não muitos dizem que o marco inicial para que pressa atração por aqui essa força, a fibra de vidro ESG, é aquela carta anual que eu levo, link, né? Que é o maior investidor do mundo. Ele mandou que os acionistas de uma carta ainda essa poderia ali no cabeleireiro Alessandro, sobre mudanças climáticas e sobre o papel do homem na sobre meio ambiente e quanto que isso era premente de alterado. Espanha, ainda antes da poderia esse Leo, ele administra um ruim e tem sob a tutela de like 7 trilhões de dólares. Isso só para dar uma ordem de grandeza, está falando de cinco vezes o Brasil. Veja o que ele fala. Boa parte do mercado voltando do Brasil nesta época, e é começou a academia com todos os dilemas ambientais de sobrevivência, mesmo contra academia e da questão última de cada um de queria deixar uma ligado, né? Ah, o ESG, muita ou ao longo da família, o ioiô. Então, é isso. Estamos aqui agora, aí a gente tá vendo essa matéria direto, ela tem em capa de revista, não divisa. Quer dizer, um assunto muito saiu muito do universo de Ibiza, está indo agora para o cotidiano das pessoas. Hoje, pessoas mesmo que não não lhe tem tanto técnico, e nossas no dia a dia, já sabem que que é o ESG, já tem conhecimento do assunto. Eu primeiro ponto que a casa conhecimento de vocês é quando eu falo que o capitalismo começa a se preocupar com o ESG, tá? A questão não é somente delegado de ser caridoso, generoso, é isso é obra. O ESG é, na minha opinião, certa, é como se a cantada do mundo, especialmente no mundo dia, estão passando agora por esse super problema. Mas é um ponto que a gente abordou até o final do ano passado. É simples assim: empresas ESG cúmplices são empresas que geram resultados melhores para os astrônomos da dois motivos simples. O primeiro, que têm maior o que mais satisfação de comprar produtos de empresa ESG, comprar esse beleza. Segundo, funcionários que trabalham em empresas ESG, têm mais orgulho de vestir a camisa, que mais engajamento para aquela empresa. Fazendo o quê? Que números são em uma pequena propaganda da empresa dacol, trabalha tantos e tantos anos, por exemplo, assim que começou a academia, lá nos idos de Março, Abril, Maio, ainda é no é sócio da firma. Chegamos a tomamos a decisão de oferecer serviços para pequenas e médias empresas e respirar públicos, vai ficar por exemplo, mais funcionava a medida provisória de redução de jornada, a redução do salário, a medida provisória de recuperação de impostos. Quer dizer, a gente cumpriu o papel muito forte de S naquele momento, é que eu falei muito orgulho na época, a gente compartilhou em rede social, que eu posso muito orgulho. Ação empresa estava tomando. Então, empresas estão essa de acompanhe, se entregam resultados melhores por dois motivos subjetivos: consumidores mais satisfeitos e profissionais mais engajados trabalhando dentro de alguém. Terceiro motivo, que é muito mais objetivo, é mensurável, é empresa que o ESG tende a ter menos problemas the beach and the contencioso de briga na justiça e menos gastos com honorários advocatícios, por exemplo. Podemos grande problema e por isso não tem tanta multa, não tem que pagar tanto juro. Sua empresa que rodam o mais previsibilidade de retorno, mais perenidade de resultados. E aí é curioso notar que as pessoas que não conhecem tanto de ESG associam normalmente ué ué ESG aquela imagem de diricarte de copos de árvore, alguma coisa relacionada à agenda vidro, que a gente tem muita na cabeça. Que ESG é sinônimo da sustentabilidade. Na verdade, vai um pouco além disso. E até para começar a minha a provocação e o bate-papo o Vinícius e pergunta a ele se exatamente a gente tanto ela nome desse tema aqui, é a gente fala de responsabilidade tributária e o conecta com ESG. Então, até como introdução para nossa audiência, que isso eu te pergunto, onde é que essas duas avenidas se encontra mesmo?

Oi, boa tarde a todos. Um prazer conversar com todos vocês hoje sobre esse tema. Como a Maria ele comentou, nosso segundo episódio falando um pouquinho de ESG e tax. Obrigado o voo pela pela introdução. Eu acho que a gente tem, não é? Eu queria fazer aqui uma colocação, né? Que fala um pouquinho aí da nossa responsabilidade tributária e e conceitualmente o porquê que a gente paga tributo. Eu acredito que a gente paga tributos no final do dia é uma forma da empresa ou de nós como indivíduos a retribuirmos a sociedade uma parcela daquele que implora da própria sociedade, né? Então, esse é o conceito de pagamento de tributo. Por isso, quer dizer, que é o que acontece na prática, não necessariamente. A gente sabe que aí quando a gente começa a entrar nos sistemas tributários de cada país, nas relações de cada país, neste conceito, ele pode ser um pouco tópico e a realidade se a faça um pouquinho dele. Mas a verdade é que se ninguém, e no final do dia, a nossa sociedade não funciona como ela é, né? A gente vai ter um problema muito sério. Então, o que o conceito de ESG tem a ver com o nosso mundo tributário é que nós, como os profissionais da área tributária, a gente tem que buscar aquela tributação que seja justa, né? Aquela tributação correta e faça com que a nossa empresa devolva sua parcela de contribuição para a sociedade em relação ao que ela tá explorando da sociedade. Eu acho que se esse é o principal conexão entre o ESG e a nossa área de tax, né? Então, a gente atingiu uma situação onde o implementamos todos os planejamentos tributários possíveis e as empresas não recolhem mais impostos. É uma situação que ia levar o nosso sistema um colapso no final do dia, né? É o que a gente precisa, que a gente vai te buscar é uma situação de equilíbrio, né? A gente não tem que pagar mais imposto do que desce, mas a gente também não pode deixar de recolher em pó, né? Então, é muito conectado com isso, né? Devolver à sociedade aquela parcela justa do que a gente explorou da sociedade. Eu acho que esse é o principal roteiro. Afasta o inglês é o teste. A gente costuma falar isso dele. Eu te pergunto, não que você tem vista, existe alguma espécie de obrigatoriedade de apresentar isso para a sociedade via transparência? Ao que que você tem visto tanto de experiência Brasil com experiência internacional, visse pela frente assunto específico os transparentes?

Eu acho que tem várias ações que nós tomamos conhecimento delas, né? No nosso dia a dia, aí na área tributária, e muita gente não conecta com a questão do ESG, né? Então, quando a gente fala, por exemplo, de transparência fiscal, um algumas ações que estão sendo adotadas é um chamado mandatory disclosure, né? A divulgação mandatória de disposições fiscais que as empresas formam. É um assunto que na Europa, ele já tá bem mais evoluído, né? A legislação já tá já tá bastan o pintado, inclusive já está em vigor e as empresas europeias já já aplicam isso no dia a dia. Mas é esse conceito de mandatório, hoje, ele vem se expandindo, né? Recentemente, agora, México e Argentina, só para falar da América Latina, né? Mais próximo da nossa realidade aqui, tanto México quanto Argentina já publicaram regras de mandatória de folga. E quando a gente olha para o Brasil, a gente tentou já fazer uma regra de mandatório de despojou no passado, né? E já teve aí na medida provisória implementando uma regra de moratória disso loja que acabou depois não sendo convertido em lei, acabou caducando. E aí a norma nunca entrou em vigor. Mas no Brasil, também já fui estamos com isso. É um assunto que o governo brasileiro, principalmente a Receita Federal, mantém no radar. É um assunto que se aplicado de forma correta, ele é benéfico para todos, né? Para o sistema tributário como um todo. O grande problema, talvez, e quando a gente faz o mandatory despojou, sejam os abusos, né? E os abusos, é que usando uma palavra talvez um pouco mais pesada, mas os abusos tanto de um lado quanto do outro, né? De um lado, quando a gente pensa de governo, olhando para uma regra de moratória de explosão, que só pensa em ter um raio-x da empresa, todas as informações possíveis, visando uma maior arrecadação. E o lado da empresa querendo tomar regra, talvez de um relatório de sujo, vai dizer para divulgar o menos possível, né? Nenhum dos dois está correto, né? Eu acho que a gente tem que tomar regra eliminatória de estojo que seja adequado e que seja aquela regra que efetivamente vai atingir transações duvidosas, né? Transações que efetivamente possam resultar num prejuízo para uma determinada jurisdição ou mais de uma jurisdição, ou pode resultar talvez ali numa situação a injusta do ponto de vista de competitividade econômica, né? Então, a gente tem que olhar para esse tipo de transação e não com uma com a Ampla, queria aplicar mandatory despojou simplesmente para o Ibira no planejamento tributário e só olhar para aumento de arrecadação, ou do lado do nosso outro livro, não é? Tentar simplesmente não divulgar nada, né? Vamos divulgar o mínimo possível. Eu vou mandar para Esponja é uma norma, como eu falei, Europa já está aplicando, já está vigente. México e Argentina acabaram de publicar amora, uma sobre isso, uma hora. E se chega de fato no Brasil, né? E ele está conectado com esse ESG, ele está conectado com esse G, quando a gente pensa em transparência fiscal, né? É totalmente conectado. Um outro norma também muito conectado com ESG, até passo para você falar um pouquinho, Golpe.

É a declaração país a país, né? Também tem a ver com ESG. É bacana. É uma declaração país a país, assim, acho que boa parte do pessoal que está no governo, audiência trabalho complexo no dia a dia, então deve ter uma noção do que que eles faz. É simplesmente a gente na na declaração anual contribuinte entrega o bicho, tem várias informações lá do total de custo, receita, lucro operacional, lucro real, contribuição social, a vida que está lá, empresa está ali aberta na declaração. E aí o instituidor, não me lembro bem que ano, né? Porque seduzidos 2015/2016, 2014, nessa declaração país a país, que é bastante o seguinte: uma empresa que seja uma multinacional brasileira, operações em outros países, ela tem que abrir o tanto de receita que ela fere naqueles países, o quanto que ela paga o tributo, até o número de empregados que ela tem naqueles países. Estão vingando, ela tem que apresentar somente as informações atinentes ao Imposto de Renda, né? E ou eventuais contribuições sociais e ou congêneres do dos outros pagos. A pergunta é muito bom para você que é o seguinte: quando eu vejo, eu já vi algumas empresas voluntariamente apresentar em relatório de transparência fiscal, que é como se essa empresa de vir assim, para investidor, para a sociedade, para a matriz no exterior, e falar: "Sim, pessoal, eu tive tanto de receita e paguei tanto de tributo que eu tô comprando bem meu obrigação fiscal no Brasil." Eu até em alguns casos específicos, como eu tô localizado no norte, nordeste, não pago tanto imposto de renda quanto às demais PJ os brasileiros que têm um benefício que é legal, que não benefício exclusivo, não é um benefício é de onde eu não consegui esse benefício de uma forma o batismo, é um benefício legal, apliquei para isso, ele por uma burocracia. Já existe alguns relatório de transparência fiscal que são como estão no site de grandes empresas, sabe? E isso assim, na minha opinião, isso eu queria ouvir o que você tem a dizer sobre isso, mas isso problema é mais integralmente transparente, mais aberto, o que o que está disponível qualquer um chegar lá e ficar ao passo que uma declaração país a país ou até o que se previu o gene p6850mp da e você tirar tudo que é para gente buscar e ficaria só uma um jogo entre todos os players, é que seria contribuinte e fisco. Você tem algo a dizer sobre isso e também sobre operação tributária, já emendando no próximo assunto?

Não, sem dúvida. E aí, até aproveitando, eu vi um dos comentários aqui no chat já, né? Estava muito conectado com isso. É, eu acho que sem dúvida, né? Vou que eu acho que esses relatórios de transparência fiscal, eles vão se tornar cada vez mais algo algo normal para as empresas. Hoje é exceção, é exceção, é verdade. É o que que diz esse relatório de transparência fiscal? A empresa faz um Brique da um detalhado de tudo que ela recolheu de imposto, seja no ambiente de impostos sobre consumo, impostos sobre fone, impostos sociais, impostos sobre propriedade e o próprio Imposto de Renda, né? E divulga isso junto com as suas emoções financeiras pra todos os stakeholders, né? Então, não é uma relação e a físico, o governo e empresa. É uma relação empresa com todos os seus defeitos, todas. Esse é o conceito de ESG na sua maior essência, né? Você tá efetivamente abrindo para todos os seus stakeholders o quanto efetivamente de imposto você tem recorrido. Eu acredito realmente que isso vai se tornar cada vez mais uma tendência. Em algumas vidas de sonho já se avalia que esse relatório de transparência fiscal seja mandatório. Então, já um debate para que esse relatório de transparência fiscal se torna obrigatório. E talvez aqui no Brasil, a gente está mais longe disso, né? Mas a gente muda de empresas aqui no Brasil, subsidiárias de multinacionais, podem vir já ser afetadas por isso, porque se a nossa matriz lá no exterior decide fazer um relatório de transparência fiscal aqui no Brasil, nós vamos ter que fazer a nossa contribuição de de no quanto que a empresa aqui no Brasil está recolhendo, não é? Para compor, né? Um relatório do e econômico. E porque aqui no Brasil, talvez a gente esteja um pouco mais longe, né? Eu acho que aqui no Brasil, a gente ainda tem uma relação fisco-contribuinte litigiosa, né? Falta um pouco de confiança entre as partes, né? De um lado, fisco entende que a nós contribuintes, é tão ter sempre tentando pagar o mínimo possível, né? Eu não tô dizendo aqui fazer nada legal, mas sempre tentando pagar o mínimo nível. E de outro lado, nós contribuintes olhamos no risco e imaginamos que qualquer informação que a gente possa prestar para eles, eles vão usar que a informação como fiz arrecadatórios. Então, a uma relação muito grande aqui de desconfiança. E com isso, esquece, né? A gente falar de um relatório de transparência fiscal, a gente falar de um mandatories loja, é muito complicado. São temas muito complicado. Mas eu devo reconhecer aqui um esforço para Receita Federal do Brasil está fazendo de tentar implementar um programa de cooperação tribo e na, também é um programa aqui em alguns países já existem, já é uma realidade. E a receita começou agora no estudo, né? Ir ia isso eu disse nome áreas o programa de programa confio, né? Até o nome bem bem a caráter do que eu acabei de mencionar. Então, é o programa confia. Eles estão no estudo, eles abriram para algumas associações participarem desse debate, darem sugestões. E que que significa esse programa de cooperação tributária? É abrir um canal de comunicação entre fisco e contribuinte que existe hoje, né? A gente sabe, né? No dia a dia, quando a gente recebe ali um tipo de eu fiscalização, o fiscal muitas vezes entende os motivos que levaram a empresa a adotar um determinado por justamente fiscal, entende os argumentis. Só que ainda assim, ele lá uma auto de infração, porque ele não tem como não lavar o é, né? Você não lá volta de pressão no extremo, ele pode até ser acusada aí de improbidade administrativa ou algo do tipo. Então, existe esse diabo. Então, Receita Federal está abrindo um canal para fazer esse galo do programa confia. Eu acho que a iniciativa é boa. O aquele velho ditado, né? O diabo está nos detalhes. Então, a ideia é boa, mas a gente tem que implementar ela da forma adequada, né? E o fato das empresas e das associações poder ele poderia participar, eu entendo como um ponto super positivo, porque a gente pode trazer o lado do contribuir. E aí não sai um programa de deve só com um lado do governo. Então, acho isso bastante positivo. Mas sempre tem aquele receio, né? O que que vai sair nesse programa no final do dia, né? A gente vai ter efetivamente um programa que é benéfico para todas as partes, onde o contribuinte pode consultar a Receita Federal sobre uma determinada situação e chegar ali no consenso. Hoje, vai só funcionar por um lado, se você me dar informação, eu aplico ela da forma como quer, né? Eu acho que a gente vai ter que trabalhar um pouquinho nessa questão do programa confia, como eu falei, desse tipo de cooperação tributária já existe em outros países. A Espanha, por exemplo, é um país que já tem esse programa de cooperação tributária. E eu acho que ele é vale um outro tipo de poder de programa. E existe uma frequência um pouco menor, é o que o pessoal chama de comprar em si mesma. E se não é que é uma obrigatoriedade da empresa abrir a detalhamento sobre a governança tributária dela e os controles, né? Esse é um programa que ele já é obrigatório, já é mandatório no Reino Unido, né? Principalmente com a gente fala de vir, ele no Reino Unido, essa já é uma obrigação. Mas ele também existe na Austrália. E se eu não me engano, né? Posso estar enganada aqui, mas eu não me engano, na Austrália é mais amplo. Ele não fala só de dividir, ele fala também do Corpore te encantares lá, que é a empresa todo ano, muito parecido com o olhar que a gente tem aqui no Brasil na Praia de Trancoso. A empresa precisa, na verdade, apresentar seus controles, Ned, como que ela controle, como ela se certifica de que ela tá complacência vida com a atualização tributária. E com base nisso, o fisco passa a ter uma confiança maior naquela empresa e talvez diminui ali um foco de fiscalizações, né? Esse é um outro tipo de programa que a gente pode evoluir para isso. De novo, eu acho que o Brasil está um pouco longe desses debates, né? Eu acho que esse clima de desconfiança faz com que a gente fique longe desses debates. Mas a gente não pode ser também aqui inocente, achar que isso nunca vai chegar no Brasil. E se a gente não participar desses debates, ele vai chegar no Brasil da forma como o governo quer implementar, né? É o nosso papel aqui é efetivamente participar do debate, levar a visão do contribui, o e tentar implementar algo que seja bom para as duas partes, né?

Eu acho que ali é o nosso um pouco mais otimista que você. Eu acho que a relação entre fisco e contribuinte, ela tem como marcar o quê? Permite-me ter um pouco mais assim otimista que essa relação basta nos fios. E esse novo marco, ele acabou de acontecer regulado de um ano e pouco. Mesmo até que a transação tributária, que quer dizer, se Minas Gerais, o Código Tributário lá de 66, ele fala que você pode extinguir uma obrigação tributária com um pagando imposto. Apagou, apagou, você pode e com pensando aí, tem lá prescrição, decadência. Ele fala para ele a transação. Só que isso ficou de 1936 até 2020, tem que ser regulado, né? O que que a transação é basicamente fico a te conheci a tarefa aqui, sim, português que ele falar um pouco de gás altamente comprometido, sei lá, por causa da poderia fechar por algo vários estabelecimentos e tal. Eu sei que eu tenho atividade física ou fingir alguma coisa já. O importante não é voluntário, nem uma espécie de ele acreditar o prestígio ajuizado indicativa contribuintes para o risco. Sei que eu tô correspondente, eu toco, eu recebi se auto de infração aqui, mas olha o meu corpo de taxa como sentar, vamos chegar no a cor. E é porque eu tô tão últimos relações primeiro, porque uma norma que passar do celular 54 anos, é 54 anos, finalmente foi regulado. E segundo, que eu tava entrevista recente, já em 2021, do Procurador Geral da Fazenda, ele falou o seguinte: "Contribuintes, 2021 vai ser o ano da transação. Fico tá nas eleições, vai pegar tração, vai começar a realmente funcionar no Brasil." Eu quis, eu acho que isso pode ser bom. Infelizmente, em grande parte, provocado por toda a crise econômica gerada pelo PIB negativo de 4 tempo, decorrente de cademia. Mas eu acho que isso pode também inaugurar um novo capítulo na relação fisco-contribuinte. A tração e sendo um pouco ao nível estadual, é a gente sabe que alguns estados já dão selos. Eu fui bastante aquela turma aqui paga o ICMS, o dia entrega das obrigações acessórias estaduais, o dia. Eu conheço programa de São Paulo, por exemplo, que não gostou ocorrem, tem no no Ceará, condutores com o nome de contribuinte, pai de água, quer dizer, contribuinte que paga tudo direitinho. Vez estamos isso também é importante para a administração do departamento fiscal da empresa, ficar sentindo confortável, está coberto de semestre. Será que São Paulo de Alagoas também tem, né? E também você falou uma questão interessante pra caramba, cara, o tal do olhar. Olha bastante aqui, é fosse uma corretora que a importação exportação transita com mais fluidez, com mais rapidez, porque conseguinte é reconhecido pela Receita Federal como contribuinte responsável, tá? E aí para que o cara vai contribuir para o CNPJ receber, se ele tem que passar por todo um processo de homologação interno de revisão dos controles, que tem um processo demorado e que a Receita Federal mais forma super dirigente para poder dar um selo de olhar. Esse seu olhar não mente intenção de olhar do homem tranquilo, quem sabe que já foi utilizado pela Receita, passou por uma série de diligências e tá ok. E é curioso, assim, ela estava falando com outro próximo nosso de próximos, ele falou que as alfândegas globais se comunica. Então, você às vezes pode tentar enrolação mercadoria no ponto europeu de lá, tem algo parecido com o nosso olhar brasileira que tá deixa oficial daquele povo desembaraço mais tranquilo, perder o Olá também dos conformes. A questão a transação tributária me fazem abrir uma porta de esperança, literalmente, de que a gente pode se encaminhar com relação menos o time no próximo. É difícil controle, mas assim, é melhor é melhor conjectura mim, assim, mas com mais uns assuntos para debate, a gente conversa bastante, subir esperando administração tributária mais a subir. E se a peça que você aparecer bastante, assim como boa parte da audiência aqui, ó. Bom, então é aí que aguentar um outro assunto. Isso eu queria muito ouvir sua opinião é a famosa reforma tributária. Eu acho que todo mundo aqui vou falar de desde que o mundo é mundo, pessoal deve ter começado a carreira, boa parte já muito tempo, e sempre ouviu-se falar de reforma tributária. E eu quero que você passa alguns aqui o pessoal que relação que você espera de forma que vai diminuir carga, se vai meramente simplificar aqui, que vai vir de imposto digital aqui, a sua opinião é a gente possa acontecer nada respeito da Polêmica hoje, né? Vou o programa dos conformes, por exemplo, gera gera todo tipo de Emoções, né? No final do dia, né? Tem tem eu acho que o pro é um programa sem dúvida é bom do ponto de vista conceitual, mas na prática, ele gera algumas dificuldades ali para as empresas. Mas não vamos falar disso aqui. Nós vamos lá porque a reforma tributária é bom. Acho que ninguém aqui dúvida que a reforma, Mariana, no Brasil, a loucura que o nosso sistema tributário é, né? A forma como a gente opera em função a idade dos impostos que a gente tem no Brasil. Não temos dúvidas aqui que a reforma tributária é necessária. Mas eu queria só dar um paciente, né? E falar um pouquinho do nosso sistema tributário, né? Eu acho que a gente costuma falar muito o sistema tributário do Brasil é é é difícil, complexo, que a carga tributária no Brasil é horrível. Queria só fazer algumas reflexões. Talvez aqui, na de acordo com a Receita Federal, e o dado mais recente da Receita Federal disponível é 2018, a carga tributária do Brasil é 33% do PIB, né? Não vou entrar aqui no mérito, e 30 tem situações de perigo, é muito ou é pouco. Mas se a gente compara isso com o mundo dos países da OCDE, é 34, né? Brasil ainda tá um ponto percentual abaixo da média do CDF. E quando você começou a olhar puro para isso, você vai ver lá que país a França, Dinamarca, Bélgica, Suécia, a Finlândia, Luxemburgo, a carga tributária em relação ao PIB desses países superam a 40%, né? Em alguns deles, ali França, Dinamarca, Bélgica, supera 45%. Porque que o Brasil é tão complicado se a gente tão falando que a carga tributária no Brasil também abaixo desses outros países? Eu acho que o problema no Brasil é o que a gente não vê, né? É o custo social que a gente não vê nesses países onde a carga tá indo os seus 40%, o governo talvez cumprir o seu papel social de forma que as empresas não precisam fazer, né? Então, você tem lá no transporte público de qualidade, você tem educação pública de qualidade, você tem um sistema de saúde que funciona. Enquanto no Brasil, e as empresas pagam 33% do PIB de impostos, mas ainda tem que dar o vale transporte, tem que fazer o seguro saúde, tem que fazer seguro de vida, né? Entre outros gastos aí, pagar faculdade, porque o pessoal não tem condições de arcar com faculdade. Quer dizer, no final do dia, o custo do Brasil não é a carga tributária em si, mas é o que a gente recebe de volta desta carga tributária, né? Então, se a gente pagar se 33% do clipe de carga tributária, e a gente não tivesse, né, como empresas ou comum pessoas físicas, o que acabar com esses outros cursos, honestamente, não me parece que seria um número, um número absurdo, né? Não me parece ali no meio ruim. O grande problema é que além dos 33% do PIB de carga, a gente tem todos esses outros gastos. Eu chamo de invisíveis, né? Eu acho que esse é o primeiro problema do nosso sistema, que não é bem do sistema tributário, mas que de certa forma é do nosso sistema. Segundo, é é o que o nosso sistema tributário, da forma com mulher, gera uma grande, grande programa de competitividade para o Brasil, né? Então, é aquela história de a exportação dos produtos brasileiros exonerada, só que a cadeia não é. Então, no final do dia, você põe ali que tá zero, mas você não restitui imposto para empresa da cadeia. Você tá escutando imposto meu, na mesma proporção, mas você tá escutando um pouco, né? E de novo, ele é invisível, ninguém ver o que é pior, né? Se se tivesse imposto na importação, talvez fosse melhor que todo mundo enxergava, né? Ele não tem, eles vieram. Só que você tá escutando o imposto de forma indireta, né? Porque você não consegue recuperar o imposto da cadeia, né? Então, esse tipo de problema do nosso sistema tributário que faz com que você talvez estabeleça, né? Ela só planta industrial numa determinada localidade que do ponto de vista logístico não faz sentido. Se os fornecedores não estão naquela localidade, o seu mercado-alvo não tá naquela localidade, mas você se estabelece ali por quê? Porque ali você vai ter um ganho tributário, ou vocês a operação de uma forma, ou onde você vai pagar um determinado imposto em um outro. Ou seja, você começa a montar uma estrutura de operação no Brasil que ela não tem como driver a operação, a eficiência da operação. Você monta operação para pagar menos imposto. E isso já não prometo competitividade. Seríssimo, seríssimo. A gente paga menos imposto, só que a gente tem que vir para o caminhão, sei lá, né? De do Estado até o Estado B para trazer a matéria-prima, depois a gente coloca o produto final, tem que levar do Estado B até o Estado de, né? Todo todo o custo logístico de time por trás disso que gera uma eficiência em toda toda a cadeia industrial do Brasil, né? Então, esse é o segundo. E o terceiro ponto, que aí eu não preciso, não preciso me alongar, que é o curso de comprar esse, né? A quantidade de obrigações acessórias que nós temos, a complexidade da nossas leis, essa falta de diálogo, a gente já comentou aqui entre fisco e contribuinte, que faz com que qualquer empresa no Brasil tem ao e esse hozuki's causa. Ninguém opera no Brasil sem ter um contencioso tributário, né? Correndo esse curso de compliance, é torna esse bolo todo, aquelas 33% do PIB ainda mais intragáveis, né? Então, eu pago o 33% do público como carga tributária, eu tenho todo esse curso de indireto, né, social, né, que o governo acaba não provendo e a empresa e os contribuintes têm que arcar com este custo. E além de tudo, o curso de compõe-se faz com que eu tenho curso administrativo muito maior. Poxa, quantas vezes você acha que você já passou por isso também? A gente tem aí a oportunidade de conversar com os nossos clientes, né? O pessoal lá, muitas vezes da matriz, né, da tela multinacional, e EA pergunta muito tradicional que vem é: "Poxa, eu tenho 10 pessoas que cuida do tax no mundo. Sentado lá na matriz. Aqui no Brasil tem um sem. Me explica como." E aí vem essa questão do curso de compliance. Então, a reforma tributária é totalmente necessária. Eu acho que a gente não consegue sobreviver, a economia do Brasil não vai crescer se a gente não tiver uma reforma tributária. E o grande risco aqui é qual? É a reforma tributária que a gente vai ter, né? Eu acho que é aí, de novo, aí entra no nosso papel, né? Aqui comum a representante sair do mundo tributária dos contribuintes, de ativamente participar desse debate para que a gente tem uma reforma tributária, de novo, que seja correta. Não, não é uma reforma tributária aqui diminui a carga para gente pagar pouco impulso. Não é forma tempo para que seja correto, né? Onde as empresas vão pagar o imposto correto, que a gente vai tirar a complexidade do sistema, que as coisas vão ser lógicas e a gente vai diminuir o contencioso tributário, né? Isso que a gente tem que buscar, né? Não simplesmente reduzir a carga por reduzir a carga. Na, eu acho que a gente tem que ir um pouco além e, na verdade, tem tal a reforma tributária, aqui faz com que e se você já racional, a gente vai conseguir tomar. Eu falo tributário, talvez um sistema perfeito, não acho que não. Já tive duvido que algum lugar do mundo tem o sistema tributário perfeito, para ser honesto. Mais o nosso tá tá tá no extremo oposto. Não, eu acho que o nosso, se a gente tiver um exemplo de in perfeito, talvez seja o nosso, né? Então, é a gente tem que ter que ter alguma melhora, né? E aí essas propostas que estão tramitando aí, é nenhuma delas é perfeita. Todas elas, eu sou o primeiro aqui a abrir e participar de um debate sobre o que pode ser melhorado nessas propostas. Mas eu vejo como um passo importante de simplificação de algumas coisas e do nosso sistema tributário. Na, eu acho que talvez seja sejam primeiro passo. Agora, eu tenho muita coisa aí para trabalhar. E esse contexto, deixa eu te fazer uma pergunta que tem algum que você falou que é o seguinte, a experiência internacional estão nos mostrando aqui embaixo países vem reduzindo perdendo a Sally e do irpj. Tava um exemplo clássico, a gente sabe aqui foi quando é começa administração tranquilo 75 para 2011. Agora pode ser que eu ensino. Mas qualquer forma, foi uma queda brutal. Te pergunto, como é que isso pode entrar na reforma tributária brasileira? Eventual redução da Anitta CNPJ, esse isso tem a ver com uma cultura cobrança de tributação sobre ela que legal?

Legal. Bom, acho que isso é um tema aqui vai e volta, né? Ele já tivemos muito próximo, talvez de avançar com esse tema, aí ele deu uma esfriada. Não pode ser que ele volte aí a qualquer momento. E de fato, nessa gente olha o que tá acontecendo no mundo, os países têm reduzido alíquota nominal do Imposto de Renda. Isso é uma tendência. Você falou dos Estados Unidos e OK, antes dos Estados Unidos e o que tinha reduzir a língua tá lá. Outros países fizeram, seguiram no mesmo caminho. Eu acho que é uma tendência mundial. Eu acho que o Brasil não vai poder fugir dessa tendência, né? Senão, de novo, a gente volta para a questão da competitividade, né? Cada vez mais a gente começa a ficar menos competitivo. Aí em algum momento, a gente vai ter que discutir seriamente essa questão. E que isso que é a redução da alíquota do Imposto de Renda, o grande problema é que reduzir alíquota e a gente tem que olhar um pouco lado do governo também, né? Não querendo aqui olhar só por conseguinte, né? Mas olhar também um pouquinho lado do governo. Oi, e a gente percebe que o governo tem um problema de equilíbrio das contas públicas, né? Mesmo antes da pandemia, né? A pandemia agravou a situação, mas mesmo antes da pandemia, e o governo em todas as suas esferas, não estão falando só do governo aí Federal, governos estaduais e municipais têm o mesmo problema. E o governo não pode simplesmente, né? Vai falar: "Não, beleza, vamos reduzir aqui a carga tributária em X por sem, né?" Ele precisa compensar isso de alguma forma. Uma forma de se fazer isso é a tributação de que tem um assunto extremamente polêmico, né? Eu acho que você tem debates aí sobre impactos no mercado de capitais, você tem debate aí sobre impacto na história, né? Historicamente, o acionista aqui retirou dividendos e depois saiu da participação quando não tinha tributação. E agora, um novo acionista pega a tributação. Tem todo um debate aí relevante, é um debate sobre isso, atrai capital estrangeiro, investimento, né? Estrangeiro ou não. Mas é um fato, a reduzir a alíquota do Imposto de Renda, o governo não vai ter que buscar uma compensação em algum lugar. E até agora, onde eles estão a olhando é a tributação dividendos. Eu honestamente não gosto do tema da tributação dividendos. Mais a tributação de dividendos combinada com uma redução importante na líquido de imposto de renda e da contribuição social, é mais palatável, né? Eu acho que ela é mais lógica e talvez dê para gente debater alguma coisa. Inclusive, tem dos vários projetos de lei que tem tramitando lá no Congresso, existe um especificamente que me parece bem razoável. Nunca dizer que é bom, mas bem razoável, onde ele reduz gradativamente a lista do imposto de renda no ano e ele instituiu uma tributação de dividendos também gradativa ano a ano, de forma que as empresas conseguem fazer uma transição, né? E você tem ali depois de 45 anos, eu não lembro exatamente, não, o que que ele diz a lenda o projeto de lei, você teria uma lista bem menor do imposto de renda e o e uma tributação dividendos que não seria também tão pesada, né? E aí o conceito por trás disso, que você aquele investidor institucional que traz o capital para investir no país e para continuar gerando riqueza para menos imposto, aquele investidor que traz o capital para tirar dividendos e que também não tá errado, você parte do sistema capitalista, traz o capital para retirar dividends, esse investidor vai pagar o imposto sobre dividendos, ele paga mais do que aquele outro que está investindo, investindo conceitualmente, né? Algo que talvez faça sentido, algo para si considerável, a considerar.

Deixa eu te perguntar, e habilitação digital, você pode fazer isso? É é alguma configuração que é sobre isso especificamente esse ponto, como é que tá esse no Brasil? Porque eu sei que o debate está bem avançado, por exemplo, na França. Não depois eu vejo tá lugar até lá, né? Que é Google, é isso, tchau. Então, aqui no Brasil, a gente tem algum de baixo parecido? Tem alguma perspectiva de seja cobrado corrente? A gente é um projeto de lei já tramitam no Congresso, né? Sobre isso. Eu acho que temos que tá tempo sim. Eu acho que essa questão da economia digital, ele é importante, né? Os sistemas tributários ao redor do mundo não estavam preparados para a revolução da forma de fazer legal. Essa é a grande verdade, né? E aí com essa nova forma de fazer negócio, onde não interessa Onde você tá fisicamente, você consegue fazer negócio com qualquer lugar do mundo, né? E como que você distribui adequadamente essa riqueza, né? E país tem direito a tributar o quê? E aí, acho que nesse contexto, a gente tem aqui bem famoso, né? Muita gente acompanhando o contexto lá do o teste, né? Do do Pilar Morro do Pilar, acho que é o CD está discutindo de que como se determina Qual é o seu chefe de cada país para tributar nessa economia digital. É o é polêmico.

Eu acho que tanta polêmica que ela quer um time lá de estudo. Ainda não conseguiu avançar de forma concreta sobre o tema. Talvez em julho, agosto desse ano, tem alguma evolução mais relevante. Ou ver essa questão aí do pylon e pela acho. Mas o fato é alguma coisa que tá ser feita. E aí os países olhando para estão dizendo: "Bom, eu vou fazer minha parte". É o que eu vou te botar o que sai de riqueza do meu país, né?

Você comentou da França, mas a União Europeia já tem um programa ou plano de um imposto digital. Por onde europeia como um todo, então se você quiser negócio como membro da União Europeia, vai ter um imposto digital lá. Isso é recolher, né? Ele ainda não avançaram porque me parece que eles estão olhando para o para disco. E aí pela chuva o PDF para ver como aquele negócio. Ana, mas se não vemos, se não tiver avanço, é provável que a União Europeia saia o seu imposto digital.

Alguns países da América do Sul já têm. Argentina já tem. Não é o imposto digital, é engraçado que a gente ainda tem o imposto digital de um incentivo fiscal digital. Se você trouxer é normal para dentro da Argentina, você tem uma espécie de Lei do Bem ali que você não consegue ter um ganho ali, um crédito fiscal sobre aquilo. Você ver quem é o Brasil exporta também esse conhecimento, eu essa coisa ruim. Mas a Argentina já tem algo parecido com isso. E a gente tem esse projeto de lei aí no Brasil que já tá perguntando que a gente precisa acompanhar como ele anda, né? Se ele vai para frente ou não.

Mas eu lhe der algo que pode aconselho. Se você tem um tema interessante que é o governo também não poder abrir mão de receitas, tem até aquele de responsabilidade fiscal. E agora a gente todo um complicador nesse assunto que eu falo a necessidade de pagar pela recuperação da economia. Não pode poderia seja através de auxílio emergencial, seja através de empréstimos com juros baixos para empreender. O origem de alguma forma o estado vai ser chamada colaborar a recuperação do Code. Quando ele também vai precisar de dinheiro. Eu te pergunto da pinga, você já detectou algum momento de tributação no poste com anemia por causa dessa necessidade arrecadatória do Estado?

A gente pegava ela aumenta, a gente vai aumentar contribuição social dos bancos, né? Verdade, verdade. Acabou de acontecer, né? E ele vai muito além dessa linha média de necessidade de caixa para tentar equilibrar um pouco as contas públicas. Eh, os bancos aí de novo, que não quero fazer julgamento de valor, mas é tradicional no Brasil. Sempre que precisa buscar ele, né? Algum tipo de recurso. A gente tem três fontes bem tradicionais, né? O iOS, a CIDE-combustíveis e os bancos, né? Geralmente um desses três paga o quarto, né? E dessa vez são os bancos, né? Que aumento da contribuição social dos bancos.

Mas a gente tem outras discussões como imposto sobre grandes fortunas. Argentina, a Bolívia acabaram que colocar o imposto sobre grandes fortunas. Um grande debate imposto sobre grandes fortunas é o imposto eficiente, né? Não nos parece ser um imposto eficiente, mas é um debate. Só para você ter uma ideia, existe um 35 projetos de lei no Congresso Nacional hoje tratando o imposto sobre grandes fortunas, né? Não é cinco, não é 10, são 35 que estão tramitando e cada um no seu tempo, mas todos tratando de criar um imposto sobre grandes fortunas no Brasil.

Eu isso pode acontecer. A gente fala da tal do imposto sobre pagamentos, né? Que que o Ministério da Economia eu tava falando bastante sobre isso antes da pandemia do imposto do pagamento. Eles não querem chamar de CPMF, mas seria uma espécie de CPMF. É isso pode acontecer, né? Esse tipo de coisa pode pode acontecer. Infelizmente, né? Porque esse é o tipo de imposto que não traz veio nenhum, né? Até o imposto que você é o imposto oportunista, né? Eu preciso de dinheiro, eu vou querer algum posto aqui. Você não tá pensando no sistema tributário como todo, nos impactos daquilo que você simplesmente queria o imposto para aumentar arrecadação, né? Em um imposto realmente eficiente no final do dia.

Bom dia. E novas e Pimenta o para-lama o. E eu não queria, não queria interromper aí o papo de vocês que tá ótimo, mas como a gente tá aqui com apenas dez minutinhos para o final, eu queria ver se a gente consegue tomando responder aqui duas perguntas que chegaram e aí se der tempo, você volta, pode ser? Claro. Então, tá, vamos lá. Tem uma pergunta aqui com relação a opinião de opinião de vocês em relação ao Ceder. Não sei se é de uma forma mais ampla o dentro da linha e do que a gente já tá sou de paralelo do ambiente ou se der e ambiente Brasil ou não. O Ceder é fiquem à vontade aí para dar cobertura que vocês fizerem o o que quer que eu respondo você quer responder a gente comer serviço. Eu sei que você passa por muito de baixo que você viesse alguma coisa bem legal. Vamos lá, né? Pessoa acha que o seu Dr. Eu acho que independentemente aí do pleito do Brasil para ingresso no ideia, acho que o Ceder e ela é uma instituição relevante, importante. E eu acho que é uma instituição de bom e boas intenções, né? Eu acho que eles buscam Esse ativamente é talvez tem um equilíbrio ali entre as jurisdições, entre os países e buscar uma forma de tributação que faça sentido. Eles eles têm sucesso vem sempre, nem sempre. Muitas vezes acaba países talvez com mais poder político acabam tendo uma influência maior, acaba nas decisões aí puxando sardinha talvez mais para o lado do que para o outro. É mais do ponto de vista de intenção, eu acho que a intenção é bom. Algum organização que vai fazer esse papel nos países não vão conseguir, né? Há 250, 300 países no mundo sentar numa mesa e todo mundo chegar no consenso. Alguém precisa fazer se essa essa mediação. Eu acho que você deve fazer esse papel. Eu acho que ela faz bem. É tudo essa melhor para o dia, tudo o que eles fazem é perfeito, não, não é, mas eu acho que é um caminho.

O grande problema que a gente tem hoje quando a gente ela Brasil, o Ceder é que muitas vezes o Brasil só traz para nossos, né? Contribuintes brasileiros, aquela parte do Ceder que beneficia o governo, vamos colocar assim, né? Ela e a parte aqui da norma aqui beneficia o contribuinte, ela fica um pouco distante. Basta a gente ver os tratados. É o Brasil tem um uma uma rede de tratados super pequena. E a gente tem uma mania de aplicar nossa interpretação do tratado e não a interpretação que o resto do mundo aplica, né? Então eu acho que esse é o grande problema da relação conceder. Se a gente dá um passo adiante e talvez algo mais tangível que a história do transfer Price, né? E a gente alinha as nossas regras de transfer pricing para os conceitos o CDF. Eu acho válido. Me parece que a Receita Federal tá embuído dessa dessa missão de realmente fazer isso, mas eu acho que a gente ainda tá longe. Eu eu diria que falta ainda pelo menos uns três anos para o Brasil tem uma regra de TP alinhada com CD. E eu acho que a gente ainda vai sofrer um pouquinho aí. E agora que você falou, a gente vê a gente dou muito 2014, 15, 16 para os backups. Não era basicamente a direita e eu vou ajudar os pedestres umas economias globais. Os países deveriam se comportar perante o fisco parede na saúde. Foram vários o Brasil um Saltão dele é justamente uma figura te ajudar que ele já acabou hoje que a Declaração país a país. O que provavelmente produto no Brasil porque ela facilita arrecadação. Então não era uma questão de evitar erosão da base tributária. Não tem a ver com propósitos nobres de é uma questão meramente arrecadatória.

Um excelente. Bom, tenho mais uma pergunta aqui, aí acho que falando sobre a reforma tributária e nem traz propostas que transitam. Quais seriam as principais alterações em relação à desburocratização das diversas declarações que as empresas precisam entregar? Onde é que existe alguma nesse sentido? Nada legal. Eu acho que as duas propostas que estão tramitando las bostex, né? Uma no Senado, outra na câmera, elas trazem o benefício sim nesse aspecto. De novo, como eu comentei antes, são perfeitas, não tem coisa para melhorar, tem a gente vai discutir elas mais profundamente, precisamos. Mas a partir do momento que você fala: "Cara, eu vou ter um único imposto aqui no âmbito Federal, você vai entregar o a única obrigação acessória desse imposto, a alíquota tende a se única, né? Vai ter poucas variações ali e poucas exceções. Do ponto de vista de desburocratizar, desburocratização, eu acho que a gente dá um passo enorme. E isso vai fazer quando o sistema tributário seja melhor, não sei, talvez não, mas pelo menos a gente diminui aquele curso do complexo. Isso eu acho que a gente diminui o pedir meu vão inveja reportar, né? Para 28 estados, cada um com sua o tipo de declaração específica, nota fiscal eletrônica para não entrar no mérito aqui do ISS no 5.000 município. Você coloca o único imposto único report com o único órgão gestor, diminui, diminui a a questão da burocratização. Eu acho que nesse aspecto a gente tem um ganho se aquelas duas peças andarem, né? Outras propostas eu vejo um benefício menor. Ouvir a alíquota, redução da alíquota do Imposto de Renda, a a questão do PIS cofins, eu acho que do ponto de vista de desburocratização não impacta tanto assim. Mas as duas peças eu acho que na questão de simplificar, eu acho que elas ajudam.

Ah, tá bom, que dá tempo aqui mais uma. Marcos entende que os projetos de reforma tributária pretendem redirecionar a tributação indiretamente os atualmente com as contas públicas a conta não bate. Pensa que isso irá mudar com a reforma? Eu acho que a pergunta de um milhão de dólares, talvez. Porque quando a gente olha lá para as propostas, elas trazem o conceito da coisa, né? Então a gente vai criar aqui um MDF, né? O imposto único no âmbito Federal com o único órgão de expor. Nós vamos ter ali um uma margem muito pequena para trabalhar com alíquotas, etc. Mas a pergunta que não quer calar é qual é a alíquota no final do dia, né? Nós estamos falando de uma alíquota de 15, 18, 25, 30, 50, né? E aí eu acho que vai entrar exatamente esse ponto, né? É indiretamente, talvez a reforma tributária pode abrir uma brecha para a gente ter um debate de que eu aumento arrecadação e eu equilibrar as contas públicas em diretamente, né? Infelizmente, a infelizmente não acho que tecnicamente a pé que não não tem que entrar nesse mérito. Já ligo não é a função da proposta de emenda constitucional, mas eu acho que a gente pato debate mais amplo sobre essa questão de qual é a alíquota no final do dia. Eu acho que tá se falando muito pouco riso.

O Vinícius, a gente puder talvez chegando peça aqui do sinal também fazer mais uma pergunta. Voltando um pouquinho aqui para o tema do SG, nós temos aqui na audiência, acredito que dois principais grupos, né? Aqueles que atuam no Brasil em subsidiárias de multinacionais estrangeiras e também tem trabalha aqui na empresa brasileira que na verdade é a matriz de subsidiárias no exterior. Como que você ver esse desafio para essa segunda categoria que você comentou um pouquinho mais cedo, né? De poxa, sei lá, na matriz eu tiver que fazer o sigo aqui e aí como é que o gestor da área tributária de uma multinacional baseada no Brasil, mas que tem que respeitar as regras do CD e talvez até padrões um pouco distintos aí faz para sobreviver nesse novo momento de SGT? Vou ficar quer responder essa? Eu quero, quero começar falando sobre transparência fiscal, né? Que mais uma vez para fazer a matriz ficar mais tranquilo em relação à vida fiscal no Brasil é importante e o compliance Pia e de alguma forma a matriz saiba que no Brasil paga o tanto de impostos para eventualmente distrito um teste de física o pico que a gente sabe que navio ou a 50 no canal teste de física o fim da disparada matéria mais difícil não se pode tributário brasileiro. Então que deu você passando esse tipo de conforto para matriz, viam ela transparente, já dá um certo, já transmite um certo conforto e faz o Sea World depois de tex lá da Espanha, França, Bélgica, dormir melhora ir. E também temos alguma como a tecnologia aplicada à gestão tributária sabe. Eu não algum programa que que você é de forma automática em tem usando uma forma de inteligência artificial, você consiga fazer a coordenação de todas as declarações entregues autismo aqui, ele totalmente alguma algum arrumando não faria sentido você consiga entregar tudo de forma que dialogam entre si, que se complementam entre si as diversas declarações. Também é uma forma de se de ter uma certa tranquilidade perante a matriz. Pera SG comprar mais é muito, muito bom.

Eu acho que tem uma última pergunta aqui e aí depois eu acho que a gente já pode encerrar. É pergunta é um pro Marcos falando sobre o único imposto. Como você entende o suporte dos Municípios e estados com relação a desfazer a estrutura atual que dá suporte a complexidade atual? Pensamento aí, pessoa. Esse é um tema bastante espinhoso, né? Porque é de fato, né? Se a gente simplifica desta forma a nossa carga tributária, a gente tem que ver as estruturas. Isso tem impacto direto emprego, né? O emprego não só do ponto de vista de do do ente público. Eu acho que muitas empresas vão começar a repensar aonde elas estão operando, porque aquela estrutura atual de supply chain em que ela tem pode não é fazer sentido e ela querer mudar a sua forma de operar, sair de um determinado local e para outro. Eu acho que a gente tem um impacto social importante aqui. Maria, eu acho que aqui esse é um tema é que a gente está dispo e o pessoal que idealizou ali a proposta da reforma tributária, né? Da PEC é que tem debatido, eles têm eles estão a tese de que sim, vai ter um impacto social, mas o ato política social, ela tem que ser feita fora da das duas do sistema tributário. Na política tributária é uma política social é outra. Então nós vamos ter que criar mecanismos sociais para compensar esse impacto social, principalmente de pessoas, de emprego, mas isso não pode ser feito o imposto. O imposto tem que funcionar. E aí a gente pega essa arrecadação e destinada para programas sociais. Esse é mais ou menos o conceito do pessoal que idealizou a proposta. É é um tema muito polêmico, acho que a gente podia fazer um evento só para falar disso. Eu acho que é bastante complexa, mas sem dúvida, eu acho que tem um impacto relevante aí a ser observado.

É legal, gente. Eu acho que a gente chegou aqui no horário. Na verdade, eu queria me apresentar porque eu não sei comer. Então eu sou Maria de Coutinho, sou sócia de tex, aquele do text-transformation, mas também faço parte do Global Council do caipira de impacto, que é a nossa iniciativa Global na que cuida aí de aspectos relacionados à SG. Vou muito obrigado, Vinícius, Wolf, obrigado a todos aqui que participaram. Espero que o que vocês tenham achado aí os insights proveitosos. E a gente repete aqui que tanto a nossa primeira live sobre esse tema quanto essa agora, em breve, estarão disponíveis no canal da KPMG no Brasil no YouTube. E aguardem aí porque vai ser uma série de eventos. Então temos surpresas aí, né? Wolff para os próximos. Exato. Falando bastante SG, já conectado, se Deus quiser. Quando a gente fala tributário e é isso aí. Obrigada, gente. Valeu. Tchau, pessoal.